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Neste episódio exploramos as adaptações e ajustes que uma família recomposta pode exigir. Como podemos respeitar as diferenças e construir uma nova família sem apagar as memórias e vínculos da família anterior?
É preciso evitar dois extremos quando falamos de vida em família:• romantizar família como se conflitos não existissem; • tratar conflitos como justificativas para destruição dos relacionamentos. Conflitos são inevitáveis, mas a forma de lidar com eles determina se a família será destruída ou fortalecida.Os conflitos no ambiente familiar (e em outros ambientes!) ocorrem em função de vários fatores ou até mesmo da combinação entre eles.• Expectativas frustradas• Falta de comunicação• Excesso de confiança e a quebra dela• Falta de humildade• Falta de perdão• E a lista pode ficar grande se formos levantar todos os motivos que deflagram conflitos nas famílias...1Samuel 24 fala dessa realidade de conflitos entre pessoas! Davi não negou o conflito, mas decidiu tratá-lo de maneira piedosa.A primeira vista, Davi e Saul são apenas rivais na disputa por um reino! Mas, não se pode esquecer que Saul era, nada mais e nada menos, que o sogro de Davi.Cap. 18, a partir do verso 19, descreve como Saul entregou a sua filha Mical em casamento para Davi. (lembrando que Davi resistiu o quanto pôde em ser genro do Rei por não se achar merecedor de tal honra, rejeitando casar-se com a filha mais velha de Saul, Merabe)Em 1 Samuel 24 encontramos um homem que tinha todos os motivos para reagir com violência, vingança e destruição. Ainda assim, Davi nos mostra um caminho diferente para lidar com conflitos.As famílias de modo geral são compostas por pessoas com tantas diferenças e esse fato não está oculto aos olhos de Deus! Deus mesmo quer colocar pessoas tão divergentes em proximidade.#igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão # #pregação #familia
Sob o signo do amor, Paris realiza neste final de semana a tradicional Nuit Blanche, ou “noite em claro”, com exposições, performances e instalações efêmeras na madrugada de sábado (6) para domingo (7). O evento acontece sob a égide do novo prefeito socialista de Paris, Emmanuel Grégoire, e celebra seus 25 anos com uma programação gratuita espalhada por toda a capital francesa, em museus, monumentos, espaços públicos e locais normalmente fechados ao público. Patrícia Moribe, da RFI em Paris A concepção artística desta edição foi confiada à DJ e produtora cultural Barbara Butch, nome conhecido da cena cultural parisiense, que escolheu o amor como eixo central da programação. "Num mundo marcado por relações de força, escolher o amor é um ato de compromisso", afirma a diretora artística. A proposta é transformar a cidade em um espaço de encontros e trocas, reunindo mais de uma centena de projetos artísticos em diferentes pontos da capital francesa. Barbara Butch também aparece no cartaz oficial do evento, fotografada pela dupla francesa Pierre e Gilles. Entre as exposições da Nuit Blanche 2026 está "Falando de Amor", que reúne trabalhos de 14 estudantes da Escola de Belas-Artes de Paris no Espace Niemeyer, sede histórica do Partido Comunista Francês projetada pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. A inspiração, explica a curadora independente Virginie Pringuet, nasceu da canção homônima de Antonio Carlos Jobim. Segundo ela, a escolha do título busca homenagear a amizade entre Niemeyer e o compositor brasileiro. A mostra foi concebida como um diálogo com a arquitetura do edifício e procura destacar a visão humanista e inovadora do arquiteto. E por falar de amor Criada especialmente para o local, a exposição apresenta esculturas, instalações sonoras e performances que utilizam a arquitetura modernista como ponto de partida. "Os estudantes observaram o prédio de muito perto, por dentro e por fora, explorando a cúpula, os jardins, as salas de reunião e os detalhes da construção", relata Pringuet. As intervenções ocupam principalmente o nível subterrâneo do edifício, uma área pouco conhecida pelo público. Segundo a curadora, as obras exploram o encontro entre linhas curvas e retas para propor uma experiência sensorial da arquitetura, destacando elementos como o concreto, a luz e os volumes do espaço. O percurso convida os visitantes a redescobrir uma das obras mais conhecidas da arquitetura brasileira em Paris durante a Nuit Blanche. Outro destaque da programação é "Sirénocturne", da artista francesa Annette Messager, apresentada na Piscine Château-Landon, antiga piscina pública do 10º distrito. Conhecida por trabalhos que abordam temas como memória, identidade e imaginário feminino, Messager transforma o espaço por meio de sons de sereias e intervenções visuais que dialogam com a água, a noite e o universo dos sonhos. A programação inclui ainda instalações como "Liquid Mirror", de Mathias Kiss, no Petit Palais; "La Déclaration", proposta participativa conduzida por Barbara Butch diante do Hôtel de Ville; e "On s'aime" ("Nós nos amamos"), projeto audiovisual construído a partir de depoimentos e declarações de amor coletados entre moradores de Paris e da cidade portuária de Le Havre. Aniversário especial A edição de 2026 tem um significado especial por marcar os 25 anos da Nuit Blanche, criada em 2002 e posteriormente adotada como referência para eventos semelhantes em diversas cidades ao redor do mundo. O aniversário oferece uma oportunidade para refletir sobre a evolução da iniciativa, que nasceu com o objetivo de ampliar o acesso à arte contemporânea e se tornou um dos eventos culturais mais conhecidos de Paris. Mais do que uma sequência de exposições, a Nuit Blanche mantém a proposta de ocupar lugares pouco habituais da cidade. Piscinas públicas, praças, prédios administrativos, monumentos históricos e espaços normalmente fechados ao público tornam-se cenários para intervenções artísticas durante uma única noite. Nesse contexto, tanto a Piscine Château-Landon quanto o Espace Niemeyer ganham novas leituras ao receber obras que dialogam com a memória e a arquitetura dos locais. Ao escolher o amor como tema da celebração de seus 25 anos, a Nuit Blanche também procura dialogar com um contexto internacional marcado por guerras, tensões e polarização. A curadoria defende a arte como espaço de encontro e imaginação coletiva, reunindo artistas consagrados, jovens criadores e milhares de visitantes esperados para percorrer Paris durante algumas horas da madrugada.
Especialista do Fundo das Nações Unidas para a Infância, em Portugal, Unicef, alerta para a importância de ouvir os menores, limitar exposição a imagens violentas e adaptar conversas à idade; papel das famílias e escolas é essencial.
Relatório anual do secretário-geral indica tendência a agravamento; mulheres e meninas são as mais visadas; forças de segurança na Rússia e em Israel foram incluídas, pela primeira vez, no documento.
A nova polémica no SIRESP envolve demissões, acusações e suspeitas de conflito de interesses. Análise de Pedro Rainho e Miguel Santos Carrapatoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Material: https://www.tertuliarium.org/pdf/TM-503Pesquisador(a): Lane GaldinoDebate realizado em 24/05/2026Tertúlia Matinal é a reunião aberta onde os pesquisadores da Conscienciologia apresentam seus temas de estudo para debate geral. Ocorre todos os domingos pela manhã, das 09h às 10h45, no auditório do Tertuliarium.As opiniões emitidas na Tertúlia Matinal são de inteira responsabilidade de seus autores e não representam a posição oficial do CEAEC ou da Conscienciologia sobre os temas discutidos.#Tertuliarium #Conscienciologiahttps://www.youtube.com/watch?v=k8meZRMnJCA
Entre muitos problemas, em diversas áreas, como saúde, aposentadoria, infraestrutura, escassez de mão de obra, migração e trens, o país vive um impasse que tem revoltado os jovens: a volta do alistamento e, quem sabe, do serviço militar obrigatório.
Muitos conflitos em contratos de projetos de capital não começam na execução, nem no primeiro pleito, nem quando a relação entre contratante e contratada já está desgastada. Eles começam bem antes, quando o projeto vai para o mercado com cronograma inexequível, condições de local mal investigadas, interfaces mal definidas e uma expectativa irreal de transferir riscos que, na prática, continuam sendo do Owner.Nesse episódio, vamos explorar como a baixa maturidade do FEL compromete a qualidade da gestão contratual desde a origem, com base em referências de mercado e em situações que infelizmente ainda são muito comuns nos nossos projetos.Como andam os seus contratos? O escopo está claro? A distribuição de riscos está adequada?Dê um play e vamos juntos!O Capital Projects Podcast tem o apoio da Stecla Engenharia. Saiba como a Stecla pode trazer mais resultados para os seus empreendimentos em: www.stecla.com.br Está no ar o ChomaFlix, uma série de treinamentos que aborda desafios e resultados de projetos icônicos, enquanto esclarece quais boas práticas foram utilizadas ou quais faltaram nos projetos! Conheça mais aqui: - Eurotúnel: https://chk.eduzz.com/R9JJ32K69X - Fordlândia: https://chk.eduzz.com/KW8KD17201 Quer continuar acompanhando conteúdos relevantes aqui no nosso canal? Considere fazer parte dos apoiadores do canal e do Capital Projects Podcast! Acesse aqui e veja os planos disponíveis: https://www.catarse.me/capital_projects_podcast_3c1e?ref=project_linkNão deixe de ter acesso a conteúdos exclusivos e benefícios pelo nosso grupo VIP no whatsapp: https://chat.whatsapp.com/II5qid3UiN5JUclPSDQxXp O Capital Projects Podcast está completando 5 anos!!! Muito obrigado pela sua companhia nessa jornada!
Bastidores, desafios e responsabilidade jornalística. A 7ª edição do J.Fest recebe o jornalista Sérgio Utsch para uma conversa sobre os bastidores da cobertura internacional de conflitos, os desafios de reportar guerras e a responsabilidade do jornalismo em tempos de crise. Correspondente do SBT em Londres desde 2011, Utsch já cobriu conflitos na Ucrânia, Israel/Gaza, Síria, Iraque e Afeganistão, além de acompanhar cúpulas internacionais como G7, G20 e Brics. Ao longo da carreira, visitou 81 países e se tornou uma das referências brasileiras em cobertura internacional. 🎥🌎 📍 Campus São Gabriel — Sala Multimeios 31 | Bloco I🗓 19 de maio (terça-feira)⏰ 19h Mediação: Getúlio Neuremberg
Bastidores, desafios e responsabilidade jornalística. A 7ª edição do J.Fest recebe o jornalista Sérgio Utsch para uma conversa sobre os bastidores da cobertura internacional de conflitos, os desafios de reportar guerras e a responsabilidade do jornalismo em tempos de crise. Correspondente do SBT em Londres desde 2011, Utsch já cobriu conflitos na Ucrânia, Israel/Gaza, Síria, …
EVA CAST - o podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos
O episódio 42 do EVA CAST, o podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos, aborda o papel do tumor board no cuidado do câncer de ovário, destacando como a integração entre diferentes especialidades é fundamental para a tomada de decisão em cenários clínicos complexos. Em um contexto em que o tratamento da doença é, por definição, multidisciplinar, o episódio discute por que transformar essa colaboração em decisões alinhadas, coordenadas e centradas na paciente ainda é um desafio na prática clínica. Participam da conversa Marcelo Lontra, cirurgião oncológico do Hospital Militar de Área de Porto Alegre e do Hospital Moinhos de Vento; Marcus Corpa, patologista do Hospital Israelita Einstein; Poliana Signorini, oncologista e pesquisadora do Centro Integrado de Pesquisa da Amazônia; e Thaiana Santana, oncologista do Grupo Oncoclínicas, com atuação em oncogenética, survivorship e pesquisa clínica. Ao longo do episódio, os convidados discutem como diferentes áreas (cirurgia, patologia, oncologia clínica e genética) se articulam dentro do Tumor Board para definir estratégias terapêuticas individualizadas. Entre os principais pontos abordados está o papel do tumor board na definição da estratégia cirúrgica, especialmente em casos de doença avançada, em que a possibilidade de ressecção completa, o risco operatório e o sequenciamento do tratamento precisam ser avaliados de forma integrada. O episódio também detalha como a patologia e os marcadores moleculares contribuem para caracterizar o tumor, orientar o tratamento e, muitas vezes, gerar discussões quando há discordância entre dados clínicos, laboratoriais e radiológicos. A discussão inclui ainda os desafios de implementar e manter tumor boards em regiões com limitações de acesso, como fora dos grandes centros, e estratégias para garantir cuidado qualificado mesmo nesses contextos, como comunicação estruturada entre profissionais, protocolos institucionais e uso de interações remotas. Também são abordados os critérios para construção de consenso em situações de divergência, o papel da decisão compartilhada com a paciente e a importância de considerar aspectos como risco genético, planejamento reprodutivo e impacto familiar. O episódio avança para temas contemporâneos, como medicina de precisão, integração de dados clínicos, moleculares e genéticos, além da incorporação de conceitos como survivorship desde o início do tratamento. Também destaca o papel do tumor board na identificação de pacientes elegíveis para pesquisa clínica, ampliando o acesso a novas terapias e contribuindo para a geração de evidência no país. Como mensagem final, o episódio reforça que o cuidado no câncer de ovário não pode ser fragmentado e que o tumor board representa um espaço central para qualificar decisões, reduzir variabilidade de condutas e melhorar desfechos clínicos, especialmente em um país marcado por desigualdades de acesso.
A história é clássica, conhecida quase que universalmente. Caim, o irmão mais velho, matou seu irmão mais novo Abel.O que temos neste texto é, tristemente e primariamente, um problema familiar.A história da humanidade que começa no núcleo familiar também se degenera a partir dessa estrutura social chamada família.Caim e Abel representam a segunda geração dos seres humanos e a proposta da narrativa é demonstrar os efeitos desastrosos do pecado que entrou no mundo por Adão e Eva.De fato, as primeiras famílias da Bíblia já enfrentavam conflitos.Isso é importante porque revela que: Conflitos familiares não são novidade e nem sempre são sinal da ausência de DeusO problema não é existir conflito, o problema é o que fazemos com ele. Família vale a pena, apesar dos conflitos que naturalmente surgem nesse ambiente de estreita convivência.Caim não soube lidar com o que estava acontecendo… e destruiu a relação com seu próprio irmão e tirou a vida dele.E o mais interessante é que Gênesis 4 não começa com violência — começa com sentimentos mal resolvidos dentro de casa.Essa história traz uma lição muito forte: “Conflitos podem ser interrompidos antes de destruírem relacionamentos.”Quais lições esta antiga história traz para nossa vivência familiar?#igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão # #pregação #familia
En este episodio de SOS, Rafa responde preguntas anónimas de redes. Manda tus preguntas con una nota de voz o texto en instagram a la cuenta de @rafalopezdr. Síguenos en @sonoropodcast en todas las redes sociales. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Líder da ONU se reuniu com presidente da Comissão da União Africana, Mahamoud Ali Youssouf, e com presidente da França; ele ressaltou impactos econômicos no continente africano do fechamento do Estreito de Ormuz.
No episódio de hoje do BBcast Agro, o assessor Danilo Teodoro analisa o cenário do mercado de milho, marcado pela volatilidade internacional, pressão sobre os preços no Brasil e preocupação com o clima na segunda safra.Destaques do episódio:
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começou00:25 - A rejeição de Messias e desdobramentos na eleição06:07 - Decisão do Copom sobre a queda da Selic09:15 - Conflitos no Oriente Médio e bloqueio de Ormuz12:55 - Saída dos Emirados Árabes da OPEP15:57 - Resiliência da Rússia frente às sanções17:42 - Possível interferência dos EUA na política brasileira20:12 - Financiamento de IPOs e sinais de topo de mercado22:21 - Intervenção do Japão para defender o Iene25:50 - Recomendação e diversificação em fundos imobiliários FII27:07 - Concentração de portfólio por fator (Bitcoin)28:33 - Riscos subestimados pelo mercado30:50 - O que fazer com a queda do dólar32:10 - Próxima indicação ao STF32:42 - Impacto da guerra no preço dos alimentos33:38 - Novidades sobre a OranjeBTC (OBTC3)35:19 - Como é criada a moeda bancária (M1)36:23 - Economics dos tokens e futuro da IA39:15 - Existe inflação cultural de preços?41:22 - Inflação do Milei não caiu por que?43:07 - Imigração para China vs. Estados Unidos43:54 - O ouro perderá valor para o Bitcoin no futuro?45:22 - Opinião sobre o livro "A Revolta de Atlas"47:13 - Principais teóricos sobre ciclos de mercado
Dois dias antes da Comissão Pastoral da Terra divulgar o registro de dois massacres no campo brasileiro ao longo de 2025, uma nova ocorrência foi notificada. No último dia 25 de abril, testemunhas relataram que três pessoas foram abatidas a tiros em uma emboscada no sul do Amazonas. A Polícia Militar do Amazonas prendeu dois suspeitos. Especialistas avaliam o que explica o aumento dos conflitos na região.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (03): O governo federal publicou decreto que regulamenta a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), parte da reforma tributária. A medida promete simplificar o sistema e aumentar a transparência dos impostos, com implementação gradual. O agronegócio brasileiro enfrenta pressão com a dependência de insumos importados, como fertilizantes. Conflitos internacionais impactam custos e produção, trazendo incertezas para as próximas safras. Pesquisa mostra que eleitores de Donald Trump defendem algum tipo de regulação da inteligência artificial. O tema divide republicanos e ganha força diante do temor sobre empregos e avanço tecnológico. O conflito entre Estados Unidos e Irã já ultrapassa 60 dias e segue sem solução clara. Segundo o professor de Relações Internacionais Lucas Portela, o cenário envolve interesses estratégicos e torna um cessar-fogo cada vez mais difícil. O Irã anunciou um plano com medidas para controlar o tráfego no Estreito de Ormuz, incluindo restrições a navios ligados a Israel e cobrança de taxas de países considerados hostis. A proposta também prevê autorização prévia para embarcações e destinação de recursos para áreas militar e econômica. O ministro da Defesa da Alemanha afirmou que a Europa precisa fortalecer suas próprias capacidades militares e reduzir a dependência dos Estados Unidos. A declaração ocorre após tensões envolvendo falas do presidente Donald Trump e discussões sobre a presença de tropas americanas no continente. O ministro da Defesa da Alemanha afirmou que a Europa precisa fortalecer suas próprias capacidades militares e reduzir a dependência dos Estados Unidos. A declaração ocorre após tensões envolvendo falas do presidente Donald Trump e discussões sobre a presença de tropas americanas no continente. O ex-presidente Jair Bolsonaro apresenta boa evolução clínica após cirurgia no ombro e deve receber alta na segunda-feira, segundo a equipe médica. Ele iniciou o protocolo de reabilitação, com acompanhamento para controle da dor e prevenção de complicações. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que deve analisar uma nova proposta de paz enviada pelo Irã, mas disse não acreditar que o plano será aceitável. O documento deve chegar nos próximos dias com mediação do Paquistão, em meio às tensões no Oriente Médio. A cantora Shakira reuniu cerca de 2 milhões de pessoas em Copacabana, no Rio de Janeiro, em um megashow que contou com participação de artistas brasileiros. O evento deve movimentar aproximadamente R$ 800 milhões na economia local, apesar de registros de atrasos e ocorrências de furtos. Um homem investigado por participação em um estupro coletivo contra duas crianças, de 7 e 10 anos, na zona leste de São Paulo, foi preso no interior da Bahia. Ele segue detido e deve ser transferido para a capital paulista, enquanto a polícia busca outro suspeito. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
132 anos depois da última rejeição de um indicado ao Supremo Tribunal Federal, o Senado impôs uma derrota histórica ao presidente Lula — e mandou um recado ao STF. No dia seguinte à decisão, Felipe Recondo recebe Diego Werneck, Luiz Fernando Esteves e Juliana Cesario Alvim para analisar o que aconteceu, por que aconteceu e o que vem a seguir.- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonzePor que a sabatina correu bem e a rejeição veio mesmo assim? O que a proximidade pessoal entre Messias e Lula teve a ver com o resultado? Estamos diante de uma mudança permanente no padrão de indicações ao STF — ou isso foi uma exceção? O episódio é prenúncio de um impeachment de ministro em 2027? E o que o Supremo deveria fazer agora diante desse recado do Congresso?O Sem Precedentes desta semana é análise em tempo real de um momento sem precedentes na história do tribunal.Capítulos:00:00 Rejeição de Jorge Messias: Contexto e Consequências03:36 Mudanças no Padrão de Sabatina e Expectativas07:53 O Papel do Senado e a Influência Política11:25 Impeachment: Possibilidades e Implicações14:37 Responsabilidade do Supremo e Conflitos com o Congresso19:13 Análise do Currículo e Perfil dos Indicados21:27 Proximidade Pessoal e suas Consequências24:35 Análise das Nomeações e Excecionalidade27:03 Impacto da Rejeição de Jorge Messias30:52 Mudanças no Padrão de Indicações34:31 O Papel do Senado nas Indicações38:34 Autocontenção do Supremo e Diálogo com o Legislativo45:41 O Futuro do Supremo e Suas Relações Institucionais
Neste episódio do Fazendas Infinitas Podcast, recebemos Miguel Tomé Menezes (Maneco), referência em intensificação de pastagens no Brasil. Falamos sobre como sair da pecuária tradicional e transformar pasto em lucro real — com estratégias práticas que aumentam produtividade, melhoram gestão e constroem fazendas mais rentáveis no longo prazo. Se você quer entender como dobrar resultados na pecuária, esse episódio é obrigatório.
Em 2025, o campo brasileiro registrou menos conflitos do que em 2024, mas essa violência ainda está em patamar elevado. Relatório anual da Comissão Pastoral da Terra, divulgado nesta segunda-feira (27/4), identificou, ao todo, 1593 episódios de conflito, no ano passado. Em 2024, eram 2207, quantidade 28% maior. O patamar, na centena de 1500, havia sido verificado pela última vez em 2018.
Os assassinatos de trabalhadores e de povos da terra, das águas e das florestas dobraram em 2025. Foram 26 vítimas no ano passado, e em 2024, 13. Os números são da Comissão Pastoral da Terra que lançou hoje 40ª edição do relatório Conflitos no Campo Brasil. Apesar do aumento das mortes, houve queda de 28% nas ocorrências nessas localidades: foram 1.593 em 2025, contra 2.207 em 2024.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
O ministro Flávio Dino propõe uma reforma do Judiciário no meio da crise do Banco Master e da disputa sobre a legitimidade do STF. A proposta é genuína ou é uma jogada para desviar o debate do código de conduta defendido por Fachin? E o que esperar da sabatina de Jorge Messias no Senado?- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@UC1vPuOmA2uYkbpfURbkpYVAAna Laura Barbosa, Diego Werneck e Felipe Recondo analisam o movimento de Dino — a forma, o conteúdo e o timing —, debatem se há ali um diagnóstico real ou apenas uma lista de tópicos vagos, e discutem o que uma sabatina sincera perguntaria ao indicado pelo presidente Lula para o Supremo.Acompanhe o Sem Precedentes toda semana. Inscreva-se no canal, clique no sininho e nos avalie na sua plataforma de podcast. A newsletter Recondo News 11 está no Substack — toda semana o Supremo explicado.Capítulos00:00 Proposta de Reforma do Judiciário03:04 Análise das Propostas de Flávio Dino05:57 Conflitos e Estratégias no STF09:07 O Papel do Supremo na Reforma12:11 Críticas e Implicações das Propostas14:52 Visões Divergentes sobre a Reforma18:13 O Futuro do Judiciário e do STF23:24 Revisão das Regras do Supremo32:27 Expectativas para a Sabatina de Jorge Messias
A 25ª sessão do encontro foca em soluções sobre bem-estar de povos tradicionais; líder da ONU ressalta preocupação com invasão de terras ancestrais e contaminação da água; ele pediu mais proteção contra ataques fatais.
Moçambique: PR confirma que o país pode ser afetado pela crise dos combustíveis. Moçambique: Preço do chapa poderá subir, a menos que Governo subsidie transportadores semi coletivos de passageiros. Moçambique: Profissionais de saúde acusam o Governo de permitir “colapso progressivo” na Saúde. Angola: Alegada negligência que levou à morte de uma criança reacende debate sobre humanização na saúde.
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 SWIFT e o domínio global do dólar00:31 O contrato invisível que sustenta o dólar01:23 A explosão da base monetária dos EUA02:28 O nascimento do Petrodólar03:17 O acordo entre EUA e Arábia Saudita04:14 A demanda artificial por dólares05:20 Como funciona a reciclagem de petrodólares06:30 O privilégio exorbitante dos EUA07:40 Quando o sistema começou a rachar08:07 O dólar virou arma geopolítica08:30 Conflitos no Oriente Médio e risco ao sistema09:40 A China entra no jogo do petróleo10:43 O possível fim do Petrodólar11:30 RC Club e RC Wealth
Qual parte mais te marcou?
A crise no abastecimento de gás do Qatar e do Irão está a colocar Moçambique no centro do interesse internacional como alternativa energética. Enquanto isso, Cabo Verde enfrenta escassez de gás butano, e a Guiné-Bissau agrava tensões diplomáticas com Portugal após declarações do órgão de transição. Em Angola, o julgamento do caso dos “espiões russos” foi adiado, ao mesmo tempo que preocupações climáticas em Moçambique e protestos sociais em São Tomé e Príncipe marcam a actualidade africana. O bloqueio do gás vindo do Qatar e do Irão está a levar muitos países a olharem para Moçambique e para a sua produção de gás natural liquefeito como uma alternativa viável para o abastecimento desta matéria prima essencial. Segundo o politólogo moçambicano, Fidel Terenciano, Moçambique não está preparado para o interesse internacional crescente no gás natural liquefeito existente no país, o maior projecto africano de gás que se localiza na Bacia do Rovuma. Por seu turno, a ministra das Finanças moçambicana, Carla Louveira, assegura que o governo acompanha com atenção e preocupação a evolução do conflito no Médio Oriente, transmitindo uma mensagem de confiança na capacidade de resposta nacional. No que diz respeito a Cabo-Verde, o Presidente da República pediu esclarecimentos às petrolíferas e ao Governo sobre a escassez de gás butano em várias ilhas de Cabo Verde que tem provocado longas filas em diferentes postos de combustíveis. Por enquanto, José Maria Neves afirmou que as únicas informações que tem sobre a ruptura de gás no país são aquelas que passam na imprensa e pediu esclarecimentos às petrolíferas e ao governo. Na Guiné Bissau o Conselho Nacional de Transição (CNT), órgão criado pelos militares para substituir as competências do Parlamento insurgiu-se contra o que considera de “hostilidade deliberada” e “diplomacia de conluio de corredor” de Portugal. O órgão guineense visa todo o Governo português, mas com ênfase no Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Rangel. Segundo Fernando Vaz, porta-voz do CNT Portugal deve saber que o golpe de Estado é uma realidade e que a Guiné-Bissau é agora gerida pelo CNT e pelo Alto Comando Militar. Em Angola, foi adiado para 14 de Abril o julgamento do chamado caso dos "espiões russos", envolvendo dois cidadãos nacionais e dois russos, designadamente acusados de terrorismo e espionagem. Segundo o advogado de defesa David Guz, este adiamento teve como base a submissão de questões prévias no arranque da audiência. Ainda sobre este julgamento e na opinião do presidente da Associação Justiça, Paz e Democracia de Angola, Serra Bango, o processo ocorre num momento particularmente sensível, após os tumultos de Julho, sublinhando que “é preciso que a acusação apresente provas concretas e não meras especulações”. Esta Semana em África ficou marcada igualmente com as preocupações climáticas vindas de Moçambique. O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) apresentou, em Maputo, o relatório sobre o estado do clima relativo ao último ano. Um documento apresentado pelo climatologista Isaías Raiva, onde se destaca um aumento generalizado das temperaturas e da intensidade da precipitação no país. Por fim centramos as atenções para São Tomé e Principe onde o nosso correspondente Maximino Carlos nos relata que as estradas degradadas são motivo de protestos de moradores de várias comunidades de São Tomé e Príncipe. A população denuncia promessas não cumpridas e exploração de recursos. O Governo promete retomar obras e prestar esclarecimentos.
UE trava financiamento às forças ruandesas em Cabo Delgado; eurodeputado alerta que decisão é “grave”, mas admite margem para consenso. Angola enfrenta défice de magistrados e reclusos denunciam excesso de prisão preventiva e morosidade judicial. Assembleia-Geral da ONU aprova resolução que declara tráfico de escravos como "crime mais grave contra humanidade" e defende reparações históricas.
Na medida em que o conflito no Oriente Médio se estende, desde o início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, aumentam também as preocupações sobre o impacto ambiental da guerra. As instalações de petróleo no Golfo têm sido um dos alvos prioritários de bombardeios, gerando uma chuva tóxica com efeitos ainda inestimáveis na região. Lúcia Müzell, da RFI em Paris As “chuvas ácidas” ocorridas após a explosão de milhares de toneladas de óleo levaram a ONU a emitir um alerta sobre os riscos à saúde dos iranianos. Os poluentes como enxofre e compostos de nitrogênio, liberados na explosão, se dispersam na atmosfera. Quando entram em contato com as partículas de água presentes no ar, esses químicos se transformam em ácidos tóxicos, como o sulfúrico e o nítrico. As precipitações levam os poluentes de volta para o solo e a água, causando danos prolongados à agricultura e à qualidade da água. Jacky Bonnemains, diretor da organização ecologista francesa Robin des Bois, lembra que o Golfo Pérsico é um mar quase fechado, particularmente vulnerável à contaminação por vazamentos de petróleo e restos de navios militares ou petroleiros atacados. Biodiversidade em risco “As atividades dos pescadores artesanais, que são milhares na região e contribuem para a segurança alimentar de todos os países litorâneos, quaisquer que sejam os beligerantes, estarão condenadas por muito tempo”, comentou. “A biodiversidade, da qual tanto se fala em tempos de paz e tão pouco em tempos de guerra, também será prejudicada a longo prazo. São tartarugas marinhas, dugongos, baleias-jubarte, cachalotes, peixes, pepinos-do-mar. É uma verdadeira catástrofe ambiental e sanitária.” No total, mais de 2.000 espécies marinhas vivem nessas águas quentes, às quais se somam 100 espécies de corais. Além disso, os manguezais e os prados marinhos da região são zonas de reprodução para peixes e crustáceos. As aves marinhas também são ameaçadas: o óleo destrói a impermeabilidade de suas penas, provocando hipotermia e afogamentos. A migração delas também pode ser perturbada pelo ruído das explosões e pelas colunas de fumaça tóxica. Poluição abala acesso já restrito à água Kuwait, Catar, Emirados Árabes Unidos, Omã e Arábia Saudita – as consequências serão sentidas muito além do Irã, embora o país seja o mais diretamente atingido, explica Doug Weir, diretor da ONG britânica Observatório de Conflitos e Meio Ambiente (CEOBS). A entidade já identificou cerca de 300 incidentes envolvendo riscos ambientais desde o início da guerra. “O Irã enfrenta uma seca prolongada há muitos anos. Já sofre forte estresse hídrico, portanto qualquer poluição adicional nos aquíferos e nos recursos hídricos iranianos é particularmente problemática, porque eles já são escassos”, ressaltou. “Outro ponto: grandes derramamentos de petróleo no Golfo Pérsico podem afetar as usinas de dessalinização de água — e cerca de 100 milhões de pessoas ao redor do Golfo dependem dessas usinas.” As dezenas de navios bloqueados na região, carregando cerca de 21 bilhões de litros de petróleo, constituem uma "bomba-relógio ecológica" alertou a organização Greenpeace. Balanço ambiental esquecido Nos bombardeios mais recentes, Washington visa a ilha de Kharg, terminal que concentra 90% das exportações de petróleo bruto iraniano. As infraestruturas foram preservadas até o momento, mas o cenário pode mudar de acordo com o andamento do conflito. “Fala-se muito do balanço econômico desta guerra, e muito pouco do balanço humano, que não conhecemos. Mas o despertar após o choque petrolífero será bastante violento, em relação às consequências ambientais”, insistiu Bonnemains. “Com o passar do tempo, não haverá nem vencedor, nem vencido: haverá apenas vítimas da poluição.” A gestão desses danos é outro ponto de preocupação. A história mostra que, ao final de conflitos armados, a descontaminação das áreas atingidas fica longe do topo das prioridades. “O que vemos na maioria das áreas afetadas por conflitos é que o dano ambiental muitas vezes não é tratado posteriormente. A recuperação ambiental é cara, e países que estão saindo de um conflito têm menos capacidade de proteger o meio ambiente”, observou Doug Weir. “São necessários recursos e assistência técnica da comunidade internacional, o que nem sempre acontece. E, no caso do Irã, embora o país tenha enorme capacidade e expertise em questões ambientais, também possui um governo muito fechado e centralizado, que pode não ser particularmente transparente sobre a necessidade de limpar o ambiente ao redor desses locais”, frisou.
Debate da Super Manhã: Muito além de um recurso energético, o petróleo continua sendo um elemento estratégico que influencia decisões políticas, a estabilidade do cenário internacional e o funcionamento das economias modernas. Conflitos, sanções e ações militares contra países produtores podem alterar rapidamente o equilíbrio entre a produção e o consumo do combustível. No debate desta quarta-feira (11), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados sobre a importância do petróleo na economia mundial, os impactos dos ataques ao Irã e à Venezuela, as consequências financeiras, as perspectivas e os cenários futuros, além da dinâmica de oferta e demanda do ouro negro. Participam o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Pernambuco (Sindicombustíveis/PE), Alfredo Pinheiro, o gerente de Política Industrial da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), Maurício Laranjeira, e o economista e cientista político, Sandro Prado.
Lamartine Posella é pastor, teólogo, escritor e conferencista, conhecido por suas pregações e reflexões sobre fé cristã. Líder da YAH Church, em São Paulo, ganhou grande alcance nas redes sociais compartilhando mensagens bíblicas e conteúdos de espiritualidade.
Conflitos geopolíticos costumam parecer distantes da rotina das pessoas, mas seus efeitos podem chegar rapidamente à economia global e também ao setor de tecnologia. A escalada recente de tensões no Oriente Médio já provoca reações no mercado, com alta no preço do petróleo e possíveis impactos no transporte marítimo internacional. E quando energia e logística ficam mais caras, toda a cadeia produtiva pode sentir os efeitos, inclusive a indústria de tecnologia. Neste episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Marcello Mussi, especialista em estratégia e tecnologia da Peers Consulting & Technology, para entender como conflitos internacionais podem afetar cadeias globais de produção, data centers, consumo de energia e até o preço de produtos tecnológicos. Será que essa crise pode impactar empresas e consumidores no Brasil? E o que companhias de tecnologia precisam fazer para se preparar para cenários de instabilidade global? Você também vai conferir: Líder de hardware da OpenAI pede demissão após acordo com Pentágono, passageiro sem fone de ouvido pode ser expulso de voo e nova tecnologia transforma pneus em sensores de segurança. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Vinicius Moschen e Danielle Cassita, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Médio Oriente: Israel anuncia "próxima fase" das operações militares e promete "mais surpresas. Militantes da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) acusam direção de violar estatutos do partido. Cabo Verde promove turismo de natureza e cultura na Feira de Turismo de Berlim, na Alemanha.
Especialistas alertam para prejuízos significativos dos conflitos no Médio Oriente, mas apontam também possíveis ganhos para países exportadores de energia, como Angola. Angola é o país anfitrião da Feira Internacional de Turismo de Berlim e aposta em cultura, natureza e autenticidade. Médio Oriente - Donald Trump diz que a campanha militar está a decorrer muito acima das expectativas.
Momento se cruza com crise que os produtores já vivem no país. Foco será na garantia da meta da exportações, buscando um equilíbrio maior no balanço de oferta e demanda.
O Brent avança acima de US$ 80 e o WTI opera perto de US$ 75; o gás europeu sobe até 34%.
Comece seu dia com todas as informações essenciais para a abertura da bolsa com o Morning Call da Genial! O time da Genial comenta sobre as bolsas asiáticas, europeias e o futuro do mercado americano, além da expectativa para os mercados de ações, câmbio e juros. O Morning Call da Genial é transmitido, de segunda a sexta, às 8h45. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
Presidente do Tribunal Supremo admite corrupção entre juízes e reacende debate sobre integridade da justiça em Angola. Presidente de São Tomé justifica nomeação de ex-conselheiro sueco detido pela Interpol com registo criminal limpo; analista critica demora na reação. Após várias horas de negociações, as conversações entre o Irão e os Estados Unidos terminaram sem acordo.
Em Angola, o ativista Pedrowski Teka apresenta projeto político COPA, em fase de legalização, e critica oposição por divisões internas e falta de estratégia. Bloco Democrático alerta que a resistência da UNITA em formalizar coligação ameaça a sua sobrevivência e procura alternativas. Homens recrutados em África pela Rússia vão para a guerra sem saber o destino; famílias tentam recuperar corpos.
Quase dois terços desses óbitos têm lugar em nações que atravessam confrontos e crises prologandas; nova análise da OMS mostra que sistemas de saúde frágeis tornam a gravidez significativamente mais arriscada nesses contextos.
Crise financeira afeta várias autarquias moçambicanas. Conflitos em África passam ao lado dos debates da Conferência de Segurança de Munique. Radionovela Learning by Ear - Aprender de Ouvido.
Acompanhar as notícias internacionais nos deixa com o stress de conviver com um alarme permanente disparado, com a sensação de que as regras que deveriam impedir a escalada estão sempre correndo atrás dos fatos. No #535, a gente usa a estética do jogo War pra organizar o caos: ameaça, coerção, pressão territorial, agressão limitada, guerra — como essas ferramentas estão sendo usadas, por quem, onde e o que elas revelam sobre a crise do multilateralismo. A partir desse cenário vamos para a grande questão do momento: estamos vivendo uma transição ou uma ruptura da ordem internacional? O que está em jogo e como países médios (como o Brasil) se defendem quando o tabuleiro e as regras do jogo mudam? Tivemos o privilégio de receber para essa conversa:Lucas Leite — professor de Relações Internacionais da FAAP; pesquisador (INCT/NEU); doutor em RI; Natália Fingerman — professora de RI (ESPM); coordena núcleo de estudos e negócios africanos; mestrado em Sussex; doutorado na FGV; Passa um café, respira e vem entender melhor o mundo em boa companhia. Vamos juntos!
Em Moçambique, ainda não há datas para a reabertura da Estrada Nacional Número 1. No Terminal Rodoviário da Junta, o desespero aumenta. Em Angola, a mais recente sessão do julgamento do caso AGT ficou marcada pela saída dos advogados de defesa que acusam o tribunal de violar direitos fundamentais dos arguidos. Jurista faz duas leituras.
Foi debaixo de fortes críticas que o Conselho de Ministros decorreu hoje em Xai-Xai, uma das cidades mais afetadas pelas cheias. Na Guiné-Bissau, movimentos cívico-políticos dizem estar empenhados na luta pela conquista e defesa das liberdades democráticas. No Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto conhecemos a história de um sobrevivente.
Natal é a época em que “família” vira palavra de ordem — e também de fricção. Por que, mesmo quando a vida está difícil, o brasileiro continua colocando a família acima de trabalho, fé e amizades? O que a gente busca nesse núcleo: acolhimento, identidade, pertencimento… ou um bunker contra o mundo? Para encarar esse espelho sem romantização (e sem cinismo), a Ju Wallauer e a Cris Bartis recebem Vera Iaconelli — psicanalista e escritora, autora de Análise e do Manifesto Antimaternalista. A conversa parte de um dado simples e gigantesco (8 em cada 10 brasileiros colocam a família como principal pilar da vida) para destrinchar a complexidade por trás dele. Ao longo do episódio, a Vera provoca: família nunca é “sem mal-estar” — porque sua função é civilizatória, mistura afeto e norma, e cobra um preço. A gente fala sobre o ideal de família que melancoliza (e vira vitrine), sobre a armadilha dos pais perfeitos e o delírio contemporâneo de “educar sem erro”, e sobre como a parentalidade esbarra inevitavelmente em narcisismo, frustração e decepção — sem que isso precise virar ruptura. Também entramos no que costuma explodir na ceia: culpa e obrigação, conflitos íntimos, silêncios “para manter a paz”, e o que acontece quando a família se fecha num clã do “mesmo”. No fim, fica a pergunta que muda tudo: qual é o seu projeto de família? Um lugar de controle e performance — ou um espaço poroso, capaz de conviver com diferença, atravessar crises e ainda assim construir história, alegria e memória?INSIDER: Se você curte o Mamilos, dá pra apoiar o podcast até na hora de renovar o guarda-roupa A Insider tá com uma condição especial pra nossa comunidade — aquelas peças confortáveis, tecnológicas e que duram muito mais tempo no uso do dia a dia. Desconto exclusivo pra ouvintes do Mamilos:Cupom de desconto: MAMILOS
Natal é a época em que “família” vira palavra de ordem — e também de fricção. Por que, mesmo quando a vida está difícil, o brasileiro continua colocando a família acima de trabalho, fé e amizades? O que a gente busca nesse núcleo: acolhimento, identidade, pertencimento… ou um bunker contra o mundo? Para encarar esse espelho sem romantização (e sem cinismo), a Ju Wallauer e a Cris Bartis recebem Vera Iaconelli — psicanalista e escritora, autora de Análise e do Manifesto Antimaternalista. A conversa parte de um dado simples e gigantesco (8 em cada 10 brasileiros colocam a família como principal pilar da vida) para destrinchar a complexidade por trás dele. Ao longo do episódio, a Vera provoca: família nunca é “sem mal-estar” — porque sua função é civilizatória, mistura afeto e norma, e cobra um preço. A gente fala sobre o ideal de família que melancoliza (e vira vitrine), sobre a armadilha dos pais perfeitos e o delírio contemporâneo de “educar sem erro”, e sobre como a parentalidade esbarra inevitavelmente em narcisismo, frustração e decepção — sem que isso precise virar ruptura. Também entramos no que costuma explodir na ceia: culpa e obrigação, conflitos íntimos, silêncios “para manter a paz”, e o que acontece quando a família se fecha num clã do “mesmo”. No fim, fica a pergunta que muda tudo: qual é o seu projeto de família? Um lugar de controle e performance — ou um espaço poroso, capaz de conviver com diferença, atravessar crises e ainda assim construir história, alegria e memória?