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Análise pós-jogo da partida entre Novorizontino x Náutico, válida pela 13ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Vem com a turma! Náutico ficou duas vezes na frente do placar, mas, com falha grave da zaga, não conseguiu segurar o poderio ofensivo do Novorizontino no segundo tempo. Um resultado que poderia ser positivo antes da […]
Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Paulo Zulu e Marco Villela (o “Gigante”), duas lendas vivas do Jiu‑Jitsu com trajetórias que atravessam décadas, continentes e gerações. Trazendo memórias dos anos 90, do Rio e Brasília, passando pela capoeira, Muay Thai e por uma vida dedicada a ensinar; com histórias de tatame, surfe, hospitalidade e o papel do professor que levou o Jiu‑Jitsu para além do Brasil.Juntos, eles dialogam sobre técnica, didática, espiritualidade e o legado humano que o esporte constrói.Temas centrais do episódio:- Raízes e memórias: como Brasília, os anos 90 e a transição entre capoeira, Muay Thai e Jiu‑Jitsu moldaram trajetórias.- Conexão surfe + Jiu‑Jitsu: espiritualidade e comunidade.- Ensino com propósito: didática no tatame, sequência, posição e a diferença entre “rolar” e ensinar.- Experiência internacional: desafios e aprendizados de dar aula na Austrália, Vietnã e Nova Zelândia.- Valores que importam: respeito, gratidão, disciplina e a missão de preservar a história da arte.- Jiu‑Jitsu como treino para a vida: controle emocional, autoestima, coragem e sobrevivência diante de problemas reais.- Laços que duram: amizade verdadeira, reencontros e a família que treina junto.Este episódio é um encontro entre gerações, uma conversa íntima e prática para professores, praticantes e quem busca entender como o Jiu‑Jitsu transforma corpo, mente e relações.
Duas baleias jubartes quebram recorde de migração entre Brasil e Austrália. Número de estudantes estrangeiros em Portugal quadruplica em dez anos. Projeto em Lisboa ensina português a crianças de famílias imigrantes. Chico César reencontra as raízes da carreira no álbum 'Fofo' Alice Caymmi reinterpreta clássicos do avô Dorival Caymmi em novo álbum. Comunidade portuguesa na Suíça chega a 264 mil residentes.Duas baleias jubartes quebram recorde de migração entre Brasil e Austrália. Número de estudantes estrangeiros em Portugal quadruplica em dez anos. Projeto em Lisboa ensina português a crianças de famílias imigrantes. Chico César reencontra as raízes da carreira no álbum 'Fofo' Alice Caymmi reinterpreta clássicos do avô Dorival Caymmi em novo álbum. Comunidade portuguesa na Suíça chega a 264 mil residentes.
Jurandir Filho, Rogério Montanare, Thiago Siqueira e Fernanda Schmölz fazem uma DR nos Dia dos Namorados. Por muito tempo, o cinema vendeu a ideia de que o amor era um destino. Duas pessoas se encontravam, enfrentavam alguns obstáculos e, no final, tudo se resolvia com um beijo, uma declaração ou uma corrida desesperada até o aeroporto. Mas existe um outro tipo de filme que entende algo que a vida ensina cedo ou tarde: amar alguém nem sempre é suficiente.São obras que tratam relacionamentos não como contos de fadas, mas como encontros entre pessoas complexas, cheias de defeitos, traumas, expectativas e contradições. Filmes que falam sobre desgaste, comunicação falha, ressentimentos acumulados, crescimento pessoal e até mesmo sobre a dor de perceber que duas pessoas podem se amar profundamente e, ainda assim, não conseguirem ficar juntas."História de um Casamento", "500 Dias com Ela", "Vidas Passadas", "Ela", "Anatomia de uma Queda", "Antes do Amanhecer" e outros filmes contam um pouco desses tipos de situações bem reais.==|| OFERECIMENTO: Tem lançamento que a gente gosta de verdade, e esse é um deles. A xícara vermelha de Pilão já está disponível. A combinação ideal para maratonar filmes e séries com café forte de verdade. Garanta a sua agora: https://bit.ly/49tSgjj|| ASSINE O SALA VIP DO RAPADURACAST- Escute um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast
Segundo imprensa chinesa, existem mil acampamentos para emagrecer no país; BBC ouviu relato de mulher que passou 28 dias em um deles.
Segundo imprensa chinesa, existem mil acampamentos para emagrecer no país; BBC ouviu relato de mulher que passou 28 dias em um deles.
Cerimônias de abertura da Copa no Canadá e EUA: horário, onde assistir e atrações. Copa do Mundo 2026: ainda não se sabe se Donald Trump vai participar da abertura; jornal diz que não. IPO da SpaceX: como uma empresa que dá prejuízo de bilhões pode valer US$ 1,75 trilhão? Suspeito de estupro ofereceu pipoca para convencer menina a entrar no vestiário masculino do Palmeiras, diz polícia. Comissão de Energia Nuclear confirma incidente com material radioativo no Ipen em São Paulo. Dia dos Namorados nasceu para você comprar mais: conheça a história da data no Brasil.
Duas baleias-jubartes identificadas por meio do padrão único de suas caudas surpreenderam cientistas ao estabelecer um recorde de migração entre áreas de reprodução no Brasil e na Austrália. Conversamos com dois pesquisadores envolvidos no estudo, Milton Marcondes, coordenador de pesquisa do Instituto Baleia Jubarte, e Stephanie Stack, co-autora da pesquisa e candidata a doutorado na Universidade Griffith, em Queensland.Duas baleias-jubartes identificadas por meio do padrão único de suas caudas surpreenderam cientistas ao estabelecer um recorde de migração entre áreas de reprodução no Brasil e na Austrália. Conversamos com dois pesquisadores envolvidos no estudo, Milton Marcondes, coordenador de pesquisa do Instituto Baleia Jubarte, e Stephanie Stack, co-autora da pesquisa e candidata a doutorado na Universidade Griffith, em Queensland. A distância de 15 mil quilómetros desafia o que se conhecia sobre os deslocamentos da espécie e sugere que as populações podem estar mais conectadas do que se imaginava. O estudo, publicado na revista Royal Society Open Science, documenta pela primeira vez esse tipo de travessia entre oceanos e levanta novas questões sobre comportamento, genética e conservação das baleias.
No encerramento do Bom Dia Londrina, compartilhamos uma mensagem inspiradora, incentivando reflexões e motivação para começar bem o dia.No programa Bom Dia Londrina apresentamos sucessos musicais, curiosidades, sorteios, horóscopo e presentes para aniversariantes todos os dias. De segunda a sábado das 08h às 12h e aos domingos das 08h as 11h. Você também pode participar através do nosso Instagram ou ligando no 3356-5500.
Reportagem: Débora Infante, Raquel Bernardo, Maria Quadrada e Lúcia Palhoco.Edição: Débora Infante.Tema Central: - Saúde mental nos jovens estudantes.Notícias do mês: - Duas crianças encontradas sozinhas em Setúbal;- Novo surto de Ébola que provocou 177 mortes;- Visita de Donald Trump a Pequim;- Convocatória para o Mundial de 2026.Sonoplastia: Miguel Martins e Beatriz Correia.Design: Maria Almeida.
Você sente que algo terminou, mas o novo ainda não chegou?Talvez você esteja vivendo exatamente o território entre duas vidas.Neste Ecotrimcast especial, Marcello Cotrim explica as 7 etapas da transformação humana, o processo de ruptura com a antiga identidade e o nascimento de uma nova versão de si mesmo.Uma reflexão profunda sobre mudanças, desapego, autoconhecimento, reprogramação emocional e o período de transição que antecede os maiores renascimentos da vida.Se você sente que está perdido, vazio ou vivendo um momento de indefinição, este episódio foi feito para você.GARANTA SUA VAGA PARA O MÉTODO COCOONhttps://lp.marcellocotrim.com.br/cocoon-ytr
O Ministério da Saúde suspendeu temporariamente a vacinação com o imunizante contra a dengue desenvolvido pelo Instituto Butantan.A decisão foi tomada após o registro de duas mortes sob investigação e 42 casos de reações severas possivelmente associadas à vacina.Mais de 500 mil doses já haviam sido aplicadas no país. Pessoas vacinadas nos últimos 21 dias foram orientadas a procurar acompanhamento médico para monitoramento de possíveis sintomas.O Butantan afirma que continuará colaborando com as autoridades sanitárias e destaca que a vacina apresentou eficácia de 79,6% contra a dengue e 89% contra casos graves em estudos clínicos.
Bem-vindo à IBMetrô Online!Celebração transmitida em 12 de abril de 2026Seguimos nossa caminhada:“Quando Jesus chega perto.”Na mensagem de hoje, “A boa parte”, o pastor Renato Marinoni nos conduz ao encontro de Jesus com Marta e Maria.Duas irmãs.Duas posturas.Um mesmo Jesus.Marta faz.Maria permanece.E Jesus nos lembra:“Uma só coisa é necessária.”Em meio às demandas e ao peso da vida, somos convidados a discernir o que realmente importa.Porque, no fim,a boa parte não é o que construímos —é o que vivemos na presença de Jesus.⸻
La trompetista Airelle Besson y el acordeonista Lionel Suárez firman el disco 'Blossom' con piezas como 'Ida Lupino' de Carla Bley y 'Au lait' de Pat Metheny. La pianista y cantante Eliane Elias acaba de publicar 'Ao vivo', grabado en concierto en San Francisco, con clásicos brasileños como 'Saudade da Bahia'/'Você já foi à Bahia?' de Dorival Caymmi junto a su composición 'At first sight'. La cantante holandesa Josee Koning publicó hace un par de años 'Doce presença' con la canción de Ivan Lins que le da título -a dúo con el propio Ivan-, 'Sei là porque' y 'Plus fort que nous'. La hija pequeña de João Gilberto, Loulu, que cumple 22 años en este mes de junio, lo celebra con su primer disco: 'João', 'Duas contas', 'Mr Sandman', 'Tea for two', 'Qui nem jiló'. Despiden el armonicista Gabriel Grossi y el pianista Laurent Coulonfre tocando 'Bebê' de Hermeto Pascoal -con la trompeta de Ibrahim Maalouf-.Escuchar audio
Depois de duas semanas de jogos, o torneio de Roland-Garros chega ao fim neste domingo (7) com uma edição que já entra para a história do tênis brasileiro. Em 2026, o país alcançou seu maior número de vitórias em um único Grand Slam: 37 triunfos, superando as 26 conquistas do US Open de 2014. O desempenho se distribuiu entre simples, duplas, juvenil e cadeirantes e reflete um momento de renovação e consistência, coroado com o título de Luis Guto Miguel no torneio juvenil. Maria Paula Carvalho, de Roland-Garros O grande destaque foi o jovem João Fonseca. Aos 19 anos, o carioca chegou às quartas de final e alcançou o melhor resultado recente de um brasileiro no torneio, algo que não acontecia nas fases mais altas da competição desde a era de Gustavo Kuerten. O tricampeão de Roland-Garros, inclusive, esteve presente em Paris para acompanhar e apoiar a nova promessa. Fonseca também protagonizou uma das maiores surpresas da edição ao eliminar, de virada, o sérvio Novak Djokovic, maior campeão de Grand Slams da história. Na sequência, superou o norueguês Casper Ruud, duas vezes finalista em Paris. Após a eliminação para o tcheco Jakub Mensik, o brasileiro avaliou de forma positiva a campanha e destacou o aprendizado ao longo do torneio. “Eu me sinto bem. Foi um caminho muito bom. Duas semanas muito positivas, de muito trabalho duro e aprendizado. Eu não tinha expectativa e consegui um ótimo resultado. Consegui virar um jogo que estava quase perdido, totalmente dominado na segunda rodada… então fico feliz com a semana.” A campanha projeta João Fonseca no cenário internacional e recoloca o Brasil em evidência no tênis masculino. No simples feminino, no entanto, o resultado ficou abaixo do esperado. Principal nome do país, Beatriz Haddad Maia foi eliminada ainda na primeira rodada, após derrota de virada para a britânica Francesca Jones. Stefani perde na semifinal Nas duplas, o desempenho brasileiro foi mais consistente. A paulista Luisa Stefani chegou às semifinais ao lado da canadense Gabriela Dabrowski, confirmando sua regularidade entre as principais especialistas do circuito. Na sexta-feira (5) elas foram derrotadas pela dupla formada pela tcheca Katerina Siniakova e a americana Taylor Townsend. Em entrevista à RFI após o jogo, Stefani analisou a derrota. “Ontem à noite, eu tive dor de garganta, dor de cabeça. A energia talvez não seja a mesma, mas isso não justifica. O que mais me chateia é que eu queria ter tido mais disposição, uma execução melhor e ter enfrentado melhor essa dificuldade”, disse. “É uma pena. Parece uma oportunidade desperdiçada", continuou. "Uma semifinal é sempre uma boa campanha, mas, conforme o torneio vai afunilando, o desafio fica cada vez maior. Então, é preciso manter o foco no que a gente vem fazendo bem, executar, e isso faltou hoje”, concluiu. Entre os homens, o gaúcho Marcelo Demoliner avançou até as quartas de final nas duplas, ao lado do indiano N. Sriram Balaji, reforçando a presença brasileira nas fases decisivas. Ao fim da campanha, ele destacou a confiança adquirida. “Feliz com a participação nas quartas de final inédita, que vai dar uma confiança boa para o decorrer da temporada. Agora é aproveitar essa confiança e ir para a grama, na próxima semana, que é o meu habitat natural, onde eu mais gosto de jogar.” Torcedores marcaram presença Fora das quadras, a presença brasileira também chamou atenção. Durante as duas semanas de competição, torcedores com as cores verde e amarelo ocuparam o complexo esportivo na zona oeste de Paris. O engenheiro civil Carlos Frazão se mostrou impressionado com a nova geração de atletas. “Pois é, muita gente boa nova surgindo no tênis. Acho que o João Fonseca ajudou muito essa nova geração a aparecer. A gente está torcendo para surgirem muitos novos ‘Joões Fonsecas'.” A avaliação se repete entre outros torcedores. Para o administrador Cristiano França, nunca houve uma presença tão expressiva de brasileiros no torneio. “A nova geração… nunca vi tanto brasileiro em Roland-Garros. Depois do Gustavo Kuerten, agora estamos vendo muito mais brasileiros e espero que continue assim”, disse à RFI. Nova geração: Luis Guto é campeão Essa presença se reflete também entre os mais jovens. Naná, Victoria e Pedro estão entre alguns dos jovens nomes que se destacaram. Mas a grande estrela foi o goiano Luis Guto Miguel, que aos 17 anos, venceu a sua primeira final de Grand Slam. ele derrotou o americano Michael Antonius, de 16 anos, por dois a zero, com parciais de 6/3 e 6/4. “Estou muito feliz, aproveitando o momento, mas mantendo a humildade, porque temos muito a fazer”, afirmou na entrevista coletiva após o título inédito. De Paris, Luís volta ao Brasil, onde deve continuar a celebrar sua conquista, mas já com o foco voltado para os próximos passos de sua promissora carreira. “Seria um sonho voltar aqui no ano que vem jogando como profissional, mas, como eu falei, é preciso colocar muito trabalho duro, manter os pés no chão, aproveitar o momento agora, mas viver tudo passo a passo dessa trajetória, porque essa transição não é fácil. Trabalho duro é a chave do processo”, insiste. Ele tem consciência de que sua conquista deve inspirar outros jovens tenistas, mas seu recado é firme e direto: “Eu acho que estou mostrando para a galera mais jovem brasileira que é possível trabalhar duro, acreditar no processo e nos treinadores”, afirma. Em entrevista à RFI, no sábado, declarou: "É um sonho, porque desde pequeno eu sonhava em estar jogando nestas quadras. Agora já sou número 1 do ranking mundial, então é muita coisa acontecendo". Na semifinal, Luis Guto derrotou o conterrâneo e amigo, Leonardo França, outra bela supresa do torneio júnior. “Saio de cabeça erguida, em todos os jogos entreguei o meu melhor”, avaliou o tenista. A gaúcha Pietra Rivoli, de 18 anos, é outro exemplo dessa nova leva. Ela destacou o impacto de conviver de perto com grandes nomes do circuito. “Estar perto da Sabalenka, da Osaka, do João… ver o que eles fazem dentro e fora da quadra é muito inspirador. Jogar em uma Phelippe-Chatrier lotada faz a gente querer trabalhar ainda mais para chegar lá um dia”, disse em entrevista à RFI. No balanço geral, Roland-Garros 2026 consolida uma participação positiva do Brasil, combinando resultados expressivos, presença em diversas categorias e o surgimento de um novo protagonista no cenário internacional.
La hija pequeña de João Gilberto, Luisa Carolina, llamada Loulu, cumple 22 años en este mes de junio y acaba de publicar su primer disco con canciones como 'João' -letra de Arnaldo Antunes inspirada por el padre de la bossa nova-, 'O mar nos encontrou', 'Avarandado' -dúo con Tom Veloso-, 'Joujou e balangandãs' -dúo con María Carvalhosa-, 'Beija-me' o 'Duas contas'. Del disco 'Blossom, de la trompetista Airelle Besson y el acordeonista Lionel Suárez, la pieza que le da título, 'Answer me' de Rausch y Winkler y 'Ida Lupino' de Carla Bley. Del concierto del día 4 de Caetano Veloso en Madrid algunas de las canciones que cantó: 'Odara', 'Branquinha', 'Fora da ordem', 'Podres poderes', 'Cucurrucucú paloma' y 'Queixa'.Escuchar audio
As duas crianças francesas, de quatro e cinco anos, que tinham sido abandonadas pela mãe e pelo companheiro numa estrada secundária do Alentejo, entre a Praia da Comporta e Alcácer do Sal, já estão de volta a Colmar, cidade onde residiam.As duas crianças francesas encontradas abandonadas numa estrada do Alentejo já regressaram a França. Os irmãos, de quatro e cinco anos, viajaram para Colmar, cidade onde residiam, numa operação coordenada pelas autoridades portuguesas e francesas. As crianças estão agora sob proteção das autoridades francesas, que avaliam as condições para serem acolhidas por familiares. A mãe e o companheiro, suspeitos de as terem abandonado, permanecem em prisão preventiva em Portugal..
No 3 em 1 desta quarta-feira (03), o destaque foi que na abertura da reunião ministerial no Palácio do Planalto, o presidente Lula (PT) subiu o tom contra o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, chamando-o de "latino-americano frustrado" que não gosta do Brasil. O presidente Lula (PT) voltou a disparar contra seus adversários políticos ao comentar o impacto do tarifaço de 25% decretado por Donald Trump. Em pronunciamento oficial, o petista afirmou que opositores "tentaram trair o Brasil movidos por interesses mesquinhos", em uma clara e direta alusão ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O presidente Lula (PT) admitiu publicamente que foi pego de surpresa pelo anúncio do tarifaço de 25% imposto por Donald Trump. Às vésperas de sua viagem para a cúpula do G7 na Itália, o petista adotou uma postura pragmática e mandou um recado direto a Washington: se os EUA fecharem as portas, o Brasil vai acelerar acordos e buscar novos parceiros. Parlamentares da base governista avaliam como positiva a instituição da "Lei da Reciprocidade" no Congresso . Apesar do tom firme do Legislativo, o Itamaraty atua nos bastidores e reforça sua total disposição para negociar um acordo com o governo Trump. O Departamento de Comércio dos EUA anunciou uma nova sobretaxa de 12,5% sobre os produtos brasileiros, e uma das justificativas oficiais atingiu em cheio a reputação internacional do país. O relatório de Washington alega falhas estruturais e leniência das autoridades no combate ao trabalho forçado. A Febraban divulgou uma nota dura rebatendo o relatório do governo de Donald Trump (USTR), que usou o sucesso do Pix como pretexto de "concorrência desleal" para justificar o tarifaço contra o Brasil. O presidente Donald Trump abriu as portas para uma pacificação histórica ao afirmar que deseja se reunir pessoalmente com o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei. Após o presidente Lula (PT) exibir uma placa com os dizeres "O Pix é do Brasil" para rebater o relatório dos EUA que acusa o sistema de concorrência desleal, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deu o troco e apareceu segurando um cartaz com a frase "O Pix é do Brasil e do Bolsonaro". Duas semanas após ter sua primeira proposta rejeitada pela Polícia Federal por omissão de dados, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, protocolou uma nova versão de delação premiada junto à PF e à PGR. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), subiu duramente o tom e voltou a engavetar os requerimentos para a abertura da CPMI do Banco Master. Alcolumbre afirmou que vem sendo "agredido e ofendido" por parlamentares de esquerda e de direita. O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), chancelou a pré-candidatura do senador Cleitinho (Republicanos-MG) ao governo de Minas Gerais. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Quando alguém resolve se tornar streamer, espera que alguém esteja assistindo. No entanto, a maioria não consegue um espectador sequer e acaba conversando com o vazio. O que significa fazer streaming, gravar podcasts ou escrever livros quando não há ninguém do outro lado? E por que, mesmo frente à solidão, muitos continuam?Este é mais um episódio do Escuta Essa, podcast quinzenal em que Denis e Danilo trocam histórias de cair o queixo e de explodir os miolos. Duas vezes por mês, sempre às quartas-feiras, no seu agregador de podcasts favorito!>Ajude o Escuta Essa a voltar a ser semanal! Faça parte do Clube dos Escuteiros agora mesmo em apoia.se/escutaessa>Mande seus comentários e perguntas no Spotify, nas redes sociais, ou no e-mail escutaessa@aded.studio. A gente sempre lê mensagens no final de cada episódio!...NESTE EPISÓDIO- Tanto o "The Verge" quanto a "Vice" conversaram com streamers acostumados a não ter pouco ou nenhum público por meses ou até mesmo anos.- Os números da Twitch, maior plataforma de streaming do mundo, indicam mais de 7 milhões de streamers ativos todos os meses.- Colin Gray mantém estatísticas atualizadas sobre o cenário de podcasts ao redor do mundo.- A expectativa da família é que os textos de J. D. Salinger fossem publicados na primeira década após sua morte, que ocorreu em 2010. Os textos ainda não foram disponibilizados....AD&D STUDIOA AD&D produz podcasts e vídeos que divertem e respeitam sua inteligência! Acompanhe todos os episódios em aded.studio para não perder nenhuma novidade.
#672 - Estação 06 - Zerede: a fronteira entre duas gerações - BROTA OH POÇO! | JB Carvalho by JB Carvalho
Duas casas, dois horários, duas regras de ecrãs, dois critérios para os TPC, e a criança no meio entre dois mundos. Haverá guarda conjunta sem co-parentalidade?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os líbaneses têm de se refugiar cada vez mais para norte. Uma crónica de Francisco Sena Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Global deste domingo, Paulo Portas analisou o ataque com drone russo à Roménia, o impasse das negociações entre EUA e Irão e a polémica a envolver o PSOE em Espanha.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Da pobreza de Proença a Nova, onde os vizinhos juntavam dinheiro para ligar os motores e ouvir relatos de futebol na rádio, até à Rádio Renascença, onde entrou com 39 de febre no dia 2 de fevereiro, depois de meses a apanhar o barco das 9h00 de Alcochete para Lisboa à procura de emprego. A conversa com António Ribeiro Cristóvão sobre uma vida feita de tenacidadeSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Entre o concreto das cidades e o eco das quadras, o basquete de rua ganha densidade, memória e significado no olhar do fotógrafo brasileiro Dante Prochet. Em sua primeira exposição, no Porto, ele constrói uma narrativa visual que ultrapassa o esporte e se firma como um retrato sensível de identidade, pertencimento e vida urbana. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Nas imagens de Dante Prochet a quadra não é apenas um espaço delimitado por linhas, mas também um território simbólico. É ali que corpos se movem, histórias se cruzam e comunidades se formam. É dessa matéria viva que nasce a mostra “Basquete: O Manifesto”. A exposição de estreia do fotógrafo brasileiro em Portugal revela um olhar autoral consistente. Aos 20 anos, vivendo há cinco no país, o fotógrafo apresenta um trabalho que surpreende pela maturidade e pela clareza de intenção. O projeto teve origem em um livro, concebido como trabalho final acadêmico e, que ganha escala e intensidade em novo contexto. As imagens, ampliadas, impressas com cuidado e distribuídas de forma a manter o ritmo narrativo do livro, convidam o espectador a uma experiência mais lenta, quase imersiva. “Manifesto”, aqui, não é metáfora vazia e sim, como define o próprio artista, uma declaração. “Quis mostrar, pelas minhas fotos, a cultura do basquete de rua”, explica. Ele faz isso deslocando o olhar do jogo em si para os elementos que o sustentam e carregam história: os encontros, os códigos, os gestos e os espaços. Lisboa e Nova York O trabalho se organiza a partir de um eixo geográfico e simbólico, entre Lisboa e Nova York. Duas cidades que, à primeira vista, pouco têm em comum, mas que se aproximam na linguagem universal do basquete de rua. “Nova York é o centro desse universo, com quadras icônicas por onde passaram e ainda passam jogadores da NBA e grandes nomes do basquete mundial. São espaços carregados de história, quase míticos dentro da cultura do esporte. O que me interessava era justamente colocar isso em diálogo com a realidade portuguesa, muito mais discreta em termos de projeção, mas que, para mim, tem o mesmo peso em significado. São contextos diferentes, mas que se encontram na forma como o basquete de rua constrói comunidade e identidade”, afirma. Um manifesto entre memória e território Nas imagens feitas na cidade americana, as quadras surgem como espaços carregados de memória, lugares onde passaram jogadores profissionais, onde nasceram lendas e onde o jogo se mistura à própria construção da identidade local. Em Lisboa, por outro lado, o olhar se volta também para as ausências, como a precariedade, a falta de incentivo, a fragilidade de estruturas das quais, muitas vezes, dependem comunidades inteiras. É nesse ponto que o trabalho ganha densidade crítica. Fotografias como Quadra Quebrada condensam essa tensão. A imagem nasceu de uma experiência pessoal, depois que uma quadra próxima à casa do fotógrafo teve a cesta retirada após reclamações de barulho. “Ali existia uma comunidade. Quando tiraram a cesta, aquilo simplesmente acabou”, lembra. O que se vê, então, não é apenas a ausência de um equipamento, mas o esvaziamento de um espaço de convivência. Uma estética que aproxima A força das imagens também reside na linguagem utilizada. Influenciado por nomes como William Klein, nova-iorquino e um dos fotografos mais influentes do século XX, Prochet aposta em uma estética mais crua, menos polida, que aproxima o espectador da ação. Há movimento, ruído, tensão. Ao mesmo tempo, referências como Robert Adams, fotógrafo americano ligado ao movimento New Topographics, ajudam a construir momentos de pausa e composição mais limpa, criando um equilíbrio que sustenta a narrativa visual. Outro contraste entre o basquete de rua e o basquete federado atravessa o trabalho. Enquanto o segundo é marcado por regras, uniformes e controle, o primeiro se afirma como espaço de liberdade. “Na rua, você joga como quer, se veste como quer. Existe uma liberdade total”, diz Prochet. Essa autonomia aparece não apenas nos gestos dos jogadores, mas também na forma como ocupam o espaço e constroem sua identidade. Em um tempo dominado pela circulação acelerada de imagens, o jovem também propõe uma reflexão sobre a materialidade da fotografia. Para ele, há uma diferença decisiva entre ver uma imagem na tela do celular e encontrá-la em uma parede. “Você perde detalhes importantes no digital, como o brilho e a textura do papel. Isso muda completamente a experiência”, afirma. Ainda assim, reconhece a ambivalência das redes sociais que, ao mesmo tempo em que ampliam o alcance do trabalho, também reduzem parte de sua potência sensorial. A estreia em Portugal surge a partir da relação com um coletivo artístico local, e o resultado, segundo o próprio fotógrafo, supera as expectativas iniciais. Mais do que um primeiro passo, Basquete: O Manifesto se apresenta como um gesto inaugural que já carrega identidade. Há, no trabalho de Dante Prochet, uma compreensão clara de que o essencial não está apenas no jogo, mas em tudo o que o cerca. E é nesse entorno, feito de pessoas, histórias e espaços, que sua fotografia encontra força, sentido e permanência. A exposição “Basquete: O Manifesto”, em cartaz na Temporada Social Club, no Porto, segue aberta ao público até 14 de julho
Entre o concreto das cidades e o eco das quadras, o basquete de rua ganha densidade, memória e significado no olhar do fotógrafo brasileiro Dante Prochet. Em sua primeira exposição, no Porto, ele constrói uma narrativa visual que ultrapassa o esporte e se firma como um retrato sensível de identidade, pertencimento e vida urbana. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Nas imagens de Dante Prochet a quadra não é apenas um espaço delimitado por linhas, mas também um território simbólico. É ali que corpos se movem, histórias se cruzam e comunidades se formam. É dessa matéria viva que nasce a mostra “Basquete: O Manifesto”. A exposição de estreia do fotógrafo brasileiro em Portugal revela um olhar autoral consistente. Aos 20 anos, vivendo há cinco no país, o fotógrafo apresenta um trabalho que surpreende pela maturidade e pela clareza de intenção. O projeto teve origem em um livro, concebido como trabalho final acadêmico e, que ganha escala e intensidade em novo contexto. As imagens, ampliadas, impressas com cuidado e distribuídas de forma a manter o ritmo narrativo do livro, convidam o espectador a uma experiência mais lenta, quase imersiva. “Manifesto”, aqui, não é metáfora vazia e sim, como define o próprio artista, uma declaração. “Quis mostrar, pelas minhas fotos, a cultura do basquete de rua”, explica. Ele faz isso deslocando o olhar do jogo em si para os elementos que o sustentam e carregam história: os encontros, os códigos, os gestos e os espaços. Lisboa e Nova York O trabalho se organiza a partir de um eixo geográfico e simbólico, entre Lisboa e Nova York. Duas cidades que, à primeira vista, pouco têm em comum, mas que se aproximam na linguagem universal do basquete de rua. “Nova York é o centro desse universo, com quadras icônicas por onde passaram e ainda passam jogadores da NBA e grandes nomes do basquete mundial. São espaços carregados de história, quase míticos dentro da cultura do esporte. O que me interessava era justamente colocar isso em diálogo com a realidade portuguesa, muito mais discreta em termos de projeção, mas que, para mim, tem o mesmo peso em significado. São contextos diferentes, mas que se encontram na forma como o basquete de rua constrói comunidade e identidade”, afirma. Um manifesto entre memória e território Nas imagens feitas na cidade americana, as quadras surgem como espaços carregados de memória, lugares onde passaram jogadores profissionais, onde nasceram lendas e onde o jogo se mistura à própria construção da identidade local. Em Lisboa, por outro lado, o olhar se volta também para as ausências, como a precariedade, a falta de incentivo, a fragilidade de estruturas das quais, muitas vezes, dependem comunidades inteiras. É nesse ponto que o trabalho ganha densidade crítica. Fotografias como Quadra Quebrada condensam essa tensão. A imagem nasceu de uma experiência pessoal, depois que uma quadra próxima à casa do fotógrafo teve a cesta retirada após reclamações de barulho. “Ali existia uma comunidade. Quando tiraram a cesta, aquilo simplesmente acabou”, lembra. O que se vê, então, não é apenas a ausência de um equipamento, mas o esvaziamento de um espaço de convivência. Uma estética que aproxima A força das imagens também reside na linguagem utilizada. Influenciado por nomes como William Klein, nova-iorquino e um dos fotografos mais influentes do século XX, Prochet aposta em uma estética mais crua, menos polida, que aproxima o espectador da ação. Há movimento, ruído, tensão. Ao mesmo tempo, referências como Robert Adams, fotógrafo americano ligado ao movimento New Topographics, ajudam a construir momentos de pausa e composição mais limpa, criando um equilíbrio que sustenta a narrativa visual. Outro contraste entre o basquete de rua e o basquete federado atravessa o trabalho. Enquanto o segundo é marcado por regras, uniformes e controle, o primeiro se afirma como espaço de liberdade. “Na rua, você joga como quer, se veste como quer. Existe uma liberdade total”, diz Prochet. Essa autonomia aparece não apenas nos gestos dos jogadores, mas também na forma como ocupam o espaço e constroem sua identidade. Em um tempo dominado pela circulação acelerada de imagens, o jovem também propõe uma reflexão sobre a materialidade da fotografia. Para ele, há uma diferença decisiva entre ver uma imagem na tela do celular e encontrá-la em uma parede. “Você perde detalhes importantes no digital, como o brilho e a textura do papel. Isso muda completamente a experiência”, afirma. Ainda assim, reconhece a ambivalência das redes sociais que, ao mesmo tempo em que ampliam o alcance do trabalho, também reduzem parte de sua potência sensorial. A estreia em Portugal surge a partir da relação com um coletivo artístico local, e o resultado, segundo o próprio fotógrafo, supera as expectativas iniciais. Mais do que um primeiro passo, Basquete: O Manifesto se apresenta como um gesto inaugural que já carrega identidade. Há, no trabalho de Dante Prochet, uma compreensão clara de que o essencial não está apenas no jogo, mas em tudo o que o cerca. E é nesse entorno, feito de pessoas, histórias e espaços, que sua fotografia encontra força, sentido e permanência. A exposição “Basquete: O Manifesto”, em cartaz na Temporada Social Club, no Porto, segue aberta ao público até 14 de julho
Aos 19 anos, Maria se apaixonou pelo Aldair, que tinha o apelido de "Bolinha" e fugiu de casa para construir uma vida ao lado dele. Juntos, eles criaram dois filhos e levantaram a própria casa, mas em uma viagem de família tudo mudou. O Bolinha foi tentar salvar uma criança que estava se afogando no mar a acabou falecendo. Maria se viu destruída pela tragédia e mesmo sem forças, continuou firme pelos filhos. Anos depois, em busca de um novo começo, ela conheceu o Humberto e o amor retornou para o seu coração. Só que, depois de 8 anos juntos, ele sofreu um infarto e partiu em cima da cama, fazendo Maria reviver o pesadelo da perda outra vez. Ainda assim, ela escolheu continuar vivendo, se agarrando aos filhos, à neta e à vontade de aproveitar a vida. Hoje, aos 61 anos e depois de tanta dor, ela continua seguindo em frente com muita coragem.
É uma das vozes jornalísticas mais consistentes em Portugal quando se trata de investigar e criar reflexão sobre imigração, direitos humanos, e de expor as camadas profundas do racismo e desigualdades sociais que persistem no presente. Duas vezes premiada com o prémio Gazeta, Joana Gorjão Henriques é autora de vários livros e assinou em 2025 o documentário “Racismo, uma descolonização em curso”, disponível agora na RTP Play. E deixa claro que a discriminação racial é um problema ainda sem solução na sociedade.“Portugal continua num apartheid de poder. Na casa onde se fazem as leis e a democracia vemos só uma deputada negra, a Eva Cruzeiro.”Ouçam-na nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Um drone russo atingiu um prédio residencial na Romênia, próximo à fronteira com a Ucrânia. Duas pessoas ficaram feridas. O presidente da Romênia convocou uma reunião de emergência em resposta ao incidente. A União Europeia e a OTAN condenaram o ataque e classificaram-no como imprudente, afirmando estar preparadas para defender o território dos países membros. E ainda: SUS amplia proteção vacinal para doença pneumocócica.
Trailer do podcast As Duas Vidas de Rudolf
May Allah accept their prayers, forgive us all, and grant every longing heart the chance to answer His call. Ameen.
Trailer oficial de As duas Vidas de Rudolf, que estreia dia 29
Duas crianças foram abandonadas numa estrada em Portugal pela mãe, que fugira de França. O que pode explicar isto? Análise com o psiquiatra Gustavo Jesus.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Duas crianças foram abandonadas numa estrada em Portugal pela mãe, que fugira de França. O que pode explicar isto? Análise com o psiquiatra Gustavo Jesus.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Duas séries com narrativas contadas de diferentes pontos de vista a cada episódio. Estamos falando de "Naquela Noite", da Netflix; e "O Melhor Infarto da Minha Vida", da Disney+.Músicas: - Weeknds by DayFox - It Afrobeat - Nver Avetyan Music- Night In Venice by Kevin MacLeod - | License: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
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Congresso do CDS, que decorreu este fim-de-semana em Alcobaça, foi dominado pelo debate existencial de um partido que não sabe quanto vale fora da AD. Se um dia tiver de voltar às urnas com marca própria, conseguirá fazer prova de vida? Para avaliar dessa possibilidade, conversamos com Eunice Lourenço, a editora de Política do Expresso, que esteve em Alcobaça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O governo de São Paulo confirmou mais duas mortes por febre amarela no estado e alertou a população para se vacinar contra a doença. As duas mortes foram confirmadas em Lagoinha, na região do Vale do Ribeira. Eram dois homens de 64 e 54 anos. E ainda: Nova frente fria avança e traz instabilidades para o Centro-Sul do país.
Por que estamos caminhando para um judiciário cada vez mais punitivista? Por que o embate entre o Código de Processo Penal - um texto de inspiração fascista - e a Constituição Federal simbolizam essa tendência autoritária? O que a Operação Lava-Jato tem a ver com tudo isso?Episódios relacionados36: Duas vezes cadeia86: A Vaza-Jato e o mea culpa da imprensa110: Você é livre para ser livre?Entrevistada do episódioMaíra Cardoso ZapaterÉ coordenadora e professora de direito da Escola Paulista de Política, Economia e Negócios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), doutora em direitos humanos, especialista em direito penal e processual penal. É formada também em Ciência Sociais.Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Esther Fischborn e Luka Pumes, da Voz da Torcida, debatem o 2 a 2 com o Coritiba pelo Campeonato Brasileiro e projetam o jogo de volta contra o Athletic, pela quinta fase da Copa do Brasil. Aperte o play!
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Duas questões foram abordadas neste debate a maternidade e o feminicídio. Não deixe de assistir e compartilhar!
#3em1Agro - confira os destaques desta sexta-feira (08/05/26):➡️ Brasil vira destino nº 1 da China em investimento no mundo. Saiba onde estão concentrados os recursos. ➡️ Lácteos: importação sobe quase 35%. Teremos novo recorde em 2026?➡️ Duas semanas após a Agrishow: crédito para máquinas agrícolas saiu do papel?➡️ Risco de geada: Saiba quais regiões podem ser atingidas!*Kellen Severo, jornalista Agro
Os ficheiros a que o Observador teve acesso permitem reconstituir o dia do homicídio de Carlos Castro, mas também o momento do crime: a confissão de Renato Seabra do que aconteceu no quarto de hotel. "Os ficheiros do caso Carlos Castro" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Joana Santos e tem banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir semanalmente os episódios de "Os ficheiros do caso Carlos Castro" na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt. Pode assinar aqui. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os ficheiros a que o Observador teve acesso permitem reconstituir o dia do homicídio de Carlos Castro, mas também o momento do crime: a confissão de Renato Seabra do que aconteceu no quarto de hotel. "Os ficheiros do caso Carlos Castro" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Joana Santos e tem banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir semanalmente os episódios de "Os ficheiros do caso Carlos Castro" na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt. Pode assinar aqui. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma emissão que não bateu o recorde da maratona, mas passou a voar!