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No EP 331 do Mundo Agro Podcast, o Prof. Rogério Coimbra recebe o Prof. Caio Vilela Cruz para falar sobre fertilidade do solo como ponto de partida para altas produtividades — e como a inteligência de dados/IA entra para acelerar diagnósticos e decisões no campo.O episódio conecta base técnica (universidade + prática) com o que realmente dá resultado: solo bem manejado, planta bem nutrida, equipamento entregando com precisão, e um sistema que busca melhoria contínua. Falamos de solos arenosos, rotação/consórcio, palhada, análise foliar e por que “banco de dados” só vira valor quando vira informação usada.Siga o Prof. Caio Vilela Cruz no Instagram: https://www.instagram.com/caiovilelacruz/
Vire-se para a Adoração | Ponto de Virada - Nathanael Baldez by Igreja Fonte
Diretor e Gestor Comercial, o mercado não espera você ter tempo para analisar dezenas de relatórios. Se você precisa tomar decisões estratégicas rápidas e manter sua equipe na vanguarda, este episódio foi feito exatamente para o seu ritmo. No formato "5 em 5", entregamos 5 notícias rápidas e diretas, condensadas em apenas 5 minutos de inteligência competitiva e valor prático.Neste episódio, revelamos um dado alarmante: por que 71% dos profissionais de vendas começam o ano "voando às cegas" sem metas definidas, e como a falta de clareza está destruindo o engajamento da sua equipe. Em seguida, dissecamos o ousado movimento de governança da Marriott Vacations, que acaba de atrelar sua nova liderança a um plano de compensação bilionário focado puramente em resultados concretos.Também trazemos a tendência da Inteligência Artificial autônoma exigindo um novo perfil de Chief Sales Officer focado em valor de negócio, o case surpreendente da Exodos Enterprise, que triplicou seu faturamento de vendas apenas descentralizando decisões e promovendo responsabilidade, e a estratégia imobiliária da Vraj Group de blindar sua gestão comercial antes de uma expansão na casa dos bilhões.Não deixe sua estratégia baseada em intuição quando o mercado já mostra o caminho da execução perfeita. Aperte o play agora e descubra como aplicar essas lições hoje mesmo para potencializar os pontos fortes da sua equipe comercial e escalar os seus resultados.
Mensagem sobre direção e serviço: como uma bússola aponta o norte, Deus nos chama a alinhar o coração na direção certa, não vivendo “encurvados em nós mesmos”, mas olhando pra cima (para Cristo) e pra fora (para servir). Nesta palavra, somos desafiados a viver com intencionalidade, servindo a casa, o corpo (igreja), o carente e a cidade.
José Veríssimo (Montemor-o-velho) admite que região está muito fragilizada. Raquel Lourenço (Sobral de Monte Agraço) diz que falta de apoios vão prejudicar na recuperação da normalidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os mortos não gostam de estar sós. Alguém tem de lhes encher os comedouros, aplacar minimamente os seus apetites. De outro modo a única coisa que o luto pede é vingança, e o sangue só quer beber mais sangue. Contamos histórias também para consolar os mortos. De resto, história e elegia são modos afins, como assinala Anne Carson. A palavra “história” vem de um verbo do grego antigo, que significa “perguntar”, adianta a poeta norte-americana conhecida pela indisciplinada erudição com que revolve a antiguidade clássica. Assim, aquele que pergunta pelas coisas – pelas suas dimensões, peso, localização, humores, nomes, santidade, cheiro – é um historiador. Mas esse perguntar, vinca Carson, não é ocioso. “É quando perguntas por algo que te apercebes de que tu próprio lhe sobreviveste e que, por isso, tens de o carregar contigo, ou de o moldar numa coisa que se sustente por si mesma.” E se Heródoto é tido como o autor dessa função, este refere como tantos objectos e monumentos foram criados de modo a corporizar uma “memória”. O pior em relação aos mortos talvez seja tentar convencê-los de que há um sentido na sua morte, de que devem resignar-se. De algum modo, toda a consciência, mesmo aquela que está já para lá desta vida, continua inconformada, incapaz de aceitar os termos que lhe foram colocados. Poucos são aqueles que aceitam se lhes dissermos que estavam acabados, pois faz parte do impulso dos homens sentirem-se inacabados, e, tantas vezes, a morte só serve para refrescar certos impulsos, expressos em tantas obras, as quais parecem exigir uma vida sem fim. É claro que os mortos, no seu perpétuo desassossego, são reflexos nossos, e escavam em nós esse gosto pela persistência que nalguns momentos consegue ser mais forte do que qualquer perigo. Empreendemos o diálogo com os mortos de modo a criar uma rede de relações tão apertadamente tecida que nenhum desses momentos em que mais nos esforçamos por nos enraizarmos no tempo possa cair do mundo por completo. Os vivos incomodam os mortos no seu sono porque de algum modo não chegam a acreditar em si mesmos. Em épocas de mesquinha depressão, como alguém notou, proliferam esses ruidosos pregadores que se substituem à consciência dos mais fracos, que assim vão anestesiando os seus receios interiores com esse grasnar dos gansos. Outros, vagueiam buscando esses ecos caídos do ar só respirável pelos mortos, só permitindo exageros de imaginação que encontrem algum tipo de ressonância ou correspondência com o passado, como se temessem acima de tudo serem arrancados ao embalo da história. De um modo ou de outro, o presente parece-nos demasiado incerto, como uma hipótese remota, um sonho ou pesadelo meio imbecil, formulado em termos demasiado precários. Há um efeito de perda da espessura, de incapacidade de se situar face à tradição, num tempo em que ninguém reconhece propriamente uma língua-mãe. Estamos capturados numa espécie de orfandade da linguagem, uma vez que, como assinalava Elias Canetti, “a maioria das pessoas, actualmente, já mal domina a fala. Exprimem-se com as frases dos jornais e dos meios de comunicação social e dizem – sem, realmente, serem o mesmo – cada vez mais o mesmo.” A falta de uma experiência obtida dentro de um universo de referências que nos sejam úteis, manejáveis, essa espécie de exílio face a um ambiente propriamente cultural, a uma consequência do lugar e a uma proximidade justificada com os outros, faz de nós seres incapazes de se situarem numa época, esta ou outra qualquer. Daí essa ansiedade que leva tantos a procurarem vincular-se ao poder, mesmo que só seja possível fazê-lo da forma mais degradante, que é ser arrastado, deixar-se subjugar inteiramente, até nas suas crenças e disposições mais íntimas, nos humores, e, particularmente, na mobilização odiosa que este sempre constrói. É uma questão de todos os tempos, mas que, hoje, nos assola constantemente… “O poder sempre conquistou as massas, precisamente porque era poder. E as massas gritavam ‘hurra!' e ‘viva', cantavam, gritavam, matavam, deixavam-se matar, e afundavam-se no anonimato. Era uma história velha como a morte. Se as massas conquistassem o poder e – finalmente, por uma vez – o mantivessem, o poder perderia a sua essência e o seu nome, as massas o seu anonimato, a sua falta de humanidade” (Jonathan Sperber). O que rareia por estes dias são o género de figuras que, de um modo quase instintual, rejeitam o poder. “É muito curioso que todos os pensadores, na História da humanidade, que entendem alguma coisa do poder efectivo o aprovam”, nota Elias Canetti. “Os pensadores que são contra o poder mal penetram na sua essência. A sua aversão por ele é tão grande que não gostam de se ocupar com ele, pois temem ficar manchados por ele. A sua atitude tem algo de religioso.” Em sentido contrário, e isto é uma evidência num tempo em que os jornais e todos os pontos de articulação onde antes nos era dado a sentir o tempo, onde havia um esforço de ir preparando aquele esboço da história, da crónica desta época, caíram nas mãos de seres embevecidos pelo poder, uma classe ansiosa de sabujos, serviçais, canalhas, falsários, propagandistas, que ocupam todas as posições de evidência e desgastam qualquer possibilidade de escaparmos aos enredos do poder. Querem por todos os meios degradar a realidade, rebaixa-la às suas fixações, aos seus anseios e aspirações. “Uma ciência do poder só foi desenvolvida por aqueles pensadores que o aprovam e se comprazem como seus conselheiros”, diz-nos Canetti. E por isso a história, a crónica que nos servem estes seres apenas responde a este tipo de perguntas: “Qual é a melhor maneira de conquistar e manter o poder? A que se tem de estar atento, para o conservar? Que escrúpulos se tem de pôr de parte por prejudicarem o seu exercício?”. Neste episódio, se não escapámos inteiramente às nossas fragilidades, tivemos a sorte de contar com o embalo de um cronista de outra estirpe, um faz-tudo, que viu muito, ouviu tanto, e que tem sabido rebentar com a moldura, deixando-se desafiar e comover com outros sinais, com essas figuras quase sempre condenadas ao anonimato e, em muitos casos, à invisibilidade. Rui Cardoso Martins veio ajudar-nos a enxotar esse tempo mais imediato, ruidoso, de moscas moles, e a contrariarmos a fuga ao concreto, essa tendência para nos enrodilharmos em leituras abstractas ou em ambições de conquistar o que nos é mais distante, precisamente para evitarmos o confronto com aquilo que está mais próximo, por receio, por sentirmos a sua perigosidade e preferirmos antes apontar a esses outros perigos de consistência desconhecida.
Tenha acesso a +15 modelos de IA, cursos, ferramentas exclusivas e 30 dias grátis pra testar: https://go.adapta.org/campaign/adapta-mm-youtubeAcesse a plataforma da Binance aqui: https://www.binance.com/pt-BR/wealthO mundo entrou numa nova ordem econômica — e quem não enxergar isso vai perder dinheiro em 2026?Neste episódio ao vivo, recebemos Stephan Kautz para um debate profundo sobre as tendências econômicas que vão moldar 2026. A conversa parte de um ponto central: o mundo mudou depois da Covid, o endividamento global explodiu e os juros reais de equilíbrio não são mais os mesmos.No cenário internacional, Stephan vai explicar como a chamada Nova Desordem Mundial alterou o papel das grandes potências, e forçou governos a aceitarem juros reais mais baixos como solução política para dívidas insustentáveis.Nos Estados Unidos, a discussão avança sobre mudanças estruturais no Federal Reserve, indo além do ciclo tradicional de alta e queda de juros. A ideia de repressão financeira, juros reais efetivamente zerados e uma curva de juros mais inclinada entram no centro da análise — com impactos diretos em ativos globais.Com relação ao Brasil, Stephan vai analisar como as eleições de 2026 podem redefinir nosso lugar no mundo. O debate passa pelo juro real de equilíbrio perto de 10%, pela leitura correta da inflação de serviços — especialmente alimentação e seguros — e pelo ponto mais polêmico: nosso problema fiscal.Stephan destrincha números que quase não entram no debate público: R$ 840 bilhões em renúncias fiscais, R$ 300 bilhões por ano em programas sociais e como escolhas políticas podem fechar — ou ampliar — o gap do Brasil em relação ao resto do mundo.Como o Brasil pode se inserir de forma estratégica na nova ordem econômica global e o que isso significa para crescimento, juros, inflação e investimentos no longo prazo.Um episódio essencial para quem quer antecipar tendências, proteger patrimônio e entender o que vem pela frente. E você, o que acha: o Brasil vai aproveitar a nova desordem mundial ou perder mais uma década?
Domingo é o dia de organizar a mente antes da semana começarE hoje eu quero te lembrar de uma coisaVai ter gente falando de vocêVai doerMas a sua resposta pode ser maturidade, ação e aprendizadoA diferença está em onde você coloca essa energia
Há no fundo do serUm lugar que ninguém tocou,A dor não rachou, A história não manchou.Um pequeno clarão escondidoUm quarto secreto da almaOnde o amor não depende de méritos,A luz não depende de conquistas.Os místicos o chamaram deCentelha, de fundo, de moradaThomas Merton nomeou de PONTO VIRGEMQuando no meio da vida tudo parece ruirÉ ali que se permanece de pé. Tocar nesse ponto te faz lembrarQue você não é aquilo que passou,Mas aquilo que permanece.
Quinta feira ainda dá tempo de mudar seu diaE hoje você precisa lembrar de uma coisa simplesAlta performance é comportamentoÉ rotinaÉ fazer quando ninguém está olhandoE é ter um porquê tão forte que te segura nos dias difíceis
O Ministério Permanecer, fundado pelo Pr. Carlos McCord em2005, ajuda pessoas a viver uma espiritualidade simples e contínua em JesusCristo. Inspirado em João 15, oferece cursos, palestras e devocionais quefortalecem a conexão com Cristo, capacitando líderes e igrejas a viverem uma féprática, frutífera e transformadora.
Sexta feira é para quem escolhe crescerE hoje você precisa lembrar de uma coisa simplesQuando você diz não para alguémVocê está dizendo sim para vocêPara os seus projetosPara o que realmente importaSaber dizer não é uma proteçãoE uma prova de clareza
Dizer “não” não é ser frio, é ter clareza.Joel mostra que o “não” certo preserva sua energia, define limites e revela quem realmente deve ficar ao seu lado.Dizer “não” é um ato de respeito por si mesmo.
A fé não é sobre esperar.É sobre agir, mesmo sem ver o resultado ainda.Joel mostra que fé não é emoção, é decisão, continuar mesmo quando o medo tenta te parar.
Sua rotina define seu impacto.Joel mostra como pequenas decisões diárias, baseadas em propósito e saúde, podem inspirar outras pessoas sem que você perceba.Descubra como transformar atitudes simples em grande influência.
Nada é fácil, nada é de graça.Joel mostra que o verdadeiro preço do sucesso não é dinheiro, é foco, disciplina e consistência, mesmo quando ninguém está olhando.
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O sonho da sua vida não vai sossegar até que você dê atenção a ele.Descubra como ouvir sua intuição, acessar seu amuleto pessoal e transformar desejos em ações concretas todos os dias.
O mundo recompensa quem cria, quem quer e quem age.Descubra como usar sua consciência e vontade para gerar oportunidades, influenciar pessoas e conquistar resultados extraordinários.
É possível sair do interior do interior, começar como ajudante de pedreiro e construir uma empresa com faturamento de 30 milhões? Flávio JC conta sua história de superação e revela a "trindade" (Visão, Fé e Decisão) que o guiou do zero ao sucesso no mercado da construção civil.
O que você está disposto a fazer para conquistar seus objetivos?Disciplina, paciência e a capacidade de tomar decisões difíceis são essenciais para quem busca alcançar grandes conquistas.Se você está pronto para pagar o preço e deixar de se vitimizar, a transformação está ao seu alcance.
"Ora, sem fé é impossível agradar-LHE; porque é necessário que aquele que se aproxima de DEUS creia que ELE existe, e que é galardoador dos que O buscam." Hebreus 11:6"...mas o justo pela sua fé viverá." Habacuque 2:4"Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova. Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado." Romanos 14:22-23
Tem gente que passa a vida esperando motivação cair do céu.Hoje você vai descobrir por que agir primeiro muda tudo.