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Cristina Gavina, presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, indica que as mortes por doenças cardiovasculares reduziram na última década. Mas população mais jovem continua a preocupar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bom dia!A pílula de hoje mostra por que feedback precisa ter método, frequência e intenção clara.
Novidades da Diretriz Brasileira de Obesidade e Prevenção de Doenças CV by Cardiopapers
Esta edição apresenta as lideranças da lista TIME100 Health 2026 e os avanços em inteligência artificial e terapias que estão moldando o futuro da medicina. O boletim detalha o alerta da IARC sobre como a vacinação e o tratamento de infecções preveníveis, como HPV e Hepatite, são estratégicos para a redução global do risco de câncer. Destacamos também o uso de realidade virtual pela OPAS para o treinamento imersivo de profissionais em resposta a vírus respiratórios. Acompanhe as tendências que impactam a sua prática assistencial no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Acesse o link das fontes aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/13-02-2026
Bom dia!A pílula de hoje mostra por que projetistas e bombeiros precisam sair do confronto e entrar na construção conjunta.Sem diálogo entre norma e prática, o sistema não evolui e quem perde é a segurança.
Bom dia!A pílula de hoje mostra por que iluminação de emergência não é item decorativo nem detalhe de planta.Quando ela falha no projeto, a evacuação falha na emergência.
Hospitais em todo o Brasil poderão ser obrigados a criar um Programa de Prevenção de Erros de Medicação (PPEM). A proposta ( PL 238/2026 ), do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), busca garantir segurança ao paciente e estabelece regras para evitar falhas no uso de medicamentos em ambientes hospitalares. Em entrevista, o senador defende o projeto e destaca a importância do debate nas comissões, com participação dos conselhos federais de medicina e de enfermagem. Acompanhe.
Bom dia!A pílula de hoje mostra por que não existe assinatura parcial nem responsabilidade transferida na engenharia.E como aceitar fazer errado, mesmo sob pressão, coloca sua carreira inteira em risco.
Dra Leisa Gaspary, ginecologista e mastologista, e Adriana Schneider, coordenadora de Prevenção da Liga Feminina de Combate ao Câncer, participaram do Direto ao Ponto e falam sobre as campanhas de conscientização e prevenção contra o câncer de mama.
Dra Leisa Gaspary, ginecologista e mastologista, e Adriana Schneider, coordenadora de Prevenção da Liga Feminina de Combate ao Câncer, participaram do Direto ao Ponto e falam sobre as campanhas de conscientização e prevenção contra o câncer de mama.
Bom dia!A pílula de hoje resume os principais incêndios, pesquisas e movimentos do mercado que impactam a prevenção contra incêndio.Assine a PrevNews e receba a newsletter direto no seu e-mail:https://prevnewsletter.beehiiv.com/subscribeGaranta sua vaga na PrevWeekend, a maior imersão em prevenção contra incêndio da América Latina:https://forms.gle/tJ2RZnYWTTqfRLM29
Bom dia!A pílula de hoje mostra por que listar tudo não basta para empreender com clareza.Escolher, testar e persistir exige critério, desapego e ação no mundo real.
Bom dia!A pílula de hoje mostra como fisiologia, foco e disciplina constroem resultados sustentáveis no esporte e no empreendedorismo.E por que quem aprende a ajustar o próprio ritmo sai na frente no negócio e na vida.
Dislipidemia nas diferentes fases da vida: da infância à prevenção secundária by Cardiopapers
Bom dia!A pílula de hoje mostra por que o selo da porta corta-fogo vai muito além da aparência.
Esta edição traz as evidências do JAMA sobre a salpingectomia oportuna como estratégia de prevenção do câncer de ovário e os benefícios da cronoterapia na sobrevida de pacientes com câncer de pulmão. O conteúdo destaca ainda as tendências de longevidade e o conceito de "healthspan" que moldam as expectativas de saúde para 2026. Acompanhe as notícias que reforçam a prevenção ativa e a personalização do cuidado no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA. Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Acesse o link de cada matéria:O QUE IMPORTA HOJE - https://bit.ly/4tgHxAX O QUE MUDA NA PRÁTICA - https://bit.ly/4bACHIH RADAR - https://bit.ly/4rrnCgZ
A doença hipertensiva da gestação não é “só pressão alta na gravidez” — é um espectro com risco materno-fetal real e decisões que, no plantão, não perdoam hesitação.No DozeCast #210, Raphael Rossi e Victor Bemfica revisam o que você precisa dominar para conduzir HAS na gestação com segurança, do consultório à emergência.Falamos sobre: • Como definir e classificar: HAS crônica, HAS gestacional, pré-eclâmpsia e HAS sobreposta • O que muda o jogo na pré-eclâmpsia: proteinúria e/ou disfunção de órgão-alvo (rim, fígado, plaquetas, pulmão, SNC) • Hipertensão grave (≥160/110): entenda a urgência, mesmo sem sintomas • Prevenção: AAS em baixa dose no timing correto e quando considerar cálcio (ainda tem espaço?) • Quando tratar e qual alvo perseguir: tendência atual a controle mais rigoroso sem comprometer perfusão placentária • As drogas seguras na gestação e no puerpério • Manejo da crise hipertensiva: meta de redução e principais armadilhas • Puerpério: por que a PA pode piorar em 3–6 dias e como orientar sinais de alarme e seguimento
Bom dia!A pílula de hoje mostra por que o selo da porta corta-fogo vai muito além da aparência.
Bom dia!A pílula de hoje mostra por que BIM sem critério técnico vira apenas um desenho bonito.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo Especial de Apoio e Atuação para Prevenção e Resposta a Situações de Emergência ou Estado de Calamidade devido à Ocorrência de Desastres (GPRD), obteve sentença parcialmente favorável em ação civil pública ambiental que trata da atuação do Município na gestão de riscos relacionados a inundações recorrentes no município.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Especializada do Controle Externo da Atividade Policial, participou, na última sexta-feira, 30, de uma reunião para tratar de parceria institucional com a Corregedoria da Polícia Militar do Acre para a construção de um projeto de prevenção da atividade policial.
O teatro está a ser usado em Massingir, na província de Gaza, para alertar as populações para as doenças transmitidas pelos animais como a raiva ou a tuberculose bovina. São apresentações construídas com a população, utilizando a linguagem corrente para falar sobre estes temas e onde os investigadores advogam também pela melhoria das condições de vida dos habitantes à volta do Parque Natural do Limpopo. Em Moçambique, um projecto levado a cabo por cientistas sociais está a ir às comunidades em risco de contrair doenças zoonóticas, ou seja doenças passadas pelos animais domésticos ou selvagens ao homem, de forma a alertar, prevenir e informar as populações. Este projecto visa avaliar o que os habitante sabem sobre estas maleitas e, a partir daí, com o vocabulário próprio das comunidades criar uma peça de teatro não só que alerte para os perigos dessas interacções, mas também que fale sobre sintomas e descontrua mitos ou crenças à volta de doenças ainda bastante prevalentes como a raiva ou a tuberculose bovina. O sociólogo moçambicano, Carlos Cuinhane, tem levado a cabo este projecto no distrito de Massingir, na província de Gaza, nas comunidades limítrofes do Parque Natural do Limpopo, e explica como estas representações teatrais podem ser mais eficazes do que panfletos ou cartazes, dando um papel activo às populações no combate a estas doenças. "Chegámos à conclusão de que, efectivamente, todos os processos de comunicação que eram feitos eram baseados no processo tradicional, nomeadamente panfletos, com a tradução de inglês para português e língua local. Entendemos que face ao historial de Moçambique, em particular e da região havia esta informação, mas em termos de impacto, as práticas sociais de risco continuavam a serem comuns nas comunidades. E perguntamos para nós será que reproduzir o mesmo modelo valia a pena? Chegamos à conclusão de que não. Em outras comunidades, havia uma tentativa de envolvimento das próprias comunidades. Mas, mais importante ainda é a ideia em que chegamos à conclusão de que todas as práticas que eram desenvolvidas nesse sentido da produção de comunicação eram baseadas na perspectiva 'top down', ou seja, os cientistas faziam a investigação, chegavam as suas conclusões, definiam o que era a comunicação e depois enviavam à comunidade. E nós entendemos que, como uma inovação, podíamos fazer duas coisas. A primeira era basear se exatamente a informação de comunicação naquilo que a própria comunidade diz ser o problema e identificar a forma como eles gostariam que comunicassem. O segundo momento foi de que seria ideal usar o teatro exactamente baseado na ideia de que são eles próprios na comunidade a fazerem, a participarem neste processo de teatro e a transmitir a informação para eles próprios. Nós iríamos intermediários e passaríamos tudo para a comunidade", explicou Carlos Cuinhane, que é também investigador na Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo. Assim, com a linguagem adaptada ao que já era conhecido pela população, o grupo de pesquisa trabalhou com o grupo de teator local Tilápia Star de forma a criar um espéctaculo interactivo que explique o que são doenças zoonóticas, como se transmitem, como podem ser prevenidas e os meios de tratamento possíveis. Neste processo, o grupo de pesquisa apercebeu-se que havia algumas "suspeitas" sobre o papel dos cientistas e dos governantes sobre os alertas feitos em relação a estas doenças, já que muitas promessas ficam por cumprir no que diz respeito à melhoria de condições de vida destas populações. "Nós conseguimos aproximar-nos mais das populações e fazer a sensibilização das comunidades. Nós nos desafiamos definitivamente a fazer advocacia não só a nível da própria comunidade, mas também para o Governo, os gestores dos parques [naturais] ou outras organizações, mas também a meta e sensibilizar os financiadores. Há projectos que não estão a responder àquilo que são as exigências ou as necessidades da própria população. Nós, como actores no meio, tentamos sensibilizar outros atores que são relevantes. Ao longo deste processo, o distrito tinha problemas muito graves em relação, por exemplo, à falta de vacinas contra a raiva e à falta de vacina contra a doença Newscastle que atinge o distrito e não havia nenhuma planificação para o efeito. O próprio distrito não tem mecanismos. Depende do governo provincial. O governo provincial depende do Governo central. Mas devido aos problemas todos ligados à macroestrutura da planificação, eles já não recebiam vacinas há vários anos. Então, em função disso, fizemos uma advocacia. Conseguimos vacinas", explicou o investigador. Em Moçambique, as doenças zoonóticas mais prevalentes, segundo o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) norte-americano, é a raiva, a tuberculose zoonótiva, a salmonelose, o vírus da gripe aviária zoonótica, a tripanasomose, a brucelose e a febre hemorrágica da Crimeia-Congo, mostrando que a informação sobre estas doenças é essencial para a população, sobretudo junto dos mais vulneráveis como crianças, idosos ou mulheres grávidas. Com o projecto a já ter sido apresentado em quatro localidades, a ideia é agora arrecadar mais financiamento de forma a alargar o raio de acção a mais comunidades na provínicia, e, mais tarde, pensar num projecto a nível nacional. "Em função dos recursos económicos disponíveis, já estamos a negociar com os parceiros para que haja expansão da apresentação da peça teatral e outros mecanismos. Mas há muitas comunidades que estão na zona tampão do Parque Nacional de Limpopo onde também devemos apresentar e houve ainda pedidos também do próprio Governo, depois de ver a peça. O ideal seria abranger todas essas comunidades antes de passarmos para outras províncias", conclui Carlos Cuinhane.
A Secretaria de Meio Ambiente e o Hospital Veterinário São Francisco, do Centro Universitário IDEAU, emitiram uma série de orientações preventivas aos tutores de cães em Getúlio Vargas devido ao registro de casos de parvovirose no município. O foco das autoridades é o reforço do esquema vacinal e os cuidados com a higiene doméstica, conforme detalhado em entrevista ao programa Escuta Aqui, da Rádio Sideral, nesta terça-feira, 3 de fevereiro.As recomendações são direcionadas especialmente aos tutores de filhotes entre seis semanas e seis meses, período em que os animais estão mais vulneráveis devido à transição imunológica.
O episódio de hoje fala sobre a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência. A ação busca mobilizar a sociedade e os setores governamentais para a implementação de políticas públicaseficazes para a redução dos índices da gravidez na adolescência no Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bom dia!A pílula de hoje mostra por que sistemas ativos sem treinamento viram enfeite na emergência.E como a ausência de brigada transforma investimento em risco real.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, com Graduação em Educação Física, Especialista em Teorias e Técnicas para Cuidados Integrativos, e Doutorado em Neurociências e Comportamento, Paula Costa Teixeira.Só vem!>> OUÇA (116min 16s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Paula Costa Teixeira possui graduação em Educação Física com Licenciatura Plena pelo Centro Universitário UniFMU (2005), especialização em Teorias e Técnicas para Cuidados Integrativos pela UNIFESP (2017) e Doutorado em Neurociências e Comportamento pelo Instituto de Psicologia da USP (2014).É certificada em Intuitive Eating, em Nutrição Comportamental e no Método das Cadeias Musculares, além de possuir várias certificações em Meditação.Atua como Professora Associada no Programa de Neurociências do Comportamento do Instituto de Psicologia da USP.É também Colaboradora do AMBULIM – Programa de Tratamento de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, onde é responsável pelas práticas corporais dos pacientes que tratam anorexia, bulimia e compulsão alimentar, e coordena o núcleo de pesquisa e ensino – o NUPE-AMBULIM.Além disso, é Professora do Instituto Nutrição Comportamental e de vários cursos de extensão e pós-graduação.Paula é empreendedora do Exercício Intuitivo, uma marca registrada da sua abordagem na atividade física que surgiu a partir de suas pesquisas clínicas.E é uma das criadoras do movimento “Prevenção Sem Danos”, com ações de prevenção de transtornos alimentares e obesidade na comunidade escolar.Lattes: http://lattes.cnpq.br/2750576428713928*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
Secretário-geral destaca necessidade de respostas preventivas centradas nos direitos humanos e nas comunidades; data reafirma que tipo de atos não deve ser associado a qualquer religião, nacionalidade ou grupo específico.
Bom dia!A pílula de hoje resume a PrevNews 105 e mostra como negligência técnica deixa de ser teoria e vira tragédia.
Bom dia!A pílula de hoje mostra por que o esporte molda sua mente antes de fortalecer o corpo.
Bom dia!A pílula de hoje mostra por que se encontrar vem antes de abrir CNPJ, curso ou escritório.
Novo nome do podcast do Portal Afya: agora somos Radar MédicoNo episódio de hoje, a Dra. Alléxya Affonso discute como a associação entre Luz Pulsada Intensa (IPL) e Expressão das Glândulas de Meibômio (MGX) pode prevenir o olho seco no pós-operatório de cirurgia refrativa, com base em evidências científicas e na prática clínica.Tópicos abordados:• Relação entre olho seco e cirurgia refrativa• Mecanismos de ação da IPL e da MGX• Evidências científicas do uso preventivo dessas terapias• Seleção de pacientes e momento ideal da intervenção• Impacto na recuperação visual e no conforto pós-operatório
Bom dia!A pílula de hoje revela por que não pesar o extintor coloca seu cliente em risco mesmo com laudo aprovado.
No episódio de hoje, analisamos o alerta global para o vírus Nipah e o reforço da vigilância em fronteiras , o início das discussões na Anvisa para a criação de um marco regulatório para a produção de cannabis medicinal no Brasil e o novo guia da OMS que coloca as escolas como eixo central na prevenção de doenças crônicas. Fique por dentro das discussões regulatórias e sanitárias que moldam o futuro da vigilância e da terapêutica no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Acesse o link de cada matéria:O QUE IMPORTA HOJEhttps://bit.ly/3LZ830Y O QUE MUDA NA PRÁTICAhttps://bit.ly/49ZLUHV RADARhttps://bit.ly/3Z5RYcU
Bom dia!A pílula de hoje explica, de forma direta, por que curto-circuito e sobrecarga têm causas diferentes e como manutenção, inspeção e projeto evitam incêndios elétricos nas edificações.
O assassínio de Lisabeth, jovem francesa de origem cabo-verdiana, de 23 anos, em plena luz do dia em Nice, França, teve um impacto profundo na comunidade cabo-verdiana residente no local. O caso trouxe para o centro do debate a urgência na prevenção da violência. Emilie da Veiga Moura, da associação Dix Étoiles, reconhece que a violência baseada no género é uma realidade recorrente e lembra que um dos maiores obstáculos continua a ser o silêncio das vítimas, muitas vezes imposto pela vergonha. Para Emilie da Veiga Moura, presidente do conselho directivo da associação Dix Étoiles (Dez Estrelas), “foi chocante”. O crime ocorreu numa zona considerada tranquila, próxima de uma creche e de uma escola, o que acaba por abalar o sentimento de segurança. As investigações apontaram rapidamente para um conflito intrafamiliar, reforçando uma realidade que, segundo a dirigente associativa, não pode continuar a ser ignorada. “Para nós, foi mais uma vez uma demonstração da violência, desta vez intrafamiliar, mas não só, da violência em geral”, sublinhou. Apesar da dimensão do crime, a dirigente associativa e terapeuta rejeita leituras generalizadas sobre a comunidade cabo-verdiana. “A câmara de Nice tratou o assunto de forma a não ficarmos estigmatizados. Os cabo-verdianos não são todos violentos”, afirmou. Ainda assim, reconhece que a violência baseada no género é uma realidade existente e recorrente. “É uma forma de violência que existe. Esta é a causa principal da existência da nossa associação”, referindo-se à criação da associação Dix Étoiles a 08 de Março de 2025. A instituição nasceu precisamente da necessidade de agir antes que a violência atinja níveis extremos. “É um problema que existe, mas tem que ser feito algo em termos de educação, em termos de prevenção”, defendeu. Um dos maiores obstáculos continua a ser o silêncio das vítimas, muitas vezes imposto pelo medo e pela vergonha: “Há muitas mulheres que vivem debaixo da pressão do marido, do companheiro e sentem vergonha”. “Como terapeuta estou a acolher cada vez mais pessoas, começam a dizer ‘eu acho que sou vítima', mas ainda não estão prontas para fazer queixa”, relatou. Contrariamente a uma ideia comum, aqui a dependência económica nem sempre é o principal factor. “Há muitas mulheres que ganham muito mais que os homens, cá no sul”, afirmou Emilie da Veiga Moura, que aponta o peso da humilhação, da exposição social e da educação como causas do silenciamento. A estratégia da Dix Étoiles assenta na prevenção e na intervenção precoce, actuando em diferentes níveis da comunidade. Entre os projectos em curso estão a parceria com a Associação Cabo-Verdiana de Luta Contra Violência Baseada no Género, o trabalho local com jovens em situação de vulnerabilidade e a criação de um grupo de teatro franco-cabo-verdiano como ferramenta de sensibilização e diálogo intercultural.
Carnaval chegando e os cuidados com as doenças sexualmente transmissíveis devem estar no foco de todo folião. Como se prevenir, quando se preocupar e o que fazer, em especial os homens. Para falar sobre o tema, o âncora Jota Batista conversa no Canal Saúde da Rádio Folha 96,7 FM, nesta terça-feira (27), com o urologista do Hospital Jayme da Fonte, Renato Leal.
Bom dia!A pílula de hoje revela por que confundir selagem com produto compromete totalmente o tempo de resistência ao fogo da edificação.
Bom dia!A pílula de hoje resume a PrevNews 104, uma edição que marca uma virada clara na nossa newsletter, conectando incêndios reais, mercado, tecnologia e decisões que impactam diretamente quem atua na prevenção contra incêndio.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo Especial de Apoio e Atuação para Prevenção e Resposta a Situações de Emergência ou Estado de Calamidade devido à Ocorrência de Desastres (GPRD), realizou, na manhã desta quarta-feira, 21, visitas técnicas aos dois abrigos atualmente em funcionamento para famílias atingidas pela enchente do Rio Acre.
Bom dia!A pílula de hoje é mais uma edição especial: nossa CEO e Founder invadiu as Pílulas para falar, sem rodeio, sobre as skills que um time precisa desenvolver em 2026 para continuar relevante no mercado.
Bom dia!A pílula de hoje é especial: nossa CEO e Founder invadiu as Pílulas para te dar um recado direto sobre decisões que definem quem vence no mercado.
Em pauta, as discussões do SUS sobre a prevenção à herpes-zóster, a atuação do CFM na prescrição de antibióticos e o avanço dos procedimentos cirúrgicos auxiliados por robótica. Ouça mais sobre o tema no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Acesse o link de cada matéria:O QUE IMPORTA HOJEFonte:https://bit.ly/4afOji3O QUE MUDA NA PRÁTICAFonte:https://bit.ly/3LRdZZRRADARFontes:https://bit.ly/3Nx2U0N
A dislipidemia deixou de ser um tema restrito a “colesterol alto” e a Diretriz Brasileira de 2025 veio para deixar bem claro que o foco é prevenção da aterosclerose e suas repercussões em desfechos cardiovasculares!No DozeCast #208, Victor Bemfica e Diandro Mota discutem os principais destaques da nova diretriz e o que, de fato, muda na prática clínica.Falamos sobre:• Atualizações na estratificação de risco e tomada de decisão clínica• Metas lipídicas e marcadores adicionais (não-HDL, ApoB, Lp(a))• Estratégias de tratamento: intensificação precoce e terapias combinadas quando indicado• Papel das terapias hipolipemiantes modernas: anti-PCSK9, inclisiran, ácido bempedoico, entre outras • Condutas em populações específicas (diabetes, DRC, idosos e alto risco)
Prevenção e imunização à dengue, condutas no tratamento da obesidade e evidências no combate à desinformação na gestação. Tudo no seu podcast diário de atualização médica.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Acesse o link de cada matéria: O QUE IMPORTA HOJEFonte:https://bit.ly/4r1pJYQ O QUE MUDA NA PRÁTICAFonte:https://bit.ly/3LqFh9v RADARFontes:https://bit.ly/4qqxwPThttps://bit.ly/45mt4t3
A história de muitas mulheres brasileiras que deixam o país em busca de segurança, estabilidade e uma vida melhor no exterior nem sempre encontra o final feliz que elas imaginavam. Para algumas, a violência atravessa oceanos. É nesse cenário complexo e muitas vezes invisível que atua a advogada Luana Ferreira, líder do Comitê de Direito das Mulheres do Grupo Mulheres do Brasil, em Lisboa. Lizzier Nassar, correspondente da RFI em Lisboa A violência viaja silenciosa, escondida dentro de malas, memórias, fragilidades e dependências. Em outras vezes, ela surge justamente no estrangeiro, onde a solidão da imigração, a falta de rede de apoio e o desconhecimento do sistema local criam o ambiente perfeito para que o ciclo se repita — ou se intensifique. A advogada brasileira Luana Ferreira, líder do Comitê de Direito das Mulheres do Grupo Mulheres do Brasil em Lisboa, conhece bem essas armadilhas. Ela se tornou, na prática, aquilo que tantas mulheres procuram desesperadamente quando decidem romper o silêncio: uma ponte. Uma mão estendida. Um lugar seguro onde é possível contar o que não se consegue nem admitir para si mesma. “Desde muito pequena eu vi e ouvia histórias de violência. Situações bem complicadas. Isso me tocou desde muito nova”, ela conta. O que poderia ter sido apenas uma lembrança dolorosa transformou-se em vocação. Hoje, ela trabalha diariamente para acolher mulheres que vivem aquilo que tantas outras, por gerações, foram ensinadas a suportar. O Comitê de Direito das Mulheres, que ela lidera, é dedicado à promoção e defesa dos direitos das mulheres, com especial atenção ao combate à violência doméstica — e com um objetivo central que vai além da assistência: sensibilizar a sociedade. “É importante trazer para as pautas sociais e para a sociedade que a violência doméstica é um problema de todos”, afirma. Os números comprovam que o problema é mais amplo do que a maioria imagina. Segundo dados do Ministério das Relações Exteriores, 1.631 casos de violência doméstica e de gênero contra brasileiras foram registrados em embaixadas e consulados em 2024 — um aumento de 4,8% em relação ao ano anterior. Os Estados Unidos lideram as notificações (397 casos), seguidos da Bolívia (258), Itália (153), Portugal (144) e Reino Unido (102). Cada número desses representa uma história que atravessou fronteiras carregando medo, insegurança e, muitas vezes, silêncio. Em Portugal, onde a advogada atua, a violência doméstica continua sendo o crime mais reportado. Só entre janeiro e agosto deste ano, a APAV — Associação Portuguesa de Apoio à Vítima — apoiou 14.008 mulheres. As situações de vitimação ocorreram em 89,9% dos municípios do país, com maior incidência nos distritos de Lisboa, Faro, Braga e Porto. Até setembro, 18 pessoas foram assassinadas em contexto de violência doméstica — 16 eram mulheres. E, segundo a PSP e a GNR, foram registradas 25.327 ocorrências nos primeiros nove meses do ano de 2025, o maior número dos últimos sete anos. Relutância em se reconhecer como vítima Esses dados ajudam a contextualizar uma realidade que, aos olhos da advogada, aparece diariamente em forma de relatos fragmentados, mensagens rápidas, áudios enviados com cuidado para que ninguém ouça, e pedidos de ajuda que começam hesitantes: “Não sei se isso é normal.” Muitas vezes, ela é a primeira pessoa a quem a mulher se direciona quando finalmente decide falar. “A mulher vive com medo: no lar, na sociedade, no dia a dia… Ela não sabe o que pode vir a acontecer se cruzar com o agressor ou se ele tiver acesso à vida que ela está construindo agora”, explica. Para ela, a violência doméstica não termina quando a relação termina. “É um crime que, muitas vezes, rouba a paz para sempre.” Entre os casos que chegam ao comitê, há agressões físicas e psicológicas, mas também formas de violência que muitas mulheres só descobrem quando já estão presas a elas. Uma das mais comuns entre brasileiras em Portugal é a violência administrativa. “O agressor retém, esconde ou inutiliza documentos da vítima. Já tivemos casos de passaportes rasgados, queimados, inutilizados — da mulher e das crianças”, relata. Impedida de viajar, de trabalhar ou de se movimentar, a vítima perde autonomia e fica ainda mais vulnerável. Escuta entre imigrantes Nesse contexto, a presença do comitê funciona como um abraço possível. A equipe escuta, orienta, encaminha e apoia. A rede inclui psicólogas, advogadas, associações especializadas e serviços públicos. E tudo começa com algo simples, mas fundamental: acreditar na vítima. “Quando são brasileiras — e elas são a maioria que nos procura — torna-se mais confortável encontrar outra imigrante do outro lado. É alguém que entende o medo, o idioma, a saudade, a culpa e a solidão.” Mas, apesar do apoio, o caminho institucional no país ainda apresenta lacunas importantes. Portugal não possui uma delegacia da mulher, como no Brasil. Não existe uma lei equivalente à Maria da Penha, que foi um divisor de águas no enfrentamento à violência doméstica no Brasil. O que há, em Lisboa, é o Espaço Júlia, na freguesia de Santo Antônio, que funciona como um atendimento especializado a vítimas — mas ainda insuficiente diante da dimensão do problema. “Falta muita coisa. É muito triste ver que ainda há quem finja que não é com ele. Precisamos de educação, conscientização e mudança cultural”, afirma. Manual de prevenção Nos últimos anos, algumas iniciativas importantes surgiram. O Consulado-Geral do Brasil em Lisboa, em parceria com o Instituto Nós Por Elas, lançou o Manual de Prevenção da Violência contra Mulheres Brasileiras no Exterior, elaborado pelo Ministério das Mulheres e pelo Ministério das Relações Exteriores. O consulado também formalizou sua adesão à campanha Sinal Vermelho Contra a Violência Doméstica, que orienta vítimas a desenharem um “X” na mão ou em um pedaço de papel para pedir ajuda de forma silenciosa e segura. Pequenos gestos que podem salvar vidas. Mas, para a advogada, a mudança real depende de algo maior: transformação cultural. “Não adianta tratar apenas a consequência. Precisamos mexer na raiz”, diz. E a raiz, segundo ela, começa pela frase que repete sempre: “Uma mulher agredida é todas nós agredidas.” Onde pedir ajuda Esta reportagem também é escrita para quem lê em silêncio. Para quem está tentando decidir se aquilo que vive é violência. Para quem tenta justificar o injustificável. Para quem acha que merece o que recebe. Para quem teme pedir ajuda. Para quem saiu do Brasil acreditando que finalmente teria paz — e encontrou medo. Se esse for o seu caso, saiba que você não está sozinha. Há uma rede inteira pronta para caminhar com você. Há mulheres — como a advogada Luana Ferreira — que dedicam suas vidas para acolher, orientar e proteger. Há profissionais, instituições, organizações e serviços que podem te ajudar a romper um ciclo que nunca deveria ter começado. Por mais difícil que pareça, existe um futuro possível. Pedir ajuda não é fraqueza — é coragem. E coragem é algo que toda mulher carrega dentro de si, mesmo quando acha que não.
A prevenção é a principal estratégia contra o câncer de boca. Neste episódio, falamos sobre fatores de risco, detecção precoce, políticas públicas e o papel do médico na rede de cuidado.Ouça agora o Episódio 4 do podcast do Portal Afya no Spotify.
Debate da Super Manhã: Em 2026, o Brasil começa a colocar em prática as novas regras de tributação aprovadas na Reforma Tributária. As mudanças afetam empresas e consumidores. Entra em fase de testes, por exemplo, o novo modelo que substitui vários impostos por dois principais: a CBS, no âmbito federal, e o IBS, de estados e municípios. A transição será gradual, mas 2026 marca o início de um novo sistema, com a promessa de mais transparência, justiça fiscal e menos burocracia. No Debate desta quinta-feira (18), a comunicadora Natalia Ribeiro fala com os nossos convidados sobre as novas regras e o impacto na vida dos brasileiros. Participam o advogado especialista em direito empresarial André Bezerra Meireles, a pós-doutora em direito tributário e presidente do Centro Nacional para a Prevenção e Resolução de Conflitos Tributários (Cenapret), Mary Elbe Queiroz, e o economista e especialista em gestão pública Werson Kaval.