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TEMPO DE REFLETIR 01829 – 18 de julho de 2026 II Coríntios 12:9 – Ele me disse: Minha graça é suficiente para você, pois o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. Eu lembro a primeira vez que entrei numa central de operações de TI, na Novo Tempo. Avistei aquelas estantes metálicas e luzinhas piscando de todos os lados. Pensei: Como deve ser o “computador de Deus” para atender ao número incalculável de orações por segundo ou por nano segundo. Como Ele pode responder orações conflitantes? Será que Ele atende ao que for mais insistente? Será que Ele Se comporta conosco como o entrevistado que responde ao repórter que grita mais alto? Porém, mesmo que a oração continue sendo um dos bonitos mistérios da vida, ela nunca deverá ser deixada de lado apenas pelo fato de não a entendermos. Muitos de nós já nos sentamos na sala de espera de Deus, aguardando atendimento urgente e prioritário, mas o que recebemos de volta foi um silêncio incômodo e prolongado. Oramos, esperamos, perguntamos se a oração estava errada, mas o silêncio persistiu. Revolvemos o coração para escutar apenas o eco de nossas palavras. Muitos pensam que Deus tem a obrigação de fazê-los navegar num mar de rosas, ou pelo menos dar explicações pelas dificuldades que enfrentam. No entanto, devemos enfrentar esse silêncio com paciência e confiança. Enquanto Ele não responde, devemos crer assim mesmo. Deus pode dizer: “Ainda não, mas estou aqui e tudo terminará bem. Confie em Mim.” “Se não recebemos exatamente as coisas que pedimos e ao tempo desejado, devemos, não obstante, crer que o Senhor nos ouve, e que atenderá às nossas orações […] dando-nos aquilo que é para o nosso maior bem – aquilo que nós mesmos desejaríamos se, com vista divinamente iluminada, pudéssemos ver todas as coisas como são na realidade” (Caminho a Cristo, p. 96). Em seu livro O Problema do Sofrimento, C. S. Lewis, depois de sua conversão ao cristianismo, escreveu sobre a prolongada enfermidade da esposa que veio a falecer: “Quando você está feliz e não necessita dEle, será recebido de braços abertos. Mas vá para Ele quando estiver necessitado […] e o que encontrará? Uma porta batida na sua cara, e o barulho de uma fechadura trancada duas vezes […]”. Se o autor concluísse dessa forma, seria apenas um desabafo, mas Ele continua dizendo: “Fui levado a sentir que a porta não estava trancada.” Amigo ouvinte, Deus sempre responde no momento certo. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, às vezes eu não consigo entender porque a demora em responder às minhas orações. Mas eu creio, Pai, que Tu sabes todas as coisas, Tu sabes o tempo certo. E eu preciso aprender a esperar! Que essa confiança e essa certeza estejam no coração de cada um de meus ouvintes agora. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
A afirmação do dia é: Eu honro as minhas conquistas com humildade e gratidão. Minha verdadeira vitória está na pessoa que me tornei ao longo da caminhada. A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Reestruturação celular e cognitiva. O cristal de conexão do dia é: Angelita. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store
O Igor e Manu viveram um grande amor desde a juventude e realizaram o sonho da primeira gravidez. Durante um exame, descobriram que o bebê tinha Síndrome de Down. Enquanto Manu aceitou a notícia e começou a se preparar para cuidar do filho, Igor foi dominado pelo medo e abandonou a esposa ainda grávida. Ele não acompanhou a gestação nem conheceu o filho quando nasceu. Seis meses depois, ao ver fotos do pequeno Miguel, percebeu que havia deixado de viver os momentos mais importantes da sua vida por causa da própria covardia. Arrependido, ele vem pedir perdão e sonha com uma segunda chance. Hoje, ele ainda espera que Manu e o filho lhe deem essa oportunidade.
Episódio do dia 15/07/2026, com o tema: Minha filha está namorando um rapaz que não é da igreja Apresentação: Kléber Lima e Kaká Rodrigues A transição para a vida dos filhos gera impactos no ambiente familiar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bem-vindo à Rádio Minghui. As transmissões incluem assuntos relativos à perseguição ao Falun Gong na China, entendimentos e experiências dos praticantes adquiridas no curso de seus cultivos, interesses e música composta e executada pelos praticantes do Dafa. “Vida e esperança renovadas – o poder curativo do Falun Dafa” é um livro compilado a partir de diversos casos notáveis de cura e recuperação integral da saúde devido à prática e o cultivo do Falun Dafa. Os relatos daqueles que se curaram, revelam a preciosidade e o poder altamente curativo do Falun Dafa, quando seus princípios e métodos são aplicados corretamente. Episódio 7: Estudante de doutorado: minha artrite reumatoide desapareceu.
Devocional do dia 14/07/2026 com o tema: Fé e obediência Minha esposa e eu temos dois filhos. O mais novo, de 4 anos, está na fase das perguntas mais variadas. Ele questiona tudo. Quer entender o que está em volta e como tudo funciona. Mas, para algumas coisas, não há perguntas. Quando vai dormir, ele sabe que no dia seguinte o papai providenciará o alimento necessário. Eu o amo, quero o melhor para ele. É claro que vou sempre me esmerar para prover tudo o que meu filho precisar. Mas, na prática, ele não me questiona, pois sabe que pela manhã sempre poderá tomar seu leitinho. Uso esse exemplo para ilustrar o fato de que a fé está ligada à obediência. LEITURA BÍBLICA: Juízes 7.1-8 Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece é o que me ama. Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele (Jo 14.21).See omnystudio.com/listener for privacy information.
App 10 Minutos com Jesus. Disponível em: App Store - https://tinyurl.com/10mcj-ios Google Play - https://tinyurl.com/10mcj-android Subscreve aqui: https://youtube.com/@10minuteswithjesus10minutoscon?si=5XIkyM3ytNs-ZRGR ️ Segue-nos no teu serviço habitual de podcast: Spotify: https://spoti.fi/3bb5Edp Google Podcast: https://bit.ly/2Ny0S1r Apple Podcast: https://apple.co/3aqxYt6 iVoox: https://bit.ly/2ZmpA7t Recebe uma mensagem com a Meditação via: WhatsApp: http://dozz.es/10mjp Telegram: https://t.me/dezmincomjesus +Info: http://10minutoscomjesus.org
Bem-vindo à Rádio Minghui. As transmissões incluem assuntos relativos à perseguição ao Falun Gong na China, entendimentos e experiências dos praticantes adquiridas no curso de seus cultivos, interesses e música composta e executada pelos praticantes do Dafa. Programa 1567: Experiência de cultivo da categoria Experiências de jovens praticantes intitulada: “Os sonhos da minha filha sobre o paraíso de Buda”, escrita por um praticante do Falun Dafa na China.
“Sentir é o mais importante”, diz Rui Basílio, artista visual, que cria obras únicas, em várias escalas, com materiais do dia-a-dia, desde cimento e alcatrão a pedra, esferovite, vidro ou madeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Toda autoridade procede de Deus, pois somente Ele possui autoridade absoluta.¹ Jesus declarou que toda autoridade lhe foi dada no céu e na terra, e o Senhor estabeleceu o seu trono sobre tudo e todos.² As autoridades existentes exercem uma responsabilidade delegada, limitada e subordinada à vontade de Deus. Por isso, reconhecer a autoridade espiritual não é exaltar pessoas, mas reconhecer o governo do Senhor e os princípios que Ele estabeleceu para a família, a igreja, o trabalho e a sociedade.Deus investiu líderes de autoridade para cuidar, orientar e servir. A Palavra ensina que os discípulos devem lembrar-se daqueles que lhes transmitiram a fé, observar o resultado de sua maneira de viver e imitar seu exemplo. Também orienta que sejam obedientes e submissos aos seus líderes, pois eles velam por suas vidas e prestarão contas a Deus.³ Essa submissão deve proceder de um coração persuadido e confiante, permitindo que o cuidado seja exercido com alegria, e não com tristeza ou sobrecarga.Toda autoridade delegada precisa refletir o caráter de Cristo. Jesus, sendo Senhor e Mestre, lavou os pés dos discípulos e apresentou a si mesmo como exemplo de humildade e serviço.⁴ Assim, a autoridade não deve ser exercida com orgulho, dureza, controle, manipulação ou imposição, mas com amor, misericórdia, domínio próprio e disposição para dar a vida. A autoridade espiritual existe para proteção, cuidado, serviço e edificação, nunca para destruição.⁵Somente pode exercer autoridade de maneira saudável quem também vive debaixo de autoridade. O centurião reconheceu que podia dar ordens porque estava sujeito a uma autoridade superior.⁶ Da mesma forma, ninguém deve servir de maneira isolada, sem prestar contas ou permitir correção. A ausência de submissão abre espaço para abusos, exageros e autoritarismo. Estar debaixo de autoridade é proteção, graça e oportunidade contínua de quebrantamento e amadurecimento.Sem sujeição não há edificação. Deus se opõe ao orgulhoso, mas concede graça ao humilde.⁷ A autoridade não deve ser tomada, exigida ou reivindicada; ela é reconhecida como consequência do serviço, do amor, da confiança e do compromisso construído ao longo do relacionamento. A submissão bíblica não é a de um escravo movido por medo, obrigação ou intimidação, mas a de um filho que vive em liberdade, reciprocidade e confiança. Nenhum líder pode ocupar o lugar de Jesus, único Salvador e Mediador entre Deus e os homens.O alvo da autoridade espiritual é formar discípulos maduros, responsáveis por suas próprias decisões e cada vez mais dependentes do Senhor. O líder aconselha, adverte, ensina, corrige e encoraja, mas não controla a consciência nem toma decisões no lugar do discípulo. Nenhuma autoridade pode ultrapassar os limites da Palavra, impor preferências pessoais ou exigir algo imoral, arbitrário ou contrário à consciência. Jesus é o grande Pastor, e todos os que cuidam de pessoas são apenas servos chamados a refletir o seu caráter, dando a vida pelas ovelhas e conduzindo-as a uma comunhão profunda com Ele.⁸Perguntas para reflexãoTenho reconhecido a autoridade de Deus nas autoridades delegadas por Ele nas diferentes áreas da minha vida e respondido com uma atitude verdadeiramente submissa?Quando exerço alguma responsabilidade sobre outras pessoas, minhas atitudes refletem o caráter humilde, amoroso e servidor de Cristo?Minha caminhada com aqueles que cuidam de mim tem sido marcada por confiança, transparência, prestação de contas e disposição para receber correção?Referências bíblicas: ¹ Rm 13.1-2; ² Mt 28.18; ³ Hb 13.7,17; ⁴ Jo 13.13-17; ⁵ 2Co 10.8; 13.10; ⁶ Mt 8.8-10; ⁷ 1Pe 5.1-6; ⁸ Ez 34; Jo 10
Baterista y percusionista, José San Martín, que nació en Uruguay pero vive en España desde principios de los 90, cuenta con una larga trayectoria como músico de sesión además de un amplio historial docente. Repasamos parte de su trabajo como líder con sus discos 'En esta esquina' ('Camino al abrevadero', 'Sarunga', 'Ahora sí'), 'Artesano' ('Lloró candombe', 'Se va el avión'), 'Tres calles' -con Gladston Galliza- ('Saint-Denis', 'Minha rua'), 'Otros palos' ('Gatoloco', 'Isn´t she lovely', 'A primeira estrela') y 'Tocador' ('Ese aire. Bulerdombe)'. Escuchar audio
A atual seleção da Argentina talvez não encante tanto quanto a equipe campeã da Copa do Mundo no Catar, mas segue conquistando a torcida pela capacidade de superar adversidades. Para o confronto deste sábado (11) contra a Suíça, pelas quartas de final, os argentinos depositam confiança não apenas na qualidade técnica do time, mas também na determinação dos jogadores. O momento coincide com as comemorações da Independência do país, ampliando o sentimento de orgulho nacional. Márcio Resende, correspondente da RFI em Buenos Aires “Argentina! Argentina! Argentina! Vamos, Argentina! Vamos ganhar!”. As palavras poderiam soar como ordens de batalha, mas são versos entoados por uma torcida que não desiste de acreditar nem de incentivar a seleção. Alguns dos cantos mais tradicionais das arquibancadas ecoam nesta semana em um lugar inusitado: o Festival de Bandas Militares, realizado como parte das celebrações do Dia da Independência, em 9 de julho. Entre hinos e marchas, as bandas executam músicas populares da torcida argentina, levando o público a cantar e se levantar das arquibancadas no Campo Argentino de Polo, em Buenos Aires. Nesta semana patriótica, diferentes elementos se misturam para reforçar o orgulho nacional: os 210 anos da Independência, a esperança pelo tetracampeonato mundial e a histórica virada sobre o Egito, na terça-feira (7), quando a Argentina reverteu uma desvantagem e mostrou ao mundo sua capacidade de reação. O major Alan Nuñez, diretor da banda militar Tambor de Tacuarí, do Regimento de Infantaria 1 Patrícios, o mais antigo do Exército argentino, afirma que há paralelos entre as batalhas históricas do país e a forma como a seleção se comporta em campo. “Como argentino, sinto uma grande emoção quando a seleção demonstra esse espírito de luta que acompanha nosso povo desde a independência. Vemos essa característica também no futebol, essa capacidade de não nos darmos por vencidos até o último momento”, diz. Conhecido popularmente como Regimento dos Patrícios, o grupo militar foi criado em 1806 em resposta às invasões inglesas e teve participação importante nas guerras de independência iniciadas após a Revolução de Maio de 1810. Também atuou, em 1827, na Guerra da Cisplatina, na Guerra do Paraguai, em 1865, e na Guerra das Malvinas. Em tempos de paz, porém, a principal arena das emoções nacionais parece ser o futebol. “Quando a seleção conquista vitórias como essas, une todos os argentinos, independentemente de posições políticas ou diferenças sociais. E, quando isso acontece durante as comemorações da pátria, a emoção é ainda maior”, afirma o major. Euforia popular Nas arquibancadas do festival, o professor de educação física Lucas Bonilla, de 24 anos, diz viver uma semana especial. “É emocionante. Dá vontade até de chorar. Temos a Independência, temos a Copa do Mundo. É uma combinação incrível. Como argentino, me emociono vendo a seleção e também celebrando a pátria”, afirma, vestindo a camisa da equipe nacional. O último confronto entre Argentina e Suíça em uma Copa do Mundo ocorreu no Brasil, em 2014, quando os argentinos venceram por 1 a 0. “Vai ser um jogo muito duro. A Suíça é um adversário complicado, mas acho que vamos ganhar. Minha fé está mais viva do que nunca. E tomara que isso nos leve à semifinal contra a Inglaterra. É o que nós argentinos mais queremos”, diz Lucas. Ao seu lado, Martín Juárez, de 25 anos, carrega uma bandeira argentina em homenagem tanto à data nacional quanto à seleção. “Para os estrangeiros, explico que isso é a Argentina. Apoiamos o time incondicionalmente, e os jogadores respondem com muita garra e vamos todos com fé. Tenho muita fé em uma vitória da Argentina contra a Suíça”, afirma. Estado de graça Lucio Molina, de 58 anos, também acredita na vitória contra Suíça neste sábado, mas reconhece que a equipe tem pontos fracos na zaga. “Como argentino e tendo fé porque sou um homem de fé, acredito que vamos ganhar. Vejo uma partida muito difícil. Precisamos prestar atenção nos erros que tivemos na defesa. Estamos fracos nesse ponto. Temos de corrigir isso e sermos inteligentes”, analisa. Para ele, a virada épica contra o Egito, quando em pouco mais de dez minutos, virou o placar para três a dois, deixou o país em estado de graça. “É uma mistura de tudo que nos dá orgulho nacional e que nos deixa mais contentes. Quando temos vitórias no futebol, todos ficam alegres, ficamos alegres como nação. Quando a Argentina jogou estávamos tristes porque estávamos perdendo. Mas, de repente, apareceu esta força argentina e nos salvou. Ganhamos, graças a Deus. E nos alegrou como nação”, celebra. Ao lado dele, María Salguero, de 54 anos, também confia numa vitória na base da raça. “Esperamos um triunfo da Argentina neste sábado, mas precisamos ter cuidado. Todas as seleções que chegaram a esta fase são fortes. Ainda assim, temos muita fé porque nós latinos temos muita força e esta seleção argentina tem garra”, afirma. Professora de informática e biologia, María diz usar a trajetória da equipe como exemplo em sala de aula. “Acredito que a mensagem que a seleção argentina nos ensina a ter fé até o último minuto e a trabalhar em equipe. A Argentina vence coletivamente, não pela individualidade. Esse é o exemplo que damos também aos alunos: de que devemos trabalhar em equipe. E, quando você pensa que já está derrotado, ainda restam dez minutos para reverter tudo”, ensina. Comunhão nacional Essa mensagem a pequena Antonella, de 11 anos, já entendeu. Depois da virada sobre o Egito, ela acredita que a Argentina pode conquistar mais um título mundial. “Suponho que a Argentina vá ganhar porque tem bons jogadores. A Argentina fez três gols e nos salvou contra o Egito porque, num momento em que não confiávamos que íamos ganhar, a Argentina fez três gols. Sim, acho que podemos ser campeões", diz. Os argentinos estão em comunhão em torno da euforia, mas também do sofrimento. “Fiquei muito feliz com a vitória da Argentina. Quase morri. É uma forma de sofrer. É um sofrimento”, desabafa Antonella. O major Alan Nuñez vê nessa mobilização uma expressão do patriotismo argentino. “Desde criança eu sonhei em estar aqui numa banda militar. E hoje, ao sair e escutar as marchas militares, fico arrepiado e cresce no público o fervor patriótico”, diz. A seleção e a torcida parecem compartilhar a mesma característica: a insistência em seguir adiante mesmo diante das dificuldades. Há mais de dois séculos, a figura inspiradora era o general José de San Martín. Hoje, para muitos argentinos, esse papel cabe a Lionel Messi, símbolo de um país que volta a sonhar com mais uma conquista mundial.
Neste episódio do História pros Brothers, Alexandre Nickel e Prof. Vítor Soares mergulham com muito bom humor e descontração na biografia de uma das figuras mais polarizadoras e injustiçadas da Revolução Francesa: Marie Antoinette (ou Maria Antonieta). Afinal, ela era realmente a vilã alienada que mandou o povo comer brioches ou acabou se tornando apenas o bode expiatório perfeito para canalizar a revolta de uma França falida?E vocês? Não querem parar na guilhotina igual os nobres franceses? então acessem lá agora o apoia.se/historiaprosbrother e apoiem a revolução da UGLY NATION!!!!!
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Miguel Chacra pela segunda vez. Desta vez com uma operação completamente diferente da que ele apresentou no primeiro episódio.A história começa aos 14 anos. Começou a fazer vendas online na adolescência e usava os trocados que ganhava como afiliado para sair para as festas. Aos 15 fez a primeira venda. Passou 6 a 7 anos com resultados medíocres antes de qualquer coisa funcionar de verdade.Largou a faculdade para apostar tudo no digital. Se endividou. Voltou para a casa dos avós. Começou do zero prestando serviços, fazendo tudo: gestor de tráfego, copywriter, suporte de email. Até criar o primeiro produto que deu certo.De lá para cá, mais de R$15 milhões faturados. Mais de R$10 milhões só com VSLs. E então tomou uma decisão que poucos tomam: parou o low ticket, parou as VSLs e criou uma metodologia própria chamada Lançamentos Diários, vendendo produtos de R$1.000 a R$5.000 no perpétuocom margem de lançamento e previsibilidade de perpétuo.No Kiwicast, ele falou sobre:● Como saiu da casa dos avós endividado para R$15 milhões no digital● O que fez as VSLs faturarem R$10 milhões e por que parou de rodar● Como funcionam os Lançamentos Diários e por que substituem o low ticket● Por que produtos baratos estão destruindo a margem de quem opera no digital● O que está acabando em 2026 e que muita gente ainda insiste em fazerAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Neste episódio do História pros Brothers, Alexandre Nickel e Prof. Vítor Soares mergulham com muito bom humor e descontração na biografia de uma das figuras mais polarizadoras e injustiçadas da Revolução Francesa: Marie Antoinette (ou Maria Antonieta). Afinal, ela era realmente a vilã alienada que mandou o povo comer brioches ou acabou se tornando apenas o bode expiatório perfeito para canalizar a revolta de uma França falida?E vocês? Não querem parar na guilhotina igual os nobres franceses? então acessem lá agora o apoia.se/historiaprosbrother e apoiem a revolução da UGLY NATION!!!!!
A Denise conheceu o Emerson quando ele tinha 15 anos e na época, ele dizia que um dia se casaria com ela. Anos depois, já separados de suas relações, os dois se reencontraram e descobriram que aquele sentimento nunca tinha mudado. Eles construíram uma história marcada por respeito e muito amor. Até que em 2024 o Emerson enfrentou uma grave doença. Ele precisou de cirurgia e lutava com um câncer entre o fígado e o pâncreas. A Denise permaneceu ao lado dele durante toda a batalha, mas após meses de luta, ele faleceu aos 44 anos. Desde então, ela tenta seguir em frente, tentou até se relacionar, mas não conseguiu. Agora, Denise segue aprendendo a conviver com a saudade e uma eterna promessa feita em vida: "onde quer que ele esteja, ele continua cuidando de mim… Exatamente como ele prometeu".
Minha disciplina ressuscitou mudando isso (e você pode fazer o mesmo pela sua!).Minhas redes:
Todo negócio vai oscilar. A questão é o que você faz quando isso acontece. Bruno Gimenes saiu de professor de química para cofundador do Grupo Luz da Serra, um dos maiores ecossistemas de desenvolvimento humano do Brasil, com mais de 35 livros publicados, 4 milhões de seguidores e alunos em 42 países. Neste episódio do Hotmart Cast, ele conta o que ninguém fala sobre ter sucesso: os momentos em que tudo oscilou, o que quase fez o negócio desmoronar e a mentalidade que mudou tudo — incluindo o dia em que cortaram a luz da sua casa.A conversa vai muito além da motivação. É sobre decisão, sobre crise real, sobre o que separa quem cresce de quem trava — e o que qualquer empreendedor pode aprender com quem já esteve no fundo e voltou mais forte. Visite o canal da Hotmart no Youtube: https://www.youtube.com/@hotmart
Aqui você encontra mensagens edificantes, reflexões profundas e ensinamentos bíblicos para fortalecer sua caminhada com Deus. Nosso propósito é compartilhar a Palavra de maneira clara e transformadora, trazendo esperança para sua vida.Acompanhe também nosso canal no YouTube! Lá você encontra cultos completos, séries de mensagens e muito mais. Inscreva-se e ative as notificações para não perder nada! ?? https://bit.ly/inscritoesperancaJunte-se a nós nessa jornada de fé!
Homilia Padre Fábio Vanderlei, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 9,18-26Enquanto Jesus estava falando, um chefe aproximou-se,inclinou-se profundamente diante dele, e disse:"Minha filha acaba de morrer. Mas vem, impõe tua mão sobre ela e ela viverá".Jesus levantou-se e o seguiu,junto com os seus discípulos.Nisto, uma mulher quesofria de hemorragia, há doze anos, veio por trás dele e tocou a barra do seu manto.Ela pensava consigo: "Se eu conseguir ao menos tocar no manto dele, ficarei curada".Jesus voltou-se e, ao vê-la, disse: "Coragem, filha! A tua fé te salvou".E a mulher ficou curada a partir daquele instante.Chegando à casa do chefe, Jesus viu os tocadores de flautae a multidão alvoroçada,e disse: "Retirai-vos, porque a menina não morreu, mas está dormindo".E começaram a caçoar dele.Quando a multidão foi afastada, Jesus entrou, tomou a menina pela mão,e ela se levantou.Essa notícia espalhou-se por toda aquela região. Palavra da Salvação.
ESSA É A MINHA ALIANÇA COM VOCÊS - Aymée Braglia
18 Enquanto Jesus estava falando, um chefe aproximou-se, inclinou-se profundamente diante dele, e disse: "Minha filha acaba de morrer. Mas vem, impõe tua mão sobre ela e ela viverá". 19 Jesus levantou-se e o seguiu, junto com os seus discípulos. 20 Nisto, uma mulher que sofria de hemorragia, há doze anos, veio por trás dele e tocou a barra do seu manto. 21 Ela pensava consigo: "Se eu conseguir ao menos tocar no manto dele, ficarei curada". 22 Jesus voltou-se e, ao vê-la, disse: "Coragem, filha! A tua fé te salvou". E a mulher ficou curada a partir daquele instante. 23 Chegando à casa do chefe, Jesus viu os tocadores de flauta e a multidão alvoroçada, 24 e disse: "Retirai-vos, porque a menina não morreu, mas está dormindo". E começaram a caçoar dele. 25 Quando a multidão foi afastada, Jesus entrou, tomou a menina pela mão, e ela se levantou. 26 Essa notícia espalhou-se por toda aquela região.
Fala pessoal! Eu tenho curtido pensar em coisas diferentes para trazer aqui para vocês, mas claro mantendo o tema de terror sobrenatural.Minha ideia é começar a trazer episódios com relatos sobrenaturais de diferentes países (línguas no caso).Acredito que cada lugar tenha sua particularidade, então teremos a sensação de algo novo.Deixem comentários se curtiram a ideia, se gostaram desse episódio e com alguma sugestão dizendo de qual outro país vocês gostariam de ouvir relatos sobrenaturais.
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos a Dra. Próton, especialista em reprogramação mental, física quântica e enriquecimento, com mais de 10 milhões faturados em mentorias, 60 mil alunos e empresa presente em 44 países.A história dela começa numa família sem estrutura e sem recursos. O pai foi embora quando ela nasceu. A mãe formou outra família. Foi criada pelos avós, um pedreiro e uma dona de casa. Não tinha nada. E foi do zero que construiu tudo.O ponto de virada mais radical foi quando um médico lhe deu 6 meses de vida. Foi nesse momento que ela conheceu a física quântica. Iniciou um processo de reprogramação mental e em 3 meses e 2 dias estava curada. O caso foi para o Congresso de Urologia como um caso não explicado pela ciência.A partir daí, renunciou à carreira corporativa e abriu o Instituto Doutora Próton, unindo ciência moderna, neurociência e espiritualidade para ajudar pessoas a reprogramar a mente para o sucesso financeiro, saúde e relacionamentos.No Kiwicast, ela falou sobre:● Como se curou de uma doença grave através da reprogramação mental● Por que o poder da mente é o ativo mais subestimado de qualquer empresário● Como a física quântica explica o processo de enriquecimento na prática● Por que a maioria das pessoas trava financeiramente mesmo trabalhando muito● Como construiu 10 milhões partindo do zero absolutoAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Minha irmã veio me visitar em Londres e vocês mandaram tanta pergunta na caixinha que a gente precisou de um vídeo inteiro para responder tudo, né?Ela tem 40 anos, mora no Brasil e não tem filhos e vocês tinham MUITA curiosidade sobre as escolhas dela. Será que ela vai largar tudo e vir morar em Londres? Ela ainda pensa em ter filhos? E como é ser irmã morando em continentes diferentes?A gente fala também sobre como mantemos nossa relação de irmãs com a distância, como ela se mantém próxima das meninas morando tão longe, nossas personalidades, se a gente briga (rs), nossas semelhanças e diferenças, e muito mais.LINK DO VÍDEO MENCIONADOhttps://youtu.be/Q76YYTBeHcURede SociaisYoutube: https://www.youtube.com/@MorganaSeccoInstagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Facebook: https://www.facebook.com/morganaseccoTiktok: https://www.tiktok.com/@morganaseccoTwitter: https://twitter.com/morganaseccoThreads: https://www.threads.net/@morganasecco☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade: https://morganasecco.com.br/essencialCanal do Schiller (Finanças):https://www.youtube.com/@LuizSchillerNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630
A afirmação do dia é: Eu escolho os meus caminhos com consciência, serenidade e confiança. Minha intuição me guia e a prudência protege cada passo da minha jornada. A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Força e vitalidade. O cristal de conexão do dia é: Granada. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store
MARATONA DE SALVADOR 2026 – https://cnoar.run/MaratonaSalvador2026Use o cupom CORRIDANOAR15 para ter 15% de desconto na sua inscriçãoNeste episódio do CNA News, analisamos a decisão de não participar presencialmente da Maratona do Rio devido ao descumprimento de regras do próprio regulamento da prova por parte da organização. Além disso, trazemos os detalhes e novidades da Maratona de Salvador, os números oficiais e as polêmicas organizacionais da Maratona e Meia de Belo Horizonte, e respondemos aos comentários do público sobre as últimas corridas e camisetas de eventos.- Polêmica e decisão sobre a Maratona do Rio (00:00)- Novidades e detalhes da Maratona de Salvador (05:38)- Números oficiais e reclamações da Maratona de BH (07:23)- Comentários e feedback dos inscritos (10:48)Nossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente.
Músicas de tránsito atlántico y mestizaje global, tradiciones afrodescendientes, herencias ibéricas y lenguajes contemporáneos de la canción y el jazz. Clásicos de Músicas posibles en sus 30 años.Sou Eu — Virgínia Rodrigues con Tiganá Santana — Mama Kalunga Mama Kalunga — Tiganá Santana — Mama Kalunga Land of Love — Lokua Kanza — Lokua Chan Chan — Buena Vista Social Club — Buena Vista Social Club Cabo Verde Mandá Manténha — Cesária Évora — Café Atlântico World Citizen – I Won’t Be Disappointed/Looped Piano — Ryuichi Sakamoto — Chasm Balança Pema — Marisa Monte — Verde, Anil, Amarelo, Cor de Rosa e Carvão La Curva — Bill Frisell con Vinicius Cantuária — The Intercontinentals Debí Llorar — Javier Colina Trío y Sílvia Pérez Cruz — En la Imaginación Parte del aire — Fito Páez y Luis Alberto Spinetta — La La La My Heart, My Life — Nusrat Fateh Ali Khan y Michael Brook — Night Song Plus rien ne m’étonne — Tiken Jah Fakoly — Coupe de Gueule Minha flor — Gilsons — Eu Vejo Luz Em Maior Proporção Do Que Eu Vejo A Escuridão Mati Mati — Mario Lucio — IndependanceEscuchar audio
María Bethânia cumple hoy 80 años. Le deseamos un feliz cumpleaños escuchándola cantar 'A hora da estrela de cinema', 'A beira e o mar', 'Motriz', 'Explode coração', 'Mel', 'É de manhã', 'Viramundo', 'Eu não existo sem você', 'Minha namorada', 'A tua presença', 'Drama', 'Negue', 'Quase', 'Anos dourados', 'Soneto de separação/Bom dia tristeza/Olhos nos olhos'', 'Sonhei que estava em Portugal/Anda Luzia' y 'Lua vermelha'.Escuchar audio
Nacido y criado en Suiza, hijo de un hondureño y una alemana, el guitarrista Louis Matute firma el disco 'Dolce Vita' con piezas como 'Gringolandia', 'Le jour ou', 'Não me convém' -con la voz de Dora Morelenbaum-, 'O que é o amor' -con Joyce Moreno- o 'Lençóis de chuva' -con la voz de Gabi Hartman-. 'Night blooms' se titula el disco que acaban de publicar el actor, pianista y cantante Jeff Goldblum y The Mildred Snitzer Orchestra con sus versiones de 'Misty' -cantada por Melody Gardot-, 'Bewitched' -cantada por Charlie Puth- y 'Over the rainbow'. Del disco 'Gal Costa ao vivo no teatro Castro Alves' las canciones 'Minha voz, minha vida', 'Eu vim da Bahia', 'Azul', 'Olha', 'Chuva de prata' y 'É luxo só'. Escuchar audio
O Papo debate a Lei de Reciprocidade na economia e na vida. Também fala sobre mentir e maquiar nossas qualidades e defeitos e sobre novas regras para deixar o futebol mais divertido.
Autora de livros infantis Sally Gardner levou anos para descobrir por que teve compulsão que a levou a gastar mais de US$ 650 mil.
Essa vontade de entender o mundo, os fenômenos e nós mesmos, é algo exclusivamente humano? Existe alguma explicação sobre o que acontece em nosso cérebro quando estamos nesse estado de querer aprender algo? Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. >> OUÇA (54min 35s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * APOIO: INSIDER Eu preciso confessar: eu não sou um fã do frio - portanto, inverno não é minha estação favorita. Na hora de me vestir, então, o frio me castiga: é camada em cima de camada, calça com tecido pesado, casaco que não deixa a gente se mexer direito... Mas, com a INSIDER, eu descobri que a solução para o frio NÃO É MAIS ROUPA, e sim a ROUPA CERTA com o TECIDO CERTO. 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INSIDER: inteligência em cada escolha. #InsiderStore * REFERÊNCIAS Grafo dos episódios do Naruhodo (Agradecimentos ao Patrick Natan) https://github.com/PatrickNatan/naruhodo_graph Grafo https://patricknatan.github.io/naruhodo_graph/ How people decide what they want to know https://www.nature.com/articles/s41562-019-0793-1 How Curiosity Enhances Hippocampus-Dependent Memory: The Prediction, Appraisal, Curiosity, and Exploration (PACE) Framework https://www.cell.com/trends/cognitive-sciences/fulltext/S1364-6613(19)30238-4 Curiosity in old age: A possible key to achieving adaptive aging https://centaur.reading.ac.uk/75889/1/SakakiYagiMurayama_2018.pdf Curiosity across the adult lifespan: Age-related differences in state and trait curiosity https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0320600 It doesn't hurt to ask: Question-asking increases liking https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28447835/ Interpersonal curiosity as a tool to foster safe relational spaces: a narrative literature review https://www.frontiersin.org/journals/psychology/articles/10.3389/fpsyg.2024.1379330/full Curiosity Killed the Cat but Not Memory: Enhanced Performance in High-Curiosity States https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35884653/ Curiosity in younger and older adults: the relationship between information value and memory https://www.frontiersin.org/journals/cognition/articles/10.3389/fcogn.2026.1715793/full?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_content=&utm_campaign=imp_impartaut-_05-24_fpsyg_en_n--ww Social Pressures in Informal Groups https://ia601505.us.archive.org/14/items/in.ernet.dli.2015.118961/2015.118961.Social-Pressures-Ininfromal-Groups.pdf The relationship between epistemic curiosity and successful aging in older adults: the role of self-perceptions of aging and perceived social support https://link.springer.com/content/pdf/10.1186/s40359-026-04577-4_reference.pdf Individual differences in trait curiosity influence hybrid search speed across the adult lifespan https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0001691825010066 Curiosity and children's memory for a dinosaur exhibit https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0885201424001230 Within-person variability in curiosity during daily life and associations with well-being https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31519052/ Naruhodo #433 - Existe amizade entre homens e mulheres? - Parte 1 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=EFVaBfGaowg Naruhodo #434 - Existe amizade entre homens e mulheres? - Parte 2 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=H6D1yCni0rc Naruhodo #267 - O que é dissonância cognitiva? https://www.youtube.com/watch?v=1xJwqmir5Uw Naruhodo #268 - O que é dissonância cognitiva? - Parte 2 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=--OHlHmOQTM Naruhodo #340 - Como se constrói a auto-estima? https://www.youtube.com/watch?v=0ULx-CXmh7w Naruhodo #342 - O que é e de onde vem a inspiração? https://www.youtube.com/watch?v=Xg0vGC-uPwM Naruhodo #395 - O que é força de vontade? https://www.youtube.com/watch?v=5bR1RNVo7kM Naruhodo #324 - Por que sentimos nostalgia? https://www.youtube.com/watch?v=UHajyH8RFSA Naruhodo #379 - Como nós nos tornamos nós? https://www.youtube.com/watch?v=fI9rqAJfcUU Naruhodo #457 - Ficamos mais reflexivos e tristes no final do ano? https://www.youtube.com/watch?v=dBvu4FEiwto Naruhodo #338 - Por que fofocamos? https://www.youtube.com/watch?v=ij9ocesTc50 Naruhodo #363 - Jejum de dopamina funciona? https://www.youtube.com/watch?v=908qoFZG8rY * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. 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O Ederson acreditava ter construído a família perfeita ao lado da Luciana, até o dia em que ela disse que estava apaixonada por outra pessoa e decidiu acabar com o casamento de 10 anos. Ele ficou destruído e passou anos tentando superar, até que ele contraiu uma grave doença e uma surpresa inesperada: justamente Luciana e seu novo marido foram quem permaneceram ao seu lado durante o tratamento. Foi então que Ederson descobriu que, mesmo quando uma história de amor chega ao fim, o carinho, o respeito e a gratidão podem continuar existindo de outras formas.
A maior batalha da vida não acontece ao seu redor, mas dentro de você.Deus deu ao ser humano o poder de escolher. E muitas das dores que enfrentamos não nascem da falta de direção divina, mas da insistência em seguir a própria vontade.“Ensina-me a fazer a tua vontade, pois és o meu Deus.” (Salmos 143:10)Neste vídeo, você vai entender por que a oração “Seja feita a Tua vontade” é muito mais profunda do que parece — e como ela pode livrá-lo de decisões que trazem sofrimento desnecessário.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
Daily Halacha Podcast - Daily Halacha By Rabbi Eli J. Mansour
After the recitation of the Ketoret, we recite "Abayeh Hava Mesader," a section from the Gemara (Yoma 33a) citing Abayeh's concise list of all the Abodot (services) performed daily in the Bet Ha'mikdash, following the sequence in which they were performed. This list was compiled "Aliba De'Abba Shaul" – according to the view of Abba Shaul, as there is some debate concerning the sequence of the Abodot. We read this section so that we will be considered as though we followed this procedure and performed all these Abodot. However, this is effective only if one understands what he reads. Let us, then, briefly go through this list so we understand what we are saying: Ma'aracha Gedola – placing the firewood on the large altar in the Temple courtyard. Ma'aracha Sheniya Shel Ketoret – placing the firewood on the smaller altar, the incense altar inside the Bet Ha'mikdash. Siddur Sheneh Gizreh Esim – placing two long logs of wood on the large altar in the courtyard. Dishun Mizbe'ah Ha'penimi – cleaning the ashes from the incense altar. Hatabat Hamesh Nerot – preparing five of the lamps of the Menorah for kindling. Dam Ha'tamid – sprinkling the blood of the morning Tamid sacrifice. Hatabat Sheteh Nerot – preparing the remaining two lamps of the Menorah for kindling. Ketoret – bringing the morning incense offering. Ebarim – offering the Tamid sacrifice on the altar. Minha – the flour offering that accompanied the Tamid sacrifice. Havitin – the flour offering brought each day by the Kohen Gadol. Nesachin – the wine libations that accompanied the daily Tamid. Musafin – offering the special Musaf sacrifice on Shabbat, Rosh Hodesh and holidays. Bazichin – placing on the altar each Shabbat the frankincense that was on the Shulhan (table) with the Lehem Ha'panim (show-bread). Tamid Shel Ben Ha'arbayim – the afternoon Tamid sacrifice. Abayeh concludes his statement by mentioning the law that no sacrifice may be offered after the afternoon Tamid ("Aleha Hashlem Kol Ha'korbanot Kulam"). As mentioned, this section begins with the words "Abayeh Hava Mesader" ("Abayeh would arrange…"). The Ben Ish Hai (Rav Yosef Haim of Baghdad, 1833-1909) writes that there were those who added the word "Hu" ("he") in between the words "Abayeh" and "Hava." The reason is that if one recites the words "Abayeh Hava" quickly, he may inadvertently utter the Name of "Havaya," which may not be pronounced the way it is written. By breaking up these words with the word "Hu," one ensures not to mistakenly violate this prohibition, which, according to Tosafot (Shebuot 35a), is so severe that one forfeits his share in the next world if he transgresses and utters the Name. Hacham Ovadia Yosef writes that strictly speaking, this is not necessary, because one transgresses this prohibition only if he utters the Name intentionally. Even if one indeed ends up saying the Name of "Havaya" by reciting the words "Abayeh Hava," he has not committed any wrongdoing, because he had no intention at all of uttering the Name. Nevertheless, it is commendable to briefly pause between the words "Abayeh" and "Hava."
Cheguei do Rio faz pouco tempo. Dirigi umas oito horas e cheguei em casa de madrugada com o cachorro doente. Não dormi quase nada. Mas achei que seria bom sentar aqui um pouco e falar com vocês, sem muita cerimônia, como quem puxa uma cadeira num café no meio da tarde. Muita coisa tem acontecido. Teve o papo com o Mutarelli que mexeu bastante comigo e, pelo visto, com ele também. É raro encontrar alguém que ainda consiga ser brutalmente sincero hoje em dia. Sem performance. Só sendo. Também tive uma experiência bem profunda esses dias. Fui na casa de um fã do programa que eu não conhecia e acabei usando DMT. Foi uma coisa visual, um labirinto de cores, mas principalmente uma sensação de paz que eu não sentia faz tempo. Parecia que tinham lavado meu cérebro. A gente fica tão distraído com bobeira de rede social que esquece que esses lugares existem dentro da gente. O canal está num momento doido. Estou tentando entender o ritmo de tudo, equilibrando o Cigacasts, o Cineyur e essas lives. Fico feliz que vocês estejam por aqui acompanhando esse processo de reconstrução. Falamos também sobre música, fracasso, internet, tarô, ego e outras coisas que provavelmente nem estavam planejadas quando a live começou. Obrigado por estarem aqui.
Cantora celebra 30 anos de seu álbum de maior sucesso, “Da Lata”; no Podcast ONU News, ela fala sobre como inteligência artificial está criando desafios para artistas; comentando grandes sucessos da carreira, a ex-integrante da Blitz abordou temas como aquecimento global e violência urbana.
Daily Halacha Podcast - Daily Halacha By Rabbi Eli J. Mansour
We introduce the section of the Ketoret with the proclamation, "Ata Hu Hashem Elokenu…," stating that "You are Hashem our G-d" to whom our ancestors would offer incense in the Bet Ha'mikdash. Our custom is to recite this introduction each time we recite the Ketoret – toward the beginning of Shaharit, before Alenu at the end of Shaharit, and at the beginning of Minha. The question arises as to why this introduction is necessary. Before we recite the verses discussing the daily Tamid sacrifice, we do not make a similar pronouncement, that Hashem commanded us to offer the Tamid sacrifice that our ancestors would bring in the Bet Ha'mikdash. Why do we introduce the Ketoret with this declaration? One explanation is given by the Noda Bi'Yehuda (Rav Yehezkel Landau of Prague, 1713-1793). He notes that before the recitation of the Ketoret toward the end of Shaharit, we recite "En K'Elokenu," a hymn poetically declaring that there is no being comparable to Hashem. This hymn concludes, "Ata Hu Elokenu, Ata Hu Abinu, Ata Hu Malkenu, Ata Hu Moshi'enu" – "You are our G-d, You are our Father, You are our King, Your are our Savior." As a natural continuation of this phrase, we add, "Ata Hu Hashem Elokenu She'hiktiru…" The Noda Bi'Yehuda explains that we introduce the Ketoret with "En K'Elokenu" because of the Gemara's teaching (Yoma 26a) that the Kohen who offered the Ketoret was rewarded with wealth. We, too, aspire to earn wealth through the recitation of the Ketoret, and so we begin by proclaiming "En K'Elokenu" – acknowledging that everything we have, all our material blessings, have been given to us by Hashem, that there is no one and nothing in the world like Hashem, as He and only He provides us with everything we have. (Another explanation for the recitation of "En K'Elokenu" is based on the comment of the Talmud Yerushalmi (Yoma 1:5) that nobody was allowed in the Bet Ha'mikdash at the time when the Kohen offered the incense. Even the angels were barred from the Temple during those moments, so the Kohen could be alone with the Almighty. We therefore introduce the recitation of the Ketoret by emphasizing that "En K'Elokenu" – there is no one like Hashem, and thus only He was present at the time the Ketoret was offered.) The Ben Ish Hai (Rav Yosef Haim of Baghdad, 1833-1909) offers a different explanation for the "Ata Hu Hashem Elokenu" introduction to the Ketoret. He contrasts this introduction with the prayer that introduces the recitation of the section of the Tamid (the verses about the daily animal sacrifice in the Temple) – a prayer asking Hashem to consider our recitation of the Tamid as though we actually brought the sacrifice on the altar in the Bet Ha'mikdash. Before reciting the Ketoret, we do not say such a prayer, and we instead emphasize that the Ketoret was offered only by our ancestors during the times of the Temple. The reason, the Ben Ish Hai writes, is that it was a grievous infraction if the Ketoret was missing even one of its eleven ingredients when it was offered on the altar. If our recitation of the Ketoret would be regarded as the actual offering, then if a person read this section quickly and mistakenly omitted one of the ingredients, he would be guilty of offering an invalid Ketoret. Hence, instead of asking Hashem to accept our reading as though we actually offered the Ketoret, we do just the opposite – emphasizing that this is what our ancestors did and what we are unable to do. This way, if we miss a word, our recitation would still have value as reading about the Ketoret offering, but we would not be guilty of bringing a deficient offering.
A Ellen cresceu dentro da igreja e conheceu o Mateus aos 12 anos. O que começou como um namoro acabou se tornando um relacionamento abusivo, marcado por controle, manipulação e dependência emocional. Durante anos, ela viveu entre traições, términos e voltas, sempre presa ao medo e a sensação de que nunca conseguiria sair daquela relação. Mesmo sofrendo, aceitou o pedido de casamento, mas depois de quase 11 anos, ela descobriu a pior traição de todas: sua própria irmã, Ísis, era a amante dele. A descoberta destruiu sua família e, em vez de receber apoio, Ellen ainda foi julgada pelos pais, que não aceitavam a separação. Sozinha, ela saiu de casa e precisou reconstruir a própria vida do zero. Com o tempo, encontrou apoio em Thiago, um amigo que se tornou seu marido, e finalmente conheceu um relacionamento baseado em amor e respeito. Hoje, morando em Brasília e mãe de duas filhas, Ellen transformou toda a sua dor em um livro e conseguiu retomar sua felicidade.
Saying "Sidkatekha" During Minha on Shabbat by Rabbi Avi Harari
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Daily Halacha Podcast - Daily Halacha By Rabbi Eli J. Mansour
The Shulhan Aruch (Orah Haim 1:5) writes that it is commendable to recite each morning the sections in the Torah – in the beginning of Sefer Vayikra – that speak of each of the Korbanot. People who follow this custom recite the sections discussing the Ola, the Minha, the Shelamim, the Hatat and the Asham. This custom is based on the notion developed by the Midrash that by reciting the verses that speak of a certain Korban, we are considered as having offered that Korban, and this is how we can attain atonement even without a Bet Ha'mikdash. Nevertheless, our custom is not to recite these sections in the Torah. It has been explained that we do not follow this practice because we instead recite the Mishnayot of Ezehu Mekoman – the fifth chapter of Masechet Zevahim – which briefly goes through the procedure for each kind of sacrifice. As discussed in previous installments, we do recite the section in the Torah discussing the Tamid – the daily sacrifice which was offered each morning and afternoon in the Bet Ha'mikdash. We do not, however, recite the sections in the Torah dealing with the other sacrifices. The Shulhan Aruch writes that after reciting the section from Torah of each of the sacrifices, one should recite a prayer asking G-d to regard his recitation as the actual offering of that sacrifice. Those who recite these sections add the prayer after the voluntary sacrifices – the Ola, Minha and Shelamim – but not after the Hatat (sin-offering), which cannot be brought voluntarily. The Hatat is offered only in very specific circumstances where atonement through the offering of this sacrifice is required, and it cannot be offered voluntarily. The Shulhan Aruch explains that those who follow this custom read the section of Hatat in case they have committed an act requiring this sacrifice, but they should not add the prayer asking that it be considered as the actual offering of the sacrifice, since they do not know for certain that they are required to bring this sacrifice. As for the Asham (guilt-offering), the Shulhan Aruch brings two opinions. Some maintain that since the Asham – like the Hatat – is brought only in very specific circumstances, the prayer should be omitted, except after the recitation of the Asham Talui – the Asham brought in situations where one is unsure whether he committed an offense requiring a Hatat. This sacrifice may be brought even if there is a remote possibility that it is required, and so it is valid to ask Hashem to accept the recitation of this section as though the sacrifice was actually offered. Others maintain that this prayer may be recited even after the section discussing other Asham sacrifices. The Shulhan Aruch writes that the first opinion seems more correct. The Hida (Rav Haim Yosef David Azulai, 1724-1806) writes that if one wishes to observe this practice, he should recite these sections of the Torah after the Amida prayer. He explains that the recitation of the Amida functions as the offering of the daily Tamid sacrifice, and no sacrifice may be offered before the offering of the morning Tamid. Therefore, one must not recite these sections – which are recited in lieu of the offering of the sacrifices – before he recites the Amida. This opinion appears to contradict the justification mentioned above for our custom to not recite the sections in the Torah – that we instead recite the Mishnayot of Ezehu Mekoman. According to the Hida, it would seem, we are not permitted to recite Ezehu Mekoman before the Amida as a substitute for the actual offering of the sacrifices. It stands to reason that since, as mentioned, we recite the section of the Tamid before Ezehu Mekoman, the reading of the Tamid is considered as our offering of the Tamid sacrifice, well before the recitation of the Amida. We are thus justified in then reciting Ezehu Mekoman, which counts as the offering of the other sacrifices. Although we do not follow this custom brought by the Shulhan Aruch, nevertheless, this discussion is important as it underscores for us the significance of the Korbanot section. As we have seen, the Poskim took this recitation very seriously, viewing it as being actually considered as though the sacrifices have been offered. By reciting the Korbanot each morning, we truly have the opportunity to access the power of the sacrifices even though we do not yet have the Bet Ha'mikdash.
Daily Halacha Podcast - Daily Halacha By Rabbi Eli J. Mansour
The Gemara (Ta'anit 27b, Megilla 31b) teaches that if not for the merit of those who recite the passages in the Torah that speak of the various sacrifices, the world would cease to exist. The Bet Yosef cites this Talmudic passage in the context of the Tur's comment that it is proper to recite each morning the sections in the Torah describing each form of sacrifice – Ola, Minha, Shelamim, Hatat, and Asham. The Gemara further relates that after Hashem gave Abraham Abinu His promise that his descendants would receive the Land of Israel, Abraham asked what would happen if they sinned. How would they continue to survive if they are unworthy? Hashem replied by showing Abraham the Korbanot, the sacrifices through which his offspring would earn atonement. Abraham then asked how they would achieve atonement after the destruction of the Bet Ha'mikdash, when sacrifices would no longer be offered. G-d responded that by reciting the sections in the Torah discussing the Korbanot, Abraham's descendants would be considered as having offered the sacrifices, and would thereby attain forgiveness for their misdeeds. The Gemara in Masechet Menahot (110a) similarly teaches that one who learns about one of the sacrifices is considered to have offered that sacrifice. And so when we read the verses about the Ola offering, we are credited with bringing an Ola; when we read the verses about the Minha offering, we are credited with bringing a Minha; and so on. The Zohar tells that when Hashem taught Moshe the laws of the sacrifices, he asked what would happen once Beneh Yisrael are exiled and no longer able to offer sacrifices. Hashem responded that when they learn about the various sacrifices, they would earn atonement as though they had offered them. In a different passage, the Zohar relates that Rabbi Pinhas once met the prophet Eliyahu, and Eliyahu taught him about the great benefit of reciting the sections of the Torah dealing with the sacrifices. He said that Hashem told the prosecuting angels that as long as Beneh Yisrael read these portions of the Torah with Kavana (concentration), the angels can report to Hashem only about the good deeds that Beneh Yisrael perform, and lose the right to prosecute against them. Thus, by reading the section of Korbanot, we transform the prosecuting angels into our advocates. The Sefer Haredim (Rav Elazar Azkari, Safed, 1533-1600) writes that since Hashem considers Beneh Yisrael His "children" ("Banim Atem L'Hashem Elokechem" – Debarim 14:1), and the Misva of honoring parents requires one to feed his parents, we bear an obligation to "feed" Hashem. Quite obviously, Hashem does not need actual food, but we accomplish this by learning about the Korbanot, which represent the idea of bringing "food" to G-d. King Shlomo, in an ambiguous verse in Kohelet (11:2), writes, "Ten Helek Le'shiba Ve'gam Li'shmona, Ki Lo Teda Ma Yiheyeh Ra'a Al Ha'aretz" – literally, "Give a portion to the seven, and also to the eight, for you do not know what evil will befall the earth." Rashi brings several interpretations of this verse, one of which is that it refers to the sacrifices offered during the seven days of Pesach and the eight days of Sukkot (including Shemini Aseret). King Shlomo urged the people to ensure to offer all the required sacrifices, because "you do not know what evil will befall the earth" – the Bet Ha'mikdash might be destroyed at some point in the future, such that Korbanot will no longer be brought, and the nation will survive in the merit of the sacrifices brought when the Mikdash stood. This verse thus indicates after the destruction of the Bet Ha'mikdash, we have no option of receiving credit for offering the sacrifices, except by relying on the merit of the sacrifices that were offered in the times of the Bet Ha'mikdash. This would then contradict everything we have seen about the ability we are given to earn the merit of offering sacrifices through the recitation and study of the passages discussing the Korbanot. Rav Haim Palachi (Turkey, 1788-1868) explained Rashi's comments to mean that by learning about the sacrifices, we invoke the merit of the sacrifices offered by ancestors. When we recite the section of Korbanot, and learn about them, we connect ourselves to the sacrifices which were brought millennia ago in the Bet Ha'mikdash, as though those sacrifices were offered on our behalf. And it is in this way that we access the merit of the Korbanot by reading and learning about them.
Daily Halacha Podcast - Daily Halacha By Rabbi Eli J. Mansour
It is proper to begin the morning Shaharit prayer – both on weekdays and on Shabbat – with the recitation of Akedat Yishak, the chapter in the Torah (Bereshit 22) that tells the story of the binding of Yishak upon an altar. The Zohar writes that reciting this section is more effective in bringing a person protection than any sacrifice. When a person reads Akedat Yishak, the Zohar adds, a voice from heavens announces that no harm may be inflicted on him. The Seder Ha'yom (Rav Moshe Ben Machir, Safed, 16th century) teaches that since the Akeda marked the ultimate act of sacrifice for Hashem – as Abraham Abinu was prepared to sacrifice his beloved son – we are guaranteed protection when we read this story in times of danger. By reciting Akedat Yishak in the morning before we begin our daily Tefilla, we help ensure the acceptance of our prayers. The Seder Ha'yom urges everyone to try not to go even one day without reciting this section, as this recitation brings great benefit to the person and to the entire Jewish Nation. Furthermore, after the Akeda, Hashem promised Abraham that his descendants would defeat their enemies ("Ve'yirash Zar'acha Et Sha'ar Oyebav" – Bereshit 22:17). Therefore, reciting this section brings us victory over those who seek our destruction, and assures the downfall of all the enemies who have persecuted us. The Hida (Rav Haim Yosef David Azulai, 1724-1806) writes that one should recite the section of Akedat Yishak with concentration, and reflect on the unbridled devotion to Hashem displayed by Abraham and Yishak at that time. Abraham was prepared to sacrifice his son, whom he loved even more than himself, and Yishak – who was already an adult at the time – did not resist, and even happily prepared to be sacrificed for Hashem. When reading this section, we should gain inspiration from this example of self-sacrifice, and resolve to strengthen our devotion to G-d and our willingness to sacrifice for the fulfillment of His will. Additionally, the Hida teaches, reading the Akeda has the power to overcome the forces of harsh judgment in the world. When we recite the words "Va'ya'akod Et Yishak Beno" ("he bound his son, Yishak" – 22:9), we should have in mind to "bind" and constrain the forces of judgment that seek to sabotage our prayers and prevent them from reaching the heavens. The Yafeh La'leb (Rav Rahamim Nissim Yishak Palachi, Turkey, 1814-1907) emphasizes the importance of reciting the Akeda each morning before Shaharit, and assures us that one who recites it with concentration before Shaharit will be able to recite the entire prayer with proper concentration. Preferably, one should already be wearing his Tallit and Tefillin when reciting Akedat Yishak. It is not customary to recite Akedat Yishak before Minha, except on Yom Kippur. The Poskim debate the question of whether a person who arrived late in the synagogue on Shabbat morning, and needs to skip part of the prayer service, should skip Akedat Yishak or the chapters of Tehillim added on Shabbat morning. Some say that since the Akeda is recited every day, we apply the principle of "Tadir Ve'she'eno Tadir, Tadir Kodem" – that precedence is given to the more frequent Misva, and so the chapters added on Shabbat should be skipped. This is, in fact, the accepted Halacha, though it goes without saying that every effort should be made to arrive on time to the synagogue so that one does not need to skip any part of the Tefilla.