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A 80ª edição do Festival de Avignon decorre de 4 a 25 de Julho e tem, no cartaz, um enorme ponto de interrogação para destacar a importância de questionar o mundo através da arte. O tema acabou por surgir "de uma forma bastante livre", conta Tiago Rodrigues, o director do festival, que apresentou, esta quinta-feira, a programação no Théâtre du Rond-Point, em Paris. Foi aí que conversámos com o encenador e dramaturgo português sobre os nomes que preenchem uma edição em que, mais do que nunca, “é imperativo sonhar num mundo onde parecemos cercados por uma tremenda e terrível má notícia a cada dia”. Tiago Rodrigues é o artista português que dirige um dos mais prestigiados festivais de teatro do mundo e que este ano cumpre a 80ª edição. Desta vez, a linha de força de Avignon está estampada no cartaz do evento: de um fundo amarelo solar sobressai um enorme ponto de interrogação. A força das dúvidas e dos questionamentos talvez seja a chave para entrar no espírito de Avignon, a cidade-teatro que abre portas para o mundo durante os dias do festival. Tiago Rodrigues assume que “o questionamento” acabou por se impor como um tema natural desta edição porque todos os espectáculos e eventos programados deixam no ar perguntas que são antídotos contra as “respostas simplistas” que “criam a violência” dos tempos que correm. O encenador e dramaturgo sublinha que juntar pessoas no mesmo espaço para fazerem perguntas através da arte “é uma coisa absolutamente essencial e cheia de futuro”. Talvez por isso, o teatro é hoje ainda mais urgente e “claro que não está em vias de extinção”, avisa. Aos comandos do festival desde 2023 e reconduzido para um segundo mandato até 2030, Tiago Rodrigues alerta que “é imperativo sonhar num mundo onde parecemos cercados por uma tremenda e terrível má notícia a cada dia”, exemplificando com o medo que o assola quando vê artistas como o libanês Ali Chahrour a viver sob bombardeamentos em Beirute. Mas vamos à programação do festival, que divulgámos esta quarta-feira depois da apresentação no espaço La FabricA, em Avignon. Um dia depois, Tiago Rodrigues foi ao Théâtre du Rond-Point, em Paris, para a conferência de imprensa do lançamento desta edição e a RFI teve a oportunidade de falar com ele. Começámos por abordar os nomes lusófonos e o director do festival apontou, desde logo, a artista brasileira Carolina Bianchi como “a grande revelação nos últimos anos no teatro mundial”, lembrando que ela foi a grande aposta de Avignon em 2023 (o primeiro ano programado por Tiago Rodrigues). A encenadora, actriz e escritora vai estrear em Avignon o terceiro capítulo da trilogia "Cadela Força", três anos depois de ali ter apresentado o primeiro capítulo, “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, que ganhou o Leão de Prata da Bienal de Veneza. Por outro lado, haverá dois dias de maratona teatral de 10 horas em que as três peças poderão ser vistas de seguida: “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, “The Brotherhood” e “Uma Luz Cordial”. Sobre os também brasileiros Christiane Jatahy e Wagner Moura, que vão apresentar “Um Julgamento – Depois do Inimigo do Povo”, Tiago Rodrigues lembra que “Christiane Jatahy é uma artista muito amada pelo público do festival” e que, pela primeira vez, trabalha com Wagner Moura, “neste momento, o actor brasileiro mais conhecido no mundo” e que regressa ao teatro 16 anos depois “com essa vontade de quem regressa à essência do trabalho de actor”. Nesta edição, acabam por ser poucos os artistas lusófonos, mas fica a promessa que, depois de portugueses, cabo-verdianos e brasileiros terem estado em edições anteriores, “os artistas moçambicanos, angolanos e guineenses” também merecem ter o seu palco em Avignon. Continuando o seu projecto de convidar línguas para o festival, depois do inglês, espanhol e árabe, Tiago Rodrigues justifica a escolha, este ano, da língua coreana como “uma vontade de viajar até longe”. Daí que um quarto da programação seja constituída por artistas da Coreia do Sul e uma das convidadas de honra, que inspira dois espectáculos, é a Nobel da Literatura Han Kang. De resto, mais de metade dos projectos são dominados por artistas mulheres com “propostas absolutamente extraordinárias”. Na entrevista, o director do Festival de Avignon mostrou-se, ainda, muito “preocupado com o que está a acontecer em Portugal, nomeadamente em Lisboa”, algo que descreveu como “uma espécie de cerco à liberdade de criação” e “um grande abandono da verdadeira democratização” do acesso às artes e à criação. RFI: Na apresentação da programação, o Tiago Rodrigues falou na vontade de que o festival seja uma “festa de questionamentos” e o cartaz apresenta um grande ponto de interrogação. Quais são as linhas de força que cosem as entrelinhas desta edição e até que ponto o questionamento é uma delas? Tiago Rodrigues: “O questionamento foi uma forma bastante livre de darmos um tema a este festival, de relembrarmos ao público que este festival - que faz muito trabalho sobre a sua história, sobre o seu arquivo - ao chegar à 80ª edição, queria estar muito concentrado também no presente e no futuro, perguntar o que é que vamos fazer nos próximos 80 anos de festival. Hoje, quando defendemos a importância das artes, do teatro, da dança na vida das pessoas, muitas vezes dão-nos a entender que estamos a defender qualquer coisa que está em vias de extinção ou qualquer coisa que é antiga e que estamos a tentar ainda fazer sobreviver não se sabe bem porquê, quando o que nós defendemos é uma coisa absolutamente essencial e cheia de futuro que é a possibilidade de nos reunirmos em sociedade, pessoas juntas fisicamente no mesmo espaço para fazer perguntas juntos, mas fazer perguntas através da arte. E é isso que o festival faz há 80 edições e queríamos relembrar-nos a nós, os artistas, mas também ao público, que é isso que nós fazemos aqui. Num mundo onde estamos cheios de más respostas - poucas respostas mas más na maioria dos casos - respostas violentas, respostas simplistas, respostas pouco informadas, nós queremos colocar as boas perguntas. Perguntas às vezes complexas, perguntas também com prazer, perguntas com dúvida, perguntas que permitam o debate em vez de respostas que criam a violência. Eu acho que as artes podem ter esta função e certamente um festival onde vêm pessoas do mundo inteiro e se reúnem numa cidade que duplica a sua população no momento do festival para acolher o mundo inteiro que a visita, esse é o momento em que podemos fazer perguntas juntos.” Há três artistas brasileiros em destaque nesta edição: Carolina Bianchi, Christiane Jatahy e Wagner Moura. Comecemos por Carolina Bianchi, que foi revelada no primeiro ano de Tiago Rodrigues à frente do Festival de Avignon, em 2023. O que nos traz Carolina Bianchi? “Carolina Bianchi foi uma aposta do festival em 2023, na primeira edição que eu programei, porque acreditava que seria um grande acontecimento para o teatro europeu e mundial descobrir o trabalho de Carolina Bianchi que era um trabalho que estava muito discretamente escondido na cidade de São Paulo, que não rodava muito, que não era muito conhecido mesmo no Brasil. Tivemos a oportunidade de a desafiar a começar um projecto, uma trilogia. Ela sonhava fazer uma trilogia com três espectáculos consagrados à questão da violência e, sobretudo, a violência sobre as mulheres. O primeiro episódio é consagrado a essa violência na história da arte e na performance. O segundo no teatro e o terceiro na literatura mas como também a escrita pode ser uma forma de libertação, de emancipação. Ao ouvir essa ideia, dissemos imediatamente: ‘Vem fazer o primeiro espectáculo no Festival de Avignon'. O que aconteceu a seguir é do conhecimento geral. Carolina Bianchi, depois desse espectáculo, ganha o Leão de Prata da Bienal de Veneza, torna-se uma artista que faz todas as cenas europeias e mundiais, é revelada por esse festival. Criou o segundo capítulo entretanto, “Brotherhood”, e nós tínhamos combinado há muito que ela encerraria esta trilogia de novo em Avignon. A grande sorte que temos é que encerra com um espectáculo que será absolutamente fenomenal, “Uma Luz Cordial”, mas também conseguimos preparar, pela primeira vez, a hipótese de ver a trilogia seguida. São dez horas de teatro, uma grande aventura que tem ocupado esta artista durante quase cinco ou seis anos da sua vida e vamos poder ver não só a estreia mundial do último capítulo da trilogia, mas também, pela primeira vez, toda a trilogia seguida no Festival de Avignon, com cerca de 20 intérpretes brasileiros liderados por esta grande artista. É uma grande revelação dos últimos anos no teatro mundial.” E em relação a Christiane Jatahy, que já esteve em Avignon, e Wagner Moura, o que é que eles trazem ao festival? “Christiane Jatahy é já uma artista muito amada pelo público do festival, muito conhecida em França, uma encenadora que também é muito conhecida do público lusófono, seja no Brasil, seja em Portugal, que tem marcado as cenas europeias nos últimos anos, com as suas adaptações de repertório e desta vez, pela primeira vez, trabalha com Wagner Moura, que decide voltar ao teatro 16 anos depois. Ele tem vivido a sua aventura cinematográfica, televisiva, neste momento é, sobretudo, talvez o actor brasileiro mais conhecido no mundo com a nomeação ao Oscar, com o Globo de Ouro que ganhou e com a Palma de Ouro em Cannes que ganhou pelo filme “O Agente Secreto”. E é muito comovente ver Wagner Moura regressar ao teatro com essa vontade de quem regressa à essência do trabalho de actor. Aqui, Christiane Jatahy e Wagner Moura escreveram juntos, inspiraram-se no “Inimigo do Povo”, de Henrik Ibsen, autor norueguês, e pegando na história do “Inimigo do Povo”, onde o protagonista acabou de anunciar que as águas de uma vila termal estão contaminadas e, portanto, ao salvar a saúde das pessoas, condenou economicamente essa cidade, ele é acusado de ser inimigo do povo. O que vemos nesta peça é que imediatamente a seguir a esta história há um julgamento e nesse julgamento há vários testemunhos, nomeadamente o do Dr. Stockmann, interpretado por Wagner Moura e escrito por Wagner Moura com Christiane Jatahy, que defende que não é inimigo do povo, pelo contrário, enquanto outros defendem que ele é inimigo do povo. Será o público a decidir o resultado deste julgamento e o espectáculo tem dois finais em função da decisão do público.” Em termos de lusofonia, não há muitos mais nomes lusófonos. Porquê? “Porque o Festival de Avignon é uma página em branco onde nós tentamos responder às mesmas questões com respostas diferentes todos os anos. Evidentemente, a língua portuguesa, nem que seja pela minha presença na direcção do festival, tem estado mais presente do que no passado na história do Festival de Avignon, com artistas portugueses, cabo-verdianos e brasileiros também. Este ano, a presença da língua portuguesa está defendida por duas grandes artistas brasileiras e no futuro voltará a estar defendida por, não sei, artistas angolanos, moçambicanos, guineenses, porque não? Portanto, a língua portuguesa tem essa riqueza de poder ter artistas, nomeadamente no teatro e na dança, que merecem ser descobertos e mostrados no Festival de Avignon. Certamente que a cena lusófona - e não só lusófona, também a cena especificamente portuguesa - continuará a ter presença no Festival de Avignon. Este ano não tem, porque nem todos os países podem estar todos os anos no festival. Há países, por exemplo, como a Coreia do Sul, que, através do convite à língua coreana como língua convidada, este ano regressa ao Festival de Avignon depois de 25 anos de ausência. Há 25 anos que não havia um artista coreano no festival. O mundo é grande, o festival também é muito grande, mas não é tão grande como o mundo. E, portanto, embora gostássemos de fazer um festival que tivesse artistas de todos os países do mundo todos os verões, esse sonho terá que ficar para mais tarde. Por agora, queremos ter todos os artistas do mundo, mas um festival de cada vez.” Até porque o Tiago Rodrigues foi reconduzido até 2030 na direcção do festival, não é? “Tenho a grande sorte de ter sido reconduzido para um segundo mandato que começará após este festival. Este é o meu último festival do primeiro mandato, mas estou já a preparar os próximos quatro festivais até 2030. Sem dúvida que até 2030 não faltarão artistas de língua portuguesa.” O que é que o incitou a convidar a língua coreana? “A vontade de viajar até longe esteve na origem deste convite à língua coreana. É a quarta língua que convidamos para o Festival de Avignon. Começámos com o inglês, depois com o espanhol, duas línguas globais, mas de origem europeia. A terceira língua foi o árabe, uma língua de origem não europeia, mas muito presente na Europa e muito presente em França, onde é a segunda língua mais falada. Portanto, estas três línguas, por serem globais e também, por uma certa proximidade, por serem línguas que nos dizem coisas quando somos público do Festival de Avignon, que é um público maioritariamente francês, e o internacional que é maioritariamente europeu, merecia ser provocado pela distância. Então, começámos a procurar as línguas asiáticas que poderia ser interessante propor e percebemos que a língua coreana, sendo uma língua que só é falada numa península, é também uma espécie de 'soft power' através do K-pop, da música popular, através do 'K-drama', as séries televisivas coreanas que são muito populares no mundo inteiro...” Da Prémio Nobel da Literatura... “Da Prémio Nobel da Literatura. Mas por trás dessa presença global, há um grande desconhecimento, por exemplo, do teatro e da dança da Coreia, portanto, fomos pesquisar. Fomos muitas vezes à Coreia do Sul, a várias cidades, descobrimos muitos artistas e compusemos aquilo que corresponde a um quarto da programação do festival, com artistas coreanos. Há muito teatro, muito teatro documentário, muita dança, muitas formas tradicionais como o pansori ou outras formas populares de circo, de música, de teatro, de dança, mas actualizadas com uma leitura contemporânea. E também a literatura porque Han Kang [Prémio Nobel da Literatura] estará no Festival de Avignon, será uma das figuras centrais do festival. Haverá uma grande leitura de partes do seu romance, dirigida por Julie Deliquet, pela actriz Isabelle Huppert e pela actriz coreana Hyeyoung Lee, que juntas lerão, em francês e em coreano, partes do romance de Han Kang em presença da própria Han Kang. Haverá espectáculos que adaptam outros romances de Han Kang. E haverá também encontros e entrevistas públicas com a Prémio Nobel e ela será uma das grandes presenças da língua convidada.” Há uma artista lusodescendente, percussionista da cena electro-pop francesa Lucie Antunes, que faz um espectáculo com Mathilde Monnier, uma presença conhecida em Avignon. São duas mulheres fortes, "guerreiras", como o nome de um dos álbuns de Lucie Antunes. Também está programada Rébecca Chaillon, que faz igualmente espectáculos muito fortes. Nesta edição, há mais mulheres a dirigirem projectos do que homens. Qual é a mensagem subjacente? “É a mensagem natural de que não é difícil fazer uma programação que eu considero de grande, grande, grande qualidade, tendo uma grande maioria de mulheres à frente dos projectos. Não queremos passar outra mensagem que aquela de dizer que deveria ser perfeitamente normal haver muitas programações em muitos festivais do mundo onde há uma maioria de mulheres, porque há enormemente artistas mulheres que fazem projectos absolutamente extraordinários. A mensagem termina aí e depois as conclusões são tiradas pelas pessoas. Foi sem esforço que chegámos a uma programação maioritariamente feminina e por pura paixão pelo trabalho proposto por estas artistas. Quando fomos fazer as contas no final, porque gostamos sempre de poder perceber até que ponto é que estamos a respeitar a nossa vontade de paridade, percebemos que estávamos muito para lá da paridade. E ainda bem que sim, porque artistas como por exemplo Lucie Antunes e Mathilde Monnier, que vão colaborar nesse espectáculo “Silence”, são grandes artistas. Uma vem pela primeira vez ao Festival de Avignon, a Lucie, e a Mathilde Monnier é a artista - depois do fundador do festival Jean Vilar - que mais vezes se apresentou no Festival de Avignon. Mas temos também toda uma geração de grandes encenadoras francesas, como Rébecca Chaillon, Jeanne Candel, Marion Siéfert, Tiphaine Raffier, que vêm marcar presença no festival e mostrar como uma boa parte da pujança, da qualidade e da diversidade do teatro francês passa pelas encenadoras.” No seu primeiro ano na direcção do Festival de Avignon, em 2023, disse-nos que quando se vem a Avignon pela primeira vez, sai-se transformado. Que utopias ainda faltam cumprir em Avignon? No mundo tão complicado em que vivemos hoje, ainda é possível sonhar? “Não só é possível, como é imperativo sonhar num mundo onde parecemos cercados por uma tremenda e terrível má notícia a cada dia. Eu hoje, nesta apresentação, pude mencionar o choque com que vi as mensagens expressas por Ali Chahrour, um artista libanês que esteve no ano passado no festival e que está neste momento em Beirute sob bombardeamentos, e pude exprimir a minha perplexidade, o meu medo, o meu choque e, ao mesmo tempo, perante isto, é absolutamente imperativo sonhar, concretizar os sonhos e propor sonhar a outros. É por isso que nós falamos desta ideia de questões no festival. Questões podiam ser aqui um sinónimo de sonho. No Festival de Avignon eu diria que há ainda muitas coisas que eu gostaria de conseguir fazer até 2030. A batalha essencial, que é aquela que dá sentido ao facto de acompanharmos a criação artística, de defendermos a liberdade artística, de procurarmos meios para os artistas poderem trabalhar, é de conseguir completar, aperfeiçoar, prolongar a aventura do acesso democrático às artes. A democratização do acesso à criação continua a ser a enorme aventura não só em Avignon, mas no mundo inteiro e - porque estou a falar em português - preocupa-me muito o que está a acontecer em Portugal, em muitas cidades, nomeadamente em Lisboa, onde é completamente inesperado o que é uma espécie de cerco à liberdade de criação, ingerências políticas, mas também um grande abandono da verdadeira democratização. O acesso democrático às artes não é um exercício populista, uma flor que se põe na lapela nos dias de festa. É um trabalho quotidiano que deve permitir o acesso fácil à criação exigente, criação de grande qualidade feita em liberdade e à qual todas e todos devem ter acesso. Se fosse fácil, não era um serviço público. A cultura é um serviço público porque não é fácil de fazer. É preciso tempo, é preciso investimento e é preciso sonhar.”
VOCÊ TEM CERTEZA? Será que temos convicções factuais a respeito de quem Deus é? Questionar a nós mesmos sobre nossas crenças acerca dos atributos de Deus é um exercício que deveríamos praticar com certa constância, para provar o quanto elas realmente se manifestam na vida ordinária. O Salmo 5 nos apresenta uma oração de Davi na qual há firmes convicções sobre a justiça, a santidade, a benevolência e a ira de Deus. Todos esses atributos são perfeitos em Deus; portanto, nossa fé deve considerá-los sem minimizar a real significância e severidade de cada um. Para caminharmos com certeza sobre o sólido firmamento, é necessário que conheçamos o Deus que se revela. __ #FAMILIADOSQUECREEM #ORANDOEVIVENDOSALMOS Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Uma crónica de Francisco Sena Santos.
Onde se explora a arte de questionar a inteligência artificial, apresentando-a como uma competência intelectual que une o rigor lógico à inventividade. O autor argumenta que, como a IA apenas processa probabilidades, a qualidade e a profundidade das respostas dependem inteiramente da capacidade humana de formular perguntas precisas e criativas. É enfatizada a necessidade de evitar comandos padronizados para mitigar vieses algorítmicos e a banalização do conteúdo gerado. O uso da IA é descrito como um diálogo crítico, onde o utilizador deve atuar como um explorador que valida e desafia as informações obtidas. Em última análise, esta nova alfabetização digital reafirma o protagonismo do pensamento humano sobre o automatismo das máquinas. Esta interação transforma-se, assim, num exercício filosófico que estimula a autonomia intelectual e a reflexão profunda.
No seu trabalho existem padrões antigos que não fazem muito sentido, mas que ninguém muda?O que fazer? Como consertar padrões ineficientes, sem brigar com ninguém?Neste episódio, inspirado em um artigo científico sugerido por uma sócia do Slide-se, eu conto como transformamos o processo de Trabalho de Conclusão de Curso dos alunos de Biomedicina da São Camilo e criamos algo que realmente nos dá orgulho!
Apesar de parecer estar de luto, Pedro está muito animado por receber de volta o comediante e amigo Rafa Rato Pessanha no estúdio. Além de comentarem as notícias mais importantes da semana - entrevista de Manuel João Vieira, encontro entre Donald e Cristiano e o lançamento duma meia da Apple - os dois também conversam sobre latas de atum, ficar sem carta, lesões, sexualidade e os 100 montaditos.(00:00) Intro(00:23) Relação com latas de atum(05:57) Pessanha fica sem carta e carro(11:06) Conceito de brecagem(12:10) PTM contrai duas novas lesões(14:53) Tirar net do quarto para diminuir brainrot(16:08) David Fonseca sai de show de bicicleta(17:28) Behind the scenes de influencers(21:13) PTM e Pessanha questionaram a sua sexualidade em tempos(24:29) Escala de Kinsey, Diagrama de Venn e Análise SWOT(28:22) Análise de entrevista a Manuel João Vieira(36:16) PTM e Pessanha propõem mais medidas para Manuel João Vieira(42:35) Manuel João Vieira tem de facto ângulos interessantes(46:28) CR7 e Trump na Casa Branca(54:11) Novo produto Apple: iPhone Pocket(58:18) PTM é contra acessórios(01:02:20) PTM é contra os 100 montaditos(01:06:16) PTM e Pessanha jogam SongLess(01:11:42) Entusiasmo com debates presidenciais
Venceu um Globo de Ouro em 2024, como Personalidade Digital do Ano, devido ao sucesso do programa Bom Partido, onde tem entrevistado os candidatos políticos. Antes de chegar à comédia, Guilherme Geirinhas deu expetativas aos pais por ter entrado em Medicina. Mudou para Gestão, trabalhou em Publicidade e acabou mesmo no Chapitô a contar piadas. Num episódio ao vivo do Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, gravado no Tribeca Festival Lisboa, o humorista e realizador antecipa uma possível quinta temporada do Bom Partido, revela o momento em que se envolveu na política através de uma candidatura à associação de estudantes e é posto à prova numa Comissão Parlamentar de Inquérito.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tema “OBEDECER SEM QUESTIONAR”. Domingo - Manhã 26/10/2025 Pregador: Bp. Sérgio Costa Neste impactante sermão, o Bispo Sérgio Costa nos leva a uma profunda reflexão sobre a obediência como expressão máxima de fé. Com base em 1 Samuel 15:22, somos confrontados com a verdade de que Deus valoriza mais um coração submisso do que qualquer sacrifício externo. Em um mundo cheio de distrações, influências e confusão espiritual, o chamado de Deus permanece o mesmo: ser exemplo de fé, integridade e obediência verdadeira. Saul perdeu seu reinado por obedecer parcialmente. E nós? Estamos sendo obedientes de verdade ou apenas quando nos convém? Esta palavra é um convite para alinhar nossa vida à vontade de Deus e viver plenamente o propósito dEle para nós. Prepare-se para ser despertado espiritualmente! Aula 33 Módulo – 66 Seminário: Construindo uma casa sobre a Rocha
A Filipa Jardim da Silva é psicóloga clínica especializada em Psicologia Clínica e da Saúde, fundadora e diretora clínica Transformar, autora e presença regulamente na Televisão a comentar temas de saúde mental.Em 2025 lançou o livro “Síndrome da Impostora”, convidando-nos a reconhecer e aceitar as nossas fragilidades, a questionar narrativas autoimpostas de perfeição, comparação e ansiedade, e a cultivar uma confiança mais autêntica.Este foi o mote para a nossa conversa!Quem melhor do que a Filipa para falar connosco sobre o impacto da sensação de insuficiência, da culpa, da vergonha, das dúvidas permanentes e da auto-sabotagem nas relações e na parentalidade!?Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas.Conteúdos abordados:· o que é o “Síndrome da Impostora” e como se desenvolve;. pensamento crítico adaptativo vs auto-crítica desadaptativa;· a sensação de insuficiência na separação, divórcio e parentalidade;· o “Síndrome da Impostora” nas madrastas e padrastos;. momento Casa Ermelinda Freitas, porque a Ermelinda está nas nossas vidas e agora também está no nosso Podcast. O episódio foi GRAVADO COM O APOIO @comuna_studios e está disponível no Spotify, Apple Podcasts, Youtube e nas outras plataformas de distribuição de Podcasts habituais. Para mais informações sobre AS NOSSAS FORMAÇÕES segue o link.Podes adquirir o nosso livro através do nosso site, directamente da editora ou qualquer outra livraria física ou online
Nesta segunda parte da conversa do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, o diretor Manuel Pureza fala da relação próxima com o pai, o professor e político José Manuel Pureza, que lhe deu a conhecer grandes referências no humor como Mel Brooks ou Monthy Python. Depois, assume o seu lado Peter Pan, e da inquietude de se dar conta do tempo andar depressa demais, refere ainda o medo do rumo das coisas no país e de como se quer implicar cada vez mais na mudança e na criação de um melhor futuro para todos. No final, Manuel Pureza fala de coisas que o movem como a criação, a amizade, o amor e a paternidade, e depois partilha as músicas que o acompanham, lê um texto de Almada Negreiros e deixa algumas sugestões culturais. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há ideias que vivem em ti há tanto tempo…que já nem sabes se são tuas.Só sabes que te travam.Neste episódio, falo-te sobre as crenças invisíveis — aquelas vozes internas que comandam as tuas decisões, sabotam os teus sonhos e mantêm-te em piloto automático, mesmo quando o teu coração te pede mudança.✨ Vais descobrir:Como identificar crenças que nunca escolheste, mas que ainda te limitamComo dar os primeiros passos para te libertaresE o que muda quando começas a escutar-te — com verdade e coragem
Questionar é algo essencial para a nossa evolução. Foi graças ao espírito inquieto de várias pessoas ao longo da história, que a humanidade conseguiu avançar em tecnologia, conseguiu avançar nas ciências e no conhecimento de si próprio e do Universo. Curiosamente, ao contrário do que aconteceu na Idade Média, nos dias de hoje podemos questionar livremente as coisas, temos ferramentas para pesquisar, para exercitarmos a nossa curiosidade e para exercer o direito da dúvida. Mas, ironicamente, a época atual parecer ser a que menos temos feito isso.---------------------------------------------------------------A vida é uma jornada, com várias etapas e ciclos! E depois de muito tempo trabalhando com Coaching, eu aperfeiçoei a metodologia de coaching para ajudar você a encarar os desafios e promover o seu crescimento pessoal e profissional. Descubra a Jornada e seja Coach de si mesmo!A Jornada é muito mais do que um produto digital, é mais do que uma metodologia, é mais do que ferramentas, é a SUA HISTÓRIA! Acesse: https://ponteaofuturo.com.br/jornada/
https://youtu.be/z-JeWTqvQOI Perguntar, perguntar, perguntar. Passar a vida a fazer perguntas. Passar todo o tempo do mundo em busca de respostas. Perguntas das mais difíceis. Respostas que podem nem chegar. É a vida dos filósofos. E decidi convidar um dos melhores. Eu faço perguntas. António Castro Caeiro traz respostas. Vivemos num tempo acelerado, de respostas rápidas, notificações constantes e poucas pausas para pensar. A informação chega em excesso, a comunicação tornou-se instantânea e, muitas vezes, vazia. Perguntar parece ter-se tornado um ato quase subversivo. Questionar o mundo, o tempo, a vida, até a nós próprios, pode soar estranho, deslocado ou até incómodo. Mas talvez seja justamente esse desconforto que precisamos de recuperar. É nesse gesto simples e revolucionário — o de fazer perguntas — que entra a filosofia. Neste episódio do Pergunta Simples, falamos com António Castro Caeiro. É professor universitário, tradutor, ensaísta e uma das vozes mais singulares da filosofia contemporânea em Portugal. Mas mais do que títulos, Caeiro é alguém que pensa o mundo com palavras, com o corpo e com uma atenção rara às perguntas certas. Convida-nos a desacelerar, a escutar, a habitar o tempo e a linguagem com mais cuidado. Nesta conversa, há espaço para dúvidas sem fim, para silêncios reveladores e para a beleza difícil das ideias que resistem à simplificação. Ao longo da conversa, exploramos o papel essencial da pergunta. O que é uma boa pergunta? Por que nos incomodam as perguntas que não têm resposta imediata? Porque é que, muitas vezes, evitamos perguntar — como se a dúvida nos fragilizasse? Para Caeiro, a pergunta é mais do que uma forma de obter informação. É um exercício de atenção, uma forma de estar no mundo. Perguntar bem é escutar com rigor, pensar com tempo e resistir à facilidade de respostas prontas. Vivemos, como diz, entre o espanto e a dúvida — duas formas de nos abrirmos ao desconhecido, ao imprevisto, ao que escapa às fórmulas. Mas este episódio vai muito para além das perguntas. Falamos de emoções, sentimentos e corpo. Num tempo em que nos pedem performance constante — em que se valoriza a eficiência, a imagem e a exposição — é urgente recuperar a dimensão sensível da existência. António Castro Caeiro defende que as emoções não são um desvio do pensamento, mas parte do próprio acto de pensar. Sentir é também uma forma de compreender. E o corpo — tantas vezes visto como mero suporte — é, na verdade, um centro de inteligência e perceção. Nesta conversa, revisitamos o espanto original com que olhámos o mundo pela primeira vez: o primeiro mergulho no mar, o primeiro amor, o primeiro espanto perante uma paisagem. A vida, diz-nos, vai-nos calejando — e cabe-nos, através da filosofia, da arte ou da contemplação, reencontrar esse olhar inaugural. É esse o desafio: não viver em modo automático, mas reativar a atenção, a curiosidade, a capacidade de nos maravilharmos. Também há tempo para refletir sobre o tédio — esse vazio que tantas vezes evitamos a todo o custo. Vivemos rodeados de ocupações, estímulos, distrações. Mas talvez o tédio, se escutado com atenção, seja um convite à criação, à escuta interior, ao reencontro com o essencial. Talvez seja no silêncio, na pausa, no vagar, que se abra espaço para a filosofia. Não ignoramos os temas contemporâneos: as redes sociais, a exposição constante, a fragmentação da identidade. Falamos do eu digital e das versões idealizadas que projetamos ‘online'. Mas também reconhecemos que o virtual é tão antigo quanto a humanidade — sempre vivemos com imagens, memórias, fantasias e projeções. A novidade, talvez, seja a velocidade e a intensidade com que tudo acontece. Por fim, chegamos à pergunta que dá nome a este ‘podcast': ainda faz sentido perguntar pelo sentido da vida? Num mundo líquido, ambíguo, saturado de opiniões e urgências, onde encontramos pontos de apoio? António Castro Caeiro não nos dá respostas fechadas,
Advocacia-Geral da União deve protocolar nesta terça uma ação no Supremo Tribunal Federal para questionar a constitucionalidade da decisão do Congresso de derrubar o decreto do governo que aumentava o preço do IOF. A ideia é ter um parecer com base na análise técnica e jurídica. A decisão veio após muito debate sobre o custo político para o presidente Lula. O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
No episódio desta semana falo sobre o Prémio Melhor Livro do Ano, as eleições e a conferência do Público em que oito jovens questionaram os representantes parlamentares.Equaciona apoiar o podcast e torna-te patrono por 2€/mês em patreon.com/poetadacidade ❤️_________(00:00:00) - Introdução e explicação da quebra de episódios(00:02:31) - Prémio Melhor Livro de Poesia!(00:08:36) - o apagão(00:11:50) - A falta do tema "Cultura" na campanha(00:13:12) - Conferência do Público(00:56:02) - Hino do PS e da AD(01:02:24) - Tiago Bettencourt a escrever um hino para campanha?(01:03:51) - Notícias do PS_________LINKS DO EPISÓDIO:Conferência do Público: Conferência_________Para apoiarem este podcast, colocarem questões aos convidados, ter acesso a conteúdo exclusivo e fazer parte de uma comunidade de pessoas em que a cultura, a arte e a literatura ocupam um lugar primordial, tornem-se patronos em patreon.com/poetadacidade ✨_________REDES:Agenda Completa em poetadacidade.comLivro e Audiobook disponível em poetadacidade.comPedro IG: instagram.com/opoetadacidadePedro Twitter: twitter.com/opoetadacidadePedro TikTok: tiktok.com/@poetadacidadeDizer IG: instagram.com/podcastdizerDizer Clips TikTok: tiktok.com/@podcastdizer_________CONTACTOS PROFISSIONAISpodcastdizer@poetadacidade.com
Em um momento de dor você já questionou a Deus? Conhece alguém? Este Debate 93 é um incrível ensinamento e também conforto! Não deixe de ouvir!
Diálogo com as entidades sobre temas diversos
A partir de Proverbios + Eclesiastes + Einstein + Victor Azevedo + Faraó, vamos refletir sobre EQUILÍBRIO.
Trecho: Pr Leonardo Sale - Você Vai Questionar Ou Adorar
Trechos do livro “I Am That”, de Nisargadatta Maharaj. Nisargadatta Maharaj (1897 - 1981) foi um dos mestres espirituais da não-dualidade mais importantes de sua época. Filósofo, guru indiano e um dos principais nomes da filosofia Advaita Vedanta. Em 1951, Maharaj começou a aceitar visitantes e passou a dar palestras em sua casa, onde respondia perguntas e explicava conceitos da maneira simples, sem complexidade religiosa. Seu pensamento acerca da espiritualidade é que cada ser vivo deveria ter plena consciência de sua vida, ou seja, o entendimento sobre sua verdadeira natureza, e então, buscar e se desenvolver a partir daí. Pertencente ao Inchegeri Sampradaya, discípulo de Siddharameshwar Maharaj, Nisargadatta alcançou reconhecimento mundial através da publicação de 1973, de "Eu Sou Aquilo" (I Am That).
Neste Debate 93 falamos sobre questionamentos feitos a Deus em meio ao caos e à violência, além de tratarmos a questão do vício nas chamadas “Bets”. Não deixe de ouvir!!!
Neste episódio especial da Semana da Reforma, refletimos sobre quando e como devemos questionar as tradições da nossa igreja. Ao olhar para o exemplo de Martinho Lutero e os reformadores, entendemos que há momentos em que é preciso revisitar práticas e costumes que podem estar distantes do Evangelho. Mas, como fazer isso de maneira saudável, sem causar divisões? Venha descobrir conosco como equilibrar tradição e reforma na caminhada cristã!
Tássia Reis é uma cantora imensa que também compõe. Em dez anos de carreira, ela traz na bagagem cinco discos, considerando o mais recente, “Topo da minha cabeça” que será lançado na próxima semana. Nesta entrevista, ela adianta o que vem por aí e afirma que apesar do novo trabalho não ser um álbum de samba, ele contém samba. Aliás, o gênero musical acompanha a vida e a carreira da artista que também se dedica ao rap, a soul music e a outros ritmos afro-brasileiros. Tássia afirma nesse papo que um disco novo nunca é um ponto de chegada e sim um portal. Então convido a todos a entrarem por esse portal e conhecerem mais e melhor dessa artista que aprendeu a se celebrar.
Em meio a tantos filmes e séries, nós nos vemos inseridos em realidades e universos que muitas vezes extrapolam nossa visão e perspectiva de mundo. Obras que questionam, amenizam, problematizam ou até testam ambientes que muitas vezes passam longe da nossa imaginação e, em outros momentos, se mostram tão próximas.Mas a grande questão aqui é: por que as ficções criam ambientes imaginativos dos quais nós acabamos extraindo mensagens, pensamentos e até sensações que vêm nos tocar na realidade? Como é possível algo que está em uma obra artística, pensada por um artista, poder alterar a realidade do seu espectador?Muita filosofia, né? Por isso, Rafael Arinelli recebe Raquel Rocha, Isabella Alencar e Freddy Costa, todos do Perdidos na Paralaxe, para trocar uma ideia justamente sobre a arte que funciona como uma porta de entrada para realidades que muitas vezes estão distantes da nossa vivência.Um papo que tem muita risada, viagem e muita reflexão. Coloque seu fone de ouvido e venha explorar mais uma realidade que só o podcast pode trazer para você.• 05m19: Pauta Principal• 1h11m11: Plano Detalhe• 1h29m18: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Feed: https://bit.ly/cinemacaofeed• Apple Podcast: https://bit.ly/itunes-cinemacao• Android: https://bit.ly/android-cinemacao• Deezer: https://bit.ly/deezer-cinemacao• Spotify: https://bit.ly/spotify-cinemacao• Amazon Music: https://bit.ly/amazoncinemacaoAgradecimentos aos patrões e padrinhos: • André Marinho• Anna Foltran• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Lima• Eloi Xavier• Gabriela Pastori• Guilherme S. Arinelli• Gustavo Reinecken• Katia Barga• Thiago Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• Facebook: https://bit.ly/facebookcinemacao• Twitter: https://bit.ly/twittercinemacao• Instagram: https://bit.ly/instagramcinemacao• Tiktok: https://bit.ly/tiktokcinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de apenas R$5,00, você terá acesso a vantagens incríveis. E o melhor de tudo: após 1 ano de contribuição, recebe um presente exclusivo como agradecimento! Não perca mais tempo, acesse agora a página de Contribuição, escolha o plano que mais se adequa ao seu estilo e torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Raquel): Filme: Nazistas Africanos do Kung-fu• (Raquel): Livro: A coragem da verdade• (Raquel): Documentário: Estamira• (Freddy): Autor: José Saramago• (Freddy): Livro: As intermitências da morte• (Freddy): Filme: Ensaio sobre a cegueira• (Freddy): Filme: Mais Pesado é o Céu• (Isabelle): Livro: Cinema de bordas• (Isabelle): Livro: O mundo se despedaça - Chinua Achebe• (Isabelle): Autora: Han Kang• (Isabelle): Livro: Pachinko• (Isabelle): Livro: Grama• (Isabelle): Dorama: Tudo Bem Não Ser Normal• (Isabelle): Dorama: Navillera• (Rafa): Série: TrappedEdição: ISSOaí Design
Edição de 13 Maio 2024
O presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSB-MG), decidiu fatiar a medida provisória sobre a desoneração da folha de pagamento de empresas e municípios. O governo, no entanto, cogita questionar a ação no Supremo Tribunal Federal (STF), alegando que Pacheco não poderia dividir a MP -- somente aceitá-la ou rejeitá-la integralmente. Entenda neste episódio.Confira nossa playlist Um Som No Pé do Ouvido.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Síndrome da Impostora é um fenômeno psicológico que afeta muitas pessoas, principalmente mulheres, em diferentes áreas da vida. Ela se caracteriza por um sentimento de insegurança e dúvida sobre as próprias capacidades, mesmo diante de evidências de sucesso. As pessoas que sofrem dessa síndrome acreditam que não são boas o suficiente e que seu sucesso é resultado de sorte, engano ou fatores externos. Sintomas comuns: 1. Atribuição do Sucesso a Fatores Externos: Desmerecer suas conquistas e atribuí-las à sorte, ajuda externa ou a circunstâncias favoráveis. Sentir que não merece o sucesso e que será "descoberta" como uma fraude a qualquer momento. Minimizar suas habilidades e talentos, acreditando que qualquer um poderia ter feito o mesmo. 2. Autocrítica Excessiva: Focar em erros e falhas, ignorando suas realizações e pontos fortes. Ser extremamente crítico consigo mesma, mesmo quando recebe feedback positivo de outros. Dificuldade em reconhecer e celebrar seus sucessos. 3. Perfeccionismo: Estabelecer padrões irreais de desempenho e se cobrar excessivamente. Procrastinar tarefas por medo de não conseguir fazê-las perfeitamente. Sentir-se frustrada e desanimada quando não atinge seus objetivos perfeitos. 4. Medo de Ser Descoberto: Ter receio constante de que as pessoas descubram que você é uma "farsa" e que não é tão competente quanto aparenta. Sentir-se ansiosa e nervosa em situações que exigem que você demonstre suas habilidades. Evitar situações de desafio por medo de falhar e ser exposto como incompetente. 5. Comparação Constante: Comparar-se constantemente com outras pessoas, focando em seus pontos fortes e minimizando seus próprios. Sentir-se inferior e menos capaz do que os outros. Acreditar que os outros são mais inteligentes, talentosos e bem-sucedidos do que você. 6. Dificuldade em Receber Elogios: Desacreditar de elogios e considerá-los como lisonjas ou falta de sinceridade. Sentir-se desconfortável ao receber reconhecimento por suas conquistas. Atribuir o sucesso a fatores externos, como a ajuda de outras pessoas ou a sorte. 7. Isolamento Social: Evitar contato com outras pessoas por medo de ser julgado ou criticado. Sentir-se isolada e sozinha em suas dúvidas e inseguranças. Dificuldade em criar e manter relacionamentos sociais. 8. Ansiedade e Depressão: Sentir-se ansiosa e estressada constantemente. Ter pensamentos negativos e recorrentes sobre suas habilidades e capacidades. Apresentar sintomas de depressão, como tristeza, desânimo e falta de energia. 10. Baixa Autoestima: Ter uma imagem negativa de si mesma e acreditar que não é boa o suficiente. Sentir-se insegura e incompetente em diferentes áreas da vida. Dificuldade em acreditar em si mesmo e em suas capacidades. Como Superar a Síndrome da Impostora: Reconhecer os sintomas: Identificar os pensamentos e comportamentos que caracterizam a síndrome é o primeiro passo para superá-la. Desafiar pensamentos negativos: Questionar seus pensamentos e crenças negativas sobre si mesma e suas capacidades. Focar em suas conquistas: Fazer uma lista de seus sucessos e realizações para ter uma visão mais realista de suas habilidades. Desenvolver autocompaixão: Ser gentil consigo mesma e aceitar seus erros como parte do processo de aprendizado. Celebrar seus sucessos: Reconhecer e celebrar suas conquistas, grandes e pequenas. Compartilhar suas experiências: Conversar com outras pessoas sobre seus sentimentos e experiências com a síndrome. Buscar ajuda profissional: Se os sintomas forem intensos e interferirem em sua vida, buscar ajuda profissional de um psicólogo ou terapeuta. --- Desfrute de um episódio pocket do "Mulheres do Agora", valiosas pílulas de conhecimento com dicas transformadoras para superar e aprender mais sobre a Síndrome da Impostora. Supere autodúvidas, abrace a confiança e descubra seu potencial de liderança feminina com o WLP, saiba mais: https://www.startse.com/womens-leadership-program/?utm_source=youtube&utm_medium=organic&utm_campaign=lp ✨
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Você acha que o homem pode questionar a Deus?! Ouça este Debate 93 e reflita!!!
No Morning Call de hoje, Henrique Esteter destaca a abertura levemente positiva, após o rally de sexta-feira. O grande destaque fica com as commodities. O petróleo segue se recuperando, enquanto o minério dispara mais de 5% em Dalian. Por outro lado, as criptos têm uma abertura negativa. Dentre os principais destaques: (i) Lula reafirma que questionará a privatização da Eletrobras, diz que Campos Neto não tem compromisso com o Brasil; (ii) PRIO3 negocia compra de participação de 28% na Enauta, segundo Lauro Jardim; e (iii) Fleury sofre ataque cibernético.
O UOL Entrevista desta quinta-feira (6) recebe o economista Gabriel Galípolo, secretário-executivo do Ministério da Fazenda. A entrevista é conduzida pela apresentadora Fabíola Cidral, pela repórter Letícia Casado e pelo colunista Leonardo Sakamoto.
O presidente da Comissão de Segurança da Câmara, Ubiratan Sanderson (PL-RS), afirmou a O Antagonista que vai apresentar um requerimento à Polícia Federal para obter detalhes sobre a operação realizada hoje que desarticulou uma organização criminosa que pretendia assassinar o ex-ministro da Justiça e senador Sergio Moro (foto). O tema foi discutido por integrantes do colegiado hoje pela manhã. Os deputados cogitaram até convocar o diretor-geral da PF, Andrei Augusto Passos, para falar sobre o caso. Mas, como um pedido de convocação dependeria de uma reunião colegiada ainda a ser agendada e o assunto é tratado como urgente, a ideia foi abortada. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Indicadores econômicos, balanços empresariais e decisões dos principais bancos centrais do Ocidente.Essa é a agenda desta "super semana", com os mercados de olho, principalmente, nas decisões de política monetária diante de uma possível recessão global.Entram na conta o Federal Reserve System (Fed, banco central dos Estados Unidos), Banco da Inglaterra (BoE) e Banco Central Europeu (BCE), além do BC brasileiro -- alvo dos holofotes desde a chegada de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência pela terceira vez.Depois de quase um mês ouvindo reclamações e críticas, chegou a vez do BC falar. A primeira reunião de política monetária do ano nesta segunda-feira (30), com um BC independente em um governo Lula, atrai atenção não só pela decisão da taxa de juros, que deve ficar em 13,75% a.a., mas pelos recados que o presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, vai passar à gestão petista.Para não perder o caráter institucional, o BC deve expressar preocupação com decisões arriscadas sobre gastos públicos e debates fora de propósito, que atrapalham a derrubada da inflação e, portanto, dos juros.Entre os alvos do Comitê de Política Monetária, pode estar a volta dos bancos públicos como indutores de crescimento, não só do Brasil, mas dos países vizinhos da América Latina. Questionar a credibilidade do BC ou do sistema de metas da inflação também deve aparecer como fonte de risco para a economia.Mesmo abusando do "economês", Campos Neto precisa mostra que não se intimida com discurso político. Esse vai ser o grande teste do BC independente na troca de governo.Lá fora, o desafio começa a mudar de cara, de combate à maior inflação em décadas ao risco de recessão nos países ricos.Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
Johannes Kepler acreditava que Deus se baseara em formas geométricas para criar Universo; mas um polígono não se encaixava nessa visão: o heptágono.
Pai, sei que Tu és sempre bom e justo, e não questiono os Teus caminhos, mas confesso que às vezes me pergunto por que alguns escapam […]
Está no ar o 24º episódio do Metadoxos! Hoje o nosso convidado é o Edu Valladares @eduvlld designer de experiência de aprendizagem, pesquisador sobre a cultura da vergonha e da importância da vulnerabilidade na educação. Nessa conversa, Edu conta um pouco de sua trajetória de vida, mostrando como o questionar e a curiosidade foram elementos importantes para o entendimento e formação do seu eu e como o exercício do autoconhecimento pode ajudar a ampliar nossa visão sobre o mundo e ter uma maior percepção sobre as nossas emoções. Assim como eu, Edu deseja um ensino mais humano, que gere conexões!!!! Tá na hora de sabermos lidar com nossos fracassos, vulnerabilidades, emoções, e nos questionarmos mais!
Aconteceu o óbvio, Monark foi censurado por falar das lives argentinas sobre as eleições. Outros serão também perseguidos, afinal não é mais permitido criticar ou questionar o funcionamento do governo e de autoridades, é permitido apenas concordar e elogiar. É uma questão de liberdade de expressão, e também é uma questão do direito de você questionar o estado. Não há república ou democracia sem isso. Questionar não é incitar crime, é questionar. Mesmo que você discorde do questionamento. E não importa o que está na lei. Caso sejamos censurados, acompanhe aqui: https://odysee.com/@ideiasradicais Quer ir para a LibertyCon com 20% de desconto? https://www.sympla.com.br/libertycon-brasil-2022__1703798?d=IR20 Quer fugir do Brasil? Nos contate: https://www.settee.io/ https://youtube.com/c/Setteeio Quer refinanciar suas dívidas? É mais fácil do que você imagina: https://bit.ly/RefinanciarRadical Nos acompanhe no Telegram: https://t.me/ideiasradicais Quer comprar Bitcoin no melhor preço do mercado? Bitpreço! http://bit.ly/BitprecoRadical Apoie o Ideias Radicais: https://www.catarse.me/projects/152640/
Mamileiros e mamiletes, em março deste ano, a cantora Anitta atingiu o primeiro lugar no Top 50 Global do Spotify com a música “Envolver”, marcando a primeira vez na história que um brasileiro chega ao topo das paradas da plataforma. A gente já fez um Mamilos Cultura celebrando as conquistas dela, mas nem só de confete segue sua carreira. Sempre polêmica, as performances de Anitta reacenderam um debate que não é nada novo: "Ela faz tanto sucesso por causa das músicas boas, porque canta bem, tem talento para dançar ou é por apenas colocar o corpo pra jogo? Pra gente, brasileira média, é libertador assistir uma mulher afirmar que vai rebolar a raba sim nos maiores palcos do mundo? Ou só reforça um roteiro surrado no qual o papel das mulheres é servir ao olhar masculino, em que a gente existe como objeto de desejo e não como sujeito? Claro que essa discussão vai muito além da música. Atrizes, celebridades e até políticas quando usam o capital sexual para impulsionar suas carreiras são questionadas. Tem quem celebre a liberdade e o empoderamento sexual, tem quem só veja objetificação. Afinal, qual é o problema de uma mulher usar seu capital sexual para atrair audiência, fama e dinheiro? Quanto desse movimento é resultado das mulheres aprendendo a explorar o sistema - que sempre faturou alto em cima dos nossos corpos - e quanto disso é só uma nova forma de sermos exploradas? Questionar como a erotização impacta a cultura é moralismo? Sempre que uma mulher balançar a raba está reafirmando sua liberdade? A gente sabe que não há respostas simples para essas perguntas complexas. Mas para entender o cenário de hoje, Ju Wallauer e Cris Bartis recrutaram um time diverso de mulheres fortes e cheias de opinião para nos ajudar a explorar esse tema. Participam desse episódio Rosane Borges, jornalista, com pós-doutorado em Ciências da Comunicação, professora colaboradora do grupo de pesquisa Estética e Vanguarda (ECA-USP) e integrante do grupo de pesquisa Teorias e Práticas Feministas (Unicamp/USP), a jornalista Maria Irenilda Pereira, repórter do Núcleo de Criação Multimídia, do Jornal Estado de Minas e Carmen Carvalho, pesquisadora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia e colaboradora da campanha pelos Direitos Humanos das Mulheres. Vamos juntas! _____ FALE CONOSCO . Email: mamilos@b9.com.br _____ ACCENTURE Este episódio contou com uma coluna especial do Mamilos com apoio da Accenture. Você já parou para pensar como as finanças descentralizadas, também conhecidas como DeFi, podem transformar o mercado financeiro? Diferente das finanças tradicionais, o DeFi não requer instituições financeiras para intermediar qualquer tipo de produto ou serviço, o que torna o sistema muito mais eficiente, disponível e acessível para os usuários. De olho nesse rápido desenvolvimento do DeFi, a Accenture preparou um relatório com detalhes do que esperar das finanças descentralizadas no presente e no futuro. Com experiência e expertise nesse mercado, a Accenture mergulhou nessa jornada ao DeFi para te ajudar em qualquer uma das etapas nesse processo de transição. E a companhia aponta o Brasil como mercado potencial para o DeFi por conta do sucesso de outras iniciativas de disrupção tecnológica do sistema financeiro tradicional, como o Pix. Para mais detalhes sobre os impactos e a preparação das empresas para DeFi, acesse o relatório completo: https://www.accenture.com/br-pt/insights/banking/financas-descentralizadas?c=acn_glb_metaeconomyglobo_13208138&n=spc_0922 _____ AGÊNCIA ANA COUTO Desde 2015, a Agência Ana Couto, especializada em branding, criou um espaço para profissionais e estudantes: a LAJE. Essa plataforma de conteúdo e aprendizagem oferece uma série de cursos online. A plataforma foi criada para conectar profissionais a uma comunidade cheia de oportunidades de crescimento e troca, acelerar carreiras, instrumentalizar talentos com cursos, conteúdos, experiências que trazem impacto real para sua vida. Entre os principais cursos, estão: "Branding Aplicado”, para aprender como aplicar no seu dia a dia o método proprietário que a Ana Couto usa com seus clientes, o “Brand Insider”, que abre os bastidores dos gestores de branding e mostra como estes profissionais atuam no dia a dia e mostra boas práticas que você pode aplicar imediatamente na sua realidade. São cursos com uma oportunidade real de networking, os alunos recebem mentoria de profissionais mega reconhecidos e experientes. trocam com outros alunos de todo brasil, muitos inclusive que já estão inseridos em grandes marcas. Gostou? Nos cursos da LAJE, ouvinte do Mamilos tem 15% de desconto usando o cupom B915! As inscrições se encerram em breve. Acesse o site aqui: https://site.laje-ac.com.br/ _____ CONTRIBUA COM O MAMILOS Quem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda participa do nosso grupo especial no Telegram. É só R$9,90 por mês! Quem assina não abre mão. https://www.catarse.me/mamilos _____ Equipe Mamilos Mamilos é uma produção do B9 A apresentação é de Cris Bartis e Ju Wallauer. Pra ouvir todos episódios, assine nosso feed ou acesse mamilos.b9.com.br Quem coordenou essa produção foi a Beatriz Souza. Com a estrutura de pauta e roteiro escrito por Eduarda Esteves. A edição foi de Mariana Leão e as trilhas sonoras, de Angie Lopez. A capa é de Helô D'Angelo. A coordenação digital é feita por Agê Barros, Carolina Souza e Thallini Milena. O B9 tem direção executiva de Cris Bartis, Ju Wallauer e Carlos Merigo. O atendimento e negócios é feito por Rachel Casmala, Camila Mazza, Greyce Lidiane e Telma Zenaro.
Jair Bolsonaro (foto) voltou a questionar a segurança das urnas eletrônicas. Em entrevista nesta segunda-feira (17) à Rádio Tupi, o presidente afirmou que os equipamentos são "ultrapassados". "Olha, diz a Polícia Federal que as urnas são inauditáveis. Não existe sistema eletrônico que seja perfeitamente blindado. Se nunca teve, vai chegar a hora. O que a gente sempre busca é dar mais uma camada de transparência. [...] Você vê: os bancos gastam uma fortuna por ano na defesa dos seus dados, em um trabalho para evitar que alguém entre na conta dos seus clientes e façam movimentações. É um gasto constante. O TSE está com uma urna bastante ultrapassada, antiga, geração do final dos anos 1990", disse Bolsonaro. Ainda durante a entrevista, o presidente afirmou que as Forças Armadas estão analisando se houve problemas no primeiro turno. "No momento, como as Forças Armadas foram convidadas a integrar uma comissão de transparência eleitoral, esse trabalho está sendo feito pelas Forças Armadas, eu não dou palpite. As Forças Armadas têm uma equipe enorme no Comando de Defesa Cibernética que trabalha nessa questão", disse o candidato à reeleição. Lula terminou o primeiro turno com 48,43% dos votos, contra 43,2% de Bolsonaro. O segundo turno está marcado para 30 de outubro. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Na Europa, o cristianismo era temido através da figura do Papa e do clero, ao qual mesmo a nobreza se curvava, perante sua autoridade, tida como inquestionável. A Idade Média foi uma época em que o conhecimento deveria ser proveniente da graça divina. Nessa lógica, tudo que é bom vem de Deus e tudo que é mal e profano vem do Diabo. Questionar era motivo para Heresia. Esta é uma época em que tudo é visto com um tom divino ou profano. Os embates das Cruzadas, que visavam inicialmente conquistar Jerusalém dos “hereges”, pois “Deus vult”, ou ainda “Deus o quer”, fez com que homens partissem ao oriente em busca de posses e da remissão de pecados, e propiciou inúmeros massacres. Se desgraças poderiam acontecer, para a mentalidade da época só havia uma razão: era uma obra do Demônio. Mas se tal criatura nefasta conseguia deixar seus rastros de maldade só poderia existir uma origem: os pecados da humanidade, muitas vezes provenientes de sacerdotes do mal que detinham como fonte de seu poder profano as entidades malignas do inferno, provindo da bruxaria. Próximo ao final da “Idade das Trevas”, um livro é escrito com a finalidade de identificar e punir aqueles que se distanciaram do caminho santo, e portanto eram “sacerdotes do mal”, os feiticeiros e feiticeiras. Esse livro foi a justificativa para uma das maiores atrocidades: a caça às Bruxas. O nome desse livro significa “O Martelo das Feiticeiras”, conhecido originalmente pela alcunha de Malleus Maleficarum. No episódio de hoje, nossos investigadores Andrei Fernandes, Ira Croft, Tupá Guerra, e Gabi Larocca convidam Natasha Mirra para falar desse polêmico documento histórico.
Veja a edição completa do JR desta segunda-feira (18) com os seguintes destaques: Bolsonaro questiona segurança das urnas em reunião com embaixadores e recebe resposta de autoridades do Senado, STF e TSE; Avião arremete para evitar colisão com outra aeronave no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo; Bolsonaro conversa com Zelenski pela primeira vez desde início da guerra na Ucrânia. No JR Dinheiro, veja dicas para economizar nas compras de supermercado. E, no primeiro episódio da série especial, veja como o Pix facilitou a vida de clientes e também de golpistas.
Jair Bolsonaro afirmou há pouco que foi alvo de investigação de vazamento de inquérito “não sigiloso” pelo STF. “Eu tive acesso a esse inquérito ano passado, divulguei. É um inquérito que não tem qualquer classificação sigilosa”, afirmou. “O delegado encarregado do inquérito foi bem claro que o inquérito não tinha classificação sigilosa”, declarou. Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
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Primeiro bloco da cobertura do GP do Azerbaijão com a surpreendente vitória de Sergio Perez! Nossa equipe discute o que foi fundamental para o resultado do mexicano, e comenta também o fator decisivo da prova em Baku: os estouros de pneus que trouxeram emoção ao GP mas que podem ser decisivos no final do campeonato. Afinal, o que pode ter causado as falhas da borracha? As opções e os desdobramentos desse assunto e muito mais você confere no Bloco 1 dessa semana! Alguns lembretes : Conheça o nosso Apoia-se http://www.apoia.se/cafecomvelocidade Não deixem de nos seguir no twitter: @cafevelocidade Não deixem de nos seguir no instagram @cafe_com_velocidade Assine o nosso canal no youtube Também estamos no Facebook com nossa fanpage http://www.facebook.com/cafevelocidade e nosso grupo em https://www.facebook.com/groups/cafecomvelocidade/ Escreva para nós: cafecomvelocidade@gmail.com Temos um grupo no WhatsApp! Mande seu número para adicionamos! Siga-nos no twitter: @thiagoraposo, @camposfb, @ressacaf1, @botequimgp