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Você acredita que tem o controle, mas está vivendo no piloto automático de um sistema desenhado para a Idade da Pedra. Neste episódio, Ana Cláudia Zani, pesquisadora em Neurociência com mais de 25 anos de estrada, revela como a "homeostase" está usando seus pensamentos para te manter preso em um passado de mediocridade e sofrimento.Após sobreviver a uma tentativa de suicídio na adolescência e enfrentar o pesadelo de 88 cirurgias no marido, Ana Cláudia transformou a dor em um método implacável de autorregulação emocional. Conheça a história da "Velha da Porsche" e descubra como acionar sua "Ferrari cerebral" para sair do modo bicho e assumir o comando real da sua vida e dos seus resultados.Disponível no Youtube:Link: https://youtu.be/p-aSpsvPhJoPatrocinador:Espaço Volpi - Saúde, bem-estar e superação Mencione o Excepcionais para ter uma condição especial. https://bit.ly/excepcionais-espacovolpi00:00:11 - Ana Cláudia Zani: 25 anos decifrando o comportamento humano.00:02:26 - A tentativa de suicídio e o ponto de virada aos 16 anos.00:14:20 - O nascimento do método: Da psicologia ao manual do cérebro.00:20:00 - Briga de trânsito e o perigo da reatividade animalesca.00:27:00 - O colapso: 88 cirurgias e a sobrevivência sem teto.00:35:49 - Eita: Como a IA pode treinar sua inteligência emocional.00:41:43 - A "Velha da Porsche": Como a autenticidade viralizou no TikTok.00:54:29 - Você é levado ou você escolhe? A verdade sobre o livre-arbítrio.01:25:13 - Demonstração ao vivo: Como a IA Eita resolve crises em tempo real.Siga a Ana no Instagram:https://www.instagram.com/anaclaudia.eita/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
„Obávám se o děti, které jsou nějakým způsobem zranitelné. Mohou to být děti s neurovývojovou poruchou, ADHD, vyšší impulzivitou, úzkostnými stavy, depresemi,“ upozorňuje psychiatr Vojtěch Bílek.
Por que tantos vendedores apresentam soluções incríveis… e mesmo assim não conseguem fechar vendas?Essa é uma pergunta que atravessa praticamente todas as equipes comerciais do mundo. Empresas investem em treinamento, produtos melhores, tecnologia, marketing e argumentação de vendas. Mesmo assim, muitas negociações morrem antes de chegar ao fechamento.Neste episódio do Podcast de Vendas do Diego Maia, você vai descobrir que o problema muitas vezes não está no produto, no preço ou na proposta.O problema está na ordem da conversa.Existe um erro clássico que acontece todos os dias em reuniões comerciais, apresentações de propostas e conversas de negociação: o vendedor apresenta a solução antes de provar que realmente entendeu o problema do cliente.E para o cliente existe sempre uma pergunta silenciosa acontecendo na mente dele:“Esse vendedor realmente me entendeu?”Se a resposta for não, a venda perde força imediatamente.Nas vendas modernas — especialmente em ambientes consultivos, vendas complexas e negociações B2B — o processo não começa com apresentação de produto. Começa com diagnóstico.Antes de falar de solução, preço, prazo ou proposta, o vendedor precisa demonstrar compreensão real da situação do cliente: seus desafios, suas limitações, seus objetivos e os obstáculos que enfrenta.Quando isso acontece, algo poderoso muda na dinâmica da conversa.O cliente deixa de enxergar o vendedor como alguém tentando vender algo… e passa a enxergá-lo como alguém capaz de ajudar a resolver um problema.Neste episódio, Diego Maia apresenta uma técnica simples, mas extremamente poderosa, utilizada por vendedores de alta performance: a síntese de entendimento.Antes de apresentar qualquer solução, o vendedor resume o que entendeu da situação do cliente.Frases como:“Deixa eu ver se compreendi corretamente o que está acontecendo…”Esse pequeno gesto gera três efeitos imediatos:• Demonstra que você ouviu com atenção • Mostra que você compreendeu o contexto do cliente • Posiciona você como um parceiro na soluçãoE existe uma verdade poderosa nas vendas:Quem define o problema… define a venda.Quando o vendedor organiza o cenário do cliente, ele ganha autoridade natural para apresentar o caminho.Ao longo deste episódio, você vai aprender:• Por que apresentar soluções cedo demais destrói vendas • Como conduzir conversas comerciais mais estratégicas • A técnica da síntese de compreensão que aumenta confiança • Por que vendedores consultivos vendem mais e cobram mais • Como se posicionar como consultor, não apenas como fornecedor • A regra simples que pode transformar sua taxa de conversãoSe você trabalha com vendas, liderança comercial, empreendedorismo ou negociação, este episódio pode transformar completamente a forma como você conduz reuniões e apresentações comerciais.Porque vender não é apenas apresentar produtos.O verdadeiro vendedor profissional ajuda o cliente a entender melhor o próprio problema.E quando isso acontece, a venda deixa de ser pressão.Ela passa a ser consequência.O Podcast de Vendas do Diego Maia é um dos programas mais tradicionais sobre vendas e mentalidade comercial do Brasil. Criado em 2009, o podcast traz reflexões práticas, estratégias comerciais, técnicas de negociação e aprendizados do mundo real para quem vive de vender.Apresentado por Diego Maia, autor de 8 livros sobre vendas e liderança, fundador e CEO da CDPV – Companhia de Palestras, e reconhecido pelo Google como um dos palestrantes de vendas mais contratados do Brasil.Aqui falamos de vendasSiga Diego Maia no Instagram clicando aqui.
Chegamos à última rodada da temporada do ciclo de leitura do grupo CEPCOM (Crítica da Economia Política da Comunicação) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) que serve como fundamentação teórica do projeto de iniciação científica (Pibic/UFAL-2025-2026) "Os problemas da espacialização, da estruturação e da mercantilização do futebol de mulheres no Brasil: Análise exploratória da cobertura midiática e das receitas da União Desportiva Alagoana na Série A2 do Campeonato Brasileiro (2021-2024)".Este episódio discute os artigos "Análise econômico-financeira das demonstrações contábeis do Santos Futebol Clube" (Nascimento, 2025); e, "Entre o objetivo e o subjetivo: a presença de novos valores-notícia no jornalismo esportivo" (Leal; Mesquita, 2023). Os textos foram apresentados, respectivamente, por Pedro Cavalcante (estudante de Contabilidade) e Ítalo Lins (estudante de Psicologia); com comentários do orientador do projeto, prof. Anderson Santos.ReferênciasLEAL, D.; MESQUITA, G. B. Entre o objetivo e o subjetivo: a presença de novos valores-notícia no jornalismo esportivo. Estudos em Jornalismo e Mídia, Florianópolis, v. 20, n. 1, p. 145-157, mar./jul. 2023. DOI: https://doi.org/10.5007/1984-6924.2023.e93478NASCIMENTO, H. A. do. Análise econômico-financeira das demonstrações contábeis do Santos Futebol Clube. 22f. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso - TCC (graduação) – Centro de Ensino Superior do Seridó, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Caicó, RN, 2025.
Moradores de Diamante e Torrões cobram ponte entre Ararendá e Ipaporanga; idosa de 78 anos tem casa invadida e é estuprada por homem no Ceará; homem mata o padrasto a facadas e procura a polícia para relatar o ocorrido.
A RFI ouviu especialistas que divergem quanto à participação do Brasil no Conselho de Paz de Gaza, criado pelo presidente dos Estados Unidos. Ambos apontam cenário bastante tenso nas relações internacionais, mas nenhum acredita em novo tarifaço contra o Brasil diante da recusa ao convite. Raquel Miura, correspondente da RFI em Brasília O governo brasileiro, em especial assessores de Lula e do Itamaraty, têm avaliado em detalhes o tenso cenário internacional a fim de evitar que o convite de Donald Trump para que o Brasil integre o Conselho de Paz se transforme numa casca de banana diplomática. O fórum anunciado por Trump não tem objetivos voltados apenas para a Faixa de Gaza, mas segundo ele próprio, pode vir a substituir as Nações Unidas na pretensão de dirimir conflitos mundo afora. Diante das inúmeras dúvidas acerca do conselho, inclusive de que seja menos democrático do que o próprio Conselho de Segurança da ONU, com poderes concentrados nos Estados Unidos, o Brasil tende a recusar o convite, mas a complexidade das relações internacionais no momento torna a elaboração da resposta um desafio. Lula conversou com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, sobre a situação na Faixa de Gaza e pretende falar com outros líderes, como o presidente francês, Emmanuel Macron. Dois analistas ouvidos pela RFI têm opiniões bem diferentes sobre o tema. O pesquisador William Gonçalves, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-INEU), avalia que dizer sim ao convite significaria dizer sim à política externa de Trump. “A participação do Brasil nesse Conselho de Paz proposto por Trump é inteiramente inconveniente, porque ele está subtraindo uma tarefa que devia competir à Organização das Nações Unidas. Trump tem trabalhado contra o multilateralismo, já retirou os Estados Unidos de mais de 60 entidades internacionais, comprometendo o trabalho delas”, diz Gonçalves. Para o especialista, “Trump faz o convite com má intenção, porque o alvo principal dele é o BRICS. O Brasil não pode participar de forma alguma desse Conselho. Seria uma forma de apoiar a política externa de Trump, com todas as ameaças e afrontas ao direito internacional que estamos vendo.” Por outro lado, o analista José Luiz Niemeyer, professor de Relações Internacionais do Ibmec/RJ, defende o ingresso do Brasil no Conselho de paz: “A recusa do Brasil pode ser considerada, neste momento, um erro estratégico. A diplomacia brasileira tem que ficar equidistante dos três centros imperiais de poder hoje, Estados Unidos, China e Rússia. E participar deste Conselho de Paz seria uma maneira de deixar claro para os Estados Unidos que por mais que o Brasil critique esta ordem internacional, o país quer participar de uma maneira propositiva”, defende Niemeyer. Para o especialista do Ibmec, “até para o Brasil manter suas opiniões sobre Gaza de maneira autônoma, não participar é meio que não combater esse mundo de três impérios”. Ameaça tarifária Os dois analistas convergem num ponto. Não acreditam em retaliações comerciais ao Brasil, como um novo tarifaço, diante da recusa de Lula ao convite de Trump. “Não acho que haverá uma revanche dos Estados Unidos com relação a tarifas. Eles estão atuando de maneira muito agressiva no sistema internacional, tendo outras preocupações, com Brasil em segundo ou terceiro foco. Mas, ao mesmo tempo, os Estados Unidos veem o Brasil como um país importante da América do Sul, ainda mais dentro de sua nova doutrina de segurança nacional”, afirmou Niemeyer. “O Brasil teve um problema grave com os Estados Unidos com relação ao tarifaço, que foi muito bem resolvido pelo governo Lula e pela chancelaria brasileira, e que abriu as portas, no bom sentido, para que Washington e Brasília possam, por exemplo, explorar, não só os minerais de terras raras, mas aumentar a linha de investimento direto e comercial entre os dois países. Por isso que seria relevante o Brasil aceitar o convite”, afirmou o professor do Ibmec/RJ. Para William Gonçalves, interesses internos dos Estados Unidos com relação aos produtos brasileiros reduzem o risco de uma nova taxação extra. Mas ele destaca que isso não significa facilidades nas negociações com Trump. “O Brasil deve agir com muita cautela, sem decisões precipitadas, porque Donald Trump já manifestou a sua ideia a respeito da América Latina. Nós estamos, portanto, em área geográfica bastante sensível à política dos Estados Unidos. Qualquer gesto precipitado que possa ser interpretado como uma provocação pode receber em troca uma resposta imprevisível desse senhor, que é um sujeito abusado, que não se detém diante de nada e dispõe de um aparato militar nuclear formidável”, alerta Gonçalves. “Seria bom estar coligado com vários outros Estados e não agir isoladamente para confrontar uma decisão de Trump”, conclui o pesquisador do INCT-INEU.
Alberto Gonçalves comenta os múltiplos anúncios de apoio a António José Seguro por parte de figuras da "direita".See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Coronel José do Carmo afirma que as tarifas não vão reproduzir efeitos porque ninguém vai vender a Gronelândia. Garante que os EUA estão a deixar de ser "confiáveis" e que haverá consequências.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Presa internațională analizează situația din Venezuela după ce președintele Statelor Unite a anunțat o blocadă maritimă împotriva petrolierelor supuse sancțiunilor. Obiectivul declarat este combaterea traficului de droguri. Dar comentatorii văd aici interesul pentru petrolul venezuelean sau, mai mult, răsturnarea regimului Maduro. ”Petrol, sancțiuni și război. Blocada americană asupra Venezuelei amintește de conflictele trecute”, titrează Business Standard. ”Situația a readus în discuție comparațiile cu intervențiile americane din trecut, unde presiunea economică, sancțiunile și controlul asupra resurselor energetice au precedat acțiunile militare. Pe măsură ce tensiunile cresc între cele două națiuni, cresc și temerile că blocada ar putea să nu rămână o măsură economică, ci actul de deschidere al unei posibile confruntări mai ample”. Potrivit ABC News, ”SUA au în prezent 11 nave de război în Caraibe - cele mai multe din ultimele decenii - dar chiar și cu o prezență militară sporită, nu ar fi suficient pentru a institui o blocadă în sensul tradițional, care implică închiderea completă a coastei unei țări și ar fi fost, practic, o declarație de război. Anunțul lui Trump ar putea fi un precursor al confiscării mai multor petroliere. Oficialii spun că Venezuela este implicată într-o rețea ilicită de transport petrolier care susține organizații teroriste și este folosită pentru transportul de petrol între țara sud-americană și Iran. Această blocadă își propune să „sufoce sursele de finanțare ale regimului venezuelean”, susține El País America. Ziarul notează că „liderii chaviști depind de vânzarea de petrol către China pentru a eluda sancțiunile economice impuse de Statele Unite”. Demonstrație de forță The Irish Times observă că ”administrația Trump a declarat timp de luni de zile că această campanie are ca scop oprirea traficului de droguri către SUA, însă șefa de cabinet, Susie Wiles, a părut, de asemenea, să confirme într-un interviu publicat marți pentru Vanity Fair că această acțiune face parte dintr-o campanie de înlăturare a lui Maduro”. CNN consideră că, potrivit spuselor președintelui Donald Trump, un atac terestru asupra Venezuelei ar putea avea loc „în curând”. ”El spune aceasta de la mijlocul lunii septembrie. În acest timp, a insinuat public sau a promis direct acțiuni militare americane pe uscat de cel puțin 17 ori, conform unei analize a aparițiilor sale. Amenințarea retorică a președintelui a fost susținută de o demonstrație masivă de forță în regiune, inclusiv aproximativ 15.000 de soldați americani și peste o duzină de nave de război, plus cel puțin 12 atacuri lansate împotriva presupuselor nave cu droguri din Caraibe”. Întrebându-se dacă ar trebui să ne temem de o creștere bruscă a prețurilor petrolului, Le Figaro explică faptul că ”firmele chineze, în special rafinăriile independente, cumpără țiței venezuelean cu reduceri de 30% sau mai mult, adesea prin transferuri de la o navă la alta în largul coastei Malaeziei pentru a ocoli sancțiunile. Această strategie permite Venezuelei să își mențină exporturile în ciuda restricțiilor americane. Rafinăriile chineze, în special cele independente, depind de țițeiul venezuelean la preț redus pentru a-și menține marjele de profit.”
O Guia de Demonstrações Financeiras 2025 da Forvis Mazars foi concebido para apoiar empresas em um cenário de mudanças contábeis e regulatórias cada vez mais complexas. Embora seja um material amplo, a Reforma Tributária se destaca como um de seus temas centrais, com impactos diretos nas demonstrações financeiras. O guia detalha a transição para o novo modelo tributário, ajustes operacionais e efeitos sobre dividendos e carga fiscal. Também chama atenção para prazos, exigências documentais e riscos de não conformidade. A proposta é oferecer uma leitura prática que ajude empresas a se preparar de forma antecipada e estruturada.Guia de Demonstrações Financeiras 2025: https://lp-br.forvismazars.com/guia2025Participantes:Fabio Luis, Sócio de Auditoria, Forvis Mazars.Host(s):Cassio Politi, Apresentador, Tracto.
Nascido em um bairro humilde de Porto Alegre, Caco Barcellos cresceu longe do campo. Filho de uma dona de casa e de um ex-frentista, ele percorreu as ruas da capital gaúcha com olhar curioso e alma inquieta — desde cedo guiado por 2 perguntas simples, mas poderosas: "Pra onde eu vou hoje? Quem eu vou conhecer?” Com esta essência, tornou-se ícone no jornalismo brasileiro. Um repórter de rua, de escuta afiada, que fez do ofício uma arte, especializando-se em dar voz a quem quase nunca é ouvido. E foi justamente esse olhar de fora — atento e aberto ao aprendizado — que ele trouxe na recente visita ao coração do agronegócio brasileiro. Em Mato Grosso, impressionou-se com a receptividade das pessoas. Ficou surpreso e intrigado diante das queixas sobre a pouca visibilidade dada ao setor e, principalmente, sobre a maneira como muitas vezes o agro é retratado. E reconheceu que precisa aprender mais sobre a realidade do campo. Mas, como ele mesmo afirma, a boa reportagem começa com a escuta. E escutar o agro, segundo ele, é uma tarefa urgente — não apenas pelos números grandiosos, mas pelas histórias reais por trás de cada produção. Neste episódio, você vai ouvir um Caco Barcellos mais informal, reflexivo. Um contador de histórias que veio para o centro do país disposto a aprender com quem vive o campo no dia a dia. Aliás, apesar da experiência de 5 décadas no jornalismo e de todo reconhecimento já conquistado, não se apresenta como especialista. Demonstra algo raro em tempos de tanto barulho: a disposição para escutar antes de opinar!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Muitos empresários têm uma percepção distorcida do valor do seu negócio, alguns superestimam, outros subestimam drasticamente. O valuation é a ferramenta que traz essa resposta de forma técnica e fundamentada.O valor da sua empresa pode ser calculado usando métodos como Fluxo de Caixa Descontado (FCD), Múltiplos de Mercado ou Valor Patrimonial. A escolha do método depende do tipo e do porte da empresa, e o cálculo envolve analisar o histórico de resultados e projetar o futuro.O valuation vai muito além de uma curiosidade empresarial. É fundamental para negociações de compra e venda, captação de investimentos e planejamento sucessório e estratégico. Sem conhecer o valor real do negócio, decisões importantes podem ser tomadas no escuro.Entender sobre valuation é ir além de gerar lucro, é entender como gerar valor ao seu negócio. A diferença é sutil, mas crucial: lucro é resultado de um período, valor é a capacidade de gerar resultados consistentes no futuro.Os três Métodos Principais:Fluxo de Caixa Descontado (FCD)Projeta os fluxos de caixa futuros da empresa e os traz a valor presente. É o método mais robusto para empresas com histórico consistente e projeções confiáveis. Considera não apenas o que a empresa ganha hoje, mas sua capacidade de geração de caixa no longo prazo.Múltiplos de MercadoCompara a empresa com outras similares que foram vendidas ou estão no mercado. Utiliza indicadores como múltiplos de faturamento, EBITDA ou lucro líquido. É mais rápido, mas depende da existência de empresas comparáveis.Valor PatrimonialBaseia-se no valor dos ativos menos as dívidas. É mais adequado para empresas com ativos tangíveis significativos ou em situações de liquidação. Funciona bem para negócios baseados em patrimônio físico.Ter uma contabilidade bem estruturada e organizada é determinante para uma boa base na avaliação. Demonstrações financeiras confusas, registros incompletos ou informações desencontradas tornam qualquer valuation impreciso ou até impossível.Além disso, premissas claras e bem fundamentadas são essenciais na elaboração da avaliação. Não adianta ter o melhor método se as premissas estiverem erradas. Crescimentos muito otimistas ou margens irreais tornam o valuation inútil. Seja conservador nas projeções e realista nas expectativas.Muitos empresários confundem valor emocional com valor de mercado. O que a empresa significa para você pode ser diferente do que vale para um comprador. Não considerar adequadamente os riscos do negócio e do setor pode inflacionar artificialmente o valor. Todo investimento tem risco, e isso deve ser refletido na avaliação.Um valuation bem-feito não é apenas um cálculo matemático, é uma análise profunda do negócio, suas perspectivas e seu posicionamento no mercado. Investir tempo e recursos em uma avaliação adequada pode ser a diferença entre uma negociação bem-sucedida e uma oportunidade perdida.Conhecer o valor real da sua empresa é o primeiro passo para tomar decisões estratégicas mais assertivas e construir um negócio verdadeiramente valioso.
Muitos empresários têm uma percepção distorcida do valor do seu negócio, alguns superestimam, outros subestimam drasticamente. O valuation é a ferramenta que traz essa resposta de forma técnica e fundamentada.O valor da sua empresa pode ser calculado usando métodos como Fluxo de Caixa Descontado (FCD), Múltiplos de Mercado ou Valor Patrimonial. A escolha do método depende do tipo e do porte da empresa, e o cálculo envolve analisar o histórico de resultados e projetar o futuro.O valuation vai muito além de uma curiosidade empresarial. É fundamental para negociações de compra e venda, captação de investimentos e planejamento sucessório e estratégico. Sem conhecer o valor real do negócio, decisões importantes podem ser tomadas no escuro.Entender sobre valuation é ir além de gerar lucro, é entender como gerar valor ao seu negócio. A diferença é sutil, mas crucial: lucro é resultado de um período, valor é a capacidade de gerar resultados consistentes no futuro.Os três Métodos Principais:Fluxo de Caixa Descontado (FCD)Projeta os fluxos de caixa futuros da empresa e os traz a valor presente. É o método mais robusto para empresas com histórico consistente e projeções confiáveis. Considera não apenas o que a empresa ganha hoje, mas sua capacidade de geração de caixa no longo prazo.Múltiplos de MercadoCompara a empresa com outras similares que foram vendidas ou estão no mercado. Utiliza indicadores como múltiplos de faturamento, EBITDA ou lucro líquido. É mais rápido, mas depende da existência de empresas comparáveis.Valor PatrimonialBaseia-se no valor dos ativos menos as dívidas. É mais adequado para empresas com ativos tangíveis significativos ou em situações de liquidação. Funciona bem para negócios baseados em patrimônio físico.Ter uma contabilidade bem estruturada e organizada é determinante para uma boa base na avaliação. Demonstrações financeiras confusas, registros incompletos ou informações desencontradas tornam qualquer valuation impreciso ou até impossível.Além disso, premissas claras e bem fundamentadas são essenciais na elaboração da avaliação. Não adianta ter o melhor método se as premissas estiverem erradas. Crescimentos muito otimistas ou margens irreais tornam o valuation inútil. Seja conservador nas projeções e realista nas expectativas.Muitos empresários confundem valor emocional com valor de mercado. O que a empresa significa para você pode ser diferente do que vale para um comprador. Não considerar adequadamente os riscos do negócio e do setor pode inflacionar artificialmente o valor. Todo investimento tem risco, e isso deve ser refletido na avaliação.Um valuation bem-feito não é apenas um cálculo matemático, é uma análise profunda do negócio, suas perspectivas e seu posicionamento no mercado. Investir tempo e recursos em uma avaliação adequada pode ser a diferença entre uma negociação bem-sucedida e uma oportunidade perdida.Conhecer o valor real da sua empresa é o primeiro passo para tomar decisões estratégicas mais assertivas e construir um negócio verdadeiramente valioso.
O desafio, explica a pesquisadora francesa Marine Lemaire, especialista em Psicologia do Desenvolvimento, é desenvolver desde cedo a resistência aos chamados “vieses cognitivos”, que levam o cérebro a processar informações de forma mais rápida, mas podem conduzir a conclusões e percepções irracionais. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris As conclusões da cientista francesa são baseadas em dados da tese de pós-doutourado que ela finalizou há poucas semanas no laboratório LaPsyDÉ, situado na universidade Sorbonne, no 5º distrito de Paris. A análise se concentrou na capacidade dos adolescentes de detectar fake news e se defender da desinformação. O estudo, realizado em 2020 com mais de 400 adolescentes de uma escola de Bordeaux, no sudoeste da França, mostrou que o discernimento está ligado à capacidade de raciocínio e à elaboração de argumentos lógicos e coerentes. Tais habilidades estão associadas ao córtex pré-frontal, que no cérebro só termina seu desenvolvimento após os 20 anos. Os alunos, com idades entre 11 e 14 anos responderam um questionário de múltipla escolha online, e avaliaram se uma série de informações que circularam na internet, selecionadas pela cientista francesa, eram falsas ou verdadeiras. A experiência com os alunos foi supervisionada pelos professores. “Trabalhamos com diferentes índices, mas um dos índices que mais nos interessa é a capacidade de avaliar a informação. Nós o calculamos fazendo uma média da percepção das informações que são verdadeiras e subtraindo da média da percepção das informações falsas, o que gera o que chamamos de índice de discernimento.” Segundo Marine, há uma carência de dados sobre como os adolescentes reagem às fake news. “Nossa hipótese é que essa capacidade analítica se desenvolve na adolescência, e foi o que nós observamos. Com a idade, logicamente, eles se tornam cada vez mais capazes de discernir o que é verdadeiro ou falso.” Capacidade analítica Durante a experiência, a psicóloga francesa também observou que a capacidade de análise se desenvolve principalmente a partir dos 12 anos e aumenta com o passar do tempo. “Mas o que é importante ressaltar é que essa capacidade se aprende, o que nos leva a relativizar o discurso sobre os adolescentes: que são vulneráveis, são péssimos, acreditam em tudo que veem. Devemos pensar que essa é uma competência que pode ser desenvolvida, principalmente com ações de Educação Midiática.” Por essa razão, o estudo se concentra também na capacidade dos jovens de detectar as notícias falsas e na resistência aos vieses cognitivos, chamada de raciocínio analítico. Para isso, Marine usou um teste que induz a um atalho mental e, por consequência, a uma resposta intuitiva e incorreta às questões relacionadas à veracidade das informações. “Para resolver o problema, os participantes devem resistir a essa resposta que é bastante intuitiva e automática. É dessa forma que medimos o raciocínio analítico nos adultos e foi assim que fizemos também em nossas pesquisas. Nosso estudo mostrou que o desenvolvimento da capacidade de avaliar a informação é mediado e explicado pelo desenvolvimento da capacidade de resistir aos vieses cognitivos.” Essa habilidade se consolida entre 11 e 14 anos e se estabiliza por volta dos 15 anos. De acordo com Marine Lemaire, muitos estudos ainda precisam ser feitos para entender em detalhes como se consolidam os processos cognitivos que permitem questionar a veracidade de uma informação. “É por essa razão que decidimos estudar o público adolescente. Há uma enorme carência de dados na literatura, embora esse seja um assunto extremamente importante. Precisávamos ter esses dados para, em seguida, analisar quais soluções podemos propor para ajudar os adolescentes a discernir melhor o que é verdade ou mentira”, conclui.
O Chefe de Estado dos Camarões, Paul Biya, acaba na segunda-feira de ser declarado oficialmente vencedor das presidenciais com um pouco mais de 53% dos votos, face ao seu principal rival Issa Tchiroma Bakary, com um pouco mais de 35% dos sufrágios. Biya, 92 anos, encaminha-se deste modo para um oitavo mandato de sete anos, apesar de o seu adversário Tchiroma ter vindo a reclamar a vitória antes mesmo da divulgação dos resultados definitivos das eleições de 12 de Outubro e apesar da forte contestação na rua, com um balanço de pelo menos quatro mortos e múltiplos danos materiais. A repressão das manifestações da oposição no passado fim-de-semana com denúncias de um uso excessivo da força pelas autoridades mereceram condenações por parte da União Africana e da União Europeia que se declararam "preocupadas com as violações dos Direitos Humanos", enquanto as Nações Unidas apelaram, por sua vez, à "contenção, à abertura de investigações e ao fim da violência". Apesar de o poder ter anunciado que pretende responsabilizar penalmente Tchiroma pelos incidentes dos últimos dias, o líder de oposição apela os seus apoiantes a permanecer "determinados mas pacíficos". Este contexto tenso vem sobrepor-se a uma situação já por si delicada, num país onde se estima que 40% dos habitantes vive abaixo do limiar da pobreza, onde permanece activo o conflito entre a maioria francófona e a minoria anglófona da população e onde ataques esporádicos de grupos jihadistas colocam em questão a segurança do território. Para o professor de Relações Internacionais na Universidade Técnica de Angola, Osvaldo Mboco, a reeleição de Paul Biya pode ser um indicador das "fragilidades das instituições africanas". RFI: Depois de mais de quarenta anos no poder, Paul Biya foi reeleito para um oitavo mandato. Como se pode interpretar esta situação? Osvaldo Mboco: A vitória do Presidente demonstra, até certo ponto, as fragilidades das instituições africanas na corporação do próprio processo eleitoral. Durante os 42 anos de governação, o país não tem conhecido grandes avanços significativos do ponto de vista económico, social e político. E isto agrava-se em função daquilo que é a visão dos jovens que querem mudança. Ou seja, se maioritariamente os eleitores são jovens, que não estão comprometidos com a história e que já nasceram com o Presidente no poder, esses jovens querem a alternância política. Então, é uma vitória, até certo ponto, agridoce, à medida em que há vários distúrbios e até pessoas que morreram, fruto das reivindicações daquilo que provavelmente foi um resultado eleitoral que não corresponde à vontade popular dos eleitores nas urnas. E tanto era assim que o seu principal opositor Issa Tchiroma reclama a vitória e cenários como estes têm estado a acontecer não só agora nestas eleições. Se nós nos lembrarmos Maurício Kamto, que no processo eleitoral passado foi o segundo candidato mais votado, também reclamou e juridicamente foi impedido de concorrer às eleições deste ano. O Presidente tem uma idade já avançada e é o Presidente que está no poder há mais tempo a nível do continente africano. Está agora com 92 anos. Quando terminar o seu mandato, estará aproximadamente com 99 anos. E todos nós sabemos as limitações humanas de um indivíduo que já está com uma idade acima dos 90 anos. Isto também não é bom para a consolidação do Estado de Direito democrático e pensamos que este mandato será completamente desastroso em função das reivindicações, das críticas e das reclamações que apontam irregularidades e a falta de transparência no próprio processo eleitoral. RFI: O principal rival de Paul Biya, Issa Tchiroma Bakary, reclama para si a vitória nas presidenciais. É previsível que as manifestações continuem, que haja uma espécie de movimento de desobediência civil que venha a prolongar-se e que haja mais incidentes? Osvaldo Mboco: A reclamação da oposição ou de quem está na oposição em África dos resultados eleitorais é comum e é transversal em muitos países africanos. Normalmente, os partidos políticos na oposição e os candidatos na oposição reclamam as irregularidades do processo, a falta de transparência e, muitas vezes que os resultados atribuídos não representam a vontade popular expressa nas urnas pelos eleitores. Mas em muitos casos, elas têm fundamento em função do próprio processo eleitoral, que não é inclusivo, não é participativo. Em alguns momentos, não é transparente e há alguns incidentes que decorrem do próprio processo eleitoral. Entretanto, as manifestações poderão continuar ao nível do país, com uma situação tensa. Também a África já nos brindou com muitos exemplos em que as manifestações pós-eleitorais normalmente não alteram o resultado eleitoral. Elas continuam. Muitas pessoas morrem, o governo aumenta aquilo que é o aparato policial e militar, também acaba por militarizar as ruas. Mas ainda assim, não recua do ponto de vista dos resultados eleitorais, porque entende que este é um período de tensão, de crise e que atinge o seu momento mais alto, mas depois, tendencialmente vai decrescendo e depois volta-se à normalidade do próprio país. RFI: Julga que o poder vai negociar com a parte adversa para se chegar a um entendimento e acalmar a rua? Osvaldo Mboco: Bem, eu penso que é uma das saídas, mas se ela (a oposição) faz essa negociação, ela automaticamente também perde o apoio popular ou do segmento da população que está a manifestar. E se cai no descrédito, é muito perigoso para querer se reeleger daqui a sete anos. Pode pagar uma factura muito alta do ponto de vista político, daquilo que são as suas pretensões e ambições. Não estou aqui a defender que o candidato da oposição deve empurrar os jovens às ruas para manifestarem como se fossem carne de canhão. Mas estou aqui a dizer que ele deve se posicionar como um político na oposição e pressionar a acção governativa. Não deve estar a mentalizar os jovens para ir às ruas, porque os jovens reconhecem e sabem o seu posicionamento, a sua visão enquanto eleitores. Mas estou aqui a dizer que ele deve também se posicionar enquanto líder na oposição que vai reivindicar aquilo que são os resultados eleitorais. Mas é importante sublinhar que nenhuma campanha política, nenhuma ambição política de se chegar à presidência, deve estar acima daquilo que é o interesse nacional, deve estar acima daquilo que é a segurança e a estabilidade do próprio país, deve estar acima daquilo que é o bem maior que é a vida humana. Então, é fundamental que o líder da oposição não apele para manifestações violentas ao nível das ruas dos Camarões. RFI: Para além da crise pós-eleitoral, os Camarões também enfrentam uma crise socioeconómica com, em pano de fundo, o eterno conflito entre a parte anglófona do país é a parte francófona. Osvaldo Mboco: Sim, esse tem sido também um dos grandes problemas a que a liderança do próprio Presidente Paul Biya não conseguiu dar respostas. E a forma de governação também afasta um segmento do ponto de vista da unicidade do próprio país. Porque, como fez referência, os Camarões, basicamente, são um país dividido com uma parte anglófona e outra francófona. E isto pode e cria algum desequilíbrio de estabilidade. Mas a par disto, à má gestão, à corrupção que se instalou no próprio país, tem também as questões em volta de um terrorismo que vai preocupando o país e, sem grande resposta do ponto de vista de segurança, isto põe em causa a própria estabilidade do país e cria alguma fragilidade do ponto de vista da segurança do próprio país.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
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Neste episódio, Paulo Chiodi e Felipe Bede discutem a interseção entre Inteligência Artificial (IA) e o processo de Discovery em gestão de produtos. Eles exploram como a IA pode acelerar a análise de dados, mitigar riscos e melhorar a tomada de decisões, além de abordar os desafios enfrentados por profissionais na implementação de Discovery. A conversa também destaca a importância da transparência e da construção de confiança com stakeholders, bem como dicas práticas para integrar IA em empresas de diferentes tamanhos.
Mais um episódio especial para homenagear Paulo Soares, que nos deixou nesta segunda, dia 29 de setembro.Desta vez, você vai ouvir uma peça rara do final dos anos 80, quando o "Amigão da Galera" integrava a equipe de Osmar Santos, no pool entre Gazeta e Record.Acompanhe uma edição do programa Balancê com Dori Caymmi. Essa conversa vem em boa hora, no momento em que Dori celebra 82 anos de vida e lança o álbum Utopia, com canções inéditas compostas com Paulo César Pinheiro, Sérgio Santos e Ivan Lins. Utopia representa o que o artista pensa de sua música. Ele defende a pura MPB, o que declara parecer impossível diante do cenário musical dos dias de hoje. O bate-papo, com direito a música ao vivo, entre o amigão Paulo Soares e o utópico Dori Caymmi aconteceu em 26 de setembro de 1988. Na abertura, Tatá e Escova fazem uma sátira ao programa É Disco que eu Gosto, que marcou época na Rádio Bandeirantes, sob o comando de Henrique Lobo, em meados dos anos 50. Capítulos:00:20 Apresentação do contexto da entrevista de Paulo Soares com Dori Caymmi, no Balancê, pela Rádio Gazeta01:53 Sátira de Tatá & Escova ao programa É Disco que eu Gosto02:24 Paulo Soares apresenta Dori Caymmi03:10 Entrevista de Paulo Soares com Dori Caymmi. Neste início, o músico e compositor aborda a dificuldade do tipo de música que faz ter repercussão no Brasil e da carreira nos Estados Unidos06:14 Dori Caymmi toca a música "O Cantador" ao vivo07:26 Importância de ter uma música gravada na voz de Elis Regina08:01 Importância de ser filho de Dorival Caymmi e da dificuldade da música de seu pai ser reconhecida naquele final dos anos 8010:19 Vinheta de identificação de Paulo Soares10:32 Dori Caymmi toca "Saudade da Bahia" ao vivo15:02 Dori fala da paixão pelo futebol e lamenta o estágio do esporte 15:57 Dori Caymmi analisa a situação do Brasil em 1988. Demonstra-se desanimado com o que encontra ao chegar ao País17:07 Sobre o show que aconteceria no Sesc Pompeia entre os dias 29 de setembro de 02 de outubro de 88 18:00 Dori Caymmi interpreta "Alegre Menina", inspirada em "Gabriela", obra de Jorge Amado21:00 Continuação do programa Balancê de 26 de setembro de 1988 com destaque para o Projeto Foto Arte27:57 Tatá e Escova fazem sátira ao programa Zé Bettio32:20 Grupo DownBeat encerra o programa com uma jam sessionCrédito da Imagem: Capa de LP de Dori Caymmi, de 1980
Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 13/09 a 26/09.
Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 13/09 a 26/09.
Remote Viewing the Origins of the Wizard of Wivenhoe & Chamber of the Root-Well - hosted by eleana the star travelereng-usJoin us for an extraordinary remote viewing session as eleana the star traveler guides us through a mystical journey into ancient mysteries and hidden realms. In this captivating exploration, we delve deep into the enigmatic origins of the legendary Wizard of Wivenhoe and uncover the secrets of the mysterious Chamber of the Root-Well.What you'll experience:Advanced remote viewing techniques applied to historical mysteriesPsychic investigation into the Wizard of Wivenhoe's true originsExploration of the hidden Chamber of the Root-Well and its significanceeleana's unique star traveler perspective on ancient wisdom traditionsReal-time psychic impressions and visions from the viewing sessionKey discoveries revealed:Through the lens of remote viewing, we'll witness eleana's extraordinary ability to transcend time and space, accessing information about this enigmatic wizard figure and the sacred chamber that holds ancient secrets. The session unveils connections between earthly mysticism and cosmic consciousness, revealing how these historical mysteries tie into broader galactic narratives.Featured elements:Live remote viewing demonstrationHistorical context and local legendsPsychic archaeology techniquesInterdimensional travel experiencesSacred geometry and energy patterns within the Root-Well chamberThis session offers a unique blend of psychic investigation and historical mystery-solving, as eleana channels her star traveler abilities to uncover truths hidden in the mists of time.Prepare for a mind-expanding journey beyond the veil of ordinary perception. pt-brVisualização Remota das Origens do Mago de Wivenhoe e da Câmara do Poço da Raiz - apresentado por Eleana, a Viajante Estelareng-usJunte-se a nós para uma extraordinária sessão de visualização remota enquanto Eleana, a Viajante Estelar, nos guia por uma jornada mística por mistérios antigos e reinos ocultos. Nesta exploração cativante, mergulhamos fundo nas origens enigmáticas do lendário Mago de Wivenhoe e desvendamos os segredos da misteriosa Câmara do Poço da Raiz.O que você vivenciará:Técnicas avançadas de visualização remota aplicadas a mistérios históricos; Investigação psíquica sobre as verdadeiras origens do Mago de Wivenhoe; Exploração da Câmara oculta do Poço da Raiz e seu significado; Perspectiva única de Eleana, viajante estelar, sobre antigas tradições de sabedoria; Impressões e visões psíquicas em tempo real da sessão de visualização.Principais descobertas reveladas:Através das lentes da visualização remota, testemunharemos a extraordinária capacidade de Eleana de transcender o tempo e o espaço, acessando informações sobre esta figura enigmática de mago e a câmara sagrada que guarda segredos ancestrais. A sessão revela as conexões entre o misticismo terrestre e a consciência cósmica, revelando como esses mistérios históricos se conectam a narrativas galácticas mais amplas.Elementos em destaque:Demonstração de visualização remota ao vivo; Contexto histórico e lendas locais; Técnicas de arqueologia psíquica; Experiências de viagem interdimensional; Geometria sagrada e padrões de energia dentro da câmara do Poço da Raiz.Esta sessão oferece uma combinação única de investigação psíquica e resolução de mistérios históricos, enquanto Eleana canaliza suas habilidades de viajante estelar para descobrir verdades ocultas nas brumas do tempo.Prepare-se para uma jornada de expansão da mente além do véu da percepção comum.
Regiunea separatistă Transnistria din estul Republicii Moldova sărbătorește astăzi 35 de ani de la secesiunea de Chișinău. Tiraspolul a revenit in acest an la traditia de a organiza o paradă militară – tradiție la care renunțase după ce Rusia a început războiul în Ucraina. Invitata de astăzi la Moldova Zoom este Irina Tabaranu, directoarea portalului Zona de Securitate, specializat pe tematica transnistreană. În Cronica sa, jurnalistul Euronews România, Vitalie Cojocari, explică cum s-a ajuns la secesiunea Transnistriei și cum Rusia a intervenit în 1992 de partea Tiraspolului în războiul împotriva Chișinăului. Miza alegerilor parlamentare din 28 februarie este una fără precedent pentru stabilitatea nu doar a Republicii Moldova, ci și a întregii regiuni, declară la RFI europarlamentarul Eugen Tomac. Și un reportaj din sudul Republicii Moldova, acolo unde autonomia găgăuză continuă să ridice probleme pentru autoritățile de la Chișinău, chiar daca nu în măsura în care o face Transnistria. Un reportaj semnat de Tudor Pană, coproducție cu DW.
O julgamento final do ex-Presidente de extrema-direita do Brasil, Jair Bolsonaro, acusado de tentativa de golpe de Estado, decorrerá entre os dias 2 e 12 de setembro. Um momento histórico para o gigante sul-americano, que até agora nunca tinha conseguido punir um golpe de Estado militar e, para além disso, resiste às pressões políticas do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O ex-Presidente de extrema-direita do Brasil, Jair Bolsonaro, é acusado de ter liderado uma « organização criminosa armada » que conspirou para a sua manutenção no poder. O seu julgamento está previsto para arrancar a 2 de Setembro. Ele arrisca-se a cumprir mais de quarenta anos de prisão. As repercussões políticas são de grande alcance, em particular tendo em conta as pressões políticas do chefe de Estado norte-americano Donald Trump, que apoia Jair Bolsonaro. O politólogo Christian Lynch, especialista do bolsonarismo e autor, em 2022, do livro « O Populismo Reacionário: Ascensão e Legado do Bolsonarismo », recebe-nos em sua casa, no Rio de Janeiro, para explicar de que forma o Brasil defende a sua democracia. Boa tarde, Christian Lynch. Para começar: em que sentido este julgamento é histórico no Brasil, e qual é o papel decisivo do Supremo Tribunal Federal? No Brasil, como em vários outros países, não apenas na América Latina, mas também na Europa, o processo de construção do Estado de Direito democrático foi longo e complexo. Houve inúmeras rupturas institucionais. Tivemos golpes de Estado em 1889, em 1930, em 1937 e em 1945. Ao longo da história brasileira, o que se observou nesse tipo de disputa foi que os militares sempre saíram vitoriosos. Eles constantemente se atribuíram o papel de poder moderador. Isso só começou a mudar com o fim da ditadura militar, em 1985. A Constituição de 1988 foi construída de forma deliberada para criar uma série de salvaguardas contra o retorno de regimes autoritários e contra essa ideia de que os militares seriam uma espécie de poder moderador. O julgamento é histórico por esse motivo. Houve uma tentativa de golpe de Estado, como outras que marcaram a história brasileira, porém, desta vez, foi uma tentativa fracassada. E, pela primeira vez, estamos julgando e processando os responsáveis por essa tentativa. Trata-se de uma demonstração da prevalência do civilismo e da democracia, das instituições democráticas, frente a mais uma tentativa de golpe protagonizada, novamente, por sectores militares. Nesse sentido, não há dúvida de que se trata de um julgamento histórico. Apesar do afastamento de uma parte da direita brasileira de Jair Bolsonaro, continuam hoje a existir apoios políticos e cidadãos ao ex-presidente? Sem dúvida. A extrema-direita é um fenómeno global. Ela sempre existiu, mas a última vez que ela existiu foi há 80 anos, desde o final da Segunda Guerra Mundial, em que ela tinha desaparecido como força relevante dentro do debate político. Mesmo as forças que apoiaram golpes de Estado não se apresentavam como de extrema-direita. Em cada parte do mundo, a extrema-direita assume características próprias. Na Europa, ela se alimenta do declínio geopolítico, da questão migratória e da sensação de perda de identidade, essa ideia de que a Europa já não é mais o centro do mundo. Nos Estados Unidos, há também uma percepção de decadência. No Brasil, essa sensação de decadência não existe, por vários motivos. Talvez o país nunca tenha estado tão bem historicamente. O que ocorre é que a extrema-direita surge como reacção precisamente à consolidação da democracia e ao aparecimento de novos actores, setores antes subalternizados, pessoas que não tinham visibilidade até os anos 1990 ou 1994. Observamos o surgimento de contingentes da população negra, a emancipação das mulheres... O que vemos é uma espécie de revolta por parte daqueles que sempre exerceram o poder, desde o período colonial, sectores que se consideravam os legítimos detentores do mando. E é por isso que falam tanto em nome da liberdade: trata-se da liberdade de rejeitar a democracia para manter o controle. É a liberdade do senhor, do dominador, que não quer abrir mão da sua posição. O Brasil, sob a presidência de Lula, mostrou-se intransigente face às pressões de Donald Trump, que condicionou a retirada das sobretaxas a uma amnistia para Jair Bolsonaro. A reacção do Brasil, ao proteger a sua soberania e a sua democracia, poderá servir de inspiração a outros países? Não sei se pode servir propriamente de inspiração, porque estamos na América Latina e cada país reage de maneira diferente. O que me parece inédito, no caso brasileiro, é a resistência diante de um ataque frontal por parte do imperialismo norte-americano, esse que considera a América Latina como seu quintal. Além disso, o Brasil já não se vê mais como um país pequeno, pobre e indefeso. Claro que sempre sempre tem quem queira vender o país. A extrema-direita, naturalmente, aceita esse projecto colonizador dos Estados Unidos. Querem ser satélites. Há um sector da direita latino-americana que gostaria que a América Latina se tornasse um grande Porto Rico, ou um Panamá gigante, e acredita que o modelo ideal de civilização seja a Flórida. A Polícia Federal encontrou no telefone de Jair Bolsonaro uma longa carta, não assinada, solicitando asilo político à Argentina de Javier Milei. Uma possível aliança à escala mundial entre dirigentes de extrema-direita deve-nos preocupar em relação à protecção das democracias? Sem dúvida. Assim como no passado existia a internacional comunista, hoje temos a internacional reacionária, a internacional fascista, a internacional ultradireitista. Esses grupos se encontram em conferências conservadoras, trocam experiências, técnicas, financiamento, referências ideológicas. O objectivo deles é derrubar as democracias do mundo todo. Para a extrema-direita, não apenas os regimes autoritários de esquerda são ditaduras: a própria democracia liberal também é percebida como tal. De certo modo, como no passado, esses grupos até admiram mais os grandes ditadores de esquerda do que os modelos democráticos liberais. Para o fascismo e o nazismo, a democracia liberal é fraca, decadente, desprovida de vigor ou virilidade. Devemos, sim, temer essa internacional reacionária. Milei faz parte desse movimento. Embora não possamos classificá-lo como fascista, ele integra uma ultradireita neoliberal autoritária, que adota as mesmas estratégias: manipulação de redes sociais, uso de Big Techs, difusão de fake news. A ideia é reconfigurar a realidade por meio dessas ferramentas. Não é por acaso, portanto, que Bolsonaro tenha cogitado pedir asilo político a Milei. A influência determinante do pastor Silas Malafaia sobre Jair Bolsonaro foi revelada no mesmo relatório da Polícia Federal. Por que ele o defende tão intensamente, e qual é o peso da igreja evangélica na difusão de ideias de extrema-direita e antidemocráticas? O eleitorado evangélico no Brasil não é todo reaccionário. Há, evidentemente, evangélicos com posicionamentos democráticos. No entanto, é nesse público que se concentra o maior apoio ao pensamento reaccionário. E é importante esclarecer o que chamamos aqui de “reaccionário”. Não se trata de um insulto. Reaccionário, neste contexto, é aquele que defende uma ideologia de extrema-direita segundo a qual a única política legítima é a que se submete à religião. Trata-se de uma visão quase teocrática de governo. Toda política só é considerada válida se expressar a vontade de Deus e for sancionada por autoridades religiosas, padres, pastores, como sendo de origem divina. Sob essa óptica, entende-se a centralidade ideológica de Malafaia. Ele defende um governo teocrático, anti-laico, anti-republicano, patrimonialista, que é identificado com o Jair Bolsonaro. Malafaia é fundamental porque lidera o sector mais radicalizado, esse sector que quer um golpe de Estado, que acredita que o Brasil está debaixo de uma ditadura de judiciário, de uma ditadura do demónio. Porque, em última análise, eles acham que um governo que não é de extrema direita é um governo demoníaco. Claro que também há interesses mais financeiros e políticos. Mas, poderíamos dizer que, assim como o filé mignon é a parte mais nobre da carne, o “filé mignon” do discurso reacionário bolsonarista está concentrado no sector mais fanatizado das igrejas evangélicas. Fanny Breuneval, Rio de Janeiro, RFI
Neste episódio, Allan Baptista, fundador do Skip (apelidado por muitos como o “Lovable brasileiro”), compartilha os bastidores de um experimento que virou produto real. Ele fala sobre os primeiros 10 dias de beta, com mais de mil usuários na fila e quase 5 mil mensagens trocadas com agentes de IA, mesmo na “pior versão do produto”.Discutimos:
Neste episódio do Product Guru's, Paulo Chiodi recebe Cheila Portela, cofundadora da Prototipe AI, para uma conversa prática e profunda sobre prototipação de agentes de inteligência artificial (IA). Com muito bom humor e clareza, Cheila explica como times de produto e UX podem criar agentes de IA funcionais e eficientes sem escrever uma linha de código, focando em comportamentos, instruções e orquestração, não em programação. A conversa revela os erros mais comuns cometidos na criação desses agentes e oferece insights sobre como lidar com a natureza probabilística das LLMs, garantindo resultados consistentes mesmo sem domínio técnico profundo.Ao longo do episódio, Cheila compartilha cases reais, mostra a ferramenta Prototipe AI na prática, e revela como estruturar fluxos com memória, lógica condicional e chamadas de API de forma simples e eficaz. O papo também aborda a importância de métricas como custo por execução e taxa de aprovação e desconstrói a ilusão de que criar agentes em ferramentas como N8N em “5 minutos” é suficiente para produção real. Se você trabalha com produtos digitais, IA generativa ou busca formas reais de inovar com eficiência, este episódio é essencial.// Onde encontrar a convidada: Cheila Portela | Cofounder @ Prototipe AIhttps://www.linkedin.com/in/cheilaportela/// Conteúdos mencionados:Prototipe AI - https://www.prototipe.ai//// Recado Importante: O futuro dos produtos digitais já começou e a Inteligência Artificial é parte do time.A PM3 acaba de lançar a Formação em Gestão de Produtos de IA: um curso pensado para Product Managers que querem criar, delegar e inovar com mais inteligência. Muito além dos prompts: você vai aprender a liderar produtos baseados em IA, dominar temas como Machine Learning, Deep Learning e IA Generativa, e aplicar novas formas de discovery, experimentação e validação.Prepare-se para o mercado que mais cresce no mundo e torne-se o PM que lidera a transformação.Acesse o link e saiba mais: https://go.pm3.com.br/ProductGurus-AI-Specialist/// Outros parceiros:Codando sem Codar - A maior comunidade de Vibe Coding do Brasil https://codandosemcodar.com.br/?utm_campaign=pg_podcastCurling - Do treinamento à criação de soluções com IA, estamos em cada etapa. https://www.usecurling.com/// Nesse episódio abordamos:• Prototipar agentes de IA é diferente de prototipar telas por causa da natureza probabilística das LLMs.• Agentes de IA podem ser construídos sem código, usando ferramentas especializadas.• Processos repetitivos e estruturados são ideais para aplicar IA inicialmente.• Ferramentas como Zapier e N8N são úteis, mas não substituem plataformas de prototipação.• O maior desafio é arquitetar bem os prompts e fluxos, não escrever código.• Testes e iteração com feedback são essenciais para atingir bons resultados.• Métricas como custo por execução e taxa de aprovação são cruciais.• Prototipação ajuda a evitar retrabalho e código desperdiçado.• Ferramentas próprias como Prototip.ai aceleram o processo e organizam o ciclo de feedback.• A área de produto tende a liderar esse processo, mas hoje a demanda vem mais da tecnologia./// Capítulos00:00 Abertura 01:40 Origem do nome “Prototipe.ai”02:30 Diferença entre prototipar tela e prototipar agente de IA05:20 Recados06:55 Primeiros passos para quem quer prototipar um agente de IA09:45 Quando (não) usar ferramentas como N8N e Zapier12:10 Exemplo prático de automação com agentes no RH15:10 Demonstração da ferramenta Prototipe.ai17:50 Como testar, ajustar e iterar o comportamento dos agentes22:00 Estrutura de agentes conversacionais e máquina de estados25:10 Fluxos com memória, lógica e integração via API32:10 Métricas para mensurar sucesso de protótipos de IA36:52 Diferença entre prototipar e já ir para produção41:22 Quem mais se beneficia com o uso da Prototipe.ai44:10 Equilíbrio entre fidelidade e velocidade no protótipo47:30 Como encontrar a Cheila e conhecer a plataforma
O agronegócio brasileiro demonstrou apreensão com as tarifas impostas por Donald Trump ao Brasil. Em nota, a Frente Parlamentar Agropecuária, apoiadora do ex-presidente Jair Bolsonaro, pediu ao governo brasileiro que tome ações firmes e estratégicas.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Training asertiv: demonstrație de confruntare asertivă, resurse gratuite despre asertivitate, filme care te învață comunicarea + cum ieși din manipulare elegant. Cu psih. Alexandra Ene vorbim sincer despre ce (nu) e asertivitatea, cum o exersezi și unde o poți învăța pe bune — fără teorii sterile. Demonstrație de confruntare asertivă + exemple și ilustrații concrete.
Humildade: uma demonstração da alegria (Filipenses 2.1-11) - Rev. Lucas Previde
Tanya 9 Iyar Cap 46 Parte 1-O despertar do amor recíproco quando rei demonstra amor intenso
O bioma, exclusivamente brasileiro, abrange todos os Estados do Nordeste e o norte de Minas Gerais; Pesquisa da Faculdade de Arquitetura, Urbanismo e Design (FAU) da USP traz visões positivas desse ecossistema
O primeiro-ministro não parece ter reagido bem "à prenda envenenada" que o Chega lhe dedicou. E na Madeira, Albuquerque não tem descanso apesar da vitória.See omnystudio.com/listener for privacy information.
PEQUENAS DEMONSTRAÇÕES DE CARINHO FAZEM TODA A DIFERENÇA
Nesta edição, você acompanha: - Análise dos jogos da Champions League; - Classificação madridista contra o Atleti; - Arsenal confirma classificação tranquila; - Demonstração de força do PSG contra o Liverpool; - Aston Villa avança sem dificuldades; - Barcelona muito bem, Raphinha na disputa da Bola de Ouro; - Dortmund segue vivo na Champions; - Bayern despacha o Leverkusen e ruma para Munique; - Uma das favoritas ao título, Inter passa poupando; - Concachampions e Champions asiática. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Riviera em Gaza? "É uma visão que demonstra lógica transacionista de Donald Trump"9fa052
O encontro com Jesus Cristo demonstra que Ele tem planos para nós - Pr. Alexandre Mendes by Igreja Missionária Evangélica Maranata do MéierPara conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Editorial: Moraes desbloqueia o X, mas não resiste a nova demonstração de força
Com milhões de cópias do livro homônimo vendidas mundo afora, é inegável que a ideia das “linguagens do amor” pegou. É tema de conversas, memes, tweets (saudades Twitter) e de uma reflexão muito simples: como nós sabemos que estamos sendo amadas? E como é a nossa forma de demonstrar o amor pelas pessoas com as quais nos relacionamos romanticamente ou não? Não vamos nos apegar a teoria, que tem todo um fundamento religioso e não é embasada pela ciência, mas nas nossas vivências e conversas com amigas. Mesmo entre nós duas, essas formas são muito distintas. ------------------ APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda ----- O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda. Vamos conversar? Larissa Guerra: @larissavguerra Marina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
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Editorial: A demonstração de força de Moraes contra o X
Com 60% do Brasil tomado por fumaça e queimadas, inclusive nas principais metrópoles, a temporada de incêndios florestais de 2024 simboliza o poder de destruição dos diferentes lobbies antiambientais no país. A tragédia evidencia um Estado impotente para enfrentar uma vasta articulação criminosa, que se ramifica nos governos estaduais, no Congresso Nacional e na Justiça. Lúcia Müzell, da RFI em ParisO Ministério do Meio Ambiente e a Polícia Federal suspeitam que grande parte dos cerca de 2 mil focos de incêndio foram lançados de maneira coordenada e criminosa. O manejo da terra por fogo está proibido no território nacional.A ministra Marina Silva denuncia atos de “terrorismo climático” no país. Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, concorda com a definição. "Se alguém pratica terrorismo ambiental hoje no Brasil, é o Congresso Nacional, além desse terrorismo sendo praticado no chão da floresta. Você tem há muitos anos no Brasil um crime que se organizou, enriqueceu, tomou o lugar de postos políticos – e no Congresso também – e que tinha respaldo de um ex-presidente da República. Esses crimes, que se tornaram extremos, encontraram um clima também extremo neste momento no país", disse à RFI. Num contexto de seca recorde e aceleração das mudanças do clima, os incêndios se alastram sem controle pelos maiores biomas brasileiros – quase metade dos focos encontram-se na Amazônia, seguida por Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal. Os Estados mais atingidos, Mato Grosso, Amazonas e Pará, têm uma intensa presença do agronegócio.Impunidade crônica a crimes ambientais A Polícia Federal investiga a possibilidade de um novo “Dia do Fogo” estar em curso. Em 2019, em uma demonstração de força contra a legislação ambiental, criminosos atearam incêndios coordenados na Amazônia. Os autores foram identificados e levados à Justiça, mas os processos acabaram arquivados e ninguém foi punido. Desta vez, o alvo seria a Mata Atlântica, segundo suspeita o governo federal."A impunidade risca o fósforo que incendeia florestas, porque eles sabem que não vão pagar pelo crime. Isso acontece com queimadas, com grilagem de terra, madeira ilegal, garimpo ilegal, invasão de terra indígena. São raríssimos os casos de alguém que perdeu a sua propriedade, porque desmatou ilegalmente", denuncia Márcio Astrini. "A gente precisava tratar crime ambiental tal qual a gente trata uma pessoa que não declara imposto de renda no Brasil, que não paga o imposto do seu carro ou da sua casa: atrás desses, o governo vem com unhas e dentes."O governo federal vem cumprindo a promessa de acabar com o desmatamento – na Amazônia, caiu 22% no ano passado e este ano os alertas já diminuíram 45%. As operações de campo, as multas e o combate ao crime aumentaram, assim como o orçamento para o Meio Ambiente."Esse caos do fogo que a gente está vivendo era para estar muito pior se o desmatamento não tivesse diminuído tanto nesses dois anos. Se isso não tivesse acontecido, teria ainda mais fogo se espalhando pela paisagem", salienta Erika Berenguer, bióloga especialista na degradação da floresta amazônica e pesquisadora-associada do Laboratório de Ecossistemas da Universidade de Oxford. "Porém, o governo tem que parar de focar somente no desmatamento e começar a focar na degradação florestal."Berenguer lamenta, entretanto, que ações preventivas não tenham sido adotadas, já que desde o ano passado, sabia-se que o fenômeno El Niño traria estiagem para boa parte do Brasil.Governo poderia fazer mais para evitar e combater fogo"A prevenção aos incêndios é o jeito mais barato e mais fácil da gente evitar esse cenário apocalíptico que a gente está vivendo. Faltou, sim, da parte do governo em 2023 e em 2024, ações muito fortes de prevenção a incêndios florestais na Amazônia", afirma a especialista."A gente não pode continuar subsidiando produtores que depois vão usar o fogo que vai se espalhar pelas florestas. Não faz sentido a gente prover subsídios para a produção agrícola para depois a gente cobrar multas ambientais. Isso é um contrassenso, um mau investimento", diz Berenguer.A pesquisadora de Oxford e o secretário-executivo do Observatório do Clima ressaltam, ainda, a fraca atuação dos Estados na luta contra o fogo: vários deles continuam a emitir autorizações para o uso do fogo e de desmatamento, apesar da tragédia em curso. As contradições também adentram no próprio governo federal, com projetos como a pavimentação da BR-319 na Amazônia, que o presidente Lula quer relançar, ou o de exploração de petróleo na bacia do rio Amazonas."O governo também pode decretar uma moratória ao desmatamento nesse momento, decretar emergência por crise climática, dispor de mais orçamento, colocar outros ministérios para trabalhar junto com o Ministério do Meio Ambiente. Fica parecendo que é um problema apenas da Marina Silva. E o ministro da Agricultura?", questiona Astrini. "Grande parte dos focos de incêndio acontecem dentro de fazendas. Quem fala com fazendeiros não é a ministra do Meio Ambiente, é o ministro da Agricultura", sublinha o secretário-executivo do Observatório do Clima.
Kamala Harris, vice-presidente dos EUA e candidata democrata à presidência, fez um discurso contundente em Beaver County, Pensilvânia, neste domingo, 18, onde chamou Donald Trump de “covarde”.Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília. https://bit.ly/meiodiaoa Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O Corinthians recebeu o São Paulo na Neo Química Arena, empatou por 2 a 2, sem ter ficado a frente do placar em momento algum do jogo. Neste episódio, João Pedro Brandão, José Edgar de Matos e Careca Bertaglia analisam a partida e os pontos fracos do Corinthians que ficaram escancarados após o clássico. Além disso, o podcast traz atualizações do mercado de transferências do Timão. Quem será o próximo goleiro da equipe? Quem deve deixar o time? Até quando Carlos Miguel e Moscardo ficam? Para ficar por dentro de tudo isso e muito mais é só dar o play!
Lutz veste Insider
O poder de Deus se manifesta através de obras e palavras. Quando o Espírito de Deus vem sobre os homens capacitando-os a falar poderosamente isto faz com que as palavras ensinadas pelo Espírito convença os contradizentes.