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Resultados em diferentes fazendas do Maranhão mostram maior controle de ninfas e adultos, melhora da saúde do solo e ganhos produtivos com o manejo biológico.
Foram 618 participantes inscritos de 12 estados do Brasil; vencedores serão conhecidos na próxima quarta-feira (26)
Qualidade ruim também é alvo de reclamações por parte da indústria, que tem devolvido suco para reprocessamento
Produtividade e o teor de amido estão baixos, e o valor médio do produto sofreu queda de 1,1% em novembro em comparação com mesmo período do ano passado
Neste episódio do Lawyer to Lawyer, Julia Resende (CEO da Freelaw) conversa com Carol Tolentino, sócia do Lima ≡ Feigelson Advogados e especialista em produtividade e gestão de tempo, sobre como sócios de escritórios de advocacia podem ter uma rotina mais produtiva, com menos sobrecarga, sem sacrificar a vida pessoal.Se você é advogado(a) ou gestor(a) de escritório e quer parar de viver "apagando incêndios", equilibrar vida pessoal e profissional de forma consciente, delegar tarefas sem culpa ou ego, criar limites saudáveis com clientes e equipe, ter controle total da sua agenda (e não ser controlado por ela) e recarregar energia sem comprometer entregas, este episódio é para você!Principais tópicos abordados:• Por que sócios de escritório têm sobrecarga constante• Maiores ladrões de produtividade: falta de foco e presença• A importância de ter "acabativa" (não só iniciativa)• Fazer AAA é mais rápido que ABC: perigos do multitarefa• Interrupções custam de 4 a 10 minutos de concentração• O que importa: CPF sustenta CNPJ (não o contrário)• Sucesso a troco de tudo não é sucesso, é fracasso• Direcionamento estratégico do tempo vs. piloto automático• Delegar: baixar o ego e desenvolver pessoas• Como delegar corretamente: alinhamento + acompanhamento• Matriz de priorização: impacto > urgência• Planejamento semanal: GPS da sua rotina• Quinta-feira do casal: limite inegociável• Exercício físico, ioga e silêncio: recarga de energia• Devocional escrito: tirar da cabeça, colocar no papel• Produtividade não é só trabalho: é uma vida completa• Gestão de WhatsApp e e-mail: notificações desativadas + SLA interno• Reuniões produtivas: pauta, decisor presente, tempo limitado• 3 dicas práticas imediatas para começar hoje00:00 - Abertura e apresentação de Carol Tolentino07:52 - Por que gestão de tempo é desafiadora para sócios de escritório16:50 - A pior consequência: sucesso a troco de tudo é fracasso30:12 - Um dia com a Carol: planejamento semanal e limites inegociáveis43:56 - Reuniões fixas com equipe e sócios: prevenção de crises58:52 - Dicas rápidas para produtividade e encerramento-----Lawyer to Lawyer, as melhores práticas de gestão, inovação e tecnologia na advocacia, todas as quartas-feiras.Inscreva-se na newsletter Direito ao Ponto - https://freelaw.beehiiv.com/Acompanhe a Freelaw:Instagram - @freelaw.workBlog da Freelaw - https://freelaw.link/blog____Conheça a Carol Tolentino:Instagram - @caroltolentino.oficialLima ≡ Feigelson Advogados - https://www.limafeigelson.com.br/____Música - http://www.bensound.com/Produção - https://inboxpodcasts.com.br/
Neste episódio de estreia da série “Produtividade Lenta em Vendas no Agro”, conversamos com Cesar Franzon e Marco Lopes, dois profissionais veteranos do agronegócio que desafiam a lógica da correria no setor comercial. A conversa mostra como metas inalcançáveis, excesso de tarefas e má gestão estão levando vendedores e gerentes ao esgotamento — e como o conceito de produtividade lenta propõe o oposto: mais foco, qualidade e propósito. Cesar e Marco compartilham suas trajetórias no agro, da veterinária à gestão de vendas, revelando que a produtividade não está em “rodar 5 mil km por mês”, mas em fazer o essencial bem feito. O papo aborda os efeitos da pressão por resultados, o turnover nas equipes e o erro de promover bons vendedores a maus gerentes sem preparo. Eles defendem um modelo de vendas consultivo, com foco na criação de valor, pós-venda e relacionamento de longo prazo com o cliente. “A venda é ajudar o outro a tomar uma boa decisão”, resume Marco. O episódio ainda discute como métricas mal aplicadas e falta de clareza nas metas corroem a motivação e o desempenho. O conceito de produtividade lenta é inspirado no livro de Cal Newport e adaptado para a realidade do agro: vender mais não significa correr mais, e sim pensar melhor, organizar o tempo e gerar qualidade de vida. A série promete aprofundar essa metodologia nos próximos episódios, mostrando como aplicar o conceito em processos e equipes. O encerramento traz uma analogia inspiradora entre vendas e maratona: não se trata de correr rápido, mas de ter disciplina, prazer e constância. A produtividade lenta nasce para transformar o trabalho de vendas em algo sustentável e humano — no campo e fora dele. REALIZAÇÃO GRV Agribusiness: https://www.instagram.com/grvagribusiness/Metrika Pecuária Inteligente: https://www.instagram.com/metrika_pecuaria/Produtividade Lenta: https://www.instagram.com/produtividade_lenta/ FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiConvidados: Cesar Franzon e Marco LopesProdução: Agro ResenhaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Plantio da soja avança bem na região e condições climáticas atuais sustentam boa expectativa de potencial produtivo
No episódio de hoje do BBcast Agro, Lícia Bertolotti, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto (SP), traz uma análise completa sobre o cenário da cana-de-açúcar, destacando o avanço da safra 2025/26, os impactos do clima e as perspectivas para açúcar e etanol.Destaques do episódio:
Neste episódio de estreia da série “Produtividade Lenta em Vendas no Agro”, conversamos com Cesar Franzon e Marco Lopes, dois profissionais veteranos do agronegócio que desafiam a lógica da correria no setor comercial. A conversa mostra como metas inalcançáveis, excesso de tarefas e má gestão estão levando vendedores e gerentes ao esgotamento — e como o conceito de produtividade lenta propõe o oposto: mais foco, qualidade e propósito. Cesar e Marco compartilham suas trajetórias no agro, da veterinária à gestão de vendas, revelando que a produtividade não está em “rodar 5 mil km por mês”, mas em fazer o essencial bem feito. O papo aborda os efeitos da pressão por resultados, o turnover nas equipes e o erro de promover bons vendedores a maus gerentes sem preparo. Eles defendem um modelo de vendas consultivo, com foco na criação de valor, pós-venda e relacionamento de longo prazo com o cliente. “A venda é ajudar o outro a tomar uma boa decisão”, resume Marco. O episódio ainda discute como métricas mal aplicadas e falta de clareza nas metas corroem a motivação e o desempenho. O conceito de produtividade lenta é inspirado no livro de Cal Newport e adaptado para a realidade do agro: vender mais não significa correr mais, e sim pensar melhor, organizar o tempo e gerar qualidade de vida. A série promete aprofundar essa metodologia nos próximos episódios, mostrando como aplicar o conceito em processos e equipes. O encerramento traz uma analogia inspiradora entre vendas e maratona: não se trata de correr rápido, mas de ter disciplina, prazer e constância. A produtividade lenta nasce para transformar o trabalho de vendas em algo sustentável e humano — no campo e fora dele. REALIZAÇÃO GRV Agribusiness: https://www.instagram.com/grvagribusiness/Metrika Pecuária Inteligente: https://www.instagram.com/metrika_pecuaria/Produtividade Lenta: https://www.instagram.com/produtividade_lenta/ FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiConvidados: Cesar Franzon e Marco LopesProdução: Agro ResenhaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
00:00 Brasil é só futebol, carnaval e sacanagem00:35 Para o Brasil está indo?00:52 Complexo de vira lata01:55 População 03:10 Crescimento econômico04:02 Produtividade 04:58 Agro06:30 Super Potência08:50 Energia10:03 Petróleo11:16 Etanol11:30 Rodovias12:02 Ferrovias13:21 Argentina14:14 Déficit fiscal15:05 Corrupção15:52 Negócios16:13 Impostos16:42 Para onde vamos?18:05 RC Club18:24 RC Wealth
Produtores estão travados na comercialização diante dos atuais patamares de preços da soja thumb: Soja se desenvolve bem em Itambaracá/PR
Neste episódio do Agro Resenha Podcast, conversamos com Marcos Rodrigues, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Mosaic. Nascido em Alta Floresta, Mato Grosso, Marcos, agrônomo com mestrado e doutorado pela Esalq/USP, dedicou-se à fertilidade do solo e nutrição de plantas, impactando a agricultura tropical. Abordamos sua pesquisa inovadora sobre a dinâmica e o 'legado do fósforo', essencial para solos brasileiros. Exploramos a transição da academia para a indústria, destacando a inovação em fertilizantes e a visão “da mina ao campo”. Discutimos as tendências futuras, incluindo bioinsumos e bio nutrição, para uma agricultura mais produtiva, eficiente e sustentável. Uma conversa profunda sobre tecnologia e avanço no agronegócio. PARCEIROS DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pela SCADIAgro! A SCADIAgro trabalha diariamente com o compromisso de garantir aos produtores rurais as informações que tornem a gestão econômica e fiscal de suas propriedades mais sustentável e eficiente. Com mais de 30 anos no mercado, a empresa desenvolve soluções de gestão para produtores rurais espalhados pelo Brasil através de seu software. SCADIAgro: Simplificando a Gestão para o Produtor Rural Site: https://scadiagro.com.br/Podcast Gestão Rural: https://open.spotify.com/show/7cSnKbi7Ad3bcZV9nExfMi?si=766354cb313f4785Instagram: https://www.instagram.com/scadiagro/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/scadiagroYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCQxErIaU0zBkCAmFqkMohcQ Este episódio também foi trazido até você pela Nutripura Nutrição e Pastagem! A Nutripura, que tem como base valores como honestidade, qualidade e inovação nos produtos e excelência no atendimento, atua há mais de 20 anos no segmento pecuário, oferecendo os melhores produtos e serviços aos pecuaristas. Fique ligado nos artigos que saem no Blog Canivete e no podcast CaniveteCast! Com certeza é o melhor conteúdo sobre pecuária que você irá encontrar na internet. Nutripura: O produto certo, na hora certa. Site: http://www.nutripura.com.brBlog Canivete: https://www.nutripura.com.br/pub/blog-canivete/Instagram: https://www.instagram.com/nutripura/Facebook: https://www.facebook.com/Nutripura/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/nutripura/YouTube: https://www.youtube.com/user/TvNutripura INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: http://www.instagram.com/agroresenhaTwitter: http://www.twitter.com/agroresenhaFacebook: http://www.facebook.com/agroresenhaYouTube: https://www.youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/arp-zap-01 ACOMPANHE A REDE RURAL DE PODCASTSSpotify: https://open.spotify.com/show/65JghRGLPnPT4vhSNOkjh7?si=7995dc4d17fa489bApple Podcasts: https://podcasts.apple.com/br/podcast/rede-rural-de-podcasts/id1467853035 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br QUERO PATROCINARSe você deseja posicionar sua marca junto ao Agro Resenha Podcast, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Marcos RodriguesEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Agro Resenha Podcast, conversamos com Marcos Rodrigues, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Mosaic. Nascido em Alta Floresta, Mato Grosso, Marcos, agrônomo com mestrado e doutorado pela Esalq/USP, dedicou-se à fertilidade do solo e nutrição de plantas, impactando a agricultura tropical. Abordamos sua pesquisa inovadora sobre a dinâmica e o 'legado do fósforo', essencial para solos brasileiros. Exploramos a transição da academia para a indústria, destacando a inovação em fertilizantes e a visão “da mina ao campo”. Discutimos as tendências futuras, incluindo bioinsumos e bio nutrição, para uma agricultura mais produtiva, eficiente e sustentável. Uma conversa profunda sobre tecnologia e avanço no agronegócio. PARCEIROS DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pela SCADIAgro! A SCADIAgro trabalha diariamente com o compromisso de garantir aos produtores rurais as informações que tornem a gestão econômica e fiscal de suas propriedades mais sustentável e eficiente. Com mais de 30 anos no mercado, a empresa desenvolve soluções de gestão para produtores rurais espalhados pelo Brasil através de seu software. SCADIAgro: Simplificando a Gestão para o Produtor Rural Site: https://scadiagro.com.br/Podcast Gestão Rural: https://open.spotify.com/show/7cSnKbi7Ad3bcZV9nExfMi?si=766354cb313f4785Instagram: https://www.instagram.com/scadiagro/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/scadiagroYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCQxErIaU0zBkCAmFqkMohcQ Este episódio também foi trazido até você pela Nutripura Nutrição e Pastagem! A Nutripura, que tem como base valores como honestidade, qualidade e inovação nos produtos e excelência no atendimento, atua há mais de 20 anos no segmento pecuário, oferecendo os melhores produtos e serviços aos pecuaristas. Fique ligado nos artigos que saem no Blog Canivete e no podcast CaniveteCast! Com certeza é o melhor conteúdo sobre pecuária que você irá encontrar na internet. Nutripura: O produto certo, na hora certa. Site: http://www.nutripura.com.brBlog Canivete: https://www.nutripura.com.br/pub/blog-canivete/Instagram: https://www.instagram.com/nutripura/Facebook: https://www.facebook.com/Nutripura/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/nutripura/YouTube: https://www.youtube.com/user/TvNutripura INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: http://www.instagram.com/agroresenhaTwitter: http://www.twitter.com/agroresenhaFacebook: http://www.facebook.com/agroresenhaYouTube: https://www.youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/arp-zap-01 ACOMPANHE A REDE RURAL DE PODCASTSSpotify: https://open.spotify.com/show/65JghRGLPnPT4vhSNOkjh7?si=7995dc4d17fa489bApple Podcasts: https://podcasts.apple.com/br/podcast/rede-rural-de-podcasts/id1467853035 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br QUERO PATROCINARSe você deseja posicionar sua marca junto ao Agro Resenha Podcast, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Marcos RodriguesEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Nessa sessão você vai conhecer técnicas práticas para organizar sua rotina, aumentar a produtividade e lidar melhor com mudanças no ambiente de trabalho.Falamos sobre métodos como a Matriz de Eisenhower, Técnica Pomodoro e estratégias para enfrentar transições e desafios profissionais.
Produtores adotam combinação entre nutrição equilibrada do solo e defensivos biológicos, estratégia que fortalece as lavouras e melhora o retorno econômico a longo prazo.
Fala, jovens! No episódio dessa semana, eu falo sobre os 6 formas simples de destruir o seu foco e produtividade, mesmo quando você acha que está fazendo tudo certo.Sabe quando o dia começa cheio de energia, mas logo vem o celular, as notificações e a sensação de que o tempo sumiu? Pois é — o problema não é falta de esforço, é que o seu cérebro está sendo sabotado por comportamentos que minam sua atenção sem você perceber.Durante o episódio, eu compartilho 6 formas comprovadas pela neurociência que destroem o foco — como o mito da multitarefa, o sono irregular, o mau uso da cafeína e a ausência de propósito — e mostro os antídotos práticos pra cada um deles.Se você quer entender o que está roubando sua energia mental e como recuperar sua clareza, esse episódio é pra você.O foco é o ativo mais valioso que você tem — não jogue ele fora.
Pesquisa realizada pela Estação Experimental de Urussanga com três sistemas de irrigação para a produção de maracujá é o tema da entrevista do Panorama Agrícola. Quem fala é o pesquisador Márcio Sônego. A pesquisa foi realizada pelos pesquisadores Márcio Sônego, Henrique Petry e Álvaro Back.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Presidente da MT Leite afirma que o setor está investindo na modernização da produção para ter mais eficiência, mas ressalta que o principal gargalo do estado é expandir o consumo para absorver o potencial de crescimento da atividade
Organização Internacional do Trabalho aponta que medidas eficazes de cuidados e apoio para pessoas com deficiência aumentam retenção e produtividade; relatório reúne práticas de empresas globais; documento antecede o Dia Internacional dos Cuidados e Apoio.
O que fazer para melhorar a produtividade na cultura do alho? O pesquisador Leandro Hahn, da Estação Experimental em Caçador, responde no Panorama Agrícola. Por exemplo, a semente é o melhor investimento que o produtor deve fazer, diz Leandro.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Bióloga, Mestra e Doutora em Psicologia Experimental, Professora Titular da USP, Patrícia Izar.Só vem!>> OUÇA (116min 06s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Patrícia Izar graduou-se em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo e fez mestrado e doutorado em Psicologia Experimental, também pela USP, onde hoje é Professora Titular, atuando na área de Etologia e Comportamento Animal.É co-líder do Laboratório de Etologia, Desenvolvimento e Interações Sociais, com a Dra. Briseida Dogo de Resende, onde desenvolve pesquisa em ecologia comportamental de primatas neotropicais, com ênfase em plasticidade fenotípica, desenvolvimento e cognição.Coordena pesquisas de campo de longo prazo com macacos-prego (gênero Sapajus) em três áreas de conservação: o Parque Estadual Carlos Botelho, SP, a Fazenda Boa Vista, PI e a Reserva Biológica de Una, BA.Atualmente coordena o projeto temático financiado pela FAPESP “Plasticidade fenotípica de macacos-prego (gênero Sapajus) fase 2: investigação sobre efeitos de antropização do ambiente” e projeto INCT CNPq “Uma Só Saúde e Coexistência em habitats antropuizados”, ambos envolvendo redes de pesquisa em colaboração nacional e internacional.Foi Vice-Presidente para Educação da Sociedade Internacional de Primatologia de 2016 a 2025; Presidente da Sociedade Brasileira de Primatologia entre 2023 a 2025, e Vice-Presidente entre 2018 e 2019, Secretária da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia(2020 a 2022), Membro da Diretoria da Cultural Evolution Society de 2019 a 2022 e representante da comunidade acadêmica na Comissão pró-Primatas Paulistas de 2020 a 2024. Assumiu em agosto de 2024 a vice-diretoria do Instituto de Psicologia da USP. É editora associada dos periódicos Proceedings B, Behavioural Processes e Primates.Já publicou mais de cem artigos e capítulos de livros e orientou mais de 60 trabalhos de conclusão de curso de pós-graduação e graduação, e supervisões de pós-doutorado.É bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1B.Lattes: http://lattes.cnpq.br/5453327164161334 *APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), traz uma análise completa sobre o cenário do milho, destacando o avanço do plantio no Brasil, a recuperação dos preços internacionais e as oportunidades de proteção para o produtor.Destaques do episódio:
O agronegócio brasileiro enfrenta o Duplo Mandato: crescer 70% e alcançar a resiliência climática. Descubra como a Conectividade via satélite, a Inteligência Artificial (IA) e a Agricultura Regenerativa 5.0 estão transformando a fazenda em um ecossistema cognitivo. A era do trade-off acabou: o futuro da liderança global passa pela fusão indissociável de tecnologia e sustentabilidade no campo.
Neste episódio do Gestão Rural, Ruth Dornelles e Vitorino Dorneles, da SEAC Gestão, desvendam os desafios e segredos da administração no agronegócio. Eles exploram como a mentalidade focada na produção, uma herança colonial, muitas vezes negligencia a gestão financeira e administrativa. Abordamos a importância de transformar "sensações" em dados concretos através de processos bem definidos, distinguindo custo e investimento, e o papel crucial da tecnologia para otimizar o planejamento e mitigar riscos. Discutimos a integração de informações de diferentes profissionais, como evitar retrabalho e centralização, e a importância de iniciar uma gestão eficaz com um simples livro caixa. Prepare-se para insights valiosos sobre como produtores rurais podem alcançar resultados financeiros sólidos e sustentáveis, transformando suas propriedades em empresas eficientes. PARCEIRO DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pela SCADIAgro! A SCADIAgro trabalha diariamente com o compromisso de garantir aos produtores rurais as informações que tornem a gestão econômica e fiscal de suas propriedades mais sustentável e eficiente. Com mais de 30 anos no mercado, a empresa desenvolve soluções de gestão para produtores rurais espalhados pelo Brasil através de seu software. SCADIAgro: Simplificando a Gestão para o Produtor Rural Site: https://scadiagro.com.br/Podcast Gestão Rural: https://open.spotify.com/show/7cSnKbi7Ad3bcZV9nExfMi?si=766354cb313f4785Instagram: https://www.instagram.com/scadiagro/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/scadiagroYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCQxErIaU0zBkCAmFqkMohcQ INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: instagram.com/agroresenhaTwitter: x.com/agroresenhaFacebook: facebook.com/agroresenhaYouTube: youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/zap-arp-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br ACOMPANHE A REDE AGROCASTInstagram: instagram.com/redeagrocast/Facebook: facebook.com/redeagrocast/Twitter: x.com/redeagrocast FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Ruth Dornelles e Vitorino DornelesEdição: Senhor A - https://www.instagram.com/senhor_a_/See omnystudio.com/listener for privacy information.
A pecuária extensiva é o principal vetor da devastação da Amazônia: entre 80% e 90% das áreas desmatadas são convertidas em pasto para o gado, segundo diferentes estudos de instituições de referência, como Mapbiomas. Nos holofotes do mundo por sediar a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), o país ainda engatinha em implementar a rastreabilidade da cadeia bovina, etapa fundamental para evitar que mais árvores sejam derrubadas para a produção de carne. Lúcia Müzell, enviada especial da RFI a Belém, Novo Repartimento e Assentamento Tuerê (Pará) Sede da maior reunião do mundo sobre a crise climática, o Pará – segundo maior produtor do Brasil, atrás do Mato Grosso – quer dar o exemplo e adota o primeiro programa de rastreabilidade do gado na Amazônia. O plano é que, até 2027, todo o rebanho estará com o chip na orelha, dando acesso ao trânsito completo de um animal desde o nascimento até chegar à prateleira do supermercado. Do ponto de vista ambiental, a informação crucial é saber se, em alguma etapa, o boi passou por áreas ilegalmente desmatadas. O controle do início da cadeia é o principal desafio para o sucesso do programa – e envolve centenas de milhares de pequenos produtores, espalhados pelo estado. Desde 2013, o Pará ultrapassou o Mato Grosso e está no topo da lista dos que mais devastam a Amazônia. “Para lhe falar a verdade, vontade de desmatar, eu tenho muita. Muita mesmo”, disse à RFI o agricultor familiar Adelson Alves da Silva Torres. Há 25 anos, ele deixou o Maranhão e chegou ao Pará, atraído pela promessa de uma vida melhor. Há 19, conseguiu um lote de 25 hectares no Assentamento Tuerê, conhecido como o maior da América Latina, no leste do estado. Nesta região, a pressão do desmatamento para a pecuária já devastou praticamente tudo que havia de floresta. Produtividade baixa impulsiona mais desmatamento Na maioria das vezes, os rebanhos ocupam vastas áreas, em lugares remotos, com produtividade muito baixa: menos de um boi por hectare. Na Europa, em países como Holanda, o índice chega a sete. Mas num país extenso como o Brasil, é mais barato abrir novas áreas de pastagem do que conservar as que já existem, com manejo adequado do pasto, do solo e do próprio gado. O desafio é ainda maior para os pequenos produtores, de até 100 animais. No Pará, 67% dos pecuaristas se enquadram nesta categoria. O carro-chefe da roça de Adelson sempre foi a agricultura: cacau, banana, mandioca. Nos últimos anos, voltou a criar gado e hoje tem dez cabeças. A diferença é que, desta vez, ele está recebendo orientação técnica para produzir mais, no mesmo espaço de terra. “Através dessas reuniões que eu tenho participado, eu resolvi deixar [a mata]. Até na serra, eu não posso mexer”, garantiu. “Se tivesse como o governo ajudar a gente no manejo dentro de uma área pequena, com a cerca elétrica, dividir tudo direitinho. Mas, para isso, nós, que somos pobres, nós não aguentamos. Se fosse assim, não precisava desmatar.” Mudança de mentalidade Convencer os agricultores de que dá para produzir mais sem derrubar a floresta é um trabalho de formiguinha. “É uma região muito desafiadora. São famílias que estão lutando no seu dia a dia, buscando a sua independência financeira, sua regularização fundiária e ambiental”, explica Leonardo Dutra, coordenador de projetos do Programa da Amazônia da Fundação Solidaridad, que atua há 10 anos em municípios na rodovia Transamazônica. A entidade ensina técnicas de agropecuária sustentável e ajuda os pequenos produtores a se regularizarem à luz do novo Código Florestal, adotado em 2012. “É um desafio porque são famílias que têm uma cultura longeva, com determinado tipo de trabalho, e a gente precisa avançar nessas técnicas para que elas assimilem, ano após ano. A gente costuma trazer lideranças de outras regiões que já conhecem o nosso trabalho, e aí a gente começa a ganhar confiança deles.” Do total da carne produzida no Brasil, 43% vem da Amazônia Legal, segundo levantamento do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia). A produção é profundamente fragmentada: entre o nascimento e o abate, o boi pode passar por três proprietários diferentes – e apenas a última etapa, a do fornecedor direto para o frigorífico, tem fiscalização ambiental rigorosa no país. Isso significa que milhares de produtores em condição irregular conseguem revender os animais para fornecedores "limpos", que comercializam com os grandes frigoríficos. É a chamada lavagem de gado. “A gente ainda não está em plenas condições de garantir que temos controle sobre isso”, afirma Camila Trigueiro, analista de pesquisa do Imazon, instituto especializado em desenvolvimento sustentável, em Belém. “Se a gente conseguir identificar todos os animais, a origem deles, tornar isso transparente, a gente consegue trazer para a sociedade e para as empresas que estão adquirindo esses animais a informação de que existe esse produtor, ele está comercializando o gado, e você deve verificar o status socioambiental dele – que é algo que a gente ainda não consegue fazer.” ‘Brinco' na orelha do gado ainda ainda é exceção Atualmente, o único estado brasileiro que oferece a identificação da cadeia bovina é Santa Catarina, implementada há mais de 15 anos para o controle da febre aftosa. No âmbito federal, primeiro Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos foi lançado no fim de 2024, mas o prazo de implementação é extenso, até o fim de 2032. “A identificação individual tem um potencial muito grande de colocar a produção pecuária do Brasil num caminho de maior sustentabilidade. Mas para isso acontecer, você tem que trazer os produtores para junto porque, no fim das contas, quem vai fazer a transição e vai realizar as ações necessárias, botar o brinco no boi, fazer o processo de regularização ambiental, fazer o isolamento das áreas desmatadas, são os produtores”, destaca Bruno Vello, coordenador de políticas públicas do Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola). “Tem que ser viável para eles, em termos de custos, principalmente.” No Pará, estimativas de organizações da sociedade civil, como a The Nature Conservancy, indicam que cerca da metade do gado sai de áreas irregulares, com passivos ambientais e fundiários. O governo estadual não desmente e afirma que, destes, 50% poderão voltar para o mercado formal por meio de um novo protocolo de regularização de pequenos e médios produtores. O dispositivo inclui a obrigação de reflorestamento de áreas ilegalmente desmatadas. “Mais da metade deles estão em propriedades cujo desmatamento ilegal representa menos de 10% do tamanho total da propriedade. São propriedades que tendem a buscar a regularização porque o prejuízo delas é muito grande frente ao tamanho do passivo”, aposta o secretário do Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Raul Protazio Romão, que antes de assumir o cargo, era procurador do Estado. “O custo-benefício de essa propriedade se regularizar é muito maior.” Vulnerabilidades atrasam aplicação O produtor Wanderlan Sousa Damasceno, no Assentamento Tuerê, pode se enquadrar nesta situação: já recuperou áreas desmatadas ilegalmente e, nos cinco hectares onde cria 100 cabeças de gado, investiu em infraestrutura para fazer manejo com pastagem rotacionada, mais produtiva. Em um ano, o goiano conseguiu chegar a cinco animais por hectare. Mas as próximas etapas do processo, a identificação individual do rebanho, lhe causam uma certa apreensão. “Tem que ver também como é que funciona, porque às vezes a gente quer, mas não dá conta. Chegar lá e tem esses problemas de queimada”, relata. Na tentativa de se regularizar, Wanderlan se deparou com a informação de que existe um registro de uma queimada que, segundo ele, não aconteceu. “E aí como é que eu vou fazer, se eu moro aqui há tantos anos? Fui eu que abri isso aqui. Eu não tenho uma queimada de 2008 para cá”, garante. “Eu sou um cara analfabeto. A gente fica até com medo do mundo que a gente vive hoje, com as leis chegando. É complicado para nós.” Recursos para a implementação E tem ainda a situação da segunda metade dos produtores em situação ilegal, incluindo os que invadem terras indígenas, unidades de conservação ou outras terras públicas para criar gado. Nestes casos, a fiscalização e as multas deverão aumentar, assegura o secretário Protazio, e o custo da ilegalidade tende a ser ainda maior quando o programa de rastreabilidade sair do papel. O orçamento para reforçar as autuações, entretanto, ainda é vago. Mais servidores estão sendo contratados pela Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), responsável pela implementação do programa do ponto de vista sanitário, e a frota de veículos da agência para percorrer o estado está sendo renovada. O desafio é imenso: com uma superfície mais extensa do que o dobro de um país como a França, o Pará tem 90 mil famílias que trabalham na pecuária, com um rebanho que chega a 26 milhões de cabeças de gado. As autuações cabem tanto à Secretaria Estadual do Meio Ambiente, quanto a órgãos federais, como o Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) e o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). A despeito de não apresentar números específicos sobre como essa fiscalização será ampliada, o secretário do Meio Ambiente pega o exemplo do esforço feito pelo estado no combate ao desmatamento, que caiu pela metade desde 2019. “Nós decuplicamos a força de combate ao desmatamento. O estado tinha dez fiscais, para o estado inteiro. Nós fomos para 100 fiscais”, defende. “Não só fiscais, como veículos, drones, impressoras. Todo o aparato necessário para essa fiscalização acontecer”, complementa. O maior frigorífico do país, a JBS, é parceiro do programa: financia parcialmente a compra dos “brincos” para pequenos produtores e das máquinas usadas para ler as informações. Em outubro, cerca de 180 cabeças de gado já estavam registradas, ou menos de 1% do total do rebanho estadual. “A programação para que tudo isso aconteça está no papel. O programa é factível, ele tem potencial para acontecer”, avalia Camila Trigueiro, do Imazon. “O que é necessário é que sejam direcionados recursos para que as fases que foram planejadas sejam de fato executadas.” Resistência em campo e cruzamento de informações Em campo, a resistência dos produtores é outra barreira a ser vencida. Não à toa, na hora de conversar com os pecuaristas para explicar o programa da identificação individual, o governo do estado prefere a abordagem sanitária, focada nos benefícios para o controle de doenças no rebanho, em vez do viés ambiental do projeto. Uma associação de produtores rurais “independentes da Amazônia” chegou a entrar na Justiça para questionar o plano, alegando que ele “desvirtuou a finalidade sanitária e comercial” para ter objetivos “ambientalistas”. Jamir Macedo, diretor-geral da Adepará reconhece as dificuldades. “Quando a gente implementou o programa, muita fake news e muita desinformação circulou no Estado. Essas matérias negativas correm muito mais rápido que a verdadeira informação”, aponta. “As nossas idas a campo desmistificam isso. A gente mostra a realidade para o produtor, com muito pé no chão, sem prometer mundos e fundos.” As informações não estão obrigatoriamente comparadas aos dados ambientais da propriedade, como a validação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) – que atesta a produção isenta de desmatamento ilegal. Sem o cruzamento sistemático desses dados, a eficiência do programa no combate ao desmatamento fica limitada. Custo alto e a desigualdade no campo Segundo Macedo, as propriedades com mais de mil cabeças já tendem a adotar a identificação individual para a gestão do rebanho. Para os pequenos produtores, o maior freio é o custo da regularização. “É um processo bastante longo. Exige diversas etapas e uma certa expertise técnica da parte do proprietário, de identificar com precisão essas áreas, o uso de imagens de satélite, e também exige o isolamento das áreas que estão desmatadas. Ou seja, é um processo que é caro”, reitera Bruno Vello, do Imaflora. “Num país que é muito desigual, a viabilidade disso para os produtores, a capacidade de arcar com esses custos, ela também é desigual. Grandes produtores, que possuem mais capital, conseguem arcar com os custos de transição e fazer isso de uma maneira mais autônoma. Pequenos produtores, agricultores familiares, precisam de apoio para conseguir fazer essa transição”, complementa. O governo paraense fornece e aplica gratuitamente o dispositivo para os donos de até 100 cabeças de gado. Maria Gorete Rios, agricultora familiar em Novo Repartimento, foi a primeira da região a ter o seu rastreado. “A gente já fazia um mínimo de controle: tu enumeravas o gado e marcavas a ferro. Só que para o comércio de couro não é legal”, recorda. “Quando vem um brinco com a numeração, fica tranquilo, e não tem maus-tratos dos animais”, comenta. Depois de um demorado processo para regularizar a propriedade, comprada há 11 anos, ela começou a criar gado. Foram três anos vendendo seus animais para atravessadores, até que, em 2024, ela fez a primeira venda direta para a JBS. “O atravessador compra da gente para vender para o frigorífico. Então por que não eu me organizar, fazer a documentação, tudo bonitinho, e vender direto para o frigorifico?”, conclui. Exigência dos mercados: UE e, no futuro, China? Gorete vê a rastreabilidade como um caminho sem volta, num mercado que, pouco a pouco, se torna mais exigente. A Lei Antidesmatamento da União Europeia, que proíbe os países do bloco de comprarem produtos cultivados em áreas desmatadas ilegalmente, inclusive no exterior, foi a primeira a exigir a rastreabilidade dos parceiros comerciais dos europeus, como o Brasil. Hoje, o único estado da Amazônia Legal que exporta para a União Europeia é o Mato Grosso, mas o Pará pode comercializar gado para o vizinho – o que ilustra outro grande desafio para o país, a movimentação dos animais entre os estados. A expectativa é que a China, maior cliente da carne bovina brasileira, não demore a também aumentar os padrões ambientais da carne que compra do exterior. Em um relatório de 2022, o Conselho Chinês para Cooperação Internacional em Meio Ambiente e Desenvolvimento (CCICED) indica que Pequim considerando medidas "para evitar que a importação de commodities agrícolas esteja ligada à conversão de ecossistemas naturais no exterior". “A China pode ser uma grande influência para o Brasil conseguir implementar esse programa, porque praticamente todos os estados que exportam carne bovina têm habilitação para exportar para a China”, aposta Camila Trigueiro. “Se vier dela mais exigências sobre o aspecto socioambiental, acredito que o Brasil vai se movimentar de maneira acelerada para atender, como fez no passado, para evitar vaca louca.” Mesmo assim, em volta da propriedade da Gorete, a maioria dos vizinhos ainda não está convencida. Segundo ela, muitos temem só poder comercializar com quem tiver gado “brincado”, e preferem esperar para entrar no programa só mais perto do prazo final para a identificação individual do rebanho, em 2027. Ao mesmo tempo em que a hesitação persiste na região, a vizinhança amarga os impactos das mudanças climáticas na agropecuária. O desmatamento aumenta o calor na Amazônia e a adaptação ao novo clima já é uma realidade para os produtores rurais. “De uns dois anos para cá, não é a maioria, mas tem muita gente preservando. Tem muita gente sentindo na pele e tendo que preservar para poder se manter nessa atividade, porque senão não vai dar”, constata. “Se você não vai ter pasto, não vai ter água para os animais, vai viver como? Já tem produtor perdendo animais por falta de chuva. A gente tira a vegetação e paga as consequências disso.” * Esta é a quinta e última reportagem da série Caminhos para uma Amazônia sustentável, do podcast Planeta Verde. As reportagens foram parcialmente financiadas pelo Imaflora.
Neste episódio do Gestão Rural, Ruth Dornelles e Vitorino Dorneles, da SEAC Gestão, desvendam os desafios e segredos da administração no agronegócio. Eles exploram como a mentalidade focada na produção, uma herança colonial, muitas vezes negligencia a gestão financeira e administrativa. Abordamos a importância de transformar "sensações" em dados concretos através de processos bem definidos, distinguindo custo e investimento, e o papel crucial da tecnologia para otimizar o planejamento e mitigar riscos. Discutimos a integração de informações de diferentes profissionais, como evitar retrabalho e centralização, e a importância de iniciar uma gestão eficaz com um simples livro caixa. Prepare-se para insights valiosos sobre como produtores rurais podem alcançar resultados financeiros sólidos e sustentáveis, transformando suas propriedades em empresas eficientes. PARCEIRO DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pela SCADIAgro! A SCADIAgro trabalha diariamente com o compromisso de garantir aos produtores rurais as informações que tornem a gestão econômica e fiscal de suas propriedades mais sustentável e eficiente. Com mais de 30 anos no mercado, a empresa desenvolve soluções de gestão para produtores rurais espalhados pelo Brasil através de seu software. SCADIAgro: Simplificando a Gestão para o Produtor Rural Site: https://scadiagro.com.br/Podcast Gestão Rural: https://open.spotify.com/show/7cSnKbi7Ad3bcZV9nExfMi?si=766354cb313f4785Instagram: https://www.instagram.com/scadiagro/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/scadiagroYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCQxErIaU0zBkCAmFqkMohcQ INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: instagram.com/agroresenhaTwitter: x.com/agroresenhaFacebook: facebook.com/agroresenhaYouTube: youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/zap-arp-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br ACOMPANHE A REDE AGROCASTInstagram: instagram.com/redeagrocast/Facebook: facebook.com/redeagrocast/Twitter: x.com/redeagrocast FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Ruth Dornelles e Vitorino DornelesEdição: Senhor A - https://www.instagram.com/senhor_a_/See omnystudio.com/listener for privacy information.
O programa Reverte e os sistemas de ILP aumentam a produtividade e a rentabilidade da Fazenda Itaúba, beneficiando toda a cadeia agropecuária
Quanto vale o nosso trabalho hoje... e amanhã? Diogo Mendes e Filipa Galrão analisam o mercado de trabalho em Portugal - dos salários à produtividade, das profissões do futuro aos desafios de criar um negócio.Mais do que um número, o salário é a remuneração do nosso capital humano. Mas porque é que este capital tem tendência a perder valor? O especialista em finanças, Diogo Mendes, identifica as oportunidades e as fragilidades do nosso mercado laboral.Num país onde as diferenças salariais entre quem tem e quem não tem ensino superior estão entre as maiores da Europa, investir na educação faz a diferença. Mas não só. Ter experiência e mudar de emprego também pode trazer grandes vantagens na progressão da carreira.A conversa explora ainda as profissões que vão crescer e as que tendem a desaparecer até 2030, os riscos e oportunidades de criar empresas, e os desafios de uma geração de jovens adultos que continua longe da independência financeira.Há também espaço para discutir o ‘brain drain' – a fuga de talento para o estrangeiro – e desfazer mitos sobre o impacto da imigração no mercado de trabalho português.Um retrato incisivo e realista de um país em que a maioria da população ativa trabalha muito, mas nem sempre se sente valorizada.Mais um episódio do [IN]Pertinente a não perder, desta vez para se situar no atual mapa do mercado de trabalho nacional.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEIS«Ganho médio mensal por nível de escolaridade» (Pordata)«Automação e inteligência artificial no mercado de trabalho português: desafios e oportunidades» (FFMS)«Ganho médio mensal» (INE)«The future of jobs report 2025» (World Economic Forum)«The case for job hopping» (BBC)«How many hours per week do Europeans work?» (Eurostat)«Want A Pay Raise? Switching Jobs Has Much More Upside Amid Soaring Inflation, Report Finds» (Forbes)«Especialistas alertam para a escassez do talento em Inteligência Artificial» (Sapo)«Nunca houve tantas pessoas a trabalhar em Portugal» (SIC Noticias)«Education at a Glance» (OECD, 2024)BIOSDiogo MendesProfessor de Finanças na Stockholm School of Economics. Doutorou-se em finanças pela Nova School of Business and Economics. Tem investigação nas áreas de literacia financeira, finanças da empresa e economia do desenvolvimento. Filipa Galrão Estudou Comunicação Social e Cultural na Universidade Católica. Depois da Mega Hits e da Renascença, é agora uma das novas vozes da Rádio Comercial. Já deu à luz 1 livro infant
No episódio de hoje do BBcast Agro, Maurício Alonso, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto (SP), traz uma análise completa sobre o cenário da cana-de-açúcar, destacando os impactos climáticos na produtividade, o comportamento do mix de produção e as perspectivas para açúcar e etanol. Destaques do episódio:
Da planilha ao talhão: como os dados estão virando lucro, crédito justo e produtividade real na Bayer. Neste episódio, Abdalah Novaes, Head de Agricultura Digital da Bayer Latam, revela como a inovação deixou de ser um departamento e passou a ser o negócio. Com exemplos práticos, ele mostra por que o futuro do agro não está em mais insumo, mas em mais precisão — e como os dados do produtor se transformam em produtividade, rentabilidade e acesso a crédito. ✅ Por que o maior ganho está no “gap” entre o que sua lavoura rende e o que ela poderia render✅ Como o Bayer Valora personaliza a recomendação por talhão e aumenta até 6 sc/ha sem custo adicional✅ O “Open Finance do Agro”: dados do FieldView como garantia de crédito mais justa✅ A disrupção silenciosa: inovação só funciona quando resolve um problema real✅ Carreira com propósito: como o “não” certo acelera o “sim” que muda tudo
A rotina de trabalho está cada vez mais fragmentada e, com tantas abas abertas, produtividade e segurança acabam ficando em segundo plano. Mas e se fosse possível reunir tudo em um só lugar? No episódio de hoje do Podcast Canaltech, a gente conversa com Fernanda Bordini, Head de Colaboração da Zoho Workplace, sobre como a empresa está repensando a forma como colaboramos no ambiente corporativo. Com uma plataforma que integra mais de 10 aplicativos em uma única aba, incluindo e-mail, chat, nuvem e ferramentas de IA, a Zoho aposta em segurança desde a origem, redução de custos e mais fluidez no dia a dia das empresas.Você também vai conferir: Novo vírus se espalha pelo WhatsApp e rouba dados de brasileiros, novo dobrável da Huawei promete preço menor e tela extra na parte traseira, SpaceX prepara nova Starship, Starlink pode ter descontos históricos na Black Friday e vazamento gigante de Pokémon expõe dados, mas Nintendo minimiza ataque hacker. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Lilian Sibila, Vinicius Moschen, João Melo, André Leonardo, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Abrimos o episódio colocando a mão na massa: como desenhar uma experiência de desenvolvedores (DevX) que realmente reduz lead time e aumenta throughput de entregas. Com a presença do Luiz Henrique e da Larissa Vitoriano, exploramos o que o time do iFood aprendeu ao escalar plataformas internas, padronizar fluxos de entrega e melhorar a autonomia das squads sem perder governança.Também entramos no universo de Developer Relations (DevREL) — não como “marketing técnico”, mas como ponte entre produto, plataforma e comunidade. Falamos de como priorizar feedback produtivo, quais métricas evitam vaidade e como alinhar backlog de plataforma com as dores reais de quem está codando todos os dias.Pra fechar, discutimos IA “na vida real”: onde modelos (tradicionais e LLMs) já estão gerando valor no ciclo de desenvolvimento, como observabilidade e custo entram na equação e os limites práticos de adoção — desde MLOps, finops de inferência, até segurança e privacidade.Links Importantes:- Larissa Vitoriano - https://www.linkedin.com/in/larissavitoriano/- Luiz Henrique - https://www.linkedin.com/in/luizhenrique1987/- Blog do IFood Tech - https://medium.com/ifood-tech- João Brito - https://www.linkedin.com/in/juniorjbn/- Assista ao FilmeTEArapia - https://youtu.be/M4QFmW_HZh0?si=HIXBDWZJ8yPbpflMHashtags#DevX #DevREL #IA #MLOps #Plataformas #Observabilidade #FinOps #SRE #CulturaDev #Produtividade #Kubernetes #DevOps #DevSecOps #Kubicast #Containers #GetupO Kubicast é uma produção da Getup, empresa especialista em Kubernetes e projetos open source para Kubernetes. Os episódios do podcast estão nas principais plataformas de áudio digital e no YouTube.com/@getupcloud.
Período de floração é crucial para o desenvolvimento da safra/26, por isso, manejos fitossanitários adequados e monitoramento climático são fundamentais para o desenvolvimento produtivo do grão
Híbrido Valente apresentou resultados positivos com maior produção de matéria seca com menor custo
O sonho da sua vida não vai sossegar até que você dê atenção a ele.Descubra como ouvir sua intuição, acessar seu amuleto pessoal e transformar desejos em ações concretas todos os dias.
Por ser uma cultura semiperene, a cana precisa de cuidados extras contra a praga
Resultados que importam: produtividade, lucro e impacto humano com a Brave | #podcast #empreendedorismo #podcastbrasil
BVBOOSTER® e EUROTRIX®, da Euroforte, são soluções inovadoras para nutrir os canaviais
Manejo de doenças da cana-de-açúcar favorecem incremento de produtividade
Neste episódio especial em parceria com a Dale Carnegie Brasil, conversamos com Osmar Cunha, sócio-diretor da ELO Soluções Agrícolas. Ele compartilha sua jornada empreendedora, superando desafios para construir um negócio de sucesso na armazenagem de grãos e pós-colheita no agronegócio do Centro-Oeste. Osmar revela como o desenvolvimento pessoal e os ensinamentos da Dale Carnegie aprimoraram sua liderança, comunicação e engajamento da equipe, transformando crises em oportunidades. Discutimos valores, agilidade e a visão da ELO para expandir a armazenagem de grãos, beneficiando o produtor rural. Uma conversa essencial sobre empreendedorismo, gestão e autoconhecimento no setor agrícola. PARCEIRO DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pela Dale Carnegie Brasil! Transforme sua carreira e seus resultados com a Dale Carnegie! Há mais de 100 anos, desenvolvemos líderes confiantes, comunicadores poderosos e profissionais de sucesso. Nossos treinamentos comprovados impulsionam seu desempenho e o de sua equipe. Descubra o poder do seu potencial! Dale Carnegie: construindo o sucesso de vidas e negócios há mais de 100 anos. Site: https://dalecarnegiebrasil.com/Instagram: https://www.instagram.com/dalecarnegiebrasil/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/dalecarnegiebrasilYouTube: https://www.youtube.com/@dalecarnegiebrasil INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: instagram.com/agroresenhaTwitter: x.com/agroresenhaFacebook: facebook.com/agroresenhaYouTube: youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/zap-arp-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Osmar Cunha e Adriano CoserEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste segundo episódio da nossa série sobre produtividade, vamos desvendar por que a procrastinação é o custo de ser humano e, mais importante, como podemos anular nossos instintos básicos para crescer e melhorar.
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No entanto, média de um ano normal para o estado tem realidade na casa das 60 scs/ha, o que exige cautela redobrada, atenção ao clima e otimização dos trabalhos de campo e da comercialização.
"Para implementar transformações de processos, precisa ter mdança de cultura, treinamento e cuidado com a proteção de dados" - Patrícia Prado. No quarto episódio do Hipsters.Talks, PAULO SILVEIRA , CVO do Grupo Alun, conversa com PATRÍCIA PRADO , líder de IA e IA Generativa na Accenture, sobre como as ferramentas generativas estão transformando a indústria. Uma conversa sobre o uso real de Midjourney, Firefly e outras ferramentas generativas no mercado corporativo. Prepare-se para um episódio cheio de conhecimento e inspiração! Espero que aproveitem :) Sinta-se à vontade para compartilhar suas perguntas e comentários. Vamos adorar conversar com vocês!
No episódio do "Agro em Pauta" desta semana, Lígia Pedrini recebe dois gigantes da pecuária leiteira: o zootecnista Daniel Vieira e o médico veterinário e professor Rogério Bermudes. Juntos, eles mergulham fundo na realidade da produção de leite no Brasil, revelando os bastidores, os gargalos e as estratégias que estão transformando o setor.