POPULARITY
Categories
Todas as manhãs, acompanhe o Momento Mercado e comece o dia por dentro do cenário econômico. É um conteúdo rico, com linguagem leve, que traz o fechamento de mercado do dia anterior e os principais destaques do dia atual. Siga nosso canal e acompanhe nossos conteúdos diários! #MercadoFinanceiro #InvestirMelhor #PodcastSpotify #NovoPodcast #Dinheiro #Economia #MomentoInvestidor #Bradesco #MomentoMercado #MorningCall #Investimentos #RendaVariável #Ações #Ibovespa #Câmbio #DólarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Do tanque e do porta-aviões do século XX aos drones baratos que destroem tanques de milhões, da IA que escolhe alvos em segundos (Lavender, Maven, Claude Mythos) aos robôs que já caminham no campo de batalha: neste episódio mergulhamos na maior revolução da tecnologia de guerra dos últimos 100 anos. Do “laboratório” da Ucrânia de drones FPV e fibra óptica, a IA transformou a decisão de matar em algoritmo, passando pela guerra de narrativas com deepfakes que ninguém mais sabe o que é real e o que está acontecendo. Guerra mais eficiente significa guerra melhor… ou só mais frequente e impessoal? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Luis Filipe Herdy, Gustavo Rebello, Gabriela Reciputti, Roberto Spinelli, Willian Spengler Citação ABNT: Scicast #692: Guerra sem humanos. Locução: Luis Filipe Herdy, Gustavo Rebello, Gabriela Reciputti, Roberto Spinelli, Willian Spengler. [S.l.] Portal Deviante, 20/07/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-692 Imagem de capa: O drone russo KNV, com munição (verde) à frente e unidade de desenrolar de fibra óptica (em preto) atrás – Divulgação/Uchkuinik Referências e Indicações Sugestões de literatura: REBELLO, Gustavo. O uso militar de IAs: a ficção científica parou de ser inofensiva. Portal Deviante, 17 mar. 2026. Disponível em: https://www.deviante.com.br/noticias/o-uso-militar-de-ias-a-ficcao-cientifica-parou-de-ser-inofensiva/. Acesso em: 29 abr. 2026. HOROWITZ, Michael. Entrevista concedida a Tyler Rogoway et al. How America's Shahed-136 Kamikaze Drone Clone Became an Indispensable Weapon of War. The War Zone, 9 abr. 2026. Disponível em: https://www.twz.com/news-features/how-americas-shahed-136-clone-became-an-indispensable-weapon-of-war. Acesso em: 29 abr. 2026. BERNSTEIN, Yuval et al. ‘Lavender': The AI machine directing Israel's bombing spree in Gaza. +972 Magazine, Tel Aviv, 3 abr. 2024. Disponível em: https://www.972mag.com/lavender-ai-israeli-army-gaza/. Acesso em: 29 abr. 2026. CUKOR, Drew et al. Project Maven: A Marine Colonel, His Team, and the Dawn of AI Warfare. Nova York: HarperCollins, 2026. (Trechos disponíveis em: https://www.wired.com/story/project-maven-katrina-manson-book-excerpt/). DEPARTMENT OF DEFENSE (EUA). Project Maven (Algorithmic Warfare Cross Functional Team). Washington, DC: DoD, 2017. Disponível em: https://en.wikipedia.org/wiki/Project_Maven. Acesso em: 29 abr. 2026. FEDOROV, Mykhailo. Ukraine overcomes critical obstacle to using fiber-optic drones. Defense Ministry of Ukraine, Kiev, 21 abr. 2026. Disponível em: https://www.msn.com/en-us/news/world/ukraine-overcomes-critical-obstacle-to-using-fiber-optic-drones/vi-AA21o96u. Acesso em: 29 abr. 2026. FOUNDATION ROBOTICS. Phantom MK-1 humanoid robot deployed to Ukraine for testing. Business Insider, 25 mar. 2026. Disponível em: https://www.businessinsider.com/foundation-humanoid-robot-soldier-ukraine-testing-2026-4. Acesso em: 29 abr. 2026. LEE, Lloyd. Foundation Wants to Build an Army of Humanoid Robot Soldiers. Business Insider, 25 mar. 2026. Disponível em: https://www.businessinsider.com/foundation-humanoid-robot-soldier-ukraine-testing-2026-4. Acesso em: 29 abr. 2026. SCHANAHAN, Jack. Inside the Pentagon's Project Maven. YouTube, 2026. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Il-DWtgfqTk. Acesso em: 29 abr. 2026.WIRED. Meet the Gods of AI Warfare. Wired, 23 mar. 2026. Disponível em: https://www.wired.com/story/project-maven-katrina-manson-book-excerpt/. Acesso em: 29 abr. 2026. Sugestões de filmes: Decisão de Risco (2015, dir. Gavin Hood) – Eye in the Sky: Drone warfare, “human in the loop” Slaughterbots (2017, curta-metragem da Future of Life Institute) – 8 minutos que mostram enxames de drones autônomos Resistência (2023, dir. Gareth Edwards) – The Creator: Guerra futurista com IA e robôs humanoides Jogos de Guerra (1983) – WarGames: Clássico sobre IA e guerra nuclear automatizada (liga direto com o “Dead Hand”). Sugestões de vídeos: https://www.youtube.com/watch?v=fa8k8IQ1_X0 Sugestões de links: https://www.bloomberg.com/news/articles/2024-07-22/ubi-study-backed-by-openai-s-sam-altman-bolsters-support-for-basic-income https://www.anthropic.com/research/exploring-model-welfare https://www.anthropic.com/research/impact-software-development https://arxiv.org/pdf/2411.00986 Sugestões de games: Call of Duty: Modern Warfare II / III (2022-2023) – Uso realista de drones FPV, enxames e guerra eletrônica. DEFCON (2006, ou remakes modernos) – Simulação de guerra nuclear com sistemas automatizados de retaliação. Arma 3 com mods de drones ucranianos (comunidade) – Simulação tática de guerra assimétrica com FPV e fibra óptica. Six Days in Fallujah (2021) – Combate urbano moderno com IA e robótica
Neste episódio de Jogos de Poder, Nuno Rogeiro analisa a escalada do conflito entre os EUA e o Irão, a passagem por Teerão de uma aeronave russa, as ameaças da Guarda Revolucionária iraniana aos países vizinhos do Golfo e o debate em torno de uma Rússia pós-Putin. Ouça o programa emitido na SIC Notícias a 15 de julho em versão podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Todas as manhãs, acompanhe o Momento Mercado e comece o dia por dentro do cenário econômico. É um conteúdo rico, com linguagem leve, que traz o fechamento de mercado do dia anterior e os principais destaques do dia atual. Siga nosso canal e acompanhe nossos conteúdos diários! #MercadoFinanceiro #InvestirMelhor #PodcastSpotify #NovoPodcast #Dinheiro #Economia #MomentoInvestidor #Bradesco #MomentoMercado #MorningCall #Investimentos #RendaVariável #Ações #Ibovespa #Câmbio #DólarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Tá nos ares +1 Maconhômetro Ciência, um projeto do Cannabis Monitor em parceria com o Núcleo de Pesquisas em Psicoativos e Cultura (PsicoCult/UFF), com a proposta de conversar com pesquisadores brasileiros que têm a maconha, as drogas e suas políticas como objeto de estudo. Nesse episódio, Marcos Veríssimo e Yuri Motta recebem o pesquisador, advogado e ativista Ricardo Nemer, queé mestre em Sociologia e Direito pela UFF e, atualmente, doutorando pelo mesmo programa. No mestrado, ele realizou uma pesquisa pioneira sobre o consumo de maconha nas favelas cariocas, mais especificamente olhando para uma prática de consumo específica que é o “balão”.O Ricardo também é cofundador e membro da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas (REFORMA) e, além disso, tem uma longa caminhada nessa luta pela transformação das políticas de drogas e da regulamentação da maconha no Brasil, sendo fundador e colaborador de diversas associações canábicas, representante jurídico da Marcha da Maconha e Marcha das Favelas na cidade do Rio de Janeiro e um dos idealizadores da estratégia jurídica dos Habeas Corpus preventivos para cultivo de cannabis no Brasil.Nesse papo sensacional, ele compartilha seu processo de pesquisa sobre a prática de fumar balão, muito disseminada na cultura de consumo de maconha das favelas cariocas, sua motivações, atravessamentos e desafios do tema, entre outras brisas... Confira e fique por dentro!---O PsicoCult é um grupo de pesquisa vinculado ao Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos da Universidade Federal Fluminense (INCT-InEAC) e você pode conhecer mais sobre ele, suas ações, projetos de pesquisa e pesquisadores em psicocult.uff.br ou no perfil do Instagram @psicocultuff.---O ep. Ciência #34 | A Prática de Fumar Balão, com Ricardo Nemer, contou com apresentação de Marcos Veríssimo (Psicocult) e Yuri Motta (Psicocult), direção e produção de Gustavo Maia (CM) e edição e finalização de Antonio Said (Pinzeiro).
No novo episódio do Juridcast, Leandro Ramos recebe Carla Boin, advogada, mediadora e professora da USP, para uma conversa sobre um tema que a advocacia conhece de perto, mas raramente aplica a si mesma: o conflito dentro dos próprios escritórios.Advogados vivem de resolver disputas alheias, mas muitas sociedades tropeçam nas próprias. Brigas entre sócios, disputa por clientes, sucessões adiadas e conversas difíceis que nunca acontecem são sinais de uma cultura formada pelo litígio e pela necessidade constante de ter razão, onde mostrar vulnerabilidade ainda parece fraqueza.Com mais de duas décadas mediando conflitos em empresas, instituições e famílias, e autora do recém-lançado Do conflito ao encontro, Carla propõe outro caminho. No episódio, ela fala sobre a potência dos microacordos, o papel de uma terceira parte imparcial, a mediação em processos de sucessão e o que a justiça restaurativa ensina sobre reconstruir vínculos. E aponta o elemento que separa a sociedade que envelhece bem daquela que se desfaz em poucos anos: a confiança.Uma conversa sobre diálogo, vulnerabilidade e a maturidade de quem escolhe olhar para o conflito antes que ele escale.Quer entender por que alguns escritórios envelhecem bem e outros se desfazem? Ouça o episódio completo.Conheça a convidada: https://www.linkedin.com/in/prof-dra-carla-boin-74426194/Conheça o nosso host: https://www.linkedin.com/in/leandrohramos/Conheça a Javali: https://agenciajavali.com.br/
O lançamento da revisão global das missões especiais da ONU traça a evolução do papel político da organização na prevenção de conflitos e na manutenção da paz. No final de 2025, ONU tinha 40 missões políticas especiais espalhadas pelo globo.
Moçambique: ANAMOLA diz que não vai obedecer a uma lei que criminalize a proclamação antecipada de vitória eleitoral. Proposta de criminalizar autoproclamações de resultados eletorais causa desconfiança entre os moçambicanos. Guiné-Bissau: Presidente de transição convocou hoje um referendo sobre a entrada em vigor da nova Constituição.
Pregador: Rev. Reginaldo von Zuben. Texto bíblico: 1Coríntios 1.4-9.
Nuno Rogeiro analisa as negociações do acordo entre os EUA e o Irão, numa altura em que o Iraque intensifica a pressão sobre as milícias pró-iranianas. Ainda neste episódio de Jogos de Poder em podcast, o comentador aborda a banalização do discurso nuclear, da Rússia ao Irão e a passar pela Finlândia, as decisões do Supremo Tribunal dos EUA, a pressão política em Espanha, os dados da imigração em Portugal e os mais recentes desenvolvimentos da guerra, dos ataques com drones à Rússia ao reforço da defesa no Reino Unido. Ouça o programa emitido na SIC a 30 de junho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Heverton Anunciação e Universidade do Consumidor te inspiram a inovar na relação empresa e clientes
Diretamente de Lisboa, eu questionei Dra. Carla Fidalgo, Coordenadora Executiva do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa.Quer assistir o debate completo? Ela nos detalhes e responde tudo para entendermos a jornada do consumidor neste tema.https://youtu.be/iYx2Cl_vq28@cacc_lx@hevertonsa@universidadedoconsumidor#atendimentoaocliente #experienciadocliente #atendimento #customerexperience #cienciadedados #uniaoeuropeia #consumo
Você já percebeu que algumas pessoas parecem ter tudo, mas continuam sem paz?Há conflitos que ninguém vê, dúvidas que não passam e um vazio que nenhuma conquista preenche. Uma batalha silenciosa, difícil até de explicar.Mas há uma razão para isso. E também há uma solução.Assista ao vídeo até o fim e descubra o que pode estar impedindo você de encontrar a paz que tanto procura.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
Resolução de conflitos continua a ser maioritariamente negociada por homens; especialistas destacam que participação feminina resulta em acordos de paz mais sólidos e igualitários
Transformados em táticas de guerra, dezenas de milhares de menores enfrentam o crime em conflitos globais; neste Dia Internacional para a Eliminação da Violência Sexual em Conflitos a ONU faz um apelo urgente para romper o ciclo de impunidade que destrói infâncias e deixa cicatrizes na humanidade.
Neste episódio exploramos as adaptações e ajustes que uma família recomposta pode exigir. Como podemos respeitar as diferenças e construir uma nova família sem apagar as memórias e vínculos da família anterior?
É preciso evitar dois extremos quando falamos de vida em família:• romantizar família como se conflitos não existissem; • tratar conflitos como justificativas para destruição dos relacionamentos. Conflitos são inevitáveis, mas a forma de lidar com eles determina se a família será destruída ou fortalecida.Os conflitos no ambiente familiar (e em outros ambientes!) ocorrem em função de vários fatores ou até mesmo da combinação entre eles.• Expectativas frustradas• Falta de comunicação• Excesso de confiança e a quebra dela• Falta de humildade• Falta de perdão• E a lista pode ficar grande se formos levantar todos os motivos que deflagram conflitos nas famílias...1Samuel 24 fala dessa realidade de conflitos entre pessoas! Davi não negou o conflito, mas decidiu tratá-lo de maneira piedosa.A primeira vista, Davi e Saul são apenas rivais na disputa por um reino! Mas, não se pode esquecer que Saul era, nada mais e nada menos, que o sogro de Davi.Cap. 18, a partir do verso 19, descreve como Saul entregou a sua filha Mical em casamento para Davi. (lembrando que Davi resistiu o quanto pôde em ser genro do Rei por não se achar merecedor de tal honra, rejeitando casar-se com a filha mais velha de Saul, Merabe)Em 1 Samuel 24 encontramos um homem que tinha todos os motivos para reagir com violência, vingança e destruição. Ainda assim, Davi nos mostra um caminho diferente para lidar com conflitos.As famílias de modo geral são compostas por pessoas com tantas diferenças e esse fato não está oculto aos olhos de Deus! Deus mesmo quer colocar pessoas tão divergentes em proximidade.#igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão # #pregação #familia
Sob o signo do amor, Paris realiza neste final de semana a tradicional Nuit Blanche, ou “noite em claro”, com exposições, performances e instalações efêmeras na madrugada de sábado (6) para domingo (7). O evento acontece sob a égide do novo prefeito socialista de Paris, Emmanuel Grégoire, e celebra seus 25 anos com uma programação gratuita espalhada por toda a capital francesa, em museus, monumentos, espaços públicos e locais normalmente fechados ao público. Patrícia Moribe, da RFI em Paris A concepção artística desta edição foi confiada à DJ e produtora cultural Barbara Butch, nome conhecido da cena cultural parisiense, que escolheu o amor como eixo central da programação. "Num mundo marcado por relações de força, escolher o amor é um ato de compromisso", afirma a diretora artística. A proposta é transformar a cidade em um espaço de encontros e trocas, reunindo mais de uma centena de projetos artísticos em diferentes pontos da capital francesa. Barbara Butch também aparece no cartaz oficial do evento, fotografada pela dupla francesa Pierre e Gilles. Entre as exposições da Nuit Blanche 2026 está "Falando de Amor", que reúne trabalhos de 14 estudantes da Escola de Belas-Artes de Paris no Espace Niemeyer, sede histórica do Partido Comunista Francês projetada pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. A inspiração, explica a curadora independente Virginie Pringuet, nasceu da canção homônima de Antonio Carlos Jobim. Segundo ela, a escolha do título busca homenagear a amizade entre Niemeyer e o compositor brasileiro. A mostra foi concebida como um diálogo com a arquitetura do edifício e procura destacar a visão humanista e inovadora do arquiteto. E por falar de amor Criada especialmente para o local, a exposição apresenta esculturas, instalações sonoras e performances que utilizam a arquitetura modernista como ponto de partida. "Os estudantes observaram o prédio de muito perto, por dentro e por fora, explorando a cúpula, os jardins, as salas de reunião e os detalhes da construção", relata Pringuet. As intervenções ocupam principalmente o nível subterrâneo do edifício, uma área pouco conhecida pelo público. Segundo a curadora, as obras exploram o encontro entre linhas curvas e retas para propor uma experiência sensorial da arquitetura, destacando elementos como o concreto, a luz e os volumes do espaço. O percurso convida os visitantes a redescobrir uma das obras mais conhecidas da arquitetura brasileira em Paris durante a Nuit Blanche. Outro destaque da programação é "Sirénocturne", da artista francesa Annette Messager, apresentada na Piscine Château-Landon, antiga piscina pública do 10º distrito. Conhecida por trabalhos que abordam temas como memória, identidade e imaginário feminino, Messager transforma o espaço por meio de sons de sereias e intervenções visuais que dialogam com a água, a noite e o universo dos sonhos. A programação inclui ainda instalações como "Liquid Mirror", de Mathias Kiss, no Petit Palais; "La Déclaration", proposta participativa conduzida por Barbara Butch diante do Hôtel de Ville; e "On s'aime" ("Nós nos amamos"), projeto audiovisual construído a partir de depoimentos e declarações de amor coletados entre moradores de Paris e da cidade portuária de Le Havre. Aniversário especial A edição de 2026 tem um significado especial por marcar os 25 anos da Nuit Blanche, criada em 2002 e posteriormente adotada como referência para eventos semelhantes em diversas cidades ao redor do mundo. O aniversário oferece uma oportunidade para refletir sobre a evolução da iniciativa, que nasceu com o objetivo de ampliar o acesso à arte contemporânea e se tornou um dos eventos culturais mais conhecidos de Paris. Mais do que uma sequência de exposições, a Nuit Blanche mantém a proposta de ocupar lugares pouco habituais da cidade. Piscinas públicas, praças, prédios administrativos, monumentos históricos e espaços normalmente fechados ao público tornam-se cenários para intervenções artísticas durante uma única noite. Nesse contexto, tanto a Piscine Château-Landon quanto o Espace Niemeyer ganham novas leituras ao receber obras que dialogam com a memória e a arquitetura dos locais. Ao escolher o amor como tema da celebração de seus 25 anos, a Nuit Blanche também procura dialogar com um contexto internacional marcado por guerras, tensões e polarização. A curadoria defende a arte como espaço de encontro e imaginação coletiva, reunindo artistas consagrados, jovens criadores e milhares de visitantes esperados para percorrer Paris durante algumas horas da madrugada.
Especialista do Fundo das Nações Unidas para a Infância, em Portugal, Unicef, alerta para a importância de ouvir os menores, limitar exposição a imagens violentas e adaptar conversas à idade; papel das famílias e escolas é essencial.
Relatório anual do secretário-geral indica tendência a agravamento; mulheres e meninas são as mais visadas; forças de segurança na Rússia e em Israel foram incluídas, pela primeira vez, no documento.
A nova polémica no SIRESP envolve demissões, acusações e suspeitas de conflito de interesses. Análise de Pedro Rainho e Miguel Santos Carrapatoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Material: https://www.tertuliarium.org/pdf/TM-503Pesquisador(a): Lane GaldinoDebate realizado em 24/05/2026Tertúlia Matinal é a reunião aberta onde os pesquisadores da Conscienciologia apresentam seus temas de estudo para debate geral. Ocorre todos os domingos pela manhã, das 09h às 10h45, no auditório do Tertuliarium.As opiniões emitidas na Tertúlia Matinal são de inteira responsabilidade de seus autores e não representam a posição oficial do CEAEC ou da Conscienciologia sobre os temas discutidos.#Tertuliarium #Conscienciologiahttps://www.youtube.com/watch?v=k8meZRMnJCA
Entre muitos problemas, em diversas áreas, como saúde, aposentadoria, infraestrutura, escassez de mão de obra, migração e trens, o país vive um impasse que tem revoltado os jovens: a volta do alistamento e, quem sabe, do serviço militar obrigatório.
Muitos conflitos em contratos de projetos de capital não começam na execução, nem no primeiro pleito, nem quando a relação entre contratante e contratada já está desgastada. Eles começam bem antes, quando o projeto vai para o mercado com cronograma inexequível, condições de local mal investigadas, interfaces mal definidas e uma expectativa irreal de transferir riscos que, na prática, continuam sendo do Owner.Nesse episódio, vamos explorar como a baixa maturidade do FEL compromete a qualidade da gestão contratual desde a origem, com base em referências de mercado e em situações que infelizmente ainda são muito comuns nos nossos projetos.Como andam os seus contratos? O escopo está claro? A distribuição de riscos está adequada?Dê um play e vamos juntos!O Capital Projects Podcast tem o apoio da Stecla Engenharia. Saiba como a Stecla pode trazer mais resultados para os seus empreendimentos em: www.stecla.com.br Está no ar o ChomaFlix, uma série de treinamentos que aborda desafios e resultados de projetos icônicos, enquanto esclarece quais boas práticas foram utilizadas ou quais faltaram nos projetos! Conheça mais aqui: - Eurotúnel: https://chk.eduzz.com/R9JJ32K69X - Fordlândia: https://chk.eduzz.com/KW8KD17201 Quer continuar acompanhando conteúdos relevantes aqui no nosso canal? Considere fazer parte dos apoiadores do canal e do Capital Projects Podcast! Acesse aqui e veja os planos disponíveis: https://www.catarse.me/capital_projects_podcast_3c1e?ref=project_linkNão deixe de ter acesso a conteúdos exclusivos e benefícios pelo nosso grupo VIP no whatsapp: https://chat.whatsapp.com/II5qid3UiN5JUclPSDQxXp O Capital Projects Podcast está completando 5 anos!!! Muito obrigado pela sua companhia nessa jornada!
En este episodio de SOS, Rafa responde preguntas anónimas de redes. Manda tus preguntas con una nota de voz o texto en instagram a la cuenta de @rafalopezdr. Síguenos en @sonoropodcast en todas las redes sociales. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Líder da ONU se reuniu com presidente da Comissão da União Africana, Mahamoud Ali Youssouf, e com presidente da França; ele ressaltou impactos econômicos no continente africano do fechamento do Estreito de Ormuz.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começou00:25 - A rejeição de Messias e desdobramentos na eleição06:07 - Decisão do Copom sobre a queda da Selic09:15 - Conflitos no Oriente Médio e bloqueio de Ormuz12:55 - Saída dos Emirados Árabes da OPEP15:57 - Resiliência da Rússia frente às sanções17:42 - Possível interferência dos EUA na política brasileira20:12 - Financiamento de IPOs e sinais de topo de mercado22:21 - Intervenção do Japão para defender o Iene25:50 - Recomendação e diversificação em fundos imobiliários FII27:07 - Concentração de portfólio por fator (Bitcoin)28:33 - Riscos subestimados pelo mercado30:50 - O que fazer com a queda do dólar32:10 - Próxima indicação ao STF32:42 - Impacto da guerra no preço dos alimentos33:38 - Novidades sobre a OranjeBTC (OBTC3)35:19 - Como é criada a moeda bancária (M1)36:23 - Economics dos tokens e futuro da IA39:15 - Existe inflação cultural de preços?41:22 - Inflação do Milei não caiu por que?43:07 - Imigração para China vs. Estados Unidos43:54 - O ouro perderá valor para o Bitcoin no futuro?45:22 - Opinião sobre o livro "A Revolta de Atlas"47:13 - Principais teóricos sobre ciclos de mercado
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (03): O governo federal publicou decreto que regulamenta a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), parte da reforma tributária. A medida promete simplificar o sistema e aumentar a transparência dos impostos, com implementação gradual. O agronegócio brasileiro enfrenta pressão com a dependência de insumos importados, como fertilizantes. Conflitos internacionais impactam custos e produção, trazendo incertezas para as próximas safras. Pesquisa mostra que eleitores de Donald Trump defendem algum tipo de regulação da inteligência artificial. O tema divide republicanos e ganha força diante do temor sobre empregos e avanço tecnológico. O conflito entre Estados Unidos e Irã já ultrapassa 60 dias e segue sem solução clara. Segundo o professor de Relações Internacionais Lucas Portela, o cenário envolve interesses estratégicos e torna um cessar-fogo cada vez mais difícil. O Irã anunciou um plano com medidas para controlar o tráfego no Estreito de Ormuz, incluindo restrições a navios ligados a Israel e cobrança de taxas de países considerados hostis. A proposta também prevê autorização prévia para embarcações e destinação de recursos para áreas militar e econômica. O ministro da Defesa da Alemanha afirmou que a Europa precisa fortalecer suas próprias capacidades militares e reduzir a dependência dos Estados Unidos. A declaração ocorre após tensões envolvendo falas do presidente Donald Trump e discussões sobre a presença de tropas americanas no continente. O ministro da Defesa da Alemanha afirmou que a Europa precisa fortalecer suas próprias capacidades militares e reduzir a dependência dos Estados Unidos. A declaração ocorre após tensões envolvendo falas do presidente Donald Trump e discussões sobre a presença de tropas americanas no continente. O ex-presidente Jair Bolsonaro apresenta boa evolução clínica após cirurgia no ombro e deve receber alta na segunda-feira, segundo a equipe médica. Ele iniciou o protocolo de reabilitação, com acompanhamento para controle da dor e prevenção de complicações. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que deve analisar uma nova proposta de paz enviada pelo Irã, mas disse não acreditar que o plano será aceitável. O documento deve chegar nos próximos dias com mediação do Paquistão, em meio às tensões no Oriente Médio. A cantora Shakira reuniu cerca de 2 milhões de pessoas em Copacabana, no Rio de Janeiro, em um megashow que contou com participação de artistas brasileiros. O evento deve movimentar aproximadamente R$ 800 milhões na economia local, apesar de registros de atrasos e ocorrências de furtos. Um homem investigado por participação em um estupro coletivo contra duas crianças, de 7 e 10 anos, na zona leste de São Paulo, foi preso no interior da Bahia. Ele segue detido e deve ser transferido para a capital paulista, enquanto a polícia busca outro suspeito. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A 25ª sessão do encontro foca em soluções sobre bem-estar de povos tradicionais; líder da ONU ressalta preocupação com invasão de terras ancestrais e contaminação da água; ele pediu mais proteção contra ataques fatais.
Moçambique: PR confirma que o país pode ser afetado pela crise dos combustíveis. Moçambique: Preço do chapa poderá subir, a menos que Governo subsidie transportadores semi coletivos de passageiros. Moçambique: Profissionais de saúde acusam o Governo de permitir “colapso progressivo” na Saúde. Angola: Alegada negligência que levou à morte de uma criança reacende debate sobre humanização na saúde.
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 SWIFT e o domínio global do dólar00:31 O contrato invisível que sustenta o dólar01:23 A explosão da base monetária dos EUA02:28 O nascimento do Petrodólar03:17 O acordo entre EUA e Arábia Saudita04:14 A demanda artificial por dólares05:20 Como funciona a reciclagem de petrodólares06:30 O privilégio exorbitante dos EUA07:40 Quando o sistema começou a rachar08:07 O dólar virou arma geopolítica08:30 Conflitos no Oriente Médio e risco ao sistema09:40 A China entra no jogo do petróleo10:43 O possível fim do Petrodólar11:30 RC Club e RC Wealth
Qual parte mais te marcou?
A crise no abastecimento de gás do Qatar e do Irão está a colocar Moçambique no centro do interesse internacional como alternativa energética. Enquanto isso, Cabo Verde enfrenta escassez de gás butano, e a Guiné-Bissau agrava tensões diplomáticas com Portugal após declarações do órgão de transição. Em Angola, o julgamento do caso dos “espiões russos” foi adiado, ao mesmo tempo que preocupações climáticas em Moçambique e protestos sociais em São Tomé e Príncipe marcam a actualidade africana. O bloqueio do gás vindo do Qatar e do Irão está a levar muitos países a olharem para Moçambique e para a sua produção de gás natural liquefeito como uma alternativa viável para o abastecimento desta matéria prima essencial. Segundo o politólogo moçambicano, Fidel Terenciano, Moçambique não está preparado para o interesse internacional crescente no gás natural liquefeito existente no país, o maior projecto africano de gás que se localiza na Bacia do Rovuma. Por seu turno, a ministra das Finanças moçambicana, Carla Louveira, assegura que o governo acompanha com atenção e preocupação a evolução do conflito no Médio Oriente, transmitindo uma mensagem de confiança na capacidade de resposta nacional. No que diz respeito a Cabo-Verde, o Presidente da República pediu esclarecimentos às petrolíferas e ao Governo sobre a escassez de gás butano em várias ilhas de Cabo Verde que tem provocado longas filas em diferentes postos de combustíveis. Por enquanto, José Maria Neves afirmou que as únicas informações que tem sobre a ruptura de gás no país são aquelas que passam na imprensa e pediu esclarecimentos às petrolíferas e ao governo. Na Guiné Bissau o Conselho Nacional de Transição (CNT), órgão criado pelos militares para substituir as competências do Parlamento insurgiu-se contra o que considera de “hostilidade deliberada” e “diplomacia de conluio de corredor” de Portugal. O órgão guineense visa todo o Governo português, mas com ênfase no Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Rangel. Segundo Fernando Vaz, porta-voz do CNT Portugal deve saber que o golpe de Estado é uma realidade e que a Guiné-Bissau é agora gerida pelo CNT e pelo Alto Comando Militar. Em Angola, foi adiado para 14 de Abril o julgamento do chamado caso dos "espiões russos", envolvendo dois cidadãos nacionais e dois russos, designadamente acusados de terrorismo e espionagem. Segundo o advogado de defesa David Guz, este adiamento teve como base a submissão de questões prévias no arranque da audiência. Ainda sobre este julgamento e na opinião do presidente da Associação Justiça, Paz e Democracia de Angola, Serra Bango, o processo ocorre num momento particularmente sensível, após os tumultos de Julho, sublinhando que “é preciso que a acusação apresente provas concretas e não meras especulações”. Esta Semana em África ficou marcada igualmente com as preocupações climáticas vindas de Moçambique. O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) apresentou, em Maputo, o relatório sobre o estado do clima relativo ao último ano. Um documento apresentado pelo climatologista Isaías Raiva, onde se destaca um aumento generalizado das temperaturas e da intensidade da precipitação no país. Por fim centramos as atenções para São Tomé e Principe onde o nosso correspondente Maximino Carlos nos relata que as estradas degradadas são motivo de protestos de moradores de várias comunidades de São Tomé e Príncipe. A população denuncia promessas não cumpridas e exploração de recursos. O Governo promete retomar obras e prestar esclarecimentos.
UE trava financiamento às forças ruandesas em Cabo Delgado; eurodeputado alerta que decisão é “grave”, mas admite margem para consenso. Angola enfrenta défice de magistrados e reclusos denunciam excesso de prisão preventiva e morosidade judicial. Assembleia-Geral da ONU aprova resolução que declara tráfico de escravos como "crime mais grave contra humanidade" e defende reparações históricas.
Na medida em que o conflito no Oriente Médio se estende, desde o início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, aumentam também as preocupações sobre o impacto ambiental da guerra. As instalações de petróleo no Golfo têm sido um dos alvos prioritários de bombardeios, gerando uma chuva tóxica com efeitos ainda inestimáveis na região. Lúcia Müzell, da RFI em Paris As “chuvas ácidas” ocorridas após a explosão de milhares de toneladas de óleo levaram a ONU a emitir um alerta sobre os riscos à saúde dos iranianos. Os poluentes como enxofre e compostos de nitrogênio, liberados na explosão, se dispersam na atmosfera. Quando entram em contato com as partículas de água presentes no ar, esses químicos se transformam em ácidos tóxicos, como o sulfúrico e o nítrico. As precipitações levam os poluentes de volta para o solo e a água, causando danos prolongados à agricultura e à qualidade da água. Jacky Bonnemains, diretor da organização ecologista francesa Robin des Bois, lembra que o Golfo Pérsico é um mar quase fechado, particularmente vulnerável à contaminação por vazamentos de petróleo e restos de navios militares ou petroleiros atacados. Biodiversidade em risco “As atividades dos pescadores artesanais, que são milhares na região e contribuem para a segurança alimentar de todos os países litorâneos, quaisquer que sejam os beligerantes, estarão condenadas por muito tempo”, comentou. “A biodiversidade, da qual tanto se fala em tempos de paz e tão pouco em tempos de guerra, também será prejudicada a longo prazo. São tartarugas marinhas, dugongos, baleias-jubarte, cachalotes, peixes, pepinos-do-mar. É uma verdadeira catástrofe ambiental e sanitária.” No total, mais de 2.000 espécies marinhas vivem nessas águas quentes, às quais se somam 100 espécies de corais. Além disso, os manguezais e os prados marinhos da região são zonas de reprodução para peixes e crustáceos. As aves marinhas também são ameaçadas: o óleo destrói a impermeabilidade de suas penas, provocando hipotermia e afogamentos. A migração delas também pode ser perturbada pelo ruído das explosões e pelas colunas de fumaça tóxica. Poluição abala acesso já restrito à água Kuwait, Catar, Emirados Árabes Unidos, Omã e Arábia Saudita – as consequências serão sentidas muito além do Irã, embora o país seja o mais diretamente atingido, explica Doug Weir, diretor da ONG britânica Observatório de Conflitos e Meio Ambiente (CEOBS). A entidade já identificou cerca de 300 incidentes envolvendo riscos ambientais desde o início da guerra. “O Irã enfrenta uma seca prolongada há muitos anos. Já sofre forte estresse hídrico, portanto qualquer poluição adicional nos aquíferos e nos recursos hídricos iranianos é particularmente problemática, porque eles já são escassos”, ressaltou. “Outro ponto: grandes derramamentos de petróleo no Golfo Pérsico podem afetar as usinas de dessalinização de água — e cerca de 100 milhões de pessoas ao redor do Golfo dependem dessas usinas.” As dezenas de navios bloqueados na região, carregando cerca de 21 bilhões de litros de petróleo, constituem uma "bomba-relógio ecológica" alertou a organização Greenpeace. Balanço ambiental esquecido Nos bombardeios mais recentes, Washington visa a ilha de Kharg, terminal que concentra 90% das exportações de petróleo bruto iraniano. As infraestruturas foram preservadas até o momento, mas o cenário pode mudar de acordo com o andamento do conflito. “Fala-se muito do balanço econômico desta guerra, e muito pouco do balanço humano, que não conhecemos. Mas o despertar após o choque petrolífero será bastante violento, em relação às consequências ambientais”, insistiu Bonnemains. “Com o passar do tempo, não haverá nem vencedor, nem vencido: haverá apenas vítimas da poluição.” A gestão desses danos é outro ponto de preocupação. A história mostra que, ao final de conflitos armados, a descontaminação das áreas atingidas fica longe do topo das prioridades. “O que vemos na maioria das áreas afetadas por conflitos é que o dano ambiental muitas vezes não é tratado posteriormente. A recuperação ambiental é cara, e países que estão saindo de um conflito têm menos capacidade de proteger o meio ambiente”, observou Doug Weir. “São necessários recursos e assistência técnica da comunidade internacional, o que nem sempre acontece. E, no caso do Irã, embora o país tenha enorme capacidade e expertise em questões ambientais, também possui um governo muito fechado e centralizado, que pode não ser particularmente transparente sobre a necessidade de limpar o ambiente ao redor desses locais”, frisou.
Debate da Super Manhã: Muito além de um recurso energético, o petróleo continua sendo um elemento estratégico que influencia decisões políticas, a estabilidade do cenário internacional e o funcionamento das economias modernas. Conflitos, sanções e ações militares contra países produtores podem alterar rapidamente o equilíbrio entre a produção e o consumo do combustível. No debate desta quarta-feira (11), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados sobre a importância do petróleo na economia mundial, os impactos dos ataques ao Irã e à Venezuela, as consequências financeiras, as perspectivas e os cenários futuros, além da dinâmica de oferta e demanda do ouro negro. Participam o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Pernambuco (Sindicombustíveis/PE), Alfredo Pinheiro, o gerente de Política Industrial da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), Maurício Laranjeira, e o economista e cientista político, Sandro Prado.
Lamartine Posella é pastor, teólogo, escritor e conferencista, conhecido por suas pregações e reflexões sobre fé cristã. Líder da YAH Church, em São Paulo, ganhou grande alcance nas redes sociais compartilhando mensagens bíblicas e conteúdos de espiritualidade.
Conflitos geopolíticos costumam parecer distantes da rotina das pessoas, mas seus efeitos podem chegar rapidamente à economia global e também ao setor de tecnologia. A escalada recente de tensões no Oriente Médio já provoca reações no mercado, com alta no preço do petróleo e possíveis impactos no transporte marítimo internacional. E quando energia e logística ficam mais caras, toda a cadeia produtiva pode sentir os efeitos, inclusive a indústria de tecnologia. Neste episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Marcello Mussi, especialista em estratégia e tecnologia da Peers Consulting & Technology, para entender como conflitos internacionais podem afetar cadeias globais de produção, data centers, consumo de energia e até o preço de produtos tecnológicos. Será que essa crise pode impactar empresas e consumidores no Brasil? E o que companhias de tecnologia precisam fazer para se preparar para cenários de instabilidade global? Você também vai conferir: Líder de hardware da OpenAI pede demissão após acordo com Pentágono, passageiro sem fone de ouvido pode ser expulso de voo e nova tecnologia transforma pneus em sensores de segurança. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Vinicius Moschen e Danielle Cassita, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Médio Oriente: Israel anuncia "próxima fase" das operações militares e promete "mais surpresas. Militantes da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) acusam direção de violar estatutos do partido. Cabo Verde promove turismo de natureza e cultura na Feira de Turismo de Berlim, na Alemanha.
Especialistas alertam para prejuízos significativos dos conflitos no Médio Oriente, mas apontam também possíveis ganhos para países exportadores de energia, como Angola. Angola é o país anfitrião da Feira Internacional de Turismo de Berlim e aposta em cultura, natureza e autenticidade. Médio Oriente - Donald Trump diz que a campanha militar está a decorrer muito acima das expectativas.
O Brent avança acima de US$ 80 e o WTI opera perto de US$ 75; o gás europeu sobe até 34%.
Presidente do Tribunal Supremo admite corrupção entre juízes e reacende debate sobre integridade da justiça em Angola. Presidente de São Tomé justifica nomeação de ex-conselheiro sueco detido pela Interpol com registo criminal limpo; analista critica demora na reação. Após várias horas de negociações, as conversações entre o Irão e os Estados Unidos terminaram sem acordo.
Em Angola, o ativista Pedrowski Teka apresenta projeto político COPA, em fase de legalização, e critica oposição por divisões internas e falta de estratégia. Bloco Democrático alerta que a resistência da UNITA em formalizar coligação ameaça a sua sobrevivência e procura alternativas. Homens recrutados em África pela Rússia vão para a guerra sem saber o destino; famílias tentam recuperar corpos.
Quase dois terços desses óbitos têm lugar em nações que atravessam confrontos e crises prologandas; nova análise da OMS mostra que sistemas de saúde frágeis tornam a gravidez significativamente mais arriscada nesses contextos.
Crise financeira afeta várias autarquias moçambicanas. Conflitos em África passam ao lado dos debates da Conferência de Segurança de Munique. Radionovela Learning by Ear - Aprender de Ouvido.
Acompanhar as notícias internacionais nos deixa com o stress de conviver com um alarme permanente disparado, com a sensação de que as regras que deveriam impedir a escalada estão sempre correndo atrás dos fatos. No #535, a gente usa a estética do jogo War pra organizar o caos: ameaça, coerção, pressão territorial, agressão limitada, guerra — como essas ferramentas estão sendo usadas, por quem, onde e o que elas revelam sobre a crise do multilateralismo. A partir desse cenário vamos para a grande questão do momento: estamos vivendo uma transição ou uma ruptura da ordem internacional? O que está em jogo e como países médios (como o Brasil) se defendem quando o tabuleiro e as regras do jogo mudam? Tivemos o privilégio de receber para essa conversa:Lucas Leite — professor de Relações Internacionais da FAAP; pesquisador (INCT/NEU); doutor em RI; Natália Fingerman — professora de RI (ESPM); coordena núcleo de estudos e negócios africanos; mestrado em Sussex; doutorado na FGV; Passa um café, respira e vem entender melhor o mundo em boa companhia. Vamos juntos!
Em Moçambique, ainda não há datas para a reabertura da Estrada Nacional Número 1. No Terminal Rodoviário da Junta, o desespero aumenta. Em Angola, a mais recente sessão do julgamento do caso AGT ficou marcada pela saída dos advogados de defesa que acusam o tribunal de violar direitos fundamentais dos arguidos. Jurista faz duas leituras.
Foi debaixo de fortes críticas que o Conselho de Ministros decorreu hoje em Xai-Xai, uma das cidades mais afetadas pelas cheias. Na Guiné-Bissau, movimentos cívico-políticos dizem estar empenhados na luta pela conquista e defesa das liberdades democráticas. No Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto conhecemos a história de um sobrevivente.
Natal é a época em que “família” vira palavra de ordem — e também de fricção. Por que, mesmo quando a vida está difícil, o brasileiro continua colocando a família acima de trabalho, fé e amizades? O que a gente busca nesse núcleo: acolhimento, identidade, pertencimento… ou um bunker contra o mundo? Para encarar esse espelho sem romantização (e sem cinismo), a Ju Wallauer e a Cris Bartis recebem Vera Iaconelli — psicanalista e escritora, autora de Análise e do Manifesto Antimaternalista. A conversa parte de um dado simples e gigantesco (8 em cada 10 brasileiros colocam a família como principal pilar da vida) para destrinchar a complexidade por trás dele. Ao longo do episódio, a Vera provoca: família nunca é “sem mal-estar” — porque sua função é civilizatória, mistura afeto e norma, e cobra um preço. A gente fala sobre o ideal de família que melancoliza (e vira vitrine), sobre a armadilha dos pais perfeitos e o delírio contemporâneo de “educar sem erro”, e sobre como a parentalidade esbarra inevitavelmente em narcisismo, frustração e decepção — sem que isso precise virar ruptura. Também entramos no que costuma explodir na ceia: culpa e obrigação, conflitos íntimos, silêncios “para manter a paz”, e o que acontece quando a família se fecha num clã do “mesmo”. No fim, fica a pergunta que muda tudo: qual é o seu projeto de família? Um lugar de controle e performance — ou um espaço poroso, capaz de conviver com diferença, atravessar crises e ainda assim construir história, alegria e memória?INSIDER: Se você curte o Mamilos, dá pra apoiar o podcast até na hora de renovar o guarda-roupa A Insider tá com uma condição especial pra nossa comunidade — aquelas peças confortáveis, tecnológicas e que duram muito mais tempo no uso do dia a dia. Desconto exclusivo pra ouvintes do Mamilos:Cupom de desconto: MAMILOS
Natal é a época em que “família” vira palavra de ordem — e também de fricção. Por que, mesmo quando a vida está difícil, o brasileiro continua colocando a família acima de trabalho, fé e amizades? O que a gente busca nesse núcleo: acolhimento, identidade, pertencimento… ou um bunker contra o mundo? Para encarar esse espelho sem romantização (e sem cinismo), a Ju Wallauer e a Cris Bartis recebem Vera Iaconelli — psicanalista e escritora, autora de Análise e do Manifesto Antimaternalista. A conversa parte de um dado simples e gigantesco (8 em cada 10 brasileiros colocam a família como principal pilar da vida) para destrinchar a complexidade por trás dele. Ao longo do episódio, a Vera provoca: família nunca é “sem mal-estar” — porque sua função é civilizatória, mistura afeto e norma, e cobra um preço. A gente fala sobre o ideal de família que melancoliza (e vira vitrine), sobre a armadilha dos pais perfeitos e o delírio contemporâneo de “educar sem erro”, e sobre como a parentalidade esbarra inevitavelmente em narcisismo, frustração e decepção — sem que isso precise virar ruptura. Também entramos no que costuma explodir na ceia: culpa e obrigação, conflitos íntimos, silêncios “para manter a paz”, e o que acontece quando a família se fecha num clã do “mesmo”. No fim, fica a pergunta que muda tudo: qual é o seu projeto de família? Um lugar de controle e performance — ou um espaço poroso, capaz de conviver com diferença, atravessar crises e ainda assim construir história, alegria e memória?