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Eliseu

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Convidado
G7: Irão domina a agenda, Ucrânia continua a preocupar Europa

Convidado

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 14:08


O acordo anunciado entre Washington e Teerão para pôr fim a mais de cem dias de guerra no Golfo chegou à véspera da abertura do G7 e mudou o centro de gravidade da cimeira. O Presidente francês queria discutir inteligência artificial, dívida dos países mais vulneráveis e tensões comerciais. Acabou confrontado com uma realidade mais incómoda: num mundo cada vez mais fragmentado, os aliados europeus continuam a assistir de fora às decisões estratégicas tomadas pelas grandes potências. Emmanuel Macron queria fazer da cimeira do G7 em Évian um momento de reflexão sobre os grandes desafios económicos e tecnológicos do século XXI. A agenda francesa previa debates sobre os desequilíbrios da economia mundial, as tensões comerciais e a inteligência artificial. À chegada dos líderes das principais democracias industrializadas, o foco das atenções deslocou-se para o Médio Oriente, após o anúncio de um entendimento preliminar de cessar-fogo entre Washington e Teerão. Para Eric Monteiro, docente de Ciências Políticas da Universidade de La Rochelle, esta mudança de prioridades é reveladora de uma transformação mais profunda. "O que a imprensa internacional e os países convidados abordam prioritariamente é a questão da ordem mundial que está completamente desregulada", observa o especialista, apontando o impacto das tensões no Golfo Pérsico sobre os mercados energéticos e na economia. A situação tem também uma dimensão política para Emmanuel Macron. Este é o último G7 do segundo mandato presidencial francês e um dos últimos momentos de afirmação internacional antes do fim do seu percurso no Eliseu. O Presidente francês pretendia colocar no centro da agenda temas estruturantes para o futuro da Europa, desde os equilíbrios económicos à inteligência artificial. Mas, como observa Eric Monteiro, "apesar da pauta ser interessante, falar das dívidas mundiais, das tensões comerciais e da inteligência artificial, isso acaba por passar para segundo plano". A sucessão de crises internacionais voltou a impor-se à agenda. A questão que atravessa grande parte das discussões em Évian é a relação dos aliados europeus com os Estados Unidos. Eric Monteiro recorda que Emmanuel Macron foi duramente criticado quando afirmou, em 2019, que a NATO se encontrava em "morte cerebral". A declaração provocou então "um electrochoque", mas os acontecimentos posteriores vieram, segundo o analista, reforçar parte do diagnóstico francês. A adesão da Finlândia e da Suécia à Aliança Atlântica, bem como o reforço dos investimentos militares europeus, reflectem uma crescente consciência de que a segurança do continente não pode depender exclusivamente de Washington. "Há um embrião de tomada de consciência de que a Europa tem que se reforçar sozinha e que não poderá mais contar só com os Estados Unidos", afirma. Segundo o especialista, a principal mudança resulta da imprevisibilidade da política americana. "Há uma tomada de consciência da imprevisibilidade do posicionamento da primeira potência mundial", sublinha. As decisões comerciais tomadas pelos Estados Unidos, nomeadamente em matéria de tarifas aduaneiras, alimentaram entre vários aliados europeus a percepção de que os interesses estratégicos de Washington nem sempre coincidem com os da Europa. Esta desconfiança estende-se ao domínio da defesa. O debate sobre a substituição dos F-16 portugueses, as reservas de alguns países europeus relativamente aos equipamentos norte-americanos e a proposta francesa de alargar a protecção da sua força de dissuasão nuclear aos parceiros europeus revelam uma reflexão mais ampla sobre autonomia estratégica. Para Eric Monteiro, a dúvida crescente em torno das garantias de segurança americanas representa "uma mudança muito importante na situação dos últimos 80 anos". Apesar da atenção mediática estar actualmente concentrada no Irão, a guerra na Ucrânia continua a ocupar um lugar central nas preocupações europeias. Eric Monteiro rejeita a ideia de um conflito banalizado pela sua duração. Pelo contrário, considera que a resistência ucraniana desmentiu as previsões iniciais do Kremlin. "É impressionante como todos se enganaram", afirma. "Vladimir Putin anunciava uma operação que ia ser resolvida em alguns dias ou no máximo duas semanas. Já estamos a entrar no quinto ano de guerra." Segundo Eric Monteiro, os Estados Unidos procuraram sempre evitar um confronto directo com a Rússia, enquanto a Europa consolidou uma posição mais firme de apoio a Kiev. "A Europa demorou algum tempo, mas foi sempre clara sobre o facto de que, se não defendermos a Ucrânia, seremos os próximos", resume. França, Reino Unido e Itália surgem, segundo o analista, entre os países que mantiveram uma linha de apoio constante à Ucrânia. É o dossier iraniano que domina os corredores de Évian. Para Eric Monteiro, a forma como foi anunciado o entendimento entre Washington e Teerão confirma uma lógica antiga da política externa americana. "É sempre America First. E quando é Trump, é realmente assumido e dito de maneira aberta", afirma. O especialista sublinha, contudo, que ainda não existe um acordo definitivo. "Por enquanto não se trata realmente de um acordo definitivo. É um memorandum of understanding", explica. O documento prevê uma trégua de 60 dias, a reabertura progressiva do estreito de Ormuz e a retoma das negociações sobre o programa nuclear iraniano. Questões centrais, como o eventual levantamento das sanções, permanecem em aberto. A escolha do calendário também não parece inocente. Ao anunciar o entendimento na véspera da cimeira, Donald Trump chega ao G7 apresentando-se como o homem que trouxe a paz. "Ele nunca pode aparecer como um loser. Tem que mostrar sempre que ele é que domina as coisas", observa. O risco, acrescenta, é que esta questão monopolize os debates. "Vai-se falar do Irão, essencialmente", prevê o analista, receando que temas considerados essenciais para o futuro europeu acabem relegados para segundo plano. Entre esses temas está a inteligência artificial, uma das prioridades da presidência francesa. Para Eric Monteiro, a questão tecnológica deve ser analisada como uma questão de soberania. A Europa procura reduzir a dependência dos grandes grupos americanos e, em menor grau, chineses, através do desenvolvimento de infra-estruturas próprias, centros de dados europeus e soluções tecnológicas independentes. "Há uma verdadeira vontade de ter data centers na Europa e aplicações que não dependam dos Estados Unidos", afirma. Para o especialista, estas questões são hoje tão estratégicas quanto as questões de defesa. "São realmente importantes para a soberania da Europa." O anúncio de um investimento francês suplementar de 655 milhões de euros na inteligência artificial insere-se nesta estratégia mais ampla. Eric Monteiro aponta a constelação europeia de satélites, os projectos industriais comuns e as novas parcerias entre os sectores da defesa e das tecnologias digitais como exemplos de uma Europa que procura afirmar a sua autonomia num ambiente internacional cada vez mais competitivo.

Presente Diário
Mais numerosos

Presente Diário

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 3:52


Devocional do dia 09/06/2026 com o tema: Mais numerosos O povo de Israel, em diversos momentos, teve de enfrentar ataques de nações vizinhas. Numa dessas situações, o rei da Síria combinou com seus conselheiros onde seu exército montaria um acampamento para atacar os soldados israelitas. Entretanto, Deus, algumas vezes, revelou ao profeta Eliseu onde a tropa inimiga estaria acampada e, assim, ele alertava o rei de Israel, evitando que seus homens fossem emboscados. LEITURA BÍBLICA: 2 Reis 6.8-23 [Disse Eliseu ao seu servo:] Não tenha medo. Aqueles que estão conosco são mais numerosos do que eles (2Rs 6.16).See omnystudio.com/listener for privacy information.

Debate 93
01/06/2026: Vida de Aparência, com Pr Diego Bravin, Pra Aline Prata, Pr Eliseu Fernandes e Eduardo Paes

Debate 93

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026


Neste Debate 93 você vai acompanhar uma reflexão sobre vida de aparência, além de importantes notícias dos últimos dias. Não perde!

Igreja Presbiteriana das Águas
O Deus que não abandona - Eliseu Maximiano

Igreja Presbiteriana das Águas

Play Episode Listen Later May 31, 2026 38:37


Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 31 de Maio de 2026 às 10h, com a pregação em Juízes 6.11-16 (NVI). Título: O Deus que não abandona (Eliseu Maximiano).Cultos todos os domingos às 10h e 19h30.

Esportes
Bi da Champions, Marquinhos se consolida como lenda e mostra classe de líder com adversário

Esportes

Play Episode Listen Later May 31, 2026 5:28


O PSG fez história com o bicampeonato da Liga dos Campeões da Europa e agora entrou para a galeria de lendas do futebol. E quem também se consolida como uma lenda do Paris Saint-Germain é o capitão brasileiro Marquinhos, que levantou a taça da Champions pela segunda vez seguida e ampliou a sua história de títulos e recordes no clube francês. Tiago Leme, de Budapeste para a RFI No fim do jogo em Budapeste, Marquinhos ainda mostrou classe e a postura de um líder. O zagueiro Gabriel Magalhães, do Arsenal, chutou para fora o pênalti decisivo que garantiu a conquista do PSG. Antes de comemorar com os companheiros, o capitão foi abraçar e consolar o compatriota no gramado. "Eu me imaginei no momento em que eu perdi o pênalti também na Copa do Mundo, e é um momento muito difícil, uma responsabilidade muito grande”, explicou o craque. “A gente tem que ser muito forte pra sair desse momento, e não é diferente pra ele. Acho que ele queria muito ganhar esse título”, continuou. “Eu simplesmente quis tirar cinco minutos da minha celebração para reservar esse tempo pra ele, para abraçar ele”, disse Marquinhos, salientando “a temporada incrível” do adversário. “Pela temporada que ele fez, foi um dos melhores zagueiros do mundo atualmente.” O experiente Marquinhos, de 32 anos, e Gabriel Magalhães, de 28 anos, devem formar a dupla de zaga titular da seleção brasileira na Copa do Mundo deste ano. Com o bi da Champions, Marquinhos chegou a 39 títulos com o PSG, e 42 na carreira, igualando Daniel Alves como o brasileiro com mais conquistas na história. Eles são superados apenas pelo argentino Messi, que ganhou 46 vezes. O zagueiro também é o jogador com o maior número de partidas disputadas pelo Paris Saint-Germain: são 523 jogos em 13 temporadas. Exemplo para colegas de equipe Ídolo dos torcedores, Marquinhos também é um exemplo a ser seguido pelos companheiros de equipe. O lateral esquerdo Nuno Mendes falou sobre o capitão e não escondeu a felicidade em entrar pra história com o segundo título europeu. "Se nós somos lendas, eu não tenho uma palavra para o Marquinhos. O Marquinhos, como é óbvio, é uma pessoa muito querida por nós, pelos colegas da equipe, pelo clube. E isso vê-se nas coisas que ele faz. Dá tudo pelo símbolo que representa”, comentou Nuno. “Nós seguimos este exemplo, porque o Marquinhos é um jogador incrível, um grande jogador e uma grande pessoa também", disse. O meio-campista João Neves foi outro jogador português a elogiar a liderança do brasileiro. "O Marquinhos, desde que eu cheguei, foi um jogador e acima de tudo, foi uma pessoa espetacular. Acarinhou-me, a mim e a todo o grupo, quem chega de novo. Marquinhos é um exemplo a seguir, não só dentro de campo, mas também fora", afirmou João Neves. "Fico muito contente que os adeptos tenham nos dado essas declarações. Passamos a ser lendas do clube. É por isso que nós jogamos futebol, nos divertimos, e depois as coisas boas vão surgindo naturalmente." Jogo difícil A final deste sábado na Puskas Arena teve emoção. O Paris Saint-Germain conquistou a Champions pela segunda vez seguida, ao vencer o Arsenal dos pênaltis, por 4 a 3, em Budapeste. O bicampeonato veio em duelo difícil, depois do empate, por 1 a 1, no tempo normal e na prorrogação. A vitória confirma o clube francês como uma potência europeia. Depois de conquistar o Campeonato Inglês após 22 anos, o Arsenal entrou em campo confiante. O time de Londres abriu o placar logo aos 6 minutos do primeiro tempo, com gol de Havertz. Dali em diante, o PSG teve controle total da posse de bola e mais finalizações. O empate do multicampeão na França veio aos 20 minutos da segunda etapa. Kvaratskhelia sofreu pênalti, Dembélé cobrou e marcou: 1 a 1. No último lance do jogo, Barcola teve a melhor chance de virar para o Paris, mas perdeu. Na prorrogação, o desgaste físico obrigou substituições, como a saída de Marquinhos. Sem mais gols, a decisão foi para os pênaltis. Nas cobranças, dois brasileiros tiveram papel decisivo. Lucas Beraldo converteu o último para o PSG, enquanto o zagueiro Gabriel Magalhães chutou para fora. A festa parisiense tomou as ruas da capital da Hungria e na capital francesa, e vai continuar neste domingo, com celebrações no Campo de Marte, ao lado da Torre Eiffel, no palácio presidencial do Eliseu e no estádio Parque dos Príncipes.

Vida em França
França: Historiador explica a "dimensão moral" da revogação do “Code Noir”

Vida em França

Play Episode Listen Later May 29, 2026 17:37


A Assembleia francesa aprovou, esta quinta-feira, 28 de Maio, a proposta de lei que revoga formalmente o “Code Noir” [“Código Negro], um conjunto de éditos reais que regulamentou a escravatura nas colónias francesas entre os séculos XVII e XVIII. A França aboliu a escravatura a 27 de Abril de 1848, mas os textos do "Code Noir" nunca foram formalmente retirados. O historiador António de Almeida Mendes considera que o gesto se reveste de uma dimensão moral e histórica que corresponde “ao reconhecimento de um crime” e que pode abrir portas para que se deixe de olhar para a escravatura como “um anexo da história ”. A Assembleia francesa aprovou, a 28 de Maio, a proposta de lei que revoga formalmente o “Code Noir” [“Código Negro], um conjunto de éditos reais que regulamentou a escravatura nas colónias francesas entre os séculos XVII e XVIII. A votação ocorreu em primeira leitura e terminou com 254 votos favoráveis, nenhum contra, nem nenhuma abstenção. A proposta de revogação do “Code Noir” foi apresentada pelo deputado Max Mathiasin, de Guadalupe e tem carácter sobretudo simbólico. O "Code Noir" é considerado um “fóssil legislativo” porque apesar de a França ter abolido a escravatura há 178 anos, o documento ainda não tinha sido revogado de modo explícito. Por isso, é um gesto "muito importante", explica o historiador António de Almeida Mendes, sublinhando que se reveste de uma dimensão moral e histórica que corresponde “ao reconhecimento de um crime” e abre portas para que se deixe de olhar para a escravatura como “um anexo da história como até hoje tem sido”. “É uma coisa muito importante porque estamos a falar de um decreto que já não era aplicado. Estamos a falar do século XVII e, entretanto, houve a abolição do tráfico e a abolição da escravatura no Império francês, Mas a dimensão moral é muito importante porque estamos a falar da dimensão de reconhecimento de um crime. Eu acho que no contexto francês e europeu dessa relação entre história nacional e história imperial, há sempre esse tabu dos crimes do passado. O reconhecimento moral está cá, mas o que é preciso é ir além e inscrever essa história na história da nação e não ser um anexo da história - como até hoje tem sido - essa história de um crime que não foi só um crime de alguns anos, foi um crime que durou vários séculos”, explica o professor de História Moderna na Universidade de Nantes, em França, especializado nomeadamente na história da escravatura. O texto também prevê que o governo entregue ao Parlamento, no prazo de um ano após a promulgação da lei, um relatório sobre o direito colonial e as suas consequências económicas, sociais, culturais e ambientais a longo prazo, nomeadamente em termos de racismo e de desigualdades. O relatório deverá, ainda, avaliar como a história da escravatura, do tráfico negreiro e da sua abolição é tratada nos programas escolares. Algo “muito importante” para o nosso convidado que admite que história do tráfico de pessoas escravizadas “tende a ser minimizada” e vista como “um apêndice da história europeia”. “Eu acho que é muito importante porque eu próprio sou professor e vejo que essa história, muitas vezes, tende a ser minimizada, Eu acho que estamos aí mesmo no centro do que foi o capitalismo e a história moderna que se inicia no século XVI. Essa relação entre a Europa e o mundo, muitas vezes, foi pensada como uma relação harmoniosa, como uma relação de mestiçagem, ainda que com seus crimes. Eu acho que temos que ver também a face sombria do que foi esse encontro, essa modernidade do século XVI e não só pensar que a Europa desenvolveu o mundo e trouxe a modernidade ao mundo, mas pensar mesmo os efeitos negativos desse encontro. Eu acho que isso tem que ser reavaliado nos programas escolares para pensar uma história mais inclusiva (...) Eu acho que é muito importante repensar essa história, mesmo numa cronologia europeia. Por exemplo, se formos a ver, uma das consequências do 'Code Noir' e dessa relação de França com as antigas colónias é que, por exemplo, o Palácio do Eliseu foi construído pela fortuna dos maiores negreiros da época. Estamos a ver que mesmo o enriquecimento da Europa, na altura, tem muito a ver com essa história da escravidão, esta história colonial. Eu acho que é importante complexificar esta história e não só fazer da história do tráfico um apêndice da história europeia”, afirma o investigador. O "Code Noir" foi criado em Março de 1685, sob Luís XIV, e foi ampliado por normas posteriores, de 1723 e 1724, voltadas para outros territórios coloniais. Este conjunto de documentos fixava o estatuto jurídico das pessoas escravizadas, institucionalizando a violência colonial e o tráfico de pessoas consideradas como mercadorias ou "bens móveis", passíveis de serem adquiridos por um “mestre”. O “Code Noir” também instituía sanções em caso de fuga, que iam desde orelhas cortadas, marcas a ferro, pessoas chicoteadas em público e pena de morte. “O 'Code Noir' é é mesmo próprio ao contexto francês. Só existe um 'Code Noir'. Não há, no contexto português, por exemplo, um decreto jurídico idêntico. Basicamente, estamos a falar do Império francês, que tinha um grande império colonial, sobretudo nas Antilhas, no espaço das Caraíbas. O 'Code Noir' organiza as pessoas escravizadas como sendo uma propriedade do 'senhor', como ‘um bem móvel', a saber, um bem que se pode transmitir em herança de família em família. É para transformar essas pessoas escravizadas em bens patrimoniais, tal como uma casa, uma mesa, uma forma de desumanizar as pessoas”, explica o historiador. Durante o debate no Parlamento, Max Mathiasin classificou a revogação como “um acto poderoso de memória, de justiça e de reconhecimento”, mesmo que admita que não possa “curar sozinho as feridas da história”. Os debates centraram-se na história francesa da escravatura e do colonialismo, dos efeitos visíveis hoje através das desigualdades persistentes entre os territórios ultramarinos e a França continental, e da discriminação sofrida pela população negra. Alguns deputados criticaram o facto de os debates acontecerem bem perto da estátua, em frente da Assembleia, de Jean-Baptiste Colbert, o principal autor do “Code Noir”. Esta revogação acontece 25 anos depois da Lei Taubira, de 2001, em que França reconheceu a escravatura e o tráfico de pessoas escravizadas como crimes contra a humanidade. Resta saber se a revogação vai abrir a discussão sobre reparações, algo que não está no texto, mas que também alimentou os debates na Assembleia, com vários parlamentares a salientarem que antigos proprietários de escravos receberam indemnizações, ao contrário dos próprios escravos. Reparar também passa por abrir o debate, acrescenta António de Almeida Mendes. “É um debate que está mesmo no centro dos debates sobre os crimes do passado. Será que temos de só ficar nesse reconhecimento moral do crime ou ir mais além e considerar que as desigualdades de hoje em dia que subsistem, em termos de acesso à riqueza, em termos de discriminação racial, em termos de racismo, será que isso necessita de ir mais além de uma condenação moral e de abrir o debate sobre as reparações financeiras? É um debate que já tem dez anos, iniciou-se na América Latina, está muito presente nos Estados Unidos. Então, há essa questão: será que a gente pode imaginar uma reparação financeira, que não é só uma reparação em termos monetários, mas uma reparação sobre o que é que a gente pode reparar em termos de desigualdades criadas por esses crimes do passado”, sublinha António de Almeida Mendes. A 21 de Maio, a proposta de lei recebeu o apoio do Presidente francês, Emmanuel Macron, que considerou que manter estes textos em vigor, mesmo sem efeitos legais, constitui "uma traição à República". Durante uma recepção no Palácio do Eliseu para assinalar o 25º aniversário da Lei Taubira, o Presidente afirmou que "esta imensa questão" não deve ser ignorada, mas preveniu que não se devem fazer "falsas promessas" e não anunciou quaisquer acções concretas. Macron falou na “reflexão inacabada” sobre a questão das reparações que, a seu ver, passam pelo “reconhecimento” e nunca poderão ser “totais”. Presente na cerimónia, a autora da lei e antiga ministra, Christiane Taubira lembrou que, no final de Março, a Assembleia Geral da ONU adoptou uma resolução que considerou a escravatura e o tráfico de pessoas africanas como “os crimes mais graves contra a humanidade”. A França e outros países europeus abstiveram-se porque consideraram que não deve haver hierarquia entre crimes contra a humanidade. Emmanuel Macron recordou, ainda, que lançou, há um ano, um trabalho de historiadores para avaliar "o preço" da liberdade imposta pela França ao Haiti, estando as conclusões previstas serem entregues em Dezembro. A 17 de Abril de 2025, o Presidente francês reconheceu, em comunicado, “a força injusta da História” imposta ao Haiti que, há 200 anos (1825), foi obrigado a pagar a França uma indemnização colossal para que esta reconhecesse a independência da antiga colónia. Na altura, Macron não evocou qualquer reparação financeira por parte de França, como pedido pelas autoridades haitianas. Note-se que, em 2003, o antigo Presidente haitiano, Jean-Bertrand Aristide, avaliou a dívida a 21,7 mil milhões de dólares, algo então visto como “anacrónico” pelo governo francês. Relembremos: Após uma proclamação da independência em 1804, depois de uma vitória contra as tropas de Napoleão Bonaparte, as novas autoridades do Haiti - sob a ameaça dos canhões dos barcos franceses - aceitara, a 17 de Abril de 1825, pagar 150 milhões de "francos-ouro" aos antigos colonos proprietários de terras e de escravos, em troca do reconhecimento da independência pelo rei Carlos X. Em 1938, a soma desceu para 90 milhões. Mas, para pagar, a jovem República das Caraíbas teve de contrair um empréstimo junto de bancos franceses, com juros elevados, numa altura em que afunda o preço do café, o principal recurso do país. O pagamento da dívida durou até 1952, quando se liquidaram os últimos juros. Ou seja, 127 anos a pagar a própria independência ao antigo país colonizador. Para a Fundação para a Memória da Escravatura, esta indemnização colossal arrastou o Haiti para “uma espiral de dependência neocolonial da qual o país não conseguirá sair nunca”. Com 12 milhões de habitantes, o Haiti é hoje o país mais pobre das Américas. Depois da Assembleia Nacional, o texto da revogação do "Code Noir" precisa ainda de passar pelo Senado para se tornar lei.

INVESTIGAÇÃO CRIMINAL
POR QUE O CARA QUE MAT0U O COLEGA DE TRABALHO SAIU LIVRE?! - IC TRUE CRIME #002

INVESTIGAÇÃO CRIMINAL

Play Episode Listen Later May 20, 2026 53:27


Uma briga fútil entre colegas de trabalho em Moema terminou em tragédia: Eliseu foi morto a facadas pelo Eduardo, que fugiu mas depois se entregou e saiu livre. As imagens mostram tudo, mas será que a justiça vai realmente funcionar? A família clama por respostas, enquanto o caso ainda esconde um mistério que pode mudar tudo. O que virá a seguir?#crimesreais #investigacaocriminal #casosreaisAssista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAN4HeD8Xh_QQV1QyDpBzJeSe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | OLHOS PARA VER

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later May 8, 2026 4:41


LEITURA BÍBLICA DO DIA:  2 REIS 6:15-23 PLANO DE LEITURA ANUAL: 2 REIS 4–6; LUCAS 24:36-53 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Joice se preocupava com sua parente Sandra, que lutava por muitos anos contra o alcoolismo e problemas de saúde mental. Ao ir ao apartamento de Sandra, as portas estavam tranca das e ele parecia estar vazio. Planejando como iria procurá-la, Joice orou: “Deus, ajude-me a ver o que não vejo”. Ao sair, Joice olhou para o apartamento e viu um leve movimento numa cor tina. Naquele momento, ela soube que sua parente estava viva. Embora precisasse da ajuda de serviços de emergência para salvá-la, Joice se alegrou com a oração respondida. O profeta Eliseu entendia o significado de pedir a Deus para revelar realidades invisíveis. Quando os sírios cercaram a cidade, o servo de Eliseu teve medo. Eliseu não, pois ele via o invisível com a ajuda de Deus. O profeta orou para que o servo também visse, e “o Senhor abriu os olhos do servo, e ele viu as colinas ao redor de Eliseu cheias de cavalos e carruagens de fogo” (2 REIS 6:17). Deus levantou o véu entre o mundo espiritual e físico para Eliseu e seu servo. Joice acredita que Deus a ajudou a ver o movi mento da cortina, dando-lhe esperança. Nós também podemos pedir a Ele que nos dê a visão espiritual para entender os acontecimentos ao redor, seja algo pessoal ou coletivo. E nós também podemos levar Seu amor, verdade e compaixão.  Por: AMY BOUCHER PYE 

Carlos Damasceno
#217 - Você Não Está Vendo Tudo

Carlos Damasceno

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 46:29


Nem tudo o que está acontecendo pode ser visto com os olhos naturais.Em 2 Reis 6, o servo de Eliseu entra em desespero ao ver o exército inimigo cercando a cidade.Mas o problema não era o cenário, era a percepção.Quando Deus abre os olhos dele, ele entende:havia mais a favor do que contra.Nesta mensagem da Quinta Power, o Bispo Carlos Damasceno traz uma revelação poderosa:o que você vê não define a realidade, o que você discerne, sim.Muitas vezes, o medo nasce de uma visão limitada.Mas a fé nasce quando seus olhos espirituais são abertos.Essa mensagem vai te ensinar que:• nem tudo que parece é• existe uma realidade espiritual além do visível• discernimento muda sua reação• quem vê certo, vive diferenteSe você está enfrentando situações que parecem maiores que você, essa palavra vai ajustar sua visão.Porque talvez o problema não seja o que está ao seu redor…mas o que você ainda não conseguiu enxergar.Assista até o final e peça a Deus:“Abre os meus olhos.”

Presente Diário
Está tudo bem

Presente Diário

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 3:41


Devocional do dia 30/04/2026 com o Tema: Está tudo bem Uma mulher muito rica morava na cidade de Suném. A Bíblia não menciona seu nome, mas podemos concluir que se tratava de alguém cordial, hospitaleira, que soube reconhecer em Eliseu um santo homem de Deus quando ele passou por sua cidade. A sunamita tinha tudo de que precisava, exceto filhos. Leitura Bíblica: 2 Reis 4.8-37 Corra ao seu encontro e pergunte a ela [sunamita]: Está tudo bem com você? Tudo bem com o seu marido? E com o seu filho? Ela respondeu a Geazi: Está tudo bem (2Rs 4.26).See omnystudio.com/listener for privacy information.

Igreja Presbiteriana das Águas
Ajustando o foco da nossa adoração - Eliseu Maximiano

Igreja Presbiteriana das Águas

Play Episode Listen Later Apr 26, 2026 35:38


Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 26 de Abril de 2026 às 19:30h, com a pregação em Malaquias 1.6-14 (NVI). Título: Ajustando o foco da nossa adoração (Eliseu Maximiano).Cultos todos os domingos às 10h e 19h30.

Jogo Pelo Jogo - Solverde.pt
Zinédine Zaideus e churrasco na Luz | Jogo pelo Jogo - Ep. 36 | 3ª Temporada

Jogo Pelo Jogo - Solverde.pt

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 60:51


Subscreve o canal para não perderes um episódio todas as terças.Instagram - https://www.instagram.com/solverde.pt/X - https://x.com/solverdeptTikTok - https://www.tiktok.com/@solverde.ptVasco Elvas - https://www.instagram.com/vascoelvasTomás da Cunha - https://x.com/tomasrdacunhaTiago Almeida - https://www.instagram.com/tiago.aalmeida/Produção - Setlist:Nuno PiresVasco Assis TeixeiraRealização:Pedro BessaDiogo RodriguesPós-Produção:Who Cried Wolf00:00 - Início00:05 - Confiança de campeão?02:00 - Estoril x Porto05:01 - Revistas no estádio07:20 - Mercado de Zaidu07:48 - Polémica de arbitragem09:36 - Ian Cathro irónico?11:20 - Timeouts e novas regras no futebol14:33 - Zaidu, Eliseu, Esgaio16:55 - Pastorinhos da Seleção20:10 - Benfica x Nacional20:45 - Churrascos à Benfica21:20 - Mourinho atira a toalha ao chão23:25 - Rui Borges nos jogos grandes24:30 - Mourinho e Mind Games27:25 - Martínez fica se for campeão do mundo?28:04 - Al-Mourinho ou na seleção?29:23 - Sporting Status na Champions38:10 - A Magia dos cantos do Arsenal39:32 - Jogo do Stop 41:10 - Ainda a arbitragem42:40 - Valor do Trincão45:00 - Tiago Almeida e viagem ao Arsenal x Sporting45:49 - Figuras públicas graças a Varandas46:51 - Desafio no avião47:34 - Quaresma em mais valia48:00 - Porto na Europa49:15 - Nova rubrica51:10 - Arbitragem again53:35 - Carta aberta de opiniões54:57 - Apostas do episódio#jogopelojogo #podcast #futebol

Debate 93
03/04/2026: Significado da Páscoa, com Pr Eliseu Fernandes, Pr Fernando Barcellos, Pra Glorinha Cruz e Pr Douglas do Carmo

Debate 93

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026


Imperdível! Profundamente teológico, mas de fácil compreensão, este Debate 93 fala sobre a Páscoa, sua origem e significado! Ouça e compartilhe!

Quadrangular Kaza
Que Igreja Somos Nós? Eliseu ou Geazi? | Pr. Bruno - Culto de Missões 15/03/2026

Quadrangular Kaza

Play Episode Listen Later Mar 16, 2026 50:39


Culto de Missões 15/03/2026

Debate 93
11/03/2026: Justiça de Deus, com Pr Eliseu Fernandes, Pr César Carvalho, Pr Claudio Gama e Eveline Ventura

Debate 93

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026


Ao ouvir este Debate 93 você vai aprender sobre a justiça de Deus. Está simplesmente imperdível!

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado
Quando dá vontade de desistir| Bp Marcelo Toschi

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 69:34


QUANDO DÁ VONTADE DE DESISTIRSérie de Mensagens: EU JÁ PASSEI POR ISSO – Mensagem 02Faça algumas das seguintes perguntas no início da lição:• Como está sendo sua semana?• Você foi a alguma celebração no domingo?• Quais dos pontos da mensagem falaram mais contigo?• Você gostaria de compartilhar alguma bênção ou algo marcante nesta semana?• Você tomou alguma resolução depois da mensagem? Conseguiu colocar em prática?14 Portanto, visto que temos um grande sumo sacerdote que adentrou os céus, Jesus, o Filho de Deus, apeguemo-nos com toda a firmeza à fé que professamos, 15 pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado. 16 Assim, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade. (Hebreus 4:14-16 (NVI)Todos nós, em algum momento, já sentimos vontade de desistir. E hoje, esta segunda mensagem é para quem sente vontade de desistir.Talvez seja: um casamento que parece não ter solução; um sonho que parece impossível; um ministério que não avança; um filho que está longe de Deus; um vício que você tentou vencer várias vezes; ou simplesmente a vida que ficou pesada demais, e agora parece que não sobrou mais força!Mas a boa notícia é: Jesus sabe exatamente como isso é!1. TEMOS VONTADE DE DESISTIR PORQUE NOSSA PERSPECTIVA É LIMITADA.O povo só conseguia ver três coisas: fome, cerco, morte.Mas Deus deu uma palavra através de Eliseu! Era impossível, o oficial duvidou.A lógica humana diz: acabou. Mas Deus estava dizendo: a história ainda não terminou.Enquanto a cidade estava em desespero... Nada parecia mudar: nem sinal, nem melhora, nem esperança. Mas, naquela mesma noite, Deus fez algo invisível.Eles pensaram que um grande exército vinha contra eles. Entraram em pânico e fugiram. Sem batalha, sem estratégia, sem intervenção humana.Deus venceu a guerra sozinho. Enquanto o povo chorava dentro da cidade, Deus já estava trabalhando fora dela.3. PARA NÃO DESISTIR, SILENCIE AS VOZES ERRADAS.Quando Deus liberou a promessa de abundância, alguém respondeu com incredulidade.“Mesmo que Deus abrisse o céu isso não aconteceria.”(2 Reis 7:2b)Sempre que Deus libera uma promessa, uma voz de incredulidade aparece.Às vezes ela vem de fora. Às vezes ela nasce dentro da nossa própria mente. Pensamentos como: “não vai dar certo”, “já tentei demais”, “não adianta continuar.”“Amanhã, a estas horas, na porta de Samaria, uma medida de farinha será vendida por um siclo...”(2 Reis 7:1))Pergunte:Sua visão tem permitido visualizar o que Deus já começou a fazer?2. TEMOS VONTADE DE DESISTIR PORQUE O PROGRESSO NEM SEMPRE ÉVISÍVEL.“O Senhor fez o exército sírio ouvir ruído de carros, cavalos e um grande exército.” (2 Reis 7:6)Pergunte:Como você tem lidado com o agir invisível de Deus?LIÇÃO DE CÉLULA - PÁGINA 2 A batalha da perseverança não começa nas circunstâncias. Ela começa na narrativa quedomina a sua mente.4. NÃO DESISTA ATÉ TER TERMINADO!Quatro leprosos estavam sentados do lado de fora da cidade. Eles disseram:“Se ficarmos aqui morreremos.” (2 Reis 7:4)Eles tinham três opções: ficar parados, voltar para a cidade, avançar em direção ao inimigo. Eles decidiram avançar. Quando chegaram ao acampamento, não havia ninguém. O exército tinha fugido. O milagre muitas vezes começa quando alguém decide dar mais um passo. Muitas pessoas não desistem porque perderam a força. Elas desistem porque perderam a visão.Pergunte:Quais vozes você tem dado ouvidos?Pergunte:Você já teve a experiência de desistir, mas com a sensação de que poderia concluir com sucesso?

Amigo Catolico
O fechamento interior por preconceitos | Evangelho do dia

Amigo Catolico

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 17:18


Jesus, como Elias e Eliseu, não é enviado só aos judeus.Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 4,24-30

Homilias - IVE
”Corresponder a Graça”

Homilias - IVE

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 4:17


Homilia Padre Jonas Magno, IVE: Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 4,24-30Jesus, vindo a Nazaré, disse ao povo na sinagoga:"Em verdade eu vos digo que nenhum profetaé bem recebido em sua pátria.De fato, eu vos digo:no tempo do profeta Elias,quando não choveu durante três anos e seis mesese houve grande fome em toda a região,havia muitas viúvas em Israel.No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias,senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia.E no tempo do profeta Eliseu,havia muitos leprosos em Israel.Contudo, nenhum deles foi curado,mas sim Naamã, o sírio".Quando ouviram estas palavras de Jesus,todos na sinagoga ficaram furiosos.Levantaram-se e o expulsaram da cidade.Levaram-no até ao alto do montesobre o qual a cidade estava construída,com a intenção de lançá-lo no precipício.Jesus, porém, passando pelo meio deles,continuou o seu caminho.Palavra da Salvação.

Palavra do Dia
Palavra do dia - Lc 4,24-30 - 09/03/26

Palavra do Dia

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 5:31


Jesus, vindo a Nazaré, disse ao povo na sinagoga: 24 "Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. 25 De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26 No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia. 27 E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio". 28 Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. 29 Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até ao alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. 30 Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.

Igreja Presbiteriana das Águas
Conduzidos em meio à injustiça - Eliseu Maximiano

Igreja Presbiteriana das Águas

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 36:04


Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 22 de Fevereiro de 2026 às 19h30, com a pregação em Gênesis 31.1-21 (NVI). Título: "Conduzidos em meio à injustiça" (Eliseu Maximiano).Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min. Facebook: / igrejadasaguas Instagram: / igrejapresbiterianadasaguasEndereço: Centro Empresarial Parque das Águas - Estr. dos Menezes, 850 - Colubandê, São Gonçalo - RJ, 24451-230Telefone: (21) 98539-7634

Igreja Cristã Chama Viva - Portugal
Uma jornada de fé - do deserto à terra prometida - Isaque Levy | Chama Viva Leça

Igreja Cristã Chama Viva - Portugal

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 47:07


Do Deserto à Promessa: a jornada de fé e a fidelidade de Deus (com Isaac Levi)Nesta mensagem, Isaac Levi partilha uma perspectiva bíblica e histórica a partir de Israel, mostrando que a Bíblia não é apenas um livro para ser lido, mas um “manual de instrução” para a vida — um livro que, quando abrimos, “também nos lê”, confrontando o coração e alinhando a nossa caminhada com Deus.A partir de Gênesis 12, ele apresenta Abraão como o grande ponto de viragem na história: num tempo em que o conhecimento de Deus se perdeu e o paganismo dominava, Abraão ouve a voz do Deus invisível e dá um “sim” que muda a humanidade. O chamado “sai da tua terra” não é apenas uma viagem geográfica, mas uma jornada interior: no hebraico, o chamado aponta para uma saída “por ti mesmo/para dentro de ti”, levando a uma vida de revelação e conhecimento de Deus. Abraão torna-se o “atravessador” (hebreu): alguém que atravessa territórios, crises e processos.A mensagem destaca um padrão recorrente na Escritura: entre o chamado e a promessa há um deserto. O deserto é inevitável porque é a escola de Deus, onde Ele trabalha caráter, dependência e maturidade. Nesse processo, a unção é apresentada como proteção e capacitação sobrenatural: mais importante que coroa, prestígio ou reconhecimento humano, é a unção — porque a coroa homens dão e tiram, mas a unção é Deus quem concede.Ao falar sobre Israel, Isaac mostra como a mentalidade precisa ser transformada: é mais fácil tirar Israel do Egito do que tirar o Egito de dentro de Israel. Há diferença entre mentalidade de escravo (autossuficiência, mérito, confiança no visível) e mentalidade de liberto (dependência de Deus, confiança no que vem do alto). A terra da promessa exige fé, porque não funciona como o Egito (controle, “segurança”, rios constantes), mas como Canaã (dependência do Senhor e fidelidade ao pacto).Em seguida, ele aponta Israel como um sinal da fidelidade de Deus às Suas promessas, trazendo textos como Deuteronômio 30 e exemplos históricos da preservação e restauração do povo judeu, incluindo o retorno moderno a Israel e acontecimentos marcantes ligados à história e às profecias — reforçando que Deus zela pela Sua Palavra mesmo quando o mundo não entende.Na reta final, a mensagem traz consolo para quem espera: há coisas que Deus está a fazer além do que os nossos olhos veem. Usando exemplos bíblicos (Moisés, Eliseu e o seu servo, Daniel) e uma reflexão poderosa sobre a Páscoa (o tempo entre a notícia da cruz e a realidade da ressurreição), ele afirma: enquanto alguns ainda lamentam, a vitória já foi decretada. Às vezes, o milagre já aconteceu no decreto eterno de Deus — e nós estamos apenas no intervalo até a notícia chegar.Mensagem central:A jornada de fé tem desertos, mas Deus é fiel. O processo é escola, a unção capacita, a promessa permanece — e o Senhor continua a cumprir a Sua Palavra, mesmo quando ainda não vemos.

Convidado
José Maria Neves: "Há muitas forças a trabalhar para que haja regras no Mundo"

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 17:34


O Presidente de Cabo Verde, José Maria Neves, está em França e após um encontro com o Presidente Emmanuel Macron disse estar "optimista e confiante" em relação ao futuro já que vê a mobilização de forças positivas para criar um Mundo melhor, numa altura marcada pela instabilidade internacional. Quanto à situação na Guiné-Bissau, o Presidente cabo-verdiano defende a sua actuação afirmando que o seu país tem trabalhado  José Maria Neves, Presidente de Cabo Verde, está a cumprir uma visita de Estado a França, passando por Paris, Lyon e Marselha. O Presidente tem passado tempo com a diáspora cabo-verdiana, mas também com altas figuras do Estado na capital francesa, incluindo um almoço de trabalho com o Presidente Emmanuel Macron na sexta-feira. Após este encontro no Palácio do Eliseu, em entrevista à RFI, o chefe de Estado cabo-verdiano disse estar optimista quanto ao multilateralismo. RFI: Sai de Paris mais confiante no futuro da humanidade, tendo em conta a actual situação ao nível internacional? José Maria Neves: É preciso ser optimista e confiante. Há muitas forças contrárias e uma ruptura na ordem internacional, mas há muitas forças também que estão quotidianamente a trabalhar para que haja um mundo com regras. Para que o multilateralismo funcione, que a Carta das Nações Unidas seja respeitada e que o direito internacional também seja considerado em tudo o que nós fazemos no plano internacional. Estou optimista no sentido de que é possível mobilizar essas forças positivas para que tenhamos no futuro uma humanidade melhor. Nada se herda. Tudo é conquistado com trabalho árduo de todos os dias. E é esse trabalho que tem de se fazer. E saio de Paris muito mais optimista. No seu encontro com Emmanuel Macron foi exactamente sobre isso que falaram? Sobre essa construção de pontes num mundo muito dividido. Uma parte importante da nossa conversa foi sobre como trabalhar para termos o mundo onde o diálogo, a cooperação, a paz se imponham, onde haja parcerias solidárias para o desenvolvimento, onde o multilateralismo passe a ser o Valor que oriente o trabalho dos governos e dos diferentes Estados. Há uma vontade nesse sentido. Aliás, a intervenção do presidente Macron em Davos e a intervenção do primeiro ministro do Canadá mostram muito isto. A necessidade das pequenas e das médias potências, dos outros Estados trabalharem em comum para uma ordem internacional que beneficie a todos, para um mundo onde haja respeito pelas regras e onde haja mais humanidade. Esteve na UNESCO com o projecto que para Cabo Verde é muito importante a questão do Campo de Concentração do Tarrafal. Mas também temos de lembrar que a UNESCO é uma das organizações internacionais que faz um trabalho muito importante no âmbito da educação e da cultura, que foi abalada por este novo mandato de Donald Trump e que viu novamente retirado os Estados Unidos. Como é que foi essa troca com o novo director da UNESCO? Cabo Verde tem sempre em conta a sua história, a sua memória, o seu património natural e cultural. E o que nós podemos valorizar a memória e a história de todos os países. O trabalho conjunto que nós estamos a fazer com a UNESCO, enquanto patrono para a preservação do património natural e cultural da África, é precisamente no sentido de preservarmos toda a riqueza natural e cultural do continente africano e a partir desse cuidado construir uma África mais sustentável, com mais progresso e mais bem-estar para todos os africanos, independentemente das limitações e dos problemas existentes. A maioria dos membros da UNESCO tem neste momento a disponibilidade de trabalhar para preservar a UNESCO e permitir que ela cumpra a sua missão. E teremos o Tarrafal elevado a património da Humanidade até ao fim da década? Sim, temos um grande entusiasmo relativamente a este projecto. Na verdade, o campo de concentração do Tarrafal não é só de Cabo Verde, é também de Portugal e das outras ex-colónias. Já é um património da Humanidade que deve ser agora reconhecido pela UNESCO. E também os escritos de Amílcar Cabral que estão em curso no quadro de toda essa dinâmica, para conhecermos a nossa história e preservarmos a memória da luta de libertação. E da história política contemporânea de Cabo Verde. Já esteve aqui com os jovens da diáspora, estará com a comunidade nas várias cidades que vai visitar. Esteve também nos Estados Unidos, imagino também com a comunidade dos Estados Unidos. Esta questão dos vistos e esta questão da forma como os Estados Unidos estão a tratar Cabo Verde está a preocupar os cabo verdianos em Cabo Verde, mas tambem os cabo verdianos fora de Cabo Verde? Sim, muito. Cabo Verde é um Estado transnacional. Nós somos desterritorializados. Os cabo-verdianos estão em todo o Mundo. Há mais cabo verdianos fora do que dentro. Portanto, nós, tudo o que tem a ver com restrições à mobilidade, tudo o que tem a ver com a discriminação de imigrantes afecta enormemente Cabo Verde. Então temos é de trabalhar para defender os interesses dos cabo-verdianos. De um lado, ouvir os cabo-verdianos, ouvir os desafios ou ver os problemas, ter uma mensagem pedagógica e, do outro lado, também dialogar com as autoridades e procurar defender os interesses dos cabo-verdianos. Nós não queremos uma imigração ilegal, uma imigração clandestina. Nós queremos que a imigração se faça com base em regras de forma regulada. Que os cabo-verdianos que quiserem sair saiam, mas de forma legal. E nós temos que cooperar nesse sentido e defender os interesses dos cabo-verdianos. É nessa linha que nós estamos a trabalhar com preocupação em relação às medidas mais restritivas. Mas vamos falando com a diáspora, vamos falando com as autoridades dos países de acolhimento, mesmo lá onde haja medidas mais restritivas. Mostrar-lhes que Cabo Verde tem tido uma diáspora desde há muitos séculos e que tem contribuído grandemente para o crescimento dos países de acolhimento. É um povo pacífico, trabalhador e que respeita as regras dos países de acolhimento. E é nessa linha que vamos continuar a trabalhar. E o tom como se fala atualmente das comunidades lusófonas em Portugal preocupa-o? Estamos a falar já da segunda volta das eleições presidenciais, que acontece já para a semana. Esta eleição está a preocupá-lo? Não, não necessariamente. Acho que os portugueses farão a sua escolha no dia 8 de Fevereiro e, qualquer que ela seja, a escolha deve ser respeitada. E nós iremos é continuar a trabalhar, como já disse, para defender os interesses dos cabo-verdianos. Mas em Portugal, a nossa diáspora globalmente é bem integrada e espero continuar a contar com toda a disponibilidade das autoridades portuguesas e da sociedade portuguesa no sentido de maior integração da diáspora cabo-verdiana. Quando falamos de instabilidade não podemos deixar de falar da África e da instabilidade dentro dos países lusófonos, nomeadamente na Guiné-Bissau. Esteve para integrar uma missão da CEDEAO. A Guiné-Bissau preferiu não fazê-lo exactamente pela proximidade com a Guiné-Bissau. Arrepende-se ter feito isso ou acha que naquela altura era o que era necessário fazer para o problema da Guiné-Bissau se resolver o mais rápido possível? Nessas questões temos que ser muito pragmáticos e realistas e ver qual é a melhor maneira de ajudar. E achei que a melhor maneira de ajudar era trabalhar mais nos bastidores e de forma mais discreta. E é o que temos feito. Temos tido contactos, temos participado nas acções da CEDEAO, temos falado com os chefes de Estado, temos falado com as duas partes na Guiné-Bissau e temos ajudado muito dentro das nossas possibilidades. Temos aconselhado, temos sugerido, isso é o mais importante. Aqui é preciso muita paciência. Os fenómenos não são fáceis, são complexos, os contextos são muito difíceis, mas, gradualmente, as peças do puzzle estão a ser colocadas no sentido da realização do roteiro que foi fixado em Abuja, na última cimeira dos Chefes de Estado e Governo da CEDEAO. E, portanto, os presos políticos já foram libertos, já há um passo em relação a Domingos Simões Pereira, que passou a estar em prisão domiciliária. Mas já é um passo positivo. E vamos ver se o governo inclusivo será formado e depois, gradualmente, ir tomando outras medidas no sentido da concretização dos objectivos da CEDEAO. E do meu ponto de vista, é isto que é o mais importante. Se considerarmos toda a história da Guiné-Bissau, dos golpes, dos conflitos, dos problemas anteriores, percebemos que a complexidade da situação exige um trabalho diplomático muito inteligente e muito sereno para podermos atingir os resultados esperados. A ideia é então de realizar eleições em dezembro, mas antes disso, pensa que seria importante um esclarecimento cabal do que se passou no dia 26 de novembro de 2025, em Bissau? O importante neste momento é considerar a realidade existente. Houve o golpe, independentemente da sua natureza. Os resultados eleitorais não foram divulgados e houve prisões e já há a instalação de um regime militar. Agora temos de trabalhar no sentido da criação de um governo inclusivo com o envolvimento de todas as sensibilidades políticas e sociais na linha das decisões da CEDEAO e depois criar as condições para a realização de eleições livres, justas e transparentes. Tendo em conta toda a história da Guiné-Bissau, não podemos estar permanentemente em busca de uma reconciliação com o passado, mas temos de estar preocupados na realização de uma reconciliação no presente, para que o futuro seja um futuro de maior estabilidade e de maior tranquilidade e que permita a restauração do Estado e permita também a realização dos objectivos preconizados. Quando faz estas viagens, a ideia é a escuta. Ouvir cabo-verdianos na diáspora, quais são as principais queixas? O que é que acha que ainda poderia ser feito e que não foi? Por tudo o que eu já ouvi, se eu fosse um membro da diáspora, o que eu diria é que precisamos efectivamente resolver o problema dos transportes marítimos e aéreos inter-ilhas. Resolver o problema da mobilidade e da inserção de todas as ilhas na dinâmica nacional de desenvolvimento. Prioridade das prioridades. E teremos de mobilizar as tecnologias informacionais para conseguir, de forma muito mais rápida, resolver um conjunto de pequenas questões que são obstáculos ao investimento. São obstáculos à resolução imediata de um conjunto de pequenos problemas no relacionamento entre o cidadão ou entre uma empresa ou entre a sociedade civil e a administração. Eu acho que nós, nos 50 anos da nossa independência, Cabo Verde cresceu, deu um salto enorme. Agora, 50 anos depois, temos de sofisticar-nos um pouco, melhorar a qualidade da prestação dos serviços e sermos muito mais eficientes, muito mais eficazes nos resultados e para podermos andar mais depressa. As eleições presidenciais estão marcadas para Novembro. Senhor Presidente é recandidato a Presidente de Cabo Verde? Bom, ainda vamos ter às legislativas em Maio. É preciso aguardar a evolução das coisas. Espero que as legislativas corram bem e só depois das legislativas, da posse do novo Governo, é que irei decidir sobre esta matéria.

Semana em África
Libertação de Domingos Simões Pereira marca a actualidade da semana

Semana em África

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 8:19


Neste programa damos destaque à libertação do líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, na Guiné-Bissau, às inundações que continuam a afectar Moçambique, à visita do Presidente da República de Cabo Verde a Paris e a novos dados sobre o sector do turismo em Angola. Na Guiné-Bissau, a semana ficou marcada pela saída do líder do PAIGC da Segunda Esquadra de Bissau, onde esteve detido durante mais de 60 dias.  Domingos Simões Pereira foi conduzido da Segunda Esquadra de Bissau para a sua residência, vigiada por militares e polícias, pelo ministro da Defesa do Senegal, general Birame Diop, que se encontra no país desde quinta-feira. Contactado pela RFI, o advogado Vailton Pereira Barreto, membro da equipa de defesa do líder do PAIGC, confirmou que Domingos Simões Pereira “já está em casa com a família”. Nas imagens divulgadas nas redes sociais, o líder do PAIGC, que esteve detido por mais de 60 dias por militares e sem culpa formada, surge sorridente, visivelmente magro e com barba branca. Fernando Dias da Costa e Geraldo Martins, que estavam na embaixada da Nigéria como exilados desde o dia do golpe de Estado, voltaram sem restrições para as suas residências em Bissau. Em Moçambique, o país continua a ser afetado por inundações históricas, que provocaram danos graves nas redes elétrica e de comunicações, bem como nas principais vias rodoviárias. As autoridades estimam que serão necessários cerca de 650 milhões de dólares para a reconstrução. Na província de Gaza, no sul do país, a mais atingida, vários viajantes permanecem bloqueados devido à subida do nível das águas e tentam fugir por meios improvisados. As explicações com Adélia Teixeira. Ainda no país, foram retomadas oficialmente esta semana as atividades do megaprojeto de exploração de gás liderado pela TotalEnergies, em Cabo Delgado, no norte do país. O projeto estava suspenso há cerca de cinco anos, invocando “motivos de força maior”, devido aos sucessivos ataques terroristas na região. A reportagem é de Orfeu Lisboa. Em Cabo Verde, o Presidente da República encontra-se em Paris desde quarta-feira para uma série de encontros com a diáspora, num contexto internacional marcado por restrições à mobilidade e fenómenos de discriminação contra imigrantes. A visita inclui também contactos de alto nível com a UNESCO.  José Maria Neves almoçou ainda no Palácio do Eliseu com o Presidente francês, Emmanuel Macron. Em Angola, o ministro do Turismo, Márcio de Jesus Lopes Daniel, revelou que, em 2025, foram criados 10,6 novos empregos por cada mil turistas que entraram no país. Segundo o governante, o ano marcou uma viragem histórica no setor, com o registo de 223 mil chegadas internacionais, superando os 217 mil turistas contabilizados em 2019.

Igreja Presbiteriana das Águas
Começando a investir - Eliseu Maximiano

Igreja Presbiteriana das Águas

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 47:37


Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 25 de Janeiro de 2026 às 19:30h, com a pregação em Mateus 6.19-24. Título: Começando a investir (Eliseu Maximiano). Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.

Morning Show
Trump fala sobre Groenlândia em Davos

Morning Show

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 116:45


Confira no Morning Show desta quarta-feira (21): No discurso proferido nesta quarta-feira (21) no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Venezuela fará “mais dinheiro nos próximos seis meses do que nos últimos anos”, em referência às perspectivas econômicas do país sul-americano em meio a recentes mudanças políticas e intervenções que envolvem o controle do setor petrolífero e maior participação de empresas estrangeiras no setor. No mesmo discurso, Trump voltou a defender a anexação da Groenlândia e afirmou que apenas os EUA têm capacidade de garantir a segurança do território. Em tom duro, Trump disse respeitar a população da Groenlândia e a Dinamarca, mas classificou o país europeu como “ingrato” e afirmou que a Europa “não está indo na direção correta”. Ele relembrou a presença militar americana na região durante a Segunda Guerra Mundial e descartou críticas de que sua proposta representaria uma ameaça à Otan, argumentando que a anexação fortaleceria a segurança da aliança militar. O presidente da França, Emmanuel Macron, solicitou nesta quarta-feira (21) a realização de um exercício militar da Otan na Groenlândia. Segundo comunicado oficial do Palácio do Eliseu, a França está pronta para contribuir com a operação. O pedido ocorre em meio ao aumento das tensões geopolíticas no Ártico, após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendendo a anexação da Groenlândia. As crescentes tensões entre Estados Unidos e Europa levantam dúvidas sobre o futuro da Otan e a estabilidade da aliança militar. Divergências políticas, disputas estratégicas e declarações polêmicas do presidente Donald Trump têm elevado as tensões entre EUA e Europa. Para analisar esse cenário e os possíveis desdobramentos geopolíticos, o Morning Show entrevista Marcus Vinicius de Freitas, professor de Relações Internacionais. O cenário geopolítico internacional ganhou novos contornos de tensão após Donald Trump manifestar o desejo de anexar a Groenlândia aos Estados Unidos e ameaçar impor tarifas a países que se oponham à medida. Em meio a esse embate, a Copa do Mundo de 2026, que será sediada por Estados Unidos, México e Canadá, entrou no centro do debate político. Em países como a Alemanha, já surgem discussões sobre um possível boicote ao torneio, embora o governo alemão afirme que não interfere em decisões esportivas. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Debate 93
12/01/2026: Tentação, com Pr Eliseu Fernandes, Missionária Carmozina Joyce, Pr Wander Gomes e Pr Sérgio Gil

Debate 93

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026


A tentação é o tema tratado neste Debate 93, que também vai falar sobre provação. Você não pode perder essa verdadeira aula!

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Igreja Presbiteriana das Águas
O documentário da Graça de Deus - Eliseu Maximiano

Igreja Presbiteriana das Águas

Play Episode Listen Later Jan 11, 2026 37:42


Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 11 de Janeiro de 2026 às 10h, com a pregação em Efésios 1.1-14 (NVI). Título: O documentário da Graça de Deus (Eliseu Maximiano).Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.

Noticiário Nacional
11h Zelensky reunido com Macron no Eliseu

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 10:28


Igreja Presbiteriana das Águas
O amor fraternal à luz da supremacia de Cristo - Eliseu Maximiano

Igreja Presbiteriana das Águas

Play Episode Listen Later Nov 16, 2025 36:05


Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 16 de Novembro de 2025 às 10h, com a pregação em Hebreus 13.1(NVI). Título: O amor fraternal à luz da supremacia de Cristo (Eliseu) Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.

Debate 93
16/10/2025: Sonhos e Revelação, com Pr Marcos Batista, Pr Wander Gomes, Pr Eliseu Fernandes, Pra Glorinha Cruz

Debate 93

Play Episode Listen Later Oct 15, 2025


Como saber se o sonho é uma revelação? Não deixe de ouvir este Debate 93!!!

debate revela fernandes batista sonhos sonho aprendizado eliseu jr vargas wander gomes 93 fm marcella bastos debate 93
Igreja Presbiteriana das Águas
Esperança em meio às injustiças - Eliseu Maximiano

Igreja Presbiteriana das Águas

Play Episode Listen Later Sep 29, 2025 32:45


Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 28 de Setembro de 2025 às 19h30, com a pregação em Tiago 5.1-8 (NVI). Título: Esperança em meios às injustiças (Eliseu Maximiano)Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.

Fernando Reis - Sinta-se BEM agora!
NÃO ZOMBE DO CARECA

Fernando Reis - Sinta-se BEM agora!

Play Episode Listen Later Sep 16, 2025 27:47


Você já notou como, no momento em que decide crescer, surgem vozes internas tentando te convencer de que não vale a pena? Essas vozes ridicularizam seus sonhos, questionam sua capacidade e parecem querer te puxar de volta ao velho.Neste episódio, Fernando revela o verdadeiro papel desses pensamentos imaturos e mostra por que, paradoxalmente, eles são sinal de que você está no caminho certo. A cena simbólica de Eliseu e os jovens zombadores guarda um código espiritual poderoso sobre força invisível, resistência e ascensão da consciência.Prepare-se para enxergar que a vida desperta forças instintivas para proteger quem decide subir. Esse episódio é um convite para confiar no invisível e deixar que a própria vida dissolva o que não serve mais.Se este conteúdo tocou você, curta, comente, compartilhe e inscreva-se para não perder os próximos episódios.

Igreja Presbiteriana das Águas
Da compaixão à missão - Eliseu Maximiano

Igreja Presbiteriana das Águas

Play Episode Listen Later Sep 14, 2025 38:19


Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 14 de Setembro de 2025 às 19h30, com a pregação em João 4.6-7 (NVI). Título: Da compaixão à missão (Eliseu Maximiano). Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.

Pregador Nonato Souto
Eliseu Salva Três Reis e os Seus Exércitos | Profecias e Profetas

Pregador Nonato Souto

Play Episode Listen Later Aug 31, 2025 40:39


Eliseu Salva Três Reis e os Seus Exércitos | Profecias e Profetas

Semana em África
A semana em que Moçambique e Ruanda estreitaram mais os laços

Semana em África

Play Episode Listen Later Aug 29, 2025 18:42


A actualidade desta semana em África ficou designadamente marcada pela visita de dois dias que o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, efectuou ao Ruanda, país cujas tropas apoiam o exército moçambicano na luta contra o terrorismo em Cabo Delgado, no extremo norte do país. No âmbito desta deslocação, foi assinado em Kigali o Acordo sobre o Estatuto da Força que regula a presença das tropas ruandesas que lutam contra os grupos armados em Cabo Delgado, um documento apresentado como um instrumento padrão regido pelo direito internacional. Apesar de o Presidente moçambicano explicar que o acordo militar assinado com o Ruanda não prevê o aumento do contingente desse país em Cabo Delgado, os termos desse protocolo não deixaram de suscitar interrogações no seio da sociedade civil moçambicana. Noutro aspecto, no rescaldo das eleições gerais de 9 de Outubro de 2024, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) notificou 12 dos 37 partidos políticos que participaram nas eleições gerais para corrigirem irregularidades na utilização dos fundos atribuídos durante a campanha eleitoral. Para o Presidente da Acção do Movimento Unido para a Salvação Integral (AMUSI), a ausência da Frelimo, partido governamental neste processo é questionável. Ainda na actualidade moçambicana, esta semana esteve eminentemente virada para questões económicas. Foi inaugurada segunda-feira e decorre ainda até este domingo em Marracuene a 60.ª edição da FACIM, Feira Internacional de Maputo, um evento que reúne mais de 3 mil expositores e cuja importância foi destacada pelo Presidente da República durante a cerimónia de abertura. Foi neste contexto que a fundição de alumínio Mozal suspendeu contratos com 20 empresas nacionais, deixando mais de mil pessoas em situação de desemprego. Esta informação foi avançada pelo Presidente da Confederação Económicas de Mocambique, CTA, Álvaro Massingue que apontou esta como sendo consequência directa do anúncio da suspensão das actividades pela fundição até Março do próximo ano, caso não se encontre uma solução para o fornecimento de energia eléctrica, após o término do contracto actual com a Eskom. Na Guiné-Bissau, os advogados da coligação eleitoral Plataforma Aliança Inclusiva - Terra Ranka afirmam que está em curso um plano para impedir a participação do seu líder, Domingos Simões Pereira, nas eleições presidenciais do próximo mês de Novembro, sendo que também denunciam alegadas irregularidades no processo eleitoral. Também esta semana, o Primeiro-Ministro guineense Braima Camará foi hospitalizado de urgência no Senegal após sentir-se mal durante a cerimónia de tomada de posse de novos membros do Conselho de Estado, na capital. Entretanto, a RFI apurou que pelo menos até esta sexta-feira, o chefe do governo guineense ainda se encontrava no Senegal, mas que estava a a recuperar e que tenciona regressar em breve à Guiné-Bissau. Noutra actualidade, aqui em França, o Presidente Emmanuel Macron recebeu esta semana no palácio do Eliseu o seu homólogo senegalês Diomaye Faye, ambos tendo manifestado a vontade de reforçar os elos entre os dois países, depois de meses de algum distanciamento, desde a chegada ao poder das novas autoridades no Senegal no ano passado. Um dos indícios mais flagrantes da nova tonalidade das relações bilaterais foi a saída no passado mês de Julho dos cerca de 300 militares franceses que ainda se encontravam no país, isto a pedido do poder do Senegal. Em Cabo Verde, a França tem estado a apoiar a ilha de São Vicente a se reerguer após a destruição causada pela tempestade Erin. Um navio da Marinha Francesa, com técnicos, mecânicos e engenheiros, chegou esta semana à ilha cabo-verdiana para apoiar a resposta às necessidades após a tempestade que provocou nove mortos e dois desaparecidos naquela ilha. Relativamente desta vez à actualidade de São Tomé e Príncipe, o antigo primeiro-ministro, Patrice Trovoada, manifestou a intenção de ocupar o seu lugar de deputado da Assembleia Nacional. Expedientes já foram feitos para que a sua reintegração seja efectivada. Em Angola, a equipa da casa tornou-se campeã africana de basquetebol após a sua vitória, na final, no domingo, face ao Mali por 70-43. O Presidente angolano, João Lourenço, saudou na segunda-feira a vitória da selecção angolana pela conquista deste que é o seu 12.º título de campeã africana da modalidade.

Debate 93
Julgamento Divino e Salvação, com Pr Raphael de Almeida, Pr Eliseu Fernandes e Pr Renato Vargens

Debate 93

Play Episode Listen Later Aug 8, 2025


Neste Debate 93 você vai ter uma aula incrível sobre o julgamento divino e a certeza da salvação. Não perde!!

Debate 93
24/07/2025: Salvação, com Pr Eliseu Fernandes, Pr Renato Vargens, Pr Raphael de Almeida e Pra Glorinha Cruz

Debate 93

Play Episode Listen Later Aug 8, 2025


Neste Debate 93 você vai aprender muito sobre salvação! Não deixe de ouvir e aprender!

Igreja Presbiteriana das Águas
A graça que preserva - Eliseu Maximiano

Igreja Presbiteriana das Águas

Play Episode Listen Later Jul 28, 2025 35:44


Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 27 de Julho de 2025 às 19:30h, com a pregação baseada em Judas 1: 17-25 (NVI). Título: Título: A graça que preserva (Eliseu Maximiniano)Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.

Pregador Nonato Souto
Deus abre os olhos do moço de Eliseu | Instantes Finais

Pregador Nonato Souto

Play Episode Listen Later Jul 19, 2025 35:27


Deus abre os olhos do moço de Eliseu | Instantes Finais

Debate 93
26/05/2025: Favor de Deus, com Reverendo Junio César, Pr Paulo Azevedo, Pra Carla Regina e Pr Eliseu Fernandes

Debate 93

Play Episode Listen Later Jul 16, 2025


Favor de Deus: você sabe o que é? Quer aprender? Então, clica e ouça este Debate 93!!!

Devocionais Pão Diário
Devocional Pão Diário | Dinheiro Fácil

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jun 26, 2025 2:26


Leitura Bíblica Do Dia: 2 REIS 5:20-27 Plano De Leitura Anual: JÓ 5–7; ATOS 8:1-25  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  No fim do século 18, um jovem descobriu uma misteriosa depressão numa ilha na Nova Escócia, Canadá. Desconfiado de que ali havia um tesouro escondido por piratas, quem sabe o próprio capitão Kidd, ele e alguns colegas começaram a cavar. Eles jamais encontraram qualquer tesouro, mas o rumor tomou vida própria e, nos séculos seguintes, muito tempo e recursos foram gastos em novas escavações ali. Hoje, o buraco tem mais de 30 metros de profundidade. Buscas obsessivas assim expõem o vazio que há no coração humano. Lemos, na Bíblia, a história de Geazi, que era um servo confiável do profeta Eliseu. Mas, quando o profeta recusou os luxuosos presentes de certo comandante militar que Deus havia curado da lepra, Geazi inventou uma história para apropriar-se de parte dos bens (2 REIS 5:22). Ao retornar, ele mentiu para Eliseu, que disse: "Você não percebe que eu estava presente em espírito quando Naamã desceu da carruagem para encontrar-se com você?”. No fim, Geazi conseguiu o que queria, mas perdeu o que era importante (vv.25,27). Jesus nos ensina a não perseguir os tesouros deste mundo, mas a “[ajuntar nossos] tesouros no céu…” (MATEUS 6:20). Cuidado com os atalhos para alcançar o desejo do seu coração. Seguir a Jesus é a maneira de preencher o vazio existencial com algo real.   Por:  TIM GUSTAFSON 

Debate 93
09/04/2025: Cura, com Pr Anderson Silva, Pra Glorinha Cruz, Rev Junio César e Pr Eliseu Fernandes

Debate 93

Play Episode Listen Later May 14, 2025


A cura é o tema central deste Debate 93 que toca em assuntos polêmicos, mas necessários para a igreja de hoje. Não deixe de ouvir!!!!!

Pr. Paulo Borges Jr.
A CAVERNA DE ELIAS - PAULO BORGES JR

Pr. Paulo Borges Jr.

Play Episode Listen Later May 8, 2025 56:35


Elias venceu os profetas de Baal, viu fogo descer do céu… mas logo depois, se escondeu em uma caverna. Exausto, sozinho, quebrado por dentro.Neste vídeo, vamos mergulhar na história de um dos maiores profetas da Bíblia que, mesmo experimentando o poder de Deus, enfrentou uma crise profunda.E a resposta divina não veio com mais poder, mas com paternidade.A cura de Elias aconteceu quando ele adotou Eliseu e encontrou propósito no relacionamento.Se você já sentiu que não aguenta mais… esse vídeo é pra você.Assista até o final e entenda como a sua cura pode estar em quem você decide abraçar.#Elias #EspíritoDeAdoção #BurnoutEspiritual #CavernaDeElias #Relacional #PaternidadeEspiritual

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Os pais de adolescentes já andavam alarmados com a série “Adolescência”, da Netflix. Uma violação em Loures, com as imagens partilhadas na internet pelos rapazes que cometeram o crime, trouxe para a ordem do dia o debate sobre o uso de telemóveis e sobre as redes sociais. Com eleições à porta, o governo de gestão foi fazer um comíc…, perdão, uma reunião do Conselho de Ministros ao Porto. Onde? No Mercado do Bolhão. Com banho de multidão e tudo. Enquanto a campanha eleitoral entre frutas e hortaliça já está em marcha há quem insista em falar de ética. Mas como disse em tempos uma célebre vedeta televis…, perdão, filósofa: “quem tem ética, passa fome.” Em França, Marine Le Pen foi condenada, vai ter uma pulseira nova e não poderá candidatar-se ao Eliseu. Mas não se ficou: compara-se ao dissidente russo morto Alexei Navalny. Morto por quem? Pelo amigo e financiador de Marine, Vladimir Putin. E que dizer das tarifas de Trump? As bolsas de valores já começaram a pronunciar-se. O adolescente mimado que ocupa a Casa Branca está em roda livre.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Martinho Lutero Semblano
Martinho Lutero Semblano - Do silêncio de Elias ao chamado silencioso de Eliseu

Martinho Lutero Semblano

Play Episode Listen Later Jan 23, 2025 45:34


Esboço disponível em martinholutero.org Instagram: @martinholutero

Más de uno
Hablan los afectados por la DANA: "Se ha quitado el barro y el lodo, pero no tenemos parque ni polideportivo ni colegios"

Más de uno

Play Episode Listen Later Nov 29, 2024 9:33


Cuando se cumple un mes de la DANA que asoló Valencia, en 'Más de uno' hablamos con Dumi, joven que 20 años que rescaté a una niña, y con Juan, trabajador del Ayuntamiento que pide más ayuda para el municipio.

Más de uno
La iniciativa de Eliseu para que las campanas de Paiporta vuelvan a sonar como homenaje: "Intentamos recuperar ese paisaje sonoro"

Más de uno

Play Episode Listen Later Nov 29, 2024 13:10


En 'Más de uno' hablamos con Eliseu Martínez, campanero de Valencia y vecino de Paiporta, que cuenta cómo vivió la DANA del pasado 29 de octubre y cómo hará volver a sonar las campanas del municipio para rendir homenaje a las víctimas.

Pânico
Mauricio Galante, Eliseu Caetano e Alan Ghani

Pânico

Play Episode Listen Later Nov 6, 2024 121:19


O convidado do programa Pânico dessa quarta-feira (06) é Mauricio Galante. Ex-militar da Marinha no Brasil, há pouco mais de duas décadas, Mauricio Galante decidiu mudar de vida e de país. Com apenas U$ 100 dólares no bolso ao desembarcar nos Estados Unidos, Maurício chegou a viver por meses durante o inverno em uma barraca no gramado de um aeroporto, e fez todos os tipos de trabalho para fazer sua obstinada VISÃO se tornar uma realidade. Depois de muitos desafios em solo americano e muito trabalho, Galante comprou uma escola de paraquedas. Os anos se passaram e ele comprou uma escola de golfe no Texas. Sua trajetória de superação como imigrante foi contada em um livro, lançado no Brasil e nos Estados Unidos, em 2023 – “E se meu paraquedas não abrir?”. O livro teve um grande alcance em meio à comunidade brasileira no exterior, fazendo com que, no mesmo ano do lançamento, Galante recebesse duas importantes premiações, uma em Londres (Inglaterra) e outra em New York (EUA). Sempre muito antenado com a política no Brasil e nos Estados Unidos, no início de 2024 Galante, que já havia se tornado um “cidadão americano”, decidiu entrar na política dos Estados Unidos, candidatando-se ao cargo de City Council (que equivale ao carga do vereador no Brasil) pelo partido Republicano, na cidade de Arlington (Texas), onde reside com sua esposa e os dois filhos do casal. O empresário brasileiro foi eleito e tornou-se o primeiro brasileiro a ocupar esse cargo no Texas, trabalhando arduamente para o progresso social, juntamente com demais representantes do partido Republicano americano. Como comentarista, o programa traz Eliseu Caetano. Jornalista com mais de 20 anos de experiência em televisão como repórter, âncora e correspondente internacional, com especialização em política, geopolítica e economia.