Podcasts about passou

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Ainda Bem que Faz Essa Pergunta
10 de Junho passou a ser um mero "picar de ponto" político?

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 5:36


Festejos do 10 de Junho levaram os políticos até aos Açores. Devido à importância do dia ou só para poderem dar "o ar da sua graça"? Protestos no Reino Unido aumentam, tal como, a revolta da populaçãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

ESCS FM
MP3 ADN x DESCIDA - BEATRIZ FREITAS

ESCS FM

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 50:08


“Para mim música é o que esta mais ligado religiosamente a mim… E sinto que a música tem muito essa abertura para ser uma coisa mais do que metafísica. ”Descobriu o Hip-Hop com 6 anos. Cresceu a ver MTV e nunca imaginou que a sua vida fosse muito próxima de tudo isto.Licenciada em línguas, literaturas e culturas na NOVA, com uma dissertação de sampling.A nível profissional começou na Hip Hop Rádio, em 2020. Anos depois no Rimas e Batidas como jornalista. Passou pela Universal Music como promotora e desde dai que se foca em marketing digital no universo da música.É jornalista, entrevistadora, locutora e fundadora dos Brilhantes Diamantes.Falamos da Beatriz Freitas.Tracklist:REAL GUNS - OdjoSiR - Something Foreign ft. ScHoolboy QMarina Sena - Lua Cheia RemixUm obrigada muito especial à J (@pmgrnts)Apoio: @descidaprodDesign: Vasco FonsecaSonoplastia: Alexandre Boavida

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
“Posso chocar muita gente, mas estou de acordo com a proposta do Governo sobre o trabalho social da PSU” e as intervenções de Pedro “passou-se” Coelho

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 25:43


Miguel Sousa Tavares comenta a mais recente proposta de Montenegro que funde várias prestações sociais numa única, com novas obrigações de trabalho social, "quem não cria hábitos de trabalho, dificilmente vai gostar de trabalhar". Analisa ainda as consequências da saída de imigrantes do país, "quem é que os vai substituir?", o caos "impensável" no aeroporto de Lisboa, a falta de reformas do Governo e as criticas de Passos Coelho: "Uma pessoa que geriu tão bem o silêncio, deu cabo dessa imagem". Falamos das Praias, na Arrábida e não só, "Só espero que não se transformem numa batalha campal" e acabamos a falar de Trump que se terá enfurecido com o amigo israelitaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Kiwicast - O Podcast da Kiwify
Era o Improvável da Família e Hoje Faturei 120 Milhões no Digital | Túlio Vitty | Kiwicast #700

Kiwicast - O Podcast da Kiwify

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 59:00


No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Túlio Vitty,empresário, autor, Global Advisor e Diplomata Civil, com mais de 1,2 milhão de seguidores e cerca de R$120 milhões faturados no digital.Túlio começou aos 13 anos pela música, entrou no digital aos17, foi mantenedor da família desde jovem e não tinha plano B. A escolha era dar certo ou dar certo.Passou pelo dropshipping, vendendo capinha de celular, e foinessa escola que aprendeu a ser empresário. Mas o caminho mais difícil não foi o mercado. Foi ele mesmo. Aprender a lidar com os próprios filtros, reprogramar a mentalidade e entender que ambiente, conhecimento e pessoas certas imprimem uma versão nova em qualquer pessoa.Hoje é autor de Social Além da Rede e Narcisismo Digital,treina líderes e artistas para dominar influência digital e construir posicionamentos diferenciados. No Kiwicast, ele falou sobre:● O que é ser de verdade no mundo digital e por que quase ninguém entende isso● Como saiu da escassez para R$120 milhões sendo o improvável da família● O que o dropshipping ensinou que nenhum curso de mentalidade ensina● Por que ambiente, conhecimento e pessoas certas são a única fórmula que funcionaAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify

Dia a dia com a Palavra
Você já passou por dias sombrios?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later May 25, 2026 1:20


Chamo de dias sombrios aqueles dias em que nada parece fazer sentido e que jogar tudo pro alto parece ser a decisão mais coerente. Pode ser que isso não tenha acontecido com você, e que bom por isso. Mas não estranhe quão sombrios foram os dias de outras pessoas.Veja o que diz o Salmo 73 no verso 28: "Quanto a mim, bom é estar perto de Deus; faço do Senhor Deus o meu refúgio, para proclamar todas as suas obras."Asafe, um homem de Deus, e que escreveu o Salmo 73, passou por dias difíceis. Naqueles dias de tristeza e dor, seu coração parece ter ficado em estado deplorável. Nada fazia sentido, principalmente servir a Deus. Suas palavras são duras e provocam choque.São muitas as razões que nos levam a pensamentos assim. Contudo, o mais importante é pensar que esses dias passam.Não se engane, os dias sombrios não passam "por mágica" e nem automaticamente. É preciso agarrar-se ao Senhor com todas as forças. Só Ele nos ajudará na tribulação, só Ele. Foi isso que Asafe fez durante os dias difíceis e foi isso que o salvou.Grave isso: não há caminho fácil para vencer os dias sombrios, mas há um caminho certo para isso e esse caminho é Jesus.

Podcasts FolhaPE
Quem cuida de quem passou a vida cuidando?

Podcasts FolhaPE

Play Episode Listen Later May 20, 2026 23:10


A longevidade da população brasileira tem transformado silenciosamente a dinâmica das famílias e um dos retratos mais delicados dessa mudança está nas chamadas “mães idosas invisíveis”: mulheres que passaram a vida inteira cuidando dos filhos, da casa e da família, mas que, ao envelhecer, muitas vezes enfrentam solidão, abandono emocional e falta de assistência adequada. O tema chama atenção para uma realidade cada vez mais presente dentro dos lares brasileiros: afinal, quem cuida de quem sempre cuidou? Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com a geriatra Alexsandra Siqueira Campos, no Canal Saúde desta quarta-feira (20).

Convidado
China: “Império do Meio” passou a “patamar superior” ao qual “todos batem à porta”

Convidado

Play Episode Listen Later May 19, 2026 11:39


Quatro dias depois de Donald Trump, Vladimir Putin chega esta terça-feira a Pequim, onde vai ser recebido, quarta-feira, pelo Presidente chinês Xi Jinping.  Os líderes chinês e russo já se trataram publicamente como “velhos amigos”, mas a Rússia está altamente dependente, a nível económico, da China, o primeiro comprador do petróleo russo sob sanções internacionais. Simbolicamente, as duas visitas com poucos dias de intervalo confirmam Pequim como estando num “patamar superior”, a quem “todos batem à porta”, considera José Palmeira, especialista em Relações Internacionais e com quem conversámos sobre o tema. Menos de uma semana depois de Donald Trump ter sido recebido com pompa e circunstância em Pequim, Vladimir Putin chega esta terça-feira à China para se encontrar com Xi Jinping, descrito como um “bom amigo de longa data”, e para reafirmar a robustez das relações sino-russas. Trump foi o primeiro Presidente americano a deslocar-se à China desde 2017, Vladimir Putin vai cumprir a 25.ª visita, de acordo com a diplomacia chinesa. No espaço de um ano, todos os líderes das grandes potências do planeta foram a Pequim, como os do Brasil, da Índia, do Canadá, da União Europeia, de França, da Alemanha, de Itália, do Reino Unido e de Espanha. Agora, a visita de Trump e de Putin, intercalada de apenas quatro dias, confirma o estatuto de Pequim como estando num “patamar superior”, a quem “todos batem à porta”, resume José Palmeira, director da licenciatura em Relações Internacionais da Universidade do Minho, em Portugal. No fundo, “a China considera-se a potência em ascensão e os Estados Unidos são vistos como uma potência em declínio”. Do outro lado, a China “tem beneficiado das importações de gás natural e de petróleo, num contexto em que a Federação Russa está a ser objecto de sanções”, deixando Moscovo altamente dependente, a nível económico deste que é o primeiro comprador das energias russas sob sanções internacionais. Por outro lado, Vladimir Putin leva na bagagem o dossier do gasoduto “Força da Sibéria 2” que, se for fechado, pode ligar a Rússia à China via Mongólia. Também em cima da mesa, de acordo com a presidência russa, está “a troca de opiniões sobre as grandes questões internacionais e regionais”. Pode a Rússia usar a sua influência para tentar travar a guerra na Ucrânia e desbloquear a situação no Estreito de Ormuz? Estas são algumas das questões sobre as quais falámos com o nosso convidado José Palmeira. RFI: O que está em jogo nesta visita de Vladimir Putin à China, apenas quatro dias depois de Xi Jinping ter recebido Donald Trump? José Palmeira, Director da Licenciatura em Relações Internacionais da Universidade do Minho: “Eu diria que em causa estão questões bilaterais, mas também globais. A China cada vez se assume mais como uma superpotência. A visita recente de Donald Trump evidenciou isso mesmo. A China e os Estados Unidos colocam-se no mesmo patamar em termos de poder global, com uma diferença: é que a China considera-se a potência em ascensão e os Estados Unidos são vistos como uma potência em declínio. A referência que XI Jinping fez a Tucídides simboliza isso mesmo. Relativamente à Federação Russa, é verdade que, nos últimos anos, houve uma aproximação muito significativa. Essa relação é nomeada como sendo uma parceria especial e, no ponto de vista bilateral, a China tem beneficiado sobretudo das importações de gás natural e de petróleo, num contexto em que a Federação Russa está a ser objecto de sanções e, portanto, precisa de ter alternativas para exportar hidrocarbonetos. Isso tem sido útil quer à Federação Russa quer à China, que está a fazer uma compra a preço muito mais reduzido do que aquele que seria o preço de mercado. Por outro lado, a China lida, neste momento, com uma Rússia debilitada em função da guerra que a Rússia está a desenvolver na Ucrânia, onde está a empregar muitos meios militares e onde está a ter muitas baixas. A situação económica da Federação Russa também é bastante difícil neste momento e a China pode ser um aliado importante para Moscovo, na medida em que, de um plano económico, lhe permite sair desse tal bloqueio.” De certa forma, Moscovo quer ter garantias quanto ao facto de que a Rússia ocupa ainda um lugar privilegiado com a China? “O que é que nós tínhamos até há pouco tempo? Tínhamos uma Rússia que é uma potência militar, mas que no plano económico tem ficado debilitada, e tínhamos uma China que era o contrário, que era uma potência económica, mas ainda não tinha capacidade militar, sobretudo no plano nuclear equiparado à Rússia (tem armas nucleares, é verdade, mas o número de ogivas da Federação Russa é muito superior). E o que é que estamos a assistir? Estamos a assistir que a China está também no plano militar a assumir-se como uma potência cada vez mais completa, enquanto a Federação Russa, no plano militar, está a ficar bastante debilitada com o conflito e como já não era uma potência económica no mesmo patamar, acaba por ficar numa situação de inferioridade. A China é conhecida como Império do Meio e, no fundo, está-se a assumir também como uma potência acima da Federação Russa e num patamar equivalente aos Estados Unidos. E, portanto, isto quer no plano interno para XI Jinping, quer no plano externo, coloca a China, de facto, como uma potência que nunca teve este esplendor. Isto para Pequim não deixa de ser uma excelente notícia.” Por que é que a China não usa da sua influência para tentar travar a guerra na Ucrânia? “Essa é uma dúvida de que não temos propriamente uma resposta objectiva. Podemos criar cenários. Será que à China lhe interessa uma Rússia debilitada para poder continuar a tirar partido, por exemplo, dos hidrocarbonetos russos a um preço muito inferior ao de mercado? Será que a Rússia, por seu turno, continuando este conflito desta forma, vai tentar junto da China alguma reabilitação via não só da China, mas também dos BRICS (porque são, no fundo, a única alternativa que Rússia tem)? É isto que é o isolamento que o Ocidente lhe tem vetado. É verdade que este isolamento é muitas vezes, de certa forma, diluído, porque Donald Trump quer ter uma relação com Putin e quer criar aqui um certo equilíbrio com o intuito de mediar o conflito na Ucrânia, mas não tem conseguido até agora alcançar esse objectivo. Pode ser que mais tarde seja a China a aparecer com uma chave para a solução do conflito. Aliás, esta ambiguidade da China mantém-se também em relação ao Médio Oriente. Embora tenha uma boa relação com o Irão, não tem tido um papel activo no Médio Oriente, mas já teve no passado: a China reatou as relações entre o Irão e a Arábia Saudita, por exemplo. Será que vai emergir também como um desbloqueador do conflito, até porque também está a ser afectada pelo bloqueio do estreito de Ormuz? Portanto, há aqui várias questões onde a China não tem sido assertiva. Eu diria que a única matéria onde a China foi assertiva foi em relação a Taiwan, onde na recente visita [de Donald Trump] vincou bem que é um assunto interno e que não admite que os Estados Unidos ou qualquer país interfira.” Fala-se na construção de um gasoduto que ligue a Rússia e a China, através da Mongólia. Seria uma alternativa à via marítima oriunda do Médio Oriente, da qual a China acaba por também estar dependente. O conflito no Irão poderá fazer com que as possibilidades deste gasoduto se concretizar sejam ainda maiores? “Eu diria que, apesar de tudo, a China é muito prudente, isto é, a China não quer ficar dependente da Federação Russa também em termos desse tipo de abastecimentos. Agora, pode ser que o gasoduto seja interessante porque, sobretudo em situações de crise, uma boa relação com a Rússia garante sempre essa alternativa. Mas, apesar de tudo, a política chinesa é uma política de diversificação. Isto é, a China tem várias alternativas em termos de abastecimento e, nesse sentido, para a China é muito positivo ter essa possibilidade. Em caso de crise no Médio Oriente, a Federação Russa dará garantias, mas a China nunca quererá, penso eu, ficar muito dependente do Kremlin. A China quer ter uma política autónoma em matéria de política económica, tecnológica e a diversificação é a sua principal estratégia. Agora, poderá haver avanços nessa iniciativa relativamente ao gasoduto porque pode ser uma alternativa positiva para Pequim.” Tanto a China como a Rússia acabariam por, de certa forma, ganhar com a guerra no Médio Oriente? “Eu diria que o enfraquecimento dos Estados Unidos interessa a Pequim e a Moscovo. Agora, há aqui um problema que afecta mais a China do que a Rússia. É que a China, apesar de tudo, depende bastante do preço de mercado dos combustíveis e, estando esses preços em alta, isso é uma má notícia para Pequim. Agora, é verdade também que a China é um actor global e, nesse sentido, se os outros países da economia global estiverem mal, isso vai afectar também as exportações chinesas e a China não quer isto. Portanto, no curto prazo, o conflito pode não afectar a China, mas no médio e longo prazo afecta também a China que vai querer que o conflito no Médio Oriente termine e que o Estreito de Ormuz deixe de estar bloqueado. Portanto, também fará alguma pressão no sentido de o Irão não prolongar este braço-de-ferro muito tempo. Interessa também à China que o Irão saia desta guerra não derrotado, na medida em que é um aliado importante. Aliás, a China tem um número de aliados cada vez maior na região, lá está, no âmbito da sua política de diversificar. A China quer ter compradores em todo o lado e, na sua perspectiva de importador de energia, quer também ter países que lhe vendam essa energia e de uma forma o mais diversificada possível.” Para terminarmos, ligando estas duas visitas em menos de uma semana de líderes de potências mundiais a uma outra potência mundial, qual é a principal conclusão que se tira da visita de Trump à China e qual é a principal expectativa desta visita de Putin? “A China coloca-se aqui num patamar superior em que é objecto do interesse das duas potências. Uma maior, é verdade, uma super que são os Estados Unidos e outra que é uma superpotência militar, mas não tanto económica, que é a Rússia. E com isso vê-se como o líder desejado, o líder ao qual todos batem à porta. No caso concreto da Rússia, aquilo que certamente Vladimir Putin pretenderá é receber apoio da China daqueles equipamentos que são de duplo uso, que são vendidos alegadamente com objectivos civis, mas podem ter utilização militar. No plano económico, naturalmente, interessa à Rússia continuar a escoar o seu petróleo e gás natural para a China e também alargar as relações em todos os domínios que poderão ser úteis. Por exemplo, neste momento não é só o bloqueio económico, também há um bloqueio cultural e um bloqueio desportivo e é muito interessante para toda a cultura russa, que é muito vasta, e para os grupos desportivos russos poderem desenvolver a sua as suas práticas no território chinês ou no espaço mais amplo dos BRICS. E nesse sentido, a China funciona como um pivô.” Em relação ao aos Estados Unidos, qual é que foi a conquista desta visita de Trump? Conseguiu o que queria? “Ainda não estamos muito esclarecidos sobre aquilo que Trump terá conseguido. A priori, não conseguiu grande coisa, isto é, conseguiu levar uma comitiva, sobretudo constituída por líderes de empresas tecnológicas, e ainda não está muito claro em que é que isso resultou, porque foram anunciadas a compra por Pequim de alguns Boeings, mas, de qualquer forma, esse número não é confirmado por ambas as partes, os tais 200. E é verdade que Donald Trump especulou que a visita correu muito bem e foi um sucesso, mas isso não está dado como garantido. Vamos ver se é possível ou não que a China exerça alguma influência relativamente ao conflito no Médio Oriente porque Donald Trump já mostrou que não quer voltar a atacar o Irão, quer é um acordo diplomático. Mas para isso é preciso cedências e até agora estas cedências ainda não foram alcançadas. Vamos ver se Pequim exerce alguma influência nesse sentido ou não.”

45 do Primeiro Tempo
Gabi Picciotto - “Aquilo que pensamos silenciosamente molda a nossa realidade”

45 do Primeiro Tempo

Play Episode Listen Later May 15, 2026 67:16


Gabi Picciotto não tem dúvida em afirmar que existe um poder imenso em acreditar — acreditar de verdade, sem garantias, sem controle, sem precisar que o mundo confirme primeiro aquilo que o coração já sente. Talvez por isso ela tenha dedicado sua trajetória a compreender o encontro entre consciência, emoções, espiritualidade e realidade concreta. Porque, para ela, não existe expansão verdadeira quando usamos a espiritualidade apenas para fugir de nós mesmos. Fé, na sua visão, não é negação da realidade — é uma força interna capaz de reorganizar a maneira como pensamos, sentimos e caminhamos pela vida. Doutora em Psicologia, com foco no fenômeno do spiritual bypassing — o uso inconsciente da espiritualidade para evitar dores e processos internos — ela construiu uma caminhada que une profundidade emocional, sensibilidade e uma rara experiência no universo corporativo. Passou por empresas e consultorias como Unilever, Korn Ferry e Walking the Talk, até perceber que sua missão era justamente integrar mundos que durante muito tempo pareciam separados: alma e estratégia, intuição e ação, espírito e matéria. Hoje, ela conduz pessoas e organizações em processos profundos de alinhamento, expansão e desenvolvimento humano, ajudando pessoas a viverem com mais verdade, consciência, leveza e propósito. E talvez uma das mensagens mais bonitas do seu trabalho seja justamente essa: quando alguém acredita verdadeiramente em si, na vida e no próprio caminho, algo dentro começa silenciosamente a mover montanhas. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a terapeuta, consultora organizacional e autora do livro A Voz da Alma contou sua história de vida, trouxe seu olhar para este momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “Aquilo que pensamos silenciosamente molda a nossa realidade". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

45 do Primeiro Tempo
Gabi Picciotto - “Aquilo que pensamos silenciosamente molda a nossa realidade”

45 do Primeiro Tempo

Play Episode Listen Later May 15, 2026 66:29


Gabi Picciotto não tem dúvida em afirmar que existe um poder imenso em acreditar — acreditar de verdade, sem garantias, sem controle, sem precisar que o mundo confirme primeiro aquilo que o coração já sente. Talvez por isso ela tenha dedicado sua trajetória a compreender o encontro entre consciência, emoções, espiritualidade e realidade concreta. Porque, para ela, não existe expansão verdadeira quando usamos a espiritualidade apenas para fugir de nós mesmos. Fé, na sua visão, não é negação da realidade — é uma força interna capaz de reorganizar a maneira como pensamos, sentimos e caminhamos pela vida. Doutora em Psicologia, com foco no fenômeno do spiritual bypassing — o uso inconsciente da espiritualidade para evitar dores e processos internos — ela construiu uma caminhada que une profundidade emocional, sensibilidade e uma rara experiência no universo corporativo. Passou por empresas e consultorias como Unilever, Korn Ferry e Walking the Talk, até perceber que sua missão era justamente integrar mundos que durante muito tempo pareciam separados: alma e estratégia, intuição e ação, espírito e matéria. Hoje, ela conduz pessoas e organizações em processos profundos de alinhamento, expansão e desenvolvimento humano, ajudando pessoas a viverem com mais verdade, consciência, leveza e propósito. E talvez uma das mensagens mais bonitas do seu trabalho seja justamente essa: quando alguém acredita verdadeiramente em si, na vida e no próprio caminho, algo dentro começa silenciosamente a mover montanhas. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a terapeuta, consultora organizacional e autora do livro A Voz da Alma contou sua história de vida, trouxe seu olhar para este momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “Aquilo que pensamos silenciosamente molda a nossa realidade". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Arauto Repórter UNISC
O Que Você Faz com a Sua Dor?

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later May 13, 2026 3:55


João e Mário eram irmãos gêmeos.Cresceram dentro da mesma casa.Escutaram as mesmas discussões.Conheceram o mesmo sofrimento.Viram o pai chegar embriagado muitas vezes, espalhando medo dentro de casa.Quando a mãe morreu, os dois saíram pelo mundo carregando as mesmas feridas no coração.Mas, com o passar do tempo, a vida começou a mostrar caminhos diferentes.João decidiu que a dor não seria seu destino.Trabalhou, construiu uma família, aprendeu a valorizar as pequenas coisas e transformou as cicatrizes em força para seguir em frente.Já Mário deixou que a revolta tomasse conta da sua vida.Passou a acreditar que nada daria certo.Perdeu oportunidades, afastou pessoas e acabou vivendo preso ao próprio sofrimento.Anos depois, sem que um soubesse da realidade do outro, os dois foram perguntados sobre o motivo de suas vidas terem tomado rumos tão diferentes.E os dois responderam praticamente a mesma coisa:“Meu pai era assim.”Talvez aí esteja uma das maiores reflexões da vida.O passado pode explicar muitas dores…mas não pode determinar quem você será daqui para frente.Existem pessoas que usam as feridas como desculpa para desistir.E existem pessoas que usam as mesmas feridas como motivo para mudar de vida.Todos nós carregamos marcas.Todos nós travamos batalhas silenciosas que ninguém vê.Mas existe algo que continua sendo somente nosso:a decisão de permanecer caído… ou levantar mais uma vez.Talvez a vida não tenha sido leve com você.Talvez tenham faltado abraços.Talvez tenham faltado oportunidades.Talvez, em muitos momentos, você tenha pensado em desistir.Mas nunca esqueça:o que aconteceu ontem não precisa escrever o seu amanhã.Você pode interromper ciclos.Pode começar diferente.Pode construir uma nova história.Porque, no fim das contas, a vida não é feita apenas daquilo que aconteceu com a gente…mas daquilo que escolhemos fazer com tudo isso.

Assunto Nosso
O Que Você Faz com a Sua Dor?

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later May 13, 2026 3:55


João e Mário eram irmãos gêmeos.Cresceram dentro da mesma casa.Escutaram as mesmas discussões.Conheceram o mesmo sofrimento.Viram o pai chegar embriagado muitas vezes, espalhando medo dentro de casa.Quando a mãe morreu, os dois saíram pelo mundo carregando as mesmas feridas no coração.Mas, com o passar do tempo, a vida começou a mostrar caminhos diferentes.João decidiu que a dor não seria seu destino.Trabalhou, construiu uma família, aprendeu a valorizar as pequenas coisas e transformou as cicatrizes em força para seguir em frente.Já Mário deixou que a revolta tomasse conta da sua vida.Passou a acreditar que nada daria certo.Perdeu oportunidades, afastou pessoas e acabou vivendo preso ao próprio sofrimento.Anos depois, sem que um soubesse da realidade do outro, os dois foram perguntados sobre o motivo de suas vidas terem tomado rumos tão diferentes.E os dois responderam praticamente a mesma coisa:“Meu pai era assim.”Talvez aí esteja uma das maiores reflexões da vida.O passado pode explicar muitas dores…mas não pode determinar quem você será daqui para frente.Existem pessoas que usam as feridas como desculpa para desistir.E existem pessoas que usam as mesmas feridas como motivo para mudar de vida.Todos nós carregamos marcas.Todos nós travamos batalhas silenciosas que ninguém vê.Mas existe algo que continua sendo somente nosso:a decisão de permanecer caído… ou levantar mais uma vez.Talvez a vida não tenha sido leve com você.Talvez tenham faltado abraços.Talvez tenham faltado oportunidades.Talvez, em muitos momentos, você tenha pensado em desistir.Mas nunca esqueça:o que aconteceu ontem não precisa escrever o seu amanhã.Você pode interromper ciclos.Pode começar diferente.Pode construir uma nova história.Porque, no fim das contas, a vida não é feita apenas daquilo que aconteceu com a gente…mas daquilo que escolhemos fazer com tudo isso.

Kiwicast - O Podcast da Kiwify
Faturei 9 milhões de reais com infoproduto na internet SEM APARECER| Eduarda Bach | Kiwicast #687

Kiwicast - O Podcast da Kiwify

Play Episode Listen Later May 11, 2026 67:02


No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Eduarda Bach,empresária, mentora e especialista em infoprodutos globais que faturou mais de 9 milhões de reais vendendo para o mundo todo.A história dela começa numa cidade de 5 mil habitantes noRio Grande do Sul. Sem condições financeiras, ela começou a trabalhar aos 14 anos como menor aprendiz porque entendeu cedo que só estudar não ia ser suficiente. Passou pelo dropshipping, pela gestão de tráfego paranegócios locais, até descobrir o mercado de infoprodutos globais em 2023. A decisão foi imediata: se vender no Brasil já não estava chegando, no mundo todo não teria como não dar certo. Desde então, trabalha exclusivamente com o mercado internacional e não voltou atrás.No Kiwicast, ela falou sobre:● Por que vender pro mundo dá o mesmo trabalho que vender pro Brasil● Como desmistificar o medo de entrar no mercado internacional● Por que ganhar em dólar muda completamente o cenário financeiro● O que aprendeu passando por dropshipping e gestão de tráfego antes do global● Como construiu uma operação de infoprodutos do zero voltada pro exteriorAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify

Caronline.TV Podcast
RALLY de PORTUGAL 2026 - AFINAL o que se PASSOU? | Podcast #314

Caronline.TV Podcast

Play Episode Listen Later May 11, 2026 91:24


Apoio Liqui-Moly - Tudo o que se move funciona melhor com LIQUI MOLY - óleo de motor made in Germany. LIQUI MOLY - óleos de motor, aditivos e cuidado com o veículo. https://www.liqui-moly.com/pt/pt/

Economia dia a dia
O sistema de seguros em Portugal passou no teste das tempestades?

Economia dia a dia

Play Episode Listen Later May 7, 2026 4:34


Noventa dias depois das tempestades que atingiram Portugal entre janeiro e fevereiro, as seguradoras pagaram 445 milhões de euros em indemnizações, o equivalente a 37% dos 1,2 mil milhões estimados em prejuízos. Já o Estado entregou 19,1 milhões de euros em apoios a fundo perdido, menos de 10% dos 209,87 milhões pedidos pelas famílias afetadasSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Dia a dia com a Palavra
Quem nunca passou por situações difíceis?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later May 7, 2026 1:22


Você já deve ter contado para seus amigos e parentes sobre lutas que já teve e dificuldades que enfrentou. A verdade é que este mundo em que vivemos está marcado por sofrimento. São muitas as histórias de dor espalhadas pelos quatro cantos do planeta.Veja o que diz o Salmo 69 no verso 21: "Por alimento me deram fel e na minha sede me deram a beber vinagre."O sofrimento humano existe desde o surgimento do pecado, na criação, não é algo particular a nosso tempo.Não é sábio compararmos nosso sofrimento com o de qualquer outra pessoa. Mas também não tem como deixar de comparar o nosso sofrimento com o de Jesus, principalmente olhando para as expressões usadas pelo salmista nesse verso.Aquele que bebeu "fel" em nosso lugar foi Jesus. O sofrimento que recaiu sobre Ele, pertencia a mim e a você.Toda a Bíblia aponta para Jesus Cristo. Todas as histórias só fazem sentido com Ele. Não é por acaso que o salmista faz essa referência.Diante do sofrimento, não olhe para a sua própria dor, olhe pra Cristo. Fazendo isso, você receberá consolo, esperança e a certeza de que alguém se importa com você.

Podcast do Patroni
#260 - Entre a roça e o tatame

Podcast do Patroni

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 51:49


Entre a roça e o tatame, ainda criança, ela aprendeu duas coisas que carrega até hoje: disciplina e resistência. No interior do Espírito Santo, em meio ao cafezal dos avós, veio o contato com o agro. E ali, no meio da colheita, nasceu a ideia para o primeiro negócio: aos 10 anos, já vendia limão no bairro. Só que, aos 11, perdeu tudo. O limoeiro secou, o “negócio” acabou. Mas ficou uma lição que atravessaria toda a sua trajetória: nada se sustenta sem cuidado — nem planta, nem empresa, nem propósito. De lá pra cá, a vida trouxe conquistas, quedas e recomeços. Trouxe também uma dor profunda, daquelas que mudam a rota de uma família inteira — e que hoje se transforma em força para proteger e apoiar outras mulheres. Capixaba de origem, cuiabana por escolha, a Randala Lopes encontrou na comunicação uma ferramenta. E no agro, uma missão. Passou por grandes empresas, pela TV, pelo marketing, pelos bastidores de eventos… até que, quando o mundo parou na pandemia, ela teve que se reconstruir mais uma vez. Em vez de recuar, decidiu criar. Foi ali que nasceram projetos, negócios e até um canal de TV dedicado ao agro, além de iniciativas que dão espaço e voz a quem nem sempre é ouvido — especialmente as mulheres do campo. Agora, às vésperas de mais uma grande feira que ajuda a movimentar o agro mato-grossense, a história dela ganha ainda mais sentido — e reforça um princípio que vale pra qualquer produtor: plantar, cuidar e ter coragem pra recomeçar quando for preciso. No episódio de hoje, você vai conhecer a trajetória de uma carateca que aprendeu a lutar dentro e fora do tatame — e que transformou cada queda em um novo começo- sem nunca perder a conexão com a terra, de onde tudo começou.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Viaje na CBN - Edson Ruy
Como funciona o cadastro online de reservas em hotéis e pousadas, que passou a ser obrigatório

Viaje na CBN - Edson Ruy

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 8:56


Nesta edição do "Viaje na CBN", o comentarista Edson Ruy traz como destaque a plataforma do Ministério do Turismo, de check-in digital, que obrigatoriamente deve ser disponibilizada em hotéis e pousadas do Brasil. É a Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) Digital. Com ela, os viajantes podem preencher os dados de forma digital, por meio de links ou acessando o gov.br, antes mesmo de chegar ao hotel. Os hóspedes também podem continuar com a opção de preenchimento manual da ficha, mas a ideia do digital é agilizar o processo de check-in. Ouça a conversa completa!

Contra-Corrente
Um ano depois, o que já sabemos sobre o apagão? — Debate

Contra-Corrente

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 97:27


Passou um ano desde o apagão que deixou o país sem electricidade e as propostas para que não volte a acontecer são muitas e vão desde armazenamento de combustível à autonomia de hospitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Dois Analógicos
João R: E S P E C I A L de 2025

Dois Analógicos

Play Episode Listen Later Apr 19, 2026 12:01


Passou anos só povoando o jogo de detalhes e história e lore e tudo mais. Então o jogo é realmente muito profundo em todos os aspectos. Recomendo demais. Eu joguei no Playstation, ele está disponível na PS Plus, ou estava pelo menos. Ele também estava disponível no Game Pass. Então, Blue Prince. Blue Prince é jogo do ano. Bora falar de outras coisas agora. Ah, vale falar que o Blue Prince foi legal porque foi o melhor jogo que eu joguei no ano passado. De qualquer jogo. E também o melhor jogo que eu joguei que lançou no ano passado. Então, também está premiando os jogos lançados no Dois Analógicos - Diálogo infinito sobre games via WhatsApp. Com João Varella, Alexandre Sato, Thomas Kehl, Marcos Kiyoto, João R e Marina AndreoliDois Analógicos - Listen on Spotify - Linktree

Endörfina com Michel Bögli
#460 Giovanna Opipari

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Apr 16, 2026 109:49


Ela foi uma criança cheia de energia. Incentivada pelos pais, passava o tempo nadando, pedalando pelas ruas do bairro ou aproveitando os fins de semana na praia. A natação veio primeiro. Ainda adolescente, treinava com a equipe do Ademir Paulino, convivendo com atletas do triathlon e competindo em provas de águas abertas. Aos 15 anos, recebeu um convite para integrar a equipe do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa. Mudou de escola para conseguir treinar e mergulhou por dois anos em uma rotina intensa na piscina. Evoluiu, mas não se identificou com o ambiente competitivo. Ao terminar o ensino médio, decidiu encerrar esse ciclo e focar nos estudos. Ingressou na engenharia química pela USP de Lorena, onde encontrou um novo cenário para o esporte. Cercada por montanhas e estradas tranquilas, passou a viver uma rotina intensa ao ar livre, pedalando, explorando trilhas e descobrindo o mountain bike. Frequentou as montanhas da Serra da Mantiqueira, subiu o Pico dos Marins, percorreu a Serra Fina e, em 2018, começou a competir nas provas de triathlon e mountain bike do XTerra, além de provas como o Big Biker, o GP Ravelli, entre outras. Em 2019, voltou para São Paulo para estagiar e concluir a faculdade. Foi um período exigente, com o esporte mais irregular. Durante a pandemia, finalizou a graduação e foi efetivada no trabalho. Entre 2020 e 2022, conciliou a carreira com os treinos. Venceu duas etapas do XTerra e disputou o mundial de XTerra, na Itália. A experiência despertou a vontade de novos desafios e, no início de 2023, fez seu primeiro Ironman 70.3. A prova mudou o rumo da sua trajetória. Procurou um treinador, evoluiu rapidamente e ganhou confiança para seguir no esporte com mais foco. Em 2024, veio um convite especial: ser guia da paratriatleta Letícia Freitas na caminhada até os Jogos Paralímpicos de Paris. Mesmo trabalhando em tempo integral, montaram um plano e conquistaram a vaga na última seletiva, em Montreal. Em Paris, viveram uma experiência marcante, dividindo treinos e a responsabilidade de competir juntas. Poucas semanas depois, ela voltou a competir e terminou o Ironman 70.3 São Paulo como segunda colocada geral entre as amadoras. Em 2025, os resultados se consolidaram. Venceu uma etapa do Troféu Brasil e foi, mais uma vez, segunda colocada, desta vez no Ironman 70.3 do Rio de Janeiro. Passou a considerar a transição para o profissional. Ao mesmo tempo, enfrentava a dificuldade de conciliar o alto rendimento com a rotina exigente da engenharia. Com o apoio do marido, decidiu mudar de direção: deixou o trabalho corporativo, passou a atuar com esporte, iniciou a faculdade de educação física e abriu espaço para buscar um novo nível no triathlon. No fim do ano, foi ao Mundial de Ironman 70.3 e terminou como a melhor brasileira. Conosco aqui, a engenheira química, estudante de educação física e triatleta profissional, amante da natureza e dos esportes ao ar livre, a brasileira mais bem colocada no Mundial de Ironman 70.3 do ano passado, terceira colocada no Ironman 70.3 Curitiba, em sua estreia como profissional na temporada 2026, a paulistana Giovanna Alves Opipari. Inspire-se! Race Smart - check your heart Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Pedro Marques Lopes (parte 1): “Estou motivado a não deixar crescer o terrível cancro que são os discursos discriminatórios na comunidade. Sinto essa responsabilidade”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 74:35


É um dos cronistas e comentadores políticos mais populares do país. Semanalmente Pedro Marques Lopes analisa os temas quentes que fervem no país e no mundo, nos programas “Eixo do Mal”, na SIC Notícias, e no podcast “Bloco Central”, para o Expresso. A par disso, assina uma coluna de opinião na revista Visão. Jurista de formação, aos 40 anos a sua vida deu uma guinada radical. Passou de “gestor infeliz para cronista feliz”, depois de sofrer uma pancreatite aguda. O comentador afirma que há hoje “uma proletarização burra do conhecimento”, e uma radicalização de toda a direita. “O governo virou muito à direita e eu fiquei no mesmo sítio.” E deixa no ar a ideia de um dia vir a ser um candidato político. Ouçam-no nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Endörfina com Michel Bögli
#458 Sérgio Zolino

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 116:09


Filho de um dos fundadores do Clube Paineiras do Morumby, ele começou no esporte ainda jovem, na natação, antes de migrar para o polo aquático e, entre 1983 e 1989, jogou polo pelo clube. Em 1989, participou do seu primeiro triathlon, marcando o início de um período dedicado à modalidade. Participou do Ironman Brasil em 1992 e, desde então, seu foco passou a ser a participação no Mundial do Havaí. Dois anos depois, largava para a sua estreia em Kona. Em 1995, porém, enfrentou um grave problema de saúde. Foi diagnosticado com uma condição congênita no coração, a comunicação interatrial. Passou por uma cirurgia e, 18 meses depois, voltou a competir e obteve seu melhor resultado no Mundial de Ironman do Havaí de 1996, cruzando a linha de chegada em 9 horas e 31 minutos. Em 1998, competiu em três provas de Ironman, fechando o ciclo com a sua quarta e última participação no Mundial do Havaí. A partir de então, iniciou uma nova fase esportiva, agora nas corridas de aventura. Foram dez anos participando das principais provas de expedição no Brasil e no exterior, incluindo EMA, Ecomotion, Brasil Wild, além de duas edições do Eco-Challenge, na Patagônia e na Nova Zelândia. Em 2001, passou também a atuar na criação e organização de corridas de aventura. Em 2008, voltou-se para as corridas de trilha e provas de montanha. Em 2011, participou do Ironman de Florianópolis e participou pela primeira vez do El Cruce, prova que repetiria nos dois anos seguintes. Ao longo dos anos, criou e organizou eventos e projetos ligados ao esporte e à atividade ao ar livre, incluindo iniciativas como o RockyMan no Rio de Janeiro, provas e experiências voltadas ao público infantil, projetos sociais e corporativos, o Circuito das Serras e a ultramaratona Desafio das Serras. Conosco aqui, o ex-triatleta e corredor de aventura, criador do Adventure Camp e organizador de mais de duas centenas de eventos esportivos ao ar livre, coautor do livro A Cultura da Aventura na Natureza, consultor em planejamento e segurança do Ironman Brasil, piloto de drone e idealizador da iniciativa Race Smart - check your heart, o paulistano Sérgio Zolino Pires Torres de Sá. Inspire-se! Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.

Caronline.TV Podcast
A F1 ESTÁ A PERDER-SE? O QUE SE PASSOU NO JAPÃO… | Podcast #308

Caronline.TV Podcast

Play Episode Listen Later Mar 31, 2026 115:43


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Contra-Corrente
ONU pede reparações, Portugal abstém-se. Desnorte e cobardia

Contra-Corrente

Play Episode Listen Later Mar 30, 2026 10:30


Passou nas Nações Unidas uma moção que classifica o tráfico transatlântico de escravos como o mais grave crime contra a humanidade e se fala em reparações. Portugal não votou contra, absteve-se. Medo?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Radio Idefran
SEMENTEIRA CRISTÃ 29/03/2026– AS VIAGENS MISSIONÁRIAS DO APÓSTOLO PAULO

Radio Idefran

Play Episode Listen Later Mar 29, 2026 48:02


Prezados internautas, o tema que abordaremos hoje é: AS VIAGENS MISSIONÁRIAS DO APÓSTOLO PAULOPaulo estava convencido que na estrada de Damasco o Senhor o encarregara de levar o Evangelho aos povos gentílicos. Entretanto, compreendia que os judeus, seus irmãos de raça, deveriam também conhecer a mensagem de Jesus. Segundo relata Atos dos Apóstolos,“ sua prática usual era ir primeiro à sinagoga local, no entanto, indica que sua atividade era, de maneira manifesta, dirigida aos gentios”.Nas suas viagens visitou a maioria dos centros urbanos de destaque do mundo antigo, como os da Grécia, da Ásia Menor, além de Roma e Espanha. Passou por muitas atribulações, mas, de Espírito inquebrantável, conseguiu levar o Evangelho a inúmeros corações sequiosos de paz e de esclarecimento.

Expresso - Expresso da Meia-Noite
Socialistas pedem para Carneiro “sair de cima do muro”, mas falta saber como “travar Montenegro sem dar gás ao Chega”

Expresso - Expresso da Meia-Noite

Play Episode Listen Later Mar 28, 2026 47:25


Os socialistas enfrentam mais um congresso, onde se discute o papel do partido no atual contexto político português. Com a liderança de José Luís Carneiro sob escrutínio, o PS enfrenta desafios internos e externos, desde a ascensão do Chega até à necessidade de se reinventar para reconquistar a confiança dos portugueses. Outrora força dominante, encontra-se agora como terceira força num parlamento tripartido, atrás do PSD e do Chega. O partido sofre de desgaste, afastamento do eleitorado e dificuldades em renovar a sua base social. Passou de um partido de quadros para um partido de funcionários, e isso afeta a sua ligação com o seu eleitorado. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Pergunta Simples
E se a tua dor não for tua? Sílvia Baptista

Pergunta Simples

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 58:02


Sílvia Baptista e o que fica por dizer Há uma pergunta que Sílvia Baptista faz, ocasionalmente, a si mesma. Não aos pacientes, a si. Quando alguém a irrita desproporcionalmente, quando a reação parece vir de um lugar mais fundo do que o incidente justifica, ela para. E pergunta: o que há nesta pessoa que há em mim? É um exercício pequeno, quase doméstico. Mas revela, melhor do que qualquer teoria, aquilo que a psicanálise é, no fundo: uma arte de se ver a si próprio no outro. De reconhecer, no que nos perturba lá fora, qualquer coisa que ficou por resolver cá dentro. Sílvia começou pelo jornalismo. Passou pela comunicação, pela escrita, pelas perguntas feitas a outros. E depois, a dada altura, fez a pergunta mais difícil a si mesma. Tornou-se paciente. E ficou. Não como quem não tem para onde ir, mas como quem descobriu, no divã, o território mais honesto que conhecia. Hoje, do outro lado da consulta, trabalha com aquilo que as pessoas não conseguem ainda dizer. "Na psicanálise não interessa o que as pessoas estão a dizer", explicou-me. "Interessa é o que não estão a dizer." É uma inversão radical. Numa cultura que premeia a articulação, a fluência, a capacidade de se apresentar bem — a psicanálise aposta precisamente no contrário. Acredita que o sentido habita o silêncio, o lapso, o sonho, o momento em que alguém quer dizer mãe e diz não. Acredita que a verdade escorrega pelas fissuras da narrativa apresentada. E a narrativa muitas vezes nem sequer é nossa. "Somos, até muito tarde, aquilo que dizem que somos." Os pais, os cuidadores, a família, contam-nos uma história sobre nós, e nós acreditamos. Não por ingenuidade, mas por necessidade. As crianças dependem absolutamente de quem as tem. Não têm como não acreditar. E assim chegamos à vida adulta carregando versões de nós mesmos escritas por outros, em circunstâncias que já não existem, para propósitos que já não servem. A terapia, neste sentido, não é uma cura. Sílvia foi clara nisto, e foi uma das coisas que mais me ficou. "Eu não acredito nas curas. A mente não é a preto e branco." O que a análise faz, o que pode fazer, no melhor dos casos, é tornar as coisas conscientes. Fazer ligações entre a dor de hoje e a sua origem. E devolver ao paciente uma narrativa que seja, pela primeira vez, genuinamente sua. "Isso", disse ela, "dá um alívio brutal." Há qualquer coisa muito contemporânea no que Sílvia descreve. Vivemos tempos em que todos publicamos versões editadas de nós mesmos, em que a palavra "autenticidade" se tornou um valor de marketing, em que a vulnerabilidade é exortada em conferências e monetizada em podcasts. Sílvia é crítica desta inflação. A vulnerabilidade, argumenta, não se pede. Não se convoca. Decorre da confiança, que por sua vez decorre da relação, que por sua vez precisa de tempo. "Exortar as pessoas à vulnerabilidade pode ser um ato muito narcísico de quem exorta." Dito assim, com aquela precisão clínica, soa a diagnóstico. Depois há o desejo. A conversa chegou lá a dada altura, e ficou. O desejo, em psicanálise, não é apenas o que queremos dos outros, é a força vital, o motor que nos empurra. E tem uma condição: nasce da falta. Só existe onde há ausência, onde há espera, onde há tensão entre o que é e o que poderia ser. Sílvia olhou para a geração mais nova com uma mistura de compreensão e inquietação. Têm casas para onde ir, telemóveis que comunicam em tempo real, acesso a tudo e a todos em qualquer momento. Nunca ficaram à espera de um telefonema que podia não chegar. Nunca entraram numa portada de prédio porque não havia outro sítio. E perderam, nessa abundância, qualquer coisa que ela não soube bem nomear mas que reconheceu sem hesitar: o prazer de não ter, e querer. "O prazer hoje é um fogacho", disse. "Serve para nos excitar naquele momento. Depois apagam." A metáfora é perfeita para o que vivemos. Não há falta, por isso não há desejo. Não há desejo, por isso não há prazer verdadeiro. Não há prazer verdadeiro, por isso precisamos de outro fogacho. A dopamina como substituto do amor. E o silêncio. Sílvia falou do silêncio como de um bem escasso. No consultório, sustenta-o. Espera. O paciente para, e ela espera. Sabe que o silêncio não é ausência, é elaboração. É o momento em que alguma coisa se organiza por baixo das palavras. Mas cá fora, o silêncio tornou-se insuportável. "Há pessoas que o único sítio onde encontram silêncio é na terapia." Quando disse isto, a sala ficou mais quieta por um segundo. Como se a frase precisasse de espaço para pousar. No final, quando a conversa tocava nos cinquenta minutos, perguntei-lhe como arrumava a cabeça após um dia inteiro a ouvir dores. Falou dos passeios com as cadelas, dos amigos, do namorado. E depois disse, sem hesitar, algo que não esperava de uma psicanalista: "Só há uma coisa que cura tudo. É o amor. O amor ao outro. O amor ao humano." Não o amor como conceito terapêutico. Não como técnica. O amor como facto. Como a única coisa que, no fim de tudo, funciona. Há qualquer coisa desconcertante em ouvir isso de alguém que passou a vida a ouvir o que não se diz. Porque sugere que, debaixo de todos os lapsos, de todos os padrões repetidos, de todas as histórias herdadas — o que as pessoas estão mesmo a dizer, o tempo todo, é que querem ser amadas. E que ainda não sabem pedir. Ler transcrição completa Sílvia Baptista00:00Na psicanálise não interessa o que é que as pessoas estão a dizer. Interessa é o que é que elas não estão a dizer. Ou seja, nesse caso, não interessa tanto o que é que a pessoa acha que tem. Interessa é o que é que a pessoa não tem e gostava de ter, mas também ainda não sabe o que é. A verdade é que há um desconforto, há um sintoma. Se o sintoma está lá, alguma coisa está lá. Não é só uma questão de birra. Jorge Correia00:36Imaginem que vão à consulta de psicologia, sentam-se e a terapeuta está à vossa frente e começam a falar. Contam a vossa semana, o stress do trabalho, as discussões com o parceiro, a sensação de que alguma coisa não está bem, mas não sabem bem o quê. E a terapeuta ouve. O que é que acham que ela está a ouvir? Não é o que estão a dizer, é aquilo que não estão a dizer. Foi isso mesmo que Silvia Batista me explicou quando nos sentamos para conversar. Silvia é psicanalista há mais de 20 anos, mas começou pelo jornalismo e isso, como vamos ver, não é um detalhe sem importância. A psicanálise tem uma ideia central que vai contra tudo aquilo que nos ensinaram. Desde pequenos aprendemos a articular, a explicar o que sentimos, a encontrar as palavras certas e depois chegamos a um consultório e descobrimos que as palavras certas podem ser precisamente o problema. Porque o que nos dói a sério, o sofrimento que nos traz até ali, não consegue sempre chegar à superfície em linguagem limpa. Aparece nos lapsos, nos sonhos, nos padrões que repetimos sem perceber porquê, no sagrado subconsciente, na história que nos contaram sobre nós e que muitas vezes não é a nossa. Essa foi a ideia que mais me ficou durante esta conversa, que nós temos uma narrativa sobre nós mesmos, uma versão do que somos, de onde viemos, do que nos aconteceu, mas o problema é que grande parte dessa narrativa foi escrita pelos outros. Pelos pais, pela família, pelas pessoas de quem dependíamos quando ainda não tínhamos escolha. E nós acreditamos. Claro que acreditamos. Eram as pessoas mais importantes do mundo. E o trabalho da terapia não é apagar essa história, é ajudar-nos a reescrevê-la com a nossa própria voz. Falamos também de algo que me parece cada vez mais urgente. O desejo. Não no sentido romântico, mas no sentido mais amplo. O que nos empurra, o que nos faz querer. A ideia é esta. O desejo precisa de falta para existir. Precisamos de não ter para querer ter. E aqui está o paradoxo da nossa época. Vivemos num mundo em que quase nada nos falta. Acesso imediato a tudo, entretenimento infinito, respostas instantâneas. Estamos, muitos de nós, profundamente apáticos. Não é coincidência. No fim desta conversa, perguntei-lhe algo muito simples. Como é que ela faz todos os dias, depois de ouvir dores e carregar histórias que não são suas, para conseguir sobreviver? E ela surpreendeu-me mais uma vez. Respondeu que só há uma coisa que cura tudo. É o amor. Não o amor como ideia, não como tema de conversa. O amor como prática concreta. Os amigos, a família, as pessoas que estão lá. Fiquei a pensar nisto depois de ela sair embora. Aqui está alguém que passou décadas a ouvir o sofrimento humano na sua forma mais bruta e a conclusão a que chegou, a única coisa que na sua experiência realmente funciona é o amor. Silvia Batista. Cá estamos. Psicanalista. Uma psicanalista da palavra e da voz, porque tu não és só uma psicanalista, tu dedicas muito do teu tempo a falar e a pensar sobre a questão da comunicação. Sílvia Baptista03:43Como é que é o teu dia-a-dia? O meu dia-a-dia é muito no consultório, a ouvir e a falar, mas muito mais a ouvir do que a falar. Curiosamente, a minha primeira formação é em comunicação. Eu venho da comunicação e venho do jornalismo. Então é daí que veio o teu segredo? Não, é… Bom, eu achei, houve uma altura que eu achava que queria ser jornalista, quando entrei para a faculdade e fiz o curso todo. Ainda fui uns anos jornalista e depois percebi que não era para mim. E depois passei por várias outras áreas até me tornar paciente de psicanálise. Jorge Correia04:26Foste fazer psicanálise? Sílvia Baptista04:27E depois fui estudar psicanálise e psicoterapia e cá estou. Jorge Correia04:31Todos os psicanalistas passam pelo divã primeiro? Sílvia Baptista04:33Sim, sim. Sempre? Absolutamente fundamental. Jorge Correia04:36E quanto tempo dura esse processo de formação? Sílvia Baptista04:38O de formação, eu diria até que não acaba. Obviamente há um processo base, que são quatro anos teóricos, mais uma porrada de horas de clínica e de supervisão e de intervisão. E depois vai depender muito da pessoa. Eu acho que não acaba,

Endörfina com Michel Bögli
#456 Gabrielle Lemes

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Mar 19, 2026 144:40


Ela iniciou na natação aos 8 anos de idade, mas aos 10 precisou parar pois seus pais não tinham mais como leva-la. Quando soube que o Colégio da Polícia Militar, em Curitiba, inauguraria uma piscina, decidiu prestar o concurso de admissão faltando apenas um mês para a prova. Foi aprovada e, em 2014, voltou a nadar. Treinava duas vezes por semana e ainda tocava saxofone na banda da escola, participava do coral, fazia ginástica, pintura e teatro. Um professor então a incentivou a integrar a equipe de natação do colégio e, pouco tempo depois, já estava treinando seis vezes por semana. Foi nesse período que teve contato com o triathlon. Uma parceria do colégio com o projeto Escolinha de Triathlon abriu a oportunidade para conhecer a modalidade. Nas primeiras competições de aquathlon começou a se destacar pela corrida, o que a levou para o triathlon. Estreou em novembro de 2015, participando do primeiro Campeonato Brasileiro Infantil de triathlon e conquistou o vice-campeonato. No ano seguinte tornou-se campeã brasileira infantil e fez sua primeira participação internacional, no Campeonato Sul-Americano. Em 2017 conquistou a medalha de bronze nos Jogos Sul-Americanos da Juventude. A temporada de 2018 trouxe o título de campeã sul-americana e a estreia em um Campeonato Mundial Júnior. No ano seguinte vieram o sétimo lugar no Campeonato Pan-Americano, o vice-campeonato em uma etapa da Copa Europeia, o terceiro lugar no Sul-Americano Júnior e uma nova participação no Mundial Júnior. Também em 2019 concluiu sua formação no Colégio da Polícia Militar e iniciou a faculdade de Nutrição. O título de campeã brasileira Sub-23 veio em 2021. Na temporada seguinte disputou sua primeira etapa de World Cup, conquistou o nono lugar no Mundial Militar, o terceiro lugar no Sul-Americano Elite e o vice-campeonato sul-americano Sub-23. Em 2023, uma foto publicada ao lado de Danilo Pimentel durante um training camp em São Carlos chamou a atenção de um treinador que estava formando uma equipe na Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, e que a convidou para integrar o projeto. Em agosto daquele ano partiu para a viagem que mudaria sua rotina de treinos e estudos. Na temporada de 2024 competiu pela universidade no circuito da NCAA e, em setembro, recebeu o diagnóstico de endofibrose da artéria ilíaca externa. Passou por cirurgia e, em 2025, voltou às competições internacionais. No mesmo período concluiu sua graduação com major em Psicologia e minor em Nutrição Esportiva, já iniciando uma pós-graduação em Marketing. Conosco aqui, a triatleta de alto rendimento, terceiro sargento do exército brasileiro, student manager do Arizona Swim Team e campeã da primeira etapa do Campeonato Brasileiro de Sprint Triathlon de 2026. Perfeccionista, exigente, disciplinada e ambiciosa, a curitibana Gabrielle Estefany Lemes. Inspire-se! Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.

Brasil Paralelo | Podcast
ENTENDA POR QUE A PÉRSIA PASSOU A SE CHAMAR IRÃ

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Mar 15, 2026 12:38


Para muitos historiadores, o Império Persa foi a primeira superpotência da história, unificando quase todo o mundo civilizado do Oriente Médio sob um único governo há mais de 2.500 anos. Sob a dinastia Aquemênida, essa nação dominou três continentes e estabeleceu padrões administrativos, econômicos e de direitos humanos que influenciam a humanidade até hoje. Neste vídeo, mergulhamos na trajetória fascinante que transformou a lendária Pérsia no moderno Irã. Entenda como o nome "Pérsia" — uma herança grega — foi substituído oficialmente em 1935 por um decreto de Reza Xá Pahlavi, buscando resgatar a identidade nativa de "Airyana", a terra dos arianos.

Para dar nome às coisas
S08EP315 - Para quando bater a ansiedade

Para dar nome às coisas

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 28:17


Quando a gente não percebe que tem vida lá fora, a gente fica com o olhar muito estreito. Lembro da história que eu ouvi do Sr. Evandro. Ele é tutor de um cachorrinho e vez ou outra a gente se encontra. Outro dia ele estava me contando de como ele tinha ido parar no bairro.Ele começou a dizer que tinha levado um tempo procurando uma casa, aí eles encontraram. E aí foi um tempo até conseguir morar, de fato. Aí primeiro comprou a cama. Passou um tempo, compraram o fogão. Mais um tempo, conseguiram grana para geladeira. E mais um tempo, o armário para cozinha. Até ficar pronta, mesmo, um tempão.E aí eu achei curioso, porque mais cedo eu tinha visto um post em que a pessoa dizia que estava se sentindo atrasada, porque não tinha conquistado uma coisa específica. E aí na hora eu pensei, cara, vez ou outra a gente precisava conversar com o sr. Evandro pra lembrar em qual ritmo a vida real corre, sabe?Porque é isso: tem mais gente parecida comigo, com você e com o sr. Evandro do que com aquela pessoa da internet que mora numa casa que parece um shopping e tem uma vida que parece plástica, de tão impecável, sabe? Mas se tem mais gente como eu e você, por que a sensação de atraso é tão real?PUBLICIDADE: InsiderLink: https://creators.insiderstore.com.br/NOMEASCOISASCUPOM: NOMEASCOISASApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisasPalestra em Curitiba:https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-em-curitiba-palestra-medo-de-dar-certo/3163529?referrer=www.google.com&referrer=www.google.comMEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisas

Expresso - Expresso da Manhã
David Borges: “O que se passou no estádio da Luz é a expressão máxima da irracionalidade clubística no futebol”

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 15:34


O alegado insulto racista de um jogador do Benfica a um jogador do Real Madrid correu mundo e a UEFA abriu um processo de averiguação. Prestianni diz que não foi racista, Vinícius garante que foi. Sem querer resolver a questão de saber quem fala verdade, conversamos com o comentador da SIC David Borges sobre o racismo na sociedade e no futebol. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
08h Emergência em Coimbra passou. Baixo Mondego mantém atenção

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 9:44


Noticiário Nacional
10h Em Coimbra o risco ainda não passou

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 10:08


Clube dos 52
Momentos de Glória. Pinto Luz passou de ministro a call center?

Clube dos 52

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 6:08


O ministro Miguel Pinto Luz anda para a frente e para trás, mas os problemas perseguem-no, mas nada tema há sempre tempinho para dar o ar da sua graça aos orgãos de comunicação social.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Cara dos Sports - NFL, NBA e muito mais!
NBA: SITUANDO O FÃ DE NFL NA TEMPORADA AGORA QUE O SUPER BOWL PASSOU

Cara dos Sports - NFL, NBA e muito mais!

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 43:45


Nesse episódio eu fiz um geral sobre o cenário atual da NBA, pensando em você fã de NFL que vai começar a acompanhar a temporada agora que passou o Super Bowl(00:00) Conferência Leste(24:57) Conferência Oeste(41:25) Jogo das EstrelasEntre no grupo do Cara dos Sports no WhatsApp: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://chat.whatsapp.com/DBCkiq0Gg397h0kgRjzrVo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoie o Podcast Cara dos Sports e tenha acesso a conteúdos exclusivos: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://caradossports.com.br/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Se torne membro do canal: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.youtube.com/channel/UCZ3MkOrQx7444pm7tSZ-10Q/join

Ticaracaticast
EP 711 - BETO HORA

Ticaracaticast

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 141:15


Beto Hora é radialista, humorista, locutor comercial e imitador brasileiro, com mais de 25 anos de carreira. Passou por emissoras como Bandeirantes, Kiss FM e 105 FM, é conhecido pelas imitações de Pelé, Datena e Tim Maia e foi a voz-padrão das vinhetas da Copa do Mundo de 2014 na Band.

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VALDETÁRIO CARNEIRO, O HOMEM QUE PASSOU DE MECÂNICO A MAIOR ASSALTANTE DO NORDESTE

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Play Episode Listen Later Jan 11, 2026 41:48


Siga nosso canal de CORTES: https://www.youtube.com/@IconografiadaHistoria-cortesAJUDE-NOS A MANTER O CANAL ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA: Considere apoiar nosso trabalho, participar de sorteios e garantir acesso ao nosso grupo de Whatsapp exclusivo: https://bit.ly/apoiaoidhSe preferir, faz um PIX: https://bit.ly/PIXidhNos acompanhe no Spotify @iconocastSiga ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA em todas as redes: https://linktr.ee/iconografiadahistoriaoficialSiga o JOEL PAVIOTTI: https://bit.ly/joelpaviottiApresentação: Joel PaviottiTexto e roteirização: Adriana de PaulaRevisão: Adriana de PaulaCâmera e produção: Fernando ZenerattoEdição: Lucas OdilonDireção: Fernando Zeneratto / Joel Paviotti

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MULHER M4T4 PARCEIRO APÓS CHURRASCO. ELA PASSOU COM O CARRO POR CIMA DELE E DA AMIGA

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Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 9:10


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A Hora da Maçã
Ep 350 - YouTube passou Netflix

A Hora da Maçã

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 52:18


YouTube passou Netflix com o apoio da iServices https://iservices.pt/ Toda a informação do Podcast em https://ahoradamaca.wordpress.com/ Escreva-nos para horadamaca@icloud.com

Porque Sim Não é Resposta
Os desejos e resoluções sobrevivem a janeiro?

Porque Sim Não é Resposta

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 8:29


Passou a festa, acabaram os brindes. Nos dias seguintes à passagem de ano, sobra a pergunta incómoda: quanto tempo aguentam as nossas resoluções?See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Antagonista
PL da Dosimetria passou no Senado após acordão entre petistas e bolsonaristas

O Antagonista

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 13:56


Texto que pode reduzir pena de Jair Bolsonaro facilitou cenário para ampliar orçamento da união em pelo menos 22,5 bilhões de reaisMeio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.   Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h.   Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília   https://bit.ly/meiodiaoa   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo
Dosimetria passou no Senado; será parte do acordo para EUA tirar as sanções?

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 4:57


Alexandre de Moraes comenta aprovação da dosimetria e sanções americanas, marco temporal no Supremo, estudo de Stanford sobre vacinas e pesquisa Quaest sobre economia.

Endörfina com Michel Bögli
#442 Poliana Okimoto

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 121:21


Ela começou a nadar com apenas dois anos, competiu pela primeira vez aos sete e, ainda adolescente, ingressou no Sport Club Corinthians Paulista, onde se firmou como fundista. Passou depois por alguns outros clubes, destacando-se nas provas de 800m e 1.500m. Em 2005, foi incentivada por seu técnico, que mais tarde se tornaria seu marido, a estrear na Travessia dos Fortes. Venceu não apenas o medo de nadar no mar, mas também a competição, inaugurando o que seria uma nova oportunidade de permanecer na natação e testar seu potencial nas maratonas aquáticas. A partir dali, o potencial se transformou em resultados. Em 2006, conquistou duas pratas no Campeonato Mundial de Águas Abertas. No Pan do Rio de Janeiro, em 2007, levou a prata nos 10 km; em 2008, estreou nos Jogos Olímpicos de Pequim, terminando em sétimo lugar; e, em 2009, viveu uma temporada histórica ao vencer nove das onze etapas do circuito mundial, conquistando a Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas. No mesmo ano, garantiu o bronze no Mundial de Esportes Aquáticos, tornando-se a primeira nadadora brasileira a conquistar uma medalha na história da competição. Em 2011, nos Jogos Pan-Americanos, levou a prata e, no Mundial de 2013, alcançou o ápice com ouro nos 10 km, prata nos 5 km e bronze na prova por equipes. Em 2016, nos Jogos do Rio, conquistou o bronze na prova dos 10 km da maratona aquática, tornando-se a primeira brasileira a ganhar uma medalha olímpica na natação. Encerrou a carreira em 2017, ano do lançamento de sua biografia, e logo depois iniciou uma nova fase: junto com o marido, criou uma assessoria de natação em águas abertas e uma travessia que leva seu nome. Em 2021, fundou seu Instituto e, desde 2020, trabalha na agência VEGA Sports. Contudo, sua conquista mais festejada veio em 2021, com o nascimento de Lucca. Conosco de volta aqui, a ex-nadadora dona de uma história marcada por conquistas, reinvenção e legado, eleita a melhor nadadora de águas abertas do mundo em duas ocasiões, integrante do Hall da Fama Internacional da Maratona Aquática, comentarista da TV Globo, ícone da natação brasileira e triatleta em desenvolvimento, a paulistana Poliana Okimoto Cintra. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr  e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.        

O Antagonista
Cortes do Papo - Contarato vai contrariar PT sobre segurança pública?

O Antagonista

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025 8:55


O presidente da CPI do Crime Organizado, senador Fabiano Contarato (PT-ES), afirmou que Lula (PT) foi “infeliz” ao dizer que os traficantes são “vítimas dos usuários também”.O parlamentar, que já atuou como delegado de polícia, afirmou o seguinte em entrevista ao jornal O Globo:“Foi infeliz na colocação. Temos que entender que o traficante é o que há de mais pernicioso dentro da sociedade brasileira. O traficante mata.Por isso, defendo mais rigor, inclusive no aumento das penas para o tráfico de entorpecentes. Passou da hora de o país fazer isso.Respeito a opinião do presidente, mas tenho minha consciência tranquila: se for necessário alterar a legislação, seja para aumentar a pena do tráfico, seja para restituir a paz nas comunidades, eu vou apoiar.”Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do   dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.     Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.     Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.     Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h.    Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista  https://bit.ly/papoantagonista  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

GainCast - Bolsa de Valores sem mimimi
Um método diferente de tudo o que você já viu no day trade | Sérgio Gargantini GC#243

GainCast - Bolsa de Valores sem mimimi

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 64:48


#dinheiro #Lucro #MarketData #contratofuturo #análisegráfica #TraderBr #BolsaDeValores #RocketTrader #VolumeAtPriceRocket Trader. A nova era do trading:https://rockettrader.go.link?adj_t=1muf1b8f&adj_fallback=https%3A%2F%2Fnitro.rockettrader.com.br%2Fauth%2Flogin&adj_redirect_macos=https%3A%2F%2Fnitro.rockettrader.com.br%2Fauth%2Flogin Sérgio Gargantini tem muitos anos de mercado. Passou pela análise de fluxo, análise gráfica, se aprofundou usando Volume At Price, até que um dia conheceu algo que, pra ele, foi como tomar a pílula vermelha de Matrix. "Aquele universo que eu havia conhecido já não fazia mais sentido perto das novas possibilidades que eu descobri. Eu percebi que sabia pouco demais e que precisava aprender muito", diz.Depois de mais de quase 3 anos de desenvolvimento, ele criou a sua própria plataforma de trade, para atender os pontos que ele julgava necessário para operar da melhor maneira possível. Usa IA cognitiva e sinalizações únicas e até avatares interativos que o “avisam” sobre movimentos importantes.Um episódio pra agulçar a curiosidade de todo trades.Assista ao vivo, nesta quinta-feira, dia 25 de setembro, a partir das 17h. Host: André Moraes e Mauro BottoConvidado: Bruno Gargantini

Endörfina com Michel Bögli
#433 Igor Amorelli

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Oct 9, 2025 132:20


Filho de um casal de educadores físicos, ele cresceu em um ambiente naturalmente voltado ao esporte. O pai, além de fundar uma academia em Balneário Camboriú em 1986, foi preparador físico de Gustavo Kuerten. Ainda garoto, dividia-se entre o futebol, o surfe e o skate, sem nunca imaginar que viria a se tornar atleta profissional. Já adulto, ao treinar natação, conheceu alguns triatletas e foi assistir ao Ironman de Florianópolis. Ficou impressionado com a grandiosidade da prova e decidiu que gostaria de viver aquela experiência. Passou então a treinar, e sua estreia no triathlon aconteceu no final de 2004. Competiu em algumas provas e foi ganhando experiência, até que em 2006, com a terceira colocação no Campeonato Brasileiro de distância olímpica, foi convocado para integrar o projeto de alto rendimento da CBTri na categoria sub-23. Alguns anos mais tarde, em 2009, venceu uma etapa da Copa Pan-Americana e, no ano seguinte, foi campeão pan-americano de longa distância e sexto colocado no Mundial de Ironman 70.3. Em 2010, foi convidado a integrar o projeto Rio 2016 e passou uma temporada com a seleção em Portugal, mas algumas lesões atrapalharam sua evolução. A volta ao Brasil marcou uma virada de chave: em 2012, estreou como atleta profissional no Ironman Brasil, conquistando a terceira colocação. Determinado a melhorar sua performance, voltou no ano seguinte para sagrar-se vice-campeão. Embalado pelas boas experiências, em 2014 entrou para a história como o primeiro brasileiro a vencer a prova de triathlon mais importante do país. Os anos seguintes consolidaram sua carreira: em 2015, tornou-se o primeiro brasileiro a completar um Ironman em menos de 8 horas; em 2016, venceu o Ironman da Holanda; já conquistou sete vitórias em Ironman 70.3, além do 13º lugar em no Mundial de Ironman, em 2013, tornando-se referência no triathlon de longa distância no Brasil. Hoje, aos 40 anos, divide sua vida entre os treinos, as competições e a família, e também é sócio da CPH Assessoria Esportiva. Com uma carreira de quase duas décadas dedicadas ao triathlon, segue como um dos nomes mais importantes do esporte no país. Conosco aqui, um dos maiores triatletas brasileiros de todos os tempos, exemplo de dedicação, resiliência e determinação, o mineiro Igor Fonseca Amorelli. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr  e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.      

Endörfina com Michel Bögli
#425 Dennis Wang

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Aug 14, 2025 113:35


Desde pequeno, ele teve contato com o esporte. Passou pela natação, tênis e taekwondo durante a infância e adolescência. Já adulto, priorizou os estudos e a carreira, movido pelo desejo de alcançar a independência financeira. Construiu uma trajetória sólida no mercado financeiro, com passagens por banco de investimento, fundos de private equity e asset management. Mais tarde, assumiu o desafio de liderar empresas de tecnologia: foi co-CEO da Easy Taxi e vice-presidente de operações do Nubank, período em que consolidou sua reputação como especialista em gestão de pessoas e cultura organizacional. Durante os anos mais intensos da vida profissional, buscou no ioga uma forma de equilíbrio diante da rotina estressante. Experimentou a corrida, mas foi interrompido pela pandemia. Em 2022, incentivado por amigos, descobriu o triatlo. Desde então, encontrou no esporte uma extensão de seus valores: disciplina, constância, resiliência e aprendizado constante. Participou de alguns Ironman 70.3, de uma maratona e de provas de ciclismo. Em maio deste ano ele viveu um dos dias mais felizes da sua vida ao completar o Ironman Brasil, em Florianópolis. Conosco aqui, ele que é formado em Administração Pública, conselheiro e investidor em empresas de tecnologia, mentor no G4 Educação e, mais recentemente, também um Ironman: o paulistano Dennis Wang. Inspire-se! A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Eu convido você a conhecer a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor e Santa Cruz Bikes no Brasil. @2peaksbikes @2peaksbikesla Um oferecimento da Meia do Corredor Lupo Sport. Compre com desconto clicando aqui. @luposportoficial SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.