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Drones e mísseis iranianos atingem petroleiros no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz e eleva o risco de um choque energético global. Tem também:- 32 países da Agência Internacional de Energia liberarão 400 milhões de barris de reservas estratégicas de petróleo, na tentativa de frear a disparada no preço dos combustíveis- Irã atingiu com drones o maior depósito de petróleo de Omã, causando incêndio e suspensão da produção- Conselho de Segurança da ONU aprova resolução que condena formalmente os ataques iranianos contra navios e países do Golfo e exige fim imediato das ações- Capitã da seleção feminina de futebol do Irã, deixa esconderijo na Austrália por temor em relação à segurança de sua família que permanece no Irã Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
Erick, Rock, Carcará, Batata, Coptulio, Miqueias, Villas Boas e Paganotto se reúnem para o Fala Glauber News. O programa vai ao ar segundas, quartas e sextas, das 16h00 às 20h00.QUER FAZER PARTE DISSO? ENTÃO BOOORAAA. VEM COM A GENTE E INTERAJA NESSA TRANSMISSÃO AO VIVO!!!VIIIIIIIIBRA!!! INSCREVA-SE NO NOSSO NOVO CANAL: @falaglaubernews CONHEÇA MAIS DOS NOSSOS PATROCINADORES:
Neste episódio, Guilherme Goulart e Vinícius Serafim debatem a “Constituição do Claude”, o documento de diretrizes publicado pela Anthropic para orientar o comportamento do modelo de linguagem Claude, abordando temas centrais como antropomorfização da IA, regulação tecnológica, responsabilidade das empresas e a questão filosófica sobre agência versus inteligência artificial. O episódio toca em termos estratégicos como inteligência artificial, segurança da informação, privacidade, ética em IA, responsabilidade corporativa, modelos de linguagem, guardrails, jailbreak, Constitutional AI, agente moral, agência artificial, “papagaio estocástico” e governança digital. Você vai descobrir por que a escolha da palavra “constituição” por uma empresa privada levanta alertas sobre legitimidade democrática, entender a diferença entre dar instruções em linguagem natural a um sistema computacional e genuinamente acreditar que ele possui consciência, e refletir sobre os riscos reais de se pavimentar, ideologicamente, um caminho que transforma a IA em “agente moral” para potencialmente reduzir a responsabilidade das grandes empresas de tecnologia. O debate também traz referências à obra de Luciano Floridi, ao conceito de papagaio estocástico, às Três Leis da Robótica de Asimov e ao clássico HAL 9000, conectando ficção científica, filosofia e direito num instigante. Assine o Segurança Legal na sua plataforma favorita, deixe sua avaliação e compartilhe com quem se interessa por direito da tecnologia e inteligência artificial. Siga o podcast no YouTube, Mastodon, Bluesky, Instagram e TikTok. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie! Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Acesse WhisperSafe – Transcreva áudio e grave reuniões direto no seu computador, mesmo offline. Rápido, leve e pronto para usar com qualquer IA. Use o cupom SEGLEG50 para 50% de desconto na sua assinatura. ShowNotes Paper fundacional sobre a questão de uma Constituição para a IA – Constitutional AI: Harmlessness from AI Feedback Claude’s constitution Claude’s Strange Constitution por Luiza Jarovsky Statement from Dario Amodei on our discussions with the Department of War
O “BOM DIA, JESUS” é um devocional diário do Inteligência LTDA. para você começar o dia com a benção de Deus.LUIZ SAYÃO, pastor, mestre em Hebraico, teólogo e iluminado, traz palavras de sabedoria e reflexão para que o dia se inicie de uma maneira positiva e cheio de esperança, preparando você para enfrentar todos os obstáculos que cruzam o seu caminho.Todos os dias, às 6 da manhã.
Neste vídeo, vamos refletir sobre relacionamentos, emoções ecomportamentos que impactam diretamente a forma como nos vinculamos, noscomunicamos e cuidamos de nós dentro das relações.Sou Paula Freitas, psicóloga, psicoterapeuta de casale terapeuta sexual, e aqui no canal compartilho conteúdos sobre:✔️relacionamentos saudáveis✔️comunicação no casal✔️amor, apego e limites✔️autocuidado emocional✔️saúde mental e vínculos afetivosA ideia é trazer uma psicologia prática, acessível ereflexiva, para te ajudar a construir relações mais conscientes, leves erespeitosas, começando pela relação com você mesma(o). Se esse conteúdo fezsentido para você:
Assim como acontece no circuito profissional, o jogador amador brasileiro agora pode jogar numa quadra que marca as bolas dentro ou fora, mede sua velocidade de saque, dá as principais estatísticas em tempo real ou depois da partida e ainda por cima guarda as imagens completas de seu duelo ou de seu treino.Essa inovação chega através da empresa StarBro e seu principal executivo e desenvolvedor, Jeff Plentz, explica no Podcast de TenisBrasil desta semana como o processo foi desenvolvido e a forma de tornar os custos cada vez mais acessíveis ao consumidor.O Podcast mostra também, com imagens no Youtube, os variados recursos do Zenniz.
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Chef serve menu Ozempic.
Por que tantos vendedores apresentam soluções incríveis… e mesmo assim não conseguem fechar vendas?Essa é uma pergunta que atravessa praticamente todas as equipes comerciais do mundo. Empresas investem em treinamento, produtos melhores, tecnologia, marketing e argumentação de vendas. Mesmo assim, muitas negociações morrem antes de chegar ao fechamento.Neste episódio do Podcast de Vendas do Diego Maia, você vai descobrir que o problema muitas vezes não está no produto, no preço ou na proposta.O problema está na ordem da conversa.Existe um erro clássico que acontece todos os dias em reuniões comerciais, apresentações de propostas e conversas de negociação: o vendedor apresenta a solução antes de provar que realmente entendeu o problema do cliente.E para o cliente existe sempre uma pergunta silenciosa acontecendo na mente dele:“Esse vendedor realmente me entendeu?”Se a resposta for não, a venda perde força imediatamente.Nas vendas modernas — especialmente em ambientes consultivos, vendas complexas e negociações B2B — o processo não começa com apresentação de produto. Começa com diagnóstico.Antes de falar de solução, preço, prazo ou proposta, o vendedor precisa demonstrar compreensão real da situação do cliente: seus desafios, suas limitações, seus objetivos e os obstáculos que enfrenta.Quando isso acontece, algo poderoso muda na dinâmica da conversa.O cliente deixa de enxergar o vendedor como alguém tentando vender algo… e passa a enxergá-lo como alguém capaz de ajudar a resolver um problema.Neste episódio, Diego Maia apresenta uma técnica simples, mas extremamente poderosa, utilizada por vendedores de alta performance: a síntese de entendimento.Antes de apresentar qualquer solução, o vendedor resume o que entendeu da situação do cliente.Frases como:“Deixa eu ver se compreendi corretamente o que está acontecendo…”Esse pequeno gesto gera três efeitos imediatos:• Demonstra que você ouviu com atenção • Mostra que você compreendeu o contexto do cliente • Posiciona você como um parceiro na soluçãoE existe uma verdade poderosa nas vendas:Quem define o problema… define a venda.Quando o vendedor organiza o cenário do cliente, ele ganha autoridade natural para apresentar o caminho.Ao longo deste episódio, você vai aprender:• Por que apresentar soluções cedo demais destrói vendas • Como conduzir conversas comerciais mais estratégicas • A técnica da síntese de compreensão que aumenta confiança • Por que vendedores consultivos vendem mais e cobram mais • Como se posicionar como consultor, não apenas como fornecedor • A regra simples que pode transformar sua taxa de conversãoSe você trabalha com vendas, liderança comercial, empreendedorismo ou negociação, este episódio pode transformar completamente a forma como você conduz reuniões e apresentações comerciais.Porque vender não é apenas apresentar produtos.O verdadeiro vendedor profissional ajuda o cliente a entender melhor o próprio problema.E quando isso acontece, a venda deixa de ser pressão.Ela passa a ser consequência.O Podcast de Vendas do Diego Maia é um dos programas mais tradicionais sobre vendas e mentalidade comercial do Brasil. Criado em 2009, o podcast traz reflexões práticas, estratégias comerciais, técnicas de negociação e aprendizados do mundo real para quem vive de vender.Apresentado por Diego Maia, autor de 8 livros sobre vendas e liderança, fundador e CEO da CDPV – Companhia de Palestras, e reconhecido pelo Google como um dos palestrantes de vendas mais contratados do Brasil.Aqui falamos de vendasSiga Diego Maia no Instagram clicando aqui.
Sabedoria Judaica em 5 minutos - Divrei Torah Podcast Jewish Torah Wisdom in 5 Minutes
Qual o impacto que um erro te provoca? Qual sua reação ao ver que errou? Deixa pra lá, fica remoendo sem dormir? E se você erra a mesma coisa novamente? Conseguiu evitar um erro que já cometeu, como se sente. ? Descubra o que o Rei descobriu de seus conselheiros kkkk ouça
Num dia quente de outubro de 2014, duas bolotas apareceram numa praia cearense. Eram dois peixes-boi recém-nascidos – gêmeos, uma raridade – e foram salvos pela Aquasis, uma ONG que se especializou nesse tipo de resgate. Os gêmeos, batizados de Tico e Teco, passaram os seguintes anos em reabilitação. Tico dava um pouco mais de trabalho: era um pouco mais devagar, um pouco mais arisco, e muito agarrado no gêmeo dele. Quando Teco morreu aos quatro anos, temeram também pela vida do irmão – mas em vez disso, Tico desabrochou. Tanto que em julho de 2022, ele foi o quinto peixe-boi solto pela Aquasis para tentar a vida livre. Começou ali uma peregrinação que passou por três países e mobilizou pesquisadores pelo Caribe afora. E assim como Ulisses, da Odisseia, Tico também enfrenta dificuldades homéricas para voltar para casa. Por Flora Thomson-DeVeaux Membros do Clube da Novelo podem ouvir os episódios do Rádio Novelo Apresenta antecipadamente, além de ter acesso a uma newsletter especial e a eventos com a nossa equipe. Quem assinar o plano anual ganha de brinde uma bolsa da Novelo. Assine em https://www.radionovelo.com.br/clube A Escola MASP está com inscrições abertas para o curso Histórias da Arte Latino-americana – um percurso crítico pela produção do continente nos séculos XX e XXI, entre obras, documentos e ações coletivas que disputam imaginários públicos e articulam redes de solidariedade, num continente atravessado por ditaduras, lutas anti-imperialistas e reivindicações por justiça social. São 12 aulas online e ao vivo, às segundas, das 19h às 21h, de 9 de março a 1º de junho, com Luise Malmaceda. As aulas ficam gravadas por 30 dias.No mesmo semestre, a Escola MASP também oferece Histórias da Arte Moderna, com Felipe Martinez, de 16 de março a 15 de junho.Assinantes do Clube Novelo têm 10% de desconto. https://www.bilheteria.masp.org.br/pt-BR/courses/25b741bb-36ae-44b9-85b7-d153f44025b7?utm_source=parcerias&utm_medium=spot&utm_campaign=hala&utm_id=novelo A partir dos 7 anos nos cães e 8 nos gatos, check-up regular vira parte do cuidado. O Plano de Saúde Petlove ajuda a colocar esse cuidado na rotina, com rede credenciada em todo o Brasil e microchipagem gratuita. Use o cupom RADIONOVELO50 e ganhe 50% de desconto na primeira mensalidade. Plano de Saúde Petlove. Se tem pet, tem que ter. *Exceto Plano Leve. Promoção por tempo limitado, não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove. https://saude.petlove.com.br/?promocao=influencer&utm_source=instagram&utm_medium=influencer&utm_campaign=radionovelo “Um hino à vida” traz a história de Gisèle Pelicot, a mulher que enfrentou o marido e expôs um dos casos mais chocantes de abuso na França. Com o cupom 10OFFGISELE você ganha 10% de desconto no site da Amazon: https://www.amazon.com.br/Um-hino-vida-enfrentou-chocantes/dp/8535943420/?&tag=companhiadasl-20 Palavras-chave: peixe-boi, vaca marinha, Aquasis, resgate, manatí, manatee, Venezuela Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Neste episódio quero explicar três coisas: o que muda realmente no corpo depois dos 30 porque muitas estratégias deixam de funcionar e o que podemos fazer de forma mais inteligente Fica atenta à abertura das inscrições para o próximo Desafio 30 30 30! Subscreve aqui! - recebe o meu Guia gratuito sobre "Os 5 erros que estão a sabotar a tua recomposição corporal! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Pelo menos seis pessoas morreram no desabamento de um lar de idosos, em Belo Horizonte (MG). Além dos mortos, seis vítimas estão desaparecidas. O prédio desmoronou por volta de 01h30. A suspeita é de um problema estrutural. Oito pessoas foram resgatadas com vida dos escombros. Outras nove conseguiram sair sozinhas. Segundo os bombeiros, as vítimas que escaparam estavam em uma parte do prédio que não desabou completamente. E ainda: Madrasta é condenada a 49 anos de prisão por envenenar enteados no RJ.
Confira nesta edição: desabamento de um lar de idosos deixa pessoas soterradas em Belo Horizonte. Conhecido como ‘Sicário', Luiz Philipp Mourão está em protocolo de morte cerebral. Ele era braço direito do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro e também foi preso pela Polícia Federal. Câmara aprova a PEC da Segurança Pública, e a proposta agora segue para o Senado; veja o que muda. E ainda: ataque aéreo de Israel atinge reduto do grupo terrorista Hezbollah no Líbano.
Em mensagens, Vorcaro celebra emenda do senador Ciro Nogueira que favorecia o Banco Master. Rueda e Ciro Nogueira voaram em helicóptero de Vorcaro para evento esportivo em São Paulo. Câmara aprova PEC da Segurança Pública. Comissão dos EUA acusa China de operar instalações com potencial uso militar na América Latina, incluindo locais no Brasil. Asilo desaba e deixa soterrados em Belo Horizonte, MG. Novo exame de sangue pode indicar quem tem chance de viver mais tempo, mostra estudo.
Escritora Lídia Jorge confessa que a melhor memória é "estante absolutamente cheia dos livros" de Lobo Antunes. Recorda um "escritor que não é só português, é um escritor europeu, do séc. XX e XXI".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Afonso Reis Cabral considera que a obra de António Lobo Antunes é "profundamente nobre em vários aspetos". Um talento único que não surge em todas as gerações, garante o também escritor.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dulce Maria Cardoso realça a forma como Lobo Antunes "pensou Portugal e o que é isto de ser português". A escritora sublinha o "incrível tratado sobre paixões humanas" que o escritor deixa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A defesa dos San Francisco 49ers precisa evoluir em 2026 para voltar a ser dominante como nos anos recentes — especialmente no pass rush (última temporada foi fraca em sacks e pressão) e no interior da linha defensiva. Neste episódio, exploramos não só o que precisa mudar, mas como a franquia pode usar a free agency estrategicamente para reforçar o front seven. Como pontos centrais: O pass rush sofreu sem produção consistente no ano anterior e a equipe vai atrás de edge rushers com impacto imediato; No interior da linha, com defensores como Kevin Givens, Jordan Elliott e Kalia Davis entrando na free agency, há espaço para adicionar veteranos. Além disso, reforçar a secundária e a cobertura foi tema de análise. Desenvolver um plano defensivo sólido passa por reter talentos internos e buscar peças que preencham lacunas de produção. No episódio, discutimos projeções de free agents, cap space e como equilibrar adições com crescimento de jovens talentos para criar uma defesa completa em 2026. ⭐ Deixe sua nota no spotify e compartilhe o episódio com outros torcedores Faithful! ✅ Curte o conteúdo? Deixa o like, se inscreve no canal do YouTube, se inscreve no podcast e ativa o sininho pra acompanhar tudo sobre os Niners!
Domingo, 8 de março de 2026 – 18h00, Estádio da Luz. O clássico está aí!Miguel Brandão e José Carlos Silva analisam tudo: momento das equipas, táticas de Mourinho e Farioli, favoritismos, reforços de inverno, polémicas de arbitragem e o que pode decidir o jogo (e talvez o título).Debate sem papas na língua, prognósticos honestos e 11 inicial provável.Gostas? Deixa 5 estrelas ⭐⭐⭐⭐⭐ e segue o podcast!YouTube completo: https://youtu.be/ORD4YW4mgAo#Benfica #FCporto #Classico #LigaBetclic #DebateDeBola
Neste vídeo, trago uma reflexão profunda e acessível apartir do livro COMUNHÃO, conectando os principais conceitoscom a vida real, os relacionamentos e a forma como lidamos com nossossentimentos, escolhas e limites.Mais do que falar sobre amor, este vídeo é um convite para oautoconhecimento, para rever padrões emocionais, questionar crenças aprendidase construir relações mais conscientes, leves e saudáveis — começando pelarelação consigo mesma.Se você sente que repete histórias, se anula para mantervínculos ou tem dificuldade de se priorizar, essa reflexão é para você.
O delegado Ulisses Gabriel deixou o cargo de delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina para se dedicar à campanha eleitoral de deputado estadual pelo Partido Liberal. Ele havia sido nomeado para o posto em 10 de janeiro de 2023 pelo governador Jorginho Mello. Integrante da Polícia Civil desde 2007, Ulisses construiu carreira na região Sul do estado, com atuação na Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso, em Criciúma, além de ter sido delegado titular nos municípios de Orleans e Urussanga. A relação com a política não é inédita. Em 2020, ele chegou a assumir temporariamente uma cadeira na Assembleia Legislativa de Santa Catarina como suplente, durante licença do deputado Milton Hobus. Na eleição de 2018, Ulisses recebeu 28.183 votos, ficando como segundo suplente pelo PSD. Em entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias, nesta quinta-feira (5), Ulisses Gabriel avaliou o período à frente da Polícia Civil e também comentou os primeiros passos da sua pré-candidatura à Assembleia Legislativa.
Neste episódio do Papo na Arena, a gente entra no caso das demissões na Block (antiga Square)** e no que isso sinaliza pro mercado de Product Management, tecnologia e Inteligência Artificial. Falamos do anúncio do Jack Dorsey, do impacto imediato no mercado (e no humor de Wall Street) e do quanto esse tipo de narrativa “AI + estrutura mais flat” pode virar alibi perfeito pra cortes — mesmo quando o negócio não tá “mal das pernas”.Na segunda parte, a conversa vai pro que importa pra quem tá no dia a dia: o futuro das profissões, como a AI está aumentando a disparidade entre performance boa vs. mediana, e por que capacidade de AI ≠ deploy ≠ adoção ≠ adoção profunda (e por isso o impacto econômico não acontece do dia pra noite). Também entramos no papel de visibilidade do seu trabalho, avaliação de “AI-driven impact” nas empresas e como a bolha da bolha faz parecer que tudo tá acontecendo mais rápido do que realmente está.JABÁAssine a Product Arena com R$150 OFFReplit é o nosso novo parceiro oficial!Se você ainda não utilizou o ferramenta de vibe coding número 1 do mundo, resgate 25 doláres em crédito AQUI Bora rodar um hackathon na sua empresa com créditos gratuitos do Replit?Se cadastre no link e a gente entra em contato:https://productarena.io/replitLinks comentados:Newsletter Brilliant BasicsNewsletter O que eu vi por aí Livro citado: A Eclosão do TwitterTweet sobre a demissãoThe economist who formalized the AI doom scenario says its own conditions are too extreme to hold — here's what the math actually shows + the gap framework that changes your career calculus]I Survived 3 Layoffs at Block. AI Still Took My Job. - Business Insider"AI layoffs" like Block's are a race to the bottom that have nothing to do with productivity.
Durante praticamente uma semana, Pedro Passos Coelho marcou a agenda política com sucessivas intervenções que, ao contrário do que acontecia até agora, levaram a resposta direta da direção do PSD. Passos enervou o PSD e agradou ao resto da direita. As declarações do ex-primeiro-ministro e os seus efeitos são o tema da Comissão Política desta semana onde também falamos de mais um foco de guerra no Médio Oriente. Os comentários são de Vítor Matos, Liliana Coelho e João Vieira Pereira, numa edição com sonoplastia de Salomé Rita e ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A capacidade de retaliação do regime iraniano, mais do que fazer mossa nos atacantes, põe em causa a imagem das petromonarquias, como a Arábia Saudita, o Dubai ou os Emirados que se apresentam ao mundo como territórios de paz, com fortes praças financeiras, plataformas para a indústria de aviação e para o turismo. À procura de perceber com que linhas se cose o futuro, partimos para a conversa com o comentador da SIC Rui Cardoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fluent Fiction - Catalan: From Tensions to Triumph: A Family's Unplanned Journey Find the full episode transcript, vocabulary words, and more:fluentfiction.com/ca/episode/2026-02-28-08-38-20-ca Story Transcript:Ca: El cotxe familiar avançava lentament per l'autopista, travessant el paisatge gris de l'hivern.En: The family car was moving slowly along the highway, traversing the gray winter landscape.Ca: El cel era clar, però l'aire estava gelat.En: The sky was clear, but the air was freezing.Ca: Martí mirava per la finestra, la cara premsada contra el vidre.En: Martí looked out the window, his face pressed against the glass.Ca: Somiava amb la llibertat que desitjava tant.En: He dreamed of the freedom he so greatly desired.Ca: Volia demostrar a la seva família que podia ser responsable i madur.En: He wanted to prove to his family that he could be responsible and mature.Ca: Laia, asseguda al seient del copilot, mirava el mapa al mòbil.En: Laia, sitting in the passenger seat, was looking at the map on her phone.Ca: Sempre era la peacemaker de la família, intentant mantenir l'harmonia entre Martí i la seva mare, Eulàlia.En: She was always the peacemaker of the family, trying to maintain harmony between Martí and his mother, Eulàlia.Ca: Eulàlia, amb els seus cabells arrissats i la seva forma imprevisible de ser, conduïa mentre taral·lejava una cançó que sonava a la ràdio.En: Eulàlia, with her curly hair and unpredictable nature, was driving while humming a song playing on the radio.Ca: El seu destí era el Park Güell, a Barcelona, un lloc de bellesa sorprenent creat per Gaudí.En: Their destination was Park Güell, in Barcelona, a place of surprising beauty created by Gaudí.Ca: Les formes ondulants i els colors vius dels mosaics prometien un dia ple de descobertes.En: The undulating shapes and vibrant colors of the mosaics promised a day full of discoveries.Ca: "Ara, girem a la dreta aquí", va dir Laia, però Eulàlia va seguir recte, immersa en els seus pensaments.En: "Now, turn right here," said Laia, but Eulàlia went straight, lost in her thoughts.Ca: Martí va fer una ganyota i va murmurar: "Mare, escolta almenys!En: Martí grimaced and murmured, "Mom, at least listen!"Ca: "El viatge continuava amb alts i baixos.En: The journey continued with ups and downs.Ca: Cada decisió impulsiva de la mare feia que Martí es posés nerviós.En: Each impulsive decision by the mother made Martí nervous.Ca: Volia demostrar la seva validesa, així que va decidir prendre el comandament de la navegació: "Deixa'm el mapa, mare.En: He wanted to prove his worth, so he decided to take charge of the navigation: "Let me have the map, mom.Ca: Jo puc guiar-nos.En: I can guide us."Ca: "Al principi, Eulàlia no estava convençuda, però finalment va acceptar.En: At first, Eulàlia wasn't convinced, but she eventually relented.Ca: Martí va examinar el mapa amb atenció, sentint-se responsable.En: Martí carefully examined the map, feeling responsible.Ca: A punt d'arribar a Barcelona, el motor del cotxe va fer un soroll estrany i es va aturar de sobte.En: Just about to arrive in Barcelona, the car engine made a strange noise and suddenly stopped.Ca: Tots van callar.En: Everyone fell silent.Ca: Eulàlia va exclamar: "Oh no, el cotxe!En: Eulàlia exclaimed, "Oh no, the car!"Ca: "Un silenci tens es va instal·lar.En: A tense silence ensued.Ca: Martí se sentia impotent.En: Martí felt powerless.Ca: Laia va baixar del cotxe i va anar cap al capó.En: Laia got out of the car and went towards the hood.Ca: En aquell moment, totes les tensions acumulades van explotar.En: In that moment, all the accumulated tensions exploded.Ca: Martí va deixar anar: "Mai arribem enlloc sense problemes, sempre pel teu impuls!En: Martí blurted out, "We never get anywhere without problems, always because of your impulse!"Ca: " Eulàlia es va defensar, mentre Laia intentava calmar la situació.En: Eulàlia defended herself, while Laia tried to calm the situation.Ca: Aquest enfrontament sembla no tenir final fins que Martí va agafar una respiració profunda i va dir: "Som una família, hem de treballar junts.En: This confrontation seemed endless until Martí took a deep breath and said, "We're a family, we have to work together."Ca: "Laia, amb el manual del cotxe a la mà, va suggerir què podrien fer.En: Laia, with the car manual in hand, suggested what they could do.Ca: Junts van buscar la causa del problema i, després d'una estona, van aconseguir reparar el cotxe.En: Together they looked for the cause of the problem and, after a while, managed to repair the car.Ca: Vermuts i entre riures, van tornar a pujar al cotxe, aquesta vegada amb una nova comprensió.En: With snacks and laughter, they got back into the car, this time with a newfound understanding.Ca: Quan finalment van arribar al Park Güell, Martí es va adonar que el veritable viatge era aquest aprenentatge compartit.En: When they finally arrived at Park Güell, Martí realized that the true journey was this shared learning.Ca: La família es va unir més que mai, i Martí va entendre el valor de les peculiaritats de cadascú.En: The family was closer than ever, and Martí understood the value of everyone's peculiarities.Ca: Al final, va descobrir que la llibertat també es troba en saber treballar en equip, i a acceptar els altres tal com són.En: In the end, he discovered that freedom is also found in knowing how to work as a team and accepting others as they are.Ca: Amb el sol de darrera hora de la tarda banyant-los, van somriure, sabent que sempre tindrien aquestes aventures per compartir.En: With the late afternoon sun bathing them, they smiled, knowing they would always have these adventures to share. Vocabulary Words:family car: el cotxe familiarfreezing: gelatglass: el vidredesire: desitjarresponsible: responsablepeacemaker: la peacemakerhumming: taral·lejantradio: la ràdiodestination: el destíundulating: ondulantsmosaics: els mosaicsgrimaced: va fer una ganyotamurmured: va murmurarimpulsive: impulsivanervous: nerviósguide: guiaconvinced: convençudacarefully: amb atencióengine: el motorhood: el capótensions: les tensionspowerless: impotentconfrontation: enfrontamenttense silence: un silenci tensmanual: el manualrepair: repararsnacks: vermutslaughter: entre riuresshared learning: aprenentatge compartitpeculiarities: les peculiaritats
Essa semana viajamos pelo espaço-tempo caçando criminosos em Romeo is a Dead Man e damos nosso sangue por Crisol: Theater of Idols. Nas notícias, o fechamento da Bluepoint, a aposentadoria de Phil Spencer, rumores de um novo Nier, o relançamento peculiar de Pokémon FireRed e LeafGreen e mais! Comece seu dia com a INSIDER #insiderstore Nosso cupom: JOGABILIDADE 00:09:55: Playstation fechou a Bluepoint 00:26:08: Phil Spencer deixa o cargo de CEO do Xbox 00:57:49: Pokémon FireRed e LeafGreen serão relançados em breve 01:10:19: Novo Nier está em desenvolvimento? 01:15:04: Yoko Taro irá escrever o novo anime de Evangelion 01:21:20: EVO agora é da Arábia Saudita 01:30:47: Novo Virtual Boy do Nintendo Switch 01:35:42: Romeo Is a Dead Man 01:57:43: Crisol: Theater of Idols 02:30:06: Perguntas dos ouvintes Contribua | Twitter | YouTube | Twitch | Contato
Neste episódio, Mayra Trinca fala sobre duas pesquisas que, ao seu modo, usam o som para estudar maneiras de enfrentamento à crise climática. Na conversa, Susana Dias, pesquisadora do Labjor e Natália Aranha, doutoranda em Ecologia pela Unicamp contam como os sons dos sapos fizeram parte das mesas de trabalho desenvolvidas pelo grupo de pesquisa para divulgação sobre esses anfíbios. Participa também Lucas Forti, professor na Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte. Ele conta como tem sido a experiência do projeto Escutadô, que estuda a qualidade do ambiente da caatinga através da paisagem sonora. ____________________________________________________________ ROTEIRO [música] Lucas: É incrível a capacidade que o som tem de despertar a memória afetiva. Mayra: Você aí, que é ouvinte de podcast, provavelmente vai concordar com isso. O som consegue meio que transportar a gente de volta pros lugares que a gente associa a ele. Se você já foi pra praia, com certeza tem essa sensação quando ouve um bom take do barulho das ondas quebrando na areia. [som de ondas] Mayra: O som pra mim tem um característica curiosa, na maior parte do tempo, ele passa… despercebido. Ou pelo menos a gente acha isso, né? Porque o silêncio de verdade pode ser bem desconfortável. Quem aí nunca colocou um barulhinho de fundo pra estudar ou trabalhar? Mayra: Mas quando a gente bota reparo, ele tem um força muito grande. De nos engajar, de nos emocionar. [música de violino] Mayra: Também tem a capacidade de incomodar bastante… [sons de construção] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e você provavelmente já me conhece aqui do Oxigênio. Mayra: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre som. Mais especificamente, sobre projetos de pesquisa e comunicação que usam o som pra entender e pra falar sobre mudanças climáticas e seus impactos no meio ambiente. [música de fundo] Natália: E as paisagens sonoras não são apenas um conjunto de sons bonitos. Elas são a própria expressão da vida de um lugar. Então, quando a gente preserva uma paisagem sonora, estamos preservando a diversidade das espécies que vocalizam naquele lugar, os modos de vida e as relações que estão interagindo. E muitas vezes essas relações dependem desses sons, que só existem porque esses sons existem. Então, a bioacústica acaba mostrando como os sons, os sapos também os mostram, como que esses cantos carregam histórias, ritmos, horários, temperaturas, interações que não aparecem ali somente olhando o ambiente. [Vinheta] João Bovolon: Seria triste se músicos só tocassem para músicos. Pintores só expusessem para pintores. E a filosofia só se destinasse a filósofos. Por sorte, a capacidade de ser afetado por um som, uma imagem, uma ideia, não é exclusividade de especialistas. MAYRA: Essa frase é de Silvio Ferraz, autor do Livro das Sonoridades. O trecho abre o texto do artigo “A bioacústica dos sapos e os estudos multiespécies: experimentos comunicacionais em mesas de trabalho” da Natália. Natália: Olá, meu nome é Natália Aranha. Eu sou bióloga e mestra pelo Labjor, em Divulgação Científica e Cultural. Durante o meu mestrado, eu trabalhei com os anfíbios, realizando movimentos com mesas de trabalhos e com o público de diferentes faixas etárias. Atualmente, eu sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp. MAYRA: A Natália fez o mestrado aqui no Labjor na mesma época que eu. Enquanto eu estudava podcasts, ela tava pesquisando sobre divulgação científica de um grupo de animais muitas vezes menosprezado. [coaxares] Susana: Os sapos, por exemplo, não participam da vida da maioria de nós. Eles estão desaparecidos dos ecossistemas. Eles estão em poucos lugares que restaram para eles. Os brejos são ecossistemas muito frágeis. São os lugares onde eles vivem. Poucos de nós se dedicam a pensar, a se relacionar, a apreciar, a cuidar dessa relação com os sapos. Mayra: Essa que você ouviu agora foi a Susana, orientadora do trabalho da Natália. Susana: Meu nome é Susana Dias, eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, o Labjor, professora da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural, do Labjor/IEL/Unicamp. E trabalho com comunicação, artes, ciências, desenvolvendo várias metodologias de experimentação coletiva com as pessoas. Mayra: Mas, o interesse da Natália pelos sapos não começou no mestrado. Ela já era apaixonada pela herpetologia antes disso. [som de ícone] Mayra: Herpetologia é a área da biologia que estuda répteis e anfíbios. E eu posso dizer que entendo a Natália. Pra quem não sabe, eu também sou bióloga. E durante a faculdade cheguei a fazer um estágio na mesma área, porque também era um tema que me interessava muito. Mayra: Só que eu trabalhei mais com répteis, que são as cobras e os lagartos. E eu acabei desistindo da área em pouco tempo, apesar de ainda achar esses bichinhos muito legais. Já a Natália descobriu o amor pelos sapos num congresso de herpetologia que foi durante a graduação e, diferente de mim, ela segue trabalhando com eles até hoje. Natália: E eu me apaixonei. Eu digo que me apaixonei a partir da abertura do congresso, porque foi uma experiência muito legal que fizeram a partir dos sons, a partir de fotos e vídeos de vários pesquisadores realizando trabalhos de campo com esses animais. E, a partir desse momento, eu falei que era isso que eu queria fazer na minha vida. Mayra: Ah, e é importante dizer, que antes mesmo disso tudo, a Natália já tinha um interesse artístico por esses animais. Natália: E, como eu amo desenvolver pinturas realistas, esses animais são maravilhosos, quando você pensa nas cores, nos detalhes, nas texturas que eles trazem. Mayra: Porque foi dessa experiência que surgiu a ideia de trabalhar com divulgação científica, que acabou levando a Natália até a Susana. Mas como ela também tinha interesse de pesquisa com esses animais, ela acabou participando dos dois grupos ao longo do mestrado: o de divulgação e o de herpetologia, com o pessoal da biologia. Susana: Foi muito legal justamente pela possibilidade da Natália habitar esse laboratório durante um tempo, acompanhar o trabalho desses herpetólogos e a gente poder conversar junto com o grupo de pesquisa, que é o Multitão, aqui do Labjor da Unicamp, que é o nosso grupo, sobre possibilidades de conexão com as artes, e também com a antropologia, com a filosofia. A gente começou a tecer esses emaranhados lentamente, devagarzinho. Mayra: Quando a Natália chegou no mestrado, ela tinha uma visão muito comum da divulgação científica, que é a ideia de que os divulgadores ou os cientistas vão ensinar coisas que as pessoas não sabem. Mayra: É uma visão muito parecida com a que a gente ainda tem de escola mesmo, de que tem um grupo de pessoas que sabem mais e que vão passar esse conhecimento pra quem sabe menos. Natália: E daí a Susana nos mostrou que não era somente fazer uma divulgação sobre esses animais, mas mostrar a importância das atividades que acabam gerando afeto. Tentar desenvolver, fazer com que as pessoas criem movimentos afetivos com esses seres. Mayra: Se você tá no grupo de pessoas que tem uma certa aversão a esses animais, pode achar isso bem esquisito. Mas criar essas relações com espécies diferentes da nossa não significa necessariamente achar todas lindas e fofinhas. É aprender a reconhecer a importância que todas elas têm nesse emaranhado de relações que forma a vida na Terra. Mayra: Pra isso, a Natália e a Susana se apoiaram em uma série de conceitos. Um deles, que tem sido bem importante nas pesquisas do grupo da Susana, é o de espécies companheiras, da filósofa Donna Haraway. Natália: Descreve esses seres com os quais vivemos, com os quais aprendemos e com os quais transformam como seres em que a gente não habita ou fala sobre, mas a gente habita e escreve com eles. Eles nos mostram que todos nós fazemos parte de uma rede de interações e que nenhum ser nesse mundo faz algo ou vive só. Então, os sapos, para mim, são essas espécies companheiras. Mas não porque eles falam na nossa língua, mas porque nós escutamos seus cantos e somos levados a repensar a nossa própria forma de estar no mundo. Mayra: Uma coisa interessante que elas me explicaram sobre esse conceito, é que ele é muito mais amplo do que parece. Então, por exemplo, bactérias e vírus, com quem a gente divide nosso corpo e nosso mundo sem nem perceber são espécies companheiras. Ou, as plantas e os animais, que a gente usa pra se alimentar, também são espécies companheiras Susana: E uma das características do modo de viver dos últimos anos, dos últimos 50 anos dos humanos, são modos de vida pouco ricos de relações, com poucas relações com os outros seres mais que humanos. E a gente precisa ampliar isso. Trazer os sapos é muito rico porque justamente abre uma perspectiva para seres que estão esquecidos, que pertencem a um conjunto de relações de muito poucas pessoas. Mayra: Parte do problema tem a ver com o fato de que as espécies estão sumindo mesmo. As mudanças climáticas, o desmatamento e a urbanização vão afastando as espécies nativas das cidades, por exemplo, que passam a ser povoadas por muitos indivíduos de algumas poucas espécies. Pensa como as cidades estão cheias de cães e gatos, mas também de pombas, pardais, baratas. Ou em áreas de agropecuária, dominadas pelo gado, a soja e o capim onde antes tinha uma floresta super diversa. Susana: Eu acho que um aspecto fundamental para a gente entender esse processo das mudanças climáticas é olhar para as homogeneizações. Então, como o planeta está ficando mais homogêneo em termos de sons, de imagens, de cores, de modos de vida, de texturas. Uma das coisas que a gente está perdendo é a multiplicidade. A gente está perdendo a diversidade. Mayra: Pensa bem, quando foi a última vez que você interagiu com um sapo? (Herpetólogos de plantão, vocês não valem). Provavelmente, suas memórias com esses animais envolvem pouco contato direto e você deve lembrar mais deles justamente pelo… som que eles fazem. [coaxares, música] Lucas: Eu comecei a pensar na acústica como uma ferramenta de entender a saúde do ambiente, e queria aplicar isso para recifes de coral, enfim, a costa brasileira é super rica. Mayra: Calma, a gente já volta pra eu te explicar como a Natália e a Susana relacionaram ciências e artes na divulgação sobre os sapos. Antes, eu quero te contar um pouco sobre outro projeto que tem tudo a ver com o tema. Deixa o Lucas se apresentar. Lucas: Pronto, eu me chamo Lucas, eu sou biólogo de formação, mas tive uma vertente acadêmica na minha profissão, em que eu me dediquei sempre a questões relacionadas à ecologia, então fiz um mestrado, doutorado na área de ecologia. Mayra: Sim, o Lucas, assim como eu, a Natália e mesmo a Susana, também fez biologia. Lucas: Os biólogos sempre se encontram em algum lugar. Mayra: A gente ainda vai dominar o mundo…[risadas] Mayra: Tá, mas voltando aqui. O Lucas esteve nos últimos anos trabalhando no Nordeste. Eu conversei com ele durante um estágio de professor visitante aqui na Unicamp. Lucas: Então estou passando um estágio de volta aqui às minhas raízes, que eu sou daqui do interior de São Paulo, então vim passar frio um pouquinho de volta aqui em Campinas. Mayra: Essa entrevista rolou já tem um tempinho, em agosto de 2025. E realmente tava fazendo um friozinho naquela semana. Mayra: Eu fui conversar com o Lucas sobre um projeto que ele faz parte junto com o Observatório do Semiárido, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Rio Grande do Norte. Mayra: A ideia dessa pesquisa é criar um banco de dados sonoros e construir um algoritmo. Lucas: testar algoritmos, né, conseguir ter uma ferramenta na mão que possa ajudar a gente a detectar níveis de degradação no Semiárido com base em informação acústica. Mayra: Esse projeto é o Escutadô. Lucas: O projeto Escutadô, ele nasceu… assim, tem a história longa e a história curta. Mayra: Óbvio que eu escolhi a longa. E ela começa escuta só, com os anfíbios. Mayra: Coincidência? Lucas: Não, não tem coincidência nenhuma. Lucas: Mas eu comecei sim estudando o comportamento de anfíbios, e uma característica muito peculiar dos anfíbios é a vocalização, né? Então, os anfíbios me levaram para a acústica, e aí a acústica entrou na minha vida também para tornar as abordagens da minha carreira, de como eu vou entender os fenômenos através desse ponto de vista sonoro, né? Mayra: Isso é uma coisa muito comum na biologia. Tem muitos animais que são complicados de enxergar, porque são noturnos, muito pequenos ou vivem em lugares de difícil acesso. Então uma estratégia muito usada é registrar os sons desses animais. Vale pra anfíbios, pra pássaros, pra baleias e por aí vai. [sons de fundo de mar] Mayra: Inclusive, lembra, a ideia original do projeto do Lucas era usar a bioacústica, essa área da biologia que estuda os sons, pra investigar recifes de corais. Ele tava contando que elaborou essa primeira proposta de pesquisa pra um edital. Lucas: Aí a gente não venceu essa chamada, mas a gente reuniu uma galera com colaboração, escrevemos um projeto super lindo, e aí por alguma razão lá não foi contemplado o financiamento. Mayra: Isso também é algo muito comum na biologia. E em várias outras áreas de pesquisa. Mas, vida que segue, novas oportunidades apareceram. Lucas: O projeto Escutadô começou no mar, mas a gente conseguiu ter sucesso com a ideia mesmo, a hora que eu cheguei em Mossoró, como professor visitante na Universidade Federal Rural do Semiárido, abriu um edital da FINEP, voltado para a cadeias produtivas, bioeconomia, e a gente identificou que a gente poderia utilizar essa ideia, né, e aplicar essa ideia, mas aí eu já propus que a gente fosse atuar no ecossistema terrestre. Mayra: FINEP é a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Lucas quis alterar a proposta inicial, primeiro, porque fazia mais sentido dentro do contexto que ele tava trabalhando. E, depois, porque a região tem uma forte dependência do ecossistema da caatinga pro sustento da população e pra preservação do seu modo de vida, a tal bioeconomia que ele citou. Mayra: Além disso, Lucas: a caatinga é o bioma que certamente tá sentindo mais os extremos, né, das mudanças climáticas, então isso trouxe uma contextualização muito interessante para o projeto, especialmente porque casava com a questão da bioeconomia, né, então a gente tentou embarcar nessa linha e transformamos essa tecnologia para pensar como ela poderia detectar níveis de degradação para a região do Semiárido, né, e aí deu certo. Mayra: Funciona mais ou menos assim, a equipe de pesquisa instalou uma série de gravadores espalhados, mais de 60 pontos no estado do Rio Grande do Norte e alguns pontos na Paraíba e no Ceará. Lucas: Então, quando a gente instala o gravador no ambiente, ele grava três minutos, dorme sete, grava três minutos, dorme sete e fica assim rodando, a gente tem duas rodadas de amostragem, uma que é feita durante a estação seca e outra que é feita durante a estação chuvosa, então o gravador fica em cada ponto por 20 dias e nesses 20 dias ele fica continuamente gravando três minutos e dormindo sete. Mayra: Essas gravações viram uma grande biblioteca sonora. O próximo passo é reconhecer quais sons representam áreas mais conservadas… [captação de área preservada] Mayra: E quais gravações foram feitas em áreas mais degradadas, principalmente com mais alterações antrópicas no ambiente. [captação de área antropizada] Mayra: Pra gente, até que é fácil reconhecer a diferença entre os sons. Agora, como a gente transforma isso, por exemplo, num aplicativo, capaz de identificar o nível de degradação do ambiente usando só o som daquele lugar? Lucas: Pois é, agora você tocou no ponto que eu acho que é o maior desafio do projeto e também o que torna o projeto, assim, inovador. A gente já tem hoje mais ou menos 16 mil horas de gravação, então a gente não tem como não usar uma ferramenta de aprendizado de máquina para ajudar no processamento desses dados. Mayra: A essa altura, você já deve saber o básico de como funcionam as inteligências artificiais. Elas comparam bases de dados gigantescas pra achar padrões. Mas, isso funciona bem pra texto ou pra imagens. Lucas: E a gente introduziu um conceito de aprendizado de escuta de máquina, ou seja, a gente não vai trabalhar sobre o ponto de vista da imagem, vai trabalhar sobre o ponto de vista da escuta, opa, pera aí, mas como é que a gente faz isso? Mayra: O Lucas explicou que o que eles tiveram que fazer foi, de certa forma, realmente transformar esses sons em imagens. Pra isso, eles usam os espectrogramas, que são aquelas representações visuais do som, eu vou deixar um exemplo lá no site e no nosso Instagram, depois você pode procurar pra ver. Mayra: Essa etapa do projeto, o treinamento da IA, tá sendo feita em parceria com o BIOS, o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial aqui da Unicamp. A gente já falou um pouco desse projeto no episódio 201 – Um bate-papo sobre café. Se você ainda não ouviu, tem mais essa lição de casa pra quando acabar esse episódio, vale a pena, porque tá bem legal. [divulgação podcast SabIA!] [música] Mayra: Os sons captados pelo Escutadô, projeto que o Lucas faz parte, ou as gravações dos anfíbios que a gente tava falando com a Natália, nunca são sons isolados. Mayra: Esse conjunto de sons de um ambiente forma o que a gente chama de paisagem sonora. Lucas: Esses sons podem ter origens geofísicas, então o som do vento, o som da chuva, o som dos fluxos de corrente, riachos, cachoeiras, você tem os sons da própria biodiversidade, né, que é baseado nos sistemas de comunicação acústica da fauna, por exemplo, quando as aves produzem as vocalizações, os anfíbios, os insetos, os mamíferos, você tem todo ali um contexto de produção de sinais acústicos que representam assinaturas da presença da biodiversidade no ambiente. E você ainda tem a assinatura da presença das tecnofonias ou antropofonias, né, que são os sons que são produzidos pelos seres humanos, né, seja os sons das rodovias, das construções, das obras, das edificações, ou seja, que tem toda uma contextualização. Mayra: A ideia de usar o som, ou a paisagem sonora, pra entender a saúde de um ambiente, não é nada nova. Um dos livros mais importantes, praticamente fundador do movimento ambientalista nos Estados Unidos, é o Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, e ele foi publicado em 1962. Lucas: Então ela já estava alertando para a sociedade acadêmica, especialmente, que o uso de pesticidas, né, as mudanças que o ser humano está promovendo na paisagem estão causando extinções sonoras, né, porque está alterando a composição das espécies na natureza, então a gente está embarcando um pouco nessa ideia que influenciou o que hoje a gente chama de soundscape ecology, que é a ecologia da paisagem sonora, ou ecologia da paisagem acústica. Natália: As pessoas automaticamente imaginam que o silêncio seja algo bom. Mas, esse silêncio é um sinal de alerta, porque ele mostra que as espécies estão desaparecendo e como os seus ciclos e modos de interação estão mudando. E que o habitat, o lugar, já não está dando mais condições impostas pelo clima. Eu acredito que os sons funcionam como uma espécie de termômetro da vida. Quando eles diminuem, é porque a diversidade está ali diminuindo. Mayra: A gente vai ver que a Natália usou noções de paisagem sonora pra criar atividades imersivas de divulgação, onde as pessoas puderam experimentar com diferentes sons e ver como era possível criar novas relações com os sapos a partir deles. Mayra: No caso do Lucas, a paisagem sonora funciona bem como a Natália descreveu, é um termômetro que mede a qualidade de um ambiente da Caatinga. Talvez você imagine esse bioma como um lugar silencioso, um tanto desértico, mas isso tem mais a ver com a imagem comumente divulgada de que é uma região de escassez. Lucas: Do ponto de vista das pessoas interpretarem ela como um ambiente pobre, enquanto ela é muito rica, em termos de biodiversidade, em termos de recursos naturais, em termos de recursos culturais, ou seja, a cultura das populações que vivem lá é extremamente rica. Mayra: Pra complicar ainda mais a situação, a Caatinga está na área mais seca do nosso país. Lucas: Ou seja, a questão da escassez hídrica é extremamente importante. E torna ela, do ponto de vista das mudanças climáticas, ainda mais importante. Mayra: A importância de se falar de grupos menosprezados também aparece na pesquisa da Natália com os sapos. Vamos concordar que eles não tão exatamente dentro do que a gente chama de fofofauna, dos animais queridinhos pela maioria das pessoas, mas não por isso projetos de conservação são menos importantes. Pelo contrário. Mayra: Pra dar uma ideia, na semana que eu escrevia esse roteiro, estava circulando nas redes sociais um estudo que mostrou que, em cinquenta anos, as mudanças climáticas podem ser responsáveis pelo desaparecimento completo dos anfíbios na Mata Atlântica. Mayra: Daí a importância de envolver cada vez mais pessoas em ações de preservação e enfrentamento às mudanças climáticas. Susana: Que a gente pudesse trazer uma paisagem sonora da qual os humanos fazem parte e fazem parte não apenas produzindo problemas, produzindo destruição, mas produzindo interações, interações ecológicas. [música] Mayra: Voltamos então à pesquisa da Natália. Mayra: Ela usou uma metodologia de trabalho que tem sido muito utilizada pela Susana e seu grupo de pesquisa, que são as mesas de trabalho. Susana: E elas foram surgindo como uma maneira de fazer com que a revista ClimaCom, que é uma revista que está tentando ensaiar modos de pensar, de criar, de existir diante das catástrofes, a revista pudesse ter uma existência que não fosse só online, que fosse também nas ruas, nas praças, nas salas de aula, nos outros espaços, que ela tivesse uma existência fora das telas. E que, com isso, a gente se desafiasse não apenas a levar para fora das telas e para as outras pessoas algo que foi produzido na universidade, mas que a gente pudesse aprender com as outras pessoas. Mayra: A ideia das mesas é reunir pessoas diversas, de dentro e de fora da universidade, pra criarem juntas a partir de um tema. Susana: Então, quando chegou a proposta dos anfíbios, a gente resolveu criar uma mesa de trabalho com os sapos. E essa mesa de trabalho envolvia diversas atividades que aconteciam simultaneamente. Essas atividades envolviam desde fotografia, pintura, desenho, colagem, grafismo indígena, até estudo dos sons. Mayra: A Susana estava explicando que durante essas mesas, elas conseguem fazer com que as pessoas interajam com os sapos de uma forma diferente, mais criativa. Criativa aqui tanto no sentido de imaginar, quanto de criar e experimentar mesmo. Susana: A gente propôs a criação de um caderno de estudo dos sons junto com as pessoas. A gente disponibilizou vários materiais diferentes para que as pessoas pudessem experimentar as sonoridades. Disponibilizamos um conjunto de cantos da fonoteca aqui da Unicamp, de cantos dos sapos, para as pessoas escutarem. E pedimos que elas experimentassem com aqueles objetos, aqueles materiais, recriar esses sons dos sapos. E que elas pudessem depois transpor para um caderno essa experiência de estudo desses sons, de como esses sons se expressavam. Mayra: Esse é um exemplo de como a gente pode aproximar as pessoas do trabalho dos cientistas sem que isso coloque a pesquisa feita nas universidades como algo superior ou mais importante do que outros conhecimentos. Escuta só a experiência da Natália: Natália: Através de diferentes materiais, de diferentes meios, é possível criar um movimento afetivo que vai além daquele movimento do emissor-receptor que traz uma ideia mais generalista, mais direta, de que você só fala e não escuta. Então, uma das coisas que mais marcou o meu trabalho nessa trajetória foi a escuta. Onde a gente não apenas falava com os anfíbios, mas também a gente escutava as histórias que as pessoas traziam, os ensinamentos de outros povos, de outras culturas. Então, essa relação entre arte e ciências possibilitou todo esse movimento que foi muito enriquecedor (6:14) Susana: As mesas de trabalho foram um lugar também onde as pessoas acessaram um pouco do trabalho dos herpetólogos. Entraram em relação com a maneira como os herpetólogos estudam os sapos. Interessa para eles se o som do sapo é mais amadeirado, é mais vítreo, é mais metálico. O tipo de som, se ele tem uma pulsação diferente da outra, um ritmo diferente do outro. Eles fazem várias análises desses sons, estudam esses sons em muitos detalhes. Mayra: Trazer essa possibilidade de experimentação é um dos principais objetivos das ações e das pesquisas realizadas pelo grupo da Susana aqui no Labjor. E o encontro com as práticas artísticas tem sido um meio de trabalhar essas experimentações. [música de fundo] Susana: Eu acho que a gente tem pensado muito ciências e artes no plural, com minúsculas, justamente para trazer uma potência de multiplicidade, de possibilidades não só de pesquisa e produção artística, mas de pensamento, modos diferentes de viver no mundo e de praticar a possibilidade de pensar, de criar, de se relacionar com os outros seres. Mayra: Mas, segundo a Susana, tem um desafio grande nesse tipo de trabalho… Susana: Porque é muito comum as pessoas, sobretudo os cientistas, acharem que as artes são uma embalagem bonita para as ciências. Então, o que as artes vão fazer vai ser criar uma maneira das pessoas se seduzirem por um conteúdo científico, de se tornar mais belo, mais bonito. A gente não pensa que esse encontro entre artes e ciências pode tornar as ciências mais perturbadoras, pode questionar o que é ciência, pode gerar coisas que não são nem arte nem ciência, que a gente ainda não conhece, que são inesperadas, que são produções novas. Mayra: Quando a Natália fala da possibilidade de criar relações afetivas com os sapos, ela não quer dizer apenas relações carinhosas, mas também de sensibilidade, de se deixar afetar, no sentido de se permitir viver aquela experiência. De entrar em contato com essas espécies companheiras e, realmente, sair desses encontros diferente do que a gente entrou. Susana: Então, a gente está tentando pensar atividades de divulgação científica e cultural que são modos de criar alianças com esses seres. São modos de prestar atenção nesses seres, de levar a sério suas possibilidades de existir, suas maneiras de comunicar, suas maneiras de produzir conhecimento. É uma ideia de que esses seres também produzem modos de ser e pensar. Também produzem ontopistemologias que a gente precisa aprender a se tornar digno de entrar em relação. Mayra: Em tempos de crise climática, isso se torna especialmente importante. Quando a gente fala de comunicação de risco, sempre existe a preocupação de falar com as pessoas de uma forma que a informação não seja paralisante, mas que crie mobilizações. Mayra: Eu aposto que você, assim como eu, de vez em quando se sente bem impotente quando pensa na catástrofe ambiental em curso. A gente se sente pequeno diante do problema. Só que é necessário fazer alguma coisa diferente do que a gente tem feito ou veremos cada vez mais eventos naturais extremos que têm destruído tantas formas de vida. [encerra música] Susana: Acho que a gente tem pensado nesses encontros justamente como aquilo que pode tirar a gente da zona do conforto e pode gerar uma divulgação científica e cultural nesses encontros entre artes e ciências, que experimentem algo que não seja massificado, algo que escape às abordagens mais capitalizadas da comunicação e mais massificadas, e que possam gerar outras sensibilidades nas pessoas, possam engajá-las na criação de alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é, que está por vir. Mayra: A única forma de fazer isso é efetivamente trazendo as pessoas para participar dos projetos, aliando conhecimentos locais e tradicionais com as pesquisas acadêmicas. Isso cria um senso de pertencimento que fortalece os resultados dessas pesquisas. Mayra: O projeto Escutadô, que o Lucas faz parte, também trabalha com essa perspectiva de engajamento. Lucas: A gente usa uma abordagem chamada ciência cidadã, onde a gente se conecta com o público, e os locais onde a gente vai fazer as amostragens são propriedades rurais de colaboradores ou de voluntários do projeto. Então, a gente tem toda essa troca de experiências, de informação com esse público que vive o dia a dia ali no semiárido, ali na Caatinga. Tudo isso enriquece muito a nossa visão sobre o projeto, inclusive as decisões que a gente pode ter em relação a como que essa tecnologia vai ser empregada ou como que ela deveria ser empregada. Mayra: Lembra que o projeto foi financiado a partir de um edital que considerava a bioeconomia? Então, pro Lucas, a pesquisa só se torna inovadora e significativa de verdade se tiver efeitos práticos pra população que ajudou a construir esse conhecimento. Lucas: Senão é só uma ideia bacana, né? Ela precisa se transformar em inovação. Então, a gente tem toda essa preocupação de criar essa ferramenta e de que essa ferramenta seja realmente interessante para mudar a forma com que a gente vai entender ou tomar as decisões de forma mais eficiente, né? E que isso se torne um recurso que seja possível, né? Para que as pessoas utilizem. Mayra: A ideia do projeto é que, a partir de um aplicativo com aquele algoritmo treinado, as pessoas consigam por exemplo avaliar as condições ambientais da região em que vivem. Ou que esses dados possam ser usados pra ajudar a identificar áreas prioritárias de conservação e com isso, contribua diretamente pra qualidade do cuidado com a Caatinga. [música] Mayra: As mudanças climáticas estão aí faz tempo, infelizmente. Mas seus efeitos têm se tornado mais perceptíveis a cada ano. É urgente pensarmos em outras formas de estarmos no mundo, diminuindo os impactos ambientais, antes que esse planeta se torne inabitável, porque, como a gente também tem falado aqui no Oxigênio, não é tão simples assim achar outro planeta pra morar. Susana: Então, acho que isso tem sido fundamental para a gente criar uma comunicação científica em tempos de mudanças climáticas, que não apenas fica na denúncia dos problemas, mas que apresenta possibilidades de invenção de outros modos de habitar essa terra ferida, essa terra em ruínas. [encerra música] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e produzi e editei esse episódio. A revisão é da Lívia Mendes. A trilha sonora tem inserções do Freesound e de captações do projeto Escutadô e do João Bovolon, que também leu o trecho do Livro das Sonoridades. Mayra: Esse episódio é parte de uma bolsa Mídia Ciência e também conta com o apoio da FAPESP. Mayra: O Oxigênio é coordenado pela Simone Pallone e tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Estamos nas suas plataformas de áudio preferidas e nas redes sociais como Oxigênio Podcast. Te espero no próximo episódio! [Vinheta encerramento]
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (25): Ao menos 31 pessoas morreram após as fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira entre segunda-feira (23) e a madrugada desta terça (24). De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, 25 mortes foram registradas em Juiz de Fora e outras seis em Ubá. A Câmara dos Deputados aprovou, em votação simbólica, o Projeto de Lei Antifacção, que endurece o combate ao crime organizado e amplia penas, mecanismos de prisão e instrumentos de investigação. O texto, que teve origem no Palácio do Planalto, passou por alterações da oposição e revisões do Senado Federal, mas os deputados deram a palavra final. O relator Guilherme Derrite (PP-SP) conduziu a versão aprovada, que também retirou trecho que previa a criação de um imposto para financiar a segurança pública por meio da taxação de casas de apostas. O texto segue agora para sanção presidencial. O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, anunciou que o governo federal irá liberar R$ 800 para cada pessoa desabrigada pelas chuvas que atingem a Zona da Mata, em Minas Gerais. Os recursos serão repassados pelo Ministério do Desenvolvimento Social às prefeituras de oito municípios afetados, que ficarão responsáveis pela distribuição aos moradores. Além do auxílio emergencial, o governo também vai antecipar pagamentos do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) para as famílias atingidas pelas enchentes. Os parlamentares do Reino Unido aprovaram nesta terça-feira (24) a divulgação de documentos confidenciais relacionados à nomeação do Andrew Mountbatton-Windsor como enviado comercial, dias após o ex-príncipe ter sido interrogado pela polícia por seus vínculos com Jeffrey Epstein. O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu alerta vermelho, o mais alto nível de severidade, para acumulado de chuva em áreas do Sudeste até a próxima sexta-feira (27). O aviso classifica a situação como de “grande perigo”. Confira as informações da Previsão do Tempo com Camila Yunes. O Senado aprovou nesta terça-feira (24) o Projeto de Lei que estabelece regras mais rígidas para condenados por homicídios de policiais e outros agentes de segurança. O projeto segue agora para análise da Câmara dos Deputados. O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões, atualizou o cenário das cidades atingidas pelos temporais durante entrevista ao Jornal da Manhã. A Zona da Mata é uma das áreas mais afetadas, com registros de deslizamentos de terra, ao menos 30 mortos em Juíz de Fora e 6 em Ubá, além de cerca de 3 mil desalojados. O governo estadual decretou estado de calamidade pública e mobiliza equipes de resgate e assistência às vítimas. A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (25) a Operação Vassalos para investigar um suposto esquema de fraudes em licitações, corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo desvios de emendas parlamentares. Entre os alvos estão o ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho e o deputado federal Fernando Filho (União-PE). A suspeita é que o grupo tenha movimentado bilhões de reais em recursos públicos por meio de contratos irregulares. A Rússia acusou a Ucrânia de tentar obter armas nucleares com ajuda da França e do Reino Unido, segundo relatório divulgado pelo serviço de inteligência externa russo (Serviço de Inteligência Externa da Rússia). Kiev classificou a acusação como “absurda”, enquanto Paris e Londres também rejeitaram as alegações. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro reabriu a investigação contra o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) e outras 25 pessoas para apurar suspeitas de desvio de dinheiro público por meio de funcionários fantasmas, prática conhecida como “rachadinha”, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Um temporal deixou mortos e desaparecidos na Zona da Mata de Minas. Juiz de Fora teve o fevereiro mais chuvoso da história, e o solo encharcado dificultou o trabalho das equipes de socorro. Na cidade vizinha de Ubá, o rio transbordou e invadiu casas e lojas. Pontes e prédios não resistiram, e houve desabamento. A meteorologia alertou que havia risco de mais chuva e novos deslizamentos. O Ministério Público recorreu da decisão do Tribunal de Justiça de Minas que absolveu um homem condenado por estupro de vulnerável. A vítima era uma menina de doze anos. A Primeira Turma do Supremo começou a julgar os acusados de mandar matar Marielle Franco e Anderson Gomes. O ministro Gilmar Mendes decidiu que Judiciário e Ministério Público só podiam pagar os chamados penduricalhos se estivessem previstos em lei federal. Uma operação policial prendeu uma quadrilha especializada em golpes pelo celular, e o desafio agora era rastrear e devolver para as vítimas o dinheiro desviado.
Polícia prende ex-embaixador britânico por suspeita de vazar informações a Epstein. E Uefa suspende jogador acusado de racismo contra Vinicius Junior.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há crianças que dizem “não” a tudo. Mas quando o “não” é constante, agressivo e dirigido às figuras de autoridade, talvez não estejamos apenas perante uma fase, mas um Transtorno Opositivo DesafiadorSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: As cidades de Juiz de Fora e Ubá decretaram calamidade pública por conta da tragédia provocada pelas chuvas na zona da mata mineira. 25 mortes foram confirmadas até o momento e 43 pessoas estão desaparecidas. O governo de Minas Gerais decretou luto de três dias em razão das mortes. Uma grande equipe formada pelos bombeiros, Defesa Civil e forças de segurança atua na região. A cidade mais afetada é Juiz de Fora. As ruas estão tomadas pela lama, o que torna o cenário ainda pior e prejudica o trabalho das equipes de resgate, que buscam sobreviventes. Em Ubá, as ruas viraram verdadeiras corredeiras. Muitos carros foram arrastados pela enxurrada. Um asilo foi tomado pela água e os idosos foram levados para o andar superior com a ajuda de vizinhos. Um prédio que foi atingido pela enchente veio abaixo. O imóvel já havia sido esvaziado e ninguém ficou ferido. E ainda: Em viagem de volta da Ásia, Lula anuncia apoio federal a vítimas de temporais em MG.
Chuva deixa mortos, desabrigados e prefeitura decreta calamidade em Juiz de Fora, MG. Gilmar Mendes manda suspender 'penduricalhos' do MP e do Judiciário. Caso Marielle: Primeira Turma julga acusados de mandar matar vereadora; saiba como será o julgamento. Tarifaço de Trump: veja quais produtos brasileiros ficam isentos a partir desta terça-feira. México envia mais 2 mil soldados para Jalisco após morte de 'El Mencho'.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: No México, uma onda de violência já deixou ao menos 62 mortos depois que o Exército matou o chefe do maior cartel de tráfico de drogas do país. Imagens mostram a correria de passageiros em um aeroporto depois que homens armados invadiram o local. Ataques foram registrados em diversas regiões. Ao menos 25 agentes de segurança morreram. Estradas foram bloqueadas e veículos incendiados. E ainda: Duas pessoas são presas em operação contra quadrilha de furtos de cabos de cobre no RJ.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A semana começa com muita chuva no Grande Rio. Várias cidades na Baixada Fluminense têm registros de alagamentos e a rodovia Presidente Dutra teve um trecho interditado. Só em Nova Iguaçu choveu três vezes mais do que o esperado para todo mês de fevereiro. E ainda: Lula assina acordos em visita oficial à Coreia do Sul.
Jorge Natan recebe Emanuelle Ribeiro, Luiza Sá e Sérgio Lobo para analisar derrota para o Lanús.
Confira o Fechamento de Mercado desta quinta- feira (19)
Países africanos começam a criar processos para manter a viabilidade das negociações
Confira nesta edição do JR Horas: Pelo menos cinco pessoas morreram em um acidente envolvendo uma van e um caminhão na BR-020, próximo à divisa do Distrito Federal com a cidade de Formosa, em Goiás. O acidente aconteceu na madrugada desta terça-feira (17) no trecho da pista que segue em direção a Brasília (DF). E ainda: Programa Pé-de-Meia Licenciaturas começa nesta terça (17) com 12 mil bolsas disponíveis.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Um grave acidente envolvendo uma van e uma carreta deixou cinco mortos e outras onze pessoas feridas em Planaltina, no Distrito Federal. Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres, a van não tinha autorização para transportar passageiros. De acordo com a Polícia Civil, após perder o controle, a van atingiu a parte traseira da carreta, na BR-020. Devido à gravidade do acidente, foram enviadas ao local doze viaturas para prestar socorro às vítimas. Elas foram levadas para hospitais de Formosa (GO) e de Brasília. O motorista da carreta não teve ferimentos. Em depoimento à Polícia Civil, o motorista disse que dirigia há mais de doze horas. E ainda: Menina de 9 anos é resgatada após se afogar em cachoeira em Pirenópolis (GO).
Rastro do temporal provocou seis mortes no fim de semana; cinco vítimas ficaram feridas e 306 foram obrigadas a se deslocar; época chuvosa iniciada em outubro já matou 215 pessoas e causou mais de 856 mil afetados em todo o país.
Policiais identificaram conversas entre Daniel Vorcaro e um outro ministro do Supremo Tribunal Federal. Saiba qual é.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (13): O ministro Dias Toffoli deixou oficialmente a relatoria do inquérito que investiga as fraudes bilionárias no Banco Master nesta quinta-feira (12). A decisão foi anunciada após uma reunião administrativa de emergência convocada pelo presidente da Corte, Edson Fachin, que contou com a participação de todos os dez ministros. Em nota conjunta, os magistrados negaram a existência de suspeição ou impedimento legal de Toffoli, reafirmando o apoio institucional ao colega, mas informaram que o próprio ministro solicitou a redistribuição dos processos para preservar os “altos interesses institucionais” do tribunal diante do desgaste causado pelas recentes revelações. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Gustavo Sampaio, professor de direito constitucional. Nesta quinta-feira (12), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em um post na rede social Truth Social que as relações entre Washington e a Venezuela têm sido “extraordinárias”, elogiando o secretário de Estado Marco Rubio e outros representantes do governo pela condução da política externa naquele país. Trump destacou que o petróleo venezuelano está “começando a fluir” e que grandes quantias de recursos, que não eram vistas há muitos anos, devem ajudar o povo venezuelano em breve. O vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (12) que é contra o projeto de lei que prevê a quebra de patentes do Mounjaro e do Zepbound, duas marcas de canetas emagrecedoras. A renúncia de Chris Wormald, secretário de gabinete e um dos principais nomes do governo britânico, aprofundou a crise enfrentada pelo primeiro-ministro Keir Starmer após novas revelações ligadas ao caso Jeffrey Epstein. Wormald se tornou o terceiro integrante da equipe a deixar o cargo em poucos dias. A situação ganhou ainda mais pressão após o nome de Peter Mandelson aparecer em fotos e extratos bancários associados ao escândalo. A Justiça suspendeu liminarmente regras das escolas cívico-militares do estado de São Paulo, sob argumento de que há evidência de violação ao princípio da legalidade, ofensa ao princípio da gestão democrática do ensino e potencial discriminatório. A deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP) iniciou a coleta de assinaturas na Câmara dos Deputados para viabilizar a tramitação de uma Proposta de Emenda à Constituição que prevê a obrigatoriedade de códigos formais de conduta e integridade no Judiciário brasileiro. A proposta pretende estabelecer diretrizes éticas para ministros do STF e de outros tribunais superiores, ampliando mecanismos de controle e transparência institucional. O Governo de São Paulo lançou um alerta à população sobre os riscos do consumo de bebidas alcoólicas adulteradas durante o Carnaval. A campanha reforça a importância de comprar apenas em estabelecimentos regularizados, verificar a procedência dos produtos e evitar itens de origem desconhecida. Segundo o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo, ações de fiscalização serão intensificadas em parceria com vigilâncias municipais, responsáveis pela inspeção de comércios e vendedores ambulantes. Nesta sexta-feira (13), primeira noite do Carnaval em São Paulo, a Mocidade Unida da Mooca, estreante no grupo especial, abre os desfiles a partir das 23h, enquanto a Barroca Zona Sul será a última a entrar no sambódromo, com início previsto para as 5h30 de sábado (14). Ao todo, serão sete escolas na sexta e mais sete no sábado; das 14 agremiações que participam neste fim de semana, duas serão rebaixadas após a apuração das notas marcada para as 16h de terça-feira (17). Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
TSE rejeita barrar desfile em homenagem a Lula no Carnaval do Rio de Janeiro. E enviado de Trump anuncia fim da operação do ICE em Minnesota.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Clínicas maternas e serviços pré-natais têm operado sob extrema pressão; Unfpa está fornecendo suprimentos médicos essenciais e reativando serviços de planejamento familiar, suspensos desde o início do conflito.
OIM confirma que apenas duas mulheres nigerianas sobreviveram após embarcação com 55 pessoas virar perto de Zuwara; dois bebês estão entre as vítimas.