POPULARITY
Categories
Eu conversei nos primórdios do programa Bom Dia, Obvious com a Manu Gavassi sobre fossa. Tudo isso, para lembrar que caso você esteja numa fossa agora, tudo passa.Para conteúdos exclusivos do Bom dia, Obvious, assine a newsletter da ObviousNos acompanhe também: Instagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaMarcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliManu Gavassi no Instagram: @manugavassiOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionouAurora: O despertar da mulher exausta
Como saber se é Deus que me fala
Ezequiel Capítulo 02 (Comentado) - Coragem para obedecer: "A verdade que ninguém queria ouvir ."
Todos nós, em algum momento, precisaremos de uma intervenção de Deus em nossa vida, pois vivemos em um mundo que sofre as consequências de seu afastamento de Deus. Há dias em que nos sentimos fracos, abalados por dificuldades por diferentes situações, por tudo isso precisamos pedir ao Senhor que venha em nosso socorro. A Bíblia nos ensina que podemos clamar e o o Senhor nos ouvirá, que podemos pedir ele nos ajude, fortaleça e encoraje. Deus ouvirá a sua oração, portanto, peça a ele que ouça e o ajude.
OUVIR E OBEDECER - Julia Peixoto
No mundo atual, é muito importante buscar cada vez mais promover a inclusão e garantir direitos iguais para todas as pessoas, independentemente de suas diferenças. No âmbito da educação, esse movimento é fundamental para assegurar que estudantes surdos ou com deficiência auditiva tenham acesso a uma aprendizagem de qualidade. Nesse cenário, a atuação da Coordenadoria de Acessibilidade e Inclusão (CAIN), na Universidade Federal de Ouro Preto, é um exemplo importante de como as instituições podem contribuir para a inclusão, promovendo ações que reconhecem a Libras como língua oficial e apoiando a formação de professores e funcionários para atender às necessidades específicas desse público.No entanto, ainda existem diversos desafios, como a necessidade de ampliar a formação de profissionais, implementar políticas públicas eficazes e combater o preconceito. Por outro lado, também há avanços significativos, que demonstram o potencial de uma educação mais inclusiva e equitativa. Para entender melhor essa questão, conversamos com Pedro Zampier, atuante na CAIN e tradutor e intérprete de libras-português. Ficha Técnica:Produção: Maria Caroline Carmo Edição de Texto: Patrícia ConscienteEdição de áudio e sonoplastia:Breno Estevam
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
Há quanto tempo você não silencia para se ouvir? Há quanto tempo sua intuição tenta te dar caminhos e você não tem tido tempo de ouvir? A intuição está em todos, mas precisamos dar atenção para encontrar os melhores caminhos da nossa jornada espiritual.Inscreva-se em nosso canal
Mensagem da série “O poder para a salvação”, do dia 01/02/26, por Luiz Felipe Queiroz.
01 de Fev 2026 | Igreja Manaim Mooca
O Presidente de Cabo Verde, José Maria Neves, está em França e após um encontro com o Presidente Emmanuel Macron disse estar "optimista e confiante" em relação ao futuro já que vê a mobilização de forças positivas para criar um Mundo melhor, numa altura marcada pela instabilidade internacional. Quanto à situação na Guiné-Bissau, o Presidente cabo-verdiano defende a sua actuação afirmando que o seu país tem trabalhado José Maria Neves, Presidente de Cabo Verde, está a cumprir uma visita de Estado a França, passando por Paris, Lyon e Marselha. O Presidente tem passado tempo com a diáspora cabo-verdiana, mas também com altas figuras do Estado na capital francesa, incluindo um almoço de trabalho com o Presidente Emmanuel Macron na sexta-feira. Após este encontro no Palácio do Eliseu, em entrevista à RFI, o chefe de Estado cabo-verdiano disse estar optimista quanto ao multilateralismo. RFI: Sai de Paris mais confiante no futuro da humanidade, tendo em conta a actual situação ao nível internacional? José Maria Neves: É preciso ser optimista e confiante. Há muitas forças contrárias e uma ruptura na ordem internacional, mas há muitas forças também que estão quotidianamente a trabalhar para que haja um mundo com regras. Para que o multilateralismo funcione, que a Carta das Nações Unidas seja respeitada e que o direito internacional também seja considerado em tudo o que nós fazemos no plano internacional. Estou optimista no sentido de que é possível mobilizar essas forças positivas para que tenhamos no futuro uma humanidade melhor. Nada se herda. Tudo é conquistado com trabalho árduo de todos os dias. E é esse trabalho que tem de se fazer. E saio de Paris muito mais optimista. No seu encontro com Emmanuel Macron foi exactamente sobre isso que falaram? Sobre essa construção de pontes num mundo muito dividido. Uma parte importante da nossa conversa foi sobre como trabalhar para termos o mundo onde o diálogo, a cooperação, a paz se imponham, onde haja parcerias solidárias para o desenvolvimento, onde o multilateralismo passe a ser o Valor que oriente o trabalho dos governos e dos diferentes Estados. Há uma vontade nesse sentido. Aliás, a intervenção do presidente Macron em Davos e a intervenção do primeiro ministro do Canadá mostram muito isto. A necessidade das pequenas e das médias potências, dos outros Estados trabalharem em comum para uma ordem internacional que beneficie a todos, para um mundo onde haja respeito pelas regras e onde haja mais humanidade. Esteve na UNESCO com o projecto que para Cabo Verde é muito importante a questão do Campo de Concentração do Tarrafal. Mas também temos de lembrar que a UNESCO é uma das organizações internacionais que faz um trabalho muito importante no âmbito da educação e da cultura, que foi abalada por este novo mandato de Donald Trump e que viu novamente retirado os Estados Unidos. Como é que foi essa troca com o novo director da UNESCO? Cabo Verde tem sempre em conta a sua história, a sua memória, o seu património natural e cultural. E o que nós podemos valorizar a memória e a história de todos os países. O trabalho conjunto que nós estamos a fazer com a UNESCO, enquanto patrono para a preservação do património natural e cultural da África, é precisamente no sentido de preservarmos toda a riqueza natural e cultural do continente africano e a partir desse cuidado construir uma África mais sustentável, com mais progresso e mais bem-estar para todos os africanos, independentemente das limitações e dos problemas existentes. A maioria dos membros da UNESCO tem neste momento a disponibilidade de trabalhar para preservar a UNESCO e permitir que ela cumpra a sua missão. E teremos o Tarrafal elevado a património da Humanidade até ao fim da década? Sim, temos um grande entusiasmo relativamente a este projecto. Na verdade, o campo de concentração do Tarrafal não é só de Cabo Verde, é também de Portugal e das outras ex-colónias. Já é um património da Humanidade que deve ser agora reconhecido pela UNESCO. E também os escritos de Amílcar Cabral que estão em curso no quadro de toda essa dinâmica, para conhecermos a nossa história e preservarmos a memória da luta de libertação. E da história política contemporânea de Cabo Verde. Já esteve aqui com os jovens da diáspora, estará com a comunidade nas várias cidades que vai visitar. Esteve também nos Estados Unidos, imagino também com a comunidade dos Estados Unidos. Esta questão dos vistos e esta questão da forma como os Estados Unidos estão a tratar Cabo Verde está a preocupar os cabo verdianos em Cabo Verde, mas tambem os cabo verdianos fora de Cabo Verde? Sim, muito. Cabo Verde é um Estado transnacional. Nós somos desterritorializados. Os cabo-verdianos estão em todo o Mundo. Há mais cabo verdianos fora do que dentro. Portanto, nós, tudo o que tem a ver com restrições à mobilidade, tudo o que tem a ver com a discriminação de imigrantes afecta enormemente Cabo Verde. Então temos é de trabalhar para defender os interesses dos cabo-verdianos. De um lado, ouvir os cabo-verdianos, ouvir os desafios ou ver os problemas, ter uma mensagem pedagógica e, do outro lado, também dialogar com as autoridades e procurar defender os interesses dos cabo-verdianos. Nós não queremos uma imigração ilegal, uma imigração clandestina. Nós queremos que a imigração se faça com base em regras de forma regulada. Que os cabo-verdianos que quiserem sair saiam, mas de forma legal. E nós temos que cooperar nesse sentido e defender os interesses dos cabo-verdianos. É nessa linha que nós estamos a trabalhar com preocupação em relação às medidas mais restritivas. Mas vamos falando com a diáspora, vamos falando com as autoridades dos países de acolhimento, mesmo lá onde haja medidas mais restritivas. Mostrar-lhes que Cabo Verde tem tido uma diáspora desde há muitos séculos e que tem contribuído grandemente para o crescimento dos países de acolhimento. É um povo pacífico, trabalhador e que respeita as regras dos países de acolhimento. E é nessa linha que vamos continuar a trabalhar. E o tom como se fala atualmente das comunidades lusófonas em Portugal preocupa-o? Estamos a falar já da segunda volta das eleições presidenciais, que acontece já para a semana. Esta eleição está a preocupá-lo? Não, não necessariamente. Acho que os portugueses farão a sua escolha no dia 8 de Fevereiro e, qualquer que ela seja, a escolha deve ser respeitada. E nós iremos é continuar a trabalhar, como já disse, para defender os interesses dos cabo-verdianos. Mas em Portugal, a nossa diáspora globalmente é bem integrada e espero continuar a contar com toda a disponibilidade das autoridades portuguesas e da sociedade portuguesa no sentido de maior integração da diáspora cabo-verdiana. Quando falamos de instabilidade não podemos deixar de falar da África e da instabilidade dentro dos países lusófonos, nomeadamente na Guiné-Bissau. Esteve para integrar uma missão da CEDEAO. A Guiné-Bissau preferiu não fazê-lo exactamente pela proximidade com a Guiné-Bissau. Arrepende-se ter feito isso ou acha que naquela altura era o que era necessário fazer para o problema da Guiné-Bissau se resolver o mais rápido possível? Nessas questões temos que ser muito pragmáticos e realistas e ver qual é a melhor maneira de ajudar. E achei que a melhor maneira de ajudar era trabalhar mais nos bastidores e de forma mais discreta. E é o que temos feito. Temos tido contactos, temos participado nas acções da CEDEAO, temos falado com os chefes de Estado, temos falado com as duas partes na Guiné-Bissau e temos ajudado muito dentro das nossas possibilidades. Temos aconselhado, temos sugerido, isso é o mais importante. Aqui é preciso muita paciência. Os fenómenos não são fáceis, são complexos, os contextos são muito difíceis, mas, gradualmente, as peças do puzzle estão a ser colocadas no sentido da realização do roteiro que foi fixado em Abuja, na última cimeira dos Chefes de Estado e Governo da CEDEAO. E, portanto, os presos políticos já foram libertos, já há um passo em relação a Domingos Simões Pereira, que passou a estar em prisão domiciliária. Mas já é um passo positivo. E vamos ver se o governo inclusivo será formado e depois, gradualmente, ir tomando outras medidas no sentido da concretização dos objectivos da CEDEAO. E do meu ponto de vista, é isto que é o mais importante. Se considerarmos toda a história da Guiné-Bissau, dos golpes, dos conflitos, dos problemas anteriores, percebemos que a complexidade da situação exige um trabalho diplomático muito inteligente e muito sereno para podermos atingir os resultados esperados. A ideia é então de realizar eleições em dezembro, mas antes disso, pensa que seria importante um esclarecimento cabal do que se passou no dia 26 de novembro de 2025, em Bissau? O importante neste momento é considerar a realidade existente. Houve o golpe, independentemente da sua natureza. Os resultados eleitorais não foram divulgados e houve prisões e já há a instalação de um regime militar. Agora temos de trabalhar no sentido da criação de um governo inclusivo com o envolvimento de todas as sensibilidades políticas e sociais na linha das decisões da CEDEAO e depois criar as condições para a realização de eleições livres, justas e transparentes. Tendo em conta toda a história da Guiné-Bissau, não podemos estar permanentemente em busca de uma reconciliação com o passado, mas temos de estar preocupados na realização de uma reconciliação no presente, para que o futuro seja um futuro de maior estabilidade e de maior tranquilidade e que permita a restauração do Estado e permita também a realização dos objectivos preconizados. Quando faz estas viagens, a ideia é a escuta. Ouvir cabo-verdianos na diáspora, quais são as principais queixas? O que é que acha que ainda poderia ser feito e que não foi? Por tudo o que eu já ouvi, se eu fosse um membro da diáspora, o que eu diria é que precisamos efectivamente resolver o problema dos transportes marítimos e aéreos inter-ilhas. Resolver o problema da mobilidade e da inserção de todas as ilhas na dinâmica nacional de desenvolvimento. Prioridade das prioridades. E teremos de mobilizar as tecnologias informacionais para conseguir, de forma muito mais rápida, resolver um conjunto de pequenas questões que são obstáculos ao investimento. São obstáculos à resolução imediata de um conjunto de pequenos problemas no relacionamento entre o cidadão ou entre uma empresa ou entre a sociedade civil e a administração. Eu acho que nós, nos 50 anos da nossa independência, Cabo Verde cresceu, deu um salto enorme. Agora, 50 anos depois, temos de sofisticar-nos um pouco, melhorar a qualidade da prestação dos serviços e sermos muito mais eficientes, muito mais eficazes nos resultados e para podermos andar mais depressa. As eleições presidenciais estão marcadas para Novembro. Senhor Presidente é recandidato a Presidente de Cabo Verde? Bom, ainda vamos ter às legislativas em Maio. É preciso aguardar a evolução das coisas. Espero que as legislativas corram bem e só depois das legislativas, da posse do novo Governo, é que irei decidir sobre esta matéria.
Ouvir a nossa voz Ensaios humorísticos: https://robertogamito.substack.com
Olá notável ouvinte!Você já pensou “Ah, depois eu faço”?É quase inevitável…mas quando isso causa sofrimento?Ser saber mais?Então clica no play e vem com a gente!Vida Longa e Próspera!
A extinção das abelhas vai além de um problema ambiental; é uma ameaça direta à vida humana. Esses polinizadores são cruciais para a produção de alimentos, e seu desaparecimento pode desequilibrar ecossistemas e afetar a segurança alimentar. Desmatamento, poluição e aquecimento global são os principais responsáveis pelo declínio das populações de abelhas.Especialistas alertam para a necessidade de ações urgentes para proteger essas espécies, garantindo não apenas o equilíbrio da natureza, mas também o futuro da humanidade. Para entender melhor essa questão, conversamos com a professora do Departamento de Biodiversidade, Evolução e Meio Ambiente da Universidade Federal de Ouro Preto, Yasmine Antonini.Ficha Técnica:Produção: Maria Caroline Carmo Edição de Texto: Patrícia ConscienteEdição de áudio e sonoplastia: Breno Estavam
Seja bem-vindo ao meu canal.➤ Instagram: @heliopeixotofilho➤ Telegram: https://t.me/heliopeixoto_oficial➤ Devocional: https://especial.heliopeixoto.com/cadastro-devocional➤ Facebook: http://www.facebook.com/HelioPeixotoFilho
Leitura Bíblica Do Dia: TIAGO 1:18-20 Plano De Leitura Anual: ÊXODO 9–11; MATEUS 15:21-39 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Meu batimento cardíaco acelerou quando abri a boca para refutar acusações que uma amiga querida fazia contra mim. O que eu postara on-line não tinha relação com ela, como ela insinuava. Mas antes de respondê-la, orei. Acalmei-me e ouvi o que ela dizia, e senti sua dor por trás das palavras. Ficou claro que era algo mais profundo do que a superfície aparentava. Minha amiga sofria, e a necessidade de me defender dissolveu-se ao escolher ajudá-la a lidar com a sua dor. Logo, entendi a exortação de Tiago: “estejam todos prontos para ouvir, mas não se apressem em falar nem em se irar” (1:19). Ouvir pode nos ajudar a entender o que há por trás das palavras, evitando a “ira humana [que] não produz a justiça divina” (v.20). Ouvir nos permite entender o coração. Senti que parar e orar me ajudou a lidar com minha amiga. Tornei-me sensível às palavras dela e deixei de lado a minha ira. Talvez se eu não tivesse orado, teria rebatido os pensamentos e compartilhado como me sentia ofendida. Mesmo nem sempre entendendo corretamente as instruções de Tiago, naquele dia, entendi. Parar para orar antes de permitir que a raiva e a ofensa tomassem conta de mim foi a chave para ouvir primeiro e falar depois. Oro para que Deus me dê sabedoria para fazer isso com mais frequência (PROVÉRBIOS 19:11). Por: KATARA PATTON
Nesta edição, Cleber Facchi (@cleberfacchi), Isadora Almeida (@almeidadora), Renan Guerra (@_renanguerra) e Nik Silva (@niksilva) montam uma seleção de discos gostosinhos para ouvir no conforto do lar.Apoie a gente: https://apoia.se/podcastvfsmPlaylist Seleção VFSM: https://bit.ly/3ETG7oEContato: sobremusicavamosfalar@gmail.com
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
A Fé Vem Pelo Ouvir – É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!
Passagens Complementares:Tiago 1,22Mateus 7,24João 10,27João 8,47
Você já se perguntou como reconhecer a Voz de Deus em meio aos desafios, decisões e ruídos do dia a dia?Muitas vezes, buscamos respostas fora, quando a verdadeira orientação divina já está presente dentro de nós, suave e constante, esperando por um coração tranquilo para se manifestar. No episódio #56 do Podcast Vivências, os Preletores Milton Hitoshi Suga e Iara Regina Colombo conduzem uma conversa profunda e iluminadora sobre como desenvolver essa escuta espiritual.Vamos aprender juntos a ouvir a voz de Deus?CITAÇÕES:| Livro O Livro dos Jovens;| Livro Viver junto com Deus;| Livros A Verdade da Vida v. 37 e 38;| Livro 365 itens para alcançar o ideal;| Livro Sutra em 30 Capítulos para Leitura Diária;| Para adquirir os livros e estudar ainda mais, acesse: https://snibr.org/livrariapod;| Conheça as Academias de Treinamento Espiritual da Seicho-No-Ie e participe de um de nossos Seminários! Para saber mais acesse: https://rebrand.ly/academias_SNI| Participe das atividades presenciais em nossas Associações Locais! Para encontrar a mais próxima de você, acesse: https://rebrand.ly/onde_encontrar| Deixe seu comentário no Youtube, no Spotify, ou compartilhe suas vivências conosco pelo e-mail: snicast@sni.org.br