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A mãe da melhor amiga da filha tem leucemia e vai ficar um mês internada. Como falar disto com crianças de 13 e 11 anos, quando a doença deixa de ser "dos outros" e fica tão perto de casa?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois que minha irmã descobriu nosso caso, nossas vidas tiveram um caminho tortuoso, mas o final compensou tudo.
POEMAS E PENSAMENTOS INSPIRAÇÃO PURA
Episódio do dia 30/09/2026, com o tema: Minha mãe, diabética, tomou o remédio errado. Apresentação: Kléber Lima e Kaká Rodrigues Pessoas idosas precisam do acompanhamento próximo e cuidadoso da família. See omnystudio.com/listener for privacy information.
App 10 Minutos com Jesus. Disponível em: App Store - https://tinyurl.com/10mcj-ios Google Play - https://tinyurl.com/10mcj-android Subscreve aqui: https://youtube.com/@10minuteswithjesus10minutoscon?si=5XIkyM3ytNs-ZRGR Segue-nos no teu serviço habitual de podcast: Spotify: https://spoti.fi/3bb5Edp Google Podcast: https://bit.ly/2Ny0S1r Apple Podcast: https://apple.co/3aqxYt6 iVoox: https://bit.ly/2ZmpA7t Recebe uma mensagem com a Meditação via: WhatsApp: http://dozz.es/10mjp Telegram: https://t.me/dezmincomjesus +Info: http://10minutoscomjesus.org
Vivemos em um tempo de cansaço crescente. Trabalho e serviço no Reino são legítimos e necessários, mas podem ocupar nossa vida de tal forma que acabamos tentando sustentar tudo pela própria força. Quando Jesus nos chama e afirma que Seu jugo é suave e Seu fardo é leve, precisamos perguntar por que tantos chegam à exaustão justamente tentando servi-lo. A promessa continua sendo entrar no descanso de Deus¹, porque somos salvos pela graça, mediante a fé², e, se é pela graça, já não é pelas obras³.Nossa mente tende a funcionar por transações: fazemos algo esperando receber algo em troca, como se acumulássemos méritos para alcançar um prêmio. A graça rompe completamente com essa lógica. Ela não é recompensa para quem chegou ao topo, mas a mão de Deus que alcança quem não poderia sair sozinho do lugar em que caiu. A graça começa em quem Deus é, não no que fazemos. Um presente não é conquistado; se fosse conquistado, seria salário ou prêmio. Pela graça, recebemos de Deus aquilo que jamais poderíamos produzir por merecimento.Justiça, misericórdia e graça nos ajudam a compreender essa diferença. A justiça trata da dívida e de seu pagamento. A misericórdia nos libera daquilo que deveríamos pagar. A graça vai além: Deus nos acolhe, nos aproxima e nos faz família. O filho pródigo voltou pensando em uma relação de trabalho, mas foi recebido novamente como filho⁴. Por isso, obedecemos não para conquistar aceitação, mas como expressão de amor e gratidão. A graça não nos autoriza a viver sem responsabilidade, trabalho ou esforço. Ela tem poder para nos mudar de dentro para fora.Essa mesma graça que recebemos deve fluir em direção aos outros. No cuidado e no discipulado, não podemos tratar pessoas apenas a partir de uma lógica de merecimento, como se nossa responsabilidade fosse produzir nelas, pela força, aquilo que somente Deus pode gerar. Continuamos ensinando, aconselhando, corrigindo, orando, cuidando e servindo, mas não como tarefa pesada ou obrigação. Fazemos isso com o mesmo recurso que nos alcançou: graça. Ser e fazer discípulos passa por imitar o Mestre, aprender como Ele age, trata e reage, e oferecer aos outros aquilo que recebemos dele.Jesus chamou discípulos para segui-lo e, depois, os enviou para fazer discípulos de todas as nações⁵. O discipulador não é responsável por fabricar um discípulo por sua habilidade; sua responsabilidade é ser discípulo, oferecer ensino, conselho, ajuda e, principalmente, modelo. Quem compreendeu a graça tem obras e serve, mas o faz na graça, inclinando-se voluntariamente para os mais novos para que também provem dessa liberdade. Podemos até terminar cansados pelo serviço, mas não esmagados por uma tarefa: servimos com alegria e gratidão, encontrando descanso na graça de Deus.Perguntas para reflexãoTenho servido ao Senhor movido pela graça e pela gratidão ou pela pressão de cumprir tarefas e provar meu valor?Ao cuidar de outras pessoas, tenho usado a graça que recebi como minha principal ferramenta ou tenho agido apenas pela lógica do merecimento?Minha forma de fazer discípulos tem sido marcada pelo exemplo de uma vida que imita Jesus ou pela tentativa de controlar e produzir resultados pela minha própria capacidade?Referências bíblicasHebreus 4:1Efésios 2:8Romanos 11:6Lucas 15:11-32Mateus 28:19-20
A Forja apresenta: Entrevista do RPGames Brasil com Rafael47 Neste episódio, o Rafael 47 sentou na bancada para responder a uma série de perguntas enviadas pela equipe do RPGames Brasil a respeito do projeto do RPG Next e do cenário atual de jogos no país. Entre os temas abordados, rolou conversa franca sobre: Os bastidores e desafios de manter os projetos do RPG Next rodando; Conselhos práticos para quem quer criar e publicar RPG no Brasil hoje; A realidade do mercado independente, comunidade e produção de conteúdo. Se você curte entender o que rola por trás do escudo e quer acompanhar a nossa visão sobre o ecossistema brasileiro de RPG, não deixe de conferir! ATENÇÃO: Esse podcast é recomendado para maiores de 16 anos. Com a participação de: Rafael 47. Edição de: Rafael 47. Uma produção RPG Next. Versão em texto da entrevista do RPGames Brasil com o Rafael47: 1. Para começar, como foi seu primeiro contato com o RPG e em que momento você percebeu que essa paixão poderia se transformar em um projeto como o RPG Next? Resposta: O meu primeiro contato com o RPG é difícil de estabelecer com uma certeza exata, porque foram várias lembranças que acabaram se somando. Uma das primeiras foi quando eu era criança, por volta dos 10 aos 12 anos. Eu fui com meu pai e meu irmão numa loja da Mesbla no shopping — que nem existe mais hoje, mas era uma loja de departamentos que tinha de tudo — para escolher um jogo de aniversário pro meu Master System. No meio de vários títulos, me chamou muito a atenção uma capinha com uns personagens: um cara com espada e armadura, uma garota com escudo e espada, um com machado, um mago e um bichinho que parecia um Pikachu. Era o Phantasy Star. Na capa estava escrito "RPG" ao lado de "4 Mega", que era o tamanho do cartucho. Eu perguntei pro meu pai o que era aquela sigla "RPG" e ele não sabia; quando fui jogar, vi que era um jogo de aventura e exploração. Mais ou menos nessa mesma época, por volta de 1994, aos meus 13 anos — no começo do Plano Real —, teve uma feira do livro na escola. Minha mãe me deu uma quantia que dava para comprar uns três livros normais, mas eu bati o olho num livro gigante, futurista, com uma arte cyberpunk de um beco com pessoas conectando cabos na cabeça. Estava escrito Shadowrun. Eu gastei todo o meu dinheiro nele. Fui tentar ler, não entendi nada na época, fiquei perdido e acabei abandonando porque não tinha maturidade ainda. Junto a isso, também joguei uma partida meio improvisada de tabuleiro que depois entendi que era o D&D da Grow (ou o First Quest); comprei livrinhos-jogos da série Aventuras Fantásticas; e ganhei o Hero Quest da Estrela, que vinha com "O ABC do RPG" na caixa e passava comercial na TV — joguei com meu irmão meio que tentando decifrar as regras sozinhos. Mais tarde, comecei a comprar a revista Dragão Brasil nas bancas e adquiri o Dungeoneer do Steve Jackson, que realmente ensinava a jogar RPG de mesa de fato. Ninguém chegou para mim e disse "Rafael, isso aqui é RPG"; fui descobrindo tudo sozinho entre bancas de jornal, videogames e livros. Depois de um longo período afastado, o momento em que essa paixão começou a caminhar para se tornar o RPG Next foi por volta de 2015. Eu já vinha ensaiando um retorno: entre o mestrado e as aulas de inglês que eu lecionava, eu cheguei a usar o D&D 4ª Edição com turmas pequenas para ensinar gramática e vocabulário através do jogo. Já em 2015, trabalhando na universidade junto com o Sky na produtora de jogos, eu estava com muita vontade de voltar a jogar com frequência. Só que eu não queria apenas jogar e deixar a partida se perder no ar. Naquela época, eu já escutava podcasts gringos de pessoas jogando RPG desde 2010/2011 para matar a vontade, e o Jovem Nerd tinha acabado de lançar os primeiros episódios de RPG deles em áudio. Eu vi aquilo e pensei: "Caraca, que legal, dá para fazer isso!". Falei com o Sky: "Por que a gente não grava as nossas partidas e lança como podcast?". O nome RPG Next surgiu justamente dessa fase, porque o D&D 5ª Edição ainda estava em desenvolvimento e era chamado oficialmente de D&D Next. Um dia, combinando por e-mail, a gente escreveu: "Quando que a gente vai lá jogar o RPG next?". O nome pegou e acabou virando o projeto. 2. O RPG Next está no ar há mais de uma década produzindo podcasts, campanhas e conteúdos sobre RPG. Como nasceu o projeto e qual era a proposta inicial? Resposta: O RPG Next completou 11 anos agora em 2026 — a gente começou lá em maio de 2015. O projeto nasceu diretamente daquela conversa que tive com o Sky na produtora de jogos da universidade onde trabalhávamos. Eu estava sentindo muita falta de jogar RPG, mas tinha essa inquietação de não querer apenas jogar uma partida solta e deixar aquela história se perder no tempo. Como eu já vinha consumindo podcasts gringos de mesas de jogo e o Jovem Nerd tinha acabado de publicar as primeiras aventuras deles em áudio, a ideia foi juntar as duas pontas: reunir os amigos para jogar e gravar as sessões. A proposta inicial era justamente essa: registrar as nossas partidas de RPG de mesa e lançá-las em formato de podcast para que outras pessoas pudessem acompanhar a história, gerando conteúdo a partir da nossa própria vontade de jogar. Foi dessa dinâmica de marcar as primeiras sessões de teste — aproveitando a transição das regras que na época eram chamadas de D&D Next — que o grupo se estruturou e o projeto foi para o ar com o lançamento das nossas primeiras campanhas. 3. O podcast foi, durante muitos anos, uma das principais portas de entrada para novos jogadores no Brasil. Na sua visão, qual o papel desse formato na divulgação do RPG? Resposta: Na minha visão de consumidor, quem fez o maior trabalho de divulgação e foi a verdadeira principal porta de entrada para novos jogadores no Brasil foi a revista Dragão Brasil. Ela trazia muito conteúdo de diversos sistemas, ganchos de aventura, dicas de mestre e novidades numa época em que não tínhamos esse acesso fácil à informação. O podcast veio como uma vertente posterior importantíssima. Com o surgimento do formato e a facilidade de produção em relação ao vídeo, ele se tornou um excelente canal de difusão. Depois vieram os vídeos no YouTube, que são bem mais trabalhosos de produzir, mas chamam muito mais a atenção do grande público — vide o trabalho gigante do Cellbit com o Ordem Paranormal e o próprio Jovem Nerd com as publicações deles. Mas vale pontuar: não foi o RPG por si só que atraiu essa massa inicial, e sim grandes criadores de conteúdo que já tinham milhões de seguidores em outras áreas e resolveram apresentar o RPG para o público deles. O grande papel e a maior vantagem do podcast em relação a outros formatos é a conveniência para conteúdos de longa duração. Acompanhar uma sessão de RPG exige tempo, e o áudio facilita demais essa experiência. É muito mais simples você ouvir um áudio longo enquanto faz outras coisas no dia a dia — limpando a casa, dirigindo ou trabalhando — do que passar horas parado na frente do celular ou da tela do computador olhando para um vídeo. Inclusive, acho que muita gente que consome mesas no YouTube deixa o vídeo rodando em outra janela e fica apenas ouvindo. Ao mesmo tempo, existe uma confusão comum do público leigo com a sigla RPG: as pessoas veem um jogo eletrônico de fantasia, ou até mesmo um jogo como Magic: The Gathering, e acham que tudo que tem elfo, demônio e monstro é RPG de mesa. Elas conhecem a estética, mas não a dinâmica do jogo em si. Então, vejo o podcast como parte fundamental de uma crescente: primeiro as revistas (ao lado de videogames e eventos presenciais, onde as pessoas podiam experimentar de fato), e depois os podcasts, que prepararam o terreno na internet e ajudaram a espalhar a dinâmica real de uma mesa antes da explosão dos formatos em vídeo. 4. Hoje o RPG Next reúne podcasts, vídeos, transmissões e uma comunidade bastante ativa. Como você equilibra a produção de tantos formatos diferentes sem perder a identidade do projeto? Resposta: Eu não sei bem se posso dizer que consigo equilibrar tudo perfeitamente, e nem posso cravar que o projeto não perde a sua identidade. O RPG Next nasceu com a premissa de ser um grande guarda-chuva para vários programas diferentes. Dessa forma, cada programa tem espaço para construir a sua própria identidade: A Forja: nosso podcast mais coringa, focado em bate-papos sobre RPG e cultura nerd; Contos Narrados: focado exclusivamente em histórias contadas e totalmente sonorizadas; Tarrasque na Bota: o nosso carro-chefe das aventuras e campanhas jogadas; Regras do D&D e Regras do GURPS: focados na leitura e explicação detalhada dos manuais; Além de novos conteúdos e parcerias que vão surgindo, como o pessoal do Neuronautas. Para equilibrar essa produção multiformato sem sobrecarregar a equipe, a gente adota um fluxo prático: nós fazemos a transmissão ao vivo da gravação. Com isso, já geramos o conteúdo em vídeo e, dessa mesma transmissão, extraímos o áudio para editar e alimentar os feeds de podcast. Sobre a questão da identidade, ela também se apoia no fato de que os programas não pertencem exclusivamente a uma única pessoa. Eu sempre incentivei a rotatividade: se alguém quer mestrar ou jogar no Tarrasque na Bota, faça; se quer conduzir A Forja, faça. A Forja, por exemplo, nasceu com o Pedro Quitete lá atrás; o Contos Narrados começou com o Fernando, depois eu assumi e editei, enquanto outras pessoas gravavam as vozes. O único programa que mantenho estritamente comigo é o Regras do D&D, porque faço a leitura e os comentários sozinho — se colocasse mais gente para debater, os episódios passariam facilmente de três horas. Por fim, eu não vejo problema caso a identidade do projeto passe por mudanças. O RPG Next tem mais de uma década de estrada; as pessoas mudam com o passar dos anos, e é natural que a identidade do projeto se adapte e ac
Nesta segunda parte da conversa, a pianista Joana Gama conta como passou a viver a música e o palco como um prolongamento da sua vida, e reflete como se passou a relacionar com a falha e como treina a mente para as suas atuações e performances. Depois fala da experiência cheia de inesperados com o Toy Piano nos espetáculos para crianças, na “Trilogia da Natureza”, ou no espetáculo satírico “A Grande Fantochada”, de Hugo van der Ding. E ainda fala de algumas sombras pessoais, e da decisão de viver feliz com breves coisas, assim como dos seus pequenos grandes prazeres quotidianos. No final, ainda lê um texto do escultor Alberto Carneiro, revela as músicas que a acompanham e deixa uma sugestão cultural. Boas escutas! Músicas Cara de Espelho - Álbum B - AIMão Verde - Álbum Mão Verde III - JacarandásConcerto em Sol de Maurice Ravel na interpretação de Arturo Benedetti Michelangelo com a London Symphony Orchestra, sob a direcção de Sergiu Celibidache Sugestões culturais Ciclo Contraponto no Theatro Circo - Obras emblemáticas da música clássica dos últimos anos. Reabertura do Mosteiro São Bento da Vitória em Outubro: Concerto Orquestra XXI com música de Morton Feldman Terra Incógnita - áudio walks desenvolvidas para trilhos em diversas ilhas açorianas, disponíveis na app criada para o efeito Passo a Passo - livro do Jorge Pinto sobre caminhar, editado na Zigurate, que tive o gosto de apresentar na Feira do Livro do Porto See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vírus Carinhoso é cantor, compositor e rapper baiano, um artista que transforma palavra, ritmo e vivência em música. Com uma obra atravessada pela poesia e pela força da cultura urbana, ele constrói pontes entre o rap e outras sonoridades brasileiras. Um nome de personalidade própria, que faz da música espaço de encontro, afeto e reflexão. Uma conversa necessária numa semana tão importante pro país.
Estava ficando cada vez mais difícil ficar longe dele. No meio de tudo isso, acho até que minha irmã começou a desconfiar.
Viviane, a cantora dos Entre Aspas que esta sexta-feira lança o quinto álbum a solo, esteve no Posto Emissor para falar sobre esta homenagem às mulheres da música portuguesa. A sua infância em França, o trabalho com João Aguardela e a ligação à natureza foram outros temas do podcast, em que abordamos ainda a morte de Jorge Palma e os concertos da próxima semana.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Caixa de Música é exibido na TV Novo Tempo de segunda a quinta às 18h e, aos sábados, às 12h.Curta e siga o Caixa de Música nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/caixademusica/Facebook: https://www.facebook.com/CaixadeMusica/X: https://x.com/caixademusic
Oi, Gente! Essa é minha colinha:✅ Luiza Erundina — Deputada Estadual — 50555✅ Erika Hilton — Deputada Federal — 5070✅ Marina Silva — Senadora — 180✅ Simone Tebet — Senadora — 400✅ Fernando Haddad — Governador — 13✅ Lula — Presidente — 13 Neste episódio, decidi falar de um aspecto que considero importante na democracia: transparência.Por isso, não só abro meu voto para as eleições de 2026 como também conto quais são os critérios que orientam minhas escolhas.Porque eu não acredito em política de palanque. Acredito que precisamos estudar propostas e para a possibilidade de elas serem realizadas.Você, já tem sua colinha? Conta pra mim!O link para o O episódio #133 do podcast "Oi, Gente" já está disponível no link da bio e stories. Vai lá ouvir e me mostre aqui nos comentários sua colinha também! Apresentação: Lilia SchwarczDireção: Newman CostaEdição: Pedro OliveiraRoteiro: Luiz Fujita Jr e Lilia SchwarczRedes: Tainah MedeirosRealização: Baioque Conteúdo
"Porquanto Abraão obedeceu à Minha Voz, e guardou o Meu Mandado, os Meus Preceitos, os Meus Estatutos, e as Minhas Leis." Gênesis 26:5"Assim será a Minha Palavra, que sair da Minha boca; ela não voltará para Mim vazia, antes fará o que Me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei." Isaías 55:11"Aquele que tem os Meus Mandamentos e os Guarda esse é o que Me Ama; e aquele que Me ama será amado de Meu Pai, e Eu o amarei, e Me manifestarei a ele." João 14:21
até a sharpay entrou e tu não ???http://orelo.cc/diariodebordo
Com Joana Azevedo e Diogo Beja.
"Minha vida não foi um romance"… esse é o enrredo do poema de Quintana. Escute o episódio da semana e descubra porque não foi romance. Obrigado.Sneaky Snooper de Audionautix é licenciada de acordo com a licença Atribuição 4.0 da Creative Commons. https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/Artista: http://audionautix.com/
Naquele tempo, 19 a mãe e os irmãos de Jesus aproximaram-se, mas não podiam chegar perto dele, por causa da multidão. 20 Então anunciaram a Jesus: "Tua mãe e teus irmãos estão aí fora e querem te ver". 21 Jesus respondeu: "Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus, e a põem em prática".
Neste episódio do Desabafo, Angélica Torquato conta como descobriu, aos 17 anos, que o noivo escondia que vivia com HIV. Anos depois, sua filha também recebeu o diagnóstico, e Angélica carregou por muito tempo uma culpa que não era dela.Uma história real sobre HIV, relacionamento, confiança, maternidade, preconceito, recomeço e a coragem de transformar anos de silêncio em voz.Um relato emocionante sobre uma verdade que mudou sua vida para sempre.
Jesus diz: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a põem em prática.””
De que maneira os laços de cumplicidade na rotina assistencial, a atenção aos detalhes sutis no olhar clínico e a proteção genuína do descanso transformam a relação com a medicina? Nesta edição de domingo da Prescrição Cultural do Afya News, analisamos a comédia nacional Minha Melhor Amiga, dirigida por Susana Garcia e estrelada por Ingrid Guimarães e Mônica Martelli, destacando a amizade como suporte indispensável para dividir a sobrecarga da carreira e lembrar que resiliência não se constrói de forma solitária. Discutimos também a antologia poética O Meu Quintal É Maior do Que o Mundo, de Manoel de Barros, que convida a desacelerar a pressa das consultas para valorizar os mínimos detalhes da consulta clínica — como um silêncio ou uma fala discreta do paciente. Por fim, indicamos o clássico Um Dia de Domingo, na voz inesquecível de Gal Costa e Tim Maia, como uma reflexão sobre resguardar as pausas da rotina para cultivar presença afetiva e autocuidado. O Afya News apresenta notícias da medicina com informação confiável e atualizada no seu tempo. Criado pela Afya, o maior hub de educação e soluções para a prática médica do Brasil, nosso propósito é transformar a saúde junto com quem tem a medicina como vocação.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/20-09-2026Conteúdo 100% validado por equipe médica.Médico Responsável: Dr. Guilherme Rodrigues — CRM-RJ 1049461.
TEMPO DE REFLETIR 01893 – 20 de setembro de 2026 Hebreus 4:16 (Versão Amplificada) – Vamos, então, sem medo, aproximar-nos confiante e ousadamente do trono da graça (o trono do favor imerecido de Deus em favor dos pecadores) para que possamos receber misericórdia (para nossas falhas) e achar graça para ajuda em tempo oportuno para cada necessidade (ajuda apropriada e oportuna) justamente quando a necessitamos. Você pode achar que são apenas inquietações de adolescentes, mas muita gente grande também tem estas mesmas dúvidas: Será que vou conseguir ser fiel até o fim? Será que Deus vai me aceitar se eu não fizer todas as mudanças que devo fazer? É aquilo que a igreja ensina ou o que eu penso que a igreja ensina sobre salvação que me deixa intranquilo? Minha conversão foi genuína? Vou sobreviver no tempo de angústia? Pense agora comigo: Será que Deus nos convida para nos aproximarmos do trono da graça, como diz o verso de hoje, sem nos oferecer nenhuma palavra de boas-vindas ao chegarmos lá? Será que ele nos abandonaria, deixando-nos sem saber se fomos aceitos ou não? Muitos comparam a caminhada cristã em direção ao Céu à travessia de um equilibrista sobre um cabo de aço, cuidando para não cair nem para a direita nem para a esquerda. Que paz ou segurança pode existir no coração dessa pessoa, se sempre está preocupada em não cair? Por que colocamos um tema como esse, tão bonito e essencial para uma vida espiritual feliz, dentro de uma moldura de incerteza, quando a Bíblia está cheia de promessas maravilhosas sobre a certeza da salvação? “Sei em quem tenho crido” (2Tm 1:12). “Eu sei que o meu Redentor vive” (Jó 19:25). “Não há condenação para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8:1). “Se Deus é por nós quem será contra nós” (Rm 8:31). “Aproximemo-nos de Deus com um coração sincero e com plena convicção de fé” (Hb 10:22). Se eu perguntasse: “Você está seguro de sua salvação?”, quantos não tropeçariam nas respostas: “Estou me preparando”; “Estou tentando”. Fanny Crosby escreveu mais de oito mil cânticos e hinos, durante seus 95 anos de vida. Um de seus hinos mais apreciados fala da certeza da salvação: “Que segurança! Sou de Jesus! / Eu já desfruto bênçãos da luz! / Sei que herdeiro sou de meu Deus; / Ele me leva à glória dos Céus!” (Hinário Adventista, nº 240). Cante este hino e ore comigo agora: Pai, não permita que coisa alguma prive o meu coração da paz, do descanso, da certeza de que sou aceito agora mesmo por Ti. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Mude o foco — e o foco muda com você.Hoje o episódio é sobre isso: perceber quando chegou a hora de olhar para uma história por outro ângulo, fechar alguns ciclos e continuar caminhando sem precisar apagar aquilo que foi importante. ❤️Minha sexta-feira começou às 5h48, teve lixo na rua, aulas, natação, cardio, dieta, conversas, perguntas de ouvintes e aquelas situações absolutamente comuns da vida real que sempre acabam virando assunto por aqui.
POEMAS E PENSAMENTOS -INSPIRAÇÃO
Recém-inaugurada no Museu do Luxemburgo, a mostra A linha e a imagem reúne cerca de 150 desenhos de de Andy Warhol e propõe uma nova leitura da trajetória do artista americano, a partir da relação entre gesto, imagem e reprodução. Uma oportunidade única, já que muitos dos desenhos pertencem a coleções particulares e quase nunca foram expostos ao público em geral. Tatiana Ávila, da RFI em Paris É quase inevitável falar em Andy Warhol sem pensar nas serigrafias coloridas de Marilyn Monroe, nas latas de sopa Campbell ou nas garrafas de Coca-Cola. Mas antes de se tornar um dos nomes centrais da Pop Art, Warhol foi ilustrador. E continuou desenhando ao longo de praticamente toda a sua carreira, inclusive nos períodos em que a pintura, o cinema e, mais tarde, a foto-serigrafia ocuparam o centro de sua produção. É essa dimensão menos conhecida de sua obra que está no centro de Andy Warhol. A linha e a imagem, exposição inaugurada em 16 de setembro no Museu do Luxemburgo, em Paris, que permanece em cartaz até 10 de janeiro de 2027. Com cerca de 150 desenhos, além de pinturas, serigrafias sobre papel, fotografias e documentos de arquivo, a mostra percorre a trajetória do artista a partir de um eixo diferente do habitual: o desenho como ponto de partida e matriz de seu pensamento visual. “O título diz muita coisa. A Linha e a Imagem é uma forma de pensar o trabalho do desenho, que é essencialmente contorno”, explica o curador Alain Cueff. Para ele, a simplicidade da linha é fundamental para compreender a estratégia de Warhol. “Há pouquíssimo modelado nos desenhos de Warhol, ou nenhum. Isso significa que um dos temas de Warhol é o empobrecimento da imagem, a ideia de fazer com que a imagem, reduzida aos seus dados essenciais, se torne mais legível e mais persuasiva. No fundo, encontramos o mesmo processo na foto-serigrafia, porque a partir dela ele esvazia a imagem de parte de sua substância para conservar apenas o contorno”, explica. A exposição parte de um primeiro autorretrato, de 1942, e chega aos desenhos em acrílica realizados para sua série sobre A Última Ceia, em 1986, pouco antes de sua morte. No intervalo, aparecem retratos, caricaturas, cenas, ilustrações publicitárias e trabalhos de autopromoção. Reprodução de imagens Warhol encontrou no desenho uma ferramenta de experimentação e, sobretudo, de reprodução. Assim, mais do que uma etapa preliminar da pintura, o desenho já continha uma das questões fundamentais da produção de Warhol: como transformar uma imagem em algo que possa ser reproduzido. “Warhol recebeu uma formação voltada para reproduzir imagens, portanto o valor intrínseco do desenho não é uma preocupação. O que importa para ele é poder reproduzi-lo. A imagem está sempre destinada a outra função. Essa dimensão é fundamental”, destaca o curador Alain Cueff. Uma das técnicas que melhor traduz essa relação é a chamada blotted line, uma espécie de decalque manual produzido a partir da transferência da linha para outra superfície. Desenvolvida e utilizada intensamente por Warhol nos anos 1950, a técnica permitia ao artista produzir imagens que preservavam a aparência do gesto manual, mas que já nasciam orientadas para a multiplicação. Carimbos, estênceis, colagens e, posteriormente, a foto-serigrafia fazem parte desse método. Exposição em cinco etapas A exposição se organiza em cinco núcleos temáticos. O primeiro acompanha os anos iniciais de Warhol como ilustrador publicitário. Os demais abordam a importância da escrita manual, sua fascinação por rostos e máscaras, a iconografia gay que durante muito tempo permaneceu confidencial e a presença da morte em sua obra, uma obsessão que se intensificou depois do atentado de 1968, quando o artista foi baleado e quase morreu. Cueff explica que a escolha da curadoria da mostra também rompe com a organização cronológica tradicional. Ele conta que preferiu colocar trabalhos de momentos diferentes em contato, buscando relações que atravessam décadas. “Eu me afastei da cronologia, portanto é uma retrospectiva um pouco particular, que busca valorizar continuidades temáticas e técnicas, mais do que uma continuidade estritamente temporal.” O resultado é uma exposição que procura apresentar não necessariamente obras desconhecidas, mas trabalhos que raramente são vistos. Parte importante dos desenhos vem de coleções particulares. Há também empréstimos de instituições como o Andy Warhol Museum, em Pittsburgh, cidade natal do artista, e o MoMa, o Museum of Modern Art, de Nova York. “O que me interessava era reunir desenhos um pouco inesperados, pouco vistos, e sobretudo colocá-los em diálogo uns com os outros, criando um contexto que permitisse compreender questões essenciais, inclusive certas contradições que atravessam o trabalho de Warhol e que são muito importantes para ele”, explica Cueff. Entre essas contradições está justamente a relação entre a mão e a máquina. Warhol construiu uma imagem pública associada à produção mecânica, à repetição e à reprodução em escala quase industrial. Ao mesmo tempo, seus desenhos revelam uma relação persistente com o gesto manual. É por isso que Cueff considera o desenho não apenas uma técnica entre outras, mas uma espécie de princípio organizador da produção do artista. “Minha intenção foi considerar o desenho como a matriz do trabalho de Warhol, como o paradigma, de modo que o desenho se manifeste em inúmeras formas, inclusive com vídeo, sombra e luz”, diz. Obras revisitadas Alain Cueff explica que na segunda metade da carreira de Warhol, o desenho ganha ainda outra função. Depois de produzir pinturas, serigrafias e papéis de parede relacionados a imagens como as de Mao Tsé-Tung, o artista volta repetidamente a elas. Reproduz, retoca e modifica as imagens, como se precisasse retornar continuamente ao mesmo motivo. “Warhol passa a retocar imagens tanto no sentido de corrigir, às vezes de forma muito sutil, quanto no sentido tátil de voltar a tocar a imagem, de restabelecer contato com ela.” Para o curador, esse retorno permanente revela uma característica central do artista. “Esse aspecto me interessa particularmente porque revela o espírito obsessivo de Warhol e sua investigação permanente não da verdade, mas da eficácia da imagem.” O desenho também permite compreender como Warhol chegou a algumas das soluções mais radicais de sua pintura. Antes de apresentar uma lata de sopa ou uma garrafa de Coca-Cola isolada, fora de contexto e sem a estetização tradicional da pintura, o artista experimentou diferentes possibilidades no papel. Na exposição, conjuntos de desenhos de garrafas de Coca-Cola e latas de sopa mostram justamente esse momento de investigação. As imagens aparecem inicialmente em composições mais complexas, muitas vezes baseadas em fotografias. Depois, Warhol reduz os elementos até chegar à representação direta do objeto, sem comentário ou ornamento. Para Cueff, é nesse movimento que o desenho deixa de ser apenas um meio de preparar a obra e passa a participar diretamente da invenção de sua linguagem. “Existe essa dimensão experimental do desenho, que o ajuda, acredito, a chegar a soluções muito mais radicais em sua pintura.” A mostra do Museu do Luxemburgo propõe, assim, olhar novamente para um artista cuja obra parece, à primeira vista, conhecida demais. Ao deslocar o foco das imagens mais célebres para a linha, a exposição sugere que por trás da repetição, da reprodução e da aparente impessoalidade de Warhol havia uma investigação contínua sobre como uma imagem nasce, se transforma e se torna capaz de ser reproduzida infinitamente. “O desenho é a base da arte de Warhol”, finaliza Cueff.
Com Joana Azevedo e Diogo Beja.
Eu estava cada vez mais apegado ao Ângelo. No entanto, o que ele fez a seguir me pegou de surpresa.
Cris Zoucas recebe um relato sobrenatural real sobre regressão a vidas passadas, meditação guiada, paralisia do sono e um misterioso homem de chapéu (shadow peopl). Após uma experiência de regressão hipnótica, o ouvinte se vê em outra encarnação, vivendo como uma mulher em uma época distante, presencia a morte do próprio filho no mar e depois a própria morte após uma queda. Depois da meditação, ele acredita ter aberto um canal para a espiritualidade: vultos, barulhos, presenças e fenômenos paranormais começam a acontecer dentro de casa. Até que, durante uma paralisia do sono, uma criatura sombria de braços e pernas muito longos aparece sobre seu corpo, usando um chapéu e impedindo que ele se mova. Seria uma memória de vida passada, uma abertura do terceiro olho ou apenas uma experiência provocada pela mente?
Episódio do dia 16/09/2026, com o tema: Minha filha disse que não sente mais a presença de Deus. Apresentação: Kléber Lima e Kaká Rodrigues O nosso Deus é o pai que ama ininterruptamente. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cris Zoucas recebe a ligação de Juliano, que conta um relato sobrenatural real sobre uma pelúcia de banana que fazia barulhos sozinha durante a madrugada. O brinquedo era da filha de sua então namorada, que nem estava em casa naquela noite. Depois, ele descobre que a menina falava sobre uma amiguinha imaginária. Seria ela a presença paranormal que estava brincando com a pelúcia?
Em 1994, a SIC estreia “20 Anos, 20 Nomes”, um programa de entrevistas da autoria de Miguel Sousa Tavares, na celebração das duas décadas da Revolução de Abril. Em 2026, Miguel Sousa Tavares de Viva Voz recupera em podcast no Expresso esta série de conversas com algumas das figuras marcantes da sociedade, cultura e história portuguesa. 20 anos, 20 nomes, 20 episódios publicados quinzenalmente, às sextas-feiras. Oiça aqui o primeiro, com o então Presidente da República Mário Soares.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Josi enfrentou muitas batalhas. Ela nasceu de 5 meses com 480 gramas e sobreviveu contra as expectativas. Ela foi criada pelos avós e quando perdeu eles, enfrentou a rejeição e abusos psicológicos dentro da própria família. Depois, entrou em um relacionamento que a levou ao álcool e ao crack, vivendo 13 anos de dependência e sofrimento, até perder os filhos para um abrigo. Determinada a recuperar a família, ela decidiu se libertar do crack. Foi aí que Josi descobriu o seu talento na cozinha. Com muita determinação, se formou em gastronomia e se tornou uma Chef. Hoje, Josi tem 4 filhos e 4 netos, além de uma profissão e uma vida reconstruída, mas considera a família que recuperou, a sua maior conquista.
“Aquele que tem os Meus Mandamentos e os guarda esse é o que Me ama; e aquele que Me ama será amado de Meu Pai, e Eu o amarei, e Me manifestarei a ele.Disse-lhe Judas (não o Iscariotes): Senhor, de onde vem que te hás de manifestar a nós, e não ao mundo?Jesus respondeu, e disse-lhe: Se alguém Me ama, guardará a Minha Palavra, e Meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada.Quem não Me ama não guarda as Minhas palavras; ora, a Palavra que ouvistes não é Minha, mas do Pai que Me enviou.” João 14:21-24
O que era uma forma do noivo da minha irmã se aliviar, acabou se transformando em algo mais. Ele finalmente me dominou.
Nesse vídeo contei sobre a fase mais difícil da minha vida, se me sinto emocionalmente sozinha às vezes, meus receios na maternidade e como foi voltar a trabalhar. Me contem nos comentários: qual pergunta vocês mais queriam que eu respondesse com mais calma? Se inscrevam no canal pra gente se ver no próximo vídeo!☀️ Curso O Essencial da Maternidade: tudo que você precisa saber desde a gestação ate os 6 primeiros anos da criança: https://morganasecco.com.br/essencial/*Parceria paga com: Minha blusa: @insiderstore— Aproveite nosso desconto com o cupom “MORGANASECCO”BR: https://creators.insiderstore.com.br/tAZcW2fUK: https://www.insiderstore.com/Tip Toey Joey — — Aproveite os descontos com o nosso CUPOM:Primeira compra MORGANAMORGANA5 o cliente ainda ganha 5% de descontoEle já da frete grátis + 10% de desconto para clientes novosInstagram: @tiptoeyjoeyÓLEO DE CABELO —BR https://a.co/d/03j9nwxC UK https://amzn.eu/d/05LLd0DuLINK DOS VÍDEOS MENCIONADOS:https://youtu.be/kQBEdOsm9Bohttps://youtu.be/MD-eIsz3ufIhttps://youtu.be/ItoBI8J81ZoRede SociaisYoutube: https://www.youtube.com/@MorganaSeccoInstagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Facebook: https://www.facebook.com/morganaseccoTiktok: https://www.tiktok.com/@morganaseccoTwitter: https://twitter.com/morganaseccoThreads: https://www.threads.net/@morganaseccoCanal do Schiller (Finanças):https://www.youtube.com/@LuizSchillerNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630
Quando acabou a escola primária, Filipa Leal já se imaginava escritora. Formou-se em Londres e é hoje jornalista, poeta e escritora, autora de contos, argumentos para cinema e peças de teatro. Na televisão, apresentou vários programas de literatura, como “Nada Será Como Dante” e “A Pequena Biblioteca”, na RTP. O humor e a fina ironia, a par da sombra, são dois lados muito presentes na sua poesia. Com 16 livros publicados, prepara-se para lançar, em outubro, o seu novo livro de poesia, “Amor chega em breve num Volkswagen”, pela Assírio & Alvim. Ouçam-na nesta conversa com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Eu estava cada vez mais envolvido com o Ângelo e decidi que ia aproveitar o máximo possível, mas descobri que quem estava no controle era ele.
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Marcos Fenício sofreu um acidente de moto, aos 17 anos, que mudou sua vida. “Tive que amputar minha perna, e isso me fez buscar um sentido para a vida. Eu não vim ao mundo de férias. Tenho que ser uma ferramenta de mudança", disse Fenício, em entrevista a Mariana Amaro, apresentadora do podcast Do Zero ao Topo. Marcos parou de comer carne e, e para complementar a alimentação, conheceu a granola. “Naquele tempo, era uma alimentação do pessoal macrobiótico. Não eram tão saborosas como hoje”, afirma. “Minha mãe olhou aquilo ali e falou, ‘peraí'. Ela abaianou o negócio”.A mãe de Marcos, dona Sônia, virou marca: Tia Sônia. E sua receita caseira ganhou o mundo. Hoje, a empresa produz cerca de 300 toneladas de granola por mês. Seus 80 produtos estão em supermercados do Brasil inteiro, numa loja-conceito da marca em São Paulo e nos Estados Unidos.Com dinheiro próprio - “um empréstimo de R$ 40 que está rendendo até hoje”, diz Fenício -, gestão familiar, e uma ajuda involuntária da novela Malhação, Tia Sônia tem 30 anos de existência. É líder do mercado na região Nordeste e a segunda maior do Brasil._________________________INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o diaReceba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
Neste episódio do Tiozão de iPhone, eu finalmente falo sobre o tão esperado iPhone dobrável da Apple — e, principalmente, sobre o que eu acho de tudo isso.Depois de anos de rumores, vazamentos e expectativas, será que a Apple vai realmente conseguir fazer um dobrável que faça sentido? O preço, o design, a tela, a proposta e a experiência de uso: vale toda essa expectativa ou estamos apenas diante de mais um produto caríssimo?Neste episódio, deixo de lado o hype e compartilho minha opinião sobre o que pode ser o próximo grande capítulo da história do iPhone.
To get transcripts and additional notes (and to support the podcast), please visit: https://buymeacoffee.com/elisousaPlease note that simple, unedited transcripts are available on that site. Additional notes are available for private students. Are you one of them? Send me an email requesting the notes!To get started right away in my school and learn more about how we can help you, start here: https://portuguesewitheli.com/get-your-roadmap/Now, here is the monologue for your benefit.E lá se vão mais trezentos contos nesse potinho mixuruca de creme facial. Mas, pra te ser sincero, vale a pena. Afinal, o rosto é a nossa vitrine.Pelo menos é a minha.Sou representante comercial. Visito clientes empresariais o tempo todo. Por isso, minha aparência tem que estar impecável. Mas não adianta de nada ter lindas roupas e um ótimo visual, se os cuidados com a pele não estiverem em dia.Minha pele é oleosa e tende a criar espinhas e cravos. Na minha adolescência, espremia tudo sem piedade e ficava cutucando o tempo todo, mas hoje me arrependo disso. Ficaram algumas cicatrizes daquele tempo.Para resolver esse problema, inicialmente, me valia de cosméticos mais baratinhos. Tinha gel de limpeza, hidratante com fator de proteção solar 30 e um esfoliante simples. Era realmente o basicão. No começo, tudo foi indo de vento em popa, mas aí vieram as consequências. Uma crise de urticária, depois uma secura e muita descamação. Minha camisa ficava como se tivesse nevado.Parei com isso por um tempo até procurar um dermato. O médico observou que eu tinha umas manchinhas no rosto e uns sinais no braço. Perguntou se eu tomava sol (um pouco) e se havia histórico de câncer de pele na minha família (não havia). Mesmo assim, como tinha a pele muito clara e sardas, precisava cuidar para não me expor tanto ao sol. Se percebesse alguma alteração, voltasse logo para fazer o check-up.Se na parte da saúde ia bem, não podia dizer o mesmo da aparência.Chegando na casa dos 40, me dei conta de umas ruguinhas na testa e de linhas de expressão. Ao sorrir, via os pés de galinha nos meus olhos, e ao passar a mão nos cabelos, sentia o couro cabeludo extremamente oleoso. Passei a me preocupar mais. Minha pele não reluzia como antes, nem parecia tão macia.Aflito, procurei uma solução... e a encontrei nos cosméticos hipoalergênicos. São bem mais caros, mas não causam vermelhidão e ainda me deixam com um aspecto jovem e saudável.Hoje, minha rotina de cuidados é longa: leva cerca de meia hora de cabo a rabo, mas os resultados falam por si. Quando tentam adivinhar a minha idade, nunca me dão os anos que realmente tenho. Não sou lá muito vaidoso, mas confesso que fico muito orgulhoso quando ouço que pareço mais jovem.
Minha irmã noivou e o seu noivo passou a dormir lá em casa. Minha família é tradicional e ele teve que dormir no meu quarto.
Obediência a Cristo no lar é o tema desta ministração do Pr. Jeremias Pereira, que utiliza como base o texto de Colossenses 3:18-21. Assista, ouça com atenção e compartilhe esta mensagem!ASSINE O CANAL: http://youtube.com/oitavatv..........................................................................Website: http://www.oitavaigreja.org.br/Contas Bancárias: http://oitavaigreja.com.br/contas-bancarias-da-oitava-igreja/Faça parte da Oitava: https://bit.ly/3dX7u1QInstagram: http://www.instagram.com/oitavaigreja/Facebook: http://www.facebook.com/oitavaipbhTwitter: https://twitter.com/oitavaigreja
“Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus, Pelo Novo e Vivo Caminho que Ele nos consagrou, pelo Véu, isto é, pela Sua Carne…” Hebreus 10:19-20
Aos 12 anos, Rui Bandeira fugiu de casa para ir viver com a mãe. Nesta conversa, o cantor revisita uma infância marcada pela separação dos pais, os anos em que viveu longe da mãe, os conflitos familiares que o levaram a fugir de casa e o papel decisivo da música e da fé na sua vida. Fala ainda do avô que o inspirou a ser músico, do sucesso no Festival da Canção, das dificuldades da pandemia, da relação com a mulher e de como os filhos se tornaram a sua maior conquista. Um testemunho emotivo que vale a pena ouvir no Alta Definição emitido na SIC em 22 de agosto de 2026.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Daily Halacha Podcast - Daily Halacha By Rabbi Eli J. Mansour
Special care must be taken to protect the honor of sacred books, such as Siddurim, Humashim, and all books of Torah literature. It is strictly forbidden to allow bodily waste in the presence of sacred books. When young children are being toilet trained, parents must not allow the children to use the portable "potty" in a room containing sacred books, and doing so constitutes a grave infraction on the honor of these texts. The Mishna Berura writes about a family that kept a bedpan in a small room which they used as a restroom, and the stench spread into the main room where there were Torah books. The family suffered as a result – the homeowner's son abandoned religious observance, and the family endured considerable humiliation. The Mishna in Pirkeh Abot (4:6) warns that one who disgraces the Torah will be punished with disgrace, and the Mishna Berura pointed to this unfortunate incident as an example of such a transgression. Hacham Ovadia Yosef, in his Anaf Etz Abot, likewise applies the Mishna's warning to those who fail to show proper respect to Torah books, such as by placing a child's potty in their presence, or having marital relations in a room with Torah books. (It is similarly customary not to allow young children near the Shabbat candles when they are unclothed, due to the sanctity of the Shabbat lights.) Many people carry small books or papers in their pockets throughout the day – such as a small Siddur for Minha, a small Birkat Ha'mazon, or a pocket-sized Gemara or Torah pamphlet. If one has such a text with him when he needs to use the restroom, he should remove the sacred text from his pocket before entering the restroom. If this is not possible, such as if one is in a public area, then he may enter the restroom with a book in his pocket. A sacred book may be brought into the restroom if it is under two coverings, and when necessary, one may consider the binding one covering, such that the pocket is considered the second covering. Preferably, one who often carries a small Siddur or Torah book with him should wrap it with an additional covering. If one keeps a small Birkat Ha'mazon card in his wallet, he is certainly permitted to enter the restroom with the wallet, as the wallet is considered one covering and the pocket is considered the second. A woman who wears a piece of jewelry bearing the inscription of a verse from the Tanach must remove it before entering the restroom. If the jewelry features only a name, it may be brought into the restroom. It is certainly permissible to bring a phone or other device into the restroom even though it contains Torah content, because that content is not being displayed at that time. One who keeps a picture of a Rabbi with him in his pocket may enter the restroom with the picture, as pictures have no Halachic status of sanctity. Of course, one must not treat such pictures disrespectfully, but keeping them in one's pocket in the restroom is permissible. Summary: It is forbidden to allow the presence of bodily waste in the presence of sacred books, such as Siddurim or any books of Torah literature, and therefore young children must not be potty trained in a room where sacred books are present. If one carries a sacred book in his pocket, and he cannot leave it outside when he uses the restroom, he may bring it in his pocket to the restroom, as the binding can be considered one cover, and the pocket is then the second required covering. Preferably, though, the book should be wrapped with an additional covering. One may enter the restroom with a Birkat Ha'mazon card in his wallet, as the wallet is the first covering and the pocket is the second. A woman who wears a piece of jewelry bearing the inscription of a verse from the Tanach must remove it before entering the restroom.
“Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o Seu Santo Nome.Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum de Seus benefícios.Ele é o que perdoa todas as tuas iniquidades, que sara todas as tuas enfermidades,Que redime a tua vida da perdição; que te coroa de benignidade e de misericórdia,” Salmos 103:1-4
Minha convidada de hoje praticava esportes apenas nas aulas de Educação Física da escola e adorava pedalar pelas ruas tranquilas da sua cidade. O primeiro contato com o mountain bike aconteceu em 2006, aos 18 anos, incentivada pelo então namorado, hoje seu marido. No fim daquele mesmo ano disputou sua primeira competição. Em 2007 participou do seu primeiro Iron Biker e iniciou sua trajetória no cross-country olímpico. Dois anos depois passou para a categoria Elite em busca de novos desafios. Durante muitos anos conciliou os treinamentos com o trabalho, realizando grande parte das sessões à noite, depois da jornada profissional. Formada em Edificações, trabalhou alguns anos na área até 2013, quando deixou a profissão para se dedicar ao negócio da família, tornando-se sócia do marido em uma loja de bicicletas. A mudança proporcionou uma rotina mais flexível e permitiu aumentar a dedicação aos treinamentos. Em 2018 interrompeu a carreira esportiva para realizar outro projeto de vida: a maternidade. Sem saber se voltaria a competir, permaneceu afastada das competições durante a gestação e o puerpério. O retorno aconteceu quando seu filho tinha apenas seis meses de vida. Durante a pandemia voltou a treinar com mais regularidade e, em 2021, terminou o Campeonato Brasileiro de XCO entre as sete melhores atletas do país. Em 2024 disputou, pela primeira vez, etapas da Copa do Mundo de Mountain Bike e foi quarta colocada no Campeonato Pan-Americano realizado no Brasil. No ano seguinte conquistou dois dos principais resultados da carreira: a vitória na Brasil Ride Espinhaço e a medalha de bronze no Campeonato Pan-Americano de Maratona, disputado no Chile. Conosco aqui , mãe, atleta e empresária, que procura fazer sempre o seu melhor com o que tem no momento, autora do livro Como treinar quando não há motivação, a marianense Liege da Silva Walter. Inspire-se! Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance e pela @2peaksbikes A Z2 lançou o Performance System, uma linha pensada em organizar a suplementação ao longo da rotina do atleta, com produtos que cumprem papéis específicos dentro da performance. A linha tem dois produtos: a Creatina e o Nitrato. E um produto da Z2 que merece atenção: o Saltz Pastilha. Reposição de eletrólitos num formato inédito no Brasil. Dissolve na boca, repõe sódio, potássio e magnésio na hora, sem precisar de água. Compacto e ideal pra treinos e provas. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Santa Cruz Bikes, da Yeti Cycles e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
“O Céu e a Terra passarão, mas as Minhas Palavras não hão de passar.” Mateus 24:35“Quem Não Me ama Não Guarda as Minhas Palavras; ora, a Palavra que ouvistes não é Minha, mas do Pai que Me enviou.”João 14:24“E perguntou: Não reservaste, pois, para mim nenhuma bênção?” Gênesis 27:36b