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O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
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Confira nesta edição do JR 24 Horas: O programa Gás do Povo entrou, nesta segunda-feira (23), na terceira fase de implementação e passa a funcionar em todos os municípios do país. Cerca de 4,5 milhões de famílias de todo o Brasil passam a ser beneficiadas pelo programa. O Gás do Povo foi criado pelo governo federal em setembro de 2025, e vem sendo implementado de forma gradual desde novembro. O objetivo é que, até março, 15 milhões de famílias sejam incluídas no programa, que garante a recarga gratuita do botijão de 13 quilos de gás de cozinha. Para participar, a família deve ser beneficiária do Bolsa Família, ter pelo menos duas pessoas na composição familiar, renda per capita de até meio salário mínimo e cadastro atualizado no CadÚnico nos últimos 2 anos. E ainda: Tempestade de inverno fecha escolas e cancela voos na costa leste dos EUA.
A célebre peça de teatro do dramaturgo espanhol Alejandro Casona “As Árvores Morrem de Pé”, que significa a força do carácter perante a tragédia como uma árvore morta por dentro mas que se mantém de pé, perde o sentido quando se chega à zona de Leiria, por onde passou a tempestade Kristin que derrubou milhões de árvores — as mais fortes arrancando-as da terra pela raíz e as mais frágeis partindo-as a meio. Neste episódio conversamos com a jornalista Carla Tomás, que escreveu este texto a quatro mãos com a jornalista Raquel Moleiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio analisamos o potencial impacto nas contas públicas dos apoios anunciados pelo Governo para as famílias e empresas afetadas pelo mau tempo. Nem todas as despesas contam nas regras europeias e o Executivo está em diálogo com Bruxelas com o objetivo de garantir que este custo, que ainda não contabiliza, fique fora das contas. Na segunda parte colocamos o foco na época de resultados do PSI que começou nesta quinta-feira, com as quedas de resultados da Navigator e da Corticeira Amorim. O índice está em máximos de 2008. Com Susana Paula e Diogo Mendo Fernandes. Hugo Neutel é o anfitrião.
Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor
Seja Bem Vindo ao nosso PodCast! Giovani Zimmermann Jr é presidente fundador da Igreja Casa na Rocha. Casado c/Sophia e pai de 3 filhos. Professor de Teologia, Mestre em Filosofia Unioeste/PR, Psicanalista Clínico e Neuropedagogo. Graduou-se no Instituto Bíblico Cristo para Las Naciones (CFNI México/DF).Seja um Cooperador Fiel!
Devocional do dia 19/02/2026 com o Tema: Após a tempestade A Bíblia é repleta de histórias reais que mostram as infinitas misericórdias de Deus. A família de Noé, por exemplo, é uma ótima lembrança para aqueles que, por inúmeras situações, têm sido tentados a se esquecer da bondade e fidelidade do Senhor. Leitura Bíblica: Gênesis 7.1-4,6-24 Saia da arca, você e sua mulher, seus filhos e as mulheres deles (Gn 8.16).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os apoios para todas as vítimas da depressão Kristin estão a chegar, mas ainda há muita gente por ajudar. Mas afinal, de onde vem o dinheiro para ajudar essas vítimas?See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Comentário Final de hoje, Ricardo Spinosa relata a própria surpresa ao receber no celular o novo alerta de tempestade da Defesa Civil em Londrina, destacando a importância da ferramenta coordenada pela Defesa Civil Nacional para prevenir riscos e proteger a população antes que o temporal chegue.#ComentarioFinal #RicardoSpinosa #AlertaSevero #DefesaCivil #Londrina
Apanhado de surpresa pela demissão de Maria Lúcia Amaral, o primeiro-ministro foi para o terreno, vigiando as chuvas e prometendo um PRR exclusivamente português. O país, saído desolado das tempestades, enche-se de problemas, dúvidas e desafios. O que segue será mais do mesmo, ou terá mesmo mudado alguma coisa no país político também? Esta Comissão Política conta com participações especiais de Joana Ascensão e Miguel Prado, assim como com os comentários de Vítor Matos e Eunice Lourenço. A moderação é de David Dinis, sonoplastia de Salomé Rita e ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal está há mais de duas semanas sob um verdadeiro comboio de tempestades, responsável por pelo menos 16 mortos. As sucessivas depressões levaram à declaração de situação de calamidade em vários municípios, provocaram cortes de energia em milhares de habitações, isolaram populações e causaram inundações generalizadas. O presidente da associação ZERO, Francisco Ferreira, reconhece que nenhum país está preparado para fenómenos desta natureza e alerta para a urgência de repensar as políticas de ordenamento do território em Portugal. Portugal está há mais de duas semanas sobre um verdadeiro comboio de tempestades, responsáveis pela morte de pelo -16 pessoas. A que sez devem estes fenómenos climáticos e serão mais frequentes no futuro? Há uma circunstância particular que levou a estes comboios de tempestades a passarem sucessivamente por Portugal. O Anticiclone dos Açores encontra-se mais a sul do que é habitual e, por isso, um conjunto de frentes e depressões tem atravessado o território português, quando normalmente passam mais a norte. Isto também pode estar relacionado com a temperatura, devido ao aquecimento global: o Polo Norte está a aquecer mais rapidamente do que o Equador, e essa divisão entre a zona mais fria e o anticiclone dos Açores, essa diferença de temperaturas e essa barreira que habitualmente existe, já não está a funcionar tão bem. Assim, a zona mais fria, ou essa “barreira”, acaba por descer mais para sul. Vindo mais para sul, o anticiclone dos Açores também se posiciona mais a sul e, consequentemente, Portugal é apanhado por essas tempestades que habitualmente atingem mais o Reino Unido e a França, e não tanto estas latitudes mais baixas de Portugal e Espanha, durante o inverno. As sucessivas tempestades levaram à declaração de calamidade em vários municípios, provocaram cortes de energia a milhares de pessoas, isolaram populações e causaram inundações generalizadas, um verdadeiro cenário de destruição. O país não está preparado para este tipo de fenómenos? Não. Note-se que nenhum país está absolutamente preparado para este tipo de fenómenos, porque as infraestruturas são sempre dimensionadas para determinada velocidade do vento e para determinada precipitação, eventualmente para um ou outro pico, e não para uma continuidade tão intensa. Outra característica que também se verificou é que estas tempestades se moveram mais lentamente e, portanto, o vento, que chegou a atingir mais de 200 quilómetros por hora nalguns locais onde foi medido, foi relativamente persistente ao longo de meia hora ou mesmo uma hora. Assim, o grau de destruição foi muito mais elevado, incluindo em várias florestas e, principalmente, em cidades, com deslizamentos de terra, quer em zonas urbanas, quer sobretudo em zonas rurais. As consequências foram, portanto, muito grandes. E irão continuar a acontecer. O que é que tem falhado nas políticas governamentais, nomeadamente de ordenamento do território? Em primeiro lugar, quando implementámos muitas destas infraestruturas, não as dimensionámos para estes eventos. Não nos preparámos para eles porque achávamos que não iriam acontecer, ou melhor, que a probabilidade de acontecerem era extremamente reduzida. Já percebemos que não é assim, porque temos um clima realmente em mudança. E esse é, eu diria, o principal factor de aprendizagem. Depois do que aconteceu, percebemos que temos de nos adaptar a um clima em mudança e, portanto, não vale a pena continuarmos a cometer os mesmos erros, ocupando zonas de arribas quando os deslizamentos de terra são cada vez mais óbvios e frequentes. Determinadas estruturas, como estradas, não estão no local certo ou não têm o tipo de construção adequado para resistirem aos movimentos de terras que ocorreram com tanta chuva. Para além disso, tivemos incêndios que levaram a uma maior erosão. As águas que correm são completamente barrentas e um recurso tão importante como o solo está a esvair-se muito mais do que devia em direcção aos oceanos. É normal termos cheias. É até importante termos grandes caudais em alguns rios e em determinados troços, porque também alimentam as praias e contribuem para a produtividade costeira. Mas aqui exagerámos, à custa da colocação de edifícios e de outras estruturas em locais vulneráveis. Temos também práticas agrícolas e florestais que aumentaram muito a vulnerabilidade do território. A floresta também foi fustigada. Que lições é que devemos tirar desta situação relativamente às espécies que estão plantadas na nossa floresta? As espécies autóctones também sofreram, mas o que é facto é que, em muitos locais, foram as monoculturas, ou seja, as plantações -quer de eucalipto quer de pinheiro -que foram pura e simplesmente derrubadas ou ficaram todas inclinadas. Portanto, temos de aprender que não podemos ter estas plantações a funcionar como uma barreira tão compacta perante o vento. Precisamos de diversificar as espécies, conciliando as autóctones com aquelas que também dão algum rendimento às populações, mesmo sendo espécies exóticas, como é o caso do eucalipto. Ou seja, no terreno, uma massa contínua de árvores já percebemos que não é solução, nem para os incêndios nem para ocorrências de vento muito forte como estas. Quais é que são as prioridades neste momento? Eu diria que há prioridades de muito curto prazo, que passam por mobilizar muitos, provavelmente alguns milhares de milhões, para lidar com os danos, quer em zonas urbanas quer em zonas rurais, consolidar terrenos e reparar muitas das construções afectadas. A rede eléctrica também foi fortemente atingida. Foram várias centenas de postes de média e alta tensão que sofreram danos. Agora, o mais importante é que, nesta reparação que vamos fazer, tenhamos em conta que este é o novo normal em que estamos a viver e que não vale a pena repetir os mesmos erros do passado. É uma conversa difícil e complicada, porque há zonas onde as pessoas tiveram inundações nas suas casas, como é o caso de Alcácer do Sal, junto ao rio Sado. Isso é algo que poderá voltar a acontecer. Portanto, se calhar temos mesmo de repensar como deve ser feita a ocupação deste tipo de zonas. Repensar a política de ordenamento do território? Sim. E, por isso, em termos de adaptação climática, note-se que todos os municípios deveriam já ter planos de acção neste domínio, bem como uma articulação à escala regional. É fundamental ter essa visão para não estarmos a fazer mais do mesmo e depois voltarmos a ter o mesmo tipo de prejuízo. Todos os investimentos que agora fizermos -desde enterrar algumas linhas eléctricas, em vez de manter linhas aéreas, até ao tipo de construção que continuamos muitas vezes a fazer em locais errados -são decisivos. Tudo isso exige um olhar já numa perspectiva de médio e longo prazo, para que, numa próxima situação, os prejuízos não sejam tão elevados. Tempestades desta natureza vão continuar a acontecer.
O milagre não é só para te aliviar.É para te fazer conhecer Jesus de forma mais profunda.A palavra de Deus nas nossas vidas deve ser soberana.Tempestade não cancela as promessas.Jesus pode parecer que está dormindo, mas Ele nunca perde ocontrole.
A depressão Kristin provocou danos significativos nas infraestruturas em Portugal. Milhares de pessoas ficaram sem telecomunicações. Os prejuízos ainda são incertos. See omnystudio.com/listener for privacy information.
José Veríssimo (Montemor-o-velho) admite que região está muito fragilizada. Raquel Lourenço (Sobral de Monte Agraço) diz que falta de apoios vão prejudicar na recuperação da normalidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No rescaldo das eleições comentámos o vencedor e os resultados com a ajuda de Joana Zagury, Duarte Mairos e Isabella Baltazar. As tempestades e a atuação do Governo também foram tema neste episódioSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A diáspora moçambicana e portuguesa está a mobilizar-se em campanhas para ajudar as vítimas das cheias em Moçambique e em Portugal. São várias as associações que meteram “mãos à obra” através de diferentes iniciativas, como angariação de bens, transporte de material e organização de um concerto online. Concerto online “Vozes unidas por Moçambique” Várias associações moçambicanas juntaram-se para organizar um "Concerto Virtual Solidário", a 21 de Fevereiro, que vai ser transmitido a partir da plataforma Zoom, às 17h de Moçambique. A venda dos bilhetes vai servir para comprar material e bens essenciais para as vítimas das cheias no sul de Moçambique, onde muitas pessoas “perderam tudo”, explica Laura Chirrime, presidente e fundadora da Associação Muthiana, com sede em França. “No dia 21 de Fevereiro, nós vamos fazer um concerto virtual solidário, em que teremos a presença de 14 cantores, cem por cento da venda dos bilhetes é para ajudar famílias nas comunidades, há muitas famílias deslocadas neste momento. (...) As pessoas perderam tudo, perderam casas, perderam tudo o que tinham e precisam de tudo. Há pessoas que estão sem comer, sem sítios para dormir. Quem está no terreno diz que é preciso tudo”, explica Laura Chirrime. O concerto “Vozes unidas por Moçambique” é uma iniciativa da associação Alliance Solidaire pour les Femmes - Muthiana, da Associação para a promoção social e inclusão e diversidade social em Moçambique - Inclusão, da Associação Amigos de África em Madrid e do Movimento de Sociedade Civil dos Moçambicanos na Diáspora- Indignados. A iniciativa vai juntar vários artistas como Stewart Sukuma,Vintani Nafassi e May Mbira, e músicos da diáspora como Arsénio de Almeida e Cândido Xerinda (França), Nilsa Mosele (Suiça), Beny Tomás (Dinamarca), Jovi Chironda (Bélgica),Vicente Cossa (Itália), Shaila Jesuíta (Portugal) e Santinho Baahana (Alemanha). Em Moçambique, as cheias de Janeiro causaram, até esta quinta-feira, pelo menos, 27 mortos e afectaram mais de 700 mil pessoas, de acordo com o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres. O país prepara-se, agora, para a chegada do ciclone tropical Gezani, em que estão previstos ventos até 140 quilómetros por hora e chuvas intensas, que poderão afectar cerca de 1,1 milhão de pessoas. 70 toneladas de bens de Paris para o centro de Portugal Portugal também foi fustigado por uma sequência de tempestades que provocou a morte de, pelo menos, 15 pessoas e uma destruição difícil de contabilizar, desde que a tempestade Kristin entrou no território continental, a 28 de Janeiro. As cheias e as inundações devastaram casas, empresas, escolas, campos e deixaram populações isoladas, sem luz, água e comunicações, estradas cortadas pela queda de árvores e postes de electricidade. A Associação Todos Juntos França e outras associações portuguesas mobilizaram-se para ajudar as vítimas das tempestades Kristin, Leonardo e Marta, testemunhou o dirigente associativo e empresário Patrick Mateus: “Quando soubemos da catástrofe Kristin não ficámos de mãos cruzadas. Resolvemos pôr mãos à obra e ajudar a população portuguesa com os meios que temos.” O também membro da Todos Juntos France e presidente da Associação Cravos Dourados de Livry-Gargan explicou que, numa primeira fase, a Associação Todos Juntos France comprou lonas e cordas e mandou “quase 22.000 metros quadrados de lonas para Portugal” num primeiro camião. Desde então - acrescenta Patrick Mateus - foram enviadas “lonas, materiais de construção, martelos, pregos, botas de água, casacos” e bens alimentares, ou seja, “quatro camiões que representam mais ou menos 70 toneladas de mercadoria”. O dirigente associativo admite que a zona severamente afectada pelas tempestades é uma região de onde são oriundos muitos dos emigrantes portugueses que vivem em França e que foi através deles que se teve a noção da amplitude dos danos materiais. Entretanto, foram várias as associações que se juntaram à onda de solidariedade e que têm angariado os bens, em contacto com a protecção civil e os autarcas portugueses. Na próxima terça-feira, a Rádio Alfa (estação da emigração portuguesa em França) vai difundir uma emissão especial com várias dessas associações para ajudar as vítimas das tempestades em Portugal.
A saída noturna da ministra a meio das cheias lança dúvidas sobre liderança. Entre falhas de comunicação, uma autarca firme e um miúdo de 9 anos viram símbolos do que faltou ao poder.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Falamos sobre o jogo da Taça de Portugal frente ao AVS, e o jogo da 21ª jornada frente ao FC Porto, saída do Alisson, e o mercado de janeiro. Introdução: 00:00Jogo Sporting x AVS (Taça): 0:24Jogo FC Porto x Sporting (Campeonato): 21:57Saída Alisson: 34:55Renovação Trincão: 48:58Mercado de Inverno: 46:59Fim: 57:11
A fúria da tempestade Kristin deixou um rasto de destruição por onde passou. Mas, como tantas vezes acontece nos momentos de maior fragilidade, trouxe outra coisa: desconhecidos que estendem a mão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Numa altura em que ainda se esperam dias difíceis em termos meteorológicos e a três dias das eleições, André Ventura propôs o adiamento do ato eleitoral por uma semana. Isto depois de Marcelo Rebelo de Sousa ter quase sugerido isso à autarca de Alcácer do Sal. Só que a lei não permite um adiamento geral. Só localidades abrangidas pela Situação de Calamidade podem pedir o adiamento. António José Seguro recusou liminarmente esta proposta. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 5 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Forças Armadas só na segunda-feira decretaram prontidão imediata. Uma semana depois do alerta vermelho da Proteção Civil, que pediu poucos meios aos militares na fase mais crítica. A prontidão não era o alfa e o ómega das Forças Armadas nos textos do espanhol Miguel Gila, interpretados por Raul Solnado. Também não foi agora quando o país descobriu que toda a ajuda era pouca. Do teatro de comédia para a vida real, uma muito triste coincidência. Os militares só entraram em alerta vermelho uma semana depois de todas as outras forças do sistema de Proteção Civil. Neste episódio, conversamos com o jornalista Vítor Matos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A lei não permite que as eleições sejam adiadas em todo o País, mas face à situação de catástrofe que se vive em muitas zonas de Portugal não teria sido possível abrir uma exceção? Este é o tema deste Crime e Castigo, um podcast com Paulo João Santos e Joaquim Leonardo, apresentado por Rita Fernandes Batista e editado por Madalena Henriques
A tragédia destes dias, com epicentro em Leiria, espalhou-se por várias regiões com cheias como há muito não se via. A discussão instalou-se, o Governo foi acusado de ter demorado a reagir. As várias populações desesperam com a falta de energia, água e telecomunicações. No meio de tudo isto a campanha eclipsou-se. No Expresso da Meia-Noite, com moderação de Bernardo Ferrão, são convidados Jean Barroca, secretário de Estado da Energia; Eduardo Cabrita, ex-ministro da Administração Interna do PS; João Almeida, ex-secretário de Estado da Administração Interna e deputado do CDS-PP; e António Gomes, diretor-geral da GFK Metris. Ouça o debate emitido na SIC Notícias a 6 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Marcelo percorreu as zonas mais fustigadas pela tempestade, entre relatos, críticas e elogios ao Governo. O que quer o Presidente nesta reta final do mandato? Análise com Luís Soares.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio falamos com os criadores dos sites de emergência Ricardo Paiáguae (TempestadeSOS.com) e Flávio Fusuma (SOSLeiria.pt).
Tempestade Kristin deixou Governo desorientado, sem saber o que fazer. Foi preciso o golo de Trubin para o despertar e correr atrás do prejuízo. Este é o tema do Crime e Castigo desta semana, um podcast com Paulo João Santos e Armando Esteves Pereira, apresentado por Rita Fernandes Batista e editado por Madalena Henriques.
Kristin soa demasiado parecido com Christine, que é o nome do carro assassino naquele filme de terror dos anos 80. Os sinais estavam todos lá... só não vimos porque não quisemos ver.
A catástrofe causada pela tempestade Kristin, especialmente na zona de Leiria, mantém milhares de portugueses sem luz e com as habitações despedaçadas há mais de uma semana. A resposta do Governo surgiu a várias vozes, mas nenhuma parece ter conseguido apaziguar o descontentamento com a ação do executivo liderado por Luís Montenegro. Daniel Oliveira afirma que a “ausência de preparação do governo é evidente”, Francisco Mendes da Silva acredita que tu se resume à “falta de uma voz inequívoca de comando político.” Ouça a análise no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 4 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Álvaro Beleza (PS) acredita que o foco principal da campanha é ajudar as pessoas. Já Luís Paulo Fernandes (Chega) afirma que "disparar" de Ventura é propor soluções reais para lidar com os efeitos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os efeitos da tempestade Kristin também são políticos. Enquanto a ministra da Administraçao Interna preferiu ser invisível, o ministro Leitão Amaro quis mostrar-se. Enquanto o primeiro-ministro Luís Montenegro entrou na onda do otimista irritante - disse que aprendemos as lições com os incêndios do verão e que estamos "mais ágeis" -, a ministra Maria Lúcia Amaral diz que é preciso "aprender coletivamente". O maior efeito talvez possa ser a enorme diferença entre o que dizem os responsáveis políticos e da Proteção Civil e o que a população sente. Isso contribui para os cidadãos se sentirem mais abandonados pelo Estado. Estas e outras questões, para debater, inclusive os efeitos na campanha presidencial. Os comentários neste episódio são de Liliana Valente, coordenadora da secção de Política do Expresso, Eunice Lourenço, editora de Política e David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é da responsabilidade de Salomé Rita e a ilustração da autoria de Carlos Paes. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A tempestade Kristin trouxe muitos prejuízos e até burlões… E ainda, presidenciais ficaram para segundo plano? See omnystudio.com/listener for privacy information.
A tempestade Kristin trouxe ventos ciclónicos, chuva torrencial e revelou as fragilidades estruturais do país. Mas afinal há capacidade para reconstruir rapidamente o que foi destruído?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Montenegro anunciou medidas para ajudar as vítimas da tempestade Kristin, mas serão efetivamente úteis ou só trazem mais problemas? E ainda, a burocracia que complica e atrasa a vida dos portugueses. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quatro mortos, mais de 230 feridos e uma cidade sem luz, água ou comunicações. O relato de Leiria nas horas mais críticas depois da passagem da tempestade Kristin.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Enquanto um comboio de tempestades acelera sobre Portugal, o país prepara-se para a segunda volta das presidenciais, já com o único debate entre António José Seguro e André Ventura concluído. Na terra de Trump, a atuação do ICE e a morte de manifestantes continua a marcar o debate político. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 29 de janeiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Quatro mortos, mais de 230 feridos e uma cidade sem luz, água ou comunicações. O relato de Leiria nas horas mais críticas depois da passagem da tempestade Kristin.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ricardo Reis (Chega) diz que é positivo que os candidatos ouçam as comunidades, mas só um está realmente preocupado. Sofia Pereira (PS) acusa Ventura de estar a usar a tragédia para fazer campanha.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estátua do Gil a chorar.
Mortos, casas destruídas, rios a transbordar e rajadas recorde. Que tempestade foi esta e porque é que o país ficou de pernas para o ar? Análise com o climatologista Carlos da Câmara.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alberto Gonçalves comenta a reação do Governo à tempestade que afetou o centro do país.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mortos, casas destruídas, rios a transbordar e rajadas recorde. Que tempestade foi esta e porque é que o país ficou de pernas para o ar? Análise com o climatologista Carlos da Câmara.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A tempestade Kristin fez cinco mortos e causou muitos estragos, sobretudo na zona centro do país. Foi a terceira tempestade, e a mais violenta, em menos de uma semana, mas o comboio de tempestades que tem afectado toda a Europa ainda vai trazer mais chuva, vento e frio a Portugal. Para perceber por que razão foi tão forte esta tempestade, porque atingiu com tanta força o centro do país e, sobretudo a zona litoral, conversamos com o climatologista e fundador da Planoclima, Mário Marques.See omnystudio.com/listener for privacy information.
E tudo a Kristin levou. Árvores, telhados, carros, casas, estruturas, foi tudo à frente. Ninguém estava preparado para o dia em que o inferno desceu à terra. Este é o tema do Crime e Castigo desta semana, um podcast com Paulo João Santos, apresentado por Rita Fernandes Batista e editado por Cláudio Martins.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Uma forte tempestade de inverno atinge os Estados Unidos, resultando em quase um milhão de imóveis sem energia. Escolas e universidades suspenderam aulas. Aeroportos enfrentam atrasos com mais de 14 mil voos cancelados. Voos do Brasil para Nova York e Boston também foram impactados, especialmente nos aeroportos de Guarulhos e Galeão. Meteorologistas alertam que as condições climáticas adversas devem persistir até quarta-feira (28). E ainda: Incêndio atinge casa em Oklahoma durante tempestade de inverno.
Escolas fechadas (as dos mais pequenos, também as superiores, como o Politécnico da Guarda), estradas cortadas, portos e zonas à beira do mar.