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Do Deserto à Promessa: a jornada de fé e a fidelidade de Deus (com Isaac Levi)Nesta mensagem, Isaac Levi partilha uma perspectiva bíblica e histórica a partir de Israel, mostrando que a Bíblia não é apenas um livro para ser lido, mas um “manual de instrução” para a vida — um livro que, quando abrimos, “também nos lê”, confrontando o coração e alinhando a nossa caminhada com Deus.A partir de Gênesis 12, ele apresenta Abraão como o grande ponto de viragem na história: num tempo em que o conhecimento de Deus se perdeu e o paganismo dominava, Abraão ouve a voz do Deus invisível e dá um “sim” que muda a humanidade. O chamado “sai da tua terra” não é apenas uma viagem geográfica, mas uma jornada interior: no hebraico, o chamado aponta para uma saída “por ti mesmo/para dentro de ti”, levando a uma vida de revelação e conhecimento de Deus. Abraão torna-se o “atravessador” (hebreu): alguém que atravessa territórios, crises e processos.A mensagem destaca um padrão recorrente na Escritura: entre o chamado e a promessa há um deserto. O deserto é inevitável porque é a escola de Deus, onde Ele trabalha caráter, dependência e maturidade. Nesse processo, a unção é apresentada como proteção e capacitação sobrenatural: mais importante que coroa, prestígio ou reconhecimento humano, é a unção — porque a coroa homens dão e tiram, mas a unção é Deus quem concede.Ao falar sobre Israel, Isaac mostra como a mentalidade precisa ser transformada: é mais fácil tirar Israel do Egito do que tirar o Egito de dentro de Israel. Há diferença entre mentalidade de escravo (autossuficiência, mérito, confiança no visível) e mentalidade de liberto (dependência de Deus, confiança no que vem do alto). A terra da promessa exige fé, porque não funciona como o Egito (controle, “segurança”, rios constantes), mas como Canaã (dependência do Senhor e fidelidade ao pacto).Em seguida, ele aponta Israel como um sinal da fidelidade de Deus às Suas promessas, trazendo textos como Deuteronômio 30 e exemplos históricos da preservação e restauração do povo judeu, incluindo o retorno moderno a Israel e acontecimentos marcantes ligados à história e às profecias — reforçando que Deus zela pela Sua Palavra mesmo quando o mundo não entende.Na reta final, a mensagem traz consolo para quem espera: há coisas que Deus está a fazer além do que os nossos olhos veem. Usando exemplos bíblicos (Moisés, Eliseu e o seu servo, Daniel) e uma reflexão poderosa sobre a Páscoa (o tempo entre a notícia da cruz e a realidade da ressurreição), ele afirma: enquanto alguns ainda lamentam, a vitória já foi decretada. Às vezes, o milagre já aconteceu no decreto eterno de Deus — e nós estamos apenas no intervalo até a notícia chegar.Mensagem central:A jornada de fé tem desertos, mas Deus é fiel. O processo é escola, a unção capacita, a promessa permanece — e o Senhor continua a cumprir a Sua Palavra, mesmo quando ainda não vemos.
O Presidente de Cabo Verde, José Maria Neves, está em França e após um encontro com o Presidente Emmanuel Macron disse estar "optimista e confiante" em relação ao futuro já que vê a mobilização de forças positivas para criar um Mundo melhor, numa altura marcada pela instabilidade internacional. Quanto à situação na Guiné-Bissau, o Presidente cabo-verdiano defende a sua actuação afirmando que o seu país tem trabalhado José Maria Neves, Presidente de Cabo Verde, está a cumprir uma visita de Estado a França, passando por Paris, Lyon e Marselha. O Presidente tem passado tempo com a diáspora cabo-verdiana, mas também com altas figuras do Estado na capital francesa, incluindo um almoço de trabalho com o Presidente Emmanuel Macron na sexta-feira. Após este encontro no Palácio do Eliseu, em entrevista à RFI, o chefe de Estado cabo-verdiano disse estar optimista quanto ao multilateralismo. RFI: Sai de Paris mais confiante no futuro da humanidade, tendo em conta a actual situação ao nível internacional? José Maria Neves: É preciso ser optimista e confiante. Há muitas forças contrárias e uma ruptura na ordem internacional, mas há muitas forças também que estão quotidianamente a trabalhar para que haja um mundo com regras. Para que o multilateralismo funcione, que a Carta das Nações Unidas seja respeitada e que o direito internacional também seja considerado em tudo o que nós fazemos no plano internacional. Estou optimista no sentido de que é possível mobilizar essas forças positivas para que tenhamos no futuro uma humanidade melhor. Nada se herda. Tudo é conquistado com trabalho árduo de todos os dias. E é esse trabalho que tem de se fazer. E saio de Paris muito mais optimista. No seu encontro com Emmanuel Macron foi exactamente sobre isso que falaram? Sobre essa construção de pontes num mundo muito dividido. Uma parte importante da nossa conversa foi sobre como trabalhar para termos o mundo onde o diálogo, a cooperação, a paz se imponham, onde haja parcerias solidárias para o desenvolvimento, onde o multilateralismo passe a ser o Valor que oriente o trabalho dos governos e dos diferentes Estados. Há uma vontade nesse sentido. Aliás, a intervenção do presidente Macron em Davos e a intervenção do primeiro ministro do Canadá mostram muito isto. A necessidade das pequenas e das médias potências, dos outros Estados trabalharem em comum para uma ordem internacional que beneficie a todos, para um mundo onde haja respeito pelas regras e onde haja mais humanidade. Esteve na UNESCO com o projecto que para Cabo Verde é muito importante a questão do Campo de Concentração do Tarrafal. Mas também temos de lembrar que a UNESCO é uma das organizações internacionais que faz um trabalho muito importante no âmbito da educação e da cultura, que foi abalada por este novo mandato de Donald Trump e que viu novamente retirado os Estados Unidos. Como é que foi essa troca com o novo director da UNESCO? Cabo Verde tem sempre em conta a sua história, a sua memória, o seu património natural e cultural. E o que nós podemos valorizar a memória e a história de todos os países. O trabalho conjunto que nós estamos a fazer com a UNESCO, enquanto patrono para a preservação do património natural e cultural da África, é precisamente no sentido de preservarmos toda a riqueza natural e cultural do continente africano e a partir desse cuidado construir uma África mais sustentável, com mais progresso e mais bem-estar para todos os africanos, independentemente das limitações e dos problemas existentes. A maioria dos membros da UNESCO tem neste momento a disponibilidade de trabalhar para preservar a UNESCO e permitir que ela cumpra a sua missão. E teremos o Tarrafal elevado a património da Humanidade até ao fim da década? Sim, temos um grande entusiasmo relativamente a este projecto. Na verdade, o campo de concentração do Tarrafal não é só de Cabo Verde, é também de Portugal e das outras ex-colónias. Já é um património da Humanidade que deve ser agora reconhecido pela UNESCO. E também os escritos de Amílcar Cabral que estão em curso no quadro de toda essa dinâmica, para conhecermos a nossa história e preservarmos a memória da luta de libertação. E da história política contemporânea de Cabo Verde. Já esteve aqui com os jovens da diáspora, estará com a comunidade nas várias cidades que vai visitar. Esteve também nos Estados Unidos, imagino também com a comunidade dos Estados Unidos. Esta questão dos vistos e esta questão da forma como os Estados Unidos estão a tratar Cabo Verde está a preocupar os cabo verdianos em Cabo Verde, mas tambem os cabo verdianos fora de Cabo Verde? Sim, muito. Cabo Verde é um Estado transnacional. Nós somos desterritorializados. Os cabo-verdianos estão em todo o Mundo. Há mais cabo verdianos fora do que dentro. Portanto, nós, tudo o que tem a ver com restrições à mobilidade, tudo o que tem a ver com a discriminação de imigrantes afecta enormemente Cabo Verde. Então temos é de trabalhar para defender os interesses dos cabo-verdianos. De um lado, ouvir os cabo-verdianos, ouvir os desafios ou ver os problemas, ter uma mensagem pedagógica e, do outro lado, também dialogar com as autoridades e procurar defender os interesses dos cabo-verdianos. Nós não queremos uma imigração ilegal, uma imigração clandestina. Nós queremos que a imigração se faça com base em regras de forma regulada. Que os cabo-verdianos que quiserem sair saiam, mas de forma legal. E nós temos que cooperar nesse sentido e defender os interesses dos cabo-verdianos. É nessa linha que nós estamos a trabalhar com preocupação em relação às medidas mais restritivas. Mas vamos falando com a diáspora, vamos falando com as autoridades dos países de acolhimento, mesmo lá onde haja medidas mais restritivas. Mostrar-lhes que Cabo Verde tem tido uma diáspora desde há muitos séculos e que tem contribuído grandemente para o crescimento dos países de acolhimento. É um povo pacífico, trabalhador e que respeita as regras dos países de acolhimento. E é nessa linha que vamos continuar a trabalhar. E o tom como se fala atualmente das comunidades lusófonas em Portugal preocupa-o? Estamos a falar já da segunda volta das eleições presidenciais, que acontece já para a semana. Esta eleição está a preocupá-lo? Não, não necessariamente. Acho que os portugueses farão a sua escolha no dia 8 de Fevereiro e, qualquer que ela seja, a escolha deve ser respeitada. E nós iremos é continuar a trabalhar, como já disse, para defender os interesses dos cabo-verdianos. Mas em Portugal, a nossa diáspora globalmente é bem integrada e espero continuar a contar com toda a disponibilidade das autoridades portuguesas e da sociedade portuguesa no sentido de maior integração da diáspora cabo-verdiana. Quando falamos de instabilidade não podemos deixar de falar da África e da instabilidade dentro dos países lusófonos, nomeadamente na Guiné-Bissau. Esteve para integrar uma missão da CEDEAO. A Guiné-Bissau preferiu não fazê-lo exactamente pela proximidade com a Guiné-Bissau. Arrepende-se ter feito isso ou acha que naquela altura era o que era necessário fazer para o problema da Guiné-Bissau se resolver o mais rápido possível? Nessas questões temos que ser muito pragmáticos e realistas e ver qual é a melhor maneira de ajudar. E achei que a melhor maneira de ajudar era trabalhar mais nos bastidores e de forma mais discreta. E é o que temos feito. Temos tido contactos, temos participado nas acções da CEDEAO, temos falado com os chefes de Estado, temos falado com as duas partes na Guiné-Bissau e temos ajudado muito dentro das nossas possibilidades. Temos aconselhado, temos sugerido, isso é o mais importante. Aqui é preciso muita paciência. Os fenómenos não são fáceis, são complexos, os contextos são muito difíceis, mas, gradualmente, as peças do puzzle estão a ser colocadas no sentido da realização do roteiro que foi fixado em Abuja, na última cimeira dos Chefes de Estado e Governo da CEDEAO. E, portanto, os presos políticos já foram libertos, já há um passo em relação a Domingos Simões Pereira, que passou a estar em prisão domiciliária. Mas já é um passo positivo. E vamos ver se o governo inclusivo será formado e depois, gradualmente, ir tomando outras medidas no sentido da concretização dos objectivos da CEDEAO. E do meu ponto de vista, é isto que é o mais importante. Se considerarmos toda a história da Guiné-Bissau, dos golpes, dos conflitos, dos problemas anteriores, percebemos que a complexidade da situação exige um trabalho diplomático muito inteligente e muito sereno para podermos atingir os resultados esperados. A ideia é então de realizar eleições em dezembro, mas antes disso, pensa que seria importante um esclarecimento cabal do que se passou no dia 26 de novembro de 2025, em Bissau? O importante neste momento é considerar a realidade existente. Houve o golpe, independentemente da sua natureza. Os resultados eleitorais não foram divulgados e houve prisões e já há a instalação de um regime militar. Agora temos de trabalhar no sentido da criação de um governo inclusivo com o envolvimento de todas as sensibilidades políticas e sociais na linha das decisões da CEDEAO e depois criar as condições para a realização de eleições livres, justas e transparentes. Tendo em conta toda a história da Guiné-Bissau, não podemos estar permanentemente em busca de uma reconciliação com o passado, mas temos de estar preocupados na realização de uma reconciliação no presente, para que o futuro seja um futuro de maior estabilidade e de maior tranquilidade e que permita a restauração do Estado e permita também a realização dos objectivos preconizados. Quando faz estas viagens, a ideia é a escuta. Ouvir cabo-verdianos na diáspora, quais são as principais queixas? O que é que acha que ainda poderia ser feito e que não foi? Por tudo o que eu já ouvi, se eu fosse um membro da diáspora, o que eu diria é que precisamos efectivamente resolver o problema dos transportes marítimos e aéreos inter-ilhas. Resolver o problema da mobilidade e da inserção de todas as ilhas na dinâmica nacional de desenvolvimento. Prioridade das prioridades. E teremos de mobilizar as tecnologias informacionais para conseguir, de forma muito mais rápida, resolver um conjunto de pequenas questões que são obstáculos ao investimento. São obstáculos à resolução imediata de um conjunto de pequenos problemas no relacionamento entre o cidadão ou entre uma empresa ou entre a sociedade civil e a administração. Eu acho que nós, nos 50 anos da nossa independência, Cabo Verde cresceu, deu um salto enorme. Agora, 50 anos depois, temos de sofisticar-nos um pouco, melhorar a qualidade da prestação dos serviços e sermos muito mais eficientes, muito mais eficazes nos resultados e para podermos andar mais depressa. As eleições presidenciais estão marcadas para Novembro. Senhor Presidente é recandidato a Presidente de Cabo Verde? Bom, ainda vamos ter às legislativas em Maio. É preciso aguardar a evolução das coisas. Espero que as legislativas corram bem e só depois das legislativas, da posse do novo Governo, é que irei decidir sobre esta matéria.
Neste programa damos destaque à libertação do líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, na Guiné-Bissau, às inundações que continuam a afectar Moçambique, à visita do Presidente da República de Cabo Verde a Paris e a novos dados sobre o sector do turismo em Angola. Na Guiné-Bissau, a semana ficou marcada pela saída do líder do PAIGC da Segunda Esquadra de Bissau, onde esteve detido durante mais de 60 dias. Domingos Simões Pereira foi conduzido da Segunda Esquadra de Bissau para a sua residência, vigiada por militares e polícias, pelo ministro da Defesa do Senegal, general Birame Diop, que se encontra no país desde quinta-feira. Contactado pela RFI, o advogado Vailton Pereira Barreto, membro da equipa de defesa do líder do PAIGC, confirmou que Domingos Simões Pereira “já está em casa com a família”. Nas imagens divulgadas nas redes sociais, o líder do PAIGC, que esteve detido por mais de 60 dias por militares e sem culpa formada, surge sorridente, visivelmente magro e com barba branca. Fernando Dias da Costa e Geraldo Martins, que estavam na embaixada da Nigéria como exilados desde o dia do golpe de Estado, voltaram sem restrições para as suas residências em Bissau. Em Moçambique, o país continua a ser afetado por inundações históricas, que provocaram danos graves nas redes elétrica e de comunicações, bem como nas principais vias rodoviárias. As autoridades estimam que serão necessários cerca de 650 milhões de dólares para a reconstrução. Na província de Gaza, no sul do país, a mais atingida, vários viajantes permanecem bloqueados devido à subida do nível das águas e tentam fugir por meios improvisados. As explicações com Adélia Teixeira. Ainda no país, foram retomadas oficialmente esta semana as atividades do megaprojeto de exploração de gás liderado pela TotalEnergies, em Cabo Delgado, no norte do país. O projeto estava suspenso há cerca de cinco anos, invocando “motivos de força maior”, devido aos sucessivos ataques terroristas na região. A reportagem é de Orfeu Lisboa. Em Cabo Verde, o Presidente da República encontra-se em Paris desde quarta-feira para uma série de encontros com a diáspora, num contexto internacional marcado por restrições à mobilidade e fenómenos de discriminação contra imigrantes. A visita inclui também contactos de alto nível com a UNESCO. José Maria Neves almoçou ainda no Palácio do Eliseu com o Presidente francês, Emmanuel Macron. Em Angola, o ministro do Turismo, Márcio de Jesus Lopes Daniel, revelou que, em 2025, foram criados 10,6 novos empregos por cada mil turistas que entraram no país. Segundo o governante, o ano marcou uma viragem histórica no setor, com o registo de 223 mil chegadas internacionais, superando os 217 mil turistas contabilizados em 2019.
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 25 de Janeiro de 2026 às 19:30h, com a pregação em Mateus 6.19-24. Título: Começando a investir (Eliseu Maximiano). Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.
Confira no Morning Show desta quarta-feira (21): No discurso proferido nesta quarta-feira (21) no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Venezuela fará “mais dinheiro nos próximos seis meses do que nos últimos anos”, em referência às perspectivas econômicas do país sul-americano em meio a recentes mudanças políticas e intervenções que envolvem o controle do setor petrolífero e maior participação de empresas estrangeiras no setor. No mesmo discurso, Trump voltou a defender a anexação da Groenlândia e afirmou que apenas os EUA têm capacidade de garantir a segurança do território. Em tom duro, Trump disse respeitar a população da Groenlândia e a Dinamarca, mas classificou o país europeu como “ingrato” e afirmou que a Europa “não está indo na direção correta”. Ele relembrou a presença militar americana na região durante a Segunda Guerra Mundial e descartou críticas de que sua proposta representaria uma ameaça à Otan, argumentando que a anexação fortaleceria a segurança da aliança militar. O presidente da França, Emmanuel Macron, solicitou nesta quarta-feira (21) a realização de um exercício militar da Otan na Groenlândia. Segundo comunicado oficial do Palácio do Eliseu, a França está pronta para contribuir com a operação. O pedido ocorre em meio ao aumento das tensões geopolíticas no Ártico, após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendendo a anexação da Groenlândia. As crescentes tensões entre Estados Unidos e Europa levantam dúvidas sobre o futuro da Otan e a estabilidade da aliança militar. Divergências políticas, disputas estratégicas e declarações polêmicas do presidente Donald Trump têm elevado as tensões entre EUA e Europa. Para analisar esse cenário e os possíveis desdobramentos geopolíticos, o Morning Show entrevista Marcus Vinicius de Freitas, professor de Relações Internacionais. O cenário geopolítico internacional ganhou novos contornos de tensão após Donald Trump manifestar o desejo de anexar a Groenlândia aos Estados Unidos e ameaçar impor tarifas a países que se oponham à medida. Em meio a esse embate, a Copa do Mundo de 2026, que será sediada por Estados Unidos, México e Canadá, entrou no centro do debate político. Em países como a Alemanha, já surgem discussões sobre um possível boicote ao torneio, embora o governo alemão afirme que não interfere em decisões esportivas. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
A tentação é o tema tratado neste Debate 93, que também vai falar sobre provação. Você não pode perder essa verdadeira aula!
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 11 de Janeiro de 2026 às 10h, com a pregação em Efésios 1.1-14 (NVI). Título: O documentário da Graça de Deus (Eliseu Maximiano).Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.
Eliseu pediu a porção dobrada da unção que estava sobre Elias, mas para que isso acontecesse, Eliseu precisou tomar certos posicionamentos desde o dia em que foi chamado para o ministério. Tudo aquilo que queremos em dobro, vai exigir o dobro de nós também! Ouça nesta mensagem como receber uma porção dobrada para o ano de 2026! @embaixadasavoy
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em II reis, capítulo 13, versículos 13 ao 20, nos traz uma reflexão sobre a vida do rei Jeoás, e a importância da fé e da ação decisiva.Há momentos na vida em que a nossa força acaba, o ânimo some, e a frase que brota da alma é: “Por mim eu parava agora.” Parece que tudo pede pausa, desistência, rendição. E é justamente nesse ponto que o texto de 2 Reis 13:14–20 conversa com a nossa realidade.Eliseu estava doente, à beira da morte. Humanamente, ele estava no limite. Mas é justamente nessa hora que o rei Joás o procura, desesperado por uma direção. E mesmo debilitado, Eliseu não se entrega à paralisia. Ele não diz: “Por mim, eu parava agora.”Pelo contrário: ele abre uma janela de esperança, dá instruções, profetiza vitória, e ensina um princípio poderoso:1. A exaustão humana não cancela o propósito divino.Eliseu já tinha servido por décadas. Podia dizer: “Chega.”Mas ele entende algo: o propósito não termina quando a força do homem acaba, mas quando Deus diz que terminou.Quantas vezes nós pensamos:“Se dependesse só de mim, eu parava.”“Eu não tenho mais energia para continuar.”“Parece que já dei tudo.”Mas a voz de Deus diz: Ainda não acabou.Há um último ato, uma última flecha, um último impacto que você ainda precisa causar.2. Deus usa pessoas cansadas para gerar futuro.Eliseu, fraco, ordenou ao rei: “Atire a flecha!”E aquela flecha representava futuro, vitória, promessa que vai além da sua condição atual.Mesmo cansado, Eliseu ainda tinha algo para liberar.Mesmo cansado, você ainda carrega algo que Deus quer usar.Às vezes, achamos que o cansaço nos inutiliza. Mas, para Deus, cansaço não é impedimento — é palco para depender dEle.3. O perigo de parar antes da hora.Joás até começou animado. Pegou o arco, lançou uma flecha… mas quando Eliseu mandou ferir o chão, ele parou cedo demais.Ele bateu apenas três vezes.Ele interrompeu o propósito por causa da falta de intensidade.E Eliseu declarou: “Você só vencerá três vezes…”Porque quem para cedo demais limita o que Deus quer fazer.Quantas vezes nós fazemos o mesmo?Começamos… mas cansamos.Iniciamos… mas perdemos o ritmo.Temos promessas… mas deixamos a persistência cair.E o Espírito Santo sussurra: “Não pare cedo demais. Não pare agora.”4. Mesmo no seu limite, Deus ainda te conduz.A grande verdade é que Eliseu morreu no verso 20.O corpo parou… mas o legado não.A palavra dele continuou ecoando.E até depois da sua morte, um morto tocou em seus ossos e reviveu.Isso nos lembra:Quando você pensa que acabou, Deus ainda não terminou.Se hoje você está dizendo: “Por mim eu parava agora…”Deus está respondendo: “Eu sei que dói, eu sei que pesa… mas ainda existe uma flecha para atirar, ainda existe chão para ferir, ainda existe propósito para cumprir.”Você não vai continuar pela sua força — vai continuar porque Deus não finalizou a obra.E quando Ele está no comando, até o pouco que resta se transforma em tudo que é necessário.Continue.Mais uma flecha.Mais um passo.Mais um ato de fé.A vitória já foi liberada — só não pare antes da hora.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em II Reis, capítulo 4, versículos 8 ao 16, nos traz uma reflexão sobre a mulher sunamita e as suas atitudes diante das dificuldades.Há momentos na vida em que simplesmente percebemos: “Eu preciso recomeçar.”Não porque tudo deu errado, mas porque algo dentro de nós está pedindo um novo ciclo, uma nova estação, uma nova oportunidade.A história da mulher sunamita é um retrato perfeito disso.1. Ela era uma mulher estabelecida, mas incompleta.A sunamita não era uma mulher qualquer:– Tinha recursos,– Tinha casa estruturada,– Era generosa,– Era reconhecida como “mulher importante”.Mesmo assim… havia um vazio silencioso.Ela mesma disse: “Eu habito no meio do meu povo.”Ou seja, exteriormente estava tudo bem, mas internamente havia algo não resolvido — um sonho enterrado, uma área em que ela não ousava mais esperar.Quantas vezes também vivemos assim?Com estrutura, com fé, com rotina… mas carregando um “quarto trancado” dentro da alma.Às vezes o recomeço começa quando reconhecemos que algo precisa nascer de novo.2. O recomeço começa quando abrimos espaço para Deus entrar,A sunamita constrói um quarto para Eliseu.Um espaço no alto, separado, preparado.Esse ato simboliza: “Eu abro espaço para o mover de Deus na minha vida.”Recomeçar exige isso:– Ajustar prioridades,– Criar um espaço espiritual,– Permitir que Deus fale,– Voltar a ter sensibilidade ao Espírito.Antes do recomeço, vem o preparo.Talvez Deus esteja dizendo hoje: “Me dá um espaço para agir.”3. Recomeçar também mexe em áreas que deixamos morrer.Quando Eliseu pergunta o que ela deseja, ela diz que não precisa de nada.Mas Deus sabia o que o coração dela não queria mais tocar: o sonho de ser mãe.Ela tinha enterrado o desejo,ela tinha aceitado a esterilidade,ela tinha parado de esperar.E é justamente ali que Deus decide recomeçar.Talvez exista algo em você que morreu:– um projeto,– a esperança,– a alegria,– a fé,– a visão do futuro.Mas o Senhor está dizendo: “No próximo ano, nesse mesmo tempo, um recomeço estará em teus braços.” (2 Reis 4:16)O recomeço de Deus não vem para remendar; Ele vem para renascer.4. O recomeço de Deus sempre excede aquilo que achávamos possívelA sunamita não pediu nada.Ela nem acreditava mais.Mas Deus foi além da sua expectativa.Quando Deus decide fazer você recomeçar, Ele faz:– No tempo certo,– Do jeito certo,– Tocando a área que você achava impossível,– E produzindo vida onde só havia frustração.Conclusão: Recomeçar não é um ato de força humana, mas de rendição.A história da sunamita nos lembra que:Deus recomeça histórias onde o coração já não acredita mais.Ele revive sonhos enterrados, renova forças, restaura a esperança e declara:“Eu ainda não terminei contigo. Prepare-se para recomeçar.”Hoje, deixe este texto ecoar dentro de você: “Eu preciso recomeçar.”E permita que Deus prepare o milagre que virá no tempo determinado.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
✨ Para quem você tem exposto suas dores? ✨“Corra ao seu encontro e pergunte: ‘Está tudo bem com a senhora, com seu marido e com seu filho?'”.A mulher respondeu: “Sim, está tudo bem”.2 Reis 4:26 (NVT)A mulher sunamita tinha acabado de enfrentar a dor mais devastadora: perder seu filho. Mesmo assim, ao ser questionada por Geazi, ela respondeu: “Está tudo bem”.Não porque estava negando seu sofrimento, mas porque sabia quem era a pessoa certa para ouvir sua dor.Assim como ela buscou Eliseu — o homem de Deus que poderia fazer algo pela sua situação — nós precisamos aprender a direcionar nossas dores a quem realmente pode curá-las.Até Jesus, no Getsêmani, escolheu apenas três discípulos para testemunhar Seu momento mais difícil. Ele não expôs seu coração a todos, mas àqueles que Ele amava e confiava.✨ Desabafar é importante.Mas desabafar com a pessoa certa é libertador.Compartilhar sentimentos com quem não tem estrutura, maturidade ou amor para carregar o que você vive, só prolonga sua dor.Mas entregar suas angústias a Deus — e buscar pessoas preparadas e guiadas por Ele — abre caminho para cura, sabedoria e restauração.“Entreguem todas as suas preocupações a Deus, pois ele cuida de vocês.”1 Pedro 5:7 (NTLH)
Como acontece desde 2018, o governo da França organizou esta semana uma reunião com investidores. Ao todo, cerca de 200 empresas participaram, nesta segunda-feira (17), da cúpula Choose France (Escolha a França, em tradução livre), que nesta edição reuniu apenas grupos franceses. O evento acontece em um momento em que a indústria nacional atravessa um período difícil. É uma oportunidade para anunciar projetos e novos investimentos na tentativa de relançar a indústria tricolor, quando o país enfrenta instabilidade política e concorrência internacional. De acordo com o Palácio do Eliseu, sede da Presidência, o objetivo é "celebrar a França que dá certo" e mostrar "que, para além dos debates políticos e midiáticos, existem empresas que continuam a investir". Esta cúpula dá continuidade a uma política mais ampla de relançar os produtos fabricados em território francês. Ela aconteceu dez dias depois da feira Made in France, ocorrida de 6 a 9 de novembro, com a presença do presidente Emmanuel Macron. "Eu acredito que o que fizemos em oito anos funciona: aumentamos a atratividade, diminuímos o desemprego, temos uma das taxas de crescimento mais fortes da Europa e os resultados estão lá. Nós encerramos um período de 12 anos de desindustrialização", declarou o presidente. O conselheiro econômico da Presidência da República, Matthieu Landon, explica o contexto em que acontecem as negociações para relançar a indústria francesa. “Estamos em uma situação econômica difícil mundialmente, com grandes tensões comerciais como vimos recentemente, especialmente entre os Estados Unidos e a China. E o risco é que a Europa fique isolada entre essas duas grandes potências", diz. Ele acrescenta que a situação também é difícil no contexto europeu. "No último ano, no entanto, tivemos boas iniciativas para melhorar a competitividade europeia, unificar o mercado e proteger a Europa no contexto de guerra comercial. Mas é um contexto que continua difícil e que exige esforços para melhorar a competitividade europeia", completa. Ele destaca quais setores continuam competitivos e quais sofrem mais com a atual conjuntura internacional. "Nesse contexto, a economia francesa segue resiliente, o crescimento gira em torno de 1% e não vem essencialmente do consumo, mas é puxado pelo comércio exterior, pela indústria aeronáutica, de transporte e energia. Portanto, há setores que resistem a essa conjuntura difícil", destaca. Mas o próprio governo admite uma desaceleração da retomada industrial, projeto reforçado após a epidemia de Covid-19, quando a França percebeu sua dependência de insumos externos, especialmente chineses. "A França continua a gerar empregos, mas sabemos, porém, que a dinâmica de reindustrialização desacelera. Porém, temos um saldo ligeiramente positivo, com novos investimentos na descarbonização, de onde vêm boas notícias, enquanto os setores que enfrentam maior dificuldade são o ramo da química, dos automóveis e a indústria agroalimentar. Nesse contexto, a França se distingue positivamente em relação a seus vizinhos, somente a Espanha tem feito melhor entre os europeus. A França também conseguiu vencer a luta contra a inflação, que reflete no poder aquisitivo da população", conclui. Uma "nova fase de desindustrialização" Segundo o Ministério da Economia e Finanças da França, a ideia é "mostrar que existe uma realidade que vai além do contexto orçamentário difícil no país e da instabilidade internacional". Porém, apesar dos esforços governamentais para a reindustrialização, a realidade é sombria para muitas empresas francesas, com mais fechamentos do que aberturas de fábricas. No primeiro semestre de 2025, foram inauguradas 44 novas unidades industriais, em comparação com 82 fechamentos. Para Anaïs Voy-Gillis, pesquisadora associada da Universidade de Poitiers, o país enfrenta “uma nova fase de desindustrialização". “Nós tínhamos conseguido estabilizar a desindustrialização, mas estamos agora em uma nova fase de ruptura industrial. Mais fábricas fecham do que abrem, estamos em uma fase de desindustrialização”, diz. De acordo com a especialista, a instabilidade política na França "atrasa os investimentos empresariais". Entre os setores em crise está a indústria automotiva. A fornecedora alemã de autopeças Mahle, por exemplo, anunciou há alguns dias o fechamento de sua fábrica em Moselle, no leste do país. O setor agroalimentar também sofre. Outro exemplo é o fechamento, previsto para 2027, da histórica fábrica da Danone em Villefranche-sur-Saône, fundada em 1881, no sudeste do país. A forte concorrência internacional explica, em parte, essa desaceleração, principalmente por parte da China, que tem inundado o mercado europeu com seus excedentes de produção. Diante da forte concorrência, o governo francês assume uma política de proteção da indústria nacional. O Ministério da Economia anunciou investimentos de € 30,4 bilhões em 151 projetos espalhados por toda a França (€ 9,2 bilhões em novos projetos e € 21,2 bilhões em investimentos já anunciados por diversas empresas nos últimos 12 meses). Uma tentativa de mitigar as dificuldades enfrentadas pela indústria francesa. Na semana passada, um grupo de líderes empresariais publicou um artigo de opinião no Journal du Dimanche denunciando a tributação excessiva e a proliferação de regulamentações. O encontro com o chefe de Estado foi uma oportunidade para discutir todas essas dificuldades.
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 16 de Novembro de 2025 às 10h, com a pregação em Hebreus 13.1(NVI). Título: O amor fraternal à luz da supremacia de Cristo (Eliseu) Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.
Mensagem gravada em 19/10/2025Profeta Dario Hernandez 2 Reis 4:1-7 NVI[1] Certo dia, a mulher de um dos discípulos dos profetas foi falar a Eliseu: “Teu servo, meu marido, morreu, e tu sabes que ele temia o Senhor. Mas agora veio um credor que está querendo levar meus dois filhos como escravos”. [2] Eliseu perguntou-lhe: “Como posso ajudá-la? Diga-me, o que você tem em casa?” E ela respondeu: “Tua serva não tem nada além de uma vasilha de azeite”. [3] Então disse Eliseu: “Vá pedir emprestadas vasilhas a todos os vizinhos. Mas peça muitas. [4] Depois entre em casa com seus filhos e feche a porta. Derrame daquele azeite em cada vasilha e vá separando as que você for enchendo”. [5] Depois disso ela foi embora, fechou-se em casa com seus filhos e começou a encher as vasilhas que eles lhe traziam. [6] Quando todas as vasilhas estavam cheias, ela disse a um dos filhos: “Traga-me mais uma”. Mas ele respondeu: “Já acabaram”. Então o azeite parou de correr. [7] Ela foi e contou tudo ao homem de Deus, que lhe disse: “Vá, venda o azeite e pague suas dívidas. E você e seus filhos ainda poderão viver do que sobrar”.https://bible.com/bible/129/2ki.4.1-7.NVI#PalavraDeDeus #Jesus #Mensagem #missão #missionário #sobrenatural #igreja #transformação #ressurreição #DeusPai #EspiritoSanto #PAI #emoção #sentimentos #Pregação #Sermão #p4 #p4church #onLine--Curta, compartilhe e inscreva-se para ficar atualizado com os nossos conteúdos!Para saber mais sobre nossa igreja:Site: https://igrejaprojeto4.com.br/Faça seu pedido de Oração: https://igrejaprojeto4.com.br/pedidosFacebook: https://www.facebook.com/p4church/Instagram: https://www.instagram.com/igrejaprojeto4/Podcast: https://igrejaprojeto4.com.br/p4cast/Youtube: https://www.youtube.com/@IgrejaProjeto4--Culto online todos os domingos no YouTube!
Como saber se o sonho é uma revelação? Não deixe de ouvir este Debate 93!!!
Hoje a Palavra de Deus oferece-nos um fio comum: a cura que Deus realiza para nos devolver a vida inteira. Na primeira leitura, do Segundo Livro dos Reis, vemos o general sírio Naamã, leproso e desesperado, que procura o profeta Eliseu. O homem de Deus não lhe pede façanhas extraordinárias; manda-o apenas mergulhar sete vezes no Jordão. Naamã resiste: “Só isto? E logo nesse rio, tão modesto?” Mas cede ao bom conselho, confia, cumpre a palavra recebida e fica curado: a sua carne torna-se como a de uma criança. Não ganhou apenas pele nova; recebeu um coração novo. O pagão orgulhoso regressa agradecido e crente no Deus verdadeiro. Por isso pede um pouco de terra de Israel: quer, na sua terra, adorar somente o Senhor. É a lógica da graça: não se compra nem se paga; acolhe-se com gratidão e transforma a vida.No Evangelho (Lc 17), Jesus caminha “entre a Samaria e a Galileia”, fronteira simbólica entre quem se julga dentro e quem é tido por fora. Dez leprosos, à distância, gritam: “Jesus, Mestre, tem compaixão de nós!”. Ele responde com uma palavra que põe em marcha: “Ide mostrar-vos aos sacerdotes”. A cura acontece a caminho. E um — precisamente um samaritano, o excluído — volta para agradecer e dar glória a Deus. A salvação de Deus destina-se a todos e, tantas vezes, é acolhida primeiro por quem menos esperaríamos.Aqui está a pedagogia da salvação em três verbos: pedir, caminhar e agradecer. Primeiro, pedir: reconhecer a nossa pobreza e suplicar a misericórdia. Depois, caminhar: obedecer à Palavra, pôr os pés na estrada, colaborar com a graça com a nossa decisão, esforço e perseverança. Finalmente, agradecer: não apenas um “obrigado” de cortesia, mas um estilo de vida que dá glória a Deus amando os seus preferidos — todos, e de modo especial os pobres e excluídos.Quando isto acontece, não se cura apenas uma ferida ou um sintoma; cura-se a biografia inteira. O essencial não é só a saúde do corpo: é o sentido renovado da vida. Por isso, amar a Deus e ao próximo não são apêndices devotos; são a forma concreta de acolher a salvação. Uma autêntica vida cristã não se reduz a ritos ou palavras; prolonga o gesto de Jesus: aproximar, perdoar, curar, reintegrar.A segunda leitura recorda: “Se formos infiéis, Ele permanece fiel, porque não pode negar-Se a Si mesmo” (2 Tim 2,13). É esta fidelidade que quebra o círculo do mal e inaugura o círculo do bem: quanto mais acolhemos o seu amor, mais nos deixamos curar por dentro; quanto mais nos sabemos amados, mais nos damos aos irmãos; e quanto mais nos oferecemos, mais experimentamos a alegria de sermos amados e humanizados por Deus.Peçamos, então, a graça de viver estes três passos todos os dias. Pedir com humildade, caminhar com confiança na Palavra, agradecer com a vida inteira. Assim, como Naamã, receberemos um coração novo; e, como o samaritano, voltaremos para dar glória a Deus — não só com os lábios, mas com gestos que levam cura e reconciliação a quem encontramos no caminho.
Paulo Sande diz que Sébastien Lecornu "atirou as culpas para a incapacidade dos partidos de se entenderem". O especialista em assuntos europeus aponta que o problema maior está no Palácio do Eliseu.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 28 de Setembro de 2025 às 19h30, com a pregação em Tiago 5.1-8 (NVI). Título: Esperança em meios às injustiças (Eliseu Maximiano)Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.
Você já notou como, no momento em que decide crescer, surgem vozes internas tentando te convencer de que não vale a pena? Essas vozes ridicularizam seus sonhos, questionam sua capacidade e parecem querer te puxar de volta ao velho.Neste episódio, Fernando revela o verdadeiro papel desses pensamentos imaturos e mostra por que, paradoxalmente, eles são sinal de que você está no caminho certo. A cena simbólica de Eliseu e os jovens zombadores guarda um código espiritual poderoso sobre força invisível, resistência e ascensão da consciência.Prepare-se para enxergar que a vida desperta forças instintivas para proteger quem decide subir. Esse episódio é um convite para confiar no invisível e deixar que a própria vida dissolva o que não serve mais.Se este conteúdo tocou você, curta, comente, compartilhe e inscreva-se para não perder os próximos episódios.
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 14 de Setembro de 2025 às 19h30, com a pregação em João 4.6-7 (NVI). Título: Da compaixão à missão (Eliseu Maximiano). Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.
Mensagem gravada em 07/09/2025Pastor Rodrigo FreitasUm novo posicionamento de fé.Jeremias 29:11-13 NVI[11] Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês', diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um futuro. [12] Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvirei. [13] Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração.https://bible.com/bible/129/jer.29.11-13.NVITiago 1:2-8 NVI[2] Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, [3] pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança. [4] E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem que falte a vocês coisa alguma. [5] Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida. [6] Peça-a, porém, com fé, sem duvidar, pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, levada e agitada pelo vento. [7] Não pense tal pessoa que receberá coisa alguma do Senhor, [8] pois tem mente dividida e é instável em tudo o que faz.https://bible.com/bible/129/jas.1.2-8.NVI2 Reis 13:14-19 NVI[14] Ora, Eliseu estava sofrendo da doença da qual morreria. Então Jeoás, rei de Israel, foi visitá-lo e, curvado sobre ele, chorou gritando: “Meu pai! Meu pai! Tu és como os carros e os cavaleiros de Israel!” [15] E Eliseu lhe disse: “Traga um arco e algumas flechas”, e ele assim fez. [16] “Pegue o arco em suas mãos”, disse ao rei de Israel. Quando pegou, Eliseu pôs suas mãos sobre as mãos do rei [17] e lhe disse: “Abra a janela que dá para o leste e atire”. O rei o fez, e Eliseu declarou: “Esta é a flecha da vitória do Senhor, a flecha da vitória sobre a Síria! Você destruirá totalmente os arameus, em Afeque”. [18] Em seguida Eliseu mandou o rei pegar as flechas e golpear o chão. Ele golpeou o chão três vezes e parou. [19] O homem de Deus ficou irado com ele e disse: “Você deveria ter golpeado o chão cinco ou seis vezes; assim iria derrotar a Síria e a destruiria completamente. Mas agora você a vencerá somente três vezes”.https://bible.com/bible/129/2ki.13.14-19.NVI#Jesus #igreja #honra #transformação #Jesus #ressurreição #PalavraDeDeus #DeusPai #EspiritoSanto #PAI #Mensagem #Pregação #Sermão #p4 #p4church #onLine--Curta, compartilhe e inscreva-se para ficar atualizado com os nossos conteúdos!Para saber mais sobre nossa igreja:Site: https://igrejaprojeto4.com.br/Faça seu pedido de Oração: https://igrejaprojeto4.com.br/pedidosFacebook: https://www.facebook.com/p4church/Instagram: https://www.instagram.com/igrejaprojeto4/Podcast: https://igrejaprojeto4.com.br/p4cast/Youtube: https://www.youtube.com/@IgrejaProjeto4Culto online todos os domingos no YouTube!
Homilia Padre Reinaldo Satiro, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 4,16-30Naquele tempo,veio Jesus à cidade de Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado, e levantou-se para fazer a leitura.Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus achou a passagem em que está escrito:"O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa-Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos e para proclamar um ano da graça do Senhor".Depois fechou o livro, entregou-o ao ajudante, e sentou-se.Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. Então começou a dizer-lhes: "Hoje se cumpriu esta passagem da Escrituraque acabastes de ouvir."Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encantoque saíam da sua boca. E diziam: "Não é este o filho de José?"Jesus, porém, disse: "Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum".E acrescentou: "Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia. E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado,mas sim Naamã, o sírio".Quando ouviram estas palavras de Jesus,todos na sinagoga ficaram furiosos. Levantaram-se e o expulsaram da cidade.Levaram-no até ao alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício.Jesus, porém, passando pelo meio deles,continuou o seu caminho. Palavra da Salvação.
Naquele tempo, 16 veio Jesus à cidade de Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado, e levantou-se para fazer a leitura. 17 Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus achou a passagem em que está escrito: 18 "O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa-Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos 19 e para proclamar um ano da graça do Senhor". 20 Depois fechou o livro, entregou-o ao ajudante, e sentou-se. Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. 21 Então começou a dizer-lhes: "Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir." 22 Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. E diziam: "Não é este o filho de José?" 23 Jesus, porém, disse: "Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum". 24 E acrescentou: "Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. 25 De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26 No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia. 27 E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio". 28 Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. 29 Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até ao alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. 30 Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.
Eliseu Salva Três Reis e os Seus Exércitos | Profecias e Profetas
A actualidade desta semana em África ficou designadamente marcada pela visita de dois dias que o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, efectuou ao Ruanda, país cujas tropas apoiam o exército moçambicano na luta contra o terrorismo em Cabo Delgado, no extremo norte do país. No âmbito desta deslocação, foi assinado em Kigali o Acordo sobre o Estatuto da Força que regula a presença das tropas ruandesas que lutam contra os grupos armados em Cabo Delgado, um documento apresentado como um instrumento padrão regido pelo direito internacional. Apesar de o Presidente moçambicano explicar que o acordo militar assinado com o Ruanda não prevê o aumento do contingente desse país em Cabo Delgado, os termos desse protocolo não deixaram de suscitar interrogações no seio da sociedade civil moçambicana. Noutro aspecto, no rescaldo das eleições gerais de 9 de Outubro de 2024, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) notificou 12 dos 37 partidos políticos que participaram nas eleições gerais para corrigirem irregularidades na utilização dos fundos atribuídos durante a campanha eleitoral. Para o Presidente da Acção do Movimento Unido para a Salvação Integral (AMUSI), a ausência da Frelimo, partido governamental neste processo é questionável. Ainda na actualidade moçambicana, esta semana esteve eminentemente virada para questões económicas. Foi inaugurada segunda-feira e decorre ainda até este domingo em Marracuene a 60.ª edição da FACIM, Feira Internacional de Maputo, um evento que reúne mais de 3 mil expositores e cuja importância foi destacada pelo Presidente da República durante a cerimónia de abertura. Foi neste contexto que a fundição de alumínio Mozal suspendeu contratos com 20 empresas nacionais, deixando mais de mil pessoas em situação de desemprego. Esta informação foi avançada pelo Presidente da Confederação Económicas de Mocambique, CTA, Álvaro Massingue que apontou esta como sendo consequência directa do anúncio da suspensão das actividades pela fundição até Março do próximo ano, caso não se encontre uma solução para o fornecimento de energia eléctrica, após o término do contracto actual com a Eskom. Na Guiné-Bissau, os advogados da coligação eleitoral Plataforma Aliança Inclusiva - Terra Ranka afirmam que está em curso um plano para impedir a participação do seu líder, Domingos Simões Pereira, nas eleições presidenciais do próximo mês de Novembro, sendo que também denunciam alegadas irregularidades no processo eleitoral. Também esta semana, o Primeiro-Ministro guineense Braima Camará foi hospitalizado de urgência no Senegal após sentir-se mal durante a cerimónia de tomada de posse de novos membros do Conselho de Estado, na capital. Entretanto, a RFI apurou que pelo menos até esta sexta-feira, o chefe do governo guineense ainda se encontrava no Senegal, mas que estava a a recuperar e que tenciona regressar em breve à Guiné-Bissau. Noutra actualidade, aqui em França, o Presidente Emmanuel Macron recebeu esta semana no palácio do Eliseu o seu homólogo senegalês Diomaye Faye, ambos tendo manifestado a vontade de reforçar os elos entre os dois países, depois de meses de algum distanciamento, desde a chegada ao poder das novas autoridades no Senegal no ano passado. Um dos indícios mais flagrantes da nova tonalidade das relações bilaterais foi a saída no passado mês de Julho dos cerca de 300 militares franceses que ainda se encontravam no país, isto a pedido do poder do Senegal. Em Cabo Verde, a França tem estado a apoiar a ilha de São Vicente a se reerguer após a destruição causada pela tempestade Erin. Um navio da Marinha Francesa, com técnicos, mecânicos e engenheiros, chegou esta semana à ilha cabo-verdiana para apoiar a resposta às necessidades após a tempestade que provocou nove mortos e dois desaparecidos naquela ilha. Relativamente desta vez à actualidade de São Tomé e Príncipe, o antigo primeiro-ministro, Patrice Trovoada, manifestou a intenção de ocupar o seu lugar de deputado da Assembleia Nacional. Expedientes já foram feitos para que a sua reintegração seja efectivada. Em Angola, a equipa da casa tornou-se campeã africana de basquetebol após a sua vitória, na final, no domingo, face ao Mali por 70-43. O Presidente angolano, João Lourenço, saudou na segunda-feira a vitória da selecção angolana pela conquista deste que é o seu 12.º título de campeã africana da modalidade.
Neste Debate 93 você vai ter uma aula incrível sobre o julgamento divino e a certeza da salvação. Não perde!!
Neste Debate 93 você vai aprender muito sobre salvação! Não deixe de ouvir e aprender!
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 27 de Julho de 2025 às 19:30h, com a pregação baseada em Judas 1: 17-25 (NVI). Título: Título: A graça que preserva (Eliseu Maximiniano)Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.
Deus abre os olhos do moço de Eliseu | Instantes Finais
Favor de Deus: você sabe o que é? Quer aprender? Então, clica e ouça este Debate 93!!!
Leitura Bíblica Do Dia: 2 REIS 5:20-27 Plano De Leitura Anual: JÓ 5–7; ATOS 8:1-25 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: No fim do século 18, um jovem descobriu uma misteriosa depressão numa ilha na Nova Escócia, Canadá. Desconfiado de que ali havia um tesouro escondido por piratas, quem sabe o próprio capitão Kidd, ele e alguns colegas começaram a cavar. Eles jamais encontraram qualquer tesouro, mas o rumor tomou vida própria e, nos séculos seguintes, muito tempo e recursos foram gastos em novas escavações ali. Hoje, o buraco tem mais de 30 metros de profundidade. Buscas obsessivas assim expõem o vazio que há no coração humano. Lemos, na Bíblia, a história de Geazi, que era um servo confiável do profeta Eliseu. Mas, quando o profeta recusou os luxuosos presentes de certo comandante militar que Deus havia curado da lepra, Geazi inventou uma história para apropriar-se de parte dos bens (2 REIS 5:22). Ao retornar, ele mentiu para Eliseu, que disse: "Você não percebe que eu estava presente em espírito quando Naamã desceu da carruagem para encontrar-se com você?”. No fim, Geazi conseguiu o que queria, mas perdeu o que era importante (vv.25,27). Jesus nos ensina a não perseguir os tesouros deste mundo, mas a “[ajuntar nossos] tesouros no céu…” (MATEUS 6:20). Cuidado com os atalhos para alcançar o desejo do seu coração. Seguir a Jesus é a maneira de preencher o vazio existencial com algo real. Por: TIM GUSTAFSON
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 08 de Junho de 2025 às 10:00h. Com a pregação em Provérbios 1.5-7.(NVI). Título: A sabedoria do alto e o chamado à maturidade" (Eliseu Maximiniano) Cultos todos os domingos às 10h e 19h30min.
A cura é o tema central deste Debate 93 que toca em assuntos polêmicos, mas necessários para a igreja de hoje. Não deixe de ouvir!!!!!
Elias venceu os profetas de Baal, viu fogo descer do céu… mas logo depois, se escondeu em uma caverna. Exausto, sozinho, quebrado por dentro.Neste vídeo, vamos mergulhar na história de um dos maiores profetas da Bíblia que, mesmo experimentando o poder de Deus, enfrentou uma crise profunda.E a resposta divina não veio com mais poder, mas com paternidade.A cura de Elias aconteceu quando ele adotou Eliseu e encontrou propósito no relacionamento.Se você já sentiu que não aguenta mais… esse vídeo é pra você.Assista até o final e entenda como a sua cura pode estar em quem você decide abraçar.#Elias #EspíritoDeAdoção #BurnoutEspiritual #CavernaDeElias #Relacional #PaternidadeEspiritual
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 20 de Abril de 2025 às 19h30min, com a pregação em Lucas 22.24-30 (NVI) , de título "Marcas de um coração moldado pelo Reino (Presbítero Eliseu)
O ozempic da alma. O milagre da satisfação. O jeito de sermos mais contentes e menos necessitados. Reflexão a partir da história de Eliseu e a oferta dos pães.
Os pais de adolescentes já andavam alarmados com a série “Adolescência”, da Netflix. Uma violação em Loures, com as imagens partilhadas na internet pelos rapazes que cometeram o crime, trouxe para a ordem do dia o debate sobre o uso de telemóveis e sobre as redes sociais. Com eleições à porta, o governo de gestão foi fazer um comíc…, perdão, uma reunião do Conselho de Ministros ao Porto. Onde? No Mercado do Bolhão. Com banho de multidão e tudo. Enquanto a campanha eleitoral entre frutas e hortaliça já está em marcha há quem insista em falar de ética. Mas como disse em tempos uma célebre vedeta televis…, perdão, filósofa: “quem tem ética, passa fome.” Em França, Marine Le Pen foi condenada, vai ter uma pulseira nova e não poderá candidatar-se ao Eliseu. Mas não se ficou: compara-se ao dissidente russo morto Alexei Navalny. Morto por quem? Pelo amigo e financiador de Marine, Vladimir Putin. E que dizer das tarifas de Trump? As bolsas de valores já começaram a pronunciar-se. O adolescente mimado que ocupa a Casa Branca está em roda livre.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A partir do milagre de Eliseu em uma situação de envenenamento acidental, reflita sobre 3 questões onde você talvez precise voltar a acreditar .
Uma hora cheia de conhecimento e de muito aprendizado bíblico sobre a cidade de Éfeso. Não deixe de ouvir este Debate 93 especial sobre as Cidades da Bíblia.
Oração fraca, oração forte, orações mais respondidas....quer saber mais?! Ouça este Debate 93!!
Eliseu, quando largou o arado e seguiu Elias, entendeu a importância de destruir o que o prendia a vida antiga; o valor da obediência mesmo sem entender e que a recompensa só vem por conta da obediência. Portanto, largar tudo em nome dEle, por mais complexo que seja, sempre resultará em algo poderosamente extraordinário.
Esboço disponível em martinholutero.org Instagram: @martinholutero
A jornada de Elias e Eliseu não é apenas uma história de fé, mas um convite poderoso para sair da zona de conforto e viver o propósito divino. Cada etapa dessa caminhada — de Gilgal a Betel, de Jericó ao Jordão — carrega lições transformadoras que nos desafiam a vencer a carne, permanecer na presença de Deus, perseverar diante das batalhas da vida e, finalmente, descer em humildade para alcançar a verdadeira restauração. Essa não é uma viagem qualquer; é um chamado para enfrentar os desafios que nos afastam do nosso destino espiritual e nos alinhar à vontade de Deus. Prepare-se para descobrir como vencer as limitações do mundo, resistir às mentiras do inimigo e derrubar as barreiras que impedem sua vitória. Essa mensagem não é apenas inspiradora, mas um guia prático para aqueles que desejam romper com a comodidade e experimentar uma vida cheia de propósito, poder e transformação. O que está esperando? A caminhada começa agora! --- Ministração do Pr. Michello Lacerda nos Cultos de Celebração de 8 de dezembro de 2024. Se ao ouvir esta mensagem você tomou uma decisão por Jesus ou reconciliou com Deus, queremos te ajudar nessa nova vida. Se você também precisa de oração ou quer participar de um life group, acesse o link: www.paz.vc/sp
Cuando se cumple un mes de la DANA que asoló Valencia, en 'Más de uno' hablamos con Dumi, joven que 20 años que rescaté a una niña, y con Juan, trabajador del Ayuntamiento que pide más ayuda para el municipio.
En 'Más de uno' hablamos con Eliseu Martínez, campanero de Valencia y vecino de Paiporta, que cuenta cómo vivió la DANA del pasado 29 de octubre y cómo hará volver a sonar las campanas del municipio para rendir homenaje a las víctimas.
O convidado do programa Pânico dessa quarta-feira (06) é Mauricio Galante. Ex-militar da Marinha no Brasil, há pouco mais de duas décadas, Mauricio Galante decidiu mudar de vida e de país. Com apenas U$ 100 dólares no bolso ao desembarcar nos Estados Unidos, Maurício chegou a viver por meses durante o inverno em uma barraca no gramado de um aeroporto, e fez todos os tipos de trabalho para fazer sua obstinada VISÃO se tornar uma realidade. Depois de muitos desafios em solo americano e muito trabalho, Galante comprou uma escola de paraquedas. Os anos se passaram e ele comprou uma escola de golfe no Texas. Sua trajetória de superação como imigrante foi contada em um livro, lançado no Brasil e nos Estados Unidos, em 2023 – “E se meu paraquedas não abrir?”. O livro teve um grande alcance em meio à comunidade brasileira no exterior, fazendo com que, no mesmo ano do lançamento, Galante recebesse duas importantes premiações, uma em Londres (Inglaterra) e outra em New York (EUA). Sempre muito antenado com a política no Brasil e nos Estados Unidos, no início de 2024 Galante, que já havia se tornado um “cidadão americano”, decidiu entrar na política dos Estados Unidos, candidatando-se ao cargo de City Council (que equivale ao carga do vereador no Brasil) pelo partido Republicano, na cidade de Arlington (Texas), onde reside com sua esposa e os dois filhos do casal. O empresário brasileiro foi eleito e tornou-se o primeiro brasileiro a ocupar esse cargo no Texas, trabalhando arduamente para o progresso social, juntamente com demais representantes do partido Republicano americano. Como comentarista, o programa traz Eliseu Caetano. Jornalista com mais de 20 anos de experiência em televisão como repórter, âncora e correspondente internacional, com especialização em política, geopolítica e economia.