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Era sábado à noite, nos anos 2000.Mais cedo, no MSN:“10h na porta?”“Fechou.”Você se arrumava, encontrava os amigos e ia para a balada. Sem stories, sem localização em tempo real, sem saber antes quem estaria lá. Você simplesmente descobria quando chegava.Na pista, tocava Summer Eletrohits. No refrão, ninguém levantava o celular.Levantava os braços.O momento ficava na memória de quem estava vivendo. Não virava Reels no dia seguinte.Se quisesse uma foto do rolê, precisava ter um amigo com câmera digital ou encontrar o fotógrafo da balada. No dia seguinte, todo mundo procurava as fotos na internet. Flash estourado, olho vermelho, alguém cortado, foto tremida.E todo mundo achava incrível.Uma delas ainda podia virar sua foto do Orkut pelos próximos seis meses.E se você fizesse alguma besteira durante a noite e ninguém tivesse fotografado, acabava ali. No máximo, virava história entre os amigos. Você não acordava no domingo viralizado.Até para encontrar alguém que sumiu no rolê era diferente:“kd vc?”E localização em tempo real? Kkkkk. Sonha.Ficar em casa também tinha seu ritual. Pizzaria pelo telefone fixo, Zorra Total, depois Supercine. No domingo, Fórmula 1, Globo Rural, almoço em família, Turma do Didi e Domingo Legal.Lasanha ou frango no forno. Coca-Cola de 2 litros. Todo mundo à mesa.Ninguém dizia:“Peraí, deixa eu tirar uma foto.”A comida não precisava esperar por um story.Mais tarde, alguém chamava:“Bora dar uma volta?”E “dar uma volta” podia significar praça, calçadão, sorveteria ou casa de alguém.Ninguém escolhia o lugar pensando em qual foto ia render.À noite, o Fantástico anunciava que o fim de semana estava acabando.E você não passava o domingo comparando sua vida com a de outras 300 pessoas nos stories. Não sabia quem tinha viajado, saído mais ou almoçado melhor.Você tinha vivido o seu.Na segunda-feira, a pergunta era simples:“E aí, fez o quê no fim de semana?”E você contava tudo.Porque ninguém tinha acompanhado sua vida pela internet antes de você contar.Era real time de verdade.Talvez alguns dos melhores fins de semana da nossa vida não tenham virado conteúdo porque não precisavam.Eles simplesmente aconteceram.Talvez a gente tivesse menos conteúdo, mas mais presença.Menos comparação e mais experiência.Menos necessidade de mostrar e mais liberdade para viver.Bons tempos.Ou talvez tenham sido tão bons porque a gente estava inteiro dentro deles.
Era sábado à noite, nos anos 2000.Mais cedo, no MSN:“10h na porta?”“Fechou.”Você se arrumava, encontrava os amigos e ia para a balada. Sem stories, sem localização em tempo real, sem saber antes quem estaria lá. Você simplesmente descobria quando chegava.Na pista, tocava Summer Eletrohits. No refrão, ninguém levantava o celular.Levantava os braços.O momento ficava na memória de quem estava vivendo. Não virava Reels no dia seguinte.Se quisesse uma foto do rolê, precisava ter um amigo com câmera digital ou encontrar o fotógrafo da balada. No dia seguinte, todo mundo procurava as fotos na internet. Flash estourado, olho vermelho, alguém cortado, foto tremida.E todo mundo achava incrível.Uma delas ainda podia virar sua foto do Orkut pelos próximos seis meses.E se você fizesse alguma besteira durante a noite e ninguém tivesse fotografado, acabava ali. No máximo, virava história entre os amigos. Você não acordava no domingo viralizado.Até para encontrar alguém que sumiu no rolê era diferente:“kd vc?”E localização em tempo real? Kkkkk. Sonha.Ficar em casa também tinha seu ritual. Pizzaria pelo telefone fixo, Zorra Total, depois Supercine. No domingo, Fórmula 1, Globo Rural, almoço em família, Turma do Didi e Domingo Legal.Lasanha ou frango no forno. Coca-Cola de 2 litros. Todo mundo à mesa.Ninguém dizia:“Peraí, deixa eu tirar uma foto.”A comida não precisava esperar por um story.Mais tarde, alguém chamava:“Bora dar uma volta?”E “dar uma volta” podia significar praça, calçadão, sorveteria ou casa de alguém.Ninguém escolhia o lugar pensando em qual foto ia render.À noite, o Fantástico anunciava que o fim de semana estava acabando.E você não passava o domingo comparando sua vida com a de outras 300 pessoas nos stories. Não sabia quem tinha viajado, saído mais ou almoçado melhor.Você tinha vivido o seu.Na segunda-feira, a pergunta era simples:“E aí, fez o quê no fim de semana?”E você contava tudo.Porque ninguém tinha acompanhado sua vida pela internet antes de você contar.Era real time de verdade.Talvez alguns dos melhores fins de semana da nossa vida não tenham virado conteúdo porque não precisavam.Eles simplesmente aconteceram.Talvez a gente tivesse menos conteúdo, mas mais presença.Menos comparação e mais experiência.Menos necessidade de mostrar e mais liberdade para viver.Bons tempos.Ou talvez tenham sido tão bons porque a gente estava inteiro dentro deles.
Ninguém nos avisa que um dos maiores presentes do tempo é aquilo que, aos poucos, ele nos ensina a deixar ir.Com os anos, algumas urgências perdem o sentido. A necessidade de agradar, o medo do julgamento, a pressa de chegar, a obrigação de provar.A gente descobre que maturidade talvez seja isso: reconhecer o que pesa e ter coragem de soltar.O passo muda. Fica mais sereno. Já não se corre atrás de tudo. Aprende-se a respeitar os próprios limites, a não insistir onde não há espaço e a encerrar ciclos sem transformar despedidas em mágoas.Um dia, a juventude fica para trás. E, curiosamente, algumas inseguranças vão com ela.No lugar da pressa de ser aceito, nasce uma paz mais silenciosa: a de saber quem se é.A gente passa a valorizar menos quem passa e mais quem permanece. Menos a razão, mais a paz. Menos a aparência, mais a verdade.Envelhecer é uma arte.É perceber que o tempo não leva apenas. Ele também devolve.Devolve leveza. Devolve verdade. Devolve a liberdade de ser quem se é, sem precisar explicar tanto.E talvez seja essa a beleza de uma vida inteira: chegar mais longe e, ao mesmo tempo, precisar carregar cada vez menos.
Ninguém nos avisa que um dos maiores presentes do tempo é aquilo que, aos poucos, ele nos ensina a deixar ir.Com os anos, algumas urgências perdem o sentido. A necessidade de agradar, o medo do julgamento, a pressa de chegar, a obrigação de provar.A gente descobre que maturidade talvez seja isso: reconhecer o que pesa e ter coragem de soltar.O passo muda. Fica mais sereno. Já não se corre atrás de tudo. Aprende-se a respeitar os próprios limites, a não insistir onde não há espaço e a encerrar ciclos sem transformar despedidas em mágoas.Um dia, a juventude fica para trás. E, curiosamente, algumas inseguranças vão com ela.No lugar da pressa de ser aceito, nasce uma paz mais silenciosa: a de saber quem se é.A gente passa a valorizar menos quem passa e mais quem permanece. Menos a razão, mais a paz. Menos a aparência, mais a verdade.Envelhecer é uma arte.É perceber que o tempo não leva apenas. Ele também devolve.Devolve leveza. Devolve verdade. Devolve a liberdade de ser quem se é, sem precisar explicar tanto.E talvez seja essa a beleza de uma vida inteira: chegar mais longe e, ao mesmo tempo, precisar carregar cada vez menos.
No Linha de Passe desta quinta-feira (19), os nossos craques apresentaram o programa direto da Neo Química Arena após a classificação heroica do Corinthians sobre o Rosario Central após a expulsão de Raniele, com direito a assistência de Memphis Depay e gol de Breno Bidon. Vem com a gente! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Gas prices are climbing again in California because of the Iran war — here's why, and how to protect your wallet. Plus: a judge limits warrantless ICE raids in LA (know your rights), kindergarten vaccination rates hit a record low, why traffic deaths spike on big album release days, and Jenni Rivera "returns" to the Staples Center. (Audio en español, subtítulos en inglés.) Hoy en Échale: la gasolina otra vez para arriba por la guerra en Irán — te explico por qué y cómo cuidar tu bolsillo. Además: una jueza vuelve a frenar las redadas sin orden en Los Ángeles (conoce tus derechos), menos niños llegan vacunados a la escuela, por qué mueren más personas en la carretera el día que sale un disco nuevo, y Jenni Rivera "regresa" al Staples Center. Y en El Concepto: cómo armar tu fondo de emergencia. EN ESTE EPISODIO:
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Antonio Castelo, estratega de mercados de iBroker, analiza los principales riesgos y oportunidades de una semana marcada por las actas de la Reserva Federal.
Mudanças climáticas, desmatamento, práticas agrícolas inadequadas e expansão das monoculturas estão acelerando a degradação dos solos em diversas regiões do planeta. Para discutir soluções para essa crise ambiental crescente, representantes de governos, cientistas, organizações da sociedade civil e do setor privado participam da COP17 da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), aberta nesta segunda-feira (17) e que acontece até 28 de agosto em Ulan Bator, na Mongólia. Menos conhecida do que as grandes conferências internacionais sobre clima e biodiversidade, a COP da Desertificação busca chamar atenção para um problema que afeta diretamente a segurança alimentar, a disponibilidade de água e os meios de subsistência de bilhões de pessoas. A desertificação não é o avanço do deserto, como explica Jean-Luc Chotte, pesquisador emérito do Instituto Francês de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD) e especialista em solos. "É a degradação dos solos, a deterioração de suas propriedades físicas, químicas e biológicas, observada em áreas de climas áridos, semiáridos e subúmidos secos. Mas estes lugares não estão desertos: ali vivem agricultores, pastores, muita gente. O termo desertificação é, portanto, complicado", completa. Sob o lema "Restaurar as terras, restaurar a esperança", a conferência ocorre em um contexto alarmante. Cerca de 40% das áreas terrestres do planeta apresentam algum grau de degradação, afetando diretamente 3,2 bilhões de pessoas. A cada ano, aproximadamente 100 milhões de hectares de terras saudáveis e produtivas são perdidos, com prejuízos econômicos estimados em US$ 880 bilhões. As projeções também preocupam. Segundo dados apresentados no âmbito da Convenção, até 2050 a seca poderá atingir três quartos da população mundial. Já a partir de 2030, cerca de 700 milhões de pessoas poderão ser deslocadas em consequência dos efeitos da escassez de água e da degradação dos ecossistemas. Para Tamsir Mbaye, pesquisador do Instituto Senegalês de Pesquisa Agrícola, o evento da Mongólia acontece em um momento decisivo. "A COP17 acontece num momento em que a degradação das terras se tornou uma ameaça global, com consequências diretas para a segurança alimentar, a disponibilidade de água e os meios de subsistência de milhões de pessoas." Após uma COP16 que terminou sem grandes avanços em Riad, na Arábia Saudita, há dois anos, Mbaye considera que chegou o momento de transformar compromissos em ações concretas. Segundo ele, a degradação dos solos assume características diferentes conforme o nível de desenvolvimento dos países. Nas economias mais ricas, ela é frequentemente mascarada pelo uso intensivo de fertilizantes e outros insumos agrícolas. Já nos países mais pobres, especialmente na África Subsaariana, a baixa produtividade e o difícil acesso a esses recursos aumentam a vulnerabilidade das populações rurais. Apesar do cenário preocupante, o pesquisador destaca que existem soluções comprovadas. A Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação estima em cerca de US$ 1 bilhão por dia os investimentos necessários para restaurar os solos degradados no mundo. "Será preciso restaurar as árvores, os solos e os sistemas agrícolas. Se olharmos para o exemplo do Senegal, temos experiências promissoras. Os resultados mostram que, ao associar a pesquisa, o poder público e outros atores, como as ONGs, é possível restaurar os solos e melhorar a renda das populações", afirma. "Restaurar os solos não é apenas proteger o meio ambiente. É investir na paz, na resiliência e no desenvolvimento." A avaliação é compartilhada por Sandra Rulliere, vice-responsável pela Divisão de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Biodiversidade da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). Segundo ela, os custos da restauração são elevados, mas os retornos econômicos justificam amplamente os investimentos. "Os investimentos necessários são enormes, mas têm retorno econômico. Dados da Convenção de Combate à Desertificação indicam que cada dólar investido na restauração de terras degradadas gera entre sete e trinta dólares em benefícios." Para a especialista, recuperar áreas degradadas significa responder simultaneamente a vários desafios globais. "Investir na saúde dos solos é investir na segurança alimentar; é investir no clima, porque os solos armazenam carbono; e é investir na nossa capacidade de adaptação às mudanças climáticas. Uma terra saudável resiste melhor aos eventos climáticos extremos", analisa. Ela destaca ainda o papel dos solos na retenção de água. "Quando um solo consegue captar e conservar água por ser rico em matéria orgânica, essa água pode ser devolvida às plantas, aumentando sua capacidade de crescimento e produção." Brasil leva experiência do Semiárido para a COP17 O Brasil participa da COP17 com a maior delegação de sua história em uma conferência da ONU dedicada ao combate à desertificação. Mais de 100 representantes do governo federal, da comunidade científica, de organizações da sociedade civil e do setor privado foram enviados à Mongólia. A delegação brasileira pretende destacar experiências desenvolvidas no Semiárido, especialmente na Caatinga, o bioma nacional mais vulnerável à desertificação. O país também instalou um Pavilhão Brasil na área oficial da conferência para apresentar políticas públicas, projetos de pesquisa e iniciativas de restauração ecológica. A preocupação brasileira é respaldada pelos números. Atualmente, cerca de 18% do território nacional está localizado em áreas suscetíveis à desertificação, e aproximadamente 39 milhões de pessoas vivem em regiões afetadas pelo fenômeno. Além de compartilhar experiências de adaptação às secas e recuperação de áreas degradadas, o Brasil busca reforçar o debate sobre segurança hídrica e alimentar, dois temas cada vez mais associados aos efeitos das mudanças climáticas e da degradação dos solos.
Son 806.402 las personas que este pasado mes de julio pasaron por el aeropuerto de Bilbao, en plena temporada alta y con La Paloma convertida en uno de los principales puntos de entrada y salida de Euskadi. Entre el ir y venir de pasajeros, maletas y vuelos hay, sin embargo, una actividad que no siempre se ve: la que desarrolla la Guardia Civil. En este 'Hoy por Hoy Bilbao-Bizkaia' ponemos el foco en ese trabajo para conocer qué ocurre detrás de los controles, cómo se detectan posibles irregularidades y qué papel desempeñan los agentes y los perros especializados en la vigilancia de fronteras, mercancías, dinero o drogas, además de repasar algunas de las intervenciones realizadas en los últimos meses
Predicación del domingo 16 de agosto de 2026 - 8:00 a.m.
Predicación del domingo 16 de agosto de 2026 - 11:30 a.m.
Predicación del sábado 15 de agosto de 2026 - 6:00 p.m.
¿Qué lugar de tu casa necesita urgentemente un poco de orden? Tal vez es ese clóset que ya no puedes cerrar, una cocina donde nunca parece haber suficiente espacio o ese rincón donde las cosas simplemente se van acumulando. Pero ¿y si el problema no fuera la falta de espacio, sino la manera en que lo estamos utilizando?Gaby Saavedra, organizadora profesional, nos cuenta su historia, cómo llegó al mundo de la organización y qué ha descubierto sobre lo que realmente hay detrás del desorden. Hablamos, sobre todo, de cómo crear sistemas de organización que funcionen en la vida real y que podamos mantener incluso cuando la vida se complica.Gabriela es venezolana, nacida en Uruguay y criada entre diferentes culturas, experiencias y lugares que despertaron en ella una gran curiosidad y sensibilidad por los pequeños detalles. Egresada en Educación, ejerció en el Colegio Humboldt de Caracas. Actualmente reside en la Ciudad de México, donde comenzó una nueva etapa en su vida y hoy canaliza su creatividad tanto en el mundo de los postres como en la organización y transformación de espacios, creando ambientes funcionales, armónicos y llenos de personalidad. Hablamos de algo que muchas veces se pasa por alto cuando pensamos en organización: antes de poner etiquetas, hay que escuchar y entender cómo vive realmente una persona. Porque no se trata de copiar esa despensa perfecta que vimos en Instagram. Nuestras rutinas, viajes, temporadas, familia y estilo de vida determinan cómo debería funcionar un espacio para nosotros.Gaby explica por qué un sistema solo funciona cuando está diseñado para la persona que realmente lo va a utilizar, y cómo hacer que las cosas sean visibles, accesibles y fáciles de devolver a su lugar para mantener el orden sin sentir que estamos organizando constantemente.También hablamos de cómo desprendernos de las cosas con menos culpa y mayor claridad, especialmente cuando se trata de regalos, objetos heredados o todas esas cosas que guardamos “por si acaso”. ¿Cuándo donar? ¿Cuándo vender? ¿Y por qué posponer esas decisiones muchas veces termina llevándonos nuevamente al mismo desorden?Si quieres ideas realistas para despejar espacios, organizar tu clóset y crear una casa más tranquila y funcional que se adapte a tu vida, y no al revés, escúchanos y descubre "El Método de Gaby"@elmetododegabySend BEHAS a text.Support the showTo Share - Connect & Relate:Share Your Thoughts and Shape the Show! Tell me what you love about the podcast and what you want to hear more about. Please email me at behas.podcast@gmail.com and be part of the conversation!To be on the show Podmatch Profile Ordinary people, extraordinary experiences - Real voices, real moments - Human connection through stories - Live true storytelling podcast - Confessions - First person emotional narratives - Unscripted Life Stories.Thank you for listening - Hasta Pronto!
Neste episódio, Denis Botana e Danilo Silvestre falam sobre o anúncio da aposentadoria de Russell Westbrook, um dos jogadores mais discutidos da NBA nos últimos 15 anos. Como ele ajudou a mudar a ideia de um armador? Por que foi tão amado e criticado ao longo dos anos?Também falaremos da estranha venda do Los Angeles Lakers. Menos de um ano após assumir oficialmente o time, Mark Walter vendeu a franquia por assustadores 12 bilhões de dólares. Quem são os personagens? Muda alguma coisa?....*SHARKE*Ganhe três meses de consultoria de investimentos na Sharkehttp://sharke.com.br/bolapresa...*APOIE O BOLA PRESA* ASSINE O BOLA PRESA NO APOIA-SE E RECEBA CONTEÚDO EXCLUSIVO https://bolapresa.com.br/assine*CAMISETAS INSIDER*Use o cupom BOLAPRESA e ganhe 15% OFF, já aplicado automático se usar o link abaixo:
Conoces a alguien de tu sector que sabe objetivamente menos que tú. Y sin embargo cobra el triple y tiene a los clientes haciendo cola, mientras tú, que lo haces mejor, tienes que perseguirlos y rebajar el precio. No es suerte ni enchufismo. Y tampoco es que el otro sea un vendehumos, aunque eso nos consuele más. En este episodio Luis Ramos te explica qué tiene ese otro que tú no tienes: ✅ Por qué la técnica solo te da acceso al estadio, no te hace ganar el partido ✅ La diferencia real entre técnica y criterio, y por qué el cliente paga por el criterio ✅ Cómo mostrar tu criterio sin convertirte en un vendehumos #MarcaPersonal #Criterio #Posicionamiento #TuMarcaPersonal
Um edifício novo, que instantaneamente se torna um ícone, pela sua estrutura pouco usual. Menos de um ano após a conclusão da obra, uma estudante liga para o conceituado projetista estrutural, e aponta que a estrutura pode não suportar as cargas de vento.Quem tem razão? Como tratar a questão quando reputações e vidas estão em jogo?Venha descobrir porque esse caso virou referência em aulas de ética na Engenharia nos Estados Unidos!Dê um play e vamos juntos!NOVO CURSO DISPONÍVEL! O Programa Rápido de Gestão do Escopo no FEL foi feito para profissionais que buscam reduzir custos em seus projetos, diminuir conflitos contratuais, maximizar a eficiência e ter a chance de atuar nas grandes empresas do mercado! Acesse: https://andrechoma.com.br/gestao-escopo-yt Para quem se interessou pela história de Fordlândia, você pode adquirir o ChomaFlix aqui: https://chk.eduzz.com/KW8KD17201 Quer continuar acompanhando conteúdos relevantes aqui no nosso canal? Considere fazer parte dos apoiadores do canal e do Capital Projects Podcast! Acesse aqui e veja os planos disponíveis: https://www.catarse.me/capital_projects_podcast_3c1e?ref=project_link Não deixe de ter acesso a conteúdos exclusivos e benefícios pelo nosso grupo VIP no whatsapp: https://chat.whatsapp.com/II5qid3UiN5JUclPSDQxXp
No siempre puedo evitar que la ira aparezca, pero sí puedo decidir qué hago con ella y cuánto espacio le doy. En este episodio comparto una idea sencilla: no se trata de no enfadarse nunca, sino de aprender a reconocer lo que pasa dentro de uno antes de reaccionar.A través de la historia de Clara, veo cómo el enojo puede mezclarse con las expectativas, con el deseo de tener razón y con la costumbre de responder desde el impulso. También se muestra cómo empieza a observar sus reacciones, a identificar patrones y a darse cuenta de que muchas discusiones no la acercaban a la paz.Con el tiempo, Clara aprende a detenerse, respirar, apartarse cuando hace falta y hablar desde un lugar más tranquilo. La idea central es que no todo conflicto necesita ser ganado y que la paz pesa más que la necesidad de corregirlo todo.
NotiMundo Estelar - Cristian Zuluaga, Terremoto en Colombia deja al menos 181 muertos by FM Mundo 98.1
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En este episodio especial de Café en Mano Podcast, grabado desde una playa de Puerto Rico y presentado en colaboración con Nissan, conversamos con Carlos Feliciano sobre la realidad económica que vive esta generación y las decisiones que pueden marcar una diferencia en nuestras finanzas.Hablamos sobre la recesión en Puerto Rico, el aumento en el costo de vida, las deudas de consumo, el uso de Klarna y otros planes de pago, comprar versus alquilar una propiedad, cómo comenzar a invertir y los errores que muchas personas cometen al tomar decisiones financieras importantes.Además, analizamos por qué no debemos fijarnos únicamente en una mensualidad, sino también en elementos como los intereses, la garantía, el consumo de combustible y el costo total de una compra.Conoce más sobre la calidad y el respaldo de Nissan aquí:https://bit.ly/4pAl3th☕ Café Dos Caminos:Consigue un 10% de descuento utilizando el código CAFEENMANO.
Reportó una disminución de homicidios dolosos en 30 estados de MéxicoInstalarán 20 arcos inteligentes en carreteras contra robo a transportistasCondenan a muerte a Bashar al-Assad en SiriaMás información en nuestro podcast#grc
Las noticias que debes conocer esta tarde, con Pablo Tallón
Primer resumen de toda la información del día, en la voz de Pedro Blanco.
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En este episodio extra de Spicy4tuna presentamos los resultados del primer semestre de 2026. Hablamos de cuánto hemos facturado y ganado realmente, qué líneas de negocio funcionan mejor, por qué perdimos 176.000 euros en junio y qué decisiones tomaremos con la revista, los eventos, los shorts, ExecutiveLabs y los próximos proyectos. Accede a nuestro NUEVO CANAL DE WHATSAPP: https://whatsapp.com/channel/0029Vb9Fct3CcW4iK4dkVu2g ¿Quieres abrir tu propio BERTO's MILANESA?: https://spicy4tuna.com/bertos-milanesa/ Accede a la formación de Executive Lab y empieza a utilizar la IA en tu negocio: https://inscripcion.executivelab.ai/ Inspecciona tu futura vivienda y evita que se convierta en una pesadilla: https://hausum.com/?utm_source=spicy4tuna&utm_medium=youtube&utm_campaign=premier Invierte en inmuebles de forma pasiva y sin dolores de cabeza con Inversiva: https://inversiva.com/invierte-en-inmuebles/?utm_source=referral&utm_medium=web&utm_campaign=spicy4tuna : Invierte de forma segura y recibe un 3% sobre tu efectivo con Trade Republic: https://trade.re/spicy4tuna Invertir conlleva riesgos, los rendimientos no están garantizados. Aplican T&Cs. Empieza tu PRUEBA GRATIS hoy con SHOPIFY: https://shopify.com Prueba gratis la Cuenta de empresa de Qonto y simplifica las finanzas de tu negocio: https://bit.ly/4lPuNxU Accede al Curso de Inversión en Bolsa y Mercados Financieros de CEF UDIMA: https://bit.ly/cef_CursoInversiónBolsa_MercadosFinancieros_spicy4tuna_julio CEF: https://bit.ly/cef_spicy4tuna_julio2026 UDIMA: https://bit.ly/udima_spicy4tuna_julio2026 Contacta con el equipo de Executive Lab para acceder a nuestra formación de Inteligencia Artificial para Empresarios y Ejecutivos: https://executivelab.ai/ ════════════════ ️ Accede a la Web de Spicy4tuna y Suscríbete a nuestra Newsletter: https://www.spicy4tuna.com Contacto para Sponsors ➡ https://tally.so/r/nrPNE5 Email de Contacto ➡ podcast@spicy4tuna.com ════════════════ Todos los episodios completos: https://www.youtube.com/playlist?list=PL9XxulgDZKuzf6zuPWcuF6anvQOrukMom ════════════════ REDES SOCIALES DE SPICY4TUNA ➜ INSTAGRAM: https://www.instagram.com/spicy4tunapodcast/ ➜ TIKTOK: https://www.tiktok.com/@spicy4tuna ➜ FACEBOOK: https://www.facebook.com/spicy4tuna ════════════════ ️ ESCUCHA SPICY4TUNA EN FORMATO PODCAST Spotify: https://open.spotify.com/show/2QPC17Z9LhTntCA4c3Ijk9?si=39b610a14bb24f1f iTunes: https://podcasts.apple.com/es/podcast/spicy4tuna/id1714279648 iVoox: https://www.ivoox.com/escuchar-audios-spicy4tuna_al_33258956_1.html ════════════════ ¿QUIÉNES SOMOS? · Euge Oller: https://www.instagram.com/euge.oller/ · Willyrex: https://www.instagram.com/willyrex/ · Marc Urgell: https://www.instagram.com/marcurgelldiaz/ · Alvaro845: https://www.instagram.com/alvaro845/ ════════════════ 00:00 A continuación... 03:17 ¿Spicy4tuna supera el millón de facturación? 05:29 ¿Cuánto gana realmente el negocio? 11:02 De dónde sale el dinero de Spicy4tuna 18:03 Por qué perdimos 176.000 € en junio 21:24 El pódcast, los patrocinadores y Executive Lab 27:21 La inversión que multiplicó su valor por cuatro 32:18 Por qué no habrá una tercera revista 37:44 Cuánto costó realmente Spicy House 40:38 Menos shorts, más vídeos largos y más ingresos 51:43 ¿Qué está pasando con la newsletter? 56:27 Las conclusiones del primer semestre 59:53 Cuánto dividendo se lleva cada socio 01:05:01 El futuro de los shorts, eventos y Spicy House 01:11:12 WhatsApp y nuevas líneas de negocio 01:20:51 El miedo a que Spicy4tuna crezca demasiado 01:26:56 Lo que enseñan las cuentas de una empresa real
Alejandro Gaviria y Ricardo Silva Romero se le miden a desmenuzar el fenómeno de los retiros espirituales. Entre anécdotas de la adolescencia en colegios laicos y confesionales, la trampa del trago encaletado, las dinámicas de integración empresarial donde todos quieren estar en su casa y la risa contenida en los cursos prematrimoniales, surge una gran duda: ¿realmente se puede programar una conexión espiritual?Además, analizan cómo la política colombiana ha adoptado estas dinámicas como un reality de la fe o un ensayo para las batallas culturales. Una conversación fresca sobre las fronteras entre Iglesia y Estado, la trampa de las nostalgias políticas y por qué el centro político en Colombia necesita urgente su propio retiro (con o sin trago encaletado).
¿Te frustra tener pocos "likes" en redes aunque tu producto sea muy bueno?
Entérate de lo que está cambiando el podcasting y el marketing digital:-Caloroga Shark Media apuesta por el audio breve para crecer en la industria del pódcast.-Podscribe incorpora IA para mejorar el rendimiento de la publicidad en audio.-El video gana terreno como la próxima gran evolución del podcasting.-La televisión se consolida como un nuevo espacio para el consumo de pódcast.PatrociniosSuscríbete a la newsletter de Vía Podcast y recibe a diario en tu bandeja de entrada las últimas noticias de inteligencia artificial, marketing digital y podcasting.Este episodio es presentado por RSS.com, la plataforma de hosting de pódcast que te permite publicar, distribuir y monetizar tu pódcast de forma sencilla. Lanza tu pódcast hoy mismo y haz crecer tu audiencia con herramientas profesionales y analíticas avanzadas.
En el episodio de esta semana, Karla y René platican sobre la posible venta de SuKarne; el nuevo insumo de Kimberly-Clark; la competencia entre St-Germain y Aperol; y el crecimiento de Brandy Melville.Recomendaciones: 79. Most People invest in Restaurants for the Wrong ReasonLengua para Japón, labio para Monterrey y cachete para Saltillo: SuKarneJan Brady, We Need You More Than Ever
El fin de semana sin Fórmula 1 no dejó precisamente vacío de motor. Mientras el Mundial de Rallies vivía una de sus pruebas más espectaculares en Finlandia, la IndyCar presentó las primeras líneas de su futuro técnico con el IR-28, el coche que debutará en 2028. Y de eso, del automovilismo buscando cómo combinar emoción, tecnología y credibilidad hablamos en el segundo episodio de la semana del Podcast Técnica Fórmula 1, que llega al episodio 1.000 de su andadura. Finlandia siendo Finlandia. Finlandia volvió a demostrar por qué ocupa un lugar tan especial en el Mundial de Rallies. Es velocidad pura, saltos, confianza y una precisión que no admite dudas. Allí no basta con ir rápido: hay que saber volar. Y en ese escenario, Sami Pajari volvió a dar un golpe enorme con una nueva victoria que confirma su progresión y lo coloca definitivamente como uno de los grandes nombres de la temporada. Lo de Pajari ya no puede leerse como una sorpresa aislada. Venía de ganar en Estonia y, en Finlandia, en casa y ante una afición que entiende cada salto y cada rasante, volvió a responder. Su crecimiento cambia el equilibrio interno de Toyota y altera también la lectura del campeonato. El Mundial ya no puede explicarse únicamente como un duelo entre Elfyn Evans y Sébastien Ogier. Ogier, protagonista, a su pesar. Ogier, precisamente, vivió el otro gran momento del rally, aunque por razones muy distintas. Su accidente fue escalofriante y recordó, una vez más, la dureza de Finlandia. Es un rally fascinante, pero también implacable. A esas velocidades, cualquier error en un salto o en una zona ciega puede convertirse en un golpe muy serio. Habrá que seguir con atención su estado físico y, sobre todo, las consecuencias deportivas de un abandono que llega en una fase decisiva del campeonato. La situación del Mundial queda mucho más abierta y mucho más delicada. Evans sigue obligado a sumar con inteligencia, pero cada vez tiene más rivales cerca. Pajari ha dejado de ser un invitado. Oliver Solberg y Takamoto Katsuta también forman parte de una pelea donde Toyota tiene casi todas las cartas. Hyundai necesita encontrar una forma de interferir de verdad en esa batalla, no sólo aparecer en momentos puntuales. El WRC afronta otro cambio importante. La FIA ha llegado a un acuerdo con un nuevo promotor encabezado por Eric Boullier, conocido por su etapa en Lotus y McLaren en Fórmula 1. La noticia abre más preguntas que respuestas. El Mundial de Rallies necesita promoción, relato, presencia internacional y una estrategia más clara para crecer. Pero no es una categoría fácil de rentabilizar. Ni siquiera Red Bull logró convertirla en un producto plenamente explotable a nivel comercial. La duda es si este nuevo promotor será capaz de hacer más visible el WRC sin desnaturalizarlo. Los rallies no son Fórmula 1. No viven de un estadio cerrado ni de una realización sencilla. Su fuerza está en los tramos, en el paisaje, en la imprevisibilidad, en la épica de pilotos y copilotos enfrentados a carreteras reales. Convertir todo eso en un producto moderno sin perder su esencia será el gran reto. La IndyCar nos presenta su futuro. La IndyCar, por su parte, ha enseñado esta semana una vía muy distinta de mirar al futuro. El nuevo IR-28, desarrollado junto a Dallara, llegará en 2028 con un chasis completamente nuevo, menor peso, más potencia, más seguridad y una aerodinámica diseñada específicamente para mejorar la capacidad de seguir a otros coches. Sólo esa última idea ya marca una diferencia importante: pensar el coche desde el principio para competir mejor. El IR-28 conservará motores V6 biturbo de 2,4 litros, con Chevrolet y Honda comprometidas, y una parte híbrida más protagonista. Ahí aparece también la gran pregunta. La electrificación puede ser una herramienta útil si mejora la competición y amplía las opciones estratégicas. Pero otras categorías (y no queremos señalar a nadie, que ya se autoseñalan) han demostrado que, mal planteada, puede acabar alejando al piloto del centro de la acción. Pensando en la carrera como el centro. IndyCar parece haber entendido que el coche debe ser más rápido, más seguro y más espectacular, pero también más manejable en carrera. Menos peso, mejor relación potencia-peso, más posibilidad de seguir de cerca y más margen para la lucha rueda a rueda. Es exactamente el tipo de lenguaje que el aficionado quiere escuchar cuando se habla de un coche nuevo. El contraste con la Fórmula 1 resulta inevitable. Mientras la F1 defiende que a la mayoría del público no le interesa entender cómo se produce la acción, la Indy presenta un coche explicando cómo quiere mejorar precisamente la acción. No basta con prometer adelantamientos. Hay que diseñar coches que permitan competir. Lecturas para las vacaciones. Finlandia, el WRC y la Indy dejan una semana muy útil para recordar algo básico: el automovilismo puede evolucionar sin renunciar a su identidad. Puede incorporar tecnología, híbridos, nuevos formatos y nuevas formas de promoción. Pero la clave sigue siendo la misma de siempre: pilotos llevados al límite por máquinas que exigen talento, valor e inteligencia. Pajari ganó en Finlandia porque fue rápido donde ser rápido significa mucho más que acelerar. La Indy mira a 2028 prometiendo coches pensados para luchar. Y el WRC busca un promotor que sepa vender su grandeza sin convertirla en otra cosa. A ver si ellos consiguen lo que no está logrando la F1. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
¿Sientes que tu cuerpo ha cambiado de repente y que las dietas de siempre ya no te funcionan? En este video, quiero explicarte la verdad biológica que hay detrás de la ganancia de peso en la menopausia y por qué el enfoque tradicional de "comer menos y hacer más cardio" puede ser tu peor enemigo ahora mismo.Como médico, veo a diario cómo a partir de los 45-50 años, el descenso de estrógenos, progesterona y DHEA cambia por completo las reglas de tu metabolismo. No se trata solo de que acumules más grasa abdominal; el verdadero peligro es la pérdida crítica de masa muscular. Quiero que entiendas que tu músculo no es solo estética: es tu motor metabólico, tu seguro de vida contra la osteoporosis y la base de tu sistema inmune.Más contenido del Dr. HernándezInstagram: https://www.instagram.com/dr.ahernandezFacebook: https://www.facebook.com/doctorantoniohernandezMi marca de suplementos: https://belevels.com/drhernandez⚡️Utiliza el código DRHERNANDEZ para obtener un descuento en todos los productos.TikTok: https://www.tiktok.com/@dr.ahernandezLinkedIn: https://www.linkedin.com/in/doctor-antonio-hernandez/Website: https://www.doctorantoniohernandez.esNewsletter: https://manage.kmail-lists.com/subscriptions/subscribe?a=TrMmZT&g=XwDQwzMi equipo clínico: https://www.instagram.com/clinicakeval/
Em uma produtiva conversa com o psiquiatra Saulo Castel, há muito estabelecido no Canadá, ele mencionou um artigo de 1985, intitulado “Mais e mais é menos e menos: o mito da enorme demanda em psiquiatria”. Trata-se de um clássico que há décadas desenvolveu uma idéia que permanece atual: de que uma necessidade crescente, já enorme e não atendida de serviços de saúde mental é, em grande medida, um mito gerado e perpetuado por processos internos ao próprio sistema de cuidado e pela busca de soluções rápidas pela sociedade. Espero que aproveite esta reflexão! Conheça a MEV Brasil: a formação padrão-ouro em Medicina do Estilo de Vida para médicos especialistas. Uma abordagem baseada em evidências para transformar a prática clínica:https://www.mevbrasil.com.br/mevclinic?utm_source=sponsorship&utm_medium=podcast&utm_campaign=pqu&utm_content=pod&utm_term=ep14 Elibrè, referência em internação psiquiátrica de alto padrão, oferecendo tratamento especializado, acolhimento e atenção individualizada: elibre.com.br/
Pablo Tallón entrevista a Aitor Esteban, presidente del Partido Nacionalista VascoEl presidente del PNV repasa, a lo largo de un paseo por Bilbao, su trayectoria personal y política, reivindicando el valor del acuerdo frente a la imposición, reflexiona sobre el final de ETA y defiende una Europa más integrada.
PODCAST LAS NOTICIAS CON CALLE DE 28 DE JULIO - 1200 millones menos entre fondos federales y presupuesto de PR para el próximo año fiscal - El Vocero Trump dice estar impresionado con Zelesnky y su capacidad militar - WSJHoy se reúne Trump con Netanyahu en la visita del primer ministro - NYTLa Fed decide mañana: ¿y si SUBE las tasas?Un momento para WindMar Home — la empresa con más de 20 años protegiendo los hogares puertorriqueños.Solar para bajar tu factura. Techo para proteger tu inversión. Agua para que nunca te quedes sin — especialmente con las sequías que se aproximan. Y batería para total independencia energética.Todo bajo una misma empresa. Un solo llamado. Llama al 787-489-1155 o visita windmarhome.comWindMar Home — los que se preparan hoy , duermen tranquilos mañana.#incluyeauspicio#windmarhome Trump va a la Corte Suprema para impedir el voto por correo - CNNRacionamiento inminente en Carraízo y sus clientes - El Vocero Investigan casos de hospital por agua asquerosa - Primera Hora CRIM busca dueños de 55 mil propiedades que no aparecen - El Nuevo Dia Fonalledas apoyan a Jenniffer y dice que le dan la bienvenida a las primarias - El Vocero Alegan que Cosculluela llamó a joven para amenazarla por estar con otros tipos y la amenazó con matar a su familia - El Vocero Viva la ley de plásticos de un solo uso y todavía investigan si la van a implementar o no - El Vocero No sabemos qué hacer con el sargazo en PR - Primera Hora Alcaldes defienden cobro de impuestos a fondos federales - El Nuevo Día Menos protección para animales en peligro de extinción - El Nuevo Día No cuadran los números del fondo de desempleo, aparenta haber montones de fraudes - El Nuevo Día Entidades falsas creando estudiantes fatuos para cobrar becas Pell - El Nuevo Día Juramenta nueva presidenta hoy en Perú. Keiko Fujimori y la derecha conquista Latinoamérica - El Nuevo Día Trump quiere que MAHA le meta mano a eliminar las vacunas para niños - WSJEl SAVE Act no tiene los 60 votos, Trump exige aprobarlo sí o sí - Punchbowl News PR importó $3,254 millones en genéricos en 2025, por lo que los aranceles le darán oportunidad y tumbe a la vez - LOS DATOS DEL DÍA (cierre lunes 27 jul) Brent≈ $83/barril · cae fuerte por pausa Irán-EEUU Diésel (retail EEUU)a la baja siguiendo al crudo (dato aprox.) S&P 5007,413.18 · +0.02% Dow Jones52,210.08 · +0.51% Nasdaq24,932.08 · -0.18% Bono 10 años≈ 4.65% Euro/USD1.1397 Gas natural$2.72/MMBtu · -1.75% Hipoteca 30 años6.58% (Freddie Mac) / ~6.75% (Bankrate)
La fantasía casi sexual de ver a los mejores equipos del mundo jugar en el estadio Azteca ya terminó y ahora toca conformarse con lo que den los equipos mexicanos... que bien lejos están de la elite. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.
¿Tener más recursos significa aprender mejor? A veces da la sensación de que debería ser así. Hoy tenemos podcasts, aplicaciones, vídeos, inteligencia artificial y miles de formas de practicar español. Sin embargo, cada vez estoy más convencido de que el verdadero problema no es la falta de recursos, sino el exceso de opciones.En este episodio reflexiono sobre cómo aprendíamos idiomas hace 20 o 30 años y por qué, a pesar de contar con herramientas mucho más limitadas, muchas personas conseguían mantener una constancia que hoy parece más difícil. Hablo también de mi propia experiencia aprendiendo inglés y francés, de la famosa "paradoja de la elección" y de cómo la búsqueda del método perfecto puede convertirse en el mayor obstáculo para avanzar.Al final, aprender un idioma quizá no dependa de encontrar el mejor recurso, sino de elegir un camino y recorrerlo el tiempo suficiente para que dé resultados. ¿Te reconoces en esa búsqueda constante de nuevas herramientas o ya has encontrado una estructura que realmente te funciona?00:00 ¿Tenemos demasiados recursos para aprender español? – Intermediate Spanish03:28 Cómo se aprendían idiomas antes de Internet – Spanish Culture Podcast07:18 La caja de tarjetas que sí funcionó – Comprehensible Input in Spanish09:20 Comprar recursos no significa avanzar – Spanish Learning Podcast10:56 La paradoja de tener demasiadas opciones – Immersive Spanish13:54 Una mesa infinita de mermeladas – Learn Spanish Naturally14:20 El síndrome del objeto brillante – Conversational Spanish16:20 Por qué antes era más fácil comprometerse – Authentic Spanish Listening18:47 Menos recursos y una estructura clara – Spanish for Intermediate Learners22:43 La inmersión casera y el poder de elegir un camino – Spanish Listening PracticeFree eBooks: Habla español con AI & La guía del estudiante de españolMis cursos online:Español Camaleón - A REALISTIC pronunciation courseEspañol Ágil - Intermediate SpanishEspañol PRO - Advanced SpanishEspañol Claro - Upper-beginner SpanishSi no sabes cuál es mejor para ti, haz el TEST.Intermediate Spanish Podcast with Free Transcript & Vocabulary Flashcards www.spanishlanguagecoach.com - Aprende español escuchando contenido natural adaptado para estudiantes de español de nivel intermedio.Si es la primera vez que escuchas este podcast, puedes usarlo como un podcast diario para aprender español - Learn Spanish Daily Podcast with Spanish Language CoachSocial media:YouTubeInstagram...
Si te separaste y te dolió saca la valentía y aguántate las ganas de llamarla cuando estés borracho. No seas como la mayoría que después de tres copas está buscando excusas para hablarle. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.