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Sermão para o Domingo da SexagésimaDiacono Pedro Scomparin, IBPOratório da Imaculada Conceição – Curitiba/PR.
devocional Efésios As mulheres obedeçam aos seus maridos como ao Senhor. Pois assim como Cristo é cabeça para a igreja, também o marido o é para a mulher. Cristo é o salvador do corpo, que é a igreja. Ora, assim como a igreja obedece a Cristo, também as mulheres devem obedecer em tudo aos seus maridos. Os maridos devem amar as suas mulheres como também Cristo amou a igreja e deu a sua vida por ela. Fez isto para a santificar e purificar lavando-a com a água da sua palavra. Quis assim preparar a igreja para ser a sua esposa cheia de beleza, sem mancha nem defeito ou coisa semelhante, mas santa e sem pecado. É desse modo que o marido deve amar a sua mulher, como se ela fosse o seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher ama-se a si mesmo. Ora, ninguém despreza o seu próprio corpo. Muito pelo contrário, alimenta-o e rodeia-o de todos os cuidados, assim como Cristo faz com a igreja. E todos nós fazemos parte do seu corpo. Como diz a Sagrada Escritura: O homem deixará o seu pai e a sua mãe para viver com a sua mulher e os dois se tornarão um só corpo. Há aqui um grande mistério. É que isto realiza-se plenamente no amor que Cristo tem pela igreja. Mas deve realizar-se também em vós. Por isso o marido ame a sua mulher como a si mesmo, e a mulher respeite o seu marido. Efésios 5:22-33 É imperativo que o princípio do temor a Deus conduza à sujeição recíproca no seio familiar. Olhando para Cristo, cada cônjuge é desafiado a entregar-se sem reservas ao seu par. Tomando Jesus como referencial, não há que recear qualquer tipo de abuso ou extrapolação de poder. A fidelidade mescla-se de tal maneira com o amor que se torna em chão gracioso para o casamento. A tirania do controlo é rechaçada, privilegiando-se a solicitude. A sensibilidade de Cristo é expressa nos actos de cuidado mútuo. Mulher e homem, nas suas assumidas diferenças, tratando-se com a dignidade que Deus igualmente lhes confere. Amando-se até à exaustão. Dispostos, sob a capa da dignidade, a tudo o que honre o companheiro e engrandeça Deus. Contribuindo em sintonia para o refinamento do parceiro. Um e outro, com as mãos e as mentes entrelaçadas, experienciando a harmonia desenhada por Deus: “E serão dois numa carne.” Renunciando ao egoísmo para dar lugar ao altruísmo, dando, assim, passos intencionais rumo à maturidade. - Jónatas Figueiredo Oramos para que este tempo com Deus te encoraje e inspire. Dá a ti próprio espaço para processar as tuas notas e a tua oração e sai apenas quando te sentires preparado.
ORAÇÃO DA MANHÃ: Comece o dia na presença de Deus e receba sua Vitória!
15 DE FEVEREIRO DE 2026 - DOMINGORef.: Deuteronômio 30.11, Deuteronômio 30.15, Deuteronômio 30.19-20, Êxodo 1.15-21, Josué 2.17-19
Ezequiel capítulo 25 (Explicado) - Zombaram do povo de Deus: "E agora o juízo caiu."
Ducentésima vigésima quarta mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima vigésima quarta mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima vigésima quinta mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima décima sexta mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima décima quinta mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima décima quarta mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima décima terceira mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima décima segunda mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima oitava mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima décima primeira mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima oitava mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima décima oitava mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
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Ducentésima sétima mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
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Ducentésima terceira mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima segunda mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima décima sétima mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima décima nona mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima vigésima primeira mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Ducentésima vigésima segunda mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
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Ducentésima vigésima mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Tema: Deus e nós Palestrante: Maurício Curi " Quando Jesus disse ao moço que o inquiria sobre os meios de ganhar a vida eterna: “Desfaze-te de todos os teus bens e segue-me”, não pretendeu, decerto, estabelecer como princípio absoluto que cada um deva despojar-se do que possui e que a salvação só a esse preço se obtém; mas apenas mostrar que o apego aos bens terrenos é um obstáculo à salvação. Aquele moço, com efeito, se julgava quite porque observara certos mandamentos e, no entanto, recusava-se à ideia de abandonar os bens de que era dono. Seu desejo de obter a vida eterna não ia até o extremo de adquiri-la com sacrifício." O Evangelho segundo o Espiritismo - Cap. XVI - item 7. Referência: O Evangelho segundo o Espiritismo Allan Kardec Palestra realizada em ambiente virtual em 23/01/2026.
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Reflexões sobre o capítulo 16 - “Deus e nós” do livro "Encontro Marcado", pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier.
A presença de Deus e a presença do Espírito - Juliana Brito by Igreja Missionária Evangélica Maranata da Tijuca Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Mensagem "O Sinal de Deus e os Temores do Coração" do Pr Humberto Ferreira Texto Lido - Isaías 7.1-16 Culto 8h - 11.01.2026
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
App 10 Minutos com Jesus. Disponível em: App Store - https://tinyurl.com/10mcj-ios Google Play - https://tinyurl.com/10mcj-android Subscreve aqui: https://youtube.com/channel/UC9RN5vG3C0qlq4pZFx-k9-w?feature=shared ️ Segue-nos no teu serviço habitual de podcast: Spotify: https://spoti.fi/3bb5Edp Google Podcast: https://bit.ly/2Ny0S1r Apple Podcast: https://apple.co/3aqxYt6 iVoox: https://bit.ly/2ZmpA7t Recebe uma mensagem com a Meditação via: WhatsApp: http://dozz.es/10mjp Telegram: https://t.me/dezmincomjesus +Info: http://10minutoscomjesus.org
Episódio com o tema "A controvérsia entre Deus e o seu povo" Apresentação: Itamir Neves. Texto bíblico: Miquéias 6.1-8 Nesse episódio, encontramos o povo de Deus em controvérsias com o Senhor. Controvérsia é a discussão ou o debate sobre pontos de vistas que são opostos entre si. Confira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
"Mas, buscai Primeiro o Reino de Deus, e a Sua Justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas." Mateus 6:33"Tenho-vos dito isto, para que em Mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, Eu venci o mundo." João 16:33
Culto da Virada 25/26 - Ele é Deus e Ele faz tudo certinho
30 DE DEZEMBRO - TERÇARef.: Atos 7.1-4
Entramos já no décimo segundo mês deste segundo mandato presidencial de Donald Trump e o que podemos sentir é que nunca como agora alguém esteve tão presente na vida de tanta gente ao mesmo. O conceito de normalidade passou à história. Na Casa Branca, só conta o que Trump disse, por mais mirabolante que seja, por mais que nunca ninguém tenha visto, a partir de Washington, algo como aquilo que estamos a ver. Neste episódio, conversamos com o comentador da SIC João Maria Jonet.See omnystudio.com/listener for privacy information.
@igrejakyrios | Igreja Evangélica Kyrios - Série: Presença de DeusCulto do dia 23.11.2025 no período da Manhã - 11HGênesis 32:22-32O Pr. Klaus nos leva ao Vale de Jaboque, para mostrar que ninguém entra na presença de Deus e sai igual. Assim como Jacó, todos carregamos um “Jacó interior” — o lado que engana, repete erros e sabota o propósito de Deus.No encontro com o Senhor, Ele ilumina o que está oculto, nos marca e nos transforma, mudando nossa identidade de Jacó para Israel.Se você sente que está preso aos mesmos ciclos, este vídeo é para você. Permita que Deus vença a batalha dentro de você e transforme sua história.Compartilhe com alguém que precisa de uma palavra... Ouça nossas músicas autorais!Meu Lugar - https://youtu.be/htZ9wZZryaMMinha Adoração - https://youtu.be/6kQtwF0m67kSe conecte conosco!https://portal.igrejakyrios.com.br/fale-conosco/Inscreva-se no nosso canal: www.youtube.com/@igrejakyrios Nosso Site: http://www.igrejakyrios.com.brInstagram: https://www.instagram.com/igrejakyrios/
"Os céus declaram a Glória de Deus e o firmamento anuncia a Obra das Suas mãos.Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite." Salmos 19:1-2"O SENHOR é o meu Pastor, nada me faltará.Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranquilas.Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da Justiça, por amor do Seu Nome.Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque Tu estás comigo; a Tua vara e o Teu cajado me consolam…" Salmos 23:1-4
A Núbia viveu 28 anos com o Marcelo e teve três filhos, até descobrir uma traição devastadora e decidir seguir sozinha. Anos depois, ela enfrentou a dor de ver o filho Maik se afundar nas drogas. No auge do desespero e prestes a desistir da vida, ela recebeu uma ligação inesperada de uma ex-chefe doente, que precisava de um rim. Núbia prometeu a Deus que iria doar o órgão em troca da cura do seu filho. Mesmo com as humilhações do passado pela chefe, ela doou o rim e ainda segue firme em sua fé. Hoje o Maik tem algumas recaídas, mas ela acredita em sua promessa feita para Deus, que um dia ele vai estar limpo!
Aprofunde seus estudos e viva a fé bíblica no seu dia-a-dia! Acesse: https://www.vivendoasescrituras.com.br ----- 08. Deus e Nossas Crianças (Lc 1.39-45)O sermão sobre Lucas 1:39-45 aborda a atuação do Espírito Santo na vida dos crentes, tanto no Antigo Testamento quanto no Novo Testamento. Após a anunciação do anjo Gabriel sobre o nascimento de Jesus, Maria visita sua parente Isabel, que estava grávida de João Batista. Ao ouvir a saudação de Maria, Isabel é possuída pelo Espírito Santo e profetiza, louvando Maria e reconhecendo a importância do filho que ela carrega. O sermão enfatiza que, mesmo antes do Pentecostes, o Espírito Santo já atuava enchendo e capacitando pessoas específicas como Isabel, João Batista, Zacarias e Simeão. Essa atuação, contudo, se intensificou após o Pentecostes, quando o Espírito Santo passou a habitar permanentemente em todos os crentes, dando-lhes dons espirituais e capacitando-os para o serviço. A principal diferença destacada é que, enquanto no Antigo Testamento o Espírito Santo agia de maneira temporária e em pessoas específicas, após o Pentecostes, Ele passou a agir de maneira permanente e ampla, habitando em todos os crentes e capacitando-os para a missão de testemunhar de Cristo.https://bit.ly/augustus-canal-oficial -----Acompanhe minhas redes sociais:Facebook - https://bit.ly/fb-augustus-nicodemusInstagram - https://bit.ly/ig-augustus-nicodemusTwitter - https://bit.ly/tw-augustus-nicodemusTenha piedade - #AugustusNicodemus
Em Hebreus 4.12-13, o Pr. Leandro Peixoto mostra que a Palavra de Deus é viva, poderosa e penetrante, alcançando as profundezas do ser humano e revelando seus pensamentos e intenções. O sermão ensina que o cansaço espiritual e a incredulidade nascem da resistência à Palavra — e que o verdadeiro descanso só é encontrado quando nos rendemos à voz do Senhor. Nesta exposição, aprendemos que a Bíblia não é um texto antigo, mas um instrumento ativo do Espírito Santo, que discerne o coração e transforma toda a vida — corpo, mente e alma. A Palavra confronta, cura e traz à luz o que está oculto, conduzindo o cristão à obediência, à fé e ao descanso prometido em Cristo. Uma pregação expositiva fundamentada na teologia reformada, que revela a autoridade, o poder e a penetração da Escritura, chamando-nos a ouvir, crer e viver sob sua luz transformadora.
#614 - Salmo 8 - A Majestade de Deus e o Propósito do Homem | JB Carvalho by JB Carvalho