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Conversas com as Entidades sobre temas diversos
A igreja local tende a refletir a vida de seus líderes. Por isso, uma cultura de amor não começa em métodos, estruturas ou programas, mas na vida daqueles que conduzem a igreja. O amor precisa ser vivido primeiro pelos líderes e suas famílias para então influenciar toda a comunidade.Ao tratar do conflito entre Evódia e Síntique, Paulo mostra que a cultura do amor é realista. Ele não ignora o problema nem faz de conta que está tudo bem. As duas haviam trabalhado ao seu lado na causa do evangelho, mas precisavam resolver suas diferenças. Paulo também chama outro líder a ajudá-las nesse processo.¹ Amar não significa varrer conflitos para debaixo do tapete. Problemas não tratados afetam os relacionamentos e podem comprometer a saúde da igreja.A Bíblia não esconde conflitos entre irmãos e líderes. Paulo e Barnabé tiveram uma séria divergência a respeito de João Marcos e seguiram caminhos ministeriais diferentes.² Mais tarde, porém, Paulo fala positivamente de Barnabé³ e reconhece João Marcos como alguém útil para o ministério.⁴ A cultura do amor reconhece os problemas, mas trabalha pela restauração.Ela também é cheia de compaixão. Ao corrigir Evódia e Síntique, Paulo não despreza a história delas nem apaga o que Deus já havia realizado através de suas vidas. Ele lembra que trabalharam ao seu lado no evangelho e afirma que seus nomes estão no livro da vida.¹ A verdadeira correção não condena nem destrói a pessoa; reafirma quem ela é em Cristo e procura ajudá-la a crescer.Corrigir em amor não significa enfraquecer a verdade. O servo do Senhor não deve viver em contendas, mas ser brando para com todos, apto para ensinar, paciente e capaz de disciplinar com mansidão os que se opõem.⁵ Também é exigido dos líderes que sejam inimigos de contendas.⁶ É possível tratar situações graves com firmeza e, ao mesmo tempo, com amor e mansidão.A cultura do amor precisa ser promovida e mantida proativamente pelos líderes. Há situações que não devem ser apenas observadas à distância. Liderar também envolve ter coragem para intervir, confrontar, corrigir e trabalhar pela restauração.Perdoar no coração é indispensável, mas isso não significa deixar situações destrutivas sem tratamento. O amor verdadeiro também corrige. O líder precisa confrontar quando necessário, mas sempre com mansidão.⁵Além disso, a correção deve ser feita com fé. Paulo orienta Timóteo a corrigir na expectativa de que Deus conceda arrependimento e conduza a pessoa novamente à verdade.⁵ Não confrontamos alguém acreditando que nunca mudará, mas confiando na graça de Deus e na ação do Espírito Santo.Uma igreja saudável precisa cultivar continuamente essa atmosfera. A cultura do amor não ignora conflitos, não condena pessoas e não abandona relacionamentos. Ela une verdade, coragem, compaixão, mansidão e fé, buscando restauração e crescimento em Cristo.Perguntas para reflexãoTenho contribuído para estabelecer uma cultura de amor na minha casa, na igreja e nos relacionamentos que Deus confiou a mim?Quando surgem conflitos, procuro resolvê-los em amor ou espero que desapareçam sozinhos?Quando preciso corrigir alguém, consigo unir verdade, firmeza, amor e mansidão?Tenho confrontado situações difíceis com fé na graça de Deus para produzir arrependimento, transformação e restauração?Referências¹ Fp 4.2-3; ² At 15.36-40; ³ 1Co 9.6; ⁴ 2Tm 4.11; ⁵ 2Tm 2.23-26; ⁶ 1Tm 3.3
A CORREÇÃO FRATERNA NASCE DO AMORNeste domingo, a Palavra de Deus nos convida a refletir sobre uma das mais difíceis responsabilidades da vida cristã: cuidar uns dos outros também por meio da correção fraterna.Na profecia de Ezequiel, o Senhor apresenta a missão do vigia, aquele que permanece atento e adverte seu irmão diante do perigo. Não se trata de vigiar para condenar, mas de assumir responsabilidade pela vida do próximo. A omissão, muitas vezes, pode permitir que o erro cresça e cause feridas ainda maiores.São Paulo oferece o critério indispensável para qualquer correção: o amor. Todos os mandamentos encontram seu pleno sentido no ensinamento: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Quem ama não deseja o mal, não humilha, não difama e não procura vingança. O amor é o cumprimento perfeito da lei.No Evangelho, Jesus ensina um caminho marcado pela prudência e pela caridade. Se um irmão cometer uma falta, devemos procurá-lo primeiro em particular. Isso significa que a correção cristã não pode começar pela exposição pública, pela fofoca ou pela condenação. O objetivo não é derrotar alguém, mas recuperar um irmão.Corrigir com amor exige coragem, sabedoria e humildade. Também precisamos manter o coração aberto quando somos nós que recebemos uma orientação. É muito fácil perceber os erros dos outros; difícil é reconhecer serenamente aquilo que ainda precisa ser transformado dentro de nós.Neste Mês da Bíblia, somos convidados a contemplar a Palavra de Deus como um espelho. Ela revela as graças que já florescem em nossa vida, mas também mostra nossas limitações, nossas feridas e os caminhos que ainda necessitam de conversão. Quem se deixa iluminar pela Palavra não permanece igual.Jesus conclui o Evangelho com uma promessa consoladora:“Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou ali, no meio deles.”Não estamos sozinhos no caminho da conversão, do perdão e da reconciliação. Cristo permanece presente em sua Igreja, fortalece nossa comunhão e nos ajuda a superar as divisões.Ao nos aproximarmos do Dia da Pátria, rezemos também pelo Brasil. Que nosso povo encontre justiça, paz, dignidade e esperança. Que os governantes trabalhem verdadeiramente pelo bem comum e que nenhum brasileiro seja abandonado na pobreza, na violência ou na falta de oportunidades.Peçamos ao Senhor um coração capaz de corrigir sem ferir, ouvir sem orgulho, perdoar sem guardar rancor e amar sem impor condições.Senhor Jesus, fazei de nós instrumentos de reconciliação. Ensinai-nos a falar com caridade, a escutar com humildade e a viver como verdadeiros irmãos e irmãs. Permanecei no meio de nós e conduzi nossos passos pelo caminho da verdade, da justiça e da paz. Amém.Crux Sacra — a Palavra que ilumina, a fé que fortalece.#CruxSacra #PalavraDeDeus #CorreçãoFraterna #MêsDaBíblia #Evangelho #FéCatólica #AmorAoPróximo #Oração #Conversão #JesusCristo
Quando o amor fala, ninguém é descartadoA Palavra de Deus não nos foi dada como uma janela pela qual observamos e julgamos a vida alheia. Ela é, antes de tudo, um espelho: revela nossa beleza, mas também mostra as atitudes, feridas e imperfeições que precisamos transformar.As leituras deste domingo nos recordam que somos responsáveis uns pelos outros. Entretanto, a correção fraterna ensinada por Jesus não significa humilhar, perseguir, controlar ou expor alguém publicamente. Corrigir com amor é aproximar-se em particular, ouvir, dialogar e procurar preservar a dignidade e a comunhão. Quando uma suposta correção fere, constrange ou exclui, ela já deixou de ser fraterna.São Paulo resume toda a lei em um princípio simples e profundo: amar o próximo como a nós mesmos. Portanto, nenhuma interpretação religiosa que produza ódio, preconceito, violência ou exclusão pode representar o coração do Evangelho. O amor verdadeiro não apaga as diferenças; acolhe cada pessoa em sua história, identidade, orientação, condição social e maneira de existir.Ser “vigia”, como ensina o profeta Ezequiel, não é ser fiscal da vida alheia. É permanecer atento para que ninguém seja abandonado, silenciado ou deixado pelo caminho. É levantar a voz diante do racismo, da LGBTfobia, da violência contra as mulheres, da intolerância religiosa, da pobreza e de todas as estruturas que roubam a dignidade humana.Jesus também nos oferece uma promessa extraordinária: onde duas ou três pessoas estiverem reunidas em seu nome, Ele estará presente. Sua presença não depende de multidões, títulos ou grandes templos. Cristo está onde existe comunhão sincera, cuidado, justiça, escuta e amor.Neste tempo em que também refletimos sobre a Pátria e o Grito dos Excluídos, precisamos lembrar que amar o Brasil é defender a vida de todo o povo brasileiro, especialmente daqueles que foram empurrados para as margens. Não existe verdadeira paz sem justiça, nem progresso quando parte da população permanece invisível.Que nossa fé seja reconhecida não pela capacidade de condenar, mas pela coragem de acolher. Que nossas palavras curem, nossas atitudes aproximem e nossas comunidades tenham sempre as portas abertas. Afinal, a vida cristã deveria fazer com que as pessoas olhassem para nós e dissessem: “Vejam como eles se amam”.Que Deus nos conceda humildade para corrigir sem ferir, maturidade para receber uma correção sem orgulho e sabedoria para compreender que nenhuma pessoa é descartável.Onde houver amor, respeito e comunhão, Cristo estará no meio de nós.Podcast do Fabio — fé, reflexão, diversidade e vida real.#PodcastDoFabio #TeologiaInclusiva #FéQueAcolhe #AmorAoPróximo #CorreçãoFraterna #PalavraDeDeus #Diversidade #Inclusão #JustiçaEPaz #VidaEmPrimeiroLugar
O Evangelho de hoje convida-nos a olhar com atenção para uma das dimensões mais belas e, ao mesmo tempo, mais exigentes da nossa vida: as relações interpessoais.Nós fomos feitos para a relação. Só nos realizamos verdadeiramente quando estamos com os outros, quando partilhamos a vida e nos deixamos tocar pela presença de alguém. Mas precisamente porque precisamos uns dos outros, as relações geram também tensões. Quanto mais próximos estamos, mais facilmente «damos com os cotovelos» uns nos outros. Onde há proximidade, há diferenças, incompreensões, erros e, por vezes, ofensas.Talvez, por isso, tenhamos de abandonar a ideia de uma Igreja ideal, formada por pessoas perfeitas, onde todos se entendem e nunca há conflitos. Essa Igreja não existe. O Evangelho de hoje não nos apresenta uma comunidade sem problemas; apresenta-nos uma comunidade que sabe o que fazer quando os problemas aparecem.E deixa-nos um princípio decisivo: a Igreja não é uma comunidade onde todos são perfeitos; é uma comunidade onde ninguém é deixado sozinho.Jesus diz: «Se o teu irmão te ofender, vai ter com ele e repreende-o a sós». Se te escutar, ganhaste o teu irmão. Se não escutar, leva contigo mais uma ou duas pessoas. E, se ainda assim não for possível, leva a questão à comunidade. Há aqui uma insistência extraordinária: aquele que errou não é imediatamente posto de lado. Há um esforço para o procurar, para dialogar com ele, para o ajudar a reencontrar o seu lugar.Mas isto exige coragem. A coragem de falar.São Paulo, na segunda leitura, oferece-nos a chave: «Não devais a ninguém coisa alguma, a não ser o amor uns para com os outros». Parece simples, mas é muito exigente. Se a nossa única dívida é o amor, então essa dívida nunca fica inteiramente paga. Estamos sempre a dever amor ao outro.E amar não significa apenas ser simpático, evitar conflitos ou permanecer calado. Há momentos em que amar implica falar. Dizer ao outro aquilo que talvez ele não queira ouvir. Corrigir, advertir, chamar a atenção — não para mostrar que temos razão, mas porque nos preocupamos verdadeiramente com a sua vida.É aqui que a primeira leitura, do profeta Ezequiel, se torna particularmente exigente: «Se ouvires uma palavra da minha boca, deves avisá-los da minha parte». Deus responsabiliza o profeta pelo irmão. Não lhe permite dizer: «A vida é dele, ele é que sabe». De certo modo, somos responsáveis uns pelos outros.Mas há uma pergunta essencial: quando falamos, porque falamos? Falamos para vencer uma discussão? Para mostrar ao outro que está errado? Ou falamos porque desejamos verdadeiramente o seu bem?A correção cristã só é cristã quando nasce do amor. Caso contrário, transforma-se facilmente em julgamento, superioridade ou violência disfarçada de verdade.E há ainda o outro lado. Se é difícil falar, também é difícil ouvir. Ninguém gosta de ser chamado à atenção. Por isso, o salmo oferece-nos outra atitude fundamental: «Se hoje ouvirdes a voz do Senhor, não fecheis os vossos corações».Talvez, por vezes, a voz do Senhor nos chegue precisamente através de alguém que nos diz aquilo que não gostaríamos de ouvir. Em vez de fecharmos imediatamente o coração, talvez devamos perguntar: haverá aqui alguma verdade que preciso de escutar?Não existem comunidades perfeitas. Mas as nossas comunidades seriam certamente mais humanas, mais eclesiais e mais santas se aprendêssemos duas coisas simples e difíceis: falar por amor e escutar com humildade.Usar as palavras não para ferir, mas para construir pontes; não para excluir, mas para recuperar; não para vencer o outro, mas para o ganhar como irmão.Porque uma comunidade cristã não é aquela onde ninguém erra. É aquela onde, apesar dos erros, ninguém fica para trás.
Modelo amplamente utilizado remonta ao Século 16; ele contém distorção que amplia massas de terra mais distantes da linha do Equador e reduz regiões como África, América Latina e Sul da Ásia; proposta, que recebeu 164 votos favoráveis, se baseia em dados científica e reparação histórica.
Passagens Complementares:Gálatas 6,1II Timóteo 4,2
Passagens Complementares:Mateus 18,15
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Ministro da Educação: faltam professores para corrigirSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Pergunte ao Especialista é o novo quadro do Manhã da Rural, pensado para aproximar você de quem entende do assunto! Melquiades Soares, Professor do Direito Previdenciário, esclarecendo direitos e deveres do cidadão.
No Zuga falamos de política, economia, cultura e liberdade.Sem cartilhas, sem medo do politicamente correto e sem pedir licença ao Estado.
Em Portugal, mais de 80 coletivos e associações, que fazem parte do Grupo de Ação Conjunta contra o Racismo e a Xenofobia (GAC), entregaram, este mês, à Assembleia da República, as assinaturas que faltavam para viabilizar uma proposta legislativa que altera o Código Penal. O objetivo do grupo é fazer com que a legislação seja capaz de criminalizar e punir todas as práticas de discriminação no país. Fábia Belém, correpondente da RFI em Portugal O artigo 240 do Código Penal português prevê que todas as práticas de discriminação e incitamento ao ódio e à violência contra qualquer pessoa, em razão da sua religião, cor, nacionalidade, entre outras motivações, são consideradas crime. E, dependendo do caso, a pena de prisão pode chegar a 8 anos. No entanto, a atual legislação só criminaliza um ilícito, se ele for praticado em meios “destinados à divulgação”, como em cartazes, na imprensa ou na internet, por exemplo. Se a prática de racismo ou xenofobia decorrer em ambiente privado, deixa de ser considerado crime e passa a ser classificado como uma contraordenação. No Brasil, teria o mesmo peso que uma infração de trânsito - um ato que não resulta em prisão, e que é punível, apenas, com multa. Por julgar imprescindível uma reformulação jurídica, o projeto de lei propõe tornar a divulgação pública um fator agravante, e não um requisito para criminalizar atos e práticas de discriminação. Ana Paula Costa, presidente da Casa do Brasil de Lisboa - uma das associações que fazem parte do Grupo de Ação Conjunta - argumenta que o artigo 240 do Código Penal acaba por deixar as vítimas numa situação de grande vulnerabilidade, em Portugal. “Imagina um paciente que, na relação com o seu médico ou a sua médica, sofre racismo e xenofobia, e a porta do consultório tá fechada, por exemplo. É racismo e xenofobia, mas dificilmente nós conseguimos enquadrar [essa conduta] dentro do Código Penal do [artigo] 240, porque não houve ali um meio de divulgação. O agressor racista acaba por pensar que ele vai sair impune, e, muitas vezes, sai mesmo impune”, frisa Costa. No documento, os coletivos e as associações afirmam que as condutas “discriminatórias e racistas”, por violarem direitos constitucionalmente protegidos, “merecem não só a censura social, ética e política, mas também uma condenação penal firme e inequívoca”. “Esta realidade enfraquece a confiança das vítimas” No documento entregue ao Parlamento português, o grupo também ressalta que “a legislação em vigor falha no seu objetivo fundamental de combate à discriminação em Portugal”, e que “esta realidade enfraquece a confiança das vítimas e da sociedade no sistema de justiça que deveria garantir igualdade e proteção”. Na exposição de motivos do projeto de lei, o GAC ainda alerta para a ineficácia do sistema jurídico, realçando antigos números da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR) , uma estrutura independente, que funciona na Assembleia da República para receber e analisar denúncias de discriminação, instaurando processos de contraordenação. De acordo com o último relatório anual da entidade, apresentado em 2022, o volume de punições aplicadas se mostrava baixo em comparação ao total de denúncias. Das 491 queixas recebidas, apenas 97 geraram processos de contraordenação, resultando em apenas 11 condenações. Cenário desafiador A iniciativa legislativa do GAC, que precisou de um mínimo de 20 mil assinaturas de eleitores portugueses maiores de 18 anos, e agora segue para tramitação, vai enfrentar um cenário desafiador, segundo Ana Paula Costa. Por conta da sua atual configuração política, a Assembleia da República, que é majoritariamente de direita, pode impor barreiras à inciativa, além de outros obstáculos estruturais, capazes de gerar resistência entre parlamentares. “Muitas vezes, aposta-se aqui numa neutralidade, de dizer que nós, aqui em Portugal, não temos um problema de racismo, não temos um problema de discriminação. E Portugal, infelizmente, tem uma dificuldade em reconhecer o problema do racismo como um problema estruturante da sociedade portuguesa, infelizmente”, lamenta a presidente da Casa do Brasil de Lisboa. Para Ana Paula, que também é cientista política, o não reconhecimento do racismo impossibilita até a construção de políticas públicas, como também uma abordagem igualitária junto a diversas comunidades, como as de imigrantes. Costa afirma que reconhecer o racismo e a xenofobia, como também “as mazelas” que deixam nas sociedades, é um ato de coragem. “Não é um ato que traz vergonha, muito pelo contrário. Corrigir, reparar desigualdades é um ato que torna o Estado digno, que torna o Estado legítimo também”, assegura. E se o projeto de lei avançar e for aprovado no Parlamento, salienta, “será uma mensagem de que nós queremos ser cada vez mais uma sociedade igualitária, e isso é fundamental, porque estamos a falar da democracia, e de como nós queremos que, de fato, haja igualdade para todos.”
Em Portugal, mais de 80 coletivos e associações, que fazem parte do Grupo de Ação Conjunta contra o Racismo e a Xenofobia (GAC), entregaram, este mês, à Assembleia da República, as assinaturas que faltavam para viabilizar uma proposta legislativa que altera o Código Penal. O objetivo do grupo é fazer com que a legislação seja capaz de criminalizar e punir todas as práticas de discriminação no país. Fábia Belém, correpondente da RFI em Portugal O artigo 240 do Código Penal português prevê que todas as práticas de discriminação e incitamento ao ódio e à violência contra qualquer pessoa, em razão da sua religião, cor, nacionalidade, entre outras motivações, são consideradas crime. E, dependendo do caso, a pena de prisão pode chegar a 8 anos. No entanto, a atual legislação só criminaliza um ilícito, se ele for praticado em meios “destinados à divulgação”, como em cartazes, na imprensa ou na internet, por exemplo. Se a prática de racismo ou xenofobia decorrer em ambiente privado, deixa de ser considerado crime e passa a ser classificado como uma contraordenação. No Brasil, teria o mesmo peso que uma infração de trânsito - um ato que não resulta em prisão, e que é punível, apenas, com multa. Por julgar imprescindível uma reformulação jurídica, o projeto de lei propõe tornar a divulgação pública um fator agravante, e não um requisito para criminalizar atos e práticas de discriminação. Ana Paula Costa, presidente da Casa do Brasil de Lisboa - uma das associações que fazem parte do Grupo de Ação Conjunta - argumenta que o artigo 240 do Código Penal acaba por deixar as vítimas numa situação de grande vulnerabilidade, em Portugal. “Imagina um paciente que, na relação com o seu médico ou a sua médica, sofre racismo e xenofobia, e a porta do consultório tá fechada, por exemplo. É racismo e xenofobia, mas dificilmente nós conseguimos enquadrar [essa conduta] dentro do Código Penal do [artigo] 240, porque não houve ali um meio de divulgação. O agressor racista acaba por pensar que ele vai sair impune, e, muitas vezes, sai mesmo impune”, frisa Costa. No documento, os coletivos e as associações afirmam que as condutas “discriminatórias e racistas”, por violarem direitos constitucionalmente protegidos, “merecem não só a censura social, ética e política, mas também uma condenação penal firme e inequívoca”. “Esta realidade enfraquece a confiança das vítimas” No documento entregue ao Parlamento português, o grupo também ressalta que “a legislação em vigor falha no seu objetivo fundamental de combate à discriminação em Portugal”, e que “esta realidade enfraquece a confiança das vítimas e da sociedade no sistema de justiça que deveria garantir igualdade e proteção”. Na exposição de motivos do projeto de lei, o GAC ainda alerta para a ineficácia do sistema jurídico, realçando antigos números da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR) , uma estrutura independente, que funciona na Assembleia da República para receber e analisar denúncias de discriminação, instaurando processos de contraordenação. De acordo com o último relatório anual da entidade, apresentado em 2022, o volume de punições aplicadas se mostrava baixo em comparação ao total de denúncias. Das 491 queixas recebidas, apenas 97 geraram processos de contraordenação, resultando em apenas 11 condenações. Cenário desafiador A iniciativa legislativa do GAC, que precisou de um mínimo de 20 mil assinaturas de eleitores portugueses maiores de 18 anos, e agora segue para tramitação, vai enfrentar um cenário desafiador, segundo Ana Paula Costa. Por conta da sua atual configuração política, a Assembleia da República, que é majoritariamente de direita, pode impor barreiras à inciativa, além de outros obstáculos estruturais, capazes de gerar resistência entre parlamentares. “Muitas vezes, aposta-se aqui numa neutralidade, de dizer que nós, aqui em Portugal, não temos um problema de racismo, não temos um problema de discriminação. E Portugal, infelizmente, tem uma dificuldade em reconhecer o problema do racismo como um problema estruturante da sociedade portuguesa, infelizmente”, lamenta a presidente da Casa do Brasil de Lisboa. Para Ana Paula, que também é cientista política, o não reconhecimento do racismo impossibilita até a construção de políticas públicas, como também uma abordagem igualitária junto a diversas comunidades, como as de imigrantes. Costa afirma que reconhecer o racismo e a xenofobia, como também “as mazelas” que deixam nas sociedades, é um ato de coragem. “Não é um ato que traz vergonha, muito pelo contrário. Corrigir, reparar desigualdades é um ato que torna o Estado digno, que torna o Estado legítimo também”, assegura. E se o projeto de lei avançar e for aprovado no Parlamento, salienta, “será uma mensagem de que nós queremos ser cada vez mais uma sociedade igualitária, e isso é fundamental, porque estamos a falar da democracia, e de como nós queremos que, de fato, haja igualdade para todos.”
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
"Deus não nos transforma apenas para sermos pessoas melhores, mas para completarmos a missão que Ele nos deu."Neste episódio, exploramos 2 Timóteo 4:1-5 para entender os três pilares da transformação bíblica: Corrigir, Repreender e Encorajar. O Pastor Andy nos desafia a sair da zona de conforto das nossas "pequenas verdades" para abraçar a Verdade Absoluta do Reino, preparando-nos para sermos resposta em um mundo quebrado.
Rui Pedro Antunes, editor de política do Observador, diz que Montenegro tentou emendar a mão em termos de empatia com as populações e mostrar ao PR e aos críticos que o Governo age - e rápido.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, discutimos a fundo a dor anterior no joelho com foco na tão falada dor patelofemoral. Como sempre, fomos além do óbvio em nossa análise. Nesse caso, além da patela.Falamos sobre sobrecarga do aparelho extensor, mecanismos de salto, frenagem e mudança de direção que impactam o joelho no contexto do futebol, e as falhas mais comuns de controle motor que levam à dor, mesmo quando a estrutura está “ok”.
O que você quer que seu filho herde de você?No episódio que encerra o bloco, falamos sobre o verdadeiro legado: aquele que não está nos bens materiais, mas na forma de amar, ouvir, corRigir, acolher. Um episódio profundo e simbólico sobre como transformar a história para que o futuro das crianças seja mais leve.
Ouça o que movimentou o mercado nesta segunda-feira.
Neste episódio, discutimos em profundidade sobre o valgo dinâmico: o que é, por que acontece, quais suas consequências biomecânicas e, principalmente, o que funciona (e o que não funciona) na hora de corrigir.Nesse bate-papo, trouxemos uma visão prática e atualizada, desmontamos os mitos mais comuns sobre glúteo médio, mobilidade de tornozelo e elásticos, e oferecemos estratégias reais para profissionais que atuam com reabilitação, corrida, esporte e prevenção de lesões.
A Medida Provisória irá taxar apostas (bets), ativos financeiros e fundos de investimento e representa mais recursos para saúde, educação e investimentos sociais, sem penalizar a maioria da população. A expectativa é que a votação aconteça na comissão mista e nos plenários. Sonora:
Edição de 29 Setembro 2025
A coligação da Plataforma Aliança Inclusiva (PAI) - Terra Ranka aguarda uma resposta do Supremo Tribunal de Justiça da Guiné-Bissau sobre a rejeição da candidatura da coligação às eleições presidenciais e legislativas marcadas de 23 de Novembro. Em entrevista à RFI, Octávio Lopes, membro do colectivo de advogados do PAIGC, afirma que o Supremo Tribunal cometeu três erros nos pressupostos da análise da candidatura e defende que é responsabilidade da instituição corrigir esses equívocos. O Supremo Tribunal de Justiça da Guiné Bissau rejeitou candidatura da coligação da Plataforma Aliança Inclusiva (PAI) - Terra Ranka sob a justificação de que não chegou a tempo se serem cumpridos os prazos legais para a análise do processo das coligações. A Coligação contesta a decisão e alega que o Supremo Tribunal de Justiça cometeu erros nos pressupostos da análise da candidatura. Que erros são esses? O primeiro deles: há apenas uma única data para todas as formas de apresentação de candidatura - quer seja por via de partidos políticos individualmente considerados, quer seja por via de coligações de partidos políticos, quer seja nas presidenciais. Os partidos políticos apresentam candidatos às presidenciais, tal como os cidadãos que apresentam as respectivas candidaturas com a subscrição de 5 mil eleitores. Para todas estas formas, o prazo é exactamente o mesmo - e não podia ser outro. O segundo pressuposto em que o Supremo Tribunal de Justiça também não esteve bem tem a ver com eventuais irregularidades. O que é que nos diz o Supremo? Nós entregámos a nossa candidatura da coligação da Plataforma Aliança Inclusiva (PAI) - Terra Ranka no dia 19 de Setembro, antes da data-limite. Mas, no entendimento do Supremo, a candidatura entregue a 19 não lhes permitiria analisar o processo e, em caso de eventual irregularidade, notificar-nos, para que nós, no prazo de 72 horas, respondêssemos a essas eventuais insuficiências no nosso processo. E que ao fim dessas 72 horas, o prazo de 25 de Setembro já teria expirado. Onde é que estão aqui os outros dois erros nos pressupostos? Primeiro: o Supremo não pode presumir que o nosso processo tenha irregularidades e que, se nos notificassem dessas irregularidades, nós não teríamos tempo suficiente para responder antes do dia 25 de Setembro, que é a data-limite para entrega das candidaturas. Terceiro erro nos pressupostos do raciocínio do Supremo: o Supremo assume que nós teríamos de responder em 72 horas. O prazo de 72 horas é um prazo máximo. Mas eu posso responder em 5 horas. Face a este “atropelo da lei”, que resposta espera do Supremo Tribunal de Justiça? Queremos que o Supremo se conforme com a boa interpretação da lei. Admitimos que o Supremo até possa ter tido um raciocínio lógico, mas esse raciocínio conduz a um resultado errado, porque parte de pressupostos errados - e estas matérias, que nem sempre são fáceis, são passíveis de erro durante o processo. Isso é perfeitamente normal. Mas o que não seria normal é que, identificado o erro, o órgão decisório teime em persistir no erro. E nós acreditamos que isso não acontecerá. Afirma que se tratou apenas de um erro, que não há aqui nenhuma decisão política. A partir do momento em que o Supremo Tribunal de Justiça reconheça o erro, a candidatura da coligação será aceite para participar nas eleições presidenciais e legislativas marcadas para 23 de Novembro? Naturalmente. E essa é a posição que, por agora, assumimos. Quando as decisões não são felizes, isso pode ocorrer por três motivos, diriam. A decisão pode não ser feliz porque quem decidiu, decidiu de má-fé. Como também pode acontecer que uma pessoa não tome uma decisão ajustada, uma decisão correta, porque ignorava a lei. Ou pode, simplesmente, não decidir bem porque errou. Nós, enquanto advogados - e por uma questão de respeito à instituição judiciária, e para salvaguarda da própria instituição e da dignidade de todos quantos nela laboram - não assumimos que tenha havido má-fé. Porque a má-fé implicaria um juízo político e, de preferência, do Supremo. E queremos acreditar que não é esse o caso. Não nos parece que o Supremo esteja de má-fé. Por outro lado, podia colocar-se a hipótese de que a decisão não foi feliz por ignorância da lei. Mas também não assumimos isso. Antes pelo contrário: assumimos que os juízes conselheiros do Supremo Tribunal de Justiça conhecem a lei. Mas, mesmo que não conhecessem - mesmo que houvesse ignorância - essa ignorância não aproveita a ninguém. Por exclusão de partes, resta-nos o erro. O Supremo errou nos pressupostos e no raciocínio. E, como errou, tem não só a oportunidade, mas também a responsabilidade e o dever de corrigir esse erro. A não correcção desse erro é que, sim, levanta legítimas razões para que se agitem outras motivações subjacentes à decisão. O Supremo Tribunal de Justiça é composto por 11 juízes, e, para tomar decisões válidas, deveriam estar presentes, pelo menos, oito. No entanto, apenas seis participaram da deliberação, tendo o desempate sido decidido pelo chamado "voto de qualidade" do juiz-presidente… A Lei Orgânica dos Tribunais estabelece um número mínimo de juízes necessário para que decisões possam ser tomadas - aquilo que se denomina quórum. De acordo com essa lei, para que os tribunais, neste caso o Supremo Tribunal de Justiça, reunido em plenário, possam validamente deliberar, é exigida a presença de, pelo menos, quatro quintos dos juízes que compõem o quadro do Supremo. Salvo erro, 4/5 de 11 correspondem a oito juízes. Não havendo oito juízes presentes, o Supremo não tem quórum para validamente reunir e deliberar. Mas admitamos, por mera hipótese de raciocínio - na tentativa de também compreender a posição do Supremo - que apenas seis juízes pudessem decidir. Mesmo nesse cenário, as decisões devem ser tomadas por maioria. Neste caso, houve um empate: três juízes votaram a favor, três juízes votaram contra. E é aqui que o Supremo incorre, mais uma vez, num erro de pressuposto: assume que a nossa candidatura foi validamente rejeitada, partindo do princípio de que o voto do presidente do Supremo vale por dois. Ou seja, prevalece a posição pela qual ele votou, como se o seu voto tivesse "peso duplo". O que não pode acontecer. Porquê? Porque, em Direito - especialmente no Direito Público e, de forma ainda mais específica, no Direito Eleitoral, que é um ramo do Direito Administrativo especial — as competências não se presumem. Os órgãos da Administração Pública (e o Supremo, neste âmbito, exerce uma função administrativa jurisdicionalizada) têm a lei como fundamento e limite da sua actuação. Portanto, o Supremo não pode presumir que o seu presidente goza de um direito especial que lhe permite um "voto de qualidade". O presidente do Supremo, em sessão plenária, é um juiz conselheiro como os demais. Goza de algumas prerrogativas administrativas por ser considerado primus inter pares, mas em matéria jurisdicional é um juiz cuja opinião, argumentação e participação na deliberação é igual à de todos os outros conselheiros que compõem o Supremo Tribunal de Justiça. Este é mais um erro grave, que o Supremo ainda tem a oportunidade - e o dever - de corrigir. Já tiveram alguma resposta do Supremo Tribunal de Justiça? Ainda não. Não tivemos qualquer resposta até ao momento. Aguardamos que, a qualquer tempo, o Supremo possa analisar e decidir quanto ao recurso que a coligação apresentou, de forma tempestiva. Reiteramos que, até à data, não houve qualquer reacção por parte do Supremo, mas aguardamos com paciência que essa decisão venha a ser tomada em breve.
A correção é uma arte e poucos líderes dominam.Uns gritam. Outros omitem. E muitos machucam.Corrigir não é humilhar. É ajustar o rumo com responsabilidade e respeito.Mas você sabe fazer isso?A autoridade empática é o caminho para líderes que desejam ser firmes sem romper vínculos.Se você quer criar um time de verdade, que confia em você e cresce com você, precisa aprender a corrigir com coragem, clareza e compaixão.TODA QUINTA ÀS 18:03 ACONTECEM AS LEADER CLASSES, SUAS AULAS GRATUITAS E AO VIVO DE LIDERANÇA.Inscreva-se aqui: https://auladelideranca.com ou comente aqui com a palavra "AULA"
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Cruzeiro do Sul, expediu recomendação ao Instituto de Administração Penitenciária do Estado do Acre (Iapen/AC) para a adoção de medidas emergenciais visando corrigir deficiências estruturais na Unidade Penitenciária Feminina e no Complexo Penitenciário Masculino Manoel Neri.
Corrigir sem humilhar: a habilidade mais subestimada da liderança.Corrigir alguém é um poder delicado.E poder, quando mal administrado, vira violência.Tem líder que pensa que corrigir é dar bronca.Que quanto mais “duro” ele for, mais respeito vai ganhar.Mas o respeito que nasce do medo é frágil.E quem corrige pra se sentir superior… só mostra o quanto se sente inferior por dentro.Nesse episódio da #ProvocaçãoDoDia eu conto uma história real daquelas que moldaram minha forma de liderar e mostro como a empatia pode ser o diferencial que separa líderes inesquecíveis de chefes traumatizantes.Se você já foi corrigido de forma agressiva e carrega essa marca até hoje…Ou se você lidera e quer aprender a corrigir sem perder sua autoridade…Esse episódio é pra você.Como sempre trago muito da minha opinião…E adoraria conhecer a sua…Gostou dessa visão?Concorda ou discorda?
Neste episodio, gravado ao vivo na VI Conferência da Promoção Imobiliária em Portugal, António Ramalho e Gonçalo Moura Martins analisam o impacto económico e social do mercado imobiliário. Avisam que os programas de emergência não resolvem o problema da habitação, explicam o papel que deve caber ao Estado e avaliam os resultados do PRR nesta área.
Um episódio com mais brincadeiras e menos atualidades. Esta semana, com a companhia de André, os dois pensadores de humor dissecam a nova autoridade que a EMEL passa a usufruir, analisam e brincam com a nova trend dos Ghibli Studios (apesar do gasto de água), imaginam notícias parecidas com “Pedro Nuno Santos e Rui Tavares jogam Mario Kart na Futurália” e partilham histórias e teorias sobre o dia das mentiras.(00:00) Intro(00:23) Usar chapéu de chuva é comportamento de cuck?(06:20) Não saber dormir(10:10) Kika conta anedota a Pedro(13:52) Saída de Pedro Henriques da sporttv(17:44) Hugo Soares é igual a Tino de Rãs(18:41) Sócrates é um ícone do roubo(20:11) Títulos reais para possíveis notícias(23:07) Dia das Mentiras é wack(27:48) O encontro de Olavo Bilac e Mick Jagger(30:23) Brincadeira com Ghibli Style de Grok(40:44) EMEL ganha autoridade e multa à vontadinha(53:42) Andar de Tuk Tuk já não é à vontadinha(58:10) Criadores que deram o próprio nome às suas invenções(01:06:06) "Se o meu nome desse origem a alguma coisa"(01:09:31) Corrigir pessoas que dizem “Sporting Lisbon”
Você já sentiu que suas orações ou mentalizações não estão trazendo os resultados esperados? Talvez você esteja cometendo um erro sutil, mas poderoso, que pode estar afastando seus desejos em vez de atraí-los. Neste episódio, vamos falar sobre como a forma como pensamos e falamos influencia nossa conexão com o universo e como corrigir isso para potencializar suas intenções. Aperte o play e descubra o segredo para orar e mentalizar com mais clareza e propósito! Me segue lá no Instagram: @juaguilar
Lutz veste Insider
Reflexões sobre os ensinamentos de Jesus à luz do Espiritismo.
Reflexões sobre o capítulo 43 do livro "Justiça Divina", Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Carlos Pereira acusa o executivo de deixar para as autarquias o trabalho do Governo. Gonçalo Lage garante que o termo de responsabilidade é só um mecanismo para passar da teoria à prática.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O São Paulo visitou o Talleres na Argentina e acabou derrotado por 2 a 1 na volta do time a Conmebol Libertadores. Além da derrota, o tricolor teve uma apresentação muito abaixo do esperado e volta para casa com três jogadores lesionados. Neste episódio, João Pedro Brandão, Bruno Giufrida e Caio Dominguez analisam a atuação do Tricolor, detalham os pontos de falha da equipe e debatem sobre a permanência de Carpini no comando técnico do time. É hora de corrigir a rota? Existe evolução no trabalho do treinador? Em caso de mudança, o São Paulo faria outra aposta para dirigir a equipe? Tudo isso e ainda a projeção para o próximo jogo contra o Cobresal. Dá o play!
Vamos ver as principais notícias de tecnologia de hoje: novo streaming MAX vai corrigir uma das maiores falhas da HBO Max no Brasil, Galaxy S24 chega com novo modo de recarga adaptativa, Android 15 pode forçar a exibição de apps em tela cheia e muito mais!
Quantas vezes você estava com foco total em uma tarefa importante e, sem sequer perceber, caiu no Instagram, no TikTok, no Whatsapp…? Infelizmente, é muito comum que as pessoas percam hoooooras na internet fazendo coisas que não contribuem em nada para os seus objetivos. E realmente fazem isso inconscientemente. Quando se dão conta, já perderam boa parte do dia olhando coisas inúteis. A má notícia é que isso nada mais é do que procrastinar… porque você perde o foco naquilo que verdadeiramente importa para sua vida. A boa notícia é que eu separei 5 formas para você ter mais foco na hora de fazer aquilo que precisa ser feito durante o dia!!! Assista agora ao Podcast Sai da Média #168: “Por que você não consegue ter FOCO e como CORRIGIR isso?” → WA - Wide Awake – Desperte seu máximo potencial e evolua 3 anos da sua vida em 3 dias de imersão ao vivo. Clique no link e garanta uma oportunidade única para participar da próxima edição do WA: https://geronimotheml.site/wide-awake-yt → Faça parte da Comunidade No Comando para vencer a procrastinação em até 60 dias: https://lp.geronimo.com.br/pre-inscricao-comunidade-no-comando → As inscrições para a próxima turma da Formação em Coaching Criacional estão abertas! Toque no link e garanta sua vaga: https://www.igtcoaching.com/formacao-coaching-igt Me segue lá nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/geronimotheml/ Facebook: https://www.facebook.com/geronimo.theml/ #SaiDaMédia #VidaNoComando #GeronimoTheml
Edgard Maciel de Sá, Gabriel Amaral, Marcello Neves e Mario Vitor Rodrigues analisam a atuação do Fluminense na derrota para o Botafogo pelo Campeonato Brasileiro. O time ficou exposto novamente? Qual a melhor escalação para a final da Libertadores? DÁ O PLAY!
A primeira atividade do presidente Lula após retornar da viagem à Índia foi uma reunião interministerial para tratar sobre a situação do Rio Grande do Sul, estado que foi duramente afetado por um ciclone extratropical há nove dias. Lula tenta minimizar o efeito negativo por deixar o país para participar da Cúpula do G20 em meio à tragédia. Foram liberados R$ 1 bilhão em empréstimos do BNDES para a reconstrução da região. Ministros foram chamados ao Palácio da Alvorada, em Brasília, para discutir um novo pacote de ajuda ao estado. Nos bastidores do governo, até mesmo uma visita de Lula à região passou a ser defendida. Ainda nesta edição: o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, anunciou que o governo federal vai antecipar R$ 10 bilhões para compensar estados e municípios com perdas no ICMS. A cifra seria transferida em 2024, mas o governo decidiu fazer o pagamento já em 2023. Por fim, a atualização da recuperação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que passou por duas cirurgias, São Paulo, e deve ter alta nesta quinta-feira (14). Apoie o jornalismo independente. O Antagonista está concorrendo ao prêmio IBEST 2023. Categoria 'Canal de Política' vote: https://app.premioibest.com Categoria 'Canal de Opinião' vote: https://app.premioibest.com Contamos com a sua ajuda para trazer o troféu para casa. Assine o combo O Antagonista + Crusoé: https://assine.oantagonista.com/ Siga O Antagonista nas redes sociais e cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/newsletter-oa Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O Coração mansíssimo de Cristo repreende hoje, com inusual dureza, a hipocrisia dos escribas e fariseus, descobrindo aos olhos de todos a podridão daqueles sepulcros caiados. Não porque o Senhor goste de “polêmica” nem porque queira “humilhar” em público os que pecavam no segredo de seus corações, mas porque há dois amores que motivam e, em certos casos, até exigem que se corrija publicamente o pecador. Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para esta quarta-feira, dia 30 de agosto, e medite conosco mais uma página do santo Evangelho.
A finalidade da correção fraterna, da qual nos fala hoje o Evangelho, não é “tirar satisfação” de quem pecou contra nós, nem “vingar”, com a dureza de penas eclesiásticas, os que caíram no erro. Corrigir o irmão é, antes de tudo, zelar pelo seu maior bem, a salvação eterna. Assim como nós, ele é membro do mesmo Corpo Místico e chamado à comunhão dos filhos de Deus na glória do Céu. Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para esta quarta-feira, dia 16 de agosto, e medite sobre o verdadeiro sentido da correção fraterna.
Sejam bem-vindos ao dois milésimo quadragésimo quinto Spin de Notícias, o seu giro diário de informações científicas... em escala sub-atômica. E nesse Spin de Notícias falaremos sobre...Educação! *Este episódio, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*
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O assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais e ex-chanceler, Celso Amorim, está na Ucrânia, onde encontrará com o presidente Volodymyr Zelensky nesta quarta-feira. A reunião acontecerá em Kiev, e na pauta está a proposta brasileira de criar “um grupo de paz” para resolução da guerra. Amorim já esteve na Rússia e quer alçar o Brasil a mediador do conflito armado. "Aí volta ao tom original do presidente Lula, de criar um 'clube da paz' para tentar um cessar-fogo. Ele quer saber quais são os limites possíveis de uma negociação, com apoio de países - de preferência independentes - nesta guerra. Lula começou falando de paz, mas escorregou feio quando esteve na China, então ele teve de fazer uma correção de rumos", afirma Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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