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NESTA EDIÇÃO. Duas maiores petroleiras estatais da América Latina, Petrobras e Pemex buscam parcerias. EPE propõe soluções de transmissão no Pará, Ceará e Piauí com mais de R$ 7 bi em investimentos para viabilizar cargas de mineração, data centers e hidrogênio. CNI pede aos presidenciáveis redução de subsídios à geração distribuída e investimentos em hidrelétricas. Chevron fecha acordo de 20 anos para fornecer energia a data center da Microsoft no Texas, com base em geração a gás natural. ***Locução gerada por IA
O novo namorado de Shakira! Amanhã é dia de Portugal... e ainda um olhar diferente ao (desconhecido) país que amanhã será adversário!
Todas as crianças de 4 anos vão receber mais uma dose de reforço da vacina contra a poliomielite. Com isso, o SUS volta a oferecer o esquema que era feito até 2024, mas agora exclusivamente com a vacina injetável. O novo esquema de vacinação passa a valer a partir do dia 3 de agosto. O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Ep. #257 - O homem de duas caras | Cap. 17Edição especial: Releitura de Harry Potter e a Pedra Filosofal
Referências do EpisódioTURING DAY 2026 | 6ª EDIÇÃO - DIA 25/06K000161616: NGINX ngx_http_v3_module vulnerability CVE-2026-42530K000161584: NGINX ngx_http_proxy_v2_module and ngx_http_grpc_module vulnerability CVE-2026-42055Killing me gently: Inside Gentlemen's EDR killer frameworkLost in relocation: analysis of a new loader distributing CASTLESTEALERAutoJack: How a single page can RCE the host running your AI agent Oracle Critical Security Patch Update Advisory - June 2026PeopleSoft PeopleTools Pre-Authentication RCE: A PSIGW SSRF Chain That Executes Inside the JVMRoteiro e apresentação: Carlos CabralEdição de áudio: Paulo Arruzzo Narração de encerramento: Bianca Garcia
Segue o Podcast Conversa no Instagram.Não te esqueças de subscrever e deixar like no vídeo, ajuda muito o canal.Também disponível no Spotify e Apple Podcasts.Acompanhe a leitura de cartas oficiais enviadas por líderes mundiais e chefes de estado. Veja quais autoridades responderam aos envios recentes.Nesta live, realizo a leitura de cartas recebidas de diversos governantes e figuras de autoridade ao redor do globo. O foco é compartilhar o conteúdo dessas correspondências políticas, que incluem respostas oficiais de primeiros-ministros, presidentes e membros da realeza. Se você tem interesse em ver quais líderes internacionais enviaram suas respostas, este vídeo detalha cada documento que chegou às minhas mãos.Abordo desde as respostas do Primeiro-Ministro português e do Primeiro-Ministro irlandês até as comunicações vindas de Taiwan e do Mónaco. Analisamos a natureza dessas cartas de líderes e o que cada uma representa no contexto atual. A leitura de cartas é um exercício de transparência sobre quem decidiu responder e como essas mensagens oficiais são redigidas.Inscreva-se para acompanhar novas atualizações sobre esta correspondência política semanalmente e comente abaixo qual país ou líder você espera ver na próxima rodada de leitura de cartas.
A Cooperativa-Museu Cérès Franco, no sudoeste da França, abriga a coleção de arte única e excepcional da crítica de arte, curadora e galerista brasileira. Depois de três anos fechada para reforma, a instituição, instalada em uma antiga cooperativa vinícola de Montolieu, reabre a partir de 20 de junho. Adriana Brandão, enviada especial da RFI a Montolieu A gaúcha Cérès Franco (1926-2021) foi uma pioneira. Ela inovou a cena artística parisiense depois de se instalar na França nos anos 1950, inicialmente como crítica de arte. Ao organizar uma primeira exposição, em 1962, intitulada "L'oeil de Boeuf", ou Olho de Boi, ela pediu aos artistas que realizassem somente obras em formato redondo ou oval, rompendo com o padrão quadrado vigente e desafiando a estética burguesa. O princípio norteou o seu percurso. Em 1972, ela foi a primeira brasileira a abrir uma galeria de arte em Paris, batizada naturalmente de L'Oeil de Boeuf. Cérès Franco, que conhecia e frequentava todos os grandes artistas da época, de Picasso a Cocteau, defendia uma arte sem fronteiras. Ela também foi uma das primeiras a divulgar na França a arte bruta e naïf brasileira, na época ainda pouco conhecida e marginalizada. A galerista estabeleceu um diálogo entre artistas populares e autodidatas com as vanguardas artísticas do Brasil, da Europa e de outras regiões. Para o diretor da Cooperativa-Museu Cérès Franco, Maximilien Fortier, a “liberdade” define a singularidade da colecionadora brasileira. “O destino de Cérès Franco é particular e muito pessoal. Raramente uma pessoa na história da arte misturou tanto o pessoal e o profissional, especialmente no que diz respeito aos seus amigos, que eram quase todos artistas, para os quais ela solicitava produções com muita frequência. O que também é bastante original é o fato de ela apreciar muito a figuração, a cor e o aspecto internacional. Um termo que a define, e com o qual ela mesma se definia, é, acima de tudo, a liberdade”, afirma Fortier. Em 1995, a brasileira fechou a galeria em Paris e instalou sua vasta e singular coleção de arte moderna e contemporânea em duas casas em Lagrasse, no sudoeste da França, que abriu ao público. Seis anos antes de morrer, ela doou, em 2015, a coleção de 1763 quadros, de artistas de 39 nacionalidades, a Montolieu, um vilarejo de apenas 800 habitantes, mas com 16 livrarias, conhecido como cidade do livro e das artes. A coleção foi instalada em uma antiga cooperativa vinícola. O belo prédio, em estilo art déco, passou por reformas durante três anos para melhorar sua acessibilidade. Antes da reabertura, a instituição ganhou, em dezembro de 2025, o selo de Museu da França. “Integrar a grande rede dos 1.200 museus da França, presentes em todo o território francês, era algo que Cérès Franco desejava conceder à sua coleção para poder preservá-la, especialmente garantindo sua transmissão às gerações futuras”, salienta o diretor. “Temos também a missão de dinamizar a cultura no meio rural e mostrar que todas as nossas regiões possuem pequenos tesouros, como o nosso museu”, acrescenta. Duas exposições na reabertura A Cooperativa-Museu Cérès Franco reabre com duas exposições. A mais importante delas, “Les aventuriers de l'oeil-de-boeuf” ou Os aventureiros do Olho de Boi, reúne 185 obras, de 100 artistas, para retraçar parte de seu percurso e homenagear a colecionadora brasileira. “'Les aventuriers de l'œil-de-bœuf' é uma exposição que reconstrói a trajetória de Cérès Franco entre 1962 e 1972, ou seja, o período em que ela foi curadora e em que vemos que, partindo da crítica de arte e da escrita, ela acabará se tornando galerista”, explica Maximilien Fortier. Artistas de 25 nacionalidades estão representados nessa primeira mostra, entre eles cerca de vinte artistas de origem brasileira. “Essa é uma característica da Cérès Franco, que expôs bastante a arte naïf brasileira e buscou, por meio do 'L'œil de bœuf' e de diversas outras exposições, valorizar as obras de seu país natal”, detalha o diretor do museu. Entre os brasileiros expostos ou que integram a coleção estão Frans Krajcberg, Flávio Shiró, Waldomiro de Deus, Eli Heil, Pedro Paulo Leal e Gontran Netto, que fez o retrato de Cérès Franco no círculo central da bandeira do Brasil. Gontran era um exilado político brasileiro e, assim como ele, outros artistas refugiados da América do Sul ou da Europa do Leste também integram a coleção eclética de Cérès Franco. “Corneille, Chaïbia, Cérès Franco des poèmes pour le monde” ou poemas para o mundo é a segunda exposição montada para a reabertura da Cooperativa-Museu de Montolieu. Desconhecida no Brasil "Estou bastante surpresa e bastante feliz com essa visita", comentou a jornalista brasileira e editora da revista francesa "Beaux Arts" Débora Bertol, que não conhecia muito bem o trabalho de Cérès Franco. “Ela foi uma pioneira da crítica de arte aqui na França, e mesmo na história da crítica de arte, essa galeria L'Oeil de Boeuf foi realmente um lugar superimportante para as vanguardas artísticas da escola de Paris, nos anos 70 e 60”, ressalta a jornalista. Débora Bertol acredita que a reinauguração do Museu Cérès Franco irá contribuir para o devido reconhecimento da brasileira. “Eu acho que a gente vai ouvir falar bastante dela agora, nesses próximos meses. É interessante porque os franceses também vão redescobrir essa personalidade que é interessante não só para o Brasil, em termos de história da arte, da crítica de arte brasileira, mas da França e internacional também, porque ela trabalhava com artistas do mundo todo”, espera. A jornalista, que estudou história da arte e crítica de arte, é categórica ao afirmar que nem no Brasil, onde fez exposições importantes na época da Ditadura Militar, Cérès Franco “é tão conhecida como deveria ser. E talvez esse seja o primeiro passo para restabelecer o papel dela na crítica de arte mundial, como uma brasileira”, torce. Mulher e brasileira Cérès Franco também foi singular ao se impor como mulher e estrangeira em um meio artístico ainda dominado por homens franceses, ressalta Maximilien Fortier. “O fato de ela ser uma mulher extraeuropeia em um ambiente masculino e francês, na Paris dos anos 1960, entre 1962 e 1972, marcou profundamente sua trajetória e fechou muitas portas. No entanto, podemos dizer que tudo terminou bem, já que hoje sua coleção está preservada e integra o patrimônio francês, acessível a todos”, relativiza. Para Débora Bertol, a curadora e galerista brasileira teve uma coragem extrema “porque realmente se lançar numa aventura dessas, sendo estrangeira, sendo mulher, é muito corajoso, é bastante impressionante o percurso dela. Ela deve ter batalhado muito para se impor e conseguir fazer valer a visão dela. Mas ela conseguiu e construiu uma coleção excelente”. As duas exposições de reabertura da Cooperativa-Museu Cérès Franco em Montolieu ficam em cartaz de 20 de junho de 2026 a 3 de janeiro de 2027, quando outras mostras, revelando novos aspectos da coleção e do percurso singular da galerista e curadora brasileira, serão montadas. Para saber como chegar e visitar o Museu Cérès Franco clique no link. A descoberta da região e do museu vale a pena.
"O raio cai, sim, duas vezes no mesmo lugar" é o nome do podcast realizado para a disciplina "Jornalismo Audiovisual: Lives e Webdocs", do curso latu sensu em Jornalismo Digital e Inovação da Faculdade Cásper Líbero e ministrada pelo Prof. Me. Júlio César Fernandes.A matéria é apresentada e produzida pelos estudantes Fátima Lima, Helena Rocha, Isaque Luis, Leticia Novaes, Ligia Moraes e Mariana Pinho.
O colapso de Ronaldo Fenômeno antes da final da Copa do Mundo de 1998 foi o pontapé inicial de muita coisa: da sua própria jornada de redenção na Copa seguinte, da disseminação de primeira grande fake news da história da internet brasileira, e até de uma CPI que tentava explicar o inexplicável. O que aconteceu naquele 12 de julho de 98 em Paris? Este é mais um episódio do Escuta Essa, podcast quinzenal em que Denis e Danilo trocam histórias de cair o queixo e de explodir os miolos. Duas vezes por mês, sempre às quartas-feiras, no seu agregador de podcasts favorito!Ajude o Escuta Essa a voltar a ser semanal! Faça parte do Clube dos Escuteiros agora mesmo em apoia.se/escutaessaMande seus comentários e perguntas no Spotify, nas redes sociais, ou no e-mail escutaessa@aded.studio. A gente sempre lê mensagens no final de cada episódio!NESTE EPISÓDIO-A página 6 do caderno especial da Copa do Mundo na Folha de S.Paulo de 13 de Julho de 98 é a que reúne um pouco de tudo: o “abalo emocional” de Ronaldo, a conversa sobre os planos da Nike e até especulações sobre o relacionamento do atacante com a atriz Suzana Werner-Em 2019 a SporTV encontrou e entrevistou Gunther Schweitzer, personagem incluído na fake news que te deixaria enojado-A versão 2010 da fake news da Copa de 1998 pode ser lida neste grupo.-O deputado Sílvio Torres, do PSDB, defendeu em 2001 que a CPI da Nike foi positiva apesar de seu relatório final não ter sido aprovado.-Sílvio Torres escreveu junto de Aldo Rebelo um livro sobre a relação entre a Nike e a CBF. Ricardo Teixeira barrou o lançamento do livro em 2001, ele foi lançado apenas em 2016, quando Teixeira já estava exilado em Miami-As notas da CPI da Nike seguem disponíveis no site da Câmara.-Muito do que foi narrado na CPI está disponível no livro “Futebol: the Brazilian Way of Life”, de Alex Bellos.AD&D STUDIOA AD&D produz podcasts e vídeos que divertem e respeitam sua inteligência! Acompanhe todos os episódios em aded.studio para não perder nenhuma novidade.
Outro dia, conversava com um senhor idoso e ele me disse algo que guardei no coração. Ele falou:— Meu filho, para atravessar a vida, o casamento, a profissão e qualquer desafio, a gente precisa de apenas duas coisas: prumo e rumo.Pedi que ele me explicasse melhor.Então ele disse:— Você já viu um prumo na construção civil? Ele serve para manter tudo alinhado, em equilíbrio. E é assim na vida também. Precisamos de equilíbrio nas palavras, nas decisões, nos sonhos e nos passos que damos.E o rumo? O rumo é o alvo, a direção. É saber para onde estamos indo e por que estamos caminhando.Aquela conversa me fez pensar.Quantas vezes perdemos o prumo? Queremos fazer tudo ao mesmo tempo, damos passos maiores do que as pernas, deixamos a ansiedade tomar conta e acabamos nos desequilibrando.E quantas vezes perdemos o rumo? Corremos tanto que esquecemos nossos propósitos, nossos valores e até aquilo que realmente importa.Por isso, tenho feito uma oração simples:“Deus, conceda-me prumo e rumo.”Prumo para manter o equilíbrio diante das conquistas e das dificuldades.E rumo para nunca perder de vista o meu propósito.Porque quem tem equilíbrio não se precipita. E quem tem direção não se perde.Talvez seja essa a reflexão para este dia: antes de pedir tantas coisas à vida, peça apenas isso…Prumo para sustentar os passos. E rumo para saber onde o coração deseja chegar.
Outro dia, conversava com um senhor idoso e ele me disse algo que guardei no coração. Ele falou:— Meu filho, para atravessar a vida, o casamento, a profissão e qualquer desafio, a gente precisa de apenas duas coisas: prumo e rumo.Pedi que ele me explicasse melhor.Então ele disse:— Você já viu um prumo na construção civil? Ele serve para manter tudo alinhado, em equilíbrio. E é assim na vida também. Precisamos de equilíbrio nas palavras, nas decisões, nos sonhos e nos passos que damos.E o rumo? O rumo é o alvo, a direção. É saber para onde estamos indo e por que estamos caminhando.Aquela conversa me fez pensar.Quantas vezes perdemos o prumo? Queremos fazer tudo ao mesmo tempo, damos passos maiores do que as pernas, deixamos a ansiedade tomar conta e acabamos nos desequilibrando.E quantas vezes perdemos o rumo? Corremos tanto que esquecemos nossos propósitos, nossos valores e até aquilo que realmente importa.Por isso, tenho feito uma oração simples:“Deus, conceda-me prumo e rumo.”Prumo para manter o equilíbrio diante das conquistas e das dificuldades.E rumo para nunca perder de vista o meu propósito.Porque quem tem equilíbrio não se precipita. E quem tem direção não se perde.Talvez seja essa a reflexão para este dia: antes de pedir tantas coisas à vida, peça apenas isso…Prumo para sustentar os passos. E rumo para saber onde o coração deseja chegar.
Análise pós-jogo da partida entre Novorizontino x Náutico, válida pela 13ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Vem com a turma! Náutico ficou duas vezes na frente do placar, mas, com falha grave da zaga, não conseguiu segurar o poderio ofensivo do Novorizontino no segundo tempo. Um resultado que poderia ser positivo antes da […]
Bombardeios noturnos em Kharkiv e na capital ucraniana Kyiv causaram perdas e medo; pelo menos 10 civis morreram e mais de 40 ficaram feridos; destruição afetou mais de 30 instalações civis e deixou 140 mil ucranianos no escuro.
Um grave acidente de trânsito registrado na manhã de domingo (14) na Serra do Rio do Rastro mobilizou uma grande força-tarefa de resgate e deixou quatro pessoas feridas. A colisão envolveu dois automóveis e teria sido provocada por uma falha mecânica em um dos veículos. A ocorrência exigiu uma operação complexa das equipes de socorro, especialmente devido à gravidade dos ferimentos e às condições do local. Uma das vítimas ficou presa às ferragens, sendo necessário o uso de equipamentos de desencarceramento para sua retirada em segurança pelos bombeiros. Duas pessoas, que apresentavam estado de saúde considerado crítico, foram transportadas de helicóptero para Criciúma. Elas apresentavam suspeitas de traumatismo craniano e hemorragia interna, necessitando de atendimento especializado com a maior rapidez possível. O atendimento contou com a atuação integrada do Corpo de Bombeiros, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e da equipe aeromédica, que trabalharam de forma coordenada para estabilizar e encaminhar as vítimas aos hospitais da região. Em razão da operação de resgate e da remoção dos veículos envolvidos, a Serra do Rio do Rastro permaneceu interditada por aproximadamente duas horas, sendo liberada somente após a conclusão dos trabalhos das equipes e a retirada dos envolvidos. O Bombeiro Civil Jeovane Oliveira, responsável pela comunicação do quartel do CBMSC em Lauro Müller, conversou com o repórter Álvaro Souza e detalhou a dinâmica da ocorrência, destacando a complexidade da operação e o empenho das equipes para garantir um atendimento rápido e seguro às vítimas. Ouça a entrevista:
Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Paulo Zulu e Marco Villela (o “Gigante”), duas lendas vivas do Jiu‑Jitsu com trajetórias que atravessam décadas, continentes e gerações. Trazendo memórias dos anos 90, do Rio e Brasília, passando pela capoeira, Muay Thai e por uma vida dedicada a ensinar; com histórias de tatame, surfe, hospitalidade e o papel do professor que levou o Jiu‑Jitsu para além do Brasil.Juntos, eles dialogam sobre técnica, didática, espiritualidade e o legado humano que o esporte constrói.Temas centrais do episódio:- Raízes e memórias: como Brasília, os anos 90 e a transição entre capoeira, Muay Thai e Jiu‑Jitsu moldaram trajetórias.- Conexão surfe + Jiu‑Jitsu: espiritualidade e comunidade.- Ensino com propósito: didática no tatame, sequência, posição e a diferença entre “rolar” e ensinar.- Experiência internacional: desafios e aprendizados de dar aula na Austrália, Vietnã e Nova Zelândia.- Valores que importam: respeito, gratidão, disciplina e a missão de preservar a história da arte.- Jiu‑Jitsu como treino para a vida: controle emocional, autoestima, coragem e sobrevivência diante de problemas reais.- Laços que duram: amizade verdadeira, reencontros e a família que treina junto.Este episódio é um encontro entre gerações, uma conversa íntima e prática para professores, praticantes e quem busca entender como o Jiu‑Jitsu transforma corpo, mente e relações.
Duas baleias jubartes quebram recorde de migração entre Brasil e Austrália. Número de estudantes estrangeiros em Portugal quadruplica em dez anos. Projeto em Lisboa ensina português a crianças de famílias imigrantes. Chico César reencontra as raízes da carreira no álbum 'Fofo' Alice Caymmi reinterpreta clássicos do avô Dorival Caymmi em novo álbum. Comunidade portuguesa na Suíça chega a 264 mil residentes.Duas baleias jubartes quebram recorde de migração entre Brasil e Austrália. Número de estudantes estrangeiros em Portugal quadruplica em dez anos. Projeto em Lisboa ensina português a crianças de famílias imigrantes. Chico César reencontra as raízes da carreira no álbum 'Fofo' Alice Caymmi reinterpreta clássicos do avô Dorival Caymmi em novo álbum. Comunidade portuguesa na Suíça chega a 264 mil residentes.
Sermão para o II Domingo depois de PentecostesPadre Marcos Mattke, IBP.Caperla Nossa Senhora das Dores, DF.
Jurandir Filho, Rogério Montanare, Thiago Siqueira e Fernanda Schmölz fazem uma DR nos Dia dos Namorados. Por muito tempo, o cinema vendeu a ideia de que o amor era um destino. Duas pessoas se encontravam, enfrentavam alguns obstáculos e, no final, tudo se resolvia com um beijo, uma declaração ou uma corrida desesperada até o aeroporto. Mas existe um outro tipo de filme que entende algo que a vida ensina cedo ou tarde: amar alguém nem sempre é suficiente.São obras que tratam relacionamentos não como contos de fadas, mas como encontros entre pessoas complexas, cheias de defeitos, traumas, expectativas e contradições. Filmes que falam sobre desgaste, comunicação falha, ressentimentos acumulados, crescimento pessoal e até mesmo sobre a dor de perceber que duas pessoas podem se amar profundamente e, ainda assim, não conseguirem ficar juntas."História de um Casamento", "500 Dias com Ela", "Vidas Passadas", "Ela", "Anatomia de uma Queda", "Antes do Amanhecer" e outros filmes contam um pouco desses tipos de situações bem reais.==|| OFERECIMENTO: Tem lançamento que a gente gosta de verdade, e esse é um deles. A xícara vermelha de Pilão já está disponível. A combinação ideal para maratonar filmes e séries com café forte de verdade. Garanta a sua agora: https://bit.ly/49tSgjj|| ASSINE O SALA VIP DO RAPADURACAST- Escute um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast
Segundo imprensa chinesa, existem mil acampamentos para emagrecer no país; BBC ouviu relato de mulher que passou 28 dias em um deles.
İçişleri Bakanımız Sayın Mustafa Çiftçi, TÜGVA'nın genel kurul toplantısında çok tarihî bir açıklama yaptı, “Rabbime beni bir günlüğüne de olsa Kudüs valisi yapması için dua ediyorum” dedi.
Segundo imprensa chinesa, existem mil acampamentos para emagrecer no país; BBC ouviu relato de mulher que passou 28 dias em um deles.
Cerimônias de abertura da Copa no Canadá e EUA: horário, onde assistir e atrações. Copa do Mundo 2026: ainda não se sabe se Donald Trump vai participar da abertura; jornal diz que não. IPO da SpaceX: como uma empresa que dá prejuízo de bilhões pode valer US$ 1,75 trilhão? Suspeito de estupro ofereceu pipoca para convencer menina a entrar no vestiário masculino do Palmeiras, diz polícia. Comissão de Energia Nuclear confirma incidente com material radioativo no Ipen em São Paulo. Dia dos Namorados nasceu para você comprar mais: conheça a história da data no Brasil.
Duas baleias-jubartes identificadas por meio do padrão único de suas caudas surpreenderam cientistas ao estabelecer um recorde de migração entre áreas de reprodução no Brasil e na Austrália. Conversamos com dois pesquisadores envolvidos no estudo, Milton Marcondes, coordenador de pesquisa do Instituto Baleia Jubarte, e Stephanie Stack, co-autora da pesquisa e candidata a doutorado na Universidade Griffith, em Queensland.Duas baleias-jubartes identificadas por meio do padrão único de suas caudas surpreenderam cientistas ao estabelecer um recorde de migração entre áreas de reprodução no Brasil e na Austrália. Conversamos com dois pesquisadores envolvidos no estudo, Milton Marcondes, coordenador de pesquisa do Instituto Baleia Jubarte, e Stephanie Stack, co-autora da pesquisa e candidata a doutorado na Universidade Griffith, em Queensland. A distância de 15 mil quilómetros desafia o que se conhecia sobre os deslocamentos da espécie e sugere que as populações podem estar mais conectadas do que se imaginava. O estudo, publicado na revista Royal Society Open Science, documenta pela primeira vez esse tipo de travessia entre oceanos e levanta novas questões sobre comportamento, genética e conservação das baleias.
Reportagem: Débora Infante, Raquel Bernardo, Maria Quadrada e Lúcia Palhoco.Edição: Débora Infante.Tema Central: - Saúde mental nos jovens estudantes.Notícias do mês: - Duas crianças encontradas sozinhas em Setúbal;- Novo surto de Ébola que provocou 177 mortes;- Visita de Donald Trump a Pequim;- Convocatória para o Mundial de 2026.Sonoplastia: Miguel Martins e Beatriz Correia.Design: Maria Almeida.
No encerramento do Bom Dia Londrina, compartilhamos uma mensagem inspiradora, incentivando reflexões e motivação para começar bem o dia.No programa Bom Dia Londrina apresentamos sucessos musicais, curiosidades, sorteios, horóscopo e presentes para aniversariantes todos os dias. De segunda a sábado das 08h às 12h e aos domingos das 08h as 11h. Você também pode participar através do nosso Instagram ou ligando no 3356-5500.
Você sente que algo terminou, mas o novo ainda não chegou?Talvez você esteja vivendo exatamente o território entre duas vidas.Neste Ecotrimcast especial, Marcello Cotrim explica as 7 etapas da transformação humana, o processo de ruptura com a antiga identidade e o nascimento de uma nova versão de si mesmo.Uma reflexão profunda sobre mudanças, desapego, autoconhecimento, reprogramação emocional e o período de transição que antecede os maiores renascimentos da vida.Se você sente que está perdido, vazio ou vivendo um momento de indefinição, este episódio foi feito para você.GARANTA SUA VAGA PARA O MÉTODO COCOONhttps://lp.marcellocotrim.com.br/cocoon-ytr
La trompetista Airelle Besson y el acordeonista Lionel Suárez firman el disco 'Blossom' con piezas como 'Ida Lupino' de Carla Bley y 'Au lait' de Pat Metheny. La pianista y cantante Eliane Elias acaba de publicar 'Ao vivo', grabado en concierto en San Francisco, con clásicos brasileños como 'Saudade da Bahia'/'Você já foi à Bahia?' de Dorival Caymmi junto a su composición 'At first sight'. La cantante holandesa Josee Koning publicó hace un par de años 'Doce presença' con la canción de Ivan Lins que le da título -a dúo con el propio Ivan-, 'Sei là porque' y 'Plus fort que nous'. La hija pequeña de João Gilberto, Loulu, que cumple 22 años en este mes de junio, lo celebra con su primer disco: 'João', 'Duas contas', 'Mr Sandman', 'Tea for two', 'Qui nem jiló'. Despiden el armonicista Gabriel Grossi y el pianista Laurent Coulonfre tocando 'Bebê' de Hermeto Pascoal -con la trompeta de Ibrahim Maalouf-.Escuchar audio
La hija pequeña de João Gilberto, Luisa Carolina, llamada Loulu, cumple 22 años en este mes de junio y acaba de publicar su primer disco con canciones como 'João' -letra de Arnaldo Antunes inspirada por el padre de la bossa nova-, 'O mar nos encontrou', 'Avarandado' -dúo con Tom Veloso-, 'Joujou e balangandãs' -dúo con María Carvalhosa-, 'Beija-me' o 'Duas contas'. Del disco 'Blossom, de la trompetista Airelle Besson y el acordeonista Lionel Suárez, la pieza que le da título, 'Answer me' de Rausch y Winkler y 'Ida Lupino' de Carla Bley. Del concierto del día 4 de Caetano Veloso en Madrid algunas de las canciones que cantó: 'Odara', 'Branquinha', 'Fora da ordem', 'Podres poderes', 'Cucurrucucú paloma' y 'Queixa'.Escuchar audio
As duas crianças francesas, de quatro e cinco anos, que tinham sido abandonadas pela mãe e pelo companheiro numa estrada secundária do Alentejo, entre a Praia da Comporta e Alcácer do Sal, já estão de volta a Colmar, cidade onde residiam.As duas crianças francesas encontradas abandonadas numa estrada do Alentejo já regressaram a França. Os irmãos, de quatro e cinco anos, viajaram para Colmar, cidade onde residiam, numa operação coordenada pelas autoridades portuguesas e francesas. As crianças estão agora sob proteção das autoridades francesas, que avaliam as condições para serem acolhidas por familiares. A mãe e o companheiro, suspeitos de as terem abandonado, permanecem em prisão preventiva em Portugal..
No 3 em 1 desta quarta-feira (03), o destaque foi que na abertura da reunião ministerial no Palácio do Planalto, o presidente Lula (PT) subiu o tom contra o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, chamando-o de "latino-americano frustrado" que não gosta do Brasil. O presidente Lula (PT) voltou a disparar contra seus adversários políticos ao comentar o impacto do tarifaço de 25% decretado por Donald Trump. Em pronunciamento oficial, o petista afirmou que opositores "tentaram trair o Brasil movidos por interesses mesquinhos", em uma clara e direta alusão ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O presidente Lula (PT) admitiu publicamente que foi pego de surpresa pelo anúncio do tarifaço de 25% imposto por Donald Trump. Às vésperas de sua viagem para a cúpula do G7 na Itália, o petista adotou uma postura pragmática e mandou um recado direto a Washington: se os EUA fecharem as portas, o Brasil vai acelerar acordos e buscar novos parceiros. Parlamentares da base governista avaliam como positiva a instituição da "Lei da Reciprocidade" no Congresso . Apesar do tom firme do Legislativo, o Itamaraty atua nos bastidores e reforça sua total disposição para negociar um acordo com o governo Trump. O Departamento de Comércio dos EUA anunciou uma nova sobretaxa de 12,5% sobre os produtos brasileiros, e uma das justificativas oficiais atingiu em cheio a reputação internacional do país. O relatório de Washington alega falhas estruturais e leniência das autoridades no combate ao trabalho forçado. A Febraban divulgou uma nota dura rebatendo o relatório do governo de Donald Trump (USTR), que usou o sucesso do Pix como pretexto de "concorrência desleal" para justificar o tarifaço contra o Brasil. O presidente Donald Trump abriu as portas para uma pacificação histórica ao afirmar que deseja se reunir pessoalmente com o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei. Após o presidente Lula (PT) exibir uma placa com os dizeres "O Pix é do Brasil" para rebater o relatório dos EUA que acusa o sistema de concorrência desleal, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deu o troco e apareceu segurando um cartaz com a frase "O Pix é do Brasil e do Bolsonaro". Duas semanas após ter sua primeira proposta rejeitada pela Polícia Federal por omissão de dados, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, protocolou uma nova versão de delação premiada junto à PF e à PGR. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), subiu duramente o tom e voltou a engavetar os requerimentos para a abertura da CPMI do Banco Master. Alcolumbre afirmou que vem sendo "agredido e ofendido" por parlamentares de esquerda e de direita. O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), chancelou a pré-candidatura do senador Cleitinho (Republicanos-MG) ao governo de Minas Gerais. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
#672 - Estação 06 - Zerede: a fronteira entre duas gerações - BROTA OH POÇO! | JB Carvalho by JB Carvalho
Duas casas, dois horários, duas regras de ecrãs, dois critérios para os TPC, e a criança no meio entre dois mundos. Haverá guarda conjunta sem co-parentalidade?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os líbaneses têm de se refugiar cada vez mais para norte. Uma crónica de Francisco Sena Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Da pobreza de Proença a Nova, onde os vizinhos juntavam dinheiro para ligar os motores e ouvir relatos de futebol na rádio, até à Rádio Renascença, onde entrou com 39 de febre no dia 2 de fevereiro, depois de meses a apanhar o barco das 9h00 de Alcochete para Lisboa à procura de emprego. A conversa com António Ribeiro Cristóvão sobre uma vida feita de tenacidadeSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Entre o concreto das cidades e o eco das quadras, o basquete de rua ganha densidade, memória e significado no olhar do fotógrafo brasileiro Dante Prochet. Em sua primeira exposição, no Porto, ele constrói uma narrativa visual que ultrapassa o esporte e se firma como um retrato sensível de identidade, pertencimento e vida urbana. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Nas imagens de Dante Prochet a quadra não é apenas um espaço delimitado por linhas, mas também um território simbólico. É ali que corpos se movem, histórias se cruzam e comunidades se formam. É dessa matéria viva que nasce a mostra “Basquete: O Manifesto”. A exposição de estreia do fotógrafo brasileiro em Portugal revela um olhar autoral consistente. Aos 20 anos, vivendo há cinco no país, o fotógrafo apresenta um trabalho que surpreende pela maturidade e pela clareza de intenção. O projeto teve origem em um livro, concebido como trabalho final acadêmico e, que ganha escala e intensidade em novo contexto. As imagens, ampliadas, impressas com cuidado e distribuídas de forma a manter o ritmo narrativo do livro, convidam o espectador a uma experiência mais lenta, quase imersiva. “Manifesto”, aqui, não é metáfora vazia e sim, como define o próprio artista, uma declaração. “Quis mostrar, pelas minhas fotos, a cultura do basquete de rua”, explica. Ele faz isso deslocando o olhar do jogo em si para os elementos que o sustentam e carregam história: os encontros, os códigos, os gestos e os espaços. Lisboa e Nova York O trabalho se organiza a partir de um eixo geográfico e simbólico, entre Lisboa e Nova York. Duas cidades que, à primeira vista, pouco têm em comum, mas que se aproximam na linguagem universal do basquete de rua. “Nova York é o centro desse universo, com quadras icônicas por onde passaram e ainda passam jogadores da NBA e grandes nomes do basquete mundial. São espaços carregados de história, quase míticos dentro da cultura do esporte. O que me interessava era justamente colocar isso em diálogo com a realidade portuguesa, muito mais discreta em termos de projeção, mas que, para mim, tem o mesmo peso em significado. São contextos diferentes, mas que se encontram na forma como o basquete de rua constrói comunidade e identidade”, afirma. Um manifesto entre memória e território Nas imagens feitas na cidade americana, as quadras surgem como espaços carregados de memória, lugares onde passaram jogadores profissionais, onde nasceram lendas e onde o jogo se mistura à própria construção da identidade local. Em Lisboa, por outro lado, o olhar se volta também para as ausências, como a precariedade, a falta de incentivo, a fragilidade de estruturas das quais, muitas vezes, dependem comunidades inteiras. É nesse ponto que o trabalho ganha densidade crítica. Fotografias como Quadra Quebrada condensam essa tensão. A imagem nasceu de uma experiência pessoal, depois que uma quadra próxima à casa do fotógrafo teve a cesta retirada após reclamações de barulho. “Ali existia uma comunidade. Quando tiraram a cesta, aquilo simplesmente acabou”, lembra. O que se vê, então, não é apenas a ausência de um equipamento, mas o esvaziamento de um espaço de convivência. Uma estética que aproxima A força das imagens também reside na linguagem utilizada. Influenciado por nomes como William Klein, nova-iorquino e um dos fotografos mais influentes do século XX, Prochet aposta em uma estética mais crua, menos polida, que aproxima o espectador da ação. Há movimento, ruído, tensão. Ao mesmo tempo, referências como Robert Adams, fotógrafo americano ligado ao movimento New Topographics, ajudam a construir momentos de pausa e composição mais limpa, criando um equilíbrio que sustenta a narrativa visual. Outro contraste entre o basquete de rua e o basquete federado atravessa o trabalho. Enquanto o segundo é marcado por regras, uniformes e controle, o primeiro se afirma como espaço de liberdade. “Na rua, você joga como quer, se veste como quer. Existe uma liberdade total”, diz Prochet. Essa autonomia aparece não apenas nos gestos dos jogadores, mas também na forma como ocupam o espaço e constroem sua identidade. Em um tempo dominado pela circulação acelerada de imagens, o jovem também propõe uma reflexão sobre a materialidade da fotografia. Para ele, há uma diferença decisiva entre ver uma imagem na tela do celular e encontrá-la em uma parede. “Você perde detalhes importantes no digital, como o brilho e a textura do papel. Isso muda completamente a experiência”, afirma. Ainda assim, reconhece a ambivalência das redes sociais que, ao mesmo tempo em que ampliam o alcance do trabalho, também reduzem parte de sua potência sensorial. A estreia em Portugal surge a partir da relação com um coletivo artístico local, e o resultado, segundo o próprio fotógrafo, supera as expectativas iniciais. Mais do que um primeiro passo, Basquete: O Manifesto se apresenta como um gesto inaugural que já carrega identidade. Há, no trabalho de Dante Prochet, uma compreensão clara de que o essencial não está apenas no jogo, mas em tudo o que o cerca. E é nesse entorno, feito de pessoas, histórias e espaços, que sua fotografia encontra força, sentido e permanência. A exposição “Basquete: O Manifesto”, em cartaz na Temporada Social Club, no Porto, segue aberta ao público até 14 de julho
Aos 19 anos, Maria se apaixonou pelo Aldair, que tinha o apelido de "Bolinha" e fugiu de casa para construir uma vida ao lado dele. Juntos, eles criaram dois filhos e levantaram a própria casa, mas em uma viagem de família tudo mudou. O Bolinha foi tentar salvar uma criança que estava se afogando no mar a acabou falecendo. Maria se viu destruída pela tragédia e mesmo sem forças, continuou firme pelos filhos. Anos depois, em busca de um novo começo, ela conheceu o Humberto e o amor retornou para o seu coração. Só que, depois de 8 anos juntos, ele sofreu um infarto e partiu em cima da cama, fazendo Maria reviver o pesadelo da perda outra vez. Ainda assim, ela escolheu continuar vivendo, se agarrando aos filhos, à neta e à vontade de aproveitar a vida. Hoje, aos 61 anos e depois de tanta dor, ela continua seguindo em frente com muita coragem.
É uma das vozes jornalísticas mais consistentes em Portugal quando se trata de investigar e criar reflexão sobre imigração, direitos humanos, e de expor as camadas profundas do racismo e desigualdades sociais que persistem no presente. Duas vezes premiada com o prémio Gazeta, Joana Gorjão Henriques é autora de vários livros e assinou em 2025 o documentário “Racismo, uma descolonização em curso”, disponível agora na RTP Play. E deixa claro que a discriminação racial é um problema ainda sem solução na sociedade.“Portugal continua num apartheid de poder. Na casa onde se fazem as leis e a democracia vemos só uma deputada negra, a Eva Cruzeiro.”Ouçam-na nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Um drone russo atingiu um prédio residencial na Romênia, próximo à fronteira com a Ucrânia. Duas pessoas ficaram feridas. O presidente da Romênia convocou uma reunião de emergência em resposta ao incidente. A União Europeia e a OTAN condenaram o ataque e classificaram-no como imprudente, afirmando estar preparadas para defender o território dos países membros. E ainda: SUS amplia proteção vacinal para doença pneumocócica.
Trailer do podcast As Duas Vidas de Rudolf
May Allah accept their prayers, forgive us all, and grant every longing heart the chance to answer His call. Ameen.
Trailer oficial de As duas Vidas de Rudolf, que estreia dia 29
Duas séries com narrativas contadas de diferentes pontos de vista a cada episódio. Estamos falando de "Naquela Noite", da Netflix; e "O Melhor Infarto da Minha Vida", da Disney+.Músicas: - Weeknds by DayFox - It Afrobeat - Nver Avetyan Music- Night In Venice by Kevin MacLeod - | License: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Duas crianças foram abandonadas numa estrada em Portugal pela mãe, que fugira de França. O que pode explicar isto? Análise com o psiquiatra Gustavo Jesus.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Duas crianças foram abandonadas numa estrada em Portugal pela mãe, que fugira de França. O que pode explicar isto? Análise com o psiquiatra Gustavo Jesus.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Por que estamos caminhando para um judiciário cada vez mais punitivista? Por que o embate entre o Código de Processo Penal - um texto de inspiração fascista - e a Constituição Federal simbolizam essa tendência autoritária? O que a Operação Lava-Jato tem a ver com tudo isso?Episódios relacionados36: Duas vezes cadeia86: A Vaza-Jato e o mea culpa da imprensa110: Você é livre para ser livre?Entrevistada do episódioMaíra Cardoso ZapaterÉ coordenadora e professora de direito da Escola Paulista de Política, Economia e Negócios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), doutora em direitos humanos, especialista em direito penal e processual penal. É formada também em Ciência Sociais.Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Os ficheiros a que o Observador teve acesso permitem reconstituir o dia do homicídio de Carlos Castro, mas também o momento do crime: a confissão de Renato Seabra do que aconteceu no quarto de hotel. "Os ficheiros do caso Carlos Castro" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Joana Santos e tem banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir semanalmente os episódios de "Os ficheiros do caso Carlos Castro" na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt. Pode assinar aqui. See omnystudio.com/listener for privacy information.