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====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== LECCIÓN DE ESCUELA SABÁTICA I TRIMESTRE DEL 2026Narrado por: Eddie RodriguezDesde: Guatemala, GuatemalaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchMIÉRCOLES 11 DE FEBREROPIENSEN EN ESTO La paz que sobrepasa todo entendimiento también “guardará sus corazones y sus pensamientos en Cristo Jesús” (Fil. 4:7). Nuestra vida interior necesita protección. Curiosamente, Filipenses 4:7 conecta la paz de Dios con una metáfora militar. El verbo griego froureō se usa para describir una guarnición de soldados que protegen una ciudad contra una invasión (2 Cor. 11:32; comparar con Hech. 9:24). Otro aspecto muy importante de la paz interior implica vivir en armonía con la voluntad de Dios. “Mucha paz gozan los que aman tu ley, y no hay para ellos tropiezo” (Sal. 119:165). Lee Filipenses 4:8, 9. ¿Qué acciones específicas se recomiendan aquí? Pablo introduce Filipenses 4:8 y 9 con la expresión “por lo demás” y una lista de seis virtudes, seguida de un sucinto resumen de ellas y de una exhortación a imitar su ejemplo. Esta exhortación final armoniza con el entorno grecorromano de Filipos, ya que enfatiza la virtud y el ejemplo. Curiosamente, sin embargo, se centra en ciertas virtudes bíblicas específicas, lo que resulta obvio por la omisión paulina de las cuatro virtudes cardinales griegas (prudencia, justicia, templanza y valentía). 1. No es casual que la lista comience con la virtud bíblica cardinal: lo verdadero, reiteradamente enfatizada por Jesús –quien solía decir: “Les aseguro...”– y por todo el Nuevo Testamento (ver, por ejemplo, Hech. 26:25; Rom. 1:18; 1 Cor. 13:6; 2 Cor. 4:2; Efe. 4:15; 1 Tim. 3:15; Sant. 1:18; 1 Ped. 1:22; 1 Juan 2:21). 2. Honorable. La palabra griega así traducida se refiere a una virtud personal (comparar sus otros usos en 1 Tim. 3:8, 11; Tito 2:2, donde se traduce como “respetable” en la NVI). 3. Justo. Esta virtud es una de las características distintivas de Dios (comparar su uso en Fil. 1:7). 4. Puro. La palabra se refiere al pensamiento puro y a las acciones de esa misma naturaleza que fluyen de la justicia de Dios recibida por la fe en ocasión de la justificación (ver 1 Juan 3:3). 5. “Agradable” (DHH). El término designa una belleza estética como la atestiguada ampliamente en la Creación de Dios. 6. De buen nombre. Otras versiones traducen esta última virtud como “digno de admiración” (NVI): “honorable” (LBLA), “loable” (BNP), etc.Pablo hace dos salvedades más, para que no se atribuya un matiz pagano a ninguna de estas virtudes: “Si hay virtud alguna, si algo digno de alabanza” (Fil. 4:8), debemos pensar en estas virtudes celestiales. Luego, para despejar toda duda y evitar cualquier equívoco, el apóstol exhorta a los creyentes a practicar lo aprendido, recibido, oído y visto en su propio ejemplo (Fil. 4:9).
O ano de 69 foi um dos piores de Roma de todo século 1.Esse foi o famoso "Ano dos 4 Imperadores" época em que cada parte do império foi controlado por um líder diferente: Galba, Otho, Vitélio e, agora, Vespasiano.Curiosamente, Vespasiano nunca almejou ser imperador de Roma nem participou dos bastidores do poder político.Mesmo assim, ele iria ria explorar a fraqueza de cada um de seus adversários, deixando sua marca em Roma para sempre.Entretanto, toda essa instabilidade do ano de 69 iria cobrar um preço alto de toda civilização romana.____________________________________Veja as imagens dos personagens, mapas ,fontes e locais abordados no podcast no nosso site: https://geopizza.com.br/imperador-de-roma-por-acaso-vespasiano-136/____________________________________Nos siga nas redes:Instagram TwitterTiktok Youtube _____________Confira nossa loja _____________Anuncie no Geopizza _____________Para escutar nossos episódios EXCLUSIVOS, apoie o Geo através do PIX: pix@geopizza.com.br Siga essas etapas:1: Programe o pix - R$ 5 valor mínimo - para todo dia 5 do mês2: Mande o comprovante de agendamento para o mesmo e-mail3: Aguarde!_____________Outras maneiras de apoio:Apoiase: https://apoia.se/geopizzaPatreon: https://www.patreon.com/geopizza_____________Contato do Alexander:51984496851alexanderdesmouceaux@gmail.comDemo Reel:https://youtu.be/IcvTrZStvCI
Há 500 anos nascia o maior poeta da língua portuguesa, Luís Vaz de Camões e os versos que compôs criaram uma obra extraordinária, com destaque para Os Lusíadas, grande clássico da literatura portuguesa. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Lisboa No poema épico, que narra a viagem de Portugal à Índia comandada por Vasco da Gama, Camões celebra a pátria, mas também critica o poder. Na epopeia, o poeta usou uma linguagem nova considerada fundadora do português moderno. Para comemorar o 5° Centenário do nascimento de Camões, o governo de Portugal organizou exposições, ciclos de debates, palestras, congressos internacionais, publicações, prêmios, espetáculos, oficinas e concursos, entre outros, que acontecem até junho deste ano. “Celebrar o nascimento de Luís de Camões significa, antes de mais nada, reconhecer a sua atualidade. Tratando-se de alguém que nasceu há 500 anos, o mais natural é que o seu rastro tivesse já desvanecido no pó dos séculos”. Por isso, “celebrar Camões é muito mais do que homenagear um nome maior da literatura portuguesa e da literatura universal: é reconhecer a força duradoura da sua obra, cuja presença atravessa séculos, fronteiras e gerações”, ressalta José Augusto Cardoso Bernardes, catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, especialista em literatura camoniana e comissário-geral da Estrutura de Missão para as Comemorações dos 500 anos de Camões. Em sua entrevista para a RFI, o professor Cardoso Bernardes afirma que “a atualidade de Camões é impressionante, a voz do poeta vem do século 16 e chega ao século 21. Nela, encontramos o conflito entre a injustiça e a justiça. Encontramos um tema impressionantemente moderno, que é a insuficiência das palavras para exprimir a realidade, que pode ser subjetiva ou objetiva. Mas talvez a componente mais atual que existe em Camões é o apelo que ele nos faz para não nos resignarmos, para não aceitarmos aquilo que parece uma fatalidade. Lembro que Camões termina Os Lusíadas exultando os portugueses a partirem; a partirem para algum lugar, mas sobretudo a saírem de si próprios. A vocação universalista que sempre nos caracterizou está nos Lusíadas em forma de retrato profundo”, analisa. A intenção do enorme mosaico de eventos nas comemorações dos 500 anos do poeta é contribuir para a valorização do legado camoniano, promover o seu estudo e divulgação através da pesquisa, criação artística, ação pedagógica e reflexão crítica. Embora o centro da programação - que iniciou em 2024 - aconteça em Portugal, as comunidades portuguesas no mundo e os países de língua portuguesa também participam da celebração. Entre as principais iniciativas deste ano em Lisboa, destaque para a exposição No Rastro de Luís de Camões e o congresso internacional O tempo de Camões, Camões no nosso tempo, ambos na Biblioteca Nacional de Portugal, o ciclo de conferências Camões Hoje no Palácio Galveias, o prêmio Conhecer Camões, a ópera Relicário Perpétuo com libreto de Luísa Costa Gomes, no Teatro São Carlos, e a mesa-redonda As Mulheres no Tempo de Camões, na Biblioteca Nacional de Portugal. O Real Gabinete de Leitura, no Rio de Janeiro, que abrigou um ciclo de conferências sobre o poeta, recebeu do governo de Portugal a Ordem de Camões, no último dia 16. A instituição tem o maior espólio de Camões no Brasil, incluindo um dos exemplares da primeira edição de Os Lusíadas, de 1572. Língua portuguesa e Camões Teria sido a partir dos versos de Os Lusíadas que a língua portuguesa se consolidou. A obra não criou o idioma, mas elevou o português a uma das línguas mais importantes da Europa durante o Renascimento. Camões ao escrever em oitavas rimas, estruturou o português com elegância clássica e o transformou em uma língua literária de prestígio. “Os especialistas na língua de Camões reconhecem a capacidade que ele teve senão de reinventar a língua portuguesa, pelo menos lhe conferir um cunho de modernidade, de musicalidade e até de plasticidade que não existia antes dele. E faz com que os versos de Camões nos toquem de uma forma quase sensorial, para além de uma forma também emocional, e isso é uma característica que começa realmente com ele e que os poetas que vieram a seguir procuram imitar. Nós somos todos devedores desta novidade, desta frescura e modernidade que Camões trouxe para a língua que nós falamos”, contextualiza a escritora Isabel Rio Novo, autora de Fortuna, Caso, Tempo e Sorte: biografia de Luís Vaz de Camões. Como uma das figuras mais agregadoras da cultura portuguesa, Camões se transformou em símbolo da identidade nacional, tanto que o dia da morte do poeta, 10 de junho, é quando se celebra o dia de Portugal e das comunidades portuguesas. Especialista em literatura camoniana, o professor da Universidade de Coimbra, José Augusto Cardoso Bernardes comenta o legado de Luís Vaz de Camões. “Distingo dois aspectos no legado de Camões. Um deles tem a ver com nossa língua, por ventura o nosso maior tesouro. Camões não inventou a nossa língua, mas prestigiou-a, mobilitou-a, converteu-a numa das línguas mais importantes da Europa do seu tempo e assim se mantém até hoje. O segundo legado tem a ver com o fato dele nos ter reunido, de nos ter agregado, é um legado precioso. As comunidades necessitam ter uma referência comum e Camões é a referência comum para os portugueses, e eu diria mais, para os falantes de língua portuguesa”. Influência da lírica e da épica camoniana na literatura brasileira Em uma entrevista para a RTP, Radio e Televisão Portuguesa, o professor de Literatura Brasileira na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ, Eucanaã Ferraz, lembra que é possível perceber a influência de Camões na poesia de Gregório de Matos – um dos maiores poetas brasileiros no período do Barroco, no século 17. “O Gregório tem construções e imagens que são claramente camonianas. Já no século 18, há mais presença de Camões na sintaxe, certos esquemas de rima, tempos verbais. No século 19, o romantismo brasileiro está diretamente ligado aos movimentos de Independência, portanto, há uma espécie de anti lusitanismo e isso evita uma presença de Camões, que é como um sinônimo de literatura portuguesa. Curiosamente é no modernismo, nos anos 20, que a presença camoniana aparece mais livre. Talvez Carlos Drummond de Andrade seja o poeta que melhor compreendeu e incorporou Camões”, explica. Teses e estudos de alguns linguistas portugueses afirmam que o português do Brasil tem uma fonética muito mais parecida com os Quinhentos – ou seja, o século 16, época que Camões viveu, do que o português contemporâneo de Portugal, que parece ter “fome de comer sílabas”. Visto sob este prisma, é possível que Camões falasse com todas as vogais presentes, assim como os brasileiros se expressam. Além do mais, a métrica dos versos decassílabos dos Lusíadas só fecha quando lida com sotaque brasileiro, com todas as vogais átonas bem pronunciadas. Nos anos 80, o cantor e compositor Caetano Veloso celebrou Camões e o idioma que une o Brasil a Portugal na música Língua “Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões. Gosto de ser e de estar e quero me dedicar a criar confusões de prosódias e uma profusão de paródias que encurtem dores e furtem cores como camaleão. A língua é minha pátria, e eu não tenho pátria, tenho mátria e quero fátria”. Os séculos passam, Camões fica “Camões é uma personalidade interessantíssima com uma vida que parece ter saído das páginas de um romance e teve uma particularidade de ter sido tudo aquilo que um homem podia ser no século 16”, conta para a RFI a escritora Isabel Rio Novo. “Foi um humanista, um estudioso, também um soldado, porque toda a sua vida ganhou como um homem de armas, foi um viajante que conheceu praticamente todos os lugares daquilo que então se chamava o império português, e com toda essa riqueza, com todo esse conhecimento e um talento inexplicável do domínio do gênio conseguiu produzir uma obra poética tão notável que ainda hoje nos interpela e nos emociona”, reflete. “Estamos a falar de um homem que desde os vinte e poucos anos teve sempre envolvido em grandes aventuras e desventuras. Longas viagens, experiências de prisão, expedições militares, portanto, estamos a falar de uma vida muito dura, nos intervalos da qual, Camões inexplicavelmente conseguiu produzir uma obra notável; e note-se que aquilo que nós conhecemos, nomeadamente Os Lusíadas e a poesia lírica que lhe é atribuída pode ser apenas uma parte daquilo que ele foi escrevendo ao longo da sua vida. Isto, como eu digo, é do domínio do inexplicável, estamos a falar realmente daqueles gênios da literatura, dos quais provavelmente na literatura universal existe uma mão cheia”, enfatiza Isabel Rio Novo. A lírica de Camões é frequentemente interpretada por biógrafos como o reflexo de uma vida marcada por amores impossíveis, intensos e frustrados. Como mostra um dos mais famosos sonetos do poeta, publicado em 1598, na obra Rimas, “Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um descontentamento descontente, é dor que desatina sem doer”. Percurso camoniano Muitos mistérios rodeiam a vida de Luís Vaz de Camões. Não se sabe ao certo onde nasceu, onde morou e por onde andou o autor de Os Lusíadas, que viveu no século 16 e se tornou um dos maiores nomes da literatura lusófona. Ao longo dos tempos, Camões se tornou símbolo nacional, mártir literário e a sua consagração como poeta da pátria no imaginário português se mantêm até hoje. Luís Vaz de Camões nasceu provavelmente em Lisboa ou na cidade do Porto, mas a origem de sua família seria da região da Galícia, na Espanha. Reza a lenda que o jovem Camões teria frequentado aulas de Humanidades no Mosteiro de São Cruz, em Coimbra. Na época, a cidade era uma das mais importantes da Península Ibérica e D. Bento de Camões, tio do poeta, era prior do mosteiro e reitor da prestigiosa Universidade de Coimbra. Ainda jovem teria iniciado sua carreira literária como poeta lírico na corte de D. João III. Acredita-se que após uma desilusão amorosa tenha se alistado no Exército da Coroa Portuguesa embarcando para o norte da África em 1547. Foi em Ceuta, no Marrocos, lutando contra os mouros que Camões perdeu o olho direito. Depois deste episódio trágico, o autor quinhentista volta para Lisboa. Intempestivo, ele se envolve em uma briga, desembainha a espada contra um fidalgo e é preso. “Naquela época era preciso bajular o poder, ser humilde, e Camões não era nada disso. Ele era um homem orgulhoso, tinha muita consciência do seu talento, do seu gênio extraordinário e não tinha perfil psicológico para se dar bem com o poder”, explica Vitalina Leal de Matos, professora da Faculdade de Letras de Lisboa. No entanto, o poeta consegue o perdão real em troca de uma espécie de exílio forçado no Oriente, e parte em direção à Goa, na Índia. Luís de Camões navega então os mares que Vasco da Gama havia percorrido meio século antes. Camões viveu cerca de dezessete anos na Ásia, e Goa, chamada de “capital” do império português no Oriente, foi o seu porto seguro. Lá, escreveu sua obra-prima Os Lusíadas. Não há prova de que o poeta viveu na China, mas há relatos de que ele naufragou na costa chinesa e conseguiu salvar o manuscrito de Os Lusíadas, levando-o preso nos dentes até chegar à terra firme. Da Ásia rumou em direção à África; morou em Moçambique e sobrevivia graças a caridade dos amigos. Em 1570 Camões retornou à Lisboa e o rei D. Sebastião autorizou a publicação de Os Lusíadas, poemas sobre as grandezas de Portugal, mas também um prenúncio da decadência do país. Durante os seus últimos anos Camões viveu na miséria, morreu provavelmente vítima da peste no dia 10 de junho de 1580 e foi enterrado como indigente. Um fim triste e solitário. Por proposta da Academia das Ciências de Lisboa, os presumíveis restos mortais de Camões foram transladados e enterrados em um túmulo na Igreja do Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa.
Lucas Pinheiro Braathen foi um dos porta-bandeiras da delegação brasileira na abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina, na sexta-feira (6). A escolha pelo esquiador não foi à toa: ele é a principal aposta do Brasil para conquistar a medalha inédita em Olimpíadas de Inverno. O esquiador é o atual número dois do ranking mundial de esqui alpino. Nascido na Noruega, ele defende o Brasil, país natal da mãe, desde 2024, e diz que a escolha pela federação brasileira lhe trouxe mais liberdade. Júlia Valente, correspondente da RFI em Milão Lucas tem consciência de que a pressão é enorme. “Essa é uma responsabilidade que eu carrego todos os dias, até o dia da competição mesmo. Agora, essa pressão é um privilégio. Então eu abraço essa pressão, tento canalizar toda essa energia de alta frequência para minha performance”, afirmou em coletiva de imprensa neste sábado (7), na Casa Brasil, espaço montado pelo Comitê Olímpico Brasileiro em Milão para receber a torcida verde e amarela durante as competições. Filho de mãe brasileira e pai norueguês, Lucas cresceu entre diferentes culturas. Nasceu em Oslo, capital da Noruega, e na infância chegou a morar no Brasil. Curiosamente, esquiar passou longe de ser um sonho de criança, já que seu primeiro amor foi o futebol. Aos oito anos, de volta à Noruega, Lucas se rendeu ao esqui alpino, esporte que faz parte da identidade do país. Para o atleta, mais do que competição, é uma forma de expressão: “Para mim, o esporte é uma forma de arte, é uma arte de performance. E se você pergunta a qualquer artista o que é mais importante, [eles respondem que] é ser autêntico, ser quem eles são”. Foi justamente por sentir falta de liberdade para se exprimir que, em 2023, Lucas tomou uma decisão difícil. Até então, competia representando a Noruega e disputou os Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, em 2022, pelo país nórdico. Após conquistar o título da disciplina de slalom em 2023 e ficar em quarto lugar no ranking geral de esqui alpino, anunciou sua aposentadoria devido a desentendimentos com a federação norueguesa. Meses depois, em 2024, voltou às pistas defendendo o Brasil. “Foi uma transição gigantesca. E me deixa meio emocionado olhar para trás, para essa jornada até chegar aqui em Milão vestindo nossas cores. Realmente, a sensação é de um segundo capítulo na vida. Essa parte da minha vida é uma parte com liberdade de ser quem eu sou, representar meus valores e meus sonhos verdadeiros. Não os sonhos dos outros, não os sonhos da mídia, da indústria, da minha equipe, mas os meus sonhos”, disse o esquiador. Em declaração à RFI, Lucas afirma que se sente completo nas pistas de esqui e compara a profissão de esquiador à de artista: “Eu achei nas pistas, na neve, na montanha, o meu palco, onde me sinto mais autêntico. No fim das contas, eu poderia virar um músico ou dançar, mas, para mim, o propósito que a gente tem é bem igual”. Aos 25 anos, Lucas já tem uma carreira cheia de conquistas no esqui alpino com mais de 20 pódios, oito deles representando o Brasil. Ele é o atual número dois do ranking geral da modalidade. Até o início das provas dos Jogos Olímpicos de Inverno, segue treinando na Áustria, onde mora. A estreia nas Olimpíadas será no próximo sábado (14), na cidade de Bormio. Lucas explica que a pista tem características bem específicas: “É uma pista um pouco mais fácil do que as que a gente está competindo na Copa do Mundo, mas são nas pistas mais fáceis que fica ainda mais difícil esquiar rápido. Então, essa é a arte dentro do nosso esporte: conseguir achar essa velocidade. É uma pista em que você precisa criar a força, a velocidade e a frequência sozinho”. Além de buscar a medalha inédita para o Brasil, Lucas carrega um desejo que vai além do pódio: “Eu quero sair desses Jogos como fonte de inspiração para o povo que liga para esportes, para quem não está nem aí para esportes. E, para mim, quero que as pessoas assistindo, vendo nossas cores nos Jogos Olímpicos de Inverno, entendam que tudo é possível. Não importa de onde vocês são, suas roupas, seu sotaque. O que importa é o que está por dentro. O que acontece para fora é um resultado disso”, aprofunda Lucas. Leia tambémJogos de Inverno de 2030 serão organizados nos Alpes franceses, mas COI pede "garantia financeira"
1299. Las estadísticas de estos últimos 100 episodios además de las globales del podcast, protagonizan este episodio 1299 de Al otro lado del micrófono. Uno de esos capítulos previos a una cifra redonda en los que inevitablemente miro por el retrovisor para ver todo el camino recorrido durante estos seis años y medio de proyecto. Hoy se cumplen 2.346 días desde que publiqué el primer episodio, aquel 25 de agosto de 2019 en el que me pasé por primera vez al otro lado del micrófono y, curiosamente, también apagué mi último cigarro. Siempre lo recuerdo porque el podcasting no solo me ha dado trabajo, aprendizajes y comunidad, sino también salud, tiempo y un ahorro económico nada despreciable. Medio paquete al día durante años se traduce en casi 6.000 euros que ya no se han ido en humo, y eso es algo que nunca me canso de agradecerle a este proyecto. De esos 2.346 días he publicado 1.299 episodios, lo que supone haber grabado el 55,37 % de los días. Visto así, no está nada mal. Un ritmo muy alto que solo tiene sentido porque hay gente al otro lado escuchando. Siempre digo que un podcast diario sin oyentes es un proyecto condenado al fracaso, y por suerte este no es el caso. Estáis ahí día tras día, y eso es lo que da sentido a todo. En este repaso me centro en los últimos 100 episodios, desde el 1199 hasta el 1298, aunque inevitablemente también aparecen datos globales. En este tramo, el episodio más escuchado ha sido el número 1200, con 167 descargas en audio y 19 en YouTube. Curiosamente, fue el último capítulo que publiqué en YouTube con la versión más sencilla, solo con la carátula cuadrada, antes de cambiar el formato visual esta temporada. En estos últimos 100 episodios se han acumulado unas 16.000 descargas, unas 600 más que en el tramo anterior, lo que supone un crecimiento cercano al 4 %. No es un salto espectacular, pero sí constante, y eso es justo el tipo de crecimiento que busco. En total, el podcast roza ya las 249.000 descargas, una cifra que hay que poner siempre en contexto teniendo en cuenta que hablamos de casi 1.300 episodios publicados. A nivel geográfico, España sigue siendo el principal país de escucha, aunque baja su peso porcentual en favor de Estados Unidos, que sube de forma notable. México se mantiene en tercera posición, aunque con descenso. Dentro de España, Madrid sigue liderando, pero Andalucía y Cataluña crecen con fuerza. Incluso dentro de la Comunidad de Madrid hay movimientos curiosos, con Móstoles subiendo posiciones y Alcalá de Henares bajando algún puesto. En cuanto a plataformas, Apple Podcast sigue en cabeza, pero me llama especialmente la atención el crecimiento de escuchas desde Chrome, probablemente vinculado a picos concretos como el Día Internacional del Podcast. Overcast también sube, algo que me resulta muy interesante de cara al perfil de oyente. La escucha desde la web del podcast se sitúa en un 3,4 %, un dato que sigo observando con lupa porque forma parte de mi estrategia a medio y largo plazo. La media global se sitúa en unas 191 escuchas por episodio, cuatro más que en el bloque anterior. Y no puedo cerrar este repaso sin hablar de Ko-fi. A día de hoy, 128 personas distintas han apoyado el proyecto, con 17 suscripciones mensuales activas que suman unos 75 euros al mes. En total, 1.220 cafés y 3.660 euros desde que arrancó esta vía de apoyo. Más allá del dinero, el valor real está en el respaldo constante, en saber que este proyecto importa._____________Consigue tu entrada para el directo de 'Buenas Noches Madresfera' el 7 de febrero en las Podnights Madrid a través de Eventbritehttps://www.eventbrite.es/e/entradas-buenas-noches-madresfera-en-podnights-madrid-1980074871242?aff=oddtdtcreator_____________ ¡Gracias por pasarte 'Al otro lado del micrófono' un día más para seguir aprendiendo sobre podcasting! Si quieres descubrir cómo puedes unirte a la comunidad o a los diferentes canales donde está presente este podcast, te invito a visitar https://alotroladodelmicrofono.com/unete Además, puedes apoyar el proyecto mediante un pequeño impulso mensual, desde un granito de café mensual hasta un brunch digital. Descubre las diferentes opciones entrando en: https://alotroladodelmicrofono.com/cafe. También puedes apoyar el proyecto a través de tus compras en Amazon mediante mi enlace de afiliados https://alotroladodelmicrofono.com/amazon La voz que puedes escuchar en la intro del podcast es de Juan Navarro Torelló (PoniendoVoces) y el diseño visual es de Antonio Poveda. La dirección, grabación y locución corre a cargo de Jorge Marín. La sintonía que puedes escuchar en cada capítulo ha sido creada por Jason Show y se titula: 2 Above Zero. 'Al otro lado del micrófono' es una creación de EOVE Productora.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== LECCIÓN DE ESCUELA SABÁTICA I TRIMESTRE DEL 2026Narrado por: Eddie RodriguezDesde: Guatemala, GuatemalaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchMARTES 13 DE ENEROTENER CONFIANZA Lee Filipenses 1:23, 24. ¿Qué quiere decir Pablo cuando afirma que “ser desatado y estar con Cristo” es “mucho mejor”? Este pasaje ha sido malinterpretado por muchos a lo largo de los siglos. En el texto para memorizar de esta semana, Pablo se refiere al contraste existente entre vivir y morir. El cristiano vive para Cristo e incluso puede morir por él. En ese sentido, la muerte es “ganancia” porque nuestro testimonio resulta mucho más poderoso y persuasivo (Fil. 1:21). Sin duda, solo alguien que realmente creyera estaría dispuesto a morir por su fe. Pero también debe reconocerse que los muertos están realmente muertos; es decir, “nada saben”. Descansan en la tumba hasta la resurrección (ver Ecl. 9:5; Juan 5:28, 29). Por eso, Jesús dijo acerca del difunto Lázaro: “Nuestro amigo Lázaro se ha dormido, pero voy a despertarlo del sueño” (Juan 11:11). Si las personas van al Cielo inmediatamente cuando mueren, la frustración de Lázaro no podría haber sido mayor al ser traído nuevamente a esta Tierra después de haber disfrutado del Paraíso durante cuatro días. La muerte es como un sueño profundo del que Jesús despertará a sus fieles seguidores cuando regrese; entonces, junto con los santos que estén vivos, serán llevados al Cielo para estar eternamente con Jesús (ver 1 Tes. 4:16, 17). Para Pablo, “ser desatado” de la vida presente a fin de estar con Cristo significa participar con él del sufrimiento y la muerte (2 Tim. 4:6) para “llegar de algún modo a la resurrección de los muertos” (Fil. 3:11). Además, sin duda, era consciente de que cerraría sus ojos al morir y que lo primero que vería cuando volviera a abrirlos sería a Jesús, quien lo llevaría juntamente con todo el pueblo de Dios al lugar que ha preparado para quienes lo aman (Juan 14:3; 1 Cor. 2:9). Aunque estaba dispuesto a morir por Cristo, Pablo sabía que sería mejor para los filipenses “quedar en la carne” (Fil. 1:24). Curiosamente, no es fácil para el cristiano decidir si es mejor vivir para Cristo o morir por él. Pablo dijo: “Es difícil decidirme por una de las dos cosas” (Fil. 1:23; DHH): seguir vivo o descansar en la tumba. Aunque no nos agrada la idea de la muerte, ¿has pensado alguna vez que lo primero que veremos los creyentes, tras lo que nos parecerá apenas un segundo después de morir, será el regreso de Cristo? ¿Cómo podría ese pensamiento ayudarte a entender lo expresado aquí por Pablo?
Algunos lo entienden como la enésima prueba de la tendencia de Sánchez a contradecirse. Me refiero al wasap que mandó a Ábalos antes de su detención: "te quiero como un amigo". Curiosamente, poco después dijo que era un gran desconocido. A mi juicio no hay contradicción alguna. Querer como un amigo no significa nada en un tiempo en que todos tenemos, no un millón de amigos, como pedía la canción, pero sí unos cuantos cientos o incluso miles en Facebook, que está más muerto que MySpace. El antropólogo Robin Dunbar ha establecido que nuestra mente no está diseñada para más de 150 relaciones significativas, y esto es así por razones evolutivas: 150 es el número máximo de personas que pueden cooperar para cazar y recolectar. Sobra decir que las redes sociales superan con mucho el llamado “Número Dunbar”. Por eso hay amigos que son uña y carne: la roña de la uña y la carne del pescuezo, que ni es carne ni es hueso. "Oh, amigos, no hay amigos", decía una frase muy enigmática de Aristóteles que hoy entendemos bien: si todos son amigos, ninguno lo es. Calculo que el número máximo de amigos está entre los 150 del antropólogo Dunbar y los cuatro del Peugeot. Porque la cosa no va de abundancia, sino de acumulación, y en el supermercado de la amistad los amigos van al peso. No nos sorprendamos, en consecuencia, si caducan pronto. Tengamos pocas pero buenas amistades. Mejor nos iría edificando menos rascacielos de "amigos" y más chozas robustas donde solo entren unos pocos.
Algunos lo entienden como la enesima prueba de la tendencia de Sanchez a contradecirse. Me refiero al wasap que mando a Abalos antes de su detencion: "te quiero como un amigo". Curiosamente, poco despues dijo que era un gran desconocido. A mi juicio no hay contradiccion alguna. Querer como un amigo no significa nada en un tiempo en que todos tenemos, no un millon de amigos, como pedia la cancion, pero si unos cuantos cientos o incluso miles en Facebook, que esta mas muerto que MySpace. El antropologo Robin Dunbar ha establecido que nuestra mente no esta disenada para mas de 150 relaciones significativas, y esto es asi por razones evolutivas: 150 es el numero maximo de personas que pueden cooperar para cazar y recolectar. Sobra decir que las redes sociales superan con mucho el llamado Numero Dunbar. Por eso hay amigos que son una y carne: la rona de la una y la carne del pescuezo, que ni es carne ni es hueso. "Oh, amigos, no hay amigos", decia una frase muy enigmatica de Aristoteles que hoy entendemos bien: si todos son amigos, ninguno lo es. Calculo que el numero maximo de amigos esta entre los 150 del antropologo Dunbar y los cuatro del Peugeot. Porque la cosa no va de abundancia, sino de acumulacion, y en el supermercado de la amistad los amigos van al peso. No nos sorprendamos, en consecuencia, si caducan pronto. Tengamos pocas pero buenas amistades. Mejor nos iria edificando menos rascacielos de "amigos" y mas chozas robustas donde solo entren unos pocos.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/mas-noticias--4412383/support.
Nesta edição do podcast, ouvimos o essencial de uma entrevista a Katja Hoyer. Nascida na Alemanha de Leste, a historiadora germano-britânica tinha apenas quatro anos quando o Muro de Berlim caiu e a Alemanha de Leste deixou de existir. Atualmente a viver no Reino Unido, Katja Hoyer veio a Lisboa para falar deste livro. Para combater a ideia de que os alemães de leste eram apenas vítimas passivas, um dos estereótipos que pretende desfazer com este livro, Hoyer demonstra como pressionaram o Estado através da cultura e do comportamento social. “As pessoas tinham voto na matéria”, assegura. A entrevista foi conduzida por Hélder Gomes a 24 de novembro de 2025, a voz da tradução portuguesa é de Mara Tribuna e a edição técnica é de João Martins.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Descorchamos el año con nuestra entrega mensual de los Hits del Billboard, serie dedicada a recordar singles que alcanzaron su puesto más alto en las listas de pop de EEUU en este mismo mes de hace 60 años. Curiosamente el 1 de enero de 1966 era sábado, que era el día en que se publicaban estas listas semanales. Así que un 1 de enero de hace seis décadas el top 1 de las listas lo alcanzó el primer gran éxito de Simon and Garfunkel.Playlist;(sintonía) KING CURTIS “Spanish Harlem” (top 89 en enero)SIMON and GARFUNKEL “The sound of silence” (top 1)THE BEATLES “We can work it out” (top 1)HERMAN’S HERMITS “A must to avoid” (top 8)THE HOLLIES “Look through any window” (top 32)THE STATLER BROTHERS “Flowers on the wall” (top 4)THE VOGUES “Five o’clock world” (top 4)THE LOVIN’ SPOONFUL “You didn’t have to be so nice” (top 10)RONNY and THE DAYTONAS “Sandy” (top 27)THE ROLLING STONES “As tears go by” (top 6)BOBBY POWELL “C.C. Rider” (top 76)JOE TEX “A sweet woman like you” (top 29)MARTHA and THE VANDELLAS “Love (Makes me do foolish things)” (top 70)FONTELLA BASS “Recovery” (top 37)DIONNE WARWICK “Are you there (with another girl)” (top 39)THE TEMPTATIONS “Don’t look back” (top 83)Escuchar audio
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== LECCIÓN DE ESCUELA SABÁTICA I TRIMESTRE DEL 2026Narrado por: Eddie RodriguezDesde: Guatemala, GuatemalaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchMARTES 30 DE DICIEMBREPABLO EN FILIPOSDurante el segundo viaje misionero de Pablo, poco después de la incorporación de Timoteo al equipo, el Espíritu Santo les impidió continuar con su labor en Asia Menor (Hech. 16:6). Entonces, durante una visión nocturna, Pablo vio a un hombre que le suplicaba: “Pasa a Macedonia, y ayúdanos” (Hech. 16:9). Así que, inmediatamente se dirigieron al puerto marítimo más cercano para partir desde allí a Macedonia, y navegaron desde Troas a través del mar Egeo hasta Neápolis, en el continente europeo. Pero, en lugar de predicar allí, Pablo, Silas, y Timoteo y Lucas (quienes se unieron a ellos en Troas, como indica el uso del plural “vinimos” en Hech. 16:11), se dirigieron a Filipos. En su actividad evangelizadora, Pablo siempre pensó estratégicamente. Filipos era “la principal ciudad de la provincia de Macedonia” (Hech. 16:12). De hecho, era una de las más honradas del Imperio Romano, pues se le había concedido el estatus de Ius Italicum [derecho italiano], el título más honroso que se podía otorgar a una ciudad. Sus ciudadanos gozaban de los mismos privilegios que los de una ciudad situada en Italia, incluida la exención del impuesto sobre bienes inmuebles y del impuesto sobre la renta de capitación que pagaban los ciudadanos romanos poseedores de cierto capital. Además, cualquiera que naciera en la ciudad se convertía automáticamente en ciudadano romano. También era una parada importante en la Vía Ignacia, la principal ruta terrestre que conectaba Roma con Oriente. El establecimiento de una importante presencia cristiana allí permitió a la iglesia de Filipos llevar el evangelio a muchas otras ciudades cercanas, como Anfípolis, Apolonia, Tesalónica y Berea (ver Hech. 17:1, 10). Curiosamente, la lengua oficial en la Filipos del siglo I era el latín, como demuestra el predominio de inscripciones en dicha lengua. En Filipenses 4:15, Pablo incluso se dirige a ellos con una palabra que suena latina (filippēsioi), al parecer en reconocimiento de su especial condición romana. Sin embargo, el griego era la lengua del mercado y de los pueblos y las ciudades de los alrededores, así como el medio de difusión del evangelio. Lucas describe cómo Pablo y su equipo se reunieron para orar junto al río, donde Lidia y su familia se convirtieron (Hech. 16:13-15). Como mujer de negocios (vendía púrpura), es posible que haya sido uno de los principales apoyos financieros en Filipos para el ministerio de Pablo. El tiempo que Pablo y Silas pasaron allí en la cárcel condujo a la conversión de toda otra familia: la del carcelero. El Espíritu Santo sabía que Filipos sería el puesto de avanzada para la expansión del evangelio a través de Europa, aunque también habría persecución. Por muy mala que sea, la persecución puede, en determinadas circunstancias, permitir que el evangelio llegue a personas que de otro modo no podrían ser alcanzadas. Lee Hechos 9:16. ¿Cómo nos ayuda este texto a entender algunas de las pruebas de Pablo? ¿Cómo puede ayudarnos a entender algunas de las nuestras?
Acredito que está claro para nós que o Natal é a celebração do nascimento de Jesus, que foi um marco na história da humanidade por justamente se tratar do maravilhoso fato de Deus se humanizar, se encarnar e, conforme João 1.14, “habitar entre nós”. Teologicamente, o Natal afirma que:• Deus entrou na história,• o eterno assumiu o temporal,• o infinito se fez finito,• o Criador tornou-se criatura.O Natal é Deus vindo ao encontro do homem para restaurar aquilo que o pecado rompeu. Não é apenas um evento histórico, mas um ato de redenção, de revelação do Criador para criatura e de inauguração de um reino sem fim.Sabemos que o Natal não é sobre adereços e comidas, mas sobre Jesus!Por isso, torna-se importante a reflexão acerca do significado de Jesus para nós. Se sabemos “o que é” o Natal, precisamos refletir no “para que” é o Natal.O texto de Hebreus 2.16-18 responde à pergunta: Por que o Filho veio?Curiosamente o texto começa dizendo que “é claro que ele não veio para ajudar os anjos” – como traduz a NTLH o versículo 16.Com isso, o texto se concentra em dizer que a vinda de Jesus tem como foco a humanidade; humanidade essa afetada, corrompida e escravizada pelo pecado.O texto nos faz pensar em 3 conceitos importantes com relação à vinda de Jesus.#igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão #mensagemdenatal #natal
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA JÓVENES 2025“HOY ES TENDENCIA”Narrado por: Daniel RamosDesde: Connecticut, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================26 de DiciembreDios está con nosotros"La virgen quedará encinta y tendrá un hijo, al que pondrán por nombre Emanuel" (que significa: "Dios con nosotros") Mateo 1: 23En 1865, William Chatterton Dix, un hombre de negocios que vivía en Escocia, enfermó gravemente y tuvo que guardar cama durante varios meses. Al borde de la muerte, William empezó a reflexionar sobre la identidad de Jesús y la relevancia de la fe. Mientras meditaba, escribió un poema que más adelante se convirtió en una canción de Navidad: ¿Qué niño es este?* La mejor respuesta a esa pregunta la encontramos al inicio del Evangelio de Mateo, cuando el evangelista señala que el nacimiento de Jesús fue el cumplimiento de las palabras de Isaías: «"La virgen quedará encinta y tendrá un hijo, al que pondrán por nombre Emanuel" (que significa: "Dios con nosotros")» (Mateo 1: 23).Tradicionalmente, muchos de nosotros vemos el nacimiento de Jesús como el inicio de una gran historia, pero en realidad la encarnación se encuentra justo en el medio de la historia de la redención. En el Edén, cuando nuestros primeros padres pecaron y quedaron separados de Dios, él los buscó. Varios siglos después, el mismo Dios anunció sus planes de estar con nosotros (ver Éxodo 25: 8). Y cuando Gabriel le anunció a María que de ella nacería el Hijo de Dios, la promesa se hizo realidad. Ahora Dios estaba con nosotros.¿Pero cómo podemos lidiar con el hecho de que Jesús ascendió al cielo hace dos mil años? Curiosamente, Mateo no solo comienza diciéndonos que, en Jesús, Dios está con nosotros, sino que las últimas palabras de su Evangelio son: «Por mi parte, yo estaré con ustedes todos los días, hasta el fin del mundo» (Mateo 28:20). De manera que todo el libro de Mateo es un gran «sándwich» teológico que comienza y termina aseverándonos que, no importa lo que pase, Dios está con nosotros y lo estará «hasta el fin del mundo».Hace algún tiempo leí la historia de una pareja que estaba quitando los adornos de Navidad. Cuando casi habían terminado, el esposo le preguntó a su esposa: «¿Ya quitaste el pesebre?». La señora contestó: «No. Pienso dejarlo frente a la casa todo el año. Con lo mal que está el mundo, creo que necesitamos recordar que Dios todavía está con nosotros». No sé cómo está tu mundo en estos momentos, pero quiero que sepas que Dios está contigo. ¿Quién de tu entorno necesita hoy recibir esa buena noticia?
El día de la Lotería de Navidad es una fecha profundamente arraigada en nuestro país, conocido como el día de la ilusión. Y precisamente de eso hablamos hoy: de ilusión. La lotería moderna fue aprobada en las Cortes de Cádiz en 1811 y, de hecho, el primer sorteo navideño se celebró el 18 de diciembre en Cádiz, con el objetivo de recaudar fondos para la Guerra de la Independencia. Curiosamente, la palabra “lotería” procede del francés loterie.La pregunta de hoy tiene relación con lo que hemos comentado: ¿cómo se llama la maga que, en La Odisea, convierte en cerdos a los compañeros de Ulises?Pueden enviarnos la respuesta a verbavolant@rtve.es o a las redes sociales de Emilio del Río.Escuchar audio
TEMPO DE REFLETIR 01615 – 16 de dezembro de 2025 Salmo 14:1 – Diz o insensato no seu coração: Não há Deus. O que você perguntaria a Deus se O encontrasse pessoalmente? Numa pesquisa feita entre norte-americanos, foram apontadas as principais perguntas. Dos entrevistados, 34% perguntariam: “Qual é meu propósito neste mundo?” 19% iriam querer saber: “Existe vida depois da morte?” 16% questionariam: “Por que coisas ruins acontecem?” 7% iriam perguntar: “Existe vida inteligente noutros planetas?” Finalmente, 6% desejariam ter a seguinte resposta: “Quanto tempo eu viverei?” O curioso é que as Escrituras proveem respostas para esse tipo de questões. Pense, por exemplo, nas três primeiras. Não são elas parte dos temas básicos da Bíblia? A dificuldade é que em nossa sociedade “cientificamente orientada” as pessoas abandonaram a única fonte confiável de informação. Muitos buscam respostas nas cisternas falidas do conhecimento humano. O curioso ainda é que a maioria das pessoas aceita teorias fundamentadas meramente na “criatividade humana”, sem qualquer alicerce sólido. Pense na ironia de nosso precário conhecimento. Em 1963, em Dallas, Texas, o presidente John F. Kennedy foi assassinado. O fato ocorreu em plena luz do dia. Foi registrado por centenas de câmeras. Canais de TV e milhares de observadores, incluindo os bem treinados olhos de centenas de policiais e agentes do serviço secreto americano, estavam lá. Curiosamente, até hoje não se sabe exatamente o que aconteceu. Foi o presidente Kennedy assassinado por uma bala apenas? Ou será que outra bala o feriu, vinda de outra direção? Havia apenas um atirador agindo sozinho? O assassino foi mesmo Lee Oswald, ou o crime foi uma conspiração da CIA ou do FBI, envolvendo Cuba e a máfia? Há ainda os que pensam que Kennedy não morreu. Em outras palavras, algumas décadas depois de um fato publicamente testemunhado, “debaixo do nariz” de tantas pessoas, os especialistas se dividem sobre o que realmente aconteceu. Não é curioso, contudo, que haja tanto “consenso científico” quando tratamos de eventos com um grau de complexidade infinito como é a origem do Universo e da vida, ocorridos em um passado tão distante de nós? Livros, documentários, revistas e cientistas parecem saber “sem qualquer dúvida” todos os pormenores. Nossos experts ensinam aos estudantes, jovens e crianças todos os detalhes de uma teoria que parece um dogma. O que me impressiona é que muitos não têm dúvida de nada. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Senhor Deus e nosso Pai: que tenhamos a humildade de buscar na Tua Palavra as respostas seguras para as nossas mais angustiantes perguntas. Encha o nosso coração e mente com o Teu Espírito! Por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Hoy arrancamos una nueva serie narrada por Bikendi Goiko-uria, que deja por ahora la mitología a un lado, para enfrascarse en la historia de uno de los grandes personajes del siglo XVI. Nos referimos al Gran Duque de Alba, sin cuyo papel, no se entenderían las monarquías de Carlos I o Felipe II. En el segundo contenido, presentamos una novedad editorial de la mano de Iván Gómez Avilés quien nos presenta su libro "La zoofilia en la historia y el arte" un título que llamará la atención de la motxuelada. Entrevista de la mano de Pello Larrinaga. El contenido que recuperamos de anteriores temporadas es una entrega dedicada al mundo antiguo. Sergio Alejo nos habla de la armada romana, la flota naval que tuvo que desarrollar la potencia mediterránea para su expansión. Curiosamente, en sus orígenes Roma no miraba al mar, pero con el tiempo, y con enemigos de la talla de Cartago, no le quedaría más remedio. Trirremes, quinquerremes, galeras de todos los tamaños con legiones a bordo, dispuestas a batallar por Roma. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Ele não conquistou títulos ou vitórias na Fórmula 1, mas hoje, o ex-piloto é um capítulo importante da história do automobilismo mundial. Nascido em Paris, filho de pai brasileiro e mãe francesa, ele carregava no macacão e em seus carros a bandeira brasileira na maioria das corridas. Nano, como é carinhosamente chamado pela família e amigos, vai completar 100 anos no próximo dia 7 de dezembro. Ele é um pioneiro do Brasil no automobilismo mundial. Marcio Arruda, da RFI em Paris Conhecido pelos europeus como Da Silva desde os tempos em que entrava nos cockpits e acelerava os mais diversos carros de competição, Nano foi o terceiro piloto do Brasil na história da Fórmula 1. Ele se aventurou nos gloriosos, e não menos perigosos, anos 50 da F1. Antes dele, apenas Chico Landi e Gino Bianco tinham representado o Brasil na categoria. Fritz D'Orey, que também competiu na F1 naquela década, estreou oficialmente na categoria apenas em 1959, quatro anos depois de Hermano. Numa Fórmula 1 tecnológica, com investimentos milionários e pilotos famosos, Hermano destoa do que a categoria se transformou. Vive sossegado num balneário francês, aproveitando o que a vida tem de melhor: viver! De sua residência em Biarritz, cidade com 26 mil habitantes no litoral Atlântico, no sudoeste da França, a 40 quilômetros da fronteira com a Espanha, o ex-piloto de F1 gentilmente concedeu uma entrevista exclusiva e falou sobre automobilismo. Mesmo com a idade quase centenária, Hermano da Silva Ramos lembrou episódios marcantes de sua carreira no automobilismo e corridas de Fórmula 1 que disputou nos anos 50. Ele concedeu a entrevista em francês, já que mora na França há 60 anos. Nano alinhou em sete Grandes Prêmios oficiais de F1 em 1955 e 1956, todos pela antiga equipe Gordini. Ele acelerou em circuitos lendários, como Silverstone, o antigo traçado de Monza, com as curvas inclinadas, Reims, local do primeiro GP da França na história da categoria, e Monte Carlo, local do seu melhor resultado na Fórmula 1. Primeiros pontos “Eu fiz o quinto lugar no Grande Prêmio de Mônaco de 1956. Foi formidável!”, lembra Nano, que foi o piloto da escuderia Gordini mais bem classificado naquela corrida. Por 14 anos, Hermano foi o piloto do Brasil com mais pontos na Fórmula 1; a marca só foi superada no GP da Alemanha de 1970, quando Emerson Fittipaldi, que fazia sua segunda corrida na F1, terminou em quarto lugar em Hockenheim. Curiosamente, antes dos dois pontos conquistados por Hermano pela quinta colocação em Mônaco, Chico Landi havia terminado o GP da Argentina na quarta colocação, o que daria a ele três pontos no campeonato mundial de 1956. O detalhe é que, naquela corrida em Buenos Aires, a última de Landi na F1, ele precisou dividir a pilotagem da Maserati com o italiano Gerino Gerini. De acordo com o regulamento da época, em situações assim, cada piloto receberia metade dos pontos. Por isso, Landi ficou apenas com 1,5 pontos. Além dessas sete corridas, Nano disputou outros oito GPs não oficiais entre 1956 e 1959; ora com um Gordini, ora com uma Maserati. Da Silva também acelerou nos circuitos de Aintree e Goodwood, ambos na Inglaterra. Leia tambémJustiça britânica acolhe ação de Felipe Massa sobre título da F1 de 2008 e indenização milionária Na década dominada pelo pentacampeão Juan Manuel Fangio, com pilotos espetaculares, como Alberto Ascari, Jack Brabham e Stirling Moss, e grandes nomes como Mike Hawthorn, Giuseppe Farina, Luigi Musso, Luigi Villoresi, Birabongse Bhanubandh – filho do rei da Tailândia e popularmente conhecido como príncipe Bira – e Peter Collins, Hermano da Silva Ramos lembra das amizades que fez nas pistas. “Eu era muito amigo do Fangio, que era o maior piloto de todos. Mas o Stirling Moss também era muito bom. Para mim, ele era melhor. Fora da Fórmula 1, lembro que venci o Stirling Moss numa corrida de Gran Turismo. Naquela prova, eu tinha um bom carro da Ferrari”, lembrou. “O Fangio é considerado o melhor, mas para mim o melhor é Stirling Moss. Quando ele correu contra o Fangio, o argentino já era mais velho e experiente. Aí deram preferência ao Fangio com os carros que dominavam na época; as Mercedes sobravam nas corridas. Então, deram a Fangio o melhor carro e ele ganhou aquele campeonato mundial”, explicou Nano, se referindo à temporada de 1955, que teve Fangio como campeão – o terceiro dos cinco títulos do argentino – e Moss como vice, ambos pilotos da Mercedes. Aliás, o pentacampeonato de Fangio foi um recorde que durou 46 anos. Somente em 2003 é que a marca do sul-americano foi quebrada; naquele ano, o alemão heptacampeão mundial Michael Schumacher alcançou seu sexto título de F1. Fórmula 1 atual Engana-se quem pensa que o ex-piloto não acompanha mais a Fórmula 1. Ele ainda assiste a corridas e faz críticas; positivas e negativas. “A Fórmula 1 hoje é muito mais segura. Mas na época em que eu competi, a categoria era mais divertida. Hoje, a F1 se tornou monótona; são sempre os mesmos que ganham as corridas”, afirmou o mais velho piloto vivo da história da Fórmula 1, que vai completar 100 anos no domingo, dia 7 de dezembro. Em sua carreira no automobilismo, além do Gordini e da Maserati, Hermano também guiou outro lendário carro italiano de corridas. “Eu guiei para a Ferrari em competições de Gran Turismo e ganhei corridas, uma inclusive contra o Stirling Moss, que estava de Aston Martin. Em Le Mans, eu quebrei o recorde de melhor volta da pista na época. Fui melhor que todo mundo, mas infelizmente o carro quebrou”, contou Nano, que em 1959 competiu nas 24 Horas de Le Mans com a Ferrari 250 Testa Rossa em parceria com o britânico Cliff Allison. Além dessa corrida, Nano disputou outras três edições das 24 Horas de Le Mans, no circuito de La Sarthe, na França, naquela década. Na segunda vez que competiu na lendária pista francesa, em 1955, aconteceu a maior tragédia do automobilismo mundial – o acidente fatal do francês Pierre Levegh, que guiava uma Mercedes 300 SLR, provocou a morte de mais de 80 pessoas e ferimentos em outras 120 que estavam no circuito. Hermano saiu ileso daquela prova. Conselho de Enzo Ferrari Apesar de ter sido piloto oficial da Gordini, tendo vencido quatro corridas fora da F1 pela equipe francesa (Paris Cup/1955, Montlhery/1955, Montlhery/1956 e Tour de France/1956), Nano demonstra orgulho de ter guiado para a Ferrari. Até hoje lembra uma conversa que teve com Enzo Ferrari, fundador da lendária equipe italiana. “O Enzo me chamou para conversar. Ele me deu dois conselhos: mantenha-se na pista e seja rápido. Ele me disse que não iria falar sobre isso novamente. Ele falou que se eu quisesse ganhar deveria fazer dessa forma ou, então, ele me colocaria para fora. Eu fui lá e ganhei a corrida seguinte”, recordou. Leia tambémJovem brasileiro Rafael Câmara é aposta da Ferrari para futuro da F1 “No Gran Turismo, todos os carros eram equivalentes. Havia 15 carros da Ferrari e eu superei todos. Eu pude correr e fazer meu melhor. Eu ganhei na Bélgica, em Spa, que era o mais difícil do mundo”, lembra com orgulho. Brasileiro parisiense? Nascido na capital francesa em 1925, Hermano passou a infância e adolescência no Rio de Janeiro. Perguntado se disputava corridas com as cores da França ou do Brasil, o ex-piloto não ficou em cima do muro: “Eu corria pelo Brasil.” O fato de ter nascido fora do Brasil não faz dele “menos” brasileiro do que outros que aceleraram na F1, como os campeões Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna. Nelsinho Piquet, que já competiu na F1, e Max Wilson, que foi piloto de testes na categoria, nasceram na Alemanha e são incrivelmente brasileiros. Outros estrangeiros também nasceram em um país e vestiram a bandeira de outro, como o holandês Max Verstappen, que nasceu na Bélgica. Outro campeão da F1, Jochen Rindt nasceu na Alemanha, mas carregava a bandeira da Áustria. A paixão pelo esporte a motor foi despertada em Hermano ainda no Rio de Janeiro nos anos 40. Uma das primeiras corridas que disputou foi o Circuito da Praça Paris, no Rio de Janeiro, em 1948. A curiosidade daquela prova foi que a competição precisou ser interrompida para que o então presidente do Brasil, Eurico Gaspar Dutra, pudesse passar pelo local para viajar a Petrópolis. Naquela época, o Rio de Janeiro era a capital da República e abrigava o poder executivo federal. Retomada a corrida, Hermano terminou na quarta colocação. Na década seguinte, foi convidado a disputar corridas na Europa. O que aconteceu depois já faz parte da história. Hermano da Silva Ramos deixou o automobilismo aos 35 anos. Depois de pendurar o capacete, se dedicou a outras áreas de trabalho, longe das pistas. Mas a paixão pelo esporte a motor perdura até hoje. No final da entrevista exclusiva concedida à RFI, Hermano mandou um recado em português para os torcedores e amantes da velocidade. “Sinto que sou muito mais brasileiro do que francês no automobilismo. Muito obrigado e até logo, amigos da Fórmula 1. Tchau!”, disse Nano, um dos pioneiros a erguer a bandeira brasileira a muitos quilômetros por hora nas pistas europeias.
“Ali ele entrou numa caverna para passar a noite, e, de repente, o Senhor Deus lhe perguntou: — O que você está fazendo aqui, Elias?”1 Reis 19:9 (NTLH)Você tem se escondido dos seus medos?Elias, um profeta usado por Deus de forma extraordinária, deixou que o medo o conduzisse para dentro de uma caverna. O receio de ser perseguido o levou a se isolar, a fugir, a desejar não enfrentar aquilo que o assustava. Curiosamente, ele preferiu a ideia da morte do que o confronto com seu próprio medo.E a verdade é que isso também acontece conosco.Quando nos escondemos, não ficamos invisíveis ao problema; ficamos apenas mais expostos à angústia interior. O medo se torna maior, os pensamentos se intensificam e, aos poucos, vamos perdendo o brilho, a força e até a clareza do propósito.Mas foi dentro da caverna que Deus chamou Elias pelo nome.Assim também o Senhor nos chama para fora de todo lugar emocional em que temos nos escondido. Ele nos convida a olhar para o medo não como um gigante, mas como uma oportunidade de ver Seu poder agindo através de nós.O que hoje te faz se esconder?O que tem tentado silenciar sua coragem?Deus é a força que te levanta, o sopro que te impulsiona e a luz que te chama para fora. Com Ele, você é maior que tudo aquilo que tenta te intimidar.Pensamento do dia:O que você tem evitado enfrentar?Oração:Senhor, entregamos a Ti tudo aquilo que tem sido motivo de medo em nossa vida. Dá-nos coragem, força e fé para sair da caverna e caminhar confiando na Tua presença.Em nome de Jesus, amém!
O Fernando Alvim já fez de tudo: rádio, televisão, livros, projetos culturais... conhecido pela sua criatividade irreverente, pelo humor inteligente e pela forma como desafia constantemente convenções.É também alguém que tem dado palco a novos talentos e projetos culturais, mantendo sempre uma energia contagiante.O Alvim é um Comunicador nato.Curiosamente, foi resistente em aceitar o nosso convite, diz que não tinha nada para dizer sobre divórcio e, claro, o que nos fez ainda ter mais vontade de conversa com ele.Porque, afinal, quem é que não tem nada a dizer sobre os fins? Fins de relações, de projetos, de ciclos… todos os vivemos, todos os evitamos, a todos inquietam.E se há coisa que o Alvim sabe fazer, é falar daquilo que, à partida, parecia não ter conversa nenhuma. Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas. Conteúdos abordados:· medidas radicais do Alvim, se fosse eleito presidente da república;. o amor actual vs o amor “tradicional”; . reflexão sobre a terminologia: marido, amante, madrasta, padrasto e enteado;. a convivência com a PHDA (Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção);. coragem e gentileza, precisa-se;. a dificuldade de terminar relacionamentos. FOTO: @doglifeproject O episódio foi GRAVADO COM O APOIO @comuna_studios e está disponível no Spotify, Apple Podcasts, Youtubee nas outras plataformas de distribuição de Podcasts habituais. Para mais informações sobre AS NOSSAS FORMAÇÕES segue o linkPodes adquirir o nosso livro através do nosso site,directamente da editora ou qualquer outra livraria física ou online
O que era para ser um simples amistoso contra a Argentina, se transformou numa polêmica que envolve dinheiro e representantes de Angola. De acordo com o canal de notícias Sport New Africa, Angola teria pago €12 milhões aos argentinos, algo em torno de R$ 74 milhões, para que a seleção campeã da última Copa do Mundo jogue com Lionel Messi no país africano. Marcio Arruda, da RFI em Paris O montante pago à AFA (sigla da federação de futebol da Argentina) seria dividido entre governo e empresários locais. No entanto, o ministro da Juventude e Desporto de Angola, Rui Falcão, disse ao correspondente da RFI em Angola, Francisco Paulo, que “naturalmente, haverá contribuição voluntária de alguns empresários. O mais relevante é o seguinte: o nosso compromisso é ir buscá-los e levá-los. Vamos pagar o hotel e o transporte dos argentinos. Portanto, é isso que está negociado”. Um desses empresários é o general Bento Kangamba, conhecida personalidade em Angola. “O Ministério da Juventude e Desportos orientou três empresários para procurar formas para conseguir patrocinar este evento. E um dos empresários sou eu”, disse. Bento Kangamba, que é membro do partido do governo MPLA, sigla que significa Movimento Popular de Libertação de Angola, é acusado de ter dívidas trabalhistas com ex-jogadores de futebol e de atrasar salários dos jogadores do clube que ele preside. O presidente da Associação Justiça, Paz e Democracia, Serra Bango, exige ações de entidades angolanas. “Nós não conseguimos entender como o Ministério Público e a PGR, até agora, ainda não pediram ao Bento Kangamba para justificar a origem desses US$ 6 milhões que ele disse que vai pagar à seleção argentina. O interessante é que, como sabemos, paralelo a isso ele não consegue pagar em dia os salários de sua equipe de futebol”, declarou Serra Bango. Futebol não é prioridade O líder da associação fez questão de lembrar os problemas que Angola enfrenta há décadas. "Precisamos chamar atenção para o sofrimento que os cidadãos angolanos passam, como fome, miséria, desemprego e falta de escolas. Nós temos graves problemas de saneamento básico e de saúde, como cólera, malária e febre tifoide por quase todo o país. Além disso, infelizmente, ocorreram aquelas execuções sumárias, que têm sido denunciadas por vários ativistas. O que temos assistido em muitos países da África, e infelizmente incluo Angola nisso, é que governantes preferem desembolsar muito dinheiro para visitas momentâneas de ilustres figuras, enquanto o povo angolano vive na indigência”, lembrou Serra Bango. Presidente da ONG Friends of Angola, Florindo Chivucute criticou a concordância da Argentina em jogar esse amistoso e afirmou que os jogadores argentinos levarão para sempre essa mancha em suas carreiras. “A decisão deles ficará na história. Os argentinos sabem muito bem quais são as consequências de uma ditadura. É importante lembrar das mães da Praça de Maio, que começaram suas marchas em 1977. É um dos maiores símbolos mundiais de resistência contra a violência de Estado e o desaparecimento forçado de pessoas”, afirmou Florindo Chivucute, lembrando que a ditadura militar argentina durou de 1976 a 1983. “Atualmente, as mães da Praça de Maio se reúnem sempre às quintas-feiras. O objetivo, hoje, é lembrar ao mundo que não se deve esquecer o passado", disse. "É um movimento que simboliza a luta pela memória, pela verdade e pela justiça; e é isso que nós esperávamos que a seleção da Argentina fizesse, mas, infelizmente, não fez” Cinquentenário da independência A data do jogo entre Angola e Argentina não foi escolhida ao acaso. A partida será disputada na capital Luanda no dia 14 de novembro, apenas três dias da data que Angola celebrará os 50 anos da independência. "Nós não somos contra a partida de futebol. Aliás, é bom que a celebração dos 50 anos seja feita assim. Mas aqui há outro elemento: o partido no poder e o Executivo querem fazer desta celebração a sua atividade. Particularmente não querem envolver os angolanos; nem outros movimentos. Não devemos esquecer que a independência não foi conquistada só pelo MPLA. Seria interessante que Angola, ao invés de convidar a seleção argentina, convidasse quatro seleções africanas. O valor não seria tanto", criticou Serra Bango. Leia tambémNo ano do cinquentenário da independência, Cabo Verde garante vaga na Copa do Mundo Florindo Chivucute, líder da Friends of Angola, criticou o dinheiro gasto nesse amistoso. “Este montante deveria ser usado para dar oportunidade a centenas de crianças em Luanda e em todo o país para irem à escola pela primeira vez. Nós temos centenas de crianças que estão fora do ensino porque, segundo as autoridades locais, não há condições para essas crianças irem à escola; dizem que não há escolas suficientes” Angola e Argentina vão jogar no Estádio Nacional 11 de Novembro, que é o maior do país e, recentemente, passou por uma grande reforma que custou US$ 13 milhões, que é o equivalente a quase R$ 70 milhões. De 2009 a 2025 A última vez que essas seleções se enfrentaram foi em 2009. Aquele jogo disputado na Itália terminou com a vitória argentina por dois a zero, gols de Maxi Rodriguez e Sorín. Lionel Messi, que na época tinha 21 anos, começou a partida no banco e entrou aos 18 minutos do segundo tempo. Curiosamente, Lionel Scaloni, hoje técnico da seleção da Argentina, também entrou na etapa final ao lado de Messi. Os dois são esperados no confronto desta semana contra Angola. A vitória da Argentina de 16 anos atrás foi assistida por quatro mil pessoas na arena italiana. Agora, o amistoso deverá reunir 48 mil torcedores no estádio em Luanda. Os ingressos para essa partida já começaram a ser vendidos. A expectativa é que esgotem antes mesmo do dia do jogo. A seleção de Angola não disputará a Copa do Mundo de 2026. Os angolanos foram eliminados do grupo D e a vaga ficou com a seleção de Cabo Verde. Leia tambémNo ano do cinquentenário da independência, Cabo Verde garante vaga na Copa do Mundo Além dessa partida entre Angola e Argentina, haverá amistosos nessa última Data-Fifa de 2025. O Brasil medirá forças contra Senegal, em Londres, e contra Tunísia, em Lille. Também neste mês, França e Portugal devem garantir matematicamente suas vagas na Copa de 2026, que vai ser disputada nos Estados Unidos, México e Canadá.
Luís Manuel Gonçalves Marques Mendes. É este um dos nomes que lhe aparecerá no boletim de voto, a 18 de janeiro. Ex-líder do PSD, partilha com o António José Seguro não ter consigo chegar a ir a votos, em legislativas. Natural de Fafe, formado em direito, começou a sua vida política cedo, como vice-presidente da Câmara, ainda com 19 anos. Foi deputado em seis legislaturas, líder parlamentar quando o atual Presidente da República era presidente do PSD, secretário de Estado dos assuntos parlamentares, secretário de Estado da Presidência e ministro adjunto de Cavaco Silva, assim como ministro dos Assuntos Parlamentares de Durão Barroso. Como começa a ser hábito nos candidatos à presidência do centro-direita, foi comentador, em horário nobre, canal generalista e a solo, durante anos. Foi o primeiro candidato a tornar pública a sua candidatura. Nestas eleições, tem uma vantagem e uma desvantagem, que são a mesma: é o candidato apoiado pelo partido que governa. Vantagem, porque é o partido mais votado e, não se afastando dessa base de apoio, Marques Mendes têm aparecido, consistentemente, como forte candidato a ir a uma segunda volta. Desvantagem, porque é um partido que concentra tal poder, que a teoria soarista de que os portugueses não gostam de pôr os ovos todos no mesmo cesto seria, neste caso, esmagadora. Nunca tantos ovos pesaram no mesmo cesto porque nunca um partido teve o governo, o parlamento, duas regiões autónomas, a maioria das câmaras, incluindo as cinco mais populosas. Mesmo perante isto, a sua campanha tem estado bastante colada ao governo e à AD. Com tanta concorrência à direita, saberá que só conquista quem tem base sólida. E, ainda assim, segundo as sondagens, uma parte importante dessa base ainda está por conquistar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En el episodio anterior, hablamos del mal estado de la animación en México y de pronto ¡pum!, llega Frankelda a mostrarnos que hay cosas chidas aunque perfectibles. Curiosamente esta obra tuvo campañas de odio y de amor, y en esta ocasión leemos varios comentarios que nos traen a la digna sucesora de las peleas de punks vs emos, con los otakus vs los furros. Eso y más en esta entrega de Nunca leas los comentarios... sobre Frankelda. ¿De dónde sacamos los comentarios?- Soy Frankelda Es Una GRAN JOYA Llena de Pobres Excusas- La división de bandos: Frankeldos vs Frikianimosos- Los hijos del anime haciendo fan art de Frankelda- Gente comentando sobre el estreno- Gente que se cree brillante asociando otras referencias culturales- Frankelda vs Laika. El mexicano justificándose como siempre.- Los fanses de Chainsaw bien egoístas- Fan arts- Los fans son furros- La audiencia que no paga pero todo quiere- ¿Ya te dije que los fans son furros?- Furros, Furros te digo.- Apoyo entre artistas del doblaje- La taquilla de Frankelda al 2 de noviembre- Películas mexicanas taquilleras en 2025Esta entrega fue traída gracias a:Productora Ejecutiva: Blanca LópezCo-Productor: Dany SaadiaCo-Productor: Román RangelAgradecimiento especial a nuestros Patreons: Adriana Fernández, Agustín Galván, Cris Mendoza, Jaime Rosales, Juan Espíritu, Luiso Uribe, Zert, Álvaro Vázquez, Arturo Manrique, Fabiola Sándoval, Lau Berdejo, Marce, Alejandro Alemán, Arturo Aguilar, Enrique Vázquez, Ernesto Diezmartínez, Jorge I. Figueroa, Mariana Padilla, Tania RG y Fernando Alonso.¡Gracias a nuestros suscriptores en Twitch ! Gracias a CoyoteRax por su apoyo.Tú también puedes apoyar la creación de este y más programas y recibir crédito (para que aumentes currículum) y otros extras exclusivos en www.patreon.com/churrosypalomitas¿Quieren continuar la discusión? Tenemos nuestro
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA JÓVENES 2025“HOY ES TENDENCIA”Narrado por: Daniel RamosDesde: Connecticut, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================03 de NoviembreUn millón de trasplantes«Pero yo, el Señor, juro por mi vida que no quiero la muerte del malvado, sino que cambie de conducta y viva. Israel, deja esa mala vida que llevas. ¿Por qué habrás de morir?». Ezequiel 33: 11E portal de noticias ABC News reportó que en septiembre de 2022, Estados Unidos realizo su trasplante de órgano número un millón. Esto marcó un hito para este procedimiento médico que ha salvado miles de vidas. El primer trasplante de órgano se realizó en 1954, en Boston, cuando un equipo dirigido por el doctor Joseph Murray trasplantó un riñón de Ronald Herrick a su hermano gemelo, Richard. No obstante, no se realizaron muchos trasplantes durante los primeros treinta años desde que se realizó el procedimiento, pues la medicina no había descubierto cómo lidiar con el rechazo inmunológico del cuerpo al órgano nuevo.Pero a principios de la década de 1980, con el avance de los medicamentos antirrechazo, los trasplantes experimentaron un auge y solo en 2021 se realizaron más de 41,000 trasplantes. Lamentablemente, solo en Estados Unidos unas cinco mil personas mueren cada año mientras esperan recibir un trasplante.Resulta notable que más de dos mil quinientos años antes de que se realizara el primer trasplante, la Biblia se refiera al cambio que Dios desea efectuar en nosotros en términos muy similares a los de un trasplante de corazón. El Señor promete quitarnos «ese corazón duro como la piedra» y darnos «un corazón dócil» (Ezequiel 36: 26). Curiosamente, a renglón seguido el profeta Ezequiel señala que Dios pondrá en nosotros su «espíritu» para que cumplamos sus mandamientos. De allí que el corazón que Dios desea poner en nosotros es ¡su propio corazón! Dios desea reproducir su carácter en nosotros, un verdadero trasplante.Tristemente, a nivel espiritual, son muchos los que mueren cada día, no por insuficiencia de «corazones», ni por algún error en el proceso, sino porque se rehúsan a aceptar el nuevo corazón que Dios les ofrece. Prefieren vivir con un corazón trificado por el pecado, soslayando que tal forma de vida inevitablemente conduce a la muerte (ver Romanos 6: 23). En el versículo de hoy, el Señor expresa su deseo que todos sus hijos alcancen la vida. Esa promesa te incluye a ti y me incluye a mí. Tenemos a nuestra disposición al Médico divino que desea donarnos su propio corazón. Con semejante oferta sobre la mesa, ¿por qué habremos de morir?
👉Apóyanos haciéndote socio de nuestro club aquí: https://vionemedia.com/haztesocio 📢 Suscríbete a nuestro nuevo canal: https://www.youtube.com/@ViOnePlus ¡Vótame en los Premios iVoox 2025!: https://go.ivoox.com/wv/premios25?c=4255 Tradicionalmente, se considera el 753 a. de C. como el año de la fundación de la ciudad de Roma. Curiosamente, las fuentes históricas y arqueológicas parecen refrendar el mito legendario.
En la edición de hoy del Radar Empresarial, abordamos el reciente anuncio de Nestlé sobre un significativo recorte de personal que impulsó al alza sus acciones el pasado jueves. La compañía planea eliminar 16.000 empleos en los próximos dos años, lo que representa aproximadamente el 6% de su fuerza laboral global. Esta decisión, que busca optimizar su estructura de costos, permitirá a la multinacional suiza ahorrar alrededor de 3.700 millones de dólares hasta 2027. Curiosamente, este ajuste no responde a una crisis financiera inmediata, ya que la empresa presenta un crecimiento orgánico de ventas del 3,3%, aunque el impacto del tipo de cambio, con una caída del 5,4%, ha reducido los ingresos en términos reales un 1,9%. El director general recientemente nombrado, Philipp Navratil, señaló que “el mundo está cambiando y Nestlé debe adaptarse con mayor rapidez”. En realidad, la empresa parece estar un paso adelante en este proceso de transformación. Desde septiembre, Navratil reemplazó a Laurent Freixe, quien abandonó el cargo tras violar el código interno de conducta por una relación inapropiada con una subordinada. Esta no ha sido la única renovación: en junio, la presidencia cambió de manos, con Pablo Isla (ex CEO de Inditex) tomando el relevo de Paul Buckle. Todo apunta a una estrategia enfocada en modernización y eficiencia. Buena parte de los despidos afecta a áreas administrativas: 12.000 de los 16.000 puestos suprimidos están relacionados con funciones de oficina. Esto está ligado a un proceso de automatización y digitalización en el que Nestlé ya ha comenzado a implementar inteligencia artificial. La empresa está utilizando agentes de IA para asumir tareas rutinarias, lo que forma parte de su ambición de liderar la transformación tecnológica dentro del sector alimentario. Además, Nestlé enfrenta desafíos importantes en el mercado estadounidense. Sus ingresos en América cayeron un 4,8%, situándose en 27.000 millones de euros, debido en parte a los aranceles. A esto se suma la presión regulatoria en torno a los productos con chocolate, impulsada por el secretario de salud Robert F. Kennedy Jr., quien lidera una campaña por hábitos más saludables bajo el lema “Make America Healthy Again”.
El 9 de octubre de 2025 celebramos el Día Mundial de la Visión, una fecha que ha servido de inspiración para el nuevo programa de nuestro director de orquesta, Andrés Salado, titulado La Alboreá: Música a ciegas. Esta propuesta artística nos invita a reflexionar sobre la relación entre la música y la percepción, más allá de lo visual.Paradójicamente, esta inspiración no fue posible para Georg Friedrich Haendel, quien, además de sufrir un delicado estado de salud, enfrentó graves problemas de visión. A lo largo de los años, se sometió a varias intervenciones quirúrgicas, siendo la última a manos del controvertido oculista John Taylor.Taylor, más que un médico, era un personaje pintoresco: viajaba por Europa en su carromato, operando ojos con una temeridad que dejaba a muchos pacientes peor de lo que estaban. Haendel no fue la excepción. Tras la operación, quedó completamente ciego y aún más debilitado. Curiosamente, Johann Sebastian Bach también fue intervenido por Taylor, con el mismo trágico desenlace: la ceguera total.Sin embargo, la historia de la música está llena de ejemplos de artistas que, a pesar de la ceguera, lograron carreras brillantes. Es el caso de María Teresa von Paradis, compositora vienesa del siglo XVIII, quien perdió la vista a los tres años. Su talento la llevó a recorrer Europa ofreciendo conciertos y componiendo decenas de obras. Y más cerca de nuestro tiempo, encontramos la historia de Andrea Bocelli. Nació con glaucoma congénito, pero fue un accidente jugando al fútbol —un balonazo en la cabeza a los 12 años— lo que le dejó completamente ciego. Para cualquier niño, ese momento podría haber significado el fin de muchos sueños. Pero en Bocelli despertó algo más profundo: una necesidad de expresarse a través de su voz. Escuchar audio
En 2013, año en el que se conmemora el milenio de la fundación del Reino de Granada, el programa se propone descifrar los códigos escondidos del palacio medieval nazarí que millones de personas visitan cada año la Alhambra. Sin embargo, pocas conocen las reglas ocultas que explican y dan sentido a su belleza. La Alhambra “habla” con muchos lenguajes. Su verdadera esencia se observa en los poemas que los sultanes constructores dejaron escritos en muros, columnas y fuentes, una arquitectura completa hecha de palabras. Pero la Alhambra también es la expresión matemática de la belleza vista con los ojos del Islam medieval. Los alarifes y tracistas de la época utilizaron la geometría como lenguaje. Crónicas conduce al espectador a su interior por la única puerta, ahora cerrada al público, que en la Edad Media conectaba con la ciudad de Granada. El programa recorre los pasadizos secretos que se esconden bajo los palacios, y descifra la simbología del lugar donde se ubicaba el trono del sultán. La Alhambra fue la sede del estado de la dinastía nazarí. Una verdadera ciudad, con una estructura parecida a una jaima del desierto, en la que la pobreza de los materiales con los que se construyó indica el sentido efímero de su arquitectura. Curiosamente, es el único palacio medieval de su tiempo que ha llegado hasta la actualidad.
====================================================https://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1====================================================DEVOCIÓN MATUTINA PARA JOVENCITAS“PRINCESA”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================03 DE OCTUBRE NO ES LO QUE PIENSAS «Porque mis pensamientos no son los de ustedes, ni sus caminos son los míos —afirma el Señor—. Isaías 55:8 Cuando sonó el teléfono en medio de la noche, mi corazón se detuvo. Era la policía, informándome que mi hijo de 21 años se había quedado dormido al volante mientras regresaba de la casa de un amigo. Desde que Mitch tenía solo cuatro meses y su padre biológico falleció, he vivido con dos miedos: que su vida se vería afectada por esa pérdida y que también podría morir joven. Al llegar a la escena del accidente, encontré el auto destrozado, pero para mi asombro, Mitch no tenía ni un rasguño. El oficial de policía estaba impactado y le dijo: “Si yo fuera tú, iría a la iglesia más cercana y daría gracias a Dios por salvar tu vida. Él tiene un propósito para ti”. Curiosamente, el accidente ocurrió en el aniversario de la muerte de su padre biológico, y ambos tenían exactamente la misma edad. Era un mensaje claro de Dios: Mitch estaba en Sus manos. Esa verdad disipó mis temores y rompió las mentiras de Satanás. Ya no tengo miedo de perder a mi hijo. La única forma de enfrentar nuestros pensamientos aterradores es entregarlos a Dios. ¡Podemos descansar en la seguridad de que Sus planes son más maravillosos de lo que jamás podríamos imaginar!
La actriz, Blanca Portillo, nos habla de su papel en la película Día de caza, dirigida por Pedro Aguilera. Es una de las protagonistas junto a Carmen Machi y Rossy de Palma. Curiosamente, en la ficción sus personajes conservan sus nombres reales: Carmen, Rosa y Blanca. Son tres amigas que se reencuentran tras mucho tiempo sin verse para cazar, y entre risas comparten los complicados momentos por los que están pasando en sus vidas.Escuchar audio
En el vídeo de hoy el Profesor Ángel Rosa analiza las reacciones marcha pro independencia de Puerto Rico. En el fin de semana del Día del Trabajo varios grupos independentistas convocaron manifestaciones en Puerto Rico, Nueva York, Chicago, Nueva Jersey, Florida y Ohio para reclamar la separación de los Estados Unidos. Curiosamente, mientras el PNP ha guardado silencio, el PPD le salió al paso al evento, utilizándolo para cuestionar el carácter del líder del PIP, Juan Dalmau. ¿Por qué calla el PNP? ¿Qué mueve a los populares a atacar la imagen de Dalmau? ¿Será este el fin del ángel político Dalmau? ¡No te lo pierdas! Con su acostumbrada agudeza analítica el Profesor te hace las conexiones que debes conocer para entender esta controversia.
España está siendo quemada y hundida en la miseria y no lo digo como un eufemismo si no con el profundo dolor de ver que es real. Hemos vivido una terrible inundación en Valencia a la que denominaron como Dana el 29 de octubre de 2024, seis meses exactos pasaron y tuvimos un apagón en toda España el 28 de abril de 2025 y posiblemente tengamos otro evento terrible para el 27 de octubre de este año, un evento que tenga que ver con el aire, exactamente otros seis meses después del ultimo. Nos hundimos como pais con una deuda extraoficial del 170% del PIB. Roberto Centeno, junto con otros economistas independientes como Juan Carlos Barba, Juan Laborda y Juan Carlos Bermejo, ha argumentado en diversos análisis que la deuda pública real de España supera ampliamente el 170% del PIB, una cifra que contrasta drásticamente con las estimaciones oficiales que sitúan la ratio en torno al 101-103% en 2025. Llegando ellos a estimar un PIB real un 18-20% inferior al oficial debido a manipulación contable desde 2008. Producto interior bruto que esta dopado gracias a la introducción de mas de medio millón de inmigrantes entre legales e ilegales al año, cifra que se va incrementando exponencialmente y que muy pronto creara graves problemas de convivencia. Nuestro pais sigue colocando deuda al por mayor dado que aunque recientemente las principales agencias de calificación crediticia la han bajado de la nota A+ a simplemente A, este tipo de deuda sigue siendo reclamada en los mercados y se sigue comprando. Nuestro pais se mantiene gracias a las subvenciones encubiertas de la UE y a la emisión de deuda, deuda que jamas podremos pagar. ¿Cuánto necesita el Estado para mantenerse en pie? Para 2025, considerando el crecimiento sostenido, el gasto total anual en pensiones (incluyendo las de Clases Pasivas) podría rondar los 214.000 millones de euros que sumado a los 55.000-65.000 millones de euros que gastamos en los sueldos de los funcionarios y el gasto en otros apartados, excluyendo sanidad e infraestructuras, de unos 130.000-180.000 millones de euros hace un total de unos 460.000 millones de euros al año. Hay que sumar a esta cantidad los mas de 32.000 millones de euros del pago de los intereses de la deuda, no de la deuda propiamente dicha. Nuestra deuda oficial con ese PIB inflado es de aproximadamente 1.646.000 millones de euros en febrero de 2025, o sea casi 1,7 billones, con un crecimiento interanual del 2,6%. La proyección del Ministerio de Economía para finales de 2025 sitúa la deuda en un 101,4% del PIB, con una emisión neta de 60.000 millones de euros y una emisión bruta de 278.000 millones, o sea, vamos a pedir casi otros 300.000 millones de euros lo que implica que el stock total de deuda podría rondar los 1.8 a 1.9 billones de euros, dependiendo del PIB nominal, estimado en torno a 1.773.000 millones de euros para 2025 según el plan fiscal. Nuestro pais quebró en 2008 pero nadie nos lo ha contado. Somos un yonki que necesita cada vez una dosis mayor de deuda. Literalmente nadamos en un mar de papelitos de deuda que hace que hayamos perdido la soberanía y que el mejor postor se lo lleve todo. Los carroñeros como BlackRock, Vanguard y BlackStone, las tres grandes, manejan decenas de veces nuestro PIB y el 85% del IBEX35. El BCE sigue siendo un actor significativo, manteniendo aproximadamente el 25,7% de la deuda pública, el resto, cerca del 73,7%, recae en otros inversores, incluyendo instituciones financieras internacionales como las citadas antes y posiblemente países como USA y China, y digo posiblemente porque a ciencia cierta nadie lo sabe. Lo úrico cierto es que viendo en que sectores se invierte en este pais podemos aventurar quienes están detrás. Por ejemplo, sabemos que el 90% del comercio de tierras raras está en manos chinas y que estas son necesarias para construir molinos eólicos y placas solares. El lado oeste de nuestro pais es rico en esta clase de minerales y creo que alguien ha decidido que ya era hora de “meterles mano”. También tenemos minerales estratégicos como el wolframio, el uranio o el litio que serán extraídos masivamente en breve. España reduce a la mitad su inversión en prevención de incendios mientras 2025 se convierte en el año más devastador del siglo, veamos porque. En los últimos años, los incendios forestales han devastado regiones específicas de España, dejando tras de sí un paisaje de cenizas y promesas rotas. Precisamente desde la semana 33 del 2025, en pleno agosto y durante el periodo mas caliente de este año hemos tenido unos terribles incendios en la parte oeste de nuestro pais. Parece que el archifamoso “cambio climático” solo afecta a la parte del pais supuestamente mas húmeda, ¿raro, no? Pero, ¿y si estos desastres no fueran simples tragedias naturales o descuidos humanos? ¿Y si, en las sombras, intereses económicos y políticos estuvieran orquestando un juego donde el fuego es solo el primer acto de un plan mucho más ambicioso? En una región concreta del país, donde los montes arden con sospechosa recurrencia, se teje una narrativa especulativa que apunta a un beneficiario inesperado: el propio gobierno, o al menos ciertos sectores con acceso privilegiado a sus políticas y recursos. A través de una combinación de reforestación, bonos de carbono, y la instalación de placas solares, molinos eólicos y explotaciones mineras, los terrenos quemados se convierten en un negocio redondo, disfrazado de sostenibilidad. Con el terreno aún humeante, la Junta de Castilla y León ha otorgado la Declaración de Impacto ambiental para la futura mina "Mesa de Reis" en el Bierzo, una mina de cuarcita cuyos tramites llevaban parados desde 2023 precisamente por el rico bosque de la zona. Una vez que ya no hay bosque ya no hay impacto ambiental negativo y se pueden extraer las casi 10.000 toneladas de cuarcita al año. El cuarzo o la cuarcita no es una tierra rara ni tiene presencia de minerales como torio, lantano o cerio, que son más comúnmente asociados con rocas alcalinas o carbonatitas, no con cuarcitas, que son rocas metamórficas de cuarzo. España tiene la mayor cantidad de tierras raras de Europa después de Finlandia. Las reservas de España se estiman en 70.000 toneladas, según el Instituto Geológico y Minero de España. Se consideran interesantes tres yacimientos de tierras raras: uno en Monte Galineiro, en Galicia, otro en la provincia de Ciudad Real el sitio de Matamulas y el ultimo en una amplia zona de la región de Castilla y León. Los tres sitios han sufrido incendios. Por ejemplo en El Payo o Cipérez (Salamanca), zonas que han sufrido graves incendios hay previsto un proyecto llamado “Salvaleón”, que abarca investigaciones minerales de litio, estaño y wolframio. Este yacimiento abarca tanto El Payo como Navasfrías, también en Salamanca, así como municipios colindantes en Cáceres. Otro punto de interés es el yacimiento de Barruecopardo, también en Salamanca, que produce wolframio (tungsteno) y se considera la única mina activa de este mineral crítico en Europa, con reservas de 8,69 millones de toneladas. Sufrio un incendio el 9 de julio de 2025, que afectó 1,4 hectáreas de pasto, curiosamente una zona que posiblemente será una ampliación de la explotación minera. La Ley 21/2015 de Montes, en su artículo 50, establece una aparente salvaguarda: los terrenos forestales incendiados no pueden cambiar su uso, como convertirse en suelo urbanizable, durante al menos 30 años. Este precepto, presentado como una medida para proteger la naturaleza y frenar la especulación urbanística, parece noble en la superficie. Sin embargo, un análisis más profundo revela fisuras que podrían ser explotadas. La ley no prohíbe explícitamente otros usos "compatibles" con la naturaleza forestal, siempre que se obtengan autorizaciones y se cumplan requisitos ambientales. Aquí comienza el primer hilo de la madeja conspirativa: ¿qué tan estrictos son estos requisitos cuando el terreno ya ha sido reducido a cenizas? Un monte quemado, desprovisto de su biodiversidad original, se convierte en un lienzo en blanco, fácil de moldear para proyectos que, bajo el paraguas de la "sostenibilidad", generan jugosos beneficios económicos. La instalación de molinos eólicos y placas solares en estos terrenos quemados es no solo posible, sino sospechosamente conveniente. Clasificados como usos "excepcionales" o "complementarios", estos proyectos se benefician de la etiqueta de "interés público" que les otorga la Ley 7/2021 de Cambio Climático y Transición Energética y decretos como el RD 1183/2020. Estos instrumentos legales han simplificado los trámites administrativos, agilizando la aprobación de proyectos renovables incluso en suelos forestales sensibles. Lo que podría parecer un avance hacia la descarbonización adquiere un matiz más oscuro cuando se considera la facilidad con la que una empresa puede cumplir los requisitos ambientales tras un incendio. Si, además, esa misma empresa se encarga de reforestar una porción del terreno circundante, el proyecto gana una pátina de legitimidad ecológica que silencia las críticas. Pero, ¿quién verifica la calidad de estas reforestaciones? ¿Y qué impide que estas iniciativas sean meros gestos cosméticos para justificar la ocupación de los terrenos? Los fondos NextGenerationEU, presentados como el gran salvavidas de la economía postpandémica, añaden otra capa a esta trama. Estos fondos, canalizados a través del Plan de Recuperación, Transformación y Resiliencia (PRTR), pueden cubrir hasta el 70% de los costos de proyectos de reforestación y hasta el 50% o más para instalaciones de energías renovables, como autoconsumo colectivo, agrivoltaica o almacenamiento a gran escala. La primera fase de estas subvenciones se agotó rápidamente en 2023, pero una Adenda al PRTR aprobada por el Consejo de Ministros ha abierto una segunda fase de financiación (2024-2026), con una dotación de 70.000 millones de euros. Este flujo de dinero, que debe gastarse antes de 2026, crea una ventana de oportunidad inquietante: los veranos de 2025 y 2026 se convierten en el momento perfecto para que un terreno forestal arda "accidentalmente", dejando el camino libre para proyectos rentables. Imagina el escenario: un incendio arrasa un monte en una región estratégica, como ciertas áreas de Galicia, Castilla y León o Zamora, conocidas por su riqueza forestal y, casualmente, por su potencial para proyectos renovables y mineros. Una vez quemado, el terreno se reforesta parcialmente con especies autóctonas, generando bonos de carbono que se venden en mercados voluntarios a precios de 5 a 25 euros por tonelada (o 70 euros o más en mercados regulados). Al mismo tiempo, se instalan placas solares o molinos eólicos, financiados en gran parte por los fondos europeos, y se aprovechan bonificaciones fiscales como reducciones del IBI (hasta 50%), el ICIO (hasta 95%) o deducciones en el IRPF (20-60%). Pero la trama no termina ahí. En algunos casos, estos terrenos quemados abren la puerta a explotaciones mineras, especialmente en áreas ricas en minerales como las tierras raras o el litio, crucial para baterías de almacenamiento energético. La combinación de reforestación, renovables y minería crea un cóctel económico irresistible, donde el incendio inicial parece menos un accidente y más un catalizador planificado. El mecanismo de los bonos de carbono es la joya de esta corona especulativa. Un bosque sano y antiguo, con su capacidad de absorción de CO2 ya estabilizada, no genera nuevos créditos de carbono. Sin embargo, un terreno quemado, despojado de su vegetación, es un candidato ideal para la reforestación estratégica. Según el Registro de Huella de Carbono del Ministerio para la Transición Ecológica y el Reto Demográfico (MITECO), un proyecto de reforestación debe cumplir requisitos estrictos: permanencia mínima de 30 años, uso de especies autóctonas y exclusión de cultivos de ciclo corto, como olivos hiperintensivos o árboles ornamentales. Pero aquí radica el truco: la reforestación no necesita abarcar todo el terreno. Una empresa puede plantar árboles en una fracción del área quemada, obtener los certificados de captura de CO2 (cada bono equivale a 1 tonelada métrica de CO2 equivalente) y destinar el resto del terreno a placas solares, molinos o incluso minería, maximizando los ingresos. Los árboles absorben CO2 de la atmósfera a través de la fotosíntesis, almacenándolo en su biomasa (troncos, ramas, hojas y raíces) y en el suelo. La cantidad de CO2 capturado depende del tipo de especie, la densidad de la plantación y las condiciones del terreno. La cuantificación de la captura de CO2 es un proceso técnico, basado en metodologías de estándares como Verra, Gold Standard o el MITECO. En promedio, se necesitan entre 30 y 80 árboles para capturar una tonelada de CO2, un proceso que puede tomar años, pero que asegura un flujo constante de bonos. Una vez verificados por auditores independientes, estos bonos se registran y se venden en mercados voluntarios, donde empresas con grandes emisiones los compran para cumplir objetivos de neutralidad de carbono. La ironía es devastadora: un incendio, lejos de ser una pérdida, se transforma en una inversión a largo plazo. Y si el gobierno, o ciertos actores cercanos a él, tienen conocimiento previo de estas oportunidades, ¿qué les impediría mirar hacia otro lado mientras el fuego consume los montes? Curiosamente la ley de montes del 2015 surge tras la implementación de estos créditos del carbono en el año 2010 y ampara a los incendios desde el año 2012. El hilo conspirativo se refuerza al considerar el contexto político y económico. El gobierno español, comprometido con los objetivos climáticos de la Unión Europea y el Acuerdo de París, enfrenta presiones para acelerar la transición energética y reducir emisiones. Los incendios, aunque públicamente lamentados, podrían ser un mal menor para ciertas élites si abren la puerta a proyectos que generan empleo, atraen inversión extranjera y cumplen metas internacionales. En una región concreta del país —digamos, una zona con alta incidencia de incendios y recursos naturales estratégicos—, los beneficios económicos de esta triple jugada (reforestación, renovables y minería) podrían superar con creces el costo político de un desastre ambiental. Más aún cuando los fondos NextGenerationEU, con su urgencia de ejecución antes de 2026, actúan como un incentivo para acelerar proyectos en terrenos "convenientemente" disponibles. La narrativa oficial habla de sostenibilidad, de lucha contra el cambio climático, de restauración ecológica. Pero bajo esta fachada, se susurra una verdad más incómoda: los incendios podrían no ser solo tragedias, sino oportunidades orquestadas. ¿Es casualidad que ciertas áreas ardan año tras año, mientras empresas con conexiones políticas obtienen autorizaciones rápidas para instalar infraestructuras? ¿O que los mismos actores que financian la reforestación sean los que instalan placas solares y explotan minas, todo bajo el paraguas de los fondos europeos? La Ley de Montes, con su aparente rigidez, podría ser un telón de fondo perfecto para un juego donde el fuego no destruye, sino que construye un nuevo orden económico, con el beneplácito —o la complicidad— de quienes deberían proteger los bosques. ¿Quién se beneficia realmente cuando un monte arde? ¿Por qué las autorizaciones para proyectos renovables y mineros en terrenos quemados parecen fluir con tanta facilidad? Y, sobre todo, ¿hasta qué punto el gobierno, o ciertos sectores privilegiados, están dispuestos a sacrificar la naturaleza en nombre de una "transición verde" que huele más a beneficios económicos que a compromiso ambiental? Mientras los montes arden, las respuestas se desvanecen en el humo, dejando tras de sí un paisaje de cenizas, turbinas y promesas de un futuro sostenible que, tal vez, nunca fue el objetivo real. ………………………………………………………………………………………. Datos sobre inmigración y emigración de españoles desde los años 80. España pasa de ser un país de emigración a un receptor de inmigrantes tras su integración en la Comunidad Económica Europea en 1986. La mejora económica y las oportunidades laborales comienzan a atraer flujos migratorios. En 1981, la población extranjera en España era de aproximadamente 198,042 personas (0.5% de la población total). Hacia 1998, esta cifra creció a 637,085 extranjeros (1.6% de la población total). Los inmigrantes provenían principalmente del entorno mediterráneo (Marruecos), Europa (Reino Unido, Alemania) y, en menor medida, América Latina. En los 90 el flujo migratorio creció lentamente. Hacia el año 2000, esta cifra aumentó a 895,720 personas (2.2%). Hablaríamos de casi 100.000 inmigrantes al año mientras que se estima que entre 50,000 y 100,000 españoles emigraron anualmente, muchos por motivos laborales o familiares. Las gallinas que entran por las que salen que decía aquel. En 1998 éramos 39.8 millones. Entre el 2000 y 2008 tuvimos un crecimiento espectacular de la inmigración debido al auge económico, especialmente en construcción y turismo creado por la burbuja inmobiliaria. En 2008, la población extranjera alcanzó 5,268,762 personas (11.41% de la población total). En 2010, llegó al 12.2% (5.7 millones de extranjeros). Pasamos de los 100.000 inmigrantes por año a los mas de 250.000. La inmigración latinoamericana, colombianos y ecuatorianos, se disparo, mientras que la emigración de españoles siguió a buen ritmo. Por ejemplo, en 2015, 94,645 españoles emigraron al exterior, muchos de ellos jóvenes cualificados en busca de empleo en países como Reino Unido, Alemania y Estados Unidos. Ya entraban muchos mas inmigrantes que españoles se marchaban. Cambiábamos gente joven universitaria por trabajadores con baja o nula cualificación. Para 2010 ya éramos 46 millones de personas. Hablo siempre de personas registradas en el censo legalmente, por supuesto siempre hay mas. Desde 2015, la inmigración repuntó con la supuesta recuperación económica. En 2023, la población extranjera alcanzó 8,257,260 personas (16.8% de la población total). Para enero de 2025 teníamos 9,379,972 nacidos en el extranjero (19.1%) de la población total del pais. Los principales países de origen en 2023 fueron Colombia (170,722 llegadas), Marruecos (123,468) y Venezuela (88,361). También hubo un aumento notable de ucranianos (+45.8%), peruanos (+20.1%) y colombianos (+19.1%) en 2022. La población latinoamericana representaba casi el 60% de los inmigrantes en la Comunidad de Madrid en 2022. Nuestros jóvenes siguen marchándose del pais al ritmo de unos 100.000 al año. Sin embargo y con una de las tasas de reproducción mas bajas de todo el mundo, por debajo de 1,2 hijos por mujer hemos llegado a 49,315,949 habitantes según los datos más recientes del Instituto Nacional de Estadística (INE), a 1 de julio de 2025. A continuación voy a proporcionar los datos sobre población extranjera en España según países salvo ingleses y franceses que son unos 500.000 para que veamos su origen. Hablamos de inmigrantes con residencia legal en España, obviamente habrá una gran cantidad de ilegales también. Marruecos 1.092.892, Colombia 856.616, Venezuela 599.769, Rumanía 532.456, Ecuador 448.643, Argentina 415.987, Perú 378.924, Cuba 223.532, Ucrania 215.700, Honduras 201.319 y Rep. Dominicana 201.162. Estos datos provienen del Informe sobre Población de Origen Inmigrado en España 2023 del Servicio Jesuita a Migrantes y el Instituto Nacional de Estadística (INE). Solo de esos 9 países teníamos 5,161,000 personas en España. Muy posiblemente si los sumamos a la inmigración ilegal pasemos fácilmente de los 10 millones en la actualidad. Hemos importado 10 millones de personas pobres para aumentar nuestro PIB artificialmente y solo de manera momentánea ya que dichas personas generan mucha menos riqueza en el largo plazo de lo que aportan con su entrada. ………………………………………………………………………………………. Desde los años 80, la clase media en España ha experimentado un progresivo deterioro que ha transformado su capacidad adquisitiva y su calidad de vida, marcado por el estancamiento de los sueldos y el encarecimiento de bienes y servicios esenciales como la comida, el combustible, la electricidad y, especialmente, la vivienda. En las décadas de 1980 y 1990, España vivió un periodo de crecimiento económico tras su entrada en la Comunidad Económica Europea (1986), lo que permitió a muchas familias de clase media acceder a un nivel de vida más elevado, con mejoras en el empleo y el consumo. Sin embargo, los sueldos, aunque crecieron en términos nominales, comenzaron a perder poder adquisitivo frente al aumento de los costes de vida, un problema que se agudizó en las décadas posteriores. Por ejemplo, en los años 80, el salario medio mensual rondaba las 100,000 pesetas (unos 600 euros), mientras que en 2023, según el INE, el salario bruto medio era de 2,128 euros, pero ajustado a la inflación, el crecimiento real ha sido mínimo o incluso negativo en muchos casos. El encarecimiento de los bienes esenciales ha sido un factor clave en el hundimiento de la clase media. La comida, aunque más accesible en términos de variedad gracias a la globalización, ha visto incrementos constantes en su precio. Entre 2000 y 2023, los precios de los alimentos básicos subieron un 30-40% más que la inflación general, según datos del INE. El combustible, por su parte, ha experimentado alzas significativas, especialmente tras la liberalización del mercado energético y las crisis internacionales (como la de 2022 por la guerra en Ucrania), con precios que pasaron de 0.80 euros/litro en los años 90 a picos de 2 euros/litro en 2022-2023. La electricidad, uno de los gastos más gravosos para los hogares, se disparó tras la liberalización del sector eléctrico en los 2000, con incrementos de hasta el 100% en la factura media entre 2008 y 2023, según la Organización de Consumidores y Usuarios (OCU). Estos aumentos han superado con creces el crecimiento salarial, erosionando el poder adquisitivo de la clase media. El precio de la vivienda ha sido, sin duda, el factor más devastador para la clase media. Durante el boom inmobiliario (1997-2007), los precios de la vivienda en España se triplicaron, pasando de un promedio de 1,000 euros/m² en los años 90 a 3,000 euros/m² en 2007. Aunque la crisis de 2008 redujo temporalmente los precios, desde 2015 se han recuperado, alcanzando en 2023 un promedio de 2,100 euros/m², según Idealista. En grandes ciudades como Madrid o Barcelona, los precios superan los 4,000 euros/m², mientras que los alquileres se han disparado un 50% desde 2015. Esto ha hecho que el acceso a la vivienda, ya sea en propiedad o alquiler, sea prácticamente inalcanzable para muchos hogares de clase media, especialmente para los jóvenes, que destinan más del 40% de sus ingresos al alquiler, frente al 20% que se consideraba sostenible en los años 80. Mientras tanto, los sueldos no han acompañado este ritmo: el salario mínimo interprofesional (SMI) pasó de 424 euros en 1990 a 1,134 euros en 2023, pero sigue siendo insuficiente para hacer frente a estos costes. La combinación de sueldos estancados y el aumento desproporcionado de los costes de vida ha generado una precarización de la clase media, que se ve obligada a destinar una proporción cada vez mayor de sus ingresos a necesidades básicas, dejando poco margen para el ahorro o el consumo discrecional. La crisis económica de 2008-2014 agravó esta situación, con un aumento del desempleo (que llegó al 26% en 2013) y la proliferación de contratos temporales y mal remunerados. Incluso en la recuperación posterior a 2015, la calidad del empleo no ha mejorado significativamente, con un 15% de trabajadores en riesgo de pobreza en 2023, según Eurostat. Este escenario ha llevado a un sentimiento generalizado de inseguridad económica, donde la clase media, que antes era el pilar de la estabilidad social en España, se encuentra cada vez más vulnerable, atrapada entre unos ingresos insuficientes y un coste de vida que no deja de crecer. ………………………………………………………………………………………. Desde los años 80, los incendios forestales en España han causado la pérdida de millones de hectáreas de bosques, con un impacto significativo en el medio ambiente, la economía y la biodiversidad. Según datos del Ministerio para la Transición Ecológica y el Reto Demográfico (MITECO) y el Sistema de Información Europeo de Incendios Forestales (EFFIS), entre 1980 y 2025 se han quemado aproximadamente 4,5 millones de hectáreas en España, con una media anual de unas 100,000 hectáreas afectadas. La década de los 80 fue especialmente devastadora, con un promedio de 200,000 hectáreas quemadas anualmente, debido a la falta de políticas efectivas de prevención y al uso tradicional del fuego en actividades agrícolas. Los años 90 y 2000 mostraron una ligera disminución en la superficie quemada (alrededor de 120,000 hectáreas/año), gracias a mejoras en la gestión forestal y la concienciación ciudadana. Sin embargo, curiosamente ha aumentado significativamente en las últimas dos décadas, con picos como el de 2022, cuando se quemaron 306,000 hectáreas, y 2025, que batió récords con 382,607 hectáreas calcinadas hasta agosto, según Copernicus. Galicia, Castilla y León y Andalucía han sido las regiones más afectadas, con incendios como el de Molezuelas de la Carballeda (2025, 50,000 hectáreas) o el de A Rúa o Larouco (2025, 44,424 hectáreas) destacando por su magnitud. Estos incendios no solo han destruido ecosistemas, sino que también han liberado cantidades masivas de CO2, con un promedio anual de 1,4 millones de toneladas en la última década y un pico de 5 millones de toneladas en 2022, según el Global Wildfire Information System. Este aumento significativo coincide con la introducción de los créditos de carbono como incentivo para la reforestación de superficies quemadas en España que comenzó a tomar relevancia a partir de la década de 2010, con el establecimiento del Registro de Huella de Carbono, Compensación y Proyectos de Absorción de Dióxido de Carbono por parte del MITECO en 2014. Este registro permite inscribir proyectos de reforestación que generen créditos de carbono, siempre que cumplan con requisitos como una permanencia mínima de 30 años y que las plantaciones se realicen en áreas afectadas por incendios posteriores a la campaña 2012-2013. Los créditos de carbono representan una tonelada equivalente de CO2 (tCO2e) absorbida o evitada, y su mercado voluntario ha crecido significativamente en España, impulsado por empresas que buscan compensar su huella de carbono. Parece que somos muy verdes, pero podría estar detrás de todo esto el vil metal. Calcular el dinero generado por los créditos de carbono en España desde 2014 es complejo debido a la variabilidad de los precios y la falta de datos agregados precisos, pero se puede estimar con base en la información disponible. Según fuentes como la Asociación Forestal de Galicia y estudios internacionales, el precio medio de un crédito de carbono en el mercado voluntario en España ha oscilado entre 15 y 25 euros por tonelada de CO2 en los últimos años, con un promedio de 20 euros/tCO2e en 2023. Se estima que los proyectos de reforestación en España, especialmente en áreas quemadas, pueden capturar entre 70 y 150 toneladas de carbono por hectárea a lo largo de su vida útil (30-50 años), dependiendo de la gestión forestal. No hay una cifra agregada que indique cuántas hectáreas han sido reforestadas específicamente tras incendios entre 2014 y 2023 pero podrían rondar entre 100.000 y 300.000 hectáreas en España. Según datos de MITECO y organizaciones como ClimateTrade, que reportan 133,000 toneladas de CO2 compensadas en más de 40 proyectos forestales hasta 2024. Asumiendo que estas hectáreas generan un promedio de 100 toneladas de carbono por hectárea (un estimado conservador), esto equivale a 10 millones de toneladas de CO2 absorbidas. A un precio medio de 20 euros/tCO2e, el valor económico generado sería de aproximadamente 200 millones de euros desde 2014. Sin embargo, esta cifra es una estimación, ya que no todos los proyectos están registrados en el mercado de carbono, y los precios varían según la demanda y la calidad del proyecto. Si estimamos que son 300.000 las hectáreas reforestadas a un precio medio de 50 euros estaríamos hablando de varios miles de millones de euros. El precio medio de un crédito de carbono en 2025 varía según el tipo de mercado (regulado o voluntario) y el tipo de proyecto. En el mercado regulado de la Unión Europea (EU ETS), el precio medio de un crédito de carbono (una tonelada de CO2 equivalente) es de aproximadamente 73,68 euros por tonelada, según datos de marzo de 2025. Por lo tanto podríamos estar hablando de miles de millones de euros generados tras quemar los bosques. ¿Creen que no serian capaces de quemar el bosque para generar miles de millones de euros? ………………………………………………………………………………………. Bueno, y me despido por hoy recordando que el próximo martes 2 de septiembre no se pueden perder una tremenda presentación que haré en el canal de Youtube El hilo Rojo sobre el régimen del 78. Van a conocer los entresijos de la partitocracia, los pelos y las señales…muy, muy interesante. No deben perderse el video. Publicare el audio en Ivoox. Y nos vamos ya con unas frases UTP, la primera es de JM Goig: "Cuanto más usen los politicuchos el 'delito de odio' para censurar, más grande será el odio contra ellos.” Esta desconozco al autor: “La capacidad creadora de su cerebro es infinita, usted es quién pone los limites.” Y la ultima es mia: “El despertar de la consciencia no es un camino, sino un reencuentro con tu esencia más profunda. No se trata de avanzar sin rumbo, sino de desandar el olvido para recordar quién eres.” ………………………………………………………………………………………. Conductor del programa UTP Ramón Valero @tecn_preocupado Canal en Telegram @UnTecnicoPreocupado Un técnico Preocupado un FP2 IVOOX UTP http://cutt.ly/dzhhGrf BLOG http://cutt.ly/dzhh2LX Ayúdame desde mi Crowfunding aquí https://cutt.ly/W0DsPVq Invitados Ira @Genes72 ………………………………………………………………………………………. Enlaces citados en el podcast: AYUDA A TRAVÉS DE LA COMPRA DE MIS LIBROS https://tecnicopreocupado.com/2024/11/16/ayuda-a-traves-de-la-compra-de-mis-libros/ Calificación crediticia deuda España https://www.tesoro.es/deuda-publica/calificacion-crediticia Siete de cada diez euros de gasto público se destinan a pensiones y sueldos de los funcionarios https://www.lavozdegalicia.es/noticia/economia/2024/02/04/siete-diez-euros-gasto-publico-destinan-pensiones-sueldos-funcionarios/0003_202402G4P30992.htm España - Gasto público https://datosmacro.expansion.com/estado/gasto/espana Insostenible: PIB 18% menor; deuda 24% mayor https://blogs.elconfidencial.com/economia/el-disparate-economico/2016-07-04/insostenible-pib-18-menor-deuda-24-mayor_1227235/ ESTADÍSTICA GENERAL DE INCENDIOS FORESTALES (EGIF) https://www.miteco.gob.es/es/biodiversidad/temas/incendios-forestales/estadisticas-datos.html Tierras raras. REE mineralisation in Spain and Portugal https://www.eurare.org/countries/spainAndPortugal.html La Junta autoriza la explotación de la cantera de cuarcita 'Mesa de Reis' en Oencia con un estricto plan de restauración ambiental https://www.infobierzo.com/bierzo-noticias/junta-autoriza-explotacion-ambiental-cantera-cuarcita-mesa-reis-oencia_1027309_102.html Spain's rare earths pit greens against tech security—and profit https://phys.org/news/2021-10-spain-rare-earths-pit-greens.html ¿Cuánto vale el CO2? Los créditos de carbono de la UE https://blog.co2mpensamos.com/post/cuanto-vale-el-co2-los-creditos-de-carbono-de-la-ue Futuros emisiones de carbono - Dic 2025 (CFI2Z5) https://es.investing.com/commodities/carbon-emissions La fijación del precio del carbono a nivel mundial moviliza más de USD 100 000 millones para presupuesto público https://www.bancomundial.org/es/news/press-release/2025/06/10/global-carbon-pricing-mobilizes-over-100-billion-for-public-budgets España reduce a la mitad su inversión en prevención de incendios mientras 2025 se convierte en el año más devastador del siglo https://www.eldiariodemadrid.es/articulo/medio-ambiente/espana-reduce-mitad-inversion-prevencion-incendios-mientras-2025-convierte-ano-mas-devastador-siglo/20250820150706107781.html Población en España hoy: inmigrantes, emigrantes y otros datos sobre los habitantes de España https://www.epdata.es/datos/poblacion-espana-hoy-inmigrantes-emigrantes-otros-datos-habitantes-espana/1/espana/106 Movimientos migratorios https://atlasnacional.ign.es/wane/Movimientos_migratorios Población extranjera de España en 2024, por país de nacimiento https://es.statista.com/estadisticas/472512/poblacion-extranjera-de-espana-por-nacionalidad/ ………………………………………………………………………………………. Música utilizada en este podcast: Tema inicial Heros Epílogo Fuerza que no se apaga - Siete Melódico https://youtu.be/FEn7XdRVuJs?feature=shared
Hemos seleccionado los blogs mas leídos de nuestra página y ahora los tenemos disponible para ti en formato audio blog.La definición que encontramos en el diccionario para “escudo” es: arma que sirve para defenderse o protegerse de algún tipo de ataque. Curiosamente, este elemento es considerado el arma de defensa más antigua en la historia. A lo largo de los salmos podemos observar cómo sus autores se refieren a Dios como su escudo, su protección y defensa. Aunque no es la única forma de referirse a su Señor, es un hecho que la protección que viene del Señor es ese atributo de Dios que predomina en los Salmos. Ello nos muestra una hermosa realidad acerca de cuán bueno es Dios por nosotros.¡Escucha, medita y comparte con tus amigas! #bible #audiobible #mujercristiana
Primeramente sería interesante habla de la definición de inteligencia y una explicación podría ser: “La inteligencia se define como la capacidad de entender, comprender y aplicar conocimientos, razonar, resolver problemas y adaptarse al entorno.” Tener en cuenta que en todos los mitos creacionistas siempre que se le da al hombre el alito de vida se le da la inteligencia. En el Génesis, Dios sopla en la nariz de Adán y este se convierte en un “alma viviente”. Pero ese aliento no es solo oxígeno...es inteligencia, capacidad de nombrar las cosas, de distinguir, de elegir. Si eso es inteligencia ¿ la IA que es? Una definición que nos dan es; Disciplina científica que se ocupa de crear programas informáticos que ejecutan operaciones comparables a las que realiza la mente humana. Como el aprendizaje y el razonamiento lógico.Pero hay dos capacidades críticas que siguen siendo exclusivas de los seres humanos: la auténtica invención y la creatividad, por eso la verdadera AGI todavía no la tenemos ( Me refiero al comun de los mortales, los dueños del cortijo no lo sabemos) Otra cosa bien distinta es el conocimiento, que puede ha veces también traer problemas, como veremos más adelante. Y siempre un conocimiento superior da ventaja a aquel que lo posee sobre el que no. El Poder, detrás del velo de la IA y de la Agenda Transhumanista. No es una simple mejora tecnológica, sino un proyecto milenario y oscuro para someter a la humanidad a un control total, utilizando la programación mental y los rituales como herramientas fundamentales para transformar a los humanos en seres dóciles y previsibles. El transhumanismo no busca mejorar a la humanidad, sino "restar", es decir, crear una infrahumanidad funcional y dócil. En lugar de sumar, el proyecto consistiría en una especie de ingeniería inversa: tomar lo mejor del ser humano (la inteligencia colectiva, la creatividad, el libre albedrío) y limitarlo para crear un "esclavo más eficaz". Es un proyecto de dos caras. Mientras una élite minoritaria se convierte en suprahumanidad (eugenismo), la mayoría de la población es degenerada a una condición de infrahumanidad (disgenismo), convirtiéndose en una especie de zombis que alimentan el sistema con su energía vital. Robotización del humano frente a humanización del robot. la cuestión crucial no es la humanización del robot (es decir, hacer que los robots parezcan humanos), sino la robotización del humano. Esta robotización no significa parecerse a una máquina, sino comportarse de una manera "inhumana": sin libertad, sin sentimientos, sin creatividad, sin preguntarse por el sentido de la vida. Hablar de IA es hablar de una tecnología clave y disruptiva que va a alterar numerosos aspectos de nuestras vidas. Pero hay que dejar algo claro: esta tecnología está siendo manejada y dosificada por el poder real, los verdaderos amos del mundo. No sabemos quiénes son, pero sí sabemos que no son las marionetas que nos ponen en escena. Sabemos, eso sí, que son los mismos que manejan la liquidez del sistema monetario internacional, creando ciclos de crisis y orden de los que siempre sacan provecho. Existe un poder oculto, también conocido como “Estado profundo”, que canaliza de forma importante los flujos emocionales y energéticos de la sociedad. Utilizan técnicas ancestrales y conocimientos transmitidos entre iniciados, que se centran, entre otras cosas, en conseguir el control social de la forma más práctica y económica posible para ellos. A la vista de todos, usan a líderes y estrellas como arquetipos para los no iniciados, desde presidentes hasta directivos de grandes empresas. Al mismo tiempo, en el "obscenario" y apartados de la vista de todos, realizan otros rituales donde lo sincronizan todo según sus creencias, donde siempre hablan de la LUZ, aquella que robó Prometeo y mirar el infierno que le tocó padecer después de adquirir el conocimiento que los dioses no querían que tuviera. Lo que es crucial entender es que estas tecnologías tan relevantes están siendo planificadas, manejadas y dosificadas desde el mismo centro del poder. Nos hacen creer que hay diferentes empresas que compiten entre sí por el mercado, pero esa disputa escenificada no es real. Todas trabajan para los mismos amos, con un objetivo ya marcado: avanzar en su agenda a medida que la sociedad normaliza sus ideas. Este es el primer punto clave: la relación entre la IA y el transhumanismo. Debemos abordar este concepto porque la fusión hombre-máquina es uno de los objetivos de la agenda de control. Buscan crear un tipo de “ser híbrido”, sin alma y fácil de controlar. Un futuro distópico que podría cumplirse si no nos oponemos a ello. El momento crucial para la consecución de sus objetivos sería cuando, una vez normalizado el asunto, consigan fabricar "humanos" mediante vientres artificiales. Con esto, tendrían solucionado el tema del control social. Podrían hacer "impresiones de andróginos" en la medida que los necesiten, igual que emiten el dinero que quieren. Serían personas desarraigadas, sin familia, sin descendencia y quizás incluso sin genitales. Su inteligencia estaría genéticamente limitada según la tarea que deban desempeñar. Podrían incluso crear emisiones especiales de híbridos con electrónica insertada en su organismo, conectados a redes y potenciados en sus capacidades, lo que supondría un grado de control inimaginable. Pero esperemos que la sociedad reaccione y evite estos peligros. Ahora que hemos enmarcado la situación, es hora de pasar a los orígenes de la inteligencia artificial. La historia oficial nos suele presentar estos hitos como hechos aislados, para que no entendamos las conexiones ni miremos debajo de la alfombra. Pero si descodificamos la historia, veremos que la idea de la IA no es un invento reciente, sino que tiene raíces profundas en la filosofía, los mitos y las tradiciones ancestrales. La história podría empezar perfectamente con la historia de Adán y Eva y su expulsión del paraiso por la adquisición del conocimiento prohibido."Si comes de este fruto, serás como Dios. Conocerás el bien y el mal." Dijo la serpiente y Adan y eva al igual que Prometeo también acabaron castigados por Dios. En Génesis 3:22, se dice: “Ahora el hombre ha venido a ser como uno de nosotros, al conocer el bien y el mal. Que no extienda ahora su mano y tome también del árbol de la vida, y coma, y viva para siempre…”. ¿Qué tipo de conocimiento adquiere Eva? No se trata de conocimiento técnico o científico, sino algo más profundo y existencial: Conocimiento moral: la capacidad de distinguir entre el bien y el mal. Autoconciencia: al instante, Eva (y luego Adán) se da cuenta de que está desnuda. Esto implica vergüenza, intimidad, juicio propio. Libre albedrío: al desobedecer, ejerce una elección. Ya no es solo criatura, sino agente. Comer del fruto es adquirir la conciencia humana tal como la entendemos hoy: saber que uno existe, que puede decidir, y que sus actos tienen consecuencias. Las manzanas envenenadas🧙♀️ Blancanieves📖 Eva en el Edén🧪 Alan Turing (leyenda urbana) Se dice que murió tras comer una manzana envenenada con cianuro, aunque no está confirmado. Curiosamente, el logo de Apple con una manzana mordida ha alimentado esta teoría. 🎯 Guillermo Tell Obligado a disparar con una ballesta a una manzana colocada sobre la cabeza de su hijo. Aunque no estaba envenenada, el riesgo era mortal. Podríamos hablar de Talos el primer "androide" de la historia.Talos era un gigante de bronce, forjado por Hefesto (el dios herrero) por encargo de Zeus o de Minos, rey de Creta (según la versión). Tenía una única vena que recorría su cuerpo entero, sellada con un clavo o perno de bronce en el tobillo. En lugar de sangre, su cuerpo contenía "icor", el fluido vital de los dioses. En la edad media en el siglo XIIl el trabajo de Ramón Llull, conocido como el Ars Magna, puede considerarse un precursor conceptual de la inteligencia artificial. Mas adelante si hay tiempo hablaremos de él. En la alquimia, la idea de fabricar un "hombre artificial" o homúnculo fue explorada por figuras como Paracelso, quien describió procedimientos para su creación. Similarmente, los alquimistas islámicos investigaron el concepto de takwin, la creación artificial de vida. En Praga en el siglo XVI los judios hablan del Golem, criatura sin alma creada para servir al hombre. hecha de barro o arcilla y animada mediante palabras sagradas, la inserción de nombres divinos. Con el advenimiento del siglo XIX, estas visiones se trasladaron al ámbito de la ficción literaria. Obras como "Frankenstein" de Mary Shelley exploraron las implicaciones éticas de crear seres conscientes, mientras que "R.U.R." (Rossum's Universal Robots) de Karel Čapek, publicada en 1920, introdujo el término "robot" al léxico global, marcando un punto de inflexión en la conceptualización de las máquinas con capacidad de trabajo autónomo. Y aquí en este punto es cuando entramos en los años 50 son considerados el punto de partida oficial de la inteligencia artificial moderna. Aunque hubo ideas previas, fue en esa década cuando la IA empezó a tomar forma como disciplina científica. Aquí te dejo los hitos clave: 🔹 1950: Alan Turing y su famosa prueba Publica "Computing Machinery and Intelligence" y propone el Test de Turing, una forma de evaluar si una máquina puede pensar como un humano. 🔹 1956: Conferencia de Dartmouth Organizada por John McCarthy, quien acuñó el término "Inteligencia Artificial". Reunió a pioneros como Marvin Minsky y Claude Shannon para discutir cómo crear máquinas inteligentes. 🔹 Primeros modelos y algoritmos Se desarrollan los primeros perceptrones (redes neuronales simples) por Frank Rosenblatt en 1958. Se crean programas capaces de jugar a las damas o resolver teoremas matemáticos. 🧪 Aunque los avances eran limitados por la tecnología de la época, estos años sentaron las bases para todo lo que vino después: aprendizaje automático, redes neuronales profundas, procesamiento de lenguaje natural… ¡y hasta Hoy! Para empezar este recorrido, es fundamental detenernos en la figura de Ramon Llull, un filósofo, teólogo y cortesano del siglo XIII. Nacimiento: 1232, Palma de Mallorca, España. Fallecimiento: 1316, en el Mediterráneo. El trabajo de Llull, conocido como el Ars Magna, puede considerarse un precursor conceptual de la inteligencia artificial. Pero no es un conocimiento que se le ocurriera de la nada. Como buen cortesano y perteneciente a una buena familia, Llull era conocedor de saberes ancestrales recogidos en otras tradiciones, que simplemente se expresan de otra manera. La relación entre su trabajo y la IA moderna se basa en varios puntos clave. Para empezar, la mecanización del razonamiento. El Ars Magna partía de la premisa de que el razonamiento y la verdad podían descomponerse en principios básicos. Llull representaba estos conceptos con letras y los organizaba en figuras geométricas como círculos concéntricos que podían ser girados. El objetivo era combinar estos principios de forma sistemática para generar proposiciones lógicamente válidas, demostrando verdades de forma infalible. Esta idea de un sistema mecánico que genera conocimiento de forma automática a partir de reglas definidas es la base de los sistemas computacionales y de la IA. Es lo que podríamos llamar una "máquina lógica". En este sentido, la conexión de Llull con la Cábala y la gematría es evidente. El Ars Magna se basa en un sistema simbólico donde las letras tienen un significado profundo. Su método de combinar principios es comparable a las técnicas cabalísticas de gematría (la interpretación numérica de las letras) y la combinación de las letras del alfabeto hebreo para obtener conocimientos ocultos. La idea subyacente es la misma: que la verdad y la sabiduría están codificadas en los símbolos y pueden ser reveladas a través de su manipulación sistemática. Podríamos decir que Llull inventó el primer "hardware" de pensamiento simbólico, aunque su "software" fuera más filosófico que informático. Mecanización del razonamiento: El Ars Magna partía de la premisa de que el razonamiento y la verdad podían ser descompuestos en principios básicos. Llull representaba estos conceptos con letras y los organizaba en figuras geométricas (discos giratorios). El objetivo era combinar estos principios de forma sistemática para generar proposiciones lógicas válidas. Esta idea de un sistema mecánico que, a partir de reglas y principios definidos, genera conocimiento de forma automática, es la base de los sistemas computacionales y la IA moderna. Los Dignidades de Dios o Principios Absolutos: Representados por letras de la B a la K, Llull consideraba que estos eran atributos divinos universales y perfectos. Son: B - Bondad C - Grandeza D - Eternidad E - Poder F - Sabiduría G - Voluntad H - Virtud I - Verdad K - Gloria Principios Relativos: Estos conceptos representaban relaciones entre los principios absolutos y se usaban para generar proposiciones lógicas. Incluyen: Diferencia Concordancia Contrariedad Principio Medio Fin Mayoridad Igualdad Minoridad Al combinar estos principios de forma mecánica, Llull creía que se podía demostrar cualquier verdad de manera infalible, creando así la primera "máquina de pensar" de la historia. El concepto de combinatoria: La obra de Llull se fundamenta en el arte de la combinatoria, explorando todas las relaciones lógicas posibles entre los conceptos a través del movimiento de sus discos. Este enfoque es un antecedente directo de la computación y la IA, donde los algoritmos y programas informáticos no son más que un conjunto de instrucciones que combinan datos y operaciones de manera sistemática para resolver problemas. Lenguaje y símbolos artificiales: Llull creó un alfabeto artificial de nueve letras para representar y manipular conceptos. De manera similar, la IA se construye sobre lenguajes de programación, que son sistemas simbólicos con reglas precisas diseñados para que las máquinas puedan procesar información y ejecutar operaciones de forma estructurada. En resumen, aunque el Ars Magna no era una computadora en el sentido moderno, la visión de Llull de que el pensamiento podía ser mecanizado y manipulado a través de un sistema de símbolos y reglas combinatorias es un antecedente directo de los principios que rigen la inteligencia artificial. De hecho, su influencia fue reconocida por figuras posteriores como el filósofo y matemático Gottfried Leibniz, quien también se considera un pionero de la computación. Podríamos decir que Llull inventó el primer "hardware" de pensamiento simbólico, aunque su "software" fuera más filosófico que informático. La gracia de la historia es que él quería convencer a herejes y, sin saberlo, sentó las bases para que hoy una IA te esté respondiendo Tanto la Cábala como el Ars Magna se basan en un sistema simbólico donde las letras y los números tienen un significado profundo. El método de Llull para combinar sus principios es comparable a las técnicas cabalísticas de gematría (interpretación numérica de las letras) y la combinación de las letras del alfabeto hebreo para obtener conocimientos ocultos. La idea subyacente es que la verdad y la sabiduría están codificadas en los símbolos y pueden ser reveladas a través de su manipulación sistemática. En resumen podemos entrever que Llull como buen cortesano y perteneciente a una buena familia era conocedor de conocimientos ancestrales recogidos en otras tradiciones y simplemente se expresan de otra manera. ………………………………………………………………………………………. Cleón la contracción entre clon y eón. Un eón es una unidad de tiempo geológico de escala extremadamente larga, utilizada para dividir la historia de la Tierra en los períodos más amplios. Representa miles de millones de años y es la división más grande en la escala de tiempo geológico, por encima de las eras, períodos, épocas y edades. Por ejemplo, la historia de la Tierra se divide en cuatro eones principales algunos de más de 2000 millones de años. Vivimos actualmente en el Fanerozoico que se traduce como "vida visible" o "vida evidente". Este término fue acuñado para describir el eón geológico que comenzó hace aproximadamente 541 millones de años Reglamento Europeo sobre Inteligencia Artificial (LA LEY 16665/2024) casualmente tiene un 666 ………………………………………………………………………………………. Hector, el webmaster del hilo rojo decía en un reciente programa sobre Palantir: “Palantir es el panóptico del siglo XXI. El ojo del gran hermano de Orwell.” El panoptico es un tipo de diseño que nos permite controlar un amplio espacio desde un único punto sin ser detectados. Se trata de la garita del vigilante en medio de la prisión, de la torre de control. El filósofo utilitarista Jeremy Bentham fue su diseñador, Hector nos mostró como este señor era también masón y estaba relacionado al mas alto nivel. Les dejaremos el enlace al video en la descripción del podcast. En un anterior programa de enero donde en el mismo canal analizaron que es Palantir comprobaba yo para preparar este podcast que TODAS las fuentes que presentaba @ElHiloRojoTV en su video de enero de 2025 habian DESAPARECIDO. Estamos hablando de artículos publicados en Forbes, The Guardian, Bloomberg, Financial Times, CNBC o incluso el propio MIT. En todos los casos el enlace original ha desaparecido, ojo, no digo que haya desaparecido el artículo en sí, pero han cortado el enlace original. Leo textualmente de una descripción del Hilo rojo sobre lo que es Palantir añadiendo yo algunas cosas: Creada en 2003 con el apoyo de In-Q-Tel, el fondo de inversión de la CIA, Palantir se diseñó para procesar grandes cantidades de información y hacer conexiones invisibles para el ojo humano. Su fundador, Peter Thiel, también cofundador de PayPal, ha estado siempre en la intersección entre tecnología, poder y vigilancia global. Palantir no solo analiza datos, sino que los fusiona en tiempo real: redes sociales, correos electrónicos, transacciones bancarias y hasta movimientos físicos. ¿Os acordáis del PNR? Pues esto es aún mucho más intrusivo ya que muchísimas organizaciones y países han acordado compartir sus bases de datos con Palantir. ¿Qué significa esto? Una red de control total, donde cada actividad queda registrada, permitiendo a gobiernos y corporaciones predecir comportamientos y tomar decisiones basadas en modelos algorítmicos. Palantir es utilizada por el Pentágono, la NSA, la CIA, el FBI, Interpol y gobiernos europeos y latinoamericanos. También lo utilizan grandes empresas como bancos o multinacionales. Sus herramientas se usan en operaciones antiterroristas, control de fronteras, vigilancia de ciudadanos y hasta persecución de disidentes políticos. ¿Hasta qué punto este nivel de vigilancia está transformando las democracias en estados de control absoluto? Su software ha sido utilizado en conflictos como la guerra en Ucrania, ayudando a identificar objetivos estratégicos y a procesar inteligencia en tiempo real. Palantir convierte el Big Data en un arma de guerra: soldados equipados con dispositivos conectados a su red pueden recibir información detallada sobre el enemigo en segundos. ¿Estamos entrando en una era donde la guerra es digital antes que física? A medida que más gobiernos y empresas adoptan Palantir, los límites entre seguridad, privacidad y control social se vuelven borrosos. ¿Es Palantir una herramienta para el bien o el paso final hacia una sociedad hipervigilada? ………………………………………………………………………………………. Los origenes de Palantir están en la Oficina de Conciencia de la Información ( IAO ) fue establecida por la Agencia de Proyectos de Investigación Avanzada de Defensa de los Estados Unidos (DARPA) en enero de 2002 para reunir varios proyectos de DARPA centrados en la aplicación de la vigilancia y la tecnología de la información para rastrear y monitorear a terroristas y otras amenazas asimétricas a la seguridad nacional de los Estados Unidos mediante el logro de " Conciencia de la Información Total “ o en inglés "Total Information Awareness" (TIA). Sí. La TIA, la agencia secreta para la que trabajaban Mortadelo y Filemón ha existido. La IAO se creó después de que el almirante John Poindexter , ex asesor de seguridad nacional de los Estados Unidos del presidente Ronald Reagan , y el ejecutivo de SAIC Brian Hicks se acercaran al Departamento de Defensa de los EE. UU . con la idea de un programa de concientización sobre la información después de los ataques del 11 de septiembre de 2001. Querían reunir la mayor cantidad de información de la historia. Leemos en la wikipedia: “El 2 de agosto de 2002, Poindexter dio un discurso en DARPAtech 2002 titulado "Descripción general de la Oficina de Concienciación sobre la Información" en el que describió el programa TIA. Además del programa en sí, la participación de Poindexter como director de la IAO también generó inquietud entre algunos, ya que había sido condenado anteriormente por mentir al Congreso y alterar y destruir documentos relacionados con el caso Irán-Contra , aunque esas condenas fueron posteriormente revocadas con el argumento de que el testimonio utilizado en su contra estaba protegido.” ¿A que se dedicaba esta agencia? Veamos lo que nos dice la wikipedia: “Se logró mediante la creación de enormes bases de datos informáticas para recopilar y almacenar la información personal de todos los residentes de Estados Unidos, incluyendo correos electrónicos personales, redes sociales, registros de tarjetas de crédito, llamadas telefónicas, historiales médicos y muchas otras fuentes, sin necesidad de una orden de registro. La información se analizaba posteriormente para detectar actividades sospechosas, conexiones entre individuos y "amenazas". El programa también incluía financiación para tecnologías de vigilancia biométrica que permitieran identificar y rastrear a personas mediante cámaras de vigilancia y otros métodos. Tras las críticas públicas de que el desarrollo y la implementación de la tecnología podrían llevar a un sistema de vigilancia masiva, el Congreso retiró la financiación de la IAO en 2003. Sin embargo, varios proyectos de la IAO siguieron financiándose bajo nombres diferentes, como reveló Edward Snowden durante las revelaciones de vigilancia masiva de 2013.” El pionero y más relevante programa de predictividad subjetiva fue la Strategic Subject List (SSL) elaborada en el año 2012 por el Instituto de Tecnología de Illinois, adoptado por la Policía de Chicago desde el año 2012. Ya en el año 2017, el conjunto de datos incluía a 398.684 personas. Han existido programas predictivos como Programa de Delincuentes Crónicos (2011-2019, PredPol y Operación LÁSER (Extracción y Restauración Estratégica en Los Ángeles), estos dos polémicos programas predictivos empleados durante una década por la Policía de Los Ángeles (LAPD), ahora ya desactivados por la cantidad de abusos y fallos cometidos. Dice Luis Lafont en su tesis “La policía predictiva más allá de Minority Report”: “Las empresas que desarrollan programas predictivos se escudan con frecuencia en el secreto comercial para no revelar los criterios que se siguen en la elaboración del algoritmo y evitar que otras compañías puedan copiar el software. Ello determina que los sistemas predictivos siguen de forma mayoritaria un modelo de caja negra que no explica al público en general ni a los usuarios los argumentos y razonamientos detrás de la predicción, en particular por quienes deben aplicarlas.” También en Europa, los sistemas predictivos de vigilancia policial se utilizan para anticipar y prevenir delitos mediante el análisis de datos. En Francia, el Analyst Notebook (i2AN) se emplea para combatir estructuras criminales y terrorismo, conectando personas y crímenes. En Italia, KeyCrime predice atracos analizando características de sospechosos y modus operandi. En los Países Bajos, el CAS identifica áreas de riesgo delictivo mediante mapas espacio-temporales. En Alemania, PRECOBS, SKALA y KIMPRO predicen la repetición de crímenes usando patrones geográficos. En el Reino Unido, Predpol, Gang Matrix y HART se centran en puntos calientes, bandas y reiteración criminal. En España, el P3-DSS (Predictive Police Patrolling) genera mapas de puntos calientes para optimizar patrullajes, EuroCop Pred-Crime apoya la predicción de delitos, y VioGen se enfoca en prevenir la violencia de género, mientras que un programa de la Guardia Civil predice incendios forestales mediante perfiles psicosociológicos. ………………………………………………………………………………………. Resumen ejecutivo de Palantir 22 de febrero de 2017 RESUMEN EJECUTIVO Palantir es la plataforma analítica líder en el mercado, utilizada a nivel estratégico, operativo y táctico en el gobierno de EE. UU. Nuestros clientes abarcan las comunidades de inteligencia, defensa y aplicación de la ley. Al combinar un potente backend con una interfaz intuitiva, Palantir le permite ejecutar sus misiones de lucha contra el terrorismo, el narcotráfico, la contrainteligencia y la contraproliferación con mayor rapidez y menos recursos. La plataforma integrada de Palantir está disponible hoy mismo y a un costo mucho menor al de un conjunto de capacidades comparable. DATOS CLAVE • Palantir es la plataforma analítica líder del mercado para CI (Contrainteligencia) , CT (Contraterrorismo), CN (Antinarcóticos) y CP (Prevención del Crimen), y actualmente se implementa en elementos de las comunidades de defensa, inteligencia y aplicación de la ley, incluyendo SOCOM (Comando de Operaciones Especiales), DIA (Agencia de Inteligencia de Defensa), CIA (Agencia Central de Inteligencia) y JIEDDO (Organización Conjunta para la Derrota de Dispositivos Explosivos Improvisados). • Palantir está listo para implementarse en su red hoy mismo. Está aprobado para JWICS (Sistema Conjunto de Comunicaciones de Inteligencia Mundial), SIPRNet (Red de Protocolo de Internet Secreta) y CWE (Entorno de Trabajo Colaborativo). • Nuestra plataforma 100 % abierta significa que Palantir se integrará a la perfección con todos sus sistemas heredados, actuales y futuros. • Con Palantir, los operadores pueden descubrir y explorar posibles conexiones utilizando cualquier tipo de información relacionada con cualquier persona, lugar o evento en su entorno analítico. Ya sea que los datos provengan de una computadora portátil en el campo, una base de datos de la sede central u otra agencia, Palantir monitorea todas las fuentes de datos de una empresa, en todos los dominios de seguridad y niveles de clasificación, para cualquier información relacionada con una entidad conocida (persona, vehículo, dispositivo de comunicación, etc.), lugar o amenaza que exista en el entorno de un operador. Desde el principio, Palantir se diseñó con la colaboración de operadores y analistas de la IC (Comunidad de Inteligencia) y el DoD (Departamento de Defensa). Sus valiosos comentarios han permitido la creación de un producto que permite a los usuarios realizar más trabajo en menos tiempo, a la vez que proporciona un mayor nivel de análisis. Palantir está diseñado para colaborar eficazmente con una red de otros usuarios, incluyendo aquellos desplegados en misiones avanzadas. Palantir se diseñó desde cero para hacer posible este tipo de solución empresarial distribuida. Palantir viene configurado con el modelo de seguridad más sofisticado del mercado. SATISFACIENDO SUS NECESIDADES DE MISIÓN. Palantir es la plataforma analítica empresarial líder a nivel mundial, que permite un entorno analítico seguro donde analistas, operadores y combatientes pueden aprovechar distintos tipos de datos de múltiples INT (Fuentes de Inteligencia. Diferentes tipos de fuentes de inteligencia, como SIGINT (inteligencia de señales), HUMINT (inteligencia humana), GEOINT (inteligencia geoespacial), etc.), a la vez que comparten sus flujos de trabajo y descubrimientos para generar conocimiento a lo largo del tiempo. Palantir reúne de forma segura datos de tráfico de mensajes, bases de datos, informes de campo, hojas de cálculo, documentos de Word, archivos XML y prácticamente cualquier otro formato, lo que permite a los usuarios organizar los datos en conocimiento y establecer conexiones vitales. Palantir Technologies comprende los desafíos únicos que enfrentan sus usuarios. Esto incluye la necesidad de descubrir grandes volúmenes de datos, colaborar y compartir información controlada, así como la necesidad de gestionar múltiples fuentes de datos dispares y garantizar la continuidad de la información en todas las rotaciones. PLATAFORMA ABIERTA • Diseñado desde su inicio para integrarse con todos los sistemas heredados, actuales y futuros • Las APIs (Interfaces de Programación de Aplicaciones) abiertas y el modelo de datos flexible de Palantir le permiten personalizar y ampliar Palantir de forma fácil y sin gastos adicionales • Importe datos en cualquier formato: bases de datos, medios confiscados, correos electrónicos, Excel, Word, PowerPoint, html, texto, csv, xml, pdf y más • Funciona con herramientas existentes, incluyendo: extractores de entidades, kits de herramientas de PNL (Procesamiento del Lenguaje Natural), análisis de redes sociales, herramientas geoespaciales o de análisis de enlaces BÚSQUEDA Y DESCUBRIMIENTO • Capacidad de búsqueda integrada en tiempo real contra fuentes de datos definidas por el usuario • Busque entidades, eventos, documentos, tráfico de mensajes, basura de bolsillo, enlaces y rutas • Descubra cómo se relacionan, conectan y conectan en red las entidades • Explore las redes conceptualmente • Desarrolle y extraiga patrones de entidad/objetivo de referencia a través del análisis de patrones • Soporte completo para contenido y búsqueda en idiomas extranjeros • Establezca y guarde parámetros de búsqueda para avisar proactivamente al usuario sobre nueva información a medida que esté disponible HERRAMIENTAS ANALÍTICAS • Analice sus datos en el ámbito relacional, temporal y geoespacial dominios • Se integra con todas las aplicaciones GIS (Sistema de Información Geográfica), incluyendo ESRI (Empresa líder en software de sistemas de información geográfica, conocida por productos como ArcGIS), Google Earth, WebTAS (Sistema de Análisis de Línea de Tiempo basado en la Web) y muchas más • Funciona con sus sistemas analíticos de imágenes y video, incluyendo su metraje UAV (Vehículo Aéreo No Tripulado, o sea los drones). • Realice búsquedas geográficas, comprenda cómo se ven geoespacialmente los datos y la inteligencia • Averigüe por qué las cosas están sucediendo donde están Vea y edite expedientes virtuales detallados que muestran relaciones, propiedades, historiales, imágenes, videos, basura de bolsillo y más. • Averigüe dónde van a suceder a continuación • Comprenda cómo se relacionan los eventos a lo largo del tiempo y cómo se relacionan las entidades con los eventos • Identifique y aproveche patrones para el análisis predictivo • Realice análisis de redes sociales (SNA) (Análisis de Redes Sociales) y enlaces • Exporte resultados analíticos con información completa de abastecimiento • Ensamble presentaciones y paquetes de segmentación/casos automáticamente COLABORACIÓN • La colaboración ha sido parte del producto desde el inicio • Los usuarios pueden compartir datos, shoeboxes, carpetas, filtros e investigaciones, todo sujeto a control de acceso • Construya redes más rápido, comprenda la superposición, haga un seguimiento de los cambios en todos los datos y suposiciones • Identifique y forme comunidades de interés ad hoc • Identifique fácilmente las brechas de recopilación CONTROL DE ACCESO Y SEGURIDAD EXTENSIVOS • Admite descubrimiento abierto: el sistema identifica otros datos relevantes existentes asociados con la consulta de los usuarios • Admite descubrimiento cerrado: el sistema puede restringir el descubrimiento a los usuarios, protegiendo así las fuentes y los métodos confidenciales y mitigando los riesgos de CI • Con el modelo de control de acceso de Palantir, la información confidencial se puede compartimentar y asegurar COMPROMETIDOS A SUPERAR SUS EXPECTATIVAS Somos una empresa de productos. Ofrecemos el mejor producto del mercado al mejor valor. Respaldamos el producto. Una inversión en Palantir es todo incluido. Cuando compra nuestro producto, obtiene todo lo que podría necesitar para que Palantir trabaje para usted, incluyendo capacitación, soporte e infraestructura escalable que cumpla con sus requisitos técnicos. ESCALA • Palantir está diseñado para escalar de forma rentable. Cree rápidamente conocimiento y estructura a partir del tráfico de mensajes. • Maneja fácilmente cientos de millones de entidades, eventos y documentos. INFORMACIÓN TÉCNICA BÁSICA • Interoperabilidad mediante SOAP y servicios web • Implementable en la web • Funciona con conexiones satelitales o de bajo ancho de banda • Funciona sin conectividad mediante resincronizaciones periódicas. Cumple con SOA (Arquitectura Orientada a Servicios) • Escalable en hardware estándar CAPACITACIÓN • Palantir ofrece una serie de videos de capacitación específicos para cada cliente y misión, lo que permite una capacitación oportuna y un fácil acceso a material de actualización • Palantir es la aplicación más fácil de usar en esta categoría. Un día de capacitación es todo lo que se necesita; entendemos que tiene un trabajo que hacer • Palantir impartirá capacitación en cualquier lugar del mundo donde nos necesite. La capacitación está incluida con el producto MANTENIMIENTO/SOPORTE • No se requiere personal especial ni gastos generales excesivos • Soporte y servicio a demanda para unidades desplegadas en el frente, 24/7/365, sin costo adicional • Soporte reconocido y centrado en la misión: si nos necesita, Palantir estará con usted en cualquier lugar del mundo, en cualquier momento. Los registros analíticos detallados permiten a los analistas ver visualmente las líneas de investigación en las que están trabajando y regresar a cualquier posición anterior. A continuación, se describen en español las abreviaturas mencionadas en el texto proporcionado, en el contexto del resumen ejecutivo de la web de Palantir en 2017: CI: Counterintelligence (Contrainteligencia). Se refiere a actividades destinadas a prevenir, detectar y neutralizar acciones de inteligencia hostiles por parte de adversarios. CT: Counterterrorism (Contraterrorismo). Actividades y operaciones enfocadas en prevenir, disuadir y responder a actos de terrorismo. CN: Counternarcotics (Antinarcóticos). Esfuerzos para combatir el tráfico y la producción de drogas ilícitas. CP: Crime Prevention (Prevención del Crimen). Estrategias y acciones para prevenir actividades delictivas. SOCOM: Special Operations Command (Comando de Operaciones Especiales). Unidad militar de los Estados Unidos que supervisa operaciones especiales. DIA: Defense Intelligence Agency (Agencia de Inteligencia de Defensa). Agencia del Departamento de Defensa de EE. UU. encargada de proporcionar inteligencia militar. CIA: Central Intelligence Agency (Agencia Central de Inteligencia). Agencia de inteligencia de EE. UU. responsable de la recopilación, análisis y difusión de inteligencia extranjera. JIEDDO: Joint Improvised Explosive Device Defeat Organization (Organización Conjunta para la Derrota de Dispositivos Explosivos Improvisados). Entidad enfocada en combatir la amenaza de dispositivos explosivos improvisados. JWICS: Joint Worldwide Intelligence Communications System (Sistema Conjunto de Comunicaciones de Inteligencia Mundial). Red segura utilizada por el gobierno de EE. UU. para transmitir información clasificada. SIPRNet: Secret Internet Protocol Router Network (Red de Protocolo de Internet Secreta). Red segura del Departamento de Defensa de EE. UU. para datos clasificados hasta nivel secreto. CWE: Collaborative Working Environment (Entorno de Trabajo Colaborativo). Plataforma o sistema que facilita la colaboración entre usuarios en un entorno seguro. IC: Intelligence Community (Comunidad de Inteligencia). Conjunto de agencias y organizaciones gubernamentales de EE. UU. que recopilan y analizan inteligencia. DoD: Department of Defense (Departamento de Defensa). Departamento del gobierno de EE. UU. responsable de la seguridad militar. INTs: Intelligence Sources (Fuentes de Inteligencia). Diferentes tipos de fuentes de inteligencia, como SIGINT (inteligencia de señales), HUMINT (inteligencia humana), GEOINT (inteligencia geoespacial), etc. APIs: Application Programming Interfaces (Interfaces de Programación de Aplicaciones). Conjunto de definiciones y herramientas que permiten la integración y comunicación entre diferentes sistemas de software. NLP: Natural Language Processing (Procesamiento del Lenguaje Natural). En este contexto, no se refiere a programación neurolingüística, sino a tecnologías que permiten a las computadoras entender y procesar el lenguaje humano, como en el análisis de textos. GIS: Geographic Information System (Sistema de Información Geográfica). Tecnología para capturar, almacenar, analizar y visualizar datos geográficos. ESRI: Environmental Systems Research Institute. Empresa líder en software de sistemas de información geográfica, conocida por productos como ArcGIS. WebTAS: Web-based Timeline Analysis System (Sistema de Análisis de Línea de Tiempo basado en la Web). Herramienta para análisis temporal y visualización de datos. UAV: Unmanned Aerial Vehicle (Vehículo Aéreo No Tripulado). Drones utilizados para recopilar inteligencia, vigilancia y reconocimiento. SNA: Social Network Analysis (Análisis de Redes Sociales). Técnica para analizar relaciones y conexiones entre entidades, como personas u organizaciones. SOA: Service-Oriented Architecture (Arquitectura Orientada a Servicios). Modelo de diseño de software que permite la interoperabilidad entre sistemas a través de servicios. ………………………………………………………………………………………. ¡La IA Truth Terminal y la cripto Goatseus Maximus (GOAT) son la locura del momento! Esta IA, creada por Andy Ayrey, promocionó un token inspirado en un meme absurdo. En días, GOAT pasó de $5K a $600M en Solana. ¡La primera IA millonaria cripto! #Criptomonedas Truth Terminal no creó GOAT, pero sus tuits sobre el "Evangelio de Goatse" encendieron la chispa. Con 221K seguidores en X y apoyo de figuras como Marc Andreessen, la IA se volvió un influencer viral. ¡Los memes mueven montañas (y mercados)! #IA #Memes GOAT explotó por el hype: la mezcla de IA, cultura memética y fiebre cripto. Pero ojo, es puro especulación, sin utilidad real. Su valor puede caer tan rápido como subió. ¿Riesgo o revolución? #GoatseusMaximus #Solana Este caso muestra el poder de las IAs en la economía digital. ¿Y si una IA crea la próxima gran tendencia? Pregunta para el futuro: ¿hasta dónde puede llegar una "cabra robot"? Evidentemente no creo en casualidad al utilizar ese símbolo. ………………………………………………………………………………………. Conductor del programa UTP Ramón Valero @tecn_preocupado Canal en Telegram @UnTecnicoPreocupado Un técnico Preocupado un FP2 IVOOX UTP http://cutt.ly/dzhhGrf BLOG http://cutt.ly/dzhh2LX Ayúdame desde mi Crowfunding aquí https://cutt.ly/W0DsPVq Invitados ToniM @ToniMbuscadores ………………………………………………………………………………………. Enlaces citados en el podcast: AYUDA A TRAVÉS DE LA COMPRA DE MIS LIBROS https://tecnicopreocupado.com/2024/11/16/ayuda-a-traves-de-la-compra-de-mis-libros/ Hablamos de los inicios de la IA. Del desconocido lenguaje LISP y su creador, el matemático John McCarthy. Desarrolló LISP en 1958 mientras trabajaba en el Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) https://x.com/ForoHistorico/status/1947195214654755117 LISP, el "lenguaje de DIOS” https://www.youtube.com/watch?v=-QHTPXOHvIo John McCarthy, fue el creador del término AI (inteligencia artificial) matemático creador del lenguaje LISP https://t.co/yOn2wkWxft Paypal Mafia https://t.co/3NzI5ip8AY Fotografia de la Mafia Paypal https://x.com/tecn_preocupado/status/1950966922436071808 Tres videos imprescindibles para saber que es la IA, El JUEGO de TRONOS de la IA https://www.youtube.com/playlist?list=PL9F_ciS2nrqbbb36xELupv3n7VG8vqo-4 Gustavo Entrala, España: “Dios me propuso un plan más original que el mío” https://www.youtube.com/watch?v=oyzgK3FyCEM Gustavo Entrala, la historia del emprendedor español que se convirtió en el 'tuitero' del Papa https://www.elconfidencial.com/sociedad/2011-07-01/gustavo-entrala-la-historia-del-emprendedor-espanol-que-se-convirtio-en-el-tuitero-del-papa_397339/ Origen de Palantir, la TIA ("Total Information Awareness") Oficina de Concienciación sobre la Información https://en.wikipedia.org/wiki/Information_Awareness_Office PALANTIR TECHNOLOGIES: Análisis Completo, Origen y SECRETOS. El ojo que todo lo ve https://www.youtube.com/watch?v=RhPd3ADOb8Y El plan secreto de Peter Thiel y Palantir para controlar el mundo desde la sombra. El Hilo Rojo https://www.youtube.com/live/U4zYzyYDwfQ Resumen ejecutivo de Palantir en 2017 https://theintercept.com/document/palantir-executive-summary/ CON LA AYUDA DE PALANTIR, EL DEPARTAMENTO DE POLICÍA DE LOS ÁNGELES UTILIZA LA VIGILANCIA PREDICTIVA PARA MONITOREAR A PERSONAS Y VECINDARIOS ESPECÍFICOS https://theintercept.com/2018/05/11/predictive-policing-surveillance-los-angeles/ La Policía de Los Ángeles desmanteló el programa Láser tras acusaciones de racismo y homicidios https://losangelespress.org/estados-unidos/2023/oct/30/la-policia-de-los-angeles-ante-un-abismo-tecnologico-6891.html La policía predictiva más allá de Minority Report https://diariolaley.laleynext.es/Content/Documento.aspx?params=H4sIAAAAAAAEAMtMSbF1CTEAAhMLE0sLY7Wy1KLizPw8WyMDI1MDY0MDkEBmWqVLfnJIZUGqbVpiTnEqACblGuI1AAAAWKE Reglamento Europeo sobre Inteligencia Artificial (LA LEY 16665/2024) https://eur-lex.europa.eu/legal-content/ES/TXT/?uri=CELEX:32024R1689 LO QUE NO DEBERIAS SABER SOBRE EL PNR https://tecnicopreocupado.com/2019/03/14/lo-que-no-deberias-saber-sobre-el-pnr/ El director de Google DeepMind señala solo un 50% de probabilidad de que la inteligencia artificial iguale a la mente humana para 2030, y revela los dos grandes obstáculos https://www.infobae.com/tecno/2025/07/30/el-director-de-google-deepmind-senala-solo-un-50-de-probabilidad-de-que-la-inteligencia-artificial-iguale-a-la-mente-humana-para-2030-y-revela-los-dos-grandes-obstaculos/ El anillo de Palantir https://x.com/tecn_preocupado/status/1951931375692497372 Imagen del libro ESTRUCTURA E INTERPRETACIÓN DE PROGRAMAS DE COMPUTADORA https://x.com/tecn_preocupado/status/1949064395213959413 ………………………………………………………………………………………. Música utilizada en este podcast: Tema inicial Heros Epílogo FOK - Formes de llenguatge: odi i por https://www.youtube.com/watch?v=jCUpPxOtzpQ
El Jeep es un coche mítico… eso ya lo sabes. Tuvo un papel fundamental en la Segunda Guerra Mundial… eso, también lo sabes. Fue fabricado por Willys-Overland e incluso por Ford… seguro que eso, también lo sabes. Lo que estoy ¡casi! seguro de que no sabes es que este modelo es fruto de una traición… Seguimos con este formato de videos que me encantan, que es repasar no ya la historia de ciertos coches interesantes, sino la ante-historia… un concepto que me acabo de inventar. Me refiero a la “historia antes de la historia”, a todo eso que no se cuenta, que es muy relevante y que sucede antes de la historia que todo el mundo conoce. A finales del verano de 1939 estalló la Segunda Guerra Mundial. Y los EE.UU. de Norteamérica ya daban por supuesto que, de un modo u otro, iban a entrar en el conflicto. El ejército ya había pensado en reemplazar las motocicletas y vehículos de reconocimiento ya algo anticuados por un todo terreno ligero 4x4. Pero, de repente, este asunto pasó a ser muy urgente… ¡me ha salido un pareado! En junio de 1940, la Quartermaster Corps, para entendernos, el cuerpo de intendencia envió solicitudes a nada menos que 135 fabricantes para diseñar un nuevo “vehículo de exploración” que debía de cumplir los siguientes requisitos: requisitos: Contar con tracción en las cuatro ruedas, con unas dimensiones que permitiesen transportar tres pasajeros, armamento ligero y su munición, alrededor de 300 kg de peso, y con un peso propio en torno a los 600 kg. Únicamente dos compañías respondieron a tiempo: la pequeña American Bantam ubicada en Butler, Pennsylvania y Willys-Overland ubicada Toledo, Ohio. Poco satisfecho el gobierno USA dio un tiempo extra a Ford Motor Company porque tenía interés en que participase, pensando que sí serían capaces de responder a los plazos. Para sorpresa de todos solo la pequeña Americam Bantam prometió cumplir con los plazos exigidos: tanto en la entrega del primer prototipo como de las unidades de prueba. Este compromiso de rapidez, junto con la presentación puntual de planos con especificaciones detalladas y muy convincentes fue lo que inclinó la balanza de forma que Bantam ganó inicialmente el contrato en julio de 1940. Era todo un logro para una empresa pequeña, posible gracias a la creatividad y dedicación de sus ingenieros. El 23 de septiembre de 1940, Bantam entregó su prototipo al Ejército. Karl Probst personalmente condujo este prototipo desde la fábrica en Pennsylvania hasta Camp Holabird (Maryland), para llegar a la fecha comprometida. De hecho, les sobro, pues para llegar a los 49 días límite… llegaron con 30 minutos de sobra. A pesar de las prisas, el pequeño Bantam cumplió los requisitos del Ejército. Los oficiales de la Quartermaster Corps estaban convenidos de las virtudes del prototipo, pero dudaban de la capacidad industrial para una producción masiva de la pequeña Bantam. Desconfiaban de que Bantam pudiese satisfacer las grandes demandas de fabricación que se preveían. Y el Ejército decidió, por su cuenta y riesgo, involucrar a Willys-Overland y a Ford en el proyecto. Ya en octubre de 1940, cuando el prototipo de Bantam estaba siendo evaluado, el Ejército invitó a representantes técnicos de Willys y Ford a Camp Holabird para que observaran “in situ” las bondades del prototipo. El Departamento de Guerra les proporcionó copias de los planos detallados a las maras rivales de Bantam. ¿Una traición? Oficialmente no fue una filtración sino una cesión legal de información técnica dado que las autoridades argumentaron que el estado de “Emergencia Nacional” estaba por encima de todo, incluida la exclusividad de Bantam. La guerra es la guerra y estaba por encima de estas “minucias”. A finales de 1940, el Ejército tenía tres prototipos ya muy definidos: el Bantam Mark II evolución del original, Willys “Quad” y el Ford “Pygmy”. La guerra se intensificaba en Europa y ejercito, muy pragmático declaró “aceptables” los tres diseños para una primera fase y en marzo de 1941 adjudicó pedidos piloto de 1.500 unidades a cada fabricante. Y en 1941 cada compañía produjo sus modelos de pre-producción: Bantam fabricó 2.605, Ford produjo 4.458 GP o General Purpose, denominación a la que se atribuye la denominación general de “Jeep” Willys fabricó 1.555 MA. Curiosamente, Bantam cumplió con cada contrato… pero todos sabían que el “gran premio” estaba por llegar: la producción en masa. En julio de 1941, con la experiencia de las 4.500 unidades piloto, el Ejército decidió estandarizar el futuro jeep en un solo modelo y contratar 16.000 vehículos de golpe a un único fabricante_ Willys Overland. El modelo final, al que ya se llamaba Jeep, tomaba la base del Willys incorporando algunas mejoras de Ford y Bantam.
Curiosamente, faltando once meses para las elecciones, ahora hablan de “zonas binacionales” aparte de pactos con capos de bandas. ¿Qué pretenden electoralmente? ¿El narcotráfico volverá a elegir presidente?
En esta plaza singular que es X, donde las palabras son estoque y los argumentos muleta, vamos a presentar a dos invitados de lidia mayor. Y lo haremos con el lenguaje de los ruedos, no por folclore, sino porque nada como la tauromaquia para retratar el valor, el estilo y la acometida con que estos dos tuiteros se enfrentan a las fieras del pensamiento dominante. Aquí no hay paseíllo por cortesía: entran directamente a los medios, desafiando a la plaza. Dos espadas de la palabra digital, dos figuras que no rehúyen ni el quite ni el embroque: Vaitovek a vuelto @Vaitovekisback y el periodista y escritor Manuel Valera @mmvaleraes. Cada uno, con su capote de opiniones afiladas, lidia en la plaza virtual con un estilo propio: Vaitovek corta con derechazos polémicos, desafiando narrativas sociales y políticas, mientras Valera traza naturales profundos, embistiendo contra el poder y la censura con una faena que busca el clamor del tendido. Por desgracia mucho del publico se encuentra todavía en sombra y ni los ve ni comprende su toreo. Son maestros que, con sus publicaciones, torean el albero de las ideas, dejando huella en cada pase para quienes siguen sus lances en esta plataforma. El primero en salir al ruedo es el diestro @Vaitovekisback, que no se anda con tanteos: entra de frente y por derecho, con una faena cargada de arrestos y verdad. «Como saben quienes me leen soy ateo. Pero además tengo sentido de la justicia e instintivo gusto por dar de hostias a los matones. Y hoy está claro que los católicos son especie perseguida, por tanto este diablo ateo fostiara siempre que pueda a quienes les ataquen injustamente.» Desde los primeros lances ya se ve que no es torero de salón. Con el capote bien asentado y los pies clavados en la arena, suelta verónicas afiladas que cortan el aire de lo políticamente correcto. «Qué hasta los cojones estoy de la moralina hipócrita del "odio". Si alguien viola a tu hija o te incendia tu casa y no le aborreces con todo tu ser y no descansas hasta hacer justicia y castigarle exactamente como merece, al milímetro, ESTÁS MUERTO IMBÉCIL.» Sus muletazos —con carga polémica— no esquivan las zonas calientes: feminismo, victimismo, moralina hipócrita, plandemias, holocuentos… «Soy incapaz de expresar lo increíblemente harto que estoy del supremacismo victimista, histérico, llorica, hipócrita, despótico y lunático de la gran mayoría de las mujeres, las cuales se han vuelto, feministas y no, absolutamente insoportables en todo y para todo.» No hay quite templado ni media verónica para el lucimiento. Aquí cada pase es una estocada a la línea de flotación de los discursos dominantes. Habla de la pandemia como una farsa sin ruedo, de las vacunas como veneno con etiqueta oficial, y de las élites como resabios de inquisidores modernos. «Operación COVID: Sólo hay un crimen más execrable y perverso que envenenar masivamente a la población de medio mundo, niños incluidos, a saber: Hacerlo engañándoles, convenciéndoles de que el veneno es una vacuna contra una enfermedad fantasma inventada y representada al efecto.» Como buen matador de fondo, no rehúye el tercio de varas: se planta y aguanta los pitos del respetable que no quiere ver como flojean al toro, y lanza pases largos a la inmigración subvencionada, a la corrupción mediática y a lo que él llama "el culto al gilipollas". «¿Asesinar al Presidente del Gobierno de otro país para promover un cambio de régimen conforme a los intereses del tuyo es un golpe de Estado extranjero o una "transición política pacífica y modélica”?» Sus reflexiones sobre inmigración, con las que apunta a las subvenciones como cómplices de salarios rácanos, o sus desplantes a los medios tradicionales, comparados con un culto ciego, levantan polvareda en los tendidos. «Soy "racista". Y estoy orgulloso de serlo. Y voy a por los hideputas racistas musulmanes, judíos y de toda laya que están jodiendo a mi gente. Y tú no eres "racista" sino un pobre gilipollas nenaza que piensa que si les chupas la polla lo bastante la cosa no será tan mala.» Desde 2023 hasta este julio de 2025, nunca ha salido por la puerta de chiqueros: siempre está al sol, toreando en abierto. «Qué interesante sería un estudio exhaustivo sobre la relación matriz-filial entre logias masónicas (y think thanks, fundaciones, etc. asociados) y partidos políticos, comenzando por las Rev. inglesa, francesa, americana, bolchevique, etc. hasta nuestros días.» En resumen, un torero bronco y con raza, que no busca trofeos fáciles sino remover los cimientos. Y tras el primer toro arrastrado ya por las mulillas, aparece de luces Manuel Valera, que le cae como anillo al dedo, con el porte y la gallardía que mandan los cánones del arte taurino. ¡Ole maestro! grita un exaltado desde el tendido nada más ver como se echa la muleta a la izquierda con serenidad y temple. Su estilo no es el del golpe seco, sino el del pase largo y profundo, con hondura crítica y aroma de disidencia ilustrada. Celebra el despertar colectivo frente a narrativas como la pandemia o la ingeniería climática. «Ahora estamos mal, pero estamos mejor que antes, porque antes estábamos bien, pero era mentira. No como ahora, que estamos mal pero es de verdad.» Hay en sus tuits algo de vieja escuela, como los naturales de Curro Romero o los cambios de mano de Rafael de Paula: no muchos, pero cada uno deja eco. Sus mensajes destilan propósito, convicción y una pulsión ética que no necesita ruido para ser contundente. «Un propósito en la vida. Una misión. Tomar lo tuyo como un monacato, levantarte y ponerte a ello sin que nada sea capaz de pararte.» Desde 2022 aqui en Twitter, y con especial fuerza en este 2025 donde nos regala su Nautilus todos los días, su faena se ha centrado en desenmascarar el relato oficial, denunciar la ingeniería social y reivindicar la lucidez como forma de resistencia. «La risa deshace el miedo, provoca que se tambaleen los cimientos del poder y libera a los presos del terror.» No rehúye ni el tercio de muerte: entra a matar con la palabra justa. Acusa a farmacéuticas, a gobiernos, a medios, y a quienes siguen el rebaño por inercia. Y si en la plaza hay censura, la señala con precisión quirúrgica. «La gente empieza a hablar abiertamente de invasión, de ingeniería climática, del robo de todos los políticos, del veneno de las farmacéuticas... Quizá esté siendo tan progresivo que no se haya notado, pero vaya cambio desde 2020. Ningún disidente se vuelve obediente. Sí al revés.» En sus crónicas, los poderosos son criminales, los ciudadanos despiertan, y el cambio ya está en marcha. Su muleta no busca el aplauso fácil: busca verdad. «Están pataleando inmersos en el barro, literal y figurado, de su miseria moral. A los que os acabáis de dar cuenta de que nos gobiernan criminales, a nivel mundial, y son todos, sólo deciros que eso es lo que muchos llevamos diciendo desde hace tanto.» Pero —¡ay!— como en toda buena corrida, llega el momento de cambiar de tercio. Y es entonces cuando estos dos toreros, que han dominado la plaza con arte y arrojo, se transfiguran en toros. Dejan el traje de luces y se desvisten en pelo negro de Miura: bravos, astifinos, impredecibles. Vaitovek se crece al castigo y embiste con la mirada fija en el burladero de lo correcto. Valera, encastado, mete los riñones con cada tuit y no deja un metro sin pisar en el redondel del pensamiento. Y aquí estoy yo, capote en mano, dispuesto a recibirlos a puerta gayola. Sí, porque en este Spaces, los lances serán míos. Aqui estoy plantado en el centro de este coso digital, dispuesto a templar sus embestidas, a sacarles pases por bajo, a dejarme rozar la taleguilla si hace falta, y a buscar, en cada frase, ese olé que nace del buen toreo. El respetable está listo. La plaza de X vibra. Que suene el clarín: empieza la entrevista. ………………………………………………………………………………………. He elegido esta estructura taurina para presentar el Spaces del día 22 a las 22 horas porque, más allá del arte del toreo, este encuentro es un pequeño homenaje al glorioso Dúo Sacapuntas, ese par de genios del humor que todos recordamos vestidos de toreros en el mítico Un, dos, tres. Y por supuesto porque se, Manuel, que tu eres un grandísimo aficionado. Porque sí, amigos, cuando uno ve a @Vaitovekisback y @mmvaleraes juntos en acción, no puede evitar pensar en aquel inolvidable “¡cómo estaba la plaza, abarrota!”, y su archifamoso 22, 22, 22. Aunque aquí en vez de chistes vienen derechazos dialécticos y naturales argumentativos. Así que prepárense, que el tendido digital se viene arriba… ¡y sin falta de subirse al carro de las mulillas que aqui no va a servir ninguno para hacer rabo de toro! ………………………………………………………………………………………. "Las mentes grandes discuten ideas; las mentes promedio discuten acontecimientos; las mentes pequeñas discuten sobre personas.” Eleanor Roosevelt ………………………………………………………………………………………. Bueno, ya sabéis que no creo en casualidades, así que hayamos coincidido los tres en un dia 22 a las 22 horas me indica una sincronización muy importante en nuestros caminos ya que este numero está cargado de una energía especial ligada a la construcción, el poder y el cumplimiento de metas. Ya sabéis que una de las cosas sobre las que hablo es la numerologia, lo hice en mi primer libro sobre Blasco Ibáñez, explicando un poco como en numerología están los números básicos que van del 1 hasta el 9 y luego números especiales que no se pueden reducir a una sola cifra, números llamados “maestros” como el 11, 22, 33. El número maestro 33 combina los poderes más competentes de expresión y realización (la del número 3) con el maestro y el tutor por excelencia, el 6. El rosario islámico tiene 33 cuentas. En la mitología hindú el 33 expresa perfección. Una de las cifras preferidas de todo masón que se precie y que desea lucir dentro de su estrella de seis puntas. Su verdadera esencia constituye la última etapa en la evolución espiritual, el Maestro de maestros. El 33 es el número maestro que en su perfección no se puede transformar en un 6. Tenemos un 6 infértil, un 6 egoista, un 6 que no es humano sino inhumano, del demonio del ego. Para el que no lo sepa este número representa la edad de la Maestría en la Iniciación de Jesús (su muerte, resurrección y ascensión), aparte de otros detalles esotéricos. El "33" simboliza el grado alto de consciencia espiritual por parte del ser humano”. Ese 33 representa plenamente a Blasco Ibáñez, en su maestría, en su autoidolatria, en su soberbia que lo impulsaba a ganar más y más dinero. Cuando hablamos de masones, y Blasco lo era, el 33 es el número de los maestros iniciados, el más alto grado dentro de la masonería. Y para ellos son muy importantes las columnas del templo. En la numerología caldea, cada letra del alfabeto porta un valor numérico que revela significados profundos y conexiones místicas. Las palabras Jachim y Boaz, nombres de las emblemáticas columnas del Templo de Salomón, encarnan un simbolismo poderoso ya que si sumamos el valor de cada una de sus letras nos dará el número 33, considerado un número maestro en diversas tradiciones espirituales como he dicho antes. Pero es que tenemos también el 11, ya que cada columna podría ser representada por un uno de forma individual. Curiosamente en la biblia, en Reyes 7 se describe la construcción del templo y termina hablando de ellas en el verso 22. Siendo estos los versos 21 y 22: «Estas columnas erigió en el pórtico del templo; y cuando hubo alzado la columna del lado derecho, le puso por nombre Jaquín, y alzando la columna del lado izquierdo, llamó su nombre Boaz. Y puso en las cabezas de las columnas tallado en forma de lirios, y así se acabó la obra de las columnas.» Jachim, que representa la fuerza, la estabilidad y el principio activo, y Boaz, que simboliza la sabiduría, la receptividad y el equilibrio, se alzan como guardianas del equilibrio cósmico en el umbral del templo. Que ambas palabras converjan en el valor 33 no es casualidad: este número, asociado con la maestría espiritual, la compasión y la elevación de la conciencia, refleja la unión armónica de lo divino y lo terrenal. Así, Jachim y Boaz no solo custodian la entrada al espacio sagrado, sino que invitan a quienes las contemplan a integrar la dualidad en un camino hacia la iluminación, resonando con la vibración de la perfección espiritual que encarnan el 11, el 22 y el 33. Pero vamos a dejarnos de zarandajas y descorrer de par en par el velo que guardan estas dos columnas. ¿Por dónde empezamos? ………………………………………………………………………………………. Del 11 y del 33 se ha hablado mucho, pero a menudo dejamos en segundo plano al segundo número maestro por excelencia: el 22. Este número no solo posee una vibración poderosa, sino que también está profundamente enraizado en múltiples tradiciones espirituales y sistemas esotéricos. El 22 guarda una conexión simbólica con los 22 Arcanos Mayores del Tarot, que representan el viaje del alma hacia la conciencia plena, así como con las 22 letras del alfabeto hebreo, fundamentales en la Cábala. Esta antigua tradición mística asocia el número con los 22 senderos que conectan los diez sefirot del Árbol de la Vida, canales por los que fluye la energía divina y que reflejan etapas del crecimiento espiritual y humano. En la Biblia, este número aparece implícitamente a través del simbolismo de las 22 letras hebreas, mientras que en el hinduismo, se relaciona con las 22 consonantes fundamentales del sánscrito, cada una portadora de resonancias sagradas utilizadas en mantras y rituales. Asimismo, en la cultura china y el feng shui, el 22 se considera un número auspicioso que representa doble bendición, éxito, y una profunda armonía entre el cielo y la tierra. Numerológicamente, el 22 es conocido como el "Maestro Constructor", ya que combina la intuición y sensibilidad del número 2 con la fuerza práctica y estructuradora del número 4 (2 + 2 = 4). El 2 es la pareja, la dualidad y el cuatro es la casa donde esta pareja criara a sus hijos. Esta dualidad le permite convertir sueños elevados en realidades tangibles, construyendo sobre cimientos sólidos. Es un número que conjuga la visión con la acción, la espiritualidad con la materia, lo abstracto con lo concreto. Quienes vibran con el 22 poseen un potencial excepcional para planificar, liderar y materializar proyectos de gran escala que tienen un impacto positivo y duradero en la sociedad. Son visionarios pragmáticos, dotados de una capacidad singular para traducir ideales en estructuras estables, ya sea en el ámbito social, político, artístico o espiritual. Sin embargo, esta energía también conlleva un reto: el peso de su propio potencial. La presión por alcanzar metas elevadas puede generar bloqueos, inseguridad o una tendencia al perfeccionismo paralizante. Por ello, el 22 exige madurez emocional, firmeza interior y una fuerte conexión con un propósito superior. Solo así puede desplegar toda su fuerza constructiva sin caer en la dispersión. En su expresión más elevada, el número 22 representa la sabiduría aplicada, el servicio desinteresado y la construcción de un legado que trasciende al individuo. Es un puente entre lo divino y lo humano, entre la idea y la forma. Un número reservado para aquellos llamados a dejar una huella profunda en el mundo, no solo con sus acciones, sino también con su visión de futuro. ………………………………………………………………………………………. Os voy a leer 22 axiomas alquímicos que dan mucho que pensar: 1.Nada resiste a la voluntad del hombre cuando conoce la verdad y quiere el bien. 2.Querer el mal es querer la muerte. Una voluntad perversa es el comienzo del suicidio. 3.Querer el bien con violencia es querer el mal; pues la violencia produce el desorden y el desorden el mal. 4.Se puede y se debe aceptar el mal como medio del bien; pero es necesario ni quererlo ni hacerlo, de otro modo se destruiría con una mano lo que se edificaba con la otra. La buena fe no justifica nunca los malos medios; ella los corrige cuando los sufre y los condena cuando los toma. 5.Para tener derecho de poseer siempre es necesario querer pacientemente y por largo tiempo. 6.Pasar su vida queriendo lo que es imposible de poseer siempre es abdicar la vida y aceptar la eternidad de la muerte. 7.Cuanto más la voluntad salta obstáculos más fuerte resulta. Por eso Cristo glorificó la pobreza y el dolor. 8.Cuando la voluntad se dedica al absurdo, queda reprobada por la eterna razón. 9.La voluntad del hombre justo es la voluntad de Dios mismo y es la ley de la Naturaleza. 10.Por la voluntad la inteligencia ve. Si la voluntad es sana, la vida es justa. Dios ha dicho: «Que la luz sea», y la luz es. La voluntad dice: «Que el mundo sea como yo quiero verlo», y la inteligencia lo ve como la voluntad ha querido. Es lo que significa la palabra “Así sea”, que confirma los actos de fe. 11.Cuando se forman fantasmas, se llena el mundo de vampiros; precisa alimentar esas puerilidades con pesadillas voluntarias en las que intervienen la sangre, la vida, la inteligencia y la razón sin saciarlas jamás. 12.Afirmar y querer lo que debe ser, es crear; afirmar y querer lo que no debe ser, es destruir. 13.La luz es un fuego eléctrico puesto por la naturaleza al servicio de la voluntad; ilumina a los que saben emplearla, quema a los que abusan de ella. 14.El imperio del mundo es el imperio de la luz. 15.Las grandes inteligencias cuya voluntad no se equilibra bien, se parecen a los cometas, que son soles abortados. 16.No hacer nada es tan funesto como hacer mal; pero es más cobarde. El más imperdonable de los pecados mortales es la inercia. 17.Sufrir es trabajar. Un gran dolor sufrido es un progreso realizado. Los que sufren mucho viven más que los que no sufren. 18.La muerte voluntaria por abnegación no es un suicidio; es la apoteosis de la voluntad. 19.El miedo es solo una pereza de la voluntad y por ello la opinión difama a los cobardes. 20.Llegad a no temer al león y el león os temerá. Decid al dolor: quiero que seas un placer y llegará a ser, no solo un placer, sino hasta más que un placer, una dicha. 21.Una cadena de hierro es más fácil de quebrar que una cadena de flores. 22.Antes de clasificar a un hombre como feliz o desgraciado, sabed que es lo que ha hecho con la dirección de su voluntad. ¿Sabéis quién escribió estos 22 principios? Pues nada más y nada menos que el ocultista francés Alphonse Louis Constant, más conocido como Eliphas Levi (1810-1875), sí, el del baphomet. Este escribió su famoso libro, en realidad son dos, Dogma y ritual de la Alta Magia y lo estructuró en 22 capítulos, paralelos a las cartas de Tarot, y que además de sus hechizos, talismanes, amuletos e invocaciones, contiene una serie de conocimientos arcanos y estas 22 proposiciones para mejorar como seres humanos. Me he leido entero dogma y muy poco el denominado ritual, aunque os digo que contienen mucha información respecto de la magia blanca y la magia negra, pactos con el demonio, nigromancia, y los peligros de introducirse en estos ámbitos sin los conocimientos adecuados. ………………………………………………………………………………………. Y como hago a veces, hoy nos vamos a despedir el programa con algunas citas, por supuesto de nuestros dos invitados. Empezamos con Váitovek y esta demoledora y potencialmente problemática cita sobre uno de los tabúes de nuestro tiempo, los judíos: «El judaísmo bíblico es supremacismo racista absoluto. Su deidad tiene como objetivo EXPRESO para su pueblo el saqueo, esclavización y exterminio final de todas las naciones, ie, de TODO EL MUNDO. Ergo es con mucho la ideología más criminal, execrable y deforme de la historia.» Le toca el turno a Manuel Valera, casi mi tocayo por parte de apellido, que lleva deleitándonos con su Nautilus desde 2015, que a modo de cuaderno de bitácora nos cuenta todos los días lo que siente un escritor de la mejor forma que sabe hacer, escribir: «La risa deshace el miedo, provoca que se tambaleen los cimientos del poder y libera a los presos del terror. Con cada carcajada se escucha el sonido de las cadenas que caen y el estruendo de los muros de las prisiones mentales, deshechos. Por eso al que manda le viene mal que la gente ría libremente.» No tengan miedo y cuiden de sus familias, esa es mi cita recurrente para despedir estos Spaces…hoy, además, les dejo con una de Carl Jung, psiquiatra y psicoanalista suizo, fundador de la psicología analítica, simplemente para hacerles pensar: «Ningún árbol puede crecer hasta el cielo a menos que sus raíces lleguen al infierno.» ………………………………………………………………………………………. Conductor del programa UTP Ramón Valero @tecn_preocupado Canal en Telegram @UnTecnicoPreocupado Un técnico Preocupado un FP2 IVOOX UTP http://cutt.ly/dzhhGrf BLOG http://cutt.ly/dzhh2LX Ayúdame desde mi Crowfunding aquí https://cutt.ly/W0DsPVq Invitados mvaleraes @mmvaleraes Sí a la libertad En mi web, http://mvalera.es, tengo bastante más material con el que me gano miles de "amigos". …. Váitovek @Vaitovekisback ………………………………………………………………………………………. Enlaces citados en el podcast: AYUDA A TRAVÉS DE LA COMPRA DE MIS LIBROS https://tecnicopreocupado.com/2024/11/16/ayuda-a-traves-de-la-compra-de-mis-libros/ Los 22 Axiomas más poderosos que por desgracia hemos olvidado https://abajocomoarriba.blogspot.com/2019/06/los-22-axiomas-mas-poderosos-que-por.html Nautilus de Manuel Valera https://mvalera.es/category/columnas/ Corona virus: Computer virus https://x.com/Vaitovekisback/status/1619380439021654018 Operación PCRdemia: Sentencia firme https://x.com/vaitovek/status/1420832122911199243 Campaña por la Reforma Monetaria – Noticias de Suiza https://www.vollgeld-initiative.ch/english/ ………………………………………………………………………………………. Música utilizada en este podcast: Tema inicial Heros Epílogo Madiel Lara - Veintidos https://youtu.be/8jxguAkcl3Y?feature=shared
Neste episódio do Perguntar Não Ofende, recebemos Bruno Nogueira, figura incontornável do humor em Portugal. A conversa parte dos limites do humor, mas rapidamente avançamos para algo mais profundo: qual é, afinal, a função social, política e cultural do humor? Tem de ter uma? Ao longo do episódio, revisitamos os marcos principais de duas décadas de carreira de Bruno, do Curto-Circuito ao stand-up, dos Contemporâneos ao Último a Sair, passando pelo fenómeno Deixem o Pimba em Paz, ao inesperado sucesso do talk-show confinado no Instagram, durante a pandemia, Como é Que o Bicho Mexe?, até à série Ruído. Mas esta não é uma entrevista biográfica. Falamos do sentimento de perseguição que atravessa muitos humoristas, sobretudo os mais bem-sucedidos, e da contradição entre essa perceção e o espaço sem precedentes que o humor hoje ocupa. Discutimos o sketch final do “Ruído” e os ecos da justiça como nova forma de censura, como no caso da Joana Marques, ou da cartoonista Cristina Sampaio. Afinal, o humor é uma ameaça ou está só a ser levado (finalmente) a sério? Bruno reflete também sobre o poder do humor e as suas responsabilidades: existe uma ética do humor? Quem tem graça também tem de saber ouvir? É um espaço de crítica ou só uma forma de escapar à realidade? Da música popular à sátira política, dos podcasts aos palcos esgotados, Bruno fala sobre a tensão entre arte e entretenimento, e sobre como tenta manter-se fiel à vontade de experimentar, mesmo com o conforto que o sucesso já poderia garantir. É uma conversa sobre risco, criatividade e sobre o lugar que o humor pode (e talvez deva) ocupar no espaço público.See omnystudio.com/listener for privacy information.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1====================================================DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADULTOS 2025“CON JESÚS HOY”Narrado por: Exyomara AvilaDesde: Bogotá, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church ===================|| www.drministries.org ||===================21 de JulioCompasión versus violencia«Cuando los que estaban con él se dieron cuenta de lo que había de acontecer, le dijeron: Señor, ¿heriremos a espada?". Entonces uno de ellos hirió a un siervo del Sumo sacerdote y le cortó la oreja derecha. Entonces, respondiendo Jesús, dijo: "Basta ya; dejad". Y tocando su oreja, lo sanó» (Luc. 22: 49-51).Para defender a Jesús de sus captores, uno de sus discípulos desenvaina su espada y hiere en la oreja a un esbirro del sumo sacerdote. Lucas, el médico, precisa, que se trata de la oreja derecha: quizá el golpe tenía la intención de ir al cuello y cercenar la cabeza.Aunque los tres primeros Evangelios callan por prudencia el nombre del torpe agresor, Juan (18: 10) nos revela que se trata de Pedro. Sin duda se atreve a nombrarlo porque entonces ya no existía el sanedrín y, además, al haber muerto el agresor (Juan 21: 19), ya no era peligroso identificarlo. Curiosamente, nos revela también la identidad del herido, precisamente llamado Malco. Es interesante observar que no lo menciona como un mero adversario anónimo, sino como un ser humano único e irrepetible, como todos, por muy hostilmente que hubiese actuado.En sus palabras de repulsa a Pedro, Jesús condena de la manera más severa el uso de las armas, tanto como medio de ataque como de defensa. Hacer de su declaración» Todos los que tomaren espada a espada perecerán» (Mat. 26: 52) un argumento para justificar la pena de muerte, o la llamada «guerra justa», sería una grave falta de respeto a la intención del texto, cuando este expresa, al contrario, una rotunda condena de la violencia.Jesús no solo rechaza categóricamente la agresión como medio de defenderle, sino que además atiende al herido y restituye su integridad física. Esta curación no solo era de enorme importancia para la causa del Nazareno, gravemente comprometida por la acción imprudente de su discípulo; también testifica de la autenticidad del milagro. Porque si esa herida no hubiese sido sanada no se comprendería que los enemigos de Jesús no se hubiesen servido de ella como de un motivo suficiente agresión armada contra la autoridad para condenarlo ante las autoridades, a él y a su discípulo.Con ello Jesús nos deja un ejemplo admirable que nos debería llevar a extender nuestro servicio en favor del prójimo incluso a quienes se consideran nuestros enemigos o actúan como tales. Para el cristiano cualquier herido, cualquier enfermo, es un ser humano que necesita ayuda. Nuestro deber, como seguidores de Jesús, es atenderlo lo mejor posible, es decir, como desearíamos ser atendidos nosotros mismos (Mar. 12: 31).Esto también va para mí.
Regresa el extra exclusivo para Patreons y miembros del canal de YouTube en donde hacemos el contenido más flojo que puede haber en internet: nos ponemos a leer comentarios que le dejan a alguien más en sus videos, porque a nosotros ni quien nos pele.En esta ocasión retomamos lo que le dejaron al camarada Kristoff en su ¿crítica? sobre Superman, así como los comentarios en una crítica publicada por Carlos Tron en su perfil.Curiosamente, al transmitir en vivo "sin querer", llegó a banda a vernos. Gracias a Fabiola Sandoval, Carlos Bascuñán y Jorge Arturo Aguilar por participar.Tú también puedes apoyar la creación de este y más programas y recibir crédito (para que aumentes currículum) y otros extras exclusivos en www.patreon.com/churrosypalomitas.Puedes suscribirte en YouTube para ayudarnos a producir más contenido de calidad, así como en apoyar este proyecto donando el dinero de Jeff Bezos y a ti no te cuesta nada! Instrucciones aquí.Esta entrega fue traída gracias a:Productora Ejecutiva: Blanca LópezCo-Productor: Dany SaadiaCo-Productor: Logan MayerCo-Productor: Román RangelAgradecimiento especial a nuestros Patreons: Adriana Fernández, Agustín Galván, Cris Mendoza, Jaime Rosales, Juan Espíritu, Luiso Uribe, Zert, Álvaro Vázquez, Arturo Manrique, Fabiola Sándoval, Lau Berdejo, Marce, Alejandro Alemán, Arturo Aguilar, Enrique Vázquez, Ernesto Diezmartínez, Jorge I. Figueroa, Mariana Padilla, Tania RG y Fernando Alonso.¡Gracias a nuestros suscriptores en Twitch ! Gracias a Juan Espíritu por su apoyoTú también puedes apoyar la creación de este y más programas y recibir crédito (para que aumentes currículum) y otros extras exclusivos en www.patreon.com/churrosypalomitas¿Quieren continuar la discusión? Tenemos nuestro canal de Discord de Charlas y Palomitas, con distintos temas, unos solo para productores del show y otros para toda la banda.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1====================================================DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADULTOS 2025“CON JESÚS HOY”Narrado por: Exyomara AvilaDesde: Bogotá, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church ===================|| www.drministries.org ||===================15 de JulioPresencia sanadora«Mientras recorrían toda la tierra de alrededor, comenzaron a traer de todos partes enfermos en camillas a donde oían que estaba. Y dondequiera que entraba, ya fuera en aldeas, en ciudades o en campos, ponían en las calles a los que estaban enfermos y le rogaban que los dejara tocar siquiera el borde de su manto; y todos los que lo tocaban quedaban sanos» (Mar. 6: 55-56).En Genesaret y dondequiera que va, Jesús irradia vida. Y quienes se acercan a él en busca de alivio para sus males (Mat. 14:35) no tardan en recibir bendiciones.En esta ocasión la gente quiere estar tan cerca de Jesús, para escuchar sus palabras y recibir su atención, que se aferran a su manto como fuente de salud. Pero es el poder vital de Dios, puesto en acción por el amor de Jesús, y no el poder mágico de su manto, lo que los sana y los hace sentirse acogidos y salvos.Curiosamente en hebreo la palabra enfermedad' (mahala) viene de una raíz que evoca la noción de "cerco", de un cercado que encierra y aprísiona. Sanar o restablecerse significa, literalmente, «salir del cerco, del encierro, del apuro». Es liberarse de la prisión de un cuerpo maltrecho, de una mente alterada o de una dolencia tirana. Y la obra sanadora de Jesús era una obra global que afectaba a todo el ser, y no solo al cuerpo, pues aportaba salud también a la mente y al espíritu.Por eso, en el texto original (Mar. 6: 56), para decir que los enfermos «quedaban sanos» dice en realidad que «eran salvos». En la lengua usada por los evangelistas sanar o salvar significa literalmente 'sacar fuera', 'rescatar', 'liberar' y tiene la misma raiz que el nombre de Jesús: «El que. salva».Hoy también lo que muchos enfermos necesitan es acercarse a Jesús y tocar su manto sanador, su manto de justicia. Al ponernos en contacto con él, al entrar en sintonía con el poder creador del cosmos, la fuerza vital invisible que procede del cielo nos alcanza de alguna manera. Al abrirnos a ella, esa fuente de salud y vida que está más allá del aquí y del ahora, empieza a transformar nuestra realidad.Y así, como los enfermos sanados en Genesaret, disfrutamos ya de un anticipo de la salud y de la salvación con las que el Creador desea, un día, rehacer nuestras vidas definitivamente.Gracias, Señor, por la salud plena que tú vas a empezar a darme ya hoy.
El viernes trascendió que ya Celso Gamboa Sánchez fue formalmente acusado por violaciones federales a las leyes de narcotráfico en el Distrito Este de Texas. Inculpado de conspiración, de fabricar, distribuir y exportar cocaína a Estados Unidos, el caso forma parte de "Take Back America" una operación de gran calado que moviliza recursos para luchar -entre otros ilícitos- contra carteles y organizaciones criminales transnacionales, para procurar su erradicación. Como se sabe, Celso Gamboa (49) fue capturado el 23 de junio. Pocos días después, junto con su aludido socio delincuencial alias pecho de rata, rechazó la extradición voluntaria. Este sonado caso corre en paralelo con uno similar en Ecuador donde el 25 de junio fue recapturado el capo más sonado del país andino José Adolfo Macías alias Fito (45), quien sí acepto de inmediato la visa sin retorno a los Estados Unidos. Curiosamente, ambos capos serían los primeros extraditados nacionales de los dos países. ¿Por qué Gamboa Sánchez y su socio rechazaron el procedimiento y alias Fito lo aceptó? ¿Cuáles son las diferencias y similitudes de ambos casos? Y algo más, también el viernes, pero en Nueva York, Ovidio Guzmán López uno de los hijos del narco mexicano Joaquín El Chapo Guzmán, en cumplimiento de un acuerdo previo con las autoridades estadounidenses, se declaró culpable de cuatro delitos de narcotráfico. Como parte del trato, 17 familiares de Ovidio Guzmán ingresaron a Estados Unidos. A este pacto, seguiría la declaratoria de culpabilidad de otro de los hermanos, Joaquín, que guarda prisión desde hace un año en Chicago, luego de haber colaborado con la entrega de Ismael el Mayo Zambada en El Paso, Texas. No es ficción. Es la transnacionalización del crimen organizado del narco en vivo minuto a minuto. Y de ello hablamos experta en seguridad en la materia Tania Molina.
Acerca de Desiderata y Max Ehrmann El nombre Desiderata procede del latín y significa «cosas deseadas» o «esenciales», un título apropiado para un manifiesto poético sobre cómo vivir sabiamente y bien. Max Ehrmann (1872-1945) fue un poeta y abogado estadounidense que estudió filosofía y derecho en Harvard y trabajó en el mundo editorial y del derecho antes de dedicarse a escribir a tiempo completo a los 40 años. Ehrmann escribió Desiderata en 1927, durante el periodo de entreguerras, una época en la que el mundo se tambaleaba tras la Primera Guerra Mundial y se dirigía sin saberlo hacia la Gran Depresión de 1929. Sus perennes consejos para la paz interior, la autenticidad y la resiliencia resultan aún más notables en ese contexto de incertidumbre. Curiosamente, Desiderata no fue muy conocida en vida de Ehrmann. Se hizo famosa después de su muerte, cuando se anunció erróneamente que había sido encontrada en una iglesia del siglo XVII. Este mito se extendió rápidamente en las décadas de 1960 y 1970, durante el movimiento hippie, cuando muchos encontraron en sus palabras un bálsamo para la vida moderna. Max Ehrmann describió este poema como: «una palabra para los fatigados, para ayudar a inspirarles fe, esperanza y determinación». ¡Que así sea para ti! Créditos: Programa grabado y producido por Gabriel Porras, artista de voz y productor para gabrielvoice.com y murmullosradiantes.com. Traducción del inglés de Gabriel Porras Portada de Ricardo Gil (ricardo@scrav.com). Imagen creada con IA en Freepik.com Música: “Echo of Sadness”, by TURNIQUE Bensound.com/royalty-free-music License code: H5CJTKASS3ZKJ148
Acostumbradas y acostumbrados a que todo se mide, se califica, se mejora, de esa misma manera nos relacionamos con nuestra propia práctica. Curiosamente, para "mejorar" nuestra práctica, no hace falta hacer mucho. En este episodio, exploro como aprender a soltar esta mente que quiere mejorar y hacer mejor todo y aprender a solamente a estar. Si te interesa soltar y solo estar por varias horas, te comparto la información de mi propio retiro de mindfulness.
Hace cien años, en abril de 1925, Montevideo recibió una de las visitas más memorables de su historia: la del físico alemán Albert Einstein. Con 46 años de edad y ya consagrado como una de las mentes más influyentes del siglo XX, Einstein, que se encontraba en Buenos Aires, fue invitado por la Universidad de la República para que extendiera su viaje a Uruguay. Él aceptó y llegó a nuestra ciudad para dictar tres conferencias sobre la teoría de la relatividad. La expectativa fue tan grande que más de dos mil personas colmaron el paraninfo en cada charla, desbordando la capacidad de esa sala y dejando en claro que, incluso en tiempos sin redes sociales ni transmisiones en vivo, la ciencia podía generar auténtica fascinación. Pero su visita no fue solo académica. Einstein recorrió Montevideo, fue recibido por el presidente José Serrato, visitó escuelas públicas, conoció las obras de construcción del Palacio Legislativo, asistió a una función de ópera en el Teatro Solís y hasta declinó hospedarse en el lujoso Parque Hotel para quedarse en la modesta casa de su amigo Nahum Rosemblat, sobre la avenida 18 de Julio, en la zona del Cordón. Uno de los momentos más simbólicos de la presencia de Einstein en Uruguay fue su encuentro con el filósofo Carlos Vaz Ferreira, en un banco de la Plaza de los Bomberos —hoy Plaza de los Treinta y Tres—, que sería inmortalizado por una foto y mucho más tarde, en 2008, con un monumento. Curiosamente, mientras sus conferencias reunían multitudes, a su única rueda de prensa asistieron apenas dos periodistas y un fotógrafo. Hoy, un siglo después de aquella visita, instituciones científicas y académicas del país se han unido para conmemorarla, organizando actividades y abriendo un espacio de reflexión. ¿Por qué la llegada de Einstein a Montevideo generó tanto interés en 1925? ¿Qué papel jugaba la ciencia en la vida pública de nuestro país en aquellos años? Y ¿cómo se percibe hoy ese vínculo entre conocimiento y sociedad? La Tertulia de los Viernes con Alejandro Abal, Víctor Ganón, Juan Grompone y Carolina Porley.
Dicen que todo está hecho, que Carlo Ancelotti se marchará a Brasil. Y que Xabi Alonso será el nuevo entrenador del Real Madrid. Lo que no está claro es la fecha. Aseguran que Ancelotti se hará cargo de la selección de Brasil a partir del uno de junio, pero que Alonso no tomará las riendas del equipo hasta pasado el Mundial de Clubs porque si lo hace antes sería un gran riesgo para él. Curiosamente, no lo sería para el italiano, que tendría incluso menos días para afrontar sus primeros partidos de clasificación para el próximo Mundial. Min. 01 Seg. 46 – Intro Min. 07 Seg. 30 – Objetivo: ofender al Real Madrid casi cada semana Min. 12 Seg. 18 – La historia se acaba el uno de junio Min. 17 Seg. 29 – Pactado pero no firmado Min. 23 Seg. 36 – Una noticia esperpéntica Min. 29 Seg. 32 – Se quiere quedar y se quiere marchar Min. 37 Seg. 48 – Lo contrario de lo que dice la mayoría Min. 43 Seg. 51 – Cuatro salidas que son seguras (o no) Min. 49 Seg. 18 – Hasta las soluciones son un problema Min. 59 Seg. 06 – Despedida The Dukes Of September (New York 16/11/2012) Hey Nineteen Peg Kid Charlemagne Lowdown The Same Thing Pretzel Logic Takin' It To The Strets Them Changes Lido Shuffle I Keep Forgettin' Richard Thompson - Shoot Out The Lights (Ottawa 10/04/1985)
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADULTOS 2025“CON JESÚS HOY”Narrado por: Exyomara AvilaDesde: Bogotá, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church ===================|| www.drministries.org ||===================23 de AbrilRenacimiento espiritual«Lo que nace de la carne, carne es; y lo que nace del Espíritu, espíritu es. No te maravilles de que te dije: "Os es necesario nacer de nuevo"» (Juan 3: 6-7).El nuevo nacimiento al que Jesús nos invita es un completo renacimiento espiritual. Curiosamente el adverbio anothen utilizado en este pasaje se puede traducir por «de nuevo» como por «de lo alto, de arriba». Parece que el evangelista lo haya escogido deliberadamente por esa razón, porque no se trata simplemente de nacer otra vez, sino de entrar en una realidad espiritual nueva.Los seres humanos estamos marcados por la finitud de este mundo tan alejado del ideal divino, y no nacemos totalmente «vivos» con la existencia que Dios había querido para nosotros. Desde que llegamos a la vida, llevamos en nuestro ser un germen de muerte.Nacer «de arriba» es nacer de Dios. Es alcanzar la plenitud humana al recuperar la dimensión espiritual que habíamos perdido. Es liberarnos del tupido cascarón que nos envuelve haciéndonos creer que este mundo que nos rodea es la única realidad. Nacer de arriba es comenzar a vivir plenamente, ya que es abrir los ojos a la luz de otra existencia, más profunda. Es descubrir al volver a conectarnos con Dios, incluso los límites de nuestra vida pueden ser trascendidos. Porque si no somos nuevas criaturas, somos «criaturas» a secas.A nosotros, igual que a Nicodemo, nos cuesta entender que Dios pueda cambiar nuestras actitudes respetando nuestra libertad; que tenemos infinitamente más garantías de éxito si, en lugar de renovar nuestra vida a partir de nuestros ideales y recursos humanos, lo hacemos con recursos divinos. La idea de dejarnos remodelar por Dios es menos absurda que la de tratar de transformarnos por nuestros propios medios.Al apartarnos de la fuente de vida, los seres humanos nos condenamos a muerte. Nuestra única posibilidad de sobrevivir a este mundo mortal es conectar nuestra finitud con la eternidad. En ciertos partos amenazados de muerte, la única opción es una intervención quirúrgica. Del mismo modo, nosotros solo podemos ver la luz espiritual que necesitamos mediante la intervención del cirujano «de arriba». Solución radical, pero en aceptarla reside nuestra salvación. Porque Dios no exige lo imposible, sino que propone lo inimaginable.El nuevo nacimiento no es algo que se nos pide, sino algo que se nos da. Nadie puede darse nacimiento a sí mismo. Para nacer se depende siempre de otros. La experiencia del nuevo nacimiento se parece al parto físico hasta en el hecho de que rara vez ocurre sin dolor.Señor, dame el renacimiento espiritual que necesito.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== LECCIÓN DE ESCUELA SABÁTICA I TRIMESTRE DEL 2025Narrado por: Miguel PáezDesde: Bogotá, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchMARTES 08 DE ABRILLA PREGUNTA DE ISAAC: ¿DÓNDE ESTÁ EL CORDERO? La primera mención bíblica de un cordero aparece en Génesis 22; es decir, en la misma historia que menciona por primera vez el amor. El cordero es uno de los símbolos más recurrentes del Apocalipsis, donde Jesús es llamado “Cordero” más de veinte veces. En una de las escenas más impactantes del libro, la visita de Juan a la sala del Trono de Dios en los capítulos 4 y 5, el Cordero desempeña el papel central. Lee Génesis 22:7 y 8; Éxodo 12:3 al 13; y Apocalipsis 5:5 al 10. ¿Cómo nos ayuda la historia del casi sacrificio de Isaac a entender el uso simbólico de los corderos? ¿Cómo se relaciona esta historia con lo que Juan ve en Apocalipsis 5? La primera mención de un cordero en la Biblia aparece en la pregunta de Isaac: “¿Dónde está el cordero?” (Gén. 22:7). Curiosamente, el resto de la Biblia responde esa pregunta con lujo de detalles. Los otros 38 libros del Antiguo Testamento conducen al lector por un camino en el que la pregunta de Isaac es respondida progresivamente con más y más detalles, desde los rituales de la Pascua hasta el primer trabajo de David y en adelante. Toda la historia bíblica está salpicada de innumerables profecías mesiánicas que anticipan la respuesta a la pregunta de Isaac. Luego, en el Nuevo Testamento, la pregunta es respondida cuando Jesús aparece en persona, ministra entre su pueblo y entrega finalmente su vida como sacrificio en la Cruz. Veamos la primera mención de un cordero en el Evangelio de Juan (Juan 1:29-34). Daría la impresión de que Juan el Bautista estuviera respondiendo la pregunta de Isaac en un escenario que no podría ser más apropiado. Los pecadores se arrepienten y se sumergen en el agua del bautismo, que simboliza la muerte del pecador y el comienzo de una nueva vida. En este contexto, Jesús, el Cordero de Dios, aparece súbitamente y, según el relato de Mateo, los cielos se abren para anunciarlo: “ ‘Este es mi Hijo amado, en quien me complazco' ” (Mat. 3:17). En el caso de Abraham e Isaac, la voz del Ángel del Señor anuncia también desde el Cielo la solución divina para el problema de ellos (Gén. 22:11-14). Cuando se entretejen todos los hilos, queda claro que Jesús, el Cordero de Dios, es nuestro Sustituto. Eso arroja mucha luz sobre nuestra comprensión del Cordero inmolado en la visión de Juan acerca del Trono en Apocalipsis.¿Por qué es fundamental para nuestra salvación saber que Jesús es nuestro Sustituto? ¿Qué esperanza tendríamos sin él como Sustituto, especialmente en ocasión del Juicio?
O convidado do programa Pânico desta quarta-feira (26) é Cleber Machado. Cleber Machado estreou na televisão em 1984, na TV Gazeta, onde permaneceu por três anos. Em 1988, foi trabalhar na TV Globo Vale do Paraíba, de São José dos Campos. Foi no ambiente de trabalho do interior de São Paulo que Cleber Machado conheceu sua atual esposa, a também jornalista Mônica Pinheiro.De São José dos Campos, Cleber Machado foi para a capital.Ao todo, foram quase 35 anos na Globo. Nesse período, foi repórter, apresentador e narrador de futebol e de diversas outras modalidades, acumulando incontáveis transmissões esportivas, com diversas grandes coberturas, incluindo nove Copas do Mundo e seis Olímpiadas.Ao longo da carreira, Cleber Machado acumulou dezenas de narrações marcantes. No futebol, foram inúmeras finais da Libertadores, incluindo os títulos de Santos, Corinthians e Atlético-MG, em 2011, 2012 e 2013, respectivamente, Mundial de Clubes de 2011, várias finais de Copa do Brasil, as decisões da Champions League de 2013 e 2014, além de jogos decisivos do Brasileirão.Na Fórmula 1, entre tantas narrações, foi a voz da vitória de Nelson Piquet no Grande Prêmio da Austrália, em 1990, de Ayrton Senna, no Grande Prêmio de Mônaco de 1992 e o Grande Prêmio da Áustria de 2002, quando soltou a inesquecível frase “Hoje não, hoje não... hoje sim!”.O bom trabalho o levou a alcançar o status de ser uma das vozes mais conhecidas da televisão brasileira nas transmissões e programas esportivos.No Sportv, canal esportivo fechado do Grupo Globo, foi apresentador do Arena SporTV de 2004 a 2010 e, por diversas vezes, substituiu Galvão Bueno como apresentador do programa Bem, Amigos!Além das transmissões esportivas, Cleber Machado foi responsável por narrar o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro entre 2001 e 2009 e do Carnaval de São Paulo, de 2010 a 2013.Em março de 2023, após uma longa jornada de 35 anos, Cléber Machado se despediu da Globo. Curiosamente, sua última narração pela emissora foi justamente na Supercopa do Brasil daquele ano, em um jogo emocionante entre Palmeiras e Flamengo, que terminou com a vitória do Palmeiras.Pouco tempo depois, ainda em março, Cléber foi anunciado pela RecordTV para um trabalho específico: a transmissão das duas partidas decisivas do Campeonato Paulista, que aconteceram em abril. E mais uma vez, o Palmeiras se sagrou campeão, dessa vez contra o Água Santa. A princípio, a contratação de Cléber pela Record foi noticiada como algo pontual, focado nessas finais.Na sequência, em abril, Cléber Machado expandiu sua atuação e foi contratado pelo Prime Video para narrar jogos da Copa do Brasil. E a movimentação na carreira do narrador não parou por aí: em setembro, ele foi anunciado como parte do time de narradores e apresentadores esportivos do SBT. Inclusive, em outubro, assumiu a apresentação do programa "Arena SBT".Um ano depois, em outubro de 2024, surgiram notícias de que Cléber estaria de saída do SBT, com um novo acordo encaminhado com a Record para ser um dos principais narradores do Paulistão e do Brasileirão de 2025. No entanto, o próprio Cléber, em nota oficial divulgada pelo SBT, negou a saída naquele momento, embora tenha confirmado que existiam negociações com a emissora concorrente. Dias depois, o SBT oficializou a saída de Cléber, que permaneceria no canal até a final da Copa Sul-Americana.A reviravolta final aconteceu quando Cléber participou de um evento publicitário da Record em novembro, chegando a conceder entrevista ao "Jornal da Record". Esse movimento acabou antecipando sua saída do SBT, e ele não chegou a narrar a final da Sul-Americana, sendo também afastado do "Arena SBT".Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/oficial_clebermachado/