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O Presidente dos Estados Unidos pronunciou esta semana o discurso sobre o Estado da União. Donald Trump descreveu um país dinâmico, destacando o aumento da produção económica, a redução da inflação e vangloriando-se da política migratória. No entanto, o fact-checking -a verificação de factos- revela que muitas das afirmações não correspondem à realidade, como explicou à RFI o especialista português em política internacional Germano Almeida, sublinhando que este discurso “é um insulto à inteligência dos americanos”. Que análise se pode fazer do discurso de Donald Trump? É um discurso que é um insulto à inteligência dos americanos. É o pior discurso sobre o Estado da União que ouvi até hoje. É um discurso que aumenta os receios de um progressivo autoritarismo de Donald Trump e que, pela sua duração, desrespeita também as regras. Quase duas horas -mais do dobro do normal, o triplo de muitos outros discursos- batendo recordes no número de mentiras. Um chorrilho de mentiras a apresentar uma realidade alternativa. Dizer que herdou uma economia estagnada e que agora está muito boa, quando o crescimento económico com Trump está a cerca de metade do que era com Biden; dizer que a questão da inflacção está resolvida quando não está; voltar ao fantasma da fraude eleitoral, quando não há qualquer evidência nesse sentido. Já antecipando uma derrota nas intercalares, mostra um desrespeito pelos adversários. É alguém que, como tenho dito e escrito, não tem dimensão para ser Presidente dos Estados Unidos, embora os eleitores americanos, há um ano, o tenham querido reconduzir à Casa Branca. Tem legitimidade democrática, mas, na minha opinião, não tem dimensão para o cargo. O slogan da campanha de Trump, “Make America Great Again”, prometia, entre outros aspectos, aumentar o poder de compra dos americanos. Essa promessa tornou-se realidade? Decretam pela palavra que a questão da affordability, da sustentabilidade e do poder de compra, está resolvida. Não está. A instabilidade da política tarifária -que o Supremo considerou ilegal- já antes era marcada por avanços e recuos constantes de Trump relativamente às tarifas. Isso gera instabilidade nos mercados e nas empresas, que não sabem com o que podem contar. Tem sido um factor para que a inflação não se resolva. Não é o único, mas é um deles. Depois há a questão da imigração. Em 2025, foi registado, pela primeira vez desde 1935, um saldo migratório negativo: saíram mais pessoas dos Estados Unidos do que entraram, numa economia que está em crescimento constante e que precisa de mão-de-obra. A perda rápida de imigrantes, nomeadamente em alguns Estados, gera perdas económicas por duas razões: pela falta de mão-de-obra, que cria dificuldades às empresas, e pela quebra no consumo. Os imigrantes são também consumidores. Ainda relativamente à política de imigração e à actuação das autoridades, têm surgido críticas junto da população e até no seio dos republicanos. Há estudos que mostram que 77% dos americanos defendem que as acções do ICE devem ser realizadas com mandado judicial, e apenas cerca de 20% apoiam acções sem qualquer mandado. Mesmo quem defende deportações em massa não defende que indivíduos mascarados, nas ruas dos Estados Unidos, abordem pessoas, as detenham ou usem força excessiva. A morte de dois cidadãos americanos prejudicou a imagem do país? Isso não foi referido por Trump no discurso do Estado da União. Dois cidadãos americanos, que não constituíam qualquer perigo para a ordem pública ou para os agentes envolvidos, foram mortos nas ruas de Minneapolis. É de enorme gravidade. Já aqui falámos das taxas alfandegárias, apresentadas como mecanismo para aumentar o poder de compra. O Supremo Tribunal considerou várias dessas taxas ilegais. Ainda assim, Trump avançou com novas tarifas de 15% para todos os países. Nada parece travar o Presidente. Essas taxas são utilizadas como forma de pressão da política externa? Donald Trump usa as tarifas como instrumento de pressão geopolítica. O Supremo foi muito claro: o Poder Executivo não tem poder tributário. Está escrito no acórdão. O tribunal considerou a grande maioria das tarifas ilegais, especificando as excepções. Levanta-se agora a questão, colocada pelos democratas e por algumas empresas, de um eventual reembolso do que foi pago indevidamente. Não me parece que isso venha a acontecer, mas veremos. Trump insiste numa política de tarifas que considero uma aberração, mas tem legitimidade política para a defender. Em termos de política externa, Donald Trump afirmou que -desde que regressou ao poder- acabou com oito conflitos e falou do Irão, um discurso ambíguo entre ameaças e acordos. Os Estados Unidos podem atacar o Irão? Os Estados Unidos vão atacar o Irão. Não tenho qualquer dúvida, tendo em conta o grau de envolvimento militar actual na região. Noutro contexto, com outro tipo de alianças, poderia discutir-se, tendo em conta o regime actual e o risco do programa nuclear iraniano, que é real. Mas os Estados Unidos estão a agir praticamente sozinhos, contra a opinião de aliados regionais como a Arábia Saudita, a Turquia, o Qatar ou os Emirados Árabes Unidos. Há outra contradição: Trump rompeu, em 2018, o acordo nuclear negociado por Barack Obama, que estava a funcionar, classificando-o como “a pior coisa de sempre”, e agora pretende usar poder militar para forçar o Irão a aceitar um acordo semelhante. Historicamente, os segundos mandatos tendem a privilegiar a política externa. É assim que se explica este intervencionismo -Groenelândia, Venezuela, Irão? Há uma tendência para tentar racionalizar o que não é racional. Não vejo essa racionalidade. Trump dizia ser o Presidente que não fazia guerras. Mas Trump, como tenho escrito, não é para levar a sério. Está cada vez pior. Há sinais de decadência cognitiva e de crescente autoritarismo. A base “MAGA” acreditava que tinha terminado a fase do intervencionismo americano. Mas Trump entusiasma-se com o poder militar. O Irão não é a Venezuela. É um país muito maior, mais distante, com mais capacidade. Sabe-se como uma intervenção militar pode começar; não se sabe como pode terminar. No discurso, Trump procurou preparar o terreno para as eleições intercalares de Novembro. A popularidade do Presidente dos Estados Unidos está em mínimos. Há risco de implosão numa sociedade tão polarizada? As eleições de Novembro podem funcionar como estabilizador, se os americanos, pelo voto, sinalizarem que esta administração está a falhar. Todavia, antecipando uma eventual derrota, Donald Trump e vários senadores republicanos já começam a falar de fraude eleitoral. Nos Estados Unidos, as eleições intercalares envolvem 50 sistemas estaduais distintos. A narrativa será focar os Estados competitivos com administração democrata e alegar irregularidades nesses casos. Não falarão de todos. Nos Estados claramente republicanos, presumem controlo. Há ainda medidas preocupantes, como cortes em programas federais em Estados governados por democratas, numa lógica de retaliação política. Isto é de enorme gravidade e coloca em causa a coesão federal.
Confira no Morning Show desta terça-feira (24): O senador e pré-candidato às eleições presidenciais Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma publicação na rede social X nesta segunda-feira (23) pedindo apoio dos eleitores com o uso da linguagem neutra. “Está todo mundo querendo vencer a discussão. Mas o que precisamos é ganhar a eleição! Gostaria de contar com todas, todos, todes, todys e todXs!” Um magistrado do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP) foi afastado de suas funções por 30 dias devido a um histórico de baixa produtividade, um problema que se arrasta desde 2012. O grande alvo das críticas dos comentaristas foi a natureza da punição no sistema judiciário brasileiro. A comentarista Jess Peixoto apontou a ironia da situação, destacando que o afastamento é remunerado, funcionando, na prática, como "férias" para um profissional que já não estava produzindo. O repórter Igor Damasceno informa que o banqueiro Daniel Vorcaro utilizou um habeas corpus concedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, para não comparecer à CPMI do INSS. Apesar da manobra jurídica, a comissão não abriu mão do depoimento e estuda alternativas para questioná-lo sobre as fraudes em 250 mil contratos de aposentados e pensionistas. O programa Morning Show repercute a estreia do apresentador José Luiz Datena na Rádio Nacional, marcando o início de um programa feito em acordo com o governo federal. Em seu primeiro dia no ar, Datena recebeu como convidado Guilherme Boulos (PSOL). Durante a conversa, a dupla relembrou com ironia o emblemático episódio da "cadeirada" desferida por Datena em Pablo Marçal nos debates eleitorais. Em um trecho do áudio, ao mencionar a vontade de "lavar a alma do povo brasileiro", ambos caem na gargalhada. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), rebateu nesta segunda-feira (23) uma declaração do CEO global da Enel, que afirmou que nem “Jesus Cristo” conseguiria evitar apagões na região metropolitana por causa da arborização urbana. Em resposta, Nunes classificou a fala como um deboche e acusou a concessionária de incompetência na prestação do serviço, afirmando que mais de 80% dos pontos sem energia não tiveram queda de árvores. Nos Estados Unidos, a Suprema Corte impôs uma dura derrota ao presidente Donald Trump, julgando inconstitucional a sua medida que aplicava um "tarifaço" global de 15% sobre as importações. A decisão gerou reações imediatas em cadeia: a China exigiu a suspensão definitiva das tarifas, enquanto a Europa congelou as negociações de novos acordos bilaterais com os americanos. O governo do México anunciou nesta segunda-feira (23) o envio de mais 2 mil soldados ao Jalisco após a operação que resultou na captura e morte de Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”. Segundo o Ministério da Defesa do México, a medida ocorre em resposta à onda de violência desencadeada por facções criminosas, incluindo bloqueios de estradas, incêndios e ataques a prédios públicos, supostamente ordenados por uma liderança conhecida como “El Tuli”. O repórter Rodrigo Costa informa que as fortes chuvas deixaram um rastro de destruição, resultando em pelo menos 22 mortes, sendo 16 em Juiz de Fora e seis na cidade de Ubá. O Corpo de Bombeiros segue realizando buscas intensas por pelo menos 45 pessoas que continuam desaparecidas em meio aos escombros e alagamentos. Em pronunciamento, o governador Romeu Zema afirmou que todas as forças do estado, incluindo Defesa Civil e polícias, estão mobilizadas para prestar socorro. O programa Morning Show traz atualizações decisivas sobre o caso do influenciador digital Hytalo Santos e seu marido, Israel. Por dois votos a um, a Justiça da Paraíba negou o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa, mantendo a prisão preventiva do casal. Hytalo foi condenado a 11 anos e 4 meses de prisão, enquanto Israel recebeu a pena de 8 anos e 10 meses. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
O irmão do rei da Inglaterra passou quase 11 horas preso em Londres. O ex-príncipe Andrew é investigado por envolvimento com Jeffrey Epstein e é suspeito de entregar segredos do governo britânico para o bilionário acusado de crimes sexuais. Nos Estados Unidos, Donald Trump disse que, sem acordo, pode atacar o Irã em até 15 dias, e a imprensa americana considerou risco de bombardeio já no sábado. No Brasil, o ministro do STF Flávio Dino proibiu que novas leis gerem penduricalhos acima do teto do funcionalismo. O Carnaval registrou o maior número de mortes em estradas desde 2020 A Polícia de Goiás concluiu o inquérito sobre a morte de uma corretora de imóveis em dezembro. E a Polícia de São Paulo investigou o roubo de um cofre inteiro, carregado de joias milionárias.
O Supremo Tribunal Federal reuniu todos os ministros para discutir o caso Master. A crise se agravou depois de a Polícia Federal mostrar que Dias Toffoli foi citado em mensagens no celular de Daniel Vorcaro. Toffoli admitiu que é sócio da empresa que vendeu participação no resort Tayayá, mas negou irregularidades e disse não ver impedimento para continuar relator do caso Master. O presidente do STF, Edson Fachin, pediu que o procurador-geral da República analise uma eventual suspeição do ministro Dias Toffoli. Nos Estados Unidos, Donald Trump determinou o fim da operação contra imigrantes em Minnesota. E, nas Olimpíadas de Inverno, um atleta da Ucrânia foi desclassificado por homenagear mortos da guerra contra a Rússia.
Ouça o que movimentou o mercado nesta sexta-feira.
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Convidado: Arthur Dapieve, comentarista da GloboNews e professor de Jornalismo Cultural na PUC Rio. Bad Bunny levou ao palco do maior evento esportivo dos Estados Unidos uma apresentação inteiramente em espanhol, carregada de símbolos latino-americanos e referências a Porto Rico, onde nasceu. Ele foi a atração do intervalo do Super Bowl – final da liga de futebol americano, com audiência de 135 milhões de telespectadores apenas nos EUA – deste domingo (8), realizado na Califórnia. Quando o cantor porto-riquenho foi anunciado como atração do evento, em outubro do ano passado, Donald Trump disse não saber quem ele era. Depois do show, o presidente americano afirmou que ninguém entende uma palavra do que Bad Bunny diz. Nos Estados Unidos, são 68 milhões de latinos, 20% da população total do país. E o artista, que é crítico da política imigratória de Trump, venceu o Grammy 2026 de Melhor Álbum do Ano e foi o mais ouvido no Spotify global em 2025 – suas músicas já foram reproduzidas mais de 20 bilhões de vezes na plataforma. Convidado de Natuza Nery neste episódio, Arthur Dapieve conta a trajetória de Bad Bunny, da classe média baixa de Porto Rico até se tornar uma estrela da cultura pop global. Comentarista da GloboNews e professor de Jornalismo Cultural na PUC Rio, Dapieve também analisa o impacto do show para a imagem de Trump e comenta a influência latina na cultura e na economia dos Estados Unidos.
No 3 em 1 desta segunda-feira (09), o destaque foi o avanço das investigações do caso Banco Master. A Polícia Federal conseguiu quebrar a criptografia e acessar o celular do banqueiro Daniel Vorcaro após semanas de tentativas. Os agentes buscam mensagens, documentos e imagens que possam reforçar as linhas de apuração sobre a atuação da instituição financeira. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhou à CCJ a proposta que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal de trabalho. O texto reúne iniciativas de parlamentares da base governista e ainda deverá passar por comissão especial e pelo plenário. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que as investigações sobre o caso Banco Master ocorreram com autonomia e sem pressão externa. Ao comentar a liquidação extrajudicial da instituição, ele agradeceu ao presidente Lula (PT) e ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), pela condução do processo. Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump criticou o show do intervalo do Super Bowl, classificando a apresentação do cantor porto-riquenho Bad Bunny como uma “bagunça” e questionando a escolha do artista para um dos eventos de maior audiência da televisão americana. No cenário político brasileiro, o presidente Lula (PT) intensificou as articulações com partidos do Centrão, como MDB e União Brasil, visando a formação de alianças para as eleições de 2026. A estratégia também envolve o PSD, que avalia candidatura própria, enquanto diferentes siglas disputam o apoio do bloco de centro. Nos bastidores, a movimentação é vista como tentativa de ampliar a base política e isolar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). Pesquisa do Real Time Big Data mostra Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno das eleições de 2026 e aponta que 26% dos eleitores se identificam como de centro. No 3 em 1, comentaristas analisam o peso desse eleitorado e a possibilidade de migração de votos no cenário eleitoral. Durante evento no Instituto Butantan, em São Paulo, o presidente Lula afirmou que não quer brigar com Donald Trump, mas destacou as raízes nordestinas ao comentar a relação com o presidente norte-americano. A declaração teve repercussão política e internacional. Na área econômica, o acordo entre Mercosul e União Europeia avançou na Câmara dos Deputados após parecer favorável do deputado Arlindo Chinaglia (PT), presidente da representação brasileira no Parlamento do Mercosul. O texto deverá ser analisado pelo Congresso Nacional, aumentando a expectativa sobre a votação em plenário. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta segunda-feira (09): O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, optou por não comparecer a uma agenda oficial no Instituto Butantan nesta segunda-feira (09). O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.De acordo com informações oficiais do Palácio dos Bandeirantes, o governador será representado no compromisso pelo secretário de Saúde do estado, Eleuses Paiva. A ausência ocorre em um momento de articulações políticas entre as esferas estadual e federal. A estatal Correios admitiu a possibilidade de interromper o atendimento em todos os municípios brasileiros. A medida visa garantir a sustentabilidade das finanças da empresa pública sob a gestão do governo federal. Para equilibrar as contas, a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja rever as regras de universalização de determinados serviços postais. Polícia Militar de São Paulo emitiu um alerta para que moradores, foliões e motoristas evitem a região da Rua da Consolação, no centro da capital, neste domingo (08). A orientação ocorre após episódios de tumulto e superlotação registrados durante a passagem de megablocos de Carnaval. De acordo com comunicado oficial do prefeito Ricardo Nunes, foi necessário acionar um plano de contingência para conter a situação. O problema se intensificou durante a apresentação de grandes atrações, como o Bloco Skol com o DJ Calvin Harris, resultando em grades de contenção derrubadas e excesso de público na via. Nos Estados Unidos, sob a gestão do presidente Donald Trump, as gigantes de tecnologia Instagram e YouTube estão no banco dos réus. Um júri em Los Angeles começou a analisar se as plataformas foram projetadas deliberadamente para viciar crianças e adolescentes. As empresas são acusadas de explorar mecanismos psicológicos e neurobiológicos para manter os usuários conectados por mais tempo, visando o lucro acima da saúde mental. Cuba anunciou a suspensão do fornecimento de querosene em seus aeroportos a partir desta terça-feira (10). A medida é reflexo da grave crise energética que atinge a ilha, intensificada após o presidente Donald Trump capturar o ditador venezuelano Nicolás Maduro, interrompendo o fluxo de combustível para o país caribenho. A escassez de petróleo se agravou com a nova ordem assinada por Donald Trump, que estabelece tarifas punitivas contra nações que exportam combustíveis para a ilha. A CPMI do INSS teve seus trabalhos esvaziados nesta segunda-feira (09) após o cancelamento dos depoimentos previstos. O empresário Paulo Camisote, filho de um dos sócios do "Careca do INSS", apresentou um atestado médico de última hora. O senador Carlos Viana, presidente da comissão, afirmou que não aceitará manobras protelatórias para barrar as investigações. Além de Camisote, o deputado estadual Edson Araújo também justificou ausência por questões de saúde. O show do intervalo do Super Bowl na Califórnia, em que o Seattle Seahawks levou a vitória, foi marcado por mensagens políticas do cantor Bad Bunny. O artista porto-riquenho utilizou o palco de maior audiência do mundo para criticar as duras medidas de imigração do presidente Donald Trump. O tom do show, que exaltou a cultura latino-americana e questionou o conceito de "América", irritou o governo. O presidente Donald Trump reagiu reforçando o movimento America First, enquanto o artista surpreendeu ao apagar suas redes sociais logo após a apresentação. O governo do primeiro-ministro Keir Starmer enfrenta sua pior crise após novas revelações do caso Jeffrey Epstein. Nesta segunda-feira (09), o chefe de gabinete Morgan McSweeney e o secretário de comunicação Tim Allen renunciaram aos cargos. As demissões ocorrem após a exposição de ligações entre membros do governo e o embaixador Peter Mandelson, amigo próximo do falecido criminoso. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Os Correios, em crise, puseram à venda imóveis em todo o Brasil, e a lista revelou o desperdício de dinheiro público. São agências e prédios em mau estado de conservação ou abandonados ao longo do tempo. Organizações da sociedade civil cobraram o fim dos penduricalhos e pediram que o presidente Lula vete os reajustes a servidores da Câmara e do Senado. A Polícia Federal investigou a Amapá Previdência, que investiu R$ 400 milhões no Banco Master. O Supremo interrogou o ex-deputado foragido Alexandre Ramagem. Nos Estados Unidos, lideranças políticas repudiaram a publicação de um vídeo racista por Donald Trump. Na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Inverno, a delegação brasileira desfilou no ritmo do passinho.
Neste episódio do Dedo no Pulso, referente à semana de 2 a 8 de fevereiro de 2026, o programa analisa uma agenda intensa de indicadores no Brasil e no exterior. No Brasil, destaque para o IGP-DI em deflação, IPCA da Fipe, balança comercial e produção industrial, que segue em desaceleração com expectativa de resultado negativo no primeiro trimestre. O Copom manteve a Selic em 15%, mas sinalizou início de flexibilização já em março, apontando maior confiança na queda da inflação e expectativas mais bem ancoradas. Nos Estados Unidos, foco no mercado de trabalho com Payroll, taxa de desemprego e pedidos de seguro-desemprego, além da decisão do Fed de manter juros. O episódio comenta também a indicação de Kevin Warsh para substituir Jerome Powell como chairman. Na Europa, saíram dados de varejo, IPP e PMIs. No Brasil, os números fiscais revelaram deterioração: dívida bruta em 78,7% do PIB, déficit primário de R$ 55 bilhões e pagamento recorde de R$ 1 trilhão em juros em 2025, equivalente a 7,9% do PIB. O episódio conclui com alerta sobre os impactos da política fiscal irresponsável, a pressão sobre juros e os riscos para o crescimento econômico, além da preocupação com a inadimplência no setor agro.
O caso Minneapolis mobilizou americanos contra Donald Trump. Em Nova York, São Francisco, Los Angeles e Filadélfia, manifestantes foram às ruas em reação à política de imigração do governo. O cantor Bruce Springsteen fez uma homenagem ao enfermeiro Alex Pretti, morto por agentes federais. O Departamento de Justiça e o FBI assumiram a investigação do caso. No Brasil, as contas públicas fecharam dois mil e vinte e cinco com um rombo de R$ 55 bilhões. Nas empresas estatais, o déficit atingiu quase seis bilhões de reais. No INSS, o prejuízo foi de R$ 320 bilhões. A taxa de desemprego caiu para 5,6%, o melhor resultado da série histórica do IBGE. Em depoimento ao Supremo, o diretor de fiscalização do Banco Central disse que o banco de Daniel Vorcaro tinha apenas R$ 4 milhões em caixa quando foi liquidado. Nos Estados Unidos, morreu, aos setenta e um anos, a atriz Catherine O'Hara.
Confira no Morning Show desta quarta-feira (28): Pela primeira vez na história, o Nordeste registrou o maior número de mortes no trânsito no Brasil, superando as demais regiões. O dado alarmante revela que os acidentes com motocicletas já respondem por mais da metade dos óbitos na região. O governo federal estuda novas diretrizes para tentar frear a violência nas estradas nordestinas. O governador Ronaldo Caiado (PSD-GO) anunciou nesta terça-feira (27) sua saída do União Brasil e a filiação ao PSD para disputar a Presidência em 2026. Ao lado de Eduardo Leite (PSDB-RS) e Ratinho Júnior (PSD-PR), ele selou um pacto de união, garantindo que o nome da direita que avançar terá o apoio total dos demais. O objetivo é evitar a divisão no primeiro turno para derrotar o presidente Lula (PT). Em agenda oficial em Jerusalém nesta terça-feira (27), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou duramente a política externa do presidente Lula (PT), classificando-a como antissemita. O parlamentar defendeu um alinhamento maior com Israel, enquanto o Planalto reagiu rapidamente por meio de nota. O governo rebateu as acusações, defendendo a tradição diplomática brasileira e lamentando a utilização de temas sensíveis para disputas políticas internas. O forte temporal que atingiu São Paulo nesta terça-feira (27) deixou cerca de 80 mil imóveis sem energia elétrica, segundo balanço das concessionárias. O Corpo de Bombeiros confirmou 33 chamadas para quedas de árvores que bloquearam vias e atingiram a rede elétrica em diversas regiões da capital. A Defesa Civil mantém o estado de atenção devido ao risco de novos alagamentos e deslizamentos, enquanto o trânsito registrou lentidão recorde em pontos críticos. O mercado financeiro aguarda com cautela as decisões da "Super Quarta" nesta semana. A tendência é que o Banco Central, sob o comando de Gabriel Galípolo, mantenha a taxa Selic em 15% ao ano para conter a inflação. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve também deve manter os juros no intervalo entre 3,5% e 3,75%. O cenário exige atenção do presidente Lula (PT), que busca fomento ao consumo, enquanto Donald Trump observa os reflexos no dólar global. O governo do Equador enviou uma nota oficial de protesto à Casa Branca após denunciar que um agente do ICE tentou invadir seu consulado em solo americano. O incidente ocorre em meio à política de tolerância zero do presidente Donald Trump contra a imigração ilegal. O Equador exige que o episódio não se repita, alegando violação das normas diplomáticas internacionais. O presidente Lula (PT) acompanha o caso, que acende um alerta sobre a soberania das representações estrangeiras nos Estados Unidos. Agentes penitenciários interceptaram nesta terça-feira (27) uma entrega inusitada em um presídio: ampolas da substância Mounjaro, conhecida como "caneta emagrecedora". O material foi descoberto porque o destinatário estava incorreto, levantando suspeitas sobre o comércio ilegal de medicamentos de alto custo dentro do sistema prisional. O caso agora é investigado pela Polícia Civil para identificar a origem das ampolas e como elas driblaram a segurança inicial. O mundo do fisiculturismo está em luto após a confirmação da morte de um premiado atleta, aos 60 anos, vítima de um infarto fulminante. Conhecido pelo rigor nos treinos e longevidade no esporte, o campeão passou mal nesta terça-feira (27) e não resistiu. O caso levanta discussões sobre os limites do corpo e a saúde cardiovascular em atletas de alta performance na maturidade. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Pela quinta vez seguida, o Banco Central manteve os juros em 15%, mas indicou que pode começar a baixar a taxa a partir de março. Nos Estados Unidos, apesar da pressão de Donald Trump, o Banco Central interrompeu o ritmo no corte dos juros. O presidente do Fed, Jerome Powell, disse que inflação e incertezas econômicas continuam elevadas. A Polícia Federal abriu inquérito para investigar ataques de influenciadores ao Banco Central. O presidente Lula falou em intervenções militares ilegais na América Latina. A Anvisa ampliou o acesso ao uso de cannabis medicinal no Brasil. Aposentados e pensionistas encontraram agências do INSS fechadas em todo o país e reclamaram da falta de atendimento.
Confira na edição do Jornal da Record desta segunda (26): Lula conversa com Trump, sugere Conselho de Paz somente para Gaza e combina encontro em Washington. Petrobras reduz o preço da gasolina em R$0,14 por litro nas refinarias. Diretor-Geral da PF diz que peritos já tiveram acesso a provas envolvendo Banco Master. Nos Estados Unidos, tempestade de neve provoca mortes, cancelamento de voos e apagões. Militares encontram corpo de último refém levado por terroristas do Hamas em ataque contra Israel. No Paulistão: Corinthians vence Velo Clube no último minuto com apoio de torcedora especial.
O ICE (Serviço de Imigração e Alfândega) é a agência federal dos Estados Unidos responsável por aplicar as leis de imigração. Na prática, identifica, detém e deporta pessoas que estão no país ilegalmente. O ICE é controverso porque atua dentro do território norte-americano, como tem acontecido em Minneapolis, e não apenas nas fronteiras e também porque tem ampla margem de atuação e a linha entre aplicar a lei e violar direitos tem sido frequentemente ultrapassada. O que se passa com o ICE e como é que sua acção está a impactar na vida política e social dos norte-americanos? À procura de respostas, conversamos com João Maria Jonet, comentador da SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nos Estados Unidos, Alex Jeffrey Pretti, enfermeiro de 37 anos, foi morto a tiro por agentes federais, durante uma operação de anti-imigração em Mineápolis, quando participava num protesto contra a política migratória de Donald Trump. O caso reacendeu o debate sobre o reforço da presença federal nas cidades norte-americanas e os riscos de agravamento da tensão política e institucional. Victor Ramon Fernandes, professor de Relações Internacionais na Universidade Lusíada, em Lisboa, e em Sciences Po Aix-en-Provence, analisa as implicações do reforço da presença federal em cidades norte-americanas e os riscos de escalada da tensão interna no país. Trata-se do segundo cidadão norte-americano morto a tiro por agentes federais ligados ao serviço de imigração e Controlo Alfandegário -ICE- em menos de três semanas, depois do assassínio de Renée Nicole Good, no dia 7 de Janeiro. Alex Jeffrey Pretti, um enfermeiro de 37 anos, foi morto a tiro neste sábado, 24 de Janeiro, por agentes federais durante uma operação de anti-imigração em Mineápolis, quando participava numa manifestação contra a política migratória do Presidente Donald Trump. De acordo com o responsável da polícia anti-imigração, Greg Bovino, Alex Pretti aproximou-se dos agentes armado com uma pistola semi-automática de nove milímetros, tendo resistido à tentativa de desarmamento e foi abatido em legítima defesa. No entanto, vídeos analisados pela Associated Press contradizem essa versão oficial, com imagens a mostrar Alex Pretti a segurar o telemóvel na mão durante uma altercação de cerca de 30 segundos. Durante a luta, os agentes terão descoberto que estava na posse de uma arma e abriram fogo com vários disparos. A morte de Alex Pretti gerou forte indignação pública e protestos contra a presença do ICE em Minneapolis, que se intensificaram nas últimas semanas. Victor Ramon Fernandes, professor de Relações Internacionais na Universidade Lusíada, em Lisboa, e em Sciences Po Aix-en-Provence, analisa as implicações políticas e institucionais do reforço da presença federal em cidades norte-americanas e os riscos de escalada da tensão interna no país. Trata-se do segundo cidadão norte-americano morto a tiro por agentes federais ligados à imigração em menos de três semanas. O direito à manifestação está ameaçado nos Estados Unidos? Aquilo que está aqui a ser feito é, de alguma forma, uma tentativa de controlo e de tornar o ICE, enquanto entidade, mais coesa, o que acaba por se traduzir numa espécie de perseguição a cidadãos de outros países que se encontram em situação irregular nos Estados Unidos. Naturalmente, isto está a ser feito de uma forma que pode ser considerada contraproducente, até para aquilo que são as próprias intenções dos Estados Unidos. Trata-se de uma abordagem muito violenta. O ex-Presidente norte-americano Barack Obama, que classificou a morte como uma tragédia devastadora e apelou à vigilância contra aquilo a que chamou de ataques aos valores fundamentais americanos. Os valores fundamentais americanos estão a ser atacados? Sim. Pelo menos aquilo que são os valores tradicionais pelos quais todos pensamos que os Estados Unidos se têm pautado, de forma genérica. No entanto, vale a pena relembrar o discurso recente do Primeiro-Ministro do Canadá, Mark Carney - em Davos - que veio demonstrar que esta narrativa, que vimos repetidas várias vezes - e que foi particularmente clara não só com Obama, mas também com Biden - assenta numa discursiva ligada a determinados valores que, na prática, só se aplicam quando coincidem com os interesses dos Estados Unidos. Essa intervenção veio lembrar, para quem não sabia ou para quem precisava de o ouvir novamente, que essa discursiva tem também uma componente de falsidade e que isso deve ser tido em consideração. Não vale a pena embelezar excessivamente a história dos valores tradicionais norte-americanos, porque tem havido falhas evidentes, inclusive sob presidências democratas, como aconteceu com Obama e, em particular, com Biden e não apenas com Trump. Vários políticos democratas, em Mineápolis, falam em "ocupação" e pedem ao Presidente Donald Trump que ordene a retirada de 3.000 agentes. Há o risco de a situação poder degenerar? Eu diria que, de alguma forma, já degenerou. Tivemos vários incidentes preocupantes e, sem falar propriamente de uma situação de guerra civil, é evidente que estamos perante um cenário que suscita apreensão. A continuação destas políticas e a adopção de medidas que intensificam este tipo de acções podem agravar ainda mais a situação. Estes incidentes são pouco usuais num país como os Estados Unidos. Existe o risco de uma guerra civil? Não iria tão longe. Embora não se possa excluir nada, também não me parece que a situação tenha chegado a esse ponto. Há, por vezes, uma tendência para extrapolar casos particulares para o geral de forma abusiva. Os Estados Unidos são um país muito grande e não vale a pena, pelo menos neste momento, ir por aí. O Presidente dos Estados Unidos acusa os democratas de serem responsáveis pelo caos, num verdadeiro braço-de-ferro político… Trata-se de uma sociedade que, desde há algum tempo, está profundamente dividida. Existe uma tensão clara entre duas Américas que se opõem e que se identificam, respectivamente, com o Partido Democrata e com o Partido Republicano, em particular com a ala MAGA deste último. Esta divisão e essa tensão latente explicam este tipo de situações e tudo indica que irão continuar. Por outro lado, o Partido Democrata está também preocupado em recuperar uma posição que, neste momento, não detém no panorama político norte-americano, face à situação actual do Partido Republicano. Os democratas já ameaçaram bloquear o financiamento do Departamento de Segurança Interna. Quais poderão ser as implicações para o país se isso acontecer? Se essa opção avançar, poderá dificultar, em certa medida, as opções de política do Presidente Trump. Mas vamos ver se isso acontece ou não. Tudo dependerá das decisões no Congresso. Sabemos que, no final do ano, haverá novos desenvolvimentos e que o tempo político passa depressa. Teremos de dar algum tempo ao tempo, se me é permitida a expressão. Considera que esse bloqueio pode levar Donald Trump a recuar? É difícil de prever. Donald Trump tem ideias muito fixas, mas já demonstrou no passado que entra em posições muito duras e depois acaba por recuar parcialmente. Resta saber o que conseguirá fazer no controlo dos ímpetos do ICE, que actua com a legitimidade que considera ter, atribuída directamente pelo Governo federal. Se Trump perceber que esta situação contraria os seus próprios interesses, poderá recuar um pouco, embora até agora tenha dado poucos sinais disso. As declarações de Donald Trump têm provocado várias reacções e fala-se até da saúde mental do Presidente dos Estados Unidos. Existe a possibilidade de isto terminar num processo de impeachment? Quanto às questões de saúde mental, não me pronuncio, porque não fazem parte das minhas competências e não tenho conhecimento suficiente sobre o assunto. É verdade que o tema do impeachment tem sido referido várias vezes, associando determinadas actuações a possíveis tentativas por parte do Congresso. Vamos ver se essas tentativas surgem e, caso surjam, se terão condições para avançar. Um impeachment é sempre um processo extremamente complexo e difícil. A experiência passada mostra que raramente acontece e que, muitas vezes, os Presidentes acabam por abandonar o cargo antes de o processo se concluir. Não é algo que aconteça de um dia para o outro. Pode acontecer, mas não me parece ser o cenário mais provável.
Nos Estados Unidos, o sensacional caso da babá brasileira Juliana Peres Magalhães, que tinha um caso amoroso com o patrão e que é acusada de ajudá-lo a matar a esposa e um outro homem. Em depoimento ela se voltou contra o ex-amante.
Em uma temporada em que o Brasil volta a ocupar espaço de destaque nas grandes premiações, de festivais europeus a Hollywood, os artistas da voz também entram em cena. No último fim de semana, mais de duas dezenas de brasileiros participaram da premiação do 12º SOVAS (Society of Voice Arts & Sciences) Voice Awards, conhecido como o “Oscar da voz”. O paranaense Sebastian Zancanaro consolidou esse protagonismo ao estabelecer o recorde da noite e aparecer, com sua equipe, em 11 indicações e vencer em duas categorias. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles A cerimônia premia profissionais de dublagem, locução, audiolivros, animação, publicidade e audiodescrição e aconteceu no mesmo palco em que, no domingo anterior, Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho receberam o Globo de Ouro, em Beverly Hills. “Receber o SOVAS é uma honra imensa. Esse prêmio tem um peso real em Hollywood porque celebra a excelência da voz e de quem vive contando histórias. Estar aqui cercado pelos melhores dos melhores da nossa indústria me inspira, contagia e eleva o nosso trabalho, eleva o meu trabalho. Representar o Brasil e a nossa comunidade nesse espaço é motivo de muito orgulho”, conta Sebastian. No SOVAS deste ano, cinco projetos produzidos pelo brasileiro — três longas-metragens e duas séries — chegaram à lista final. As indicações vieram pelo trabalho como produtor e diretor de elenco, e as estatuetas vieram por “Escape From ISIS” e “Crônicas de Exorcismo: O Início”. Este é o segundo ano consecutivo em que Sebastian é indicado ao SOVAS. Em 2025, ele já havia levado duas estatuetas pelo trabalho no filme “Deep Sea”. De Ponta Grossa a Hollywood A trajetória do brasileiro começou cedo e longe dos estúdios californianos. “Nasci em Ponta Grossa, no Paraná, e fiz teatro lá. Com 14 anos, peguei carteira profissional como ator. Então fiz muito teatro, escrevi também peças, poesias e tinha alguns membros da minha família que também faziam parte do teatro em Curitiba. Sempre tive essa paixão, essa curiosidade pelas artes. Sempre quis morar nos Estados Unidos, porque eu tinha uma paixão, uma afinidade muito grande pela língua inglesa, e com 18 anos eu vim para cá, na década de 1990”, relembra. Nos Estados Unidos, Zancanaro se formou pela Academia Americana de Artes Dramáticas, em Nova York, mas fincou residência em Los Angeles, onde há duas décadas se dedica a tudo o que envolve voz e atuação. Já trabalhou em grandes produções internacionais de animação, como A Era do Gelo, e em produções gravadas integralmente em seus estúdios, como Diário de um Banana. Hoje, a maioria de seus projetos é na língua inglesa, mas ele também já fez conteúdos em português para televisão e streaming. “Acho que um dos projetos de que eu mais gostei foi a série de época O Nome da Rosa, que foi para o Brasil, inclusive; a dublagem, a gente fez bem antes da pandemia. Foi um projeto supercorrido, mas tinha um roteiro maravilhoso, com uma qualidade muito boa e um time maravilhoso, com Jonas Torres, Erik Marmo, Eduardo Carvalho e Carlos Machado.” À frente de um estúdio que realiza dublagens e gravações de voz para cinema e TV, Zancanaro divide o tempo entre produção, direção de elenco e escrita. O próximo passo, admite, é assumir mais projetos como diretor e roteirista, talvez fazendo ainda mais essa ponte Hollywood–Brasil. “Fico feliz em fazer parte dessa comunidade aqui em Hollywood, que está sendo reconhecida no Globo de Ouro, no Oscar, no SOVAS. Muitos atores brasileiros — Mabel César, por exemplo, que ganhou no SOVAS o prêmio de diretora de dublagem em inglês pelo filme Homem com H (Netflix) — e eu ganhando a premiação também como diretor de elenco. Fico muito, muito inspirado para continuar fazendo trabalhos de qualidade, não só em Hollywood, mas no Brasil também, quem sabe um dia.” Na avaliação de Zancanaro, Califórnia e Brasil “estão com tudo”, e os artistas brasileiros estão ajudando a criar essa ponte de acesso à cultura e à arte, para fazer projetos de excelência para audiências globais.
Em uma temporada em que o Brasil volta a ocupar espaço de destaque nas grandes premiações, de festivais europeus a Hollywood, os artistas da voz também entram em cena. No último fim de semana, mais de duas dezenas de brasileiros participaram da premiação do 12º SOVAS (Society of Voice Arts & Sciences) Voice Awards, conhecido como o “Oscar da voz”. O paranaense Sebastian Zancanaro consolidou esse protagonismo ao estabelecer o recorde da noite e aparecer, com sua equipe, em 11 indicações e vencer em duas categorias. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles A cerimônia premia profissionais de dublagem, locução, audiolivros, animação, publicidade e audiodescrição e aconteceu no mesmo palco em que, no domingo anterior, Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho receberam o Globo de Ouro, em Beverly Hills. “Receber o SOVAS é uma honra imensa. Esse prêmio tem um peso real em Hollywood porque celebra a excelência da voz e de quem vive contando histórias. Estar aqui cercado pelos melhores dos melhores da nossa indústria me inspira, contagia e eleva o nosso trabalho, eleva o meu trabalho. Representar o Brasil e a nossa comunidade nesse espaço é motivo de muito orgulho”, conta Sebastian. No SOVAS deste ano, cinco projetos produzidos pelo brasileiro — três longas-metragens e duas séries — chegaram à lista final. As indicações vieram pelo trabalho como produtor e diretor de elenco, e as estatuetas vieram por “Escape From ISIS” e “Crônicas de Exorcismo: O Início”. Este é o segundo ano consecutivo em que Sebastian é indicado ao SOVAS. Em 2025, ele já havia levado duas estatuetas pelo trabalho no filme “Deep Sea”. De Ponta Grossa a Hollywood A trajetória do brasileiro começou cedo e longe dos estúdios californianos. “Nasci em Ponta Grossa, no Paraná, e fiz teatro lá. Com 14 anos, peguei carteira profissional como ator. Então fiz muito teatro, escrevi também peças, poesias e tinha alguns membros da minha família que também faziam parte do teatro em Curitiba. Sempre tive essa paixão, essa curiosidade pelas artes. Sempre quis morar nos Estados Unidos, porque eu tinha uma paixão, uma afinidade muito grande pela língua inglesa, e com 18 anos eu vim para cá, na década de 1990”, relembra. Nos Estados Unidos, Zancanaro se formou pela Academia Americana de Artes Dramáticas, em Nova York, mas fincou residência em Los Angeles, onde há duas décadas se dedica a tudo o que envolve voz e atuação. Já trabalhou em grandes produções internacionais de animação, como A Era do Gelo, e em produções gravadas integralmente em seus estúdios, como Diário de um Banana. Hoje, a maioria de seus projetos é na língua inglesa, mas ele também já fez conteúdos em português para televisão e streaming. “Acho que um dos projetos de que eu mais gostei foi a série de época O Nome da Rosa, que foi para o Brasil, inclusive; a dublagem, a gente fez bem antes da pandemia. Foi um projeto supercorrido, mas tinha um roteiro maravilhoso, com uma qualidade muito boa e um time maravilhoso, com Jonas Torres, Erik Marmo, Eduardo Carvalho e Carlos Machado.” À frente de um estúdio que realiza dublagens e gravações de voz para cinema e TV, Zancanaro divide o tempo entre produção, direção de elenco e escrita. O próximo passo, admite, é assumir mais projetos como diretor e roteirista, talvez fazendo ainda mais essa ponte Hollywood–Brasil. “Fico feliz em fazer parte dessa comunidade aqui em Hollywood, que está sendo reconhecida no Globo de Ouro, no Oscar, no SOVAS. Muitos atores brasileiros — Mabel César, por exemplo, que ganhou no SOVAS o prêmio de diretora de dublagem em inglês pelo filme Homem com H (Netflix) — e eu ganhando a premiação também como diretor de elenco. Fico muito, muito inspirado para continuar fazendo trabalhos de qualidade, não só em Hollywood, mas no Brasil também, quem sabe um dia.” Na avaliação de Zancanaro, Califórnia e Brasil “estão com tudo”, e os artistas brasileiros estão ajudando a criar essa ponte de acesso à cultura e à arte, para fazer projetos de excelência para audiências globais.
No 3 em 1 desta sexta-feira (23), o destaque foi a avaliação do primeiro ano do novo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentada pela porta-voz do Departamento de Estado, Amanda Roberson. Segundo ela, a prioridade da atual administração é colocar os EUA em primeiro lugar, com foco na segurança nacional e no fortalecimento da atuação diplomática. Roberson afirmou ainda que Trump teve papel relevante na resolução de conflitos internacionais, sendo reconhecido como um ‘presidente da paz', além de destacar a continuidade das relações bilaterais com o Brasil e o avanço das parcerias com países europeus. Ainda no cenário internacional, Espanha e Alemanha recusaram oficialmente o convite para integrar o chamado Conselho da Paz, criado pelo governo Trump para monitorar a situação na Faixa de Gaza e atuar em outras regiões de conflito. França, Noruega, Eslovênia, Suécia, Itália, Reino Unido e Irlanda também rejeitaram a iniciativa, evidenciando a resistência europeia ao órgão liderado por Washington. Estados Unidos, Ucrânia e Rússia iniciam nesta sexta-feira (23), em Abu Dhabi, a primeira reunião trilateral desde o início da guerra para discutir um possível acordo de paz no conflito ucraniano, que se aproxima de quatro anos. O encontro ocorre sob protagonismo dos EUA no governo Trump. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que as negociações tratarão do controle territorial da região de Donbass, enquanto o Kremlin endureceu o discurso, condicionando o fim da guerra à retirada das tropas ucranianas e à anexação integral do território. No Brasil, o Rioprevidência afirmou que todos os seus investimentos seguiram rigorosamente a legislação e as normas dos órgãos de controle. A manifestação ocorre após a deflagração da Operação Barco de Papel, da Polícia Federal, que apura suspeitas de aplicações financeiras irregulares. Em nota, o órgão informou que deverá receber de volta, nos próximos dois anos, os R$ 970 milhões investidos em letras financeiras do Banco Master. Também nesta sexta-feira, a oposição ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), protocolou dois pedidos de impeachment por supostos crimes de responsabilidade relacionados às negociações entre o BRB e o Banco Master. As solicitações foram encaminhadas à Câmara Legislativa do DF e agora dependem de autorização do presidente da Casa, Wellington Luiz (MDB-DF), aliado do governador. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, defendeu a atuação da Corte e do ministro Dias Toffoli na supervisão do inquérito que investiga suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master. Em nota, Fachin afirmou que o STF atua dentro de suas atribuições constitucionais, com respeito ao devido processo legal e em cooperação com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal. Sem citar diretamente o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante evento em Maceió, que o ‘cidadão do Banco Master' teria aplicado um golpe de R$ 40 bilhões. Segundo Lula, o prejuízo não ficará restrito à instituição e deverá ser absorvido pelo sistema financeiro. O diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino Santos, negou ter recomendado ao BRB a compra de carteiras supostamente fraudadas do Banco Master. Ele afirmou que colocou à disposição das autoridades todas as informações bancárias, fiscais e registros de conversas com o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, reforçando que sua atuação seguiu critérios técnicos e legais. Nos Estados Unidos, manifestantes protestaram em Minneapolis após a prisão de uma criança de cinco anos, episódio que gerou indignação e reacendeu o debate sobre a política anti-imigração no país. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Donald Trump recuou e suspendeu as tarifas contra a Europa. O presidente dos Estados Unidos disse que definiu com a Otan a base para um futuro acordo sobre a Groenlândia. O parlamento europeu levou para a Justiça o acordo da União Europeia com o Mercosul. O Banco Central decretou a liquidação do Will Bank. O Fundo Garantidor de Crédito vai ter que desembolsar mais R$ 6 bilhões para indenizar as vítimas do Banco Master. Nos Estados Unidos, a Globo ganhou dois prêmios no Rose d'Or Latinos, um dos mais importantes da TV mundial.
TUTAMÉIA apresenta pronunciamento de Tim Walz, governador de Minnesota, sobre a ação de tropas federais no Estado, onde a poeta Renee Good foi assassinada por Jonathan Ross, agente da polícia de imigração. Tradução gentilmente realizada por Dea Moretto.Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
Neste episódio do Dedo no Pulso, mergulhamos no panorama macroeconômico e no agronegócio entre os dias 19 e 25 de janeiro de 2026. A análise destacou os desafios da economia chinesa, com foco no setor imobiliário, na desaceleração da produção industrial e nas dúvidas sobre a confiabilidade dos dados de PIB. Nos Estados Unidos, discutimos a resiliência da economia, o baixo nível de desemprego, o forte desempenho do varejo e as pressões inflacionárias diante da política monetária mais frouxa. Na Europa, os dados de inflação foram observados como determinantes para a política econômica. No Brasil, os indicadores apontaram para uma clara desaceleração da atividade econômica, com varejo e indústria em queda, serviços enfraquecidos e deflação nos preços ao produtor. Em contraste, o agronegócio segue como motor positivo, sustentando o superávit da balança comercial. Foi enfatizado o papel crucial do agro na geração de dólares, na estabilidade cambial e na redução da dependência de capitais especulativos. Além disso, o episódio trouxe reflexões sobre o impacto da balança comercial positiva na sustentabilidade do crescimento econômico, análises sobre o cenário eleitoral brasileiro a partir da pesquisa Genial/Quaest, e uma revisão das perspectivas da safra nacional, que influenciaram os dados globais do USDA. ➡
No 16º dia de protestos no Irã, organizações de direitos humanos calcularam em três mil o número de mortos. Em meio à onda crescente de revolta, iranianos denunciam repressão e massacres. Teerã anunciou que vai executar um manifestante nesta quarta-feira (14). Nas redes sociais, o Donald Trump atacou o regime dos aiatolás. Nos Estados Unidos, o presidente americano atacou novamente o presidente do Banco Central. Pelo mundo, bancos centrais manifestaram apoio a Jerome Powell e defenderam a autonomia e a independência do Federal Reserve. Fernando Haddad disse que o caso Master pode ser ‘a maior fraude bancária da história' do Brasil. Wellington Lima e Silva advogado da Petrobras, foi escolhido como novo ministro da Justiça. E uma história emocionante 15 anos depois da tragédia da chuva na Região Serrana do Rio: pai, filho e o bombeiro que salvou os dois se reencontraram.
O estrategista de investimentos do BB Private, Allan Fukumoto, CFP®, analisa os principais fatos da última semana e reflete sobre as expectativas para a semana atual no Brasil e no mundo para te ajudar a tomar as melhores decisões de investimento:"Nos Estados Unidos, o payroll de dezembro surpreendeu negativamente, com criação de 50 mil vagas, reforçando a leitura de desaceleração do mercado de trabalho e a expectativa de estabilidade dos juros pelo Federal Reserve. No front geopolítico, a captura de Nicolás Maduro elevou a tensão entre EUA e Venezuela, impactando o preço do petróleo. No Brasil, o IPCA seguiu em desaceleração e encerrou o ano dentro da meta, enquanto a atividade mostrou sinais de moderação. Nos mercados, o dólar recuou e a bolsa avançou, impulsionada pelo petróleo."Confira agora o BB Private Highlights. Conheça também outros conteúdos produzidos por nossos premiados especialistas no hub BB Private Lounge: bb.com.br/lounge
Depois de um longo período de juros elevados no Brasil, 2026 começa com a expectativa por uma redução da Selic ao longo do ano. Nos Estados Unidos, os cortes de juros já começaram e devem continuar ao longo do ano, mesmo com um banco central dividido e com mudanças no comando da autoridade. Com isso, o dólar tende a perder força no mundo. Frente ao real, porém, os riscos fiscais devem puxar a moeda americana para cima – e o alívio recente da inflação brasileira não deve durar. Na Europa, o cenário para o crescimento segue favorável. Já a China entra em 2026 com mais dificuldade para repetir o ritmo do PIB observado em 2025. Além disso, no minuto 11:19, Felipe Salles, economista-chefe do C6 Bank, destaca riscos capazes de mudar o rumo da economia em 2026 – da geopolítica à inteligência artificial. Veja nesta edição especial: Brasil: juros, inflação e preocupações fiscais; Estados Unidos: o próximo passo do Fed e o dólar; Europa: cenário favorável para 2026; China: expansão com desafios.
Porque futebol nos Estados Unidos não se chama futebol como no resto do mundo ? Será que rola mais dinheiro no mundo do futebol la', que não tem expressão mundial do que no Brasil ? O que são as SAFS tão faladas no Brasil ? Tudo isso em um bate papo direto e reto com o Técnico Antonio Pedro Oliveira direto de Chicago, Estados Unidos.Gravação : RemotaTexto e Voz : Leo Daflon e Antonio Pedro OliveiraCapa : Leo DaflonTrilha : DJ Marlboro
Iniciando o ano com a 12ª temporada do PFC e com os Founding Fathers Alexandre, Fred, Marcelo e Sergio debatendo um dos melhores filmes do gênio Charles Chaplin. Nos Estados Unidos, Chaplin produziu "Tempos Modernos" (Modern Times, 1936), a última aparição do personagem Carlitos nas telas de cinema. É também a única vez que "o vagabundo" nos revela sua voz, mesmo que seja para falar palavras inventadas. Ao lado de Paulette Goddard, Chaplin encerraria esta fase de sua carreira num dos planos mais memoráveis do cinema mudo e talvez de toda sétima arte, quando ambos caminham juntos numa estrada deserta.-------------------------------LINKS PARA ADQUIRIR O LIVRO DO PFC ("Uma Jornada pelo Cinema - Anos 1950"):UICLAP - https://loja.uiclap.com/titulo/ua98290/AMAZON (capa dura e e book) - https://www.amazon.com.br/dp/6501481376-------------------------------Acesse nosso site: http://www.filmesclassicos.com.brInstagram: @podcastfcProcure "Podcast Filmes Clássicos" no seu aplicativo de podcast do celular, no Spotify, YouTube, Anchor ou iTunes.
Confira na edição do Jornal da Record deste sábado (27): Ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques chega a Brasília e é levado para penitenciária da Papuda. Ministro Alexandre de Moraes determina prisão domiciliar para outros condenados, incluindo ex-assessor de Bolsonaro. Acidente com dois carros deixa 11 mortos em estrada na Bahia. Piloto morre em queda de avião monomotor na praia de Copacabana. Nos Estados Unidos, milhares de voos são cancelados por causa do mau tempo. Suspeitos de financiar ações terroristas do Hamas são presos na Itália. O JR explica como aumentar a proteção das crianças e evitar afogamentos no período de férias. E a preparação do São Paulo, atual campeão da Copinha, para repetir a dose em 2026.
No 3 em 1 desta terça-feira (23), o destaque foi que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que passará por uma cirurgia para correção de uma hérnia inguinal bilateral durante o feriado de Natal. O procedimento, já autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, será realizado em um hospital privado. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decidiu converter a prisão preventiva do general da reserva Augusto Heleno em prisão domiciliar. A decisão estabelece medidas cautelares rigorosas, como o uso de tornozeleira eletrônica, a proibição de contato com outros investigados e a retenção do passaporte. O presidente Lula (PT) assinou o tradicional decreto de indulto de Natal, que concede perdão de pena a condenados que cumprem critérios de tempo e bom comportamento. Mantendo a linha de rigor adotada pelo governo, o texto exclui expressamente condenados por crimes de atentado contra o Estado Democrático de Direito. A possível polarização entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na corrida presidencial de 2026 reacende o debate sobre a repetição da chamada ‘guerra de rejeições'. A bancada do 3 em 1 analisa se ambos conseguirão furar a bolha política e reduzir os índices de imagem negativa junto ao eleitorado de centro. O presidente Lula também sancionou o projeto de lei que reconhece a música gospel e seus eventos como manifestação cultural nacional. A medida permite o acesso do gênero a mecanismos de fomento, como a Lei Rouanet, facilitando o financiamento de festivais e produções culturais. O Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, passará por uma ampla transformação para receber voos internacionais a partir de 2028. A concessionária Aena anunciou investimentos de R$ 2 bilhões para a construção de um novo terminal de passageiros e a modernização das pistas. O governo federal iniciou uma força-tarefa de fim de ano para acelerar o pagamento de emendas parlamentares, numa tentativa de reduzir a tensão com a cúpula do Congresso Nacional. Nos Estados Unidos, o governo de Donald Trump intensificou a ofensiva contra a imigração irregular ao propor o pagamento de um ‘bônus de Natal' a imigrantes que aceitarem a deportação voluntária. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Tomás Goulart comentam, no episódio desta semana, os principais acontecimentos no Brasil e no mundo. Nos Estados Unidos, foram enfim divulgados os dados econômicos de outubro e novembro. A taxa de desemprego subiu para 4,6% e o núcleo da inflação desacelerou para 2,6% em 12 meses. A qualidade dos números, porém, foi afetada por problemas de coleta, o que levou o Federal Reserve a indicar que dará mais peso aos próximos indicadores. Na Europa, o BCE manteve os juros estáveis e elevou suas projeções de inflação e crescimento. No Reino Unido, o BoE reduziu a taxa em 0,25% após votação apertada, sinalizando aproximação do juro neutro. No Japão, o BoJ elevou a taxa para 0,75% e segue aberto a novas altas. Na China, os dados de atividade voltaram a decepcionar, com destaque para vendas no varejo e crédito às famílias. No Brasil, a Ata do Copom e o Relatório de Política Monetária foram os principais destaques. O Banco Central reconheceu incerteza sobre o mercado de trabalho, mas retirou a sinalização de inflação acima da meta no horizonte relevante, reacendendo a possibilidade, ainda dependente do cenário, de um corte em janeiro. No campo político, a pesquisa mostrando Flávio Bolsonaro competitivo aumentou a volatilidade e trouxe dúvidas sobre sua capacidade de reduzir a rejeição entre independentes. Nos EUA, o juro de 2 ano fechou 4 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 +0,10%, Nasdaq +0,59% e Russell 2000 -0,86%. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps, o Ibovespa caiu 1,43% e o real desvalorizou 2,3%. Para a próxima semana, as atenções se voltam para a divulgação do PIB dos Estados Unidos no terceiro trimestre. Já a agenda doméstica inclui o IPCA-15 na terça-feira e tende a ser mais esvaziada devido às festas de fim de ano.
A Austrália rendeu homenagens aos 15 inocentes mortos no ataque antissemita em Sidney. Entre as vítimas estão um sobrevivente do Holocausto e uma criança de dez anos. Pelo mundo, milhares de pessoas se uniram numa vigília de solidariedade. Nos Estados Unidos, a polícia prendeu o filho do diretor de cinema Rob Reiner, suspeito de assassinar o pai e a mãe. A Europa anunciou condições para o plano de paz na Ucrânia. O ministro do Supremo Alexandre de Moraes determinou a abertura do processo de extradição de Alexandre Ramagem. A meteorologia alerta para temporais em 11 estados e no Distrito Federal.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Um tornado atingiu a cidade de Houston, no Texas, Estados Unidos. Mais de 100 casas foram danificadas. Árvores caíram e telhados foram arrancados. Equipes de resgate chegaram a vasculhar os escombros em busca de moradores que pudessem ter ficado presos ou feridos após a passagem da tempestade. Não há registro de feridos graves ou mortes. E ainda: Polícia faz megaoperação contra 'golpe do presente' no Paraná.
Aos cinquenta, a mulher brasileira vive no centro da tempestade. Assume o papel típico da Geração Sanduíche, dividida entre pais que envelhecem depressa e filhos que demoram a assumir a própria vida. Carrega trabalho, casa, expectativas e um corpo que pede cuidado. Nesse turbilhão, olha para o parceiro e encontra alguém parado no tempo. É nesse contraste que o Divórcio Prateado floresce.O Brasil registrou 440.827 divórcios em 2023. Foram 77.725 separações envolvendo mulheres acima dos cinquenta, quase um quarto do total. Houve alta de 4,9 por cento em relação ao ano anterior, além de 47,4 divórcios para cada 100 casamentos. O tempo médio de união caiu para 13,8 anos. Trinta por cento das separações acontecem justamente nessa faixa etária, e a iniciativa parte delas em cerca de 70 por cento dos casos.Lá fora, o cenário ecoa. Nos Estados Unidos, o divórcio entre pessoas com mais de sessenta e cinco anos triplicou desde 1990. Entre os cinquenta mais, dobrou. Uma onda global que revela um padrão claro.A vida inteira pode ser vista em quatro blocos de 8 mil dias. Infância e juventude somam o primeiro. A fase adulta jovem vai até quarenta e sete. A adulta tardia chega aos sessenta e cinco. Depois vem a longevidade, até os oitenta e cinco ou mais. Aos cinquenta, ela está no início do terceiro bloco, com mais dezesseis mil dias pela frente. É quase uma segunda vida adulta, e ela sente esse chamado.A psicanálise explica bem essa virada. Quando ela diz que ele a aborrece, fala da morte simbólica do desejo. É ausência de troca, de conversa viva, de projeto conjunto. A sexualidade feminina depois dos cinquenta não se apaga. Fica mais consciente e intensa. Ela quer presença emocional e mental. Quer alguém que caminhe ao lado. Quando ele não se move, o desejo dela perde lugar.Ela pensa no futuro. Ele vive no passado. Ela se reinventa. Ele repousa na ideia de fim de estrada. O casamento vira pouso forçado. E ela, que já sustenta meio mundo, não aceita sustentar também a inércia emocional dele.Então olha para os próximos 8 mil dias e escolhe. O divórcio não é ruptura. É reorganização. É a mulher dizendo que não vai sobreviver à vida que resta. Vai vivê-la.
Nos Estados Unidos, mercado aguarda publicação da ata do Comitê do FED
No 3 em 1 desta quarta-feira (12), o destaque foi a pesquisa Genial/Quaest, que aponta que 73% dos brasileiros defendem que facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho sejam tratadas legalmente como grupos terroristas. O deputado Guilherme Derrite (PL-SP) recuou em pontos polêmicos do PL Antifacção, após críticas da Polícia Federal (PF) e do Planalto. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) acusou o Congresso Nacional de ter “roubado” o projeto. A declaração, feita em agenda no Nordeste, ocorre enquanto parlamentares discutem a aprovação da proposta, que passou a ser chamada de “Marco Legal do Combate ao Crime Organizado”. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o secretário de Segurança de São Paulo, Guilherme Derrite (PL-SP), almoçaram com governadores para discutir os próximos passos do texto. O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) reforçou o efetivo da COP30, em Belém (PA), com o envio de mais 30 agentes para garantir a segurança da conferência do clima. Durante a sabatina no Senado para a Procuradoria-Geral da República (PGR), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) atacou o subprocurador Paulo Gonet, acusando-o de “envergonhar o Ministério Público” por ser um nome de consenso do governo Lula. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completou 100 dias em prisão domiciliar, sob monitoramento por tornozeleira eletrônica, após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado. O STF também derrubou a proibição e liberou o serviço de mototáxi em São Paulo, decisão que segue a legislação federal e autoriza o funcionamento do modal na capital — onde já é permitido em mais de 2 mil municípios. O presidente do Banco Central (BC) afirmou que o governo Lula deu “comando legal” para a inflação subir ao não conter os gastos públicos. Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump anunciou a redução das tarifas de importação sobre café e banana, medida que pode beneficiar o agronegócio brasileiro e sinaliza possível negociação do tarifaço com o Brasil. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (09): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lamentou a tragédia causada pelo tornado no Paraná, que atingiu principalmente o município de Rio Bonito do Iguaçu, deixando seis mortos e mais de 770 feridos. Lula utilizou as redes sociais para manifestar solidariedade às famílias das vítimas e colocou o Governo Federal à disposição das autoridades estaduais. O presidente já havia determinado que o CENAD (Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres) e a Defesa Civil Nacional enviassem uma comitiva para o estado. O tornado, classificado como F3 na Escala Fujita, atingiu ventos superiores a 250 km/h e destruiu cerca de 90% das edificações do município. Foi o fenômeno mais letal no estado em três décadas, com seis mortes e mais de 770 feridos. A gerente de meteorologia do Simepar, Sheila Paz, explicou que a combinação da intensidade dos ventos e da área atingida potencializou os danos. O Governo Federal e a Polícia Federal (PF) reforçaram o esquema de segurança para a COP30, em Belém (PA), após receberem alertas de ameaças de facções criminosas. Segundo comunicado da PF no Pará, há risco de “potenciais ataques a agentes de segurança pública por parte de integrantes da facção criminosa Comando Vermelho”, especialmente na Região Metropolitana de Belém. O professor de relações internacionais Marcos Vinicius de Freitas comentou a decisão de última hora do presidente Lula de viajar à Colômbia para participar da IV Cúpula da Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos), em Santa Marta. A decisão, que interrompe a agenda do presidente na COP30, foi motivada pela crescente tensão entre os Estados Unidos e a Venezuela, após a militarização americana no Caribe. A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL) que amplia o tempo de licença-paternidade de cinco para 20 dias. O texto, que segue para o Senado Federal, busca equiparar o benefício à licença-maternidade estendida, incentivando maior participação dos pais nos cuidados iniciais com os recém-nascidos. O deputado federal Alberto Fraga (PL-DF) comentou a expectativa sobre o projeto de lei que tipifica e endurece as penas para o crime organizado no país. A proposta é vista como uma ferramenta para fortalecer a atuação da Polícia Federal e isolar lideranças criminosas. Na Bolívia, Rodrigo Paz assumiu a Presidência interina, após a renúncia do ex-presidente Carlos Mesa e de toda a linha sucessória. Atual presidente do Senado, Paz deve convocar novas eleições presidenciais em até 90 dias, conforme determina a Constituição. Nos Estados Unidos, o governo segue em “shutdown” — paralisação de serviços e agências federais — devido ao impasse no Congresso para aprovar o orçamento do ano fiscal de 2026. O bloqueio, provocado pela falta de acordo entre o partido Republicano, do presidente Donald Trump, e a oposição Democrata, já é o mais longo da história, superando o recorde de 2019. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Terá a moda dos “debates interruptus” vindo para ficar? Ventura aproveitou todo o tempo de antena televisivo que tinha à disposição e um instante antes de lhe agradecerem e de se despedirem dele, levantou-se, arrancou o microfone da lapela e fez o número do ofendido. A semana foi marcada, entretanto, pelo debate sobre as condições da Ministra da Saúde para se manter no cargo. Até foi noticiado que a própria já terá tirado senha para poder ter alta do governo; mas terá ficado em lista de espera. Também à espera de uma conclusão do julgamento de José Sócrates, que não está para breve, o país assistiu esta semana a mais um golpe de teatro. O acusado perdeu o advogado, mas parece ser o menos incomodado por não ter agora quem o defenda em tribunal. Nos Estados Unidos, os democratas ganharam em toda a linha quatro votações importantes. O trumpismo não está em risco, mas percebeu-se que não é invulnerável. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira na edição do Jornal da Record desta sexta (07): STF rejeita recursos e mantém condenações do ex-presidente Jair Bolsonaro e mais seis réus. Lula defende transição energética e diz que lucro com petróleo vai ajudar a pagar a conta. Ciclone extratropical chega ao Sul e Sudeste com chuvas e rajadas de ventos. Em Santa Catarina, avião faz pouso de lado por causa da ventania. Nos Estados Unidos, paralisação em aeroportos causa centenas de atrasos e cancelamentos de voos.
Neste episódio do Podcast Imigrante Rico Educação, Chay Dias conversa com Letícia Schotten da Silva, fundadora da StoneLab Granite, sobre o que é realmente empreender nos Estados Unidos: os desafios, a adaptação cultural e a coragem de recomeçar do zero em um novo país.Letícia compartilha sua jornada de Paranavaí (PR) até Massachusetts, revelando como a fé, a família e o trabalho duro transformaram sua história — e como a StoneLab Granite nasceu “na cara e na coragem” e hoje se tornou referência em qualidade e expansão, com showrooms em Milford e Cape Cod.Por que assistir:• Descubra o que ninguém te conta sobre abrir um negócio nos EUA• Entenda por que a imersão na cultura americana e o aprendizado do inglês são fatores decisivos para o sucesso• Conheça os bastidores da fundação da StoneLab e a importância de ter um sócio complementar• Inspire-se com uma história real de coragem, fé e prosperidadeO que você vai aprender:• Como empreender na América sem esperar o “momento ideal”• A importância da comunidade e da rede de apoio no exterior• O poder de começar com o que se tem e aprender no caminho• Como equilibrar propósito, trabalho e crescimento em um novo paísAssista até o fim!Deixe seu like, inscreva-se no canal e conte nos comentários:
Trump pode provocar uma revolução nos Estados Unidos? - Jamil Chade - Programa 20 Minutos
De au pair em Nova York a eletricista licenciada em Massachusetts, Jana construiu uma trajetória marcada por resiliência, planejamento e reinvenção.Após perder tudo em um divórcio, ela recomeçou do zero — conciliando maternidade, estudo e trabalho pesado — até conquistar 9 licenças e se tornar referência em um setor dominado por homens.Por que assistir:• História real de superação de uma imigrante brasileira nos EUA• Como transformar necessidade em oportunidade• O impacto do inglês, da integração cultural e da mentalidade de crescimento• A força das mulheres na construção civil e na elétricaO que você vai aprender:• Passo a passo para tirar a licença de eletricista em Massachusetts (8.000h de campo + 600h de teoria)• A importância de planejamento e diversificação para empreendedores imigrantes• Como recomeçar após grandes perdas pessoais e financeiras• Lições sobre liderança, networking e resiliência• O que significa prosperar de verdade como imigrante nos EUAUma conversa inspiradora, sem romantização, sobre recomeços, disciplina e a construção de um legado.• Canal do IR: /@imigranterico• IR Educação: instagram.com/imigranterico.ofc• Redes da convidada: instagram.com/srzjana• Parcerias / contato comercial: info@imigranterico.com
De manicure a fundadora de uma escola que já formou mais de 30 mil alunos: a jornada de Flávia Leal é uma aula sobre fé, disciplina e coragem.Neste episódio emocionante, Flávia compartilha tudo — da faxina ao império da belez.Uma brasileira que chegou nos EUA sem falar inglês, enfrentou a perda da mãe, sobreviveu a um casamento abusivo, foi à falência…e deu a volta por cima construindo uma das maiores escolas de beleza para imigrantes nos Estados Unidos.Por que assistir:• Uma história real de superação e propósito• Como recomeçar do zero e transformar dor em missão• O papel da fé, da educação e da comunidade na jornada do imigrante• Lições de liderança feminina e empoderamento profissionalO que você vai aprender:• Como abrir uma escola nos EUA — estrutura, licenças e regulação• Por que mindset e espiritualidade são armas poderosas no empreendedorismo• Como encontrar força nas adversidades mais profundas• O impacto de formar outros imigrantes e multiplicar oportunidades• O que significa, na prática, prosperar com propósito nos Estados UnidosUma conversa honesta, sem romantização, sobre recomeços, fé inabalável e a força de uma mulher que decidiu mudar não só a própria vida, mas a de milhares.
Confira no Morning Show desta quarta-feira (01): A Câmara dos Deputados pode votar hoje o projeto que isenta do Imposto de Renda salários de até R$ 5 mil - uma das principais promessas de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A votação é considerada um teste de força para governo e oposição. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o aumento de casos de intoxicação por metanol tem caráter epidemiológico e é extremamente atípico. Ele negocia com a Organização Mundial da Saúde (OMS) a criação de uma reserva estratégica de antídotos. O médico Claudio Lottenberg comenta os riscos e as formas de prevenção. Nos Estados Unidos, o impasse no Congresso entre republicanos ligados a Donald Trump e a oposição democrata levou à paralisação do governo federal. Sem aprovação do orçamento, diversos serviços públicos estão suspensos. Veja essa e outras notícias nesta edição do Morning Show.
Confira na edição de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (29):O ministro Edson Fachin assumiu a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), tendo Alexandre de Moraes como vice-presidente. A nova cúpula do Judiciário passa a comandar a Corte em meio a uma crise institucional e a um cenário de forte polarização política.O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) para reforçar sua aliança com a direita. No encontro, discutiram o projeto de anistia aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro. Tarcísio também reiterou que não será candidato à Presidência em 2026, movimento interpretado como um gesto de lealdade ao ex-presidente.Nos Estados Unidos, o governo Donald Trump avalia ataques dentro da Venezuela para combater o narcotráfico, segundo informações da imprensa norte-americana. A possibilidade de ação militar aumenta a tensão na América do Sul e é acompanhada de perto pela oposição brasileira.Você confere essas e outras notícias na edição de Os Pingos nos Is.
Alto representante da Aliança das Civilizações das Nações Unidas, Unaoc, manifestou-se chocado com atentado que matou pelo menos quatro pessoas; homem entrou com veículo na hora do culto na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, no estado de Michigan.