Podcasts about aperte

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Plugado Podcast
NIZO NETO ESCOLHE AS MELHORES ATTUAÇÕES DA NOVA ESCOLINHA | NIZOLÓGICO

Plugado Podcast

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 94:45


Hoje no Nizológico, Nizo Neto classifica as 10 melhores atuações da Nova Escolinha do Professor Raimundo.Ao lado de Carlos Mafia, Nizo dá sua nota, compara com o ator clássico, analisa se o visual ficou parecido e comenta se, na visão dele, Chico Anysio aprovaria a nova versão.Um episódio divertido, nostálgico e cheio de opinião.Aperte o play e tente adivinhar quem ficou no topo.Divirta-se e deixe seu comentário, afinal, aqui a gente cria o bicho solto.Nizo Neto: https://www.instagram.com/netonizo/Carlos Mafia: https://www.instagram.com/carlosmafia/Plugado Estúdios: instagram.com/plugadoestudiosPlugado Podcast: instagram.com/plugadopodcast

QueIssoAssim
Reflix 175 | Cabo do Medo – s01e03

QueIssoAssim

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 18:40


O suspense continua crescendo em Cabo do Medo, e o Reflix acompanha cada passo dessa nova adaptação produzida para a Apple TV+. No episódio 175, Brunão e Baconzitos analisam o terceiro capítulo da série, que amplia a influência de Max Cady sobre a família Bowden e aprofunda as consequências emocionais dos acontecimentos apresentados nos episódios anteriores. A narrativa passa a explorar de forma mais intensa os temas de culpa, responsabilidade e manipulação, enquanto o cerco psicológico construído por Cady se torna cada vez mais sufocante. Durante o programa, discutimos os principais acontecimentos do episódio, as escolhas de roteiro, o desenvolvimento dos personagens e o desempenho do elenco liderado por Javier Bardem, Amy Adams e Patrick Wilson. Também avaliamos como a série está administrando o ritmo da temporada e quais caminhos podem ser seguidos nos próximos capítulos. O terceiro episódio representa um ponto de virada para a trama? A série está conseguindo sustentar a tensão proposta em sua estreia? Aperte o play e confira nossa análise completa. Reflix #CaboDoMedo #CapeFear #AppleTVPlus #AppleTV #JavierBardem #AmyAdams #PatrickWilson #Series #Podcast #Review #Streaming #Suspense

Reflix
Reflix 175 | Cabo do Medo – s01e03

Reflix

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 18:40


O suspense continua crescendo em Cabo do Medo, e o Reflix acompanha cada passo dessa nova adaptação produzida para a Apple TV+. No episódio 175, Brunão e Baconzitos analisam o terceiro capítulo da série, que amplia a influência de Max Cady sobre a família Bowden e aprofunda as consequências emocionais dos acontecimentos apresentados nos episódios anteriores. A narrativa passa a explorar de forma mais intensa os temas de culpa, responsabilidade e manipulação, enquanto o cerco psicológico construído por Cady se torna cada vez mais sufocante. Durante o programa, discutimos os principais acontecimentos do episódio, as escolhas de roteiro, o desenvolvimento dos personagens e o desempenho do elenco liderado por Javier Bardem, Amy Adams e Patrick Wilson. Também avaliamos como a série está administrando o ritmo da temporada e quais caminhos podem ser seguidos nos próximos capítulos. O terceiro episódio representa um ponto de virada para a trama? A série está conseguindo sustentar a tensão proposta em sua estreia? Aperte o play e confira nossa análise completa. Reflix #CaboDoMedo #CapeFear #AppleTVPlus #AppleTV #JavierBardem #AmyAdams #PatrickWilson #Series #Podcast #Review #Streaming #Suspense

Conversando com o Nucci
#227 Peculato

Conversando com o Nucci

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 18:34


Por que o peculato é um dos mais emblemáticos delitos contra a administração pública? O que significa o peculato de uso?Peculato é o tema do episódio desta semana! Aperte o play e entenda essas e outras questões relacionadas ao assunto, como a prática da rachadinha, o peculato culposo e o peculato-estelionato.Confira também as playlists com os temas já abordados no podcast: https://spoti.fi/3eFSLdb=========INDICAÇÕES NO PROGRAMASaiba tudo sobre a obra PACOTE ANTICRIME COMENTADO do Professor Nucci:http://bit.do/fpe4TConheça todos os livros do autor:bit.ly/GuilhermeNucciComentários, sugestões, críticas: ⁠contato@guilhermenucci.com.br⁠Site: http://www.guilhermenucci.com.brFacebook: https://www.facebook.com/professorguilhermenucciInstagram: https://www.instagram.com/professor_guilherme_nucciLinkedIn: https://www.linkedin.com/in/professor-guilherme-nucciTwitter:⁠ ⁠https://twitter.com/GSNUCCI⁠⁠==========Guilherme de Souza Nucci é Livre-docente em Direito Penal, Doutor e Mestre em Direito Processual Penal pela PUC-SP. Professor concursado da PUC-SP, atuando nos cursos de Graduação e Pós-graduação (Mestrado e Doutorado). Desembargador na Seção Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Mundo Empresarial com Diego Maia
Follow-up em Vendas: o segredo dos vendedores que mais fecham | Diego Maia

Mundo Empresarial com Diego Maia

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 7:19 Transcription Available


Follow-up em vendas é o que separa o vendedor que fecha do vendedor que vive reclamando que "o cliente sumiu". Neste episódio do Podcast de Vendas do Diego Maia, você vai aprender, na prática, como fazer um follow-up em vendas que agrega valor e transforma proposta parada em contrato assinado.A maioria das vendas não é perdida para o concorrente — é perdida para o esquecimento. O cliente disse "vou pensar", você mandou a proposta e parou por aí. E é exatamente aí que mora o problema: sem follow-up de vendas, a sua proposta vai parar no lixo do esquecimento.Neste episódio sobre follow-up em vendas, o Diego Maia explica:Por que a maioria das vendas acontece só depois do quinto contato — e por que quase todo vendedor desiste antesA diferença entre um follow-up de vendas que agrega valor e a perseguição desesperada que afasta o clienteTécnicas de follow-up em vendas para voltar com classe, com propósito e com uma informação nova a cada contatoComo a organização e o registro fazem do follow-up uma máquina de fechamento, e não uma loteria de memóriaSe você procura como fazer follow-up em vendas do jeito certo — sem encher o saco do cliente e sem deixar dinheiro na mesa — este episódio é para você.Conteúdo que o Diego Maia, considerado o melhor palestrante de vendas do Brasil, leva aos palcos das maiores equipes comerciais do país. Agora no seu fone de ouvido.

QueIssoAssim
Reflix 174 – Cabo do Medo – S01E01E02

QueIssoAssim

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 27:38


PAM PAM PAM PAM, PAM PAM PAM PAM!!! Reflix está de volta para analisar uma das estreias mais comentadas do ano. Em seu episódio 174, Brunão e Baconzitos debatem os dois primeiros capítulos de Cabo do Medo, nova adaptação do romance The Executioners, que já havia dado origem aos filmes clássicos de 1962 e 1991. A série da Apple TV+ atualiza a história para os dias atuais e coloca Amy Adams no centro da trama como Anna Bowden, advogada que ajudou a condenar Max Cady, personagem interpretado por Javier Bardem. Após passar 17 anos preso, Cady é libertado e inicia uma campanha de perseguição e terror psicológico contra a família Bowden. No programa, discutimos as mudanças em relação às versões anteriores, a construção do suspense, a atuação de Javier Bardem, os temas de culpa e justiça que permeiam a narrativa e os elementos modernos incorporados à história. Também avaliamos se a expansão para uma série de dez episódios fortalece ou enfraquece a premissa clássica. Será que Cabo do Medo tem potencial para se tornar mais um sucesso da Apple TV+? Ou estamos diante de uma releitura desnecessária de um clássico absoluto? Aperte o play e descubra.

Reflix
Reflix 174 – Cabo do Medo – S01E01E02

Reflix

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 27:38


PAM PAM PAM PAM, PAM PAM PAM PAM!!! Reflix está de volta para analisar uma das estreias mais comentadas do ano. Em seu episódio 174, Brunão e Baconzitos debatem os dois primeiros capítulos de Cabo do Medo, nova adaptação do romance The Executioners, que já havia dado origem aos filmes clássicos de 1962 e 1991. A série da Apple TV+ atualiza a história para os dias atuais e coloca Amy Adams no centro da trama como Anna Bowden, advogada que ajudou a condenar Max Cady, personagem interpretado por Javier Bardem. Após passar 17 anos preso, Cady é libertado e inicia uma campanha de perseguição e terror psicológico contra a família Bowden. No programa, discutimos as mudanças em relação às versões anteriores, a construção do suspense, a atuação de Javier Bardem, os temas de culpa e justiça que permeiam a narrativa e os elementos modernos incorporados à história. Também avaliamos se a expansão para uma série de dez episódios fortalece ou enfraquece a premissa clássica. Será que Cabo do Medo tem potencial para se tornar mais um sucesso da Apple TV+? Ou estamos diante de uma releitura desnecessária de um clássico absoluto? Aperte o play e descubra.

Plugado Podcast
OS CASOS MAIS INEXPLICÁVEIS DE VIDA APÓS A MORTE #210

Plugado Podcast

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 97:19


No episódio de hoje do Plugado, Carlos Mafia reúne relatos, experiências e análises de especialistas que investigam um dos maiores mistérios da humanidade: o que acontece depois da morte?Ao longo de mais de 200 episódios, surgiram relatos sobre presenças espirituais, paralisia do sono, ataques extrafísicos, obsessores, incorporação, lembranças de vidas passadas e experiências que desafiam explicações convencionais.Coincidência, fenômeno psicológico ou evidência de algo além da matéria? Tire suas próprias conclusões.Aperte o play e fique Plugado.Carlos Mafia: https://www.instagram.com/carlosmafia/ Plugado Estúdios: https://www.instagram.com/plugadoestudios/Plugado Podcast: https://www.instagram.com/plugadopodcast/Episódios completos: Episódio Saulo Calderon: https://www.youtube.com/watch?v=C8pe6VAOiAA&t=5509sEpisódio Cintia Camerin 192: https://www.youtube.com/watch?v=BpIoudWLjVI&t=4954sEpisódio Cintia Camerin 67: https://www.youtube.com/watch?v=rjqruA0H__k&t=2289sEpisódio Alexandre Pereira 123: https://www.youtube.com/watch?v=2SkzyKfpAfU&t=5291sEpisódio Alexandre Pereira 200:https://youtu.be/E_MSc6HhGicEpisódio Admir Serrano 184: https://www.youtube.com/watch?v=-Z8HrpLPcUI&t=2351sEpisódio Admir Serrano 207: https://www.youtube.com/watch?v=hVZ0bdxYIzcEpisódio Marcello Cotrim: https://www.youtube.com/watch?v=xfdAUoR1x04&t=2112sRogério Oliveira: https://www.youtube.com/watch?v=XcEcbHdx68c&t=6332sSpooky Houses: https://www.youtube.com/watch?v=MXoMstWdbJE&t=7040s

Vivendo e Empreendendo
T5:EP 05 - O bê-a-bá da gestão de pessoas e cultura

Vivendo e Empreendendo

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 22:08


Gestão de pessoas e cultura organizacional são temas que costumam ser associados às grandes empresas. Mas será que um pequeno negócio, ou até mesmo um empreendedor que trabalha sozinho, também precisa olhar para essas questões Neste episódio do Vivendo e Empreendendo, Marília Feix recebe Cezar Freitas, sócio-diretor de Estratégia e Planejamento da Critério Resultado em Opinião Pública, e Bibiana Zereu, psicóloga e especialista em governança e sucessão empresarial, para uma conversa prática sobre como a cultura de uma organização é construída desde os primeiros passos do negócio. Ao longo do bate-papo, os convidados mostram por que valores, propósito, liderança e relacionamento com as pessoas impactam diretamente os resultados de empresas de todos os portes. Além disso, compartilham experiências e orientações para empreendedores que desejam fortalecer suas equipes, criar ambientes mais produtivos e desenvolver uma cultura alinhada aos objetivos do negócio. Aperte o play e descubra por que a gestão de pessoas não é um assunto apenas para grandes corporações, mas um dos pilares para o crescimento sustentável de qualquer empreendimento.

Chutando a Escada
Olhares ianques: A ditadura brasileira nos arquivos norte-americanos

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026


Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório Político dos Estados Unidos (OPEU), Tatiana Teixeira (OPEU) e Hannah De Gregorio Leão (OPEU) recebem o historiador Felipe Pereira Loureiro (IRI/USP) para discutir seu livro recém-lançado Olhares ianques: a ditadura brasileira nos arquivos norte-americanos (Companhia das Letras). Resultado de mais de uma década de pesquisa em documentação diplomática confidencial norte-americana, o livro reconstrói os bastidores da relação entre o governo dos Estados Unidos e o regime militar brasileiro, revelando o grau de intimidade entre diplomatas americanos e militares, empresários, jornalistas e lideranças políticas brasileiras ao longo dos vinte e um anos de ditadura. No segundo bloco, a pesquisadora Yasmim Abril Monteiro Reis (OPEU, PPGRI San Tiago Dantas) apresenta o clipping de política externa dos Estados Unidos: a classificação do Comando Vermelho e do PCC como organizações terroristas pelo governo Trump e a indicação do cubano-americano Daniel Pérez como novo embaixador dos Estados Unidos no Brasil. Aperte o play. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Tatiana Teixeira (OPEU/UFU), Hannah De Gregorio Leão (OPEU), Felipe Pereira Loureiro (USP) e Yasmim Abril Monteiro Reis (OPEU, PPGRI San Tiago Dantas). Inserção musical no final: @2krispii, “Make Conservatives Conservative Again“. Capa do episódio: BBC Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio LOUREIRO, Felipe Pereira. Olhares ianques: a ditadura brasileira nos arquivos norte-americanos. São Paulo: Companhia das Letras, 2026. Disponível em: https://www.amazon.com.br/Olhares-ianques-ditadura-brasileira-norte-americanos/dp/8535943528/ Capítulos: 00:00 Introdução 00:03 A pesquisa: quinze anos de arquivos diplomáticos 00:12 A caixa-preta da política externa: documentos públicos vs. confidenciais 00:18 A capilaridade norte-americana: militares, jornalistas, políticos e empresários 00:28 AI-5 e o aplauso civil: o empresariado na engrenagem da repressão 00:35 Do passado ao presente: os déjà vus democráticos da ditadura 00:45 O que os Estados Unidos ainda escondem sobre o regime brasileiro 00:53 Clipping OPEU: CV e PCC na lista de terroristas e o novo embaixador dos EUA The post Olhares ianques: A ditadura brasileira nos arquivos norte-americanos appeared first on Chutando a Escada.

Pelas Pistas
Pré GP de Mônaco, Moto GP, Indy e Enzo Fittipaldi LÍDER da Indy NXT - Pelas Pistas 198

Pelas Pistas

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 61:35


No Pelas Pistas desta semana, Christian Fittipaldi, Nelsinho Piquet e Thiago Alves celebram a histórica marca da milésima corrida da McLaren na Fórmula 1! A bancada analisa os novos rumos técnicos da categoria, incluindo o debate sobre Mônaco sem asas móveis (com mapeamento de motor e asas fixas), a sobra de energia das baterias atuais e a nova forma de medição da taxa de compressão dos motores Mercedes.Nas duas rodas, o destaque vai para o grande fim de semana do brasileiro Diogo Moreira na MotoGP e a história incrível por trás da foto autografada por Marc Márquez. Fechando o episódio, trazemos tudo sobre a vitória de Álex Palou na Indy, os rumores de mercado envolvendo Felipe Nasr e Caio Collet, e o show de Enzo Fittipaldi, que, mesmo com o carro danificado, venceu mais uma na Indy NXT e assumiu a liderança do campeonato!Aperte o play, deixe o seu like e compartilhe com os amigos acelerados!

DICAS DE NEGÓCIOS E CARREIRA
Chega de Ilusões. Por que o mercado fitness virou um cemitério de intenções?

DICAS DE NEGÓCIOS E CARREIRA

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 7:35


Chega de Ilusões. Por que o mercado fitness virou umcemitério de intenções? Você já parou para analisar os números reais por trás do mercado fitness no Brasil? Enquanto muitos canais focam em polêmicas vazias sobre o volume de queixas no Reclame Aqui, a realidade do setor mostra falhas estruturais muito mais profundas.Com base em quatro décadas de atuação, de atleta e dona de academia à diretora de grandes redes e mentora de negócios, trago um olhar cirúrgico sobre a atual "financeirização" da saúde.Neste videocast, desconstruo o modelo de negócios das grandes redes e aponto os verdadeiros gargalos que gestores enfrentam hoje:·  O Paradoxo da Penetração:o Brasil ostenta cerca de 60 mil CNPJs ativos e uma densidade parecida com a dos EUA, mas a nossa taxa de pessoas que treinam patina entre 3,5% e 5% há décadas. O mercado disputa as mesmas fatias pequenas enquanto a obesidade cresceu mais de 118% em duas décadas.· A Era do "Lucro Vazio": como fundos de investimento desenharam o modelo focado na inércia e na baixa frequência do aluno.· O Mito do Resgate: por que campanhas de desconto pós-cancelamento são obsoletas, geram detratores e ignoram a neurociência do consumo.· O Resgate do Protagonista: a automação e as low costcumprem seu papel operacional, mas afastar a formação continuada e desvalorizar a remuneração do profissional gerou um vácuo técnico perigoso.A Inteligência Artificial deve ser aliada na automatização do que é raso, deixando o professor livre para atuar no que ele é insubstituível: como um curador de longevidade e motivação humana.Aperte o play para entender como podemos parar de brigar pela mediocridade e passar a construir valor real. Para aprofundar essas estratégias com segurança de dadosno seu negócio, conheça a minha MentorIA.#GestaoDeAcademias #MercadoFitness

UFOP CAST
RÁDIO CIÊNCIA NA RUA: Hemocromatose

UFOP CAST

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 9:46


A primeira semana de junho marca a Semana Mundial da Hemocromatose, com o objetivo de aumentar a conscientização sobre a doença. A hemocromatose é uma condição caracterizada pelo acúmulo excessivo de ferro nos órgãos. É uma doença que exige atenção e cuidado, por ser, em muitos casos, silenciosa. A toxicidade do metal pode levar a sérios danos em órgãos vitais, como fígado, coração e pâncreas, se não for diagnosticada e tratada. No Rádio Ciência na Rua de hoje, a médica hematologista Luciana Quintão, atuante em Ouro Preto, traz mais informações sobre como prevenir e cuidar dessa patologia.Aperte o play e ouça agora!!Ficha TécnicaProdução: Giovanna Ávila e Manuela ResendeEdição de Texto: Patrícia ConscienteEdição de áudio e sonoplastia: Aurélio Bernardi

Giro Financeiro
353 - Cartão BV Mais: o benefício escondido que ninguém te contou

Giro Financeiro

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 3:59


Neste episódio especial, você vai descobrir tudo o que realmente importa sobre o Cartão BV Mais: os benefícios que fazem diferença, os detalhes que quase ninguém comenta e os pontos de atenção que podem mudar sua decisão. Em poucos minutos, você recebe uma visão clara, direta e prática para entender se esse cartão combina com o seu perfil financeiro. Aperte o play e venha desvendar o que está por trás do Cartão BV Mais.Solicite o seu Cartão de Crédito https://tinyurl.com/3eh6kakjCÓDIGOS DE INDICAÇÃO CARTÃO DE CRÉDITOhttps://bit.ly/3RuEZ21GRUPO GRATUITO NO WHATSAPPhttps://tinyurl.com/5n79dtkmLivros sobre Educação Financeira https://amzn.to/47uuEY2Nosso site https://girofinanceiro.com.br/Canal do Youtube https://tinyurl.com/43jux7mr

Conversando com o Nucci
#226 Favorecimento ao crime

Conversando com o Nucci

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 12:34


Existem maneiras de apoiar um criminoso sem se tornar coautor ou partícipe? Como se configura o favorecimento pessoal? Favorecimento ao crime é o tema do episódio desta semana! Aperte o play e entenda essas e outras questões relacionadas ao assunto.Você já viu as playlists específicas de cada tema abordado no podcast? Clique aqui: ⁠https://spoti.fi/3eFSLdb⁠=========INDICAÇÕES NO PROGRAMASaiba tudo sobre a obra PACOTE ANTICRIME COMENTADO do Professor Nucci:http://bit.do/fpe4TConheça todos os livros do autor:bit.ly/GuilhermeNucciComentários, sugestões, críticas: ⁠contato@guilhermenucci.com.br⁠Site: http://www.guilhermenucci.com.brFacebook: https://www.facebook.com/professorguilhermenucciInstagram: https://www.instagram.com/professor_guilherme_nucciLinkedIn: https://www.linkedin.com/in/professor-guilherme-nucciTwitter: ⁠https://twitter.com/GSNUCCI⁠==========Guilherme de Souza Nucci é Livre-docente em Direito Penal, Doutor e Mestre em Direito Processual Penal pela PUC-SP. Professor concursado da PUC-SP, atuando nos cursos de Graduação e Pós-graduação (Mestrado e Doutorado). Desembargador na Seção Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Geografia em Meia Hora
Grupo H da Copa 2026 - Geopolítica em campo

Geografia em Meia Hora

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 86:42


Baixe o material deste episódio: https://forms.gle/WhCqamCYu7Lr8VLV7Seja bem-vindo ao Geopolítica em Campo, o podcast dedicado a analisar o mundo através das quatro linhas.Por aqui, geopolítica, história, cultura e atualidades são exploradas a fundo, revelando as relações de poder que movem o planeta.Se você deseja uma visão ainda mais aprofundada sobre a geopolítica mundial e assuntos da atualidade – seja você estudante, educador, professor ou entusiasta – considere apoiar o nosso trabalho. Nossos assinantes têm acesso a aulas e materiais exclusivos dentro do curso Geopolítica e Atualidades, um conteúdo riquíssimo e aprofundado.Acesse https://pay.hotmart.com/P104984502P?checkoutMode=10 e junte-se a nós!Neste episódio...A nossa equipe embarca na análise do Grupo H para desvendar as seleções: Espanha, Uruguai, Arábia Saudita e Cabo Verde. Começamos abrindo o tabuleiro geopolítico espanhol, conectando a rica simbologia do brasão de armas da seleção com a história de seus antigos reinos e a força dos movimentos separatistas atuais na Catalunha, Galícia e País Basco. Você vai entender como as tensões regionais, a herança do franquismo e o debate sobre imigração moldam o futebol do país e transformam clássicos como Real Madrid e Barcelona em verdadeiros embates de nações. Além de analisar os destaques da Furia, como as joias Lamine Yamal, Nico Williams e o volante Rodri, cruzamos o Atlântico rumo à América do Sul para entender o Uruguai, a famosa "Ilha da Estabilidade" que combina uma sólida reputação política com a sua histórica potência nos gramados. Aperte os cintos e venha decolar com a gente!Bom episódio!

GE Internacional
GE Inter #443 - Derrota com a pior atuação do ano?

GE Internacional

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 39:59


Esther Fischborn, Tomás Hammes e Luka Pumes analisam o 3 a 1 diante do Bragantino, no último jogo antes da parada para a Copa do Mundo. Pezzolano muda o time, mas Inter joga mal, escapa de goleada e segue à beira do Z-4. Aperte o play e ouça!

il posto delle parole
Marco Turati "Porte Aperte Festival"

il posto delle parole

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 12:19 Transcription Available


Marco Turati"Porte Aperte Festival"Musica Scrittura FumettoCremona, dal 4 al 7 giugno 2026XI Edizionewww.porteapertefestival.it In un panorama globale segnato da profonde incertezze e tensioni crescenti, la realtà ci appare frammentata e spesso contraddittoria. Quest'anno più che mai vogliamo quindi offrire uno spazio fisico e mentale in cui il confronto e la riflessione comune sostituiscano la paura e diventino strumento per trasformare l'inquietudine in partecipazione attiva e consapevole.Con questo respiro culturale e civile, l'Associazione Culturale Porte Aperte Festival, insieme al Comune di Cremona, è felice di annunciare che l'undicesima edizione del Porte Aperte Festival animerà la città dal 4 al 7 giugno, con la direzione artistica di Andrea Cisi, Mario Feraboli, Marco Turati, Marina Volonté, supportata dalla collaborazione di Michele Ginevra, del Centro Fumetto Andrea Pazienza e dell'Arcicomics di Cremona per la curatela del segmento dedicato al fumetto.Il tema di questa nuova edizione è DEMOS: che ci parla di collettività, integrazione e legami.Demos è cittadinanza e partecipazione attiva. È democrazia e incontro tra culture differenti che si contaminano. È il complesso, affascinante e sempre mutevole rapporto tra popolo e regole di convivenza, all'interno di una comunità. Demos è un altrove, dove i diritti dei più deboli vengono calpestati e la voce delle minoranze soffocata. Ed è proprio lì dove, viceversa, abbiamo pensato più importante accendere i riflettori. Grazia La Padula è l'artista che ha dato vita al manifesto di quest'anno: un'illustrazione poetica e nel contempo rivoluzionaria, che sfida convenzioni dogmi e stereotipi, parlandoci di incontri, affetti e cura, anche laddove dominano violenza e pregiudizi. Classe 1981, esordisce nel 2009 in Francia, dove vince i premi “Jeunes Talents” del Festival di Angoulêm e Écureuil découverte. In Italia pubblica storie brevi nell'antologia Zero tolleranza (edizioni Beccogiallo) e sulla rivista Mono (Tunué). Fra il 2011 e il 2014 escono i suoi due volumi Les échos invisibles, realizzati su testi e sceneggiatura di Tony Sandoval. L'anno successivo la versione integrale di questo graphic novel viene pubblicata in Italia da Tunué in un volume unico con il titolo di Echi invisibili. Dal 2005 tiene mostre personali e collettive in Italia e all'estero. Il giovedì pomeriggio nel Cortile di Palazzo Roncadelli Manna torna per il quinto anno l'appuntamento con “ALTER - Le stanze della traduzione” il partecipato ciclo di incontri dedicato alla pratica, all'etica e ai mondi della traduzione letteraria, inserito nel programma del PAF. ALTER immagina una stanza metaforica dove ricostruire lo spazio in cui i traduttori e traduttrici compiono ogni giorno un lavoro tanto fondamentale quanto invisibile: permettere alla letteratura di varcare frontiere, avvicinare culture e nutrire il nostro immaginario collettivo. Quest'anno siamo felici di accogliere Marco Federici Solari - studioso di letteratura comparata, editore e cofondatore de L'orma editore - Eusebio Trabucchi - curatore editoriale e traduttore, studioso di epistolari e semiotica dei monumenti - Donata Feroldi - traduttrice di grandi classici francesi nonché pilastro di ALTER dalla sua prima edizione - e Silvia Pozzi -professoressa di lingua cinese e traduzione all'Università di Milano Bicocca-.Per la sezione dedicata alla letteratura siamo felici di annunciare la partecipazione di grandi voci del panorama italiano tra cui Luca Bianchini, Annalisa Camilli, Gaja Cenciarelli, Paolo Di Paolo, Orazio Labbate, Christian Raimo, Veronica Raimo, Ilaria Rossetti, Elana Varvello. Il segmento del fumetto avrà ospite l'autrice del manifesto 2026, Grazia La Padula, insieme ad altri nomi italiani e internazionali. Tra questi, il fumettista iraniano Majid Bita che presenterà il suo graphic novel L'autobus incantato, dove l'autore torna a raccontare la realtà del suo Paese con uno sguardo insieme personale e collettivo. Per gli appuntamenti musicali, che avranno luogo presso il Cortile Federico II, citiamo – tra i vari ospiti - Ginevra Di Marco con il concerto-spettacolo dedicato a Luis Sepúlveda, Andrea Chimenti, già frontman dei Moda, uno dei gruppi capostipiti del rock italiano degli anni ‘80, oltre che prolifico autore e Tära, giovane cantautrice italiana di origini palestinesi, che ha infiammato il palco di Propaganda Live nel marzo 2026 esibendosi con i Subsonica nel brano "Straniero" (presente anche nel loro ultimo lavoro discografico). La sua musica unisce italiano, inglese e arabo, per raccontare la cultura palestinese. Confermato anche l'atteso format dei reading letterari, con ben tre appuntamenti, tra i quali si segnalano al momento Elena Radonicich e Paola Caridi (con sudari da Gaza). In attesa del festival, non possiamo non menzionare le anteprime di “Quartieri in giallo”, rassegna di romanzi polizieschi nei quartieri di Cremona, che ci accompagneranno fino all'inizio di giugno.• Venerdì 8 maggio ore 18.00 – Massimo Lugli presenta La gang delle 3 b (Newton Compton ed.)Conducono Beatrice e Marco Tanzi• Venerdì 15 maggio ore 18.00 – Grazia Scanavini presenta Burattinai (Salani ed.)Conduce Simona Frassi• Venerdì 22 maggio ore 18.00 – Jacopo De Michelis presenta La montagna nel lago (Giunti ed.)Conduce Riccardo Maruti• Venerdì 29 maggio ore 18.00 – Fulvio Ervas presenta L'insalvabile (Marsiglio ed.)Conduce Marco GhizzoniInoltre, per gli amanti del fumetto, un appuntamento di grande spessore si avrà• Sabato 9 maggio ore 17.00 con Leo Ortolani. Che presenterà il suo ultimo lavoro, Tapum (per Feltrinelli comics).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/

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GE Grêmio
GE Grêmio #442 - O trabalho de Luís Castro acabou?

GE Grêmio

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 39:41


Esther Fischborn, Eduardo Moura e Queki discutem a derrota por 3 a 1 para o Corinthians na Arena. Grêmio é superado com facilidade e torcida perde a paciência com Luís Castro. Treinador fica (até quando?), mas vice de futebol pede para sair. Aperte o play e ouça!

Plugado Podcast
COMENTANDO COMENTÁRIOS NO NIZOLÓGICO | JUNHO 26

Plugado Podcast

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 87:22


Hoje no Nizológico, Nizo Neto e Carlos Mafia respondem às perguntas mais absurdas da audiência e acabam passando por temas como Neymar, Copa do Mundo, bastidores da TV, realities, Gugu Liberato, Boninho, carreira artística, dublagem e histórias curiosas do mundo do entretenimento.Também tem relatos inéditos, opiniões sem filtro e as aleatoriedades que transformam qualquer comentário em uma conversa completamente imprevisível.Aperte o play e participe deixando sua pergunta para os próximos episódios.Afinal, aqui a gente cria o bicho solto.Nizo Neto: https://www.instagram.com/netonizo/Carlos Mafia: https://www.instagram.com/carlosmafia/Plugado Estúdios: instagram.com/plugadoestudiosPlugado Podcast: instagram.com/plugadopodcast

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Os acontecimentos mais quentes do mundo dos games reunidos em um só lugar. Neste episódio passamos pelos principais destaques da semana; Anúncios, lançamentos, polêmicas e tudo aquilo que movimentou a indústria nos últimos dias.De novidades inesperadas a discussões importantes, aqui você fica por dentro do que realmente importa, sem enrolação e com aquele olhar crítico que você já conhece.Se você quer se manter atualizado sem precisar garimpar informação por aí, esse episódio é pra você.Aperte start e vem com a gente.Redes Sociais:

Chutando a Escada
Bolsonarismo sem Bolsonaro nas eleições 2026

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later May 28, 2026 88:34


O que resta do bolsonarismo quando o próprio Bolsonaro está preso e inelegível? Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema-Direita, David Magalhães e Guilherme Casarões recebem Cláudio Gonçalves Couto (FGV-SP/OED), um dos principais especialistas em política brasileira, para discutir o bolsonarismo como governo-movimento, a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, o escândalo do Banco Master e o papel que os Estados Unidos de Trump desempenham na equação eleitoral de 2026. No boletim de notícias, David Magalhães analisa três episódios recentes que revelam as contradições internas da Rassemblement National: a fratura programática entre Marine Le Pen e Jordan Bardella sobre política econômica, a proposta de Le Pen de retirar a França do comando integrado da OTAN e a mais recente ofensiva do partido contra Kylian Mbappé — três janelas para compreender os limites da direita radical francesa às vésperas de 2027. Para encerrar, a dica cultural traz o livro Diálogos em Tempos Difíceis: Decifrando a Gramática da Nova Extrema-Direita, de Michel Gherman e Ronilso Pacheco (Editora Fósforo). Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX:  perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: David Magalhães (UFU / OED), Guilherme Casarões (FIU / OED) e Cláudio Gonçalves Couto (FGV-SP / OED). Inserção musical no final: Interpretação de Sarah Hester Ross de “The Day the Nazi Died” (Chumbawamba, 1993). Capa do episódio: O globo Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio CAULCUTT, Clea. French far right misses big targets but says it is on track for presidency. Politico, 26 maio 2026. FIESCHI, Catherine. “The French Far-right’s Foreign Policy: Big Ambitions, Uncertain Directions”. In: The Populist Turn in Middle Power Diplomacy. Washington: Carnegie Endowment for International Peace, maio 2026. GHERMAN, Michel; PACHECO, Ronilso. Diálogos em Tempos Difíceis: Decifrando a Gramática da Nova Extrema-Direita. São Paulo: Fósforo, 2026. MUDDE, Cas. Distinção conceitual entre direita radical e extrema-direita. PIRRO, Andrea. Sobre o conceito de far right como categoria guarda-chuva. Universidade de Bolonha. Capítulos 00:00 Introdução 02:00 Bolsonarismo como governo-movimento 23:00 A candidatura de Flávio Bolsonaro e o escândalo do Banco Master 43:00 Trump e a influência americana nas eleições de 2026 54:00 O futuro do Congresso e a ultradireita no Legislativo 01:03:00 Boletim OED: a crise interna da Rassemblement National 01:17:00 Mbappé e o nativismo lepenista 01:24:00 Dica cultural e encerramento The post Bolsonarismo sem Bolsonaro nas eleições 2026 appeared first on Chutando a Escada.

QueIssoAssim
QueIssoAssim 352 – Manda o Grogu (O Mandaloriano e Grogu)

QueIssoAssim

Play Episode Listen Later May 27, 2026 73:16


Que a Força esteja com você, ouvindo das galáxias mais distantes! No episódio de hoje do podcast QueIssoAssim, cruzamos a Orla Exterior para debater o mais novo capítulo cinematográfico de Star Wars. Aperte o cinto da Razor Crest, prepare o beskar e vem com a gente porque é hora de gritar: Manda o Grogu! Neste episódio, Brunão e Baconzitos recebem um convidado mais do que especial, especialista em cultura pop e tecnologia: o grande amigo Nick Ellis! Juntos, esse trio de caçadores de recompensas analisa tudo sobre o filme O Mandaloriano e Grogu (The Mandalorian & Grogu). O Retorno de Mando e Baby Yoda aos Cinemas Depois do sucesso estrondoso de suas três temporadas no Disney+, Din Djarin e a criaturinha mais adorável da cultura pop finalmente fazem o salto para o hiperespaço rumo às telonas. Mas será que a transição da série para o formato de longa-metragem funcionou? A direção de Jon Favreau: Como a assinatura do diretor impactou o ritmo do filme em comparação com a série. A evolução de Grogu: O amadurecimento do nosso querido "Baby Yoda" e sua dinâmica de pai e filho com o Mando. O Futuro de Star Wars: O que este filme representa para a nova era da Lucasfilm nos cinemas e os ganchos deixados para os próximos lançamentos. Siga o nosso convidado Nick Ellis nas redes e acompanhe seu excelente trabalho sobre cultura pop, tecnologia e ficção científica! Ficha Técnica do Episódio Podcast: QueIssoAssim – Episódio 352 Tema: O Mandaloriano e Grogu (The Mandalorian & Grogu) Hosts: Brunão e Baconzitos Convidado Especial: Nick Ellis Deixe seu Comentário! Este é o caminho! E para você, o filme superou as expectativas ou a fórmula da série cansou? O Nick Ellis trouxe os melhores argumentos? Deixe sua opinião nos comentários abaixo e venha debater conosco!

GE Grêmio
GE Grêmio #441 - Constrangimento na Sul-Americana na conta de Luís Castro?

GE Grêmio

Play Episode Listen Later May 27, 2026 42:27


Esther Fischborn, Rafael Favero e Queki analisam o empate contra o City Torque na Arena. Time de Luís Castro faz primeiro tempo sofrível, fica em segundo lugar em um grupo onde era claramente favorito e terá de disputar a repescagem no torneio, acrescentando dois jogos a mais no calendário. Aperte o play!

24 Mattino - Le interviste

La Regione Emilia-Romagna si spinge più avanti nella conciliazione famiglia-lavoro. A fine estate partirà una sperimentazione che riguarderà le scuole materne.Scuole aperte per facilitare il rientro al lavoro delle famiglie con attività quali laboratori, sport, musica, creatività, gioco, assistenza.Ne parliamo con Isabella Conti, assessora alla Scuola delle Regione Emilia-Romagna ed Antonello Giannelli, presidente dell'Associazione nazionale Presidi.

GE Internacional
GE Inter #442 - Falta de efetividade acaba com série invicta

GE Internacional

Play Episode Listen Later May 25, 2026 34:21


Esther Fischborn, Tomás Hammes e Luka Pumes analisam a derrota por 2 a 0 para o Vitória, que acabou com a sequência de sete jogos sem perder do Inter. Time de Pezzolano desperdiça muitas chances de gol, volta a vazar atrás e vai para a última rodada antes da parada para a Copa pressionado pela proximidade do Z-4. Aperte o play e ouça!

GE Grêmio
GE Grêmio #440 - Virada com assinaturas de Pavon e Carlos Vinicius

GE Grêmio

Play Episode Listen Later May 25, 2026 33:02


A apresentadora Esther Fischborn, o setorista Rafael Favero e a Voz da Torcida Quetelin Rodrigues, a Queki, passam a limpo o 3 a 2 sobre o Santos na Arena. Time de Luís Castro fica duas vezes atrás no placar, mas mostra força para virar com boa atuação coletiva e vários destaques individuais. Aperte o play e ouça!

Data Hackers
Google I/O 2026: Gemini, agentes de IA, busca inteligente e tudo que rolou no evento - Data Hakers News #110

Data Hackers

Play Episode Listen Later May 21, 2026 11:08


Está no ar, o Data Hackers News !! Os assuntos mais quentes da semana, com as principais notícias da área de Dados, IA e Tecnologia, que você também encontra na nossa Newsletter semanal, agora no Podcast do Data Hackers !!Aperte o play e ouça agora, o Data Hackers News dessa semana !Para saber tudo sobre o que está acontecendo na área de dados, se inscreva na Newsletter semanal:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.datahackers.news/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Conheça quem comenta as noticias do Data Hackers News:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Monique Femme⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Demais canais do Data Hackers:https://www.stateofdata.com.br/ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Site⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Linkedin⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Tik Tok⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠You Tube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

GE Botafogo
GE Botafogo #503 - Classificação em 1º encaminhada-

GE Botafogo

Play Episode Listen Later May 21, 2026 64:21


Claudio Portella, Letícia Marques, Matheus Andrade e Pedro Dep analisam a bela vitória do Botafogo na Copa Sul-Americana sobre o Independiente Petrolero, da Bolívia, que deixa o time na liderança isolada do grupo. Aperte o play!!!

GE Internacional
GE Inter #441 - Inter embala com goleada e melhor atuação do ano

GE Internacional

Play Episode Listen Later May 18, 2026 37:35


Esther Fischborn recebe Tomás Hammes e Luka Pumes para debater o 4 a 1 sobre o Vasco no Beira-Rio. Time de Pezzolano é letal nos contra-ataques, mantém sequência invicta e mostra evolução. Dá para esperar algo mais além dos 45 pontos? Aperte o play!

Chutando a Escada
81 anos depois: Rússia, Brasil e a memória da Segunda Guerra

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later May 14, 2026


O que sobrou, 81 anos depois, da Grande Guerra Patriótica para a Rússia, do desembarque da Força Expedicionária Brasileira em Monte Castelo para o Brasil e do legado de Yalta para a ordem internacional contemporânea? Neste episódio em parceria com o Observatório Rússia e América Latina, Daniela Vieira Secches (PUC Minas/Ruslat) recebe Mariana da Gama Janot (INCT-Ineu) e Valdir da Silva Bezerra (@o_russianista), mestre em Relações Internacionais pela Universidade Estatal de São Petersburgo e organizador, com Boris Zabolotsky, do livro 80 Anos da Vitória na Grande Guerra Patriótica (Blucher, 2025). A conversa atravessa a contribuição massiva (e hoje contestada) da União Soviética para a derrota do nazifascismo, a entrada do Brasil no conflito a partir das contradições do Estado Novo e o modo como a memória da guerra foi mobilizada, na era Putin, para preencher o vácuo de identidade aberto pelo colapso soviético. No bloco de notícias, Giovana Dias Branco e Leonardo Henrique Alves de Lima Nascimento, pesquisadores do Ruslat, repercutem o mês de abril: a reaproximação Rússia-Cuba em meio à crise energética da ilha, a suspensão temporária das exportações de fertilizantes russos e seu impacto sobre o agronegócio brasileiro, o relatório sobre o treinamento de mais de mil criadores de conteúdo latino-americanos com participação da RT em espanhol, e a Holding Accountable Russian Mercenaries Act 2.0 (HARM Act 2.0), projeto bipartidário que tenta requalificar o Grupo Wagner e seus sucessores como organizações terroristas no contexto da intervenção dos EUA na Venezuela. No último bloco, Laura Schneider de Lima (PUC Minas/Ruslat) conversa com Boris Zabolotsky (Unifacs) sobre a insegurança ontológica da Rússia no pós-Guerra Fria e indica três filmes incontornáveis para pensar a guerra sem glorificá-la. Aperte o play. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Daniela Vieira Secches (PUC Minas / Ruslat), Valdir da Silva Bezerra (Ruslat), Mariana da Gama Janot (Programa de Pós-Graduação San Tiago Dantas), Giovana Dias Branco (Ruslat), Leonardo Henrique Alves de Lima Nascimento (Ruslat), Laura Schneider de Lima (Ruslat) e Boris Zabolotsky (Universidade Salvador – Unifacs / Ruslat). Capa do episódio: “Raising a flag over the Reichstag”, Yevgeny Khaldei, 2 de maio de 1945. Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio BEZERRA, Valdir da Silva; ZABOLOTSKY, Boris (orgs.). 80 anos da vitória na Grande Guerra Patriótica: memória, reconstrução e perspectivas. São Paulo: Blucher, 2025. Disponível em: https://www.blucher.com.br/bezerra-zabolotsky-os-80-anos-da-vitoria-na-grande-guerra-patriotica-memoria-reconstrucao-e-perspectivas. FERRAZ, Francisco César Alves. A guerra que não acabou: a reintegração social dos veteranos da Força Expedicionária Brasileira (1945-2000). 2003. Tese (Doutorado em História Social) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2003. Disponível em: https://repositorio.usp.br/item/001295507. VAÏSSE, Maurice. As relações internacionais desde 1945. Lisboa: Edições 70. Disponível em: https://www.estantevirtual.com.br/livro/as-relacoes-internacionais-desde-1945-HLQ-9833-000-BK. ESTADOS UNIDOS. Congresso. Câmara dos Representantes. Holding Accountable Russian Mercenaries Act 2.0 (HARM Act 2.0). Projeto de lei bipartidário, 2026. Disponível em: https://joewilson.house.gov/sites/evo-subsites/joewilson.house.gov/files/evo-media-document/wilssc_082_xml-20.pdf. KLIMOV, Elem (dir.). Vá e veja [Idi i smotri]. URSS: Mosfilm; Belarusfilm, 1985. 142 min. ROMM, Mikhail (dir.). O fascismo cotidiano [Obyknovennyy fashizm]. URSS: Mosfilm, 1965. 130 min. Documentário. BALAGOV, Kantemir (dir.). Uma mulher alta [Dylda]. Rússia: Non-Stop Production, 2019. 137 min. ASSAYAS, Olivier (dir.). O mago do Kremlin [The Wizard of the Kremlin]. França/Reino Unido, 2025. Mencionado em entrevista. Capítulos 00:00 — Abertura: 81 anos do fim da Segunda Guerra Mundial 00:04 — Valdir Bezerra: a Grande Guerra Patriótica e o legado soviético contestado 00:10 — Mariana Janot: Estado Novo, FEB e a memória disputada da participação brasileira 00:18 — Era Putin: memória, identidade nacional e renascimento militar 00:24 — O Brasil hoje: defesa, paz e o legado contra o fascismo 00:31 — Boletim Ruslat: Cuba, fertilizantes e a guerra informacional 00:37 — Leonardo Nascimento: Grupo Wagner, Venezuela e a geoeconomia do petróleo 00:44 — Boris Zabolotsky: insegurança ontológica, América Latina e três filmes contra a glorificação The post 81 anos depois: Rússia, Brasil e a memória da Segunda Guerra appeared first on Chutando a Escada.

Data Hackers
Prime Video vira a TikTok dos Streamings; Apple e Intel negociam nova parceria; Anthropic “lê pensamentos” da sua Inteligência Artificial - Data Hackers News #109

Data Hackers

Play Episode Listen Later May 13, 2026 11:57


Lançamento oficial do State of Data Brazil 2025/2026; OpenAI lança GPT-5.5 ; Anthropic explica queda de qualidade no Claude Code - Data Hackers News #107Está no ar, o Data Hackers News !! Os assuntos mais quentes da semana, com as principais notícias da área de Dados, IA e Tecnologia, que você também encontra na nossa Newsletter semanal, agora no Podcast do Data Hackers !!Aperte o play e ouça agora, o Data Hackers News dessa semana !Para saber tudo sobre o que está acontecendo na área de dados, se inscreva na Newsletter semanal:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.datahackers.news/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Conheça quem comenta as noticias do Data Hackers News:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Monique Femme⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Demais canais do Data Hackers:https://www.stateofdata.com.br/ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Site⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Linkedin⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Tik Tok⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠You Tube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

GE Botafogo
GE Botafogo #500 - Resultado melhor que o esperado

GE Botafogo

Play Episode Listen Later May 11, 2026 70:43


Claudio Portella, Maria Clara Modesto, Letícia Marques e Pedro Dep analisam o empate contra o Atlético-MG fora de casa e projetam o jogo da volta contra a Chapecoense pela Copa do Brasil. Aperte o play!!!

GE Internacional
GE Inter #439 - As duas faces do empate em Curitiba e a decisão na Copa do Brasil

GE Internacional

Play Episode Listen Later May 11, 2026 36:50


Esther Fischborn e Luka Pumes, da Voz da Torcida, debatem o 2 a 2 com o Coritiba pelo Campeonato Brasileiro e projetam o jogo de volta contra o Athletic, pela quinta fase da Copa do Brasil. Aperte o play!

Chutando a Escada
EUA x China: A luta pelo poder global

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later May 8, 2026 33:06


Para entender a disputa entre Estados Unidos e China é preciso recuar até 1776. Essa é a tese de Pedro Costa Jr., editor de Geopolítica e Relações Internacionais do jornal GGN, doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo e autor do recém-lançado Estados Unidos versus China, a luta pelo poder global, publicado pela Editora Escuta. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório Político dos Estados Unidos, Tatiana Teixeira, editora-chefe do OPEU, e Yasmin Reis, pesquisadora do OPEU e doutoranda em Relações Internacionais pelo Programa Interinstitucional Santiago Dantas, recebem Pedro para uma conversa que articula teoria do poder global, história de longa duração e conjuntura contemporânea. A entrevista atravessa o encontro secreto entre Henry Kissinger e Zhou Enlai em 1971, a histórica visita de Nixon a Mao Tse Tung em 1972, o trauma do Vietnã, a reforma e abertura conduzida por Deng Xiaoping, a entrada da China na Organização Mundial do Comércio em 2001, o pivô fracassado de Barack Obama para a Ásia e o consenso bipartidário em Washington em torno da contenção global da China. Pedro discute por que Washington despertou tarde demais para o que Giovanni Arrighi chamou de transferência da fábrica e do cofre do mundo do Atlântico para o Pacífico e o que a aliança sem limites entre China e Rússia, firmada vinte dias antes da invasão da Ucrânia, sinaliza sobre o fim da velha ordem mundial liberal. Aperte o play. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Tatiana Teixeira (OPEU), Yasmin Reis (OPEU; PPGRI Santiago Dantas), Pedro Costa Jr. (GGN; USP). Capa do episódio: FT Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio ANDERSON, Perry. “Balanço do neoliberalismo”. In: SADER, Emir; GENTILI, Pablo (orgs.). Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o Estado democrático. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. ARRIGHI, Giovanni. O longo século XX: dinheiro, poder e as origens do nosso tempo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996. ARRIGHI, Giovanni. Adam Smith em Pequim: origens e fundamentos do século XXI. São Paulo: Boitempo, 2008. ARRIGHI, Giovanni; SILVER, Beverly J. Caos e governabilidade no moderno sistema mundial. Rio de Janeiro: Contraponto, 2001. COSTA JR., Pedro. Estados Unidos versus China: a luta pelo poder global. São Paulo: Editora Escuta, 2025. FUKUYAMA, Francis. O fim da história e o último homem. Rio de Janeiro: Rocco, 1992. HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos: o breve século XX (1914-1991). São Paulo: Companhia das Letras, 1995. KAGAN, Robert. The World America Made. New York: Knopf, 2012. KISSINGER, Henry. Sobre a China. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011. VELASCO E CRUZ, Sebastião C. Os Estados Unidos no desconcerto do mundo. São Paulo: Editora Unesp, 2010. WALLERSTEIN, Immanuel. O declínio do poder americano. Rio de Janeiro: Contraponto, 2004. Capítulos: 00:00 Introdução e apresentação do convidado 02:30 Por que os anos 1970 são o ponto nevrálgico da relação sino-americana 09:00 De fábrica a cérebro do mundo, a transferência geoeconômica para o Pacífico 17:00 A viagem secreta de Kissinger e o jantar com Mao Tse Tung 27:00 O atropelo diplomático, o tempo milenar do império do meio 40:00 A janela perdida, por que os Estados Unidos não pararam a China em 1989 55:00 O consenso bipartidário em Washington pela contenção da China 1:01:00 A aliança sem limites entre Pequim e Moscou e o fim da velha ordem liberal The post EUA x China: A luta pelo poder global appeared first on Chutando a Escada.

GE Botafogo
GE Botafogo #499 - O brilho de Danilo

GE Botafogo

Play Episode Listen Later May 7, 2026 74:52


Claudio Portella, Rafael Barros, Rafael Bizarelo e Pedro Dep analisa a vitória contra o Racing por 2 a 1 pela Copa Sul-Americana em mais uma noite em que Danilo foi decisivo. Aperte o play!!!

Data Hackers
Top 10 empresas mais admiradas no Brasil, segundo State of Data; Brazil 2026; Brasil entra no centro da disputa entre EUA e China pela IA; Lançamento do ChatGPT Imagens 2.0 - Data Hackers News #108

Data Hackers

Play Episode Listen Later May 6, 2026 9:45


Está no ar, o Data Hackers News !! Os assuntos mais quentes da semana, com as principais notícias da área de Dados, IA e Tecnologia, que você também encontra na nossa Newsletter semanal, agora no Podcast do Data Hackers !!Aperte o play e ouça agora, o Data Hackers News dessa semana !Para saber tudo sobre o que está acontecendo na área de dados, se inscreva na Newsletter semanal:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.datahackers.news/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Conheça quem comenta as noticias do Data Hackers News:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Monique Femme⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Demais canais do Data Hackers:⁠https://www.stateofdata.com.br/⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Site⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Linkedin⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Tik Tok⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠You Tube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Chiesa Cristiana Evangelica Sola Grazia
Il miracolo delle porte aperte del cielo

Chiesa Cristiana Evangelica Sola Grazia

Play Episode Listen Later May 3, 2026 44:21


Sermone predicato nella Chiesa Cristiana Evangelica "Sola Grazia" di Caltanissetta il 03/05/2026 Testo biblico: Salmo 24 Predicatore: Nazzareno Ulfo Ascolta altri sermoni nella nostra pagina dedicata: https://www.sermoni.solagrazia.it/

Chutando a Escada
A vitória de Péter Magyar na Hungria

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 60:49


Em abril de 2026, depois de 16 anos no poder, Viktor Orbán foi derrotado nas urnas húngaras pelo deputado Péter Magyar e seu partido Tisza. Para Aline Burni, Research Fellow no ODI Global (Bruxelas) e pesquisadora do Observatório da Extrema Direita, o resultado é histórico. Mas o desafio de desmontar a “democracia iliberal” construída ao longo de quatro mandatos consecutivos é incomparavelmente mais complexo do que vencer uma eleição. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema Direita, David Magalhães (UFU; OED) e Guilherme Casarões (FIU) recebem Aline para discutir o legado de Orbán como “vitrine” e laboratório da direita radical, a coalizão negativa que viabilizou a vitória de Magyar e os impactos da queda do principal aliado de Moscou na União Europeia sobre a guerra na Ucrânia, as redes transnacionais reacionárias e a articulação geopolítica entre Trump, Bruxelas e Pequim. No segundo bloco, em substituição ao tradicional boletim de notícias, David traça um perfil de Peter Thiel após sua visita a Javier Milei na Casa Rosada, recorrendo a Quinn Slobodian (Crack-Up Capitalism) para situar o cofundador da Palantir na constelação de figuras (Patri Friedman, Curtis Yarvin, Hans-Hermann Hoppe) que pavimentam um projeto de “fuga da democracia” pela via da fragmentação jurisdicional. O episódio fecha com uma dica cultural crítica sobre Por Dentro da Machosfera, documentário recém-lançado na Netflix por Louis Theroux. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Aline Burni (ODI Global; OED), David Magalhães (UFU; OED), Guilherme Casarões (FIU). Inserção musical no final: “The Day the Nazis Died”, interpretação de Sarah Hester Ross. Capa do episódio: Cepa.org Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio: HOPPE, Hans-Hermann. Democracia: O Deus que Falhou — A economia e a política da monarquia, da democracia e da ordem natural. São Paulo: Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2014. POR DENTRO da Machosfera. Direção: Louis Theroux. Estados Unidos/Reino Unido: Netflix, 2026. Documentário (streaming). SLOBODIAN, Quinn. Crack-Up Capitalism: market radicals and the dream of a world without democracy. New York: Metropolitan Books, 2023. THIEL, Peter. The Education of a Libertarian. Cato Unbound, 13 abr. 2009. Disponível em: https://www.cato-unbound.org/2009/04/13/peter-thiel/education-libertarian/ Capítulos: 00:00 Introdução 03:00 Aline Burni: o legado de 16 anos de Viktor Orbán 09:00 Por que o modelo iliberal ruiu nas urnas 14:00 A coalizão negativa por trás de Péter Magyar 21:00 Reconstruir a democracia: os obstáculos institucionais 26:00 A internacional reacionária sem o Orbán 37:00 Quem é Peter Thiel? Perfil de um arquiteto antidemocrático 55:00 Dica cultural: Por Dentro da Machosfera The post A vitória de Péter Magyar na Hungria appeared first on Chutando a Escada.

Data Hackers
Lançamento oficial do State of Data Brazil 2025/2026; OpenAI lança GPT-5.5 ; Anthropic explica queda de qualidade no Claude Code - Data Hackers News #107

Data Hackers

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 8:31


Está no ar, o Data Hackers News !! Os assuntos mais quentes da semana, com as principais notícias da área de Dados, IA e Tecnologia, que você também encontra na nossa Newsletter semanal, agora no Podcast do Data Hackers !!Aperte o play e ouça agora, o Data Hackers News dessa semana !Para saber tudo sobre o que está acontecendo na área de dados, se inscreva na Newsletter semanal:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.datahackers.news/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Conheça quem comenta as noticias do Data Hackers News:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Monique Femme⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Demais canais do Data Hackers:https://www.stateofdata.com.br/ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Site⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Linkedin⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Tik Tok⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠You Tube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Ondefurlane
Ator Ator 28.04.2026 Ville aperte- itineraria - FEFF

Ondefurlane

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 25:05


GE Botafogo
GE Botafogo #496 - Empate em Brasília e bastidores fervendoo

GE Botafogo

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 71:43


Claudio Portella, Daniel Botelho, Leticia Marques e Pedro Dep analisam o empate de 2 a 2 com o Internacional no Mané Garrincha e repercutem os bastidores no Botafogo. Aperte o play!

GE Grêmio
GE Grêmio #432 - Vitória da afirmação de Gabriel Mec?

GE Grêmio

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 35:19


Esther Fischborn, Rafael Favero e Queki analisam o 1 a 0 sobre o Coritiba na Arena. Time de Luís Castro não tem grande atuação, mas faz o dever de casa e respira na tabela com gol e boa atuação de Gabriel Mec. Jovem promessa abre novas perspectivas para ele e para o time? Aperte o play e ouça!

Backdoor podcast
Eurolega: habemus playoff tra serie aperte, arbitri e Mike James

Backdoor podcast

Play Episode Listen Later Apr 25, 2026 43:10


Nell'ultima puntata del podcast in collaborazione con Eurodevotion prima dell'inizio dei playoff, ovviamente parliamo di come son andati i play-in di quello che è successo nelle tre partite con atteggiamenti sorprendenti, un protagonista inaspettato e altri invece molto più attesi. Ma ora si fa sul serio e non si scherza più. Iniziano i playoff e non ci sarà una serie facile, una serie chiusa o il favorito d'obbligo. C'è chi parte in vantaggio ma gli altri non sono vittime. Scopriamo di più su queste serie.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/backdoor-podcast--4175169/support.

Santa Zuera
299 - Ex Cathedra Vida fora da Terra | Santa Zuera

Santa Zuera

Play Episode Listen Later Apr 16, 2026 106:09


E aiiiiiii Diooooovens!! No episódio de hoje, vamos entrar em uma pergunta que parece coisa de filme, mas que levanta questões profundas sobre fé, criação e o poder de Deus: e se a Igreja encontrasse vida fora da Terra? Será que a existência de alienígenas destruiria a fé cristã? A Igreja mudaria sua doutrina? Jesus teria morrido também por outras criaturas? E como o catolicismo olha para a possibilidade de existir vida inteligente em outros planetas? Hoje vamos conversar sobre o que a Igreja realmente ensina — e também sobre aquilo que ela nunca afirmou. Vamos descobrir que acreditar em Deus Criador não limita o universo à Terra, e por que a grandeza da criação pode ser muito maior do que imaginamos. Também vamos refletir sobre como muitos confundem ciência com oposição à fé, quando na verdade a própria Igreja sempre incentivou a busca pela verdade. Afinal, se Deus criou todo o universo, não existe descoberta verdadeira que possa contradizer Aquele que é a própria Verdade. E mais importante ainda: vamos entender por que, existindo ou não vida fora da Terra, nada muda a centralidade de Jesus Cristo, da salvação e do amor de Deus pela humanidade. Então, se você quer mergulhar nessa conversa entre teologia, ciência e mistério, não perca este episódio! Está pronto para olhar para o céu de um jeito totalmente diferente? Aperte o play agora mesmo e compartilhe com amigos e familiares que também já se perguntaram: “e se não estivermos sozinhos no universo?”

Brasil Paralelo | Podcast
PÁSCOA | Rasta News

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Apr 12, 2026 18:45


As velhas notícias de sempre, com um humor nunca dantes visto na história deste país, apresentado pelo Rasta, com o melhor do seu entendimento.

GE Atlético-MG
GE Atlético-MG #528 - Derrota inédita

GE Atlético-MG

Play Episode Listen Later Apr 9, 2026 63:55


“Não podemos permitir atuação assim”. A fala do técnico Eduardo Dominguez resumiu a derrota do Atlético para o Puerto Cabello, na Venezuela, na estreia na Copa Sul-americana. Carol Leandro, Ricardo Gonzalez, Rodrigo Fonseca e Rodrigo Franco analisam o desempenho ruim do time reserva do Galo, que perdeu para um time venezuelano pela primeira vez. O próximo desafio, contra o Santos, pelo Brasileirão, também é destaque no bate-papo. Aperte o play!

Data Hackers
Bemol traz para o Brasil o Workstation IA Acer Veriton GN100 NVIDIA GB10; NVIDIA lança NemoClaw para rodar agentes de IA local - Data Hackers News #107

Data Hackers

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 18:28


De um lado, a chegada (aqui no Brasil) de um mini workstation com potência de nível data center para rodar IA localmente; do outro, o lançamento do NemoClaw, uma nova solução open source focada em agentes de IA mais seguros, de maneira local e prontos para uso corporativo.Aperte o play e ouça agora, o Data Hackers News dessa semana !Para saber tudo sobre o que está acontecendo na área de dados, se inscreva na Newsletter semanal: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.datahackers.news/Conheça nossos comentaristas do Data Hackers News: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Monique Femme⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, Lider Executiva do Data Hackers, e Leon Sólon Especialista em Inteligência Artificial Aplicada. ⁠Matérias/assuntos comentados:Blog Data Hackers: Chega ao Brasil NVIDIA Grace Blackwell: o computador projetado para uso avançado de Inteligência Artificial Assista ao vídeo: Workstation IA Acer Veriton GN100 NVIDIA GB10 - Testado em primeira mão pelo Data HackersDemais canais do Data Hackers:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Site⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Linkedin⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Tik Tok⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠You Tube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Chutando a Escada
Ecologia da mente e extrema-direita

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 70:01


O que há em comum entre uma bateria antiaérea da Segunda Guerra Mundial, os algoritmos do WhatsApp e o bolsonarismo? Para Letícia Cesarino, professora associada de Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina, a resposta está na cibernética. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema Direita, David Magalhães e Guilherme Casarões recebem Letícia para discutir seu artigo recém-publicado na revista Current Anthropology: “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil“, no qual ela aplica o quadro teórico da ecologia da mente, desenvolvido pelo antropólogo Gregory Bateson, para reler o bolsonarismo como um sistema tecnopolítico. No bloco de notícias, David traz dois termômetros da extrema-direita global: os resultados das eleições municipais na França, que revelam o avanço territorial do Rassemblement National a despeito de um teto de vidro nas grandes cidades, e as eleições húngaras de abril, onde Peter Magyar desafia 15 anos de governo Orbán. E ainda tem, no último bloco, dica cultural. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Letícia Cesarino (UFSC), David Magalhães e Guilherme Casarões Capa do episódio: Agência Brasil (CC BY 3.0 BR) Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Capítulos: 00:00 — Abertura 00:02 — Entrevista: ecologia da mente, cibernética e extrema-direita digital 00:32 — Bolsonarismo, populismo e públicos digitais artificiais 00:45 — Radicalização, a lacuna online-offline e os limites da etnografia 00:57 — Boletim: França — eleições municipais e o Rassemblement National 01:03 — Boletim: Hungria — Orbán e Peter Magyar às vésperas das eleições de abril 01:08 — Dica cultural: Feels Good Man (Amazon Prime, 2020) Citados no episódio CESARINO, Letícia. “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil”. Current Anthropology, 2026. BATESON, Gregory. Steps to an Ecology of Mind. Chandler, 1972. GALISON, Peter. “The Ontology of the Enemy: Norbert Wiener and the Cybernetic Vision”. Critical Inquiry, v. 21, n. 1, 1994. WIENER, Norbert. Cybernetics: Or Control and Communication in the Animal and the Machine. MIT Press, 1948. MASSUMI, Brian. Ontopower: War, Powers, and the State of Perception. Duke University Press, 2015. SIMONDON, Gilbert. L’individuation à la lumière des notions de forme et d’information. Jérôme Millon, 2005. LIFTON, Robert Jay. The Nazi Doctors: Medical Killing and the Psychology of Genocide. Basic Books, 1986. EASTON, David. A Systems Analysis of Political Life. Wiley, 1965. Documentário Feels Good Man. Direção: Arthur Jones. EUA, 2020. Disponível na Amazon Prime. Chute 391 — Transcrição Parceria Chutando a Escada e Observatório da Extrema Direita Publicado em 26 de março de 2026 Abertura David Magalhães: Olá, pessoal! Sejam bem-vindos e bem-vindas a mais um episódio da parceria entre o Chutando a Escada e o Observatório da Extrema Direita — o primeiro episódio de 2026. A partir de agora, nos encontramos sempre na última semana de cada mês com episódios dedicados a discutir a extrema-direita em suas dimensões globais, teóricas e também reagindo ao calor dos acontecimentos. Para quem já acompanha o podcast, vale lembrar que nosso programa segue dividido em três blocos. No primeiro, trazemos uma entrevista mais aprofundada com pesquisadores e pesquisadoras que estão na linha de frente desse debate. Depois, passamos para um boletim com as análises das principais notícias envolvendo a extrema-direita global. E, para fechar, uma dica cultural sempre conectada com o universo do extremismo de direita — pode ser um livro, um filme, uma série, uma produção musical. Peço que você fique conosco até o fim, porque a dica deste episódio está completamente relacionada com o tema da nossa entrevista. Vamos lá. Entrevista — Letícia Cesarino David Magalhães: Estou aqui com o meu amigo Guilherme Casarões para receber a nossa convidada deste episódio, que é a Letícia Cesarino. A Letícia é professora associada de Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina e também uma das novas integrantes do Observatório da Extrema Direita. Aproveitamos para dar as boas-vindas — é um prazer ter você conosco, não só no episódio, mas também no Observatório. Nos últimos cinco anos, a Letícia desenvolveu uma pesquisa bastante aprofundada e relevante sobre antropologia digital, extrema-direita e redes sociais. E, mais recentemente, ela acaba de publicar — acabou de sair do forno — um artigo bastante interessante e instigante na revista Current Anthropology. O artigo se intitula “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil” — algo como uma abordagem da ecologia da mente aplicada aos públicos de extrema-direita no Brasil. A ideia deste episódio é discutir esse novo artigo. Letícia, você mobiliza um quadro teórico bastante sofisticado, especialmente ao trazer a ideia de ecologia da mente — ecology of mind —, que vem do trabalho de Gregory Bateson, um antropólogo e linguista britânico importante do século XX. Confesso que não o conhecia; encontrei o livro dele em PDF na internet e li um pouco para me inteirar de como você adota e aplica esse quadro teórico para discutir redes sociais e extrema-direita brasileira. Fiquei bastante interessado no uso do termo “cibernético”, porque para ouvidos contemporâneos ele remete imediatamente ao universo digital, de redes e internet. Mas as principais obras de Bateson são publicadas logo após a Segunda Guerra, nos anos 1960 e 1970 — embora ele tenha iniciado seu desenvolvimento nos anos 1930 —, e ele não estava falando exatamente de internet. Isso me gerou dúvidas. Antes de falarmos da aplicação propriamente dita, você poderia nos explicar um pouco sobre essa abordagem e esse quadro teórico? Bateson propõe tudo isso muito antes da chamada terceira revolução industrial. Letícia Cesarino: Oi, David, Casarões. É um grande prazer estar aqui com vocês no podcast e também no Observatório da Extrema Direita como um todo. Obrigada pelo convite. Acho que esse artigo é um bom gancho para trabalharmos questões da minha abordagem mais específica para a extrema-direita, porque, diferente de muitos que trabalham nesse campo, eu não venho dos estudos da política. Sou uma antropóloga cuja área de origem é a antropologia da ciência e tecnologia — sempre foi assim, desde a graduação —, e nos últimos anos fui transitando para essas questões das mediações digitais, das plataformas e da cibernética. O meu olhar para a extrema-direita é, portanto, um olhar tecnopolítico. O meu interesse é entender essa dimensão relativamente pouco trabalhada nas ciências sociais: o papel das máquinas, o papel da técnica, o papel das infraestruturas técnicas na conformação dessa força política e, mais especificamente no caso desse artigo, dos ecossistemas digitais de extrema-direita. A ecologia da mente e o Bateson — nos últimos anos consolidei em torno da obra dele um arcabouço que remeto também a outros autores da antropologia e da área dos estudos de mídia e tecnopolítica, para desenvolver uma perspectiva que veja agência humana e maquínica juntas, de forma recursiva. E aí a cibernética — podemos começar por ela, esclarecendo o termo. O termo remete a computadores, o que faz sentido, porque a cibernética clássica dos anos 1940, a de Norbert Wiener, o matemático estadunidense que inventou o termo, também deu origem à indústria de tecnologia que temos hoje. Existe, portanto, uma continuidade entre o que chamamos de cibernética hoje e o que era a cibernética como superciência da comunicação e do controle, tanto nos sistemas maquínicos como nos sistemas animais, incluindo o humano. Gregory Bateson fez parte do grupo original das chamadas Conferências Macy, nos anos 1940. Mas depois da Segunda Guerra houve uma bifurcação: uma linha foi trabalhar o que chamo de cibernética das máquinas — Norbert Wiener, Von Neumann, todos os nomes precursores da indústria de tecnologia, da construção dos computadores, da inteligência artificial —, enquanto Bateson foi trabalhar a questão da cibernética dentro de uma chave mais próxima da teoria da evolução e da história natural, o que chamo de cibernética da vida. Ele tem um arcabouço que inclui a cibernética das máquinas, os princípios comuns do funcionamento de máquinas cibernéticas, humanos e animais, mas vai além, trazendo as camadas extras que o humano coloca na relação com a máquina. Nesse sentido, a ecologia da mente inclui a cibernética, mas é maior. É a partir desse ponto de vista que tenho olhado para a participação de máquinas cibernéticas — que, no fundo, hoje são basicamente algoritmos, e a evolução dos algoritmos são as inteligências artificiais — e como elas influem e participam em processos que entendemos como políticos, mas que, na verdade, são tecnopolíticos, porque têm cada vez mais a participação de agências não humanas, agências maquínicas. Guilherme Casarões: Letícia, eu também ficava intrigado com essa terminologia cibernética. Lembro que na faculdade, na aula de sociologia, tive contato com David Easton, que aplicava a cibernética aos sistemas políticos e aos sistemas humanos em geral. Sempre achei curioso que não tivesse a ver com computador — essa foi a maneira como sempre encaramos o termo. Mas toda teoria de sistemas convida a um tipo de abordagem cibernética, com essa linguagem muito interessante de inputs e outputs, de como os sistemas funcionam. Trazer isso de volta à discussão é fundamental. E você argumenta no seu texto que a infraestrutura das redes sociais carrega uma espécie de ontologia do inimigo, herdada dessa cibernética militar da Segunda Guerra Mundial. Como essa visão do ser humano como um servomecanismo — um animal a ser controlado por algoritmos — cria uma afinidade eletiva com a lógica da guerra e a desumanização do outro praticadas pela extrema-direita? Letícia Cesarino: Ótima pergunta. É um bom gancho para colocarmos mais camadas na questão da cibernética. O que tentaram fazer nos anos 1940 — e é importante notar que a cibernética nasce do esforço de guerra, do esforço de guerra dos americanos entrando na Segunda Guerra contra o nazifascismo; a primeira conferência foi em 1946, se não me engano — era produzir conhecimento básico, porque a cibernética é uma ciência que explicaria formas comuns de funcionamento de máquinas cibernéticas, de animais e de humanos. O que têm em comum entre o funcionamento desses sistemas? A cibernética gira em torno da ideia não só de input e output, mas principalmente do feedback — quando o output volta para o sistema como input. O coração da cibernética é essa questão da recursividade, ou causalidade circular, que é uma característica de qualquer organismo vivo e também de máquinas construídas à imagem e semelhança desses organismos, ou seja, máquinas que tomam decisões sozinhas. Essa é, para mim, a principal definição de máquina cibernética, porque os algoritmos fazem isso. Mas muito antes da indústria de tecnologia, outras máquinas já faziam isso — como a própria máquina a vapor de James Watt, que é a base do que Marx, no uso grundrissiano, chama de automata. Ele já identificou no século XIX que havia máquinas sendo incorporadas nas infraestruturas do trabalho que tomavam decisões sozinhas — ainda muito rudimentares, mas a ideia de que as máquinas começam a dar o ritmo do trabalho humano já estava colocada desde o século XIX. A cibernética dos anos 1940 traz para o centro essa questão da guerra, que é quando houve um pico na produção dessas máquinas antes da indústria de tecnologia propriamente dita. Peter Galison — um dos grandes historiadores da ciência, físico de formação — tem um artigo no qual trabalha a ontologia da cibernética de Wiener a partir do contexto de guerra. Ele vai elaborar o que seria essa ontologia do inimigo de guerra a partir da cibernética. Ele faz uma progressão que vale a pena resgatar brevemente aqui. Quando você está numa conjuntura de guerra — uma conjuntura de exceção, isso é importante —, você precisa desumanizar seu inimigo, porque assim vai torná-lo eliminável. Em modelos de guerra anteriores, até a Primeira Guerra, quando você tinha que confrontar seu inimigo no corpo a corpo com uma baioneta ou uma arma de fogo de curto alcance, a forma de desumanização era através de analogias com animais, com monstros. Galison trabalha, por exemplo, cartas de soldados americanos que representam os japoneses através de analogias com ratos, com vermes. Essa é uma forma de desumanização. A segunda forma seria a da Segunda Guerra, que compartilha com a cibernética essa ideia do servomecanismo — um híbrido de humano-máquina. Quando Norbert Wiener começou a desenvolver a cibernética para produzir artilharia antiaérea — máquinas que conseguissem calcular sozinhas a trajetória do caça inimigo para atirar antes de o avião chegar, e o projétil encontrar o alvo no meio da trajetória —, o que o servomecanismo significa? Por que essa imagem do inimigo desumaniza? Porque não interessa quem está dirigindo aquele avião. O que interessa é como aquele avião se comporta — e um comportamento que possa ser previsto e controlado. É um tipo de desumanização cibernética. E podemos pensar também em outras formas de desumanização que evoluem com a guerra, como essa guerra de videogame que temos hoje, onde o inimigo não é sequer visto — é quase como algo da fantasia dos videogames. Isso sempre acompanha a guerra. A cibernética é uma boa epistemologia para entender contextos de exceção, conjunturas de guerra, conjunturas de crise que não se superam, porque são conjunturas de grande instabilidade, de não linearidade, com essa tendência à bifurcação do corpo social. Essas são ferramentas melhores para esse tipo de conjuntura do que muitas das ferramentas clássicas das ciências sociais — Durkheim, por exemplo, desenvolveu ferramentas em sua maioria para contextos de estabilidade, de paz, onde o social está mais estruturado, mais previsível e regido por normas. Num contexto de exceção, de crise e de guerra, o social muda de modo de funcionamento. Uma das hipóteses do meu próximo livro é a de que o social de guerra, de exceção e de crise, funciona em outra dinâmica, e que a cibernética tem boas ferramentas para entender isso, inclusive as formas de desumanização que tendem a se proliferar nesses contextos. David Magalhães: Excelente. Acho que é um bom gancho para avançarmos para a parte do seu texto em que você enquadra todo esse arcabouço para compreender a extrema-direita em ambiente digital. As principais linhas interpretativas preocupadas em compreender a ascensão dessa onda ultradireitista global olham para a questão ideológica, para eleitores frustrados, para a relação desses eleitores com a globalização e com a crise da democracia liberal. Mas você propõe algo diferente: observar esse fenômeno como um grande organismo cibernético, um sistema no qual humanos — lideranças, influenciadores, seguidores — e máquinas — algoritmos do WhatsApp, do Telegram, de redes sociais — operam de maneira integrada, como parte de um ecossistema. O que ganhamos analiticamente ao fazer esse deslocamento? Letícia Cesarino: São muitas camadas. Uma das coisas que acho importante — sempre começo palestras com isso — é a questão do ciborgue. O que é o ciborgue? É um híbrido de humano-máquina, outra forma de falar no servomecanismo. Mas temos essa imagem fantasiosa do ciborgue que vem da ficção científica, a de que seria um indivíduo com partes de sua função fisiológica — alimentação, respiração — suplementadas por máquina. O Robocop seria o tipo ideal disso. O ciborgue da vida real, porém, não se parece em nada com o Robocop. O ciborgue da vida real somos nós. É qualquer um que acorda e a primeira coisa que faz é pegar o celular — para olhar o WhatsApp ou para desligar o alarme — e fica nessa relação de dependência com aquela máquina o dia inteiro, para questões de memória e de tomada de decisão. Por que isso acontece? Porque o Homo sapiens é uma espécie extremamente técnica — uma questão antropológica. Sobrevivemos como espécie, enquanto todos os outros hominíneos foram extintos, pela questão da técnica, da cultura. Precisamos ser suplementados. Como espécie biológica, precisamos ser suplementados o tempo todo pela cultura e pela técnica. Isso não significa que outros animais não tenham técnica — vários mamíferos têm, pássaros também. Mas para o sapiens, isso é existencial. Como Bateson diz, a mente não termina na pele; a mente humana é estendida para o seu ambiente. A unidade de análise da ecologia da mente nunca é o indivíduo sozinho — tentamos delimitar qual é o circuito relevante, e esse circuito de feedbacks é sempre maior que o indivíduo. Pode ser uma família, como no caso dos cães e de uma matilha; pode ser uma comunidade, algum território existencial qualquer. E o nosso território existencial hoje passa necessariamente por essas tecnologias. Os algoritmos, as máquinas, a agência maquínica fazem parte desse território existencial. Isso é um preâmbulo para chegar ao argumento que também faço em vários textos — inclusive nesse —: de que a extrema-direita, se a gente for transposto para a política, é uma força política nativa digital, pelo menos essa extrema-direita que conhecemos hoje. O nazifascismo histórico tem muita participação de mídia, embora isso não seja suficientemente notado. Há muitos estudos históricos que mostram o papel do rádio na capilarização do Terceiro Reich, para conformar esse grande território existencial imaginado e como isso atraiu os alemães comuns em torno daquele projeto. De certa forma, algo similar — similar, mas muito diferente também — está sendo recolocado hoje com relação à nova infraestrutura técnica midiática que são as plataformas digitais. Evito usar a palavra “mídia” porque quando falamos em mídia pensamos em máquinas específicas — televisão, rádio —, mas plataformas não são exatamente mídias. Elas se sobrepõem a todo tipo de infraestrutura técnica, não apenas midiática. Com a plataformização — uma tendência relativamente recente; a internet era muito diferente antes de 2010 — e com os smartphones, que foram um verdadeiro game changer, as primeiras áreas cujos efeitos foram sentidos foram a política eleitoral e a área da saúde. Mesmo antes da pandemia, pesquisadores já identificavam como o autocuidado começou a passar rapidamente por essas infraestruturas, com o “doutor Google”. Para não me estender, vou colocar os dois pontos principais que desenvolvo no artigo, porque são mais ontológicos: como essas máquinas mudam a própria relação espaço-temporal dos nossos sistemas sociotécnicos. O que os algoritmos fazem? Eles hiperaceleram — e esse é, para mim, o ponto central. Quando você hiperaccelera, desestabiliza a relação da mente humana com o seu ambiente. Fica aquele fluxo constante de eventos ao qual você tem que responder o tempo todo, e cognitivamente isso é lido como uma situação de crise, do ponto de vista da ecologia da mente — não só para o humano, para qualquer espécie. Quando há uma instabilidade muito grande do ambiente, isso tende a reverter para o modo crise. É o que Wendy Chun chama de situação de crise permanente que as plataformas jogam nos nossos sistemas sociotécnicos. Isso é, obviamente, uma base fértil para a instrumentalização por forças de extrema-direita. Um outro ponto que os algoritmos introduzem, relacionado à hiperaceleração — que seria uma dimensão mais temporal —, é uma dimensão mais espacial de bifurcação. Algoritmos programados para segmentar públicos, porque essa é a lógica do modelo de negócios da economia da atenção, acabam gerando — não sozinhos, mas na interação com os usuários humanos, porque a recursividade do humano-máquina vai para os dois lados — um efeito sistêmico não de segmentação pura e simples, mas de bifurcação. É aí que entra o código amigo-inimigo, a polarização, a sismogênese — todos esses processos de antagonismo extremo, o que chamo de “mundo do avesso”: um lado é o extremo oposto do outro, numa dinâmica de guerra em que só um pode prevalecer, porque o outro é visto como uma ameaça existencial. No ecossistema de extrema-direita, ele vai desde um polo mais moderado — Tarcísio, digamos — até um polo mais radicalizado — o pessoal do 8 de janeiro, o “tio França” que se explodiu na frente do STF. O que é a extrema-direita? Um lado? O outro? Agentes específicos? Discursos específicos? Não. Do ponto de vista da ecologia da mente, a extrema-direita é toda essa ecologia, todo esse ecossistema que cobre todo esse espectro e que inclui a agência maquínica como um dos seus principais motores. Primeiro porque ela desestabiliza o mundo real, com a hiperaceleração e todos esses processos. Mas ao mesmo tempo ela direciona — é como um rio que tem uma corrente que vai para um lado, e os agentes da extrema-direita são aqueles que nadam a favor da correnteza, porque as plataformas são um ambiente; elas não são variáveis. Elas mudam o ambiente no qual fazemos política. E esse ambiente tem vieses técnicos intrinsecamente favoráveis a uma força política como a extrema-direita. Por isso não é que eles estejam mais espertos ou inteligentes — é que a forma como fazem política converge com a lógica das redes de maneira subliminar, intrínseca. Como o Casarões disse, há uma certa afinidade eletiva com a lógica das plataformas. Mas essa afinidade não é aleatória — por isso foi importante voltarmos à cibernética dos anos 1940, ao esforço de guerra, à artilharia antiaérea. O próprio DNA dessa indústria de tecnologia se originou da guerra e nunca saiu da chave de guerra. Depois da Segunda Guerra, a cibernética se tornou parte da Guerra Fria, com a mesma lógica do controle indireto — fazer o inimigo fazer o que você quer que ele faça indiretamente —, que é essa ideia cibernética do controle numa chave sempre não linear, sempre recíproca. É o que o Trump exatamente tenta fazer agora, em outra versão. Houve um breve interregno onde se tornou uma indústria civil, nos anos 1980 e 1990, mas a lógica algorítmica, a lógica cibernética, continuou sendo a da guerra — só que agora, em vez de controlar o inimigo, você vai controlar o usuário, para fazê-lo clicar num anúncio e vender a atenção daquele usuário para os anunciantes. Há também uma convergência, especialmente durante a Guerra Fria, entre a lógica de guerra indireta, a lógica da propaganda e a indústria de publicidade que temos hoje. Não foi a publicidade que originou a propaganda política — foi a propaganda política que veio primeiro e depois se tornou uma indústria civil, que é o coração da lógica da economia da atenção. Mesmo essas plataformas que se colocavam como liberais sempre tiveram um DNA mais próximo da lógica de guerra, propaganda e controle indireto do que de algo parecido com democracia. Era, de certa forma, um pouco inevitável que as coisas se desenrolassem como estão se desenrolando, porque já estavam previstas na própria ontogênese dessa indústria — como Simondon chamaria —, uma ontogênese ligada à guerra, ao controle e à desumanização. As plataformas, os algoritmos, não nos veem como humanos. É exatamente a mesma coisa do caça com o piloto dirigindo: a máquina é incapaz de ver interioridade, incapaz de ver subjetividade. Ela só nos interpela no nível do controle, da previsão de comportamento. A política está se tornando isso — retroalimentando-se com os discursos da extrema-direita que ativam o senso comum na direção da regeneração, que é a lógica do fascismo histórico: seria possível vencer essa crise, resetar o sistema e construir o estereótipo de um inimigo que precisa ser derrotado para que a crise permanente seja superada. No fim das contas, é uma mistificação de processos reais e de problemas reais, numa linguagem nacionalista e nativista. Guilherme Casarões: Letícia, um outro conceito com que você trabalha no texto e na sua obra é o de populismo. Uma das passagens que mais me chamaram a atenção — e que acho fascinante — é que essa abordagem ecológica de Bateson ganha muita relevância frente ao populismo contemporâneo, justamente porque esse populismo se ampara em públicos que, como você diz no texto, são parcialmente artificiais. A passagem, para quem quiser ler depois, está na página 2 do texto: “os públicos que são produzidos por essa dinâmica são resultados transindividuais de uma agência que é humana e não humana, na medida em que os algoritmos coemergem permanentemente por meio de ciclos cibernéticos”. Essa questão da artificialidade do público é muito central para entender tanto a dinâmica amigo-inimigo quanto a maneira pela qual o populismo contemporâneo consegue controlar a construção narrativa e a mobilização de seu público. Queria ir mais especificamente para o caso que você estuda no texto, que é o bolsonarismo. Seu texto descreve o bolsonarismo não só como uma ideologia, mas como uma dinâmica mutante que oscila entre a moderação e a radicalização. Você traz o conceito de indecidibilidade rítmica — essa coisa de ir e voltar — e eu queria que você explicasse como o bolsonarismo, a partir dessa chave analítica, alterna entre o institucional e o antiestructural, e como isso permitiu ao ex-presidente Bolsonaro manter o sistema político num estado de antagonismo permanente sem chegar a uma ruptura total — o que só vai acontecer em 2023. Letícia Cesarino: O que tentei fazer nesse texto é reler parte do governo Bolsonaro até as eleições de 2022 a partir dessa lógica cibernética — ou seja, como ele performou uma dinâmica cibernética que é essa tecnopolítica moldada pelas máquinas. Casarões, você trouxe a questão do populismo, e acho que são etapas. Desde 2013 até 2018, temos essa invasão muito forte e muito rápida da agência técnica dessas mídias e desses dispositivos dentro da política — um movimento mais tectônico, de desestabilização. E aí essas figuras aparecendo mais ou menos ao mesmo tempo: Modi, Trump, Bolsonaro, Duterte, Orbán — é aí que o conceito de populismo realmente faz mais sentido, nesse sentido dessa irrupção de uma política antiliberal, com uma norma mais afetiva, mais espontânea. É a política da exceção. E que, novamente, bate com a estrutura das plataformas, porque as plataformas também são políticas de exceção e de multidão. É importante termos isso em mente. A citação que você trouxe mostra como as plataformas fazem um tipo de prestidigitação: colocam uma coisa na interface, então o usuário tem a impressão de que é livre, de que é um indivíduo, enquanto o que está acontecendo atrás da tela é que esse indivíduo está sendo desagregado e reagregado com fragmentos de outros usuários em grandes multidões digitais. Ele não tem liberdade — ao contrário, está tendo seu comportamento indiretamente controlado, no sentido cibernético, pelos algoritmos. E esse social de multidão é o social de crise. Quem está imerso nesses ambientes está se colocando num modo crise — e a extrema-direita é a força política que mais combina com esse tipo de ambiente. Sem crise eles não são nada. Se você tirar a crise, a atmosfera de ameaça de que o Brasil vai acabar, eles não têm nada. Por isso não têm programa político: são uma força política na e da crise e da exceção. Daí esse paradoxo de como uma tecnopolítica de crise, de exceção e de guerra se rotiniza como um governo — que foi exatamente o paradoxo do governo Bolsonaro. E ainda teve a pandemia, que adicionou uma camada enorme de crise a isso. Ciberneticamente, faz muito sentido esse vai e vem — os ciclos de feedback positivo e negativo. O feedback positivo é o que acelera o viés que você já está; o negativo coloca um freio. Bolsonaro, enquanto governante, não podia ficar só no runaway, só no feedback positivo, porque o feedback positivo sozinho eventualmente leva a um colapso — tanto nos organismos vivos como nas máquinas. O que ele e o Trump fazem é colocar estrategicamente esses freios, esses recuos: avanço e recuo, feedback positivo e negativo. Tentei mostrar no artigo como isso se deu durante o governo e como esse processo perde o controle na eleição de 2022, redundando eventualmente no 8 de janeiro. O governo Bolsonaro não construiu nada — estava destruindo coisas, que é o que a extrema-direita faz — mas dosando até onde poderia ir na relação com os outros agentes: o Congresso Nacional, o público. E o público passou a ser medido através das redes sociais — pelas métricas das mídias digitais — e cada vez mais por pesquisas de opinião, que são outra forma de feedback que coteja com as mídias sociais. Bolsonaro foi assim sentindo, de forma propriamente recursiva, lidando com um ambiente de causalidades circulares, crises, etc. A linearidade só é possível em contextos de estabilidade e paz — e é exatamente o que o Trump está fazendo hoje. Agora, uma virada acontece, e aí é muito importante a questão do método. Esse artigo é baseado em pesquisa de métodos mistos, onde a abordagem qualitativa antropológica foi composta com uma abordagem computacional de grandes quantidades de dados, com os meus parceiros da Universidade da Bahia, do LabHD, onde fazíamos o mapeamento em tempo real dos públicos do Telegram. Foi muito interessante ver como, em meados de 2021, o comportamento desse ecossistema transindividual — que chamamos de públicos refratados, os públicos da extrema-direita — mudou. O comportamento pandêmico, ativado pela pandemia, e inclusive as teorias da conspiração começaram a diminuir. Isso foi bem na época da questão do voto impresso. Quando o voto impresso é enterrado, um conspiracionismo eleitoral começa a subir e se estabilizar. Por quê? As condenações do Lula tinham sido definitivamente canceladas, e eles, na mentalidade de guerra deles, já previam: “Está vindo um golpe que vai impedir o Bolsonaro de ganhar as eleições de 2022.” Isso mais de um ano antes da eleição. Já entraram no modo de contra-golpe. Que é outra característica desse social de crise — o que Brian Massumi, também batesoniano, chama de preempção: você passa a agir antecipando a ação do seu inimigo. É muito como a lógica da Guerra Fria entre os dois blocos. Por isso a extrema-direita está sempre reagindo — isso é uma característica muito consistente, inclusive dos ecossistemas misóginos, que estão sempre reagindo à suposta provocação ou traição da mulher. O bolsonarismo entrou nesse modo preemptivo, com a certeza de que haveria um golpe contra ele. Na cabeça deles, dessa grande mente transindividual controlada pelo Bolsonaro, o golpe deles era um contra-golpe: seria dado um golpe no Bolsonaro, e o que estavam fazendo seria a resposta. Quando você vê tudo o que fizeram ao longo desse tempo com esse olhar, tudo faz sentido — e o Bolsonaro, como depois ficou demonstrado, de fato estava tentando articular esse contra-golpe. Nas eleições de 2022, estavam nessa dinâmica de avanço e recuo, não deixando o sistema escalar demais, a temperatura subir demais, enquanto conspiravam. Quando ele finalmente desiste, vê que não ganhou a eleição — isso se arrasta por algumas semanas —, e quando realmente percebem que os comandantes das três forças não vão entrar, que o golpe não vai acontecer, Bolsonaro fica em silêncio. Ciberneticamente, isso foi muito importante, porque era ele que fazia a regulação cibernética entre a camada moderada e a camada radicalizada. Ele não deixava as coisas escalar. Era um agente de radicalização, mas também de moderação. Quando ele se retira, a coisa escala — e foi justamente o 8 de janeiro. Olha que interessante: quando aquela multidão invadiu o Congresso, o que aconteceu? Ficaram esperando para ver o que ia acontecer, porque confiavam no plano — só que o plano já tinha dado errado e eles não sabiam disso. Tem esse componente de um mundo de fantasia criado dentro das comunidades radicalizadas — o Bateson ajuda a entender isso, porque ele tem uma teoria cibernética da fantasia e do jogo. Foi aquele choque de realidade. Não houve mais regulação, não houve mais feedback negativo, a coisa escalou, a temperatura subiu — e é onde o artigo termina, fazendo essa releitura cibernética e ecológica dos eventos do segundo governo Bolsonaro e das eleições de 2022. David Magalhães: Ótimo, Letícia. Encaminhando para o fechamento: no finzinho do artigo você faz uma ressalva que achei bastante importante, ao apontar que a ecologia da mente é extremamente poderosa para entender essas dinâmicas sistêmicas mais amplas, mas que também tem limites — especialmente quando tentamos compreender a totalidade da vida cotidiana do sujeito. É justamente aí que você coloca a necessidade de retornar à etnografia tradicional, à etnografia offline. Queria te ouvir sobre esse desafio metodológico. Como a antropologia pode costurar essas duas pontes — de um lado, a visão de um sistema cibernético amplo no qual os indivíduos parecem agir quase como parte de um circuito, de maneira relativamente previsível; de outro, as trajetórias de vida, as experiências subjetivas, as dores concretas que não desaparecem. Como não reduzir essas pessoas a meros nós de rede? Letícia Cesarino: Ótima pergunta, porque é realmente um desafio metodológico. No caso da ecologia da mente, você nunca pode fechar só no indivíduo. Mas é possível — e é o que estou fazendo no livro novo — pensar como o indivíduo enquanto sistema, porque todo organismo individual é um sistema cibernético, com outras camadas além dele, mas ele próprio é uma camada de individuação bastante importante. Ele pode estar dividido entre dois territórios existenciais — e é um pouco como estou tentando trabalhar a questão da radicalização no livro novo. O online oferece um tipo de território existencial onde a persona online do sujeito está com interações específicas. É isso que gera o elemento de fantasia nas comunidades extremistas: no online é possível cultivar uma realidade e um tipo de estereotipação do inimigo, toda a questão da desinformação, que não é possível fazer no offline. Por isso o que aconteceu depois da invasão ao Congresso e ao STF: a realidade bateu. Eles achavam que a realidade era o que era cultivado na mente transindividual do online — e isso não bateu com o que estava acontecendo offline. Com a internet, não é mais preciso se deslocar fisicamente para se radicalizar. Você pode viver sua vida normalmente e, em parte do seu circuito, se radicalizar só no online. São muito esses casos que abordarei no próximo livro: adolescentes e jovens que estão no quarto jogando videogame, vivendo normalmente na escola, e estão fazendo coisas indescritíveis na internet — que você só vai descobrir quando a polícia bater na porta. Etnografar a radicalização é muito difícil, porque é um processo — você precisa acompanhar a pessoa desde o início, quando não estava radicalizada. É praticamente impossível, a não ser que alguém muito próximo passe por isso. Mas existem autorrelatos. Tenho trabalhado muito com o caso dos neonazistas, onde já há na Europa e nos Estados Unidos um repertório grande de testemunhos e autobiografias de pessoas que saíram dessas comunidades extremistas. No jihadismo também há bastante material; os manifestos de atiradores em escolas, por exemplo, muitas vezes trazem essa visão subjetiva da radicalização. Há um outro ponto que descobri e que não estava na pesquisa anterior: o que alguns estudos de radicalização chamam de reduplicação. Isso vem de um estudo histórico de Robert Lifton sobre médicos nazistas — como eles dividiam a personalidade. Quando estavam em Auschwitz, eram um tipo de pessoa; quando estavam em casa, com a família, eram completamente diferentes. Era uma reduplicação da personalidade em duas, como forma de resolver dissonâncias e contradições. O médico conseguia desumanizar as pessoas que selecionava para morrer em Auschwitz, enquanto em casa humanizava os seus. Algo assim parece acontecer também no nível da mente individual através da lacuna online–offline: as pessoas inconscientemente encontram formas de dividir a sua mente entre esses dois mundos, de forma que não precisem romper com familiares, amigos ou colegas de trabalho por razões políticas. Esse efeito da lacuna online–offline deve ser estudado — não é só uma questão metodológica, é a questão de qual é o efeito dessa própria separação, que é inédita: são as primeiras tecnologias que possibilitam essa divisão em ambientes existenciais separados, ainda que em relação recursiva. Isso pode ser um indutor de radicalização. Sabe aquele meme dos cachorros latindo no portão? Quando o portão abre, cada um vai para um lado. O humano tem um pouco disso: fica mais agressivo, fala coisas e faz coisas quando não está cara a cara com a pessoa — coisas que não faria no presencial. Isso é muito característico da extrema-direita: estão latindo, agressivos, no comportamento de ameaça, e quando a Polícia Federal bate na porta, revertem ao comportamento de autopiedade e vitimização — que é o que o Bolsonaro está fazendo agora na cadeia. Bateson trabalha isso muito bem, não só no humano, mas em outros mamíferos. A ecologia da mente, pegando inclusive insights de outros mamíferos — como o Bateson faz —, nos ajudaria a reincorporar o elemento biológico-evolutivo nas nossas explicações. E aqui chego a um ponto que acho muito importante: a extrema-direita tem todo um repertório do darwinismo social e da psicologia evolutiva para dizer que a forma como ela vê o humano é a forma real, a forma biológica, a forma natural. São leituras completamente erradas e enviesadas, mas para o senso comum são muito intuitivas. A questão de gênero, por exemplo: a ideia de que o homem é para um papel e a mulher para outro não tem apoio em estudos sérios de outras espécies ou da nossa. A antropologia, porém, abandonou esse campo — tornou-se etnografia, estudo da cultura, abandonou a natureza e a biologia, por razões relacionadas à história e à política interna da disciplina. Um dos meus objetivos é recuperar esse espaço de autoridade científica para falar do humano, do que é natural no humano, a partir de abordagens como a do Bateson — que é uma teoria da evolução que inclui a cultura — para competir também nesse campo da naturalização do comportamento humano. Eu diria que é talvez o campo mais persuasivo dos discursos da extrema-direita, porque a esquerda e as ciências sociais ficam só na desconstrução e no culturalismo, enquanto eles estão falando daquilo que é espontâneo, natural, atemporal. É assim que o fascismo mira, e precisamos competir nessa ordem de discurso, reivindicando uma abordagem científica mais universalista — um outro tipo de universalismo, não o positivista. A ecologia da mente é uma das principais vias que vejo para isso. No contexto desse artigo, foi também um subtexto: o artigo foi parte de um dossiê financiado pela Fundação Wenner-Gren, a maior fundação de antropologia dos Estados Unidos, e queria passar essa mensagem para os meus colegas antropólogos — a gente pode falar de universais humanos de uma forma mais refinada e rica, e competir com a extrema-direita nesse campo de discurso. Guilherme Casarões: Letícia Cesarino — incrível, tanto no pessoal quanto no profissional. E agora descobrimos, o que não deveria ser exatamente uma surpresa, que você é especialista em memes. Foi de longe uma das conversas mais eruditas que tivemos aqui, não só na colaboração com o OED, mas de todas as entrevistas que já fiz. Uma densidade impressionante, transmitida de forma didática. Tenho certeza de que os nossos ouvintes vão adorar esse papo. Quem está acompanhando, fiquem por aí — ainda temos a segunda parte da conversa, com o boletim de notícias e a dica cultural. Boletim — Giro de Notícias David Magalhães: Vamos ao nosso boletim com duas notícias envolvendo a ultradireita. França No próximo ano teremos eleições nacionais na França, que serão importantíssimas tanto para a Europa quanto para o futuro da direita radical no mundo. No dia 22 de março, domingo, ocorreu o segundo turno das eleições municipais francesas, que costuma ser um termômetro importante para medir o crescimento e a capilaridade da direita radical francesa, representada aqui pelo Rassemblement National. O resultado dessas eleições foi bastante ambíguo. O Rassemblement National, partido de Marine Le Pen e da estrela em ascensão Jordan Bardella, não conseguiu vencer em grandes cidades estratégicas — como Marselha e Toulon —, onde havia uma expectativa de vitória da direita radical. Por outro lado, o partido avançou de forma importante em outro nível: consolidou uma presença territorial, especialmente no sudeste e no nordeste do país, conquistando dezenas de prefeituras e ampliando de maneira bastante significativa sua base local. Hoje, de acordo com matéria do Le Monde de 23 de março, o Rassemblement National passa a governar aproximadamente 70 municípios e conta com cerca de 3 mil representantes locais — uma quantidade bastante considerável. Outro ponto central é um certo teto de vidro que tem impedido a vitória do RN em grandes cidades. Esses centros urbanos mais ricos, mais jovens e com maior nível educacional têm sido um desafio para a expansão da direita radical. Por outro lado, há um crescimento muito forte em áreas periféricas, regiões pós-industriais e comunas menores, geralmente marcadas por uma sensação de abandono e por um acúmulo de ressentimento — o que alguns autores chamam de left behinds, os que foram deixados para trás —, sentimento que a direita radical populista costuma explorar. Quero destacar ainda um fator que pode ser preocupante olhando para as eleições nacionais de 2027: não houve, ou houve em pouquíssimas cidades, a chamada frente republicana — também chamada de cordão sanitário. O cordão sanitário é o conjunto de alianças tradicionais de partidos com compromissos democráticos para barrar a direita radical no segundo turno das eleições. A quase inexistência desse cordão fez com que o RN conquistasse cidades onde, em eleições anteriores, havia sido bloqueado. No final das contas, essas eleições não deram o resultado que o RN esperava — um grande impulso nacional —, mas consolidaram uma base territorial sólida. Isso coloca uma questão relevante olhando para 2027: seria esse enraizamento local suficiente para sustentar uma vitória nas eleições presidenciais? Seguiremos acompanhando o caso da França. Hungria Passamos para a Hungria — continuamos falando de eleições, já que os húngaros vão às urnas em abril para decidir se encerram os 15 anos de governo de Viktor Orbán. No domingo, 15 de março, os dois principais atores políticos do país — Viktor Orbán, do Partido Fidesz, e o oposicionista Peter Magyar, do partido Tisza — realizaram grandes manifestações em Budapeste no Dia Nacional Húngaro. Mais do que uma comemoração histórica, os eventos funcionaram como um teste de força às vésperas das eleições de abril. Os dois lados reivindicaram vitória em termos de mobilização — como já vimos aqui no Brasil. O governo afirmou que foi uma das maiores marchas já realizadas no país, enquanto a oposição chegou a afirmar que reuniu meio milhão de pessoas. Ainda que sejam números exagerados, as estimativas independentes indicam que o Tisza, de Magyar, levou mais gente às ruas do que o Fidesz de Orbán, o que sinalizaria um possível avanço da oposição no campo urbano. Essas manifestações têm algo interessante: acontecem dentro de um calendário nacional, e foi possível observar uma disputa não só eleitoral, mas simbólica. Ambos os lados tentavam se apropriar da memória da Revolução de 1848. Orbán engendrou uma narrativa que associa o passado à luta contra o domínio estrangeiro, ao globalismo, à ingerência da União Europeia e à ameaça da guerra na Ucrânia. A oposição liderada por Peter Magyar utiliza os mesmos símbolos nacionais, mas com outros significados: para eles, a defesa da liberdade hoje se traduz em manter a Hungria dentro da União Europeia e vinculada à OTAN, além de restaurar o funcionamento das instituições democráticas do Estado húngaro — bastante prejudicadas nos anos de Orbán. As pesquisas de intenção de voto desde julho do ano passado mostram um quadro relativamente estável, com uma diferença de aproximadamente 10% em favor da oposição. É preciso ter cautela com essas pesquisas, no entanto, porque em 2011 Orbán fez uma importante reforma eleitoral que dá mais peso aos distritos rurais, geralmente mais conservadores. Além disso, ele concedeu cidadania a húngaros que vivem na Eslováquia, na Romênia e na Sérvia, uma população que tende a votar no governo. E há também uma mobilização ideológica mais incandescente da direita radical húngara, que pode fazer diferença nas urnas. Fato é que nenhum dos lados parece acreditar numa vitória esmagadora. Já se discute a possibilidade de alianças — o partido Jobbik, na Hungria, pode ser crucial para a formação de uma maioria no parlamento. No nosso episódio de abril, iremos repercutir o resultado dessa eleição. Dica Cultural David Magalhães: A nossa recomendação cultural deste episódio tem tudo a ver com a conversa que tivemos no primeiro bloco com a Letícia Cesarino. Se você se interessou pelo debate sobre internet, cultura digital, extrema-direita e disputa de narrativas, vale muito a pena assistir o documentário Feels Good Man, disponível na Amazon Prime. O documentário é de 2020, mas chegou recentemente a essa plataforma. O filme conta a história do Pepe the Frog, personagem criado pelo cartunista Matt Furie nos anos 2000. Originalmente era um sapo tranquilo, good vibes, que circulava numa tirinha independente. Com o tempo, porém, esse personagem foi sendo apropriado na internet — primeiro como meme, depois ganhando formas cada vez mais distorcidas, até virar um símbolo associado ao alt-right e a outros grupos de extrema-direita. O documentário é bastante interessante porque não trata isso como uma mera curiosidade da internet. Ele mostra como esse processo revela algo mais profundo: como essas comunidades online — fóruns, antigamente o 4chan, hoje um ecossistema bem mais complexo — funcionam como verdadeiros laboratórios de produção cultural e política, com uma lógica quase darwiniana de disputa por atenção, em que os conteúdos mais chocantes e extremos ganham mais visibilidade, com toda uma engenharia algorítmica por trás. O filme também acompanha o próprio criador do Pepe, que se vê completamente impotente diante da transformação da sua obra. E esse é um ponto central: na era da internet, a circulação de imagens e memes escapa completamente ao controle original — pode ser capturada e ressignificada por distintos atores políticos. O documentário tem um aspecto que dialoga diretamente com o que conversamos com a Letícia Cesarino: esses grupos utilizam o humor, a ironia, a ambiguidade e as trollagens para disseminar ideias racistas, misóginas e xenófobas, muitas vezes sob a aparência de brincadeira. Isso cria uma zona cinzenta que dificulta a crítica e, ao mesmo tempo, aumenta o alcance dessas mensagens de ódio. Feels Good Man nos ajuda a entender essa cultura digital e como ela se relaciona com a extrema-direita — e dialoga perfeitamente com os temas que trouxemos na entrevista do primeiro bloco. Até a próxima. The post Ecologia da mente e extrema-direita appeared first on Chutando a Escada.