Podcasts about PRA

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    Objectif TECH
    Trajectoires - Moderniser l'infrastructure IT d'un groupe de santé sans jamais interrompre le soin

    Objectif TECH

    Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 11:47


    Comment garantir la continuité des soins lorsque la moindre interruption de service peut avoir un impact direct sur les patients ? Dans cet épisode, Quan-tuê Cassaro, Group CTO Corporate chez emeis, revient sur la transformation IT engagée par le groupe pour moderniser son système d'information tout en sécurisant ses opérations au quotidien.Elle partage les défis rencontrés au départ, entre infrastructures vieillissantes et environnements hétérogènes à l'international, et explique comment ses équipes, accompagnées par Capgemini, ont mené de front standardisation, modernisation et continuité de service. Au fil de l'échange, elle montre comment cette transformation technologique se traduit concrètement sur le terrain, au bénéfice des soignants et des patients. Enfin, elle évoque les prochaines étapes de cette évolution, entre digitalisation des parcours, automatisation des processus et intégration progressive de l'intelligence artificielle.

    Astrologia & Mindfulness - Astrólogo Saimagos

    Pra agendar a leitura do seu mapa astral acesse Saimagos.com ou mande mensagem para o (11) 96690 6266. Vagas a partir de setembro.

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    Dvacet minut Radiožurnálu: Děkanka FF UK: Obor překladatelství a tlumočnictví nerušíme. Měníme organizační strukturu fakulty

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    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 23:46


    Pražská filozofická fakulta oznámila rušení a slučování některých pracovišť. Proč by měl skončit například Ústav translatologie a čím jeho práci obhajují autoři protestní petice? Může živé tlumočníky a překladatele nahradit umělá inteligence? Vladimír Kroc se zeptal děkanky filozofické fakulty v Praze Evy Lehečkové.

    Radiožurnál
    Dvacet minut Radiožurnálu: Děkanka FF UK: Obor překladatelství a tlumočnictví nerušíme. Měníme organizační strukturu fakulty

    Radiožurnál

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 23:46


    Pražská filozofická fakulta oznámila rušení a slučování některých pracovišť. Proč by měl skončit například Ústav translatologie a čím jeho práci obhajují autoři protestní petice? Může živé tlumočníky a překladatele nahradit umělá inteligence? Vladimír Kroc se zeptal děkanky filozofické fakulty v Praze Evy Lehečkové.

    Dvacet minut Radiožurnálu
    Děkanka FF UK: Obor překladatelství a tlumočnictví nerušíme. Měníme organizační strukturu fakulty

    Dvacet minut Radiožurnálu

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 24:16


    Pražská filozofická fakulta oznámila rušení a slučování některých pracovišť. Proč by měl skončit například Ústav translatologie a čím jeho práci obhajují autoři protestní petice? Může živé tlumočníky a překladatele nahradit umělá inteligence? Vladimír Kroc se zeptal děkanky filozofické fakulty v Praze Evy Lehečkové.Všechny díly podcastu Dvacet minut Radiožurnálu můžete pohodlně poslouchat v mobilní aplikaci mujRozhlas pro Android a iOS nebo na webu mujRozhlas.cz.

    FM99 radijo podcast'as
    „Ne tu vienas kelyje“ - Policija fiksavo penkis eismo įvykius ir neblaivius vairuotojus

    FM99 radijo podcast'as

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 7:41


    Praėjusį savaitgalį Alytaus miesto ir rajono keliuose registruoti penki eismo įvykiai, trys žmonės buvo sužeisti, o tarp pažeidėjų – neblaivus motociklininkas bei vairuotojai, neturintys teisės vairuoti. Pasak Alytaus apskrities Kelių policijos skyriaus vyriausiojo specialisto Mariaus Vilkelio, didžiausią nerimą kelia ne tik alkoholis prie vairo, bet ir vairuotojų neatsargumas bei saugaus greičio nepaisymas.

    FM99 radijo podcast'as
    „Ugniagesiai informuoja“ Nemune jėgas pervertinęs plaukikas pagalbą išsikvietė pats

    FM99 radijo podcast'as

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 4:27


    Praėjusi savaitė Alytaus ugniagesiams gelbėtojams buvo be gaisrų, tačiau darbo netrūko. Per savaitę pareigūnai net dešimt kartų vyko į įvairius gelbėjimo darbus – nuo liūčių padarinių šalinimo iki pagalbos Nemune jėgas pervertinusiam plaukikui.

    new england patriots pra alytaus ugniagesiai
    Regina DAB Praha
    Praha je NEJ!: Rychlá cesta přes Vltavu i nevšední zážitek. Pražské přívozy nemají o cestující nouzi

    Regina DAB Praha

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 1:51


    Pražské přívozy jsou během sezóny oblíbeným spojením přes Vltavu. Patří do systému Pražské integrované dopravy a stačí vám tedy platná jízdenka MHD. Rádi je využívají jak místní obyvatelé, tak turisté a výletníci. Přívozem P1, který spojuje přístaviště Sedlec a Zámky, se svezla létající redaktorka Sabina Vosecká.

    IBF CHURCH
    PROTEJA A SUA CASA! | CESAR TAVARES na IBF CHURCH

    IBF CHURCH

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 69:52


    Para ficar por dentro de todas as nossas novidades, nos siga em nossas redes sociais:- IBF ChurchInstagram: https://www.instagram.com/ibfchurchoficial- Cesar TavaresYouTube: https://www.youtube.com/@cesartavaresoficial9892Instagram: https://www.instagram.com/apcesartavaresIBF Church - Um lugar para amar e ser amado! Endereço: Praça José Cardoso de Moura, 39 - Vila Jacuí, São Paulo - SP. CEP: 08060-020

    Boa Noite Internet
    O Império da IA — com Karen Hao

    Boa Noite Internet

    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 63:50


    O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

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    Vertikála: Novinky ze světa náboženství a víry s Naděždou Hávovou

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    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 24:00


    Pražské arcibiskupství započalo po nástupu Stanislava Přibyla do svého čela s kontrolou hospodaření. Spolupracuje taky s externími advokáty, kteří prověřují obchodní smlouvy a vyhodnocují, jestli některé z nich arcibiskupství nepoškodili. Úřad také spolupracuje s policií na vyšetřování údajného násilí přímo v prostorách arcibiskupství. „Mou povinností není pouze reagovat na jednotlivé případy, ale posílit kontrolní mechanismy a otevřenost úřadu,“ uvedl Přibyl.

    Caminho Da Vida
    Muitos Verão e Confiarão no Senhor

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    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 38:37


    Pra. Greice Batista

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    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 24:00


    Pražské arcibiskupství započalo po nástupu Stanislava Přibyla do svého čela s kontrolou hospodaření. Spolupracuje taky s externími advokáty, kteří prověřují obchodní smlouvy a vyhodnocují, jestli některé z nich arcibiskupství nepoškodili. Úřad také spolupracuje s policií na vyšetřování údajného násilí přímo v prostorách arcibiskupství. „Mou povinností není pouze reagovat na jednotlivé případy, ale posílit kontrolní mechanismy a otevřenost úřadu,“ uvedl Přibyl.Všechny díly podcastu Vertikála můžete pohodlně poslouchat v mobilní aplikaci mujRozhlas pro Android a iOS nebo na webu mujRozhlas.cz.

    História em Meia Hora
    Fome de Bengala

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    Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 32:30


    Durante a Segunda Guerra Mundial o Raj Britânico, atualmente correspondendo a basicamente à Índia, viveu uma das maiores catástrofes de sua história com milhões morrendo de fome. Pra muitos, a responsabilidade não só foi do Reino Unido, mas também pessoalmente de Winston Churchill. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre o que foi a Fome de 1943 em Bengala-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaViaje comigo, com o Vogalizando a História e com o Operação Barbarussa pra Grécia e Roma!https://partiu.vip/historiaecinema2026Ouça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okAssista meu outro podcast, o História pros brother!https://open.spotify.com/show/04a8C8gXTLj68lmZiQD8vmCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8Compre a camisa do História em Meia Hora: https://www.blablalogia.com/blablalojinha/akiralampiaoh30PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- SEN, Amartya. Poverty and Famines: An Essay on Entitlement and Deprivation. Oxford: Oxford University Press, 1981.- MUKERJEE, Madhusree. Churchill's Secret War: The British Empire and the Ravaging of India during World War II. New York: Basic Books, 2010.- DAVIS, Mike. Holocaustos Coloniais: Clima, Fome e Imperialismo na Formação do Terceiro Mundo. Tradução de Alda Porto. Rio de Janeiro: Record, 2002.- TAUGER, Mark B. 'Entitlement, Shortage and the 1943 Bengal Famine: Another Look.' The Journal of Peasant Studies, v. 31, n. 1, 2003, p. 45-72. 

    Region - Praha a Střední Čechy
    Středočeské příběhy: Marku Štěpánkovi je teprve jedenáct let a už sní o mistrovství světa v akrobatickém rock and rollu

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    Tatínek Ondřej a maminka Vanda reprezentovali Českou republiku ve vodním slalomu. Dnes jedenáctiletý syn Marek Štěpánek z Benátek nad Jizerou se ale na vodu nevydal. Zvolil si taneční parket a akrobatický rock and roll. Dokonce už studuje Pražskou taneční konzervatoř.

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    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 44:43


    Conversas que Importam é o podcast da Comunidade Nova, apresentado pela Pra. Natalia Albuquerque. Um espaço de conversas leves, sinceras e relevantes sobre vida, fé, família, imigração, relacionamentos, desafios, propósito e tudo aquilo que realmente importa.A cada episódio, convidados especiais compartilham histórias, experiências e reflexões de forma humana, acolhedora e verdadeira.Um podcast para ouvir, aprender, rir, refletir e crescer junto.Host: Pra. Natalia AlbuquerqueConvidado: Pr. Henrique Albuquerque

    Ironias da Corrida
    Ep. 300 - Celebrando a corrida

    Ironias da Corrida

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 64:43


    No episódio dessa semana celebramos 300 vezes do podcast Ironias da Corrida! Pra comemorar recebemos Aline Soares (@ginjah.soares), corredora de rua há 10 anos e coordenadora de comunicação da Maratona do Rio.Falamos de crews, provas, influencers, tradição! Três pessoas felizes falando sobre corrida de rua durante 1h! Vem comemorar com a gente!E que tal também ser nosso apoiador? Confere no apoia.se/ironiasdacorrida! Se inscreva em nosso canal no youtube! https://www.youtube.com/@ironiasdacorrida7658Nos sigam no instagram @ironiasdacorrida. Não deixe de nos avaliar com 5 estrelas no Spotify. Cupom @soudobro: IRONIAS

    Podcast do Vogalizando
    EP211: Gabriela Panquequinha na Ilha das Cobras

    Podcast do Vogalizando

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 61:47


    Se quiser e puder, vem viajar com a gente! Clica aí no link pra ver todos os detalhes:https://partiu.vip/historiaecinema2026Quarta-feira é o dia mundial do Podcast do Vogalizando, onde Marco e Vogel comentam as notícias da semana, te contam o que acontece nos bastidores do canal e desmentem fake news, dessa vez com um convidado especial: nosso querido amigo Egon Kersten!Pra participar do podcast com a gente, manda um email pra podcastdovogalizando@gmail.com

    IBF CHURCH
    VOCÊ PRECISA SER MAIS OBEDIENTE A DEUS! | CESAR TAVARES na IBF CHURCH

    IBF CHURCH

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 45:28


    Para ficar por dentro de todas as nossas novidades, nos siga em nossas redes sociais:- IBF ChurchInstagram: https://www.instagram.com/ibfchurchoficial- Cesar TavaresYouTube: https://www.youtube.com/@cesartavaresoficial9892Instagram: https://www.instagram.com/apcesartavaresIBF Church - Um lugar para amar e ser amado! Endereço: Praça José Cardoso de Moura, 39 - Vila Jacuí, São Paulo - SP. CEP: 08060-020

    Matei o Chefe
    Metroid Dread

    Matei o Chefe

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 92:55


    Um dos melhores metroidvanias da história é o tema do episódio de hoje do Matei o Chefe! Shin Koheo, Vivard, Mario e Quinho batem um papo sobre este jogaço que fez até haters elogiarem a Nintendo!Letra da versãoEu fui... Eu fui... Eu fui... Eu fui... Eu fui... Eu fui...Pra outra área a de láEu fui... Eu fui... Eu fui... Eu fui... Eu fui... Eu fui...E voltei pra ArtariaÉ um joguinho que me fez felizE side scrolling como eu sempre quisPeguei para jogar e as áreas visitarFerenia, Gaviran que nunca ouvi nem falarOuvi muitas histórias, "ninguém zera isso aqui"O jogo te humilha, é difícil pa caraySe tivesse um Bob Marley ia ser bem mais legalIa ficar mais lento e facilitar pra geral, entãoEu fui... Eu fui... Eu fui... Eu fui... Eu fui... Eu fui...Pra outra área a de láEu fui... Eu fui... Eu fui... Eu fui... Eu fui... Eu fui...E voltei pra Artaria

    Filosofia e Ciências Humanas: Com o Professor Fabiano Lima
    Revolução Francesa: A Importância da Queda da Bastilha (14 de julho de 1789) para um novo Estado.

    Filosofia e Ciências Humanas: Com o Professor Fabiano Lima

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 6:27


    A Revolução Francesa (1789) foi impulsionada como resposta do povo contra a política de ajuda aos EUA na guerra de independência (1777), em detrimento da pobreza que as classes populares passavam.O que os dois processos tem em comum? Primeiro que foram os Primeiros Estados com novos sistemas Republicanos, em críticas que apareceram através de Filósofos Iluministas, que criticavam os Reinos/Impérios Absolutistas, uqe apenas governavam para si mesmos, e suas nobrezas e Clero (Igreja), e não para o povo. A Revolução Francesa não perdoou monarquistas, a ponto de executá-los em Praça Pública, decapitados por Guilhotina, como traidores da revolução e do Povo.

    Pílulas do Conhecimento
    #323 - I Kissed A Girl: A virada musical na cultura sáfica

    Pílulas do Conhecimento

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 8:41


    Do código do "anel de coco" às paradas de sucesso mundiais! Neste episódio do Pílulas, descubra como a ascensão de artistas sáficas na música pop internacional abriu caminhos para que jovens encontrem acolhimento, identidade e representatividade em suas canções favoritas. VEM PRO ESPAÇO!Praça da Liberdade, 700Belo Horizonte – MG                                   CEP: 30140-010                                             Telefone (Recepção): (31) 3409-8350Telefone (Assessoria de Comunicação): (31) 3409-8383NOSSOS LINKS:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Blog do Espaço⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Realização: Espaço do Conhecimento UFMG Pró-reitoria de Cultura UFMG (Procult)Universidade Federal de Minas GeraisTexto original: Rebeca JúliaAdaptação e trabalhos de áudio: Samuel LacerdaSupervisão e revisão geral: Fernando SilvaCoordenação: Vanessa Brandão

    Region - Praha a Střední Čechy
    Středočeské příběhy: Známá Fragnerova lékárna si připravuje vlastní léky. Obnovila recepturu Pražské domácí masti

    Region - Praha a Střední Čechy

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 3:02


    Před 160 lety vznikla ve Fragnerově lékárně U Černého orla tehdy velmi populární Pražská domácí mast, která chrání rány a mírní zánět i bolest. Měla takový úspěch, že se – pak už v továrně – vyráběla ještě po druhé světové válce. A slavná mast znovu ožila, v nejstarší fungující lékárně v Praze ji začali znovu připravovat.

    Z2 Talks
    NEW BALANCE 42k PORTO ALEGRE | RUN THE NEWS! | EP71

    Z2 Talks

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 25:27


    O GOAT DO ASFALTO PASSOU NO BRASIL! Kipichoge esteve na maratona da NB em Porto Alegre, junto com 5 pessoas que fizeram o melhor tempo em uma prova em terreno nacional. Pra variar mais recordes sendo atropelados, na corrida, nas pistas da Diamond League, no Triathlon e viva o esporte! Sem mai delongas... RUN THE NEWS!---------------------------------------------Ricardo Favoretto - Running Nerdhttps://www.instagram.com/rifavorettoGi Fabriciohttps://www.instagram.com/giovannafabric---------------------------------------------#running #corrida #runthenews #news #maratona #noticias #runningnerd #z2performance #z2talks #alwayschasing

    Boia
    Boia 363 - Uma transa-atlântica intercontinental.

    Boia

    Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 149:58


    Em outro episódio transatlântico do Boia, numa triangulação Brasil-África do Sul-Portugal de fazer inveja a um nômade digital com um ticket volta ao mundo, o trio Julio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente, novamente na companhia do nosso unicórnio favorito, Daniel Rangel, discutem o wild-card de Kelly Slater para Teahupoo, aproveitando para beliscar Cristiano Ronaldo, Neymar e outras lendas que se recusam a largar o osso, mesmo quando roído até ao tutano. Também abordam a enorme confusão de calendários e regras entre a ISA e a WSL, com as Olimpíadas 2028 no horizonte. De lambuja, ainda dissecam a análise de meio de temporada WCT feita pelo inescapável Steve Shearer.Pra embalar a essa navegação de poiniões errantes, tem Elis Regina (en)cantando “O “Mestre-Sala dos Mares”, Pavement descascando “The Killing Moon”, Sonic Youth e Chuck D quebrando tudo com “Kool Thing” e, pra habitar geral, Fela Kuti & Afrika 70 (+Ginger Baker) transformam sofrimento em 15 minutos de pura catarse com "Ikoyi Mentality Versus Mushin Mentality"

    Liberec
    Babiččiny recepty s Vladimírou Jakouběovou: Smažený karfiol s omáčkou smetanovou

    Liberec

    Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 2:58


    V našem vyprávění o dobrotách v selské kuchyni si tentokrát povíme o květáku neboli karfiolu a připravíme smažený karfiol s omáčkou smetanovou podle receptu z Pražské kuchařky z roku 1876.

    CBN Vitória - Entrevistas
    Vai dar rock: Nazareth faz show gratuito em Vitória nesta quinta-feira (16)

    CBN Vitória - Entrevistas

    Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 5:19


    É dia de rock! Nesta quinta-feira (16), a banda escocesa Nazareth sobe ao palco da Praça do Papa, em Vitória, para um show gratuito que promete reunir milhares de fãs em uma celebração ao Dia Mundial do Rock, recordado no dia 13 de julho. A abertura da noite ficará por conta da capixaba Lordose Pra Leão, que prepara uma apresentação especial em homenagem ao histórico "Festival Dia D". Segundo a prefeitura, a programação também reserva um momento especial antes mesmo do primeiro riff. Cerca de 100 motocicletas participarão de um grande comboio, que sairá da Prefeitura de Vitória com destino à Praça do Papa. O percurso, com horário previsto de 19 horas, será acompanhado pela Guarda Civil Municipal de Vitória, em uma chegada que promete transformar as avenidas da Capital em um verdadeiro desfile sobre duas rodas, antecipando o clima de celebração que tomará conta da noite. Em entrevista à CBN Vitória, o assessor adjunto da Secretaria Municipal de Cultura, Alison Costa Joaquim, fala sobre o assunto. Ouça a conversa completa!

    As Cunhãs
    Flávio Bolsonaro, Elmano e as surpresas da chapa petista

    As Cunhãs

    Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 69:57


    A visita de Flávio Bolsonaro (PL) a Fortaleza para avalizar a candidatura do pai de André Fernandes (PL), Alcides Fernandes (PL), ao Senado, deu o que falar. Não pela performance do pré-candidato à Presidência, e mais pela truculência pela qual André e sua trupe trataram aliados que rejeitam o apoio dado pelo PL cearense a Ciro Gomes (PSDB) ao governo do Ceará. Ciro não esteve presente, mas sem dúvida foi o personagem mais falado no evento, que contou ainda com outras ausências de peso.  Contamos os detalhes deste evento da direitona no episódio desta semana. Também falamos das movimentações dos governistas, mas como gravamos na segunda-feira, dia 13/07, não trouxemos neste episódio o martelo batido que sacramentou Cid Gomes (PSB) como candidato à reeleição ao Senado.  Pra ouvir os comentários sobre essa decisão, assista a live que fizemos na noite desta terça-feira (14), pra deixar tudo bem atualizado. Mas falamos ainda de outras movimentações, como a decisão da deputada estadual Larissa Gaspar (PT) de disputar uma vaga à Câmara Federal, e não mais à Alece, e as consequências dessa mudança, entre outras cositas desta chapa de apoio a Elmano de Freitas (PT) ao Governo.  Bora ouvir, que o episódio tá daquele jeitinho, bom demais!  Para participar da Comunidade das Cunhãs no Whatsapp: apoia.se/ascunhascomunidade; Se quiser mandar um PIX, só pra apoiar o podcast, envie para a chave ascunhaspodcast@gmail.com.Produção: Inês Aparecida, Hébely Rebouças e Kamila FernandesEstúdio de gravação: Pro ProduçõesApoio nas redes sociais: Ponto IndieTrilha sonora: Barruada Gagá (Breculê)

    FM99 radijo podcast'as
    „Ne tu vienas kelyje“ - Dzūkijos keliuose – skaudi savaitė: Varėnos rajone per avariją žuvo moteris

    FM99 radijo podcast'as

    Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 13:24


    Praėjusi savaitėDzūkijos keliuose neapsiėjo be skaudžių nelaimių. Varėnosrajone per lenkimo manevrą įvykusioje avarijoje žuvo automobiliokeleivė, o Druskininkuose policija aiškinasi iš eismo įvykiopasišalinusio vairuotojo veiksmus. Pareigūnai primena, kad daugumosnelaimių priežastis – ne oro sąlygos, o kelių eismo taisykliųnepaisymas.

    var pra dz savait vienas moteris pareig druskininkuose
    Os Economistas Podcast
    OPORTUNIDADES DA BOLSA PARA O SEGUNDO SEMESTRE DE 2026 (Com Christian Keleti) | Os Economistas 229

    Os Economistas Podcast

    Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 100:29


    TRABALHE NO MERCADO FINANCEIRO E DESCUBRA COMO CHEGAR AOS R$ 18 MIL OU MAIS POR MÊS! https://finc.ly/9e17dda2a5A bolsa brasileira ainda está barata ou o melhor do rali já ficou pra trás? Pra responder isso, recebemos Christian Keleti, CEO da Alpha Key Capital e um dos nomes mais respeitados da gestão de ações no Brasil.Nesse episódio ele fala sobre o momento do mercado depois dos recordes de 2026, onde estão as oportunidades pro segundo semestre, o peso da eleição e dos juros na bolsa, e o que ele está comprando agora.Um papo direto pra quem quer entender onde o dinheiro inteligente está olhando.Se inscreva no canal e ative o sino pra não perder nenhum episódio.#alphakey #bolsa #christiankeleti #bolsabrasil

    CEI DE CABO FRIO
    A Mesa que nos JUSTIFICA - Pra. Karlla Sales

    CEI DE CABO FRIO

    Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 36:16


    Nesta mensagem, a Pra. Karlla Sales, com o texto em Lucas, capítulo 18, versículos 9 a 14, nos traz uma reflexão sobre o fariseu e o publicano, e também sobre Davi (Salmos 51).A parábola do fariseu e do publicano nos conduz a uma das maiores verdades do Evangelho: não é o nosso currículo espiritual que nos justifica diante de Deus, mas a Sua graça. Jesus conta essa história para aqueles "que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros" (Lc 18:9).Embora o texto aconteça no templo, ele aponta para uma realidade que se completa na mesa da comunhão com Cristo. A mesa do Senhor não é preparada para aqueles que acreditam ser perfeitos, mas para aqueles que reconhecem que precisam de misericórdia.O fariseu e o publicano representam dois corações completamente diferentes.1. A mesa da autossuficiência não justificaO fariseu chega confiante em suas obras. Sua oração é um discurso sobre si mesmo: "Jejuo... dou o dízimo... não sou como os demais homens."Ele conhecia a religião, mas não conhecia a humildade. Sua comparação com os outros o impedia de enxergar sua própria necessidade de Deus.Há um grande perigo na vida cristã: substituir a dependência da graça pela confiança nas próprias realizações espirituais.Quem vive apenas de desempenho nunca desfruta plenamente da graça.Deus não procura pessoas impressionadas consigo mesmas, mas pessoas quebrantadas diante dEle.2. A mesa da graça recebe quem reconhece sua necessidadeO publicano permanece distante. Não levanta os olhos aos céus. Bate no peito e faz uma oração curta:"Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador."Ele não apresenta méritos. Não oferece justificativas. Apenas reconhece sua condição.É exatamente esse tipo de coração que Deus honra.A graça começa onde termina o orgulho.A mesa de Cristo sempre terá lugar para quem chega arrependido.3. A verdadeira justificação acontece pela misericórdiaJesus conclui com uma declaração surpreendente:"Este desceu justificado para sua casa, e não aquele."A justificação não foi conquistada pelas obras do fariseu, mas recebida pelo publicano através da misericórdia de Deus.Essa verdade alcança seu ponto máximo na cruz.Quando nos aproximamos da mesa do Senhor, lembramos que:não fomos aceitos porque somos bons;fomos aceitos porque Cristo é perfeito;não somos salvos por aquilo que fazemos, mas por aquilo que Jesus realizou.A mesa da Ceia anuncia exatamente isso: o pão e o cálice proclamam que nossa justiça está em Cristo.4. A mesa nos iguala diante da cruzNa mesa do Reino não existem pessoas mais dignas do que outras.Todos chegam da mesma maneira:necessitados da graça;dependentes da misericórdia;alcançados pelo amor de Deus.A cruz elimina qualquer motivo de orgulho.Diante da mesa, o religioso e o pecador arrependido têm apenas uma esperança: Jesus Cristo.Como escreveu o apóstolo Paulo:"Porque pela graça sois salvos, mediante a fé... não vem das obras, para que ninguém se glorie." (Efésios 2:8-9)Examine seu coração antes de comparar sua caminhada com a de outras pessoas.Nunca permita que suas conquistas espirituais substituam sua dependência da graça.Aproxime-se diariamente de Deus com humildade e arrependimento.Lembre-se de que a mesa do Senhor celebra a obra de Cristo, e não os méritos humanos.Conclusão: A mesa que nos justifica não é a mesa do mérito, mas a mesa da graça.O fariseu saiu do templo levando consigo seu orgulho. O publicano saiu levando algo infinitamente maior: a justificação de Deus.Ainda hoje, Cristo continua convidando pessoas para Sua mesa. Não aqueles que pensam já ter tudo, mas aqueles que reconhecem que, sem Ele, nada são.Quem chega à mesa confiando em si mesmo volta vazio. Quem chega confiando na misericórdia de Cristo volta justificado."Porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado." (Lucas 18:14)Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

    Kuhajmo s sestro Nikolino

    Ob besedi zavitek marsikdo najprej pomisli na jabolčni štrudelj, ampak se za to besedo lahko skriva še marsikaj drugega. Poznamo tudi zavitke iz zelenjave in mesa. Sestra Nikolina je povedala, kako pripravimo zavitek iz bučk. Vlečeno testo z enim jajcem dobro pregnetemo. Naj ne bo ne premehko, ne prekrepko in naj se dobro odpočije. Medtem pripravimo nadev. Za tanek skutin namaz potrebujemo: 1 jajce, sol, malo skute in kakšno žlico kisle smetane. To namažemo po razvaljanem testu in na to grobo naribamo bučke. Teh ni niti treba lupit, jih samo očistimo in po potrebi obrežemo. Na vrhu potresemo zlatorumeno praženo čebulo. Po potrebi dosolimo in potresemo s poprom. Zavijemo in preložimo na pekač, ki smo ga namazali z oljem. Če je namazan z oljem, potem zavitek lahko po pekaču premikamo. Na vrhu namažemo s kislo smetano, nabodemo z vilico in postavimo v 190 stopinj Celzija vročo pečico. Peče se približno 40 minut, po potrebi ga vmes obrnemo ali pa prestavimo višje ali nižje v pečici. To je lahko odlična priloga ali pa glavna jed s solato. Pražena čebula da svojevrsten okus. Lahko pa zabelimo s prekajeno slanino ali olivnim oljem ... Na podoben način delamo zavitek iz špinače ali blitve (to samo blanširamo in naložimo na skutin namaz), na vrhu damo še malo sesekljanega česna ali narezanega drobnjaka. Zelo dober je tudi zavitek s praženim svežim zeljem na čebuli ali s praženim mesom.

    Play Me or Fade Me Sports Betting Picks Podcast
    Flip the Script & Put in on the Board w/ KotaCapperKyle | WNBA, World Cup and more (7/13)

    Play Me or Fade Me Sports Betting Picks Podcast

    Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 12:36


    France ML vs. Spain (+135) Argentina/England BTTS + Over 2.5 Goals (+347) Mercury/Lynx Over 168.5 (-110) Rhyne Howard Over 27.5 PRA (-120) Dream -7.5 vs. Sparks Discord: https://discord.gg/pw4HqUq2G Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    Olomouc
    Co v učebnicích nebylo: Pražský poledník: Na Staroměstském náměstí měřili čas pomocí čáry na zemi. Co na to moderní měření?

    Olomouc

    Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 1:31


    Věděli jste, že na Staroměstském náměstí se měřil čas pomocí čáry na zemi? V dlažbě ikonického pražského náměstí dnes najdete nenápadnou bronzovou lištu s nápisem, který připomíná Pražský poledník.

    Plzeň
    Co v učebnicích nebylo: Pražský poledník: Na Staroměstském náměstí měřili čas pomocí čáry na zemi. Co na to moderní měření?

    Plzeň

    Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 1:31


    Věděli jste, že na Staroměstském náměstí se měřil čas pomocí čáry na zemi? V dlažbě ikonického pražského náměstí dnes najdete nenápadnou bronzovou lištu s nápisem, který připomíná Pražský poledník.

    Ryto garsai
    Dalyje miestų vaikus į būrelius bus galima registruoti per bendrą sistemą

    Ryto garsai

    Play Episode Listen Later Jul 12, 2026 111:17


    Išsami orųprognozė.Užsienio naujienos.Užsienio kultūros įvykių apžvalga.Laidos „Radijo dokumentika“ ištrauka - pasakojimas apie tai, kodėl Kaune nėra nei vienos skulptūros, kuri įamžintų žinomą moterį, bet stovi daugiau nei šešios dešimtys skulptūrų, skirtų vyrams.„Vyresnieji manęs nebeprisileidžia, nes žino, kad, kai nutapysiu jų portretą, po metų ar dvejų numirs. Aš kaip koks giltinė“, – pasakoja menininkas iš Akmenės Stanislovas Adomaitis, mėgstantis tapyti portretus. Menininko pasakojimas – rubrikoje „Savaitgalis už Vilniaus“.Pokalbis su LRT Radijo bendradarbiu Latvijoje apie tai, kodėl Latvijos pasienyje su Baltarusija pastaruoju metu pastebimi padidėję neteisėtos migracijos srautai.Dalyje savivaldybių vaikus į būrelius nuo šių mokslo metų bus galima registruoti per bendrą sistemą. Pokalbis apie tai, kaip ši nauja tvarka veiks ir kuriuose miestuose ja jau bus galima naudotis.Praėjusią naktį paaiškėjo visos pasaulio futbolo čempionato pusfinalių komandos. Rungtynes apžvelgia futbolo ekspertas M. Babravičius.Trijuose Vilniaus paplūdimiuose dėl pablogėjusios vandens kokybės rekomenduota nesimaudyti. Kodėl lietus gadina maudyklų vandens kokybę?Etnologo L. Klimkos pasakojimas apie spalvingąją vaivorykštę tautosakoje ir lietingame liepos danguje.

    pra sistem kod vilniaus pokalbis kaune miest galima latvijos latvijoje lrt radijo baltarusija akmen
    Igreja Missionária Evangélica Maranata
    Chamados a identidade real - Pra. Meire Peres

    Igreja Missionária Evangélica Maranata

    Play Episode Listen Later Jul 12, 2026 26:46


    Chamados a identidade real - Pra. Meire Peres by Igreja Missionária Evangélica Maranata de CaxiasPara conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe

    Týdeník Respekt • Podcasty
    Kam nás může zavést posedlá láska až za hrob? A proč už 12 tisíc let pijeme pivo?

    Týdeník Respekt • Podcasty

    Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 50:02


    Dělníci kultury #62 mimo jiné o výběrovém řízení na vedení Národní galerie Praha nebo albu Gaanz Lukáše Vydry z Dukly a Patrika Nagyho z Berlin MansonV dalším díle videopodcastu týdeníku Respekt Dělníci kultury spolu Pavel Turek a Jan H. Vitvar debatují o tom, co je v uplynulém týdnu v kultuře zaujalo a o své aktuální práci. Tentokrát došlo na:návrat k výběrovému řízení na vedení Národní galerie Prahaalbum Gaanz Lukáše Vydry z Dukly a Patrika Nagyho z Berlin Mansonfilm Posedlostvýstavy Dorky Hlinkové Čury Mury Fuk (Hidden Gallery) a Fragmenty paměti (Jízdárna Pražského hradu)knihy Pola Guasche Napalm v srdci (Euskaldun) a Jana Turka První Evropané (Academia)koncert Bad Bunnyho na Národním stadionu ve Varšavě (14. července) a festival Pohoda na letišti v Trenčíně (9.-11. července)Když už člověk jednou je, tak má sledovat kulturu v Respektu

    Podcast do Vogalizando
    EP210: Gárgulas, lobisomens e Ets Arcturianos

    Podcast do Vogalizando

    Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 39:57


    Se quiser e puder, vem viajar com a gente! Clica aí no link pra ver todos os detalhes:https://partiu.vip/historiaecinema2026Mais uma sexta-feira saindo um novo episódio do Podcast do Vogalizando, onde Marco e Vogel te trazem notícias, desmentem fake news e contam detalhes dos bastidores do canal!Pra participar do podcast com a gente, manda um email pra podcastdovogalizando@gmail.com

    pra vogel clica arcturianos
    Týdeník Respekt • Podcasty
    Babiš si stiskl ruku s Trumpem, vyhýbal se Pavlovi a naštval Okamuru

    Týdeník Respekt • Podcasty

    Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 38:30


    Vládneme, nerušit #68: O aktuálním politickém dění v Česku s Kristýnou Jelínkovou, Františkem Trojanem a Filipem Zelenkou.Add paragraphSummit Severoatlantické aliance v Ankaře je za námi. Je za námi i vnitropolitický spor mezi Pražským hradem a vládou Andreje Babiše v čele s Petrem Macinkou? Má summit vítěze a poražené a byl nakonec Donald Trump nazlobený na českou vládu pro nedodržení aliančních závazků na výdaje na obranu? O tom mluví v dalším díle politického podcastu Vládneme, nerušit Kristýna Jelínková, František Trojan a Filip Zelenka.

    Radio Wave
    EXCALIBURR: DARKO DON: I v Česku jde dělat dancehall, co je fly. Dat Boy je toho důkazem

    Radio Wave

    Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 55:27


    „Vždycky, když přijde na show, je tam Dat Boy.“ Pražský rapper DARKO DON vydal na začátku léta nový albový projekt, na kterém dokazuje, že i v tuzemsku lze dělat důstojný dancehall. Nejen o něm jsme mluvili v dalším EXCALIBURR rozhovoru.

    RobCast
    AS 10 PROFISSÕES que ganham MAIS DINHEIRO no Brasil

    RobCast

    Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 14:39


    ⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Direito, Engenharia e Medicina não garantem mais riqueza00:47 A fonte dos dados: Receita Federal01:02 Pra quem é o vídeo de hoje01:20 Nº10 — Servidor de Auditoria Fiscal e Fiscalização02:28 Nº9 — Piloto de Avião / Comandante de Embarcação03:31 Nº8 — Servidor Bacen / CVM / SUSEP04:02 Nº7 — Médico06:21 Nº6 — Atleta Profissional08:33 Nº5 — Advogado do setor público / Procurador da Fazenda09:44 Nº4 — Diplomata10:17 Nº3 — Procurador / Promotor do Ministério Público11:28 Nº2 — Ministro / Juiz / Desembargador12:05 Nº1 — Titular de Cartório12:25 Conclusão: quem realmente fica rico no Brasil12:57 RC Wealth e RC Club

    Blízká setkání
    David Kraus slibuje: Letos se na koncertě udržím. Ani jednu „sytou“ tam nedám

    Blízká setkání

    Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 33:04


    Za roky na scéně si vyzkoušel nejrůznější hudební žánry a teď ho okouzlil i šanson. „Přitahuje mě to. A zamiloval jsem si kapelu Radky Fišarové, která se zpěvákem dýchá,“ říká v Blízkých setkáních s Vasilem Fridrichem. Právě s ní a dalšími interprety vystoupí v Ledeburské zahradě pod Pražským hradem. „Mám tam písně, které vlastně šanson nejsou, ale bude to v intimní atmosféře a bude to velká romantika,“ zve na koncert hudebník a textař.Všechny díly podcastu Blízká setkání můžete pohodlně poslouchat v mobilní aplikaci mujRozhlas pro Android a iOS nebo na webu mujRozhlas.cz.

    Kecy a politika
    Kecy a politika 273: Zakažte prezidentovi jezdit na motorce!

    Kecy a politika

    Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 49:51


    Všechno začalo jako spor prezidenta republiky a ministra zahraničí. Dnes už to má také ústavněprávní podobu, protože minulý týden podal vládní poslanec Libor Vondráček pozměňovací návrh, aby hlavě státu byla odebrána pravomoc jmenovat vedoucí některých mezinárodních misí. Roztáčí se další kolo sporů, protože Petr Pavel musí chránit prezidentský úřad jako instituci, takže nejspíš to skončí další žalobou u Ústavního soudu.Když před čtrnácti dny pronesl Andrej Babiš na adresu Ústavního soudu, že respektuje jeho rozhodnutí ohledně účasti prezidenta v delegaci na summit NATO, označil to novinář Martin Weiss za státnický postoj. Vydrželo to ovšem jen pár dnů a dnes je Andrej Babiš v čele protiprezidentského tažení.Proč to dělá? Jednak se on i celá vláda obávají toho, že budou mít na summitu v Ankaře nepohodlného svědka svého kličkování před šéfy NATO. Zároveň se Babiš připravuje na prezidentské volby, protože si vyhodnotil, že Petra Pavla nechce mít v dalších letech na Pražském hradě, protože mu leccos z jeho politických plánů komplikuje.Dosud ale neřekli podstatnou věc: co vlastně chtějí dělat v Ankaře? Jaká je česká pozice, s níž vystoupí na summitu? Z jakých zdrojů chtějí navýšit peníze na armádu?

    Podcast do Vogalizando
    EP209: O jacaré psiônico na festa do Vogalizando

    Podcast do Vogalizando

    Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 37:12


    Se quiser e puder, vem viajar com a gente! Segue o link com os detalhes da viagem:https://partiu.vip/historiaecinema2026Pra encerrar a semana nessa sexta-feira, está saindo mais um episódio do Podcast do Vogalizando! Aqui tu ouve Marco e Vogel comentando as notícias da semana, contando curiosidades históricas e falando sobre os detalhes dos bastidores do Vogalizando a História.Pra participar dos próximos episódios é só mandar um email pra podcastdovogalizando@gmail.com

    JORNAL DA RECORD
    01/07/2026 | 3ª Edição: PGR pede que Jair Bolsonaro siga em prisão domiciliar

    JORNAL DA RECORD

    Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 9:10


    Confira nesta edição do JR 24 Horas: TSE libera Marcelo Crivella para disputar as eleições de outubro. PF aponta falhas prévias em avião da Voepass e investiga responsabilidades. Área da antiga Cracolândia passa a se chamar Praça do Triunfo em SP.  

    Igreja Missionária Evangélica Maranata
    Você está preparado? - Pra. Mônica Cardoso

    Igreja Missionária Evangélica Maranata

    Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 32:07


    Você está preparado? - Pra. Mônica Cardoso by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Caxias Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe

    Donos da Razão
    #363 - Fofocando sobre as WAGs e Copa do Mundo

    Donos da Razão

    Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 49:14


    A Copa do Mundo ganhou uma nova linha de fofoca em 2026: a vida sofrida das WAGs. Pra falar dessa nova modalidade de personagens assistimos ao doc Convocadas do Globoplay!

    Podcast do Vogalizando
    EP208: Albert Einstein, Mycael e uma praia

    Podcast do Vogalizando

    Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 41:58


    Se quiser e puder, vem viajar com a gente! Esse link tem os detalhes da viagem:https://partiu.vip/historiaecinema2026Encerrando a semana com mais um episódio do Podcast do Vogalizando! Aqui tu ouve Marco e Vogel comentando notícias, curiosidades históricas e detalhes dos bastidores do Vogalizando a História.Pra participar dos próximos episódios é só mandar um email pra podcastdovogalizando@gmail.com

    NerdCast
    GUIA DA COPA 2026 - Como Chega o BRASIL Pra Essa Copa? (com Xandi Barros) | Jovem Nerd Esporte Clube 07

    NerdCast

    Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 122:37


    Todos juntos, vamos. Pra frente, Brasil. Salve a seleção! Estamos NAS PORTAS da copa, e no Jovem Nerd Esporte Clube é dia de falar sobre nossas expectativas para o Brasa no torneio! Será que finalmente uma geração inteira verá nosso país se sagrando hexacampeão mundial? E para a análise com mais ALEGRIA da internet brasileira, nosso escrete recebe a presença de honra do Xandi Barros! Hasbro Conheça MONOPOLY Panini Prizm FIFA: https://nerdbunker.short.gy/jnec_hasbro2 Inscreva-se no JNEC no YouTube: https://www.youtube.com/@jnesporteclube Ouça também no Spotify e agregadores de podcast: https://open.spotify.com/show/2lFibvS3lasyNBqkYixJy6 Mande suas histórias, críticas, elogios e sugestões para: servicos@jovemnerd.com.br Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices