Podcasts about fevereiro

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Investimento em Imóveis ao Redor do Mundo

No episódio de hoje, relembro o vídeo que publiquei em Fevereiro de 2021.

Direto da Redação
Preço médio da gasolina fica abaixo de R$ 5 pela primeira vez desde fevereiro de 2021

Direto da Redação

Play Episode Listen Later Sep 17, 2022 4:37


Preço médio da gasolina fica abaixo de R$ 5 pela primeira vez desde fevereiro de 2021  See omnystudio.com/listener for privacy information.

RW notícias - fique sempre bem informado
Gasolina fica abaixo de R$ 5 pela 1ª vez desde fevereiro de 2021

RW notícias - fique sempre bem informado

Play Episode Listen Later Sep 16, 2022 2:27


O preço médio do litro da gasolina vendido nos postos do País ficou abaixo de R$ 5 pela primeira vez desde fevereiro do ano passado. A queda verificada nesta semana consta de pesquisa da ANP.Confira outros destaques do Giro de Notícias: Banco Central confirma vazamento de dados cadastrais de chaves Pix; PGR quer arquivar apuração sobre conduta de Bolsonaro na pandemia; Datafolha mostra que 70% não sabem em quem votar para deputado; faturamento do turismo brasileiro cresce 32% em julho; parcelas do Auxílio Brasil pagas às segundas passam a ser antecipadas.

Convidado
Ucrânia: "Mais de 40% da população depende de ajuda humanitária" - OCHA

Convidado

Play Episode Listen Later Sep 8, 2022 13:09


Há 18 milhões de pessoas na Ucrânia a precisar de ajuda humanitária, um número que representa 40% da população do país. Uma situação difícil que pode vir a piorar com a chegada do Inverno e das temperaturas negativas. Saviano Abreu, porta-voz do OCHA na Ucrânia, sublinha que a situção pode vir a piorar com a chegada do Inverno.  Há 18 milhões de pessoas na Ucrânia a precisar de ajuda humanitária, um número que representa 40% da população do país. Uma situação difícil que pode vir a piorar com a chegada do Inverno e das temperaturas negativas. A este propósito a RFI entrevistou Saviano Abreu, porta-voz do OCHA (Escritório das Nações Unidas para Coordenação de Assuntos Humanitários) na Ucrânia, que começou por nos fazer um ponto da situação humanitária no país.  “Quase a chegar aos 200 dias do início da guerra, aqui na Ucrânia, a situação está piorando a cada dia. Infelizmente, eu acho que a situação humanitária na Ucrânia não está mais nos meios de comunicação como estava antes, mas a situação está tão ruim ou pior do que quando isso era notícia todos os dias. As pessoas precisam de ajuda, principalmente agora que o Inverno está chegando, para conseguirem estar protegidas durante o Inverno duro, que aqui na Ucrânia pode chegar a -20°. Imagina o que é viver numa casa - tem muitas pessoas nessa situação - sem portas e sem janelas ou meio destruídas, sem gás para aquecer e sem electricidade. É a situação, infelizmente, de milhões de ucranianos que estão nas áreas mais afectadas pela guerra.  A situação do Inverno preocupa-nos muito, é urgente que possamos ajudar essas famílias, mas também as outras necessidades humanitárias que estão aqui desde o início da guerra, que é a falta de acesso à água em muitas áreas do país, falta de acesso à electricidade, a gás, a comida, a protecção… É o que estamos tentando fazer e acelerar o nosso suporte a essas pessoas que estão precisando de ajuda antes de o Inverno chegar. No total, hoje aqui na Ucrânia, quase 18 milhões de pessoas precisam de ajuda humanitária, é um número enorme, mais de 40% de toda a população do país, depende da ajuda humanitária para sobreviver." Como é que conseguem essa logística para chegar a 18 milhões de pessoas e responder a estas necessidades que são tão díspares? Fala em água, alimentação, mas também com a questão do inverno. Como é que podem colmatar a falta de abastecimento de energia? “É uma operação bastante complicada porque estamos operando numa área em guerra, em que qualquer acção em segurança é muito difícil. Nós conseguimos e temos acesso às pessoas que precisam dessa ajuda em boa parte do país, nas áreas que estão controladas pelo governo ucraniano. Nessas áreas nós conseguimos chegar, nós conseguimos dar o apoio humanitário.  Agora, como você me perguntou, sobre como ajudar as pessoas que não têm acesso à electricidade e ao gás? Estamos começando um processo de reparação urgente de casas, de abrigos, adaptando locais onde as pessoas deslocadas estão vivendo de maneira conjunta, para estarem preparadas para o Inverno.  Distribuição de kits para o Inverno, de combustível sólido para que possam aquecer a casa se não tiverem acesso ao gás. Tem várias maneiras, várias formas que podemos ajudar.  Também oferecemos dinheiro, ajuda directa em dinheiro, para que as pessoas possam fazer as escolhas delas e comprar o que elas necessitam para passar esse período. Mas uma coisa importante que eu acho que não podemos deixar de comentar é o nosso acesso, o acesso humanitário às áreas que estão sob o controlo da Federação Russa ou dos grupos afiliados. Nessas áreas nós não podemos entrar.  Desde o início da guerra, na verdade, nós não conseguimos cruzar as frentes de batalha para entregar os suprimentos nas áreas que não estão controladas pelo governo da Ucrânia. O nosso acesso está sendo negado desde o início da guerra e é uma situação urgente, eu diria desesperadora. As pessoas estão desse outro lado da frente de batalha ou nas áreas bem perto da frente de batalha e, por questões de segurança, muitas vezes não conseguimos ir a essas áreas, para que possam receber ajuda humanitária que elas necessitam depois de passarem esses quase 200 dias de uma guerra feroz que está deixando um nível de destruição aqui no país que é inimaginável." Se a situação humanitária na região controlada pela Ucrânia é preocupante. Não menos preocupante é a situação humanitária na zona controlada pelas forças russas. Todavia, vocês não têm acesso a essas pessoas. “Nós temos presença humanitária em algumas dessas áreas, em Donetsk, por exemplo, onde já estávamos operando antes do dia 24 de Fevereiro, antes do início da guerra, durante os quase oito anos de conflito.  Ainda temos presença nessas áreas, mas é uma presença muito limitada pelos problemas de não conseguirmos levar os suprimentos, os materiais de ajuda que precisamos para operar nessas regiões. Temos restrições de movimento. Temos vários problemas que estamos enfrentando nessas áreas, colocados pelas entidades que controlam os territórios, que impedem o nosso processo. Para ter uma ideia, nem sequer um processo de avaliação no terreno, de qual é a situação humanitária nessas regiões, nós podemos fazer. Então, é difícil, inclusive, de especificar, de dar números exactos de quantas pessoas, de qual ajuda humanitária precisamos entregar?  Nós sabemos que a situação é dura, que as pessoas precisam dessa ajuda, porque temos “olhos” e fontes aí que nos dizem isso, mas é difícil de determinar o nível que precisamos operar, porque não temos o acesso para fazer o nosso trabalho.” Este universo de 18 milhões de pessoas, 40% da população ucraniana, de que me fala é a população que se encontra na zona controlada pelo governo ucraniano? “Não, nós tínhamos uma estimação, incluindo das zonas que estão controladas. Nós sabemos os números de população que estavam nessas áreas. Essas estimações, se não me falha a memória, mais ou menos uns 5 milhões de pessoas, muito aproximado, devem estar nessas áreas e são pessoas que precisam de ajuda humanitária.  Mas como eu disse, são estimações que fizemos há alguns meses, são perto da realidade, mas não é uma realidade que nós podemos ir verificar e falar com segurança de que essa situação. É uma estimação que precisávamos poder entrar e conseguir verificar isso e verificar qual é a necessidade do nosso trabalho lá. Outro exemplo que é muito gráfico do que está acontecendo, nós conseguimos durante esses quase 200 dias de guerra prestar ajuda humanitária ou dinheiro para, comida, água, serviços médicos, que é outra necessidade brutal aqui no país - vários centros médicos foram destruídos ou o pessoal médico sanitário teve que deixar as áreas. o acesso aos serviços de saúde estão muito restritos em algumas áreas.  Conseguimos chegar a, mais ou menos, 13 milhões de pessoas durante esses esses 200 dias de guerra. Desse, só um milhão estão em áreas que não estão controladas pelo governo da Ucrânia.  Acho que isso é muito gráfico para dar uma ideia da falta de acesso, dos problemas que estamos enfrentando para chegar nas outras áreas onde as pessoas precisam da ajuda humanitária, precisam do nosso suporte, inclusive de protecção se eles quiserem sair dessas áreas que estão enfrentando problemas. Essas pessoas não estão recebendo a ajuda pelo menos da nossa parte, da parte das organizações humanitárias que elas deveriam receber.” Estas pessoas são de que faixa etária? São maioritariamente mais velhas que não puderam sair do país? “Nas áreas que estão perto da frente de batalha, do lado controlado pelo governo ucraniano, sabemos que a maioria são pessoas mais idosas, pessoas com dificuldades de locomoção, grupos mais vulneráveis que não conseguiram sair porque o movimento não é fácil. Tem que pegar transporte ou caminhar. Então não é uma coisa tão simples para uma pessoa muito velha, com problemas de movimento, sair, fugir dessas áreas que estão perto da frente de batalha. Do outro lado, os grupos são muito mais mistos.” Heterogéneos? “Exacto. Porque os problemas lá para sair não são só a dificuldade de movimento, por exemplo, de uma pessoa mais velha, mas também as restrições que as pessoas estão enfrentando para poder sair dessas áreas.  Nos últimos dias, por exemplo, em Zaporizhzhia Oblast, entre o leste e o sul do país - Oblast é o como a gente chama os estados ou as regiões aqui da Ucrânia - uma parte está controlada pelo governo da Ucrânia e outra pelo governo da Rússia, os nosso colegas que estão lá falaram de, mais ou menos, 4.000 pessoas, em carros particulares, que estão perto do checkpoint, dos pontos de controlo, tentando passar para o lado ucraniano. Estão lá, ficaram lá dias, dias e dias e algumas pessoas inclusive morrem nas filas tentando cruzar para o lado de cá.  Então, é um grupo heterogéneo, tem pessoas de todas as idades, de todos os tipos tentando fugir e infelizmente enfrentam problemas enormes que não deveriam. É um direito humano poder, pelo menos, se proteger e fugir de uma área que está experimentando bombardeios diários. São problemas que estão enfrentando e não estão conseguindo sair.” Essas pessoas de que fala, do lado ucraniano, as mais idosas que estão na frente de guerra, que são mais vulneráveis à guerra por dificuldades também de locomoção, também são elas mais vulneráveis ao Inverno que se aproxima. O que posso fazer antever aqui que o cenário vai ficar ainda mais negro, mais difícil, mais triste? “Exactamente, eu acho que eu não teria explicado melhor do que o que você acaba de dizer. Me deixa triste mencionar o que está acontecendo. São pessoas idosas que têm que passar horas intermináveis em abrigos subterrâneos ou no interior das casas se protegendo, porque essas áreas estão sendo bombardeadas constantemente.  Há três dias fomos perto dessas áreas para distribuir ajuda humanitária. Conseguimos levar seis camiões de ajuda humanitária, que vão ajudar, mais ou menos, 5.000 pessoas perto das frentes de batalha em Donetsk Oblast. Estamos fazendo isso regularmente, mas ainda não é o suficiente. O suficiente para essas pessoas, era poderem estar na casa delas de maneira normal, ter acesso a gás para aquecer a casa, poder cozinhar e isso não está acontecendo.  Eu conheci há poucas semanas um casal que está em Odessa. Eles foram deslocados, fugiram da guerra com os filhos. Os pais da mulher estão em Donetsk Oblast, numa dessas cidades que está sendo bombardeada constantemente. E essa senhora, essa mulher, me contava a situação dos pais: têm mais de 80 anos, não se movem com facilidade, não saíram de casa e também não querem sair.  Eu acho que isso, cada um de nós, pode entender, é a casa deles, onde eles viveram a vida toda, eles não querem sair dali, mesmo tendo bombardeamentos diários. Essa Senhora em Odessa, sabendo que eles não têm acesso a gás para cozinhar, por exemplo, ela busca maneiras muito criativas para conseguir enviar por correio suprimentos para os pais dela.  A única maneira que os pais conseguem ter acesso a alimentos lá é recebendo essa ajuda que a própria família está enviando por correio. Envelopes de sopa, inclusive combustível para cozinhar de uma maneira que ela me explicou, muito criativa, para conseguir que o correio aceite combustível e você vê nos olhos dessa mulher o desespero dela de saber que os pais estão lá e não poder fazer mais do que só enviar coisas para o correio diariamente, para que eles possam se alimentar e que possam cozinhar e que possam fazer alguma coisa.  A casa deles recentemente foi atingida por um bombardeio e a parte superior da casa pegou fogo. Esses dois velhinhos carregaram baldes de água, tentando apagar isso, porque o corpo de bombeiros não está na região, não pode ajudar. A história dessa família que me marcou muito, dá um panorama exacto do que as pessoas mais idosas, mais vulneráveis, estão sofrendo Donetsk e em outras partes do país também." De alguma forma, esta brutalidade desta guerra exigiu uma resposta diferente por parte da ajuda humanitária? “A gente opera em vários países do mundo, infelizmente não é o único conflito, a única guerra em que estamos operando. Mas cada país tem as suas particularidades e as suas diferenças humanitárias.  O que foi diferente para a gente aqui na Ucrânia, foi a escala, o tamanho da resposta humanitária que nós precisamos de montar de um dia para o outro. Não é uma guerra que cresceu de maneira gradual e que atingiu um número de pessoas que foi aumentando de maneira gradual, que é o que a gente viu em outras partes do mundo.  Aqui desde o dia 24 [de Fevereiro], o primeiro dia da invasão, o nível de destruição que a guerra causou, exigiu uma resposta humanitária que foi de estarmos presente em duas regiões do país, Donetsk e Lugansk, com um processo de ajudar, mais ou menos, 3 milhões de pessoas que estavam nessas áreas, com uma resposta muito específica das necessidades humanitárias dessas de pessoas, para poucas semanas depois precisamos de estar presente nas 24 regiões do país, ajudando ou tentando pelo menos ajudar 18 milhões de pessoas que precisam de ajuda humanitária. Então, o nível de crescimento do número de pessoas que precisa da ajuda humanitária é incomparável, da maneira que foi tão rápido, com outras regiões do mundo. Então foi um processo que tivemos que trabalhar sem parar dia e noite para conseguir montar essa estrutura, chegar a todas as regiões do país com ajuda que precisamos. Isso sem contar com as pessoas que estão fora da Ucrânia que também precisam de ajuda humanitária, que são aquelas que fugiram e se converteram em refugiados e refugiadas em outras partes do mundo, aqui na Europa e também em outras regiões."

Odisséia Astrologia
Previsões para o signo de Peixes de 05 a 11 de setembro

Odisséia Astrologia

Play Episode Listen Later Sep 5, 2022 4:08


Signo de PEIXES, início 20 de Fevereiro a 20 de Março. Você que é do signo de Peixes amigos, relacionamento e sentimentos profundos começam a semana, foco no futuro, com coragem e libertação do medo, seja paciente com a família, energize-se desde a alma. Use seus sonhos para inspirar bons negócios, encontro amoroso pegando fogo, que isso seja aproveitado do melhor jeito, supere as dificuldades e viva encontros maravilhosos sorte grande, aposte os números e mande um presente pro astrólogo que te deu a dica

Agentes Do Tarot
John Wayne Gacy - O Palhaço Assassino

Agentes Do Tarot

Play Episode Listen Later Sep 5, 2022 108:02


TRIGÉSIMO EPISÓDIO DO AGENTES DO TAROT! Convidado especial: Heverton (@lourodeouro.tarot) John Wayne Gacy foi um serial killer estadunidense conhecido como o Palhaço Assassino, que cometeu uma série de assassinatos na região metropolitana de Chicago, Estados Unidos, na década de 70. Os assassinatos apenas foram descobertos no final de 1978 e, em Fevereiro de 1980 o serial killer foi condenado por 33 homicídios, recebendo a pena de 21 prisões perpétuas e 12 penas de morte. Sua execução ocorreu anos depois, em 9 de maio de 1994. John Wayne Gacy teve uma vida conturbada, mas isso não justifica seus crimes horrendos. Quais teriam sido suas motivações? Ele realmente tinha consciência plena destes homicídios? O que não sabemos sobre o Palhaço Assassino da vida real? É isso que iremos investigar hoje, no Agentes do Tarot!! Vem com a gente!

Eleven Sports
NFL ELEVEN - CAMINHO PARA O SUPER BOWL!

Eleven Sports

Play Episode Listen Later Aug 31, 2022 74:04


Estamos sensivelmente a uma semana do arranque oficial da temporada pelo que nada melhor do que viajar pelas duas conferências e, em jeito de futurologia, fazer um caminho até ao Super Bowl em pleno Agosto. Desde que equipas vão ganhar as suas divisões, apurarem-se aos playoffs e aquilo que podemos esperar para a fase a eliminar. Será que as previsões de Agosto 2022 se vão traduzir em verdades de Fevereiro 2023? A resposta será dada durante a fase regular da competição. Com André Amorim, Pedro Fernandes e Nuno Félix.

Podcast Internacional - Agência Radioweb
Ucrânia informa que Rússia perdeu 43 mil oficiais desde fevereiro

Podcast Internacional - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Aug 14, 2022 1:12


As Forças Armadas da Ucrânia informaram que as tropas russas tiveram cerca de 43,4 mil baixas desde o começo do conflito, ocorrido no dia 24 de fevereiro deste ano. Conforme informa a agência ucraniana de notícias Interfax, os russos teriam perdido, no período, também mais de 1,8 mil tanques, 4,1 mil veículos de combate blindados e aproximadamente 400 aeronaves e helicópteros.

Pulsar Económico
Pulsar Económico 08-08-2022

Pulsar Económico

Play Episode Listen Later Aug 12, 2022 6:54


Preço do peixe já aumentou mais de 18% desde Fevereiro.

Convidado
ONU alerta sobre a progressão do grupo Estado Islâmico nomeadamente em África

Convidado

Play Episode Listen Later Aug 10, 2022 10:47


A ONU alertou ontem numa reunião do Conselho de Segurança que apesar de ter sofrido derrotas nomeadamente na Síria e no Iraque, o grupo Estado Islâmico continua a representar uma ameaça à segurança global, as Nações Unidas referindo que Daesh tem vindo a progredir nestes últimos meses em algumas regiões, nomeadamente em África. De acordo com Vladimir Voronkov, responsável do gabinete da ONU de luta contra o terrorismo, que apresentou ontem no Conselho de Segurança o seu mais recente relatório sobre a questão, apesar de no passado mês de Fevereiro, o até então líder da organização Abu Ibrahim al Hashimi al Qurashi, ter sido morto na Síria, e apesar também de vários comandantes do grupo terem sido abatidos ou capturados nestes últimos meses, a organização tem vindo a registar progressos durante o primeiro semestre deste ano. Na óptica do perito da ONU, a “estrutura descentralizada” do grupo terrorista deu-lhe a possibilidade de continuar as suas ofensivas até mesmo em terrenos onde tem perdido força. A título de exemplo, Vladimir Voronkov estima que 6 mil a 10 mil homens continuem mobilizados no Iraque e na Síria. No respeitante ao continente africano, o relatório da ONU dá conta da sua preocupação perante as acções levadas a cabo pelo grupo jihadista no Sahel, em vários estados costeiros do Golfo da Guiné, no Uganda e em Moçambique. Ainda segundo as Nações Unidas, noutro ponto do globo, no Afeganistão, onde os Talibã retomaram o poder há um ano, o Estado Islâmico tem vindo a ganhar influência, à medida que outra organização terrorista poderosa na região, a Al Qaeda, tem vindo a sofrer derrotas, nomeadamente a recente perda do seu líder, assassinado há dias em Cabul, durante uma operação americana. Estes são alguns dos aspectos que a RFI abordou com José Manuel Anes, especialista em terrorismo e segurança ligado à Universidade Lusíada em Lisboa, para quem a cooperação e a troca de informações é essencial na luta contra o grupo Estado Islâmico. RFI: Qual é a força que tem actualmente Daesh em comparação com Al Qaeda no Afeganistão e Paquistão? José Manuel Anes: Claro que o Estado Islâmico é o grande rival da Al Qaeda, rival senão mesmo inimigo. Enquanto a Al Qaeda teve agora essa derrota com o assassinato do seu líder Ayman Al Zawahari em Cabul, a verdade é que o Estado Islâmico não tendo um grande líder com um nome conhecido, tem uma capacidade operacional muito grande. Ali naquela zona do globo, no Afeganistão, no Paquistão, o Estado Islâmico do Khorassan, demonstrou há um ano no aeroporto de Cabul quando estavam imensas pessoas a tentar embarcar em aviões para saírem daquele país, eles cometeram um atentado que matou várias dezenas de civis e 13 soldados norte-americanos. Portanto, o Estado Islâmico, apesar de não ter aquela capacidade que tinha na Síria e no Iraque, ao descentralizar-se, manteve e desenvolveu a sua capacidade operacional em várias partes do globo. RFI: Há uns anos atrás, o grupo Estado Islâmico parecia estar bastante activo na Europa, tendo havido uma série de ataques em várias cidades europeias, nomeadamente em Paris. O Estado Islâmico continua activo ou há acções mais eficazes de luta contra o terrorismo na Europa? José Manuel Anes: As duas coisas. Continua activo, espreita sempre oportunidades. Das últimas vezes que atacou, até foi com arma branca, porque o transporte de armas de fogo ou de explosivos é mais problemático nesta fase em que os serviços de informação e as polícias antiterroristas desenvolveram uma capacidade de observação destes fenómenos, eles preferem atacar com arma branca. Mesmo assim matam. Na catedral de Nice (no dia 29 de Outubro de 2020), foram duas ou três pessoas que mataram. Por um lado, os serviços de informação e a polícia antiterrorista estão a trabalhar cada vez melhor e a permuta de informações entre os diversos países é fundamental mas eles também não têm aquela visibilidade nem o "descaramento" que tinham e que, por exemplo, levou ao atentado do Bataclan em Paris (13 de Novembro de 2015). Portanto, actualmente o Estado Islâmico está mais contido, mas não podemos deitar foguetes. Sempre que têm uma oportunidade, atacam. RFI: No seu mais recente relatório, a ONU diz que, em compensação, no continente africano, o Estado Islâmico tem vindo a progredir nomeadamente em toda a zona do Sahel. A que se deve este fenómeno a seu ver? José Manuel Anes: A verdade é que no Sahel, quem mandava lá sob o ponto de vista do terrorismo, era a AQMI (Al Qaeda do Magrebe Islâmico) que estava no Mali. Mas depois, o Estado Islâmico foi ganhando força progressivamente nessa zona, em todo o Sahel, e agora também tem presença em Moçambique. Aqueles 'Shebabs' de Moçambique não têm nada a ver com os 'Shebabs' da Somália, esses são ligados à Al Qaeda desde sempre. Os 'Shebabs' de Moçambique são um ramo do Estado Islâmico da África Central e que vão para sul e têm uma presença forte, têm feito vários ataques e isto é altamente preocupante. RFI: Precisamente, um dos aspectos apontados nesse relatório da ONU sobre o grupo Estado Islâmico é que deveria haver uma maior cooperação a nível das regiões afectadas por esse fenómeno. Julga que efectivamente este poderá ser o calcanhar de Aquiles? José Manuel Anes: De facto, no começo das acções do grupo Estado Islâmico em Cabo Delgado, no norte de Moçambique, a verdade que o país teve uma certa reticência em buscar aliados. Agora, tem agora o conjunto de países da SADC, da África do Sul, que estão a trabalhar bem e de alguma maneira já se começam a ver alguns efeitos dessa cooperação. Tem havido alguma reticência por parte da Tanzânia, mas o resto dos países estão a trabalhar bem, a ajudar Moçambique nessa luta antiterrorista que é fundamental. Esperemos que esta cooperação internacional continue porque doutra maneira não conseguimos e corremos o risco de que o Estado Islâmico tenha ali uma zona de influência e de acção que será depois muito mais difícil de neutralizar. RFI: E no caso do Sahel? Há uma série de países que têm conhecido situações de instabilidade política e tem também havido uma série de 'mexidas' no campo da segurança, nomeadamente com a retirada da União Europeia e da França do Mali, e vários questionamentos sobre a estratégia regional de combate ao terrorismo. José Manuel Anes: Pois. A atitude do governo do Mali nos últimos tempos tem sido lamentável. Desde logo, as reticências e mesmo um distanciamento relativamente à acção antiterrorista que a França teve durante muitos anos com a operação Serval, com a operação Barkhane, coisas extremamente importantes e úteis, porque se o terrorismo vingar naquela zona do Sahel, desde o Mali, o Chade, Níger, Burkina Faso, isso vai ser um perigo depois para o norte de África e consequentemente para a Europa. Temos que ser muito sérios e encarar isto como uma grande ameaça. Lamento dizer que o governo do Mali tem sido bastante reticente em relação à cooperação francesa de luta antiterrorista, mas esperemos que eles se compenetrem de que efectivamente se não houver um auxílio dos países ocidentais, nesse caso concreto da França, eles vão ter problemas com Estado Islâmico e com a Al Qaeda também. RFI: A ONU apontou como um dos factores que poderão contribuir para o reforço do grupo Estado Islâmico, nomeadamente no continente africano, as falhas que tem havido a nível de abastecimento de alimentos provocadas pelo conflito na Ucrânia, que potenciariam movimentos de revolta no seio das populações mais expostas. José Manuel Anes: Sem dúvida nenhuma. Eles são hábeis em aproveitar essas crises e o Estado Islâmico tem uma categoria ideológica muito forte, mais forte do que a Al Qaeda. Mas de qualquer modo, aproveita sempre os problemas que existem nas infra-estruturas socioeconómicas, isto é evidente. Agora, mesmo quando o Estado Islâmico quase que desapareceu na Síria e no Iraque, a ideologia continuava a circular na internet e a contaminar as mentes mais frágeis. A verdade é que as infra-estruturas também colocam problemas e isso, o Estado Islâmico é hábil em aproveitar isso. No caso de Cabo Delgado é outro exemplo. Também aproveitam todas as carências, algumas que são provocadas por eles, mas depois naturalmente aparecem como os salvadores. De facto, essa crise de alimentos e todos os problemas que assolam aquelas populações, o Estado Islâmico vem aproveitar. RFI: Há também a questão do financiamento. Como é que até agora não se conseguiu travar a acção desse grupo ao nível do seu 'motor'? José Manuel Anes: O financiamento, eles conseguem através do aproveitamento de matérias-primas locais, eles conseguem arranjar o dinheiro e há sempre alguém dessas correntes extremistas que está pronto a dar dinheiro. Mas a verdade é eles chegam a uma zona e começam a vender os recursos naturais e assim recolhem financiamento para as suas operações terroristas. RFI: De um modo global, quais seriam eventualmente as suas recomendações? José Manuel Anes: De um modo geral, é evidente que nós precisamos de muita cooperação internacional a nível de antiterrorismo. Assim como há países que não têm o mais pequeno problema em colaborar internacionalmente com países mesmo ocidentais na luta antiterrorista, felizmente que há e em África há bastantes, mas há também outros que têm reticências e espero que não se venham a arrepender. Portanto, (as prioridades são) cooperação internacional e permuta de informações entre os serviços de informação dos diversos países são essenciais e unidades de antiterrorismo que existem em África e que têm que ter a sua acção não entravada.

História Presente
Peles e Prosa: por uma história libertadora 1# - Malcolm X

História Presente

Play Episode Listen Later Jul 29, 2022 20:49


Neste primeiro episódio da segunda temporada da série Peles e Prosa: por uma história libertadora, falaremos sobre a história do ativista Malcolm X, um ícone da luta pelos direitos civis da população negra dos EUA entre as décadas de 50 e 60. Para conferirem a primeira temporada deste projeto, é necessário acessar a nossa conta do Instagram - o programa foi originalmente hospedado no IGTV, como uma produção audiovisual. E agora, entra como uma das novas seções de nosso podcast. Esperamos que gostem. Algumas indicações para aqueles que desejam saber mais sobre o tema: Livros: HALLEY, A. Autobiografia de Malcolm X. Trad. de A. B. Pinheiro de Lemos. Rio de Janeiro: Record, 1965. MARABLE, Manning. Malcolm X: Uma vida de reinvenções. New York: Vinking/Penguim, 2011. Documentários: Irmãos de Sangue: Muhammad Ali x Malcolm X (Original Netflix). Duração: 96 minutos. Ano produção: 2021. Estreia: 09 de setembro de 2021; Distribuidora: Netflix. Dirigido por: Marcus A. Clarke. Quem matou Malcolm X? (Original Netflix). Duração: 258 minutos. Ano produção: 2019. Estreia: 7 de Fevereiro de 2020. Distribuidora: Netflix. Dirigido por: Phil Bertelsen; Rachel Dretzin. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/lppe/message

Expresso - Expresso da Manhã
Qatar vive a crédito desde 10 de Fevereiro. E o resto do mundo a partir de hoje

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 28, 2022 12:59


Esta quinta-feira assinala-se o Dia da Sobrecarga da Terra, o dia em que esgotamos os recursos que o planeta pode renovar anualmente. A partir de agora, vivemos a crédito. “A humanidade continua a aumentar o seu défice ecológico”, lembra a Global Footprint Network, uma organização dedicada à gestão de recursos naturais e ao impacto das alterações climáticas. Este ano quem chegou lá mais cedo foi o Qatar e, logo a seguir, o Luxemburgo. Portugal também chegou lá cedo de mais, a 7 de Maio. Neste episódio, conversamos com a jornalista Mara Tribuna. See omnystudio.com/listener for privacy information.

CBN Vitória Especial Coronavírus - Ethel Maciel
Brasil registra mais de 100 mil casos da covid pela primeira vez desde fevereiro

CBN Vitória Especial Coronavírus - Ethel Maciel

Play Episode Listen Later Jul 18, 2022 17:58


Nesta edição do "CBN Vitória Especial Coronavírus", além de responder as dúvidas sobre o tema Covid-19, aborda que em menos de dois meses há um aumento exponencial de casos de varíola dos macacos. São, até o momento, 351 casos confirmados e 94 suspeitos. No Espírito Santo, são dois casos. Ouça a conversa completa com Ethel Maciel!

Podcast Notícias - Agência Radioweb
Brasil registra maior quantidade de contágios desde de fevereiro

Podcast Notícias - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jul 15, 2022 1:15


O Brasil contabilizou cerca de 107 mil contágios por covid-19 na sexta-feira (15/07). A última ocasião na qual o Brasil teve mais de 100 mil infecções em um dia foi em 24 de fevereiro deste ano, quando houve mais de 133 mil casos de pessoas que contraíram o vírus.

Convidado
A "última das Ifigénias" de Anne Théron

Convidado

Play Episode Listen Later Jul 13, 2022 19:07


Em palco na Grande Opera de Avignon está, até esta quarta-feira, a peça Ifigénia. Um texto do português Tiago Rodrigues, com a encenação de Anne Théron. A reescrita do clássico grego de Eurípides para um contexto contemporâneo, onde a mulher assume posição de destaque e nas palavras da encenadora a “mulher diz não”. O espectáculo debruça-se sobre a história da filha do rei Agamémnon, que o soberano sacrifica em nome do combate na guerra de Tróia. Trata-se de uma co-produção do Teatro Nacional de Estrasburgo e o Teatro Nacional São João, do Porto. Em palco um colectivo de nove actores Carolina Amaral, Fanny Avram, João Cravo Cardoso, Alex Descas, Vincent Dissez, Mireille Herbstmeyer, Julie Moreau, Philippe Morier-Genoud e Richard Sammut. Anne Théron é a encenadora da “últimas das Ifigénias”. Qual é a diferença entre a tragédia grega clássica e este texto foi a pergunta de partida para esta conversa. “Há uma diferença enorme. No texto clássico a Ifigénia aceita morrer. Trata-se da glorificação do nome, no guardar na memória que ela morreu pela Grécia, etc, etc. Neste texto é completamente diferente. No texto de Tiago Rodrigues as mulheres dizem ‘não'. Isso começa logo pela Clitemnestra que, como nas versões anteriores, bate-se pela sua filha de um ponto de vista maternal. Porém, aqui, ela avança para o campo político. Questiona o que é justo, o que é esta guerra, se é necessária, a sua utilidade, a quem serve… Toma proporções políticas que são completamente apaixonantes: as mulheres questionam o funcionamento do poder. E sobretudo, Clitemnestra faz uma pergunta absolutamente magnífica a Agamémnon: e se tu renunciares? E ele responde: renunciar a quê? Ao sacrifício? À guerra? Não diz ela. Se tu renunciares a seres rei, se tu renunciares a quem tu és? Já na recta final, quando a morte de Ifigénia é inevitável, esta palavra que é recorrente no texto, inevitável, Clitemnestra amaldiçoou-o e diz-lhe que espera que ele morra na guerra e que se ele voltar ela vai matá-lo com as próprias mãos. Nesse momento, a Ifigénia diz não. Não a este mundo de mentiras. Ela não quer que o seu nome sirva para a repetição contínua da mesma história. Esta postura acontece pela primeira vez. É, por isso, que eu digo que esta é a última das Ifigénias, não há espaço para mais nenhuma após esta. Como é anunciado desde o início, trata-se de uma tragédia e vai terminar mal. Efectivamente, ela morre, mas morre como uma mulher livre, proibindo que a vangloriem. Ela quer ser esquecida.   Há aqui qualquer coisa como uma esperança estranha… uma abertura para um futuro possível." Há uma necessidade de actualizar os clássicos? “Não se trata de uma actualização. Não é isso. É questionar de outra forma. É melhor do que actualizar." Porque é que decidiu guardar alguns diálogos em português entre a Ifigénia e Aquiles? "Sabe quando temos aquela paixão avassaladora por alguém e parece que existe de imediato uma língua própria que nos é comum . Eu estava no Porto a dirigir este atelier e a encontrar actores portugueses. Acabei por escolher a Carolina Amaral e o João Cravo Cardoso. Ouvi-los em português, esta língua, era verdadeiramente lindo. Mais que musicalidade eu ouço um som. Foi isso que me permitiu criar esta história de amor imediata. Os dois têm um código só deles, uma língua deles.” A actualidade influenciou a encenação da peça? “Foi uma coincidência. Há dois anos que trabalho nesta peça, mas é evidente que quando a 24 de Fevereiro, Putin decide invadir a Ucrânia, foi mais do que chocante. Esta peça é precisamente sobre a memória, para que a memória não nos faça reproduzir permanentemente esse tipo de coisas. Mas a encenação da peça não mudou considerando a actualidade. Todavia, não podemos deixar de pensar na guerra logo no início da peça. Para mim é evidente que é o som da guerra na Ucrânia. É o som da guerra. O que me interessava era de realçar estas sombras, que se transformam em actores, personagens, etc… esta memória da guerra. Hoje em dia a guerra tem este som, não teve sempre o mesmo som, mas existe desde sempre e continuamos a reproduzi-la. E reproduzimos, e reproduzimos, e reproduzimos…” Carolina Amaral é Ifigénia na peça com o mesmo nome de Tiago Rodrigues, ele que será o director deste Festival de Avignon a partir de Setembro. Ao microfone da RFI, Carolina Amaral começou por explicar que se trata de uma Ifigénia do século XXI, com um novo “discurso e reivindicação do seu corpo”.  “É, de facto, uma Ifigénia do século XXI ou, pelo menos, com um discurso engajado, uma reivindicação do seu corpo e do seu ânimo novo. Até então, as Ifigénias que surgiram aceitavam o sacrifício de modo quase passivo e aceitavam em nome da pátria ou dos valores do patriarcado. Há uma Ifigénia que diz, por exemplo, eu morro porque o que é a morte de uma mulher em comparação com a vida destes homens todos? Portanto, esta questão quase da subjugação feminina sempre esteve um pouco presente e neste caso a Ifigénia chega-se à frente e diz eu morro mas morro para que esqueçam esta história e para que cessem todas as tragédias. Diz o meu corpo é-me devido a mim, é meu. Portanto parem de falar do meu corpo como se fosse um objecto. Vou morrer mas por decisão minha e não para servir um objectivo que leva à guerra ou que alimente estes ideais de patriarcado." A esta tragédia clássica cai-lhe o classicismo, mas continua a ser tragédia porque no fim a Ifigénia morre à mesma.  “Sim, ela morre. Ela própria diz que não tem armas para combater a inevitabilidade do destino, porque as tragédias continuam a acontecer. É no fundo aquilo que acontece no exterior, as nossas condicionantes, as coisas que nos afectam e que nós não conseguimos escapar delas.  Por exemplo, é uma situação actual, o facto dos direitos das mulheres terem revertido séculos nos Estados Unidos. Era um direito adquirido, o corpo das mulheres a elas lhes pertencem e, de repente, o direito do aborto é-lhes vedado.Portanto, nós não conseguimos controlar aquilo que, muitas vezes, acaba por acontecer no real, mas podemos controlar o discurso e podemos controlar a leitura destes acontecimentos com esta basculação daquilo que sustenta a leitura dos acontecimentos. Neste caso, a Efigénia, a sua força apesar da tragédia que nos fecha sempre em ciclos, é esta leitura que ela propõe que acaba por talvez poder mudar as coisas ao longo do tempo. Não se calhar aqui e agora, mas a longo prazo.” Que tempo é este da peça? A peça passa-se do final do dia até ao nascer do dia. Portanto, é uma noite, mas há um tempo mental, há um tempo também da memória porque a peça é contada através da memória. “Exactamente. É quase como se houvesse uma certa atemporalidade que nos junta a todos neste não lugar que é simultaneamente todos os lugares. É também um espaço de ensaio quase como se estes actores se reunissem e dissessem: vamos contar a história de uma forma diferente, vamos vivê-la por dentro totalmente e vamos entregar-nos ao mito mas encontrar maneira de escapar a esta carga derradeira das coisas. Por isso, é simultaneamente todos os lugares e nenhum lugar. Não é uma recriação histórica, mas estamos a falar de um mito, uma coisa que está lá, desde sempre. Estamos a falar hoje, mas estamos a assegurar todos estes tempos e também os tempos que virão. O próprio Agamémnon diz: “Eu lembro-me do futuro”, quase como se no aqui agora estamos a referir-nos e a dirigir-nos a todos os tempos.” João Cravo Cardoso é o Aquiles desta Ifigénia contemporânea. O “mais vertical e o mais bravo dos guerreiros” que vê o seu nome envolvido para atrair Clitemnestra e Ifigénia para Aulis.  “Estamos no dia anterior ao início da guerra de Tróia. Helena foi levada ou decidiu ir para Tróia e todos os gregos, cumprindo a promessa que fizeram ao pai de Helena, preparam-se para avançar para Tróia, mas nós não temos vento. Agamémnon, o nosso rei, recebe um oráculo que lhe diz que para que o vento volte a soprar, a sua filha Ifigénia tem que ser sacrificada à deusa Artémis.  Nós, no momento, estamos num campo de preparação para a guerra, onde só estão chefes de guerra, generais e soldados. Não há mulheres.  Há semanas que estamos à espera que o vento volte a soprar e Agamémnon para atrair Clitemnestra com Ifigénia para Aulis, aconselhado pelo astuto Ulisses, organiza um plano de inventar um casamento de Ifigénia com Aquiles, o mais vertical e o mais bravo dos guerreiros. Pedido ao qual Clitemnestra anui imediatamente e leva a sua filha para um lugar onde vai ser na verdade sacrificada. O Aquiles é este indivíduo cujo nome é utilizado para esta trapaça que é imposta a Clitemnestra e a Ifigénia.” Aquiles que estava disposto a sacrificar-se pela Ifigénia? “Absolutamente. Estava disposto a sacrificar-se pela Ifigénia. Quando Aquiles chega à cena, ele vem ao acampamento de Agamémnon, o seu rei, o seu general, para lhe impor o ultimato que os seus homens lhe impuseram a ele, ou seja, ou vamos hoje para Tróia ou vamos hoje para casa, não esperamos mais. Mas quando chega ao acampamento de Agamémnon, ele depara-se com Clitemnestra que julga ver o seu futuro genro e então quando ele se dá conta daquilo que realmente está a acontecer, objectivo de ir para Tróia ou ir para casa ultrapassa-se e entra assim no seu segundo objectivo que é salvar não só Ifigénia mas também Clitemnestra do seu sofrimento. Ele está disposto a combater todos os gregos, antes da guerra, para evitar o sacrifício exactamente até ao momento em que a própria Ifigénia lhe diz “tu também Aquiles tens que me esquecer”. Ele anui e a única coisa que lhe diz é: “mas se mudares de ideias só tens que olhar para mim, eu estarei aqui." Há dois ou três diálogos em português na peça entre Aquiles e Ifigénia, precisamente entre o João e a Carolina Amaral. Aquilo que a Anne Théron decidiu que ser a língua do amor.  “Sim, a Anne Théron não percebe uma palavra de português mas ela adora o som. Nós falamos em português no encontro, no amor à primeira vista que Aquiles vive com a Ifigénia que o faz esquecer da guerra.”

Hoje na Luta
Greve Geral de 1917 | 12.jul.2022

Hoje na Luta

Play Episode Listen Later Jul 12, 2022 5:00


O ano de 1917 foi marcado por levantes históricos dos trabalhadores em vários cantos do mundo. Um dos mais notáveis era a Revolução de Fevereiro, na Rússia. No Brasil, um movimento de trabalhadores com influência anarco-sindicalista construiu a Greve Geral de 1917, a primeira greve geral da história do nosso país. Com duração de 30 dias, essa greve foi responsável por difundir ideias de esquerda e de consciência de classe no país. MTST, A LUTA É PRA VALER! #anarquismo #greve #sindicalismo

Convidado
Global Expo: De sala de espectáculos a centro de acolhimento de refugiados

Convidado

Play Episode Listen Later Jul 11, 2022 12:21


A Global Expo é um dos maiores centros de acolhimento de refugiados em Varsóvia, na Polónia. A reportagem da RFI foi conhecer esta micro-cidade que, entre Março e Abril, chegou a receber cerca de 4 mil refugiados ucranianos. Hoje são mais de mil.  Krzysztof Szczesny, responsável pelo centro, recebe-nos entre reuniões. Confessa que desde que a Global Expo abriu as portas, três dias depois do início do conflito militar, nunca mais pararam. “O projecto começou três dias depois do início do conflito militar e temos estado a trabalhar com o apoio das autoridades polacas. Começámos com ajuda básica, criando espaços seguros, comida, ajuda médica e depois quando estabilizámos esta situação, aprendemos como gerir um centro de acolhimento porque nesta parte da Europa, na história moderna, nunca tínhamos enfrentado este problema. Aqui não há terramotos, nem tsunamis, por isso tivemos de aprender todas as lições, várias vezes por dia. Tivemos uma enchente de refugiados vindos da Ucrânia, mas, ao mesmo tempo, muitas ONGS dos Estados Unidos e de outros países que nos vieram ajudar”. De um dia para o outro, o centro concebido para acolher espectáculos e eventos desportivos transformou-se numa micro-cidade, com espaços para dormir, cantinas, lojas de roupa, escolas, infantários, centros de cuidados médicos e até apoio psicológico. “Tentámos encontrar outro tipo de ajuda como, por exemplo, especialistas capazes de lidar com síndrome pós-traumáticos, ajudando mães solteiras a reconstruírem-se. Entretanto, começámos a criar actividades para ocupar as crianças, depois de termos consultado a Unicef. Estas crianças, neste momento, estão com muito tempo livre e nós quisemos começar a criar rotinas, introduzindo o ensino à distância. Temos também um jardim de infância e tentamos encontrar formas de criar postos de trabalho para os refugiados para que eles se mantenham ocupados, nem que seja por algumas horas por dia. Lançámos o projecto para criação de emprego, mais tarde decidimos avançar com a formação profissional para as mães solteiras”. Olga tem 35 anos e é voluntária na Global Expo. Fugiu de Ternopil, uma localidade próxima da cidade de Lviv porque sentiu que a Ucrânia deixou de ser um local seguro para criar os seus filhos. “Cheguei a 26 de Fevereiro. Vim para aqui porque tenho filhos pequenos e não era seguro para eles. Depois disso, procurei um centro de voluntariado onde pudesse dar a minha ajuda. Eu vim para a Global Expo no dia 5 de Março”. Olga trabalha no departamento de transportes onde é responsável por encaminhar os refugiados que chegam ao centro para os diferentes países de acolhimento. “Trabalho no departamento de transporte, que faz parte da Global Expo. Aqui ajudamos os refugiados a chegarem aos diferentes países da Europa, organizando-lhes essas viagens. Eles escolhem os sítios para onde podem ir, a melhor opção para eles. Depois nós registamos essas escolhas, tratamos dos transportes para que cheguem ao destino final. Além disso, se eles precisarem de alguma informação - para obter assistência do governo, para ir a algum lugar em Varsóvia, por exemplo, para encontrar uma embaixada ou se precisarem de alguns serviços médicos nós ajudamo-los. Ajudamos a chamar um táxi, fazemos o percurso, como ir de aqui até lá. Além disso, as pessoas procuram-nos com diferentes perguntas e nós tentamos ajudar a encontrar uma resposta”. Tamara tem 45 anos e na Ucrânia era professora de inglês. Chegou com a filha Masha à Global Expo há cerca de um mês. Em Kharkiv, ficou o filho mais velho que não pode sair da Ucrânia devido à lei marcial, que obriga os homens com mais de 18 anos a estarem disponíveis para defender o país.  “Não tinha planeado sair, mas com uma criança não posso ficar num país onde há guerra. Kharkiv estava debaixo de fogo e havia uma linha da frente perto da cidade. Saímos de Kharkiv no primeiro dia. Foi assustador porque os aviões e os helicópteros militares sobrevoavam todos os dias a cidade. Foi assustador, sofri e chorei muito. De alguma forma, foi muito inesperado para nós. Aqui no centro [Global Expo] as condições não são más. Temos um espaço para dormir e comida que é muito boa. Temos absolutamente tudo aqui, incluindo produtos de higiene. Há médicos, espaços de entretenimento para as crianças. Além disso, conheci vários polacos, que moram em Varsóvia e que nos convidam para passear. Enquanto esperamos”. No centro, para muitos, os dias são de espera. É o caso de Tamara que aguarda um visto para ir viver para a região do Quebec, no Canadá. “Quando a guerra começou, anunciaram muitos países diferentes para onde poderíamos ir. Ouvi falar do programa CUAET - este é um visto simplificado para os ucranianos irem para o Canadá e achei que era possível. Eu já conheço pessoas no país também e já sei que com o meu diploma posso trabalhar como professora. Terei de fazer um exame para poder exercer a minha profissão”.  Em Varsóvia, a Global Expo é um dos poucos centros que ainda tem espaço para acolher refugiados. Krzysztof explica que a permanência dos refugiados varia de acordo com as necessidades de cada um.  “Nós temos pessoas que chegam por um curto período de tempo e outras que precisam de mais tempo para assentar e decidirem o que querem fazer. Por exemplo, neste momento, temos mais de mil telemóveis conectados à internet para procurarem informações sobre as diferentes comunidades nos diferentes países, como a França. Estão à procura de emprego. Cada pessoa é uma história diferente. Há pessoas que precisam de mais tempo e há outras que ficam apenas por uma noite. Estamos a precisar de ajuda financeira para pagar as despesas que temos no centro de refugiados. Precisamos de pagar as contas de electricidade, internet e água. Há uma necessidade urgente de todo o tipo de ajuda ”.  As ajudas continuam a chegar de todo o lado. Osvaldo vive em Varsóvia e começou a fazer voluntariado desde o início do conflito na Ucrânia. Conta que na primeira viagem que fez a Lviv criou uma rede de contactos e, desde então, sente que tem a missão de ajudar os ucranianos. “Na minha primeira viagem a Lviv criei uma rede de contactos e até ao dia de hoje já fui lá umas dez vezes, mas também fui a Kiev e Boucha. Cada vez que fazia a viagem, a minha ajuda humanitária era mais especializada. No início era comida e roupa, depois cheguei a levar insulina, adrenalina, medicamentos para o exército, equipamento para os militares, nunca armas. Levei coletes anti-balas, cintos para colocar armas. A primeira viagem foi a mais stressante. Nos arredores de Kiev, cheguei a estar a cerca de 20 km das tropas russas, mas nunca tive receio. Sentia que tinha uma missão”.  De acordo com as Nações Unidas, a invasão russa da Ucrânia, no passado dia 26 de Fevereiro, já provocou a morte de cinco mil civis e fez mais de 8 milhões de deslocados. No entanto, a ONU indicou que pelo menos três milhões já regressaram ao país. 

Sem Rastros
UPDATE: Akia Eggleston

Sem Rastros

Play Episode Listen Later Jun 30, 2022 14:39


FEVEREIRO 2022 - Em Outubro de 2021, eu contei a história de Akia Eggleston, que desapareceu em Maio de 2017, grávida de oito meses. Em 2022, a polícia fez uma prisão no caso e liberou um documento para o público explicando como chegaram na conclusão de que esse suspeito era o culpado. Nesse update, eu falo sobre o que está escrito no documento.

Encontro de Leituras
Ana Luísa Amaral: “What's in a name”

Encontro de Leituras

Play Episode Listen Later Jun 27, 2022 64:30


Este é o podcast do Encontro de Leituras, o clube conjunto do PÚBLICO e do jornal brasileiro Folha de S. Paulo, que junta online leitores de língua portuguesa todas as segundas terças-feiras de cada mês.A convidada do 15.º Encontro do Leituras, que aconteceu a 8 de Fevereiro, foi a escritora portuguesa Ana Luísa Amaral. Em destaque esteve o seu livro de poesia “What's in a name”, editado em Portugal pela Assírio & Alvim. No Brasil, os poemas deste livro estão incluídos na antologia “Lumes”, publicada no ano passado pela Iluminuras.O Encontro de Leituras é moderado pela jornalista Isabel Coutinho, responsável pelo site do PÚBLICO dedicado aos livros, o Leituras, e por Eduardo Sombini, jornalista da Ilustríssima, o caderno de cultura da Folha de S. Paulo.Siga o podcast do Encontro de Leituras no Spotify, Apple Podcasts, SoundCloud ou outras aplicações para podcasts. Conheça os podcasts do PÚBLICO em www.publico.pt/podcasts.Os podcasts do PÚBLICO dão-lhe 10% de desconto numa nova assinatura do seu jornal. Em publico.pt/assinaturas, procure pela pergunta “Tem um código promocional?”, escreva o código POD10 e usufrua das vantagens de ter o PÚBLICO no ouvido. O código é válido para novas assinaturas ou assinaturas expiradas há mais de 90 dias.Produção: Isabel Coutinho e Aline Flor (PÚBLICO) / Música: Bottega Baltazar (Artlist.io)

Boletim Folha
Banco Central eleva taxa de juros a 12,75% ao ano, maior patamar desde fevereiro de 2017

Boletim Folha

Play Episode Listen Later May 5, 2022 4:31


Atual ministro da Educação tentou nomear pastor lobista no governo Bolsonaro. E show de Daniela Mercury em ato pró-Lula vira alvo de sindicância na Prefeitura de São Paulo. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sexo Explícito
Jornal Sexual – 3ª Edição – Notícias de Fevereiro e Março/22

Sexo Explícito

Play Episode Listen Later Mar 28, 2022 41:12


Olá taradinhes, tudo bem com vocês? Na 3ª edição do Jornal Sexual, trouxemos as principais notícias da área da sexualidade e educação sexual publicadas nos meses de fevereiro e março para você! Notícias comentadas nesta edição: Menina assiste palestra de educação sexual e denuncia primo por estupro no Ceará https://oglobo.globo.com/brasil/menina-assiste-palestra-sobre-educacao-sexual-denuncia-primo-por-estupro-no-ceara-1-25400687 ‘Crianças não tem noção do […] O conteúdo Jornal Sexual – 3ª Edição – Notícias de Fevereiro e Março/22 aparece primeiro em Sexo Explícito.

Boletim Folha
Inflação é a maior para fevereiro desde 2015 e passa de 10,5% no acumulado de 12 meses

Boletim Folha

Play Episode Listen Later Mar 11, 2022 4:47


Rússia volta a reunir tropas nos arredores de Kiev. E desmatamento na Amazônia atinge recorde pelo segundo mês consecutivo.    See omnystudio.com/listener for privacy information.

5 Fatos
5 Fatos da Noite de 28 de fevereiro

5 Fatos

Play Episode Listen Later Feb 28, 2022 2:10


A reunião entre autoridades ucranianas e russas e o discurso na assembleia-geral da ONU do embaixador do Brasil estão entre os os destaques da noite desta segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022.

Meditação Diária com o Pe. João Carlos
28 de fevereiro - Meditação da Palavra do Senhor

Meditação Diária com o Pe. João Carlos

Play Episode Listen Later Feb 28, 2022 10:21


Comité Central
44. Manifesto do Putin que pariu a guerra e dos filhos de Putin que o apoiaram

Comité Central

Play Episode Listen Later Feb 28, 2022 63:51


Edição de 28 de Fevereiro 2022. Esta semana, Carlos Guimarães Pinto, Alberto Gonçalves e Tiago Dores falam da guerra na Ucrânia, com destaque para o impressionante presidente ucraniano, da sessão parlamentar em que se votou a condenação da Rússia, com destaque para o asqueroso voto contra dos comunistas, e de como ainda há esperança que o capitalismo salve o Mundo, já que António Guterres, contra todas as expectativas, parece incapaz de o fazer.

SBS Portuguese - SBS em Português
Notícias da Austrália e do Mundo | 27 de fevereiro de 2022 | SBS Portuguese

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Feb 27, 2022 10:19


A Austrália vai enviar dinheiro para a compra de armamentos para a Ucrânia, anunciou o primeiro-ministro Scott Morrison. Sem especificar a quantia, Morrison disse que enviará dinheiro à OTAN, a aliança militar de 30 países-membros liderada pelos Estados Unidos. O apoio à aquisição de material bélico não inclui o envio de tropas. 

Meditação Diária com o Pe. João Carlos
27 de fevereiro - Meditação da Palavra do Senhor

Meditação Diária com o Pe. João Carlos

Play Episode Listen Later Feb 27, 2022 10:03


TSF - Encontros com o Património - Podcast
Mulheres artistas, mulheres mecenas

TSF - Encontros com o Património - Podcast

Play Episode Listen Later Feb 27, 2022


Edição de 27 de Fevereiro 2022

Meditação Diária com o Pe. João Carlos
26 de fevereiro - Meditação da Palavra do Senhor

Meditação Diária com o Pe. João Carlos

Play Episode Listen Later Feb 26, 2022 8:26


5 Fatos
5 Fatos da manhã de 25 de fevereiro

5 Fatos

Play Episode Listen Later Feb 25, 2022 2:37


Guerra na Ucrânia, sanções à Rússia e mais notícias de 25 de fevereiro

5 Fatos
5 Fatos da Noite de 25 de fevereiro

5 Fatos

Play Episode Listen Later Feb 25, 2022 1:46


A continuidade da guerra na Ucrânia e a troca no comando da Polícia Federal estão entre os destaques da noite desta sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022.

Meditação Diária com o Pe. João Carlos
25 de fevereiro - Meditação da Palavra do Senhor

Meditação Diária com o Pe. João Carlos

Play Episode Listen Later Feb 25, 2022 8:49


Super Amibos
SAC 333 - Central de Atendimento do SAC (Fevereiro de 2022)

Super Amibos

Play Episode Listen Later Feb 25, 2022 111:02


No episódio dessa semana, os amibos respondem às perguntas enviadas pelos ouvintes através do nosso e-mail, Curious Cat ou pelo Twitter! Transmitido ao vivo no nosso Twitch: www.twitch.tv/superamibos Seja um Patrão do Super Amibos: - APOIA.SE: apoia.se/superamibos Acompanhe o Super Amibos: - YouTube: www.youtube.com/superamibos - Facebook: www.facebook.com/superamibos - Twitter: twitter.com/superamibos - Site: www.superamibos.com.br Música de abertura/encerramento: Cascade, por Kubbi Kubbi – Cascade licenciada sob Creative Commons

5 Fatos
5 Fatos da Noite de 24 de fevereiro

5 Fatos

Play Episode Listen Later Feb 24, 2022 2:03


Novas sanções impostas por Estados Unidos e Reino Unido à Rússia e a queda das bolsas na Europa estão entre os destaques da noite desta quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022.

5 Fatos
5 Fatos da manhã de 23 de fevereiro

5 Fatos

Play Episode Listen Later Feb 23, 2022 2:11


A expectativa pela votação da PEC dos Combustíveis no Senado e a aprovação do processo de capitalização da Eletrobras estão entre os destaques do 5 Fatos da manhã de 23 de fevereiro.

5 Fatos
5 Fatos da Noite de 23 de fevereiro

5 Fatos

Play Episode Listen Later Feb 23, 2022 1:56


A sanção dos Estados Unidos ao gasoduto Nord Stream 2, controlado por uma empresa russa, e o dólar fechando em R$ 5 estão entre os destaques da noite desta quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022.

SBS Portuguese - SBS em Português
Notícias da Austrália e do Mundo | 23 de fevereiro de 2022 | SBS Portuguese

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Feb 23, 2022 12:20


A Austrália seguirá o exemplo das nações europeias e Estados Unidos e imporá sanções à Rússia, como punição por suas ações na Ucrânia. “Esta invasão é injustificada, não provocada e inaceitável. Os australianos sempre enfrentam os 'bullies' e nós estaremos enfrentando a Rússia,", disse Scott Morrison, primeiro-ministro da Austrália. Confira as principais notícias do dia, na Austrália e no mundo. 

Meditação Diária com o Pe. João Carlos
23 de fevereiro - Meditação da Palavra do Senhor

Meditação Diária com o Pe. João Carlos

Play Episode Listen Later Feb 23, 2022 8:26


5 Fatos
5 Fatos da manhã de 22 de fevereiro

5 Fatos

Play Episode Listen Later Feb 22, 2022 2:19


A escalada das tensões no Leste Europeu, com o envio de tropas russas para a Ucrânia, e a posse de Edson Fachin e Alexandre de Moraes no TSE estão entre os destaques do 5 Fatos da manhã de 22 de fevereiro.

5 Fatos
5 Fatos da Noite de 22 de fevereiro

5 Fatos

Play Episode Listen Later Feb 22, 2022 2:08


Sanções dos Estados Unidos à Rússia e aumento na confiança do consumidor estão entre os destaques da noite desta terça-feira, 22 de fevereiro de 2022.

SBS Portuguese - SBS em Português
Notícias da Austrália e do Mundo | 22 de fevereiro de 2022 | SBS Portuguese

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Feb 22, 2022 12:03


Tropas russas poderão ser enviadas para a Ucrânia muito em breve, na sequência do presidente Vladimir Putin reconhecer a independência de regiões separatistas ucranianas. Já a China nega acusações da Austrália de ter dirigido um laser a uma aeronave militar australiana. E no desporto, a equipa australiana de atletas que participaram nos Olímpicos de inverno está de regresso a casa. São estas, entre outras, as notícias da Austrália e do mundo da Rádio SBS para esta terça-feira, 22 de fevereiro.

Meditação Diária com o Pe. João Carlos
21 de fevereiro - Meditação da Palavra do Senhor

Meditação Diária com o Pe. João Carlos

Play Episode Listen Later Feb 21, 2022 9:08


5 Fatos
5 Fatos da manhã de 21 de fevereiro

5 Fatos

Play Episode Listen Later Feb 21, 2022 2:04


O mutirão para identificação dos mais de 100 desaparecidos após as chuvas em Petrópolis, a vacinação contra Covid-19 em escolas em São Paulo e a investigação da Procuradoria-Geral da República sobre o "apagão de dados" da pandemia no Ministério da Saúde estão entre os destaques do 5 Fatos da manhã de 18 de fevereiro.

5 Fatos
5 Fatos da Noite de 21 de fevereiro

5 Fatos

Play Episode Listen Later Feb 21, 2022 2:01


O reconhecimento do presidente da Rússia, Vladimir Putin, da independência de áreas separatistas da Ucrânia e o fim das restrições da Covid-19 no Reino Unido estão entre os destaques da noite desta segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022.

Meditação Diária com o Pe. João Carlos
20 de fevereiro - Meditação da Palavra do Senhor

Meditação Diária com o Pe. João Carlos

Play Episode Listen Later Feb 20, 2022 9:57


20 de fevereiro, 7º Domingo do Tempo Comum -

TSF - Encontros com o Património - Podcast
Travessia aérea do Atlântico Sul

TSF - Encontros com o Património - Podcast

Play Episode Listen Later Feb 20, 2022


Edição de 20 de Fevereiro 2022

Nova Acrópole Palestras Filosóficas
S38 Ep2: #482 - Renovação o Segredo da Vida - Aula II (2/2/2022) - Lúcia Helena Galvão

Nova Acrópole Palestras Filosóficas

Play Episode Listen Later Feb 3, 2022 35:32


Curso gratuito "Renovação - O Segredo da Vida" e aprenda o mesmo passo a passo que a Profa. Lúcia Helena Galvão utiliza para planejar suas metas e objetivos pessoais no início de cada ano! Ele acontecerá entre os dias 31 de Janeiro e 04 de Fevereiro, sempre às 20h. Para participar, basta acessar o link na bio SAIBA MAIS: https://bit.ly/33erCvD Promova uma mudança de fase em sua jornada e encontre um novo propósito de vida para ser sua bússola em 2022. O evento RENOVAÇÃO – O SEGREDO DA VIDA trará uma semana especial de conteúdos, onde compartilharei um passo a passo para que identifique um novo propósito para a sua jornada e vivencie o florescer de suas virtudes em cada tarefa da rotina, mesmo que ainda pareça algo desafiador e distante para você.   Por que você deve participar? Nós acabamos de iniciar um novo ano, ou seja,  um novo ciclo, um contexto muito propício para questionar: “O que você está fazendo da sua vida?” Responder a esta pergunta deveria ser uma bela oportunidade de reflexão, mas não costuma ser isso que acontece. Quem mantém-se preso às formas do passado, sente alguma forma de sofrimento, como uma ansiedade que não passa, um vazio que nunca é preenchido e um cansaço que nem a melhor noite de sono é capaz de vencer. Vamos mudar isso? Existe um caminho que você pode seguir, a partir do pensamento filosófico, para planejar sua vida em 2022 com o objetivo de prosseguir e seguir a sua jornada em uma nova estrada.  Os frutos do futuro encontram as suas sementes e raízes no agora e você precisa providenciar, sem pausa e sem pressa, as sementes dos valores e das virtudes que deseja adquirir e das qualidades do ser humano que você pretende ser.  Agora é o momento de determinar as suas novas pequenas metas, que tirarão o seu novo propósito de vida da teoria e o tornarão realidade. Essa é a minha proposta para você. Esteja comigo nos dias 31/01, 02/02 e 04/02 e descubra como deixar para trás tudo aquilo que não se relaciona mais com a sua essência. Onde há uma vontade, há um caminho e, sem dúvida, existe um novo que aguarda por você! O conteúdo compartilhado será muito aplicável a cada detalhe da sua rotina, pois estou preparando algo que é executável apesar de uma vida corrida, que tem esbarrado sempre na falta de tempo, no medo e na falta de foco.  Dessa forma, renovar-se não será uma possibilidade para o seu próximo ano, mas também para todos os meses e pequenos ciclos

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S38 Ep1: #482 - Renovação o Segredo da Vida - Aula I (31/1/2022) - Lúcia Helena Galvão

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Play Episode Listen Later Feb 1, 2022 28:27


Curso gratuito "Renovação - O Segredo da Vida" e aprenda o mesmo passo a passo que a Profa. Lúcia Helena Galvão utiliza para planejar suas metas e objetivos pessoais no início de cada ano! Ele acontecerá entre os dias 31 de Janeiro e 04 de Fevereiro, sempre às 20h. Para participar, basta acessar o link na bio SAIBA MAIS: https://bit.ly/33erCvD Promova uma mudança de fase em sua jornada e encontre um novo propósito de vida para ser sua bússola em 2022. O evento RENOVAÇÃO – O SEGREDO DA VIDA trará uma semana especial de conteúdos, onde compartilharei um passo a passo para que identifique um novo propósito para a sua jornada e vivencie o florescer de suas virtudes em cada tarefa da rotina, mesmo que ainda pareça algo desafiador e distante para você. QUERO PARTICIPAR   Por que você deve participar? Nós acabamos de iniciar um novo ano, ou seja,  um novo ciclo, um contexto muito propício para questionar: “O que você está fazendo da sua vida?” Responder a esta pergunta deveria ser uma bela oportunidade de reflexão, mas não costuma ser isso que acontece. Quem mantém-se preso às formas do passado, sente alguma forma de sofrimento, como uma ansiedade que não passa, um vazio que nunca é preenchido e um cansaço que nem a melhor noite de sono é capaz de vencer. Vamos mudar isso? Existe um caminho que você pode seguir, a partir do pensamento filosófico, para planejar sua vida em 2022 com o objetivo de prosseguir e seguir a sua jornada em uma nova estrada. Os frutos do futuro encontram as suas sementes e raízes no agora e você precisa providenciar, sem pausa e sem pressa, as sementes dos valores e das virtudes que deseja adquirir e das qualidades do ser humano que você pretende ser.   Agora é o momento de determinar as suas novas pequenas metas, que tirarão o seu novo propósito de vida da teoria e o tornarão realidade. Essa é a minha proposta para você. Esteja comigo nos dias 31/01, 02/02 e 04/02 e descubra como deixar para trás tudo aquilo que não se relaciona mais com a sua essência. Onde há uma vontade, há um caminho e, sem dúvida, existe um novo que aguarda por você! O conteúdo compartilhado será muito aplicável a cada detalhe da sua rotina, pois estou preparando algo que é executável apesar de uma vida corrida, que tem esbarrado sempre na falta de tempo, no medo e na falta de foco. Dessa forma, renovar-se não será uma possibilidade para o seu próximo ano, mas também para todos os meses e pequenos ciclos