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Hoje no Venham a Mim Podcast vamos contar uma história muito curiosa. Você já se sentiu sozinho quando estava com medo? Na história de hoje vamos contar como o profeta Eliseu venceu uma batalha com um exército invisível. Essa história está na Bíblia 2 Reis 6:8-23Música - Cold and Hard by Blue Dot Sessions
LEITURA BÍBLICA DO DIA: 2 REIS 5:1-3, 9-14 PLANO DE LEITURA ANUAL: PROVÉRBIOS 19–21; 2 CORÍNTIOS 7 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: O prato mais vendido de Joice era o mingau de arroz. Ela mexia o mingau com muito cuidado até obter uma consistência homogênea. Por isso, ela se assustou quando um cliente regular disse: “Seu mingau está com um gosto diferente. A textura não está tão boa”. A nova assistente tinha preparado o mingau e explicou o motivo de estar diferente: “Não mexi tanto quanto a receita pedia, pois é assim que faço em casa. Também acrescentei mais óleo de gergelim. Na minha opinião, fica melhor”. Ela tinha decidido ignorar a receita e fazer do jeito dela. É assim que, às vezes, reajo às instruções de Deus. Em vez de obedecer totalmente às Suas ordens conforme as Escrituras, eu as submeto às minhas opiniões e faço do meu jeito. Naamã, comandante sírio, estava prestes a cometer erro semelhante. Ao receber a instrução de Deus, por meio do profeta Eliseu, para se lavar no Jordão para que sua lepra fosse curada, o orgulhoso soldado se irritou. Ele tinha suas expectativas sobre como sua necessidade deveria ser tratada, acreditando que a opinião dele era superior à ordem divina (2 REIS 5:11-12). Seus servos, porém, o convenceram a ouvir Eliseu (v.13). Como resultado, Naamã foi curado. Quando fazemos as coisas à maneira de Deus, sentimos uma paz indescritível. Vamos obedecê-lo no cumprimento de Seus propósitos. Por: KAREN HUANG
Devocional do dia 13/09/2026 com o tema: Jumenta fala? Meu antigo pastor costumava dizer: Deus não economiza mula. Ele usava essa frase engraçada para afirmar que quando Deus tem algo a nos dizer, ele usará qualquer pessoa ou instrumento - até uma mula. A referência é à história de Balaão, que não era israelita nem profeta como Elias e Eliseu, pois não havia recebido unção para tal ministério. Ao levar a mensagem de Deus ao povo, seu objetivo não era advertir contra o erro e convidar ao arrependimento, mas o lucro. Era um charlatão, um mercenário sem ética. Foi contratado por Balaque, um dos inimigos do Israel, com o propósito de amaldiçoar os filhos de Deus. Embora o Senhor lhe tivesse dito para não o fazer, como um bom mercenário, ele sucumbiu à sedução do suborno. Ao ceder e se dispor a amaldiçoar o povo escolhido, não consegue entender por que sua jumenta se recusa a andar em linha reta, acabando por ficar deitada na estrada. LEITURA BÍBLICA: Números 22.28-31 Não sejam como o cavalo ou o burro, que não têm entendimento, mas precisam ser controlados com freios e rédeas; caso contrário, não obedecem (Sl 32.9).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mais de 20 candidatos já exprimiram a sua intenção de lançar a sua campanha para as eleições presidenciais que decorrem em França entre Abril e Maio de 2027, mas, por enquanto, Marine Le Pen, na extrema-direita, é a candidata que recolhe mais intenções de voto nas sondagens. Uma radiografia a oito meses das eleições que pode não corresponder ao cenário mais perto do escrutínio, já que mesmo Marine Le Pen aguarda ainda decisões judiciais que podem comprometer a sua participação nestas eleições. Em França, há mais de 20 candidatos que já exprimiram a sua vontade de chegar ao Eliseu. Para formalizar a candidatura para as eleições que se realizam em duas voltas em Abril e Maio do próximo ano, é preciso obter as assinaturas de 500 eleitos nacionais e locais, tarefa nem sempre simples para quem quer ser Presidente. No entanto, entre as duas dezenas de candidatos, há um nome que se destaca em todas as sondagens nas duas voltas das eleições: Marine Le Pen. Candidata desde 2012 a todas as eleições presidenciais, a filha de Jean-Marie Le Pen e líder da extrema-direita pode ter em 2027 a possibilidade real de tornar-se Presidente da República francesa. Frente a ela, no outro lado dos extremos, está Jean-Luc Melenchon, o único que rivaliza com a popularidade de Marine Le Pen. Segundo Eric Monteiro, politólogo e docente na Universidade de La Rochelle, a única possibilidade de travar os extremos, seria reduzir o número de candidatos e encontra um candidato único ao centro, esquerda e direita, um verdadeiro desafio num cenário político francês muito disperso e polarizado. "Vamos assistir a uma eleição inédita. Ela apresenta-se num contexto muito diferente do sistema tradicional de alternância entre dois grandes partidos. O espaço político francês encontra-se hoje completamente fragmentado em vários blocos, e um desses blocos é o partido do União Nacional, antigo Frente Nacional, de Marine Le Pen. Isto, sabendo que houve durante muitos meses uma expectativa de saber se ela podia ser candidata ou não à eleição, devido às decisões judiciais, porque ela estava acusada penalmente e foi condenada por ter desviado dinheiro do Parlamento Europeu. Esse é outro paradoxo, que é termos uma candidata que foi duas vezes condenada em primeira instância, em segunda instância, mas que vai ser candidata e que já oficializou a sua candidatura à eleição presidencial. é complexo. O partido não deixa de ser o partido fundado pelo pai, que numa democracia é um pouco estranho. Mas isso não impede que os franceses continuam a dar-lhe uma base de entre 25 a 35% de votos. Ela tem hipóteses de ser eleita, sem dúvida", explicou o académico. No início do Verão, Marine Le Pen viu a sua pena de ineligibilidade encurtada, permitindo-lhe participar nas eleições, mas tem ainda a cumprir um ano de prisão domiciliária com pulseira electrónica. A decisão sobre a manutenção dessa parte da pena perntence agora ao principal tribunal de recurso em França, a Cour de Cassation, que deverá pronunciar-se antes do início da campanha eleitoral oficial já que será impossível realizar as deslocações necessárias de uma campanha com uma pulseira electrónica. Ao mesmo tempo, os candidatos de centro como os antigos primeiros-ministros Édouard Philippe ou Gabriel Attal ou ainda o candidato de esquerda Raphaël Glucksmann não ultrapassam a barreira dos 15% na primeira volta. Face a Marine Le Pen, Jean-Luc Melénchon, da extrema-esquerda, é o candidato mais destacado e consegue chegar aos 20%, deixando como possibilidade aos franceses a escolha entre os extremos, algo que ameaça a Frente Republicana que até hoje tem impedido a extrema-direita de governar em França. "Há vários riscos nesta eleição. Primeiro, esta fragmentação do primeiro turno, que pode levar um candidato dos extremos, quer seja da extrema-esquerda ou da extrema direita a potencialmente vir a ser presidente da República, e o desaparecimento progressivo da frente republicana. Se formos a ver, a extrema esquerda e extrema direita rondam os 25% para a extrema esquerda e 30 % para extrema direita. Portanto, os dois juntos são incompatíveis. Os dois juntos formam uma maioria, mas são incompatíveis para governar. Quer dizer que há, de certeza, no resto do espetro eleitoral, uma maioria progressista, quer do centro esquerda, quer do centro direita que poderia vir a governar. O problema é que ela está extremamente fragmentada para constituir uma frente republicana, como houve desde 2002, quando Jean-Marie Le Pen passou para a segunda volta e foi candidato contra Jacques Chirac. Foi a primeira vez que isso existiu nas eleições presidenciais. Houve uma frente republicana incontestável. Portanto, a Frente Republicana realmente funcionou e tem funcionado, mas, desta vez, o eleitor francês está cada vez mais cansado destas únicas opções: ou um candidato ao qual não adere completamente, ou há um candidato extremo. Portanto, há um risco real e a única maneira de manter uma espécie de representação das forças de progresso é de ter só um candidato", detalhou Éric Monteiro. Se as aparições públicas e entrevistas dos diferentes candidatos se multiplicam nesta rentrée, também os diferentes cenários são analisados de forma quotidiana com múltiplas sondagens que prevêem todos os cenários possíveis nas duas voltas das eleições. Para Éric Monteiro as sondagens são credíveis no dia em que são realizadas, mas não podem prever o que se vai passar daqui a oito meses. "As sondagens valem o que valem em função da temporalidade. Oito meses antes, elas reflectem a situação actual. As eleições são sempre num domingo. As últimas sondagens aparecem na sexta feira, portanto, nas 24 horas que precedem o escrutínio. Não há sondagens públicas, mas elas continuam a ser feitas. Elas são publicadas posteriormente e a margem de erro é entre 0,5% e 1%. Em regra geral, portanto, elas são credíveis. A questão é que é muito cedo e há muitas contradições ainda no discurso político. Enquanto não houver posições claramente definidas sobre questões essenciais que tocam os franceses, ou seja, concretamente, as reformas, o poder de compra, a transição energética, será muito difícil haver haver uma clarificação através das sondagens", concluiu.
Homilia Padre Henrique de Paula, IVE: Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 4,16-30Naquele tempo,veio Jesus à cidade de Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado, e levantou-se para fazer a leitura.Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus achou a passagem em que está escrito: "O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa-Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos e para proclamar um ano da graça do Senhor".Depois fechou o livro, entregou-o ao ajudante, e sentou-se.Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. Então começou a dizer-lhes: "Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir".Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. E diziam: "Não é este o filho de José?"Jesus, porém, disse: "Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum".E acrescentou: "Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia. E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado,mas sim Naamã, o sírio".Quando ouviram estas palavras de Jesus,todos na sinagoga ficaram furiosos. Levantaram-se e o expulsaram da cidade.Levaram-no até ao alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício.Jesus, porém, passando pelo meio deles,continuou o seu caminho. Palavra da Salvação.
Naquele tempo, 16 veio Jesus à cidade de Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado, e levantou-se para fazer a leitura. 17 Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus achou a passagem em que está escrito: 18 "O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa-Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos 19 e para proclamar um ano da graça do Senhor". 20 Depois fechou o livro, entregou-o ao ajudante, e sentou-se. Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. 21 Então começou a dizer-lhes: "Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir". 22 Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. E diziam: "Não é este o filho de José?" 23 Jesus, porém, disse: "Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum". 24 E acrescentou: "Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. 25 De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26 No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia. 27 E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio". 28 Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. 29 Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até ao alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. 30 Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.
Deslocação do primeiro-ministro francês a Mayotte. Esta quarta e quinta-feira Sébastien Lecornu tenta acelerar a reconstrução do arquipélago, que tarda em concretizar-se um ano e meio depois da passagem devastadora do ciclone Chido. Mayotte é uma deslocação estratégica para os pretendentes ao Eliseu. O arquipélago concentra várias temáticas que vão dominar o sufrágio: imigração, insegurança e habitação. A reconstrução é “demasiado lenta” diz o chefe de Governo que promete fazer “sair do papel” os projectos previstos pela lei de Agosto de 2025 destinada a reparar os danos provocados pelo ciclone de 14 de Dezembro de 2024. A lei prevê um montante de cerca de 4 mil milhões de euros, acompanhado de uma estratégia quinquenal para 2026-2031. Mayotte é uma deslocação estratégica para os pretendentes ao Eliseu, as eleições presidenciais estão marcadas para o próximo ano (18 de Abril e 02 Maio 2027). O arquipélago concentra várias temáticas que vão dominar o sufrágio: imigração, insegurança e habitação. “Para ser franco, as pessoas não esperam grande coisa” desta deslocação de Sebastien Lecornu, afirma Manuel Vila Nova, professor franco-são-tomense residente em Mayotte há 14 anos. Segundo o docente, “as pessoas não estão a ver grandes investimentos” e “tudo está muito lento”. Muitos problemas de Mayotte são anteriores ao ciclone e foram agravados pelo Chido, nomeadamente nas escolas, estradas, saneamento e transportes. A imigração clandestina é outra das principais preocupações do arquipélago, embora Manuel Vila Nova rejeite que seja o único problema. “Eu não diria que é o problema essencial”, apontando também a falta de emprego e de investimento. Todavia, a chegada de novos fluxos migratórios, provenientes de vários países africanos e do Médio Oriente, está a alimentar o debate político e o crescimento da extrema-direita. Manuel Vila Nova identifica uma forte adesão eleitoral a Marine Le Pen, líder do partido de extrema-direita União Nacional, embora sublinhe que essa escolha não significa necessariamente uma identificação ideológica total com a líder da extrema-direita francesa. “Não votam nela por prazer de votar por Marine Le Pen. Votam em Marine Le Pen porque ela diz que vai resolver o problema da imigração (…) Há uma aderência forte nesse sentido, porque as pessoas querem que o problema de imigração seja resolvido no terreno”, conclui o professor.
De maneira descontraída, este Debate 93 trata da problemática da ira. Simplesmente imperdível!
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 16 de Agosto de 2026 às 10h, com a pregação: 1 Coríntios 1.22-23 (NVI). Título: O foco da cruz (Eliseu Maximiano)Cultos todos os domingos às 10h e 19h30. Facebook: / igrejadasaguas Instagram: / igrejapresbiterianadasaguasEndereço: Centro Empresarial Parque das Águas - Estr. dos Menezes, 850 - Colubandê, São Gonçalo - RJ, 24451-230Telefone: (21) 98539-7634
LEITURA BÍBLICA DO DIA: 1 REIS 19:14-21 PLANO DE LEITURA ANUAL: SALMOS 63–65; ROMANOS 6 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 26 de Julho de 2026 às 19:30h, com a pregação: Atos8.9-13 (NVI). Título: O evangelho que desfaz ilusões (Eliseu Maximiano)Cultos todos os domingos às 10h e 19h30.
O Festival de Avignon arrancou a 4 de Julho, e junta, durante três semanas, milhares de pessoas, para esta 80ª edição. Este é o epicentro da história contemporânea do teatro, dirigido pelo encenador, dramaturgo e actor português Tiago Rodrigues. Este ano, há 47 espectáculos, dois de encenadoras lusófonas e a língua convidada é o coreano. Há uma maioria inédita de criadoras mulheres e a linha de força é um enorme ponto de interrogação estampado um pouco por todo o lado nas ruelas da cidade francesa. O teatro anda à solta, sem rédeas, pela cidade de Avignon. Bem-vindos ao “país do teatro, à república independente das artes performativas”, nas palavras e na companhia de Tiago Rodrigues, um dos fazedores desta “fábrica de memórias inesquecíveis para o público”. Uma dessas “memórias” é a primeira maratona teatral em português, de dez horas, com a apresentação, a 12 e 13 de Julho, da Trilogia Cadela Força de Carolina Bianchi. Outra é o espectáculo de cinco horas do francês Julien Gosselin, “Maldoror”, que Tiago Rodrigues acredita que “vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial”. E outra, ainda, é a peça “Um julgamento - Depois do inimigo do povo” que descreve como “uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita, repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura e com um elenco magistral à volta de Wagner Moura que tem uma prestação absolutamente sublime”. Nesta 80ª edição, “os questionamentos” são a bandeira de um festival que sempre foi sintoma e espelho dos tempos que correm. Este é também “um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade”, reitera o artista, destacando que “em França, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação estão a ser ameaçadas”. Mais ainda, em França – diz – “já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios”. E, assim, a menos de um ano das próximas eleições presidenciais em França, onde a extrema-direita cresce, Tiago Rodrigues, enquanto director desta instituição e não apenas como cidadão e autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas”, toma já posição e pede às pessoas para não deixarem a extrema-direita chegar ao Palácio do Eliseu. Tiago Rodrigues, português, emigrante, inscreve-se numa longa linhagem histórica de emigração portuguesa para França, mas esta é também uma história familiar e é a história que inspira o seu próximo espectáculo, revelou à RFI em primeira mão. O pai, Rogério Rodrigues, exilou-se em França durante o Estado Novo, o filho é agora o director do maior festival francês de artes cénicas e serve com a sua arte o que chama de “dívida de gratidão” que tem com a sociedade francesa por ter acolhido o pai quando este precisava. RFI: Queria começar com uma expressão que o Tiago Rodrigues gosta muito de usar, que é “o país do teatro”. O festival está na 80ª edição. Até que ponto Avignon continua a ser a capital mundial do teatro? Tiago Rodrigues, Director do Festival de Avignon: “Eu acho que cada vez mais, com o passar do tempo, aquilo que era uma utopia imaginada por Jean Vilar, o encenador que em 1947 funda este festival logo a seguir à Segunda Guerra Mundial, numa sociedade muito dividida e pensa que talvez um festival durante as férias das pessoas - e é preciso relembrar que as férias pagas eram uma novidade na época - durante as férias pagas das pessoas, podia ser um festival que permitisse ao público viver experiências que eles não teriam oportunidade, nem tempo para viver durante o ano, portanto, grandes aventuras teatrais em lugares monumentais que obrigariam a viajar. E é assim que nasce esta ideia, esta utopia de um país do teatro. Um lugar onde viajamos como quem viaja para fazer turismo, como quem viaja para se repousar. E aqui viajamos, sim, pelo turismo, pelo repouso, mas sobretudo pela descoberta dos espectáculos, pela descoberta de uma grande quantidade de estéticas e de visões de um mundo muito diferentes entre si. O tempo fez com que, ao fim de 80 edições, possamos dizer que este é o país do teatro, a república independente das artes performativas. O público vem precisamente com essa sede de ver espectáculos que talvez não tivesse tempo de ver durante o ano. Por exemplo, 'Maldoror', o espectáculo de Julian Gosselin, um grande encenador que dirige o teatro do Odéon, um dos teatros nacionais franceses, e que faz um espectáculo de cinco horas, poderíamos dizer que cinco horas é ambicioso, mas é um espectáculo magistral. O que nós vemos é que ao fim das cinco horas, por volta das duas e meia, três da manhã, todo o público está lá, aplaudiu de pé e viveu essa aventura colectiva que é singular, que só se vive em Avignon, estar num palácio sob as estrelas e ver uma obra de arte que, no meu entender, este ‘Maldoror' vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial.” É português, é o primeiro director estrangeiro a dirigir o festival. Esta é a sua quarta edição como director. Conhece os talentos e as dificuldades das artes performativas portuguesas, brasileiras, de dança contemporânea moçambicana e cabo-verdiana, por exemplo, mas este ano só há duas peças lusófonas no cartaz… “Eu permito-me corrigir o “só”, “só há”. O Festival de Avignon é um festival de nomes de expressão mundial e, portanto, é um festival que tem que estar atento a tudo o que se passa no mundo. Saber que, por exemplo, este ano há duas artistas brasileiras e saber que estas duas artistas brasileiras lusófonas, Christiane Jatahy e Carolina Bianchi, que são duas das grandes artistas desta edição, são duas artistas que vêm de um só país lusófono, numa possibilidade de mais ou menos - é discutível a quantidade de países que existe no mundo, mas digamos que são duas centenas, porque depois há questões de legitimidade de algumas fronteiras, etc - mas digamos que em 200 países haver dois espectáculos, ambos vindos do Brasil ou de criadores brasileiros, criadoras neste caso, é, de qualquer das formas, um foco muito importante, uma atenção muito importante. Há muitos países que não estão representados no festival. Este ano, há uma representação de 14 países e, portanto, digamos que a maioria dos países do mundo não estão presentes no ano. A criação lusófona tem duas presenças e, portanto, acho que estamos numa quantidade, numa proporção muito benéfica para a criação lusófona.” Mas o que eu queria mesmo saber - e já percebeu onde quero chegar - é quando é que Avignon vai convidar a língua portuguesa? “Bom, o que eu posso dizer é que recentemente fui reconduzido para um segundo mandato, portanto, serei director do Festival até 2030. E estou muito feliz, muito vaidoso mesmo dessa possibilidade, mas também é um grande privilégio e uma grande responsabilidade também. E sem dúvidas que a língua portuguesa, eu digo desde o início, tem todo o mérito, toda a riqueza, toda a diversidade contemporânea e, sobretudo, toda a grande qualidade das criadoras e dos criadores, sejam portugueses, brasileiros, moçambicanos, angolanos, cabo-verdianos para estar presente no festival. Eu recordo que a lusofonia tem estado muito presente nos últimos anos no festival. No ano passado, a abertura do festival fez-se com uma artista cabo-verdiana, Marlene Monteiro Freitas, foi a primeira vez que Cabo Verde esteve na Cour d'Honneur du Palais des Papes e abriu este festival, ainda por cima no ano em que se celebrava os 50 anos da independência desse país-irmão do meu país-natal, Portugal. E, portanto, temos feito um trabalho de abertura, de aproximação do público de Avignon à criação lusófona ou em língua portuguesa. Sem dúvida que até 2030 a língua portuguesa será certamente uma das línguas convidadas no festival.” A Carolina Bianchi vem ao Festival de Avignon pela segunda vez para apresentar não só o terceiro capítulo da sua Trilogia Cadela Força aqui iniciada, como a trilogia completa, o que perfaz dez horas seguidas de maratona teatral. Isto também é histórico. Já houve maratonas teatrais em Avignon, mas em língua portuguesa, se calhar não… “Em língua portuguesa nunca houve uma aventura destas e estamos muito felizes de poder acompanhar a Carolina e toda a sua equipa da Companhia Cara de Cavalo nisto, que é uma aventura inédita. É o tipo de aventuras que só se pode viver em Avignon, dez horas de teatro. Antes que Carolina Bianchi fosse conhecida do público francês ou europeu, apresentámo-la pela primeira vez em 2023 e logo na altura sabíamos que estávamos comprometidos com continuar a acompanhar a sua trilogia. Entretanto, Carolina Bianchi ganhou o Leão de Prata da Bienal de Veneza, tornou-se numa artista absolutamente reconhecida a nível não apenas europeu, mas mundial. Queríamos estar no lugar do término desta trilogia, a acompanhar a aventura até ao fim e, sobretudo, permitir ao público de descobrir pela primeira vez a trilogia completa inédita. É uma grande aventura para a companhia, que exige enormemente. Também exige do público e das equipas técnicas e de acolhimento. Estamos muito felizes aqui em Avignon de poder propor ao público estas aventuras, porque, como nós costumamos dizer, nós queremos ser uma fábrica de memórias inesquecíveis. E é isso que queremos propor: uma memória inesquecível ao público.” A encenadora brasileira Christiane Jatahy também traz uma peça com um forte teor político. Qual é este alerta também em língua portuguesa que esta peça traz para os dias de hoje? “Christiane Jatahy, acompanhada de Wagner Moura, grande actor que foi este ano nomeado para os Óscares, que ganhou o Globo de Ouro, que ganhou o prémio de interpretação masculina em Cannes no ano passado e, portanto, de alguma forma, é um dos grandes protagonistas deste festival, juntaram-se para - ele actor, ela encenadora, mas ambos como autores do texto deste espectáculo - nos apresentarem um espectáculo que não é uma adaptação de ‘Um Inimigo do Povo' de Henrik Ibsen, mas que se inspira dessa história do dramaturgo norueguês para inventar um processo em tribunal onde se pergunta se alguém que denunciou a contaminação das águas de uma cidade é um herói que tentou ajudar as pessoas, salvar a saúde das pessoas, ou se é um inimigo do povo, alguém que destruiu a economia dessa cidade que dependia das termas, de um spa e dos turistas que vinham. Há um julgamento dessa pessoa e é um julgamento muito também sobre o risco dos julgamentos populares em opinião pública na época das redes sociais, na época em que toda a gente pode exprimir uma opinião, caluniar, difamar e destruir uma reputação publicamente muito facilmente. É uma questão de debate sobre a legitimidade de um gesto político de denúncia, sobre o diálogo entre saúde pública e a economia, essa tensão, também sobre a ecologia muito presente no espectáculo e é, sobretudo, uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita e repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura, com um elenco magistral à volta de Wagner Moura, que tem uma prestação absolutamente sublime. Uma peça que nos chega agora de Lisboa, esteve mesmo agora em Portugal em digressão e que é o resultado de uma encomenda que o Festival de Avignon fez com o Holland Festival de Amsterdão e com o Festival de Edimburgo, que são os três festivais europeus fundados no mesmo verão de 1947. Juntos queremos colaborar, continuar a colaborar também para o ano, quando fizermos 80 anos os três festivais e, para este início de colaboração, lançámos o desafio a Christiane Jatahy e a Wagner Moura de criar esta peça e estamos muito felizes. É uma das peças pilar da programação do festival este ano. E muito feliz também que seja a segunda peça falada em português.” Desde a sua primeira edição como director artístico do festival, apresentou “Na Medida do Impossível” e “By Heart” em 2023, “Hécuba, não Hécuba”, em 2024, “A Distância”, em 2025. Antes de ser director, já tinha apresentado “António e Cleópatra”, “Sopro” e “O Cerejal”. Este ano não apresenta peça sua. Posso perguntar porquê? “Porque acho que é importante que o meu trabalho artístico esteja sempre ao serviço do festival e nunca o contrário. E isso exige equilíbrio. Exige, no meu entender - e é a escolha responsável que eu tento fazer - que o meu trabalho não esteja necessariamente sistematicamente presente enquanto artista na programação do festival para deixar espaço a outros, para permitir precisamente que o festival não trabalhe a meu favor, mas o contrário, que quando eu apresento um trabalho, uma peça, um espectáculo no Festival de Avignon, seja para contribuir à programação e também contribuir, de certa maneira, à economia do festival. As digressões dos meus espectáculos produzem receitas que favorecem o festival e que nos permitem convidar outros artistas do festival. E, portanto, eu acredito que o director do Festival de Avignon ou a directora, se forem artistas, devem fazer o seu trabalho no festival, mas devem fazer com a medida que permite que seja o seu trabalho a estar ao serviço do festival e nunca o contrário, como disse. O Tiago Rodrigues é imigrante em França. Não vai poder votar nas presidenciais francesas do próximo ano porque é preciso nacionalidade francesa para isso. Como é que o autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas” olha para estas eleições, nomeadamente depois de Marine Le Pen ter confirmado que se vai candidatar? “Não é apenas o autor de ‘Catarina e a Beleza de Matar Fascistas' ou o cidadão Tiago Rodrigues, mas é também o director do Festival de Avignon que toma posição e a posição é muito clara. O Festival de Avignon já pôde fazê-lo no passado, nas legislativas de 2024, que aconteceram ao mesmo tempo que o festival. O Festival de Avignon fez apelo a uma barragem à extrema-direita e, portanto, à União Nacional de Marine Le Pen, e fez um apelo ao voto no campo democrático. Eu não considero, o Festival de Avignon institucionalmente não considera, que a extrema-direita pertence ao campo democrático. A nossa posição é muito clara. Fazemos um apelo à participação nas eleições e é uma barragem clara, sem ambiguidades, à extrema-direita. Será também o caso para as presidenciais, como foi, aliás, para as municipais de Avignon, onde a extrema-direita perdeu uma derrota forte depois também de o festival ter tomado posição e ter anunciado que não trabalharia com a extrema-direita se esta tomasse o poder na cidade de Avignon. Felizmente não foi o caso e não será o caso, eu creio, também nas presidenciais. Sinto muita confiança na lucidez democrática das francesas e dos franceses.” Avignon é, historicamente, a cidade-teatro aberta à contestação, o festival sempre foi politicamente atravessado pelo seu tempo, como acaba de dizer, assim como em Maio de 68, os debates pós-coloniais, as crises migratórias. Este ano, qual é a causa a atravessar esta edição? “Cada Festival de Avignon é, por um lado, um sintoma de implicação com a actualidade, com os grandes fenómenos da actualidade e, portanto, a cada festival vemos novas questões, novas causas, novos debates a surgirem. E é também por isso que este ano quisemos celebrar esta 80ª edição, pondo as questões e os questionamentos no centro do discurso. Este é um festival que desde 1947, por 80 ocasiões, colocou questões ao mundo, as questões dos artistas, acompanhando os artistas a criar espectáculos que traduzem os seus questionamentos e permitindo ao público de se apropriar destas questões para ter os seus debates. O Festival é muito conhecido pelos seus debates, apaixonantes e apaixonados, por vezes bem intensos, e nós gostamos que seja assim. Gostamos que seja assim, aqui no Café das Ideias, onde estamos e onde acontecem todas as manhãs grandes debates, mas também nas ruas, nas praças, espontaneamente. Discutindo espectáculos, nós discutimos o mundo e questionamos o mundo. Este ano, como todos os anos, julgo que a questões que atravessam a actualidade, seja questões ligadas, por exemplo, às eleições presidenciais, questões ligadas à crise climática, às vagas de calor e à aceleração de medidas que os governos têm que tomar para combater a crise climática, defender a biodiversidade, mas também a vida e o bem-estar das pessoas e questões que são intemporais. Este ano temos, por exemplo, dois Hamlet, portanto, a questão de ‘ser ou não ser', que já existe há 400 anos, aqui está de novo. É esta mistura de questão política e questão íntima, de questão pública e questão individual, que anima a cada ano o festival que quer continuar a ser um festival de liberdade de expressão, de implicação com o mundo, mas com uma grande pluralidade de pontos de vista. Não é um festival de pensamento único que está aqui para convencer as pessoas seja do que for. É um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade, e deve dizer-se isto várias vezes, numa França onde, infelizmente vemos, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação a ser ameaçada. A França não é imune a isso. Já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios de França. Aqui em Avignon, a primeira coisa que podemos fazer para responder a essa ameaça é praticar toda a liberdade de criação, toda a liberdade de expressão.” É essa a sua assinatura mais pessoal nesta edição? Reafirmar a liberdade de criação junto dos artistas, dar-lhes um espaço seguro aqui no festival? “Eu não acredito em assinaturas pessoais. Isto é o trabalho de mais de 700 pessoas que organizam este festival. O pensamento do festival não emana apenas de mim, é de dezenas de pessoas, de centenas de discussões, ele emana dos artistas e emana do público. E eu convido sempre quem me coloca essa questão de ‘Qual é a marca que tu, enquanto director, queres imprimir? Qual é o teu cunho pessoal?' O meu cunho pessoal é: Perguntem às pessoas na rua o que sentem em relação a este festival, como estão a vivê-lo. É permitir colocar-me ao serviço desta história, desta aventura colectiva que atravessa gerações. São os filhos que transmitiram aos netos, que transmitem aos vindouros este amor do teatro e este amor de poder juntar-se sem ser à volta de uma mesma ideia, juntar-se à volta do debate, à volta do facto de podermos estar juntos, felizes, a desfrutar das artes do teatro em desacordo. Este desacordo é o princípio do diálogo e o diálogo é o fundamento da democracia.” Falou da questão da filiação, da transmissão intergeracional. Está em França há quatro anos. Emigrou como o seu pai e como tantos milhares de portugueses o fizeram no século XX, durante a ditadura portuguesa. O seu pai foi acolhido pela França e o Tiago é convidado pela França para dirigir o maior festival de teatro francês, quando justamente há esta ameaça de a extrema-direita chegar ao poder. Isto é uma história que poderia dar uma peça de teatro. Qual é o poder simbólico desta história no contexto político actual? “Devo dizer que, enquanto director do Festival de Avignon, português, saber que estou ao serviço desta aventura, dos valores democráticos, republicanos, progressistas deste festival que é um festival também ecologista, feminista, anti-racista porque defende esses valores da democracia, da liberdade, da igualdade, da fraternidade, saber-me ao serviço destes valores, através deste festival, é para mim, de alguma forma, tentar também pagar a dívida de gratidão que tenho em relação à sociedade francesa que acolheu o meu pai quando o meu pai precisava de ser acolhido.” Obrigada por continuar a transmitir esta história e obrigada por também transmitir a história da emigração. “Vou dizê-lo para a RFI, é a primeira vez que falo disto publicamente: acho que será o tema do meu próximo espectáculo.”
Maio de 2026 tivemos a participação do Pr Eliseu Fernandes da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Mestre em Teologia Bíblica, ele dissertou sobre a influência Feminina nas influência Feminina. Ouça e seja abençoado por várias mulheres que marcaram a história bíblica.
Muitas vezes, construímos estruturas impecáveis por fora, mas convivemos com águas amargas por dentro. Nesta mensagem poderosa ministrada pela Pastora Flavia Arrais no primeiro culto Pink Power do ano, somos confrontadas a parar de maquiar a dor e permitir que o Espírito Santo trate a origem de tudo: nosso coração.Baseada na passagem de 2 Reis 2, onde o profeta Eliseu cura as águas de Jericó lançando sal no manancial, esta pregação é um divisor de águas para quem deseja viver o extraordinário e manifestar a vida de Deus em todas as esferas. Não adianta ter uma construção bela se a fonte está contaminada. É hora de lançar o sal, acender o fogo e restaurar o seu fluir!Confira os 7 princípios para que suas fontes sejam saradas: 1 Vá à raiz, não ao sintoma: Deus não trata aparências; Ele trata origens. Pare de espiritualizar a fuga e enfrente o que precisa ser curado. 2 Restaure alianças quebradas: A imaturidade nos faz quebrar conexões vitais. Há milagres que só acontecerão quando você ajustar o que ficou para trás. 3 Volte à essência: Não permita que a "maturidade" apague o seu coração de criança e a paixão ardente pelo Senhor. 4 Arranque o que Deus não plantou: Identifique projetos e acordos feitos por ambição ou comparação. Se não veio do céu, está apenas roubando sua energia. 5 Exponha-se à luz: Fonte sarada não vive nas sombras. Aprenda a confessar, buscar ajuda e viver na verdade. 6 Assuma a responsabilidade de proteger sua fonte: Ninguém guarda o seu coração por você. Pare de transferir essa guarda para terceiros. 7 Relacionamento com o Espírito Santo: O sal só cumpre sua missão quando é temperado pelo fogo da presença de Deus.Versículos-base desta mensagem: • 2 Reis 2:19-22: A cura das águas de Jericó através do sal. • Provérbios 4:23: A responsabilidade de guardar o coração. • Mateus 5:13: Vós sois o sal da terra. • Marcos 9:49-50: O sal temperado pelo fogo. • Gálatas 2:20: Já não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim.Ouça, compartilhe com uma mulher que precisa sarar a fonte e deixe seu comentário: qual desses princípios mais falou ao seu coração hoje?
A liturgia da Palavra deste domingo convida-nos a olhar para a nossa vida e a meditar na nossa condição de filhos de Deus. Rezámos na oração coleta que, por adoção divina, Deus nos tornou filhos da luz. Isto significa que somos chamados a ver o mundo com a luz de Cristo. A realidade nem sempre muda; o que muda é a nossa forma de a compreender, de a habitar e de interagir com ela.É neste horizonte que escutamos a primeira leitura, do Segundo Livro dos Reis. Eliseu é acolhido por uma mulher de Sunam, que o convida a entrar, lhe oferece uma refeição e reconhece nele a passagem de Deus pela sua vida. Por isso, decide preparar-lhe um pequeno quarto, um lugar onde o profeta pudesse repousar quando por ali passasse. Este gesto simples mostra-nos algo essencial: acolher Deus é acolher aquele que passa pela nossa vida, aquele que está ao nosso lado, aquele de quem o Senhor se serve para se tornar presente entre nós.Quando acolhemos Deus, tornamo-nos homens e mulheres novos. Renasce em nós uma vida diferente, uma vida mais plena, orientada pelos valores do Evangelho. Na primeira leitura, esse acolhimento gera vida: «Daqui a um ano, terás um filho nos braços». No caso daquela mulher, trata-se de vida biológica; em nós, trata-se de uma vida nova, uma vida que se reorganiza segundo Deus.É também assim que devemos compreender as palavras fortes de Jesus no Evangelho: «Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim não é digno de Mim; quem ama o filho ou a filha mais do que a Mim não é digno de Mim». À primeira vista, estas palavras podem parecer duras, quase uma oposição entre Deus e a família. Mas não é isso que o Senhor nos diz. Ele recorda-nos que o primeiro amor deve ser Deus; e que todos os outros amores encontram nele a sua justa medida. Quando outro amor ocupa o lugar de Deus, esse amor pode transformar-se em ídolo e desordenar a vida. Quando Deus é o amor primeiro, o amor à família, aos amigos e ao próximo não diminui; pelo contrário, purifica-se, aprofunda-se e torna-se mais verdadeiro.Amar a partir de nós é muitas vezes procurar no outro aquilo que nos falta. Amar a partir de Deus é desejar para o outro a plenitude da vida. Isto é mais exigente, não menos. Exige entrega, liberdade interior e conversão. Por isso, Jesus acrescenta: «Quem encontrar a sua vida há de perdê-la; e quem perder a sua vida por minha causa há de encontrá-la». Quem procura salvar a vida apenas segundo os seus cálculos acaba por desperdiçá-la; quem a entrega a Cristo descobre nela uma fecundidade nova.Mas esta radicalidade não se manifesta apenas em gestos heroicos. O Evangelho termina com uma imagem muito simples: «Quem der de beber, nem que seja um copo de água fresca, a um destes pequeninos, por ele ser meu discípulo, não perderá a sua recompensa». As grandes exigências de Deus concretizam-se nas pequenas coisas de cada dia: dar um copo de água, abrir uma porta, deixar passar alguém à frente, não responder à violência com violência, ser delicado à mesa, escutar com atenção, ajudar quem precisa de uma informação, tratar com bondade até quem não conhecemos.Também a cruz de que Jesus fala não é um convite ao sofrimento pelo sofrimento. Tomar a cruz é assumir a vida concreta, com as suas alegrias e dificuldades, com as suas feridas e possibilidades, e fazer dela o lugar do encontro com Deus. É nas pequenas fidelidades do quotidiano que somos moldados como discípulos.Assim compreendemos melhor que a Igreja é sacramento universal de salvação: sinal eficaz da graça de Deus no mundo. Também a nossa vida, quando iluminada por Cristo, pode tornar-se sinal de salvação. Peçamos, pois, a graça de acolher Deus nas pessoas e nos acontecimentos, de o amar sobre todas as coisas e de organizar a nossa vida segundo esse amor que gera vida, e vida em plenitude.
O acordo anunciado entre Washington e Teerão para pôr fim a mais de cem dias de guerra no Golfo chegou à véspera da abertura do G7 e mudou o centro de gravidade da cimeira. O Presidente francês queria discutir inteligência artificial, dívida dos países mais vulneráveis e tensões comerciais. Acabou confrontado com uma realidade mais incómoda: num mundo cada vez mais fragmentado, os aliados europeus continuam a assistir de fora às decisões estratégicas tomadas pelas grandes potências. Emmanuel Macron queria fazer da cimeira do G7 em Évian um momento de reflexão sobre os grandes desafios económicos e tecnológicos do século XXI. A agenda francesa previa debates sobre os desequilíbrios da economia mundial, as tensões comerciais e a inteligência artificial. À chegada dos líderes das principais democracias industrializadas, o foco das atenções deslocou-se para o Médio Oriente, após o anúncio de um entendimento preliminar de cessar-fogo entre Washington e Teerão. Para Eric Monteiro, docente de Ciências Políticas da Universidade de La Rochelle, esta mudança de prioridades é reveladora de uma transformação mais profunda. "O que a imprensa internacional e os países convidados abordam prioritariamente é a questão da ordem mundial que está completamente desregulada", observa o especialista, apontando o impacto das tensões no Golfo Pérsico sobre os mercados energéticos e na economia. A situação tem também uma dimensão política para Emmanuel Macron. Este é o último G7 do segundo mandato presidencial francês e um dos últimos momentos de afirmação internacional antes do fim do seu percurso no Eliseu. O Presidente francês pretendia colocar no centro da agenda temas estruturantes para o futuro da Europa, desde os equilíbrios económicos à inteligência artificial. Mas, como observa Eric Monteiro, "apesar da pauta ser interessante, falar das dívidas mundiais, das tensões comerciais e da inteligência artificial, isso acaba por passar para segundo plano". A sucessão de crises internacionais voltou a impor-se à agenda. A questão que atravessa grande parte das discussões em Évian é a relação dos aliados europeus com os Estados Unidos. Eric Monteiro recorda que Emmanuel Macron foi duramente criticado quando afirmou, em 2019, que a NATO se encontrava em "morte cerebral". A declaração provocou então "um electrochoque", mas os acontecimentos posteriores vieram, segundo o analista, reforçar parte do diagnóstico francês. A adesão da Finlândia e da Suécia à Aliança Atlântica, bem como o reforço dos investimentos militares europeus, reflectem uma crescente consciência de que a segurança do continente não pode depender exclusivamente de Washington. "Há um embrião de tomada de consciência de que a Europa tem que se reforçar sozinha e que não poderá mais contar só com os Estados Unidos", afirma. Segundo o especialista, a principal mudança resulta da imprevisibilidade da política americana. "Há uma tomada de consciência da imprevisibilidade do posicionamento da primeira potência mundial", sublinha. As decisões comerciais tomadas pelos Estados Unidos, nomeadamente em matéria de tarifas aduaneiras, alimentaram entre vários aliados europeus a percepção de que os interesses estratégicos de Washington nem sempre coincidem com os da Europa. Esta desconfiança estende-se ao domínio da defesa. O debate sobre a substituição dos F-16 portugueses, as reservas de alguns países europeus relativamente aos equipamentos norte-americanos e a proposta francesa de alargar a protecção da sua força de dissuasão nuclear aos parceiros europeus revelam uma reflexão mais ampla sobre autonomia estratégica. Para Eric Monteiro, a dúvida crescente em torno das garantias de segurança americanas representa "uma mudança muito importante na situação dos últimos 80 anos". Apesar da atenção mediática estar actualmente concentrada no Irão, a guerra na Ucrânia continua a ocupar um lugar central nas preocupações europeias. Eric Monteiro rejeita a ideia de um conflito banalizado pela sua duração. Pelo contrário, considera que a resistência ucraniana desmentiu as previsões iniciais do Kremlin. "É impressionante como todos se enganaram", afirma. "Vladimir Putin anunciava uma operação que ia ser resolvida em alguns dias ou no máximo duas semanas. Já estamos a entrar no quinto ano de guerra." Segundo Eric Monteiro, os Estados Unidos procuraram sempre evitar um confronto directo com a Rússia, enquanto a Europa consolidou uma posição mais firme de apoio a Kiev. "A Europa demorou algum tempo, mas foi sempre clara sobre o facto de que, se não defendermos a Ucrânia, seremos os próximos", resume. França, Reino Unido e Itália surgem, segundo o analista, entre os países que mantiveram uma linha de apoio constante à Ucrânia. É o dossier iraniano que domina os corredores de Évian. Para Eric Monteiro, a forma como foi anunciado o entendimento entre Washington e Teerão confirma uma lógica antiga da política externa americana. "É sempre America First. E quando é Trump, é realmente assumido e dito de maneira aberta", afirma. O especialista sublinha, contudo, que ainda não existe um acordo definitivo. "Por enquanto não se trata realmente de um acordo definitivo. É um memorandum of understanding", explica. O documento prevê uma trégua de 60 dias, a reabertura progressiva do estreito de Ormuz e a retoma das negociações sobre o programa nuclear iraniano. Questões centrais, como o eventual levantamento das sanções, permanecem em aberto. A escolha do calendário também não parece inocente. Ao anunciar o entendimento na véspera da cimeira, Donald Trump chega ao G7 apresentando-se como o homem que trouxe a paz. "Ele nunca pode aparecer como um loser. Tem que mostrar sempre que ele é que domina as coisas", observa. O risco, acrescenta, é que esta questão monopolize os debates. "Vai-se falar do Irão, essencialmente", prevê o analista, receando que temas considerados essenciais para o futuro europeu acabem relegados para segundo plano. Entre esses temas está a inteligência artificial, uma das prioridades da presidência francesa. Para Eric Monteiro, a questão tecnológica deve ser analisada como uma questão de soberania. A Europa procura reduzir a dependência dos grandes grupos americanos e, em menor grau, chineses, através do desenvolvimento de infra-estruturas próprias, centros de dados europeus e soluções tecnológicas independentes. "Há uma verdadeira vontade de ter data centers na Europa e aplicações que não dependam dos Estados Unidos", afirma. Para o especialista, estas questões são hoje tão estratégicas quanto as questões de defesa. "São realmente importantes para a soberania da Europa." O anúncio de um investimento francês suplementar de 655 milhões de euros na inteligência artificial insere-se nesta estratégia mais ampla. Eric Monteiro aponta a constelação europeia de satélites, os projectos industriais comuns e as novas parcerias entre os sectores da defesa e das tecnologias digitais como exemplos de uma Europa que procura afirmar a sua autonomia num ambiente internacional cada vez mais competitivo.
Devocional do dia 09/06/2026 com o tema: Mais numerosos O povo de Israel, em diversos momentos, teve de enfrentar ataques de nações vizinhas. Numa dessas situações, o rei da Síria combinou com seus conselheiros onde seu exército montaria um acampamento para atacar os soldados israelitas. Entretanto, Deus, algumas vezes, revelou ao profeta Eliseu onde a tropa inimiga estaria acampada e, assim, ele alertava o rei de Israel, evitando que seus homens fossem emboscados. LEITURA BÍBLICA: 2 Reis 6.8-23 [Disse Eliseu ao seu servo:] Não tenha medo. Aqueles que estão conosco são mais numerosos do que eles (2Rs 6.16).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste Debate 93 você vai acompanhar uma reflexão sobre vida de aparência, além de importantes notícias dos últimos dias. Não perde!
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 31 de Maio de 2026 às 10h, com a pregação em Juízes 6.11-16 (NVI). Título: O Deus que não abandona (Eliseu Maximiano).Cultos todos os domingos às 10h e 19h30.
O PSG fez história com o bicampeonato da Liga dos Campeões da Europa e agora entrou para a galeria de lendas do futebol. E quem também se consolida como uma lenda do Paris Saint-Germain é o capitão brasileiro Marquinhos, que levantou a taça da Champions pela segunda vez seguida e ampliou a sua história de títulos e recordes no clube francês. Tiago Leme, de Budapeste para a RFI No fim do jogo em Budapeste, Marquinhos ainda mostrou classe e a postura de um líder. O zagueiro Gabriel Magalhães, do Arsenal, chutou para fora o pênalti decisivo que garantiu a conquista do PSG. Antes de comemorar com os companheiros, o capitão foi abraçar e consolar o compatriota no gramado. "Eu me imaginei no momento em que eu perdi o pênalti também na Copa do Mundo, e é um momento muito difícil, uma responsabilidade muito grande”, explicou o craque. “A gente tem que ser muito forte pra sair desse momento, e não é diferente pra ele. Acho que ele queria muito ganhar esse título”, continuou. “Eu simplesmente quis tirar cinco minutos da minha celebração para reservar esse tempo pra ele, para abraçar ele”, disse Marquinhos, salientando “a temporada incrível” do adversário. “Pela temporada que ele fez, foi um dos melhores zagueiros do mundo atualmente.” O experiente Marquinhos, de 32 anos, e Gabriel Magalhães, de 28 anos, devem formar a dupla de zaga titular da seleção brasileira na Copa do Mundo deste ano. Com o bi da Champions, Marquinhos chegou a 39 títulos com o PSG, e 42 na carreira, igualando Daniel Alves como o brasileiro com mais conquistas na história. Eles são superados apenas pelo argentino Messi, que ganhou 46 vezes. O zagueiro também é o jogador com o maior número de partidas disputadas pelo Paris Saint-Germain: são 523 jogos em 13 temporadas. Exemplo para colegas de equipe Ídolo dos torcedores, Marquinhos também é um exemplo a ser seguido pelos companheiros de equipe. O lateral esquerdo Nuno Mendes falou sobre o capitão e não escondeu a felicidade em entrar pra história com o segundo título europeu. "Se nós somos lendas, eu não tenho uma palavra para o Marquinhos. O Marquinhos, como é óbvio, é uma pessoa muito querida por nós, pelos colegas da equipe, pelo clube. E isso vê-se nas coisas que ele faz. Dá tudo pelo símbolo que representa”, comentou Nuno. “Nós seguimos este exemplo, porque o Marquinhos é um jogador incrível, um grande jogador e uma grande pessoa também", disse. O meio-campista João Neves foi outro jogador português a elogiar a liderança do brasileiro. "O Marquinhos, desde que eu cheguei, foi um jogador e acima de tudo, foi uma pessoa espetacular. Acarinhou-me, a mim e a todo o grupo, quem chega de novo. Marquinhos é um exemplo a seguir, não só dentro de campo, mas também fora", afirmou João Neves. "Fico muito contente que os adeptos tenham nos dado essas declarações. Passamos a ser lendas do clube. É por isso que nós jogamos futebol, nos divertimos, e depois as coisas boas vão surgindo naturalmente." Jogo difícil A final deste sábado na Puskas Arena teve emoção. O Paris Saint-Germain conquistou a Champions pela segunda vez seguida, ao vencer o Arsenal dos pênaltis, por 4 a 3, em Budapeste. O bicampeonato veio em duelo difícil, depois do empate, por 1 a 1, no tempo normal e na prorrogação. A vitória confirma o clube francês como uma potência europeia. Depois de conquistar o Campeonato Inglês após 22 anos, o Arsenal entrou em campo confiante. O time de Londres abriu o placar logo aos 6 minutos do primeiro tempo, com gol de Havertz. Dali em diante, o PSG teve controle total da posse de bola e mais finalizações. O empate do multicampeão na França veio aos 20 minutos da segunda etapa. Kvaratskhelia sofreu pênalti, Dembélé cobrou e marcou: 1 a 1. No último lance do jogo, Barcola teve a melhor chance de virar para o Paris, mas perdeu. Na prorrogação, o desgaste físico obrigou substituições, como a saída de Marquinhos. Sem mais gols, a decisão foi para os pênaltis. Nas cobranças, dois brasileiros tiveram papel decisivo. Lucas Beraldo converteu o último para o PSG, enquanto o zagueiro Gabriel Magalhães chutou para fora. A festa parisiense tomou as ruas da capital da Hungria e na capital francesa, e vai continuar neste domingo, com celebrações no Campo de Marte, ao lado da Torre Eiffel, no palácio presidencial do Eliseu e no estádio Parque dos Príncipes.
A Assembleia francesa aprovou, esta quinta-feira, 28 de Maio, a proposta de lei que revoga formalmente o “Code Noir” [“Código Negro], um conjunto de éditos reais que regulamentou a escravatura nas colónias francesas entre os séculos XVII e XVIII. A França aboliu a escravatura a 27 de Abril de 1848, mas os textos do "Code Noir" nunca foram formalmente retirados. O historiador António de Almeida Mendes considera que o gesto se reveste de uma dimensão moral e histórica que corresponde “ao reconhecimento de um crime” e que pode abrir portas para que se deixe de olhar para a escravatura como “um anexo da história ”. A Assembleia francesa aprovou, a 28 de Maio, a proposta de lei que revoga formalmente o “Code Noir” [“Código Negro], um conjunto de éditos reais que regulamentou a escravatura nas colónias francesas entre os séculos XVII e XVIII. A votação ocorreu em primeira leitura e terminou com 254 votos favoráveis, nenhum contra, nem nenhuma abstenção. A proposta de revogação do “Code Noir” foi apresentada pelo deputado Max Mathiasin, de Guadalupe e tem carácter sobretudo simbólico. O "Code Noir" é considerado um “fóssil legislativo” porque apesar de a França ter abolido a escravatura há 178 anos, o documento ainda não tinha sido revogado de modo explícito. Por isso, é um gesto "muito importante", explica o historiador António de Almeida Mendes, sublinhando que se reveste de uma dimensão moral e histórica que corresponde “ao reconhecimento de um crime” e abre portas para que se deixe de olhar para a escravatura como “um anexo da história como até hoje tem sido”. “É uma coisa muito importante porque estamos a falar de um decreto que já não era aplicado. Estamos a falar do século XVII e, entretanto, houve a abolição do tráfico e a abolição da escravatura no Império francês, Mas a dimensão moral é muito importante porque estamos a falar da dimensão de reconhecimento de um crime. Eu acho que no contexto francês e europeu dessa relação entre história nacional e história imperial, há sempre esse tabu dos crimes do passado. O reconhecimento moral está cá, mas o que é preciso é ir além e inscrever essa história na história da nação e não ser um anexo da história - como até hoje tem sido - essa história de um crime que não foi só um crime de alguns anos, foi um crime que durou vários séculos”, explica o professor de História Moderna na Universidade de Nantes, em França, especializado nomeadamente na história da escravatura. O texto também prevê que o governo entregue ao Parlamento, no prazo de um ano após a promulgação da lei, um relatório sobre o direito colonial e as suas consequências económicas, sociais, culturais e ambientais a longo prazo, nomeadamente em termos de racismo e de desigualdades. O relatório deverá, ainda, avaliar como a história da escravatura, do tráfico negreiro e da sua abolição é tratada nos programas escolares. Algo “muito importante” para o nosso convidado que admite que história do tráfico de pessoas escravizadas “tende a ser minimizada” e vista como “um apêndice da história europeia”. “Eu acho que é muito importante porque eu próprio sou professor e vejo que essa história, muitas vezes, tende a ser minimizada, Eu acho que estamos aí mesmo no centro do que foi o capitalismo e a história moderna que se inicia no século XVI. Essa relação entre a Europa e o mundo, muitas vezes, foi pensada como uma relação harmoniosa, como uma relação de mestiçagem, ainda que com seus crimes. Eu acho que temos que ver também a face sombria do que foi esse encontro, essa modernidade do século XVI e não só pensar que a Europa desenvolveu o mundo e trouxe a modernidade ao mundo, mas pensar mesmo os efeitos negativos desse encontro. Eu acho que isso tem que ser reavaliado nos programas escolares para pensar uma história mais inclusiva (...) Eu acho que é muito importante repensar essa história, mesmo numa cronologia europeia. Por exemplo, se formos a ver, uma das consequências do 'Code Noir' e dessa relação de França com as antigas colónias é que, por exemplo, o Palácio do Eliseu foi construído pela fortuna dos maiores negreiros da época. Estamos a ver que mesmo o enriquecimento da Europa, na altura, tem muito a ver com essa história da escravidão, esta história colonial. Eu acho que é importante complexificar esta história e não só fazer da história do tráfico um apêndice da história europeia”, afirma o investigador. O "Code Noir" foi criado em Março de 1685, sob Luís XIV, e foi ampliado por normas posteriores, de 1723 e 1724, voltadas para outros territórios coloniais. Este conjunto de documentos fixava o estatuto jurídico das pessoas escravizadas, institucionalizando a violência colonial e o tráfico de pessoas consideradas como mercadorias ou "bens móveis", passíveis de serem adquiridos por um “mestre”. O “Code Noir” também instituía sanções em caso de fuga, que iam desde orelhas cortadas, marcas a ferro, pessoas chicoteadas em público e pena de morte. “O 'Code Noir' é é mesmo próprio ao contexto francês. Só existe um 'Code Noir'. Não há, no contexto português, por exemplo, um decreto jurídico idêntico. Basicamente, estamos a falar do Império francês, que tinha um grande império colonial, sobretudo nas Antilhas, no espaço das Caraíbas. O 'Code Noir' organiza as pessoas escravizadas como sendo uma propriedade do 'senhor', como ‘um bem móvel', a saber, um bem que se pode transmitir em herança de família em família. É para transformar essas pessoas escravizadas em bens patrimoniais, tal como uma casa, uma mesa, uma forma de desumanizar as pessoas”, explica o historiador. Durante o debate no Parlamento, Max Mathiasin classificou a revogação como “um acto poderoso de memória, de justiça e de reconhecimento”, mesmo que admita que não possa “curar sozinho as feridas da história”. Os debates centraram-se na história francesa da escravatura e do colonialismo, dos efeitos visíveis hoje através das desigualdades persistentes entre os territórios ultramarinos e a França continental, e da discriminação sofrida pela população negra. Alguns deputados criticaram o facto de os debates acontecerem bem perto da estátua, em frente da Assembleia, de Jean-Baptiste Colbert, o principal autor do “Code Noir”. Esta revogação acontece 25 anos depois da Lei Taubira, de 2001, em que França reconheceu a escravatura e o tráfico de pessoas escravizadas como crimes contra a humanidade. Resta saber se a revogação vai abrir a discussão sobre reparações, algo que não está no texto, mas que também alimentou os debates na Assembleia, com vários parlamentares a salientarem que antigos proprietários de escravos receberam indemnizações, ao contrário dos próprios escravos. Reparar também passa por abrir o debate, acrescenta António de Almeida Mendes. “É um debate que está mesmo no centro dos debates sobre os crimes do passado. Será que temos de só ficar nesse reconhecimento moral do crime ou ir mais além e considerar que as desigualdades de hoje em dia que subsistem, em termos de acesso à riqueza, em termos de discriminação racial, em termos de racismo, será que isso necessita de ir mais além de uma condenação moral e de abrir o debate sobre as reparações financeiras? É um debate que já tem dez anos, iniciou-se na América Latina, está muito presente nos Estados Unidos. Então, há essa questão: será que a gente pode imaginar uma reparação financeira, que não é só uma reparação em termos monetários, mas uma reparação sobre o que é que a gente pode reparar em termos de desigualdades criadas por esses crimes do passado”, sublinha António de Almeida Mendes. A 21 de Maio, a proposta de lei recebeu o apoio do Presidente francês, Emmanuel Macron, que considerou que manter estes textos em vigor, mesmo sem efeitos legais, constitui "uma traição à República". Durante uma recepção no Palácio do Eliseu para assinalar o 25º aniversário da Lei Taubira, o Presidente afirmou que "esta imensa questão" não deve ser ignorada, mas preveniu que não se devem fazer "falsas promessas" e não anunciou quaisquer acções concretas. Macron falou na “reflexão inacabada” sobre a questão das reparações que, a seu ver, passam pelo “reconhecimento” e nunca poderão ser “totais”. Presente na cerimónia, a autora da lei e antiga ministra, Christiane Taubira lembrou que, no final de Março, a Assembleia Geral da ONU adoptou uma resolução que considerou a escravatura e o tráfico de pessoas africanas como “os crimes mais graves contra a humanidade”. A França e outros países europeus abstiveram-se porque consideraram que não deve haver hierarquia entre crimes contra a humanidade. Emmanuel Macron recordou, ainda, que lançou, há um ano, um trabalho de historiadores para avaliar "o preço" da liberdade imposta pela França ao Haiti, estando as conclusões previstas serem entregues em Dezembro. A 17 de Abril de 2025, o Presidente francês reconheceu, em comunicado, “a força injusta da História” imposta ao Haiti que, há 200 anos (1825), foi obrigado a pagar a França uma indemnização colossal para que esta reconhecesse a independência da antiga colónia. Na altura, Macron não evocou qualquer reparação financeira por parte de França, como pedido pelas autoridades haitianas. Note-se que, em 2003, o antigo Presidente haitiano, Jean-Bertrand Aristide, avaliou a dívida a 21,7 mil milhões de dólares, algo então visto como “anacrónico” pelo governo francês. Relembremos: Após uma proclamação da independência em 1804, depois de uma vitória contra as tropas de Napoleão Bonaparte, as novas autoridades do Haiti - sob a ameaça dos canhões dos barcos franceses - aceitara, a 17 de Abril de 1825, pagar 150 milhões de "francos-ouro" aos antigos colonos proprietários de terras e de escravos, em troca do reconhecimento da independência pelo rei Carlos X. Em 1938, a soma desceu para 90 milhões. Mas, para pagar, a jovem República das Caraíbas teve de contrair um empréstimo junto de bancos franceses, com juros elevados, numa altura em que afunda o preço do café, o principal recurso do país. O pagamento da dívida durou até 1952, quando se liquidaram os últimos juros. Ou seja, 127 anos a pagar a própria independência ao antigo país colonizador. Para a Fundação para a Memória da Escravatura, esta indemnização colossal arrastou o Haiti para “uma espiral de dependência neocolonial da qual o país não conseguirá sair nunca”. Com 12 milhões de habitantes, o Haiti é hoje o país mais pobre das Américas. Depois da Assembleia Nacional, o texto da revogação do "Code Noir" precisa ainda de passar pelo Senado para se tornar lei.
Uma briga fútil entre colegas de trabalho em Moema terminou em tragédia: Eliseu foi morto a facadas pelo Eduardo, que fugiu mas depois se entregou e saiu livre. As imagens mostram tudo, mas será que a justiça vai realmente funcionar? A família clama por respostas, enquanto o caso ainda esconde um mistério que pode mudar tudo. O que virá a seguir?#crimesreais #investigacaocriminal #casosreaisAssista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAN4HeD8Xh_QQV1QyDpBzJeSe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
LEITURA BÍBLICA DO DIA: 2 REIS 6:15-23 PLANO DE LEITURA ANUAL: 2 REIS 4–6; LUCAS 24:36-53 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Joice se preocupava com sua parente Sandra, que lutava por muitos anos contra o alcoolismo e problemas de saúde mental. Ao ir ao apartamento de Sandra, as portas estavam tranca das e ele parecia estar vazio. Planejando como iria procurá-la, Joice orou: “Deus, ajude-me a ver o que não vejo”. Ao sair, Joice olhou para o apartamento e viu um leve movimento numa cor tina. Naquele momento, ela soube que sua parente estava viva. Embora precisasse da ajuda de serviços de emergência para salvá-la, Joice se alegrou com a oração respondida. O profeta Eliseu entendia o significado de pedir a Deus para revelar realidades invisíveis. Quando os sírios cercaram a cidade, o servo de Eliseu teve medo. Eliseu não, pois ele via o invisível com a ajuda de Deus. O profeta orou para que o servo também visse, e “o Senhor abriu os olhos do servo, e ele viu as colinas ao redor de Eliseu cheias de cavalos e carruagens de fogo” (2 REIS 6:17). Deus levantou o véu entre o mundo espiritual e físico para Eliseu e seu servo. Joice acredita que Deus a ajudou a ver o movi mento da cortina, dando-lhe esperança. Nós também podemos pedir a Ele que nos dê a visão espiritual para entender os acontecimentos ao redor, seja algo pessoal ou coletivo. E nós também podemos levar Seu amor, verdade e compaixão. Por: AMY BOUCHER PYE
Nem tudo o que está acontecendo pode ser visto com os olhos naturais.Em 2 Reis 6, o servo de Eliseu entra em desespero ao ver o exército inimigo cercando a cidade.Mas o problema não era o cenário, era a percepção.Quando Deus abre os olhos dele, ele entende:havia mais a favor do que contra.Nesta mensagem da Quinta Power, o Bispo Carlos Damasceno traz uma revelação poderosa:o que você vê não define a realidade, o que você discerne, sim.Muitas vezes, o medo nasce de uma visão limitada.Mas a fé nasce quando seus olhos espirituais são abertos.Essa mensagem vai te ensinar que:• nem tudo que parece é• existe uma realidade espiritual além do visível• discernimento muda sua reação• quem vê certo, vive diferenteSe você está enfrentando situações que parecem maiores que você, essa palavra vai ajustar sua visão.Porque talvez o problema não seja o que está ao seu redor…mas o que você ainda não conseguiu enxergar.Assista até o final e peça a Deus:“Abre os meus olhos.”
Devocional do dia 30/04/2026 com o Tema: Está tudo bem Uma mulher muito rica morava na cidade de Suném. A Bíblia não menciona seu nome, mas podemos concluir que se tratava de alguém cordial, hospitaleira, que soube reconhecer em Eliseu um santo homem de Deus quando ele passou por sua cidade. A sunamita tinha tudo de que precisava, exceto filhos. Leitura Bíblica: 2 Reis 4.8-37 Corra ao seu encontro e pergunte a ela [sunamita]: Está tudo bem com você? Tudo bem com o seu marido? E com o seu filho? Ela respondeu a Geazi: Está tudo bem (2Rs 4.26).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 26 de Abril de 2026 às 19:30h, com a pregação em Malaquias 1.6-14 (NVI). Título: Ajustando o foco da nossa adoração (Eliseu Maximiano).Cultos todos os domingos às 10h e 19h30.
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Imperdível! Profundamente teológico, mas de fácil compreensão, este Debate 93 fala sobre a Páscoa, sua origem e significado! Ouça e compartilhe!
Culto de Missões 15/03/2026
Ao ouvir este Debate 93 você vai aprender sobre a justiça de Deus. Está simplesmente imperdível!
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 22 de Fevereiro de 2026 às 19h30, com a pregação em Gênesis 31.1-21 (NVI). Título: "Conduzidos em meio à injustiça" (Eliseu Maximiano).Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min. Facebook: / igrejadasaguas Instagram: / igrejapresbiterianadasaguasEndereço: Centro Empresarial Parque das Águas - Estr. dos Menezes, 850 - Colubandê, São Gonçalo - RJ, 24451-230Telefone: (21) 98539-7634
Neste programa damos destaque à libertação do líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, na Guiné-Bissau, às inundações que continuam a afectar Moçambique, à visita do Presidente da República de Cabo Verde a Paris e a novos dados sobre o sector do turismo em Angola. Na Guiné-Bissau, a semana ficou marcada pela saída do líder do PAIGC da Segunda Esquadra de Bissau, onde esteve detido durante mais de 60 dias. Domingos Simões Pereira foi conduzido da Segunda Esquadra de Bissau para a sua residência, vigiada por militares e polícias, pelo ministro da Defesa do Senegal, general Birame Diop, que se encontra no país desde quinta-feira. Contactado pela RFI, o advogado Vailton Pereira Barreto, membro da equipa de defesa do líder do PAIGC, confirmou que Domingos Simões Pereira “já está em casa com a família”. Nas imagens divulgadas nas redes sociais, o líder do PAIGC, que esteve detido por mais de 60 dias por militares e sem culpa formada, surge sorridente, visivelmente magro e com barba branca. Fernando Dias da Costa e Geraldo Martins, que estavam na embaixada da Nigéria como exilados desde o dia do golpe de Estado, voltaram sem restrições para as suas residências em Bissau. Em Moçambique, o país continua a ser afetado por inundações históricas, que provocaram danos graves nas redes elétrica e de comunicações, bem como nas principais vias rodoviárias. As autoridades estimam que serão necessários cerca de 650 milhões de dólares para a reconstrução. Na província de Gaza, no sul do país, a mais atingida, vários viajantes permanecem bloqueados devido à subida do nível das águas e tentam fugir por meios improvisados. As explicações com Adélia Teixeira. Ainda no país, foram retomadas oficialmente esta semana as atividades do megaprojeto de exploração de gás liderado pela TotalEnergies, em Cabo Delgado, no norte do país. O projeto estava suspenso há cerca de cinco anos, invocando “motivos de força maior”, devido aos sucessivos ataques terroristas na região. A reportagem é de Orfeu Lisboa. Em Cabo Verde, o Presidente da República encontra-se em Paris desde quarta-feira para uma série de encontros com a diáspora, num contexto internacional marcado por restrições à mobilidade e fenómenos de discriminação contra imigrantes. A visita inclui também contactos de alto nível com a UNESCO. José Maria Neves almoçou ainda no Palácio do Eliseu com o Presidente francês, Emmanuel Macron. Em Angola, o ministro do Turismo, Márcio de Jesus Lopes Daniel, revelou que, em 2025, foram criados 10,6 novos empregos por cada mil turistas que entraram no país. Segundo o governante, o ano marcou uma viragem histórica no setor, com o registo de 223 mil chegadas internacionais, superando os 217 mil turistas contabilizados em 2019.
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 25 de Janeiro de 2026 às 19:30h, com a pregação em Mateus 6.19-24. Título: Começando a investir (Eliseu Maximiano). Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.
Confira no Morning Show desta quarta-feira (21): No discurso proferido nesta quarta-feira (21) no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Venezuela fará “mais dinheiro nos próximos seis meses do que nos últimos anos”, em referência às perspectivas econômicas do país sul-americano em meio a recentes mudanças políticas e intervenções que envolvem o controle do setor petrolífero e maior participação de empresas estrangeiras no setor. No mesmo discurso, Trump voltou a defender a anexação da Groenlândia e afirmou que apenas os EUA têm capacidade de garantir a segurança do território. Em tom duro, Trump disse respeitar a população da Groenlândia e a Dinamarca, mas classificou o país europeu como “ingrato” e afirmou que a Europa “não está indo na direção correta”. Ele relembrou a presença militar americana na região durante a Segunda Guerra Mundial e descartou críticas de que sua proposta representaria uma ameaça à Otan, argumentando que a anexação fortaleceria a segurança da aliança militar. O presidente da França, Emmanuel Macron, solicitou nesta quarta-feira (21) a realização de um exercício militar da Otan na Groenlândia. Segundo comunicado oficial do Palácio do Eliseu, a França está pronta para contribuir com a operação. O pedido ocorre em meio ao aumento das tensões geopolíticas no Ártico, após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendendo a anexação da Groenlândia. As crescentes tensões entre Estados Unidos e Europa levantam dúvidas sobre o futuro da Otan e a estabilidade da aliança militar. Divergências políticas, disputas estratégicas e declarações polêmicas do presidente Donald Trump têm elevado as tensões entre EUA e Europa. Para analisar esse cenário e os possíveis desdobramentos geopolíticos, o Morning Show entrevista Marcus Vinicius de Freitas, professor de Relações Internacionais. O cenário geopolítico internacional ganhou novos contornos de tensão após Donald Trump manifestar o desejo de anexar a Groenlândia aos Estados Unidos e ameaçar impor tarifas a países que se oponham à medida. Em meio a esse embate, a Copa do Mundo de 2026, que será sediada por Estados Unidos, México e Canadá, entrou no centro do debate político. Em países como a Alemanha, já surgem discussões sobre um possível boicote ao torneio, embora o governo alemão afirme que não interfere em decisões esportivas. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
A tentação é o tema tratado neste Debate 93, que também vai falar sobre provação. Você não pode perder essa verdadeira aula!
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 11 de Janeiro de 2026 às 10h, com a pregação em Efésios 1.1-14 (NVI). Título: O documentário da Graça de Deus (Eliseu Maximiano).Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 16 de Novembro de 2025 às 10h, com a pregação em Hebreus 13.1(NVI). Título: O amor fraternal à luz da supremacia de Cristo (Eliseu) Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.
Como saber se o sonho é uma revelação? Não deixe de ouvir este Debate 93!!!
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 28 de Setembro de 2025 às 19h30, com a pregação em Tiago 5.1-8 (NVI). Título: Esperança em meios às injustiças (Eliseu Maximiano)Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.
Você já notou como, no momento em que decide crescer, surgem vozes internas tentando te convencer de que não vale a pena? Essas vozes ridicularizam seus sonhos, questionam sua capacidade e parecem querer te puxar de volta ao velho.Neste episódio, Fernando revela o verdadeiro papel desses pensamentos imaturos e mostra por que, paradoxalmente, eles são sinal de que você está no caminho certo. A cena simbólica de Eliseu e os jovens zombadores guarda um código espiritual poderoso sobre força invisível, resistência e ascensão da consciência.Prepare-se para enxergar que a vida desperta forças instintivas para proteger quem decide subir. Esse episódio é um convite para confiar no invisível e deixar que a própria vida dissolva o que não serve mais.Se este conteúdo tocou você, curta, comente, compartilhe e inscreva-se para não perder os próximos episódios.
Eliseu Salva Três Reis e os Seus Exércitos | Profecias e Profetas
A actualidade desta semana em África ficou designadamente marcada pela visita de dois dias que o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, efectuou ao Ruanda, país cujas tropas apoiam o exército moçambicano na luta contra o terrorismo em Cabo Delgado, no extremo norte do país. No âmbito desta deslocação, foi assinado em Kigali o Acordo sobre o Estatuto da Força que regula a presença das tropas ruandesas que lutam contra os grupos armados em Cabo Delgado, um documento apresentado como um instrumento padrão regido pelo direito internacional. Apesar de o Presidente moçambicano explicar que o acordo militar assinado com o Ruanda não prevê o aumento do contingente desse país em Cabo Delgado, os termos desse protocolo não deixaram de suscitar interrogações no seio da sociedade civil moçambicana. Noutro aspecto, no rescaldo das eleições gerais de 9 de Outubro de 2024, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) notificou 12 dos 37 partidos políticos que participaram nas eleições gerais para corrigirem irregularidades na utilização dos fundos atribuídos durante a campanha eleitoral. Para o Presidente da Acção do Movimento Unido para a Salvação Integral (AMUSI), a ausência da Frelimo, partido governamental neste processo é questionável. Ainda na actualidade moçambicana, esta semana esteve eminentemente virada para questões económicas. Foi inaugurada segunda-feira e decorre ainda até este domingo em Marracuene a 60.ª edição da FACIM, Feira Internacional de Maputo, um evento que reúne mais de 3 mil expositores e cuja importância foi destacada pelo Presidente da República durante a cerimónia de abertura. Foi neste contexto que a fundição de alumínio Mozal suspendeu contratos com 20 empresas nacionais, deixando mais de mil pessoas em situação de desemprego. Esta informação foi avançada pelo Presidente da Confederação Económicas de Mocambique, CTA, Álvaro Massingue que apontou esta como sendo consequência directa do anúncio da suspensão das actividades pela fundição até Março do próximo ano, caso não se encontre uma solução para o fornecimento de energia eléctrica, após o término do contracto actual com a Eskom. Na Guiné-Bissau, os advogados da coligação eleitoral Plataforma Aliança Inclusiva - Terra Ranka afirmam que está em curso um plano para impedir a participação do seu líder, Domingos Simões Pereira, nas eleições presidenciais do próximo mês de Novembro, sendo que também denunciam alegadas irregularidades no processo eleitoral. Também esta semana, o Primeiro-Ministro guineense Braima Camará foi hospitalizado de urgência no Senegal após sentir-se mal durante a cerimónia de tomada de posse de novos membros do Conselho de Estado, na capital. Entretanto, a RFI apurou que pelo menos até esta sexta-feira, o chefe do governo guineense ainda se encontrava no Senegal, mas que estava a a recuperar e que tenciona regressar em breve à Guiné-Bissau. Noutra actualidade, aqui em França, o Presidente Emmanuel Macron recebeu esta semana no palácio do Eliseu o seu homólogo senegalês Diomaye Faye, ambos tendo manifestado a vontade de reforçar os elos entre os dois países, depois de meses de algum distanciamento, desde a chegada ao poder das novas autoridades no Senegal no ano passado. Um dos indícios mais flagrantes da nova tonalidade das relações bilaterais foi a saída no passado mês de Julho dos cerca de 300 militares franceses que ainda se encontravam no país, isto a pedido do poder do Senegal. Em Cabo Verde, a França tem estado a apoiar a ilha de São Vicente a se reerguer após a destruição causada pela tempestade Erin. Um navio da Marinha Francesa, com técnicos, mecânicos e engenheiros, chegou esta semana à ilha cabo-verdiana para apoiar a resposta às necessidades após a tempestade que provocou nove mortos e dois desaparecidos naquela ilha. Relativamente desta vez à actualidade de São Tomé e Príncipe, o antigo primeiro-ministro, Patrice Trovoada, manifestou a intenção de ocupar o seu lugar de deputado da Assembleia Nacional. Expedientes já foram feitos para que a sua reintegração seja efectivada. Em Angola, a equipa da casa tornou-se campeã africana de basquetebol após a sua vitória, na final, no domingo, face ao Mali por 70-43. O Presidente angolano, João Lourenço, saudou na segunda-feira a vitória da selecção angolana pela conquista deste que é o seu 12.º título de campeã africana da modalidade.
Neste Debate 93 você vai ter uma aula incrível sobre o julgamento divino e a certeza da salvação. Não perde!!
Neste Debate 93 você vai aprender muito sobre salvação! Não deixe de ouvir e aprender!
Deus abre os olhos do moço de Eliseu | Instantes Finais
Favor de Deus: você sabe o que é? Quer aprender? Então, clica e ouça este Debate 93!!!
Elias venceu os profetas de Baal, viu fogo descer do céu… mas logo depois, se escondeu em uma caverna. Exausto, sozinho, quebrado por dentro.Neste vídeo, vamos mergulhar na história de um dos maiores profetas da Bíblia que, mesmo experimentando o poder de Deus, enfrentou uma crise profunda.E a resposta divina não veio com mais poder, mas com paternidade.A cura de Elias aconteceu quando ele adotou Eliseu e encontrou propósito no relacionamento.Se você já sentiu que não aguenta mais… esse vídeo é pra você.Assista até o final e entenda como a sua cura pode estar em quem você decide abraçar.#Elias #EspíritoDeAdoção #BurnoutEspiritual #CavernaDeElias #Relacional #PaternidadeEspiritual
Os pais de adolescentes já andavam alarmados com a série “Adolescência”, da Netflix. Uma violação em Loures, com as imagens partilhadas na internet pelos rapazes que cometeram o crime, trouxe para a ordem do dia o debate sobre o uso de telemóveis e sobre as redes sociais. Com eleições à porta, o governo de gestão foi fazer um comíc…, perdão, uma reunião do Conselho de Ministros ao Porto. Onde? No Mercado do Bolhão. Com banho de multidão e tudo. Enquanto a campanha eleitoral entre frutas e hortaliça já está em marcha há quem insista em falar de ética. Mas como disse em tempos uma célebre vedeta televis…, perdão, filósofa: “quem tem ética, passa fome.” Em França, Marine Le Pen foi condenada, vai ter uma pulseira nova e não poderá candidatar-se ao Eliseu. Mas não se ficou: compara-se ao dissidente russo morto Alexei Navalny. Morto por quem? Pelo amigo e financiador de Marine, Vladimir Putin. E que dizer das tarifas de Trump? As bolsas de valores já começaram a pronunciar-se. O adolescente mimado que ocupa a Casa Branca está em roda livre.See omnystudio.com/listener for privacy information.