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No 3 em 1 desta quarta-feira (30), o destaque foi que a Polícia Federal decidiu abrir um inquérito para investigar os ataques registrados contra imagens religiosas. A apuração foi instaurada após solicitação do ministro Flávio Dino, que citou episódios de violência e vandalismo ocorridos em sete estados. A investigação busca identificar os responsáveis pelos atos enquadrados como intolerância religiosa. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisa a remoção de publicações nas redes sociais relacionadas a Nossa Senhora Aparecida. No julgamento da matéria, o ministro André Mendonça votou a favor de manter os conteúdos fora do ar. A decisão integra o conjunto de deliberações da Corte sobre limites e moderação de publicações no ambiente digital. Reportagem: Bruno Pinheiro. O evento Maximídia promove debates sobre os novos rumos do marketing e do mercado de comunicação, reunindo executivos e profissionais do setor. Durante a cobertura do encontro de lideranças, o repórter Daniel Lian conversou com Manu Carvalho e Fernando Rocha, que estão no stand especial da Jovem Pan. Reportagem: Daniel Lian. O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) monitora o julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a remoção de publicações referentes a Nossa Senhora Aparecida, antes de sua participação no debate eleitoral da TV Globo. A votação na Corte está temporariamente em 3 a 0, após os ministros Dias Toffoli e Nunes Marques acompanharem o voto de André Mendonça para manter os conteúdos fora do ar. Restam os votos de outros quatro ministros para a conclusão da análise. Reportagem: Karine Hillary. A campanha do presidente Lula (PT) confirmou que o candidato à reeleição não participará do debate presidencial promovido pela TV Globo nesta quinta-feira (1º). A decisão mantém a estratégia adotada pelo candidato durante os encontros televisivos do primeiro turno. Uma nova pesquisa do Meio/Ideia mostra um cenário de empate técnico entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro e no segundo turno da eleição presidencial. Na simulação de primeiro turno, o petista registra 39,4% das intenções de voto, enquanto o parlamentar soma 38,4%. Em uma eventual segunda etapa, Lula pontua 48,5% contra 48% de Flávio. O levantamento também indica que, em um segundo turno, o atual presidente herda alguns votos do candidato Augusto Cury. A Justiça cobrou do governo federal a apresentação de dados detalhados sobre os custos e atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) relacionados a pessoas afetadas pela dependência em apostas eletrônicas. O advogado José Frederico Manssur analisa os desdobramentos jurídicos da determinação. O presidente Lula (PT) afirmou ter dito ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para não intervir no processo eleitoral brasileiro de 2026. Apesar do alerta sobre a não interferência externa, o petista destacou que mantém uma relação de respeito mútuo com o líder americano. Reportagem: Matheus Dias. O ex-banqueiro Daniel Vorcaro prestou depoimento à Polícia Federal no âmbito das investigações do Caso Master. Durante a oitiva, o fundador da instituição financeira negou ter ordenado atos de violência ou contratado o grupo conhecido como “A Turma” para intimidar pessoas vistas como adversárias. Reportagem: Karine Hillary. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O maior megaprocesso da justiça portuguesa pode ficar concluído em 2027. O julgamento acelerou e há avisos de multa para quem o tentar atrasar. Uma conversa com o jornalista Luís Rosa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (30): O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu não pautar para a sessão desta quarta-feira (30) o julgamento sobre as decisões envolvendo postagens de Nossa Senhora Aparecida durante as eleições. A sessão será dedicada ao julgamento de processos que já estavam previamente agendados, como a validade da cobrança de valores diferenciados nas mensalidades de planos de saúde para idosos. Até o momento, não há data prevista para a análise dos processos que envolvem as postagens sobre Nossa Senhora Aparecida. Reportagem: Bruno Pinheiro. O plenário virtual do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai analisar nesta quarta-feira (30) a decisão do ministro André Mendonça que removeu as publicações que associavam o candidato Flávio Bolsonaro (PL) a um suposto movimento de retirada de Nossa Senhora Aparecida do posto de padroeira do Brasil. A análise está prevista para começar às 10h e vai até às 23h59 desta quarta. Na segunda-feira (28), o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a decisão do ministro Flávio Dino que havia derrubado a ordem do ministro Mendonça. Reportagem: Matheus Dias. Renan Santos, candidato à Presidência pelo Missão, criticou a TV Globo após ser excluído dos debates eleitorais da emissora. O candidato classificou a decisão como “antidemocrática” e afirmou que está em terceiro lugar nas pesquisas. Renan também acusou a emissora de favorecer Flávio Bolsonaro e chamou a postura da Globo de “suja” e “canalha”. Reportagem: Luísa Câmara. Edson Fachin, presidente do STF e do CNJ, informou nesta terça-feira (29) que encaminhará à Corregedoria Nacional de Justiça uma proposta para ampliar a fiscalização de precatórios. A medida prevê avaliar correições extraordinárias em varas e Tribunais Regionais Federais, com atenção a créditos do setor sucroalcooleiro e ações envolvendo a Tabela SUS. Fachin também anunciou que o CNJ consultará tribunais sobre precatórios expedidos antes do trânsito em julgado. Reportagem: Marco Viana. O partido Solidariedade apresentou uma petição ao ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino na qual pede o afastamento dos ministros Kassio Nunes Marques, André Mendonça e Estela Aranha da condição de juízes auxiliares da propaganda eleitoral no Tribunal Superior Eleitoral. A petição é assinada pelo deputado federal Paulinho da Força, presidente do diretório nacional do partido. Reportagem: Marco Viana. O ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o pai, Henrique Vorcaro, devem prestar depoimento nesta quarta-feira (30) à Polícia Federal. Os dois deverão ser questionados sobre “A Turma” e “Os Meninos”, grupos investigados por intimidação armada e ataques digitais coordenados para atingir adversários e jornalistas. Reportagem: Beatriz Souza. O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou um recurso de Danielle da Nóbrega, ex-assessora de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), contra a quebra de seus sigilos bancário e fiscal no caso da “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A decisão foi proferida nesta terça-feira (29). Reportagem: Beatriz Souza. Nesta terça-feira (29), a Suprema Corte dos Estados Unidos permitiu que o governo do presidente Donald Trump retomasse a deportação de migrantes para países que não os seus de origem, sem oferecer-lhes a oportunidade de demonstrar os riscos que poderiam enfrentar. A decisão fortalece um mecanismo utilizado pelo governo para expulsões rápidas como parte de sua política de endurecimento contra a imigração. A Corte também aceitou analisar o caso, com julgamento previsto para dezembro. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O maior megaprocesso da justiça portuguesa pode ficar concluído em 2027. O julgamento acelerou e há avisos de multa para quem o tentar atrasar. Uma conversa com o jornalista Luís Rosa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O governo (que recusa as reparações históricas), a ministra da Justiça (que pode acelerar os julgamentos) e a Ordem dos Advogados (que não aplica uma lei) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Já está no ar o novo episódio do podcast Rádio Decidendi, que aborda o Tema 1.167 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), julgado sob o rito dos recursos repetitivos pela Terceira Seção. O precedente definiu a interpretação do artigo 16 da Lei Maria da Penha, estabelecendo que a audiência prevista na norma tem como objetivo confirmar uma eventual retratação da vítima, e não validar a representação já apresentada contra o agressor. O STJ também fixou que essa audiência não pode ser marcada de ofício pelo juiz, sendo necessária apenas quando houver manifestação da vítima sobre o desejo de se retratar antes do recebimento da denúncia.Em entrevista ao jornalista Thiago Gomide, o promotor de justiça do Ministério Público do Estado de Minas Gerais Alderico de Carvalho Junior explica os fundamentos do Tema 1.167, a interpretação do artigo 16 da Lei Maria da Penha, os limites da atuação judicial, os reflexos da decisão para vítimas, Ministério Público e magistrados, além da importância desse precedente qualificado para a uniformização da jurisprudência nacional.Podcast O podcast pode ser conferido na programação da Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília) às segundas-feiras, às 21h30; e aos sábados e domingos, às 8h30. O novo episódio já está disponível no Spotify e nas principais plataformas de áudio.
Ouça o boletim informativo do Superior Tribunal de Justiça. Apresentação: Thiago Gomide.
Mensagens com conteúdos antisemitas atribuídas a Jordan Bardella, actual presidente do Rassemblement National, voltam a colocar o partido francês de extrema-direita sob pressão. A sete meses das eleições presidenciais, analisamos o impacto destas revelações e o desafio que representam para a estratégia de normalização do partido. Falamos das recentes revelações do jornal de investigação Mediapart, que publicou mensagens com conteúdos antissemitas, escritas em 2013 por Jordan Bardella, actual presidente do partido francês de extrema-direita Rassemblement National (RN). Recorde-se que o Rassemblement National, antigo Front National, foi criado por um antigo membro da Waffen-SS, o braço militar da organização nazi alemã, e contou também, entre os seus primeiros membros, com antigos elementos das milícias colaboracionistas de Pétain, conhecidas, nomeadamente, pelos actos de tortura cometidos na Argélia, então colónia francesa. Nos últimos anos, no entanto, o partido tem trabalhado na transformação da sua imagem, procurando normalizar as suas propostas, sobretudo desde que Marine Le Pen sucedeu ao pai, Jean-Marie Le Pen. Esta estratégia permitiu ao partido consolidar a sua presença no cenário político francês e tornar-se uma das principais forças de oposição. Agora, com estas revelações, o RN vê-se novamente confrontado com o seu passado. As recentes revelações colocam Jordan Bardella no centro da polémica. O actual presidente do partido, que poderá ser primeiro-ministro caso Marine Le Pen seja eleita em 2027, rejeita as acusações de racismo e antissemitismo. Falamos com Eric Monteiro, especialista em relações internacionais na Universidade de La Rochelle, em França. Serão estas revelações suficientes para ter um impacto no Rassemblement National, a sete meses das eleições? Até que ponto poderão pesar na campanha eleitoral? Se analisarmos a questão, apercebemo-nos de que, a sete meses das eleicções presidenciais, as sondagens dão Marine Le Pen sempre na liderança do primeiro turno. Em caso de segundo turno entre ela e a maior parte dos candidatos, ela é completamente vencedora, e de maneira incontestável, apesar de ter sido condenada pela Justiça. Portanto, ainda é muito cedo para se saber se estas revelações podem impactar a campanha do rassemblement National. Bardella contesta as afirmações segundo as quais teve estas conversas anti-semitas quando ele tinha 17 ou 18 anos, já era membro do partido. É cedo de mais, pelo menos para saber que impacto verdadeiro isso vai ter nas sondagens. E a sete meses das eleições muita coisa pode acontecer. Não se esqueça que a própria Marine Le Pen ainda está à espera de uma decisão da última instância sobre a sua condenação definitiva ou não. Ou seja, se ela for definitivamente confirmada como condenada por desvio de fundos públicos do Parlamento Europeu da ordem de 4 milhões de euros... Isso quer dizer que teremos potencialmente uma candidata a usar pulseira electrónica. Dá impressão que, efectivamente, a situação geopolítica mundial, os problemas que tocam os franceses no quotidiano, como o preço da gasolina, são as preocupações principais e que o resto pouco importa. Mas aqui são revelações graves. A lei francesa é muito clara quanto a isso. Há liberdade de expressão, mas nos limites da lei. Recordamos que racismo e antisemitismo não são opiniões, são crime. A seu ver, o que é mais preocupante nestas revelações? O que é grave é a tentativa de normalizar a imagem do partido, desde a sua mudança de nome. Como referiu, o partido foi fundado por antigos colaboracionistas do regime nazi durante a Segunda Guerra Mundial. O fundador do partido, Jean-Marie Le Pen sempre foi acusado de ter exercido tortura durante a Guerra da Independência da Argélia. A sua filha, Marine Le Pen, fez tudo para justamente fazer esquecer todas as frases ditas pelo pai e que eram claramente antisemitas. Mudou o nome do partido e inclusive excluiu o pai do partido. Portanto, teoricamente, era uma página que estava virada na história do novo partido de extrema direita. Para eles, na direcção do partido, deve estar a ser muito difícil ver que afinal, foram anos e anos de preparação para dar uma credibilidade ao partido. E agora, temos o jovem líder do partido, Jordan Bardella, que nasceu depois disto tudo, que representa uma nova geração, e finalmente, estas revelações vêm mostrar que mesmo ele compartilha os mesmos conteúdos antisemitas e racistas. Como explicar que um ministro israelita - o ministro israelita responsável pela luta contra o antisemitismo - tenha manifestado o seu apoio a Jordan Bardella, depois destas acusações? Não nos esqueçamos que o governo actual no poder em Israel é uma coligação de partidos de direita com membros da extrema direita de Israel que têm atitudes nas zonas ocupadas na Cisjordânia e em Gaza, que são muito contestadas pela comunidade internacional, inclusive pela ONU. Portanto, acaba por ser um partido de extrema direita em Israel, que vem defender a extrema direita na França. O Presidente francês Emmanuel Macron, pediu ao Rassemblement National que "clarifique" a sua posição e alegou que as acusações são "muito graves". Qual deve ser o papel de um chefe de Estado cessante nesta situação? O Chefe de Estado é garante das instituições e da constituição da lei suprema, e é o chefe das Forças Armadas. O papel do chefe de Estado é de garantir que as leis sejam aplicadas. Portanto, o facto que ele lembre que esta situação deve ser clarificada parece-me saudável. Independentemente das escolhas políticas que ele possa ter tido durante os dois mandatos, é normal que peça esclarecimentos sobre a situação. As acusações são suficientemente graves. Se forem verdadeiras, elas caem mesmo no âmbito do Código Penal. Portanto, tem que haver uma clarificação. Que impacto real isto vai ter? Passam 80 anos desde a Segunda Guerra Mundial e [o holocausto] e, com tudo que a França sofreu, parece-me impossível que não tenha impacto no eleitorado. Realmente, a memória política é curta.
A Gazeta e a CBN Vitória realizaram a sequência de sabatinas com candidatos ao Senado entre os dias 14 e 18 de setembro. Participaram na ocasião os candidatos que alcançaram 5% ou mais na última pesquisa de intenção de voto estimulado da Quaest antes do início da rodada. Para todos os candidatos foi usada a totalização dos votos.Nessa conta, o candidato Marcos do Val estava na sétima colocação, com 4 pontos percentuais. Por isso havia ficado de fora da sabatina. O candidato, no entanto, discordou do corte que foi realizado e reivindicou na Justiça o direito de participar considerando que, como há dois votos para o senado, em um dos votos ele alcançou pelo menos 5%. A Justiça concordou com o argumento do candidato, e por isso ele será o entrevistado de hoje, atendendo a uma determinação do Tribunal Regional Eleitoral. PerfilMarcos Ribeiro do Val é natural de Vitória, nasceu no dia 15 de junho de 1971, portanto tem 55 anos, é empresário, instrutor, consultor, palestrante, filiado e presidente do partido Avante no Espírito Santo. Se elegeu senador da República nas eleições de 2018, pelo Espírito Santo, com mais de 860 mil votos. Desenvolveu sua trajetória com atuação voltada para a área de segurança pública tanto na carreira empresarial quanto na carreira política.
Na segunda edição deste boletim você confere:- Premiê do Reino Unido diz que retorno para União Europeia é uma possibilidade; - Estados Unidos passam a exigir redes sociais abertas para jornalistas que pedirem o visto; - Justiça manda Discord reforçar proteção de menores sob pena de multa diária. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Fábio Barreto e Beatriz Martins, do curso de Jornalismo.Escute agora!
A Guiné-Bissau assinalou recentemente os 53 anos da proclamação unilateral da independência, em 24 de Setembro de 1973. Um momento que marcou a afirmação do país como Estado soberano perante a comunidade internacional. Mais de cinco décadas depois, o activista do movimento político Firkidja de Púbis, Yussef, considera que o país vive actualmente sob "uma ditadura militar" e defende "a mobilização dos guineenses para lutar contra o actual regime". Passados 53 anos da proclamação unilateral da independência, como caracteriza o actual momento político da Guiné-Bissau? Em 2026, a Guiné-Bissau vive uma ditadura militar. Nós temos as Forças Armadas da Guiné-Bissau, diria eu, mais as milícias que foram criadas pelo senhor Sissoco Embaló, que assumiram o controlo do Estado. Toda a estrutura do senhor Umaro Sissoco Embaló , seja militar, seja política, está neste momento no controlo do Estado da Guiné-Bissau. O objectivo é manter o povo da Guiné-Bissau num colete-de-forças, tendo como finalidade «pacificar» o país. Mas pacificar não no sentido de criar condições para o progresso, mas pacificar um pouco à laia do que os portugueses fizeram durante as primeiras décadas do século XX: pacificar para explorar, pacificar para oprimir. Umaro Sissoco Embaló anunciou que vai regressar ao país e que se vai candidatar às eleições presidenciais, que terão lugar no dia 6 de Dezembro. O antigo Presidente da Guiné-Bissau, que foi afastado do poder há quase um ano, na sequência de um golpe de Estado militar, assim o descreveu na altura. Ele tem condições para regressar ao país? Quem é que assegura esse regresso e quem são os aliados? É preciso ser rigoroso nos termos. Na Guiné-Bissau, em Novembro de 2025, não houve um golpe de Estado. Na verdade, houve um golpe de Estado contra a soberania popular. O que aconteceu foi um conluio entre o senhor Sissoco Embaló que se viu derrotado nas eleições presidenciais, e a entourage militar que sempre o apoiou. As milícias do Estado, encabeçadas pelo senhor Horta N'Tam e pelo senhor Tomás Djassi tomaram a si, perante a necessidade de dar um passo atrás, a teatralidade de mostrar à comunidade internacional que teria havido um golpe de Estado, para que os militares assumissem o poder e, durante este período de transição, modificassem a Constituição para que fosse ao encontro dos desejos do senhor Umaro Sissoco Embaló e das forças económicas nacionais e internacionais que o apoiam. Criou-se todo um teatro na Guiné-Bissau. E o senhor Embaló volta no sentido em que as condições objectivas foram garantidas para o seu regresso. Estamos a falar da modificação da Constituição e do novo simulacro de eleições que irá acontecer em Dezembro. Sissoco Embaló pode contar com o apoio do primeiro-ministro, Ilídio Vieira. e do general Horta N'Tam, Presidente de Transição da Guiné-Bissau? O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Ilídio Vieira, criou também um partido político, o Partido Popular Guineense. A criação deste partido pode mostrar uma ambição de também se apresentar às presidenciais? Eventualmente, sim. Não consigo dizer com toda a propriedade, porque não tenho as informações. Eu não faço parte da entourage do senhor Ilídio Vieira Té, até porque não conheço as suas intenções. Mas, repare: entre estes indivíduos, o que os motiva, na verdade, nem é propriamente um projecto de sociedade, uma ideologia ou, melhor dizendo, aquilo que os une é a ambição pessoal e a apropriação das riquezas da Guiné-Bissau. Então, é possível que, tendo em conta esta falta de unidade política e ideológica, esta falta de unidade ética ou moral, possa haver divergências no seu seio. Hoje pode-se acreditar que é o senhor Sissoco Embaló que está na dianteira; amanhã, por ambições, pode ser o senhor Ilídio Vieira Té; num outro dia, pode ser o senhor Tomás Djassi, no outro dia, também pode ser o senhor Horta N'Tam que acredita que, tendo em conta um conjunto de variáveis, tem mais condições para continuar no poder do que o senhor Sissoco Embaló na Guiné-Bissau. No país, há um grupo que quer o progresso, que quer realmente ir ao encontro do Programa Maior, que foi redigido durante a luta de libertação: desenvolvimento, saúde, educação, infra-estruturas, desenvolvimento do nosso potencial enquanto povo. E depois existe um outro grupo, do qual fazem parte, não obstante eventuais contradições que possam existir entre eles, o senhor Sissoco Embaló, o senhor Tomás Djassi, o senhor Horta N'Tam e até o senhor Nuno Nabian Quem é que lidera o grupo que quer o desenvolvimento do país? Aconteceram eleições em Novembro de 2025. A comunidade internacional sabe quem ganhou as eleições. Eles expressaram que o que aconteceu na Guiné-Bissau foi um falso golpe de Estado na sequência daquelas eleições. O povo da Guiné-Bissau escolheu um candidato como seu representante, independentemente das divergências que possam existir com esse mesmo candidato a nível de projecto de sociedade. O povo da Guiné-Bissau deve ser soberano. Aquilo pelo qual se deve lutar é pelo respeito pela decisão popular do povo da Guiné-Bissau neste momento da sua história política. E é a partir daí que nós devemos começar a luta política. Enquanto não existir esse respeito pela soberania do voto, pela soberania da decisão popular, eu creio que nós estamos, ao fim e ao cabo, perante uma grande fábula. O líder da oposição da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, actualmente em Lisboa, considerou o anúncio do regresso de Sissoco Embaló “chocante” e motivo de “inquietação”, questionando se existem garantias de igualdade e de segurança para todos os participantes no processo eleitoral. O senhor considera que essas garantias são para todos? Evidentemente que não. Criou-se na Guiné-Bissau, de uma forma explícita, uma situação de excepção, em que existe esta ideia de que o Estado são estes senhores. Não existe lei na Guiné-Bissau neste momento. A Constituição que foi aprovada, na verdade, é um mero papel, porque não existe qualquer legitimidade. O referendo que aconteceu recentemente não pode ser chamado referendo. Aquilo é um simulacro, porque não existiam pré-requisitos. Ou seja, nós estamos numa situação de excepção. Não existe actividade política na Guiné-Bissau. Ou, pelo menos, a oposição não pode exercer qualquer actividade política. Como é que vamos falar seriamente de eleições, de referendo, de reconciliação, se não existem essas prerrogativas mínimas de um debate político na Guiné-Bissau? Mas a oposição será capaz de se unir para estas eleições? Domingos Simões Pereira pode contar com o apoio de quem? Onde é que se vai posicionar Fernando Dias? Não lhe consigo dizer de forma cabal. Eu creio que o fundamental é encarar a situação de frente. Isto é: existe, neste momento, um poder militar na Guiné-Bissau. Um poder bélico. Estão fortemente armados e colocaram um colete-de-forças no povo da Guiné-Bissau. Colocaram o povo da Guiné-Bissau numa grande prisão a céu aberto. E, perante esta situação concreta, objectiva, é preciso que a oposição se organize para lutar de forma consequente contra esta situação. Não me parece que a retórica possa resolver este conflito, tão-pouco. Penso que as eleições, tendo em conta o contexto que existe na Guiné-Bissau, não poderão resolver este conflito. Quais são as garantias de credibilidade e transparência do acto eleitoral, quando a Comissão Nacional de Eleições é constituída, na maioria, por membros do Conselho Nacional de Transição? O Supremo Tribunal de Justiça da Guiné-Bissau é um órgão que está ao serviço do regime. A Comissão Nacional de Eleições, idem, aspas. Os militares têm armas e não só assassinam activistas na Guiné-Bissau, como, por exemplo, o nosso irmão e camarada Vigário Balanta, como aprisionam líderes da oposição, como, por exemplo, aconteceu com o senhor Domingos Simões Pereira. Apropriam-se das sedes dos partidos políticos da oposição, não permitem que os sindicatos exerçam a sua tarefa e não permitem qualquer liberdade de expressão no país. Perante estas condições, podemos falar de eleições livres, democráticas e transparentes? Obviamente que não. Aquilo de que, na minha óptica, a oposição tem de se consciencializar é que, perante esta força, somente uma força social maior pode colocar em causa o estado de coisas.Isso implica, forçosamente, não obstante as dificuldades, a organização popular, a mobilização popular e, ao mesmo tempo, convocar solidariedades internacionais para lutar, de facto, contra este regime.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (29):O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu, no final da noite de segunda-feira (28), a decisão do ministro Flávio Dino que derrubava a determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a ordem de remoção das publicações com a falsa informação de que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pretende retirar de Nossa Senhora de Aparecida o título de padroeira do Brasil caso seja eleito. Fux também determinou o restabelecimento das publicações que haviam sido retiradas com base na decisão de Dino e estabeleceu prazo de 24 horas para que X, Meta, TikTok e Google cumpram a nova decisão. O presidente do Solidariedade e deputado federal Paulinho da Força (SP) pediu ao ministro Flávio Dino, do STF, o afastamento dos ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça, presidente e vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O parlamentar questiona atuação na fiscalização de propaganda no TSE. Durante comício em Belém-PA na noite desta segunda-feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que Nossa Senhora Aparecida não será “avacalhada por ninguém”. O assunto ganhou repercussão após um debate sobre um projeto de lei arquivado há quase 20 anos que tinha o objetivo de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. Lula ainda atacou a Igreja Batista da Lagoinha, o chamando de “mentirosa”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não deve comparecer ao último debate presidencial antes do primeiro turno das eleições de 2026, promovido pela TV Globo nesta quinta-feira (1º). A ausência do chefe do Executivo é orientada por petistas, que querem evitar confronto e criticam o modelo de debate. Durante o programa Os Pingos nos Is, a bancada debateu se o não comparecimento ao evento televisivo prejudica a imagem do presidente na reta final da disputa eleitoral. O Partido Liberal (PL) teme que o candidato à Presidência da legenda, Flávio Bolsonaro, se desgaste em um debate sem Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O encontro está agendado para esta quinta-feira (29), na TV Globo. O receio de dirigentes do partido é que Flávio seja um alvo isolado no confronto. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou a presença de Romeu Zema (Novo), candidato à Presidência da República, em debate dos presidenciáveis marcado para esta quinta-feira (1º) na TV Globo. A decisão atende a um pedido do Diretório Nacional do partido. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizou uma chamada telefônica em tempo real para o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), no meio de uma cerimônia oficial de sanção de lei no Estado do Pará. O ex-banqueiro Daniel Vorcaro solicitou à Justiça Eleitoral autorização para votar nas eleições de 2026 e tem título de eleitor transferido para a Papuda, onde se encontra preso. Vorcaro está preso preventivamente e poderá votar nas eleições. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
O ministro Luiz Fux suspendeu a decisão de Flávio Dino que havia derrubado a ordem de André Mendonça no TSE sobre publicações envolvendo Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida.No Meio-Dia em Brasília, o professor de Direito Constitucional Rubens Beçak explica o uso do artigo 580 do CPP em reclamação constitucional, a invasão de competência da Justiça Eleitoral e o risco de politização do STF às vésperas das eleições 2026.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Spotify #ApplePodcasts #AmazonMusic #TuneInRádio #PolíticaBrasileira #BastidoresDoPoder #economia #jornalismo #noticias #politica #STF #Fux #FlávioDino #TSE #Eleições2026
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (29): O ministro Luiz Fux, do STF, suspendeu nesta segunda-feira (28) a decisão de Flávio Dino que havia derrubado uma ordem de André Mendonça, do TSE, para remover publicações que associavam Flávio Bolsonaro à retirada de Nossa Senhora Aparecida do posto de padroeira do Brasil. Fux restabeleceu, até análise do plenário do STF, a determinação para retirar as postagens, incluindo uma publicação do humorista Antonio Tabet. Dino havia liberado os conteúdos sob o argumento de proteção à liberdade de expressão. Reportagem: Paulo Édson Fiore. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, reclamou ao presidente do STF, Edson Fachin, de “indevida sobreposição de competência” da Suprema Corte sobre a Justiça Eleitoral. Nunes Marques afirmou que episódios desse tipo impactam a condução das eleições e citou risco de “captura institucional” e “erosão democrática”. A manifestação ocorreu após Flávio Dino restabelecer, no domingo (27), uma publicação do humorista Antonio Tabet sobre Nossa Senhora Aparecida, suspensa anteriormente por decisão de André Mendonça no TSE. Reportagem: Karine Hillary. Quem é obrigado a votar no Brasil? A legislação estabelece regras diferentes conforme a idade e a condição de alfabetização. No Brasil, o voto é obrigatório para brasileiros alfabetizados maiores de 18 e menores de 70 anos. Para pessoas analfabetas, jovens de 16 e 17 anos e maiores de 70 anos, o voto é facultativo. Nas Eleições 2026, o primeiro turno será realizado em 4 de outubro e, caso haja segundo turno, a votação ocorrerá em 25 de outubro. Reportagem: Danúbia Braga. A pesquisa Quaest desta segunda-feira (28) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) empatam com 42%, cada um, em um possível segundo turno das eleições presidenciais. Brancos, nulos e não vão votar somam 13%, enquanto indecisos representam 3% dos eleitores entrevistados. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta segunda-feira (28) que “ninguém vai avacalhar com Nossa Senhora Aparecida” enquanto ele for presidente da República. Flávio participou de um podcast católico e comparou a fake news com a facada sofrida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro na campanha de 2018, em Juiz de Fora (MG). O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) repudiou o uso político e eleitoral da figura de Nossa Senhora Aparecida e defendeu que as disputas eleitorais devem respeitar todas as crenças, mantendo-se afastadas do campo da fé. A partir desta terça-feira (29), eleitores não podem ser presos ou detidos, salvo nas três situações previstas no Código Eleitoral. A regra começa a valer cinco dias antes do primeiro turno das eleições, marcado para domingo (04). A restrição vai até 6 de outubro, 48 horas após o encerramento da votação. Nesse período, a prisão é permitida em caso de flagrante delito, em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto. Reportagem: Danúbia Braga. Flávio Bolsonaro (PL) tem 47,7% das intenções de voto e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 47,6%, em um eventual segundo turno das eleições presidenciais, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (29). Os dois estão empatados dentro da margem de erro de um ponto percentual. Brancos, nulos e entrevistados que não souberam responder somam 4,6%. Considerando apenas os votos válidos, o levantamento aponta 50% para Lula e 50% para Flávio Bolsonaro. Levantamento da AtlasIntel divulgado nesta terça-feira (29.set.2026) mostra que Tarcísio de Freitas (Republicanos) venceria a disputa pelo governo de São Paulo no 1º turno, se a eleição fosse hoje. O atual governador tem 53,3% das intenções de voto contra 40,1% de Fernando Haddad (PT). Outros candidatos somam 1,8%, enquanto 3,1% dos entrevistados disseram votar em branco ou nulo e 1,7% não soube responder. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta terça-feira (29): O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), suspendeu nesta segunda-feira (28) todos os efeitos da decisão em que o ministro Flávio Dino derrubou uma ordem do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra publicações que atribuíam ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro a intenção de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Com a decisão, voltam a valer as determinações do TSE, com as ressalvas que elas já continham. As plataformas X, Facebook, ByteDance e Google têm 24 horas para restabelecer o cumprimento das ordens da Justiça Eleitoral e devem deixar de executar a decisão de Dino. Se descumprirem, podem receber multa por ato atentatório à dignidade da Justiça e responder por crime de desobediência. O ministro Luiz Edson Fachin abriu a sessão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) desta terça-feira (29), cumprimentando os conselheiros pelo apoio em seu primeiro ano à frente da Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ. A controvérsia em torno do post do humorista Antonio Tabet, que atribui ao candidato Flávio Bolsonaro a intenção de retirar o título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida, transformou-se em uma verdadeira batalha jurídica dentro do Supremo Tribunal Federal. Com ministros concedendo liminares e outros derrubando decisões anteriores sobre a permanência dos conteúdos nas redes sociais, a Corte expõe uma divisão profunda sobre os limites da liberdade de expressão em ano eleitoral. Desde o início da campanha eleitoral deste ano, o Tribunal Superior Eleitoral recebeu mais de 51,4 mil denúncias de propaganda irregular em seu aplicativo Pardal, feito justamente para receber esse tipo de denúncia. Os estados de São Paulo, Bahia e Minas Gerais concentram o maior número de ocorrências. O comentarista de cinema da Jovem Pan, Josias Teófilo, foi tema de uma entrevista na Folha de São Paulo sobre a ascensão da nova direita. Na publicação, Josias deu a declaração de que a nova direita surgiu pois “ninguém aguentava mais o Caetano Veloso”. O governo dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (28) restrições de vistos contra 27 autoridades, ex-autoridades e outros indivíduos da América Latina, além de familiares imediatos, em uma nova ofensiva contra pessoas acusadas por Washington de envolvimento com corrupção, narcotráfico e ações que ameaçam instituições democráticas na região. A medida foi anunciada pelo Departamento de Estado, comandado pelo secretário Marco Rubio, e alcança pessoas da Bolívia, Colômbia, Equador e Peru. Nenhum brasileiro aparece na relação. A apuração da coluna, no entanto, indica que outros nomes do Brasil também estão sendo analisados em Washington para possíveis novas medidas. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Jelres nasceu com AME, uma doença rara e degenerativa, e passou a infância sob forte proteção dos pais, que já haviam perdido dois filhos para a mesma condição. Mesmo com limitações físicas e dificuldades de acessibilidade, insistiu para estudar, fez amigos, concluiu o ensino médio e enfrentou longos trajetos de cadeira de rodas para continuar sua formação. Inspirado pelo desejo de trabalhar na área da Justiça, ingressou em Direito com bolsa de 100%, conquistou o diploma com honras e passou na OAB de primeira, superando diversas barreiras ao longo da trajetória. Durante a faculdade, começou a lutar pelo acesso ao tratamento da AME e, após anos de mobilização, ajudou a viabilizar a incorporação do primeiro tratamento para a doença ao SUS. Hoje, atua como advogado na área de Direito da Saúde, ajudando pessoas com deficiência, doenças raras e pacientes que precisam garantir seus direitos, além de ter escrito o livro “Se Enxerga”, inspirado na frase que marcou sua infância e que passou a representar não apenas suas limitações, mas também seus sonhos, conquistas e tudo aquilo que é capaz de realizar.
O colegiado terá 15 representantes de órgãos e entidades federais e vai coordenar ações de prevenção, fiscalização e repressão às apostas e à publicidade ilegais.Sonoras:
Confira na edição do Jornal da Record desta segunda-feira (28): Governo federal entra na Justiça para cobrar das bets o prejuízo do vício em jogo. Dois ônibus escolares são sequestrados e viram barricadas do tráfico no RJ. Número de mulheres motociclistas acelera e já passa dos 10 milhões. EUA e China baixam tarifas e facilitam comércio de produtos como brinquedos e alimentos. Voto de eleitor com mais de 70 anos vale como prova de vida do INSS. Passa de 100 o número de mortos em tempestades no Nepal e na Índia. E você vai conhecer o submarino brasileiro capaz de ficar mais de dois meses debaixo d'água.
Fux suspende decisão de Dino e retoma determinação de Mendonça sobre posts de Nossa Senhora Aparecida. Eleições 2026: Debates da Globo e afiliadas reúnem candidatos a governador dos 26 estados e do Distrito Federal; veja como assistir. Governo vai à Justiça contra 17 bets e pede R$ 1 bilhão de indenização por danos morais coletivos por vício de apostadores. No Brasil, jovens entram no ensino médio, mas 1 em cada 5 não conclui a etapa. Excesso de peso ultrapassa pressão alta e vira o principal fator de risco à saúde do brasileiro.
Este episódio do Podcast 15 Minutos analisa a decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, que revogou uma determinação do ministro Flávio Dino relacionada à atribuição da Justiça Eleitoral.
Advogado Rogério Alves e Luís Rosa analisam a acusação do Ministério Público deduzida contra o ex-secretário de Estado Lacerda Sales, Nuno Rebelo de Sousa e a mãe das gémeas luso-brasileiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Luís Rosa e Paulo Saragoça da Matta analisam no “Duelo” a aplicação de multas aos arguidos que estão a promover manobras dilatórias. Advogados contestam, juízes dizem que estão a aplicar a lei.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma iniciativa da Justiça Eleitoral e da Polícia Civil de Santa Catarina permite que mulheres vítimas de violência votem em uma sessão diferente para não se expor a seus agressores. A medida garante o direito de voto durante as eleições. A jornalista Raíssa Abreu entrevistou Carlos Gerber, Coordenador de Gestão do Cadastro Eleitoral do TRE de SC sobre o processo. Acompanhe.
O MP no Rádio desta semana trata dos direitos e deveres de eleitores e candidatos no período eleitoral, especialmente no dia da votação. O assessor jurídico da Coordenadoria das Promotorias de Justiça Eleitorais do Ministério Público do Paraná, Guilherme França e Silva, explica, entre outros temas, as regras sobre a proibição de prisões nesses dias, o veto ao uso de celular na cabine, a possibilidade de votar com um acompanhante, como o eleitor deve se comportar na seção eleitoral, quais as regras para a vestimenta no local onde o eleitor vai votar e as manifestações permitidas e proibidas no dia da eleição.
O governador do Banco de Portugal (que falou do nosso atraso), Marcelo (que falou sobre as gémeas) e Lacerda Sales (que rejeita a acusação da Justiça) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Luís Rosa e Paulo Saragoça da Matta analisam no “Duelo” a aplicação de multas aos arguidos que estão a promover manobras dilatórias. Advogados contestam, juízes dizem que estão a aplicar a lei.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Advogado Rogério Alves e Luís Rosa analisam a acusação do Ministério Público deduzida contra o ex-secretário de Estado Lacerda Sales, Nuno Rebelo de Sousa e a mãe das gémeas luso-brasileiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu a decisão de Flávio Dino que havia permitido a manutenção de publicações relacionadas à alegação de que Flávio Bolsonaro teria intenção de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Com a decisão, volta a valer a determinação anterior do ministro André Mendonça, do TSE, para retirada dos conteúdos.Fux determinou que as plataformas cumpram a ordem em 24 horas e pediu que o caso seja analisado pelo plenário do Supremo. A decisão é provisória e ocorre após decisões diferentes de Mendonça e Dino sobre as publicações.O episódio também envolve uma discussão sobre a relação entre STF e Justiça Eleitoral. O caso deverá ser levado ao plenário do Supremo para análise.
Comissão de Constituição e Justiça pode votar projeto divide casos de pessoas desaparecidas em categorias. Cinco ideias enviadas por cidadãos pelo portal e-Cidadania já viraram projetos de lei em 2026.
São Tomé e Príncipe foi a votos no passado domingo, nomeadamente para eleger 55 deputados. Nesta segunda-feira, a Comissão Eleitoral anunciou resultados preliminares colocando o MLSTP, na oposição, em posição dianteira, mas com uma vantagem de apenas algumas centenas de votos em relação à ADI no poder, havendo agora indicação de que estariam numa situação de quase empate. A abstenção, o apelo ao boicote do escrutínio, os critérios para a indigitação de um governo e o futuro relacionamento institucional com quem irá governar, foram alguns dos assuntos que a RFI abordou em entrevista exclusiva nesta terça-feira com o Presidente São-Tomense, Carlos Vila Nova. RFI: Qual é a avaliação que faz da forma como decorreram as eleições? Carlos Vila Nova: É um exercício que se vai tornando cada vez mais frequente em São Tomé e Príncipe. Há cerca de 35 anos, optámos por viver em democracia e temos feito de cada acto eleitoral uma forma de consolidar a democracia em São Tomé. Nos últimos actos eleitorais, felizmente, vamos melhorando. Prevaleceu a serenidade neste concretamente, no dia 27 de Setembro. Penso que optou-se por muito mais mensagens do que outro tipo de comunicação. Por vezes a comunicação costuma ser mais folclórica, mais músicas, enfim. Há várias formas e em todas elas, o apelo à serenidade e à estabilidade. Portanto, foram panos de fundo que me deixaram bastante agradado. E quando vejo por parte dos observadores também que para São Tomé e Príncipe, não foram poucos, que quase os requisitos todos foram cumpridos e que, portanto, a transparência também faz parte, a Comissão Eleitoral Nacional já se pronunciou, embora não seja sua competência definir os mandatos. Já se pronunciou, o que mostra também celeridade. Também há algum profissionalismo e os meus apelos também têm sido sempre neste sentido e estou positivamente agradado com o acto eleitoral. RFI: Apesar dos apelos para uma grande participação dos eleitores. Estas eleições foram marcadas por uma abstenção de mais de 62%. Como é que interpreta este dado? Carlos Vila Nova: Bom, aí já não há regozijo. Pelo contrário, os apelos foram muitos, mas também, se recuarmos a actos eleitorais anteriores, a abstenção, sempre foi muito elevada. É verdade, desta vez ultrapassou. Mas quando nós olharmos para aquilo que é todo o processo eleitoral, nós olhamos para os progressos que temos feito em matéria de consolidação dos dados eleitorais. Repare que nas eleições presidenciais de 19 de Julho foi quando nós conseguimos fazer uma reconciliação entre os registos eleitorais, os dados existentes de forma electrónica com a Comissão Eleitoral Nacional. Nas presidenciais detectou-se um bocado mais de problemas técnicos e essa parte foi melhorada. Mas eu creio que a emigração também afectou. Não tenho a certeza, mas é algo que nesta legislatura vamos ter que trabalhar muito, entrar na lei eleitoral, fazer melhorias. Eu próprio pedi aos nossos parceiros da União Europeia que recebi para nos acompanharem neste processo, porque, ao que tudo indica, nem toda a movimentação emigratória para fora de São Tomé e Príncipe tomou-se em conta e os registos continuam nos cadernos eleitorais em São Tomé. Isto já é de si um motivo. E depois, politicamente, também houve apelos. Isto é antidemocrático. Deixe-me dizer-lhe que não vejo como é que alguém em perfeito estado normal, possa fazer apelo à abstenção. Portanto, não só é antidemocrático, mas é incorrer em erro enganar pessoas, eleitores. Nem todos nós temos o mesmo discernimento, mas temos de lidar com a questão. E nós vamos lidar positivamente com a questão. Eu tenho esperança que nesta legislatura conseguiremos, porque as forças políticas activas entenderam que não é um apelo que se faça. Tanto é que todos eles apelaram à votação em massa. Não aconteceu. Vamos lidar com a questão. Vamos olhar para ele e tentar corrigir para que os próximos actos sejam melhores. RFI: Precisamente, falou do apelo ao boicote a estas eleições. Pensa que Patrice Trovoada pode tirar algum benefício político desta situação? Carlos Vila Nova: Bom, eu nem consideraria boicote, porque quando num acto eleitoral um partido político quer boicotar, não é desta forma. Portanto, eu olho para os partidos políticos, para os seus dirigentes, para os seus representantes e não vejo a pessoa que falou. Portanto, não, não me diz nada. RFI: Ontem, a Comissão Eleitoral Nacional deu os primeiros resultados. São resultados provisórios destas eleições. E desde então, os partidos políticos têm andado a especular sobre o número de mandatos que têm, respectivamente. Inicialmente falou-se do MLSTP estar à frente e de ter mais mandatos do que a ADI. Depois, evoluiu para um empate e agora é um quase empate. Como é que avalia a forma como actuaram estes partidos políticos desde ontem? Carlos Vila Nova: Com alguma precipitação. Mas pronto, não vou entrar em muitos pormenores quanto a isso. Mas reconheço que com alguma precipitação da parte e de outra. Na mensagem que eu fiz à Nação, apelei à serenidade. A serenidade também diz aguardar calmamente pelo anúncio dos resultados. Eles ainda não são oficiais. A Comissão Eleitoral fez o seu papel, anunciou e nota-se que realmente há uma aproximação entre dois dos principais partidos. Há uma diferença. Respeitei. Agora cabe ao Tribunal Constitucional de facto, quem tem a competência de validar não só os mandatos, o vencedor das eleições e a partir deste momento, trabalharemos na Constituição, na formação e na organização de todas as instituições que foram democraticamente eleitas para que elas entrem em funcionamento. Falo da Assembleia Nacional, a sua composição, e dos governos. Sobretudo o Governo central, que é uma emanação directa do resultado das eleições. Portanto, eu penso que nos próximos dias, há um prazo legal a cumprir, o Tribunal Constitucional vai se pronunciar e a partir daí nós saberemos exactamente quem é o vencedor. Quais são os mandatos distritais, nacionais, para então constituirmos os órgãos democraticamente eleitos. RFI: Não receia que, dado o nervosismo que há entre certos partidos políticos, possa haver também alguma suspeita em relação ao Tribunal Constitucional que, ao longo deste processo, foi acusado de alguma parcialidade política? Carlos Vila Nova: Tem sido comum. Mas repare que eu dou-lhe um exemplo: qualquer cidadão individual ou, digamos, qualquer entidade individual ou colectiva, mas que encontra resposta nos culpados, que os terceiros são sempre os culpados dos seus problemas. Não é verdade. A lei não existe só quando ela nos é favorável. Ela existe para com serenidade, aceitarmos as decisões dos tribunais. E quando não concordamos, temos que encontrar espaço para recorrer e interpretar. Mas tudo quanto vier a acontecer, para responder directamente à sua pergunta, nada disso não poderá ser resolvido se continuarmos com o espírito aberto. O engajamento para o diálogo. Resolve-se tudo isso. Portanto, as suspeições, elas podem existir, mas é preciso respeitar as instituições e agirmos com base nas decisões que são de lei. RFI: Neste processo todo, tendo em conta que há um quase empate, pelo menos por enquanto, tem havido contactos políticos entre as várias forças para construir eventuais coligações para formar governo. Como é que vê precisamente esta perspectiva? Quais vão ser os seus critérios para aceitar uma ou outra coligação para governar? Carlos Vila Nova: Vejo como bom tom essa aproximação entre os partidos. Portanto, demonstra algum espírito de concertação e de diálogo que é bom. Não quer dizer que todos os contactos sejam traduzidos em resultados concretos. Pela minha parte, acompanho desde já com muita atenção. Se puder influenciar alguma coisa, todos os partidos sabem que estou à disposição para o fazer, mas a entrada em acção do Presidente da República é exactamente quando tiver o anúncio oficial dos dados, convidar o partido vencedor, ter uma conversa e pedir -eu sempre disse- a sustentabilidade do Parlamento. Ela tem que ser garantida. Antes de nomear o próximo governo, não é de todo factível que o próximo governo, no primeiro embate, seja um governo praticamente com os pés na rua. Não faz sentido. Nós não estaríamos a promover aquilo que todos apelamos, que é a estabilidade, um princípio de coesão nacional, um princípio de diálogo onde as pessoas conversem, tragam os problemas e pensem todos o país. Eu não vi nenhuma força política desde as eleições de 19 de Julho para as presidenciais e agora em Setembro, que não usasse um slogan que reflectisse ou colocasse São Tomé e Príncipe em primeiro lugar. Todos. E então temos que na prática demonstrar isso. Portanto, o próximo governo será uma emanação da sustentabilidade parlamentar que me for garantida. RFI: O que espera do futuro governo com o qual vai trabalhar, senhor Presidente? Carlos Vila Nova: Lealdade institucional. A primeira das condições. Espírito aberto para o diálogo permanente. Disponibilidade para trabalhar e coragem para reformar. Vamos ter que, de facto, introduzir muitas reformas para melhorar o funcionamento do país e a capacidade, ao nível da Assembleia, de se discutir honestamente, com sinceridade, as grandes questões do país. E não escondo, inclusive, a possibilidade de a revisão constitucional neste quadro, nesta legislatura. Através do diálogo. RFI: Uma das reformas que enunciou como sendo prioritárias quando tomou posse para o seu novo mandato foi precisamente a Justiça. Como é que encara essa reforma? Carlos Vila Nova: A justiça, de facto, tem sido meu denominador comum durante cinco anos. Foi onde eu mais intervim. Foi onde eu mais trabalhei, foi onde eu mais contribuí. Continuarei. Cheguei a fazer conselhos de Estado temáticos sobre a Justiça. Reuniões de alto nível. Várias delas. Mas repare. Ela é tão transversal, ela é tão importante para o Estado de Direito democrático e para a atracção de investimentos no nosso país que todos nós temos que nos dedicar. E foi também com bastante satisfação que eu vi nos programas e nas mensagens de muitos partidos políticos também o apelo à contribuição para melhorar a Justiça. Portanto, conto com o próximo governo para que juntos possamos melhorar ainda mais. Não é uma situação que pontualmente há um assunto concreto que se resolva. Ela é abrangente. Nós vamos ter que abordar de forma que ela seja mais célere, ela seja mais justa e que ela possa, sobretudo, ser mais orientada para a solução dos problemas, para o bem do país e do seu povo e dos investimentos. RFI: Tem havido muitos problemas aqui em São Tomé e Príncipe, nomeadamente no que tange ao fornecimento da electricidade, à saúde, ao acesso a água potável. O que é que pensa que se pode fazer juntamente com o futuro novo governo? Carlos Vila Nova: Sabe se ao longo desses anos tivéssemos pensado o país mais, digamos, nas pessoas, muitos destes problemas estariam resolvidos, porque São Tomé e Príncipe, como Estado, não é diferente de qualquer outro Estado. A nossa dimensão territorial não retira a capacidade de sermos um Estado com todas as suas instituições, todos os seus dados estatísticos, Mas a verdade é que há descontinuidade governativa. Houve diferentes interrupções, um factor que nos prejudicou bastante nos últimos anos. Em democracia, já temos conseguido uma estabilidade governativa melhor. Os últimos governos têm cumprido o seu mandato. Espero que este também o faça e que haja uma continuidade das acções do Estado. Eu recordo-me já com alguns dirigentes da oposição, com dirigentes ainda do actual governo, ter pedido uma lista de todos os projectos em curso, sobretudo no domínio das infra-estruturas, no domínio da saúde e da educação, para que, de facto, nós olhemos um bocado mais para dentro e não termos aquele apetite de criar coisas novas quando temos coisas em curso e que podem resolver o problema das pessoas. Isto é um primeiro passo. O segundo é preciso adaptar os recursos disponíveis às necessidades mais prioritárias das pessoas, das populações e do país. E é possível. A energia em concreto é algo que ao longo destes anos todos não conseguimos resolver. Mas é por aí. Não pode haver uma divergência de fundo entre as diferentes forças. O facto de eu estar na oposição, eu não posso estar contra um programa que o governo que está no poder queira fazer e que vá resolver o problema. Tenho que encontrar a forma de dar a minha contribuição. Eu também costumo dizer que o poder crítico dos cidadãos não deve ser usado para bloquear. Ele deve ser usado para construir. E é isso que eu espero. Sem a transição energética, este país não dará passos nenhuns. Sem olharmos devidamente para a saúde, repare, o nosso sistema Nacional de Saúde não é propriamente o que está em causa. É olharmos para o sector, porque o sistema que eu até considero bom em termos sustentabilidade económico-financeira e social para garantir. Este sistema a educação, nós temos índices muito bons, internacionalmente reconhecidos, mas será que a qualidade do ensino é aquela que desejamos? Portanto, são coisas que, dentro do poder, fora do poder, as forças políticas, que são o alicerce da democracia, têm que encontrar pontos de convergência para nós podermos avançar neste processo. RFI: Todo o país tem recebido o apoio do FMI e do Banco Mundial, que também fazem, preconizações. Até que ponto é que o futuro governo não vai estar bastante condicionado pelas preconizações das instituições internacionais? Carlos Vila Nova: Temos parceiros multilaterais que nos têm acompanhado ao longo desses anos, assim como os bilaterais. Há um conjunto, um quadro próprio que temos que respeitar para que possamos continuar a ter esses parceiros ao nosso lado. Não creio que qualquer que seja o governo que venha, que ponha directamente em causa, pode rever, pode encontrar outros mecanismos e, como digo, pode e deve sempre conversar. Se fechámos as portas do diálogo, então aí não avançaremos para lado nenhum. E este diálogo tem que ser com os parceiros e internamente também. Eu velarei para que internamente se abra um novo capítulo na história deste país, que é um diálogo mais permanente, mais sincero, mais directo. E depois, a partir daí, encontrarmos pontos de convergência para termos uma estratégia que possa pôr o país na rota do desenvolvimento. RFI: Por fim, senhor Presidente, qual é o seu apelo neste momento político que o país está a viver? Carlos Vila Nova: Serenidade, Confiança. O futuro é nosso. Depende de nós. Vamos construí-lo.
Já está no ar o novo episódio do podcast STJ No Seu Dia, que analisa uma decisão da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça sobre a obrigatoriedade de cobertura, pelos planos de saúde, das cirurgias de feminização facial realizadas no processo transexualizador.Em conversa com o jornalista Thiago Gomide, o advogado especialista em direito constitucional e direitos humanos Paulo Iotti explica os aspectos jurídicos da decisão, a diferença entre procedimentos estéticos e aqueles que fazem parte do processo transexualizador, o papel da indicação médica, os direitos dos beneficiários diante de negativas de cobertura e os impactos desse entendimento para pacientes, operadoras de planos de saúde e para a consolidação da jurisprudência sobre o direito à saúde e à dignidade da pessoa humana.STJ No Seu Dia Com entrevistas em linguagem acessível sobre questões institucionais ou jurisprudenciais do Tribunal da Cidadania, o podcast é veiculado às sextas-feiras, às 21h30, na Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília), e também está disponível no canal do STJ no Spotify e em outras plataformas de áudio.
Ouça o boletim informativo do Superior Tribunal de Justiça. Apresentação: Thiago Gomide.
O Brasil vive uma epidemia de burnout, e os afastamentos relacionados à síndrome do esgotamento profissional vêm aumentando nos últimos anos, segundo dados da Previdência Social. Esse cenário é resultado da exposição cada vez maior ao estresse crônico no ambiente de trabalho. Taíssa Stivanin, da RFI Brasil em Paris Quais fatores podem levar à exaustão? O pesquisador brasileiro Ricardo Bertoni Pompeu, da Faculdade de Ciências Aplicadas da Unicamp (SP), interessou-se por um deles em particular: a falta de reconhecimento profissional e seu impacto na saúde mental dos trabalhadores. O estudo inédito, que ganhou destaque no Jornal da Unicamp (Universidade de Campinas), resultou na tese de doutorado “Reconhecimento no ambiente de trabalho: indo além da Justiça Organizacional”. A pesquisa traz vários depoimentos de assalariados de diferentes setores sobre a exposição contínua a riscos ocupacionais que levaram ao adoecimento. Assédio, presenteísmo, metas inalcançáveis, estagnação, falta de recursos, perspectivas ou invisibilização: a lista é longa na mesma proporção dos estragos que provoca na saúde dos trabalhadores. Segundo o pesquisador, sua inspiração veio principalmente da convivência com seus alunos da Fatec (Faculdade de Tecnologia de Americana), no interior de São Paulo. A maioria deles, de famílias de baixa renda, estuda e trabalha. “Eles estudam e trabalham exaustivamente, mas são sempre cobrados por aquilo que não fazem. Não basta o que já estão fazendo, pois sempre deveriam fazer mais, além do que recebem e do que lhes é pago. O reconhecimento é como se fosse um eterno devir, mas que nunca chega. Ouvem muito esse discurso de ‘sair da zona de conforto'. Mas o que significa isso? Pelos relatos, ninguém se sente confortável!” O estudo se baseia na Teoria do Reconhecimento, do filósofo alemão contemporâneo Axel Honneth, e na Psicodinâmica do Trabalho, do psiquiatra francês Christophe Dejours, que tem vários livros sobre o tema lançados na França. “Honneth fala sobre luta por reconhecimento. Dejours conhece os efeitos negativos que isso causa e explica como o corpo se molda a esse sofrimento para conseguir lidar com ele.” Segundo Ricardo, o psiquiatra francês introduz o conceito de trabalho real, que é o esforço invisível para executar uma tarefa. “Para eu fazer um relatório, por exemplo, não basta sentar na frente do computador, pegar os dados, preencher e concluir. Há um esforço cognitivo. Como vou fazer esse relatório? Quais dados vou colocar? Com que profundidade? Há também um esforço físico. Estou sentado aqui, a cadeira me incomoda, a luz me incomoda, o próprio computador, os óculos. Tenho de lidar com tudo isso”, exemplifica. Mas não é só, explica o pesquisador. “Há também um esforço afetivo, porque não posso fazer o meu trabalho exatamente do jeito que quero. Quando elaboro esse relatório, se começo a incluir elementos que podem complicar a vida de outros colegas, não por causa dos dados em si, mas da própria estrutura do trabalho, surge um problema”, diz. Há ainda o esforço emocional, gerado pela raiva, pela desilusão e pela frustração encontradas diante de dificuldades na execução do trabalho. “Existe também um esforço psíquico, aquele sentimento de dúvida: ‘Está bom o suficiente?', ‘O que os outros vão pensar?', ‘Ainda vão me considerar competente depois de ler este relatório?'. Veja a quantidade de esforço envolvida. Isso é o chamado trabalho real: as pessoas são mensuradas nas organizações pelo trabalho prescrito, pelo resultado, mas não por esse esforço. E esse trabalho invisível adoece as pessoas.” 'Aberrações' organizacionais Os 18 entrevistados ouvidos pelo pesquisador brasileiro tinham entre 20 e 40 anos e trabalharam em diferentes setores. Os relatos, verificados, ilustram o funcionamento tóxico de algumas empresas, sem que os próprios gestores muitas vezes se deem conta das situações abusivas. É o caso de um dos participantes da pesquisa, um vendedor que, na tentativa de ser promovido, aceitou reduzir sua própria renda. Ele abriu mão de comissões e acabou se endividando para se enquadrar no salário do cargo de subgerente que, sem as comissões, era menor. Mas a empresa acabou contratando outra pessoa para a vaga, e o jovem ainda foi incumbido de treiná-la. O episódio o afetou a tal ponto que ele passou a apresentar gagueira, ansiedade e outros sintomas. Essas e outras histórias levaram Ricardo a identificar duas novas patologias organizacionais: a contingencialidade e a disjuntividade. “A contingencialidade transforma o trabalhador em uma espécie de ‘just in time' humano. Assim como a matéria-prima chega exatamente quando a empresa precisa dela, o trabalhador é convocado apenas para atender às demandas imediatas da organização, sem que sua vida pessoal, seus estudos, seus projetos, suas expectativas ou suas necessidades sejam considerados”, diz. “O que importa é estar disponível naquele momento, da forma exigida. Depois de utilizado, o trabalhador pode ser descartado com a mesma facilidade. Por isso, a figura do ‘colaborador' é reveladora: ele colabora enquanto é útil e, quando deixa de ser necessário, é deixado de lado. A empresa invade seu tempo, interfere em sua vida familiar e em seus planos pessoais, mas trata você como um recurso temporário, mesmo quando possui vínculo permanente de trabalho.” Apagamento da história profissional A disjuntividade está ligada ao rompimento da temporalidade e ao apagamento da história do trabalhador, e apenas o desempenho imediato é importante. “Com isso, torna-se impossível construir uma trajetória reconhecida dentro da empresa. O trabalhador descreve o que faz diariamente, mas não consegue narrar sua própria história, porque sua experiência acumulada deixa de ter relevância”, explica. “A contingencialidade e a disjuntividade são patologias estruturais do mundo do trabalho contemporâneo: não decorrem da ‘maldade de gestores' ou de empresas específicas, mas de uma lógica de organização que tende a produzir sofrimento e adoecimento em diferentes setores, da educação à indústria, dos serviços às startups.” Novas normas contra riscos ocupacionais Desde 26 de maio de 2026, as empresas brasileiras estão submetidas à obrigação de identificar, avaliar e gerenciar fatores de risco psicossociais no âmbito do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). A medida exige que as organizações considerem aspectos relacionados à organização do trabalho, como metas abusivas, jornadas excessivas, sobrecarga de tarefas, cobranças desproporcionais e situações de assédio moral ou sexual. O objetivo é reduzir o adoecimento mental, promover ambientes de trabalho mais saudáveis e incorporar esses riscos aos processos de gestão e prevenção já previstos pela NR-1. A norma foi criada em 1978 e estabelece disposições gerais sobre o ambiente de trabalho e a gestão dos riscos ocupacionais. Para o pesquisador brasileiro, que é cético em relação aos benefícios da regulamentação, é importante que exista um canal de denúncia para os trabalhadores. Ele também compartilha a opinião do psiquiatra francês Christophe Dejours, que comentou a regra em uma de suas visitas ao Brasil. “A tendência é que muitas empresas produzam documentação para se defender de eventuais fiscalizações, e não necessariamente para melhorar o ambiente de trabalho. Elas mostram que cumprem o que a legislação exige, mas isso pode acabar servindo mais como proteção institucional do que como instrumento de prevenção do sofrimento psíquico.” De acordo com os gestores, os problemas de adoecimento e afastamento tendem a ser tratados como questões individuais, e não como resultado da organização do trabalho. “Pelo que conheço da realidade brasileira e pelos relatos que recebo de alunos, é provável que muitos cursos e iniciativas de adequação tenham um caráter mais formal do que efetivo. Talvez haja exceções, mas, justamente por serem exceções, elas ganharão destaque. Tenho dúvidas de que esse tipo de mudança se torne rotina nas empresas, infelizmente.”
Neste episódio, falamos sobre as novas desventuras da Turma do Vorcaro, a repercussão do vídeo viral do Porchat e cia sobre as relações do caso Master, o discurso histórico de Lula na ONU, Bets, Fiuk e as perspectivas da reta final do 1° Turno das eleições.APOIE financeiramente a continuidade do MIDCast:- Apoia.se : https://apoia.se/midcast- Chave PIX : podcastmid@gmail.com# COMPRE produtos na lojinha do MIDCast: colab55.com/@midcast# CANAL do MIDCast Política no WhatsApp: bit.ly/midcast-zap# GRUPO dos ouvintes no Telegram: bit.ly/midcastgrupo# LISTA de paródias do MIDCast: bit.ly/parodiasmidcastPARTICIPANTES:------------------Anna Raissa - https://bsky.app/profile/annarraissa.bsky.socialDiego Squinello - https://bsky.app/profile/diegosquinello.bsky.socialRodrigo Hipólito - https://bsky.app/profile/rodrigohipolito.bsky.socialThais Kisuki - https://bsky.app/profile/thaiskisuki.bsky.socialCOMENTADO NO EPISÓDIO------------------Vorcaro reservou mansão de R$ 250 milhões para ministro “KN” no CarnavalFlávio Bolsonaro viajou em jato de VorcaroVídeo de Porchat sobre Vorcaro, Flávio Bolsonaro e Nikolas é top 1 no YouTubeMeta restaura perfil de série com Porchat após derrubá-lo por vídeo sobre Master e Igreja LagoinhaFoto tirada em Londres mostra Gonet com Vorcaro fumando charuto“Nosso Senador”: Flávio Bolsonaro mandou emenda a miliciano do caso Marielle‘Sou seu irmão': Mensagens mostram a amizade e parceria entre Alcolumbre e VorcaroAbin alerta governo e TSE sobre nível 'crítico' de escalada de pressão dos EUA contra o Brasil nas eleiçõesNa ONU, Lula defende soberania e diz que Brasil 'não cabe no quintal de ninguém'Campanha de Lula comemora repercussão, mesmo que negativa, de Bolsa FamíliaGilmar Mendes valida reajuste do Bolsa FamíliaApós chamá-lo de 'ilegal', Flávio promete manter reajuste do Bolsa FamíliaQuaest, 1º turno: Lula, 37%; Flávio Bolsonaro, 33%; Cury, 6%; Caiado, 4%; Renan, 3%; Zema, 1%Posts de clubes em apoio às bets provocam rejeição de até 90% dos torcedores, mostra levantamentoCom bets sob risco, clubes das Séries A e B negociam socorro financeiro do GovernoDefesa de Bolsonaro desiste de pedido para suspender pena no caso da trama golpistaVini Jr. aciona Justiça Eleitoral contra campanha de Douglas Ruas por uso de imagem em propagandaCanetas emagrecedoras no SUS vão exigir receita e priorizar pessoas com comorbidadesBrasil bate recorde com 103 milhões de pessoas ocupadas; mulheres puxam avanço desde 2012Sandy e Junior anunciam novidade para 2027, e cantor reage: 'Por essa, vocês não esperavam'Fiuk se despede dos palcos solo diante de 67 pessoas em espaço para milTSE nega registro da candidatura de Arruda ao governo do DFTSE suspende candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado pelo Paraná
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (28): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou na última sexta-feira (25) uma Medida Provisória que acaba com a exploração, oferta, intermediação e publicidade de apostas de quota fixa no Brasil, as chamadas bets. A decisão alcança tanto as apostas esportivas quanto os jogos online, em ambientes físicos e virtuais, e também se aplica às concessões e autorizações estaduais e distritais. A proibição não abrange as demais modalidades lotéricas já autorizadas em lei. Reportagem: Lucas Wood. Esta semana há uma expectativa para a definição sobre quem ficará responsável pelos processos do escândalo do Banco Master. Também é aguardada a resposta da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o comando da Polícia Federal. Reportagem: Bruno Pinheiro. O presidente Lula (PT) declarou durante um discurso que teme ficar em minoria no Senado em caso de uma reeleição e afirmou que a divisão pode prejudicar sua governabilidade. Reportagem: Matheus Dias. O ministro Flávio Dino (PSB), do Supremo Tribunal Federal, derrubou uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral que havia determinado a remoção de uma publicação do humorista Antonio Tabet. A ação havia sido movida por Flávio Bolsonaro (PL) por conta de comentários envolvendo Nossa Senhora Aparecida, mas Dino entendeu que não havia elementos suficientes para considerar o conteúdo ilícito, garantindo o restabelecimento da postagem. Reportagem: Marco Viana. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes defendeu, em publicação nas redes sociais na noite deste domingo (27), que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) amplie a fiscalização sobre a expedição de precatórios nos tribunais federais. Segundo ele, é necessária uma correição extraordinária para identificar possíveis irregularidades e revisar pagamentos relacionados a créditos judiciais. Na manifestação, Gilmar associou o tema às investigações sobre o Banco Master, que, segundo ele, revelaram um modelo de negócios baseado na aquisição de créditos judiciais com desconto e posterior utilização desses ativos para captação de recursos no mercado financeiro. Reportagem: Marco Viana. O levantamento BTG/Nexus divulgado nesta segunda-feira (28) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno da corrida presidencial. Lula tem 46% das intenções de voto, contra 44% de Flávio. Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados. A pesquisa foi realizada com 2 mil pessoas entre os dias 25 e 27 de setembro de 2026. A SpaceX lançou, na manhã desta segunda-feira (28), a Starship em sua primeira tentativa de realizar um voo orbital. O foguete decolou às 9h48, no horário de Brasília, a partir do sul do Texas, nos Estados Unidos. A Starship deixou a plataforma com todos os motores acionados e sem problemas aparentes durante os primeiros momentos do voo. Às 10h12, a SpaceX confirmou que a missão segue para órbita, após minutos de tensão. Segundo a empresa, a Starship em breve realizará uma queima com um único motor Raptor para entrar em uma órbita de aproximadamente 275 km da Terra. Reportagem: Eliseu Caetano. A CNBB divulgou, neste domingo (27), uma nota para rebater acusações feitas pelo senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que afirmou que o PT teria criado uma fake news envolvendo Nossa Senhora Aparecida com ajuda de pessoas ligadas à entidade. A CNBB negou qualquer participação e repudiou a produção e o uso de informações falsas. A instituição também afirmou não ter vínculo com partidos ou candidaturas e disse que suas manifestações eleitorais seguem princípios como dignidade humana, bem comum, democracia e liberdade de consciência. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Afetado por inundações extremas e inflação global, arquipélago protege biodiversidade marinha enquanto enfrenta bloqueio de fundos climáticos; ministra Ilza Maria dos Santos exige parcerias e defende que conta da crise não recaia sobre países que menos poluem.
Faça parte do Inside Elite (apenas 300 vagas): https://lvnt.app/b9f7a12893Entra no grupo de Whats Pit Money para receber o conteúdo do vídeo:https://lvnt.app/dhfg11E aí, seus Muita-Grana! Pit Money na área com o Morning Call desta segunda, 28/09.
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Hoje, 'No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Ministro do STF derrubou decisão de André Mendonça na Justiça Eleitoral que proibia mensagens associando o candidato do PL a um projeto para tirar título da Padroeira do Brasil. Bets preparam ofensiva no Congresso para tentar derrubar a MP que as proibiu. Anvisa investiga notificações de doença que causa perda de visão associada a canetas emagrecedoras. Madonna brilha na entrega dos VMAs com show e sete prêmios. Bill Gates diz que IA pode causar um bilhão de mortes e defende regulação.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O “BOM DIA, JESUS” é um devocional diário do Inteligência LTDA. para você começar o dia com a benção de Deus. LUIZ SAYÃO, pastor, mestre em Hebraico, teólogo e iluminado, traz palavras de sabedoria e reflexão para que o dia se inicie de uma maneira positiva e cheio de esperança, preparando você para enfrentar todos os obstáculos que cruzam o seu caminho.Todos os dias, às 6 da manhã.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (25):Durante o editorial do programa Os Pingos nos Is desta sexta-feira (21), o apresentador André Marsiglia comentou o vazamento de mensagens trocadas entre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Marsiglia questionou uma das mensagens de Vorcaro e criticou a atuação de Alcolumbre, afirmando que ele segue soterrando a CPI do Banco Master. “Precisa urgente se divorciar dessa cadeira de presidente do Senado”, disse. O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), se manifestou afirmando que não há qualquer ilegalidade nas trocas de mensagens divulgadas entre ele e o empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. O presidente do Senado chamou Vorcaro de “meu amor” e afirmou ser “irmão” do ex-banqueiro. Divergências internas entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) paralisaram o andamento das investigações e apurações relativas às operações do Banco Master, segundo reportagem publicada pela revista Veja. O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), negou categoricamente os boatos que circulam nas redes sociais sobre um suposto projeto para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título oficial de Padroeira do Brasil. O candidato cumpre agenda de campanha no Rio de Janeiro. O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ), tentou realizar uma ligação telefônica para o empresário Daniel Vorcaro quatro dias antes da deflagração da operação da Polícia Federal (PF) que resultou na prisão do ex-banqueiro. Registros obtidos pelos investigadores e anexados ao inquérito mostram que a tentativa de contato ocorreu em meio ao avanço das apurações sobre as movimentações financeiras e operações do Banco Master. Um quadro com a imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi apreendido por oficiais de Justiça durante um evento político organizado pelo Partido Liberal (PL), em Teresópolis, no Rio de Janeiro. A apreensão foi efetuada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ). Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (24):No editorial do programa Os Pingos Nos Is desta quinta-feira (24), André Marsiglia analisou o pedido do ministro André Mendonça ao presidente do STF, Edson Fachin, para ter acesso à íntegra do Inquérito das Fake News após ser incluído nas investigações. Marsiglia sustentou que a solução para a crise institucional não é dar acesso a mais um magistrado, mas sim abrir o sigilo para toda a sociedade e encerrar o inquérito em definitivo. Ele lembrou que a investigação já se arrasta há sete anos sem escopo definitivo, mudando continuamente de alcance e ferindo as garantias do devido processo legal. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizou nesta quinta-feira (24) uma operação no gabinete do desembargador Newton Pereira Ramos Neto, do TRF-1, em Brasília. Ramos é citado como integrante da “Turma do KN”, ligado ao ministro Kássio Nunes Marques. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, realizou sondagens nos bastidores para que a ministra Cármen Lúcia assumisse a condução de investigações e apurações disciplinares ou relativas a condutas de integrantes do próprio tribunal. No entanto, a ministra teria recusado o convite. O Partido dos Trabalhadores (PT) acionou diretamente o Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Flávio Dino, para solicitar a investigação de uma suposta interferência estrangeira nas eleições deste ano. O pedido foi feito diretamente ao ministro, fora do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), utilizou suas redes sociais para comentar e ironizar as notícias recentes que apontam que ele teria viajado no jatinho do empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Em sua publicação, o candidato rebateu as ilações ao declarar que, na época em que realizou o voo, a aeronave pertencia ao advogado Willer Tomaz, seu amigo, e não a Vorcaro. O advogado-geral da União, Jorge Messias, e o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) protagonizaram um bate-boca nas redes sociais. A discussão teve início após Messias publicar uma provocação ao candidato à Presidência da República, relembrando o aporte de R$ 134 milhões feito pelo empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, para a produção de um filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, preso por tentativa de golpe de Estado, desistiu, na tarde desta quinta-feira (24), do pedido feito mais cedo para que a prisão dele fosse suspensa enquanto o STF analisava outro pedido de revisão do julgamento sobre a trama golpista. O pedido havia sido enviado ao ministro Kassio Nunes Marques, relator da solicitação de revisão da pena. Visando a consolidação de alianças para a disputa eleitoral de 2026, a campanha do candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), intensificaram as conversas de bastidores e procuraram formalmente as lideranças do União Brasil e do PP (Partido Progressistas) em busca de apoio para um eventual segundo turno. Uma reportagem publicada pelo portal Metrópoles revela que assessores diretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) receberam presentes de alto valor da lobista Roberta Luchsinger, sócia de Lulinha. Entre os agraciados pelas ofertas está o assessor presidencial Swedenberger Barbosa, presenteado com um relógio luxuoso da marca Cartier avaliado em R$ 66 mil, uma obra de arte estimada em R$ 82,9 mil, além de convites VIP para camarotes em shows. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
No 3 em 1 desta quinta-feira (24), o destaque foi que o senador e candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) voou em um avião da empresa do ex-dono do Banco Master Daniel Vorcaro. A mesma aeronave foi utilizada pelo Ministro Alexandre de Moraes meses depois. O senador afirma que na época a aeronave pertencia a outra pessoa. Reportagem Bruno Pinheiro. Em agenda no Rio de Janeiro, o presidente Lula (PT) voltou a criticar o seu principal adversário na corrida presidencial, o senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre sua relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Lula afirmou que o “amigo do presidente é o povo”, e também disse que não cabe representante de milicianos no Planalto. Reportagem: André Anelli. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizou uma operação contra o desembargador Newton Ramos, citado nas mensagens do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro como integrante da ‘Turma do KN'. A equipe do CNJ irá investigar a atuação do desembargador em processos envolvendo o setor de Álcool e Açúcar, onde o Banco Master teria se beneficiado em bilhões de reais. O ministro da Fazenda Dario Durigan afirma que a empresa Entre, envolvida no financiamento do filme Dark Horse, recebeu dinheiro do crime organizado e também do Banco Master. A declaração foi dada após a terceira fase da operação Carbono Oculto. Reportagem: Misael Mainetti. A equipe de defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou atrás de um pedido de suspensão da pena feio ao Supremo Tribunal Federal. A desistência ocorreu sob justificativa que o pedido teria sido enviado ao Supremo sem a concordância da equipe. Dois advogados que integravam a defesa deixaram o caso do ex-presidente. Reportagem: Karine Hillary. Em encontro histórico, o presidente dos Estados Unidos Donald Trump se reuniu com o líder chinês Xi Jinping na Casa Branca. Após o encontro os presidentes afirmaram que apesar da rivalidade, não são inimigos, e estão dispostos a cooperar para um futuro comum. O Partido dos Trabalhadores (PT) pediu que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) investigue o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e seu irmão Eduardo Bolsonaro. O partido suspeita de uma suposta articulação com o governo americano para interferir nas eleições brasileiras. Reportagem: Karine Hillary. O Partido Progressistas (PP) deve apoiar o senador candidato Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno das eleições para a Presidência da República. O Presidente do partido Ciro Nogueira já teria sinalizado a decisão para aliados. Reportagem: Misael Mainetti. O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) foi desconvidado do último debate com presidenciáveis. Além de Renan Santos, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (NOVO) também não foi convidado. A ausência dos dois candidatos aumenta a chance da participação de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Uma nova pesquisa do instituto PoderData/Aya traz um cenário de empate técnico entre o atual presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) tanto no primeiro quanto no segundo turno. No segundo turno, Flávio aparece com 46% das intenções enquanto Lula pontua 45%. Após o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin assumir as relatorias do Caso Master e INSS, ainda não foi encontrado algum ministro para assumir. Entre as opções em discussão está manter o ministro André Mendonça ou redistribuir os processos. O advogado Geral da União Jorge Messias e o Senador e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) Rogério Marinho (PL) protagonizaram uma discussão nas redes sociais sobre o Caso Mater. Reportagem André Anelli. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (25): A nova fase da Operação Carbono Oculto revelou uma conexão entre estruturas financeiras ligadas ao Banco Master e o esquema investigado por lavagem de dinheiro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Além disso, há a suspeita de que um braço do esquema esteja ligado ao setor sucroalcooleiro. Deflagrada nesta quinta-feira (24), esta terceira etapa da ação, denominada Operação Crédito Oculto, colocou entre os alvos Antônio Carlos Freixo Júnior, o Mineiro, considerado, pela Polícia Federal (PF), o operador financeiro do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, e Humberto Arthur Tupinambá Neto, ex-diretor e ex-sócio do Banco Genial. Reportagem: David de Tarso. O desembargador federal Newton Ramos, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) e ex-juiz auxiliar do ministro Kassio Nunes Marques, foi alvo de uma operação de busca, fiscalização e auditoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O alvo foi o gabinete do desembargador Newton Ramos no TRF-1, em Brasília, com execução da Polícia Federal (PF) por determinação do corregedor nacional de Justiça, ministro Benedito Gonçalves. A investigação teve início após a extração de mensagens do celular do empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do antigo Banco Master. Reportagem: Bruno Pinheiro. O senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ironizou uma reportagem sobre o uso por ele de um jatinho ligado a Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. A viagem foi feita da Flórida para Brasília em 19 de janeiro de 2025, e as informações foram publicadas pela revista Piauí. Em seu perfil no X (ex-Twitter), Flávio compartilhou um post do Poder360 sobre o assunto e escreveu: “Ainda bem que na época o avião era de Willer. Imagina se fosse agora, eu teria viajado no avião de Alexandre de Moraes”. Reportagem: Bruno Pinheiro. O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) determinou, nesta quarta-feira (23), o bloqueio de R$ 2,7 bilhões do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa e dos ex-gestores Dario Oswaldo Garcia Júnior, Robério Cesar Bonfim Mangueira, Wily da Silva Leão e Marcelo Talarico. A decisão ocorre em processo que analisa relações entre o BRB e o Banco Master. Reportagem: Beatriz Souza. Mensagens extraídas pela Polícia Federal (PF) do celular de Daniel Vorcaro mostram uma relação de proximidade entre o ex-controlador do Banco Master e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Em uma das conversas, o senador trata o banqueiro como “meu amor” e afirma que o executivo é “seu irmão” para “vida toda”. Os diálogos, revelados pela revista Veja, mostram Vorcaro parabenizando Alcolumbre, em 1º de fevereiro de 2025, pela eleição para presidir o Senado. No dia seguinte, Alcolumbre responde em tom afetuoso e agradece pelo carinho e amizade. Em nota, Alcolumbre afirmou que as “supostas mensagens” não indicam “ilegalidade alguma”. Reportagem: Marco Viana. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, pediu manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o afastamento de Andrei Rodrigues da Polícia Federal (PF). Andrei chegou a ser afastado do cargo por determinação do ministro André Mendonça, que o acusou de monitorar de forma ilegal autoridades, após o ministro Alexandre de Moraes ter tornado públicos relatórios de inteligência que apontavam supostas irregularidades na condução dos casos Master e INSS. Depois de uma série de decisões e em meio a uma crise sem precedentes no STF, Fachin puxou para si a decisão sobre a manutenção ou não de Andrei na função. Reportagem: Marco Viana Entidades que representam o setor de apostas esportivas lançaram um manifesto contra uma possível proibição das bets no país, alertando que a medida fortalecerá o mercado ilegal. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Bernardo Cavalcanti Freire, conselheiro da Associação Nacional de Jogos e Loterias. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta sexta-feira (25): O ministro da fazenda Dario Durigan, afirmou, em coletiva sobre a terceira fase da operação Carbono Oculto que o Grupo Entre recebia dinheiro tanto do Banco Master quanto do crime organizado “dentro de um mesmo bolso”. O Grupo Entre teria repassado valores do Banco Master para o financiamento do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Mensagens extraídas pela Polícia Federal (PF) do celular de Daniel Vorcaro mostram uma relação de proximidade entre o ex-controlador do Banco Master e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Em uma das conversas, o senador trata o banqueiro como “meu amor” e afirma que o executivo é “seu irmão” para “vida toda”. Os diálogos, revelados pela revista Veja, mostram Vorcaro parabenizando Alcolumbre, em 1º de fevereiro de 2025, pela eleição para presidir o Senado. No dia seguinte, Alcolumbre responde em tom afetuoso e agradece pelo carinho e amizade. Em nota, Alcolumbre afirmou que as “supostas mensagens” não indicam “ilegalidade alguma”. O desembargador federal Newton Ramos, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) e ex-juiz auxiliar do ministro Kassio Nunes Marques, foi alvo de uma operação de busca, fiscalização e auditoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O alvo foi o gabinete do desembargador Newton Ramos no TRF-1, em Brasília, com execução da Polícia Federal (PF) por determinação do corregedor nacional de Justiça, ministro Benedito Gonçalves. A investigação teve início após a extração de mensagens do celular do empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do antigo Banco Master. Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, afirmou que o grupo político do senador Jaques Wagner recebia R$ 3 milhões por mês em propina, segundo proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro. A acusação, revelada pela colunista do UOL Natália Portinari, não foi acompanhada de elementos considerados suficientes para corroborá-la, e a colaboração foi rejeitada pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República. Vorcaro disse que não presenciou os supostos pagamentos e que tomou conhecimento deles por meio de seu ex-sócio Augusto Lima, que nega a acusação. Wagner nega irregularidades. Por maioria, o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu não referendar a medida liminar que proibia o candidato a deputado estadual por São Paulo, Lucas Diez Bove (PL), de veicular propagandas de campanha com a imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Com o resultado, prevaleceu o entendimento divergente aberto pelo presidente da Corte, ministro Nunes Marques, liberando a circulação dos materiais gráficos e promocionais no estado. Dezenas de delegações se retiraram do plenário da ONU durante a Assembleia Geral das Nações Unidas quando o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu foi chamado ao palco para realizar seu discurso. No início de sua fala, Netanyahu rebateu o protesto, afirmando “se houver algum covarde moral que ainda não se retirou, que faça isso agora”. O governo de Giorgia Meloni na Itália aprovou uma medida provisória para limitar o número de estrangeiros que não falam italiano em 30% em salas de aula. O uso de burca também será proibido por essa medida. O cantor Renner, da dupla Rick e Renner, falou pela primeira vez após a morte do companheiro de décadas, Rick Sollo, que faleceu em uma queda de helicóptero na serra catarinense. Renner afirma que está bem e que “o show não pode parar” e que vai continuar cantando. Um pai que foi entregar um carregador de celular para sua filha em uma apresentação da escola e percebeu que ninguém compareceu à apresentação. O pai ficou para prestar seu apoio e acabou emocionando a internet! Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
No Podcast das Venenosas desta sexta (25), torcedores do Real Madrid estão revoltados e culpam Virginia Fonseca pela queda de rendimento de Vini Jr. Já Jorge & Mateus perdem ação na Justiça e terão que indenizar uma maquiadora. Tem ainda Leonardo longe da bebida por recomendação médica. Fabíola Reipert recebeu Vida Vlatt para comentar essa e outras notícias do mundo pantanoso dos famosos! Acompanhe!
O corregedor nacional de Justiça, Benedito Gonçalves, atendeu a AGU e cancelou R$ 4,7 bilhões em precatórios do setor sucroalcooleiro que aparecem no celular de Daniel Vorcaro como "precatórios a receber".Ao mesmo tempo, Gilmar Mendes tenta levar ao plenário do STF o julgamento bilionário das usinas, o que eleva a pressão sobre Kassio Nunes Marques. Ricardo Kertzman explica como funcionam os papéis sem lastro, e Rodolfo Borges e Wilson Lima analisam o uso político da decisão por Jorge Messias.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Spotify #ApplePodcasts #AmazonMusic #TuneInRádio #PolíticaBrasileira #BastidoresDoPoder #economia #jornalismo #noticias #politica #Precatórios #BancoMaster #Vorcaro #CNJ #GilmarMendes #stfvergonhanacional