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Si crees que el problema es que te falta motivación o disciplina, este episodio te va a hacer replantearte todo. Te cuento por qué a mí, después de más de 10 años entrenando, sigue sin gustarme entrenar, por qué eso no importa tanto como crees.En este episodio hablamos de:Por qué la motivación nunca fue la solución (y qué la reemplaza)Cómo cambiar la forma en la que ves el entrenamiento para que deje de ser negociableEl error que cometemos al tratar la transformación física como un "lujo" en vez de una necesidadCómo construir una identidad de constancia empezando por el mínimo, no por lo perfecto
Em uma discreta rua de West Hollywood, onde apenas 14 clientes por noite conseguem um lugar à mesa, uma brasileira está na cozinha de um dos restaurantes mais exclusivos do mundo. O Somni, comandado pelo chef catalão Aitor Zabala, conquistou três estrelas Michelin apenas sete meses após a inauguração – e todas de uma vez, um feito raríssimo e histórico na gastronomia mundial. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles Entre os cozinheiros responsáveis por manter esse alto padrão, está a capixaba Brenda Liz Rocha Vieira, de apenas 30 anos. Sua história revela não apenas o caminho de uma brasileira até um dos endereços mais cobiçados da alta gastronomia, mas também como a profissão de chef ganhou uma nova dimensão nas últimas décadas. Há pouco mais de 20 anos, cursar Gastronomia ainda era visto no Brasil como uma escolha pouco convencional. Hoje, impulsionada por escolas especializadas, reality shows e pelo reconhecimento internacional da culinária brasileira, a profissão passou a atrair jovens que enxergam na cozinha uma carreira de excelência. "Eu acho que mudou, sim. Eu acho que tem um pouco mais de respeito pela profissão. Antes, era a segunda, terceira opção de carreira", diz a chef. A paixão pela cozinha, ou a vontade de comer bem, veio muito antes das estrelas Michelin entrarem no seu horizonte. "Eu sempre tive muita curiosidade na cozinha, desde pequena. Cresci com a minha avó, e ela é uma cozinheira muito boa. Eu mudei para a casa da minha mãe quando era adolescente e ela não cozinhava. Eu comecei a sentir muita falta da comida da minha avó e quis muito aprender a cozinhar." Brenda formou-se em Gastronomia em Vila Velha (ES) e começou a carreira em restaurantes brasileiros até seguir para o exterior, onde transformou cada país por onde passou em uma etapa de aprendizado. "Eu sempre busquei trabalhar em restaurantes que tenham alguma coisa que eu não sei e preciso aprender", conta. Essa busca a levou para o Canadá e também para Barcelona, onde trabalhou em restaurantes estrelados. Foi ali que começou a acompanhar o trabalho de Aitor Zabala, um dos nomes mais respeitados da gastronomia espanhola. Quando soube que o chef reabriria o Somni em Los Angeles, decidiu criar a própria oportunidade: comprou passagem e pediu para passar um dia trabalhando no local para conhecer a cozinha. Brenda insistiu por uma vaga e o que não imaginava era que o chef também enxergaria nela o perfil que procurava. Segundo Zabala, experiência e talento podem ser adquiridos ao longo da carreira, mas o que ele considera indispensável é outra característica: “atitude”, contou o badalado chef espanhol. Brenda mostrou que tem esse ingrediente e o chef trouxe a brasileira para o seu elenco. Disciplina por trás das três estrelas Ao contrário do glamour que muitos imaginam, trabalhar em um restaurante três estrelas Michelin significa viver uma rotina rígida de disciplina constante. Em Los Angeles – cidade cheia de estrelas do cinema –, há apenas dois restaurantes que ostentam o topo do guia francês, que leva em conta a qualidade dos ingredientes, o domínio das técnicas culinárias, harmonia e equilíbrio dos sabores, a personalidade do chef e a consistência ao longo do tempo. Para conseguir o feito, o caminho é árduo e para manter a constelação, é necessário rigor e precisão absoluta. "O que eu quero muito é treinar o que você tem que aprender como profissional para ter um restaurante desse nível. O que eu vejo todo dia é muita disciplina, foco e consistência. Todos os dias, nos mínimos detalhes, são milhares de detalhes. Aqui, tudo é feito todos os dias. Nada congelado. Nada cortado antes. Nada. Tudo chega todos os dias, tudo é feito todos os dias". Conseguir uma mesa no Somni não é fácil. O restaurante, que recebe clientes do mundo inteiro, possui apenas 14 lugares e as reservas costumam se esgotar rapidamente. A clientela é confidencial, mas já passaram pelo local Selena Gomez, Kanye West e Aaron Paul, astro de Breaking Bad. A cozinha mistura raízes espanholas e catalãs com ingredientes californianos e técnicas francesas, sempre em um menu altamente criativo. Para Brenda, trabalhar nesse nível também significa cozinhar para pessoas que conhecem profundamente gastronomia e que investem muito na experiência. O sonho continua sendo brasileiro Mesmo construindo uma carreira internacional entre Canadá, Espanha e Estados Unidos, Brenda nunca deixou de pensar na cozinha brasileira. Ela já levou inspirações nacionais para restaurantes onde trabalhou anteriormente, mas ainda não teve o gostinho de trazê-las para Hollywood. Embora nunca tenha visitado o Brasil, Aitor Zabala demonstra curiosidade pela culinária do país. Ele admite à RFI que conhece apenas os pratos mais tradicionais, mas acredita que ainda há muito a descobrir. O chef conta que já conversa com Brenda sobre futuras colaborações com sabores brasileiros. Mas, por enquanto, o projeto dele é seguir com as estrelas conquistadas com sua própria alquimia. Enquanto isso, Brenda vai descobrindo e aproveitando esse brilho, e aperfeiçoa a receita do seu próprio sonho: aprender entre os melhores do mundo para, um dia, colocar a alta gastronomia brasileira ainda mais em evidência. "Eu quero abrir um restaurante de comida brasileira, um fine dining brasileiro. Algo que remeta ao Brasil, à minha trajetória, a tudo que aprendi, mas a minha comida é brasileira."
Em uma discreta rua de West Hollywood, onde apenas 14 clientes por noite conseguem um lugar à mesa, uma brasileira está na cozinha de um dos restaurantes mais exclusivos do mundo. O Somni, comandado pelo chef catalão Aitor Zabala, conquistou três estrelas Michelin apenas sete meses após a inauguração – e todas de uma vez, um feito raríssimo e histórico na gastronomia mundial. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles Entre os cozinheiros responsáveis por manter esse alto padrão, está a capixaba Brenda Liz Rocha Vieira, de apenas 30 anos. Sua história revela não apenas o caminho de uma brasileira até um dos endereços mais cobiçados da alta gastronomia, mas também como a profissão de chef ganhou uma nova dimensão nas últimas décadas. Há pouco mais de 20 anos, cursar Gastronomia ainda era visto no Brasil como uma escolha pouco convencional. Hoje, impulsionada por escolas especializadas, reality shows e pelo reconhecimento internacional da culinária brasileira, a profissão passou a atrair jovens que enxergam na cozinha uma carreira de excelência. "Eu acho que mudou, sim. Eu acho que tem um pouco mais de respeito pela profissão. Antes, era a segunda, terceira opção de carreira", diz a chef. A paixão pela cozinha, ou a vontade de comer bem, veio muito antes das estrelas Michelin entrarem no seu horizonte. "Eu sempre tive muita curiosidade na cozinha, desde pequena. Cresci com a minha avó, e ela é uma cozinheira muito boa. Eu mudei para a casa da minha mãe quando era adolescente e ela não cozinhava. Eu comecei a sentir muita falta da comida da minha avó e quis muito aprender a cozinhar." Brenda formou-se em Gastronomia em Vila Velha (ES) e começou a carreira em restaurantes brasileiros até seguir para o exterior, onde transformou cada país por onde passou em uma etapa de aprendizado. "Eu sempre busquei trabalhar em restaurantes que tenham alguma coisa que eu não sei e preciso aprender", conta. Essa busca a levou para o Canadá e também para Barcelona, onde trabalhou em restaurantes estrelados. Foi ali que começou a acompanhar o trabalho de Aitor Zabala, um dos nomes mais respeitados da gastronomia espanhola. Quando soube que o chef reabriria o Somni em Los Angeles, decidiu criar a própria oportunidade: comprou passagem e pediu para passar um dia trabalhando no local para conhecer a cozinha. Brenda insistiu por uma vaga e o que não imaginava era que o chef também enxergaria nela o perfil que procurava. Segundo Zabala, experiência e talento podem ser adquiridos ao longo da carreira, mas o que ele considera indispensável é outra característica: “atitude”, contou o badalado chef espanhol. Brenda mostrou que tem esse ingrediente e o chef trouxe a brasileira para o seu elenco. Disciplina por trás das três estrelas Ao contrário do glamour que muitos imaginam, trabalhar em um restaurante três estrelas Michelin significa viver uma rotina rígida de disciplina constante. Em Los Angeles – cidade cheia de estrelas do cinema –, há apenas dois restaurantes que ostentam o topo do guia francês, que leva em conta a qualidade dos ingredientes, o domínio das técnicas culinárias, harmonia e equilíbrio dos sabores, a personalidade do chef e a consistência ao longo do tempo. Para conseguir o feito, o caminho é árduo e para manter a constelação, é necessário rigor e precisão absoluta. "O que eu quero muito é treinar o que você tem que aprender como profissional para ter um restaurante desse nível. O que eu vejo todo dia é muita disciplina, foco e consistência. Todos os dias, nos mínimos detalhes, são milhares de detalhes. Aqui, tudo é feito todos os dias. Nada congelado. Nada cortado antes. Nada. Tudo chega todos os dias, tudo é feito todos os dias". Conseguir uma mesa no Somni não é fácil. O restaurante, que recebe clientes do mundo inteiro, possui apenas 14 lugares e as reservas costumam se esgotar rapidamente. A clientela é confidencial, mas já passaram pelo local Selena Gomez, Kanye West e Aaron Paul, astro de Breaking Bad. A cozinha mistura raízes espanholas e catalãs com ingredientes californianos e técnicas francesas, sempre em um menu altamente criativo. Para Brenda, trabalhar nesse nível também significa cozinhar para pessoas que conhecem profundamente gastronomia e que investem muito na experiência. O sonho continua sendo brasileiro Mesmo construindo uma carreira internacional entre Canadá, Espanha e Estados Unidos, Brenda nunca deixou de pensar na cozinha brasileira. Ela já levou inspirações nacionais para restaurantes onde trabalhou anteriormente, mas ainda não teve o gostinho de trazê-las para Hollywood. Embora nunca tenha visitado o Brasil, Aitor Zabala demonstra curiosidade pela culinária do país. Ele admite à RFI que conhece apenas os pratos mais tradicionais, mas acredita que ainda há muito a descobrir. O chef conta que já conversa com Brenda sobre futuras colaborações com sabores brasileiros. Mas, por enquanto, o projeto dele é seguir com as estrelas conquistadas com sua própria alquimia. Enquanto isso, Brenda vai descobrindo e aproveitando esse brilho, e aperfeiçoa a receita do seu próprio sonho: aprender entre os melhores do mundo para, um dia, colocar a alta gastronomia brasileira ainda mais em evidência. "Eu quero abrir um restaurante de comida brasileira, um fine dining brasileiro. Algo que remeta ao Brasil, à minha trajetória, a tudo que aprendi, mas a minha comida é brasileira."
En este episodio de Gente Brava conversamos con Amaya Salazar, artista plástica dominicana, pintora, escultora y gestora cultural, con una trayectoria de varias décadas dedicada a construir un lenguaje propio alrededor de la luz, la naturaleza, la figura femenina y la familia.Grabada en el Centro Cultural Amaya, en el corazón de la Ciudad Colonial, esta conversación recorre una vida sostenida por el arte, la disciplina y la convicción: desde la historia de la casa que su familia encontró en ruinas y transformó en un espacio cultural, hasta su evolución de la pintura hacia la escultura y la creación de una obra profundamente conectada con su entorno.Hablamos sobre proceso creativo, constancia y permanencia. También conversamos sobre lo que implica construir una carrera artística a largo plazo: trabajar incluso cuando la idea no aparece, organizar el oficio a través de metas concretas, aprender a confiar en la propia obra antes que en la opinión externa y seguir buscando nuevos caminos después de haber alcanzado reconocimiento.Además, entramos en una conversación sobre edad, salud, espiritualidad y propósito: los hábitos que le permiten sostener un trabajo físicamente exigente, la importancia del ejercicio, la paz que encuentra en su fe y su decisión de no mirar hacia atrás, sino de mantener siempre un motivo para seguir creando.Amaya también reflexiona sobre la realidad económica del arte, la participación de las mujeres en las artes plásticas dominicanas, las limitaciones del sector cultural y los cambios que plantea la inteligencia artificial para los artistas y la autoría.Una conversación sobre arte, disciplina, familia, fe, permanencia y la decisión de seguir creciendo sin dejar de mirar hacia adelante.Este episodio fue grabado en enero de 2026, en Santo Domingo, República Dominicana.Síguenos en las redes sociales: Instagram: @GenteBrava.RD • Facebook: @GenteBrava.RD • Twitter/X: @GenteBravaRD • Web: FundaciónGenteBrava.orgTambién suscríbete a nuestro canal en Spotify, Apple Podcasts y YouTube y déjanos tu valoración en estas plataformas. Con esto apoyas el podcast dominicano y el trabajo que hacemos desde la Fundación Gente Brava.Entra a nuestra comunidad de Patreon y descubre cómo puedes apoyarnos también.Continúa la conversación utilizando la etiqueta #GenteBravaElPodcast.
Pastor John Pérez, nos comparte: ¡CADA PASO CON PROPÓSITO!CAMPEONES (PT3)
Tras la victoria de la selección contra Francia en semifinales, hablamos de la siguiente semifinal del Mundial y de nuestros posibles rivales en la final. El bulólogo Marc Amorós nos comenta las fake news más virales de los últimos días. Hablamos con Judit Pujol, Subdirectora General de Disciplina de Mercado de la Agencia Catalana del Consumo, sobre la inspección que se está llevando a cabo para vigilar la venta de gafas para el eclipse falsificadas. Se asoma a La Ventana Inmaculada Seldas, Directora de una Biblioteca Musical que, en vez de libros, presta instrumentos.
Judit Pujol, Subdirectora General de Disciplina de Mercado de la Agencia Catalana del Consumo, explica en 'La Ventana' cómo identificar estas falsificaciones.
Dios nos lleva a ser excelentes a medida que avanzamos en nuestros días. ¡Hoy, Joyce comparte virtudes que puedes aplicar a tu vida de inmediato!
He estado un mes sin hacer scroll y ha resultado ser la raíz de muchas otras cosas... Este es el resultado después de un mes de detox de tristeza. Gracias como siempre por estar aquí nos vemos en todos lados @laiascastel LEED AFTERWORK!!!!
Pastor John Pérez, nos comparte: ¡VERDADERAMENTE LIBRES!CAMPEONES (PT2)
Pastor John Pérez, nos comparte: ¡CORRE PARA GANAR!CAMPEONES (PT1)
Minha disciplina ressuscitou mudando isso (e você pode fazer o mesmo pela sua!).Minhas redes:
Este devocional es una iniciativa de la Iglesia Adventista del Séptimo Día en Keene, Texas, diseñado para fortalecer tu espíritu y renovar tu fe cada día. A través de reflexiones sencillas pero profundas, encontrarás ánimo para enfrentar los retos diarios con confianza y esperanza. Cada mensaje te invita a recordar las promesas divinas y a disfrutar de momentos íntimos y transformadores en la presencia de Jesús, reconociendo que todo es por Su gracia. Directora: Nancy Rodríguez Referencia: "Por Su gracia" (2025) | Pr. Isaías Espinoza Lector: Pr. Jairo Pérez Redes Sociales: @AdventistaDeKeene Website: https://www.keenehsda.org Créditos de la Música: "The Hopeful" | Autor: Ivan Luzan ¡Dios le bendiga!
Pedro Henriques afirma que a equipa de arbitragem teve uma prestação positiva mas acredita que podia ter mão mais pesada no capítulo disciplinar. Nota 6 em 10 para Anthony Taylor.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mintea devine asemenea lucrurilor asupra cărora meditează. Disciplina gândirii – fixând privirea pe Dumnezeu – transformă caracterul. Satana preia controlul prin apetit, dar o cumpătare strictă păstrează mintea limpede și perspicace. Privești la ce te schimbă? Citește acest devoțional și multe alte meditații biblice pe https://devotionale.ro #devotionale #devotionaleaudio
Hoy, en TU DÍA CON EL UNIVERSAL: Denuncian jueces acoso del Tribunal de Disciplina. Empresa sancionada, ligada a huachibuques. En Venezuela, celebración en medio de la tragedia: el rescate de Hernán Silva. Portugal vence a Croacia y avanza a octavos de final. Descubre cuáles son los centros de acopio en CDMX para ayudar a Venezuela. Dale play y... ¡Entérate!Un podcast de EL UNIVERSAL Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Disciplina. Resiliência. Humildade. Aprendizado contínuo. No episódio de hoje do YPOcast, recebemos Tom Osborne, fundador da Osborne Construtora, empresário, atleta e uma das lideranças mais admiradas do YPO Brasil. Tom compartilha como construiu uma empresa sólida no mercado de construção de alto padrão sem abrir mão da cultura, das relações humanas e da excelência. Mais do que uma conversa sobre negócios, este episódio é uma aula sobre consistência, liderança e evolução pessoal. Ao longo da conversa, ele relembra: - como decidiu empreender aos 23 anos; - os desafios de crescer durante crises econômicas; - a expansão da Osborne para Portugal e São Paulo; - a transformação da cultura da empresa; - o impacto do esporte na sua disciplina e mentalidade; - os aprendizados como líder dentro do YPO; - e a filosofia que guia sua vida: aprender continuamente. Tom também fala sobre medo, sucessão, formação de pessoas, autonomia, paternidade e o valor de construir relações genuínas. Um episódio profundo, humano e cheio de aprendizados para empresários, líderes e empreendedores que acreditam no longo prazo. Apresentador: Priscila Rodrigues ----------------------------------------------------------------- Disponível nas principais plataformas de streaming ou no YouTube. Spotify: https://tinyurl.com/bd2utyph Google Podcast: https://tinyurl.com/3fvjv2rb Podcast: https://podcasts.apple.com/br/podcast/ypocast/id1603751025 Youtube: https://www.youtube.com/@ypocastbrasil Siga as nossas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/ypobrasil/ Facebook: https://www.facebook.com/ypobrasiloficial/ LinkedIn: https://br.linkedin.com/company/ypobrasil Portal Exame: https://exame.com/canais-especiais/lideres-extraordinarios/ #ypobrasil #liderança #sucessoprofissional #empreendedorismo #priscilarodrigues #exame #ypo
Coral Mujaes pasó de vivir atrapada en la bulimia, el alcohol, las drogas y el caos emocional, a convertirse en empresaria, atleta de alto rendimiento y autora. Pero su transformación no empezó con motivación perfecta, ni con una vida ordenada. Empezó cuando tuvo que mirar de frente sus hábitos, su autosabotaje y la identidad que había construido desde el dolor. Hoy nos comparte cómo empezó a salir de ese lugar donde ya no confías en ti, donde prometes cambiar y vuelves a caer, donde sabes que quieres otra vida pero sigues actuando como si no la merecieras y nos muestra el poder de la disciplina. No hay nada más cansado que querer cambiar y sentir que siempre terminas volviendo al mismo lugar. Por eso te invito a mi masterclass Rompe las barreras y diseña la vida que deseas, para ayudarte a entender qué te frena, por qué te autosaboteas y cómo empezar a construir una vida más alineada contigo. Inscríbete ¡GRATIS!
En ¡Buenos Días, Javi y Mar!, Fernando Martín te hace reír con la Encuesta Absurda. Hoy ha llamado a Laura y le ha hecho estas preguntas: Si miro al cielo de noche y escucho ajjajja ¿hay luna hiena?; si voy a una tienda de caramelos y la dueña se pone a gritar y a hacer cosas sin sentido ¿es de-menta?; Si quiero hacer una maqueta de Ávila en pequeñito y el Ayuntamiento me da permiso ¿me 'avilita'?; ¿Qué le parece que la asociación de egocéntricos haya denunciado que el ballet es una disciplina que los discrimina porque hay que hacerlo con tutú? Escucha la Encuesta Absurda en CADENA 100.
En este episodio con Yuri Mendoza, escritora, conferencista y especialista en alto rendimiento, entramos a un territorio que pocas veces se cuestiona con suficiente profundidad: la manera en la que nos hablamos a nosotros mismos. Porque antes de cualquier resultado, existe una narrativa. Antes de la disciplina, existe una identidad. Y antes de romper cualquier límite externo, hay que enfrentar los que viven dentro de nuestra propia cabeza.A lo largo de su trayectoria, Yuri ha trabajado con personas que no necesitaban más talento, más información o más oportunidades. Necesitaban dejar de convertirse en su propio obstáculo. Entender por qué se sabotean, por qué abandonan lo que empiezan o por qué son capaces de exigirse tanto y confiar tan poco en sí mismas.La conversación toma fuerza cuando conecta esa visión con algo que ha marcado gran parte de su vida: el deporte. El maratón, el triatlón y la disciplina diaria como una escuela que enseña una verdad incómoda. La motivación es pasajera. Lo que realmente transforma una vida es la capacidad de sostenerse cuando desaparecen las ganas.Este episodio no trata de pensar positivo. Trata de algo mucho más difícil: aprender a construir una mentalidad capaz de sostener el crecimiento que dices querer. Porque muchas veces el límite que intentas romper no está en tus circunstancias. Está en la historia que llevas años contándote.Conecta con Yuri Mendoza:https://www.instagram.com/yuritzi_mc Suscríbete a nuestro canal en SpotifyVe la entrevista completa en YouTubeSigue negocioscool en todas nuestras redes Conecta con nosotros a través de LinkedIn
Año XX. Núm. 60. La respuesta dirigida a Mons. Heiner Wilmer, presidente de la Conferencia Episcopal Alemana, por parte del Dicasterio para el Culto Divino y la Disciplina de los Sacramentos.
La actitud más sabia ante las pruebas consiste en aceptar la adversidad tal cual es, sin preguntarnos tanto por qué nos ha venido sino cómo sobrellevarla.
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Hoy comparto contigo este que es el error 19 de 21 de esta serie especial. Y el pensamiento del que quiero hablar hoy es este: "No, no, no. A mí hablarme bonito no me sirve. Yo necesito disciplina." Y quiero invitarte a cuestionar esta idea. Porque muchas de nosotras hemos vivido creyendo que la manera de lograr resultados es siendo más duras con nosotras mismas. Exigiéndonos más. Presionándonos más. Criticándonos más. Y sí, quizá eso funciona por un tiempo. Pero también cansa. Agota. Y muchas veces termina alejándonos exactamente de lo que queremos crear. Porque una cosa es ser responsable. Y otra muy distinta es vivir peleada contigo misma. Y aquí está la diferencia que me parece importante hacer. No se trata solamente de hablarte bonito. No se trata de repetir afirmaciones frente al espejo y ya. Se trata de observar desde qué espacio estás tomando acción. Porque no es lo mismo hacer ejercicio desde: "Tengo que hacerlo porque estoy fatal." Que hacerlo desde: "Quiero cuidar de mí." No es lo mismo elegir una comida desde el castigo. Que elegirla desde el respeto. No es lo mismo vivir desde la exigencia. Que vivir desde la responsabilidad. Y sí, los resultados también son diferentes. Por eso hoy quiero invitarte a practicar este pensamiento: "Elijo moverme desde el amor y no desde la exigencia." Respira. "Elijo moverme desde el amor y no desde la exigencia." Porque cuando soltamos ese estrés innecesario que genera la pelea constante con nosotras mismas... descubrimos algo muy poderoso: Que sí podemos crear nuestra mejor versión. Y además disfrutar el camino. Concretamente, hoy te invito a cambiar el: "Yo necesito más disciplina." Por un: "Elijo moverme desde el amor y no desde la exigencia." Y observa qué cambia. Si quieres llevar a un siguiente nivel todo lo que comparto en el podcast y hacerlo vida, mantente al pendiente porque pronto podrás ser parte del más bonito espacio para lograrlo. Por lo pronto sígueme en instagram https://www.instagram.com/monicasosacoach Con mi cariño, Tu coach, Mónica Sosa.
Detrás de cada partido hay lecciones sobre esfuerzo, disciplina, trabajo en equipo y perseverancia que vale la pena compartir con los hijos.#joya
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Cuando nuestros propios errores se convierten en motivo de problemas, fracasos y caídas, ¿podemos decir que se trata de un castigo de Dios?
Cuando las reglas y consecuencias son claras, no hace falta amenazar constantemente para que los hijos las respeten.#joya
Reconocer cuando los hijos cumplen las reglas fortalece hábitos positivos y les ayuda a actuar por convicción, no por miedo. La disciplina más efectiva nace del respeto y la comprensión de los límites.#joya
Olga Diná: ¿Disciplina o maltrato infantil? | Ep. 2 | Madres Reales Podcast
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Muitas vezes olhamos para as grandes estruturas da Igreja Adventista — Uniões, Divisões e a Conferência Geral — mas a verdadeira expressão visível desse movimento acontece na Igreja Local. Mas, afinal, o que define uma igreja como verdadeiramente adventista? Neste vídeo, exploramos os elementos que compõem o DNA de uma congregação local, desde a identidade doutrinária até a prática do culto e a disciplina eclesiástica. Neste episódio, discutimos: Identidade Doutrinária: Por que a "Verdade Presente" e a Mensagem dos Três Anjos são o coração da igreja local. Estrutura e Aliança: A importância de não ser uma igreja autônoma, mas interdependente e conectada ao corpo mundial. Liderança que Serve: O papel do ancião como guardião espiritual e a liderança bíblica baseada em dons. Liturgia e Adoração: Os símbolos que nos marcam, como a Escola Sabatina e a Santa Ceia com Lava-pés. Disciplina e Santidade: Como a igreja local atua como guardiã da unidade e da pureza doutrinária. Entenda por que a organização visível não é um obstáculo ao Espírito, mas a moldura pela qual Ele age com ordem e propósito. "A Igreja local não é apenas um lugar de reunião; é uma base missionária de multiplicação." Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
Desde La Azotea Podcast | Temporada 10 | Episodio 225Iniciamos la décima temporada de Desde La Azotea Podcast con una conversación inspiradora junto a Armando Campos, profesional del bienestar, entrenador y promotor de iniciativas enfocadas en el desarrollo integral de las personas.En este episodio conversamos sobre Levian, un movimiento que busca generar espacios de crecimiento, bienestar, apoyo y empoderamiento para las mujeres, promoviendo estilos de vida saludables, autoestima, disciplina y desarrollo personal.Además, exploramos temas relacionados con liderazgo, salud física y emocional, motivación, propósito de vida y el impacto que tienen las comunidades positivas en la transformación de las personas.Una conversación honesta y enriquecedora sobre cómo pequeñas acciones pueden generar grandes cambios en la vida de quienes nos rodean.✅ El origen de Levian ✅ Apoyo y empoderamiento femenino✅ Salud física y bienestar integral✅ Liderazgo con propósito✅ Disciplina y crecimiento personal✅ Comunidad e impacto social✅ Hábitos para una mejor calidad de vida✅ Cómo convertir una idea en un movimiento que transforma vidas
En este episodio de Desde La Azotea Podcast, conversamos con cuatro jóvenes costarricenses que están construyendo su camino en áreas tan distintas como la política, el deporte de alto rendimiento y la creación de contenido digital.Nos acompañan Gabriela Zamora, Axel Aguilar, Alejandro Flores y Neshy Lee Lindo Álvarez, quienes comparten sus experiencias, desafíos, aprendizajes y la visión que tienen sobre el presente y el futuro de la juventud en Costa Rica.Hablamos sobre disciplina, liderazgo, redes sociales, creación de contenido, participación ciudadana, deporte competitivo, crecimiento personal y la importancia de mantenerse enfocados en sus metas a pesar de las dificultades.Una conversación fresca, inspiradora y llena de reflexiones para quienes creen en el poder de las nuevas generaciones para transformar la sociedad.
Lo que comenzó como un recorrido por Madrid… terminó convirtiéndose en una conversación profunda sobre negocios, inteligencia artificial, crecimiento personal y la evolución del emprendimiento moderno.
Únete a nuestra comunidad El Mapa de la Ansiedad: https://www.skool.com/elmapadelaansiedad Un espacio donde tendrás acceso a cursos, recursos y una comunidad en la que compartir con otras personas que también están aprendiendo a comprenderse, cuidarse y manejar mejor la ansiedad. Nuestra escuela de ansiedad: www.escuelaansiedad.com ️ Nuestro nuevo libro: www.elmapadelaansiedad.com Visita nuestra página web: http://www.amadag.com Facebook: https://www.facebook.com/Asociacion.Agorafobia/ Instagram: https://www.instagram.com/amadag.psico/ ▶️ YouTube Amadag TV: https://www.youtube.com/channel/UC22fPGPhEhgiXCM7PGl68rw ¿Por qué somos capaces de cuidar con tanta ternura a un animal y, sin embargo, nos cuesta tanto cuidarnos a nosotros mismos? Esta píldora parte de una paradoja muy humana. Si nuestra mascota enferma, no dudamos: corremos al veterinario, seguimos las pautas, compramos la medicación, vigilamos cada síntoma y hacemos todo lo necesario para que mejore. Pero cuando se trata de nuestra propia salud, muchas veces aplazamos citas, ignoramos señales, abandonamos tratamientos, minimizamos el cansancio o nos hablamos con una dureza que jamás usaríamos con alguien a quien queremos. Y quizá la explicación no sea simplemente la falta de tiempo, la pereza o la desorganización. Tal vez el problema sea más profundo: la relación que tenemos con nosotros mismos. A un animal lo vemos como inocente. No lo juzgamos por estar enfermo. No pensamos que “debería poder solo”. No le exigimos que sea fuerte todo el tiempo. No le reprochamos necesitar ayuda. En cambio, con nosotros mismos ocurre algo distinto. Conocemos nuestros errores, nuestras contradicciones, nuestras sombras, nuestros pensamientos menos nobles. Sabemos dónde fallamos, dónde mentimos, dónde nos dejamos caer, dónde no estuvimos a la altura. Y a veces esa conciencia se convierte en una condena silenciosa. Nos cuidamos menos no porque no sepamos lo que habría que hacer, sino porque, en algún lugar interno, sentimos que no lo merecemos. La píldora conecta esta idea con el mito del Génesis. Al adquirir conciencia, el ser humano descubre su vulnerabilidad, su desnudez y su vergüenza. Esa autoconciencia es una bendición y una carga. Nos permite crear, amar, reparar, responsabilizarnos y transformar nuestra vida. Pero también puede convertirse en una máquina de castigo interior. Muchas personas viven bajo un tirano interno que nunca descansa. Una voz que exige productividad, fortaleza, disciplina, resultados y perfección. Una voz que dice: “no pares”, “no te quejes”, “no necesitas ayuda”, “podrías hacerlo mejor”, “otros están peor”. Y así, poco a poco, el cuidado deja de parecer una responsabilidad y empieza a sentirse como un premio que solo merecemos cuando hemos rendido lo suficiente. Pero cuidarse no significa complacerse en todo. No significa hacer siempre lo que apetece, abandonar responsabilidades o vivir a merced del capricho. Cuidarse implica aprender a negociar con uno mismo. Implica responsabilidad, pero también descanso. Disciplina, pero también humanidad. Esfuerzo, pero también reparación. Si nos prometemos parar, debemos parar. Si nos prometemos descansar, debemos descansar. Si nos prometemos pedir ayuda, debemos pedirla. Porque cada vez que traicionamos una promesa interna, dejamos de confiar un poco más en nosotros mismos. Cuidarse no es egoísmo. Tampoco es una moda psicológica. Es una responsabilidad ética. Porque nuestra vida no nos afecta solo a nosotros. Afecta a quienes amamos, a quienes conviven con nosotros, a quienes dependen de nuestra presencia, nuestra calma o nuestra capacidad de estar disponibles. Tal vez una forma humilde de empezar no sea intentar arreglar el mundo, ni convertirnos en personas perfectas, ni resolver toda nuestra historia de golpe. Tal vez el primer paso sea más sencillo y más difícil a la vez: tratarnos como alguien a quien tenemos la obligación de ayudar. Porque quizá tú también mereces el cuidado que no dudarías en darle a otro ser vulnerable. Keywords autocuidado, cuidarse a uno mismo, salud mental, ansiedad, autoestima, culpa, vergüenza, tirano interno, diálogo interno, autocrítica, amor propio, responsabilidad personal, bienestar emocional, cuidado personal, psicología, terapia, promesas internas, descanso, pedir ayuda, relación con uno mismo, sufrimiento emocional, autoconciencia, Génesis, vulnerabilidad, AMADAG TV #️⃣ Hashtags #Autocuidado, #SaludMental, #Ansiedad, #Autoestima, #Psicologia, #ElMapaDeLaAnsiedad
Bernardo Silva, que se prepara para completar 30 anos, reflete sobre o percurso que o conduziu ao mais alto nível do futebol mundial, sublinhando que o talento representa apenas uma fração do sucesso: “O talento é só uma pequena percentagem, eu diria 30% do que é um futebolista”. Nesta entrevista a Daniel Oliveira, o internacional recordou os anos difíceis na formação do Benfica, entre os 12 e os 17 anos, quando o crescimento físico tardio o colocou à margem das opções dos treinadores, numa fase que descreveu como determinante. Para além da dimensão desportiva, a entrevista revelou um Bernardo Silva profundamente consciente do lugar que ocupa na sociedade, recusando qualquer tentação de vedetismo e reafirmando valores de humildade e responsabilidade cívica. A recente paternidade surgiu como o momento mais transformador da sua vida adulta, descrevendo a chegada da filha Carlota como algo que “muda a forma de olharmos para a vida”. O jogador falou ainda com nostalgia sobre Portugal, lamentando as condições que levam a juventude portuguesa a emigrar, mas recusando qualquer discurso pessimista sobre o país: “Não consigo dizer mal de Portugal. Gosto tanto do nosso país que gosto sempre de olhar de forma positiva”. A entrevista foi re-emitida na SIC a 23 de maio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoy tuve el honor de platicar con Sergio Canales, futbolista profesional con una trayectoria increíble que incluye el Real Madrid, el Real Betis y Rayados de Monterrey. Un ser humano extraordinario. Estamos acostumbrados a ver a los deportistas meter goles, ganar campeonatos, destacar. Pero no vemos lo que hay detrás. Las decisiones que toman cada día, cómo manejan la presión, cómo se levantan después de una lesión, cómo mantienen la mente cuando todo está en contra. En este episodio hablamos de mentalidad de alto rendimiento, de cómo tomar decisiones sin miedo al fracaso, de la importancia de conocerte a ti mismo, de sus hábitos, su rutina, la meditación, la terapia y cómo ha aprendido a vivir más presente. Todo lo que no se ve detrás de la pantalla.
Tema: Disciplina diaria: ¿Cómo crear hábitos que realmente duren? #TrabajaEnTiLIVE: Estaré transmitiendo en vivo todos los martes al mediodía.Replay: Episodio completo disponible en todas las redes sociales y en todas tus plataformas de podcasting favoritas.
En 6AM W, la influenciadora Paula del Palacio compartió detalles de su estilo de vida saludable.
En este episodio especial de la serie dedicada al Día de las Madres, exploramos la diferencia crucial entre pastorear el corazón de nuestros hijos y simplemente enfocarnos en su conducta externa, con la sabiduría de nuestra hermana Isaimy Marimón. Descubre por qué la crianza centrada en el Evangelio es el único camino para conducir a nuestros hijos a una obediencia genuina y piadosa.
Tu crecimiento no depende de qué tan bien lo hiciste hoy. Depende de la fidelidad de Dios. No es instantáneo, es lento, profundo… y muchas veces invisible. Aunque no lo sientas, Dios sigue trabajando en ti.
Andrei Pavel, fost #13 ATP mondial, explică ce face diferența între talent și performanță reală: disciplina, mindset, reziliența și susținerea primită.În acest nou episod Mind•Set•Match, Horia Tecău stă de vorbă cu Andrei Pavel — campion Roland-Garros la juniori, de 27 de ori jucător în Cupa Davis pentru România, fost antrenor al Simonei Halep în perioada în care a devenit numărul 1 mondial și astăzi antrenor la Power Tennis Club Otopeni.O conversație sinceră despre cum se construiește un sportiv de mare performanță, ce înseamnă o susținere sănătoasă din partea părinților și de ce, când motivația dispare, doar disciplina mai dă continuitate și progres. Andrei vorbește deschis despre groapa în care a căzut după operația de la cot, despre frica de eșec ca motor și despre identitatea pe care a trebuit să și-o reconstruiască după retragere.În acest episod Horia Tecău și Andrei Pavel au discutat despre:Cum a luat contact din întâmplare și a început singur drumul în tenisAtitudinea cu care a abordat tenisul încă din copilărieÎnceputul dificil ca antrenor, nevoia de modestie și dorința de a învăța de la fiecare sportiv Greutățile majore de la 18 ani: accidentat, rămas fără sponsori, fără echipă și cu mari datoriiCum recunoști și menții "focul" interior aprins la un copil sportivGenerația Z în sport: lipsa atenției, telefonul și sensibilitatea crescutăDe ce comparația înăbușă potențialul tinerilor sportivi (și ce să facă părinții în loc)Diferența între disciplină și motivație în drumul către performanțăCum a fost retragerea din tenis și cum se raportează acum la sport, ca antrenorMain Ingredient este un proiect Mind•Set•Match în colaborare cu Mind Architect în care explorăm poveștile din spatele trofeelor și podiumurilor și scoatem la suprafață mindsetul și gândirea și momentele care au stat în spatele performanței vizibile din exterior - https://www.mindsetmatch.ro/Acest episod a fost pus în mișcare de Crivit, brandul Lidl de echipamente și îmbrăcăminte sport."(00:00) Intro""(03:19) Cum a luat contact întâmplător cu tenisul la 8 ani""(07:17) 'Bravo, Andrei!' — competiția și disciplina ca primă hrană""(12:06) Meritocrația la primele antrenamente: jocul la perete și etapele parcurse""(13:56) Greșelile, repetiția și lecția lui Bob Brett pentru Marcos Baghdatis""(19:46) Comunismul, naționalele de la 10 ani și prietenia cu Stelian Gima""(24:06) Caseta VHS cu Thomas Muster: prima dată când a îndrăznit să viseze""(26:13) Plecarea în Germania la 16 ani și mentorii care au crezut în el""(32:16) Ce caută Andrei Pavel la un copil sportiv astăzi""(35:47) Andrei Pavel ca antrenor: 'nu sunt talentat la începători'""(40:28) 'În tenis, jucătorul face antrenorul'""(43:39) Mindset-ul în anii de început: când îți pleacă echipa, sponsorii și prietenii""(47:54) Groapa de la 19 ani: două operații, datorii și frica de eșec ca motivator""(54:35) Generația care 'involuează': de ce se aprinde mai greu 'focul' competitiv""(57:40) Zona de disconfort dozat: cum păstrezi copilul în sportul de performanță""(01:03:31) Presiunea părinților pe copilul sportiv și impactul ei negativ""(01:06:52) De ce nu mai avem bărbați români în top 100 ATP""(01:11:32) Ce să FACĂ părinții: susținere necondiționată, nu sacrificiu""(01:15:37) Ce să NU facă părinții: comparațiile și tratarea ca pe o investiție""(01:19:12) Disciplina, motivația și obiceiurile zilnice care fac diferența""(01:26:18) Identitatea pierdută la retragere și golul recunoscut târziu""(01:29:25) Tenisul de azi și cum s-ar vedea Andrei în el: Alcaraz, Sinner""(01:32:32) Visele unui antrenor: răbdarea, juniorii și un român în primul 100""(01:37:22) Power Tennis Club Otopeni — unde îl găsești pe Andrei astăzi""(01:41:09) Întrebări fulger & Billboard Question""(01:45:53) Behind the scenes și bloopers"