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A fala de Heverton Guimarães sobre uma suposta benevolência da Justiça com o Flamengo provocou reação ao relacionar decisões do STJD, punições esportivas e a tragédia do Ninho do Urubu.Neste vídeo, analisamos por que é legítimo cobrar o Flamengo pela tragédia, mas também por que a morte de dez jovens atletas não pode ser usada como arma em debate clubístico. A discussão passa pela diferença entre Justiça Desportiva e Justiça comum, pela seletividade de parte da imprensa esportiva, por comparações com decisões envolvendo outros clubes e pela responsabilidade de jornalistas ao tratar de um caso tão doloroso.A tragédia do Ninho exige memória, cobrança e respeito às famílias. O que não pode acontecer é transformar essa dor em instrumento de provocação contra torcedores ou em argumento sem provas sobre influência do Flamengo na Justiça comum.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #NinhoDoUrubu
O PM negociou com Ventura como sócio, afinal nunca deixou de ser adversário. Ingenuidade ou má tática? Montenegro chega ao congresso com o custo de apostar tudo num parceiro que nunca teve intenção de entregar os pontos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
“O príncipe feliz” (1888) é conto de Oscar Wilde (1854-1900) que dá título à sua famosa coleção de contos infantis onde o autor incrivelmente une a fantasia com a crítica social. Em O Príncipe Feliz e outras histórias temos o entrelaçar de parábolas sobre amor, vaidade e generosidade, como é o caso de ‘O príncipe feliz”. Apresentado como uma estátua no alto da colina, na cidade onde já vivera, ao conhecer Andorinha, o príncipe rememora sua vida luxuosa de antes, o que acentua a leitura do que está por vir. Como objeto de arte, o príncipe tinha todo o corpo coberto por ouro, além de rubi em sua espada, chumbo em seu coração e, os olhos do príncipe feliz eram de safiras vindas da Índia. É uma história de amor, solidariedade e desprendimento, pois através da Andorinha, ele doa tudo o que é, para ajudar o próximo. O príncipe feliz fica totalmente cego, pois destina suas duas safiras. Uma foi para o estudante e outra, para a pequena menina dos fósforos. “Você está cego agora, por isso, ficarei com você para sempre”, disse Andorinha ao príncipe. Passou a lhe contar histórias sobre o que via em terras estrangeiras. Inúmeros aprendizados, tempos e espaços. O ciclo da vida de ambos foi se entrelaçando em trocas. Para além dos olhos, ironia gigantesca do conto é o fato de a estátua ter coração de chumbo. A morte da Andorinha e a queda do coração de chumbo partindo-se em dois, é concomitante, logo após o beijo na boca. Aos olhos dos mortais, a estátua parecia acabada. Mas a última voz na história, é de Deus. Boa leitura!✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:
O Observatório Feminino deste domingo (14) trata de três assuntos que foram muito comentados ao longo da semana. Primeiro deles é sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos no Brasil, que teve a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados na última quarta-feira (10). Agora o texto segue para análise de uma comissão especial para tratar do tema e, depois, para o plenário da Casa. A PEC foi aprovada por 44 votos contra 18. Na prática, a proposta faz com que adolescentes de 16 e 17 anos acusados de crimes hediondos, como homicídio, estupro e latrocínio, passem a responder criminalmente perante a Justiça comum e possam ser condenados à prisão. Atualmente, menores de 18 anos não respondem pelo Código Penal e estão sujeitos apenas às medidas socioeducativas previstas no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).O outro tema debatido pelas apresentadoras e convidadas é o caso de Amanda, a mulher de 37 anos que se passou por uma adolescente de 12 e viveu como filha adotiva de uma família e Joinville (SC).A suspeita vai passar por um exame de sanidade mental, a pedido da defesa, a determinação foi feita pela Justiça durante audiência de custódia realizada após a prisão de Amanda, investigada pelos crimes de estelionato e falsa identidade. Por fim, outro assunto discutido é sobre o decreto da Polícia Militar de São Paulo (PMSP) que confirmou oficialmente a aposentadoria do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, réu preso sob acusação de feminicídio contra a esposa - também PM - Gisele Alves Santana. O ato transfere oficialmente o tenente-coronel para a reserva da polícia, passando o pagamento da pensão dele para o Instituto de Previdência do governo de São Paulo. Ele vai receber 22 mil reais. Caso o tenente-coronel seja condenado pela Justiça Militar à perda de patente pela morte da esposa ele não terá mais direito ao salário.As convidadas do podcast desta semana são a Conselheira Tutelar pela Regional Nordeste, Surya Noara, e a Defensora Pública de Minas Gerais e Especialista em Direito Penal, Silvana Lobo. O podcastO podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.
Festejos do 10 de Junho levaram os políticos até aos Açores. Devido à importância do dia ou só para poderem dar "o ar da sua graça"? Protestos no Reino Unido aumentam, tal como, a revolta da populaçãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
“Para mim música é o que esta mais ligado religiosamente a mim… E sinto que a música tem muito essa abertura para ser uma coisa mais do que metafísica. ”Descobriu o Hip-Hop com 6 anos. Cresceu a ver MTV e nunca imaginou que a sua vida fosse muito próxima de tudo isto.Licenciada em línguas, literaturas e culturas na NOVA, com uma dissertação de sampling.A nível profissional começou na Hip Hop Rádio, em 2020. Anos depois no Rimas e Batidas como jornalista. Passou pela Universal Music como promotora e desde dai que se foca em marketing digital no universo da música.É jornalista, entrevistadora, locutora e fundadora dos Brilhantes Diamantes.Falamos da Beatriz Freitas.Tracklist:REAL GUNS - OdjoSiR - Something Foreign ft. ScHoolboy QMarina Sena - Lua Cheia RemixUm obrigada muito especial à J (@pmgrnts)Apoio: @descidaprodDesign: Vasco FonsecaSonoplastia: Alexandre Boavida
Miguel Sousa Tavares comenta a mais recente proposta de Montenegro que funde várias prestações sociais numa única, com novas obrigações de trabalho social, "quem não cria hábitos de trabalho, dificilmente vai gostar de trabalhar". Analisa ainda as consequências da saída de imigrantes do país, "quem é que os vai substituir?", o caos "impensável" no aeroporto de Lisboa, a falta de reformas do Governo e as criticas de Passos Coelho: "Uma pessoa que geriu tão bem o silêncio, deu cabo dessa imagem". Falamos das Praias, na Arrábida e não só, "Só espero que não se transformem numa batalha campal" e acabamos a falar de Trump que se terá enfurecido com o amigo israelitaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Túlio Vitty,empresário, autor, Global Advisor e Diplomata Civil, com mais de 1,2 milhão de seguidores e cerca de R$120 milhões faturados no digital.Túlio começou aos 13 anos pela música, entrou no digital aos17, foi mantenedor da família desde jovem e não tinha plano B. A escolha era dar certo ou dar certo.Passou pelo dropshipping, vendendo capinha de celular, e foinessa escola que aprendeu a ser empresário. Mas o caminho mais difícil não foi o mercado. Foi ele mesmo. Aprender a lidar com os próprios filtros, reprogramar a mentalidade e entender que ambiente, conhecimento e pessoas certas imprimem uma versão nova em qualquer pessoa.Hoje é autor de Social Além da Rede e Narcisismo Digital,treina líderes e artistas para dominar influência digital e construir posicionamentos diferenciados. No Kiwicast, ele falou sobre:● O que é ser de verdade no mundo digital e por que quase ninguém entende isso● Como saiu da escassez para R$120 milhões sendo o improvável da família● O que o dropshipping ensinou que nenhum curso de mentalidade ensina● Por que ambiente, conhecimento e pessoas certas são a única fórmula que funcionaAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Chamo de dias sombrios aqueles dias em que nada parece fazer sentido e que jogar tudo pro alto parece ser a decisão mais coerente. Pode ser que isso não tenha acontecido com você, e que bom por isso. Mas não estranhe quão sombrios foram os dias de outras pessoas.Veja o que diz o Salmo 73 no verso 28: "Quanto a mim, bom é estar perto de Deus; faço do Senhor Deus o meu refúgio, para proclamar todas as suas obras."Asafe, um homem de Deus, e que escreveu o Salmo 73, passou por dias difíceis. Naqueles dias de tristeza e dor, seu coração parece ter ficado em estado deplorável. Nada fazia sentido, principalmente servir a Deus. Suas palavras são duras e provocam choque.São muitas as razões que nos levam a pensamentos assim. Contudo, o mais importante é pensar que esses dias passam.Não se engane, os dias sombrios não passam "por mágica" e nem automaticamente. É preciso agarrar-se ao Senhor com todas as forças. Só Ele nos ajudará na tribulação, só Ele. Foi isso que Asafe fez durante os dias difíceis e foi isso que o salvou.Grave isso: não há caminho fácil para vencer os dias sombrios, mas há um caminho certo para isso e esse caminho é Jesus.
A longevidade da população brasileira tem transformado silenciosamente a dinâmica das famílias e um dos retratos mais delicados dessa mudança está nas chamadas “mães idosas invisíveis”: mulheres que passaram a vida inteira cuidando dos filhos, da casa e da família, mas que, ao envelhecer, muitas vezes enfrentam solidão, abandono emocional e falta de assistência adequada. O tema chama atenção para uma realidade cada vez mais presente dentro dos lares brasileiros: afinal, quem cuida de quem sempre cuidou? Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com a geriatra Alexsandra Siqueira Campos, no Canal Saúde desta quarta-feira (20).
Quatro dias depois de Donald Trump, Vladimir Putin chega esta terça-feira a Pequim, onde vai ser recebido, quarta-feira, pelo Presidente chinês Xi Jinping. Os líderes chinês e russo já se trataram publicamente como “velhos amigos”, mas a Rússia está altamente dependente, a nível económico, da China, o primeiro comprador do petróleo russo sob sanções internacionais. Simbolicamente, as duas visitas com poucos dias de intervalo confirmam Pequim como estando num “patamar superior”, a quem “todos batem à porta”, considera José Palmeira, especialista em Relações Internacionais e com quem conversámos sobre o tema. Menos de uma semana depois de Donald Trump ter sido recebido com pompa e circunstância em Pequim, Vladimir Putin chega esta terça-feira à China para se encontrar com Xi Jinping, descrito como um “bom amigo de longa data”, e para reafirmar a robustez das relações sino-russas. Trump foi o primeiro Presidente americano a deslocar-se à China desde 2017, Vladimir Putin vai cumprir a 25.ª visita, de acordo com a diplomacia chinesa. No espaço de um ano, todos os líderes das grandes potências do planeta foram a Pequim, como os do Brasil, da Índia, do Canadá, da União Europeia, de França, da Alemanha, de Itália, do Reino Unido e de Espanha. Agora, a visita de Trump e de Putin, intercalada de apenas quatro dias, confirma o estatuto de Pequim como estando num “patamar superior”, a quem “todos batem à porta”, resume José Palmeira, director da licenciatura em Relações Internacionais da Universidade do Minho, em Portugal. No fundo, “a China considera-se a potência em ascensão e os Estados Unidos são vistos como uma potência em declínio”. Do outro lado, a China “tem beneficiado das importações de gás natural e de petróleo, num contexto em que a Federação Russa está a ser objecto de sanções”, deixando Moscovo altamente dependente, a nível económico deste que é o primeiro comprador das energias russas sob sanções internacionais. Por outro lado, Vladimir Putin leva na bagagem o dossier do gasoduto “Força da Sibéria 2” que, se for fechado, pode ligar a Rússia à China via Mongólia. Também em cima da mesa, de acordo com a presidência russa, está “a troca de opiniões sobre as grandes questões internacionais e regionais”. Pode a Rússia usar a sua influência para tentar travar a guerra na Ucrânia e desbloquear a situação no Estreito de Ormuz? Estas são algumas das questões sobre as quais falámos com o nosso convidado José Palmeira. RFI: O que está em jogo nesta visita de Vladimir Putin à China, apenas quatro dias depois de Xi Jinping ter recebido Donald Trump? José Palmeira, Director da Licenciatura em Relações Internacionais da Universidade do Minho: “Eu diria que em causa estão questões bilaterais, mas também globais. A China cada vez se assume mais como uma superpotência. A visita recente de Donald Trump evidenciou isso mesmo. A China e os Estados Unidos colocam-se no mesmo patamar em termos de poder global, com uma diferença: é que a China considera-se a potência em ascensão e os Estados Unidos são vistos como uma potência em declínio. A referência que XI Jinping fez a Tucídides simboliza isso mesmo. Relativamente à Federação Russa, é verdade que, nos últimos anos, houve uma aproximação muito significativa. Essa relação é nomeada como sendo uma parceria especial e, no ponto de vista bilateral, a China tem beneficiado sobretudo das importações de gás natural e de petróleo, num contexto em que a Federação Russa está a ser objecto de sanções e, portanto, precisa de ter alternativas para exportar hidrocarbonetos. Isso tem sido útil quer à Federação Russa quer à China, que está a fazer uma compra a preço muito mais reduzido do que aquele que seria o preço de mercado. Por outro lado, a China lida, neste momento, com uma Rússia debilitada em função da guerra que a Rússia está a desenvolver na Ucrânia, onde está a empregar muitos meios militares e onde está a ter muitas baixas. A situação económica da Federação Russa também é bastante difícil neste momento e a China pode ser um aliado importante para Moscovo, na medida em que, de um plano económico, lhe permite sair desse tal bloqueio.” De certa forma, Moscovo quer ter garantias quanto ao facto de que a Rússia ocupa ainda um lugar privilegiado com a China? “O que é que nós tínhamos até há pouco tempo? Tínhamos uma Rússia que é uma potência militar, mas que no plano económico tem ficado debilitada, e tínhamos uma China que era o contrário, que era uma potência económica, mas ainda não tinha capacidade militar, sobretudo no plano nuclear equiparado à Rússia (tem armas nucleares, é verdade, mas o número de ogivas da Federação Russa é muito superior). E o que é que estamos a assistir? Estamos a assistir que a China está também no plano militar a assumir-se como uma potência cada vez mais completa, enquanto a Federação Russa, no plano militar, está a ficar bastante debilitada com o conflito e como já não era uma potência económica no mesmo patamar, acaba por ficar numa situação de inferioridade. A China é conhecida como Império do Meio e, no fundo, está-se a assumir também como uma potência acima da Federação Russa e num patamar equivalente aos Estados Unidos. E, portanto, isto quer no plano interno para XI Jinping, quer no plano externo, coloca a China, de facto, como uma potência que nunca teve este esplendor. Isto para Pequim não deixa de ser uma excelente notícia.” Por que é que a China não usa da sua influência para tentar travar a guerra na Ucrânia? “Essa é uma dúvida de que não temos propriamente uma resposta objectiva. Podemos criar cenários. Será que à China lhe interessa uma Rússia debilitada para poder continuar a tirar partido, por exemplo, dos hidrocarbonetos russos a um preço muito inferior ao de mercado? Será que a Rússia, por seu turno, continuando este conflito desta forma, vai tentar junto da China alguma reabilitação via não só da China, mas também dos BRICS (porque são, no fundo, a única alternativa que Rússia tem)? É isto que é o isolamento que o Ocidente lhe tem vetado. É verdade que este isolamento é muitas vezes, de certa forma, diluído, porque Donald Trump quer ter uma relação com Putin e quer criar aqui um certo equilíbrio com o intuito de mediar o conflito na Ucrânia, mas não tem conseguido até agora alcançar esse objectivo. Pode ser que mais tarde seja a China a aparecer com uma chave para a solução do conflito. Aliás, esta ambiguidade da China mantém-se também em relação ao Médio Oriente. Embora tenha uma boa relação com o Irão, não tem tido um papel activo no Médio Oriente, mas já teve no passado: a China reatou as relações entre o Irão e a Arábia Saudita, por exemplo. Será que vai emergir também como um desbloqueador do conflito, até porque também está a ser afectada pelo bloqueio do estreito de Ormuz? Portanto, há aqui várias questões onde a China não tem sido assertiva. Eu diria que a única matéria onde a China foi assertiva foi em relação a Taiwan, onde na recente visita [de Donald Trump] vincou bem que é um assunto interno e que não admite que os Estados Unidos ou qualquer país interfira.” Fala-se na construção de um gasoduto que ligue a Rússia e a China, através da Mongólia. Seria uma alternativa à via marítima oriunda do Médio Oriente, da qual a China acaba por também estar dependente. O conflito no Irão poderá fazer com que as possibilidades deste gasoduto se concretizar sejam ainda maiores? “Eu diria que, apesar de tudo, a China é muito prudente, isto é, a China não quer ficar dependente da Federação Russa também em termos desse tipo de abastecimentos. Agora, pode ser que o gasoduto seja interessante porque, sobretudo em situações de crise, uma boa relação com a Rússia garante sempre essa alternativa. Mas, apesar de tudo, a política chinesa é uma política de diversificação. Isto é, a China tem várias alternativas em termos de abastecimento e, nesse sentido, para a China é muito positivo ter essa possibilidade. Em caso de crise no Médio Oriente, a Federação Russa dará garantias, mas a China nunca quererá, penso eu, ficar muito dependente do Kremlin. A China quer ter uma política autónoma em matéria de política económica, tecnológica e a diversificação é a sua principal estratégia. Agora, poderá haver avanços nessa iniciativa relativamente ao gasoduto porque pode ser uma alternativa positiva para Pequim.” Tanto a China como a Rússia acabariam por, de certa forma, ganhar com a guerra no Médio Oriente? “Eu diria que o enfraquecimento dos Estados Unidos interessa a Pequim e a Moscovo. Agora, há aqui um problema que afecta mais a China do que a Rússia. É que a China, apesar de tudo, depende bastante do preço de mercado dos combustíveis e, estando esses preços em alta, isso é uma má notícia para Pequim. Agora, é verdade também que a China é um actor global e, nesse sentido, se os outros países da economia global estiverem mal, isso vai afectar também as exportações chinesas e a China não quer isto. Portanto, no curto prazo, o conflito pode não afectar a China, mas no médio e longo prazo afecta também a China que vai querer que o conflito no Médio Oriente termine e que o Estreito de Ormuz deixe de estar bloqueado. Portanto, também fará alguma pressão no sentido de o Irão não prolongar este braço-de-ferro muito tempo. Interessa também à China que o Irão saia desta guerra não derrotado, na medida em que é um aliado importante. Aliás, a China tem um número de aliados cada vez maior na região, lá está, no âmbito da sua política de diversificar. A China quer ter compradores em todo o lado e, na sua perspectiva de importador de energia, quer também ter países que lhe vendam essa energia e de uma forma o mais diversificada possível.” Para terminarmos, ligando estas duas visitas em menos de uma semana de líderes de potências mundiais a uma outra potência mundial, qual é a principal conclusão que se tira da visita de Trump à China e qual é a principal expectativa desta visita de Putin? “A China coloca-se aqui num patamar superior em que é objecto do interesse das duas potências. Uma maior, é verdade, uma super que são os Estados Unidos e outra que é uma superpotência militar, mas não tanto económica, que é a Rússia. E com isso vê-se como o líder desejado, o líder ao qual todos batem à porta. No caso concreto da Rússia, aquilo que certamente Vladimir Putin pretenderá é receber apoio da China daqueles equipamentos que são de duplo uso, que são vendidos alegadamente com objectivos civis, mas podem ter utilização militar. No plano económico, naturalmente, interessa à Rússia continuar a escoar o seu petróleo e gás natural para a China e também alargar as relações em todos os domínios que poderão ser úteis. Por exemplo, neste momento não é só o bloqueio económico, também há um bloqueio cultural e um bloqueio desportivo e é muito interessante para toda a cultura russa, que é muito vasta, e para os grupos desportivos russos poderem desenvolver a sua as suas práticas no território chinês ou no espaço mais amplo dos BRICS. E nesse sentido, a China funciona como um pivô.” Em relação ao aos Estados Unidos, qual é que foi a conquista desta visita de Trump? Conseguiu o que queria? “Ainda não estamos muito esclarecidos sobre aquilo que Trump terá conseguido. A priori, não conseguiu grande coisa, isto é, conseguiu levar uma comitiva, sobretudo constituída por líderes de empresas tecnológicas, e ainda não está muito claro em que é que isso resultou, porque foram anunciadas a compra por Pequim de alguns Boeings, mas, de qualquer forma, esse número não é confirmado por ambas as partes, os tais 200. E é verdade que Donald Trump especulou que a visita correu muito bem e foi um sucesso, mas isso não está dado como garantido. Vamos ver se é possível ou não que a China exerça alguma influência relativamente ao conflito no Médio Oriente porque Donald Trump já mostrou que não quer voltar a atacar o Irão, quer é um acordo diplomático. Mas para isso é preciso cedências e até agora estas cedências ainda não foram alcançadas. Vamos ver se Pequim exerce alguma influência nesse sentido ou não.”
Gabi Picciotto não tem dúvida em afirmar que existe um poder imenso em acreditar — acreditar de verdade, sem garantias, sem controle, sem precisar que o mundo confirme primeiro aquilo que o coração já sente. Talvez por isso ela tenha dedicado sua trajetória a compreender o encontro entre consciência, emoções, espiritualidade e realidade concreta. Porque, para ela, não existe expansão verdadeira quando usamos a espiritualidade apenas para fugir de nós mesmos. Fé, na sua visão, não é negação da realidade — é uma força interna capaz de reorganizar a maneira como pensamos, sentimos e caminhamos pela vida. Doutora em Psicologia, com foco no fenômeno do spiritual bypassing — o uso inconsciente da espiritualidade para evitar dores e processos internos — ela construiu uma caminhada que une profundidade emocional, sensibilidade e uma rara experiência no universo corporativo. Passou por empresas e consultorias como Unilever, Korn Ferry e Walking the Talk, até perceber que sua missão era justamente integrar mundos que durante muito tempo pareciam separados: alma e estratégia, intuição e ação, espírito e matéria. Hoje, ela conduz pessoas e organizações em processos profundos de alinhamento, expansão e desenvolvimento humano, ajudando pessoas a viverem com mais verdade, consciência, leveza e propósito. E talvez uma das mensagens mais bonitas do seu trabalho seja justamente essa: quando alguém acredita verdadeiramente em si, na vida e no próprio caminho, algo dentro começa silenciosamente a mover montanhas. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a terapeuta, consultora organizacional e autora do livro A Voz da Alma contou sua história de vida, trouxe seu olhar para este momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “Aquilo que pensamos silenciosamente molda a nossa realidade". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Gabi Picciotto não tem dúvida em afirmar que existe um poder imenso em acreditar — acreditar de verdade, sem garantias, sem controle, sem precisar que o mundo confirme primeiro aquilo que o coração já sente. Talvez por isso ela tenha dedicado sua trajetória a compreender o encontro entre consciência, emoções, espiritualidade e realidade concreta. Porque, para ela, não existe expansão verdadeira quando usamos a espiritualidade apenas para fugir de nós mesmos. Fé, na sua visão, não é negação da realidade — é uma força interna capaz de reorganizar a maneira como pensamos, sentimos e caminhamos pela vida. Doutora em Psicologia, com foco no fenômeno do spiritual bypassing — o uso inconsciente da espiritualidade para evitar dores e processos internos — ela construiu uma caminhada que une profundidade emocional, sensibilidade e uma rara experiência no universo corporativo. Passou por empresas e consultorias como Unilever, Korn Ferry e Walking the Talk, até perceber que sua missão era justamente integrar mundos que durante muito tempo pareciam separados: alma e estratégia, intuição e ação, espírito e matéria. Hoje, ela conduz pessoas e organizações em processos profundos de alinhamento, expansão e desenvolvimento humano, ajudando pessoas a viverem com mais verdade, consciência, leveza e propósito. E talvez uma das mensagens mais bonitas do seu trabalho seja justamente essa: quando alguém acredita verdadeiramente em si, na vida e no próprio caminho, algo dentro começa silenciosamente a mover montanhas. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a terapeuta, consultora organizacional e autora do livro A Voz da Alma contou sua história de vida, trouxe seu olhar para este momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “Aquilo que pensamos silenciosamente molda a nossa realidade". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
João e Mário eram irmãos gêmeos.Cresceram dentro da mesma casa.Escutaram as mesmas discussões.Conheceram o mesmo sofrimento.Viram o pai chegar embriagado muitas vezes, espalhando medo dentro de casa.Quando a mãe morreu, os dois saíram pelo mundo carregando as mesmas feridas no coração.Mas, com o passar do tempo, a vida começou a mostrar caminhos diferentes.João decidiu que a dor não seria seu destino.Trabalhou, construiu uma família, aprendeu a valorizar as pequenas coisas e transformou as cicatrizes em força para seguir em frente.Já Mário deixou que a revolta tomasse conta da sua vida.Passou a acreditar que nada daria certo.Perdeu oportunidades, afastou pessoas e acabou vivendo preso ao próprio sofrimento.Anos depois, sem que um soubesse da realidade do outro, os dois foram perguntados sobre o motivo de suas vidas terem tomado rumos tão diferentes.E os dois responderam praticamente a mesma coisa:“Meu pai era assim.”Talvez aí esteja uma das maiores reflexões da vida.O passado pode explicar muitas dores…mas não pode determinar quem você será daqui para frente.Existem pessoas que usam as feridas como desculpa para desistir.E existem pessoas que usam as mesmas feridas como motivo para mudar de vida.Todos nós carregamos marcas.Todos nós travamos batalhas silenciosas que ninguém vê.Mas existe algo que continua sendo somente nosso:a decisão de permanecer caído… ou levantar mais uma vez.Talvez a vida não tenha sido leve com você.Talvez tenham faltado abraços.Talvez tenham faltado oportunidades.Talvez, em muitos momentos, você tenha pensado em desistir.Mas nunca esqueça:o que aconteceu ontem não precisa escrever o seu amanhã.Você pode interromper ciclos.Pode começar diferente.Pode construir uma nova história.Porque, no fim das contas, a vida não é feita apenas daquilo que aconteceu com a gente…mas daquilo que escolhemos fazer com tudo isso.
João e Mário eram irmãos gêmeos.Cresceram dentro da mesma casa.Escutaram as mesmas discussões.Conheceram o mesmo sofrimento.Viram o pai chegar embriagado muitas vezes, espalhando medo dentro de casa.Quando a mãe morreu, os dois saíram pelo mundo carregando as mesmas feridas no coração.Mas, com o passar do tempo, a vida começou a mostrar caminhos diferentes.João decidiu que a dor não seria seu destino.Trabalhou, construiu uma família, aprendeu a valorizar as pequenas coisas e transformou as cicatrizes em força para seguir em frente.Já Mário deixou que a revolta tomasse conta da sua vida.Passou a acreditar que nada daria certo.Perdeu oportunidades, afastou pessoas e acabou vivendo preso ao próprio sofrimento.Anos depois, sem que um soubesse da realidade do outro, os dois foram perguntados sobre o motivo de suas vidas terem tomado rumos tão diferentes.E os dois responderam praticamente a mesma coisa:“Meu pai era assim.”Talvez aí esteja uma das maiores reflexões da vida.O passado pode explicar muitas dores…mas não pode determinar quem você será daqui para frente.Existem pessoas que usam as feridas como desculpa para desistir.E existem pessoas que usam as mesmas feridas como motivo para mudar de vida.Todos nós carregamos marcas.Todos nós travamos batalhas silenciosas que ninguém vê.Mas existe algo que continua sendo somente nosso:a decisão de permanecer caído… ou levantar mais uma vez.Talvez a vida não tenha sido leve com você.Talvez tenham faltado abraços.Talvez tenham faltado oportunidades.Talvez, em muitos momentos, você tenha pensado em desistir.Mas nunca esqueça:o que aconteceu ontem não precisa escrever o seu amanhã.Você pode interromper ciclos.Pode começar diferente.Pode construir uma nova história.Porque, no fim das contas, a vida não é feita apenas daquilo que aconteceu com a gente…mas daquilo que escolhemos fazer com tudo isso.
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Eduarda Bach,empresária, mentora e especialista em infoprodutos globais que faturou mais de 9 milhões de reais vendendo para o mundo todo.A história dela começa numa cidade de 5 mil habitantes noRio Grande do Sul. Sem condições financeiras, ela começou a trabalhar aos 14 anos como menor aprendiz porque entendeu cedo que só estudar não ia ser suficiente. Passou pelo dropshipping, pela gestão de tráfego paranegócios locais, até descobrir o mercado de infoprodutos globais em 2023. A decisão foi imediata: se vender no Brasil já não estava chegando, no mundo todo não teria como não dar certo. Desde então, trabalha exclusivamente com o mercado internacional e não voltou atrás.No Kiwicast, ela falou sobre:● Por que vender pro mundo dá o mesmo trabalho que vender pro Brasil● Como desmistificar o medo de entrar no mercado internacional● Por que ganhar em dólar muda completamente o cenário financeiro● O que aprendeu passando por dropshipping e gestão de tráfego antes do global● Como construiu uma operação de infoprodutos do zero voltada pro exteriorAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
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Noventa dias depois das tempestades que atingiram Portugal entre janeiro e fevereiro, as seguradoras pagaram 445 milhões de euros em indemnizações, o equivalente a 37% dos 1,2 mil milhões estimados em prejuízos. Já o Estado entregou 19,1 milhões de euros em apoios a fundo perdido, menos de 10% dos 209,87 milhões pedidos pelas famílias afetadasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Você já deve ter contado para seus amigos e parentes sobre lutas que já teve e dificuldades que enfrentou. A verdade é que este mundo em que vivemos está marcado por sofrimento. São muitas as histórias de dor espalhadas pelos quatro cantos do planeta.Veja o que diz o Salmo 69 no verso 21: "Por alimento me deram fel e na minha sede me deram a beber vinagre."O sofrimento humano existe desde o surgimento do pecado, na criação, não é algo particular a nosso tempo.Não é sábio compararmos nosso sofrimento com o de qualquer outra pessoa. Mas também não tem como deixar de comparar o nosso sofrimento com o de Jesus, principalmente olhando para as expressões usadas pelo salmista nesse verso.Aquele que bebeu "fel" em nosso lugar foi Jesus. O sofrimento que recaiu sobre Ele, pertencia a mim e a você.Toda a Bíblia aponta para Jesus Cristo. Todas as histórias só fazem sentido com Ele. Não é por acaso que o salmista faz essa referência.Diante do sofrimento, não olhe para a sua própria dor, olhe pra Cristo. Fazendo isso, você receberá consolo, esperança e a certeza de que alguém se importa com você.
Nesta edição do "Viaje na CBN", o comentarista Edson Ruy traz como destaque a plataforma do Ministério do Turismo, de check-in digital, que obrigatoriamente deve ser disponibilizada em hotéis e pousadas do Brasil. É a Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) Digital. Com ela, os viajantes podem preencher os dados de forma digital, por meio de links ou acessando o gov.br, antes mesmo de chegar ao hotel. Os hóspedes também podem continuar com a opção de preenchimento manual da ficha, mas a ideia do digital é agilizar o processo de check-in. Ouça a conversa completa!
Entre a roça e o tatame, ainda criança, ela aprendeu duas coisas que carrega até hoje: disciplina e resistência. No interior do Espírito Santo, em meio ao cafezal dos avós, veio o contato com o agro. E ali, no meio da colheita, nasceu a ideia para o primeiro negócio: aos 10 anos, já vendia limão no bairro. Só que, aos 11, perdeu tudo. O limoeiro secou, o “negócio” acabou. Mas ficou uma lição que atravessaria toda a sua trajetória: nada se sustenta sem cuidado — nem planta, nem empresa, nem propósito. De lá pra cá, a vida trouxe conquistas, quedas e recomeços. Trouxe também uma dor profunda, daquelas que mudam a rota de uma família inteira — e que hoje se transforma em força para proteger e apoiar outras mulheres. Capixaba de origem, cuiabana por escolha, a Randala Lopes encontrou na comunicação uma ferramenta. E no agro, uma missão. Passou por grandes empresas, pela TV, pelo marketing, pelos bastidores de eventos… até que, quando o mundo parou na pandemia, ela teve que se reconstruir mais uma vez. Em vez de recuar, decidiu criar. Foi ali que nasceram projetos, negócios e até um canal de TV dedicado ao agro, além de iniciativas que dão espaço e voz a quem nem sempre é ouvido — especialmente as mulheres do campo. Agora, às vésperas de mais uma grande feira que ajuda a movimentar o agro mato-grossense, a história dela ganha ainda mais sentido — e reforça um princípio que vale pra qualquer produtor: plantar, cuidar e ter coragem pra recomeçar quando for preciso. No episódio de hoje, você vai conhecer a trajetória de uma carateca que aprendeu a lutar dentro e fora do tatame — e que transformou cada queda em um novo começo- sem nunca perder a conexão com a terra, de onde tudo começou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Passou um ano desde o apagão que deixou o país sem electricidade e as propostas para que não volte a acontecer são muitas e vão desde armazenamento de combustível à autonomia de hospitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Passou anos só povoando o jogo de detalhes e história e lore e tudo mais. Então o jogo é realmente muito profundo em todos os aspectos. Recomendo demais. Eu joguei no Playstation, ele está disponível na PS Plus, ou estava pelo menos. Ele também estava disponível no Game Pass. Então, Blue Prince. Blue Prince é jogo do ano. Bora falar de outras coisas agora. Ah, vale falar que o Blue Prince foi legal porque foi o melhor jogo que eu joguei no ano passado. De qualquer jogo. E também o melhor jogo que eu joguei que lançou no ano passado. Então, também está premiando os jogos lançados no Dois Analógicos - Diálogo infinito sobre games via WhatsApp. Com João Varella, Alexandre Sato, Thomas Kehl, Marcos Kiyoto, João R e Marina AndreoliDois Analógicos - Listen on Spotify - Linktree
Ela foi uma criança cheia de energia. Incentivada pelos pais, passava o tempo nadando, pedalando pelas ruas do bairro ou aproveitando os fins de semana na praia. A natação veio primeiro. Ainda adolescente, treinava com a equipe do Ademir Paulino, convivendo com atletas do triathlon e competindo em provas de águas abertas. Aos 15 anos, recebeu um convite para integrar a equipe do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa. Mudou de escola para conseguir treinar e mergulhou por dois anos em uma rotina intensa na piscina. Evoluiu, mas não se identificou com o ambiente competitivo. Ao terminar o ensino médio, decidiu encerrar esse ciclo e focar nos estudos. Ingressou na engenharia química pela USP de Lorena, onde encontrou um novo cenário para o esporte. Cercada por montanhas e estradas tranquilas, passou a viver uma rotina intensa ao ar livre, pedalando, explorando trilhas e descobrindo o mountain bike. Frequentou as montanhas da Serra da Mantiqueira, subiu o Pico dos Marins, percorreu a Serra Fina e, em 2018, começou a competir nas provas de triathlon e mountain bike do XTerra, além de provas como o Big Biker, o GP Ravelli, entre outras. Em 2019, voltou para São Paulo para estagiar e concluir a faculdade. Foi um período exigente, com o esporte mais irregular. Durante a pandemia, finalizou a graduação e foi efetivada no trabalho. Entre 2020 e 2022, conciliou a carreira com os treinos. Venceu duas etapas do XTerra e disputou o mundial de XTerra, na Itália. A experiência despertou a vontade de novos desafios e, no início de 2023, fez seu primeiro Ironman 70.3. A prova mudou o rumo da sua trajetória. Procurou um treinador, evoluiu rapidamente e ganhou confiança para seguir no esporte com mais foco. Em 2024, veio um convite especial: ser guia da paratriatleta Letícia Freitas na caminhada até os Jogos Paralímpicos de Paris. Mesmo trabalhando em tempo integral, montaram um plano e conquistaram a vaga na última seletiva, em Montreal. Em Paris, viveram uma experiência marcante, dividindo treinos e a responsabilidade de competir juntas. Poucas semanas depois, ela voltou a competir e terminou o Ironman 70.3 São Paulo como segunda colocada geral entre as amadoras. Em 2025, os resultados se consolidaram. Venceu uma etapa do Troféu Brasil e foi, mais uma vez, segunda colocada, desta vez no Ironman 70.3 do Rio de Janeiro. Passou a considerar a transição para o profissional. Ao mesmo tempo, enfrentava a dificuldade de conciliar o alto rendimento com a rotina exigente da engenharia. Com o apoio do marido, decidiu mudar de direção: deixou o trabalho corporativo, passou a atuar com esporte, iniciou a faculdade de educação física e abriu espaço para buscar um novo nível no triathlon. No fim do ano, foi ao Mundial de Ironman 70.3 e terminou como a melhor brasileira. Conosco aqui, a engenheira química, estudante de educação física e triatleta profissional, amante da natureza e dos esportes ao ar livre, a brasileira mais bem colocada no Mundial de Ironman 70.3 do ano passado, terceira colocada no Ironman 70.3 Curitiba, em sua estreia como profissional na temporada 2026, a paulistana Giovanna Alves Opipari. Inspire-se! Race Smart - check your heart Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
É um dos cronistas e comentadores políticos mais populares do país. Semanalmente Pedro Marques Lopes analisa os temas quentes que fervem no país e no mundo, nos programas “Eixo do Mal”, na SIC Notícias, e no podcast “Bloco Central”, para o Expresso. A par disso, assina uma coluna de opinião na revista Visão. Jurista de formação, aos 40 anos a sua vida deu uma guinada radical. Passou de “gestor infeliz para cronista feliz”, depois de sofrer uma pancreatite aguda. O comentador afirma que há hoje “uma proletarização burra do conhecimento”, e uma radicalização de toda a direita. “O governo virou muito à direita e eu fiquei no mesmo sítio.” E deixa no ar a ideia de um dia vir a ser um candidato político. Ouçam-no nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Filho de um dos fundadores do Clube Paineiras do Morumby, ele começou no esporte ainda jovem, na natação, antes de migrar para o polo aquático e, entre 1983 e 1989, jogou polo pelo clube. Em 1989, participou do seu primeiro triathlon, marcando o início de um período dedicado à modalidade. Participou do Ironman Brasil em 1992 e, desde então, seu foco passou a ser a participação no Mundial do Havaí. Dois anos depois, largava para a sua estreia em Kona. Em 1995, porém, enfrentou um grave problema de saúde. Foi diagnosticado com uma condição congênita no coração, a comunicação interatrial. Passou por uma cirurgia e, 18 meses depois, voltou a competir e obteve seu melhor resultado no Mundial de Ironman do Havaí de 1996, cruzando a linha de chegada em 9 horas e 31 minutos. Em 1998, competiu em três provas de Ironman, fechando o ciclo com a sua quarta e última participação no Mundial do Havaí. A partir de então, iniciou uma nova fase esportiva, agora nas corridas de aventura. Foram dez anos participando das principais provas de expedição no Brasil e no exterior, incluindo EMA, Ecomotion, Brasil Wild, além de duas edições do Eco-Challenge, na Patagônia e na Nova Zelândia. Em 2001, passou também a atuar na criação e organização de corridas de aventura. Em 2008, voltou-se para as corridas de trilha e provas de montanha. Em 2011, participou do Ironman de Florianópolis e participou pela primeira vez do El Cruce, prova que repetiria nos dois anos seguintes. Ao longo dos anos, criou e organizou eventos e projetos ligados ao esporte e à atividade ao ar livre, incluindo iniciativas como o RockyMan no Rio de Janeiro, provas e experiências voltadas ao público infantil, projetos sociais e corporativos, o Circuito das Serras e a ultramaratona Desafio das Serras. Conosco aqui, o ex-triatleta e corredor de aventura, criador do Adventure Camp e organizador de mais de duas centenas de eventos esportivos ao ar livre, coautor do livro A Cultura da Aventura na Natureza, consultor em planejamento e segurança do Ironman Brasil, piloto de drone e idealizador da iniciativa Race Smart - check your heart, o paulistano Sérgio Zolino Pires Torres de Sá. Inspire-se! Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Passou nas Nações Unidas uma moção que classifica o tráfico transatlântico de escravos como o mais grave crime contra a humanidade e se fala em reparações. Portugal não votou contra, absteve-se. Medo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os socialistas enfrentam mais um congresso, onde se discute o papel do partido no atual contexto político português. Com a liderança de José Luís Carneiro sob escrutínio, o PS enfrenta desafios internos e externos, desde a ascensão do Chega até à necessidade de se reinventar para reconquistar a confiança dos portugueses. Outrora força dominante, encontra-se agora como terceira força num parlamento tripartido, atrás do PSD e do Chega. O partido sofre de desgaste, afastamento do eleitorado e dificuldades em renovar a sua base social. Passou de um partido de quadros para um partido de funcionários, e isso afeta a sua ligação com o seu eleitorado. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ela iniciou na natação aos 8 anos de idade, mas aos 10 precisou parar pois seus pais não tinham mais como leva-la. Quando soube que o Colégio da Polícia Militar, em Curitiba, inauguraria uma piscina, decidiu prestar o concurso de admissão faltando apenas um mês para a prova. Foi aprovada e, em 2014, voltou a nadar. Treinava duas vezes por semana e ainda tocava saxofone na banda da escola, participava do coral, fazia ginástica, pintura e teatro. Um professor então a incentivou a integrar a equipe de natação do colégio e, pouco tempo depois, já estava treinando seis vezes por semana. Foi nesse período que teve contato com o triathlon. Uma parceria do colégio com o projeto Escolinha de Triathlon abriu a oportunidade para conhecer a modalidade. Nas primeiras competições de aquathlon começou a se destacar pela corrida, o que a levou para o triathlon. Estreou em novembro de 2015, participando do primeiro Campeonato Brasileiro Infantil de triathlon e conquistou o vice-campeonato. No ano seguinte tornou-se campeã brasileira infantil e fez sua primeira participação internacional, no Campeonato Sul-Americano. Em 2017 conquistou a medalha de bronze nos Jogos Sul-Americanos da Juventude. A temporada de 2018 trouxe o título de campeã sul-americana e a estreia em um Campeonato Mundial Júnior. No ano seguinte vieram o sétimo lugar no Campeonato Pan-Americano, o vice-campeonato em uma etapa da Copa Europeia, o terceiro lugar no Sul-Americano Júnior e uma nova participação no Mundial Júnior. Também em 2019 concluiu sua formação no Colégio da Polícia Militar e iniciou a faculdade de Nutrição. O título de campeã brasileira Sub-23 veio em 2021. Na temporada seguinte disputou sua primeira etapa de World Cup, conquistou o nono lugar no Mundial Militar, o terceiro lugar no Sul-Americano Elite e o vice-campeonato sul-americano Sub-23. Em 2023, uma foto publicada ao lado de Danilo Pimentel durante um training camp em São Carlos chamou a atenção de um treinador que estava formando uma equipe na Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, e que a convidou para integrar o projeto. Em agosto daquele ano partiu para a viagem que mudaria sua rotina de treinos e estudos. Na temporada de 2024 competiu pela universidade no circuito da NCAA e, em setembro, recebeu o diagnóstico de endofibrose da artéria ilíaca externa. Passou por cirurgia e, em 2025, voltou às competições internacionais. No mesmo período concluiu sua graduação com major em Psicologia e minor em Nutrição Esportiva, já iniciando uma pós-graduação em Marketing. Conosco aqui, a triatleta de alto rendimento, terceiro sargento do exército brasileiro, student manager do Arizona Swim Team e campeã da primeira etapa do Campeonato Brasileiro de Sprint Triathlon de 2026. Perfeccionista, exigente, disciplinada e ambiciosa, a curitibana Gabrielle Estefany Lemes. Inspire-se! Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Para muitos historiadores, o Império Persa foi a primeira superpotência da história, unificando quase todo o mundo civilizado do Oriente Médio sob um único governo há mais de 2.500 anos. Sob a dinastia Aquemênida, essa nação dominou três continentes e estabeleceu padrões administrativos, econômicos e de direitos humanos que influenciam a humanidade até hoje. Neste vídeo, mergulhamos na trajetória fascinante que transformou a lendária Pérsia no moderno Irã. Entenda como o nome "Pérsia" — uma herança grega — foi substituído oficialmente em 1935 por um decreto de Reza Xá Pahlavi, buscando resgatar a identidade nativa de "Airyana", a terra dos arianos.
Quando a gente não percebe que tem vida lá fora, a gente fica com o olhar muito estreito. Lembro da história que eu ouvi do Sr. Evandro. Ele é tutor de um cachorrinho e vez ou outra a gente se encontra. Outro dia ele estava me contando de como ele tinha ido parar no bairro.Ele começou a dizer que tinha levado um tempo procurando uma casa, aí eles encontraram. E aí foi um tempo até conseguir morar, de fato. Aí primeiro comprou a cama. Passou um tempo, compraram o fogão. Mais um tempo, conseguiram grana para geladeira. E mais um tempo, o armário para cozinha. Até ficar pronta, mesmo, um tempão.E aí eu achei curioso, porque mais cedo eu tinha visto um post em que a pessoa dizia que estava se sentindo atrasada, porque não tinha conquistado uma coisa específica. E aí na hora eu pensei, cara, vez ou outra a gente precisava conversar com o sr. Evandro pra lembrar em qual ritmo a vida real corre, sabe?Porque é isso: tem mais gente parecida comigo, com você e com o sr. Evandro do que com aquela pessoa da internet que mora numa casa que parece um shopping e tem uma vida que parece plástica, de tão impecável, sabe? Mas se tem mais gente como eu e você, por que a sensação de atraso é tão real?PUBLICIDADE: InsiderLink: https://creators.insiderstore.com.br/NOMEASCOISASCUPOM: NOMEASCOISASApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisasPalestra em Curitiba:https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-em-curitiba-palestra-medo-de-dar-certo/3163529?referrer=www.google.com&referrer=www.google.comMEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisas
O alegado insulto racista de um jogador do Benfica a um jogador do Real Madrid correu mundo e a UEFA abriu um processo de averiguação. Prestianni diz que não foi racista, Vinícius garante que foi. Sem querer resolver a questão de saber quem fala verdade, conversamos com o comentador da SIC David Borges sobre o racismo na sociedade e no futebol. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ministro Miguel Pinto Luz anda para a frente e para trás, mas os problemas perseguem-no, mas nada tema há sempre tempinho para dar o ar da sua graça aos orgãos de comunicação social.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesse episódio eu fiz um geral sobre o cenário atual da NBA, pensando em você fã de NFL que vai começar a acompanhar a temporada agora que passou o Super Bowl(00:00) Conferência Leste(24:57) Conferência Oeste(41:25) Jogo das EstrelasEntre no grupo do Cara dos Sports no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/DBCkiq0Gg397h0kgRjzrVoApoie o Podcast Cara dos Sports e tenha acesso a conteúdos exclusivos: https://caradossports.com.br/Se torne membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UCZ3MkOrQx7444pm7tSZ-10Q/join
Beto Hora é radialista, humorista, locutor comercial e imitador brasileiro, com mais de 25 anos de carreira. Passou por emissoras como Bandeirantes, Kiss FM e 105 FM, é conhecido pelas imitações de Pelé, Datena e Tim Maia e foi a voz-padrão das vinhetas da Copa do Mundo de 2014 na Band.
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Passou a festa, acabaram os brindes. Nos dias seguintes à passagem de ano, sobra a pergunta incómoda: quanto tempo aguentam as nossas resoluções?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Texto que pode reduzir pena de Jair Bolsonaro facilitou cenário para ampliar orçamento da união em pelo menos 22,5 bilhões de reaisMeio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Alexandre de Moraes comenta aprovação da dosimetria e sanções americanas, marco temporal no Supremo, estudo de Stanford sobre vacinas e pesquisa Quaest sobre economia.
Ela começou a nadar com apenas dois anos, competiu pela primeira vez aos sete e, ainda adolescente, ingressou no Sport Club Corinthians Paulista, onde se firmou como fundista. Passou depois por alguns outros clubes, destacando-se nas provas de 800m e 1.500m. Em 2005, foi incentivada por seu técnico, que mais tarde se tornaria seu marido, a estrear na Travessia dos Fortes. Venceu não apenas o medo de nadar no mar, mas também a competição, inaugurando o que seria uma nova oportunidade de permanecer na natação e testar seu potencial nas maratonas aquáticas. A partir dali, o potencial se transformou em resultados. Em 2006, conquistou duas pratas no Campeonato Mundial de Águas Abertas. No Pan do Rio de Janeiro, em 2007, levou a prata nos 10 km; em 2008, estreou nos Jogos Olímpicos de Pequim, terminando em sétimo lugar; e, em 2009, viveu uma temporada histórica ao vencer nove das onze etapas do circuito mundial, conquistando a Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas. No mesmo ano, garantiu o bronze no Mundial de Esportes Aquáticos, tornando-se a primeira nadadora brasileira a conquistar uma medalha na história da competição. Em 2011, nos Jogos Pan-Americanos, levou a prata e, no Mundial de 2013, alcançou o ápice com ouro nos 10 km, prata nos 5 km e bronze na prova por equipes. Em 2016, nos Jogos do Rio, conquistou o bronze na prova dos 10 km da maratona aquática, tornando-se a primeira brasileira a ganhar uma medalha olímpica na natação. Encerrou a carreira em 2017, ano do lançamento de sua biografia, e logo depois iniciou uma nova fase: junto com o marido, criou uma assessoria de natação em águas abertas e uma travessia que leva seu nome. Em 2021, fundou seu Instituto e, desde 2020, trabalha na agência VEGA Sports. Contudo, sua conquista mais festejada veio em 2021, com o nascimento de Lucca. Conosco de volta aqui, a ex-nadadora dona de uma história marcada por conquistas, reinvenção e legado, eleita a melhor nadadora de águas abertas do mundo em duas ocasiões, integrante do Hall da Fama Internacional da Maratona Aquática, comentarista da TV Globo, ícone da natação brasileira e triatleta em desenvolvimento, a paulistana Poliana Okimoto Cintra. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
O presidente da CPI do Crime Organizado, senador Fabiano Contarato (PT-ES), afirmou que Lula (PT) foi “infeliz” ao dizer que os traficantes são “vítimas dos usuários também”.O parlamentar, que já atuou como delegado de polícia, afirmou o seguinte em entrevista ao jornal O Globo:“Foi infeliz na colocação. Temos que entender que o traficante é o que há de mais pernicioso dentro da sociedade brasileira. O traficante mata.Por isso, defendo mais rigor, inclusive no aumento das penas para o tráfico de entorpecentes. Passou da hora de o país fazer isso.Respeito a opinião do presidente, mas tenho minha consciência tranquila: se for necessário alterar a legislação, seja para aumentar a pena do tráfico, seja para restituir a paz nas comunidades, eu vou apoiar.”Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
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Filho de um casal de educadores físicos, ele cresceu em um ambiente naturalmente voltado ao esporte. O pai, além de fundar uma academia em Balneário Camboriú em 1986, foi preparador físico de Gustavo Kuerten. Ainda garoto, dividia-se entre o futebol, o surfe e o skate, sem nunca imaginar que viria a se tornar atleta profissional. Já adulto, ao treinar natação, conheceu alguns triatletas e foi assistir ao Ironman de Florianópolis. Ficou impressionado com a grandiosidade da prova e decidiu que gostaria de viver aquela experiência. Passou então a treinar, e sua estreia no triathlon aconteceu no final de 2004. Competiu em algumas provas e foi ganhando experiência, até que em 2006, com a terceira colocação no Campeonato Brasileiro de distância olímpica, foi convocado para integrar o projeto de alto rendimento da CBTri na categoria sub-23. Alguns anos mais tarde, em 2009, venceu uma etapa da Copa Pan-Americana e, no ano seguinte, foi campeão pan-americano de longa distância e sexto colocado no Mundial de Ironman 70.3. Em 2010, foi convidado a integrar o projeto Rio 2016 e passou uma temporada com a seleção em Portugal, mas algumas lesões atrapalharam sua evolução. A volta ao Brasil marcou uma virada de chave: em 2012, estreou como atleta profissional no Ironman Brasil, conquistando a terceira colocação. Determinado a melhorar sua performance, voltou no ano seguinte para sagrar-se vice-campeão. Embalado pelas boas experiências, em 2014 entrou para a história como o primeiro brasileiro a vencer a prova de triathlon mais importante do país. Os anos seguintes consolidaram sua carreira: em 2015, tornou-se o primeiro brasileiro a completar um Ironman em menos de 8 horas; em 2016, venceu o Ironman da Holanda; já conquistou sete vitórias em Ironman 70.3, além do 13º lugar em no Mundial de Ironman, em 2013, tornando-se referência no triathlon de longa distância no Brasil. Hoje, aos 40 anos, divide sua vida entre os treinos, as competições e a família, e também é sócio da CPH Assessoria Esportiva. Com uma carreira de quase duas décadas dedicadas ao triathlon, segue como um dos nomes mais importantes do esporte no país. Conosco aqui, um dos maiores triatletas brasileiros de todos os tempos, exemplo de dedicação, resiliência e determinação, o mineiro Igor Fonseca Amorelli. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.