Podcasts about tive

  • 711PODCASTS
  • 1,230EPISODES
  • 34mAVG DURATION
  • 1WEEKLY EPISODE
  • Sep 9, 2026LATEST

POPULARITY

20192020202120222023202420252026

Categories



Best podcasts about tive

Show all podcasts related to tive

Latest podcast episodes about tive

LendaCast
TIVE UMA BONECA QUE SE MEXIA SOZINHA e outros relatos assustadores - Jessy Sparkle | LendaCast #323

LendaCast

Play Episode Listen Later Sep 9, 2026 198:56


A influenciadora Jéssica Oliveira, a Jessy Sparkle, faz parte do nosso universo trevoso e veio pela primeira vez ao LendaCast para contar relatos sobrenaturais sobre bonecas assustadoras.

Brasil-Mundo
Brasileira lança romance depois de descobrir ser descendente do bibliotecário de D. João VI

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Sep 5, 2026 5:56


Radicada em Portugal há seis anos, Deborah Trois se divide entre a contabilidade e o fascínio pela genealogia, área a que se dedica há 11 anos. Nas pesquisas, descobriu ser a descendente direta do bibliotecário real de D. João VI, na transferência da corte de Portugal para o Brasil. Fábia Belém, correspondente da RFI em Portugal Contadora apaixonada por genealogia, Deborah Trois decidiu investigar o passado da família quando ainda morava em Niterói, sua cidade natal. Localizou as raízes franco-suíças da mãe e, quando mudou-se para Portugal em 2020, dedicou-se a pesquisar as origens do pai. O que ela não esperava era descobrir um antepassado ligado à corte portuguesa, o que acabou por dar origem ao seu primeiro livro — o romance de ficção histórica “O Segredo de Marrocos”. “Tive essa grande surpresa de ser descendente direta. Eu sou sexta neta de Luiz Joaquim dos Santos Marrocos, que foi o bibliotecário real de D. João VI na transferência da corte de Portugal para o Brasil”, explica. Em 1811, três anos depois da transferência da corte, Marrocos partiu de Lisboa para o Rio de Janeiro com a missão de acompanhar a segunda remessa de livros e manuscritos da Real Biblioteca, que constituíram o acervo inicial da Biblioteca Nacional do Brasil, instalada na capital fluminense. Na nova sede, ele foi encarregado de organizar os manuscritos da Coroa Portuguesa, o que o levou a trabalhar no Paço Imperial, onde ficava o gabinete do então príncipe regente D. João, que se tornou rei D. João VI, em 1816, com a morte da sua mãe. Como sublinha Trois, Marrocos “tinha uma proximidade grande com Dom João VI; ele participava do 'beija-mão' (cerimônia na qual suditos prestavam reverência ao rei). Então, ele estava por dentro daquela corte”. Pesquisa documental Até chegar a Luiz Joaquim dos Santos Marrocos, a autora brasileira recorreu a registros paroquiais do Arquivo Distrital de Lisboa e a documentos oficiais da Torre do Tombo, que é o Arquivo Nacional português. Ela também utilizou plataformas digitais de genealogia e de coleções históricas da imprensa da época. Toda a investigação seguiu o Padrão de Prova Genealógica, método que serve para confirmar a exatidão de dados históricos. Nesse processo, alguns documentos serviram como peças-chave para ajudar a desvendar o passado da família paterna de Deborah. “Quando eu obtive a certidão do meu avô, a avó dele já era uma Marrocos”, recorda Deborah Trois.   Depois que descobriu ser descendente do bibliotecário real, a autora começou mais uma investigação que durou cerca de dois anos. O pilar da pesquisa foi o epistolário de Marrocos — o conjunto de 186 cartas que ele escreveu à família, em Lisboa, entre 1811 e 1821, ano em que D. João VI embarcou de volta a Portugal. Os documentos, muito usados por historiadores, revelam os bastidores da corte e a rotina da colônia. Deborah Trois, que, à época, não tinha o epistolário de Santos Marrocos, conta que “foi uma corrida nos sebos e alfarrabistas (livrarias especializadas em livros raros)" para conseguir o acervo. E, depois de ler todas as correspondências, “consegui ter uma visão, a minha visão do homem inteiro. Eu, como descendente, fui [pesquisar] desde o nascimento até o fim”, afirma. Livro 'O Segredo de Marrocos' A coletânea de cartas do bibliotecário real foi a principal matéria-prima do livro “O Segredo de Marrocos”, publicado pela editora portuguesa Cordel d'Prata e lançado em agosto na cidade do Porto. Sem dar detalhes, a autora diz que a obra “conta mais sobre o homem inteiro do que só sobre aquela parte do epistolário, que é mais usada pelos historiadores”. “Esse livro não esconde nada. Ele abre o arquivo em vez de fechá-lo. E eu acho que essa é a minha grande missão: abrir esse arquivo do Luiz Joaquim e deixar que as pessoas o conheçam, nem absolvendo o Luiz Joaquim, nem condenando o Luiz Joaquim, [mas] conhecendo ele por inteiro”, antecipa Trois, lançando um tom de mistério para os futuros leitores. E sem revelar o segredo de Marrocos, a autora garante que o livro guarda uma descoberta pessoal, porque “vai além da vida que ele construiu no Rio de Janeiro e com um achado inédito meu, que nunca foi falado, nunca foi escrito por nenhum historiador”. 'Dobra no tempo' A expectativa de Deborah é que “O Segredo de Marrocos” seja lançado no Brasil até o início de outubro, mas ainda este mês a autora já tem agendada uma sessão de autógrafos em Lanhelas, no norte de Portugal. Foi nessa vila do município de Caminha, a cerca de 100 quilômetros da cidade do Porto, que Trois localizou os descendentes da família Marrocos que permaneceram em Portugal — um encontro que imprimiu uma face contemporânea à própria pesquisa. “Eu me sinto exatamente como se fosse uma dobra no tempo. Luiz sempre quis muito voltar a Portugal, [mas] acabou por ficar no Brasil, e acabou que uma descendente de sexta geração volta e reencontra os Marrocos que ficaram aqui. É muito bonito; é um ciclo que se fecha e um ciclo que se abre”, analisa a autora.

Brasil-Mundo
Brasileira lança romance depois de descobrir ser descendente do bibliotecário de D. João VI

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Sep 5, 2026 5:56


Radicada em Portugal há seis anos, Deborah Trois se divide entre a contabilidade e o fascínio pela genealogia, área a que se dedica há 11 anos. Nas pesquisas, descobriu ser a descendente direta do bibliotecário real de D. João VI, na transferência da corte de Portugal para o Brasil. Fábia Belém, correspondente da RFI em Portugal Contadora apaixonada por genealogia, Deborah Trois decidiu investigar o passado da família quando ainda morava em Niterói, sua cidade natal. Localizou as raízes franco-suíças da mãe e, quando mudou-se para Portugal em 2020, dedicou-se a pesquisar as origens do pai. O que ela não esperava era descobrir um antepassado ligado à corte portuguesa, o que acabou por dar origem ao seu primeiro livro — o romance de ficção histórica “O Segredo de Marrocos”. “Tive essa grande surpresa de ser descendente direta. Eu sou sexta neta de Luiz Joaquim dos Santos Marrocos, que foi o bibliotecário real de D. João VI na transferência da corte de Portugal para o Brasil”, explica. Em 1811, três anos depois da transferência da corte, Marrocos partiu de Lisboa para o Rio de Janeiro com a missão de acompanhar a segunda remessa de livros e manuscritos da Real Biblioteca, que constituíram o acervo inicial da Biblioteca Nacional do Brasil, instalada na capital fluminense. Na nova sede, ele foi encarregado de organizar os manuscritos da Coroa Portuguesa, o que o levou a trabalhar no Paço Imperial, onde ficava o gabinete do então príncipe regente D. João, que se tornou rei D. João VI, em 1816, com a morte da sua mãe. Como sublinha Trois, Marrocos “tinha uma proximidade grande com Dom João VI; ele participava do 'beija-mão' (cerimônia na qual suditos prestavam reverência ao rei). Então, ele estava por dentro daquela corte”. Pesquisa documental Até chegar a Luiz Joaquim dos Santos Marrocos, a autora brasileira recorreu a registros paroquiais do Arquivo Distrital de Lisboa e a documentos oficiais da Torre do Tombo, que é o Arquivo Nacional português. Ela também utilizou plataformas digitais de genealogia e de coleções históricas da imprensa da época. Toda a investigação seguiu o Padrão de Prova Genealógica, método que serve para confirmar a exatidão de dados históricos. Nesse processo, alguns documentos serviram como peças-chave para ajudar a desvendar o passado da família paterna de Deborah. “Quando eu obtive a certidão do meu avô, a avó dele já era uma Marrocos”, recorda Deborah Trois.   Depois que descobriu ser descendente do bibliotecário real, a autora começou mais uma investigação que durou cerca de dois anos. O pilar da pesquisa foi o epistolário de Marrocos — o conjunto de 186 cartas que ele escreveu à família, em Lisboa, entre 1811 e 1821, ano em que D. João VI embarcou de volta a Portugal. Os documentos, muito usados por historiadores, revelam os bastidores da corte e a rotina da colônia. Deborah Trois, que, à época, não tinha o epistolário de Santos Marrocos, conta que “foi uma corrida nos sebos e alfarrabistas (livrarias especializadas em livros raros)" para conseguir o acervo. E, depois de ler todas as correspondências, “consegui ter uma visão, a minha visão do homem inteiro. Eu, como descendente, fui [pesquisar] desde o nascimento até o fim”, afirma. Livro 'O Segredo de Marrocos' A coletânea de cartas do bibliotecário real foi a principal matéria-prima do livro “O Segredo de Marrocos”, publicado pela editora portuguesa Cordel d'Prata e lançado em agosto na cidade do Porto. Sem dar detalhes, a autora diz que a obra “conta mais sobre o homem inteiro do que só sobre aquela parte do epistolário, que é mais usada pelos historiadores”. “Esse livro não esconde nada. Ele abre o arquivo em vez de fechá-lo. E eu acho que essa é a minha grande missão: abrir esse arquivo do Luiz Joaquim e deixar que as pessoas o conheçam, nem absolvendo o Luiz Joaquim, nem condenando o Luiz Joaquim, [mas] conhecendo ele por inteiro”, antecipa Trois, lançando um tom de mistério para os futuros leitores. E sem revelar o segredo de Marrocos, a autora garante que o livro guarda uma descoberta pessoal, porque “vai além da vida que ele construiu no Rio de Janeiro e com um achado inédito meu, que nunca foi falado, nunca foi escrito por nenhum historiador”. 'Dobra no tempo' A expectativa de Deborah é que “O Segredo de Marrocos” seja lançado no Brasil até o início de outubro, mas ainda este mês a autora já tem agendada uma sessão de autógrafos em Lanhelas, no norte de Portugal. Foi nessa vila do município de Caminha, a cerca de 100 quilômetros da cidade do Porto, que Trois localizou os descendentes da família Marrocos que permaneceram em Portugal — um encontro que imprimiu uma face contemporânea à própria pesquisa. “Eu me sinto exatamente como se fosse uma dobra no tempo. Luiz sempre quis muito voltar a Portugal, [mas] acabou por ficar no Brasil, e acabou que uma descendente de sexta geração volta e reencontra os Marrocos que ficaram aqui. É muito bonito; é um ciclo que se fecha e um ciclo que se abre”, analisa a autora.

Do Zero ao Topo
Granola Tia Sônia: uma receita de mãe que vale R$ 100 milhões #295

Do Zero ao Topo

Play Episode Listen Later Aug 31, 2026 55:30


Marcos Fenício sofreu um acidente de moto, aos 17 anos, que mudou sua vida. “Tive que amputar minha perna, e isso me fez buscar um sentido para a vida. Eu não vim ao mundo de férias. Tenho que ser uma ferramenta de mudança", disse Fenício, em entrevista a Mariana Amaro, apresentadora do podcast Do Zero ao Topo. Marcos parou de comer carne e, e para complementar a alimentação, conheceu a granola. “Naquele tempo, era uma alimentação do pessoal macrobiótico. Não eram tão saborosas como hoje”, afirma. “Minha mãe olhou aquilo ali e falou, ‘peraí'. Ela abaianou o negócio”.A mãe de Marcos, dona Sônia, virou marca: Tia Sônia. E sua receita caseira ganhou o mundo. Hoje, a empresa produz cerca de 300 toneladas de granola por mês. Seus 80 produtos estão em supermercados do Brasil inteiro, numa loja-conceito da marca em São Paulo e nos Estados Unidos.Com dinheiro próprio - “um empréstimo de R$ 40 que está rendendo até hoje”, diz Fenício -, gestão familiar, e uma ajuda involuntária da novela Malhação, Tia Sônia tem 30 anos de existência. É líder do mercado na região Nordeste e a segunda maior do Brasil._________________________INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o diaReceba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/

Brazil UFO
ESTRANHOS ENTRE NÓS - Brazil UFO Talks

Brazil UFO

Play Episode Listen Later Aug 29, 2026 199:03


Brazil UFO TalksO editor do canal Brazil UFO Clayton Feltran, trará para um bate-papo descontraído convidados amigos do canal que têm a ufologia em seu DNA.Últimas notíciasNotícias sobre avistamentos e fenômenos anômalos ocorridos no Brasil e no mundo.TORNE-SE MEMBRO DO CANALhttps://www.youtube.com/channel/UCwMxydYVs-AujXvxpjwgC9Q/join___________________Envie seu áudio, fotos e vídeos para:WhatsApp Brazil UFO+55 11 98436-3637_________________Ajude nosso trabalho(Doações em Bitcoin)bc1qsauulvw4t253zrlrjvlcd8ancwn5stnhge4vl6h0ulhjhdllzl2qt329meESTRANHOS ENTRE NÓSNeste programa de domingo receberemos o físico André Luiz Fernandes e a contatada sobre seu caso. Pedimos para a Suely escrever uma breve apresentação:"Meu nome é Rosely Vaz de Lima e meu contato se iniciou em março de 1990. Nunca fui abduzida e meu contato sempre me disse que iríamos nos encontrar pessoalmente, o que aconteceu quando ele levou meu carro junto comigo e minha amiga. Tive muitas experiências interessantes com eles e tudo foi fisicamente. Depois de 24 anos de contato, por razões que explicarei no podcast, foi trocado o comandante de contato em agosto de 2018."Um incrível relato que você precisa ouvir. Participe do chat ao vivo.E você, já viu algum possível alienígena entre pessoas de nossa sociedade?Você não pode perder o programa! Ao Vivo a partir das 20h15.Brazil UFO TalksCom Clayton Feltran, Riba Menezes, André Luz Fernandes e Rosely Vaz de Lima._________Ingresso Festival Ufológico de LumináriasCUPOM: BRAZILUFO 30% DE DESCONTO NO PRÉ-LOTEhttps://www.sympla.com.br/evento/festival-ufologico-de-luminarias/3374482?share_id=whatsapp________::: LOJA BRAZIL UFO - PRODUTOS ORIGINAIS BRAZIL UFO::: https://lojabrazilufo.com.brFaça parte do Eu apoio o Brazil UFOSeja um apoiador do Brazil UFO e nos ajude a trazer conteúdos de qualidade a todos os amigos do canal. Sua ajuda fará toda a diferença.Acesse o site:https://apoia.se/brazilufo e seja um apoiador do canal.Se preferir você pode ajudar via PIX, seja um patrocinador do canal.pix@brazilufo.comhttps://brazilufo.com#brazilufo #brazilufotalks

Artes
Realizadora angolana Pocas Pascoal distinguida no Festival de Cinema de Locarno

Artes

Play Episode Listen Later Aug 25, 2026 20:21


A realizadora angolana Pocas Pascoal, foi distinguida a 9 de Agosto com o 'The Open Doors - OIF Francophonie Award', no âmbito do Festival de Cinema de Locarno na Suíça que decorreu de 5 a 15 de Agosto. Durante o festival, a cineasta, autora nomeadamente de fitas como 'Memórias de Infância' em 2000, ou ainda 'Alda e Maria' em 2011, projectou a sua curta-metragem 'Time to Change', um filme sob forma de denúncia do colonialismo e apresentou o projecto pelo qual foi premiada, em torno da figura da cineasta francesa Sarah Maldoror, conhecida designadamente por ter acompanhado em imagem a luta de libertação de Angola. Em entrevista à RFI, a realizadora, a viver em Portugal há cerca de nove anos, partilhou a sua alegria por ter sido distinguida, falou da sua experiência como cineasta em Portugal e também evocou o que pretende contar na fita sobre Sarah Maldoror. RFI: Como se sente com o prémio que recebeu em Locarno? Pocas Pascoal: Sinto-me muito bem! Acho que é um grande impulso também para a minha carreira, que já começou há muitos anos, mas continua a crescer. É um prémio que vai valorizar também o projecto que eu estou a escrever sobre a Sarah Maldoror, que vai de certeza permitir-me concluir o projecto que estou a escrever e espero eu que vai ajudar também a ter financiamentos. Portanto, eu acho que é assim uma coisa muito, muito importante, o que me aconteceu. Tive muita gente a contactar-me interessada no projecto depois deste prémio. Isto é um grande impulso. O Festival de Locarno em si, é um grande programa de encontro e que nos permite fazer contactos e relações que ficaram até para o resto da vida, de certeza. Portanto, já isso é muito, muito importante como festival, como plataforma mesmo de formação. Nunca aprendi tanta coisa sobre cinema em tão pouco tempo e nunca fiz tantos encontros em tão pouco tempo também. Portanto, o facto de estar no Festival de Locarno em 'Open Doors' já é um grande presente e um grande prémio, porque permite-nos projectar o meu projecto internacionalmente. Estive lá com o filme e, sim, há já algumas coisas que estão a avançar bem e penso que vamos assinar um contrato de co-produção. RFI: A curta-metragem que lhe deu essa chave para a próxima etapa é 'Time to Change'. O que é 'Time to Change'? Pocas Pascoal: É uma crítica à colonização, à colonização em geral, mas sobretudo à colonização portuguesa, que foi aquela que Angola viveu. Tento denunciar através deste filme aquilo que se passou. E faço uma ponte entre o passado e o presente, hoje, criticando a relação que os portugueses tiveram, que foi uma relação de repressão e de exploração. Em Portugal há uma mentalidade ainda que, infelizmente, continua. Continuam a pensar que a colonização portuguesa foi uma boa colonização, que foi uma colonização 'soft', que misturaram-se muito e que não foi assim tão grave. Mas foi grave, Foi muito grave. Este filme denuncia aquilo que foi a colonização e também denuncia o desequilíbrio dos ecossistemas que começaram naquele momento. Portanto, quando os portugueses chegaram, havia um equilíbrio, uma maneira de viver que os angolanos, o ser humano teve que modificar, teve que se adaptar àquilo que esses colonos quiseram que eles se tornassem. Mesmo a nível de habitação, a nível da arquitectura, tivemos que sair da nossa casa feita de madeira e de palha, que era uma coisa local. Houve várias coisas que se podem aprofundar em relação a isso e mudaram-nos completamente, a nossa maneira de ser, a nossa cultura, a nossa linguagem mesmo. A língua que tivemos que falar foi a portuguesa. E também a natureza, os animais. Para mim, esta alteração climática começou já nesse momento. Portanto, eu faço esta ligação do passado ao presente para denunciar as consequências desta colonização ainda hoje. RFI: Como é que é estruturado este filme? Portanto, é um filme que vai buscar imagens documentais. Por exemplo, uma imagem muito forte, muito simbólica, de caçadores. Pocas Pascoal: Eu utilizei imagens de arquivo no filme e não só. Também tem imagens dos dias de hoje. Essas imagens do caçador são imagens horríveis e acho que apercebemo-nos que naquela altura caçava-se muito de forma recreativa. Caçava-se para o homem se sentir mais forte, o mais forte do universo, mais forte do que os animais, mais forte do que o elefante, que é um animal gigante. Numa das fotografias, tem uns três caçadores com uns cinco ou seis Elefantes. é uma coisa horrível. E são animais que hoje em dia estão a desaparecer por causa disso. Por foram tão caçados às vezes só para poderem pôr um troféu na parede. E às vezes para poder se sentirem fortes. E para poderem utilizar o marfim. É uma coisa absurda, porque é uma mentalidade que infelizmente destruiu. E isto, acho que temos que tomar consciência. E lembrarmo-nos, continuarmos a lembrar o que foi e o que é que está a acontecer hoje. Portanto, é uma maneira para mim também de reavivar a memória. RFI: Falou da forma como Portugal encara o período colonial. Como é que ele é encarado em Angola? Pocas Pascoal: Ai, eu já não estou em Angola há 40 anos! E vou muito raramente a Angola. Seria difícil falar sobre este tema. Sei que em relação aos angolanos que estão na diáspora, é uma luta constante contra o racismo. Eu vivi vários anos em França e nunca vivi tanto racismo como vivo aqui em Portugal, infelizmente. Há coisas maravilhosas, mas há um racismo muito básico. Na verdade, é uma coisa que foi impregnada na mente das pessoas, que as pessoas negras são pessoas inferiores, que são pessoas que não têm instrução, que são pessoas que não têm meios financeiros, que são pobres também. Isto aconteceu-me. O racismo que eu tive aconteceu-me com várias pessoas de vários meios sociais. Por isso é uma coisa que está impregnada na mente das pessoas portuguesas e que não sai. E que eu acho que é um trabalho que se deve fazer. É um trabalho que talvez não tenha sido feito. Eu penso que não foi feito um trabalho que deve começar a nível das escolas, com as crianças, para tentar mudar esta mentalidade e é um trabalho político também. Eu acho que a Europa e Portugal, sobretudo, que é o país onde eu vivo, tem uma grande dívida com esses países que colonizaram. Mas esta dívida devia ser paga através de um trabalho de memória, de um trabalho de formação e de informação. É um trabalho que deve ser começado pelas crianças nas escolas, porque só a partir daí é que as mentalidades das pessoas brancas vão começar a mudar e a reconhecer que nós somos iguais. RFI: Como é que é fazer cinema em Portugal? Aquilo que acaba de me descrever também entra em linha de conta para a sua vivência em termos de trabalho? Pocas Pascoal: Claro, uma grande influência, infelizmente, é terrível. Eu vou contar-lhe uma coisa que eu por acaso falo muito raramente e não estou a falar do lado financeiro, porque o lado financeiro é realmente um problema com as mulheres, porque nós temos estado a lutar contra isso também. Eu faço parte de um grupo de mulheres no cinema que se chama 'Mutim' (Associação de Mulheres Trabalhadoras das Imagens em Movimento em Portugal). A 'Mutim' lutou muito para que haja nos júris do ICA (Instituto de Cinema e do Audiovisual) mulheres, que as mulheres sejam representadas também nos júris. Portanto, isto já muda muito, os financiamentos. E depois? Agora é chegar a mulheres negras, porque também é um problema de imaginar um filme onde só haja pessoas negras. Mesmo se eu não faço filmes só com pessoas negras, mas um filme onde haja uma maioria de pessoas negras, os júris podem ver aquilo muito mal. É um filme que não vai ter público. Um filme que vai ser mal distribuído, se calhar, porque se há uma mentalidade que ainda pensa que as pessoas negras não têm formação, não são instruídas, etc, no cinema também é uma coisa muito às vezes inconsciente. No cinema também, portanto, há uma luta contra isso. Há uma vitória pequenina, é verdade. Já se vê alguns filmes distribuídos nos cinemas com pessoas negras, mas são filmes americanos. É verdade. Negro e americano. Ok, já é melhor aceite. Mas o que eu queria contar há bocado é que aconteceu-me. Há uns anos atrás, fiz um telefilme. Fui convidada porque era uma mulher. E aceitei porque era uma oportunidade para mim de trabalhar na indústria portuguesa. Eu tinha acabado de chegar a Portugal e eu tinha feito um casting com pessoas negras, porque o filme passava-se nos subúrbios de Lisboa e aquilo foi uma luta. Foi horrível. Não consegui ter um casting só com pessoas negras. Foi uma luta terrível. Mas há um público e é um erro enorme, porque há um público, porque quando passa um filme na televisão com pessoas negras, as pessoas vêem os filmes. Há estatísticas, as pessoas vêm e é muito visto. Portanto, há um erro enorme em relação a isso. Isso também faz parte do trabalho para modificar isso. Faz parte deste trabalho, que é muito político e que as pessoas têm que fazer. Como eu disse há bocado, tem que começar nas escolas com as crianças, porque senão as coisas não vão mudar. RFI: Estava a mencionar o facto de ter também a expectativa de que o facto de ganhar esta visibilidade com este prémio também possa dar um impulso ao seu próximo projecto, que tem a ver com a figura da Sarah Maldoror, que faz a ponte entre a francofonia, porque ela era das Antilhas, com o mundo lusófono, uma vez que ela focou o seu olhar sobre a África lusófona, sobre Angola, sobre a Guiné-Bissau. O que é que a levou a interessar se por esta realizadora? Pocas Pascoal: É uma figura muito importante em Angola. Ela até é considerada angolana em Angola. Ela fez os dois primeiros filmes em Angola. A primeira vez que eu vi pessoas negras no cinema, era muito jovem, foi através de filmes da Sarah, o filme 'Sambizanga'. Portanto, eu era muito, muito jovem. Eu devia ter nove ou dez anos e foi a primeira vez que eu também começo a descobrir a história do meu país em relação à colonização. Eu tive a sorte de ter conhecido a Sarah. Eu estive com Sarah duas vezes. A primeira vez que eu ouvi a Sarah foi numa residência em França, na Normandia, onde a Sarah tinha a melhor amiga dela. Era proprietária da residência. Portanto, eu estava lá. Sarah veio visitar a amiga e eu conheci a Sarah. Eu era muito tímida naquela altura, portanto eu quase nem falei com ela. E a segunda vez que estive com Sarah, foi durante uma viagem para Angola. Nós fomos convidadas, várias pessoas foram convidadas, para um festival em Luanda. Acho que foi o segundo ano desse festival e a Sarah foi homenageada nesse festival. E como viajamos juntas, devem ter comprado os nossos bilhetes ao mesmo tempo. Estávamos sentadas uma ao lado da outra e foi muito engraçado. Fizemos sete horas juntas, uma ao lado da outra. Tivemos a oportunidade de conversar. A Sarah contou-me a história deste filme, que deveria ter sido o primeiro filme dela, a primeira longa-metragem ('Armas para Banta', Guiné-Bissau, 1970). E eu me interessei muito naquela altura. Interessei-me muito pela vida dela, porque tinha visto vários filmes feitos por ela. E, sobretudo, interessei-me muito por essa história, que é uma coisa de injustiça. A Sarah, que lutou a vida toda pela justiça social e pela igualdade de direitos. Este filme foi uma grande injustiça para ela. Eu nem sei se já tinha perguntado isso, mas o meu filme é sobre a Sarah nesse momento, quando ela vai à Guiné-Bissau, vai documentar a luta armada dos guineenses contra a colonização portuguesa. E ela, em vez de falar de um herói no filme, ela faz uma heroína. E quando ela volta para a Argélia, o filme não é aceite. Ela é expulsa da Argélia. Bom, estou a resumir, mas ela é expulsa da Argélia. E o filme lhe é retirado e desaparece até hoje. Portanto, eu interessei-me muito por este este momento da vida da Sarah, que também é o início da carreira dela. E também, para mim, é a oportunidade de falar dessas mulheres, porque ela vai filmar aquelas mulheres que foram realmente resistentes e estiveram na guerrilha durante muitos anos a lutar contra a colonização portuguesa. Portanto, para mim também, é a oportunidade de falar dessas mulheres. É claro que o foco é na Sarah e a Sarah interessa-me muito. Eu estudei muito, vi os filmes dela todos e interessam-me porque é uma pessoa que foi íntegra. Ela lutou a vida toda, fez mais de 40 filmes e através do cinema, ela lutou pela igualdade de direitos. Ela foi uma grande resistente. Ela foi uma grande activista e é uma para mim, um exemplo e uma referência de uma pessoa negra que conseguiu e sempre foi honesta com ela mesmo e com aquilo que ela fez. Íntegra. Portanto, para mim, é uma grande referência e um grande exemplo. E eu gosto do cinema dela. E também, eu penso muito no cinema dela, vejo filmes dela, quando faço os meus filmes. É uma grande referência. RFI: Essa história de Sarah Maldoror na Guiné-Bissau a tentar retratar as mulheres que participaram na luta de libertação e que foi um filme rejeitado. Isto, no fundo, também vai tocar na sua fibra feminista. Pocas Pascoal: Não vou generalizar porque a África é muito diferente, mas as mulheres em Angola são mulheres que foram muito valorizadas e que o são até hoje, que têm um grande poder na família e não só, também no trabalho. É claro que estamos a falar também de um sistema patriarcal. É evidente. Eu vivi depois da colonização, esta valorização das mulheres. As mulheres que lutaram contra a colonização portuguesa são mulheres que, muitas vezes, é verdade, pensando bem, são mulheres que ficaram na sombra. São mulheres que não foram muito faladas. Houve uma que se tornou heroína, mas falava-se muito pouco das mulheres. Portanto, a Sarah, ela tem este lado também feminista, mesmo se ela não se dizia feminista. Ela tem esse lado feminista porque ela, os personagens dela, no início da carreira dela, eram mulheres. Ela quis pôr em evidência as mulheres africanas, as mulheres negras, porque essas mulheres nunca eram os personagens principais nos filmes. Eu faço filmes sobre mulheres. É uma coincidência, mas porque são pessoas com quem eu me identifico mais facilmente, mais rapidamente, e são temas que me tocam imenso. RFI: Em que fase está? Pensa que este projecto em torno da Sarah Maldoror vai vingar quando? Pocas Pascoal: Francamente, eu penso que o filme agora e com este prémio também, que está a valorizar o projecto e que estava lá o Instituto de Cinema no Locarno, também eles viram, assistiram a isso, eu espero que não somente o ICA, mas outros fundos se interessem pelo projecto e já se estão a interessar. Espero rodar o filme em 2027 e espero que o filme em início de 2028 esteja acabado. Realmente, acredito que agora vai avançar rapidamente. Eu levei muito tempo a fazer pesquisa, vi e falei muito com as filhas da Sarah. Estive a tentar procurar qual era o melhor momento da vida da Sarah para eu poder pôr no cinema, porque não quis fazer um 'biopic' sobre a vida da Sarah, mas quis fazer sobre uma parte da vida dela que é enorme. O momento em que ela vai fazer este filme é o início da carreira dela também. Por isso passei muitos anos em pesquisa a tentar encontrar como é que eu ia falar sobre esta pessoa, que também não é muito fácil. Se seria documentário, ficção, falar desta pessoa que é uma pessoa que eu admiro muito e não me quero enganar. Portanto, acho que tenho um bom filme, foi aquilo que eu escolhi. Espero que nos próximos dois anos o filme esteja acabado. RFI: Tem outros projectos na forja ou é uma pessoa de um só projecto de cada vez? Pocas Pascoal: Não. Eu sou hiperactiva, portanto tenho vários projectos. Estou a acabar agora um filme, mas é uma curta também. Quando falo de hiperactividade não faço várias longas ao mesmo tempo, infelizmente. É uma questão financeira, mas enquanto estou à espera de financiamento para uma longa, estou a fazer curtas-metragens e tento fazer também instalações. Não faço muitas, mas tento participar em exposições e fazer instalações. E neste momento estou a fazer uma curta-metragem que, espero eu, estará nos festivais. Acho que no fim do ano já vou começar a mostrar o filme e também há uma curta-metragem feita com arquivos. Não vou revelar ainda a história porque ainda estou a montar e as coisas podem evoluir. Gosto de fazer várias coisas ao mesmo tempo.

Alta Definição
Carlos Lopes:‌‌‌ “Nunca tive medo que o cancro da boca pudesse correr mal. Já passei por tanta coisa, ia ter medo de quê?”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Aug 16, 2026 49:55


Nascido em Rio de Moinhos, numa família humilde com oito irmãos, Carlos Lopes abandonou a escola aos 13 anos para ajudar financeiramente os pais, percorrendo vários ofícios antes de se fixar na serralharia. Foi por acaso, numa noitada com amigos, que descobriu o atletismo — uma “brincadeira de miúdos” que o levaria ao topo do mundo. A conversa com Daniel Oliveira revela um homem que nunca separou o esforço quotidiano da sua filosofia de vida, recordando que chegou a treinar até às 22h00 depois de um dia inteiro de trabalho, e que os quase dez anos de paragem forçada por lesão no tendão de Aquiles nunca abalaram a sua convicção de que voltaria a competir ao mais alto nível. O Alta Definição foi exibido a 15 de agosto na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Resistência Podcast - vida cristã sem religiosidade
RP# 141 – A conversa mais importante que já tive…

Resistência Podcast - vida cristã sem religiosidade

Play Episode Listen Later Aug 9, 2026 78:07


Ao longo dessa caminhada, nós já conversamos sobre os mais diversos assuntos. Já entrevistamos pessoas com histórias inspiradoras, especialistas, gente que nos fez aprender, refletir e enxergar o mundo de uma forma diferente. Mas o... O post RP# 141 – A conversa mais importante que já tive… apareceu primeiro em Resistência Podcast.

Alta Definição
“Nunca tive um brinquedo, andei descalço até aos oito anos”: a infância pobre que moldou o homem por trás do chapéu de cowboy

Alta Definição

Play Episode Listen Later Aug 8, 2026 48:09


“Andei descalço quase sempre em criança.” É assim, sem rodeios, que Zé Amaro resume uma infância vivida entre a pobreza rural de Citânia de Briteiros, o peso da lenha carregada ao monte antes da escola e o sonho impossível de um miúdo que nunca comeu um iogurte mas ouvia música escondido numa sala. Sétimo de dez irmãos, filho de um pai de olhar terno e uma mãe de mão de ferro, cresceu a trocar os brinquedos pelo trabalho, os cadernos pela sobrevivência. Aos 13 anos entrou numa fábrica de calçado. Aos 15 já subia a palcos. Aos 30 apostou tudo na música. E quando finalmente tinha o mundo a seus pés, um medicamento destruiu-lhe o fígado e colocou-o a dias de morrer. Foi um transplante — e um dador anónimo — que lhe devolveu a vida. Hoje, chapéu na cabeça e botas nos pés, Zé Amaro sobe ao palco e chora por dentro. Sabe, melhor do que ninguém, o que custou chegar ali.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Para dar nome às coisas
Por conta da casa - "Eu tive que aprender a confiar no meu coração"

Para dar nome às coisas

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 39:45


Logo de cara me chamou a atenção a primeira linha do e-mail da Nayara. Dizia assim: "essa é a história de alguém que precisou aprender a confiar no próprio coração".Eu achei uma primeira linha forte e bonita, mas eu só entendi de verdade o que a Nayara estava falando quando eu li a história dela. E entendi o porque as palavras “coração” e “confiança” estavam juntas ali no começo do e-mail. Porque essas duas coisas aparecem o tempo todo de forma mais direta e menos direta.Essa é a história que eu vou contar para você na estreia do "por conta da casa" - um quadro mensal em que as histórias contadas são as histórias dos ouvintes do "Para dar Nome às Coisas"

Morgana Secco
Tive sintomas que me fizeram pesquisar perimenopausa, e o que aprendi sobre meu corpo

Morgana Secco

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 32:36


Comecei a ter sintomas estranhos que iam e vinham: palpitações, TPM mais forte, troca de palavras, rinite. E me peguei pensando: será que estou ficando doida? Fui pesquisar e caí na perimenopausa. Uma fase que vai muito além dos calorões e que pode começar anos antes da menopausa de verdade.Nesse vídeo eu compartilho 10 sintomas que podem indicar que você está na perimenopausa, e te conto quais eu tive, quais eu não tive, e o que aprendi sobre cada um.LINK DO VÍDEO MENCIONADO:youtube.com/watch?is=j9Vc2hHrTk191ycQ&v=_GARgwujfUM&feature=youtu.beRede SociaisYoutube:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ https://www.youtube.com/@MorganaSecco⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/morganasecco/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Facebook: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.facebook.com/morganasecco⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Tiktok: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.tiktok.com/@morganasecco⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://twitter.com/morganasecco⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Threads: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.threads.net/@morganasecco⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade: https://morganasecco.com.br/essencialCanal do Schiller (Finanças):https://www.youtube.com/@LuizSchillerNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630

Presente Diário
Quem é este?

Presente Diário

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 3:28


Devocional do dia 11/07/2026 com o tema: Quem é este? Tive o privilégio de crescer em um lar cristão, e uma das primeiras canções que aprendi dizia: Com Cristo no barco tudo vai muito bem, e passa o temporal. Adulto, minha experiência mostrou que, mesmo tendo Jesus no barco de minha vida, algumas vezes fiquei como os discípulos na narrativa de hoje: O Senhor não se importa? Lendo o texto bíblico, pode parecer que, por seguirem Jesus e entrarem no barco, os discípulos se meteram numa encrenca, já que na sequência enfrentaram uma terrível tempestade. LEITURA BÍBLICA: Mateus 8.23-27 Os homens ficaram perplexos e perguntaram: Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem? (Mt 8.27)See omnystudio.com/listener for privacy information.

Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar
Nuno Gomes. "Tive conversas com o Scolari sobre o futuro da seleção nos ombros do Ronaldo”

Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar

Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 50:48


Melhor suplente de sempre de Portugal, com 16 golos, o avançado fala dos primeiros tempos em Amarante, como guarda-redes de andebol e praticante de canoagem, da alcunha Gomes, do autógrafo a Van Basten e do golo decisivo na Taça de Itália-2001, ainda hoje o último título à Fiorentina. Nuno Gomes é o convidado desta semana do Jogo de Palavra.

Interioriza - com Iza Camargo
Ganhei tudo Nem medalha, nem fama: a busca que mudou a vida de Fernando Scherer, o Xuxa.que sonhei e mesmo assim tive depressão | Fernando Scherer

Interioriza - com Iza Camargo

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 16:45


Antes de ser medalhista, recordista e um dos maiores nomes da natação brasileira, Fernando Scherer precisou enfrentar uma prova muito mais difícil: conhecer a si mesmo.No novo episódio do Interioriza na Copa, Izabella Camargo conversa com o eterno Xuxa sobre carreira, aposentadoria, identidade, depressão, saúde mental e o verdadeiro significado do sucesso.

Supply Chain Now Radio
A $240K Shipment Saved: Venture Metals' Real-Time Rescue

Supply Chain Now Radio

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 52:29


Supply chain technology is evolving rapidly, but cargo criminals are moving even faster. In this episode of Supply Chain Now, Scott W. Luton and Scott DeGroot are joined by Krenar Komoni (Founder & CEO of Tive) and Fernando Boom (Director of Transportation at Venture Metals +) to break down the massive shift from physical yard thefts to sophisticated, identity-based freight fraud. Fernando shares a thrilling firsthand account of how a family road trip turned into a real-time recovery mission for a hijacked $240,000 shipment of copper. While the driver successfully bypassed the physical bolt seals, covert tracking technology thwarted the heist and led to a first-degree felony arrest. Krenar pairs this narrative with over a decade of visibility expertise, unpacking how modern criminals leverage AI, chameleon carriers, fraudulent MC numbers, and double brokering to vanish with high-value freight. Moving past a reactive postmortem claims model, the panel outlines a definitive blueprint for proactive, layered defense. They explore how real-time telemetry, including route deviation alerts and light sensors, empowers logistics teams to stop fraud mid-transit. Scott DeGroot concludes by highlighting the critical enterprise costs of cargo loss, challenging shippers to audit their networks, tighten dock-level verifications, and eliminate the weak links that bad actors exploit. Jump into the conversation: (00:00) Intro (02:38) Meet Venture Metals and Tive leaders (03:53) Art shows and World Cup picks (06:04) Venture Metals recycling and logistics role (07:37) Tive delivers real-time shipment visibility (09:28) Fraud tactics driving cargo theft surge (16:29) Layered alerts detect theft in transit (23:03) Prepare before theft happens, not after (24:03) Light alerts trigger copper theft investigation (26:11) Telemetry exposes route diversion and deception (27:52) Alerts only matter when teams respond (30:19) Police intercept truck at Wichita Falls (31:24) Driver bypasses seal but gets caught (32:47) Trust data and involve law enforcement (36:10) Technology helps monitor risky driver behavior (38:16) Build six layers of cargo security (44:29) Use Tive before theft strikes (47:22) Resources for protecting high-value shipments Additional Links & Resources: Connect with Krenar Komoni: https://www.linkedin.com/in/komoni/ Connect with Fernando Boom: https://www.linkedin.com/in/fernando-boom-a06513372/ Connect with Scott DeGroot: https://www.linkedin.com/in/scott-degroot-4600368/ Learn more about Venture Metals +: https://venturemet.com/ Learn more about Tive: https://www.tive.com/ Learn more about our hosts: https://supplychainnow.com/about Learn more about Supply Chain Now: https://supplychainnow.com Watch and listen to more Supply Chain Now episodes here: https://supplychainnow.com/program/supply-chain-now Subscribe to Supply Chain Now on your favorite platform: https://supplychainnow.com/join Work with us! Download Supply Chain Now's NEW Media Kit: https://supplychainnow.com/media-kit/ WEBINAR- AI that moves at velocity: Cut through latency with agentic workflows: https://bit.ly/4x4626t This episode was hosted by Scott Luton and produced by Trisha Cordes, Joshua Miranda, and Amanda Luton. For additional information, please visit our dedicated show page at: https://supplychainnow.com/240k-shipment-saved-venture-metals-realtime-rescue-1599 The content in this episode, including all audio, videos, visuals, and graphics, is the property of Supply Chain Now and is protected by copyright law. Unauthorized use, reproduction, distribution, modification, or re-uploading of this content in any form is strictly prohibited without explicit written permission from Supply Chain Now.For licensing inquiries or permissions, please contact us at production@supplychainnow.com© 2026 Supply Chain Now. All rights reserved. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Portuguese For Listening With Eli And Friends
Episode 272: Going to the Gas Station - part 2

Portuguese For Listening With Eli And Friends

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 42:10


Would you like to support this project? Leave us a review in your podcast player if possible 

Alta Definição
João Cancelo: “Lembro-me do último grito da minha mãe e de tentar levantar o carro para tirá-la de lá. Forma milésimos de segundo que mudaram a minha vida para sempre”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 56:15


Nesta entrevista ao Alta Definição, longe dos relvados, João Cancelo revela a Daniel Oliveira momentos profundamente marcantes da sua vida pessoal, num testemunho raro de um dos futebolistas portugueses mais reconhecidos internacionalmente. O lateral, atualmente com 32 anos, partilhou com abertura pouco habitual o trauma que moldou a sua vida e carreira: o acidente de viação que vitimou a sua mãe quando tinha apenas 17 anos. Com uma narrativa que oscilou entre a serenidade de quem já fez as pazes com o passado e a emoção de quem ainda carrega essa perda, Cancelo descreveu os instantes imediatamente após o acidente com uma clareza perturbadora. “Lembro-me do último grito da minha mãe. Lembro-me do meu irmão a chorar. Eu tentei levantar o carro para tirar a minha mãe debaixo do carro e não consegui”, confessou. Para além do relato do trágico acidente, a conversa percorreu outros episódios igualmente reveladores de uma vida pautada pela adversidade e resiliência, desde a infância humilde no Barreiro, com um pai emigrante na Suíça e uma mãe que acumulava três empregos por dia, até ao assalto violento que sofreu em Manchester. O futebolista falou ainda da morte súbita do seu colega Diogo Jota, com quem partilhava o balneário da seleção nacional, e da forma como essa perda reavivou a sua própria dor. Mas foi ao refletir sobre o legado familiar que Cancelo mostrou a sua convicção mais profunda: “Houve uma vida antes da minha mãe falecer e depois da minha mãe falecer. Completamente diferente, porque comecei a ver a vida de outra maneira. Tive que crescer muito rápido”. A emissão deste episódio aconteceu a 13 de junho na SIC e a sinopse foi gerada com apoio de Inteligência Artificial. Saiba mais sobre a aplicação desta tecnologia nas redações do Grupo Impresa. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Saúde
Medo de doença: psiquiatra francesa explica como identificar a hipocondria

Saúde

Play Episode Listen Later May 26, 2026 5:18


Sentir apreensão em relação à própria saúde é um sentimento comum, mas, quando ele é muito desproporcional ao risco, pode ser sinal de hipocondria — um transtorno de ansiedade caracterizado pelo medo de ficar doente e até mesmo de morrer. Embora o termo seja constantemente banalizado, a hipocondria interfere na qualidade de vida e gera sofrimento psíquico. O hipocondríaco tende a interpretar sensações comuns do corpo como sinais de doenças graves. Um leve desconforto pode se transformar, em sua percepção, em um indício de problema sério de saúde. Essa atenção constante leva a uma vigilância excessiva do próprio corpo e à busca incessante por consultas médicas e exames. E, mesmo se os resultados estiverem todos em ordem, isso não é suficiente para acalmar o paciente. No dia a dia, a preocupação com a saúde também pode comprometer atividades profissionais e sociais. A internet contribui para a “neura” e se torna o espaço ideal para o hipocondríaco buscar informações médicas, fazer associações que não têm necessariamente relação de causa e efeito e inventar diagnósticos. O transtorno pode estar associado a outros quadros de ansiedade, a situações de estresse ou a experiências pessoais, como o convívio com doenças graves na família. A hipocondria tem tratamento, e a terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma das abordagens mais utilizadas. O método busca ajudar o paciente a identificar padrões de pensamento distorcidos, compreender suas origens e desenvolver novas formas de interpretar as sensações corporais. O paciente pode demorar para buscar ajuda porque nem sempre tem consciência do problema, explica a psiquiatra Sarah Smadja, que atua no Hospital Sainte-Anne (GHU Paris Psiquiatria e Neurociências) e também é perita judicial. “Na verdade, não é tão simples admitir que está na hora de consultar um psiquiatra. Os pacientes têm consciência de que existe um medo exagerado e um excesso de consultas médicas e de exames, que, num primeiro momento, tranquilizam, mas não impedem novas consultas, já que o medo excessivo sempre volta.” Essa dúvida permanente do hipocondríaco sobre seu estado de saúde envolve fatores biológicos e psicológicos, diz a psiquiatra. O nível de ansiedade depende também de elementos ambientais. “Ocorre o que chamamos de gatilhos: acontecimentos que se somam ao estresse, ao desânimo e vão gerar esses picos de angústia, que contribuem para a manifestação da doença. Esse processo pode induzir a um comportamento quase delirante, que acaba ultrapassando a hipocondria e se transformando em outra patologia.” Na prática, o que caracteriza a hipocondria? “É uma angústia, um medo, mas um medo avassalador, excessivo, em que o paciente estará atento ao seu corpo e interpretará os sinais de maneira exagerada. Esse é o mecanismo.” Essa angústia pode levar a sintomas corporais, como suores ou palpitações, por exemplo, que vão corroborar a hipótese da existência de uma doença grave. Ela lembra que o transtorno pode, basicamente, se manifestar de duas maneiras: o paciente consulta demais ou então nunca vai ao médico, temendo o diagnóstico. Existe um elo entre o corpo e a mente, capaz de provocar reações orgânicas. É exatamente esse o círculo vicioso vivenciado por um hipocondríaco, diz a psiquiatra. A apresentadora francesa Agathe Lecaron sofre de hipocondria e escreveu o livro “Paciente Zero”, em tradução livre. Os primeiros sintomas apareceram na infância. Ela se lembra de que, aos oito anos, costumava consultar o dicionário para buscar a definição de algumas “sensações”, como a taquicardia. A francesa cita algumas de suas supostas doenças, que integram uma longa lista de diagnósticos improváveis. “Tive muito medo de estar com câncer neuroendócrino, câncer do maxilar, tive uma hepatite C — mas, nesse caso, foi um erro do laboratório; o resultado indicava hepatite C positiva. Grávida, acreditei que estava com todas as doenças possíveis desse período. Meu filho teve todas as doenças possíveis, e também tive muito medo de estar com esclerose múltipla”, conta. Patologias que, na verdade, nunca existiram. Mas a ansiedade e o estresse afetavam seu sono, e ela sentia sintomas reais, que podiam, de fato, estar presentes em várias doenças. No auge da ansiedade, ela chegou ao ponto de fazer um exame PET para câncer e perguntar aos pacientes na sala de espera se o tratamento deles tinha dado certo. Hoje, diz sentir vergonha desse episódio. “O que é complicado na hipocondria é o mito do doente imaginário, como na peça de Molière. Como o próprio nome diz, o doente imaginário imagina, então não tem nada grave, já que a pessoa de fato nunca está doente. Mas a hipocondria, por si só, é uma doença”, conclui.

Alta Definição
Filipa Pinto: “Aos 24 anos tive mais um episódio depressivo, os médicos chegaram à conclusão que eu tinha perturbação obsessivo compulsiva”

Alta Definição

Play Episode Listen Later May 2, 2026 45:56


Filipa Pinto esteve em destaque no programa Alta Definição, numa conversa em que a atriz revelou, com transparência, o percurso de saúde mental que a acompanhou desde a adolescência. A intérprete, conhecida pelo papel da antagonista Sandra na novela Páginas da Vida, descreveu com detalhe o impacto do seu primeiro desgosto amoroso aos 15 anos, episódio que despoletou um processo de autoconhecimento e a levou a procurar apoio psicológico pela primeira vez. Mais tarde, aos 24 anos, viria a ser diagnosticada com perturbação obsessivo-compulsiva, diagnóstico que, paradoxalmente, trouxe consigo um sentimento de alívio. “Ter o diagnóstico final, para mim, foi um grande alívio, porque foi um ‘ok, isto acontece, isto existe, aquilo que eu sinto tem uma associação, tem uma justificação, há sintomas, não sou única, não estou sozinha, há um tratamento, portanto há solução’”, afirmou a atriz, sublinhando a importância de nomear aquilo que se sente como primeiro passo para a recuperação. Ao longo da conversa, a atriz abordou também a resistência inicial à medicação e o caminho que percorreu até a aceitar como parte integrante do seu tratamento, reconhecendo que essa decisão lhe permitiu tornar-se uma versão mais funcional e presente de si mesma. A atriz defendeu com convicção a necessidade de quebrar o estigma em torno da saúde mental. “Eu nunca recusei ajuda; pelo contrário, sempre procurei. Primeiro aos meus amigos, depois à família, depois, se eu precisasse de ajuda psicológica ou mesmo psiquiátrica, eu avançava. Eu só não queria estar sozinha”, confidenciou. Num momento de rara serenidade, Filipa Pinto encerrou a entrevista com uma mensagem dirigida à versão mais frágil de si própria: a certeza de que “o mal não dura para sempre” e de que existe “uma luz ao fundo do túnel”. Ouça aqui a entrevista no Alta Definição em podcast. Este programa foi emitido na SIC a 2 de maio. A sinopse deste episódio foi gerada com o apoio de inteligência artificial. Saiba mais sobre a aplicação desta tecnologia nas redações do Grupo Impresa a partir deste link.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Everybody in the Pool
E133: How a Little Tracker is Making Supply Chains Greener with Tive

Everybody in the Pool

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 30:52


Trillions of dollars worth of goods move around the planet every year, and a shocking amount is lost, spoiled, or discarded. That wasted food, medicine, and equipment isn't just a business problem; it's a massive, underappreciated climate problem.This week on Everybody in the Pool, Molly talks with Krenar Komoni, CEO and founder of Tive, a supply chain visibility company that helps businesses track and monitor shipments in real time. What started as a GPS tracker for his father-in-law's trucking company has grown into one of the fastest-growing companies in supply chain tech. Tive's small-but-mighty trackers don't just follow a shipment's location — they also monitor temperature, light, and shock along the way, helping businesses intervene before a load of strawberries (or a shipment of vaccines) becomes a very expensive, very wasteful problem.We talk about:Why real-time shipment visibility is a key ingredient in creating a greener supply chainHow temperature monitoring can save hundreds of thousands of dollars of food and medicine from going to wasteWhat "permanent disruption" and climate change means for global supply chainsHow route data is helping companies find faster, more fuel-efficient paths they didn't know existedTive's commitment to sustainability in its own products, including lithium-free trackers and a tracker recycling programWhy AI agents will be hungry for real-time supply chain data, and what that could unlock for global efficiencyKrenar's 10-year vision: tracking 5-10% of all global shipments (and why that would be a very big deal)Links:Tive: https://www.tive.com/All episodes: https://www.everybodyinthepool.com/Join our Discord! https://discord.gg/2EsDhwQC2zSubscribe to the Everybody in the Pool newsletter: https://www.mollywood.co/Become a member for the ad-free version of the show: https://everybodyinthepool.supercast.com/ Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Convidado
Albino Carlos: “A música constitui um dos mais saborosos ingredientes da cultura angolana.”

Convidado

Play Episode Listen Later Apr 26, 2026 16:19


História da Música de Angola é a obra que o escritor, professor e jornalista Albino Carlos lançou recentemente em Lisboa. O livro consolida o elo entre identidade, cultura e história. Abordando a produção musical feita nos diferentes géneros e em diferentes línguas nacionais, Albino Carlos contribui para promover a “definição de quem é o angolano e de quem é Angola.” História da Música Angolana é o livro que faltava para um melhor entendimento do manifestar musical de angolanas e angolanos. O mais recente trabalho de Albino Carlos proporciona uma viagem pela alma musical de Angola, pela essência do povo angolano. Estabelecendo a relação entre história, cultura e identidade, o livro História da Música Angolana torna-se essencial para pintarmos um mais elucidativo quadro de uma sociedade onde o cantar e dançar são forma de viver e podem fazer um país evoluir nas diferentes relações dentro da imensa comunidade formada por todos aqueles que fruem da música angolana.  A RFI aproveitou a presença do Albino Carlos na capital portuguesa para uma conversa sobre a singularidade da cultura musical de Angola e o livro recentemente editado em Portugal pela Oficina da Escrita. Albino Carlos começa por revelar que a ausência de bibliografia produzida por académicos e estudiosos angolanos foi um dos elementos que espoletou a obra agora lançada. Albino Carlos, autor do livro História da Música de Angola: Este livro nasceu de um questionamento existencial e intelectual. Intelectual por quê? Porque fui percebendo, ao longo do tempo, que a maior parte da bibliografia, dos estudos académicos sobre a música angolana eram feitos por académicos e estudiosos estrangeiros. São conhecidos os estudos profundos do professor Mesquitela Lima, são conhecidos os estudos profundos que a antiga Companhia Nacional de Diamante fez sobre a produção musical da região do Leste, são conhecidos estudos que muitos estudiosos, ainda no século XVIII, alemães fizeram sobre a música angolana. Portanto, havia esta dúvida, este questionamento intelectual: qual a razão pela qual Angola, sendo um país musical, tem tantas músicas, tanto quanto tem de povos e nações, não era objeto de estudo nas universidades, não era objeto de aprofundamento académico por parte dos intelectuais e por parte, sobretudo, da classe académica angolana. Esta foi a perspectiva do questionamento intelectual. Depois, houve também um certo questionamento existencial. O Luis sabe que nós somos a música que produzimos e que fazemos. Os povos definem-se muito pela música, porque a música é a arte das artes, é a expressão da nossa alma. Em qualquer parte do mundo, se disser que estou a cantar um fado, as pessoas remetem logo para Portugal. Basta falar no samba, as pessoas remetem logo para o Brasil, e assim sucessivamente. Tendo em conta que a música, no caso particular da Angola, é um dos mecanismos que os angolanos mais se socorrem para falar de si, para contactar o outro, para chorar, para dançar, para... . Enfim, tendo em conta a importância que esta mesma música desempenhou, quer na resistência contra o colonialismo, quer para suportar as agruras da escravatura, e até na guerra civil que aconteceu, que dilacerou o nosso país, foi graças ao canto, foi graças ao batuque, que os angolanos e Angola resistiram a esses momentos tremendos que nós passávamos e que queremos esquecer. Portanto, a música desempenhou um papel muito, mas muito importante na definição de quem é o angolano e de quem é Angola, quem a Angola é. É esta questão existencial. Quer dizer, eu sempre me bati para que o semba também fosse reconhecido como o símbolo do nosso fazer musical, a simbologia daquilo que o angolano gosta de ser. Então, é por aí que eu decidi começar a fazer um estudo sobre a nossa música. Nos últimos 15 anos da minha vida, mesmo passando pela política, pela docência universitária, fui fazendo os meus estudos, mas também fiz um desafio pessoal, eu não queria fazer um livro sobre música angolana, como eram feitos os livros sobre música. RFI: Então, qual foi o desafio que se colocou? Albino Carlos: Fazer difrente, contar a história da Angola através da sua música. Ver como é que a música caracterizou o angolano. Como é que nós cantamos o amor, como cantamos o infortuno, como vivemos o luto, qual é a força que tem o comboio na simbologia tradicional angolana, como é que cantamos a escravatura. Eu fiz esse estudo profundo e daí resultou num livro enormíssimo que eu chamo de Trilogia da Música Angolana. Este é o primeiro livro, História da Música Angolana, e dei muito destaque à nossa tradição oral, ao cancioneiro tradicional, que é a origem de toda esta musicalidade, sobretudo popular e moderna. Quis fazer também uma recolha de todas as letras das músicas mais emblemáticas angolanas, porque eu via que tínhamos dificuldades. Por exemplo, Muxima, a letra de Muxima, tinha dificuldade em encontrar. Quem quer a letra de Umbi-Umbi, que é uma música de tradição oral, uma música que é muito local, mas tornou-se um hino universal. Era difícil encontrar a letra. Então, fiz também um trabalho de recolha daquelas músicas mais emblemáticas, quer na língua nacional Quimbundo, que é uma das línguas mais preponderantes, como naquelas línguas que também são, de certa forma, subalternizadas. Mas há registros musicais muito fortes nessas línguas. Então esse é o desafio que eu me propus. Este é apenas uma parte deste desafio, porque a trilogia é composta pela História da Música Angolana, que é praticamente o início da música, quais são os temas fundamentais da música, quais são os elementos constitutivos do discurso musical angolano. RFI: História da Música Angolana é o livro que foi recentemente apresentado. Há, então, mais dois a serem publicados? Albino Carlos: Sim, faz parte de uma trilogia sobre o fazer musical angolano. Há um livro que é só sobre o semba. Mas não é um livro, ao contrário dos outros livros, que são muitas cronologias históricas, nasceu no dia tal, o grupo... Não, eu fiz uma análise do discurso musical. O que o semba canta e como canta. A fome, a miséria, a guerra, o ciúme, a paixão. Enfim, eu fiz uma análise semiótica do discurso musical. Ao invés de preocupar-me em falar sobre os grupos, o historial cronológico dos fenómenos musicais, não. Eu fiz uma coisa um pouco mais difícil. Eu queria fugir um bocadinho daquilo que são normalmente os livros sobre história das músicas, quer em Portugal, quer no Brasil. RFI: O Semba que está, neste momento, em processo de candidatura para que venha a ser considerado como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. Albino Carlos: Eu penso que neste momento há condições objetivas e subjetivas que nos permitem estar mais animados neste processo. Porquê? Porque o Fado já foi reconhecido, o Samba de Roda já foi reconhecido, a Coladera foi reconhecida, muito recentemente o Reggae foi reconhecido, a Rumba foi reconhecida. São todas musicalidades que bebem, intercambiam, têm subsídios com o Semba e são parecidos com o Semba. Há, digamos assim, elementos que se cruzam entre o Semba e o Samba. Há uma influência muito forte da musicalidade africana no Fado. O Reggae não preciso mais dizer, o Reggae vem da África, se bem que tem uma essência muito forte daquela região, do Caribe. E nesse contexto, o Semba, pelo fato de ser uma música nacional, mas muito aberta ao mundo, da mesma forma que é o angolano, é um povo africano, mas muito aberto ao mundo. Nós herdamos um bocadinho esta particularidade dos portugueses. Portugal é um pequeno país que dominou o mundo, não é? Espalhou-se por mares nunca antes navegados. Herdamos esta abertura, esta pluralidade, esta multiplicidade, este diálogo com o outro, este intercâmbio, esta miscigenação. É isto que nos faz fortes e é isto que faz forte o Semba, porque o Semba é uma música urbana. Obviamente que as raízes vêm da Ambaca, daquela região do Cuanza Norte, mas passou a ser Semba, como Semba, a partir do momento em que o N'gola Ritmos fez dele um ritmo mais urbano. Já tem viola, é uma música popular, é moderna. Mas também neste Semba tem influência portuguesa, do Fado e outras sonoridades portuguesas e europeias. Tem muita influência também latino-americana, tem muita influência da Rumba congolesa, sendo certo que a Rumba também tem alguma origem em Angola, mas é daquela região. Portanto, o Semba é, digamos assim, o melhor espaço que o angolano encontrou para se definir a si mesmo, para expressar aquilo que vai na alma, para se relacionar com o mundo. O Semba, por intermédio de algumas derivações, como o Kuduro e a Kizomba, tem dado sons aos sons do mundo. Hoje a Kizomba conquistou o mundo, hoje toda a gente quer dançar Kizomba, mas a Kizomba não é só mais uma derivação do semba.   RFI: O que é que se pode encontrar neste livro? Albino Carlos: É um livro que faz uma viagem pelas práticas musicais angolanas. É um livro que dá muito ênfase à identidade musical de Angola, às línguas nacionais e como é que essas línguas nacionais, estando mais próximo daquilo que são os rumores do nosso pensamento e da nossa alma, expressam melhor o nosso pensamento, os nossos sonhos e as nossas frustrações. É um livro que também faz muita referência ou dá grande destaque à música de intervenção. O Luís sabe bem que a música de intervenção jogou um papel muito importante na nossa independência e também jogou um papel muito importante no 25 de abril. Zeca Afonso é uma figura emblemática. Zeca Afonso marcou a música de intervenção angolana. Os grandes trovadores portugueses, sobretudo daquele período quente do 25 de abril, marcaram profundamentalmente a música de intervenção e esta música de intervenção teve um papel extraordinário no desenrolar no xadrez político angolano naquele período da independência. Falo também da música como um espaço de libertação da mulher. A música também é isto, tem também sentido de missão. Por exemplo, Angola ainda sendo um país com uma certa cultura machista, como é que as mulheres, através da música, conseguiram serem sujeitos de discurso ao invés de objetos de discurso? Cantava essa mulher, né? Oh, Maria... Não, agora é a Maria que está a cantar sobre o Zé, é a Maria que está a cantar sobre ela, é a Maria que está a cantar como uma pessoa, não como uma mulher, não como um indivíduo, não para se contrapor ao homem, mas para afirmar-se, para um espaço de liberdade, um espaço de expressão.     É um livro que também fala sobre algumas particularidades do discurso musical, por exemplo, a força do comboio, a força da feitiçaria, a força da religião, a força da tradição e como é que faz essa mistura com o discurso da modernidade.   É um livro que também fala sobre a canção infantil angolana, mas, obviamente, sempre fazendo referência ao que se faz também ao nível do mundo, sobretudo, à forte influência que Portugal exerce e continua a exercer na nossa idiosincrasia. Por exemplo, nós não podemos falar da canção infantil angolana sem referências profundas dos cantos de ninar de Portugal. O “Atirei o pau ao gato”...,  enfim. Todos nós tivemos uma infância cuja banda sonora eram aquelas músicas que os nossos avós, os nossos pais foram cantando e continuamos agora a transmitir aos nossos filhos e aos nossos netos. E tenho a convicção profunda de que os nossos filhos, os nossos netos vão também transmitir essa experiência de socialização, de passar valores da família, do amor, da fraternidade, por intermédio da canção infantil. A canção infantil angolana também desempenhou este papel e tem desempenhado até um papel muito mais do que aquilo que é a canção de ninar ou a canção de roda. É uma canção que foi usada também para incutir nas nossas crianças, o amor à terra, para conhecerem o seu país, para terem o orgulho da sua nacionalidade. Enfim, a história da música angolana é a história da Angola contada através da sua música. Sendo certo que Angola é um país novo, está a construir a sua história, está a escrever a sua história. Mas, a história da Angola não será completa sem o capítulo relacionado com a música. De tal sorte que a história da Angola confunde-se com a história da música angolana. É esta a tese fundamental deste livro. RFI: Albino Carlos, qual foi o grande desafio, os grandes obstáculos, que encontrou para escrever este livro?Albino Carlos: Desde logo a bibliografia, a dificuldade de recolha das músicas. Tive uma dificuldade porque eu, sendo de Luanda, não domino as línguas nacionais, domino mais ou menos o quimbundo, mas não domino as outras línguas. E isto, de certa forma, pode ser uma crítica, e já agora é uma crítica que eu aceito. Houve um certo pendor para o grupo etnolinguístico quimbundo, que é da minha região, da zona de Luanda. Há um certo privilégio, digamos assim. Houve maior preponderância na recolha e na abordagem desse espaço etnocultural. Mas não foi por intenção. Foi pela minha dificuldade, foi pela minha incapacidade intelectual. Obviamente que fez um esforço enormíssimo que este livro espalhasse a diversidade cultural. Porque é da diversidade cultural que reside a força e a riqueza da Angola. Angola é o que é porque existem 21 províncias, existem várias nações, no intuito de criar uma só nação, uma nação forte, um só povo e uma só nação. Quer dizer, num conceito no sentido de afirmar a sua identidade e se afirmar no contexto das nações. Esse foi o grande desafio. Por outro lado, houve também o desafio da pouca bibliografia. Vou só dar um exemplo, de 1960 até hoje, pouco menos de 40 obras existem sobre a música angolana. Mesmo sendo este país conhecido a nível internacional pela música. África do Sul, por exemplo, que é aqui a nossa vizinha, tem mais de 300 títulos sobre a sua produção musical. Que abrange desde a música tradicional ao mais moderno dos modernos. O Kuduro, esta música que nos tem afirmado a nível internacional, o primeiro doutoramento foi feito numa universidade portuguesa. É este o grande desafio que é lançado aos angolanos. RFI: A obra foi recentemente publicada em Portugal. Depois de Portugal, o que é que pode acontecer? Albino Carlos: De facto, o livro criou muitas expectativas. Porque eu fui falando ao longo desse tempo. Na qualidade académico, coloquei a problemática da música na universidade, na academia. Fui alertando, ao longo desse tempo, que estava a produzir esta obra. Portanto, há muitas expectativas em Angola. Estou a ser cobrado. Obviamente que problemas de logística e problemas financeiros limitam a possibilidade de poder lançar em Angola. Mas estamos a envidar todos os esforços no sentido de que no mês de junho nós possamos fazer o lançamento em Angola. Moçambique também já convidou, o Brasil também já está interessado nesta obra. Significa dizer que, em colaboração com a editora, vamos colocar esta obra em todo o espaço da lusofonia. Sendo certo que o nosso fazer musical, o fazer musical do espaço da lusofonia, carece de bibliografia. Para que os nossos cidadãos sintam-se orgulhosos do seu discurso. De um dos discursos que mais marcam. Um dos discursos que mais marca a lusofonia é a música. Não existe Brasil sem samba. Portugal sem o fado, não sei o que seria.

Reportagem
‘Não deu em nada': agente de recreação brasileira desabafa sobre denúncias de abusos em escolas na França

Reportagem

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 10:34


Desde 2024, a França vive uma explosão de denúncias de abusos psicológicos, físicos e sexuais cometidos por agentes de recreação que atuam nas escolas públicas fora do período de aula — sobretudo em Paris. Esses profissionais são responsáveis por acompanhar as crianças durante as refeições, os momentos de lazer e após o fim das aulas, mas não fazem parte do corpo docente do Ministério da Educação. Maria Paula Carvalho, da RFI A situação se agravou em 2026, com dois casos graves ocorridos em escolas de educação infantil da capital. Em um deles, a família de um menino de três anos denunciou o estupro da criança em um banheiro da escola. No segundo episódio, outro menino da mesma idade teria sido violentado em circunstâncias semelhantes, por um homem que já havia sido denunciado anteriormente em outro estabelecimento. As identidades dos suspeitos não foram divulgadas, e as investigações seguem sob sigilo judicial. Sistema falha também para quem denuncia A RFI conversou com uma brasileira que trabalha como agente de recreação em Paris. Por razões de segurança, ela pediu para não ser identificada. No depoimento, descreve um cotidiano marcado por precariedade, medo e falta de resposta institucional. “A gente não pode ter contato físico com criança, não pode pegar no colo, não pode dar beijo. Houve um caso de um animador que só queria pegar as crianças no colo ou fazer atividades com portas fechadas. A gente sinalizou esse mau comportamento. Depois disso, eu fui mudada de escola porque essa pessoa teve momentos de agressividade, tentou me jogar da escada. Tive que ir à delegacia registrar queixa. Passei a ter crises de angústia, faço tratamento até hoje, e no fim não deu em nada.” Segundo ela, os problemas se estendem à falta de pessoal e às condições de trabalho. “Nós reivindicamos mais contratações, principalmente nos dormitórios, onde deveriam estar dois animadores. Hoje, por falta de recrutamento, há apenas um", diz. "Enquanto as crianças brincam, há acidentes, e não há gente suficiente para dar conta. Eles querem economizar, essa é a verdade. Os salários são baixos, os horários são fragmentados e não atraem. Estamos pedindo respeito: melhores salários, horários e valorização”, completa. Após a multiplicação de denúncias de violência sexual contra crianças em escolas públicas, cerca de uma centena de agentes de recreação se reuniram na semana passada em frente à prefeitura de Paris. A mobilização foi organizada por sindicatos e acompanhada de greve, com o objetivo de denunciar a precariedade do setor e exigir melhores condições de trabalho. Pais denunciam falhas no modelo de contratação Do lado das famílias, cresce a mobilização. Um dos coletivos mais ativos é o Me Too École, formado por pais que denunciam falhas estruturais no sistema de contratação e supervisão desses profissionais. Diferentemente dos professores, os agentes de recreação são contratados diretamente pelas prefeituras. O coletivo lançou uma petição com mais de 22.300 assinaturas, denunciando o que define como um silenciamento sistemático de casos de violência física, psicológica e sexual contra crianças no ensino público. Anabel, uma das fundadoras do Me Too École, explica por que o sistema é especialmente vulnerável: “Na pré-escola, as crianças têm dois anos e meio, três anos. São bebês, muito sensíveis à autoridade. Em teoria, um adulto nunca deveria ficar sozinho com uma criança, mas isso acontece por falta de funcionários. Os momentos mais críticos são a soneca, a ida ao banheiro ou a hora de se despir, quando elas ainda não são independentes. Existem também espaços isolados, como bibliotecas: projetadas para serem silenciosas, mas que, quando estão fechadas, se tornam lugares ideais para pedófilos.” De acordo com o site Les Pros de la Petite Enfance, 52 agentes de recreação foram suspensos pela prefeitura de Paris entre 2023 e 2025 por suspeitas de caráter sexual. Só em 2026, a prefeitura informou que 78 profissionais foram suspensos, incluindo 31 por suspeita de abuso sexual. Mesmo assim, os pais dizem se sentir abandonados. “Quando um filho nos conta que sofre violência, seja de outras crianças ou de um agente de recreação, não sabemos a quem recorrer", diz Anabel. Não sabemos se devemos procurar um médico ou a direção da escola, que muitas vezes não é responsável pelas atividades extracurriculares”, continua. Pressão política e promessas de mudança Diante da ausência de respostas, as famílias deram um ultimato às autoridades parisienses. O tema entrou no centro da campanha eleitoral municipal, levando o novo prefeito de Paris, Emmanuel Grégoire, a afirmar que o combate às violências no sistema de recreação escolar seria uma prioridade de seu mandato. O prefeito socialista apresentou um plano de ação com tolerância zero, que inclui a criação de um guia de acolhimento, reuniões anuais de início de ano sobre as atividades extracurriculares em todas as 620 escolas da capital e o compromisso de entregar às famílias todas as conclusões das investigações administrativas em caso de denúncia. Para Anabel, trata-se de um primeiro avanço — ainda insuficiente. “No início, encontrávamos portas fechadas e silêncio absoluto. Diziam: ‘Isso não existe', ‘Eu não sabia'. Fizeram-nos acreditar que se tratava de um caso isolado. Mas percebemos rapidamente que não era. Houve humilhações, ameaças de morte, importunação sexual, violência sexual e até estupro de vulneráveis, tudo na pré-escola. E, diante disso, só víamos negação. Isso é absolutamente inaceitável.” As revelações impulsionaram um movimento nacional, com o apoio de coletivos como o SOS Périscolaire, que recolhe denúncias de famílias em todo o país. Elisabeth Guthmann, cofundadora do grupo, relativiza a ideia de que o problema seja exclusivamente francês, mas aponta uma diferença. “Existem pedófilos em todas as áreas e países. Isso não é exclusivo da França. A especificidade francesa é que estamos começando a falar sobre isso.” Ela critica a forma como o sistema judicial lida com os depoimentos das crianças. “Todos os profissionais de saúde dizem que uma criança não inventa algo que não viveu ou viu. Mesmo assim, ouvimos argumentos como ‘talvez ela tenha escutado alguém falar', ou ‘talvez os pais tenham colocado palavras na boca da criança'. Isso faz parte do problema”, acrescenta Guthmann. Casos parados na Justiça Atualmente, pelo menos 15 investigações judiciais sobre abusos cometidos em atividades de recreação escolar estão em curso no Ministério Público de Paris. Entre elas está o caso de Marie (nome fictício), cuja filha foi abusada na pré-escola aos quatro anos. Apesar da denúncia e da suspensão do profissional, o processo segue sem desfecho. “Foram sete anos de investigação. Há um ano, nada acontece. Ele não é mais agente de recreação, mas continua recebendo salário da prefeitura de Paris há sete anos, sem trabalhar, e vivendo em outra região. E a prefeitura continua pagando. É um escândalo”, denuncia a mãe. A RFI entrou em contato com o Ministério Público de Paris, que informou que a fase de investigação está concluída. Para a mãe, no entanto, o caso permanece paralisado, enquanto os traumas da filha se aprofundam. Ela diz que tentou contato com o novo prefeito, sem resposta. “Ele disse que receberia todos os pais. Mas nem sequer tivemos confirmação de recebimento do e-mail. O que assusta é isso: não devemos esperar que a justiça seja feita. Sete anos depois, o agressor está livre, não houve julgamento, e o caso pode ser arquivado, mesmo com centenas de depoimentos.” Procurada pela RFI, a juíza responsável afirmou que não pode comentar o processo.

CBN e a Tecnologia - Gilberto Sudré
Passo a passo prático: tive meu celular roubado ou furtado. O que faço?

CBN e a Tecnologia - Gilberto Sudré

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 15:39


Nesta edição do "CBN e a Tecnologia", com o comentarista Gilberto Sudré, vai um alerta super importante. Sabe aquele mini-infarto que dá quando você põe a mão no bolso e… cadê o celular? Sumiu! Nessa hora passa um filme na cabeça: fotos, WhatsApp, banco, Pix, senha do e-mail… parece que levaram sua vida inteira em modo portátil! Mas calma — nem tudo está perdido! Com o comentarista, vamos transformar o desespero em ação: o que fazer e o passo a passo para proteger seus dados, seu dinheiro e sua paz de espírito depois de um roubo ou furto.

Convidado
Elida Almeida apresenta o seu novo álbum "Spedju" em Paris

Convidado

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 17:00


A cantora cabo-verdiana Elida Almeida regressa esta semana a Paris para apresentar o seu novo trabalho "Spedju". As suas canções mostram uma nova fase da vida da cantora, com uma grande ênfase na maternidade, no amor romântico, mas também a força das mulheres e a resistência do povo cabo-verdiano. Elida Almeida afirmou-se na última década como uma das principais vozes de Cabo Verde na música. Com os ritmos tradicionais do seu país, Elida Almeida nunca esquece nas suas canções, a maior parte da sua autoria, a realidade que a rodeia. O seu novo álbum "Spedju", ou espelho em português, é um reflexo da sua vida. Foi preprarado durante uma gravidez esperada e desejada, sendo um reflexo do amor maternal, do amor romântico, mas também das inquietações que vêm com a maternidade. Em entrevista à RFI, Elida Almeida fala sobre esta nova fase da sua vida e como isso influenciou a concepção deste novo álbum. "Fui muito activa durante a minha gravidez. O meu maior problema era descansar. Não conseguia descansar, não conseguia parar. E o álbum veio dessa fase que eu tinha vontade de fazer muita coisa e não queria ficar parada. Tive um motivo mais do que suficiente para inspirar-me desde o primeiro mês. A minha primeira gravidez foi uma gravidez muito turbulenta. Uma gravidez na adolescência em que não consegui apreciar e viajar nessa jornada que de nove meses, porque era muito nova e estava preocupada com muita coisa. E desta vez tive esta oportunidade de poder saborear melhor esta dádiva. Assim, o álbum foi acompanhando no meio dos momentos bem bonitos e felizes que tinha. Também havia questionamentos e inseguranças e todos os poréns. Podia estar afastada do palco? Será que que quando voltar o meu lugar ainda é ali? Então eu acho que não havia melhor escolha de título do que Spedju, que significa espelho em português", afirmou. Para este trabalho, Elida Almeida chamou diversas figuras da música cabo-verdiana algo inédito face aos seus precedentes álbuns. "Spedju" conta com participações das Freirianas Guerreiras (no tema "Nka Ta Pasa"), de Garry (no tema "Baka Brabu"), Nancy Vieira (no tema "Daddy) e ainda Grace Évora (no tema "Mintira"). Estas foram colaborações evidentes para Elida Almeida que não jesitou em juntar nomes mais recentes e mais clássicos da música cabo-verdiana à sua sonoridade. "Venho de um país extraordinariamente talentoso. Tenho muito orgulho em ser cabo-verdiana. Tenho muito orgulho em fazer parte desta geração. Uma geração que também está a dar muito contributo para música de Cabo Verde. O nosso tapete vermelho já está estendido, foi estendido pelos grandes músicos, muitos deles que já não estão cá. E nós agora estamos a desfilar e estamos a tentar dar continuidade ao que eles fizeram. Eu tenho a sorte de misturar-me com todos e gravar com todos", declarou. Como em todos os seus trabalhos, Elida Almeida não foge às questões actuais e no tema "Funa Ku Nana" fala sobre a música como acto de resistência dos escravos face ao colonialismo português em Cabo Verde. "Claro que é uma coisa que nos inquieta nós todos. É um passado sombrio e sujo e com muito sangue, com muita, com muita tristeza e com muito estupro. Não há como não afectar qualquer pessoa, sendo africana ou não, quando ela se dá conta de realmente o que é que se passava na altura. Qualquer um sente que foi algo desumano. Então isto até hoje traz sequelas e traumas que nós carregamos e que só nós sabemos como é que isto repercute na nossa vida e na vida dos nossos filhos. Cabo Verde sempre usou principalmente a música. Nós nunca tivemos a luta armada nos nossos territórios, então a música foi sempre uma das nossas armas. Nós usamos durante toda a colonização, durante a nossa luta também para a libertação. Os ritmos que nós fizemos questão de manter, que resistimos porque os rebelados, os escravos que fugiram pela montanha, não só fugiram do trabalho físico de tudo que é exploração, mas também era uma resistência a nível musical, porque tentaram a todo custo banir tudo o que era africano, tudo que tinha uma sonoridade africana da nossa música, da mestiçagem que estava a surgir em Cabo Verde. Tanto que baniram todos os instrumentos percussivos e só deixaram a gaita que tinham trazido e a guitarra portuguesa. Mas esses escravos que fugiram pelas montanhas conseguiram levar com eles muitos ritmos africanos em que deram origem à tabanca, ao batuco e ao funaná, ritmos estes que fizeram questão de manter todas as sonoridades de todas as partes percussiva da música africana. Então é sobre isso que eu falo na musica 'Funa Ku Nana'", detalhou Elida Almeida. A cantona cabo-verdiana volta agora a Paris já na sexta-feira, dia 10 de Abril, para um concerto na sala New Morning, na capital francesa, sendo o seu regresso aos palcos gauleses para apresentar o seu novo álbum. Para o Verão e já com o novo espectáculo do "Spedju", Elida Almeida já tem datas agendadas para concertos individuais e festivais em França.

Le goût du monde
De Naples à Rome ou Venise : d'où vient le goût des Italiens pour l'amer ?

Le goût du monde

Play Episode Listen Later Feb 28, 2026 29:00


Il a fallu un regard venu d'ailleurs pour réaliser combien l'amer incarnait l'Italie. Le souvenir d'Emmanuel Giraud, ancien résident de la Villa Medicis à Rome, et sa découverte des amers pour que le professeur italien Massimo Montanari réalise combien, en effet, l'amertume était une saveur foncièrement italienne.   Ce qui est vert est amer, ou la place centrale des végétaux dans la cuisine italienne. Expresso, radicchio, amaretto, roquette, tartes aux herbes amères, et autres artichauts : L'amertume est la note de fond de la cuisine italienne. Une cuisine aux racines paysannes, diverse, végétale, « la saveur amère caractérise principalement certaines espèces de plantes d'herbes, racines qui, surtout à l'état sauvage, ont un tel goût », explique Massimo Montanari dans Amaro. Une cuisine végétale, paysanne, dont la durabilité et la diversité bio culturelle sont devenues patrimoine. En décembre 2025, l'Unesco a en effet inscrit la cuisine italienne sur la liste des patrimoines immatériels de l'humanité précisément pour ces raisons. « La place centrale des végétaux dans la culture gastronomique italienne a conservé, au fil des siècles, une forte dimension populaire, un rapport étroit et constant avec la culture paysanne, qui, en plus de développer des savoirs et des pratiques liés aux travaux des champs et des jardins, a toujours veillé à intégrer aux ressources domestiquées celles restées sauvages, les produits des prés et des sous-bois, des fossés et des zones humides. Ainsi, s'est vraisemblablement établie l'habitude du goût amer ».   Ne le faites pas savoir aux paysans Nous découvrons avec cet amer une autre manière de raconter les hiérarchies, les rapports entre les classes sociales. Aux paysans qui connaissaient les plantes, et récoltaient les herbes sauvages, les cardons, les roquettes, et autres salades amères, les gentilhommes multipliaient les stratagèmes pour s'assurer que ces plantes présentées comme « rustiques », leur seraient réservées, car délicieuses et accessoirement aussi bonnes pour la santé. Pour s'assurer enfin que la connaissance et le savoir restaient au sein de l'espace des privilèges et du pouvoir des classes dirigeantes. « C'est ainsi, selon la définition de Pierandrea Mattioli, qu'un produit cultivé par la nature, devint artificiellement civilisée en intégrant la haute cuisine pour parfumer les viandes fines et les canards rôtis. » Le pays de l'amer Dans cet essai malicieux et érudit, Massimo Montanari nous offre à nous, non Italiens, une lecture toute en finesse de son pays et de ses compatriotes, avec une délicieuse autodérision. Nous retiendrons « qu'il faut apprendre à goûter l'amer, les amers, mais quand on les a découverts, on ne peut plus s'en passer ». Avec Massimo Montanari, professeur, historien, spécialiste de l'histoire de l'alimentation, auteur de Amaro, un goût italien, aux éditions Macula. « Parler d'alimentation, de nourriture, c'est parler du monde, parce que c'est le geste le plus important de la vie, le geste alimentaire et tout ce qu'il y a autour : l'économie, la technologie, les rapports sociaux, une très bonne perspective pour regarder autour de soi ». Le livre qui a permis à Massimo Montinari de prendre conscience du goût des Italiens pour l'amer est « L'amer » d'Emmanuel Giraud, paru aux éditions Les ateliers d'Argol. Dans l'émission, aussi, Alexandre Bella Ola, le cuisinier auteur de « Les cuisines d'Afrique noire » chez First, raconte le N'dolè. Il est question de « High on the hog », la part du lion de l'historienne américaine de l'alimentation, Dr Jessica B. Harris. De santé et du corps qui s'éveille et s'ébroue après l'hiver, avec un extrait de la newsletter Substack Achillée mille vertus, de Jennifer Hart Smith, naturopathe, cuisinière et autrice, à retrouver ici Il est question à plusieurs reprises du botaniste italien Constanzo Felici. Pour aller plus loin - La cucina leggera, de Laura Zavan, éditions Hachette cuisine. - In cucina, d'Alba Pezzone. Et la musique ? L'équipe de la playlist nous propose Tive razao, de Seu Jorge.   La recette La tourte aux herbes et au parmesan, de Laura Zavan, à découvrir sur son site.

Clube dos 52
Querido Líder. "Nunca tive dificuldade em tomar decisões"

Clube dos 52

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 27:21


Inês Veloso é Global Senior Director Growth & Performance da Randstad,.Com base em Portugal, trabalha com 38 países. Tirou Direito, começou no jornalismo, mas fez carreira no marketing.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | PORTAS ABERTAS POR DEUS

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 3:48


Leitura Bíblica Do Dia: APOCALIPSE 3:7-11 Plano De Leitura Anual: NÚMEROS 1–3; MARCOS 3  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Na minha nova escola numa cidade grande, o coordenador olhou-me de cima para baixo e colocou-me na pior turma de redação. Minha escola anterior era periférica. Tive notas e resultados excelentes nas provas e recebi um prêmio de redação do diretor. No entanto, a porta para a “melhor” classe de redação fechou-se quando aquele educador julgou que eu não estava preparada ou que não era boa o bastante. A igreja da Filadélfia entenderia tais contratempos e arbitrariedades, pois era pequena e humilde, numa cidade que sofreu terremotos, danos duradouros e enfrentou oposição satânica (APOCALIPSE 3:9). Aquela igreja tão desconsiderada tinha “pouca força, mas”, como Jesus destacou, “obedeceu à [Sua] palavra e não negou [Seu] nome” (v.8). Portanto, Deus abriu diante dela “uma porta […] que ninguém pode fechar” (v.8). E realmente, “O que ele abre ninguém pode fechar, e o que ele fecha ninguém pode abrir” (v.7). Isso é verdade para nossos esforços ministeriais. Algumas portas se fecham. Mas Deus abriu portas para minha escrita devotada à Ele, permitindo que ela alcançasse uma audiência global, apesar da porta fechada por um orientador escolar anos atrás. Portas fechadas também não o impedirão, pois Jesus disse: “eu sou a porta”(JOÃO 10:9). Entremos pelas portas que Ele abrir e o sigamos!  Por: PATRICIA RAYBON 

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Isabel do Carmo (parte 1): “No combate à ditadura tive muito medo. Mas se não resistisse, era como se morresse aos meus olhos. Perderia a dignidade”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 78:32


É uma das mulheres de armas que ajudaram a deitar abaixo o antigo regime. Participou nas revoltas estudantis de 62 e, em 1970, fundou as Brigadas Revolucionárias com o companheiro Carlos Antunes. Viveu na clandestinidade, esteve presa duas vezes antes do 25 de Abril e, na fase do PREC, esteve 4 anos em prisão preventiva, o que a levou a fazer uma longa greve de fome. Em 2004, recebeu das mãos do Presidente Jorge Sampaio o grau de grande oficial da Ordem da Liberdade. Isabel do Carmo, que é também uma das mais notáveis médicas especialistas na área de “endocrinologia, diabetes e nutrição”, revela-se optimista, mas preocupada com o futuro e considera que a ideia de liberdade ainda não serve a uma boa parte da população. Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça..See omnystudio.com/listener for privacy information.

Alta Definição
Dina Aguiar: “Orgulho-me de ter uma carreira limpa, de não ter cedido a tentações. Tive convites políticos, mas fui sempre fiel ao público”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Jan 24, 2026 46:54


Depois de uma carreira de 47 anos como apresentadora da RTP, Dina Aguiar anunciou a sua saída da estação pública em outubro do ano passado. Em conversa com Daniel Oliveira, recorda os momentos mais difíceis enquanto mãe numa área que “exige muito” e que nem sempre deixa espaço para a vida pessoal. Mas, neste episódio de Alta Definição, o testemunho vai muito além do lado profissional. Dina Aguiar revisita a infância rural, a exigência dos pais, uma carreira longe da ribalta e a experiência da maternidade. Com serenidade, fala de desapego, aceitação do destino e da importância de amar sem prender. Entre memórias, perdas e reencontros, partilha uma filosofia que com os anos foi desenvolvendo, assente na gratidão e na consciência. Acredita que a adversidade da sua infância moldou uma mulher resiliente, livre e profundamente ligada ao presente. “Quando temos este estado de consciência e maturidade, atraímos as pessoas certas. Não vale a pena forçar”, aconselha. Uma conversa sobre envelhecer, perdoar e viver com leveza. Já sobre o futuro profissional, quando Daniel Oliveira questiona se a comunicação e o jornalismo já pertencem apenas ao seu passado, a apresentadora responde sem hesitar: “Não. Ainda há algumas hipóteses, mas só depois de março é que posso falar sobre elas. Só não as vou enfrentar com a mesma intensidade, a idade não permite”, admite. Este episódio foi emitido na SIC a 24 de janeiro, ouça aqui a versão podcast. A sinopse foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

The Logistics of Logistics Podcast
Vanity Metrics Don't Move Freight: Building Real Pipeline in Freight-Tech with Jim Waters

The Logistics of Logistics Podcast

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 60:29


In "Vanity Metrics Don't Move Freight: Building Real Pipeline in Freight-Tech", Joe Lynch and Jim Waters, Fractional CMO and Founder of FreightTech (marketing), discuss how marketing must shift from a tactical cost center to a strategic operating system that drives real revenue. About Jim Waters Jim Waters is a Boston-based B2B marketing executive with a proven track record of building robust sales pipelines. His passion lies in driving meaningful conversations, understanding customer pain points, and creating compelling content that generates active pipeline velocity. A results-driven innovator, Jim was an early employee at both FRAYT and Tive, where he spearheaded Global Marketing. Jim's entrepreneurial spirit led him to build successful marketing teams at Coveo, (CVO.TO), FAST (MSFT) and StreamServe (NASDAQ: OTEX). He earned an MBA from Northeastern University and is now Founder of FreighTech Advisors fractional CMO and advisor services to companies in the Logistics Technology industry. About FreighTech FreighTech is a company that delivers fractional CMO consulting, content development, marketing and advisory services specifically to logistics technology businesses. The company was founded in 2023 by Jim Waters, a logistics and supply chain marketing veteran. Key Takeaways: Vanity Metrics Don't Move Freight: Building Real Pipeline in Freight-Tech In "Vanity Metrics Don't Move Freight: Building Real Pipeline in Freight-Tech", Joe Lynch and Jim Waters, Fractional CMO and Founder of FreightTech (marketing), discuss how marketing must shift from a tactical cost center to a strategic operating system that drives real revenue. FreighTech's Specialization: Founded in 2023, FreighTech provides fractional CMO consulting and marketing advisory services specifically for logistics technology businesses. Jim Waters leverages his deep industry experience (having scaled companies like Tive and Frayt) to help growth-stage startups turn marketing from a cost center into a revenue-generating engine without the overhead of a full-time executive. Marketing as a Portfolio: Jim argues that marketing should be treated as an investment portfolio, not a one-off cost. Just like a financial portfolio or a fitness routine, it requires time and consistency. Companies often fail because they "micromanage" their marketing, expecting an immediate ROI within two weeks, rather than allowing for the 6–9 month cycle often required to see real pipeline growth. The Death of the Cold Call and the Rise of "Stalking": The traditional sales model of making 100 cold calls a day is losing effectiveness because buyers now screen calls and conduct their own research online. Joe and Jim discuss how the buying process starts long before the sales process, with potential customers "stalking" a company's content on LinkedIn, YouTube, and podcasts for up to a year before ever engaging with a salesperson. Navigating the 2026 Visibility Shift (SEO, GEO, and AEO):  Visibility in 2026 requires more than just traditional Search Engine Optimization (SEO). Jim introduces two critical new concepts: GEO (Generative Engine Optimization): Ensuring your brand is cited by AI engines like ChatGPT and Gemini as a subject matter expert. AEO (Answer Engine Optimization): Structuring content to directly answer binary buyer questions (e.g., "How do I improve ROI in logistics marketing?"). The "Revenue Engine Blueprint" Basics: Before scaling, companies must master the basics. Jim emphasizes that a "blueprint" requires a clear understanding of the Total Addressable Market (TAM) and a refined Ideal Customer Profile (ICP). Without knowing exactly who you solve problems for, adding expensive tech stacks like Salesforce or HubSpot is simply "accelerating into a wall." The Danger of "Chainsaw" Customers: Jim shares a cautionary tale from his time at Tive about a salesperson wanting to tape a high-end tracker to a chainsaw to prevent theft. While any revenue is tempting, Jim warns that chasing customers outside your ICP is not repeatable or scalable. True growth comes from "niching down" to focus on fans and specific verticals (like Pharma or Cold Chain) rather than trying to be everything to everyone. Multiplying Reach through a Distribution Engine: Content is only half the battle; the other half is a distribution engine. This involves using a "one-to-many" strategy—leveraging partners, PR, and podcasts to amplify a single piece of high-quality thought leadership. By turning one conversation into video clips, articles, and social posts, companies build the authenticity and trust necessary for modern freight-tech sales. Learn More About Vanity Metrics Don't Move Freight: Building Real Pipeline in Freight-Tech Jim Waters | Linkedin FreighTech | Linkedin FreighTech Driving Sales Pipeline with Jim Waters | The Logistics of Logistics The Key to Effective Last Mile Delivery with Jim Waters | The Logistics of Logistics Every Shipment Matters With Jim Waters | The Logistics of Logistics The Logistics of Logistics Podcast If you enjoy the podcast, please leave a positive review, subscribe, and share it with your friends and colleagues. The Logistics of Logistics Podcast: Google, Apple, Castbox, Spotify, Stitcher, PlayerFM, Tunein, Podbean, Owltail, Libsyn, Overcast Check out The Logistics of Logistics on Youtube

Alta Definição
Carlos M. Cunha: “Quando não tens nada, não tens nada a perder. Foi quando me senti mais livre, não ser escravo de coisa nenhuma. Esse foi o maior ensinamento que tive”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Jan 17, 2026 57:48


Ator e improvisador, Carlos Cunha é convidado de Daniel Oliveira neste Alta Definição em podcast, onde revisita a sua história pessoal, fala da infância vivida no meio rural, marcada pela liberdade, pela natureza e por uma forte ligação à família. Nesta longa conversa intimista, Carlos Cunha destaca a educação exigente da mãe, a influência determinante dos mais velhos e os valores de honestidade, trabalho e perseverança que o moldaram desde cedo. O ator recorda a escola como espaço de descoberta, mas também de confronto, e explica como percebeu cedo que teria de construir o seu próprio caminho. Fala do medo de falhar, da responsabilidade de formar família e da relação profunda com a filha, que assume como referência pessoal. Ao longo da conversa com Daniel Oliveira, emitida na SIC a 17 de janeiro, Carlos Cunha sublinha a importância da resiliência, da curiosidade e da capacidade de adaptação, traçando o retrato de um percurso feito de escolhas difíceis, trabalho persistente e fidelidade às origens.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Brasil-Mundo
De Santos para Hollywood: brasileira trabalhou nos efeitos visuais de Avatar 2 e 3 ao lado de James Cameron

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Dec 20, 2025 6:40


Quando Avatar chegou aos cinemas em 2009, não foi apenas um sucesso de bilheteria, foi um divisor de águas na história do cinema. Entre os profissionais responsáveis por dar vida ao universo azul está Mel Quintas, uma brasileira que trabalhou por oito anos diretamente na construção dos efeitos visuais de Avatar 2 e Avatar 3. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles O filme de James Cameron não apenas se tornou o mais lucrativo de todos os tempos – tendo alcançado quase US$ 3 bilhões em bilheteria –, mas também redefiniu os limites dos efeitos visuais e da tecnologia cinematográfica. Agora, com a estreia de Avatar: Fogo e Cinzas, o público volta a Pandora sabendo que, por trás de uma história, há também um espetáculo visual, criado por Cameron e, claro, com o apoio de toda uma equipe criativa que põe em prática as ideias do gênio. Para Mel, tudo começou em 2009, quando ela viu o primeiro filme da saga: “Eu falei, literalmente, ‘é nesse tipo de filme que eu quero trabalhar, nesse tipo de universo'. Eu queria viver naqueles mundos, poder criá-los e trazer entretenimento também para as pessoas”, revelou Mel em entrevista exclusiva à RFI, direto de Hollywood. Na época, ela tinha 18 anos, vivia em Santos e estava se formando no ensino médio. Mesmo ouvindo de professores que deveria “fazer um teste vocacional para seguir um sonho realista e se inscrever no vestibular no Brasil”, a jovem arrumou as malas e partiu para a faculdade de Animação em Orlando. Cidade que logo também ficou pequena para os planos dela, que queria chegar a Hollywood. “Eu sabia que era o lugar certo para estar se eu quisesse seguir nessa carreira. E, graças a Deus, deu tudo muito certo. Uma coisa foi levando à outra coisa. Tive muita sorte mesmo”, conta. Currículo impressionante da brasileira Em Hollywood, logo o primeiro filme em que Mel trabalhou, Invocação do Mal (2013), já foi sucesso de bilheteria, em seguida foi uma superprodução atrás da outra. “No início, eu trabalhei mais na parte de conversão dos filmes para 3D. Na época, era o grande boom. Todo mundo queria fazer todos os filmes em 3D. Eles filmavam em 2D e aí convertíamos para 3D. Trabalhei em Homem de Ferro 3, Guardiões da Galáxia, Star Trek, Star Wars, Planeta dos Macacos, X-Men”, enumera Mel. Mas a lista é bem mais longa. Em 13 anos em Hollywood, a santista já acumula impressionantes 40 filmes no currículo, entre eles alguns dos campeões de bilheteria da última década, e a jornada a Pandora, da qual ela participou nos últimos oito anos. “O mais importante é acreditar. Não deixe que digam para você ser mais realista. Para sair da realidade em que você está, primeiro você precisa acreditar que pode viver em outra”, afirma. Avatar e James Cameron Em Avatar, Mel integrou a equipe responsável por criar as sequências do filme. Na prática, isso significa participar da construção do longa desde a pré-produção. “No nosso caso, era um negócio bem abrangente, porque a gente tinha que fazer de tudo. Estávamos montando o filme, literalmente montando o escopo do filme para ele se tornar alguma coisa. Esse processo começa desde a pré-produção, que a gente chama de pré-visualização de algumas cenas do filme, imaginando como vai ser essa sequência de ação. Uma animação mais rápida, não uma renderização final. Isso inclui capturar os atores no set para ver se estava dando certo, montar as cenas e gravar com câmeras virtuais”, explica.   As filmagens começaram em 2017, com regravações, ajustes e trabalho contínuo no departamento do qual Mel fez parte até julho de 2025. A brasileira trabalhou em grande parte das sequências do longa, que tem 3h17min de duração, e acompanhou de perto cada detalhe. Ela fez parte de uma equipe de cerca de 30 pessoas dentro da Lightstorm Entertainment, produtora de James Cameron. E estar nos projetos de Avatar 2 e 3 também significou conviver de perto com o cineasta, considerado um dos mais importantes e visionários da atualidade. “Ele é um gênio. Mais do que isso: ele explica tudo o que está fazendo. Ele gosta de ensinar”, diz Mel. “É uma aprendizagem que vale mais do que qualquer faculdade. Estar perto de uma pessoa assim é surreal. Foi como uma faculdade diária.” Do sonho adolescente ao Oscar O sonho que virou realidade já veio acompanhado de um Oscar. Avatar: O Caminho da Água (2022) venceu o prêmio de Melhores Efeitos Visuais. “No dia seguinte ao prêmio, eu fui dar parabéns ao meu supervisor, que foi quem recebeu o Oscar, e ele me disse: ‘Esse prêmio é de todos nós; não existe esse prêmio sem vocês'. Acho que a gente não recebe esse reconhecimento em todos os lugares; aqui tem muito disso”, diz a brasileira. E tudo indica que a equipe vai estar, de novo, na festa do Oscar em 15 de março de 2026. O filme que estreou nesta semana nos cinemas brasileiros acaba de aparecer na lista dos dez pré-selecionados para disputar - novamente - na categoria de Melhores Efeitos Visuais. “Eu estou feliz que faço parte de algo tão grandioso com uma história sobre família e que a gente pode celebrar juntos todos esses anos de trabalho. Sempre tem momentos altos e baixos, mais altos. Mas é bom poder ser recompensada de alguma forma. Não é nem sobre ganhar o prêmio, mas saber que a gente fez parte disso e chegamos lá”, conclui Mel Quintas.

Culture en direct
Critique musique : La co[opéra]tive ressuscite "Cendrillon", le bijou de Pauline Viardot retrouve ainsi la scène

Culture en direct

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 15:58


durée : 00:15:58 - Les Midis de Culture - par : Marie Labory - La co[opéra]tive ressuscite le "Cendrillon" de Pauline Viardot dans une version lumineuse mise en scène par David Lescot et dirigée au piano par Bianca Chillemi, pour une large tournée accessible à tous les publics. - réalisation : Laurence Malonda - invités : Zoé Sfez Productrice de La Série musicale sur France Culture; Emmanuelle Giuliani Journaliste à La Croix

Podcast do Ladeira
Ep. 374 - Fiz atendimentos, 3 vendas. 100% de conversão

Podcast do Ladeira

Play Episode Listen Later Nov 2, 2025 46:18


O principal bloqueio dos empreendedores, sejam eles iniciantes ou já estabelecidos (como a Liz e o Yuri), não é a falta de produto ou mercado, mas sim a paralisia causada pela confusão e pelo medo.Conhecimento é o ativo mais valioso, e a estrutura para vendê-lo em escala é o caminho para a verdadeira riqueza.Além da consultoria gratuita, esse episódio é uma completa aula de vendas. Tive 100% de conversão. Ouça até o final e se surpreenda. Se inscreva na Ultra Black Friday Infinita:http://vtsd.com.br/quero-bf-ep374 Me siga no Instagram:https://bit.ly/Insta-Leandro-LadeiraConheça o canal principal:https://bit.ly/Canal-Metodo-VTSDOuça nosso podcast:https://bit.ly/Podcast-do-Ladeira-no-Spotify

Boletim de Tecnologia
Affinity do Canva grátis; 10 anos de NewPipe; Senhas vazadas do Gmail

Boletim de Tecnologia

Play Episode Listen Later Nov 1, 2025 16:32


Estadão Notícias
Satisfatório para o Brasil. Ótimo para Lula. Péssimo para o bolsonarismo | Estadão Analisa

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Oct 27, 2025 46:04


No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre o anúncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que disse nesta segunda-feira, que em breve não haverá mais problemas entre EUA e Brasil. Lula ainda não conseguiu convencer Trump a pausar o tarifaço sobre as exportações brasileiras, o que deve seguir para um período de negociação mais longo. “Tive uma boa impressão de que logo logo não haverá problema entre Estados Unidos e Brasil”, disse Lula. “Estou convencido de que em poucos dias teremos uma solução definitiva entre EUA e Brasil”. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Leonardo Cruz e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
“Francisco Pinto Balsemão foi o melhor patrão que tive até hoje. À frente do grupo estava alguém que tinha o jornalismo como primeiro e único objetivo”

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 1:23


Em declarações em direto à SIC por telefone, Miguel Sousa Tavares recorda o papel de Francisco Pinto Balsemão, fundador do Expresso e da SIC falecido hoje aos 88 anos, no jornalismo em Portugal e na liberdade de imprensa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

TransLash Podcast with Imara Jones
Transgender Ideology-Inspired Violence and Extremism (TIVE)

TransLash Podcast with Imara Jones

Play Episode Listen Later Oct 16, 2025 58:28


Last month, reports surfaced that the FBI is considering a new domestic terrorism category: “Transgender Ideology-Inspired Violence and Extremism,” or TIVE. In today's episode, Imara unpacks what that means—and why it's so dangerous. First, Dr. Cynthia Miller-Idriss lays out the state of violent extremism across the political spectrum and why the far-right has turned trans people into scapegoats. Then, R.G. Cravens from the Southern Poverty Law Center discusses how a TIVE designation could create permission structures for white supremacist and anti-LGBTQ violence. Despite their dire warnings, both guests also share where they're finding hope in the fight against domestic violent extremism and disinformation.Check out Season 3 of the Anti-Trans Hate Machine here.Send your trans joy recommendations to translash_podcast @ translash [dot] org Follow TransLash Media @translashmedia on TikTok, Instagram, Threads, Bluesky, X, and Facebook.Follow Imara Jones on Instagram (@Imara_jones_), Threads (imara_jones_), Bluesky (imarajones.bsky.social), X (@ImaraJones)TransLash Podcast is produced by TransLash Media. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Alta Definição
Eduardo Sá: “Ensinei toda a minha vida o sistema nervoso. Quando desmaiei e tive o azar de fraturar a coluna percebi o que tinha em mãos, fiquei absolutamente imóvel”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Oct 11, 2025 56:32


Eduardo Sá, psicólogo clínico e psicanalista, é o convidado de Daniel Oliveira no Alta Definição. Recorda a infância e o sonho de ser escritor, até que uma professora o fez despertar para a psicologia. Com vários livros publicados sobre educação, acredita que um bom pai é “alguém que faz uma asneira de oito em oito horas, um bocado como os antibióticos”. “Os pais às vezes educam as crianças para serem grandes, quando as deviam educar para serem capazes de crescer”, reforça o psicólogo, que aponta ser essencial as crianças brincarem. Durante a pandemia, um acidente em casa fez com que ficasse numa cadeira de rodas. “Fiz questão de ter alta numa sexta-feira 13. É uma maneira de dizer: ‘Se isto foi uma questão de azar, vamos ver quem manda nisto’”, afirma Eduardo Sá. O psicólogo critica ainda a falta de acessibilidade que existe por todo o país para quem está numa cadeira de rodas. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 11 de outubro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Kiko is Hot (parte 2): “Nunca tive escolha de só fazer rir sem levantar punho sobre questões fraturantes porque nunca encaixei num molde”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Oct 11, 2025 56:46


Nesta segunda parte da conversa do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, o apresentador, influencer e criador de conteúdos Kiko is Hot fala do tempo excessivo que ele e muitas pessoas da sua geração passam agarradas ao ecrã num scroll infinito, reflete sobre o impacto que isso tem na saúde mental e revela que foi diagnosticado há uns anos com uma depressão que tem tratado com terapia e medicação. “Ajudou-me a sair de um lugar muito difícil.” E aqui revela sobre como olha para o seu futuro e o programa de rádio que este ano irá conduzir na Cidade FM. Depois partilha as músicas que o acompanham, lê um excerto de um texto que o tocou em particular e deixa algumas sugestões culturais. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.

The Logistics of Logistics Podcast
How Tive is Making Supply Chain Safer and Smarter with Richie Daigle

The Logistics of Logistics Podcast

Play Episode Listen Later Sep 23, 2025 60:23


In “How Tive is Making Supply Chain Safer and Smarter”, Joe Lynch and Richie Daigle, Enterprise Account Executive at Tive, discuss how Tive's comprehensive solution of hardware, software, and 24/7 monitoring provides real-time, end-to-end visibility for sensitive and high-value cargo to prevent theft, damage, and spoilage through data-driven decisions and proactive intervention. About Richie Daigle Richie Daigle has an extensive experience in the transportation and supply chain data visibility space—from podcast host to blog writer to all-around industry resource. Richie actively listens to what his customers need and helps them identify the best use case to suit their needs. Prior to Tive, Richie was the SONAR Enterprise Account Executive at FreightWaves, where he was the only account executive to meet quota two years in a row. In his younger days, Richie was a pitcher in the San Diego Padres system: from 2005 until 2008, he played for the Lake Elsinore Storm (CA) and Portland Beavers in the minor leagues. The skills he learned playing baseball—including character traits such as honesty, integrity, loyalty, perseverance, self-control, and personal initiative—continue to drive Richie to this day. About Tive Founded in 2015, Tive is the global leader in supply chain and logistics visibility solutions. More than 1,000 global shippers, logistics service providers, and retailers use Tive to monitor shipment location and condition in real time, gain actionable insights, and ensure end-customer satisfaction. Tive's cloud platform, patented sensor technology, and 24/7 Live Monitoring services reduce excursions and delays, minimize rejected loads, and decrease theft, damage, and spoilage. Customers count on Tive to ensure that shipments are delivered on time and in full—because every shipment matters. For more information, visit www.tive.com. Key Takeaways: How Tive is Making Supply Chain Safer and Smarter Focus on Sensitive and High-Value Cargo: Tive's solutions are tailored for industries where shipment integrity is critical, including perishable goods like produce, pharmaceuticals, and high-value freight that is susceptible to theft. Comprehensive Condition Monitoring: The Tive tracker goes beyond location tracking to provide crucial data on the environmental conditions of a shipment, including temperature, humidity, shock/drop, and light. Proactive Security: Instead of just reacting to issues, Tive's layered solution provides real-time alerts that allow businesses to intervene and prevent problems—like theft, spoilage, or damage—before they escalate. The Tive Solution is a Trio of Components: Tive provides a complete solution that combines three essential elements: compact tracker hardware, a robust cloud-based software platform for insights, and a dedicated team for 24/7 live monitoring. Preventing Cargo Theft: By providing continuous visibility, data, and proactive alerts, Tive's solutions are a powerful tool against cargo theft, helping to identify suspicious activity and deter criminals. End-to-End Visibility: The combination of hardware, software, and live monitoring ensures a comprehensive, end-to-end view of the shipment's entire journey, from origin to destination. Empowering Data-Driven Decisions: The data collected by Tive's sensors gives businesses the insights needed to make informed decisions, optimize their supply chains, and improve overall operational efficiency. Learn More About Supply Chain Safer and Smarter with Richie Daigle Richie Daigle | Linkedin Tive | Linkedin Tive The State of Visibility 2025 report How Pharma Supply Chain Leaders are Mitigating Rising Security Risks with Visibility Technology The Logistics of Logistics Podcast If you enjoy the podcast, please leave a positive review, subscribe, and share it with your friends and colleagues. The Logistics of Logistics Podcast: Google, Apple, Castbox, Spotify, Stitcher, PlayerFM, Tunein, Podbean, Owltail, Libsyn, Overcast Check out The Logistics of Logistics on Youtube  

Beercast Brasil
BC#613 – Valentine Mangez, Cônsul Geral da Bélgica em São Paulo

Beercast Brasil

Play Episode Listen Later Sep 9, 2025 37:15


Tive a grande honra de visitar a residência consular da Bélgica em São Paulo para entrevistar simpaticíssima Cônsul Geral, Valentine Mangez. Com a participação de Marcel Ocampo, falamos a respeito dos trabalhos inerentes a diplomacia e, claro, sobre cerveja.

PVD Horror
Cogn-AI-tive - Interview with filmmaker Tommy Savas

PVD Horror

Play Episode Listen Later Aug 20, 2025 28:41


Send us a textDirector, writer, producer, and actor Tommy Savas joins us to discuss his upcoming film, Cogn-AI-tive, which will be premiering at FrightFest in London this August. The horror/thriller explores some of the dangers of AI which we dig into as well as Tommy's studio Reckless Content, his acting career, and what it's like to work with your spouse.  Follow us on Social Media: @pvdhorror Instagram, X, TikTok, FacebookWatch us on YouTube: www.youtube.com/@pvdhorrorSpecial thanks to John Brennan for the intro and outro music. Be sure to find his music on social media at @badtechno or the following:https://johnbrennan.bandcamp.com

Without Your Head
Without Your Head : FRIGHTFEST's director Tommy Savas "Cogn-AI-tive"

Without Your Head

Play Episode Listen Later Aug 19, 2025 64:24


Without Your Head Podcast with host Nasty Neal and Tommy Savas director of Cogn-AI-tive premiering at Frightfest!

O Antagonista
Cortes do Papo - Jair Bolsonaro interfere porque precisa de Tarcísio

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jul 16, 2025 9:57


Após reclamar da postura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), no caso do ‘tarifaço', o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL) mudou o tom em relação ao ex-ministro:“Tive uma boa e longa conversa agora com o governador Tarcísio de Freitas intermediada pelo Paulo Figueiredo. De lado a lado foram expostos pontos de vista e a conclusão de que ambos atuam na melhor das intenções do interesse dos brasileiros.Visões de mundo diferentes são normais e saudáveis, bem como esta comunicação direta. Vamos adiante debater o que interessa”, afirmou Eduardo no X. Na terça-feira, 15, Bolsonaro já havia dito que estava tudo “pacificado” entre Eduardo e Tarcísio.Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Dennys Xavier comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do   dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.     Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.     Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.     Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h.    Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista  https://bit.ly/papoantagonista  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Quem Ama Não Esquece
A FILHA QUE EU NUNCA TIVE - HISTÓRIA DO IGOR | QUEM AMA NÃO ESQUECE 10/07/2025

Quem Ama Não Esquece

Play Episode Listen Later Jul 10, 2025 20:39


O Igor se apaixonou pela Lara e o namoro era intenso, mas com o tempo, ela passou a pressionar por casamento e filhos, enquanto ele só queria viver o presente. As brigas foram aumentando, até que o relacionamento chegou ao fim. Igor sofreu, mas acabou conhecendo a Luiza, que o ajudou a se reencontrar. Eles estavam bem, até que ex reapareceu grávida e dizendo que o filho era dele. O Igor ficou confuso, terminou com a Luiza e voltou com a Lara, decidido a tentar formar a família que ela sempre quis. Quando a filha nasceu, ele se entregou por completo, mas semanas depois, veio a verdade: a menina não era dele. O Igor perdeu tudo de novo, o amor, a paz e a confiança e hoje está completamente sozinho, sem Luíza, sem sua família, sem nada…

FreightCasts
WHAT THE TRUCK?!? EP847 Autonomous vehicles enter the protest; UNFI cyberattack; tracking freight theft

FreightCasts

Play Episode Listen Later Jun 9, 2025 45:31


On Episode 847 of WHAT THE TRUCK?!?, Dooner is talking about a cyberattack that currently has truckers stuck at United Natural Foods (UNFI), one of America's largest food distributors. How much will it hurt the food supply chain? Autonomous Waymos are being exploited in Los Angeles by protesters who summon them then set them on fire. We'll look at whether autonomous trucks will be exploitable in the future.  According to CargoNet, freight thefts were up 27% from 2023 to 2024. Tive's Richie Daigle stops by the studio to talk about how the company's trackers are recovering stolen loads. Train travel has really fallen off this century, but a new company has eyes on making it great again. Dreamliner's Joshua Dominic tells us about a luxury overnight train from Los Angeles to San Francisco that the company plans to launch prior to the 2028 Olympics. Plus, FMCSA ends DEI rules for CDLs; project44's ambitious new plan; and more.  Catch new shows live at noon EDT Mondays, Wednesdays and Fridays on FreightWaves LinkedIn, Facebook, X or YouTube, or on demand by looking up WHAT THE TRUCK?!? on your favorite podcast player and at 5 p.m. Eastern on SiriusXM's Road Dog Trucking Channel 146. Watch on YouTube Check out the WTT merch store Visit our sponsor Subscribe to the WTT newsletter Apple Podcasts Spotify More FreightWaves Podcasts Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

What The Truck?!?
Autonomous vehicles enter the protest; UNFI cyberattack; tracking freight theft

What The Truck?!?

Play Episode Listen Later Jun 9, 2025 45:31


On Episode 847 of WHAT THE TRUCK?!?, Dooner is talking about a cyberattack that currently has truckers stuck at United Natural Foods (UNFI), one of America's largest food distributors. How much will it hurt the food supply chain? Autonomous Waymos are being exploited in Los Angeles by protesters who summon them then set them on fire. We'll look at whether autonomous trucks will be exploitable in the future.  According to CargoNet, freight thefts were up 27% from 2023 to 2024. Tive's Richie Daigle stops by the studio to talk about how the company's trackers are recovering stolen loads. Train travel has really fallen off this century, but a new company has eyes on making it great again. Dreamliner's Joshua Dominic tells us about a luxury overnight train from Los Angeles to San Francisco that the company plans to launch prior to the 2028 Olympics. Plus, FMCSA ends DEI rules for CDLs; project44's ambitious new plan; and more.  Catch new shows live at noon EDT Mondays, Wednesdays and Fridays on FreightWaves LinkedIn, Facebook, X or YouTube, or on demand by looking up WHAT THE TRUCK?!? on your favorite podcast player and at 5 p.m. Eastern on SiriusXM's Road Dog Trucking Channel 146. Watch on YouTube Check out the WTT merch store Visit our sponsor Subscribe to the WTT newsletter Apple Podcasts Spotify More FreightWaves Podcasts Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Inglês Todos os Dias
Se ao menos… | Inglês Todos os Dias #618

Inglês Todos os Dias

Play Episode Listen Later Apr 1, 2025


Tive que ouvir os conselhos de um coach de relacionamentos para poder te ensinar a dica no mini-podcast de hoje: Como dizer “se ao menos” em inglês. Veja se você já conhece a estrutura gramatical usada para expressar essa ideia em inglês. FRASES NO MINI PODCAST DE HOJE: They would be an amazing partner if […] The post Se ao menos… | Inglês Todos os Dias #618 appeared first on Domine Inglês.

The Freight Pod
Ep. #58: Krenar Komoni, CEO & Founder of Tive

The Freight Pod

Play Episode Listen Later Mar 18, 2025 88:16 Transcription Available


Andrew welcomes Krenar Komoni, CEO and founder of Tive, to The Freight Pod. Krenar left Kosovo at 17 years old to pursue his education in the U.S., but the aspiring entrepreneur knew he'd be back one day to create jobs in his home country. Krenar went on to earn degrees in computer engineering, math, and electrical engineering and discovered a passion for radio frequencies and wireless communication systems. But it was his father-in-law's trucking company and the constant tracking calls — where's the truck? Will it be on time? — that led Krenar to build him a GPS tracker. And that's how Tive started in 2015. Today, Tive supports more than 900 customers from its offices in Norway, Mexico, South Africa, Boston — and Kosovo.In this episode, Krenar also shares:The early days of Tive: bootstrapping, landing the first customer, and building Tive's innovative trackers.Tive's near-collapse in 2019 and the moment that turned things around.Building a global, remote team and culture across Tive's offices.The biggest mistakes a CEO or founder can make, Krenar's advice for founders and entrepreneurs, the journey to product-market fit, and how Tive has built a moat around its tracking capabilities.Krenar's vision for the future of visibility and AI, and what's next for Tive.Follow The Freight Pod and host Andrew Silver on LinkedIn.*** This episode is brought to you by Rapido Solutions Group. I had the pleasure of working with Danny Frisco and Roberto Icaza at Coyote, as well as being a client of theirs more recently at MoLo. Their team does a great job supplying nearshore talent to brokers, carriers, and technology providers to handle any role necessary, be it customer or carrier support, back office, or tech services. Visit gorapido.com to learn more. *** A special thanks to our additional sponsors: Cargado – Cargado is the first platform that connects logistics companies and trucking companies that move freight into and out of Mexico. Visit cargado.com to learn more. Greenscreens.ai – Greenscreens.ai is the AI-powered pricing and market intelligence tool transforming how freight brokers price freight. Visit greenscreens.ai/freightpod today! Metafora – Metafora is a technology consulting firm that has delivered value for over a decade to brokers, shippers, carriers, private equity firms, and freight tech companies. Check them out at metafora.net. ***