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Manuel Jabois reflexiona sobre que Mañueco haya asumido la 'prioridad nacional' de Vox en su discurso de investidura
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Al municipi de Queralbs, situat al costat sud del Puigmal i de l'olla de Núria, s'hi ha detectat un fenòmen arqueològic extraordinari. Les restes humanes trobades en aquest municipi apunten que fa uns 5.000 anys hi va haver una ocupació humana molt majoritària als cims de les muntanyes, en espais per sobre dels 2.000 metres d'altitud i, en alguns casos, per sobre dels 2.500. Aquesta gran ocupació és molt sorprenent tenint en compte que, al Pirineu, per sobre d'aquestes cotes no hi ha gairebé pastures ni grans fonts d'aigua, a més d'unes condicions climàtiques extremes. El descobriment el va fer a ull nu l'estudiós Emili Ametller, que ha escrit el llibre A l'esclaire : descoberta d'un fenomen arqueològic extraordinari als cims de les muntanyes de Queralbs.
Durante décadas, Armande de Polignac permaneceu praticamente ausente da história da música. O seu nome desapareceu dos programas de concerto e muitas obras sobreviveram apenas em manuscritos dispersos. Agora, os pianistas Bruno Belthoise e João Costa Ferreira recuperam a compositora num disco que inclui primeiras gravações mundiais, revelando uma figura essencial da transição entre o romantismo tardio e a modernidade musical francesa do início do século XX. Esquecida durante mais de um século, Armande de Polignac regressa agora através de um disco de Bruno Belthoise e João Costa Ferreira, dedicado a manuscritos reencontrados e primeiras gravações mundiais. Entre simbolismo, impressionismo e modernismo do início do século XX, o álbum revela uma compositora singular, cuja obra foi apagada da memória musical apesar da originalidade, da estética e da proximidade aos grandes centros artísticos franceses do início do século XX. “A música de Armande de Polignac é realmente uma coisa para descobrir”, começa por contar Bruno Belthoise. Para o pianista francês, a compositora pertence a um momento decisivo da cultura europeia, em que as mulheres começaram lentamente a conquistar espaço no universo da criação musical. “Ela fazia parte de uma família muito dedicada às artes e à música” e iniciou “muito jovem” os seus estudos musicais. Sobretudo, acrescenta Bruno Belthoise, pertenceu a uma geração que beneficiou de mudanças profundas na sociedade francesa: “Nos séculos antigos era quase impossível ser mulher compositora.” Bruno Belthoise recorda que o início do século XX coincidiu com a abertura gradual das grandes instituições musicais às mulheres. “Ela aproveitou uma dinâmica muito importante”, explica, referindo-se ao momento em que compositoras passaram a poder apresentar-se ao Prix de Rome. “Estas mulheres começaram a ser mais conhecidas no início do século XX.” Embora Armande de Polignac nunca tenha concorrido ao prémio, desenvolveu uma carreira intensa e ligada ao meio musical parisiense. “Ela dedicou a vida inteira à composição”, sublinha Bruno Belthoise. Estudou com figuras fundamentais da música francesa, entre elas Vincent d'Indy, Eugène Gigout e Gabriel Fauré. “Deixou uma obra muito importante, quase 200 obras em todos os domínios”, acrescenta. Música para piano, música de câmara, obras orquestrais, ópera e ballet fazem parte de um catálogo hoje ainda pouco conhecido. A compositora dirigiu igualmente as suas próprias obras no Théâtre du Châtelet, em Paris, e estreou a ópera Petite Sirène na Opéra de Nice. Para Bruno Belthoise, Armande de Polignac “simboliza a passagem entre a música romântica e a música moderna francesa”, num território onde convivem o impressionismo, o simbolismo e as novas linguagens do século XX. Ainda assim, a compositora acabou por desaparecer quase totalmente da memória musical europeia. “As suas obras não foram muito divulgadas, não foram muito editadas”, lamenta Bruno Belthoise. Grande parte da produção permaneceu inédita ou acessível apenas através de manuscritos. “Mesmo apesar de poder participar na programação de concertos em Paris, as mulheres não eram muito destacadas.” Ao ouvir o disco, a ausência prolongada na história da música de Armande de Polignac torna-se difícil de compreender. João Costa Ferreira descreve uma música construída sobre timbres delicados e ressonâncias quase suspensas. “Quando ouvimos Nos Jardins do Palácio do Sultão, sentimos esse universo tímbrico muito especial”, explica. O pianista português destaca ainda a importância do instrumento utilizado na gravação: “Havia um Steinway cujas características permitiam certas coisas que outros pianos não permitem.” A estética de Armande de Polignac revela uma forte influência do exotismo francês do início do século XX. João Costa Ferreira fala numa “procura por cores de países longínquos, como o mundo árabe e sobretudo o mundo asiático”. A compositora escreveu obras inspiradas na China, no Japão e nas atmosferas orientais das Mil e Uma Noites. “Ela seguia essa corrente estética modernista da procura por essas sonoridades exóticas”, acrescenta. Segundo João Costa Ferreira, essa linguagem resulta tanto do ambiente artístico parisiense como da influência directa dos mestres com quem Armande de Polignac estudou. “Vê-se claramente a influência dos seus pares e da sua época”, observa. A tradição impressionista francesa, marcada por Debussy e pelas Exposições Universais de Paris, atravessa muitas destas obras. Ainda assim, as referências nunca surgem como mera imitação. Há ecos de Fauré, Debussy ou mesmo de certas escolas russas, mas a escrita mantém sempre uma identidade própria. Bruno Belthoise enquadra essa diversidade no ambiente cultural extremamente aberto do início do século XX. “Era tudo aberto no início do século XX”, afirma. “Tchaikovsky chegou a Paris no fim do século XIX, Gustav Mahler no início do século XX. Essa convergência era importante para desenvolver a imaginação dos compositores.” Na escrita pianística, Bruno Belthoise identifica “uma mistura entre romantismo e modernismo”, associada a um trabalho particularmente sofisticado sobre a ressonância sonora. “Da maneira francesa, havia realmente este desenvolvimento do piano através das ressonâncias do instrumento”, explica. “Mas também a parte russa desenvolveu muito a escrita para piano.” Para João Costa Ferreira, interpretar estas partituras implica uma experiência rara no mundo contemporâneo da música clássica: tocar obras praticamente sem memória auditiva acumulada. “Hoje em dia, quando interpretamos Chopin ou Beethoven, temos todas as referências auditivas dessas obras”, explica. “Aqui criamos uma interpretação a partir do nada.” Esse desafio tornou-se central no percurso artístico dos dois pianistas. “Sentimos que estamos a descobrir algo pela primeira vez”, afirma João Costa Ferreira. “Propor uma primeira escuta, uma primeira interpretação de algo que nunca foi ouvido, pelo menos nos últimos cem anos, é muito estimulante.” Bruno Belthoise partilha a mesma visão. “Procurar repertório diferente é importante para nós”, diz. “Descobrir obras novas é uma coisa muito estimulante.” Esse trabalho de redescoberta já levou os dois pianistas a explorar repertórios esquecidos de compositores como José Vianna da Motta, Fernando Lopes-Graça ou Gabriel Fauré. Mas este disco surge também de uma dimensão pessoal. Bruno Belthoise revela que a ideia do projecto nasceu de “duas influências diferentes”. A primeira foi o pianista francês Laurent Martin, figura central na recuperação de compositoras francesas esquecidas. “O Laurent Martin gravou muitos discos e interpretou muitas vezes compositoras francesas”, recorda Bruno Belthoise. “Ele confiou-me uma quantidade de partituras dela, perguntando-me se eu estaria interessado em trabalhar a obra de Armande de Polignac para a fazer conhecer”. Essa transmissão entre músicos revelou-se decisiva para o projecto. Laurent Martin, conhecido pelo trabalho de investigação em torno do romantismo francês e das compositoras esquecidas, funcionou como verdadeiro impulsionador da redescoberta de Armande de Polignac. A segunda influência surgiu em Lisboa, através de uma descoberta inesperada. Um manuscrito de Cloches, ligado à família Assis de Barros, apareceu nas mãos de Bruno Belthoise graças ao investigador João Pedro Mendes dos Santos. “Foi exactamente como um arqueólogo”, admite o pianista francês. “Esse manuscrito surgiu completamente sem preparação e caiu nas minhas mãos.” A descoberta revelou uma ligação pouco conhecida entre Armande de Polignac e Portugal. “Ela tinha uma ligação particular à família Assis de Barros e visitou Lisboa várias vezes”, explica Bruno Belthoise. O disco inclui ainda várias obras para piano a quatro mãos, formação que exige uma relação muito específica entre intérpretes. “Tocar a quatro mãos é uma coisa de que gosto imenso”, afirma Bruno Belthoise. “É um pequeno exercício de equilibrismo.” A proximidade física obriga a reinventar gestos, movimentos e respirações. “É muito importante ensaiar juntos”, acrescenta. “Não podemos fazer piano a quatro mãos sem esse trabalho comum.” Para João Costa Ferreira, essa construção colectiva faz parte da própria identidade artística do duo. “Este desafio é completamente diferente do que gravar o grande repertório canónico”, afirma. Depois da edição do álbum, seguem-se agora concertos em Lisboa, Tavira, Madeira e França. Bruno Belthoise interpretou igualmente obras para piano solo de Armande de Polignac em Saint-Leu-la-Forêt, no Val-d'Oise, no passado 30 de Maio.
En el episodio de hoy hablaremos de cómo soltar a esa persona que te pisotea y abordaremos el tema del poder mental para salir de la miseria. Primero, descubriremos el oscuro secreto de lo que más se arrepiente la gente en su lecho de muerte: trabajar demasiado y no expresar sus emociones. Después, escucharás el desgarrador pero triunfal caso de Ramón, quien tras ser humillado por su pareja, decidió mandarla a volar y recuperar su dignidad para siempre, por si fuera poco, nos acompaña el exitoso empresario Germán Kutnik, quien nos revelará cómo emigró de Argentina a Perú sin un centavo y logró crear un imperio con más de 250 empleados usando una técnica letal: dominar su mente, sanar su doloroso pasado y dejar de obsesionarse con el dinero.
Hoy en SADA MUJER hablaremos de algo que muchas cargamos en silencio:la relación con mamá, el cansancio emocional y cómo reconectar con nuestra energía femenina sin culpa.Si últimamente te has sentido:
Escuche esta y más noticias de LA PATRIA Radio de lunes a viernes por los 1540 AM de Radio Cóndor en Manizales y en www.lapatria.com, encuentre videos de las transmisiones en nuestro Facebook Live: www.facebook.com/lapatria.manizales/videos
El Club Futbol Sala Sitges té aquest cap de setmana la gran oportunitat de proclamar-se campió i assolir l'ascens a la 1ª Divisió. En té prou amb un empat a la pista del Futsal Sant Feliu, en partit que es disputarà diumenge a les 20:00 h. Amb Idris Dívols, entrenador del juvenil A de la UE Sitges, parlem de les opcions que té l'equip per ser campió i pujar a 1ª Divisió en els dos darrers partits de la temporada. El CP Subur Sitges tancarà la temporada jugant aquesta nit (21:30 h) a Pins Vens davant un Cambrils que ja fa moltes jornades que es va assegurar el campionat i l'ascens a la 1ª Catalana. L'entrada ESPORTS (la prèvia): tot o res per al Club Futbol Sala Sitges. El CP Subur Sitges tanca la temporada rebent al campió i el juvenil A de la UE Sitges té a tocar l’ascens a 1ª divisió ha aparegut primer a Radio Maricel.
El Club Futbol Sala Sitges té aquest cap de setmana la gran oportunitat de proclamar-se campió i assolir l'ascens a la 1ª Divisió. En té prou amb un empat a la pista del Futsal Sant Feliu, en partit que es disputarà diumenge a les 20:00 h. Amb Idris Dívols, entrenador del juvenil A de la UE Sitges, parlem de les opcions que té l'equip per ser campió i pujar a 1ª Divisió en els dos darrers partits de la temporada. El CP Subur Sitges tancarà la temporada jugant aquesta nit (21:30 h) a Pins Vens davant un Cambrils que ja fa moltes jornades que es va assegurar el campionat i l'ascens a la 1ª Catalana. L'entrada ESPORTS (la prèvia): tot o res per al Club Futbol Sala Sitges. El CP Subur Sitges tanca la temporada rebent al campió i el juvenil A de la UE Sitges té a tocar l’ascens a 1ª divisió ha aparegut primer a Radio Maricel.
Alí Arango es un extraordinario guitarrista clásico, nacido en cuba y residente en España. Ha ganado algunos de los principales premios de guitarra clásica del mundo y actualmente es parte del BCN Guitar Trio y Pyrophorus Guitar Duo. Gracias especiales a D'addario por ser parte de esta temporada de Sobremesa Flamenca.https://ddar.io/buscadores
El violinista igualad
En este episodio inolvidable nos acompaña el gran Román de los Reyes para contarnos historias crudas y reales de su carrera y su vida. Una conexión sin filtros para los que aman la musica y las historias de vida reales.
Puedes APOYAR mi podcast aquí: https://www.ivoox.com/support/1056117 "Llegará u momento en que creas que todo se ha acabado. Ese será el principio" - Epicuro Rubén Jiménez estudió Filosofía y las cámaras y el mundo audiovisual han estado siempre muy presentes en su vida. Creó lo que ahora mismo es la escuela online sobre fotografia y video mas grande de habla hispana y la plataforma El Sendero sobre desarrollo personal, consciencia y salud. Todos pasamos, hemos pasado o pasaremos por algún momento en nuestra vida en el que todo parece derrumbarse, sentir que hemos llegado a un punto de no retorno, donde las circunstancias y el entorno parecen conspirar contra nosotros, sentimos que hemos perdido el control, donde nada puede ir peor… donde creemos tocar fondo. En este episodio grabado en directo durante el "Wake Up Day" en noviembre del 2025, hablamos sobre: ¿Qué nos hace tocar fondo? ¿Qué sucede cuando tocamos fondo? ¿Que ocurre después de tocar fondo? Espero que de algún modo estas conversaciones te hagan parar, pensar, reflexionar y por qué no, tomar alguna decisión que mejore tu vida. Y si consideras que estoy aportando valor con estas “Conversaciones Inspiradoras” y así lo sientes, PUEDES APOYARME desde 2,99€ . Con vuestro apoyo me ayudáis de verdad a que pueda dedicar mas tiempo a este podcast, me ayudáis a que sea realmente un proyecto sostenible y pueda compartirlo durante mucho tiempo. Feliz día y feliz vida. Te invito a curiosear en mi web: www.jesusgarciamoraleda.com Mi Instagram: https://www.instagram.com/jesusgarciamoraleda/ Mi Canal de Youtube: https://youtube.com/channel/UCJjt67png54grdJgeODCXYg Web Nzuri Daima: https://nzuri-daima.org/ Web Wake Up: www.wakeupplatform.com
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Saludos, amigos de Antena Historia. Soy Antonio Cruz Medina. Hoy nos disponemos a realizar un viaje hacia uno de los rincones más oscuros, pero a la vez más fascinantes y silenciados de la modernidad. No vamos a hablar de los grandes salones de París ni de los discursos encendidos de la Convención. Hoy, nuestra mirada se dirige al oeste de Francia, a una región que se convertiría en el epicentro de una tragedia sin precedentes. -La atmósfera inicial: El fin del orden sagrado Sitúense conmigo en enero de 1793. El aire en Francia es gélido, pero lo que realmente hiela la sangre es el sonido metálico y seco que ha resonado en la Plaza de la Revolución: la caída de la cuchilla sobre el cuello de Luis XVI. Con la ejecución del rey, la Revolución ha quemado sus naves. Ya no hay vuelta atrás. Aquella "fiesta de la libertad" que comenzó en 1789 con la toma de la Bastilla ha mutado en algo mucho más sombrío. Francia ya no es el país de las luces, es un régimen de urgencia que sobrevive bajo la sombra perpetua de la guillotina. La euforia ha dado paso a la paranoia; el ciudadano ha dado paso al sospechoso. - El escenario: El laberinto del Bocage Para entender por qué la Vendée fue capaz de resistir lo que otras regiones no pudieron, debemos comprender su piel, su geografía. Los historiadores llamamos a este terreno el Bocage. Para que ustedes, nuestros oyentes en España, visualicen este lugar, dejen de pensar en las grandes llanuras francesas. Imaginen, en cambio, la Galicia interior o los valles del norte de Navarra. Es un paisaje fragmentado hasta el infinito: pequeños campos de cultivo cerrados por setos altísimos de espinos y robles, plantados sobre diques de tierra que llevan allí siglos. Entre estos campos no corren carreteras, sino "caminos huecos", senderos excavados por el paso del tiempo que quedan por debajo del nivel del suelo. Es un laberinto natural. Un lugar donde un ejército moderno de la época, acostumbrado a luchar en formación de línea en campo abierto, se volvía ciego y sordo. En el Bocage, el vecino conoce cada atajo y cada seto es una aspillera potencial. Es el escenario perfecto para la emboscada, para la guerra de guerrillas que tanto conocemos en nuestra propia historia. - El choque de dos mundos: París contra el surco Aquí reside el análisis crítico de este preámbulo: en 1793, Francia está partida en dos. Por un lado, tenemos el París revolucionario, urbano, ilustrado y profundamente ideologizado, que cree que la libertad debe imponerse por decreto desde la capital. Por otro, la Francia rural, profundamente católica, ligada al ciclo de las estaciones y a unas tradiciones seculares que no entienden de asambleas. Para el campesino de la Vendée, el mundo no se rige por el "Contrato Social" de Rousseau, sino por el respeto a sus antepasados, a su tierra y a su fe. - Los Detonantes: ¿Por qué estalla la guerra? ¿Cómo pasa un campesino de trabajar la tierra a empuñar una guadaña contra el ejército más poderoso de Europa? No fue un plan maestro de la aristocracia, fue el resultado de una presión insoportable sobre los pilares de su existencia. - La Constitución Civil del Clero: Tocar el alma El primer gran error de París fue la Constitución Civil del Clero. La Revolución intentó convertir a los curas en funcionarios del Estado, exigiéndoles un juramento de fidelidad a la nación por encima de Roma. En la Vendée, esto fue visto como una profanación. Deben entender que en estas aldeas, el cura no es solo un guía espiritual. Es el centro de la vida social, el que bautiza a los hijos, el que consuela en la muerte, el que sabe quién pasa hambre. Cuando París persiguió a los curas "no juramentados" (los que se negaron a firmar), el pueblo sintió que le arrancaban el corazón. Tocar al párroco era, literalmente, atacar a la familia. - La Leva de los 300.000: El punto de no retorno Pero la pólvora terminó de prenderse con la Levée en masse. En marzo de 1793, la República, asediada por las potencias europeas, decretó el reclutamiento forzoso de 300.000 hombres. Imaginen la escena: emisarios de París llegan a las aldeas exigiendo que los jóvenes abandonen sus cosechas para ir a morir a fronteras lejanas defendiendo a un gobierno que les ha quitado a sus curas y les ha subido los impuestos. Para colmo, los funcionarios de la República y los burgueses de las ciudades estaban exentos del sorteo. La respuesta del campesino fue tan lógica como feroz: "Si tenemos que morir, moriremos aquí, defendiendo lo nuestro". - El primer grito: De la protesta a la milicia Los disturbios de marzo de 1793 no empezaron como una guerra organizada, sino como una explosión de rabia primaria. En Machecoul y Saint-Florent-le-Vieil, los jóvenes se negaron al sorteo y se enfrentaron a la Guardia Nacional. Lo que comenzó como una revuelta de "zuecos contra bayonetas" pronto encontró líderes entre los propios humildes —como el carretero Cathelineau— y llamó a las puertas de la pequeña nobleza local para que pusieran su experiencia militar al servicio de la fe. Se había formado el Ejército Católico y Real. La Vendée ya no era una región; era una declaración de guerra contra la modernidad impuesta por el Terror. -------------------------------------------------------------------------------------- 🎧 Antena Historia te regala 30 días PREMIUM Disfruta de todo el contenido sin interrupciones y con ventajas exclusivas en iVoox: 👉 https://www.ivoox.com/premium?affiliate-code=b4688a50868967db9ca413741a54cea5 📻 Producción y realización: Antonio Cruz 🎙️ Edición: Antena Historia 📡 Antena Historia forma parte del sello iVoox Originals 🌐 Visita nuestra web: https://antenahistoria.com 📺 YouTube: Podcast Antena Historia 📧 Correo: antenahistoria@gmail.com 📘 Facebook: Antena Historia Podcast 🐦 Twitter: @AntenaHistoria 💬 Telegram: https://t.me/foroantenahistoria 💰 Apoya el proyecto: Donaciones en PayPal 📢 ¿Quieres anunciarte en Antena Historia? Ofrecemos menciones, cuñas personalizadas y programas a medida. 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Aquella "fiesta de la libertad" que comenzó en 1789 con la toma de la Bastilla ha mutado en algo mucho más sombrío. Francia ya no es el país de las luces, es un régimen de urgencia que sobrevive bajo la sombra perpetua de la guillotina. La euforia ha dado paso a la paranoia; el ciudadano ha dado paso al sospechoso. - El escenario: El laberinto del Bocage Para entender por qué la Vendée fue capaz de resistir lo que otras regiones no pudieron, debemos comprender su piel, su geografía. Los historiadores llamamos a este terreno el Bocage. Para que ustedes, nuestros oyentes en España, visualicen este lugar, dejen de pensar en las grandes llanuras francesas. Imaginen, en cambio, la Galicia interior o los valles del norte de Navarra. Es un paisaje fragmentado hasta el infinito: pequeños campos de cultivo cerrados por setos altísimos de espinos y robles, plantados sobre diques de tierra que llevan allí siglos. Entre estos campos no corren carreteras, sino "caminos huecos", senderos excavados por el paso del tiempo que quedan por debajo del nivel del suelo. Es un laberinto natural. Un lugar donde un ejército moderno de la época, acostumbrado a luchar en formación de línea en campo abierto, se volvía ciego y sordo. En el Bocage, el vecino conoce cada atajo y cada seto es una aspillera potencial. Es el escenario perfecto para la emboscada, para la guerra de guerrillas que tanto conocemos en nuestra propia historia. - El choque de dos mundos: París contra el surco Aquí reside el análisis crítico de este preámbulo: en 1793, Francia está partida en dos. Por un lado, tenemos el París revolucionario, urbano, ilustrado y profundamente ideologizado, que cree que la libertad debe imponerse por decreto desde la capital. Por otro, la Francia rural, profundamente católica, ligada al ciclo de las estaciones y a unas tradiciones seculares que no entienden de asambleas. Para el campesino de la Vendée, el mundo no se rige por el "Contrato Social" de Rousseau, sino por el respeto a sus antepasados, a su tierra y a su fe. - Los Detonantes: ¿Por qué estalla la guerra? ¿Cómo pasa un campesino de trabajar la tierra a empuñar una guadaña contra el ejército más poderoso de Europa? No fue un plan maestro de la aristocracia, fue el resultado de una presión insoportable sobre los pilares de su existencia. - La Constitución Civil del Clero: Tocar el alma El primer gran error de París fue la Constitución Civil del Clero. La Revolución intentó convertir a los curas en funcionarios del Estado, exigiéndoles un juramento de fidelidad a la nación por encima de Roma. En la Vendée, esto fue visto como una profanación. Deben entender que en estas aldeas, el cura no es solo un guía espiritual. Es el centro de la vida social, el que bautiza a los hijos, el que consuela en la muerte, el que sabe quién pasa hambre. Cuando París persiguió a los curas "no juramentados" (los que se negaron a firmar), el pueblo sintió que le arrancaban el corazón. Tocar al párroco era, literalmente, atacar a la familia. - La Leva de los 300.000: El punto de no retorno Pero la pólvora terminó de prenderse con la Levée en masse. En marzo de 1793, la República, asediada por las potencias europeas, decretó el reclutamiento forzoso de 300.000 hombres. Imaginen la escena: emisarios de París llegan a las aldeas exigiendo que los jóvenes abandonen sus cosechas para ir a morir a fronteras lejanas defendiendo a un gobierno que les ha quitado a sus curas y les ha subido los impuestos. Para colmo, los funcionarios de la República y los burgueses de las ciudades estaban exentos del sorteo. La respuesta del campesino fue tan lógica como feroz: "Si tenemos que morir, moriremos aquí, defendiendo lo nuestro". - El primer grito: De la protesta a la milicia Los disturbios de marzo de 1793 no empezaron como una guerra organizada, sino como una explosión de rabia primaria. En Machecoul y Saint-Florent-le-Vieil, los jóvenes se negaron al sorteo y se enfrentaron a la Guardia Nacional. Lo que comenzó como una revuelta de "zuecos contra bayonetas" pronto encontró líderes entre los propios humildes —como el carretero Cathelineau— y llamó a las puertas de la pequeña nobleza local para que pusieran su experiencia militar al servicio de la fe. Se había formado el Ejército Católico y Real. 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No es muy habitual que el tradicional cartel de “prohibido tocar” de la mayoría de los museos torne en “permitido tocar”, salvo que ustedes estén en el Museo Tiflológico de la ONCE. Pues bien, el Museo de Lugo abre sus puestas con la exposiciónToca ‘R’, Danza ‘R’ (leer tocar, danzar), con 10 esculturas que se pueden ver y tocar, en una iniciativa que perdura hasta el 18 de octubre.Escuchar audio
Este festival es una de las muchisimas propuestas de la primavera. Otro: el Prioridad Nacional Latín Fest, para los amantes de lo latino blancos y españoles por 3 generaciones.
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En este episodio favorito, conectarás profundamente con Danielle. Nos mostrará que tener una imagen perfecta, muchas veces solo es el reflejo de una máscara perfecta ¿Qué hay detrás de una sonrisa? ¿Cuál es el detrás de cámara del éxito social? Hoy vamos a contestar, ahondar y sobre todo, a abrazar esas preguntas y esos errores. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Quem vai tocar o negócio da sua família no futuro?
Creadores: Emprendimiento | Negocios Digitales | Inversiones | Optimización Humana
En este episodio de Creadores Podcast, nos sentamos con George Sefair, empresario y líder, para desmentir una de las creencias más limitantes de la historia: la idea de que la humildad es sinónimo de pobreza. George comparte su impactante historia de cómo lo perdió todo después de 20 años de arduo trabajo y cómo un "reset mental" basado en principios bíblicos le permitió recuperar su riqueza y construir empresas exitosas desde cero.Aprenderás cómo desprogramar tu mente de la escasez y por qué Dios realmente quiere que tengas abundancia financiera para cumplir tu propósito. Shownotes:00:00 Introducción: ¿A qué se dedica George Sefair? 02:28 El quiebre: Perder el trabajo de 20 años y los ahorros en pandemia 04:30 Lecciones de la parábola de los talentos: Por qué no debes enterrar tus habilidades 04:58 La misión: Ayudar al pueblo de Dios a salir de la falsa humildad 06:16 Contexto: De vendedor de jeans a los 11 años a odontólogo de profesión 07:45 Trayectoria empresarial: Ventas de 1.8 millones de dólares en 2010 08:25 El balance entre predicar el evangelio y tener empresas 09:32 ¿Realmente Dios quiere que prosperes financieramente? 10:45 La pregunta clave: ¿Dónde está el evangelio de la pobreza? 11:52 Desmitificando la pobreza: Por qué no es sinónimo de humildad 15:55 La programación mental: El trabajo de desprogramarnos de la escasez 18:28 La verdad sobre el joven rico y el valor del alma 20:37 El concepto del Maldito Próspero: Bendición frente a Maldición 24:21 Por qué la oración no reemplaza montar sistemas de ventas y liderazgo 26:11 Consejos para quienes han tocado fondo financieramente 28:16 Las estaciones de la vida y el proceso de transformación 30:33 El Framework de las 4 D: Diseño, Descubrir, Desarrollar y Desplegar 32:56 El ejemplo de José: Resolver problemas con el espíritu de Dios 35:00 La disciplina como principio espiritual 37:16 Leyes espirituales predecibles: Integridad, lealtad y honra 40:12 Orden para la multiplicación: Dios no multiplica el desorden 41:46 La importancia de la integridad y el buen nombre 44:24 El valor del conocimiento: "Oramos por la finca pero vacunamos el ganado" 47:11 Invertir en ti mismo para minimizar el riesgo del negocio 49:59 Diferencia entre Oír, Saber, Entender y Sabiduría 51:00 El discernimiento: Saber qué negocios no son para ti 52:19 Piedras frente a Ladrillos: El sistema educativo y la identidad única 54:55 La dinámica de la oración: Pedir, Buscar y Tocar 58:22 La batalla espiritual por la riqueza y el pago de la capacidad 01:00:55 El emprendimiento como ministerio y oficio divino 01:03:40 Liderazgo bíblico: El que quiere ser grande debe servir 01:07:48 Educación frente a Entretenimiento: El valor de lo que entregas 01:09:27 El mensaje final de George Sefair Si te gustó este episodio, te recomendamos ver:- https://youtu.be/zaIgQqE8bMQ- https://youtu.be/NTQiUDHWEbs- https://youtu.be/Za8P8MjSevo- Recibe acceso gratuito a mi lista de los 100 libros que transformarán tu vida aquí: https://www.creadores.co/newsletter- Únete a nuestra Escuela de Creadores, un programa de 12 semanas para transformar tu cuerpo, mente y negocios: https://creadores.co/escuela- Invierte en bienes raíces en EE. UU. con nosotros en Creadores Capital y genera retornos promedio del 20% anuales. Aplica aquí: https://www.creadorescapital.com/Invitado- Instagram: https://www.instagram.com/drgsefair/- Youtube: https://www.youtube.com/@drgsefair Creadores- Facebook: https://www.facebook.com/creadorespodcast- Instagram: https://www.instagram.com/creadorespodcast- Instagram: https://www.instagram.com/chelozegarra- TikTok: https://www.tiktok.com/@marcelozegarrac- Twitter: https://twitter.com/chelozegarrac- Email: https://www.creadores.co/contacto#AbundanciaFinanciera #MentalidadDeRiqueza #Emprendimiento #EducacionFinanciera #GeorgeSefair #CreadoresPodcast
Guitarres reverberades, atmosferes hipn
Te registras, entras a tu cuarto y todo parece perfecto, pero ojo: no todo lo que está en un hotel es tan limpio como parece, cuentahabientes. Hoy vamos a hablar de esas cosas que nunca deberían usar en un hotel, porque aunque no lo crean, no siempre las desinfectan como deberías y acumulan más bacterias de las que se imaginan
“¶»Cuán bienaventurado es el hombre a quien Dios reprende; No desprecies, pues, la disciplina del Todopoderoso. -»Porque Él inflige dolor, pero da alivio; Él hiere, pero Sus manos también sanan. -»De seis aflicciones te librará, Y en la séptima no te tocará el mal.”Job 5:17-19 NBLA
Ser mamá no te limita. Te expande. Pero nadie te dice lo que hay en el camino. Estoy a semanas de conocer a Emilio (mi bebe) y tenía que hacer este episodio antes de que llegara. Hoy tenemos a tres mujeres como invitadas que admiro enormemente: Claudia, Karen y Arely. Tres mamás, tres emprendedoras, tres historias completamente distintas. Y juntas hablamos de todo lo que nadie te dice antes de ser mamá: el miedo que te paraliza, la depresión postparto que nadie anticipa, cómo seguir construyendo tus proyectos con hijos en brazos y mucho más.
En este nuevo encuentro en el café de Mendel, José Carlos Rodrigo y Jan Arimany comentan sus proyectos, sus lecturas, libros ambientados en la montaña y, ¿por qué no?, comentan el Premio Aena de Narrativa. Seas de café solo o de los que se alargan describiendo todos los ingredientes añadidos que desean, ¡no te olvides de acompañarlo con una buena lectura!Y tú, ¿qué escritora crees que merece ser más conocida?
Esta sucesión de historias comienza con la íntima relación de la cantante japonesa-estadounidense, Mitski , con los gatos. protagonistas de uno de los discos más hermonos de 2026, “Nothing's about to happen to me”. Sigue con la entrevista y la actuación en directo del guitarrista flamenco "Yerai Cortés", que desentraña cómo ha sido el proceso de creación de "Popular", su nuevo álbum. Continúa con un repaso a compositores octogenarios que todavía siguen publicando, como Paul McCarthey. Y de cierre, el recuerdo de los éxitos inesperados de Peter Frampton.
Apesar de todas as evidências, a gente não acredita. Aliás: a gente se recusa a acreditar! Melhor abastecer sempre com o mesmo valor de gasolina e torcer para o melhor. Que negócio de Estreito de Ormuz, efeito dominó na preá, lemon and honey: nada de farmar aura, vamos simplificar.Conselho que o nosso querido influenciador Neymar deveria seguir. Tocar a bola, cabeça erguida e andar em linha reta.Rumo ao hexa, Brasa?APOIE o THIS IS BRAZIL:clique aqui e saiba mais
Hay preguntas científicas que parecen sencillas, casi ingenuas, cuyas respuestas esconden grandes controversias científicas. ¿Qué ocurre realmente cuando el agua entra en contacto con una superficie sólida? Durante décadas, esta cuestión ha generado resultados contradictorios y debates intensos en la comunidad científica. Ahora, un estudio coliderado por Ricardo García (ICMM-CSIC) ha investigado con un nivel de detalle nunca antes alcanzado la interacción entre el agua y el grafito, aportando una explicación sorprendente: en muchos casos, el agua ni siquiera llega a tocar directamente el material. En esta entrevista, conversamos con el investigador para descubrir cómo una capa invisible de moléculas cambia por completo nuestra comprensión de este fenómeno y por qué este hallazgo puede tener aplicaciones en sensores biomédicos, energía o tratamiento de aguas.
Hay preguntas científicas que parecen sencillas, casi ingenuas, cuyas respuestas esconden grandes controversias científicas. ¿Qué ocurre realmente cuando el agua entra en contacto con una superficie sólida? Durante décadas, esta cuestión ha generado resultados contradictorios y debates intensos en la comunidad científica. Ahora, un estudio coliderado por Ricardo García (ICMM-CSIC) ha investigado con un nivel de detalle nunca antes alcanzado la interacción entre el agua y el grafito, aportando una explicación sorprendente: en muchos casos, el agua ni siquiera llega a tocar directamente el material. En esta entrevista, conversamos con el investigador para descubrir cómo una capa invisible de moléculas cambia por completo nuestra comprensión de este fenómeno y por qué este hallazgo puede tener aplicaciones en sensores biomédicos, energía o tratamiento de aguas.
No final dos anos 90 tornou-se uma espécie de ‘rockstar’ instantânea enquanto vocalista e figura de proa dos Silence 4, a banda de Leiria que marcou uma geração. Mas David Fonseca afirma não ter saudades do que ficou no caminho. “O passado não é assim tão especial. Aos que olham muito para trás digo: ‘acordem’. O passado pode morder-vos o rabo.” Mais de duas décadas depois de se afirmar a solo, o músico prepara o lançamento de um novo álbum, cantado inteiramente em português, com um single já cá fora, chamado “Nada a Perder”. Uma canção que retrata uma fase pessoal de maior libertação. “Até tenho medo do que vem aí. Faço literalmente o que me apetece e passa pela cabeça.” Ouçam-no nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas” de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Roberta Martinelli conversa com Juliana Perdigāo sobre sua residência artística em Maputo e o lançamento do EP "Machamba".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Víctor Font tras perder las elecciones: "Los socios piensan que el club no necesita tocar lo que hay"
Hoy hablaremos de uno de los retos que tenemos enfrente de nuestro año 2026 y que seremos retados a trabajar.Déjanos tus comentarios y siguenos en Instagram quantum_gdl y Telegram en nuestro canal Centro Quantum.Ahora en Patreon con audios subliminales para Reprogramación R3PR0 5D HACK3O M3NTAL ....... #tupuedescrearturealidad #fisicacuantica #taniaramón #spotify #centroquantum #podcast #googlepodcasts #quantum #spotifypodcast #amazonmusic #applepodcasts #cuantica #constelacionesfamiliares #Quantum #Desarrollopersonal #taniaramón #CentroQuantum #despertardeconsciencia #conciencia #JacoboGrinberg
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El rapero celebra un año sobrio con la publicación de 'El canto de un mirlo', una canción en la que reflexiona sobre su proceso de recuperación
Hoy en 'La Ventana' Lydia Ramón alerta sobre el nuevo 'Reto del Paracetamol'. Mariola Lourido informa de la situación de la huelga de los médicos. Jon Sistiaga trae a su Proyecto Sistiaga a Manuel Gabarre, abogado, investigador del Observatorio contra Delitos Económicos. Autor de "Tocar fondo. La mano invisible tras la subida del alquiler" y del informe "Los fondos buitre: una industria depredadora de las ciudades y derechos humanos".
Leiva nos comentó hace una semana en la entrevista de Gatopardo que un objetor de conciencia de un pequeño pueblo de Asturias le enseñó a tocar sus primeros acordes. Fue en Bustapena, una pequeña aldea donde pasaba los veranos en familia. Mara Torres le preguntó si sabía algo de él y le dijo que no. Algunos oyentes de la zona se interesaron por su historia y estaban intentando llegar a él, poniéndose incluso en contacto con el alcalde del pueblo. Hoy el equipo del programa ha recibido un email en el que ponía: "El objetor de Leiva es...". Chema, manager de la industria musical, nos ha confirmado que le han encontrado gracias a los objetores de conciencia de la zona y las amplias redes de amistades que tienen en su sector. Y, efectivamente, tras contrastarlo con el propio artista, han identificado en una fotografía a ese chico guapo, de pelo largo, con un pañuelo palestino y aspecto de rock star que le enseñó a tocar la guitarra en los años 90.
** Ponte en presencia de Dios. Trata de hablar con Él. ** 10 minutos son 10 minutos aunque te puedas distraer. Llega hasta el final. ** Sé constante. El Espíritu Santo actúa “a fuego lento” y requiere constancia. Audios de 10 minutos que te ayudan a rezar. Un pasaje del Evangelio, una idea, una anécdota y un sacerdote que te habla y habla al Señor invitándote a compartir tu intimidad con Dios. Busca tu momento, piensa que estás con Él y dale al play. Toda la info en nuestra web: www.10minutosconjesus.org diezminutosconjesus@gmail.com Para recibir cada día tu meditación por Whatsapp pulsa aquí: http://dozz.es/nu36t
En el episodio de hoy hablaremos de una historia que no se escucha todos los días y que sacude, abordaremos la vida de Alfredo Olvera, un hombre que empezó siendo “el vago del salón”, cayó en el alcohol, las drogas, la cárcel y terminó despertando debajo de un tren sin brazos y sin una pierna, sí, así de crudo.Pero esto no va solo de tragedia, en este episodio nos metemos de lleno en cómo alguien que lo perdió casi todo decidió no perder la cabeza. Escuchamos cómo sobrevivió de milagro, cómo enfrentó la discriminación, el odio en redes y el dolor físico y aun así se levantó para convertirse en abogado, conferencista, activista y escritor.Aquí se habla sin filtros de adicciones, culpa, miedo, cárcel, fe, resiliencia y amor. Una conversación incómoda, honesta y poderosa que te confronta con una sola pregunta: ¿qué haces tú con las segundas oportunidades cuando la vida te pone contra las vías del tren?.
El análisis de actualidad económica, todas las mañanas a las 07:30.
Los tertulianos de Carrusel Deportivo coinciden en la influencia del salmantino en la nueva actitud del Real Madrid
Los tertulianos de Carrusel Deportivo coinciden en la influencia del salmantino en la nueva actitud del Real Madrid
Creadores: Emprendimiento | Negocios Digitales | Inversiones | Optimización Humana
Alfonso Ruiz Soto nos habla en este episodio de Creadores Podcast sobre cómo resignificar el trauma, transformar el dolor en conciencia y descubrir tu vocación real a partir de tu historia personal.Alfonso comparte su experiencia tras morir clínicamente durante 10 minutos y cómo ese evento cambió su forma de entender la vida, el miedo y el propósito. Hablamos de la huella de abandono, por qué sufrimos más por la interpretación que por los hechos, y cómo entrenar la conciencia para dejar de vivir desde la herida. También profundizamos en la vocación sin mitos: cómo descubrirla, por qué no basta con encontrarla sino asumirla, y cómo las heridas emocionales influyen en nuestras relaciones, decisiones y patrones repetidos.Un episodio clave si estás atravesando una crisis existencial, quieres sanar tu pasado y vivir con mayor claridad, sentido y conexión emocional.Shownotes(00:00) - Intro: ¿La vocación se inventa o se descubre?(03:02) - Biografía vs. Intrabiografía: Lo que pasa dentro de ti(06:16) - La verdad sobre la percepción: Dos personas, una misma realidad(10:14) - Genética y Personalidad: ¿Por qué eres como eres? (Los 5 Potenciales)(14:48) - El Énfasis Genético: Motriz, Emocional o Racional(17:49) - Cómo sanar el trauma y resignificar el pasado con tus padres(22:35) - Problema vs. Problemática: La historia de la llanta ponchada(25:20) - El Imaginario Personal: Por qué eres esclavo de tus reacciones(28:00) - Qué es el "Yo Observante" y cómo activar tu Libre Albedrío(33:36) - El secreto del Nivel de Ser: Por qué tu vida no cambia aunque quieras(39:51) - Sexo, Erotismo y Sensualidad: El camino hacia el placer real(46:17) - Cómo entrenar tu mente para vivir en paz (Meditación en acción)(57:41) - Tocar fondo: Por qué esperamos al dolor para transformar nuestra vida(01:02:30) - Semiología de la Muerte: Cómo superar el duelo y perder el miedo(01:14:13) - Testimonio Real: "Morí por 10 minutos y esto fue lo que vi"(01:25:07) - Guía Definitiva de Vocación: Descubrir, Asumir y Practicar(01:32:40) - La metáfora de Einstein en la cancha de basket (El contexto lo es todo)(01:35:00) - Cómo tu vocación determina a tu pareja ideal(01:46:46) - Dinero y Pasión: La anécdota de Picasso y los banqueros(01:53:46) - El Vacío Existencial: Qué hacer cuando pierdes el sentido (Serrat y Cauduro)(02:02:40) - Dónde empezar a estudiar Semiología- Recibe acceso gratuito a mi lista de los 100 libros que transformarán tu vida aquí: https://www.creadores.co/newsletter- Únete a nuestra Escuela de Creadores, un programa de 12 semanas para transformar tu cuerpo, mente y negocios: https://creadores.co/escuela- Invierte en bienes raíces en EE. UU. con nosotros en Creadores Capital y genera retornos promedio del 20% anuales. Aplica aquí: https://www.creadorescapital.com/Invitado- Instagram: https://www.instagram.com/alfonsoruizsoto/- TikTok: https://www.tiktok.com/@dr.alfonsoruizsoto- Youtube: https://www.youtube.com/@AlfonsoRuizSotoo- Facebook: https://www.facebook.com/AlfonsoRuizSotoSemiologia- X: https://x.com/ARuizSotoCreadores- Facebook: https://www.facebook.com/creadorespodcast- Instagram: https://www.instagram.com/creadorespodcast- Instagram: https://www.instagram.com/chelozegarra- TikTok: https://www.tiktok.com/@marcelozegarrac- Twitter: https://twitter.com/chelozegarrac- Email: https://www.creadores.co/contacto#CreadoresPodcast #Conciencia #SanaciónEmocional #PropósitoDeVida
Let's learn the Spanish verb Sonar, which roughly means "to sound", Doler, which roughly means "to hurt", and Tocar, which roughly means "to touch". We'll practice all three verbs in all of their most common forms and uses. Practice all of today's Spanish for free at LCSPodcast.com/221
A veces la vida se siente bien, pero por dentro algo no termina de estar en su lugar.En este episodio, Luis Ernesto “El Güero” Franco comparte un capítulo de su historia que pocos conocen: cómo las heridas de su infancia regresaron años después en forma de vacío, ansiedad y cansancio emocional.Aquí hablamos de trauma, salud mental, fe y el proceso real de reconstruirte cuando te das cuenta de que no puedes seguir viviendo igual.Es una conversación cercana, honesta, que toca fibras muy sensibles y te acompañan mientras manejas, caminas o haces tu día.Y si tú también estás buscando un punto de apoyo, aunque sea pequeño, aquí va uno, te invito a vivir 21 días de gratitud, un espacio para volver a ti, recuperar paz y ver tu vida con más claridad.