Podcasts about curiosamente

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WGospel.com
Deus chama os diferentes

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 5:41


TEMPO DE REFLETIR 01792 – 11 de junho de 2026 I Coríntios 12:4 – Os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo. O chamado dos doze apóstolos é na realidade o chamado de pessoas de enormes diferenças. O Novo Testamento inclui quatro listas dos doze: Mateus 10:2-4; Marcos 3:13-16 e Atos 1:13. Nessas listas, os mesmos doze aparecem. A ordem na qual eles são reunidos também é muito similar. O primeiro nome nas quatro relações é sempre o de Pedro. Ao que parece, o líder natural de todo o grupo. Os doze apóstolos são arranjados em três grupos de quatro: O grupo um é composto de Pedro, André, Tiago e João. O grupo dois é sempre formado de Filipe, Bartolomeu, Tomé e Mateus. O grupo três inclui Tiago, filho de Alfeu; Tadeu; Simão, zelote; e Judas Iscariotes. O primeiro grupo é formado por dois pares de irmãos (Pedro e André, João e Tiago, filhos de Zebedeu). Curiosamente, os grupos parecem relacionados em ordem decrescente, com base no nível de intimidade com Cristo. Os membros do grupo um provavelmente foram os primeiros chamados (Jo 1:35-42). Possivelmente eles haviam estado com o Senhor por um período mais longo. Esses pertenciam ao círculo íntimo de Jesus. Eles são encontrados com Cristo em momentos-chave. Desse grupo, Pedro, Tiago e João aparecem ainda mais próximo a Jesus. O grupo dois, embora formado de vultos importantes nas narrativas dos evangelhos, não inclui ninguém de perfil destacado. O grupo três aparece ainda mais distante. Eles são raramente mencionados nos registros do ministério de Jesus. O único que melhor conhecemos desse grupo é Judas Iscariotes, mas isso em função de seu ato de traição. Judas Iscariotes é sempre o último nas listas dos evangelhos e qualificado como traidor. Na lista do livro de Atos, é omitido. Isso tudo sugere que, mesmo dentro de um grupo pequeno, a variedade é muito grande. As personalidades e interesses eram também diversos. Pedro é agressivo e verbal. João é mais tímido. Nos 12 primeiros capítulos de Atos, ele dificilmente fala. Alguns eram pescadores, outros não sabemos claramente. As preferências políticas variavam. Simão, o zelote, era um revolucionário. Mateus, um servidor de Roma. A diversidade é quase infindável, mas aqui nós encontramos o fôlego do apelo de Cristo a pessoas tão diferentes. O que podemos aprender? Há lugar para todos. Ninguém é excluído, a não ser, como Judas, os que decidem se excluir. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Senhor, obrigado porque no Teu Reino nenhum de nós é excluído. Tu nos aceitas como somos, como estamos. E transforma completamente a nossa vida. Por favor, faça isso comigo mais uma vez e com cada um de meus ouvintes. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

CDF Comunidad de Dieta Flexible
Si cuidar tu salud es una obsesión… bendita obsesión

CDF Comunidad de Dieta Flexible

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 14:24


¿Alguna vez te han dicho que estás obsesionado con el gimnasio, con la nutrición o con cuidarte? Curiosamente, pocas personas utilizan esa misma palabra cuando alguien pasa horas en redes sociales, duerme mal, no hace ejercicio o lleva años alimentándose de comida ultraprocesada. Entonces surge una pregunta incómoda: ¿Realmente estamos obsesionados con la salud o hemos normalizado tanto los malos hábitos que cualquier intento de mejorar parece exagerado? En este episodio hablamos sobre: ✅ Alimentación saludable y presión social ✅ Disciplina vs obsesión ✅ El problema de normalizar el sedentarismo ✅ La diferencia entre pasión y conducta compulsiva ✅ Hábitos que construyen salud a largo plazo ✅ Por qué la gente critica más los cambios positivos que los negativos ✅ Cómo desarrollar una mejor relación con la comida y el ejercicio Porque tal vez el problema no sea cuidarte. Tal vez el problema sea que hemos normalizado vivir cansados, enfermos y sin energía. ️ Comunidad Dieta Flexible con Pepeles Pérez Autor de “Por eso te dio diabetes” Más información: https://pocketcoach.fit/realmente-estoy-obsesionado-o-simplemente-me-gusta-sentirme-bien ⸻ HASHTAGS #Nutricion #Gym #Fitness #HabitosSaludables #PerdidaDePeso #Salud #Disciplina #Motivacion #ComposicionCorporal #PodcastFitness #PepelesPerez ⸻ ETIQUETAS obsesion con la comida obsesion con el gimnasio alimentacion saludable disciplina personal habitos saludables perder peso nutricion flexible salud y bienestar ejercicio y salud podcast nutricion podcast fitness ⸻ PALABRAS CLAVE SEO nutrición saludable, obsesión por comer sano, alimentación consciente, disciplina y hábitos, pérdida de peso sostenible, estilo de vida saludable, gimnasio y autoestima, cómo crear hábitos, salud metabólica, salud física y mental, bienestar integral

La Esencia del Vino - MATARROMERA
61: Pepe Ribagorda: Enología Gastronómica - La Esencia del Vino, el podcast de Matarromera

La Esencia del Vino - MATARROMERA

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 36:50


Programa presentado por Javi Prieto y María Argüelles. Hay vinos que se entienden mucho mejor cuando se sientan a la mesa. Porque la enología vive también en ese momento en el que un plato y un vino se encuentran. ¡Bienvenidos a La Esencia del Vino, el podcast de Matarromera! Estrenamos el capítulo 61: “Enología gastronómica”, con una frase Ferran Adrià: "La cocina es un lenguaje mediante el cual se puede expresar armonía, felicidad, belleza, poesía y cultura". Hoy hablamos del vino y la gastronomía como compañeros ideales de la conversación y Para ello, se sube a nuestro podcast el periodista y divulgador gastronómico Pepe Ribagorda. Para maridar esta charla, descorchamos Casa da Porta, de Bodega Sanclodio (D.O. Ribeiro). Un vino fresco, ligero, versátil y muy gastronómico. Además, en este episodio conoceremos tres nuevos Restaurantes Esenciales, en este caso, costeros o casi costeros, donde la cocina y el vino van de la mano Y, en la segunda parte, hablaremos David Fernández, Director de Recursos Humanos con el que hablaremos de talento. La anécdota del programa: ¿a que no sabes dónde está el viñedo más pequeño del mundo y cuántas botellas salen de él? El viñedo más pequeño del mundo está en Italia, concretamente en Reggio Emilia, entre Parma y Módena. Lo más curioso, es que está en la azotea de un palacio del siglo XVI!!! Con poco más de 20 metros cuadrados de terreno, Via Mari 10 produce solo 30 botellas de vino tinto al año y su propietario pretende venderlas a 5.000 euros cada una. Sí, has oído bien, 5.000€ ¿Qué hace que este vino sea tan especial? La tierra que alimenta las vides desde dentro de las macetas es una mezcla de arcilla, piedra caliza, grava y suelo silíceo, procedentes de todas las regiones italianas. Una vez recogida la uva, de variedad sangiovese, el vino se cría en toneles de roble, que son a la vez esculturas de un artista local. Curiosamente, estas botellas no se pueden conseguir en una tienda de vinos al uso, sino que se venden en una galería de arte, a solo unos metros de distancia de su pequeño viñedo. Vamos allá con un capítulo más de La Esencia del Vino que, como saben, pueden escuchar, al igual que el resto de programas en Spotify y en las principales plataformas digitales y, por supuesto, en nuestra web podcast.matarromera.es Les hablan Javi Prieto y María Argüelles. Con todos ustedes el capítulo 61 de La Esencia del Vino, el podcast de Matarromera: “Enología Gastronómica”

Arauto Repórter UNISC
A Limitação Não Definiu Seu Destino

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 6:08


Um menino de apenas três anos acompanhava o pai na oficina, observando a fabricação de arreios e selas.Ele admirava tanto o trabalho do pai que sonhava ser igual a ele quando crescesse.Certo dia, tentando imitá-lo, pegou uma ferramenta pontuda e começou a trabalhar um pedaço de couro. A ferramenta escapou de sua mão e atingiu seu olho esquerdo.Pouco tempo depois, uma infecção afetou também o outro olho.O menino ficou completamente cego.Com o passar dos anos, as lembranças das imagens foram desaparecendo. Ele já não conseguia recordar as cores.Mesmo assim, continuou ajudando o pai e frequentando a escola.Todos admiravam sua inteligência e sua memória.Mas havia algo que o incomodava profundamente.Enquanto os colegas liam livros e escreviam cartas, ele não podia fazer o mesmo.Até que ouviu falar de uma escola para cegos, em Paris.Aos dez anos, chegou ao instituto onde estudavam crianças com deficiência visual.Lá existiam livros com letras em relevo.Era possível ler com os dedos.Mas havia um problema.Os livros eram enormes, caros e difíceis de produzir.Uma história pequena ocupava muitas páginas.Em pouco tempo, ele já havia lido tudo o que a biblioteca tinha para oferecer.E queria mais.Muito mais.Apaixonado por música, também queria ler partituras e aprender cada vez mais.Foi então que conheceu um sistema criado para que soldados pudessem ler mensagens no escuro, apenas tocando pontos em relevo.O menino enxergou uma oportunidade.Se funcionava para soldados, poderia funcionar para cegos.E começou a trabalhar.Noite após noite.Dia após dia.Com paciência, dedicação e perseverança.Muitos duvidaram.Muitos resistiram.Mas ele não desistiu.Até que, aos vinte anos, criou um sistema simples e revolucionário: combinações de seis pontos capazes de formar letras, palavras, números e até notas musicais.Seu nome era Louis Braille.E o método que leva seu sobrenome transformou a vida de milhões de pessoas em todo o mundo.Curiosamente, a ferramenta que o cegou na infância foi parecida com a que ele utilizou para criar o sistema que iluminaria a vida de tantos outros.Que lição extraordinária.Aquilo que parecia ser o fim da sua história tornou-se o começo de uma missão.Louis Braille não permitiu que sua limitação definisse seu destino.Pelo contrário.Transformou sua maior dificuldade em uma das maiores contribuições que alguém poderia oferecer à humanidade.E talvez seja essa a reflexão que vale para todos nós.Nem sempre escolhemos as circunstâncias que a vida nos apresenta.Mas sempre podemos escolher o que faremos com elas.Porque os obstáculos não precisam ser o ponto final da nossa caminhada.Muitas vezes, são exatamente eles que nos mostram o caminho para deixar nossa marca no mundo.

Assunto Nosso
A Limitação Não Definiu Seu Destino

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 6:08


Um menino de apenas três anos acompanhava o pai na oficina, observando a fabricação de arreios e selas.Ele admirava tanto o trabalho do pai que sonhava ser igual a ele quando crescesse.Certo dia, tentando imitá-lo, pegou uma ferramenta pontuda e começou a trabalhar um pedaço de couro. A ferramenta escapou de sua mão e atingiu seu olho esquerdo.Pouco tempo depois, uma infecção afetou também o outro olho.O menino ficou completamente cego.Com o passar dos anos, as lembranças das imagens foram desaparecendo. Ele já não conseguia recordar as cores.Mesmo assim, continuou ajudando o pai e frequentando a escola.Todos admiravam sua inteligência e sua memória.Mas havia algo que o incomodava profundamente.Enquanto os colegas liam livros e escreviam cartas, ele não podia fazer o mesmo.Até que ouviu falar de uma escola para cegos, em Paris.Aos dez anos, chegou ao instituto onde estudavam crianças com deficiência visual.Lá existiam livros com letras em relevo.Era possível ler com os dedos.Mas havia um problema.Os livros eram enormes, caros e difíceis de produzir.Uma história pequena ocupava muitas páginas.Em pouco tempo, ele já havia lido tudo o que a biblioteca tinha para oferecer.E queria mais.Muito mais.Apaixonado por música, também queria ler partituras e aprender cada vez mais.Foi então que conheceu um sistema criado para que soldados pudessem ler mensagens no escuro, apenas tocando pontos em relevo.O menino enxergou uma oportunidade.Se funcionava para soldados, poderia funcionar para cegos.E começou a trabalhar.Noite após noite.Dia após dia.Com paciência, dedicação e perseverança.Muitos duvidaram.Muitos resistiram.Mas ele não desistiu.Até que, aos vinte anos, criou um sistema simples e revolucionário: combinações de seis pontos capazes de formar letras, palavras, números e até notas musicais.Seu nome era Louis Braille.E o método que leva seu sobrenome transformou a vida de milhões de pessoas em todo o mundo.Curiosamente, a ferramenta que o cegou na infância foi parecida com a que ele utilizou para criar o sistema que iluminaria a vida de tantos outros.Que lição extraordinária.Aquilo que parecia ser o fim da sua história tornou-se o começo de uma missão.Louis Braille não permitiu que sua limitação definisse seu destino.Pelo contrário.Transformou sua maior dificuldade em uma das maiores contribuições que alguém poderia oferecer à humanidade.E talvez seja essa a reflexão que vale para todos nós.Nem sempre escolhemos as circunstâncias que a vida nos apresenta.Mas sempre podemos escolher o que faremos com elas.Porque os obstáculos não precisam ser o ponto final da nossa caminhada.Muitas vezes, são exatamente eles que nos mostram o caminho para deixar nossa marca no mundo.

Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

El mandamiento de amar1) Discutir: Un mal día, ¿te va a parar? Un mal día, ¿te hará que abandones? Todos tenemos malos días, pero recordá que ya llegarán los buenos. Por eso, no te tires abajo por todo lo que te toca. Mira para adelante y recordá los momentos buenos que tuviste. Hay que pasar también los momentos malos, recordá que no todo es duradero en esta vida.2) Corazón: El orgullo es uno de los pecados raíces. Hay gente que prefiere morir a decir: “no sé”. Jesús resume toda la ley del Antiguo Testamento en el mandamiento de “Ama al Señor tu Dios con todo tu corazón, con toda tu alma y con toda tu mente”. Qué autoridad humana podría controlar el cumplimiento de un mandamiento así. Aunque los cristianos tengamos la obligación de obedecer los mandamientos de Dios, no se deduce que hay que convertir los mandamientos morales en leyes. Incluso solo hay dos de los diez mandamientos (“No mates” y “No robes”) que están en el sistema legal. Un gobierno puede cerrar los casinos, los cines pueden cerrar los domingos para que la gente vaya a misa, pero nadie puede obligar a adorar a Dios. Se puede castigar a racistas, pero no se puede curar su odio y menos enseñarles a amar. Un gobierno puede establecer leyes para prohibir el adulterio, pero no puede obligar a los esposos a que amen a sus esposas y viceversa. Eso no se puede obligar. Un gobierno puede prohibir el adulterio, pero no la lujuria. Puede prohibir el robo, pero no la codicia. Puede prohibir la estafa, pero no el orgullo. Puede favorecer la virtud, pero nunca la santidad. Curiosamente ni siquiera a toda la multitud que sacó Dios de Egipto para llevarlos a la tierra prometida logró que lo amaran, por eso Jesús dejó el mandato de hacer discípulos, pero no dejó dicho que cristianicemos a otros continentes. Cuando queremos cambiar la cultura de otros es como que empezamos a gritar al que piensa diferente. 3) Razón: Todos nos arrepentimos de cosas que no hicimos. Nos vamos dando cuenta de que la vida se nos va rápido y no hicimos cosas que podríamos haber hecho. Me refiero a no haber logrado una vida plena, fructífera. Y pensar que nosotros tenemos a Dios. Recordá que nadie te va a anclar a la felicidad. La vida tampoco se trata de un diploma puesto en la pared. La vida tiene estos cuatro elementos:• Levantarte todas las mañanas y disfrutar la vida con todo lo que te toca, desde viajar en una Ferrari o en un camión. • Saber que hay límites también es necesario en la vida.• Tener relaciones saludables.• Saber que tenemos responsabilidad. La vida es hacer lo que tengo que hacer y lo que me tocó hacer. Hacé lo que tienes que hacer y que la gente te extrañe por lo que sos y lo que haces. Viví bien la vida y que tu vida valga la pena. Algo bueno está por venir

Cenni storici per fare lo splendido

Curiosamente, secondo gli astronomi moderni lo spazio è finito. Pensiero confortante, specie per la tua crush PhD, che non ricorda mai dove abbia lasciato le chiavi di casa. Razza strana quella dei dottorandi: gente con la testa ben piantata… tra le nuvole. Nel suo caso, direttamente tra i pianeti. Falle allora una doccia fredda di sana realtà, ricordandole che se oggi può sognare di essere la nuova Samantha Cristoforetti lo deve anche a un ragguardevole nazista. Hai capito bene: Wernher von Braun, il crucco che contribuì a conquistare lo spazio.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Daniel Ramos' Podcast
Episode 529: Escuela Sabática - Lectura 02 de Junio del 2026

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 4:18


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== LECCIÓN DE ESCUELA SABÁTICA         II TRIMESTRE DEL 2026Narrado por: Eddie RodriguezDesde: Guatemala, GuatemalaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchMARTES 02 DE JUNIOARREPENTIMIENTO GENUINOEl mundo secular nos bombardea con mensajes que instan a la autonomía individualista, a la indulgencia y al ensalzamiento propio ante los demás, lo contrario de la invitación de Dios al servicio y la mansedumbre (Mat. 5:5). Curiosamente, las primeras palabras registradas en la Biblia por Juan el Bautista y Jesús fueron similares. Juan dijo: “¡Arrepiéntanse, que el reino de los cielos se ha acercado!” (Mat. 3:1, 2). Jesús dijo: “El tiempo se ha cumplido, el reino de Dios está cerca. ¡Arrepiéntanse, y crean al evangelio!” (Mar. 1:14, 15; ver también Luc. 24:46, 47). Tanto Jesús como Juan llamaron a sus oyentes a arrepentirse porque el Reino de los Cielos estaba cerca. ¿Es ese mensaje relevante para nosotros hoy? Lee Hechos 3:18 y 19. ¿Por qué es tan importante el arrepentimiento en el proceso de crecimiento espiritual? ¿Qué es un tiempo de “refrigerio”, “consuelo” (RVR 95) o “descanso” (NVI)? La bondad de Dios nos lleva al arrepentimiento (Rom. 2:4), que implica dos pasos: (1) el dolor sincero por las faltas cometidas; y (2) la decisión honesta de abandonar el pecado. En la Biblia, el arrepentimiento casi siempre está relacionado con el perdón. Dios nos perdona cuando nos arrepentimos genuinamente. Es así de sencillo (1 Juan 1:9; Apoc. 3:19). “El Señor no demora en cumplir su promesa, como algunos piensan, sino que es paciente con nosotros, porque no quiere que ninguno perezca, sino que todos procedan al arrepentimiento” (2 Ped. 3:9). Mientras nos preparamos personalmente para la Segunda Venida, Dios nos da tiempo para poner nuestras cosas en orden con él. Jesús sufrió, murió y resucitó para que su gracia pueda obrar un milagro en nuestra vida cuando nos arrepentimos. Contrariamente al mundo, que nos dice que no necesitamos hacer ningún cambio en nuestra vida, Dios nos pide que vayamos a él arrepentidos y con fe (Hech. 20:21), y que nos pongamos en sus manos para que él pueda podar y hermosear nuestros caracteres haciéndolos semejantes al suyo a fin de que demos testimonio de él (Juan 15:2, 8). Es así como crecemos y producimos el fruto resultante del arrepentimiento (Mat. 3:8). “No es genuino ningún arrepentimiento que no obre una reforma. La justicia de Cristo no es un manto para cubrir pecados que no han sido confesados ni abandonados; es un principio de vida que transforma el carácter y rige la conducta” (Elena de White, El Deseado de todas las gentes, p. 509). El arrepentimiento conduce a la vida (Hech. 11:18) y es una parte vital del crecimiento en la relación con Dios. ¿Cuál de los tres pasos del proceso divino de desarrollo (sumisión a Dios, arrepentimiento y autorización para ser podado) es el más desafiante para ti? 

Destino Saudade
«Para me contratar, o Boavista queria que eu casasse por conveniência» | DESTINO: SAUDADE

Destino Saudade

Play Episode Listen Later May 28, 2026 46:57


Chamavam-lhe o 'Lombardo de Barcelos', mas o nome real ecoa até hoje com mais força. Cacioli, um dos geniozinhos do futebol português nos anos 90, principalmente por tudo o que fez com a camisola do Gil Vicente. Os 'galos' apaixonaram-se pelo pé esquerdo e a carequinha de Cacioli, Cacioli respondeu com reciprocidade e em 2026 ainda é um orgulhoso barcelense - apesar de nascido no Brasil. Curiosamente, uma das histórias mais curiosas envolve um clube onde nunca jogou, o Boavista: «Para me contratar, o clube queria que eu casasse por conveniência, para não ocupar uma vaga de estrangeiro.»

Hablando Claro con Vilma Ibarra
22-5: ¿Qué acuerdo deberíamos sostener hoy respecto de la inversión social?

Hablando Claro con Vilma Ibarra

Play Episode Listen Later May 24, 2026 56:17


El país reforzó sus compromisos con la consolidación del sistema de pesos y contrapesos institucionales, la transparencia electoral y un contrato social sostenido en inversión pública robusta (salud, educación y cuidados) en lo que dimos en llamar la Segunda República (post 48). Curiosamente, ahora, en lugar de proponernos remozar, mejorar y reconstituir todos los logros derivados de aquel pacto, la bandera de una tercera República (sin definición precisa alguna) siembra el discurso de que todo lo pasado es símbolo de un viejo orden inservible. Curiosamente, para alcanzar esos supuestos fines, amén de derrotar la fiscalización institucional, también se golpea severamente la inversión que soporta el régimen no contributivo de la CCSS y los programas de comedores escolares y becas de Avancemos. ¿Qué acuerdo deberíamos sostener hoy respecto de la inversión social? ¿Qué precio estamos dispuestos a pagar si seguimos erosionando ese pacto nacional? Lo conversamos con la especialista latinoamericana Juliana Martínez Franzoni.

Expresso - Expresso da Meia-Noite
Habitação, mobilidade e tecnologia: a quem serve a cidade inteligente?

Expresso - Expresso da Meia-Noite

Play Episode Listen Later May 16, 2026 47:27


Enquanto as cidades portuguesas enfrentam os desafios das alterações climáticas e do crescimento urbano, o debate sobre territórios inteligentes ganha nova urgência. Oeiras ganhou prémios internacionais de inovação. Coimbra tem uma das melhores universidades do mundo. O Oeste construiu o primeiro gémeo digital regional de Portugal. E ainda assim os jovens saem, as rendas sobem e os municípios pequenos ficam para trás. Há algo que a tecnologia não resolve? A cidade inteligente serve quem? Ricardo Costa e Bernardo Ferrão moderam o debate ao vivo no Portugal Smart City Summit, na FIL, em Lisboa, entre Isaltino Morais, Presidente da Câmara Municipal de Oeiras; Ana Abrunhosa, Presidente da Câmara Municipal de Coimbra; Paulo Simões, Secretário Executivo da Comunidade Intermunicipal do Oeste; e Miguel de Castro Neto, Diretor da NOVA Information Management School.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano
Juan 15, 26-27. 16, 1-4a.: Enviaré el Paráclito

Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

Play Episode Listen Later May 11, 2026 2:13


1) Venga: Imagínate un detalle, el águila solo tiene un enemigo natural: el cuervo negro. Curiosamente no es un animal más grande que ella o un depredador, es un cuervo. El cuervo no ataca con fuerza, no tiene garras letales ni vuelo potente, su única habilidad es “molestar”. El cuervo se pone en la espalda del águila y empieza a picotearle la nuca sin parar. Es una persecución baja, pero que provoca, pues no quiere derribarla, sino más bien desgastarla. Lo curioso es que el águila no se defiende, no pierde el tiempo discutiendo con el cuervo, simplemente abre sus alas y vuela, y sube, sube, sube. Sube tanto que el oxígeno se vuelve escaso y el cuervo no puede respirar y el cuervo cae.2) Testimonio: Volviendo a lo anterior, el águila no se rebaja peleando sino elevándose. Por eso la enseñanza es que hay personas en tu vida que no van a dejar de provocarte y hay gente que no puede competir a tu altura, por eso busca atacarte por la espalda y hacerte perder la paz. Por eso, no te rebajes a su nivel. No pierdas tiempo discutiendo con cuervos. Responde con tu silencio y vuela, cuanto más alto vuelas y más alto subes, menos ellos pueden respirar, y te dejan. 3) Escandalicen: Cada vez comprendo que en este camino que voy haciendo descubro que Jesús nos invita a amar a todos, que si somos pescadores deberemos tener olor a pescado y que vamos a ensuciarnos las manos, pero siempre con corazón limpio. Porque puede haber cristianos que tengan las manos limpias, pero el corazón sucio por emitir tantos juicios. Algo bueno está por venir.

Manhã com Bach - USP
Manhã com Bach #313: Ouça a música que aparece no mais famoso retrato de Bach

Manhã com Bach - USP

Play Episode Listen Later May 11, 2026 53:54


No mais famoso retrato de Johann Sebastian Bach - produzido pelo pintor alemão Elias Gottlob Haussmann (1695-1774) -, o compositor segura na mão direita uma partitura. Nela está escrito o Cânone Triplo a Seis Vozes (BWV 1076), que é exibido nesta edição de Manhã com Bach. O programa apresenta ainda outros sete cânones de Bach, além da cantata Man singet mit Freuden vom Sieg, "Cante-se com alegria pela vitória" (BWV 149). O retrato foi pintado por Haussmann em 1746 por encomenda de Bach. O compositor havia aceitado um convite para se filiar à Correspondierende Societät der musikalischen Wissenschaften (Sociedade Correspondente de Ciências Musicais), de Leipzig, dirigida pelo crítico de música alemão Lorenz Christoph Mizler. Para entrar nessa sociedade, havia a exigência de que cada novo membro fornecesse a ela um retrato de si mesmo. Em 1748, Haussmann produziu uma cópia do mesmo retrato. A obra original, de 1746, se encontra no Museu de História da Cidade de Leipzig, na Alemanha, desde 1913. Ela está danificada por restaurações malsucedidas e repinturas realizadas na segunda metade do século 19. Já a cópia feita em 1748, que está em ótimo estado, tem uma história curiosa. Após a morte de Bach, em 1750, o quadro foi herdado por um dos filhos do compositor, Carl Phillipp Emanuel Bach, que o repassou para o compositor alemão e ex-aluno de Bach Johann Christian Kittel. No início do século 19, o quadro foi adquirido por uma família de origem judaica, os Jenke, da cidade de Breslau, a atual Wrocklaw, na Polônia. Nos anos 30 do século 20, a família Jenke, fugindo do nazismo na Alemanha, se transferiu para a Inglaterra. Ali, para evitar que o quadro fosse destruído por bombardeios na Segunda Guerra Mundial, um descendente dos compradores da obra, Walter Jenke, entregou o quadro à família Gardiner, que possuía uma propriedade rural em Dorset, na costa do Canal da Mancha, onde a obra ficou guardada. Curiosamente, um dos membros da família Gardiner era um menino que se tornaria um dos maiores especialistas em Bach, o maestro inglês John Eliot Gardiner. Em 1952, um milionário de Princeton, nos Estados Unidos, chamado William Scheide, comprou o quadro num leilão. Quando Scheide morreu, em 2014, aos 100 anos de idade, a obra foi transferida dos Estados Unidos para o Museu Bach de Leipzig, onde se encontra hoje, conforme o milionário determinou no seu testamento. O tipo de música que aparece no retrato de Bach - o cânone - é uma composição contrapontística, ou seja, uma obra musical em que duas ou mais vozes se sobrepõem. Nele, uma voz principal é seguida pelas outras vozes, em intervalos de tempo diferentes, causando um intrincado entrelaçamento de vozes. Por isso, esse tipo de composição é visto também como um exercício de harmonização vocal. O cânone serve ainda como uma espécie de jogo ou exercício intelectual, em que o compositor oferece enigmas para o intérprete resolver. São os chamados cânones-enigmas, como os cânones de Bach apresentados nesta edição de Manhã com Bach. Ouça o podcast no link acima. Este podcast reproduz o programa Manhã com Bach, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 9 e 10 de maio de 2026. Dedicado à divulgação da música do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), Manhã com Bach vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 9 horas, com reapresentação no domingo, também às 9 horas, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. As edições anteriores do podcast Manhã com Bach estão disponíveis neste link.

Gregario Cycling
Prévia Giro d'Italia 2026 - Análise das etapas, história e favoritos

Gregario Cycling

Play Episode Listen Later May 7, 2026 81:20


Jonas Vingegaard chega ao Giro como grande favorito. Se vencer a prova que começa nesta sexta-feira, dia 8/5, o dinamarquês pode se tornar o 8º ciclista a vencer as três grandes voltas. De quebra, renova as esperanças para o provável embate com Tadej Pogacar no Tour. Jonas quer o double! Curiosamente, quer repetir seu rival esloveno, que em 2024 foi primeiro à Itália antes de reconquistar a camisa amarela em Paris. Largando na Bulgária, o Giro traz um traçado com menos montanha acumulada, perfeito para a dobradinha de Vingegaard. Ao mesmo tempo, não deixa de fora as míticas montanhas que sempre marcam a história da prova. Muitos rivais ficaram pelo caminho antes mesmo da largada. Almeida, Carapaz, Landa nem alinharam. Mas o start list traz bons nomes, que buscam no Giro o grande momento da carreira. Será que chegou a hora do jovem Giulio Pellizari (Red Bull)? Ou será que Adam Yates consegue manter o título em casa, depois da vitória do irmão Simon ano passado?Com o retorno de Pippo Ganna e Jonathan Milan, os italianos chegam ao evento com força 'quase' máxima. Promessa de entregarem um pouco mais do que a vitória solitária de Scaroni em 2025. Façam suas apostas. Chegue junto. É o Gregario Cycling trazendo o aquecimento final para o Giro d'Italia 2026.

Capital
Radar Empresarial: Tim Cook dejará de ser el CEO de Apple en septiembre

Capital

Play Episode Listen Later Apr 21, 2026 4:19


En las últimas horas, todas las miradas se han centrado en Tim Cook. La noticia ha sorprendido: el actual director ejecutivo de Apple dejará su cargo en septiembre para asumir el rol de presidente. Aunque abandona la primera línea operativa, seguirá teniendo influencia dentro de la compañía, ya que continuará ocupándose de funciones relevantes, como la gestión de relaciones institucionales. Aun así, tras quince años liderando la empresa, Cook deja de ser su principal figura pública. La compañía no ha tenido que buscar fuera para encontrar reemplazo. El elegido es John Ternus, actual responsable del área de hardware. Su trayectoria dentro de Apple es extensa, ya que forma parte de la empresa desde 2001. Hace trece años asumió el mando de una de las divisiones más estratégicas y, en 2021, pasó a integrarse en el equipo directivo. Entre sus contribuciones destacan productos clave de la era posterior a Jobs, como el iPad, los AirPods o el Apple Watch, además del desarrollo del iPhone Air, considerado uno de los avances más relevantes recientes. Curiosamente, Ternus asumirá el cargo de CEO a los 50 años, la misma edad que tenía Cook cuando tomó las riendas de la compañía. Con su salida se cierra una etapa marcada por el reto de suceder a Steve Jobs. Aunque a Cook se le ha criticado por no alcanzar el nivel de innovación de su predecesor, logró consolidar productos exitosos y, sobre todo, impulsar el crecimiento financiero de Apple, multiplicando beneficios y elevando su valor de mercado a cifras históricas. No obstante, su gestión también tuvo tropiezos importantes, como el fallido proyecto del Apple Car o el discreto rendimiento de las Vision Pro frente a competidores. Su relevo podría interpretarse como un movimiento estratégico para reforzar la posición de Apple en el ámbito de la inteligencia artificial. Este cambio coincide con una tendencia más amplia en grandes corporaciones, donde líderes destacados están dando paso a nuevas generaciones directivas.

RADIO TRAIL Carreras de Montaña Mayayo
Penyagolosa Trails vista por Canales y Azara: Estrategia y material elegido, con Mayayo.

RADIO TRAIL Carreras de Montaña Mayayo

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 35:55 Transcription Available


Penyagolosa Trails vista por Canales y Azara: Estrategia y material elegido, con Radio Trail Mayayo.https://go.ivoox.com/rf/172093382Jose Angel Canales llega como tricampeón y hombre record de Penyaolosa a esta edicó, donde buscará un poker de oros. Es consciente de que sus rivales no lo se lo pondrán fácil, pero siente tambien que ha trabajado bien y llega en buena forma. Por su parte, Azara ya sabe lo que es vencer aquí en estos 63k. Tambien lo que es fijar un record con su nombre. En su caso, ve favorita a la vigente campeona y mujer record desde 2025, Inés Astraín. Mayayo repasa con ambos corredores sus objetivos, estrategia y material elegido.Máxime cuando ambos compiten dentro del equipo Kailas Fuga, la marca china de alta gama que este 2026 se estrena como patrocinadora de la rebautizada Fuga Penyagolosa Trail. Curiosamente, vereis que pese a ser los dos campeones y records de carrera, el material elegido es distinto para cada uno, tanto en zapatillas como en el tema de mochila si / no y cómo. Sigue toda Penyagolosa con nosotros, antes durante y despues del evento en CARRERASDEMONTANA.COMSergio Mayayo#carrerasdemontaña #radiotrailConviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/radio-trail-carreras-de-montana-mayayo--4373839/support.

RADIO TRAIL CARRERAS DE MONTAÑA, por Mayayo
Penyagolosa Trails vista por Canales y Azara: Estrategia y material elegido, con Radio Trail Mayayo.

RADIO TRAIL CARRERAS DE MONTAÑA, por Mayayo

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 35:54


Penyagolosa Trails vista por Canales y Azara: Estrategia y material elegido, con Radio Trail Mayayo. Jose Angel Canales llega como tricampeón y hombre record de Penyaolosa a esta edicó, donde buscará un poker de oros. Es consciente de que sus rivales no lo se lo pondrán fácil, pero siente tambien que ha trabajado bien y llega en buena forma. Por su parte, Azara ya sabe lo que es vencer aquí en estos 63k. Tambien lo que es fijar un record con su nombre. En su caso, ve favorita a la vigente campeona y mujer record desde 2025, Inés Astraín.  Mayayo repasa con ambos corredores sus objetivos, estrategia y material elegido. Máxime cuando ambos compiten dentro del equipo Kailas Fuga, la marca china de alta gama que este 2026 se estrena como patrocinadora de la rebautizada Fuga Penyagolosa Trail. Curiosamente, vereis que pese a ser los dos campeones y records de carrera, el material elegido es distinto para cada uno, tanto en zapatillas como en el tema de mochila si / no y cómo.  Sigue toda Penyagolosa con nosotros, antes durante y despues del evento en CARRERASDEMONTANA.COM Sergio Mayayo #carrerasdemontaña #radiotrail

Espacio Deportivo de la Tarde
Día de quincena y aquí estamos presentes en Espacio Deportivo (de la Tarde) 15 de Abril 2026

Espacio Deportivo de la Tarde

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 47:59 Transcription Available


Espacio Deportivo 15 de Abril 2026 Curiosamente hoy si se presentó Pepe Segarra a trabajar junto a Alex Cervantes y el Poli Toluco, pero da la casualidad que hoy pagan, hoy es quincena. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Hablemos de los Orioles de Baltimore
Complicado De Entrada

Hablemos de los Orioles de Baltimore

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 11:14


El pitcheo de los Orioles a nivel global está ahora mismo en el puesto 17 con una ERA de 4.71 que es bastante floja. Somos los 8º en más carreras limpias permitidas con 41. Curiosamente los Astros, por ejemplo, no están mejor que los Orioles en pitcheo pero ellos compensan con una ofensiva que los saca del atolladero. El pitcheo de los Astros es el 2º en más carreras permitidas, el 2º en jonrones permitidos. Y sin embargo son líderes del oeste de la americana. Que es lo que pasa? Que ellos han anotado 70 carreras. Nosotros? 34.

Capital
Radar Empresarial: Anthropic vuelve a desatar el pánico en los mercados

Capital

Play Episode Listen Later Mar 30, 2026 4:12


En el Radar Empresarial de hoy revisamos el reciente movimiento de Anthropic, que ha generado inquietud en los mercados financieros. Curiosamente, no se trató de un anuncio oficial. La revista Fortune detectó primero la información: durante unos instantes, la empresa publicó por error un borrador en su web con pistas sobre una posible nueva plataforma de inteligencia artificial llamada Mythos. En ese texto se mencionaban modelos avanzados denominados Capybara, con capacidades superiores a Claude Opus 4.6. Según lo descrito, estos sistemas destacaban en campos como desarrollo de software, razonamiento complejo y ciberseguridad, superando claramente a versiones anteriores. También se afirmaba que Mythos aspiraba a convertirse en el sistema de IA más potente creado hasta ahora. Aunque la compañía explicó después que la publicación fue un fallo humano y permaneció visible solo unos minutos, la reacción del mercado fue inmediata y negativa. Este episodio intensificó la presión que ya sufrían los índices por factores externos como el encarecimiento del petróleo y tensiones geopolíticas. El Nasdaq retrocedió más de un dos por ciento, entrando en fase correctiva y acumulando un descenso cercano al once por ciento desde octubre. La caída afectó de forma general al sector tecnológico, reavivando el temor a disrupciones como las que provocó Claude Cowork en industrias legales y de gestión documental. En aquel momento, empresas como Thomson Reuters, RELX y Wolters Kluwer sufrieron fuertes pérdidas bursátiles. Ahora, además, crece la preocupación por el impacto laboral de la inteligencia artificial, un debate que organismos como la OCDE ya están abordando. Paralelamente, Anthropic avanza en sus planes de salida a bolsa, prevista tentativamente para finales de año, con expectativas de alcanzar una valoración cercana a los sesenta mil millones de dólares, en línea con otras grandes tecnológicas y que podría situarse entre las mayores operaciones del sector en los últimos años si se cumplen las previsiones del mercado y de los inversores internacionales globales actuales.

Pergunta Simples
E se a tua dor não for tua? Sílvia Baptista

Pergunta Simples

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 58:02


Sílvia Baptista e o que fica por dizer Há uma pergunta que Sílvia Baptista faz, ocasionalmente, a si mesma. Não aos pacientes, a si. Quando alguém a irrita desproporcionalmente, quando a reação parece vir de um lugar mais fundo do que o incidente justifica, ela para. E pergunta: o que há nesta pessoa que há em mim? É um exercício pequeno, quase doméstico. Mas revela, melhor do que qualquer teoria, aquilo que a psicanálise é, no fundo: uma arte de se ver a si próprio no outro. De reconhecer, no que nos perturba lá fora, qualquer coisa que ficou por resolver cá dentro. Sílvia começou pelo jornalismo. Passou pela comunicação, pela escrita, pelas perguntas feitas a outros. E depois, a dada altura, fez a pergunta mais difícil a si mesma. Tornou-se paciente. E ficou. Não como quem não tem para onde ir, mas como quem descobriu, no divã, o território mais honesto que conhecia. Hoje, do outro lado da consulta, trabalha com aquilo que as pessoas não conseguem ainda dizer. "Na psicanálise não interessa o que as pessoas estão a dizer", explicou-me. "Interessa é o que não estão a dizer." É uma inversão radical. Numa cultura que premeia a articulação, a fluência, a capacidade de se apresentar bem — a psicanálise aposta precisamente no contrário. Acredita que o sentido habita o silêncio, o lapso, o sonho, o momento em que alguém quer dizer mãe e diz não. Acredita que a verdade escorrega pelas fissuras da narrativa apresentada. E a narrativa muitas vezes nem sequer é nossa. "Somos, até muito tarde, aquilo que dizem que somos." Os pais, os cuidadores, a família, contam-nos uma história sobre nós, e nós acreditamos. Não por ingenuidade, mas por necessidade. As crianças dependem absolutamente de quem as tem. Não têm como não acreditar. E assim chegamos à vida adulta carregando versões de nós mesmos escritas por outros, em circunstâncias que já não existem, para propósitos que já não servem. A terapia, neste sentido, não é uma cura. Sílvia foi clara nisto, e foi uma das coisas que mais me ficou. "Eu não acredito nas curas. A mente não é a preto e branco." O que a análise faz, o que pode fazer, no melhor dos casos, é tornar as coisas conscientes. Fazer ligações entre a dor de hoje e a sua origem. E devolver ao paciente uma narrativa que seja, pela primeira vez, genuinamente sua. "Isso", disse ela, "dá um alívio brutal." Há qualquer coisa muito contemporânea no que Sílvia descreve. Vivemos tempos em que todos publicamos versões editadas de nós mesmos, em que a palavra "autenticidade" se tornou um valor de marketing, em que a vulnerabilidade é exortada em conferências e monetizada em podcasts. Sílvia é crítica desta inflação. A vulnerabilidade, argumenta, não se pede. Não se convoca. Decorre da confiança, que por sua vez decorre da relação, que por sua vez precisa de tempo. "Exortar as pessoas à vulnerabilidade pode ser um ato muito narcísico de quem exorta." Dito assim, com aquela precisão clínica, soa a diagnóstico. Depois há o desejo. A conversa chegou lá a dada altura, e ficou. O desejo, em psicanálise, não é apenas o que queremos dos outros, é a força vital, o motor que nos empurra. E tem uma condição: nasce da falta. Só existe onde há ausência, onde há espera, onde há tensão entre o que é e o que poderia ser. Sílvia olhou para a geração mais nova com uma mistura de compreensão e inquietação. Têm casas para onde ir, telemóveis que comunicam em tempo real, acesso a tudo e a todos em qualquer momento. Nunca ficaram à espera de um telefonema que podia não chegar. Nunca entraram numa portada de prédio porque não havia outro sítio. E perderam, nessa abundância, qualquer coisa que ela não soube bem nomear mas que reconheceu sem hesitar: o prazer de não ter, e querer. "O prazer hoje é um fogacho", disse. "Serve para nos excitar naquele momento. Depois apagam." A metáfora é perfeita para o que vivemos. Não há falta, por isso não há desejo. Não há desejo, por isso não há prazer verdadeiro. Não há prazer verdadeiro, por isso precisamos de outro fogacho. A dopamina como substituto do amor. E o silêncio. Sílvia falou do silêncio como de um bem escasso. No consultório, sustenta-o. Espera. O paciente para, e ela espera. Sabe que o silêncio não é ausência, é elaboração. É o momento em que alguma coisa se organiza por baixo das palavras. Mas cá fora, o silêncio tornou-se insuportável. "Há pessoas que o único sítio onde encontram silêncio é na terapia." Quando disse isto, a sala ficou mais quieta por um segundo. Como se a frase precisasse de espaço para pousar. No final, quando a conversa tocava nos cinquenta minutos, perguntei-lhe como arrumava a cabeça após um dia inteiro a ouvir dores. Falou dos passeios com as cadelas, dos amigos, do namorado. E depois disse, sem hesitar, algo que não esperava de uma psicanalista: "Só há uma coisa que cura tudo. É o amor. O amor ao outro. O amor ao humano." Não o amor como conceito terapêutico. Não como técnica. O amor como facto. Como a única coisa que, no fim de tudo, funciona. Há qualquer coisa desconcertante em ouvir isso de alguém que passou a vida a ouvir o que não se diz. Porque sugere que, debaixo de todos os lapsos, de todos os padrões repetidos, de todas as histórias herdadas — o que as pessoas estão mesmo a dizer, o tempo todo, é que querem ser amadas. E que ainda não sabem pedir. Ler transcrição completa Sílvia Baptista00:00Na psicanálise não interessa o que é que as pessoas estão a dizer. Interessa é o que é que elas não estão a dizer. Ou seja, nesse caso, não interessa tanto o que é que a pessoa acha que tem. Interessa é o que é que a pessoa não tem e gostava de ter, mas também ainda não sabe o que é. A verdade é que há um desconforto, há um sintoma. Se o sintoma está lá, alguma coisa está lá. Não é só uma questão de birra. Jorge Correia00:36Imaginem que vão à consulta de psicologia, sentam-se e a terapeuta está à vossa frente e começam a falar. Contam a vossa semana, o stress do trabalho, as discussões com o parceiro, a sensação de que alguma coisa não está bem, mas não sabem bem o quê. E a terapeuta ouve. O que é que acham que ela está a ouvir? Não é o que estão a dizer, é aquilo que não estão a dizer. Foi isso mesmo que Silvia Batista me explicou quando nos sentamos para conversar. Silvia é psicanalista há mais de 20 anos, mas começou pelo jornalismo e isso, como vamos ver, não é um detalhe sem importância. A psicanálise tem uma ideia central que vai contra tudo aquilo que nos ensinaram. Desde pequenos aprendemos a articular, a explicar o que sentimos, a encontrar as palavras certas e depois chegamos a um consultório e descobrimos que as palavras certas podem ser precisamente o problema. Porque o que nos dói a sério, o sofrimento que nos traz até ali, não consegue sempre chegar à superfície em linguagem limpa. Aparece nos lapsos, nos sonhos, nos padrões que repetimos sem perceber porquê, no sagrado subconsciente, na história que nos contaram sobre nós e que muitas vezes não é a nossa. Essa foi a ideia que mais me ficou durante esta conversa, que nós temos uma narrativa sobre nós mesmos, uma versão do que somos, de onde viemos, do que nos aconteceu, mas o problema é que grande parte dessa narrativa foi escrita pelos outros. Pelos pais, pela família, pelas pessoas de quem dependíamos quando ainda não tínhamos escolha. E nós acreditamos. Claro que acreditamos. Eram as pessoas mais importantes do mundo. E o trabalho da terapia não é apagar essa história, é ajudar-nos a reescrevê-la com a nossa própria voz. Falamos também de algo que me parece cada vez mais urgente. O desejo. Não no sentido romântico, mas no sentido mais amplo. O que nos empurra, o que nos faz querer. A ideia é esta. O desejo precisa de falta para existir. Precisamos de não ter para querer ter. E aqui está o paradoxo da nossa época. Vivemos num mundo em que quase nada nos falta. Acesso imediato a tudo, entretenimento infinito, respostas instantâneas. Estamos, muitos de nós, profundamente apáticos. Não é coincidência. No fim desta conversa, perguntei-lhe algo muito simples. Como é que ela faz todos os dias, depois de ouvir dores e carregar histórias que não são suas, para conseguir sobreviver? E ela surpreendeu-me mais uma vez. Respondeu que só há uma coisa que cura tudo. É o amor. Não o amor como ideia, não como tema de conversa. O amor como prática concreta. Os amigos, a família, as pessoas que estão lá. Fiquei a pensar nisto depois de ela sair embora. Aqui está alguém que passou décadas a ouvir o sofrimento humano na sua forma mais bruta e a conclusão a que chegou, a única coisa que na sua experiência realmente funciona é o amor. Silvia Batista. Cá estamos. Psicanalista. Uma psicanalista da palavra e da voz, porque tu não és só uma psicanalista, tu dedicas muito do teu tempo a falar e a pensar sobre a questão da comunicação. Sílvia Baptista03:43Como é que é o teu dia-a-dia? O meu dia-a-dia é muito no consultório, a ouvir e a falar, mas muito mais a ouvir do que a falar. Curiosamente, a minha primeira formação é em comunicação. Eu venho da comunicação e venho do jornalismo. Então é daí que veio o teu segredo? Não, é… Bom, eu achei, houve uma altura que eu achava que queria ser jornalista, quando entrei para a faculdade e fiz o curso todo. Ainda fui uns anos jornalista e depois percebi que não era para mim. E depois passei por várias outras áreas até me tornar paciente de psicanálise. Jorge Correia04:26Foste fazer psicanálise? Sílvia Baptista04:27E depois fui estudar psicanálise e psicoterapia e cá estou. Jorge Correia04:31Todos os psicanalistas passam pelo divã primeiro? Sílvia Baptista04:33Sim, sim. Sempre? Absolutamente fundamental. Jorge Correia04:36E quanto tempo dura esse processo de formação? Sílvia Baptista04:38O de formação, eu diria até que não acaba. Obviamente há um processo base, que são quatro anos teóricos, mais uma porrada de horas de clínica e de supervisão e de intervisão. E depois vai depender muito da pessoa. Eu acho que não acaba,

CEI DE CABO FRIO
VALENTES também sangram

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 31:24


Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em II Reis, capítulo 5, versículos 1 ao 8, nos traz uma reflexão sôbre Naamã e o que podemos aprender hoje para nossas vidas.Naamã era um homem valente, respeitado, vencedor de batalhas. Um comandante honrado, acostumado a liderar e a conquistar. Mas, por trás de toda a sua força, havia uma realidade silenciosa: ele era leproso.Isso nos ensina algo profundo: os valentes também sangram.Muitas vezes olhamos para pessoas fortes e pensamos que elas não enfrentam dores, fraquezas ou crises. Mas a verdade é que, assim como Naamã, existem batalhas invisíveis sendo travadas dentro de quem parece invencível por fora.Naamã tinha prestígio, autoridade e vitórias — mas nenhuma dessas coisas podia curar sua ferida. Isso revela que existem situações na vida que não se resolvem com força, status ou experiência. Há dores que só Deus pode tocar.Curiosamente, a resposta para a cura de Naamã não veio de um grande guerreiro, mas de uma simples serva. Deus usa o improvável para alcançar o valente. Isso nos mostra que, mesmo quando estamos feridos, Deus já preparou um caminho de cura — ainda que venha de onde menos esperamos.Outro ponto marcante é que Naamã precisou reconhecer sua condição e buscar ajuda. O maior desafio do valente não é a batalha externa, mas a humildade de admitir que precisa de cura.Ser valente não é não sangrar.Ser valente é continuar. mesmo sangrando.E mais do que isso: é reconhecer que precisa de Deus.Talvez você esteja assim hoje — forte por fora, mas ferido por dentro. Carregando responsabilidades, liderando, lutando… mas em silêncio, sangrando.A boa notícia é que Deus não rejeita os feridos. Ele não se impressiona com títulos, mas se move por corações sinceros.Assim como Naamã encontrou direção e cura ao ouvir a voz certa, você também pode encontrar restauração quando decide dar ouvidos àquilo que Deus está falando.Conclusão: Valentes também sangram, mas não precisam sangrar sozinhos.Existe um Deus que cura, restaura e transforma feridas em testemunhos.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

Audiolibros Por qué leer
Miembro fantasma - Fernanda Trías

Audiolibros Por qué leer

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 28:20


Miembro fantasma - Fernanda Trías Fernanda Trias (Montevideo, 1976) es escritora, traductora y docente de creación literaria uruguaya. Vivió en Francia, Berlín, Buenos Aires, Nueva York, Valparaíso, España y desde hace más de diez años reside en Colombia. Esa experiencia migrante y el cruce de culturas atraviesan su obra. Ganó el Premio Sor Juana Inés de la Cruz por Mugre rosa (2020) y El monte de las furias (2025). Curiosamente, Mugre rosa, escrita antes del COVID-19, imagina una ciudad paralizada por una extraña enfermedad y el aislamiento social. Una inquietante premonición de lo que vino después.   ++++++++++++++++++++++++++++++++++ Pre producción y voz: CECILIA BONA Editó este episodio: DANY FERNÁNDEZ @danyrap.f para @activandoproducciones.proyecto ⚙️ Producción: XIMENA GONZALEZ @ximegonzal3z Edición de video: LUZ FERNÁNDEZ @luzma.fz ¡Ayudanos a crecer! Patrociná POR QUÉ LEER: https://porqueleer.com/patrocina Nuestras redes sociales: ⚡https://instagram.com/porqueleerok ⚡https://twitter.com/porqueleerok ⚡https://www.facebook.com/porqueleerok/

MIster Gadget
18 Mar: Novità da realme e OPPO

MIster Gadget

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 6:18


Curiosamente, realme e OPPO, parte dello stesso gruppo, annunciano due prodotti di punta nello stesso giorno. Nel Google Play Store torna uno dei titoli più giocati in assoluto. Si avvicina un anniversario importante. La crisi delle memorie durerà a lungo, un altro segnale. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Rabino Eliahu Stiefelmann
Piolhos, Animais Selvagens, Peste e Sarna – As Pragas que Quebraram o Egito - Histórias do Êxodo 4

Rabino Eliahu Stiefelmann

Play Episode Listen Later Mar 15, 2026 28:18


Nesta aula exploramos quatro das dez pragas que atingiram o Egito e começaram a quebrar o orgulho e o poder de Faraó.Primeiro vieram os piolhos, que surgiram do pó da terra e cobriram pessoas e animais. Até os magos do Egito reconheceram que aquilo era “o dedo de D'us”, pois não conseguiram reproduzir esse milagre.Depois vieram os animais selvagens, que invadiram as cidades egípcias causando medo e destruição. Curiosamente, a terra de Góshen, onde viviam os judeus, permaneceu completamente protegida.Em seguida ocorreu a peste, que atingiu os rebanhos egípcios e destruiu grande parte da economia do país, mostrando que todo o poder e riqueza do Egito dependiam da vontade divina.Por fim apareceu a sarna, uma praga dolorosa que cobriu os egípcios com feridas, atingindo inclusive os magos e líderes do país.Essas pragas revelaram que D'us controla a terra, os animais e o próprio corpo humano, demonstrando ao Egito — e ao mundo — que nada pode resistir à vontade divina.Curtiu a aula? Faça um pix RABINOELIPIX@GMAIL.COM e nos ajude a darmos sequência neste projeto! #chassidut #mistica #judaismo #kabala #cabala #tora #torah #kabalah #Parasha #Torá #moises #moshe #egito #shiur #shiurim #piramides #shemot #Midrashim #cajadoMoisés #sarçaardente #pessach #passover #Torá #Moshé #Êxodo #HistóriaJudaica #EscravidãoNoEgito #Redenção #Parashá #SabedoriaDaTorá #Judaísmo #AulasDeTorá #egito #faraó #moisés #mitzraim #cabala

FLASH DIARIO de El Siglo 21 es Hoy
El mayor rediseño de Google Maps

FLASH DIARIO de El Siglo 21 es Hoy

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026 20:56 Transcription Available


Google Maps ahora responde preguntas: la IA Gemini cambia el mapa que usas todos los días Por Félix Riaño @LocutorCoGoogle Maps acaba de recibir la actualización más grande de su sistema de navegación en más de diez años. Y el cambio va mucho más allá de un nuevo diseño. A partir de ahora, el mapa puede responder preguntas, sugerir lugares y mostrar la ciudad en tres dimensiones mientras conduces. Todo gracias a la integración de la inteligencia artificial Gemini. Curiosamente, esta transformación ya se había anticipado hace algunos años en el pódcast El Siglo 21 es Hoy. En el episodio “Mapas para descubrir el mundo”, publicado en 2022, se explicaba cómo los mapas digitales estaban dejando de ser simples representaciones del territorio para convertirse en sistemas vivos llenos de datos. Puedes escucharlo aquí: Mapas para descubrir el mundohttps://www.spreaker.com/episode/mapas-para-descubrir-el-mundo--51073058En ese episodio se planteaba una idea que hoy parece casi profética: Antes nosotros mirábamos el mapa.Ahora el mapa gira alrededor de nosotros gracias al GPS del teléfono. La actualización que Google acaba de lanzar parece llevar ese concepto todavía más lejos.El nuevo botón de Google Maps que responde preguntas La función más llamativa se llama Ask Maps. Es un nuevo botón dentro de Google Maps que permite hacer preguntas al mapa como si fuera un chatbot. En lugar de buscar palabras sueltas, ahora puedes escribir algo como: “¿Dónde puedo cargar mi teléfono sin tener que hacer fila para comprar café?” O incluso algo más complejo: “Mis amigos vienen después del trabajo. ¿Qué restaurante tranquilo hay a mitad de camino entre nosotros cuatro?” Google Maps usa su enorme base de datos para responder. Según explicó Google en su anuncio oficial, el sistema analiza información de más de 300 millones de lugares y reseñas aportadas por más de 500 millones de personas. El objetivo es encontrar recomendaciones útiles sin tener que revisar decenas de comentarios. Puedes leer el anuncio completo aquí: Google BlogGoogle Maps ahora muestra el mundo en 3D La segunda gran novedad se llama Immersive Navigation. Hasta ahora Google Maps mostraba el mundo en una vista bastante plana. Con esta actualización la aplicación presenta una vista tridimensional mucho más realista. En el mapa aparecen elementos como:edificiospuentes elevadoscarrilessemáforospasos peatonalesseñales de tráficoTodo se resalta automáticamente cuando se acerca una maniobra importante. Google también cambió la forma en que da instrucciones de voz. En lugar de frases rígidas como “gire en 200 metros”, ahora puede decir algo como: “Pasa esta salida y toma la siguiente”. La idea es que la navegación se parezca más a las indicaciones de un copiloto humano. Medios especializados como Ars Technica explican que este rediseño es el mayor cambio en navegación desde hace más de una década. Ars TechnicaGoogle Maps tiene más de 2.000 millones de usuarios Google Maps es hoy el servicio de navegación más usado del planeta. La aplicación tiene más de 2.000 millones de usuarios mensuales. Eso significa que cualquier cambio en su funcionamiento puede influir directamente en millones de decisiones diarias. Con funciones como Ask Maps, el mapa deja de ser solo una herramienta para llegar a un sitio. Empieza a influir en dónde decides ir. Eso tiene consecuencias importantes para restaurantes, tiendas y negocios locales. Según CNBC, Google dice que por ahora Ask Maps no incluirá anuncios pagados dentro de las recomendaciones. Pero tampoco descarta que esa posibilidad aparezca en el futuro. CNBCSi eso ocurre, el mapa podría convertirse en una enorme guía comercial personalizada. El problema incómodo de la inteligencia artificial Las inteligencias artificiales generativas tienen un defecto conocido. A veces inventan información. En la industria tecnológica a ese fenómeno se le llama alucinación. Google dice que ha creado sistemas de control para evitar que Gemini invente lugares que no existen. Pero la prueba real llegará cuando millones de personas empiecen a usar el sistema todos los días.Cuándo llegará esta actualización Google empezó a lanzar estas funciones el 12 de marzo de 2026.El despliegue será gradual. Primero llegará a:Estados UnidosIndiaDespués se expandirá a otros países y dispositivos:AndroidiPhoneAndroid AutoApple CarPlaycoches con Google integradoLa gran pregunta Si el mapa puede responder preguntas, sugerir planes y mostrar el mundo en 3D… ¿hasta qué punto seguirá siendo solo un mapa?Escucha más historias sobre tecnología Flash DiarioTecnología, ciencia y cultura digital explicadas cada día.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/flash-diario-de-el-siglo-21-es-hoy--5835407/support.Apoya el Flash Diario y escúchalo sin publicidad en el Club de Supporters. 

Tatxe Baloncesto
Sebastián Barajas Caseny

Tatxe Baloncesto

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026 55:31 Transcription Available


La conversación con Sebastián Barajas empieza con una afirmación incómoda, casi provocadora, pero profundamente honesta: el sistema educativo, tal como lo conocemos hoy, está llegando a su límite. No es una frase lanzada al aire ni una crítica superficial. Es la reflexión de alguien que lleva más de cuatro décadas vinculado al mundo de la tecnología, la empresa y el aprendizaje. Alguien que ha visto cómo cambian las organizaciones, cómo evolucionan los mercados y, sobre todo, cómo aprenden las personas.Sebastián tiene una trayectoria singular. Comenzó su carrera empresarial en los años ochenta, cuando el término “emprendimiento” ni siquiera formaba parte del lenguaje habitual. Junto a varios socios lanzó en España una aplicación de gestión financiera para empresas, un proyecto tecnológico adelantado a su tiempo que acabó siendo adquirido por Arthur Andersen, compañía que años después evolucionaría hacia lo que hoy conocemos como Accenture. Aquella experiencia lo llevó a trabajar durante una década en el ámbito de la consultoría, participando en el desarrollo de una disciplina que hoy resulta fundamental en cualquier transformación organizativa: la gestión del cambio.Ese contacto con las organizaciones y con la evolución de las personas dentro de ellas despertó en él un interés profundo por el aprendizaje y por el comportamiento humano. Con los años, ese interés cristalizó en un proyecto propio: Ubiqum, una escuela tecnológica centrada en un enfoque radicalmente distinto de aprendizaje. Una escuela construida sobre una idea sencilla pero poderosa: las personas no aprenden escuchando, aprenden haciendo.A lo largo de la conversación aparecen paralelismos constantes entre el mundo del aprendizaje y el mundo del deporte. Algo que, desde mi propia experiencia entrenando equipos, resuena con mucha claridad. Nadie aprende a lanzar tiros libres escuchando una conferencia sobre la teoría del tiro. Nadie mejora en baloncesto leyendo un manual sobre cómo botar el balón. En el deporte, entrenamos. Practicamos. Fallamos. Corregimos. Volvemos a intentar.Ese proceso —objetivo, acción, error, reflexión y mejora— es exactamente el mismo que define el aprendizaje real en cualquier ámbito.Sin embargo, el sistema educativo tradicional se construyó sobre una lógica muhttps://www.linkedin.com/in/sebastianbarajas/y distinta. Durante décadas hemos organizado el conocimiento en asignaturas, hemos basado el aprendizaje en la transmisión de información y hemos evaluado a los alumnos mediante exámenes que premian, sobre todo, la capacidad de memorizar. Un modelo que, en su momento histórico, tuvo sentido. Pero que hoy empieza a mostrar límites muy claros.Sebastián plantea algo que invita a reflexionar con calma: el problema no es únicamente qué enseñamos, sino cómo lo enseñamos y cuándo lo enseñamos. El aprendizaje humano está profundamente vinculado a la motivación, al contexto y a la experiencia. Cuando alguien tiene un objetivo claro y significativo, está dispuesto a esforzarse, a equivocarse y a perseverar. Cuando ese objetivo no tiene sentido para la persona, el aprendizaje se convierte en un trámite.Es una diferencia fundamental.En el deporte lo vemos todos los días. Los jóvenes que llegan voluntariamente a entrenar lo hacen porque quieren mejorar. Puede que tengan dificultades, que se frustren o que les cueste gestionar el error, pero existe un motor interno que sostiene el proceso: la motivación. Esa motivación cambia completamente la relación con el esfuerzo.En cambio, cuando el aprendizaje se percibe como una obligación abstracta, desconectada de la realidad, lo que aparece con frecuencia es desinterés, ansiedad o incluso rechazo.Durante la entrevista también surge un tema que preocupa cada vez más a quienes trabajamos con jóvenes: la gestión de la frustración. Vivimos en una sociedad mucho más permisiva que hace décadas, donde la autoridad se ha transformado y donde las nuevas generaciones crecen en entornos radicalmente distintos a los de sus padres o abuelos. Eso tiene aspectos positivos, sin duda. Pero también plantea nuevos retos.Muchos niños y adolescentes tienen hoy menos tolerancia al error, menos paciencia con los procesos largos y más presión emocional. No es un fenómeno que pueda explicarse únicamente desde la escuela. Tiene que ver con la cultura, con la tecnología, con el ritmo de la sociedad y con las expectativas que generamos alrededor de ellos.Aquí aparece una de las ideas más interesantes de la conversación: el papel del profesor o del formador también está cambiando.En el modelo clásico, el docente era principalmente un transmisor de información. En el modelo que propone Sebastián —y que cada vez vemos más en entornos de aprendizaje avanzados— el profesor se convierte en algo distinto: un acompañante del proceso de aprendizaje. Alguien que guía, que da feedback, que ayuda a desbloquear problemas, que observa cómo piensa el alumno y que también acompaña la dimensión emocional del proceso.Es un cambio profundo. Porque aprender no es solo adquirir conocimiento. Aprender implica enfrentarse a la incertidumbre, equivocarse, gestionar la frustración y desarrollar confianza en la propia capacidad de mejorar.Por eso, cuando hablamos de formación —ya sea en el deporte, en la empresa o en la educación— no estamos hablando solo de contenidos. Estamos hablando de personas.También hablamos de cultura. Y cambiar la cultura, como sabemos quienes trabajamos en transformación organizativa, es probablemente lo más difícil de todo.El sistema educativo actual nació en un contexto histórico muy concreto. Muchas de sus estructuras se diseñaron en el siglo XIX, en una sociedad industrial que necesitaba orden, estandarización y transmisión masiva de conocimientos básicos. Ese sistema permitió algo extraordinario: democratizar el acceso a la educación y abrir oportunidades a millones de personas.Pero el mundo en el que vivimos hoy es radicalmente distinto.La tecnología, la inteligencia artificial y la velocidad de los cambios están transformando el tipo de habilidades que realmente marcan la diferencia: la capacidad de aprender continuamente, de pensar de forma crítica, de adaptarse y de resolver problemas reales.Eso obliga a replantear muchas de las estructuras que damos por sentadas.Sebastián lo plantea con claridad: probablemente no existe una solución única ni un modelo perfecto diseñado de antemano. Lo que necesitamos es experimentar, probar, aprender de los errores y construir nuevas formas de aprendizaje basadas en la realidad.Curiosamente, ese enfoque se parece mucho al que utilizan las mejores empresas tecnológicas cuando desarrollan productos. Se empieza con una versión inicial, se observa cómo funciona, se corrige, se mejora y se vuelve a probar. Proceso iterativo. Aprendizaje continuo.Exactamente lo mismo que ocurre cuando un deportista entrena.Al final de la conversación aparece una reflexión que, personalmente, me parece muy potente. Durante décadas hemos asumido que el sistema educativo es algo fijo, algo que simplemente existe y que debemos aceptar tal como es. Pero quizá ha llegado el momento de volver a hacernos preguntas.Preguntas sobre cómo aprenden las personas.Preguntas sobre qué tipo de educación prepara realmente para la vida.Preguntas sobre cómo acompañar a las nuevas generaciones para que desarrollen no solo conocimiento, sino también criterio, resiliencia y capacidad de adaptación.Son preguntas incómodas. Pero también necesarias.Porque educar, formar o entrenar —ya sea en una empresa, en un equipo deportivo o en un aula— no consiste solo en transmitir información. Consiste en desarrollar personas capaces de enfrentarse a un mundo complejo.Y eso requiere liderazgo.Si este tema te interesa, te invito a escuchar la conversación completa. Hay muchas más ideas, ejemplos y reflexiones que merecen ser exploradas con calma. Estoy convencido de que, tanto si eres formador, directivo, entrenador o simplemente alguien que cree en el poder del aprendizaje, encontrarás en ella muchas preguntas que merece la pena seguir pensando.Hoy, con todos nosotros, Sebastián Barajas Caseny.¿Hablamos? https://tatxe.org/contactar Colaborar: https://buy.stripe.com/bIYbLr83U1Sv2w88wxSupport this podcast at — https://redcircle.com/tatxe/exclusive-content

Daniel Ramos' Podcast
Episode 517: Escuela Sabática - Lectura 08 de Marzo del 2026

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Mar 7, 2026 3:53


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== LECCIÓN DE ESCUELA SABÁTICA         I TRIMESTRE DEL 2026Narrado por: Eddie RodriguezDesde: Guatemala, GuatemalaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchDOMINGO 08 DE MARZOMENTALIDAD CELESTIAL Lee Colosenses 3:1-4. ¿Qué condición es necesaria para tener una mentalidad celestial? Desde la cima de una montaña es posible contemplar el vasto paisaje circundante. Las montañas han sido frecuentadas desde tiempos inmemoriales por quienes procuran una experiencia más cercana con Dios (ver Sal. 121:1, 2). Incluso los paganos construían montañas artificiales llamadas zigurats, para reunirse allí con sus dioses. Curiosamente, la ciudad de Ur, que Abram fue llamado a abandonar, tenía un gran zigurat visible desde varios kilómetros a la redonda. Pero la altura no acerca a nadie al Cielo en un sentido espiritual. El esfuerzo humano no es suficiente para ello. Solo es posible acercarse al Cielo en virtud del milagro de la gracia, por el cual morimos y resucitamos con Cristo (figuradamente, mediante el bautismo [Col. 2:12, 13]). Nótese que desde el principio de Colosenses 3 se insiste repetidamente en lo que está arriba, es decir, lo que hay en el Cielo: “Las cosas de arriba”, “donde está Cristo sentado a la diestra de Dios”, “con él en gloria” (Col. 3:1-4). Ciertamente hay muchas cosas en la vida cristiana que no tienen explicación. ¿Cómo puede alguien “morir” y “resucitar” sin haber dejado de existir literalmente? Hay muchas cosas que no tienen sentido para la mente natural, que no está dirigida por el Espíritu Santo. Pero la muerte al pecado y la resurrección con Cristo son realidades genuinas para quienes tienen una mente espiritual porque han recibido el nuevo corazón prometido por Dios. Como afirma un conocido himno: “¿Me preguntas cómo sé que él vive? Porque vive dentro de mi corazón”. No obstante, Pablo prescribe estos mandamientos porque existe una necesidad constante de que la vida espiritual sea renovada (ver 2 Cor. 4:16). En efecto, podemos caer y perder la salvación, y nunca estamos libres de la tentación en esta vida. Por lo tanto, debemos optar cada día por buscar “las cosas de arriba” (Col. 3:1). Nuestra vida eterna está a salvo, “escondida con Cristo en Dios” (Col. 3:3), pero la expresión externa de esa vida estará lejos de ser escondida. ¿Dónde están normalmente tus pensamientos: arriba o abajo? Si están abajo, ¿cómo puedes cambiar su ubicación? 

Hoy por Hoy
Hoy por Hoy | Magazine | Creadores salvajes: de David Delfín a Antonio Najarro

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 51:51


Curiosamente marcharse radiofónicamente al recuerdo del año 2002, implica encontrarse con dos sucesos creativos que, en sus respectivos campos, iban a dejar una huella difícil de olvidar. De una parte, el primer desfile en la pasarela Cibeles de David Delfín, conocido como el desfile de "las sogas", de otro, los juegos olímpicos de invierno en la localidad estadounidense en Salt Lake City, cuando el artista español, Antonio Najarro, con el recurso de una coreografía que contaba una historia desde el flamenco, conseguía que dos patrinadores franceses se llevasen una medalla de oro.

Fin de Semana
Perico Durán, comandante de vuelo: "Nunca en la historia de la aviación mundial ha habido un accidente de un avión por turbulencia"

Fin de Semana

Play Episode Listen Later Mar 1, 2026 17:57


Según las estadísticas, el 40 por 100 de la población experimenta algún grado de ansiedad al subirse a los aviones. Este miedo, que va desde una ligera aprensión hasta una fobia paralizante, ha sido el tema central en el programa 'Fin de Semana' de COPE, donde la directora Cristina López Schlichting ha entrevistado al comandante de Iberia Perico Durán. Con 25 años de experiencia y más de 15.000 horas de vuelo, Durán ha arrojado luz sobre las realidades de la aviación para calmar a los pasajeros más temerosos, como nuestro compañero de 'Fin de Semana' Diego González, quien ha confesado no poder subir a un avión sin medicación.Perico Durán ha explicado que el miedo a volar tiene "muchas aristas" y su origen es muy variado. Puede surgir en personas con problemas de gestión de la ansiedad, ser contagiado por otros o aparecer tras una mala experiencia. Curiosamente, señala que en muchos casos se manifiesta cuando las personas "han sido padres y empiezan a ser más conscientes de ...

El Garaje Hermético de Máximo Sant
Las "CUTRE-LIMUSINAS" de los años ‘80

El Garaje Hermético de Máximo Sant

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 18:13


Hubo un momento en la historia del automóvil en el que perdimos el norte. Hoy en Garaje Hermético analizamos una era donde el lujo no se medía por la finura de su ingeniería o la calidad de sus materiales, sino por los metros de chapa, los jacuzzis de fibra de vidrio y las antenas de plástico cromado. Bienvenidos a la historia de las "cutre-limusinas" de los 80: cuando el exceso americano cruzó todas las fronteras. ¿De dónde viene el concepto de Limusina? Curiosamente, el nombre proviene de la región francesa de Limousin. Allí, los pastores usaban una capa con una capucha muy característica. En los inicios del motor, se llamó "Limousine" a los coches donde el chófer iba fuera, protegido por una extensión del techo (la "capucha"), mientras los pasajeros viajaban en un compartimento cerrado y opulento. Modelos como el Mercedes 600 "Grosser" o los Rolls-Royce Phantom definieron el segmento. Eran coches diseñados desde el tablero de dibujo para ser largos, con chasis reforzados de fábrica y suspensiones calculadas para su peso. Pero en los años 80, todo cambió. La "epidemia" del estiramiento Con la llegada de la era del "pelotazo" y la MTV, el mercado sufrió una mutación. Aparecieron los "Coachbuilders" o carroceros independientes que, en lugar de fabricar un coche desde cero, compraban sedanes de serie como el Lincoln Town Car y les metían la radial por la mitad. ¿Por qué estos modelos? Porque usaban chasis de largueros y travesaños, similares a los de un camión, lo que permitía cortarlos y alargarlos con relativa facilidad sin que el coche se partiera al instante. Sin embargo, esto no significaba que fueran seguros o eficientes. El catálogo del horror interior El término "cutre" cobra sentido al abrir la puerta de estas creaciones. Los interiores eran un festival de materiales cuestionables: -Espejos en el techo: Supuestamente para dar amplitud, pero que terminaban vibrando y generando ruidos insoportables. -Muebles de melamina: Imitaciones de madera que se astillaban al primer golpe. -La antena de "Boomerang": Un accesorio de plástico en el maletero que en la mayoría de los casos no estaba conectado a nada; era puro postureo visual. -El Jacuzzi: El colmo del absurdo. Llevar cientos de litros de agua en la parte trasera era un desastre dinámico. Ante cualquier frenazo, el agua se desplazaba por inercia, inundando la moqueta barata del vehículo. Una pesadilla para el chófer Conducir estas "salchichas" era una labor hercúlea. El radio de giro era comparable al de un transatlántico y la visibilidad trasera era nula. El mayor problema era el "efecto corte de esquina": si el conductor no abría la trayectoria al máximo, las ruedas traseras terminaban subiéndose a la acera. Además, al eliminar la rigidez estructural original, la carrocería flambeaba. En autopista, el tren delantero y el trasero parecían tener opiniones distintas sobre la dirección a seguir, obligando al conductor a corregir la trayectoria constantemente mientras los frenos de serie sufrían para detener semejante mole de hierro. El salto a Europa y el declive En Europa intentamos imitar la tendencia con resultados variopintos. Desde preparaciones sobre el Mercedes Clase S (W126) por parte de Duchatelet, hasta experimentos con Range Rover que perdían toda su capacidad todoterreno y comodidad. A finales de los 90, el gusto cambió. La limusina extra-larga empezó a verse como algo de "nuevo rico" sin clase o exclusiva de despedidas de soltero de bajo presupuesto. Muchos de estos gigantes terminaron abandonados en campas y naves industriales, oxidándose como monumentos a una época de excesos sin sentido. En definitiva, las cutre-limusinas fueron un experimento social sobre ruedas. Demostraron que se puede tener mucho presupuesto y, aun así, carecer de sentido común. Un capítulo divertido de la automoción, pero una advertencia clara: la buena ingeniería nunca puede ser sustituida por el tamaño.

Daniel Ramos' Podcast
Episode 514: Escuela Sabática - Lectura 11 de Febrero del 2026

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 4:27


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== LECCIÓN DE ESCUELA SABÁTICA         I TRIMESTRE DEL 2026Narrado por: Eddie RodriguezDesde: Guatemala, GuatemalaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchMIÉRCOLES 11 DE FEBREROPIENSEN EN ESTO La paz que sobrepasa todo entendimiento también “guardará sus corazones y sus pensamientos en Cristo Jesús” (Fil. 4:7). Nuestra vida interior necesita protección. Curiosamente, Filipenses 4:7 conecta la paz de Dios con una metáfora militar. El verbo griego froureō se usa para describir una guarnición de soldados que protegen una ciudad contra una invasión (2 Cor. 11:32; comparar con Hech. 9:24). Otro aspecto muy importante de la paz interior implica vivir en armonía con la voluntad de Dios. “Mucha paz gozan los que aman tu ley, y no hay para ellos tropiezo” (Sal. 119:165). Lee Filipenses 4:8, 9. ¿Qué acciones específicas se recomiendan aquí? Pablo introduce Filipenses 4:8 y 9 con la expresión “por lo demás” y una lista de seis virtudes, seguida de un sucinto resumen de ellas y de una exhortación a imitar su ejemplo. Esta exhortación final armoniza con el entorno grecorromano de Filipos, ya que enfatiza la virtud y el ejemplo. Curiosamente, sin embargo, se centra en ciertas virtudes bíblicas específicas, lo que resulta obvio por la omisión paulina de las cuatro virtudes cardinales griegas (prudencia, justicia, templanza y valentía). 1. No es casual que la lista comience con la virtud bíblica cardinal: lo verdadero, reiteradamente enfatizada por Jesús –quien solía decir: “Les aseguro...”– y por todo el Nuevo Testamento (ver, por ejemplo, Hech. 26:25; Rom. 1:18; 1 Cor. 13:6; 2 Cor. 4:2; Efe. 4:15; 1 Tim. 3:15; Sant. 1:18; 1 Ped. 1:22; 1 Juan 2:21). 2. Honorable. La palabra griega así traducida se refiere a una virtud personal (comparar sus otros usos en 1 Tim. 3:8, 11; Tito 2:2, donde se traduce como “respetable” en la NVI). 3. Justo. Esta virtud es una de las características distintivas de Dios (comparar su uso en Fil. 1:7). 4. Puro. La palabra se refiere al pensamiento puro y a las acciones de esa misma naturaleza que fluyen de la justicia de Dios recibida por la fe en ocasión de la justificación (ver 1 Juan 3:3). 5. “Agradable” (DHH). El término designa una belleza estética como la atestiguada ampliamente en la Creación de Dios. 6. De buen nombre. Otras versiones traducen esta última virtud como “digno de admiración” (NVI): “honorable” (LBLA), “loable” (BNP), etc.Pablo hace dos salvedades más, para que no se atribuya un matiz pagano a ninguna de estas virtudes: “Si hay virtud alguna, si algo digno de alabanza” (Fil. 4:8), debemos pensar en estas virtudes celestiales. Luego, para despejar toda duda y evitar cualquier equívoco, el apóstol exhorta a los creyentes a practicar lo aprendido, recibido, oído y visto en su propio ejemplo (Fil. 4:9). 

Geopizza
IMPERADOR de ROMA por ACASO: VESPASIANO #136

Geopizza

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 135:09


O ano de 69 foi um dos piores de Roma de todo século 1.Esse foi o famoso "Ano dos 4 Imperadores" época em que cada parte do império foi controlado por um líder diferente: Galba, Otho, Vitélio e, agora, Vespasiano.Curiosamente, Vespasiano nunca almejou ser imperador de Roma nem participou dos bastidores do poder político.Mesmo assim, ele iria ria explorar a fraqueza de cada um de seus adversários, deixando sua marca em Roma para sempre.Entretanto, toda essa instabilidade do ano de 69 iria cobrar um preço alto de toda civilização romana.____________________________________Veja as imagens dos personagens, mapas ,fontes e locais abordados no podcast no nosso site: https://geopizza.com.br/imperador-de-roma-por-acaso-vespasiano-136/____________________________________Nos siga nas redes:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Tiktok ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Youtube ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠_____________⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Confira nossa loja ⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠_____________⁠⁠⁠⁠⁠Anuncie no Geopizza ⁠⁠⁠⁠⁠_____________Para escutar nossos episódios EXCLUSIVOS, apoie o Geo através do PIX: pix@geopizza.com.br Siga essas etapas:1: Programe o pix - R$ 5 valor mínimo - para todo dia 5 do mês2: Mande o comprovante de agendamento para o mesmo e-mail3: Aguarde!_____________Outras maneiras de apoio:⁠⁠⁠⁠⁠Apoiase: https://apoia.se/geopizza⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Patreon: https://www.patreon.com/geopizza⁠_____________Contato do Alexander:51984496851alexanderdesmouceaux@gmail.comDemo Reel:https://youtu.be/IcvTrZStvCI

Al otro lado del micrófono
Descargas, estadísticas y resultados de estos 1299 episodios

Al otro lado del micrófono

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 24:17


1299. Las estadísticas de estos últimos 100 episodios además de las globales del podcast, protagonizan este episodio 1299 de Al otro lado del micrófono. Uno de esos capítulos previos a una cifra redonda en los que inevitablemente miro por el retrovisor para ver todo el camino recorrido durante estos seis años y medio de proyecto. Hoy se cumplen 2.346 días desde que publiqué el primer episodio, aquel 25 de agosto de 2019 en el que me pasé por primera vez al otro lado del micrófono y, curiosamente, también apagué mi último cigarro. Siempre lo recuerdo porque el podcasting no solo me ha dado trabajo, aprendizajes y comunidad, sino también salud, tiempo y un ahorro económico nada despreciable. Medio paquete al día durante años se traduce en casi 6.000 euros que ya no se han ido en humo, y eso es algo que nunca me canso de agradecerle a este proyecto. De esos 2.346 días he publicado 1.299 episodios, lo que supone haber grabado el 55,37 % de los días. Visto así, no está nada mal. Un ritmo muy alto que solo tiene sentido porque hay gente al otro lado escuchando. Siempre digo que un podcast diario sin oyentes es un proyecto condenado al fracaso, y por suerte este no es el caso. Estáis ahí día tras día, y eso es lo que da sentido a todo. En este repaso me centro en los últimos 100 episodios, desde el 1199 hasta el 1298, aunque inevitablemente también aparecen datos globales. En este tramo, el episodio más escuchado ha sido el número 1200, con 167 descargas en audio y 19 en YouTube. Curiosamente, fue el último capítulo que publiqué en YouTube con la versión más sencilla, solo con la carátula cuadrada, antes de cambiar el formato visual esta temporada. En estos últimos 100 episodios se han acumulado unas 16.000 descargas, unas 600 más que en el tramo anterior, lo que supone un crecimiento cercano al 4 %. No es un salto espectacular, pero sí constante, y eso es justo el tipo de crecimiento que busco. En total, el podcast roza ya las 249.000 descargas, una cifra que hay que poner siempre en contexto teniendo en cuenta que hablamos de casi 1.300 episodios publicados. A nivel geográfico, España sigue siendo el principal país de escucha, aunque baja su peso porcentual en favor de Estados Unidos, que sube de forma notable. México se mantiene en tercera posición, aunque con descenso. Dentro de España, Madrid sigue liderando, pero Andalucía y Cataluña crecen con fuerza. Incluso dentro de la Comunidad de Madrid hay movimientos curiosos, con Móstoles subiendo posiciones y Alcalá de Henares bajando algún puesto. En cuanto a plataformas, Apple Podcast sigue en cabeza, pero me llama especialmente la atención el crecimiento de escuchas desde Chrome, probablemente vinculado a picos concretos como el Día Internacional del Podcast. Overcast también sube, algo que me resulta muy interesante de cara al perfil de oyente. La escucha desde la web del podcast se sitúa en un 3,4 %, un dato que sigo observando con lupa porque forma parte de mi estrategia a medio y largo plazo. La media global se sitúa en unas 191 escuchas por episodio, cuatro más que en el bloque anterior. Y no puedo cerrar este repaso sin hablar de Ko-fi. A día de hoy, 128 personas distintas han apoyado el proyecto, con 17 suscripciones mensuales activas que suman unos 75 euros al mes. En total, 1.220 cafés y 3.660 euros desde que arrancó esta vía de apoyo. Más allá del dinero, el valor real está en el respaldo constante, en saber que este proyecto importa._____________Consigue tu entrada para el directo de 'Buenas Noches Madresfera' el 7 de febrero en las Podnights Madrid a través de Eventbritehttps://www.eventbrite.es/e/entradas-buenas-noches-madresfera-en-podnights-madrid-1980074871242?aff=oddtdtcreator_____________ ¡Gracias por pasarte 'Al otro lado del micrófono' un día más para seguir aprendiendo sobre podcasting! Si quieres descubrir cómo puedes unirte a la comunidad o a los diferentes canales donde está presente este podcast, te invito a visitar https://alotroladodelmicrofono.com/unete Además, puedes apoyar el proyecto mediante un pequeño impulso mensual, desde un granito de café mensual hasta un brunch digital. Descubre las diferentes opciones entrando en: https://alotroladodelmicrofono.com/cafe. También puedes apoyar el proyecto a través de tus compras en Amazon mediante mi enlace de afiliados https://alotroladodelmicrofono.com/amazon La voz que puedes escuchar en la intro del podcast es de Juan Navarro Torelló (PoniendoVoces) y el diseño visual es de Antonio Poveda. La dirección, grabación y locución corre a cargo de Jorge Marín. La sintonía que puedes escuchar en cada capítulo ha sido creada por Jason Show y se titula: 2 Above Zero.  'Al otro lado del micrófono' es una creación de EOVE Productora.

Daniel Ramos' Podcast
Episode 511: Escuela Sabática - Lectura 13 de Enero del 2026

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 4:02


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== LECCIÓN DE ESCUELA SABÁTICA         I TRIMESTRE DEL 2026Narrado por: Eddie RodriguezDesde: Guatemala, GuatemalaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchMARTES 13 DE ENEROTENER CONFIANZA Lee Filipenses 1:23, 24. ¿Qué quiere decir Pablo cuando afirma que “ser desatado y estar con Cristo” es “mucho mejor”? Este pasaje ha sido malinterpretado por muchos a lo largo de los siglos. En el texto para memorizar de esta semana, Pablo se refiere al contraste existente entre vivir y morir. El cristiano vive para Cristo e incluso puede morir por él. En ese sentido, la muerte es “ganancia” porque nuestro testimonio resulta mucho más poderoso y persuasivo (Fil. 1:21). Sin duda, solo alguien que realmente creyera estaría dispuesto a morir por su fe. Pero también debe reconocerse que los muertos están realmente muertos; es decir, “nada saben”. Descansan en la tumba hasta la resurrección (ver Ecl. 9:5; Juan 5:28, 29). Por eso, Jesús dijo acerca del difunto Lázaro: “Nuestro amigo Lázaro se ha dormido, pero voy a despertarlo del sueño” (Juan 11:11). Si las personas van al Cielo inmediatamente cuando mueren, la frustración de Lázaro no podría haber sido mayor al ser traído nuevamente a esta Tierra después de haber disfrutado del Paraíso durante cuatro días. La muerte es como un sueño profundo del que Jesús despertará a sus fieles seguidores cuando regrese; entonces, junto con los santos que estén vivos, serán llevados al Cielo para estar eternamente con Jesús (ver 1 Tes. 4:16, 17). Para Pablo, “ser desatado” de la vida presente a fin de estar con Cristo significa participar con él del sufrimiento y la muerte (2 Tim. 4:6) para “llegar de algún modo a la resurrección de los muertos” (Fil. 3:11). Además, sin duda, era consciente de que cerraría sus ojos al morir y que lo primero que vería cuando volviera a abrirlos sería a Jesús, quien lo llevaría juntamente con todo el pueblo de Dios al lugar que ha preparado para quienes lo aman (Juan 14:3; 1 Cor. 2:9). Aunque estaba dispuesto a morir por Cristo, Pablo sabía que sería mejor para los filipenses “quedar en la carne” (Fil. 1:24). Curiosamente, no es fácil para el cristiano decidir si es mejor vivir para Cristo o morir por él. Pablo dijo: “Es difícil decidirme por una de las dos cosas” (Fil. 1:23; DHH): seguir vivo o descansar en la tumba. Aunque no nos agrada la idea de la muerte, ¿has pensado alguna vez que lo primero que veremos los creyentes, tras lo que nos parecerá apenas un segundo después de morir, será el regreso de Cristo? ¿Cómo podría ese pensamiento ayudarte a entender lo expresado aquí por Pablo? 

Más de uno
No nos hagamos daño: Queramos como amigos

Más de uno

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 1:54


Algunos lo entienden como la enésima prueba de la tendencia de Sánchez a contradecirse. Me refiero al wasap que mandó a Ábalos antes de su detención: "te quiero como un amigo". Curiosamente, poco después dijo que era un gran desconocido. A mi juicio no hay contradicción alguna. Querer como un amigo no significa nada en un tiempo en que todos tenemos, no un millón de amigos, como pedía la canción, pero sí unos cuantos cientos o incluso miles en Facebook, que está más muerto que MySpace. El antropólogo Robin Dunbar ha establecido que nuestra mente no está diseñada para más de 150 relaciones significativas, y esto es así por razones evolutivas: 150 es el número máximo de personas que pueden cooperar para cazar y recolectar. Sobra decir que las redes sociales superan con mucho el llamado “Número Dunbar”. Por eso hay amigos que son uña y carne: la roña de la uña y la carne del pescuezo, que ni es carne ni es hueso. "Oh, amigos, no hay amigos", decía una frase muy enigmática de Aristóteles que hoy entendemos bien: si todos son amigos, ninguno lo es. Calculo que el número máximo de amigos está entre los 150 del antropólogo Dunbar y los cuatro del Peugeot. Porque la cosa no va de abundancia, sino de acumulación, y en el supermercado de la amistad los amigos van al peso. No nos sorprendamos, en consecuencia, si caducan pronto. Tengamos pocas pero buenas amistades. Mejor nos iría edificando menos rascacielos de "amigos" y más chozas robustas donde solo entren unos pocos.

El sótano
El sótano - Hits del Billboard; enero 1966 (parte 1) - 01/01/26

El sótano

Play Episode Listen Later Jan 1, 2026 59:27


Descorchamos el año con nuestra entrega mensual de los Hits del Billboard, serie dedicada a recordar singles que alcanzaron su puesto más alto en las listas de pop de EEUU en este mismo mes de hace 60 años. Curiosamente el 1 de enero de 1966 era sábado, que era el día en que se publicaban estas listas semanales. Así que un 1 de enero de hace seis décadas el top 1 de las listas lo alcanzó el primer gran éxito de Simon and Garfunkel.Playlist;(sintonía) KING CURTIS “Spanish Harlem” (top 89 en enero)SIMON and GARFUNKEL “The sound of silence” (top 1)THE BEATLES “We can work it out” (top 1)HERMAN’S HERMITS “A must to avoid” (top 8)THE HOLLIES “Look through any window” (top 32)THE STATLER BROTHERS “Flowers on the wall” (top 4)THE VOGUES “Five o’clock world” (top 4)THE LOVIN’ SPOONFUL “You didn’t have to be so nice” (top 10)RONNY and THE DAYTONAS “Sandy” (top 27)THE ROLLING STONES “As tears go by” (top 6)BOBBY POWELL “C.C. Rider” (top 76)JOE TEX “A sweet woman like you” (top 29)MARTHA and THE VANDELLAS “Love (Makes me do foolish things)” (top 70)FONTELLA BASS “Recovery” (top 37)DIONNE WARWICK “Are you there (with another girl)” (top 39)THE TEMPTATIONS “Don’t look back” (top 83)Escuchar audio

Daniel Ramos' Podcast
Episode 508: Escuela Sabática - Lectura 30 de Diciembre del 2025

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 4:45


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== LECCIÓN DE ESCUELA SABÁTICA         I TRIMESTRE DEL 2026Narrado por: Eddie RodriguezDesde: Guatemala, GuatemalaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchMARTES 30 DE DICIEMBREPABLO EN FILIPOSDurante el segundo viaje misionero de Pablo, poco después de la incorporación de Timoteo al equipo, el Espíritu Santo les impidió continuar con su labor en Asia Menor (Hech. 16:6). Entonces, durante una visión nocturna, Pablo vio a un hombre que le suplicaba: “Pasa a Macedonia, y ayúdanos” (Hech. 16:9). Así que, inmediatamente se dirigieron al puerto marítimo más cercano para partir desde allí a Macedonia, y navegaron desde Troas a través del mar Egeo hasta Neápolis, en el continente europeo. Pero, en lugar de predicar allí, Pablo, Silas, y Timoteo y Lucas (quienes se unieron a ellos en Troas, como indica el uso del plural “vinimos” en Hech. 16:11), se dirigieron a Filipos. En su actividad evangelizadora, Pablo siempre pensó estratégicamente. Filipos era “la principal ciudad de la provincia de Macedonia” (Hech. 16:12). De hecho, era una de las más honradas del Imperio Romano, pues se le había concedido el estatus de Ius Italicum [derecho italiano], el título más honroso que se podía otorgar a una ciudad. Sus ciudadanos gozaban de los mismos privilegios que los de una ciudad situada en Italia, incluida la exención del impuesto sobre bienes inmuebles y del impuesto sobre la renta de capitación que pagaban los ciudadanos romanos poseedores de cierto capital. Además, cualquiera que naciera en la ciudad se convertía automáticamente en ciudadano romano. También era una parada importante en la Vía Ignacia, la principal ruta terrestre que conectaba Roma con Oriente. El establecimiento de una importante presencia cristiana allí permitió a la iglesia de Filipos llevar el evangelio a muchas otras ciudades cercanas, como Anfípolis, Apolonia, Tesalónica y Berea (ver Hech. 17:1, 10). Curiosamente, la lengua oficial en la Filipos del siglo I era el latín, como demuestra el predominio de inscripciones en dicha lengua. En Filipenses 4:15, Pablo incluso se dirige a ellos con una palabra que suena latina (filippēsioi), al parecer en reconocimiento de su especial condición romana. Sin embargo, el griego era la lengua del mercado y de los pueblos y las ciudades de los alrededores, así como el medio de difusión del evangelio. Lucas describe cómo Pablo y su equipo se reunieron para orar junto al río, donde Lidia y su familia se convirtieron (Hech. 16:13-15). Como mujer de negocios (vendía púrpura), es posible que haya sido uno de los principales apoyos financieros en Filipos para el ministerio de Pablo. El tiempo que Pablo y Silas pasaron allí en la cárcel condujo a la conversión de toda otra familia: la del carcelero. El Espíritu Santo sabía que Filipos sería el puesto de avanzada para la expansión del evangelio a través de Europa, aunque también habría persecución. Por muy mala que sea, la persecución puede, en determinadas circunstancias, permitir que el evangelio llegue a personas que de otro modo no podrían ser alcanzadas. Lee Hechos 9:16. ¿Cómo nos ayuda este texto a entender algunas de las pruebas de Pablo? ¿Cómo puede ayudarnos a entender algunas de las nuestras? 

Daniel Ramos' Podcast
Episode 507: 26 de Diciembre del 2025 - Devoción matutina para Jóvenes - ¨Hoy es tendencia¨

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Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 4:10


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA JÓVENES 2025“HOY ES TENDENCIA”Narrado por: Daniel RamosDesde: Connecticut, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================26 de DiciembreDios está con nosotros"La virgen quedará encinta y tendrá un hijo, al que pondrán por nombre Emanuel" (que significa: "Dios con nosotros") Mateo 1: 23En 1865, William Chatterton Dix, un hombre de negocios que vivía en Escocia, enfermó gravemente y tuvo que guardar cama durante varios meses. Al borde de la muerte, William empezó a reflexionar sobre la identidad de Jesús y la relevancia de la fe. Mientras meditaba, escribió un poema que más adelante se convirtió en una canción de Navidad: ¿Qué niño es este?* La mejor respuesta a esa pregunta la encontramos al inicio del Evangelio de Mateo, cuando el evangelista señala que el nacimiento de Jesús fue el cumplimiento de las palabras de Isaías: «"La virgen quedará encinta y tendrá un hijo, al que pondrán por nombre Emanuel" (que significa: "Dios con nosotros")» (Mateo 1: 23).Tradicionalmente, muchos de nosotros vemos el nacimiento de Jesús como el inicio de una gran historia, pero en realidad la encarnación se encuentra justo en el medio de la historia de la redención. En el Edén, cuando nuestros primeros padres pecaron y quedaron separados de Dios, él los buscó. Varios siglos después, el mismo Dios anunció sus planes de estar con nosotros (ver Éxodo 25: 8). Y cuando Gabriel le anunció a María que de ella nacería el Hijo de Dios, la promesa se hizo realidad. Ahora Dios estaba con nosotros.¿Pero cómo podemos lidiar con el hecho de que Jesús ascendió al cielo hace dos mil años? Curiosamente, Mateo no solo comienza diciéndonos que, en Jesús, Dios está con nosotros, sino que las últimas palabras de su Evangelio son: «Por mi parte, yo estaré con ustedes todos los días, hasta el fin del mundo» (Mateo 28:20). De manera que todo el libro de Mateo es un gran «sándwich» teológico que comienza y termina aseverándonos que, no importa lo que pase, Dios está con nosotros y lo estará «hasta el fin del mundo».Hace algún tiempo leí la historia de una pareja que estaba quitando los adornos de Navidad. Cuando casi habían terminado, el esposo le preguntó a su esposa: «¿Ya quitaste el pesebre?». La señora contestó: «No. Pienso dejarlo frente a la casa todo el año. Con lo mal que está el mundo, creo que necesitamos recordar que Dios todavía está con nosotros». No sé cómo está tu mundo en estos momentos, pero quiero que sepas que Dios está contigo. ¿Quién de tu entorno necesita hoy recibir esa buena noticia? 

No es un día cualquiera
No es un día cualquiera - Verba Volant con Emilio del Río

No es un día cualquiera

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 15:52


El día de la Lotería de Navidad es una fecha profundamente arraigada en nuestro país, conocido como el día de la ilusión. Y precisamente de eso hablamos hoy: de ilusión. La lotería moderna fue aprobada en las Cortes de Cádiz en 1811 y, de hecho, el primer sorteo navideño se celebró el 18 de diciembre en Cádiz, con el objetivo de recaudar fondos para la Guerra de la Independencia. Curiosamente, la palabra “lotería” procede del francés loterie.La pregunta de hoy tiene relación con lo que hemos comentado: ¿cómo se llama la maga que, en La Odisea, convierte en cerdos a los compañeros de Ulises?Pueden enviarnos la respuesta a verbavolant@rtve.es o a las redes sociales de Emilio del Río.Escuchar audio

WGospel.com
Será que é uma Informação segura?

WGospel.com

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 5:25


TEMPO DE REFLETIR 01615 – 16 de dezembro de 2025 Salmo 14:1 – Diz o insensato no seu coração: Não há Deus. O que você perguntaria a Deus se O encontrasse pessoalmente? Numa pesquisa feita entre norte-americanos, foram apontadas as principais perguntas. Dos entrevistados, 34% perguntariam: “Qual é meu propósito neste mundo?” 19% iriam querer saber: “Existe vida depois da morte?” 16% questionariam: “Por que coisas ruins acontecem?” 7% iriam perguntar: “Existe vida inteligente noutros planetas?” Finalmente, 6% desejariam ter a seguinte resposta: “Quanto tempo eu viverei?” O curioso é que as Escrituras proveem respostas para esse tipo de questões. Pense, por exemplo, nas três primeiras. Não são elas parte dos temas básicos da Bíblia? A dificuldade é que em nossa sociedade “cientificamente orientada” as pessoas abandonaram a única fonte confiável de informação. Muitos buscam respostas nas cisternas falidas do conhecimento humano. O curioso ainda é que a maioria das pessoas aceita teorias fundamentadas meramente na “criatividade humana”, sem qualquer alicerce sólido. Pense na ironia de nosso precário conhecimento. Em 1963, em Dallas, Texas, o presidente John F. Kennedy foi assassinado. O fato ocorreu em plena luz do dia. Foi registrado por centenas de câmeras. Canais de TV e milhares de observadores, incluindo os bem treinados olhos de centenas de policiais e agentes do serviço secreto americano, estavam lá. Curiosamente, até hoje não se sabe exatamente o que aconteceu. Foi o presidente Kennedy assassinado por uma bala apenas? Ou será que outra bala o feriu, vinda de outra direção? Havia apenas um atirador agindo sozinho? O assassino foi mesmo Lee Oswald, ou o crime foi uma conspiração da CIA ou do FBI, envolvendo Cuba e a máfia? Há ainda os que pensam que Kennedy não morreu. Em outras palavras, algumas décadas depois de um fato publicamente testemunhado, “debaixo do nariz” de tantas pessoas, os especialistas se dividem sobre o que realmente aconteceu. Não é curioso, contudo, que haja tanto “consenso científico” quando tratamos de eventos com um grau de complexidade infinito como é a origem do Universo e da vida, ocorridos em um passado tão distante de nós? Livros, documentários, revistas e cientistas parecem saber “sem qualquer dúvida” todos os pormenores. Nossos experts ensinam aos estudantes, jovens e crianças todos os detalhes de uma teoria que parece um dogma. O que me impressiona é que muitos não têm dúvida de nada. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Senhor Deus e nosso Pai: que tenhamos a humildade de buscar na Tua Palavra as respostas seguras para as nossas mais angustiantes perguntas. Encha o nosso coração e mente com o Teu Espírito! Por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Podcast La Biblioteca Perdida
579 - El Gran Duque de Alba - La Biblioteca Perdida - 8 dic 25

Podcast La Biblioteca Perdida

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 187:08


Hoy arrancamos una nueva serie narrada por Bikendi Goiko-uria, que deja por ahora la mitología a un lado, para enfrascarse en la historia de uno de los grandes personajes del siglo XVI. Nos referimos al Gran Duque de Alba, sin cuyo papel, no se entenderían las monarquías de Carlos I o Felipe II. En el segundo contenido, presentamos una novedad editorial de la mano de Iván Gómez Avilés quien nos presenta su libro "La zoofilia en la historia y el arte" un título que llamará la atención de la motxuelada. Entrevista de la mano de Pello Larrinaga. El contenido que recuperamos de anteriores temporadas es una entrega dedicada al mundo antiguo. Sergio Alejo nos habla de la armada romana, la flota naval que tuvo que desarrollar la potencia mediterránea para su expansión. Curiosamente, en sus orígenes Roma no miraba al mar, pero con el tiempo, y con enemigos de la talla de Cartago, no le quedaría más remedio. Trirremes, quinquerremes, galeras de todos los tamaños con legiones a bordo, dispuestas a batallar por Roma. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Perguntar Não Ofende
Presidenciais 2026 com Luís Marques Mendes: os portugueses querem mais um ovo no mesmo cesto?

Perguntar Não Ofende

Play Episode Listen Later Nov 7, 2025 78:56


Luís Manuel Gonçalves Marques Mendes. É este um dos nomes que lhe aparecerá no boletim de voto, a 18 de janeiro. Ex-líder do PSD, partilha com o António José Seguro não ter consigo chegar a ir a votos, em legislativas. Natural de Fafe, formado em direito, começou a sua vida política cedo, como vice-presidente da Câmara, ainda com 19 anos. Foi deputado em seis legislaturas, líder parlamentar quando o atual Presidente da República era presidente do PSD, secretário de Estado dos assuntos parlamentares, secretário de Estado da Presidência e ministro adjunto de Cavaco Silva, assim como ministro dos Assuntos Parlamentares de Durão Barroso. Como começa a ser hábito nos candidatos à presidência do centro-direita, foi comentador, em horário nobre, canal generalista e a solo, durante anos. Foi o primeiro candidato a tornar pública a sua candidatura. Nestas eleições, tem uma vantagem e uma desvantagem, que são a mesma: é o candidato apoiado pelo partido que governa. Vantagem, porque é o partido mais votado e, não se afastando dessa base de apoio, Marques Mendes têm aparecido, consistentemente, como forte candidato a ir a uma segunda volta. Desvantagem, porque é um partido que concentra tal poder, que a teoria soarista de que os portugueses não gostam de pôr os ovos todos no mesmo cesto seria, neste caso, esmagadora. Nunca tantos ovos pesaram no mesmo cesto porque nunca um partido teve o governo, o parlamento, duas regiões autónomas, a maioria das câmaras, incluindo as cinco mais populosas. Mesmo perante isto, a sua campanha tem estado bastante colada ao governo e à AD. Com tanta concorrência à direita, saberá que só conquista quem tem base sólida. E, ainda assim, segundo as sondagens, uma parte importante dessa base ainda está por conquistar.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Daniel Ramos' Podcast
Episode 505: 03 de Noviembre del 2025 - Devoción matutina para Jóvenes - ¨Hoy es tendencia¨

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Nov 2, 2025 4:03


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA JÓVENES 2025“HOY ES TENDENCIA”Narrado por: Daniel RamosDesde: Connecticut, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================03 de NoviembreUn millón de trasplantes«Pero yo, el Señor, juro por mi vida que no quiero la muerte del malvado, sino que cambie de conducta y viva. Israel, deja esa mala vida que llevas. ¿Por qué habrás de morir?». Ezequiel 33: 11E portal de noticias ABC News reportó que en septiembre de 2022, Estados Unidos realizo su trasplante de órgano número un millón. Esto marcó un hito para este procedimiento médico que ha salvado miles de vidas. El primer trasplante de órgano se realizó en 1954, en Boston, cuando un equipo dirigido por el doctor Joseph Murray trasplantó un riñón de Ronald Herrick a su hermano gemelo, Richard. No obstante, no se realizaron muchos trasplantes durante los primeros treinta años desde que se realizó el procedimiento, pues la medicina no había descubierto cómo lidiar con el rechazo inmunológico del cuerpo al órgano nuevo.Pero a principios de la década de 1980, con el avance de los medicamentos antirrechazo, los trasplantes experimentaron un auge y solo en 2021 se realizaron más de 41,000 trasplantes. Lamentablemente, solo en Estados Unidos unas cinco mil personas mueren cada año mientras esperan recibir un trasplante.Resulta notable que más de dos mil quinientos años antes de que se realizara el primer trasplante, la Biblia se refiera al cambio que Dios desea efectuar en nosotros en términos muy similares a los de un trasplante de corazón. El Señor promete quitarnos «ese corazón duro como la piedra» y darnos «un corazón dócil» (Ezequiel 36: 26). Curiosamente, a renglón seguido el profeta Ezequiel señala que Dios pondrá en nosotros su «espíritu» para que cumplamos sus mandamientos. De allí que el corazón que Dios desea poner en nosotros es ¡su propio corazón! Dios desea reproducir su carácter en nosotros, un verdadero trasplante.Tristemente, a nivel espiritual, son muchos los que mueren cada día, no por insuficiencia de «corazones», ni por algún error en el proceso, sino porque se rehúsan a aceptar el nuevo corazón que Dios les ofrece. Prefieren vivir con un corazón trificado por el pecado, soslayando que tal forma de vida inevitablemente conduce a la muerte (ver Romanos 6: 23). En el versículo de hoy, el Señor expresa su deseo que todos sus hijos alcancen la vida. Esa promesa te incluye a ti y me incluye a mí. Tenemos a nuestra disposición al Médico divino que desea donarnos su propio corazón. Con semejante oferta sobre la mesa, ¿por qué habremos de morir? 

No es un día cualquiera
No es un día cualquiera - La Alboreá con Andrés Salado

No es un día cualquiera

Play Episode Listen Later Oct 12, 2025 24:39


El 9 de octubre de 2025 celebramos el Día Mundial de la Visión, una fecha que ha servido de inspiración para el nuevo programa de nuestro director de orquesta, Andrés Salado, titulado La Alboreá: Música a ciegas. Esta propuesta artística nos invita a reflexionar sobre la relación entre la música y la percepción, más allá de lo visual.Paradójicamente, esta inspiración no fue posible para Georg Friedrich Haendel, quien, además de sufrir un delicado estado de salud, enfrentó graves problemas de visión. A lo largo de los años, se sometió a varias intervenciones quirúrgicas, siendo la última a manos del controvertido oculista John Taylor.Taylor, más que un médico, era un personaje pintoresco: viajaba por Europa en su carromato, operando ojos con una temeridad que dejaba a muchos pacientes peor de lo que estaban. Haendel no fue la excepción. Tras la operación, quedó completamente ciego y aún más debilitado. Curiosamente, Johann Sebastian Bach también fue intervenido por Taylor, con el mismo trágico desenlace: la ceguera total.Sin embargo, la historia de la música está llena de ejemplos de artistas que, a pesar de la ceguera, lograron carreras brillantes. Es el caso de María Teresa von Paradis, compositora vienesa del siglo XVIII, quien perdió la vista a los tres años. Su talento la llevó a recorrer Europa ofreciendo conciertos y componiendo decenas de obras. Y más cerca de nuestro tiempo, encontramos la historia de Andrea Bocelli. Nació con glaucoma congénito, pero fue un accidente jugando al fútbol —un balonazo en la cabeza a los 12 años— lo que le dejó completamente ciego. Para cualquier niño, ese momento podría haber significado el fin de muchos sueños. Pero en Bocelli despertó algo más profundo: una necesidad de expresarse a través de su voz. Escuchar audio

Daniel Ramos' Podcast
Episode 500: 03 de Octubre del 2025 - Devoción matutina para Jovencitas - ¨Princesa¨

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Oct 2, 2025 2:30


====================================================https://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1====================================================DEVOCIÓN MATUTINA PARA JOVENCITAS“PRINCESA”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================03 DE OCTUBRE NO ES LO QUE PIENSAS «Porque mis pensamientos no son los de ustedes, ni sus caminos son los míos —afirma el Señor—. Isaías 55:8 Cuando sonó el teléfono en medio de la noche, mi corazón se detuvo. Era la policía, informándome que mi hijo de 21 años se había quedado dormido al volante mientras regresaba de la casa de un amigo. Desde que Mitch tenía solo cuatro meses y su padre biológico falleció, he vivido con dos miedos: que su vida se vería afectada por esa pérdida y que también podría morir joven. Al llegar a la escena del accidente, encontré el auto destrozado, pero para mi asombro, Mitch no tenía ni un rasguño. El oficial de policía estaba impactado y le dijo: “Si yo fuera tú, iría a la iglesia más cercana y daría gracias a Dios por salvar tu vida. Él tiene un propósito para ti”. Curiosamente, el accidente ocurrió en el aniversario de la muerte de su padre biológico, y ambos tenían exactamente la misma edad. Era un mensaje claro de Dios: Mitch estaba en Sus manos. Esa verdad disipó mis temores y rompió las mentiras de Satanás. Ya no tengo miedo de perder a mi hijo. La única forma de enfrentar nuestros pensamientos aterradores es entregarlos a Dios. ¡Podemos descansar en la seguridad de que Sus planes son más maravillosos de lo que jamás podríamos imaginar! 

No es un día cualquiera
No es un día cualquiera - Entrevista - Blanca Portillo

No es un día cualquiera

Play Episode Listen Later Sep 20, 2025 26:20


La actriz, Blanca Portillo, nos habla de su papel en la película Día de caza, dirigida por Pedro Aguilera. Es una de las protagonistas junto a Carmen Machi y Rossy de Palma. Curiosamente, en la ficción sus personajes conservan sus nombres reales: Carmen, Rosa y Blanca. Son tres amigas que se reencuentran tras mucho tiempo sin verse para cazar, y entre risas comparten los complicados momentos por los que están pasando en sus vidas.Escuchar audio

Las cosas como son
Populares se la montan a Juan Dalmau por marcha independentista

Las cosas como son

Play Episode Listen Later Sep 1, 2025 12:37


En el vídeo de hoy el Profesor Ángel Rosa analiza las reacciones marcha pro independencia de Puerto Rico. En el fin de semana del Día del Trabajo varios grupos independentistas convocaron manifestaciones en Puerto Rico, Nueva York, Chicago, Nueva Jersey, Florida y Ohio para reclamar la separación de los Estados Unidos. Curiosamente, mientras el PNP ha guardado silencio, el PPD le salió al paso al evento, utilizándolo para cuestionar el carácter del líder del PIP, Juan Dalmau. ¿Por qué calla el PNP? ¿Qué mueve a los populares a atacar la imagen de Dalmau? ¿Será este el fin del ángel político Dalmau? ¡No te lo pierdas! Con su acostumbrada agudeza analítica el Profesor te hace las conexiones que debes conocer para entender esta controversia.