POPULARITY
Categories
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (16): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa da cúpula do G7, onde realiza reuniões bilaterais com líderes internacionais. O governo brasileiro trabalha com a possibilidade de um encontro entre Lula e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas ainda sem confirmação oficial. A agenda inclui discussões sobre acordos comerciais, relações diplomáticas e conflitos internacionais. A Anac vai investigar se algum dos helicópteros envolvidos na colisão no Rio de Janeiro realizava transporte clandestino de passageiros. A apuração busca identificar se as aeronaves atuavam fora das autorizações concedidas pela agência, como no serviço irregular de táxi-aéreo. O acidente segue sob investigação das autoridades competentes. A Câmara dos Deputados liberou a votação remota pelo sistema Infoleg para todas as sessões deliberativas até o início do recesso parlamentar. A medida permite que os deputados participem das votações sem estar presencialmente em Brasília. As sessões serão mantidas em todas as semanas, inclusive durante o feriado de São João. A Polícia Civil do Rio de Janeiro concluiu a investigação sobre o estupro coletivo de uma adolescente de 14 anos ocorrido em Botafogo, em 2023. Dois adolescentes e um adulto são apontados como responsáveis pelo crime. Dois dos investigados também são suspeitos de envolvimento em um caso semelhante registrado em Copacabana, em 2026. A Primeira Turma do STF deve decidir se condena ou absolve o deputado cassado Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação no curso do processo. Segundo a PGR, ele teria atuado junto ao governo dos Estados Unidos para pressionar ministros da Corte e interferir em processos relacionados ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Uma eventual condenação pode tornar o parlamentar inelegível. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, defendeu a proibição do uso de redes sociais por menores de 16 anos e novas restrições a plataformas digitais. A proposta busca ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual. As medidas também atingiriam aplicativos de mensagens, redes sociais e plataformas de jogos online. O deputado Leo Prates, relator da proposta que regulamenta o fim da escala 6x1, afirmou que o novo parecer não deve trazer mudanças significativas além das adequações necessárias à legislação trabalhista. O tema segue em discussão na Câmara dos Deputados. O Jornal da Manhã entrevista José Velloso, presidente-executivo da Abimaq, sobre o assunto. As deputadas Erika Hilton e Tabata Amaral acionaram a Polícia Federal e o Ministério Público Federal para investigar mensagens de ódio publicadas após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas. Segundo as parlamentares, algumas postagens fizeram apologia a crimes e zombaram da tragédia ocorrida durante uma atividade de rope jumping em São Paulo. O caso segue sendo apurado pela Polícia Civil. Uma arma registrada em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro foi apreendida pela Polícia Militar do Distrito Federal durante uma blitz de rotina em Taguatinga. O armamento estava com um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que afirmou que a arma estava quebrada e seria levada para conserto. Após prestar depoimento, o militar foi liberado, enquanto a arma permaneceu apreendida. A 21ª Delegacia de Polícia de Taguatinga Sul ficará responsável por investigar o caso e verificar a regularidade da documentação e do transporte do armamento. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No Papo Antagonista desta segunda-feira, 15, falamos sobre a pesquisa do instituto Nexus que revelou que o item "segurança/violência/criminalidade" registrou um salto de seis pontos percentuais em cerca de 20 dias, tornando-se a principal preocupação dos brasileiros.O levantamento também aponta que o presidente Lula venceria todos os cenários testados de segundo turno para a eleição presidencial, caso o pleito ocorresse hoje.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #SegurançaPública #Nexus #Eleições #PodcastBR #Política #Notícias #Eleitor #Atualidades #DebatePúblico #Informação
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (15): O técnico Carlo Ancelotti passou a enfrentar pressão após o empate da Seleção Brasileira em 1 a 1 contra o Marrocos na estreia da Copa do Mundo de 2026. A atuação abaixo do esperado gerou críticas de torcedores e analistas esportivos. O treinador já avalia mudanças na equipe para o próximo compromisso da competição. Após o empate na estreia, o Brasil volta a campo na sexta-feira para enfrentar o Haiti pela fase de grupos da Copa do Mundo. Apesar do favoritismo brasileiro, a comissão técnica trata o confronto com cautela e busca corrigir falhas na criação ofensiva, intensidade e defesa. O Haiti, comandado por Sébastien Migné, tenta surpreender no torneio. Wanderley Nogueira comentou. O corpo de Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, foi velado e enterrado após a jovem morrer durante uma atividade de rope jump no interior de São Paulo. Segundo as investigações, ela caiu de aproximadamente 40 metros após ser lançada sem estar conectada à corda de segurança. Três pessoas foram presas, e a Polícia apura responsabilidades e possíveis falhas nos protocolos de segurança. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, rebateu críticas da Corte de Cassação da Itália sobre o processo envolvendo a ex-deputada Carla Zambelli. Fachin afirmou que o julgamento ocorreu com independência, imparcialidade e respeito às garantias constitucionais. A manifestação ocorreu após o tribunal italiano apontar suposta parcialidade do ministro Alexandre de Moraes. O presidente da Câmara, Hugo Motta, incluiu na pauta o projeto que trata do fim da escala de trabalho 6x1. A proposta tramita em regime de urgência e tem travado a votação de outras matérias na Casa. O deputado Leo Prates foi escolhido como relator para acelerar a análise do texto. A proposta de ampliação dos limites de faturamento do MEI e das empresas do Simples Nacional deve avançar no Congresso em julho. O objetivo é atualizar os tetos, que estão sem reajuste há anos, e adequá-los à realidade econômica dos pequenos negócios. O relator da comissão especial, deputado Jorge Goetten, afirmou que a mudança pode reduzir a pressão sobre os empreendedores. As negociações de paz entre Estados Unidos e Irã passaram a dividir a base do presidente Donald Trump. Enquanto parte dos republicanos defende a solução diplomática para evitar uma escalada militar, integrantes mais conservadores criticam os termos do acordo. Os opositores temem o fortalecimento da influência iraniana no Oriente Médio. Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira mostra Luiz Inácio Lula da Silva na liderança das intenções de voto para a eleição presidencial de 2026. No primeiro turno, Lula aparece com 42%, seguido por Flávio Bolsonaro com 33%. Em uma simulação de segundo turno, o presidente venceria o senador por 49% a 43%. Integrantes do governo de Israel indicaram que o país não pretende seguir integralmente os termos do acordo de paz anunciado entre Estados Unidos e Irã. O ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, afirmou que Israel manterá autonomia em suas decisões. Já o ministro da Defesa, Israel Katz, declarou que as forças israelenses permanecerão em áreas estratégicas da região por tempo indeterminado. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Nossa sociedade elegeu o dinheiro como sua fonte de segurança e estabilidade. Muitas pessoas investem sua vida, seus esforços para adquirir mais recursos, pensando que assim encontraram tudo que precisam para ter a vida plena. Esta perspectiva, entretanto, está completamente equivocada, pois tudo que construímos nesta vida é frágil e passageiro. Somente nosso Deus pode nos dar a tão desejada e buscada segurança e, também, a estabilidade.
O Instituto Butantã suspendeu temporariamente a vacinação contra a dengue para revisar a segurança da estratégia vacinal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Recebemos novamente nosso amigo Heitor Loureiro para comentar as eleições na Armênia, além de observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Grande Oriente Médio.Também cobrimos as notícias políticas relacionas à Copa do Mundo, sediada na América do Norte, destacando as polêmicas ações do governo Trump em relação a alguns convidados.No mais, demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, repercutindo o 2º Turno das eleições presidenciais peruanas, que deve se arrastar pelos próximos dias.Use o código XADREZ na Você Europeu para ter condições exclusivas: https://voceeuropeu.com.br/xadrez/Se inscreva na XXIII Conferência de Segurança Internacional do FORTE: https://app.pipefy.com/public/form/bx-2GrbLConheça a Carta Global de Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
Convidado: Thiago Prado, editor de Política e Brasil do jornal O Globo e responsável pela newsletter Jogo Político. Nesta semana, os senadores aprovaram dois projetos de lei e uma PEC que ampliam a criação de linhas de crédito rural, elevam os pisos salariais de médicos e dentistas e flexibilizam as regras de aposentadoria de agentes da área da saúde. O impacto dessas medidas aos cofres públicos, de acordo com cálculos do Ministério da Fazenda, deve passar de R$ 2 trilhões nos próximos dez anos. O governo federal fala em judicializar a questão; no STF, o decano Gilmar Mendes sinalizou que o pacote-bomba pode ser considerado inconstitucional. Enquanto isso, o Executivo aguarda que o Senado vote pautas de seu interesse, caso das PECs da Segurança Pública e do Fim da Escala 6x1. Neste episódio, Natuza Nery conversa com o jornalista Thiago Prado sobre a aprovação das pautas-bomba no Senado Federal, seu impacto nas contas públicas e o que elas representam na deterioração da relação entre Davi Alcolumbre e Lula.
Os medicamentos genéricos representam uma alternativa segura, eficaz e mais acessível aos medicamentos de referência, ampliando o acesso da população a tratamentos de qualidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do LowOpsCast, o papo é com Julia Furst Morgado, CNCF Ambassador, Community Manager OpenTelemetry, AWS Container Hero, Docker Captain, organizadora do KCD New York e palestrante internacional.Mas antes dos títulos e das comunidades globais, a conversa começa pela pessoa.A Julia tem uma trajetória diferente daquelas que parecem roteiro pronto de carreira em tecnologia. Ela começou no Direito no Brasil, estudou negócios na UC Berkeley, passou por marketing e, em 2022, entrou de vez na área tech. Um caminho nada linear, mas cheio de repertório, comunicação, estratégia e coragem para mudar de rota.Hoje, ela atua como Principal Developer Relations Engineer na Dash0, ajudando pessoas desenvolvedoras a adotarem OpenTelemetry e criarem fluxos práticos de observabilidade. Também participa ativamente da comunidade OpenTelemetry e de diversas iniciativas cloud native ao redor do mundo.Neste episódio, a gente conversa sobre:- Transição de carreira para tecnologia- Como transformar uma trajetória não linear em vantagem- Comunidade, pertencimento e construção de confiança- Developer Relations e o papel de educar, conectar e apoiar pessoas- OpenTelemetry e observabilidade na prática- Cloud Native, Kubernetes, Docker e AWS- Como é palestrar internacionalmente em diferentes idiomas- Organização de eventos como KCD New York, AWS Community Day NY e CNCF Meetup NYCTambém iremos falar sobre carreira internacional, open source, desafios de entrar em tecnologia vindo de outra área e a importância de não se excluir só porque o caminho parece diferente do “padrão”.Esse episódio é sobre tecnologia, sim.Mas também é sobre coragem, curiosidade, comunidade e sobre entender que não existe uma única forma certa de construir uma carreira em tech.Se você está em transição de carreira, trabalha com DevOps, SRE, Cloud Native, observabilidade, open source ou quer entender melhor o papel de comunidade na evolução profissional, esse episódio vai fazer muito sentido.Links compartilhados pela Julia:https://www.juliafmorgado.com/posts/the-complete-guide-to-ace-your-next-networking-coffee-chat/https://www.youtube.com/watch?v=HHAXlDu49rEhttps://github.com/juliafmorgado
Em ano e meio, foram feitos pagamentos indevidos de prestações sociais no valor de 159 milhões de euros, “alguns dos quais decorrentes de fraude”, adiantou a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social no Parlamento nesta sexta-feira. O número foi apresentado por Rosário Palma Ramalho para justificar a pertinência da nova Prestação Social Única (PSU), mas ele inclui "as principais prestações de todos os regimes" e não apenas os 13 apoios que serão integrados na PSU. Palma Ramalho mostra mais proximidade com o Chega do que com o PS?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Por que algumas pessoas se aproximam quando sentem medo, enquanto outras se afastam?
Portugal está pela quarta vez no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Um destaque que lhe é merecido por ser considerado um país que faz pontes das mais diversas entre números ‘tabuleiros' diplomáticos.Um tema tão abrangente, que acabou resultando numa conversa sobre o… campeonato do mundo de futebol.Na frente diplomática, destaque também para a visita do presidente chinês, Xi Jinping, à Coreia do Norte, o único país do mundo com que Pequim mantém um acordo de defesa.Na defesa mas não muito está o Irão, novamente acossado pelos Estados Unidos, com o alto patrocínio de Telavive – não vão os Estados Unidos esquecer-se de bombardear Teerão.
Neste episódio, discutimos como o cibercrime se tornou uma operação em escala industrial e um dos maiores desafios para o sistema financeiro e para a segurança pública.Para entender como redes criminosas atuam 24 horas por dia e se organizam como verdadeiras empresas globais, capazes de atacar diferentes países ao mesmo tempo, reunimos os principais debates do Congresso de Prevenção e Repressão a Fraudes, Segurança Cibernética e Bancária, o Febraban SEC.O evento trouxe especialistas do Brasil e do exterior para analisar como essas organizações atuam, como a tecnologia tem ampliado o alcance dos ataques e quais estratégias estão sendo adotadas para enfrentá-los. Ao longo do episódio, você vai entender como o crime digital atravessa fronteiras ao explorar brechas tecnológicas e comportamentais.E vai saber também:Como inteligência artificial e agentes autônomos estão sendo usados para automatizar ataques;De que forma criminosos ocultam sua origem com VPNs e redes distribuídas;O que é o modelo de “crime como serviço” e como ele movimenta bilhões;Por que a cooperação internacional é essencial para investigar e desmantelar redes criminosas;Como bancos, autoridades e empresas estão atuando de forma integrada para prevenir fraudes;O papel da conscientização e da educação dos usuários na prevençãoCom Álvaro Azofra Martinez (Europol); Maximiliano Baez (Ameripol); Roberto Troncon (Santander); Jaime Barry Cortez (CELAES); e Cássia Botelho (FIN). Sob a condução de Mona Dorf (Febraban).Ouça também Engenharia Social: como os golpistas manipulam você Febraban Podcast #09 - Engenharia Social: como golpistas manipulam você . Acompanhe o Febraban Podcast para novos episódios toda semana.Ficha Técnica: Apresentadora e Editoria-chefe: Mona Dorf Supervisão Geral e Co-apresentação: Carlos Cidra e Majory Marcelino Supervisão e Produção: Bianca Braga, Julia Alcassa e Leandro LemellaRoteiro, edição e produção: Rachel Cardoso, Lizely Naoum, Patrícia Travassos e Clovis TravassosEdição de vídeo: Leo Reali e Kris Arruda Videomaker backstage: Kris ArrudaGravação: Supernova Cinematográfica
Por trás de cada julgamento do Tribunal do Júri há uma vítima, uma história marcada pela violência e Promotores e Promotoras de Justiça que atuam com rigor, responsabilidade e compromisso com a verdade. É isso que o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) destaca por meio dos programas “MPSC em Ação”, para a televisão, e “Minuto MPSC”, para as rádios, que começam a ser veiculados nesta quinta-feira (11/6). No MPSC, a defesa da vida é um compromisso diário. Essa missão se materializa na atuação de Promotores e Promotoras de Justiça, que trabalham para garantir a responsabilização dos autores de crimes contra a vida e dar voz às vítimas e seus familiares. Em uma sessão do Tribunal do Júri, o Coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal e da Segurança Pública, Geovani Werner Tramontin, resumiu esse compromisso em uma fala que integra o programete. “O dia em que um familiar de vocês for morto, haverá um Promotor aqui – um Promotor com brio, um Promotor que lute e um Promotor que defenda a vida”. O trecho foi registrado durante o julgamento do caso Isadora, realizado em setembro do ano passado em Imbituba.
Análise ao Conselho de Segurança menciona focos ativos de crise, do flagelo humanitário em Gaza à escalada de tensões no Golfo Pérsico; líder das Nações Unidas alerta que diplomacia internacional corre contra o relógio para evitar o pior.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Setor produtivo propõe jornada flexível para funcionários negociarem quantas horas querem trabalhar. Governo federal regulamenta Estatuto da Segurança Privada e amplia fiscalização da PF. CNJ abre processo disciplinar contra desembargador do TJ-MG, Magid Nauef Láuar, investigado por crimes sexuais.
Foi apresentado em finais de Maio em Paris, o terceiro e último volume do livro "Memórias em tempo de amnésia" de Álvaro Vasconcelos, especialista de relações internacionais e voz bem conhecida das nossas antenas. Nesta obra em três partes, o autor relata as épocas que atravessou, o salazarismo, o colonialismo português em África, nomeadamente em Moçambique onde viveu, os anos de militância política na África do Sul, em França e em seguida em Portugal, onde regressou na altura do 25 de Abril. No terceiro volume das suas memórias intitulado "O futuro para além do apocalipse", Álvaro Vasconcelos recorda a conquista da independência das ex-colónias, assim como os primórdios da democratização de Portugal e a sua adesão à União Europeia. O antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia e fundador em Portugal do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais também evoca a viragem autoritária a que se assiste actualmente em várias partes do mundo, a que ele chama de «brutalismo» e que tem a ver com a corrente 'tecno-totalitarista', encabeçada nomeadamente por alguns magnatas da Silicon Valley. Álvaro Vasconcelos fala também da urgência ambiental, da urgência de não nos esquecermos que somos humanos, numa época em que tendemos a colocar tudo nas mãos da Inteligência Artificial. No fundo, ele fala da urgência de pensarmos. Neste livro denso que é uma chamada de atenção, ele começa cada capítulo com uma espécie de guião de filme e fala com um gosto não dissimulado de todas as fitas que o fizeram reflectir de outra forma sobre o mundo, porque este texto, ainda mais do que os anteriores, é uma declaração de amor à sétima arte. E evidentemente não podíamos deixar de falar -antes de mais- da importância que o cinema tem para Álvaro Vasconcelos. "O cinema é algo que me formou porque eu vivia na África colonial, na Beira, em Moçambique. E como era lá no fundo do Império, a ditadura era certamente muito mais suave para os brancos, para os negros era mais brutal do que em Portugal era para os portugueses. E os brancos da cidade da Beira, onde eu vivia, tinham acesso ao Cineclube da Beira, às grandes obras do cinema mundial, por exemplo, nós vimos o ‘Couraçado Potemkin', que em Portugal era absolutamente proibido. (…) E como o cinema, começamos a vê-lo mesmo muito, desde muitos miúdos, não só nos cineclubes, os cinemas eram a maravilha da época, era aquilo que nos educava, nos abria novos horizontes, que nos fazia rir com Charlot, com os irmãos Marx, que nos ensinava os problemas graves do mundo, como ‘Hiroshima mon amour', o neo-realismo italiano, ‘Os ladrões de bicicletas', etc. Evidentemente que o cinema teve para a minha geração e em particular para aquela que viveu no Império, mas não só, também também em Portugal, um impacto enorme, portanto, foi formativo. E ao escrever o último livro da minha trilogia, senti a necessidade de fazer um livro que fosse mais de reflexão que apenas descritivo da minha vida e de reflexão. Não sou filósofo, portanto, não podia ser uma reflexão filosófica. Mas era uma reflexão à volta das ideias que são veiculadas pelo cinema, que foram veiculadas pela grande literatura que eu li desde miúdo, que sempre me apaixonou e continuo a ler e que me ensinou imenso sobre o mundo. Eu descobri muitas coisas no cinema e na literatura que não era capaz de descobrir com o mesmo grau de profundidade dos ensaios", explica o autor. Nas suas memórias, Álvaro Vasconcelos fala da época colonial e também de uma descolonização das mentes que ainda não foi totalmente feita. "Em África, descobri a violência colonial e que a palmatória é um símbolo absoluto dessa violência. Palmatória com que iam castigar os empregados negros por coisas, não importa o quê. Mas mesmo que fossem coisas graves, era a mesma palmatória que era usada contra os escravos, como eu vi no Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo. Infelizmente não temos em Portugal, nenhum museu sobre a escravatura. Temos um pequeno museu em Lagos, mas não temos um grande museu, como têm os brasileiros. E essa palmatória era usada também pelo professor primário para nos manter. Identifico a violência brutal de que era vítima pelo professor primário, que tinha um poder absoluto sobre mim, com a violência, de que eram vítimas os negros, que não tinham direitos nenhuns, nem direito à vida. E para que isso pudesse ter acontecido, foi preciso criar uma narrativa de que eles não eram gente civilizada. E essa narrativa perdurou no pós 25 de Abril, porque nunca se fez um trabalho verdadeiro de descolonização das mentalidades. E hoje, quando os imigrantes são tratados como são tratados com desumanidade, é porque não são considerados humanos iguais a nós. E como não são considerados humanos iguais a nós, podem ser vítimas da arbitrariedade. Não têm os direitos iguais. Isso é uma questão fundamental", considera o estudioso. "Quando se deu o 25 de Abril, podia-se ter feito uma coisa extraordinária e teria ficado para a história. Era considerar que toda a gente que reside em Portugal tem os mesmos direitos. Há um país no mundo em que isso, pelo menos já acontece, que é na Nova Zelândia. E, portanto, se os imigrantes tivessem o direito do voto, seriam tratados de forma completamente diferente ", diz ao referir que, em vez disso, "são vítimas da desigualdade mais absurda da escravatura às vezes da violência da morte no Mediterrâneo. Em vez de irem socorrer, acham que é uma forma dissuasiva que eles morram no Mediterrâneo. Isso, evidentemente, é feito posto em prática por políticos democráticos, mas evidentemente que estão a abrir o caminho à extrema-direita que fará disso uma doutrina de poder." No capítulo que reserva a estes aspectos, o autor escreve que “o silêncio sobre a verdadeira natureza do colonialismo é um dos grandes fracassos da democracia portuguesa” e que “a Europa assumir que o colonialismo foi um crime contra a humanidade tornaria o seu discurso sobre a democracia muito mais legítimo.” "O 25 de Abril foi uma revolução extraordinária. Libertou os portugueses da ditadura e criou um sistema de liberdades públicas, de Estado de Direito. Isso deve ser sublinhado e eu sublinho no livro, porque é único no século XX, uma revolução que não foi só uma libertação, mas trouxe a liberdade. Podemos pensar, por exemplo, que a Revolução de Outubro libertou os russos do Czarismo, que era um regime terrível. Mas não construiu um regime de liberdade. Isso aconteceu em Portugal. Simplesmente, Portugal era ao mesmo tempo uma ditadura e um império. E quando se construiu a democracia, fez-se um trabalho mais ou menos profundo sobre o que era a ditadura, o que é que era o fascismo. Existem vários museus, o Museu do Aljube, um museu em Peniche, existe um trabalho de memória. Existem nos livros de História. Conta-se o 25 de Abril, todo esse passado ditatorial. As pessoas sabem que houve a tortura, que havia a PIDE, que as pessoas não tinham direito à palavra. Tudo isso faz parte da memória colectiva dos portugueses", constata Álvaro Vasconcelos. "O que não se fez nenhum trabalho. O que é que era o colonialismo? Não se explicou o que é que era a tortura em África, o que era o trabalho forçado. Qual era a origem que isso tinha na escravatura? Manteve-se um mito do lusotropicalismo, ou seja, que Portugal tinha contribuído para criar um mundo diferente, um mundo não racista, um mundo multiétnico. Até se dizia isso : ‘Deus criou os homens e os portugueses criaram as mulatas' escondendo que as mulatas nasciam muitas vezes de actos de violação absoluta, porque as mulheres negras não tinham direitos e, portanto, o senhor tinha um direito de pernada sobre a mulher negra. Isso acontecia frequentemente. Eu, aliás, entrevistei para um dos meus livros uma senhora africana que conta exactamente a história de uma mulher que, depois do 25 de Abril, andava à procura do homem branco, que tinha sido o pai dos seus filhos e que o homem branco tinha desaparecido. Tinha regressado a Portugal e que nunca mais soube dele. E as crianças queriam conhecer o pai. Mas isto é um caso de uma pessoa que se movimentou. A maior parte das vezes ficaram e são vítimas de toda a discriminação. Isso é o aspecto em que o 25 de Abril não fez esse trabalho", diz o politólogo. "Quando em Portugal surge um movimento de sociedade civil poderoso, hoje formado por intelectuais afro-descendentes que defendem o direito à igualdade, que tem voz no espaço público, quando nos lembramos, por exemplo, da Joacine Katar Moreira que foi deputada na Assembleia da República, a campanha racista contra ela. No Parlamento, a extrema-direita dizia ‘Volta para o teu país'. Estou a falar numa deputada, membro do Parlamento. Mas depois as intelectuais todas que são superactivas na sociedade portuguesa, que é aquilo que há hoje de mais vibrante na sociedade portuguesa, mais criativo. Publicam, fazem filmes como a Pocas Pascoal e outros. Ainda recentemente a Kitty Furtado organizou na Gulbenkian um ciclo sobre o cinema africano produzido em Portugal, com numerosos filmes, numerosos realizadores. Portanto, na Bienal de Veneza, há dois anos, a representação de Portugal foram artistas negros. Portanto, temos um movimento extraordinário. Esse movimento choca com esta mentalidade dominante. E então são acusados de serem ‘wokistas'. ‘Wokistas, quer dizer que são pessoas com consciência", sublinha o universitário. Relativamente às lições que se podem tirar do pós 25 de Abril, Álvaro Vasconcelos faz um balanço agridoce : apesar de considerar que “os seus objectivos essenciais foram atingidos: liberdade, fim do colonialismo e um estado inspirado nos modelos sociais europeus”, ele constara que “o que triunfou não foram os mecanismos que permitiriam compatibilizar a democracia liberal com o desejo de participação dos cidadãos (...) com o tempo, os partidos tornaram-se organizações fechadas (...) foram-se impondo como actores únicos do sistema politico”. "Portugal fez uma revolução que permitiu a existência de partidos políticos que não existiam antes. Mas a revolução, no momento em que ela aconteceu, despertou uma vontade de participação enorme na sociedade portuguesa. Todos os portugueses queriam participar na vida política pública. Eu próprio participei na criação de um jornal que era a voz do trabalhador e aquilo vendia-se como pãezinhos quentes. Quer dizer, toda a gente cria jornais. Toda a gente queria ler. Toda a gente fazia um pequeno comício. Enchiam-se de pessoas. Criaram-se cooperativas, associações de bairro, associações, moradores, associações agrícolas, movimentos cooperativos por todo o lado. Ao mesmo tempo, os partidos políticos foram-se consolidando como forças dominantes da sociedade portuguesa. E esses movimentos participativos foram vistos pelos partidos que acabaram por triunfar como movimentos que eram contrários à consolidação da democracia representativa liberal, como havia no resto da Europa. E foram desaparecendo. E o sistema político português ficou concentrado nos partidos políticos. Esses anos todos passaram e as pessoas hoje, como têm acesso às redes sociais, já têm outra forma de expressão, sem passar pelos partidos políticos. Exprimem-se nas redes sociais. Muitas vezes, o que dizem alguns? Nós não gostamos nada. Mas outras coisas dizem coisas correctas. Estes movimentos que eu referi, ecológicos, anti-racistas, de solidariedade social, também usam as redes sociais. Mas há muita gente que usa as redes sociais e que diz coisas horríveis. Mas não interessa, diz. Acha que tem direito à palavra. E acha que os partidos não dão direito à palavra. Então vão atrás de um demagogo que diz ‘Eu dou vos a palavra. Eles não vos dão a palavra'. Os partidos políticos são organizações fechadas. Em Portugal nunca se fez a regionalização, porque os partidos acharam que aquilo era fugir ao controlo central dos partidos de Lisboa. Era abrir o controlo da sociedade a nível regional. E tudo isso foi enfraquecendo a democracia portuguesa", comenta. “Foi nas redes sociais, espaço sem regras, que descobri que estávamos perante um brutalismo neofascista. O significado das palavras e a verdade deixaram de ser facilmente reconhecíveis. O algoritmo privilegia a violência verbal, exponencia o número de visões e partilhas. Acreditei – e escrevi –, depois das revoluções árabes de 2011, que as redes sociais tinham potencial de empoderamento dos cidadãos e poderiam ser um factor de emancipação democrática, mas hoje sou obrigado a constatar que não tive em conta a capacidade de manipulação, seja pelos algoritmos ou ainda mais pela IA, dos Estados e grupos que controlam as empresas da indústria do mundo virtual", escreve Álvaro Vasconcelos no capítulo que dedica ao regresso do que chama de 'brutalismo'. "A nível europeu, nós não podemos separar de um fenómeno mundial, que é aquilo que atravessa bastante o meu livro, que é a ideia do colapso do pensamento. E esse colapso do pensamento. O que significa que quando os homens deixam de pensar, diz Hannah Arendt, são capazes dos piores crimes. E esses homens são capazes dos piores crimes. E o homem banal, o homem comum que pode seguir um líder que vai destruir as suas liberdades e a liberdade dos outros. E isso pode se chamar ‘tecno-totalitarismo'. Porquê tecno-totalitarismo? Porque grande parte da economia mundial hoje está a ser dominada pelas grandes empresas tecnológicas. Estamos numa nova revolução tecnológica. E as grandes empresas tecnológicas que dominam a inteligência artificial, que dominam as redes sociais, como o Musk, é o exemplo mais claro, defendem aquilo que eu chamei de ‘tecno-totalitarismo'», explica o autor das "Memórias em tempo de amnésia". "Há uma politóloga francesa, Asma Mhalla que diz que ‘este século não vos proíbe de pensar. Ele ocupa-vos até que já não se saiba como fazer. Isto vem, como eu digo aqui no livro, do desenvolvimento da Inteligência artificial. O desenvolvimento da inteligência artificial cria um mundo onde os humanos deixam de pensar. A banalidade do mal passa a ser a norma. Isso acontece em muitos actos quotidianos. Quando recorremos à inteligência artificial para tomarmos decisões. Quando manipulados por algoritmos, ficamos de tal forma hipnotizados que somos levados a acreditar nos líderes populistas como Trump, como Bardella em França como em Portugal, o André Ventura, como Bolsonaro no Brasil", diz Álvaro Vasconcelos. "Há um aspecto deste ‘tecno-totalitarismo' que também nos deve inquietar, que é menos presente em França, mas está presente em muitos países, que é a relação dele com uma determinada corrente religiosa. Ele é religioso na sua essência, porque ao mesmo tempo, fala de Apocalipse, destruição do mundo pelo aquecimento global, pela guerra nuclear e está a propor uma solução tecnológica para estes problemas. Ora, isto é típico da crença religiosa. A ideia do Apocalipse, se pensarmos no apoio dos evangélicos americanos a Trump e em cenas em que Trump se reúne com os evangélicos e os evangélicos rezam na Casa Branca a volta do Trump ou quando o Bolsonaro tomou posse rodeado pelos evangélicos, a primeira coisa que fizeram, foi um ato religioso. (…) Vemos que o ‘tecno-totalitarismo' muitas vezes é também uma ‘tecno-teocracia'. E, portanto, esse problema, que é um problema mundial, que é da criação do mundo em que os homens deixam de pensar, a inteligência artificial substitui o pensamento humano. É um mundo em que o brutalismo, que é o tema do meu livro, se torna possível. É possível que o Trump decida destruir o Irão, que o Netanyahu faça o genocídio de Gaza e agora esteja a fazer no Líbano o que fez em Gaza, no sul do Líbano. É exactamente a mesma coisa. Vai destruir o sul do Líbano completamente", diz o especialista em relações internacionais. No capítulo em que aborda o que chama de dever de hospitalidade, Álvaro Vasconcelos considera que é neste aspecto que a Europa pode fazer a diferença "para superar o brutalismo contemporâneo, porque, por um lado, é uma das regiões do mundo onde as democracias ainda resistem ao assalto da extrema‑direita neofascista, e por outro porque a hospitalidade é a essência da sua sobrevivência". "Estamos a falar da União Europeia, a que se podem juntar alguns Estados, como a Noruega, como hoje o Brasil do Lula. Têm a mesma ambição de escapar ao brutalismo de Putin, Trump, Netanyahu, ao ‘tecno-totalitarismo' que domina a China. Verdadeiramente o único sítio do mundo em que ainda há um grupo de Estados que pode e quer resistir é na União Europeia, mas que tem estes aliados muito importantes que tem que procurar no Canadá, já procura no Brasil. Por isso, o acordo com o Mercosul é tão importante, apesar de a Argentina do Milei estar completamente na mesma linha de brutalismo. Mas o Brasil é um país importantíssimo. Na Ásia, o Japão, a Coreia do Sul. (…) Portanto, a Europa é a nossa esperança. Mas para que essa esperança não passe de uma utopia não realizada, para ser uma utopia realizada, é preciso que a Europa integre toda a sua vitalidade num projecto comum, (…) é preciso uma mudança radical de política. Ou seja, é preciso uma política que seja alternativa à política da extrema-direita. Claramente. E o que é que se deve fazer? Os imigrantes que são grande parte da população europeia ou originários na imigração devem ser cidadãos plenos, activos, integrados nas nossas sociedades, dando-lhes o voto. Aqueles que ainda não têm, damos-lhe a palavra, ouvindo-os e tornando as nossas democracias muito mais participativas", preconiza o autor. No seu livro, Álvaro Vasconcelos estabelece um elo directo entre o ‘tecno-totalitarismo', a negação dos direitos de boa parte da humanidade e a destruição do meio ambiente. "Um dos temas que eu acho que é muito importante é a questão do ambiente. Eu, aliás, começo o meu livro com uma citação do Camus que diz ‘A minha geração quis mudar o mundo. Não o mudou, mas pelo menos lutou para preservar o que de melhor tinha sido conquistado'. (…) O aquecimento global está a ser um problema gravíssimo que pode pôr em causa a vida na terra. E aí é lembrarmo-nos de Edgar Morin, um grande pensador. Eu cito Edgar Morin dez ou 15 vezes no meu livro. Ele diz que nós não estamos só perante um mundo que destrói a vida humana. Estamos num mundo em que a globalização foi extremamente destrutiva do ponto de vista económico e social. Criou também a consciência de um destino comum da humanidade a consciência de que estamos todos no mesmo barco. Ou seja, no barco da vida. Nós sabemos que a vida não é eterna. Mas enquanto estamos no barco da vida, não vamos cair no niilismo. Nem vamos cair na melancolia de esquerda. Isto é uma conclusão que alguém tirou do meu livro que eu sou contra a melancolia de esquerda. A melancolia de esquerda é nós pensarmos em tudo aquilo por que a gente lutou está a desaparecer e já não podemos fazer nada. Vai tudo acabar. Vai acabar a democracia, a liberdade. Vai voltar o racismo como política de Estado. Vai desaparecer a ordem internacional. Vai desaparecer o multilateralismo", diz o universitário. "Estamos perante uma guerra cultural. É um tema central, porque a guerra cultural é algo que acompanha a civilização europeia desde o Iluminismo e desde a Revolução Francesa. Houve sempre uma corrente que se opôs às conquistas de liberdade, igualdade, fraternidade da Revolução Francesa. Considerou sempre que a compaixão pelo outro não fazia nenhum sentido, que o homem era um animal fundamentalmente egoísta e violento E que tinha que ser treinado desde criancinha para a competição. E por isso, a cooperação não é uma questão fundamental da aprendizagem. As pessoas não aprendem a cooperar, aprendem a competir. Já vimos no sistema escolar como é terrível a competição. A infância nas grandes escolas. O que é que é difícil chegar lá acima. Portanto, formam-se elites que foram treinadas para a competição e não foram treinadas para a cooperação. E se nós não cooperarmos neste barco da vida, se não percebermos que o clima não tem fronteiras, que o aquecimento é global, que os calores do Norte de África chegam à Europa, que as transformações da Amazónia transformam as correntes do Atlântico e nos atingem também como europeus. Então não perceberemos que estamos todos no mesmo mundo. Mundo, terra, pátria, como diz o Edgar Morin. E que neste mundo, terra pátria, nós somos todos cidadãos, mesmo quando não somos considerados cidadãos", conclui Álvaro Vasconcelos.
A segurança pública nas grandes cidades continua sendo um dos principais pontos a serem melhorados para garantir qualidade de vida para população. No episódio de hoje, José Luiz Portella, doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, discute eventos recentes que demonstram que a falta de segurança pública tem […]
Sua empresa tem a informação, mas o problema é que ninguém consegue achar? Neste episódio, recebemos Clésio Leonardo Belo, AI Product Manager, Henrique Machado, Lead Developer, e Anna Souza, Product Design Leader, todos da dti digital. Eles contam como nasceu o Crafty, o agente de IA interno da dti que começou com um MVP manual, foi testado com receita de bolo e acabou triplicando o uso em menos de um mês ao migrar para o Teams. Dê o play e ouça agora!Assuntos abordados:Informação descentralizada;Discovery com usuários;MVP manual;Build vs buy;Arquitetura RAG;Evolução para MCP;Integração com Teams;Ações em linguagem natural;Segurança e autenticação;Métricas de adoção.Links importantes:Vagas disponíveisNewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: entrechaves@dtidigital.com.brO Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #inteligenciaartificial #cases
O Conselho Universitário aprovou, em maio, a Política de Gestão Integrada do Risco de Violência Urbana, que estabelece diretrizes para a atuação da instituição diante de operações policiais, confrontos armados e situações de risco. Reivindicação de três anos do movimento estudantil, o também chamado “protocolo de segurança” foi construído após um longo debate entre o corpo social e as instâncias deliberativas da UFRJ. A reportagem ouviu o estudante João Miranda, que acompanhou o grupo de trabalho criado para encaminhar a pauta.Reportagem: Mariana FonsecaEdição: Thiago Kropf
Debate da Super Manhã: Recentemente, os Estados Unidos anunciaram a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Esse posicionamento reacende uma discussão que o Brasil evita enfrentar: afinal, o que define o terrorismo? No debate desta quinta-feira (4), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre o posicionamento do governo americano em relação às facções brasileiras, as consequências políticas dessa decisão, a soberania nacional e as relações diplomáticas entre os dois países diante da ofensiva americana. Participam o pesquisador, consultor e especialista em Governança, Estratégias e Sistemas de Segurança Pública, pesquisador do Laboratório de Governança, Risco e Conformidade (LABGRC/UFPE) e do Laboratório de Apoio à Criação e Inovação (LACAI/UFPE), Armando Nascimento; a advogada especialista em Direito Criminal, doutora em Processo Penal pela PUC/SP, presidente da Comissão Nacional de Direito Penal do Conselho Federal da OAB (CFOAB), Carolina Amorim; e o estudioso do modelo de Segurança Pública da Colômbia, Idealizador e ex-gestor da Rede Compaz do Recife, Murilo Cavalcanti.
Quem pensa em migrar para um carro elétrico provavelmente já se perguntou: afinal, quantos quilômetros ele realmente consegue rodar? No novo episódio do Podcast Canaltech, Elisa Fontes conversa com Clemente Gauer, coordenador do Grupo de Trabalho sobre Segurança e integrante do Conselho Diretor da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), para esclarecer as principais dúvidas sobre autonomia dos veículos elétricos. Durante o episódio, Clemente explica por que os números divulgados pelas montadoras nem sempre refletem exatamente o uso real, comenta as diferenças entre os padrões de medição usados no Brasil, Estados Unidos, Europa e China, além de mostrar o que realmente interfere no desempenho da bateria no dia a dia. A conversa também aborda temas como impacto do frio, uso do ar-condicionado, pneus, direção na estrada, recarga rápida e o futuro das baterias elétricas. Você também vai conferir: Android quer barrar golpes com vozes clonadas por inteligência artificial, Google quer acabar com um dos recursos mais irritantes da Busca no celular e pedágio sem cancela pode gerar multa sem o motorista perceber. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos e contou com reportagens de André Lourentti, Viviane França e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Carla Barros (PSD) alerta que as medidas do Chega ameaça a sustentabilidade financeira da Segurança Social. Eduardo Teixeira (Chega) diz que as contas estão feitas e que a segurança social pouparia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta segunda-feira (8), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o ex-secretário nacional de Segurança Pública, Coronel José Vicente, sobre a classificação do PCC e CV como organizações terroristas pelos EUA. O programa também conta com Eliane Cantanhêde.
Secretário Nico Gonçalves (Segurança) na Formatura de soldados da PM
Atualmente, cerca de 2,6 bilhões de pessoas não têm rendimentos necessários para garantir uma dieta saudável; FAO apela a uma colaboração eficaz para garantir o acesso a alimentos básicos de qualidade.
Confira no Morning Show desta quinta-feira (04): A tradicional 'Marcha para Jesus' toma as ruas de São Paulo com a expectativa de reunir mais de 2 milhões de pessoas em um trajeto que vai do centro à zona norte. Com mais de 23 mil caravanas registradas e a presença confirmada de grandes nomes da música gospel e lideranças políticas, o evento altera o trânsito da capital e se consolida como uma das maiores manifestações cristãs do mundo. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro defendeu recentemente a inclusão do Pix em mesas de negociação com os Estados Unidos, sugerindo o sistema como um forte argumento econômico. A proposta gerou reações intensas, levantando questionamentos sobre a viabilidade e a autonomia do Banco Central diante de acordos comerciais internacionais. O Pix deve virar moeda de troca? Confira o debate. O senador Flávio Bolsonaro subiu o tom contra o presidente Lula, acusando o petista de prejudicar negociações diplomáticas ao adotar uma postura agressiva e provocativa em relação aos Estados Unidos. O embate ganha força em meio a discussões sobre a imposição de novas tarifas comerciais norte-americanas a produtos nacionais, inflamando o debate político interno. O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 16 de junho o julgamento de Eduardo Bolsonaro por suposta coação em investigações sobre atos golpistas. A decisão partiu do ministro Flávio Dino, colocando o parlamentar na mira da Primeira Turma, que tem Alexandre de Moraes como relator. A bancada do Morning Show debate as possíveis punições e se o clima de suspeição vai travar o andamento do caso na Suprema Corte. Uma nova pesquisa Intel/Atlas revela que 55,9% dos brasileiros defendem que o governo federal classifique o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, seguindo a recente decisão dos Estados Unidos. No Morning Show, a bancada debate as implicações jurídicas e financeiras dessa medida, além de discutir a perda de soberania do Estado em territórios dominados pelo crime organizado. Um áudio divulgado pela Secretaria de Segurança Pública de Alagoas revelou o líder do Comando Vermelho no estado, conhecido como "Nem Catenga", negociando apoio político com o influenciador e pré-candidato Patrick de Almeida Silva, o PTK. A gravação escancara a tentativa da facção criminosa de infiltrar aliados no poder para garantir uma "voz ativa" nas eleições de Maceió. O programa Morning Show desta quinta-feira (04) conversou com o prefeito de Itaquaquecetuba, Eduardo Boigues, para debater as estratégias de segurança pública na cidade sob a sua gestão. A bancada analisa o uso de guardas municipais armados e a polêmica tentativa de transformar a instituição em "Polícia Municipal". Durante a cobertura da Marcha para Jesus em São Paulo, a bancada do Morning Show debateu a presença e o reencontro estratégico de figuras políticas como o governador Tarcísio de Freitas e o senador Flávio Bolsonaro. O debate evidenciou as divergências entre os comentaristas sobre o uso de eventos religiosos como palanque eleitoral e a influência desses líderes no cenário político paulista. Durante a tradicional missa de Santo Antônio no Ceará, o diácono Raphael Hernandez repreendeu firmemente fiéis que gritavam os nomes de Ciro Gomes (PSDB) e do governador Elmano de Freitas (PT), disparando que "igreja não é lugar para politicagem". A bancada do programa Morning Show debateu os limites entre fé e política, além de analisar a mais recente pesquisa Ipsos-Ipec, que aponta Ciro Gomes na liderança para o governo cearense em 2026. O deputado federal Luciano Bivar (MDB) causou polêmica ao propor o extermínio de tubarões em Pernambuco após novos ataques severos nas praias de Boa Viagem e Piedade. Enquanto parlamentares debatem ações urgentes para proteger a população, ambientalistas e a bancada do Morning Show alertam sobre os riscos de um desastre ecológico e apontam falhas históricas que alteraram o habitat marinho. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
A carioca Laís achou que faria medicina, mas acabou fazendo marketing. Graças ao fato de ter ido acompanhar a mãe em um curso de tradução para conferências, ela se apaixonou pela área de segurança do paciente. À medida que foi evoluindo a carreira e os interesses ao mesmo tempo, ela atingiu um ponto de inflexão quando uma ex-colega surgiu em busca de uma recomendação. Ela recomendou… a si própria!A recomendação virou uma entrevista, que virou um trabalho e, dois anos depois, se tornou a realização de uma vontade buscar algo fora do Brasil.Neste episódio, a Laís detalha melhor essa trajetória, além de comentar sobre as diferenças, para melhor e para pior, na vida de quem sai do Rio de Janeiro com destino à terra onde as baladas terminam cedo.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaLaís Junqueira, Gerente de Qualidade do Paciente e Inovação em Utrecht, HolandaLinks:Livros “Doutora Segurança”, de Laís JunqueiraLivro The Culture Map, de Erin MeyerSUP Against HungerTechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
Eleição para cinco novos membros não-permanentes ocorre neste 3 de junho na Assembleia Geral; único país de língua portuguesa na lista disputa cadeira com Alemanha e Áustria; grupo da Ásia-Pacífico tem Filipinas e Quirguistão para um assento apenas.
País foi eleito pela quarta vez para o órgão; Áustria também passou pelo Grupo da Europa Ocidental e Outros, e Alemanha ficou fora da corrida; novos membros são Trindade e Tobago, da América Latina e do Caribe, e Zimbabué, da África.
A morte do fisiculturista e influencer Gabriel Ganley acendeu a discussão sobre o uso indiscriminado de anabolizantes no Brasil, que aumentou 700% em sete anos. O laudo apontou uma doença do coração, que pode ser agravada pelo uso de anabolizantes. Em diversas entrevistas, Gabriel chegou a admitir o uso desse tipo de substância e foram divulgados vídeos em que ele recebia as injeções ao vivo. Com apenas 22 anos, ele tinha milhões de seguidores, que agitaram as redes sociais com depoimentos consternados. Alguns, declarando que abandonariam os anabolizantes. Outros, dizendo que passariam a usá-los da “forma certa”, ideia muito difundida na internet. Mas será que isso é possível? Nosso convidado de hoje é o endocrinologista Clayton Macedo, diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e coordenador do Ambulatório de Endocrinologia do Exercício da Unifesp. Ele é o criador do projeto "Saindo do Suco com Segurança", um mutirão gratuito que oferece orientação especializada para quem deseja abandonar os anabolizantes de forma segura.
João Albuquerque analisa a tensão entre Trump e Netanyahu perante as operações militares israelitas no Líbano e Irão. Ainda, o prestígio da entrada de Portugal no Conselho de Segurança da ONU.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (01):A decisão de enviar o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a Washington para blindar o Pix gerou fortes críticas da oposição. Parlamentares acusam o governo Lula (PT-SP) de focar exclusivamente em potenciais prejuízos comerciais e "ignorar" o combate à criminalidade no Brasil. Deputados do PSOL e da Rede protocolaram uma representação criminal na PGR contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), acusando-o de "traição à pátria" e atentado à soberania nacional. Líderes da oposição no Congresso fecharam questão e manifestaram apoio unânime à decisão dos EUA de classificar as facções brasileiras como terroristas. O balanço oficial dos Correios revelou um rombo assustador de R$ 3,1 bilhões apenas no primeiro trimestre de 2026. O resultado representa uma explosão de 82,3% nas perdas em comparação com o mesmo período de 2025. Durante o lançamento da plataforma de streaming Tela Brasil, no Rio de Janeiro, o presidente Lula (PT) defendeu que a esquerda precisa "aprender a usar" o verde e amarelo durante a Copa do Mundo de 2026. O pacote de contingenciamento do governo federal atingiu em cheio a ANAC, provocando o bloqueio de R$ 24 milhões no orçamento da agência reguladora por meio do Decreto 12.990. Como reflexo imediato, a autarquia suspendeu a aplicação de provas teóricas para emissão e renovação de licenças de pilotos..Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (01): O segundo turno das eleições presidenciais na Colômbia está definido e será marcado por uma forte polarização política. A votação ocorrerá em 21 de junho e colocará frente a frente o candidato conservador Abelardo de la Espriella e o governista Iván Cepeda. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1 e reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas está em análise no Senado Federal após ser aprovada em dois turnos pela Câmara dos Deputados. O texto estabelece a garantia de pelo menos dois dias de descanso por semana e prevê um período de transição para adaptação das empresas e trabalhadores. O estado de São Paulo registrou em 2024 a menor taxa de homicídios do país, segundo o Atlas da Violência 2026, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O índice paulista ficou em 6,6 mortes por 100 mil habitantes, abaixo de Santa Catarina, que registrou 8,1, e do Distrito Federal, com 10,3. A média nacional foi de 20,1 homicídios por 100 mil habitantes. O levantamento também mostra que São Paulo ocupa a primeira posição no ranking desde 2015 e acumulou uma redução de 53,2% na taxa de homicídios ao longo do período, uma das maiores quedas observadas entre as unidades da federação. Pesquisa da Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente do senador Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026. No cenário testado, Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 40%. Os votos brancos e nulos somam 8%, e 7% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder. O governo do Irã afirmou que qualquer acordo com os Estados Unidos para encerrar o atual conflito dependerá da implementação de um cessar-fogo efetivo no Líbano. Durante entrevista coletiva, o porta-voz da diplomacia iraniana, Esmaeil Baghaei, declarou que a interrupção das operações militares de Israel em território libanês é uma condição essencial para o avanço das negociações. Baghaei também acusou Washington de continuar violando entendimentos firmados com Teerã e afirmou que o país adotará todas as medidas consideradas necessárias para proteger sua segurança nacional. O avanço dos casos de Ebola em algumas regiões do mundo tem gerado preocupação internacional, mas autoridades de saúde destacam que o risco de uma epidemia no Brasil é considerado baixo. A doença é altamente grave e pode causar surtos localizados, exigindo monitoramento constante e protocolos rigorosos de vigilância sanitária. Para esclarecer quais são os principais sintomas, formas de transmissão, medidas de prevenção e o nível de risco para a população brasileira, a Jovem Pan entrevista o médico infectologista Jean Gorinchteyn. O governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado, comentou as conversas com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, sobre uma possível composição da centro-direita para as eleições de 2026. Durante agenda no Rio Grande do Sul, Caiado afirmou que o objetivo é evitar a fragmentação do campo político e construir uma convergência capaz de fortalecer o grupo em um eventual segundo turno. A Polícia Civil de São Paulo deflagrou uma operação para investigar suspeitas de fraude e desvio de recursos envolvendo o Instituto Conhecer Brasil, ONG responsável por um contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo para instalação de wi-fi público na cidade. O instituto pertence à empresária Karina Ferreira da Gama, sócia da produtora Go UP Entertainment, responsável pela produção do filme Dark Horse. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados à empresária e também na Secretaria Municipal de Tecnologia e Inovação de São Paulo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (31): O presidente Lula (PT) pediu para seus apoiadores de esquerda usarem as cores verde e amarelo durante a Copa do Mundo. No Rio de Janeiro, no lançamento do 'Tela Brasil' — streaming do governo federal —, o petista defendeu o resgate dos símbolos nacionais e afirmou que a esquerda precisa aprender a usar o casaco do Brasil para não deixar as cores serem tomadas por fascistas. O presidente Lula (PT) indicou o ex-governador Márcio França (PSB) para ser o candidato a vice na chapa de Fernando Haddad (PT) ao governo de São Paulo. A sinalização ocorreu durante uma reunião com o presidente do PSB, João Campos, mas a definição da vaga ao Senado segue travada por conta das disputas internas que envolvem também os nomes de Simone Tebet e Marina Silva. A morte precoce do fisiculturista e influenciador fitness Gabriel Ganley, de 22 anos, encontrado morto em sua casa em São Paulo, acendeu o alerta e reabriu as discussões sobre o uso de anabolizantes e os limites do esporte. No Congresso, propostas legislativas buscam regulamentar e trazer mais fiscalização para a prática do fisiculturismo no país. O professor de direito internacional da Escola Superior de Defesa, Alexandre Teixeira, analisou os impactos da decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Ele descartou riscos de uma invasão militar, mas alertou que a inteligência norte-americana pode quebrar o sigilo e a privacidade de autoridades envolvidas com o crime organizado. As mudanças climáticas e condições meteorológicas extremas, como forte calor e tempestades, podem impactar o cronograma da Copa do Mundo de 2026. Realizado no meio do ano nos Estados Unidos, no Canadá e no México, o torneio enfrentará o verão no hemisfério norte. Especialistas alertam para riscos de adiamento de partidas e de desidratação para atletas e torcedores. O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) abriu uma investigação após encontrar grampos telefônicos e escutas no gabinete do governador em exercício do Rio de Janeiro, Ricardo Couto. A varredura de rotina ocorreu no Palácio Guanabara e os equipamentos antigos passam por perícia para identificar quando foram instalados, em meio às profundas mudanças no governo estadual. O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) comentou dois temas que movimentam o debate político e econômico no país. Em relação à decisão dos Estados Unidos de classificar facções brasileiras como organizações terroristas, o parlamentar comemorou a medida e criticou a postura do governo federal, afirmando que a cooperação internacional poderá ampliar o combate ao crime organizado por meio de um maior cerco financeiro às organizações criminosas. Jordy também se posicionou contra a proposta de fim da escala 6x1. Segundo o deputado, a medida tem caráter populista e pode provocar impactos econômicos negativos, como aumento da inflação e do desemprego. O parlamentar defendeu um modelo de jornada baseado em horas efetivamente trabalhadas e remuneradas, argumentando que esse formato ampliaria a capacidade de negociação entre empregadores e trabalhadores. O professor de direito constitucional da UFF, Gustavo Sampaio, analisou a intenção do presidente Lula (PT) de indicar novamente Jorge Messias ao STF. O especialista explicou que, após a rejeição pelo Senado Federal, a nova indicação do advogado-geral da União pode travar em um cálculo político eleitoral, abrindo espaço para um cenário similar ao ocorrido na Suprema Corte dos EUA em 2016. Partidos governistas acionaram a PGR para pedir a investigação do senador Flávio Bolsonaro (PL) por suposta interferência nas relações internacionais do Brasil. A representação questiona a atuação do parlamentar nos Estados Unidos em reuniões que antecederam a classificação de facções brasileiras como organizações terroristas pelo governo americano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Trump #PCC #CV #Terrorismo #Podcast #Notícias #Política #Segurança #Crime #Facções #Geopolítica #Atualidades #Justiça #AnálisePolítica #Mundo
No 3 em 1 desta sexta-feira (29), o destaque foi que a Polícia do Senado abriu um inquérito sigiloso para investigar um suposto plano de atentado contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A investigação ganhou contornos dramáticos com a suspeita de envolvimento da influenciadora Deolane Bezerra, cujas comunicações estariam sendo monitoradas em conexão com facções criminosas. O presidente Lula (PT-SP) subiu o tom nesta sexta-feira (29) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), após os EUA classificarem o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Lula afirmou que o parlamentar "não tem vergonha na cara" ao articular sanções externas contra o próprio país e chamou o pré-candidato de "traidor da pátria" por ter ido a Washington pedir a medida ao governo Trump, o que, segundo o Planalto, fere a soberania nacional e abre brecha para interferência estrangeira. O promotor de Justiça de SP, Lincoln Gakiya, maior especialista no combate ao PCC, afirmou nesta sexta-feira (29) que a classificação de facções como "terroristas" pelos EUA é juridicamente imprecisa. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) colhe os frutos políticos de sua viagem a Washington após o governo Donald Trump oficializar o PCC e o Comando Vermelho como grupos terroristas. O prestigiado The New York Times destacou nesta sexta-feira (29) o papel fundamental da "pressão da família Bolsonaro" na decisão de Donald Trump de classificar o PCC e o CV como grupos terroristas. O presidente Donald Trump anunciou que esta sexta-feira (29) será o "dia das decisões" para o novo acordo entre EUA e Irã. O objetivo é encerrar as hostilidades no Oriente Médio e estabelecer um novo marco de desnuclearização no país. O presidente Lula (PT-SP) afirmou nesta sexta-feira (29), em Sergipe, que enviará novamente o nome de Jorge Messias (AGU) para o STF. A decisão ocorre exatamente um mês após o Senado impor uma derrota histórica ao governo, rejeitando Messias por 42 votos a 34. Em entrevista exclusiva ao 3 em 1, a porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Amanda Robertson, revelou que o PCC e o Comando Vermelho já têm presença ativa em 12 estados americanos. Robertson esclareceu que a classificação como grupos terroristas visa o asfixiamento financeiro e não implica intervenção militar no Brasil. O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) abriu uma investigação urgente após a descoberta de dispositivos de escuta (grampos) escondidos no gabinete do governador do Rio de Janeiro, Ricardo Couto. O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) reafirmou nesta sexta-feira (29) que deixará a vida pública ao fim de seu mandato, em fevereiro de 2027. Em entrevista exclusiva à filial da Jovem Pan, o pré-candidato ao governo de SP, Fernando Haddad,criticou duramente as falas de Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) que levaram os EUA a classificarem facções brasileiras como grupos terroristas. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A Prestação Social Única chama os que têm capacidade de trabalhar para "trabalho social". Miguel Teixeira Coelho, especialista em Segurança Social, pede que o governo não faça "bandeiras populistas”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (27): O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) esteve com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O registro ocorreu nesta noite desta terça-feira. Em coletiva após o encontro, Flávio afirmou ter solicitado à Trump que transformasse facções como o PCC e o CV. O encontro entre Flávio Bolsonaro e Donald Trump repercutiu em discursos, postagens e falas na Câmara dos Deputados e na e nas redes sociais. O presidente americano recepcionou Flávio no Salão Oval. O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) comentou o encontro entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente americano Donald Trump. Para Tarcísio o encontro é “natural” para um presidenciável. Tarcísio ainda afirmou que “vai pensar em eleições na campanha”. O presidente Lula (PT) defendeu a Proposta de Emenda à Constituição que prevê o fim da escala 6x1 durante a entrega de moradias populares em Manaus nesta terça-feira (26). Segundo Lula, “o povo vai trabalhar cinco dias e vai descansar dois”. As habitações populares entregues pelo governo federal contam com equipamentos culturais, como bibliotecas. O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf (Republicanos), faz campanha contra a PEC da escala 6x1 em Brasília. Skaf se encontrou com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União) e avalia que a mudança na jornada de trabalho prejudica a produtividade brasileira. Skaf afirmou que não quer considerar que o projeto ande, “do jeito que está porque seria ruim para o trabalhador”. O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL) foi alvo de dez mandados de busca e apreensão da Polícia Federal em sua residência na Barra da Tijuca nesta terça-feira (26). A ação da PF faz parte da oitava fase da Operação Compliance Zero e investiga o aporte de mais de R$ 3 bilhões da Rioprevidência no Banco Master. A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou um requerimento para convidar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para prestar esclarecimentos sobre o “Caso Master”. A comissão também convidou o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, com o objetivo de prestar esclarecimentos sobre o combate a organizações criminosas em território nacional. O Conselho Nacional de Justiça decidiu que tribunais de todo país terão que utilizar o Contracheque Único. A ideia é que todos os vencimentos estejam expostos em um único documento, evitando que rendas extras e “penduricalhos” passem despercebidos. A medida de proibir os penduricalhos foi tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino. O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, afirmou, durante um evento sobre a reforma tributária na Fiesp, que o mercado "teme o aumento da carga tributária" com o novo sistema. O magistrado destacou o período de transição em que o ICMS e o IBS funcionarão ao mesmo tempo, como consequência de uma transição gradual. A declaração ocorreu no fórum Aspectos Práticos e Suas Regulamentações. O ministro da Fazenda Dario Durigan afirmou em audiência de conciliação no Supremo Tribunal Federal que a solução da crise do Banco de Brasília (BRB) “deve passar por um empréstimo do governo do Distrito Federal com o Fundo Garantidor de Crédito e com garantia de fiança oferecida por um sindicato de bancos”. O Brasil é uma potência no setor de biocombustíveis, com potencial de liderar a transição energética no mundo. Entretanto, para investidores e figuras do mercado, a segurança jurídica é uma trava para o desenvolvimento desse potencial. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Agência especializada em aviação civil, Icao, pediu a países que cumpram protocolo de recomendações sanitárias com rigor para prevenir riscos; em países com surtos, triagem é feita em aeroportos.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (24): O pré-candidato à Presidência Renan Santos voltou a criticar a família Bolsonaro e afirmou que a direita errou ao apoiar o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ligado ao Movimento Brasil Livre e ao partido Missão, Renan defendeu a construção de uma nova alternativa política para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sem associação a escândalos. O pré-candidato também declarou que o Caso Master começou durante o governo Bolsonaro e afirmou considerar natural o envolvimento do senador Flávio Bolsonaro nas investigações relacionadas a Daniel Vorcaro. O Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou um novo lote de arquivos sobre supostos avistamentos de objetos voadores não identificados. Os documentos incluem relatos de pessoas que afirmaram ter visto esferas verdes, discos e bolas de fogo misteriosas. A divulgação faz parte de um processo iniciado nos anos 1970 para tornar públicos arquivos do governo americano sobre fenômenos aéreos não identificados. O primeiro pacote de documentos já havia sido liberado em maio, por determinação do presidente Donald Trump, junto com a criação do site oficial WAR.GOV/UFO para hospedar os registros sobre os chamados UAPs. Um tiroteio registrado próximo à Casa Branca deixou duas pessoas baleadas neste sábado (23), segundo informações do Serviço Secreto dos Estados Unidos. De acordo com as autoridades, o suspeito sacou uma arma de uma bolsa e começou a atirar na região da rua 17 com a Pennsylvania Avenue. Agentes reagiram aos disparos e atingiram o homem, identificado pela CBS News como Nasire Best, de 21 anos, que morreu após ser levado ao hospital. Um possível transeunte também foi atingido e encaminhado para atendimento médico. Segundo a emissora americana, o suspeito já era conhecido pelas autoridades e tinha histórico de problemas de saúde mental. O Governo de São Paulo promoveu um mutirão digital chamado “Baixaço” para incentivar o download do aplicativo SP Mulher Segura. A plataforma reúne diversas funcionalidades integradas voltadas ao combate à violência doméstica e à proteção das mulheres. A iniciativa busca ampliar o acesso da população às ferramentas de segurança e fortalecer os canais de apoio às vítimas no estado. Um possível acordo entre Irã e Estados Unidos prevê que o tráfego de navios no Estreito de Ormuz volte ao nível anterior à guerra dentro de 30 dias, segundo informações divulgadas pela agência iraniana Tasnim. O memorando de entendimento também prevê a suspensão completa do bloqueio naval no mesmo período e a liberação parcial de fundos iranianos congelados ainda na primeira fase das negociações. O possível acordo inclui o fim da guerra em diferentes frentes e a suspensão das sanções americanas sobre o petróleo iraniano durante o processo de negociação. Apesar disso, o Irã ainda não teria aceitado medidas relacionadas ao seu programa nuclear. Alberto Barros, analista político da Vox Brasil, concedeu entrevista ao Jornal da Manhã para comentar o cenário das pré-campanhas presidenciais, os resultados das pesquisas eleitorais e as perspectivas para as eleições de 2026. Durante a conversa, o analista também avaliou os possíveis impactos do escândalo envolvendo o Banco Master sobre diferentes candidatos e o ambiente político nacional. O Maio Amarelo é um movimento internacional de conscientização criado para reduzir sinistros e mortes no trânsito. Desenvolvida pelo Observatório Nacional de Segurança Viária, a campanha busca colocar a segurança viária em pauta na sociedade e incentivar a participação de motoristas, pedestres e ciclistas na prevenção de acidentes. A iniciativa promove ações educativas e debates sobre responsabilidade e comportamento no trânsito. A Câmara dos Deputados deve votar nesta semana a proposta de emenda à Constituição que prevê o fim da escala 6x1 e reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, mantendo os salários atuais e garantindo dois dias de folga por semana aos trabalhadores. Apesar do avanço da proposta, as negociações seguem em andamento e a tendência é que o texto final seja mais enxuto, deixando temas específicos para regulamentação posterior, como os regimes especiais de trabalho, incluindo escalas 12x36 e atividades embarcadas. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista o deputado federal Luiz Gastão. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No Braincast 634, Carlos Merigo, Cris Dias, Hiago Vinícius e Luiz Yassuda discutem o vibe coding, a nova febre da IA que promete permitir que qualquer pessoa crie aplicativos, dashboards, automações e protótipos apenas descrevendo o que quer. A conversa passa por Claude, Codex, Lovable, Replit, Bolt, Cursor, Manus, low-code, SaaSpocalipse, token maxing e a fantasia do “unicórnio de uma pessoa só”. Afinal, estamos diante de uma revolução criativa, em que mais gente pode transformar ideias em produtos, ou de uma fábrica de gambiarras em escala industrial? Também entram no papo os riscos de segurança, vazamento de dados, dependência das big techs, código ruim, Shadow IT, empresas tentando substituir times inteiros por IA e a importância de repertório, critério e bom gosto num mundo onde executar ficou mais fácil, mas saber o que pedir continua sendo o grande desafio. No Qual é a Boa, ainda tem Cinemático sobre Obsessão, jogos como Crimson Desert e The Last Caretaker, o Anti-Authoritarian Toolkit, IA em Curso, The Traitors e Momento Faustão. -- CONHEÇA OS CURSOS DA ESCOLA DE IA DA PUCPR https://posdigital.pucpr.br/areas/escola-de-ia?utm_source=podcast&utm_medium=braincast&utm_campaign=pucpr_externo_leads_ativacao-1_escola-ia&utm_content=audio_atributo_26-05-17 -- 04:17 PAUTA 05:37 O que é vibe coding 08:31 Origem e ferramentas 09:52 É programação mesmo 14:50 SaaSpocalipse e limites 19:59 Dilema do monstro 25:30 Token maxing e tralha 27:50 Low code e democratização 30:37 Agentes e checagem 34:10 Programadores e IA 34:52 Autocomplete e Vibe Code 38:52 Hype e corrida da IA 39:56 Segurança e dados 41:45 Automação pessoal útil 43:55 SaaS pequeno vs grande 46:07 Sites leves sem WordPress 49:57 Canva e custos ocultos 57:09 Dependência e mediação 59:45 Legado corporativo e suporte 01:02:57 Habilidades e formação 01:11:40 Bom gosto e repertório 01:12:46 Curiosidade como profissão 01:15:03 Educação e base teórica 01:18:00 A febre dos prompts 01:18:50 QUAL É A BOA 01:28:56 Toolkit anti autoritário 01:34:38 Cupom IA em Curso 01:35:24 Reality The Traitors 01:40:06 Momento Faustão -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios!
Debate da Super Manhã: A fiscalização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que entra em vigor na próxima terça-feira, 26 de maio, representa um avanço importante na forma como as empresas devem lidar com a saúde e a segurança no trabalho no Brasil. Ao equiparar os riscos psicossociais aos demais riscos ocupacionais, a norma reforça a necessidade de uma abordagem mais integrada, preventiva e voltada ao bem-estar dos trabalhadores. No debate desta quinta-feira (21), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com especialistas sobre a responsabilidade das empresas na promoção do bem-estar dos colaboradores, a importância do clima organizacional como investimento humano, a prevenção de riscos psicossociais no ambiente de trabalho e as novas medidas de proteção aos funcionários. Participam o advogado especialista em Direito do Trabalho, João Matheus do Monte; o engenheiro ambiental, especialista em Segurança do Trabalho e empresário na área da Segurança do Trabalho, Diego Oliveira; e o diretor institucional da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Recife), Paulo Monteiro.
Debate da Super Manhã: Os patinetes elétricos voltaram a ganhar espaço nas ruas do Recife como alternativa rápida para pequenos deslocamentos urbanos. Esses veículos de micromobilidade passaram a fazer parte da rotina de estudantes, trabalhadores e turistas. Apesar da praticidade e do apelo sustentável, o uso dos patinetes também trouxe preocupações relacionadas à segurança dos usuários. No debate desta sexta-feira (22), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre as regras de circulação e fiscalização dos patinetes elétricos, a infraestrutura urbana da capital pernambucana, além da educação e da conscientização para o uso desse novo modal de transporte. Participam o presidente do Conselho Estadual de Trânsito de Pernambuco (CETRAN-PE), Walker Barbosa, o diretor-geral do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (DETRAN-PE), Bruno Santos, e o presidente da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) em Pernambuco, Dr. Fhilipe Xavier.