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O André Maia despede-se do Mundial em direto da Times Square, a Joana traz a pouca paciência de Ricardo Quaresma para com o Movemind e a Bárbara Tinoco vem a estúdio responder a perguntas horríveis no Desculpa, Mas Vais Ter de Perguntar.
CRIATIVIDADE parece significar algo muito além do que se costuma acreditar. A Professora e voluntária de Nova Acrópole, Lúcia Helena Galvão, apresenta uma visão mais profunda sobre o que é verdadeiramente CRIAR, à luz da Filosofia atemporal. E detalha sete dos principais elementos para sermos mais criativos: 1. Combater o automatismo e medo de errar2. Treinar concentração e observação3. Aprender a relacionar ideias4. Perguntar o porquê das coisas5. Ser eclético, evitar dogmatismo6. Humildade, saber sobre sua própria ignorância7. Querer crescer como Ser Humano
Em emissão especial dedicada à Madeira, a Ana e Joana tentam sobreviver ao ``Ainda Bem Que Me Dá Essa Resposta - Especial Madeira´´ o Olivier traz histórias do próximo adversário de Portugal e Madalena Abecasis brilha no Desculpa Mas Vais Ter de Perguntar
No segundo programa especial sobre a Copa do Mundo, vamos analisar a Seleção Brasileira de Carlo Ancelotti e projetar as dinâmicas ofensivas e defensivas que a equipe poderá apresentar na estreia contra o Marrocos. Além disso, vamos analisar como o Brasil poderá gerar vantagens no confronto contra os marroquinos. • Quer se tornar um analista tático? Conheça os cursos do Footure: https://footure.com.br/footure-lab/ SOBRE O FOOTURE Somos uma empresa no ramo do futebol dividida em três áreas: comunicação e análises táticas, cursos e análise de mercado para clubes, jogadores e agentes. Aqui no YouTube, vocês irão encontrar análises táticas de times e jogadores, explicações sobre conceitos táticos e ainda dois podcasts — um debatendo o futebol brasileiro e o outro entrevistando personagens do esporte. Perguntar
Recomendam-se as combinações de comida mais estranhas - de lulas com Filipinos a Panados molhados em leite com chocolate - e Marisa Liz é a Quarta da Manhã e dá um hilariante Desculpa, Mas Vais Ter de Perguntar
Segue também o horóscopo para os 12 signos do zodíaco para esse momento confuso:⸻
Há algo de paradoxal no nosso tempo. Vivemos rodeados de respostas — motores de busca, enciclopédias online, assistentes virtuais — e, no entanto, nunca foi tão urgente aprender a fazer as perguntas certas. A inteligência artificial generativa veio mudar as regras do jogo: não basta ter acesso à informação. O que conta, agora, é saber pedi-la.
“Até quando terei de suportar este sofrimento? Até quando o meu coração se encherá dia e noite de tristeza? Até quando os meus inimigos me vencerão?” Salmos 13:2 NTLH Até quando você se perguntará até quando?Todos nós estamos sujeitos às mesmas coisas destes mundo, agora porque alguns conseguem reagir diferente do outros?Costumeiramente fazemos perguntas a Deus como se somente através destas respostas tivéssemos a solução para algo que está em nós.Imaginem uma pessoa que está presa dentro de um calabouço escuro e clamasse por libertação, sendo que a chave e a luz para sair dali está com ela mesma. Mais do que nos mostrar uma saída O Senhor quer que tenhamos coragem e força, para sairmos e usarmos a chave da escolha de não querer mais viver na escuridão, que cabe somente ao aprisionado utilizá-la.Ao invés de perguntar “até quando” para Deus, imagine se essa pergunta fosse Dele para você mesmo. Até quando você permanecerá nesta situação?Pergunte a si mesmo:Até quando você dependerá de algo que depende de você!Oração: Senhor nos ajude a encontrar uma saída em meio a escuridão. Seja senhor a luz que ilumina o nosso caminho e nos ajude a ter força para sairmos do lugar de lamento. Em nome de Jesus, amém!Que você tenha um dia abençoado !Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo#EleMeFortalece#MinhaForcaEstaEmTi#ubiratanpaggio@ubiratanpaggio@ubiratan.paggio
Chicão vem a estúdio ser uma das mais divertidas Quartas da Manhã: confessa o roubo de dois beijinhos a Joana Marques, canta em direto e passa com distinção no "Desculpa, Mas Vais Ter de Perguntar"
Ducentésima vigésima quarta mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima vigésima quarta mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima vigésima quinta mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima décima terceira mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima décima sétima mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima décima quinta mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima décima quarta mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima sétima mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima décima segunda mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima décima primeira mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima oitava mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
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Ducentésima décima nona mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima quinta mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima quinta mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima quarta mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima décima oitava mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima vigésima primeira mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
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Ducentésima vigésima segunda mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
a gente queria ter alguém pra nos avisar dessas coisas antes de ter comprado um apto, então a gente achou que poderia ser útil pra todo mundo
Miguel Sousa Tavares e Ricardo Costa foram os protagonistas de um episódio extra dos podcasts "De Viva Voz" e "Esta Semana" que decorreu no festival de Podcasts do Expresso. A nova ordem mundial (ou será desordem? perguntava um dos oradores) o papel da Europa e de Portugal estiveram em debate. A conversa não deixou de fora as presidenciais: Ventura ou Seguro, o que esperar da politica caseira daqui em diante?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares e Ricardo Costa foram os protagonistas de um episódio extra dos podcasts "De Viva Voz" e "Esta Semana" que decorreu no festival de Podcasts do Expresso. A nova ordem mundial (ou será desordem? perguntava um dos oradores) o papel da Europa e de Portugal estiveram em debate. A conversa não deixou de fora as presidenciais: Ventura ou Seguro, o que esperar da politica caseira daqui em diante?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste quarto episódio do podcast “Produtividade Lenta em Vendas no Agro”, Cesar Franzon e Marco Lopes discutem a diferença entre venda transacional e venda consultiva — mostrando que vender é, antes de tudo, a arte de ouvir. O episódio mergulha na metodologia SPIN Selling, explicando como perguntas bem feitas (de situação, problema, implicação e necessidade) são a chave para construir valor percebido e conquistar a confiança do produtor. Eles reforçam que o vendedor consultivo deve ser um mestre em perguntas e um excelente ouvinte, capaz de transformar as dores do cliente em oportunidades de solução. Mais do que vender um produto, ele precisa entender o impacto financeiro do problema — “mostrar o dinheiro que o cliente está deixando na mesa”. Outro ponto central é o conceito de produtividade lenta, que propõe focar em menos clientes, mas com mais qualidade. Escutar, entender e construir propostas personalizadas é o caminho para relações duradouras e resultados reais. O episódio também aborda como lidar com objeções e negociar sem cair na armadilha do desconto, ancorando valor e não preço. A venda consultiva é uma venda contínua, que busca retorno e fidelização, e não apenas o fechamento imediato. A mensagem final é clara: desacelerar é vender melhor. O vendedor de alta performance é aquele que constrói confiança, entrega valor e vê o cliente como parceiro de jornada — e não apenas como número. REALIZAÇÃO GRV Agribusiness: https://www.instagram.com/grvagribusiness/Metrika Pecuária Inteligente: https://www.instagram.com/metrika_pecuaria/Produtividade Lenta: https://www.instagram.com/produtividade_lenta/ FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiConvidados: Cesar Franzon e Marco LopesProdução: Agro ResenhaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Este é só um trecho da aula completa da música "Hello", com Lionel Richie, que você encontra aqui no podcast "Aprenda Inglês com Música". Use a lupa do podcast para encontrar a aula completa para ouvir ;) Quer dar aquele up no seu inglês com a Teacher Milena ?
A Joana e a Inês chumbam num teste para ter nacionalidade portuguesa e a modelo e atriz Ana Sofia Martins tenta escapar com distinção ao Desculpa, Mas Vais Ter de Perguntar.
Filipe La Feria é a Quarta da Manhã, apresenta o novo espetáculo Hércules e resiste herculeamente ao Desculpa, Mas Vais Ter de Perguntar.
Sofia Aparício é a Quarta da Manhã, conta tudo sobre a flotilha para Gaza e mantém o espírito de sacrifício, sujeitando-se à tortura do "Desculpa, Mas Vais Ter de Perguntar"
A pergunta infantil tem uma implicação com a ignorância – e os adultos a perdem grosseiramente. Percebam a inversão ridícula: Perguntar para mostrar que sabe. Adulto, quando vai fazer pergunta, é retórica! Que desperdício. Longos comentários ocupando um espaço que poderia ser cheio de perguntinhas atrevidas. No podcast desta sexta, tecemos um elogio à burrice que fala alto, duvida, ocupa espaço, explora, se arrisca em testar ideias, se diverte, pede pra explicar mais uma vez e propõe contrapontos.ParticipantesGabi JacquesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Gabi JacquesGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
A pergunta infantil tem uma implicação com a ignorância – e os adultos a perdem grosseiramente. Percebam a inversão ridícula: Perguntar para mostrar que sabe. Adulto, quando vai fazer pergunta, é retórica! Que desperdício. Longos comentários ocupando um espaço que poderia ser cheio de perguntinhas atrevidas. No podcast desta sexta, tecemos um elogio à burrice que fala alto, duvida, ocupa espaço, explora, se arrisca em testar ideias, se diverte, pede pra explicar mais uma vez e propõe contrapontos.ParticipantesGabi JacquesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Gabi JacquesGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
Neste episódio do Conversa de CEO, Rogério e Roberta discutem o medo de fazer perguntas simples nas empresas e mostram, com exemplos práticos, como criar uma cultura onde toda dúvida pode ser uma oportunidade de aprendizado. Um papo direto para quem quer liderar sem truques e construir uma cultura forte de verdade.
João Vieira Pinto é a Quarta da Manhã e a Ana, a Joana e a Inês entram a pés juntos com as perguntas do Desculpa, Mas Vais Ter de Perguntar
Fafá de Belém dá uma entrevista espetacular e cheia de gargalhadas e não escapa ao Desculpa Mas Vais Ter de Perguntar
Ana Garcia Martins é a Quarta da Manhã e não escapa a um Desculpa,Mas Vais Ter de Perguntar que vai tornar a Pipoca um pouco menos doce.
A estrela da seleção de futebol Jéssica Silva é a Quarta da Manhã e tem de suportar o Desculpa, Mas Vais Ter de Perguntar e a Inês a fazer-lhe duas perguntas com um palito na boca.
Sousa Tavares diz que a situação em Gaza se tornou “insuportável” com “a população morta à fome, criança esquálidas, que parecem as crianças dos campos de concentração nazi“. O cronista aponta o dedo à comunidade internacional, sublinha o ”peso esmagador sobre os ombros“ das lideranças e defende que a ”revolta que tem de vir dos cidadãos“. Falamos ainda das presidenciais. Sousa Tavares não acredita que Vitorino seja candidato e admite que o Almirante teve um ato de ”coragem”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta semana, há na estante „A Ditadura em 101 Objectos“, de Fernanda Cachão; dois ensaios de Jonathan Haidt: „A Infantilização da Mente Moderna“ e „A Hipótese da Felicidade“; e ainda os artigos de imprensa na primeira pessoa da italiana Natalia Ginzburg reunidos no volume „Nunca me Perguntarás“. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O dia em que recebemos o bicampeão nacional Eduardo Quaresma, que teve uma conversa muito divertida com as Três da Manhã e não se esquivou a falar de nada no Desculpa, Mas Vais Ter de Perguntar
Eduardo Ferro Rodrigues é a nossa Quarta da Manhã e, entre anedotas e política, nem o “Desculpa, Mas Vais Ter de Perguntar” o intimidou. No Extremamente Desagradável, Joana Marques aproveita a boleia de Tânia Laranjo e vai até Marco de Canaveses verificar se a euromilionária ainda é rica ou não.
CONHEÇA AMAIOR e MELHOR ESCOLA DE VENDAS DO BRASIL:VENDE-CEm vendas, quem fala demais pode até parecer empolgado, mas a verdadeira chave para conquistar o cliente está na arte de ouvir. No áudio de hoje, vamos explorar o poder da escuta ativa e como ela pode transformar suas vendas. É o momento de entender as necessidades do seu cliente, fazer as perguntas certas e construir uma relação baseada na empatia. Afinal, vender não é sobre falar, mas sobre ouvir e responder de forma estratégica. Quer saber como isso funciona na prática? Aperte o play!
Mamileiros e mamiletes, qual seria sua reação se uma mulher próxima a você viesse te contar que está com câncer de mama? Você tentaria mudar rápido de assunto ou ficaria em silêncio, sem saber o que dizer? Ou talvez você começasse a falar sem parar, dizendo que ela precisa ser forte e que rapidinho ela ficará bem? Mesmo que o câncer de mama tenha 95% de chances de cura quando detectado no início, receber esse diagnóstico continua sendo muito difícil. E é difícil também pra família e amigos dessa mulher, já que junto com o diagnóstico, vem também um estigma muito forte. Como família, companheiros e companheiras, amigos e colegas de trabalho podem oferecer a ajuda adequada? Perguntar incomoda? Ficar compartilhando histórias de cura dá forças ou só aumenta a ansiedade do paciente? Como dar espaço para o medo e o sofrimento enquanto conservamos a perseverança e a esperança? A rede de apoio que se forma ao redor do paciente é fundamental para o tratamento, por isso, o programa de hoje é pra você que tem alguma mulher querida passando por um câncer de mama. A gente sabe que quem está enfrentando a batalha mais difícil é ela e queremos te ajudar a ser a rede de apoio que ela precisa nesse momento. Nos acompanham nessa conversa de peito aberto Luciana Holtz, psico-oncologista, Fundadora e CEO/Presidente do Oncoguia, e Léia Silva: ex-paciente de câncer de mama, palestrante e voluntária do Oncoguia. _____ ELEFANTE, POMAROLA E LIZA Esse ano Elefante, Pomarola e Liza se juntaram para criar a Rede Rosa: Conversas que nos conectam. O objetivo dessa iniciativa é promover a conscientização sobre a importância do cuidado com a saúde feminina, especialmente em relação ao câncer de mama, enquanto fortalece o apoio mútuo entre as mulheres. A Rede Rosa surge como um espaço de diálogo que busca integrar pautas do Outubro Rosa ao cotidiano das mulheres, ampliando discussões sobre prevenção, diagnóstico e acolhimento. Elefante, Pomarola e Liza estão presentes em diversos momentos, prezando sempre pela qualidade e confiança. E aqui não seria diferente, por isso estão promovendo essa conversa tão acolhedora e importante. Temos conversado muito aqui no Mamilos sobre incentivar as mulheres a se unirem para enfrentar os desafios que a vida nos coloca, inclusive os desafios de saúde. E a gente precisa se abrir para o cuidado. Estamos sempre tão acostumadas a dar, que é preciso aprender a receber. E apoio só é completo com informação de qualidade. Acesse o hub de informação que Elefante, Pomarola e Liza preparam: https://www.minhavida.com.br/marcas/outubro-rosa-cargill Juntas somos mais fortes! _____ FALE CONOSCO . Email: mamilos@mamilos.me _____ CONTRIBUA COM O MAMILOS Quem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda participa do nosso grupo especial no Telegram. É só R$9,90 por mês! Quem assina não abre mão. https://www.catarse.me/mamilos _____ Equipe Mamilos Mamilos é uma produção do B9 A apresentação é de Cris Bartis e Ju Wallauer. Pra ouvir todos episódios, assine nosso feed ou acesse mamilos.b9.com.br Quem coordenou essa produção foi Beatriz Souza. A edição foi de Mariana Leão e as trilhas sonoras, de Angie Lopez. A coordenação digital é feita por Agê Barros. O B9 tem direção executiva de Cris Bartis, Ju Wallauer e Carlos Merigo. O atendimento e negócios é feito por Telma Zennaro.