Podcasts about Nas

American rapper, record executive, and entrepreneur from New York

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Nas

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    Medyascope.tv Podcast
    Ermenistan seçimleri: Nikol Paşinyan nasıl kazandı? | Nasıl Bir Dünya? Nasıl Bir Türkiye?

    Medyascope.tv Podcast

    Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 34:12


    İPM–Sabancı Üniversitesi–Stiftung Mercator Girişimi ve Medyascope işbirliğiyle hazırlanan “Nasıl Bir Dünya? Nasıl Bir Türkiye?” programında gazeteci Burcu Karakaş ve Agos yazarı Ari Demircioğlu, Ermenistan seçimlerini, Nikol Paşinyan'ın elde ettiği tarihi zaferi ve bu sonucun Türkiye-Ermenistan ilişkilerine etkilerini değerlendirdi. Ermenistan'da yapılan seçimlerde Başbakan Nikol Paşinyan oyların yaklaşık yüzde 50'sini aldı. Peki Paşinyan'ın seçim başarısının arkasında hangi dinamikler var? Karabağ savaşının ardından Ermenistan halkı neden yeniden Paşinyan'a destek verdi? Programda Rusya'nın seçim sürecindeki etkisi, dezenformasyon kampanyaları, Ermenistan'daki siyasi dengeler, Azerbaycan-Ermenistan barış süreci ve Türkiye-Ermenistan normalleşme adımları detaylı şekilde ele alındı. Paşinyan'ın "barış ve normalleşme" politikası Ermenistan halkından onay aldı mı? Türkiye ile sınırların açılması mümkün mü? Ermenistan'ın geleceğinde Rusya mı, Avrupa mı yoksa çok yönlü bir dış politika mı öne çıkacak? Ermenistan seçimleri, Paşinyan'ın zaferi, Türkiye-Ermenistan ilişkileri ve Kafkasya'daki son gelişmelere dair kapsamlı analiz bu yayında! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    Em directo da redacção
    Activista denuncia que morte de Lyhanna é “um escândalo de Estado” em França

    Em directo da redacção

    Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 13:31


    Em França, a morte de Lyhanna, uma menina de 11 anos, está a gerar uma mobilização contra a lentidão da justiça em tratar os crimes sexuais contra crianças. O suspeito da sua morte acumulava outras denúncias de violações e abusos de menores, mas nunca foi interrogado pelas autoridades. A activista Luísa Semedo denuncia um “escândalo de Estado” que “mete a nu muitas deficiências do Estado” francês, sublinha que “a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França” e que apenas 3% dos agressores são condenados. A investigadora associa-se à mobilização que pede a adopção de uma Lei Integral de combate aos crimes sexuais e acredita que “uma parte da sociedade está a acordar”. Esta segunda-feira, houve manifestações em várias cidades francesas para expressar a revolta colectiva pela morte de Lyhanna e para protestar contra as falhas da Justiça e do Estado francês no que toca à protecção das crianças contra crimes sexuais. Esta quinta-feira, a indignação e a revolta chegaram ao jornal português Público com uma crónica da activista Luísa Semedo, que começa assim: “Em França, a cada três minutos, o tempo de leitura desta crónica, uma criança é vítima de agressão sexual e apenas 3% das denúncias de violação de menores resultam em condenação.” [Os números “abissais” da violência sexual sobre crianças são da Comissão [francesa] Independente sobre Incesto e Violências Sexuais contra Crianças (Ciivise).] Conversámos com Luísa Semedo, investigadora em Filosofia Política e Ética; que olha para a morte de Lyhanna como “a ponta do iceberg” daquilo que denuncia como “um escândalo de Estado”. “É um escândalo de Estado porque mete a nu muitas deficiências do Estado, justamente a vários níveis, quer seja no nível judicial, na polícia, a nível das leis, a nível dos apoios sociais, dos apoios médicos, da educação, ou seja, como é que toda a estrutura está a falhar às pessoas que são vítimas. Portanto, é de facto um escândalo de Estado. A questão que aqui se coloca não é só o que aconteceu com Lyhanna, é o facto de ter havido, durante mais de dez anos, queixas contra este o suspeito que nunca foram levadas a sério e ele nunca foi ouvido”, explica, por telefone, à RFI. Luísa Semedo sublinha que além de ser um “escândalo de Estado”, a morte de mais uma criança alegadamente vítima de um predador sexual revela também “um escândalo da sociedade”, pelo que é urgente “uma mudança de mentalidades”. “Estamos a falar de 3% de pessoas condenadas. Estamos a falar também que a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França. Estes números são absolutamente abissais, por isso é que cada caso que aparece é só a ponta do iceberg. As pessoas que se estão a mobilizar sabem disso e querem que haja visibilidade sobre esta situação porque é uma situação que é absolutamente grave, que se passa, muitas vezes, dentro de casa ou muitas vezes com pessoas que são muito próximas. Não se trata de casos que se passam na rua, num canto escuro com um estranho ou com um estrangeiro - como nos quer fazer acreditar a extrema-direita. Não. Passa-se, sim, dentro de casa. Passa-se na escola. É uma catástrofe e um escândalo. É um escândalo de Estado. É um escândalo da sociedade. Felizmente, há uma parte da sociedade que acordou para isto”, diz Luísa Semedo. As associações feministas e de protecção da infância reivindicam a adopção de uma Lei Integral de combate à violência sexual contra crianças e mulheres, a qual já tinha sido apresentada por cerca de cem deputados no fim de 2025, mas que nunca foi analisada. Na concentração desta segunda-feira, em frente ao ministério da Justiça, em Paris, a polícia deteve Andréa Bescond, uma conhecida realizadora e autora de um livro (‘Les chatouilles ou la danse de la colère') - que transformou em peça de teatro e que também deu um filme - sobre os abusos sexuais que ela própria sofreu quando era menor. Ela passou a noite na esquadra e denunciou uma detenção arbitrária. Nas redes sociais, muitos partilharam as imagens da violenta detenção de Andréa Bescond e ela também publicou fotografias das nódoas negras que daí resultaram. Luísa Semedo também ficou perplexa com o que aconteceu e pergunta-se como é que Andréa Bescond, uma vítima, “foi detida e passou toda a noite na prisão, enquanto um agressor com queixas há dez anos nunca foi sequer ouvido”. Por outro lado, Luísa Semedo subscreve o apelo de Andréa Bescond de concentrações pacíficas todas as segundas-feiras, às 19h, diante de todos os tribunais de França até à adopção da Lei Integral de combate às violências sexuais. “Esta Lei Integral implica vários tipos de vias para tratar esta questão da violência sexual contra as crianças e vai desde questões como a imprescritibilidade, ou seja, que não haja limite de tempo para apresentar queixa. Também aborda questões como a educação nas escolas: são as crianças que têm de ser educadas, mas também os futuros adultos (...) É uma lei cujo objectivo é fazer com que, cada vez que haja um destes casos, não seja considerado só como um ‘fait divers' ou como um caso pontual ou ‘um disfuncionamento', como disse o [Emmanuel] Macron, mas que faz parte de um sistema”, acrescenta a investigadora. Esta semana, nos protestos e até na Assembleia francesa, ouviram-se pedidos a exigir a demissão do primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, que rejeita deixar o cargo e aponta o dedo à justiça - ainda que o governo francês seja acusado de ter feito cortes no sector. Lecornu propôs a possibilidade de uma pena de prisão perpétua para os violadores em série contra os actuais 20 anos de prisão [para os que chegam a ser julgados] e disse querer que os inquéritos relativos a crimes contra menores sejam feitos em menos de três meses. Estas medidas são suficientes? Não, responde Luísa Semedo, sublinhando que a questão principal “não está no número de anos da pena do agressor”, mas no facto de apenas “3% dos casos de agressão sexual serem punidos”. No domingo, o ministro da Justiça, Gérald Darmanin, assinalou que existem “graves falhas” na gestão do caso do suspeito da morte de Lyhanna, e anunciou que 70 mil queixas envolvendo crimes sexuais contra menores terão de ser examinados até 14 de Julho. Mais uma vez, Luísa Semedo aponta o seu olhar crítico para este anúncio e diz: “Parece até humanamente impossível, tendo em conta que um dos problemas em França é justamente, em relação à União Europeia, a França ter menos meios, por exemplo, em procuradores do que no resto dos países europeus. Ou seja, há um problema também de meios que não vêm directamente da culpa de magistrados ou dos serviços da Justiça. Vem do Estado em geral e dos meios que são dados a estas questões e das prioridades também que estão em cima da mesa. Por exemplo, a formação de polícias é algo que é importante e também não é feito. O que este caso está a revelar é, de facto, todas as insuficiências do Estado em relação a esta questão, que é uma questão que é multifactorial e que não é só uma questão de magistrados ou só uma questão de ir ver cada caso. Claro que é importante ver cada caso e acho muito bem que se faça, mas não com este lado de 'performance', com uma data, como se fosse uma espécie de concurso. Até acho indecente e de mau gosto porque há um lado de 'performance' que não tem nada a ver com a seriedade do tema.” Apesar de lamentar que tanto a Justiça, quanto o Estado, quanto a Sociedade tenham falhado até agora, Luísa Semedo acredita que “uma parte da sociedade a acordar”. Por isso deixa também o apelo: “Eu acho que o apelo de se juntar todas as segundas-feiras vai ao encontro disso, ou seja, é dizer NÃO, há uma parte da sociedade que não vai deixar passar. Isto foi a gota de água. O Estado falhou. A sociedade também ainda não está completamente consciencializada para o problema, mas há uma parte que está e que vai continuar a lutar.”   Luísa Semedo: A morte de Lyhanna é “um escândalo de Estado” e "talvez o início de uma revolução”   RFI: Por que é que decidiu mobilizar-se e escrever num jornal português sobre a morte de Lyhanna? Luísa Semedo, Activista e Investigadora em Filosofia Política e Ética: “Porque em França está a ser uma situação que está a causar imensa emoção e penso que é uma questão que é universal, não é uma questão que é só importante em França, a questão da violência contra as crianças. Parece-me importante também que em Portugal se fale sobre isto porque o que se sente é que há, de facto, uma zona um pouco escondida, a questão do MeToo, da violência em geral e da violência sexual e nomeadamente contra as crianças. É como se fosse uma zona em que o problema é tão grande que parece preferir-se não se ver um problema tão grande. Neste momento, está a rebentar em França com o caso da Liana, ou seja, é a gota de água que fez com que as pessoas saíssem todas para a rua.” Na segunda-feira houve manifestações em várias cidades francesas para exigir medidas e está a haver uma mobilização. O que espera desta mobilização? É possível que algo mude? É preciso um tsunami? Ou, como escreve na crónica no Público, "está-se talvez a viver o início de uma revolução?” “Sim. O que eu espero é que haja uma mudança de mentalidades porque são questões tão estruturais, tão profundas na sociedade, que não é só com pequenas medidas de urgência que se vai lá. Ou seja, é uma questão que necessita que várias soluções sejam postas em prática e uma das mais importantes é talvez uma mudança de mentalidades. Ou seja, olhar para uma criança como uma pessoa é a base, perceber que é uma pessoa que tem um corpo e que tem de ter consentimento em relação ao que lhe fazem. A criança também tem de ter essa consciência e, por isso, as associações pedem muito que haja, por exemplo, uma educação sexual e afectiva nas escolas, que é uma coisa que não existe ou existe de forma muito rudimentar. Ou seja, é toda uma panóplia de soluções que devem ser feitas.” As associações que se têm mobilizado e participado nestes protestos reivindicam a adopção de uma proposta de lei integral de combate à violência sexual contra crianças e mulheres. A Luísa Semedo também fala nesta lei integral na sua crónica. O que é esta lei integral que chegou a ser apresentada no final de 2025 por cerca de 100 deputados, mas que nunca foi analisada? “Esta lei integral implica vários tipos de vias para tratar esta questão da violência sexual contra as crianças e vai desde questões como a imprescritibilidade, ou seja, que não haja limite de tempo para apresentar queixa. Também aborda questões como a educação nas escolas: são as crianças que têm de ser educadas, mas também os futuros adultos, ou seja, a questão do que é que é a dominação sobre o corpo de outro, o que é o consentimento. São questões que implicam toda a gente e, portanto, também começa na educação. Isso é muito importante. É uma lei cujo objectivo é fazer com que cada vez que haja um destes casos que não seja considerado só como um ‘fait divers', só como um caso pontual ou ‘um disfuncionamento', como disse o [Emmanuel] Macron, mas que faz parte de um sistema. E esse sistema tem de ser combatido com esta lei integral que são 78 medidas e que são medidas para enfrentar este caso de frente, ou seja, com várias leis diferentes.” Nos protestos em frente ao Ministério da Justiça, em Paris, a polícia deteve Andréa Bescond, realizadora e autora de um livro (‘Les chatouilles ou la danse de la colère') - que transformou em filme e em peça de teatro - sobre os abusos sexuais que ela própria sofreu quando era menor. Ela passou a noite na esquadra e denuncia uma detenção arbitrária. Como é que vê o que aconteceu e vai seguir o apelo dela de manifestar todas as segundas-feiras em frente aos tribunais de França até à Lei Integral de protecção das vítimas de abusos sexuais ser adoptada? “Sim, sem dúvida. Eu sempre que posso tento acompanhar este tipo de acções que me parecem absolutamente importantes e acho que é muito reconfortante até para as vítimas. Eu própria também sou uma sobrevivente, portanto, é sempre muito forte ver estas pessoas mobilizadas. Acho que nos toca a todas as pessoas que foram de alguma forma vítimas de violência e, portanto, sim, sem dúvida. O que aconteceu com a Andréa Bescond foi, de alguma forma, uma intimidação de uma das cabeças da manifestação, que foi acompanhada também, algumas horas antes, pela proibição da manifestação à frente do Ministério da Justiça. O Estado ou o governo dá com uma mão e tira com a outra, ou seja, há ali um discurso que é bastante ambíguo em relação à questão da violência e da violência sexual contra as crianças e contra as mulheres, que já dura há bastantes anos, não é só de agora.” No seu texto escreve “A lei tem um prazo. O trauma não”. O que pode fazer o Estado francês para ajudar as vítimas que vivem com o trauma e para evitar futuras agressões? “Sim, na Lei Integral também é pedido para que haja apoio para as vítimas para as questões do trauma. Muitas das vítimas vivem o que nós chamamos de stress pós-traumático e stress pós-traumático complexo também. É, por exemplo, o acesso a profissionais de saúde da psiquiatria, psicologia e medicamentos. Há todo um acompanhamento que é necessário quando se sofre de stress pós-traumático, por exemplo. É algo que é muito complicado ainda de ter em França. Isso é um dos pedidos também da Lei Integral. Parece-me absolutamente essencial também ver algo que acho que faz parte da Lei Integral, que é a forma como se ouvem as crianças. Ou seja, elas serem ouvidas de forma autónoma dos adultos que, por vezes, são as pessoas que as agridem e portanto, elas terem um local seguro para serem ouvidas, para serem escutadas, para serem levadas a sério.” Ou seja, é todo um dispositivo que muda completamente a forma como nós vemos até agora as vítimas. Por enquanto, os agressores parecem ser mais protegidos do que as vítimas e o objectivo é que esta estrutura mude completamente, ou seja, que o centro da preocupação sejam, de facto, as vítimas e não os agressores.” Depois do que aconteceu, o ministro da Justiça Gérald Darmanin anunciou, no domingo, que 70.000 processos envolvendo violência sexual contra menores deverão ser examinados antes de 14 de Julho. O jornal Libération diz que o poder Executivo francês reconhece erros, mas transfere a responsabilidade da tragédia para a Justiça. Que leitura faz? E é possível estes 70.000 processos serem analisados num mês? “Pois, somente não me parece possível, como me parece que o que for feito vai ser mal feito porque parece até humanamente impossível, tendo em conta que um dos problemas em França é justamente, em relação à União Europeia, a França ter menos meios, por exemplo, em procuradores do que no resto dos países. Ou seja, há um problema também de meios que não vêm directamente da culpa de magistrados ou dos serviços da Justiça. Vem do Estado em geral e dos meios que são dados a estas questões e das prioridades também que estão em cima da mesa. Por exemplo, a formação de polícias é algo que é importante e também não é feito. O que este caso está a revelar é, de facto, todas as insuficiências do Estado em relação a esta questão, que é uma questão que é multifactorial e que não é só uma questão de magistrados ou só uma questão de ir ver cada caso. Claro que é importante ver cada caso e acho muito bem que se faça, mas não com este lado um bocado de 'performance' com uma data, como se fosse uma espécie de concurso. Até acho indecente e de mau gosto porque há um lado de 'performance' que não tem nada a ver com a seriedade do tema.” Ouviram-se pedidos a exigir a demissão do Primeiro-Ministro francês, não só nas manifestações, mas também na Assembleia. Sébastien Lecornu rejeita deixar o cargo e aponta o dedo à Justiça, ainda que o governo francês seja acusado de ter feito cortes no sector. Ele propôs a possibilidade de uma pena de prisão perpétua para os violadores em série, contra os actuais 20 anos de prisão (para os que chegam a ser julgados) e disse querer que os inquéritos relativos a crimes contra menores sejam feitos em menos de três meses. Estas medidas chegam? “Estas medidas não chegam porque há medidas que já existem. O problema é que as medidas não estão a ser cumpridas. Se só há 3% dos casos de agressão que são punidos, não tem nada a ver com a pena ser maior ou mais pequena. O que é importante é que estas pessoas sejam punidas e é importante ouvir as vítimas. Muitas das vítimas dizem: ‘O que nós queremos, o que nos vai fazer ficar em sentir insegurança e sentir reconfortados é que não haja impunidade'. Não se está à espera que haja pena de morte ou castração, ou o que quer que seja de medida cada vez mais espectacular para dar uma impressão de que se está a fazer alguma coisa. Não é isso. O facto é que só 3% de casos de agressão sexual é que são punidos, portanto, a questão está aí e não está nos anos da pena do agressor.” É por isso que fala num “escândalo de Estado” em relação ao caso Lyhanna? “Sim, sim. É um escândalo de Estado porque mete a nu muitas deficiências do Estado, justamente a vários níveis, quer seja no nível judicial, na polícia, a nível das leis, a nível dos apoios sociais, dos apoios médicos, da educação, ou seja, como é que toda a estrutura está a falhar às pessoas que são vítimas. Portanto, é de facto um escândalo de Estado sim. A questão que aqui se coloca não é só o que aconteceu com Lyhanna, é o facto de ter havido, durante mais de dez anos, queixas contra este suspeito que nunca foram levadas a sério e ele nunca foi ouvido, o que é bastante impressionante. Imagine-se que alguém com este perfil nunca foi ouvido e alguém com o perfil de Andréa Bescond, que é uma sobrevivente, foi detida e passou toda a noite na prisão, enquanto um agressor com queixas há dez anos contra ele nunca foi sequer ouvido. Portanto, já se está aqui a ver o contraste entre como é que as pessoas vítimas e activistas são tratadas e os agressores são tratados.” Ou seja, como escreve no artigo, “não houve aqui só uma negligência pontual, nem um simples disfuncionamento, como afirmou o Presidente Macron”, é algo mais vasto? “Sim, sem dúvida é algo mais vasto. Nós estamos a falar de 3% de pessoas condenadas. Estamos a falar também que a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França. Estes números são absolutamente abissais, por isso é que cada caso que aparece é só mesmo a ponta do iceberg. As pessoas que se estão a mobilizar sabem disso e querem que haja visibilidade sobre esta situação porque é uma situação que é absolutamente grave, que se passa muitas vezes dentro de casa ou muitas vezes com pessoas que são muito próximas. Não se trata de casos que se passam na rua, num canto escuro com um estranho ou um estrangeiro - como nos quer fazer acreditar a extrema-direita. Não. Passa, sim, dentro de casa. Passa-se na escola. É uma catástrofe e é, de facto, um escândalo. É um escândalo de Estado. É um escândalo da sociedade. Felizmente, há uma parte da sociedade que acordou para isto.” A Justiça e o Estado falharam? “Sim. Falharam a Justiça, o Estado, mas a sociedade em geral também está a falhar. Felizmente, o que se está a ver nas ruas é uma parte da sociedade a acordar e a mostrar que não vai deixar passar. Eu acho que o apelo de se juntar todas as segundas-feiras vai ao encontro disso, ou seja, é dizer NÃO, há uma parte da sociedade que não vai deixar passar. Isto foi a gota de água. O Estado falhou. A sociedade também ainda não está completamente consciencializada para o problema, mas há uma parte que está e que vai continuar a lutar.”

    Jornal da USP
    Momento China USP #65: Kung Fu e Tai Chi Chuan na Mostra de Artes Marciais Chinesas

    Jornal da USP

    Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 29:21


    Nas tardes de 17 e 18 de junho, a USP recebe seis escolas de artes marciais para apresentações e diálogos acadêmicos

    Názory a argumenty
    Ondřej Soukup: Čí taktika je úspěšnější

    Názory a argumenty

    Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 4:18


    Před pár dny jsme byli s kolegyní Nasťou, která pochází z východní Ukrajiny, na debatě po filmu Pan Nikdo proti Putinovi. Je to mrazivý dokument o školním učiteli na Urale, který dokumentuje sílící válečnou propagandu mezi dětmi. V následné debatě diváci pokládali tradiční otázky. Třeba proč matky padlých vojáků nepožadují konec války, kdo přijde po Putinovi a další dotazy, které v podobných případech lidi nejvíce zajímají. Jedna otázka ale Nasťu viditelně zaskočila. Všechny díly podcastu Názory a argumenty můžete pohodlně poslouchat v mobilní aplikaci mujRozhlas pro Android a iOS nebo na webu mujRozhlas.cz.

    Aphasia Access Conversations
    When One Plus One Equals Three: A Conversation with National Aphasia Synergy

    Aphasia Access Conversations

    Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 48:14


    Episode 138 When One Plus One Equals Three: A Conversation with National Aphasia Synergy               In this episode you will discover: 1.  People with aphasia hold the map. At NAS, people with aphasia don't just have a seat at the table — they built the table. Real peer leadership changes everything about how an organization thinks and acts. 2.  Recovery is about more than speech. The isolation and psychological distress that follow aphasia are just as real as the communication challenges — and just as deserving of attention and support. 3.  Peer-befriending is life participation in action. When people with aphasia support one another through shared experience, that's not a supplement to good care — it is good care. 4.  Sinergia: one plus one equals three. When survivors and professionals work as true equals, something greater emerges than either could create alone. June is National Aphasia Awareness Month, and around here, that means it's time for one of my favorite podcast traditions. For the past few years running, we've spent this month in conversation with people who know aphasia from the inside — those living it every day. Today is no exception, and this one is a conversation I've genuinely been looking forward to.   Welcome to the Aphasia Access Conversations Podcast. I'm Katie Strong from Central Michigan University, where I lead the Strong Story Lab, and I'm a member of the Aphasia Access Podcast Working Group. Aphasia Access is dedicated to transforming services and environments so people with aphasia can participate more fully in life — and today's guests are living proof of exactly what that looks like.         Today I'm speaking with two leaders from National Aphasia Synergy — known as NAS — a peer-led nonprofit founded in 2021 by people with aphasia, for people with aphasia. NAS was built on the belief that those living with aphasia are best positioned to support others on the same journey. Through peer-befriending, technology empowerment, and community building, NAS works to end the isolation that so often follows a stroke — connecting people across the country through a shared sense of what they call Sinergia: the idea that when survivors and professionals work as true equals, one plus one equals three.   Today's conversation feels especially meaningful to me. I've had the privilege of seeing Trish and Amy in action at conferences like Aphasia Access and ASHA — learning from their presentations and watching their advocacy make ripples far beyond those conference walls. As someone who researches friendship and aphasia, I've followed the peer befriending movement closely — it began in the UK, and when I heard that NAS was bringing it to the United States, led by a peer organization, I thought: this is what life participation actually looks like.   Before we get into the conversation, let me tell you a bit more about our guests.   Trish Hambridge is the President and Founder of National Aphasia Synergy. Trish has lived with aphasia since her stroke in 2008, and that experience is the foundation of everything she has built. A former project manager for AppleCare, Trish has become not only a powerful advocate but a published researcher — partnering with research teams to influence the questions being asked and the evidence being built in our field. Her co-authored work spans game-based rehabilitation design, posttraumatic growth in aphasia, and the measurement of motivation and psychological needs in aphasia rehabilitation — all published in leading journals including the American Journal of Speech-Language Pathology. She has spoken at conferences including the Aphasia Access Leadership Summit, Aphasia Access Chautauqua and ASHA, serves on the Disability Advisory Committee in Dunedin, Florida, and is a member of Voices of Hope for Aphasia. Her vision brought NAS to life, and her leadership — in the clinic, in the research literature, and in the community — continues to shape it.   Amy Walters is the Vice President of National Aphasia Synergy. Amy has lived with aphasia since her stroke in 2018 — a stroke that, in a striking twist of fate, occurred while she was attending a neurosurgical conference. A Harvard graduate with a Master of Public Health from Johns Hopkins, Amy spent 30 years as a senior leader in the medical device industry before her stroke, and she has channeled that same expertise and drive into aphasia advocacy. She has presented at neurosurgical conferences to raise awareness, participates in aphasia groups across the country, and brings a remarkable combination of professional knowledge and lived experience to everything NAS does.   So — let's get into the conversation.   Katie Strong: Trish and Amy, welcome. I'm so excited to have you both here today and learn about what's going on in National Aphasia Synergy.   Trish Hambridge: Thank you for the chance to meet.   Amy Walters: We are so pleased to be here with the Aphasia Access Community. Katie Strong: Well, we're delighted that you are sharing your time and expertise with us. I wanted to get started by asking about National Aphasia Synergy. How was it created? Just wondering if you could share the origin story of the organization and how that concept of synergy or working together defines your mission. Trish Hambridge: Long time ago, I had a stroke, major stroke. But I was the same person then as I am now. I remember sitting on the hospital patio in San Jose and Karen, my good friend from college and speech therapist was there, and she was teaching everyone about aphasia. My friends and family were so patient. I remember my Dad talking to me and say, "You are stubborn." and I said, "Thank you!" Because that choice – being subborn - changed everything and gave me the chance to get my identity back. Katie Strong: So, Trish, just to verify, you're saying your stubbornness got you where you are right now. Trish Hambridge: Yes, but yes! Katie Strong: Love it. Trish Hambridge: Sorry to say, I have issues! But going back to the beginning, I had only had five words. Even my 'yes' and 'no' were flipped. Traditional homework is not my cup of tea. Shhh! Quiet, I'm lazy! I needed a better strategy, and I found it with P2Go. It's so much more than an app. It is the tool that gave me my voice back. Katie Strong: I love that, so if I'm understanding correctly, traditional homework is not for you, and that you really needed something that was technology based, which goes back to your expertise in your life, career to be able to really help you communicate, and it was the P2Go. Trish Hambridge: Yeah, yeah, is small, is so, is easy, my opinion. Katie Strong: Well, that's what we're here for today, is your opinion. Trish Hambridge: In 2016, a move to Dunedin, Florida changed everything. I joined Voices of Hope and finally found my community. Then the pandemic hit. But it couldn't stop our connection. We moved to Zoom. I want to be honest, though: some of my friends didn't make it through that storm. Their pain is part of this journey. We build this community in their honor. Katie Strong: Oh, that's really touching, you know. It is. It's hard, so many friends don't stay in our lives for many reasons, but aphasia can really be a challenge for friends sticking around. Trish Hambridge: Yeah, and the technology is not my cup of tea. Katie Strong: Wonderful, wonderful. Thank you for sharing that. Trish Hambridge: In 2021, I stepped up. I moved from a 'Lead Pathfinder' to the Founder of National Aphasia Synergy. I reached out to Debbie Yones, the big cheese of Voices of Hope. She and the Board Director gave me wise advice to help me grow. I didn't do it alone. My sister and my sister-in-law helped me think through the logistics. They helped me build the support for the nonprofit. Because of them, my vision became a reality. Katie Strong: So, your consultation with those important people to your life really helped National Aphasia Synergy become a reality. Trish Hambridge: Yeah. Finally, I asked Amy to join the mission. She became part of the organization. Now, we are moving forward together. Katie Strong: Thanks, Trish. I love that. Amy Walters: Thanks, Trish. Nine years ago, I had my stroke at the neurosurgical conference. Ironic, right? Yeah, the conference was in Colorado Springs. I was in a medically induced coma for 10 days and diagnosed with Global Aphasia. Then I was airlifted to the Shepherd Center in Atlanta, Georgia, where I had a craniotomy and cranioplasty. On the flight I remembered thinking, "Am I in a simulator? What's happening to me?"   Katie Strong: Wow! That sounds surreal! Amy Walters: My career was in clinical affairs for a medical neurosurgical device company, so I am professionally and personally familiar with neuroplasticity. I know how crucial neuroplasticity is to our physical, mental, and emotional recovery. National Aphasia Synergy was born from a deep need for collaborative survivor-led company. Katie Strong: The advocacy you're doing is really amazing, and I'm so excited for our listeners to be able to hear more about it. Amy Walters: Thank you. When we look at the aphasia community today, we see massive gaps. Most organizations are built for us, but they aren't led by us. The 'medical way' focuses only on the speech deficit, but it leaves a gaping hole in mental health, identity, and social connection. The research is heartbreaking: 40% to 60% of stroke survivors with aphasia experience chronic depression, and in early recovery, a staggering 93% experience high levels of psychological distress. This isn't just about the survivor—46% of our family members also face depression. Our mission is to bridge those gaps. We aren't just here to 'fix' speech; we are here to empower the whole person. We call it Sinergia—the Greek word for Synergy. It means we don't work in silos. We don't have 'experts' on one side and 'patients' on the other. We have a partnership where 1 plus 1 equals 3.   Katie Strong: I love it!   Amy Walters: We are moving away from the isolated patient model and toward a Sinergia where survivors and professionals work as equals to reclaim our lives. We are here to educate and empower our peers to use technology to reclaim their voices. But more importantly, we are here to promote peer-befriending. We reach out to those who are new to this path or struggling to find their way, because no one should walk this road alone. Katie Strong: I know, Amy, I just am so excited. I've been watching this peer befriending happen over in the UK, or reading about it, and hearing about it, and I was just so delighted when I heard that National Aphasia Synergy was taking this up and helping us to, to have a really solid connection. I think one of the things that breaks my heart the most is when I meet someone who has aphasia, who's been living with aphasia for a really long time, and they've never met anyone else who had aphasia. Amy Walters: Heartbreaking. Katie Strong: It really is. It really is. Amy Walters: Our goal is to develop a national community that encourages optimism. We believe a positive outlook isn't just a 'nice feeling'—it is a strategy for recovery. Katie Strong: Heck, yes! Amy Walters: At NAS, we don't just look for what's lost; we build on the strengths that remain. There were gaps in the Aphasia Community. Trish Hambridge: Speech Therapists and care partners are vital to recovery. They have good intentions, but the 'medical way' is often the wrong way. Katie Strong: Yeah, yeah, it's not quite the right way. Trish Hambridge: Many researchers only survey the Speech Therapists and the partners. But what about me? What about us? What am I, chopped liver? Think about the last time someone completely iced us out. It hurts, right? It honestly chips away at our sense of self, leaving us clueless as to where we actually fit in. Katie Strong: Yeah, so Trish, just to recap this for the listeners, you're saying when somebody ices you out, you're asking the listeners to reflect on how that really feels, Trish Hambridge: Yeah, I email [a researcher], and have offered [to be a part of their team] but they are like "Oh no, but sorry." Katie Strong: I hear, I hear you. Yeah and I think what you're bringing up - and you and Amy are bringing up such a great point that as the aphasia research community has not always included people with aphasia. Or they're only including people with mild aphasia versus more severe types of aphasia, so I love that you're calling this out and shining light on it. It's, it's time. Trish Hambridge Here's what the research tells us. Therapists and partners see the journey from the outside. But those of us living it? We know the honest truth. Katie Strong: Yeah, yeah, so as the clinicians, the therapists, and the care partners see that journey from the outside, and you all are living it for sure. Trish Hambridge: It is the 'Chicken and the Egg' problem: Does the partner change first? Or does the people with aphasia change? The answer is: The Environment. We must change the environment to find true recovery. We need to move from being 'patients' to being Lead Pathfinders. Katie Strong: Yes, so I love it. You're, you're flipping the script there and reclaiming your identity, or renegotiating it from that patient role to being a lead pathfinder. I love that terminology. Thank you. Thank you. One of you said this earlier that organizations are for people with aphasia, but National Aphasia Synergy is led by people with aphasia. Why is this distinction critical for the community to understand, and how does it change the way an organization is run? Amy Walters: Right, Katie. In the past, organizations were built for us, like a charity. But National Aphasia Synergy is different. We are led by people with aphasia. We are moving from 'being helped' to leading. This is more than an organization. It is a revolution of identity. At National Aphasia Synergy, we are flipping the script on leadership. Our Board makes decisions with one clear priority: putting voices with aphasia at the forefront. That means leaders like Trish, Bruce, and me are the ones making the big calls. We collaborate with wonderful professionals, like Kait, our SLP, Helen, our Financial and Secretarial support and Will Evans, our Volunteer Consultant. They are essential to our success. They ensure our communication is accessible and our business stays strong. I always think of our board meetings being like a United Nations meeting with "international representatives" (i.e., China, France, Japan, etc.) each of us is coming to the table with a different lived experience, different aphasia types, etc. We work together to "translate" and work through our differing communication styles. But make no mistake: The people with aphasia are the primary drivers of the vision. The professionals provide the tools, but we hold the maps.   Katie Strong: Such a great analogy. I love it and it also sounds like your work is fun too.   Amy Walters: Driving you crazy, but you mean you mean you mean, yeah. Hold the phone!   Katie Strong: Oh, that's great. I love it. Well, what does National Aphasia Synergy offer that others should know about? Trish Hambridge: Look at what we have built together: First, our Peer Befriending Program. A team of four SLPs and four people with aphasia worked as equals to create our training. Today, we have 15 volunteer Allies trained and ready to support the community. Katie Strong: I love it. So, 15 people with aphasia, volunteer Allies, have been trained as peer befrienders to go out and connect with other people who newly have aphasia. Trish Hambridge: Right, but anything like… Katie Strong: Or rather, anybody who has aphasia that they're wanting to connect with. Trish Hambridge: Come! Come! But we meet on Zoom.    Katie Strong: On Zoom, right? Yeah, absolutely. This is all virtual, which is amazing, you know, because you get a good reach, a really, a really great reach. What else is going on? Amy Walters: Second, our Aphasia & Mental Health Video. We have four excellent SLPs sharing the research, stats, resources and the power of neuroplasticity. And we also surveyed 10 people with aphasia to capture the honest truth of our emotional journeys and provide 10 essential tips for recovery. Trish Hambridge: I always start with a roadmap. But originally, we were filming something completely different. But three weeks before the shoot, I went to Debbie and asked: 'What do you think?' She said, 'There are enough basic videos out there... why doesn't NAS focus on Mental Health?' Katie Strong: Yeah, okay. So, you were doing all this planning, and then three weeks before the shoot, you went and talked to Debbie and said, "What do you think?" And she said, "There's already enough videos out there on basic aphasia, but not on mental health. I love it! Trish Hambridge: Yeah and so I agree!!! We agreed right away. We made a right turn...  And changed the plan on the fly! I ran a preview for my friends at Voices of Hope. They loved it, but they asked the killer question: 'Where is the actual resource? Where do we go for help?' Katie Strong: Trish, you are speaking to my heart here, and I know I'm one of those "outsider perspectives" as a clinician. But we just don't have great resources for mental health. It's really challenging. So, I love that your friends at Voices of Hope called you out on that. What happened after that? Amy Walters: That was the lightbulb moment, right? Trish Hambridge: Yeah, a video wasn't enough—we needed a map. So, we built the Aphasia and Mental Health Resources paper. The researchers and I had some serious back-and-forth debate, but that's how you get a solid plan. We ended up with something really cool: real tools for real people. Katie Strong: Love, love it! Trish Hambridge: Third, our Adaptive Growth Culture paper. This provides a brand-new map for recovery that the whole world can use to look past the 'broken parts.' Katie Strong: Yeah, Trish, I've heard you speak on this. That talk you gave it, ASHA. I'm going to say listeners, particularly clinicians, you should check this out, because we need to get our clients with aphasia, our lead pathfinders with aphasia to be able to  think in this sort of way, so yeah, Trish Hambridge: But like I have like the speech therapist and the caregiver, and people with aphasia -  it like, look right -- is the good plan. Katie Strong: Love it, fantastic, Amy Walters: Kait and I shared five powerful aphasia stories on video to show our diversity, our strength, our inhumanity, frankly. All of this lives on our National Synergy website. These aren't just projects, they are the proof that when people with aphasia lead, we create world that actually works for us. Katie Strong: Oh, this is fantastic. And we'll have links to your website in the show notes, but you can certainly Google National Aphasia Synergy, and the website pops right up. I've been exploring it for a little bit, but I was looking at it again this morning, and there's just such great, great stuff on there. So please go and check it out. Well, I'm curious, Amy and Trish, what's on the horizon for National Aphasia Synergy, and how can our listeners, whether they're Aphasia Access members or people living with aphasia get involved or support your work. Amy Walters: We are so proud of what we have built, but we are just getting started. This is our Call to Action. Trish Hambridge: We want the world to get excited about Mental Health!  Katie Strong: And I think get excited about your Adaptive Growth Culture too. Trish Hambridge: Yeah! We recently presented a poster at the Chautauqua virtual conference, and the feedback from Aphasia Access members was powerful. The keynote speaker, Dr. Nina Simmons-Mackie, spoke about moving from 'managing a condition' to 'owning a life.' That is exactly what we do! We focus on the strengths, the emotions, and the identity that the old medical model ignores. Katie Strong: Yeah, so okay. So, Trish, you, you were, I think you presented you National Aphasia Synergy presented a poster at the Chautauqua, the Aphasia Access Chautauqua recently. Trish Hambridge: First time presenting a poster! Katie Strong: I love it, I love it. Yep, and the feedback that you got from the Chautauqua attendees was spectacular, right? And that's when, and, and, and Dr. Simmons-Mackie or Nina Simmons Mackey took that idea and we wove it into her keynote at the end, right, and talked about how it's important for us to support people and people with aphasia and care partners move from managing a condition to owning a life. I mean, that that's powerful stuff. I love it! Trish Hambridge: I'm so honored. Katie Strong: Well, you are out there making an impact. Amy Walters: Thank you. We are building something historic, and we want you to be part of it. Here is how you can join the revolution: Trish Hambridge: To the speech therapists and researchers, Help us build our evidence base. We want the test that adapted growth culture map to prove how it improves mental health and builds confidence. Don't just watch from the sidelines—come test this with us! Soon, I'm taking the Adaptive Growth Culture to the global stage. I'll be at the International Aphasia  Rehabilitation Conference in Athens. Katie Strong: You'll be at the International Aphasia Rehabilitation Conference, or IARC, in… Trish Hambridge: Athens!! I am presenting our Adaptive Growth Culture Poster to the top minds in the field. Katie Strong: Fantastic. Trish Hambridge: We have built the roadmap. Now, the researchers will provide the data-driven proof. It is time to see the Adaptive Growth Culture in action. We are moving from lived experience to clinical evidence. Katie Strong: I love it, moving from lived experience to clinical evidence. Amy Walters: That's right, that's right, Trish. If you run a community group, a local program, or a support network, we want to connect with you. Help us build this referral network so that no one is left behind in isolation. We aren't just looking for 'places to go' to pass the time. We are looking for places where we can belong and grow. We are looking for communities that see our potential, not just our deficits. To my peers with Aphasia: Your voice is our power. Share your story or send us a shout-out with your favorite tips and tricks. We also need Buddies for our Peer Befriending program. Help us show the world that we are truly 'owning our lives.' To the Volunteers: We are looking for passionate people to join our Board of Directors. We specifically need one more person with aphasia, as well as SLPs, care partners, and friends. The only requirement? You must believe in the Adaptive Growth Culture. Whether you have the tools or you hold the map, there is a seat at the table for you. Visit us and let's grow together! Katie Strong: Amazing. I hope that our listeners will take you up on the offers that you just laid out there, and that they'll also go out there and share with others that they need to hook everybody up with National Aphasia Synergy. It's a great organization. I enjoyed learning about it more today. And Amy and Trish, I so appreciate you both being here with us and sharing your stories and the amazing work that's going on in National Aphasia Synergy. Trish Hambridge: Thank you. Aphasia Access is fantastic! Katie Strong: I'm glad that you're enjoying Aphasia Access, too. It's a great network, and it's great that we're having lots of communities continue to grow and blossom to support people living successfully with aphasia.   Amy Walters: Hear, Hear! Katie Strong: Thanks. You too. Amy Walters: Thank you. Katie Strong: Have fun in Greece. Trish Hambridge: Yay! Amy Walters: Jealous! Katie Strong: Me too, me too. Amy Walters: Bye, bye. Trish Hambridge: See you. Bye.   On behalf of Aphasia Access, thank you for listening. For references and resources mentioned in today's show, please see our show notes, available on our website at www.aphasiaaccess.org. There you can also become a member of our organization, browse our growing library of materials, and find out about the Aphasia Access Academy. If you have an idea for a future podcast episode, email us at info@aphasiaaccess.org. For Aphasia Access Conversations, here at Central Michigan University in the Strong Story Lab, I'm Katie Strong.     Resources   Below is a list of links to the National Aphasia Synergy (NAS) resources and other organizations as discussed:  NAS Website:  https://nationalaphasiasynergy.org NAS email:  info@nationalaphasiasynergy.org   NAS Facebook page:  https://www.facebook.com/WeRSynergy (to keep up with what's going on at NAS and for inspirational, adaptive growth mindset content) NAS YouTube Channel: https://www.youtube.com/@nationalaphasiasynergy1410 (to watch our Aphasia Stories series, learn about resources, and tune into our quarterly video newsletter, "The Synergy Turf" to hear real people with aphasia) NAS Adaptive Growth Culture paper: https://drive.google.com/file/d/1VIq0juI4FTPKqF0Cev8qZAI5I5po5ouO/view?usp=share_link NAS "You Have Options!" Paper:  https://drive.google.com/file/d/1PBgvb1mDrjnFASaK_dpGL2gnZND_CjaU/view?usp=share_link NAS Aphasia & Mental Health video: https://www.youtube.com/watch?v=GThkxrKbQTI NAS Aphasia & Mental Health Resource paper:  https://drive.google.com/file/d/1pXbFLtZJ8KZ9Pxpg3HVZHBEd_D7BnsED/view?usp=share_link NAS Aphasia Stories video series: https://youtube.com/playlist?list=PLk1GJP6QGrPDOapMhQlmAUBHfVb5-Mnfi&si=BIuoNmeu-TM-ab65NAS  Peer Befriending: To get involved with NAS Peer Befriending, contact  info@nationalaphasiasynergy.org o Flyer:  https://drive.google.com/file/d/1dCETc1pZck59mw6OgaEjZGnXWOcdSlCh/view?usp=sharing o Video:  https://youtu.be/0RNvCeh0BKM   Referenced resources and organizations: Proloquo2Go AAC App mentioned (what Trish uses):  https://www.assistiveware.com/products/proloquo2go Voices of Hope for Aphasia: https://www.vohaphasia.org/    

    Esportes
    Roland-Garros 2026 marca melhor campanha do Brasil em Grand Slams

    Esportes

    Play Episode Listen Later Jun 7, 2026 6:17


    Depois de duas semanas de jogos, o torneio de Roland-Garros chega ao fim neste domingo (7) com uma edição que já entra para a história do tênis brasileiro. Em 2026, o país alcançou seu maior número de vitórias em um único Grand Slam: 37 triunfos, superando as 26 conquistas do US Open de 2014. O desempenho se distribuiu entre simples, duplas, juvenil e cadeirantes e reflete um momento de renovação e consistência, coroado com o título de Luis Guto Miguel no torneio juvenil. Maria Paula Carvalho, de Roland-Garros O grande destaque foi o jovem João Fonseca. Aos 19 anos, o carioca chegou às quartas de final e alcançou o melhor resultado recente de um brasileiro no torneio, algo que não acontecia nas fases mais altas da competição desde a era de Gustavo Kuerten. O tricampeão de Roland-Garros, inclusive, esteve presente em Paris para acompanhar e apoiar a nova promessa. Fonseca também protagonizou uma das maiores surpresas da edição ao eliminar, de virada, o sérvio Novak Djokovic, maior campeão de Grand Slams da história. Na sequência, superou o norueguês Casper Ruud, duas vezes finalista em Paris. Após a eliminação para o tcheco Jakub Mensik, o brasileiro avaliou de forma positiva a campanha e destacou o aprendizado ao longo do torneio. “Eu me sinto bem. Foi um caminho muito bom. Duas semanas muito positivas, de muito trabalho duro e aprendizado. Eu não tinha expectativa e consegui um ótimo resultado. Consegui virar um jogo que estava quase perdido, totalmente dominado na segunda rodada… então fico feliz com a semana.” A campanha projeta João Fonseca no cenário internacional e recoloca o Brasil em evidência no tênis masculino. No simples feminino, no entanto, o resultado ficou abaixo do esperado. Principal nome do país, Beatriz Haddad Maia foi eliminada ainda na primeira rodada, após derrota de virada para a britânica Francesca Jones. Stefani perde na semifinal Nas duplas, o desempenho brasileiro foi mais consistente. A paulista Luisa Stefani chegou às semifinais ao lado da canadense Gabriela Dabrowski, confirmando sua regularidade entre as principais especialistas do circuito.  Na sexta-feira (5) elas foram derrotadas pela dupla formada pela tcheca Katerina Siniakova e a americana Taylor Townsend. Em entrevista à RFI após o jogo, Stefani analisou a derrota. “Ontem à noite, eu tive dor de garganta, dor de cabeça. A energia talvez não seja a mesma, mas isso não justifica. O que mais me chateia é que eu queria ter tido mais disposição, uma execução melhor e ter enfrentado melhor essa dificuldade”, disse. “É uma pena. Parece uma oportunidade desperdiçada", continuou. "Uma semifinal é sempre uma boa campanha, mas, conforme o torneio vai afunilando, o desafio fica cada vez maior. Então, é preciso manter o foco no que a gente vem fazendo bem, executar, e isso faltou hoje”, concluiu.    Entre os homens, o gaúcho Marcelo Demoliner avançou até as quartas de final nas duplas, ao lado do indiano N. Sriram Balaji, reforçando a presença brasileira nas fases decisivas. Ao fim da campanha, ele destacou a confiança adquirida. “Feliz com a participação nas quartas de final inédita, que vai dar uma confiança boa para o decorrer da temporada. Agora é aproveitar essa confiança e ir para a grama, na próxima semana, que é o meu habitat natural, onde eu mais gosto de jogar.” Torcedores marcaram presença Fora das quadras, a presença brasileira também chamou atenção. Durante as duas semanas de competição, torcedores com as cores verde e amarelo ocuparam o complexo esportivo na zona oeste de Paris. O engenheiro civil Carlos Frazão se mostrou impressionado com a nova geração de atletas. “Pois é, muita gente boa nova surgindo no tênis. Acho que o João Fonseca ajudou muito essa nova geração a aparecer. A gente está torcendo para surgirem muitos novos ‘Joões Fonsecas'.” A avaliação se repete entre outros torcedores. Para o administrador Cristiano França, nunca houve uma presença tão expressiva de brasileiros no torneio. “A nova geração… nunca vi tanto brasileiro em Roland-Garros. Depois do Gustavo Kuerten, agora estamos vendo muito mais brasileiros e espero que continue assim”, disse à RFI. Nova geração: Luis Guto é campeão Essa presença se reflete também entre os mais jovens. Naná, Victoria e Pedro estão entre alguns dos jovens nomes que se destacaram. Mas a grande estrela foi o goiano Luis Guto Miguel, que aos 17 anos, venceu a sua primeira final de Grand Slam. ele derrotou o americano Michael Antonius, de 16 anos, por dois a zero, com parciais de 6/3 e 6/4. “Estou muito feliz, aproveitando o momento, mas mantendo a humildade, porque temos muito a fazer”, afirmou na entrevista coletiva após o título inédito. De Paris, Luís volta ao Brasil, onde deve continuar a celebrar sua conquista, mas já com o foco voltado para os próximos passos de sua promissora carreira. “Seria um sonho voltar aqui no ano que vem jogando como profissional, mas, como eu falei, é preciso colocar muito trabalho duro, manter os pés no chão, aproveitar o momento agora, mas viver tudo passo a passo dessa trajetória, porque essa transição não é fácil. Trabalho duro é a chave do processo”, insiste. Ele tem consciência de que sua conquista deve inspirar outros jovens tenistas, mas seu recado é firme e direto: “Eu acho que estou mostrando para a galera mais jovem brasileira que é possível trabalhar duro, acreditar no processo e nos treinadores”, afirma. Em entrevista à RFI, no sábado, declarou: "É um sonho, porque desde pequeno eu sonhava em estar jogando nestas quadras. Agora já sou número 1 do ranking mundial, então é muita coisa acontecendo".  Na semifinal, Luis Guto derrotou o conterrâneo e amigo, Leonardo França, outra bela supresa do torneio júnior. “Saio de cabeça erguida, em todos os jogos entreguei o meu melhor”, avaliou o tenista.  A gaúcha Pietra Rivoli, de 18 anos, é outro exemplo dessa nova leva. Ela destacou o impacto de conviver de perto com grandes nomes do circuito. “Estar perto da Sabalenka, da Osaka, do João… ver o que eles fazem dentro e fora da quadra é muito inspirador. Jogar em uma Phelippe-Chatrier lotada faz a gente querer trabalhar ainda mais para chegar lá um dia”, disse em entrevista à RFI. No balanço geral, Roland-Garros 2026 consolida uma participação positiva do Brasil, combinando resultados expressivos, presença em diversas categorias e o surgimento de um novo protagonista no cenário internacional.

    Ern & Iso
    Complex's Top 50 New York Rappers of All Time.

    Ern & Iso

    Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 67:54


    In this episode of the Ern & Iso Podcast, the fellas dive into one of the most debated hip-hop lists of the year: Complex's Top 50 New York Rappers of All Time.Did they get it right? Did they completely miss the mark? And why does every New York rap list seem to start an argument?Ern and Iso break down the rankings, discuss who was placed too high, who was disrespected, and which legendary MCs deserved a better spot. From the undeniable icons like Jay-Z, Nas, Biggie, Rakim, and LL Cool J to the newer generation of New York stars, the duo debates what really matters when ranking greatness: lyrics, impact, influence, longevity, commercial success, or cultural significance.The conversation also explores New York's historic role in hip-hop, how different eras should be judged, and whether fans allow nostalgia to outweigh actual accomplishments. Plus, the guys ask the ultimate question: Can any city compete with New York's rap legacy?Whether you're a backpack rap purist, a mainstream hip-hop fan, or someone who loves a good music debate, this episode is guaranteed to get you talking.

    SBS Portuguese - SBS em Português
    The Aboriginal flag: History, meaning and recognition - A bandeira Aborígene: história, significado e reconhecimento

    SBS Portuguese - SBS em Português

    Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 9:14


    At school, work, council offices or sporting events, you might see a red, black and yellow flag flying beside the Australian national flag. This is the Aboriginal flag, representing the Aboriginal people of Australia and their connection to land, community and stories. - Nas escolas, locais de trabalho, edifícios municipais ou eventos desportivos, é possível ver uma bandeira vermelha, preta e amarela hasteada ao lado da bandeira nacional australiana. Trata-se da bandeira aborígene, que representa os povos Aborígenes da Austrália e a sua ligação à terra, à comunidade e às suas tradições e narrativas culturais.

    New Rory & MAL
    Episode 502 | 38 Spesh

    New Rory & MAL

    Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 62:15 Transcription Available


    Rochester’s own, 38 Spesh drops by to chop it up with the guys about upstate rappers taking over. He speaks on being around Griselda from the jump, Jadakiss’ influence, and being a child when Nas dropped Illmatic. The crew reacts to Complex’s Top 50 New York Rappers of All Time list, and 38 Spesh shares his feelings about upstate rappers being left off the list. He shares some stories of recording some of his best verses, and a caller asks about rappers who surprised everyone on their guest verses. His new album, 8 Shots, is out now! All lines provided by Hard Rock Bet Visit your nearest Boost Mobile store or https://www.boostmobile.com/promo/25-foreverSee omnystudio.com/listener for privacy information.

    The Steve Harvey Morning Show
    Trailblazer: First Black woman to helm a major mainstream U.S. magazine.

    The Steve Harvey Morning Show

    Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 25:50 Transcription Available


    Listen and subscribe to Money Making Conversations on iHeartRadio, Apple Podcasts, Spotify, www.moneymakingconversations.com/subscribe/ or wherever you listen to podcasts. New Money Making Conversations episodes drop daily. I want to alert you, so you don’t miss out on expert analysis and insider perspectives from my guests who provide tips that can help you uplift the community, improve your financial planning, motivation, or advice on how to be a successful entrepreneur. Keep winning! Two-time Emmy and Three-time NAACP Image Award-winning, television Executive Producer Rushion McDonald interviewed Amy DuBois Barnett.

    Strawberry Letter
    Trailblazer: First Black woman to helm a major mainstream U.S. magazine.

    Strawberry Letter

    Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 25:50 Transcription Available


    Listen and subscribe to Money Making Conversations on iHeartRadio, Apple Podcasts, Spotify, www.moneymakingconversations.com/subscribe/ or wherever you listen to podcasts. New Money Making Conversations episodes drop daily. I want to alert you, so you don’t miss out on expert analysis and insider perspectives from my guests who provide tips that can help you uplift the community, improve your financial planning, motivation, or advice on how to be a successful entrepreneur. Keep winning! Two-time Emmy and Three-time NAACP Image Award-winning, television Executive Producer Rushion McDonald interviewed Amy DuBois Barnett.

    Reportagem
    Roland-Garros: nova geração projeta ciclo promissor para o tênis brasileiro

    Reportagem

    Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 7:11


    Com o torneio de Roland-Garros chegando ao fim, o desempenho do carioca João Fonseca, que alcançou as quartas de final, trouxe entusiasmo aos torcedores brasileiros. Mas não foi apenas no circuito profissional que o país chamou atenção em Paris. A participação consistente das novas gerações, nas categorias juvenis, indica um cenário promissor para o tênis nacional nos próximos anos. Maria Paula Carvalho, de Roland-Garros A avaliação é compartilhada por um nome experiente do circuito. O duplista Marcelo Demoliner, que chegou às quartas de final nesta edição do torneio, vê um momento especialmente positivo para o tênis no Brasil. “Eu acho que o tênis brasileiro está vivendo um momento maravilhoso, tanto no profissional, como isso também faz com que a nova geração acredite mais nela, vendo que os profissionais estão chegando”, disse em entrevista à RFI. "O contato que temos com eles é importante para passar experiência e confiança de que eles também podem chegar. A gente vai ter aí uns dez anos de um bom ciclo no tênis brasileiro”, aposta. Nas arquibancadas, o entusiasmo também é evidente. A torcedora Gabriela Costa destacou o nível apresentado pelos jovens atletas. “É muito impressionante. O nível dos juniores já é impressionante de ver. A próxima geração está vindo forte, inspirada pelo João”, disse. Os resultados confirmam essa impressão. Jovens tenistas brasileiros acumulam vitórias importantes em simples e duplas, evidenciando a força da base e a renovação do esporte. Entre os destaques, o goiano Luis Guto Miguel, de 17 anos e número 4 do mundo no ranking juvenil, alcançou a semifinal, ao vencer, na quinta-feira (4), o austríaco Thilo Behrmann por dois sets a um, com parciais de 6/4, 1/6 e 6/3.  Já Leonardo Storck França avançou após derrotar o americano Jack Kennedy com um tie break nas quartas de final por 6/3 e 7/6 (7-1). O percurso até esse nível é resultado de anos de trabalho. Eduardo Frick, CEO da Rio Tennis Academy, onde Leonardo treina, detalha essa trajetória. “O Leonardo está conosco desde os 13 anos. Ele chegou de Cuiabá e mora na academia. É um trabalho de quase três anos e meio. Ele conquistou a vaga ao vencer o Roland-Garros Junior Series, um projeto de parceria entre a Federação Francesa de Tênis e a Federação Sul-Americana”, explica. Frick também destaca características técnicas do atleta: “Ele tem um diferencial que eu gosto muito, que é a esquerda com uma mão. Hoje em dia isso é raro. Mas ele precisa transformar isso em vantagem. É um menino com um jogo bonito, com muita garra e evolução mental.” Victoria Barros, um talento em ascensão  Outro nome que chamou atenção foi o da jovem Victoria Luiza Barros. A brasileira se classificou para a semifinal nesta quinta-feira, após uma virada sobre a sul-coreana Ha Num Lee, com parciais de 2/6, 6/1 e 6/4 — resultado superior ao desempenho de 2025, quando parou na terceira rodada. A tenista destaca a importância da consistência no processo. “Eu sou muito focada no dia a dia, em cada momento na quadra, em cada bola. Venho de bons jogos e de um bom processo. Claro que trabalho para chegar ao profissional, mas é passo a passo. Fico feliz com o reconhecimento, confio em mim, mas preciso seguir no meu ritmo”, disse à RFI. Essa confiança, sobretudo o talento, chamou a atenção de quem acompanha de perto o tênis feminino latino-americano. Após a carreira como jogadora, Claudia Van der Weck consolidou-se como treinadora internacional, atuando especialmente na formação de atletas e no circuito juvenil. Depois de trabalhar com nomes de destaque do tênis brasileiro, como a gaúcha Miriam D'Agostini, ela afirmou à RFI que viu algo diferente na jovem Vitória. “Eu fiquei em estado de choque. Assisti ao jogo e não podia acreditar no que estava vendo. Porque eu conheço três ou quatro gerações de brasileiras, incluindo a Maria Esther Bueno, mas nunca vi um talento como Victoria Barros. Além de ter todos os golpes, ela tem uma direita muito forte, talvez como a Sabalenka, quando ela acelera e imprime muita potência”, afirma. "Eu vi isso na Barros e fiquei em choque. Depois vi o saque e fiquei apaixonada, pois é tecnicamente perfeito. Vi algo que não via há muito tempo: ela desfruta do jogo. Eu vi uma quantidade de coisas que, em 15 anos, eu não via em uma juvenil no mundo. Ela é um diamante”, compara. Mesmo aqueles que não avançaram no torneio mantêm a ambição. O brasiliense Pedro Chabalgoity, 18 anos, sonha com o futuro. “Quero voltar aqui. Tenho o sonho de ganhar esse torneio, mas é pensar no passo a passo. Pensar muito no futuro traz ansiedade”, diz. O contato direto com o circuito profissional também tem impacto importante na formação dos jovens. Nauhany Vitória Leme da Silva, a Naná, 16 anos, destacou a inspiração ao conviver com atletas de elite. “Fico muito feliz de estar aqui com os profissionais. Ontem a Bia Haddad Maia estava assistindo ao meu jogo. É uma referência. Ver como elas treinam, como se comportam, isso é muito importante”, afirma. Transição promissora A edição de 2026 de Roland-Garros já entrou para a história do tênis brasileiro. Até o momento, é o Grand Slam com maior número de vitórias do país: 35 ao todo, superando as 26 registradas no US Open de 2014. O desempenho coletivo reforça a percepção de que o Brasil atravessa uma fase de transição promissora, com uma nova geração capaz de sustentar resultados no médio prazo e ampliar a presença do país no cenário internacional.

    Morning Show
    Novo tarifaço vira guerra de narrativas na pré-campanha

    Morning Show

    Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 121:32


    Confira no Morning Show desta quarta-feira (03): O secretário de estado americano, Marco Rubio, afirmou que a maioria dos países da américa latina são amigáveis aos Estados Unidos, com exceção de Brasil, Cuba, Nicarágua e do presidente da Colômbia, Gustavo Petro. A fala veio logo após a taxação de 25% de produtos brasileiros. Após a taxação de 25% dos produtos brasileiros, os dois pólos da política se movimentam a pouco tempo do início da campanha eleitoral. O presidente Lula (PT) realiza a segunda reunião ministerial do ano, onde deve traçar estratégias de reação aos atos americanos e de entrega de obras antes da campanha. Já Flávio Bolsonaro (PL) divulgou o envio de uma carta à Donald Trump pedindo que não taxe empresas brasileiras, fato que pode prejudicar sua tentativa de chegar ao Planalto. Durante agenda do governo federal, o presidente Lula (PT) insinuou que a nova rodada de taxações de produtos brasileiros pelos EUA aconteceram por conta da visita de Flávio Bolsonaro (PL) à Donald Trump. Segundo o presidente, os filhos de Jair Bolsonaro (PL) “foram pedir para que um país estrangeiro se intrometer nas decisões brasileiras. São traidores”. A pesquisa PoderData divulgada nesta quarta-feira (03) avaliou a percepção dos brasileiros sobre a medida dos EUA de classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. Segundo o levantamento, 53% dos entrevistados aprovam a iniciativa do governo americano. O Ministério Público de São Paulo pediu a condenação de sete policiais civis e outros quatro investigados no âmbito da Operação Tacitus, que apura um esquema de lavagem de dinheiro, extorsão e cobrança de propina milionária envolvendo o empresário Antônio Vinícius Gritzbach. Matéria da Revista Piauí revela investigação da Polícia Federal em empresa de maquiagem “We Pink” da influênciadora Virgínia Fonseca. Segundo a revista, não há denúncia formal, apenas a investigação sobre movimentações financeiras milionárias entre a marca e investidores. O presidente do Senado Federal Davi Alcolumbre (União) afirmou que não será um “carimbador” da aprovação da PEC do fim da escala 6x1. Para Alcolumbre é necessário que o Senado leve o tempo que for preciso para avaliar o projeto e sugerir mudanças no texto. Setores contra a PEC já manifestaram que conversariam com senadores para travar a pauta e obter concessões para entidades patronais. Em entrevista ao jornal espanhol El País, o cantor Caetano Veloso afirmou que “parece que o Brasil é irrecuperável” e criticou o exagero do identitarismo na esquerda dizendo que a forma como esses temas estão sendo tratados são “contraproducentes”. Um Influenciador paranaense registrou um suposto ovni no céu da zona rural de Curitiba. Nas redes sociais Mayk Leão afirmou que viu luzes que “não são daqui (terra)”. A Força Aérea Brasileira emitiu uma nota negando que o vídeo se tratasse de uma nave espacial e que nada anormal foi registrado na região. A cantora mineira Roberta Campos lançou o disco “Coisas de Viver a Dois”, com participações de Elba Ramalho, Zeca Baleiro, Mariana Froes e outras participações em todas as faixas. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

    Balls in Our Court
    Balls In Our Court #93

    Balls in Our Court

    Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 64:27


    2026 NBA Finals Preview. New York Knicks vs. San Antonio Spurs. The Panel discuss, analyze and made their picks for the series. Make sure to stay tuned for Cortez and Paul Podcast during the week Twitter/X: @BIOCPodcast @inthemindofcp @The_Paul_MacBalls In Our Court: anchor.fm/cortez-paulInthemindofcp.podomatic.comFacebook: Balls in Our PodcastIG: @BIOCPodcastBuymeacoffee.com/biocpodcastCheck us out on radiate.fm We are on iTunes, TuneIn Radio, Stitcher, iHeartRadio, Spreaker, Windows, Google Podcast, Anchor, Spotify and many other sites as well! Snippet Instrumentals by Nas and Post Malone, Please support the music artists by purchasing their content on Apple Music, Spotify and other music platforms as I do no own the content.

    That's Good PizzZa
    Episode 164: He Was There When Nas Recorded Illmatic… And Ran NYC's Weed Game | Old Man Dave

    That's Good PizzZa

    Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 104:26


    This week, JP sits down with Old Man Dave, one of the true OGs of New York City cannabis culture.Now in his 80s, Dave has lived a life most people only hear about in stories. From moving weight during the golden era of NYC cannabis to navigating the ups and downs that came with it, Dave has seen it all.Through multiple chapters of life, relationships, business ventures, and run-ins with the law, Dave remained connected to the culture that helped shape New York.

    Convidado
    Abiy Ahmed reforça poder nas urnas, mas persistem dúvidas sobre o futuro da Etiópia

    Convidado

    Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 9:17


    A Etiópia foi a votos esta segunda-feira, 1 de Junho, para eleger os deputados federais e os representantes regionais, num escrutínio que deve garantir a continuidade do primeiro-ministro Abiy Ahmed à frente do Governo. Apesar da participação registada em várias cidades, as eleições decorreram sob críticas da oposição, num contexto marcado por conflitos armados, dificuldades económicas e exclusão de algumas regiões. A vitória do Partido da Prosperidade, liderado por Abiy Ahmed, nunca esteve em causa. A formação governamental partia como favorita para conservar a maioria parlamentar e garantir a continuidade do actual primeiro-ministro à frente do Governo. Ainda assim, a participação eleitoral levanta interrogações sobre o grau de mobilização da sociedade etíope. O padre José Vieira, missionário português que regressou recentemente da Etiópia após 13 anos de trabalho no país, descreve um ambiente de relativa apatia política nos meses que antecederam a votação. “O que foi mais evidente durante os últimos meses era ver os centros de inscrição para as eleições completamente vazios”, observa. Apesar de a Comissão Nacional de Eleições apontar para cerca de 50 milhões de eleitores registados, o missionário considera o número reduzido para um país com cerca de 130 milhões de habitantes. “Havia uma certa desmobilização em relação ao evento”, afirma. Abiy Ahmed chegou ao poder em 2018 envolto numa forte expectativa de mudança. Um ano depois recebeu o Prémio Nobel da Paz, sobretudo pelo acordo alcançado com a Eritreia. Hoje, a avaliação dos seus 8 anos de governação divide opiniões. O padre José Vieira reconhece transformações visíveis, particularmente na capital. “Adis Abeba não tem nada a ver com o que era há dez anos. É uma cidade muito moderna, com grandes avenidas”, afirma. Destaca ainda a construção dos chamados “corredores urbanos”, que incluem espaços dedicados a peões e ciclistas e que o Governo procura replicar noutras regiões do país. No entanto, alerta para as limitações desse modelo fora dos grandes centros urbanos. Em muitas localidades, diz, os projectos são afectados pela falta de fiscalização e pela corrupção. “A corrupção é um dos grandes problemas na Etiópia de hoje”, sublinha, apontando casos em que verbas destinadas a obras públicas acabam desviadas para proveito pessoal de responsáveis locais. A guerra que continua a marcar o país Embora a guerra do Tigray tenha terminado formalmente em Novembro de 2022, com os Acordos de Pretória, as suas consequências continuam presentes no quotidiano dos etíopes. “As pessoas no Tigré não têm tanto acesso a combustíveis e a outros bens de primeira necessidade como noutras regiões”, explica o missionário. Além das dificuldades económicas, persistem receios quanto a um eventual reacender das tensões armadas, alimentadas por rivalidades regionais e por interesses externos. Segundo o padre português, o Governo foi obrigado a concentrar efectivos militares na região do Tigray, deixando outras zonas mais vulneráveis. Na Oromia, onde trabalhou, as preocupações de segurança aumentaram significativamente. “Houve um momento em que nos aconselhavam a telefonar antes de viajar para confirmar se as estradas estavam seguras”, recorda. A instabilidade não se limita ao norte do país. Em Amhara e Oromia continuam activos grupos armados que desafiam a autoridade do Estado e contribuem para um clima de insegurança que afecta a vida quotidiana e limita a capacidade do Governo para projectar uma imagem de normalidade democrática. Jovens preocupados com o futuro Nas conversas com famílias, líderes comunitários e estudantes, José Vieira encontrou uma preocupação comum: o acesso à educação e às oportunidades de emprego. Nos últimos anos, o Governo introduziu novos exames nacionais com o objectivo de elevar a exigência académica. Contudo, os resultados têm sido preocupantes. “Há três anos, quando foi introduzido o novo modelo de exame de admissão à universidade, apenas 5% dos candidatos passaram”, recorda. No ano lectivo mais recente, a taxa de aprovação rondou apenas os 7%. O missionário considera que muitos alunos não estão preparados para o grau de dificuldade das provas. O problema torna-se ainda mais grave porque os estudantes que não conseguem aprovação ficam dependentes de instituições privadas, inacessíveis para grande parte da população. A situação gera frustração entre os jovens. Muitos concluem vários anos de formação superior, mas arriscam terminar sem diploma caso não obtenham aprovação nos exames finais obrigatórios. “Depois de três, quatro ou cinco anos de estudos, podem ficar sem nada”, lamenta. Inflação e escassez de combustível A economia constitui outra fonte de preocupação. A inflação continua elevada e o acesso a combustíveis permanece problemático em várias regiões. O padre José Vieira relata situações extremas vividas pelas comunidades locais. Num dos centros missionários onde trabalhou, dois veículos permaneceram semanas sem poder circular por falta de gasóleo. “Descobriram que o mercado negro dá muito mais lucro do que o negócio normal”, explica. O missionário recorda ainda casos em que funcionários tiveram de esperar mais de dois dias em filas para abastecer um automóvel. Nas semanas que antecederam as eleições verificou-se uma melhoria na distribuição. “Antes havia grandes filas. Nas últimas semanas a situação foi normalizada”, relata. Resta saber se essa normalização corresponde a uma solução duradoura ou se foi apenas uma medida temporária para garantir um ambiente mais favorável durante o período eleitoral. As autoridades etíopes apresentam estas eleições como uma demonstração de estabilidade e de consolidação democrática. No entanto, a ausência de votação em algumas zonas, as denúncias da oposição, os conflitos armados persistentes e os problemas económicos mostram uma realidade mais complexa. Para José Vieira, a Etiópia continua a viver um momento de transição. Entre os avanços nas infra-estruturas e as dificuldades sentidas pela população, o país procura ainda encontrar um equilíbrio capaz de transformar a promessa de reforma que levou Abiy Ahmed ao poder numa estabilidade para os seus mais de 130 milhões de habitantes.

    Jogabilidade (Games)
    Vértice #520: 007 First Light, Unreal Engine 6, fim de Destiny 2 e mais!

    Jogabilidade (Games)

    Play Episode Listen Later May 31, 2026 179:54


    Essa semana, a espionagem e as canetas explosivas de 007 First Light se misturam aos mistérios cthulhescos de Call of the Elder Gods. Nas notícias, o anúncio da Unreal Engine 6, o fim de Destiny 2, de Spellcasters Chronicles e mais!Blocos00:12:21: Destiny 2 recebe sua última grande atualização00:29:43: Próximo State of Play ganha data00:47:29: Sony reduz o ritmo dos exclusivos de PlayStation no PC00:56:15: Crazy Taxi reaparece em novo teaser01:03:46: Spellcasters Chronicles chega ao fim01:17:26: Epic anuncia a Unreal Engine 601:29:32: Espionagem, ação e canetas explosivas em 007 First Light02:21:33: Mistérios cthulhescos em Call of the Elder Gods02:37:45: Perguntas dos ouvintes02:53:42: Finalmentes: entrevista com o novo CEO da Remedy Entertainment02:55:30: Finalmentes: analista Matthew Ball é contratado pelo Xbox02:56:37: Finalmentes: Dragon Quest terá evento de aniversário Apoie e acompanheContribuaYouTubeTwitchTwitter/XContato

    DEF-EDucation
    SPECIAL EPisode: Dr. André Benito Mountain on Hale House London Radio's "Out to Lunch" w/Paul Nataraj

    DEF-EDucation

    Play Episode Listen Later May 30, 2026 117:18


    Recorded live in Leeds, United Kingdom, during Dr. André Benito Mountain's April 2026 masterclass tour at the Institute for Contemporary Music Performance (ICMP), this episode of Out to Lunch with Dr. Paul Nataraj explores Hip Hop as a global cultural movement, educational force, and vehicle for storytelling.The conversation traces the influence of Gil Scott-Heron and poetry, examines the artistry and social commentary embedded in Hip Hop, and reflects on classic works such as Nas' I Gave You Power. Dr. Mountain also discusses the importance of preserving the culture's authenticity, the vision behind The Hip Hop Museum in the Bronx, and the growing international connections linking Hip Hop communities across London, Liverpool, Leeds, Lisbon, and beyond.Listeners will also hear about the award-winning Hip Hop Literacy Laboratory and how Hip Hop continues to inspire new approaches to teaching, learning, and youth development around the world.Recorded on the campus of the Institute for Contemporary Music Performance (ICMP) in Leeds, this conversation offers a unique perspective on Hip Hop's past, present, and future—from the Bronx to the world.10:02 – Gil Scott-Heron and discovering poetry through Hip Hop10:30 – Artistry and message in Hip Hop18:04 – Nas' perspective on I Gave You Power and how Hip Hop reveals lived realities often left unexamined18:47 – The ongoing tension within the culture to remain untethered, unbought, and unboxed26:15 – The vision of The Hip Hop Museum and its role as a global cultural institution36:46 – Connecting globally through Hip Hop, with reflections on London, Liverpool, Leeds, and Lisbon47:55 – The Hip Hop Literacy Laboratory and the role of Hip Hop in education

    Brasil-Mundo
    Exposição de fotógrafo brasileiro em Portugal transforma basquete de rua em manifesto visual

    Brasil-Mundo

    Play Episode Listen Later May 30, 2026 5:18


    Entre o concreto das cidades e o eco das quadras, o basquete de rua ganha densidade, memória e significado no olhar do fotógrafo brasileiro Dante Prochet. Em sua primeira exposição, no Porto, ele constrói uma narrativa visual que ultrapassa o esporte e se firma como um retrato sensível de identidade, pertencimento e vida urbana. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Nas imagens de Dante Prochet a quadra não é apenas um espaço delimitado por linhas, mas também um território simbólico. É ali que corpos se movem, histórias se cruzam e comunidades se formam. É dessa matéria viva que nasce a mostra “Basquete: O Manifesto”. A exposição de estreia do fotógrafo brasileiro em Portugal revela um olhar autoral consistente. Aos 20 anos, vivendo há cinco no país, o fotógrafo apresenta um trabalho que surpreende pela maturidade e pela clareza de intenção. O projeto teve origem em um livro, concebido como trabalho final acadêmico e, que ganha escala e intensidade em novo contexto. As imagens, ampliadas, impressas com cuidado e distribuídas de forma a manter o ritmo narrativo do livro, convidam o espectador a uma experiência mais lenta, quase imersiva. “Manifesto”, aqui, não é metáfora vazia e sim, como define o próprio artista, uma declaração. “Quis mostrar, pelas minhas fotos, a cultura do basquete de rua”, explica. Ele faz isso deslocando o olhar do jogo em si para os elementos que o sustentam e carregam história: os encontros, os códigos, os gestos e os espaços.   Lisboa e Nova York O trabalho se organiza a partir de um eixo geográfico e simbólico, entre Lisboa e Nova York. Duas cidades que, à primeira vista, pouco têm em comum, mas que se aproximam na linguagem universal do basquete de rua. “Nova York é o centro desse universo, com quadras icônicas por onde passaram e ainda passam jogadores da NBA e grandes nomes do basquete mundial. São espaços carregados de história, quase míticos dentro da cultura do esporte. O que me interessava era justamente colocar isso em diálogo com a realidade portuguesa, muito mais discreta em termos de projeção, mas que, para mim, tem o mesmo peso em significado. São contextos diferentes, mas que se encontram na forma como o basquete de rua constrói comunidade e identidade”, afirma. Um manifesto entre memória e território Nas imagens feitas na cidade americana, as quadras surgem como espaços carregados de memória, lugares onde passaram jogadores profissionais, onde nasceram lendas e onde o jogo se mistura à própria construção da identidade local. Em Lisboa, por outro lado, o olhar se volta também para as ausências, como a precariedade, a falta de incentivo, a fragilidade de estruturas das quais, muitas vezes, dependem comunidades inteiras. É nesse ponto que o trabalho ganha densidade crítica. Fotografias como Quadra Quebrada condensam essa tensão. A imagem nasceu de uma experiência pessoal, depois que uma quadra próxima à casa do fotógrafo teve a cesta retirada após reclamações de barulho. “Ali existia uma comunidade. Quando tiraram a cesta, aquilo simplesmente acabou”, lembra. O que se vê, então, não é apenas a ausência de um equipamento, mas o esvaziamento de um espaço de convivência. Uma estética que aproxima A força das imagens também reside na linguagem utilizada. Influenciado por nomes como William Klein, nova-iorquino e um dos fotografos mais influentes do século XX, Prochet aposta em uma estética mais crua, menos polida, que aproxima o espectador da ação. Há movimento, ruído, tensão. Ao mesmo tempo, referências como Robert Adams, fotógrafo americano ligado ao movimento New Topographics, ajudam a construir momentos de pausa e composição mais limpa, criando um equilíbrio que sustenta a narrativa visual. Outro contraste entre o basquete de rua e o basquete federado atravessa o trabalho. Enquanto o segundo é marcado por regras, uniformes e controle, o primeiro se afirma como espaço de liberdade. “Na rua, você joga como quer, se veste como quer. Existe uma liberdade total”, diz Prochet. Essa autonomia aparece não apenas nos gestos dos jogadores, mas também na forma como ocupam o espaço e constroem sua identidade. Em um tempo dominado pela circulação acelerada de imagens, o jovem também propõe uma reflexão sobre a materialidade da fotografia. Para ele, há uma diferença decisiva entre ver uma imagem na tela do celular e encontrá-la em uma parede. “Você perde detalhes importantes no digital, como o brilho e a textura do papel. Isso muda completamente a experiência”, afirma. Ainda assim, reconhece a ambivalência das redes sociais que, ao mesmo tempo em que ampliam o alcance do trabalho, também reduzem parte de sua potência sensorial. A estreia em Portugal surge a partir da relação com um coletivo artístico local, e o resultado, segundo o próprio fotógrafo, supera as expectativas iniciais. Mais do que um primeiro passo, Basquete: O Manifesto se apresenta como um gesto inaugural que já carrega identidade. Há, no trabalho de Dante Prochet, uma compreensão clara de que o essencial não está apenas no jogo, mas em tudo o que o cerca. E é nesse entorno, feito de pessoas, histórias e espaços, que sua fotografia encontra força, sentido e permanência. A exposição “Basquete: O Manifesto”, em cartaz na Temporada Social Club, no Porto, segue aberta ao público até 14 de julho

    Lightnin' Licks Radio
    Bonus #29 - Hemlocke Springs, The Police, etc.

    Lightnin' Licks Radio

    Play Episode Listen Later May 29, 2026 84:27


    Summer is now unofficially upon us. Hot boy summer, some may say. Two hot old boys and one hot girlie summer, even. Lightning Lickers Jay & Deon check in with Super-Special-Secret-Friend Jess to see (and hear) what she has been f#@%ing with, sonically speaking. It's good clean fun in the sun, ya dang bums! Check out Jess's production of Mr. Burns: A Post Electric PlaySonic contributions to this bonus episode number twenty-nine of Lightnin' Licks Radio podcast were made by: Prince Paul, De La Soul, Brothers Johnson, Zach Braff, Natalie Portman, POSPOTUS. R.E.M., Jay Dilla, The Pharcyde, Vince Guaraldi. The 45 King, DJ Kool, Kool & the Gang, Newcleus, Kevin McCaffrey. Space. Jewel, Mackeeper. Hole, Coutney Love, Melissa Auf Dee Mor and Billy Corgan on The Magnificent Others podcast, Smashing Pumpkins, Yoko Ono, David Porter, Puff & Big, Blind Melon, Young Marvel Giants. Helado Negro. Peaches & Herb, Charles Fox, Jessica McQuarter, Anne Washburn, Michael Friedman, Bernard Herrmann & Elmer Bernstein. Halsey, Lido. Hemlocke Springs, Doechii, Ian James, Joey Hamhock, Banser. Starship, Jefferson Starship, Jefferson Airplane, Grace Slick, Elvin Bishop. Some spacey smooth Japanese psych loops courtesy of Portal Records, XTC, Exile. National Wake, N.W.A., Wilson Picket, Funkadelic, The Winstons, Vampire Weekend, Dan Deacon, Aldo Nova, Elvis Costello, Deon's wife Shannon, Jan Hammer. The Police. NAS, Large Professor, 3rd Bass, MC Search and N.O.R.E. on Drink Champs podcast, Pete Rock, DJ Premier. James Brown, more Japanese psych loops, Sting, The Isley Brothers, Ice Cube, DJ Pooh. Crosby, Stills & Nash, The Staple Singers, Parliament, Cheech & Chong, Rakim, Aphex Twin, LBJ & good brother Abraham (Jefferson).You can't make then share mixtapes anymore. It's totally cool that artificial intellegence has been fed all music ever recorded to train itself to suck the life out of all art everwhere. Sharing mixtapes, though...very bad. Very, very bad.Hear the uninterrupted Jay-curated mixtape here. Stream a playlist of featured artists on Spotify here. Get your vinyl records and vintage wares here. Freedom. Know it while you have it. Get involved.JAY is f#@%ing with Space, Hole, XTC, and The Police.DEON has been into Mackeeper, Helado Negro, National Wake, and Nas.JESS has Halsey, Hemlocke Springs, and Jefferson Starship in heavy rotation.

    Songcraft: Spotlight on Songwriters
    Ep. 280 - CAMERON McCLOUD of Cure for Paranoia ("No Brainer")

    Songcraft: Spotlight on Songwriters

    Play Episode Listen Later May 27, 2026 70:29


    Rising hip hop influencer Cameron McCloud lets us in on his journey and his processPART ONE: Paul and Scott chat about a song that's getting a lot of hate online and consider how the internet has redefined how we hear music. PART TWO:  Our in-depth conversation with Cameron McCloudABOUT CAMERON McCLOUD Cure for Paranoia is the Dallas-based alternative hip hop collective fronted by Cameron McCloud. Crowned "Rap Group of the Year" by the Dallas Entertainment Awards in 2025 and "Artist of the Year" in 2026, the group's name came about following McCloud's diagnosis with bipolar depression and paranoid schizophrenia. Their breakthrough came when Erykah Badu's tapped them to perform at her birthday bash, and they have since shared bills with such artists as George Clinton, Nas, Ludacris, and Leon Bridges. The group was named NPR Tiny Desk Contest finalists three times in 2023, 2024, and 2025 before winning the contest in 2026. In addition to the success of their most recent EP, Work of Art, they've gained attention online thanks to Cameron's 2025 challenge to release an original verse every day on his social media channels. Tackling everything from mental health to social injustice, his rhymes earned a substantial following. Inspired by groups such as Outkast, The Roots, and a Tribe Called Quest, Cameron McCloud and Cure for Paranoia are rapidly gaining a major national audience.  Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

    Foodness Talks
    Construir marca no delivery -Bruno Kormes #298

    Foodness Talks

    Play Episode Listen Later May 27, 2026 46:41


    Construir marca no delivery não é só sobre comunicação. É sobre modelo de negócio.Nas plataformas, você compete por preço, velocidade e decisão rápida. Se não tem estratégia, você vira mais um na prateleira.Marca forte no delivery vem de clareza: O que você vende, pra quem, com qual margem e com qual consistência.Cardápio pensado, operação ajustada, precificação correta e posicionamento bem definido.Porque no fim, não é sobre aparecer mais. É sobre ter um negócio que se sustenta e cresce saudável nesse formato e estrutura.Bruno Kormes (@brkormes)- Papila Deli, (@papiladeli)conta da como começaram uma marca que virou referência no delivery.Esse episódio é um oferecimento de@‌searafoodsolutions , @‌goomer_br e @‌rispostabr

    FM4 HipHop Lesekreis
    Gimme the World von AZ ft Jadakiss

    FM4 HipHop Lesekreis

    Play Episode Listen Later May 26, 2026 8:17


    AZ, bürgerlicher Name Anthony Cruz aus East New York, eröffnete 1994 Nas' Debütalbum Illmatic mit einem Gastauftritt und verkaufte ein Jahr später von seinem eigenen Debüt Doe or Die eine Million Kopien. Der Tenor ist dennoch AZ hat nie den Fame bekommen den er aufgrund seiner Skills verdienen würde. Jetzt erschienen: Doe or Die III ist sein elftes Album in dreißig Jahren und wurde fast durchgehend von den Produzenten Ron Browz und Bink! produziert.'Der Hip Hop Lesekreis über Gimme the World ft Jadakiss26.05.2026 FM4 Homebase 20 Uhr

    LINUX Unplugged
    668: --yolo

    LINUX Unplugged

    Play Episode Listen Later May 25, 2026 77:01 Transcription Available


    Brent's been hacking smart speakers, Wes has a surprise, and Chris gives up on OpenClaw.Sponsored By:Jupiter Party Annual Membership: Put your support on automatic with our annual plan, and get one month of membership for free!Managed Nebula: Meet Managed Nebula from Defined Networking. A decentralized VPN built on the open-source Nebula platform that we love.Support LINUX UnpluggedLinks:ConnecTen Internet — Get $35 off your order total with Jupiter35

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    Call Out Culture
    Used Records: Memorial Day 60 Minute Mix

    Call Out Culture

    Play Episode Listen Later May 25, 2026 62:32


    Zilla's back with 60 minutes of bangers to bump if you're drinking, running errands, playing cornhole, or listening to rap podcasts!Tracklisting:1. Nas & Swizz Beatz "Be Worried" (blend)2. French Montana feat Chinx Drugs and NORE "Off the Rip"3. Juicy J feat Young Dolph "Shopping Spree"4. Re-Up Gang "What's Up Freestyle"5. ASAP Rocky "Lord Pretty Flacko Jodye 2"6. Aaliyah "One in a Million"7. Sean Price "You Don't Know My Name Freestyle"8. Roc Marciano "67 Lobby"9. Quasimoto "Spardala"10. Heavy D "Get Fresh Hev"11. LL Cool J "Feel the Beat"12. Slick Rick "Midas Touch"13. SA Smash "Illy"14. Jay-Z "Pump it Up Freestyle"15. Memphis Bleek feat Freeway & Just Blaze "Just Blaze, Bleek & Free"16. Redman "Dunfiato"17. Nas & Statik Selektah feat Jadakiss "Everything I Love Remix"18. Naughty by Nature "Ring the Alarm"19. Skyzoo feat Westside Gunn "Luxury"20. Busta Rhymes feat Q-Tip and Kid Capri "Thank You"We are sponsored by ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Wavey Goods⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠! Get the freshest shirts out and tell them Call Out Culture sent you!Hear full episodes it is $1 a month at our patreon:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.patreon.com/calloutculturepodcast⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠You can also upgrade to a higher tier to get exclusive content and video⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠.You can find our music here:Zilla Rocca:  ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://5oclockshadowboxers.bandcamp.com/music⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Curly Castro:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠  ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://curlycastro.bandcamp.com/album/little-robert-hutton⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://shrapknel.bandcamp.com/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Alaska:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://thatrapperalaska.bandcamp.com/⁠

    Southern Vangard
    Episode 473 - Southern Vangard Radio

    Southern Vangard

    Play Episode Listen Later May 24, 2026 98:42


    BANG! @southernvangard radio Ep474! RIP LIL IPHONE 5C NEON BWOI. EDDIE MEEKS “PHENYLALANINE” PROD. BY JONNY CUBA WITH CUTS BY DJ JON DOE MIXED AND MASTERED BY BAMBU DE ASIATIC OUT NOW. YOU CAN HEAR IT IN THIS EPISODE AND COP IT AT @ DJPOCKET.COM. If you missed this episode's Twitch stream, you can alway catch the replay courtesy of CHANNEL ZERO / youtube.com/@publicenemy on Mondays at 9p ET! #YOUWAAAAALCOME #SMITHSONIANGRADE // southernvangard.com // @southernvangard on all platforms #hiphop #rap #undergroundhiphop #boombap ---------- Recorded live May 11, 2026 @ Dirty Blanket Studios, Marietta, GA southernvangard.com @southernvangard on all platforms #SmithsonianGrade #WeAreTheGard twitter/IG: @southernvangard @jondoeatl @cappuccinomeeks ---------- Pre-Game Beats - Doza The Drum Dealer x Work Scorsese Talk Break Inst - “It's All Bad” - Vanderslice “Southern Vangard Theme Song” - Bobby Homack & The Southern Vangard All Stars “Another Three” - Starvin B & One Take ft. Flushin Teck & Illa Ghee “Hear Me” - Estee Nack & Cookin Soul “Patricia” - Vstylez (prod. Marv Won) “Surprise” - AZ ft. Nas (prod.Mike & Keys) “On My Soul” - Rufus Sims, Ju Jilla & Xcelence “Maybe Yours” - Joe D. ft. Let The Dirt Say Amen Talk Break Inst - “Off The Scale” - Vanderslice “Iron Sharpens Iron" - Vstylez ft. The Bad Seed (prod. The Troubles) “Legendary Blocks” - Termanology & Royal Flush ft. Tek & UFO Fev) (prod. Melks & Termanology) “Airjordan” - Onry x Milipede ft. Aesop Rock “The Lay-Up” - Nowaah The Flood (prod. The Mali Empire) “For The Gig” - DJ Premier & The Alchemist “Peppers” - Action Bronson ft. Roc Marciano (prod. Daringer) “Still Jackie” - AZ (prod. Statik Selektah) Talk Break Inst - “Choke Hold” - Vanderslice “Phenylalanine” - Eddie Meeks (prod. Jonny Cuba, cuts DJ Jon Doe) “The Main Line” - 38 Spesh ft. Method Man (prod. TrickyTrippz) “Damage” - Vanderslice ft. Vic Spencer “Nobody” - Nowaah The Flood (prod. Circa 97) “More Or Less” - Estee Nack & Cookin Soul “G.F.Y.” - Doza The Drum Dealer x Work Scorsese Talk Break Inst - “Vintage Van Sleazy” - Vanderslice ** TWITCH ONLY SET ** “Take It Easy” - Mad Lion “Shoot To Kill” - Mad Lion “Black Cop” - KRS-One “Down With the King” - RUN DMC ft. Pete Rock & C.L. Smooth “Where Do I Go?” - Galt MacDermot, James Rado & Gerome Ragni

    O Assunto
    O horror das mulheres afegãs sob o Talibã

    O Assunto

    Play Episode Listen Later May 22, 2026 23:40


    Convidada: Adriana Carranca, escritora e jornalista, participou de coberturas especiais no Afeganistão e em outras regiões do Oriente Médio. Nas últimas semanas, o grupo fundamentalista que governa o Afeganistão publicou o documento intitulado "Princípios de Separação Entre Cônjuges", que muda a legislação sobre casamentos no país. Desse modo, uma tragédia comum nas regiões rurais foi oficializada como lei: o casamento infantil. Na prática, o Talibã derrubou a idade mínima para o casamento, que era de 16 anos: agora, meninas de até 9 anos já são submetidas ao matrimônio forçado. O texto estabelece ainda uma interpretação extrema de consentimento: o silêncio de uma "menina virgem" deve ser entendido como um “sim”. A medida é apontada por especialistas internacionais como a institucionalização do estupro infantil e da violência doméstica. Neste episódio, Natuza Nery conversa com a jornalista e escritora Adriana Carranca, que já realizou coberturas in loco no Afeganistão. Nesta entrevista, Adriana explica a origem do Talibã e a ascensão de um regime ainda mais fechado a partir de 2021, e relata o horror pelo qual mulheres e meninas são submetidas por lá.

    Million Dollar Relationships
    The Referral That Opened Every Door with Nas Vou

    Million Dollar Relationships

    Play Episode Listen Later May 22, 2026 30:45


    What if one person putting their neck out for you was all it took to change the entire trajectory of your life? In this episode, Nas Vou, founder of Do It Digital and host of CEO Insights, shares how a journey that started at McDonald's at age 14 led him from chronic illness and corporate sales in Australia to running a growth-focused digital agency from the Mediterranean island of Cyprus. Along the way, one man at Coca-Cola put his reputation on the line for a young, ambitious kid without a degree, and nothing was ever the same after that. Nas didn't get the role he applied for at first. He got the one below it. Then he got the one he originally wanted. Then he built a career on the back of what that one referral made possible. Today he helps B2B companies sign clients using high-converting funnels and outbound strategies, and he still sends thank-you messages to the man who made it all possible.   [00:04:00] What He Does and Who He Serves Founder of Do It Digital, helping B2B companies sign clients Specializes in outbound strategies, sales funnels, and lead generation Hosts CEO Insights podcast on Spotify, YouTube, and Apple [00:05:00] From McDonald's to the Mediterranean Started working at 14; wanted his own money and his own destiny Got sick with glandular fever and chronic fatigue early in his career Cut his teeth in sales; discovered he was naturally wired for people Spent the last eight years transitioning from coaching into agency work [00:07:00] Client Impact: From Website to Strategic Partner Started with a single website project for a consultant Client kept giving more projects as trust grew They became full strategic partners, serving the client's own clients A transactional project turned into a friendship, a partnership, and a network [00:10:20] Why Referrals Should Never Lead with Commission Leading with "send me referrals and I'll pay you" is the wrong message Referrals work because you want to deepen the relationship, not make money Your reputation travels with every person you refer Only refer people whose character and competence you can stand behind [00:13:40] The Relationship That Changed Everything: Ashon Cohen Was 19 with no degree when he asked Ashon, a Coca-Cola rep, to help him get an interview Ashon put his name and reputation on the line to get Nas in the door Nas got the role and bought a house at 22 He credits that one referral for the entire trajectory that followed [00:17:00] What That Referral Made Possible Coca-Cola gave him world-class sales training and professional development That career momentum opened doors that would have taken years otherwise He still messages Ashon on LinkedIn to say thank you His belief: sometimes all you need is one person to give you a chance [00:21:40] When the Student Is Ready Serendipity in relationships happens when you are ready to receive it Trust of character plus trust of competence equals zero friction People who have been in the right rooms think about relationships differently Values alignment is what makes connections last across distance and time [00:26:00] One 26-Minute Conversation, Four Incredible People Had Craig Ballantyne on his podcast; one conversation led to four connections Kevin was the fourth or fifth person to come from that single introduction Geography stopped mattering once shared values were in place Podcasts and communities are how you scale one-to-one relationship building [00:29:00] Closing Thought: Deepen What You Already Have Ask yourself: how can you deepen the relationships you already have? Moving countries showed him how quickly you can lose the networks you relied on Consistent conversations keep connections alive across distance and time   KEY QUOTES "Trust of character and trust of competence. When those two trusts are there, there's zero friction and things can just flow." - Nas Vou "Without people, nothing really matters. As long as humans are around, people will always need people." - Nas Vou CONNECT WITH NAS VOU Website: https://www.doitdigital.agency LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/nasvou Facebook: https://www.facebook.com/nas.vou   Thanks for tuning in! If you liked my show, please LEAVE A 5-STAR REVIEW, like, and subscribe! Find me on: Apple Podcasts | Spotify | iHeart Radio | Stitcher

    Oxytude
    Hebdoxytude 454, l'actualité de la semaine en technologies et accessibilité

    Oxytude

    Play Episode Listen Later May 22, 2026 70:59


    Au programme dans l'actu des nouvelles technologies et de l'accessibilité dans cet épisode : La rafale d'annonces de Google de mai 2026 Google TalkBack 17 est disponible, quoi de neuf ? Voici Gemini Intelligence : Google promet un monde où votre smartphone fait presque tout à votre place. Google réserve Gemini Intelligence aux flagships Android avec 12 Go de RAM. Google dévoile le Googlebook, un PC portable sous Android qui enterre le Chromebook. Google I/O 2026 : le grand récap des annonces IA. Du côté des applications et du web Apple dévoile les fonctions d'accessibilité d'iOS 27 avec Apple Intelligence. Feuille de route de NVDA pour 2026. NVDA 2026.1.1 est disponible et corrige des problèmes de sécurité . Samsung remplace sa version TalkBack par celle de Google dans One UI 9 Beta. Mole, l'application de nettoyage pour macOS est disponible en version graphique. Quickmail : un nouveau client de messagerie pour Windows. Native Instruments, créateur de Traktor et Reaktor, sauvée au dernier moment par InMusic. Amadeus Pro version 3 (Apple Silicon) est disponible en beta. La version LITe est également disponible en beta. Le reste de l'actu Samsung présente ses lunettes connectées Galaxy : un aperçu du futur. Concours Be My Eyes. Demande de contact dans le groupe La Poste au sujet des futures serrures NFC des boites à lettre et de l'accessibilité des applications associées. La Poste dévoile une serrure connectée sécurisée pour boîte aux lettres, qui fonctionne sans électricité. Foire Aux Questions question de Jean-Marc à propos de l'accessibilité des NAS (disques dur réseau). Question de Jérémy à propos du contrôle des climatiseurs mobiles. tado°. Sensibo Sky. Sensibo Air. Retour sur et témoignage Anne-Sophie revient sur ses problèmes avec Pronote, des améliorations, et explique comment l'administration considère ses agents handicapés. Remerciements Cette semaine, nous remercions Nicolas, Francklin, Sandy et Sebastian pour leurs infos ou leur dons. Si vous souhaitez vous aussi nous envoyer de l'info ou nous soutenir : Pour nous contactez ou nous envoyez des infos, passez par le formulaire de contact sur la page oxytude.org/contact. Pour nous soutenir via Paypal, c'est sur la page paypal.me/oxytude. Pour vos achats sur Amazon, passez par notre lien affilié oxytude.org/amazon.. Pour animer cet épisode François, Philippe et Sof.

    Novus Capital
    NovusCast - 22 de Março 2026

    Novus Capital

    Play Episode Listen Later May 22, 2026 12:37


    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana seguiu marcada pelas negociações entre Estados Unidos e Irã. O Trump chegou a sinalizar um possível ataque, posteriormente cancelado após pedidos de países do Golfo. As conversas continuam, mas seguem os impasses envolvendo o enriquecimento de urânio e o controle do fluxo no estreito de Ormuz. A ata do Fed mostrou maioria dos membros considerando apropriada uma alta de juros caso a inflação permaneça persistentemente acima da meta. O Waller, um dos diretores da entidade, que anteriormente defendia cortes, afirmou que discutir redução de juros no curto prazo seria inadequado diante dos dados recentes. Na Zona do Euro, os PMIs mostraram desaceleração adicional da atividade, principalmente em serviços. No Brasil, a semana teve poucos dados econômicos, com destaque maior para os desdobramentos políticos. O diretor do BCB Nilton David teve discurso interpretado como mais dovish, reforçando expectativa de continuidade dos cortes de 25 bps na Selic. Nas pesquisas eleitorais, Flávio Bolsonaro perdeu espaço após os áudios divulgados na semana anterior, enquanto Lula apresentou melhora marginal de aprovação. Apesar disso, a leitura segue de disputa ainda competitiva no segundo turno, com Flávio Bolsonaro permanecendo como candidato viável. Nos EUA, os juros mais curtos tiveram abertura marginal, e os mais longos fechamento marginal, enquanto as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +0,88%, Nasdaq +1,22% e Russell 2000 +2,72%. O juro de 30 anos no Reino Unido fechou 28 bps. No Brasil, o jan/29 fechou 27 bps, o Ibovespa desvalorizou 0,61% e o real valorizou 0,38%. Na próxima semana, destaque para o PCE nos EUA e, no Brasil, atenção para o PIB, IPCA-15, dados de mercado de trabalho e índices de confiança.

    The Seoul Sistahs Podcast: A KDrama Podcast
    Ep 153| Perfect Crown Review

    The Seoul Sistahs Podcast: A KDrama Podcast

    Play Episode Listen Later May 21, 2026 137:56


    Listen in as Nas, Keila, and Ori do a deep dive on all things Perfect Crown! They discuss everything from the swoony moments to the plot twists they did not expect. Did their most anticipated drama meet their expectations? You'll have to listen to find out!...Timestamps: K-Catch Up (01:48), The Rundown (10:15), First Impressions (12:44), Character Discussion (17:00), Notable Scenes (31:16), Hot Takes (2:08:20), Ratings and Rankings (2:13:02), Lessons Learned (2:15:10)

    Medyascope.tv Podcast
    Taşacak Bu Deniz, Kulüp, Uzak Şehir ve Hatırla Sevgili: Türkiye'de dizilerde azınlık temsili

    Medyascope.tv Podcast

    Play Episode Listen Later May 21, 2026 33:08


    İPM-Sabancı Üniversitesi-Stiftung Mercator Girişimi ve Medyascope işbirliğiyle hazırlanan “Nasıl bir Dünya? Nasıl bir Türkiye?” programının bu bölümünde gazeteci Burcu Karakaş, sosyolog Feyza Akınerdem ile Türkiye'de dizilerde azınlık temsillerini konuştu. Türkiye'de televizyon yayıncılığının TRT döneminden özel kanallara geçişine, 2000'li yıllardaki açılım sürecinden günümüz dijital platformlarına kadar uzanan dönüşüm; Kürt, Rum, Yahudi, Ermeni ve Alevi karakterler üzerinden değerlendirildi. Bu videoda; Hatırla Sevgili, Çemberimde Gül Oya, Kulüp, Uzak Şehir ve Taşacak Bu Deniz gibi yapımlar üzerinden dizilerde kültürel temsil, toplumsal hafıza, demokrasi ve medya ilişkisi ele alınıyor. Azınlık temsillerinin neden çoğunlukla çatışma üzerinden kurulduğu, Ermeni ve Alevi karakterlerin neden ekranlarda daha az görünür olduğu ve televizyon dizilerinin Türkiye'nin siyasi atmosferinden nasıl etkilendiği dikkat çekici örneklerle anlatılıyor. Türkiye'de medya, kültür politikaları, toplumsal barış ve televizyon dizileri üzerine derinlikli bir analiz izlemek isteyenler için önemli bir söyleşi. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    Daebak K-Rambles Podcast: Kdrama Reviews
    Call It Love | Full K-drama Review / Ep. 110

    Daebak K-Rambles Podcast: Kdrama Reviews

    Play Episode Listen Later May 21, 2026 106:33


    On Episode 110 of the Daebak K-Rambles Podcast, Jess and Nas from the Swoon Diaries Podcast to review the underrated 2023 melodrama Call It Love, starring Kim Young-Kwang and Lee Sung-Kyung.Jess and Nas talk through how Call It Love transforms a familiar revenge setup into something unexpectedly tender, introspective, and quietly devastating. From its opening—lonely silhouettes, a haunting radio monologue about understanding others' pain, and a heroine walking against the flow in the rain—the drama establishes its core thesis: love begins with empathy.The story follows a hardened, defensive woman shaped by abandonment and betrayal, and a gentle man whose kindness feels almost radical. Their dynamic anchors a slow-burn romance that resists spectacle in favor of emotional truth.Call It Love stands out in the K-drama landscape with its refusal to glamorize revenge, exploring how vengeance offers no relief, just more emptiness. Meanwhile, the male lead embodies a quiet resilience, choosing endurance over retaliation, even when wronged. Their conversations—about loneliness, restraint, and the cost of honesty—are some of the most emotionally rich in recent K-dramas.Highlights include: messy family ties, morally gray parents (including a strong contender for Worst K-drama Mom™), and questions of emotional boundaries—can you love someone connected to your deepest wounds?GUEST: NasSwoon Diaries Podcast: Available on Spotify, Google, AppleInstagram: @swoondiariespodTwitter: @swoondiariespodYouTubeIntro Music Credit: “Golden Coconut Club” by Tearliner, from the Cheese in the Trap OST. Used with permission from the artist.Rate and subscribe on Apple Podcasts and Spotify, follow us on all the socials, and be sure to let us know what you want to see in Season 8!

    Vidas en red Spreaker
    Una isla para Vidas en red, montando un VPS

    Vidas en red Spreaker

    Play Episode Listen Later May 21, 2026 28:51 Transcription Available


    En este episodio os cuento cómo Jane, mi asistente digital, me ayudó a montar un servidor VPS para la webapp de la iglesia (SuanzesApp) desde cero.Jane no solo me guió en la configuración del VPS de Contabo (Ubuntu, Nginx, Gunicorn, PostgreSQL), sino que también:•

    Pulso Latino
    #92 PULSO LATINO CONJUNTURA: O que está acontecendo na Bolívia? Crise política e mobilizações sociais

    Pulso Latino

    Play Episode Listen Later May 20, 2026 67:29


    Nas últimas semanas, bloqueios de estradas, greves e mobilizações sociais se espalharam por diferentes regiões da Bolívia. Diversos setores (camponeses, trabalhadores, mineiros e organizações sociais) vêm intensificando críticas ao recente governo de Rodrigo Paz. O que começou como protestos ligados a medidas econômicas e reformas relacionadas à terra passou a envolver questionamentos mais amplos sobre os rumos políticos do país, o aumento do custo de vida e as relações entre o novo governo e os movimentos populares e indígenas. Mas, afinal, o que está acontecendo na Bolívia? Estamos diante de uma crise conjuntural, de uma disputa entre diferentes projetos de país ou de transformações mais profundas no cenário político boliviano? Neste episódio do Pulso Latino, Salvador Schavelzon e Chryslen Mayra, do Coletivo Berta Latinoamericanista, abrem uma conversa sobre a atual conjuntura política boliviana, que atravessa um dos momentos mais tensos desde a mudança de governo em 2025.  Para nos ajudar a compreender as múltiplas dimensões deste momento e seus possíveis desdobramentos recebemos dois convidados: Roger Adan Chambi Mayta, advogado aymara boliviano e representante de movimentos políticos aymaristas, e Alina Ribeiro, cientista política que estuda movimentos políticos populares na Bolívia.

    The Crate 808 Podcast
    Slept-On Wu Tang Clan: 'As High as Wu‐Tang Get' | Ep. 196

    The Crate 808 Podcast

    Play Episode Listen Later May 19, 2026 26:53


    Suuuuuuuuuuuu!! We are back on it people, time to dig right back into that Wu catalogue and hunt for those slept-on gems…and this week this may be one of RZA's best baselines alongside one of GZA's standout moments. Yep, it's as good as it sounds - we're going back to 1997 and 'Wu-Tang Forever' for this incredible cut, 'As High as Wu‐Tang Get'!   Spotify Slept-On Wu Bangers playlist: https://open.spotify.com/playlist/0iESHJ2ZPR33rhl9mHEmRx?si=234480172038480d  

    Vidas en red Spreaker
    OpenClaw - Todo lo que he conseguido hacer

    Vidas en red Spreaker

    Play Episode Listen Later May 19, 2026 22:39 Transcription Available


    ¿Te imaginas tener a tu propio Jarvis en Telegram? Pues eso es OpenClaw

    Highlights from The Hard Shoulder
    Ambulance strike updates - where are things at the moment?

    Highlights from The Hard Shoulder

    Play Episode Listen Later May 18, 2026 5:07


    Last week, Unite and SIPTU members working for the NAS engaged in a 24-hour stoppage as a result of management's ongoing failure to implement the 2020 ‘Roles and Responsibilities Review'. Government talks are underway today.John McCamley, SIPTU Health Organiser joins Ciara to discuss where things are at the moment, and how the situation could evolve in coming days…

    Best of The Steve Harvey Morning Show
    Brand Builder: She held leadership roles at Harper's Bazaar, Ebony, Honey Magazine, and digital platforms like BET and The Grio.

    Best of The Steve Harvey Morning Show

    Play Episode Listen Later May 15, 2026 25:50 Transcription Available


    Listen and subscribe to Money Making Conversations on iHeartRadio, Apple Podcasts, Spotify, www.moneymakingconversations.com/subscribe/ or wherever you listen to podcasts. New Money Making Conversations episodes drop daily. I want to alert you, so you don’t miss out on expert analysis and insider perspectives from my guests who provide tips that can help you uplift the community, improve your financial planning, motivation, or advice on how to be a successful entrepreneur. Keep winning! Two-time Emmy and Three-time NAACP Image Award-winning, television Executive Producer Rushion McDonald interviewed Amy DuBois Barnett.

    Jogabilidade (Games)
    Vértice #518: Mixtape, novo Star Fox, Switch mais caro, Double Fine sindicaliza e mais!

    Jogabilidade (Games)

    Play Episode Listen Later May 14, 2026 183:59


    Essa semana, nos despedimos da adolescência ao som de música, minigames e decisões questionáveis em Mixtape. Nas notícias, comentamos o “novo” Star Fox e seu "novo" estilo de arte, o aumento de preço do Switch 2, a Sega (aparentemente) desistindo dos live services, o novo estúdio de Katsuhiro Harada com a SNK e mais!

    Medyascope.tv Podcast
    Politik ekonomi üçgeni: AB-Çin-Türkiye | Nasıl bir Dünya? Nasıl bir Türkiye?

    Medyascope.tv Podcast

    Play Episode Listen Later May 14, 2026 46:07


    İPM-Sabancı Üniversitesi-Stiftung Mercator Girişimi ve Medyascope işbirliğiyle hazırlanan “Nasıl bir Dünya? Nasıl bir Türkiye?” programının bu bölümünde AB-Türkiye ve Çin'in politik ekonomik üçgeni konuşuldu. Mercator-İPM Araştırmacısı Ali Baydarol ve İPM Kıdemli Uzmanı Altay Atlı gelişmeleri değerlendirdi. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    Sky Sports Cricket Podcast
    England name three uncapped players in revamped men's Test squad

    Sky Sports Cricket Podcast

    Play Episode Listen Later May 13, 2026 20:49


    Nas and Ath are at the County Ground in Northampton to give their immediate reaction to England's revamped men's squad for the first Test against New Zealand.They discuss Zak Crawley's omission, the three uncapped players who have been selected and chat about Marcus North being named England's new national selector.-•You can watch the cricket action live on Sky Sports. If you're not already a Sky customer, you can stream Sky Sports on your terms with a NOW membership. Sign up to NOW here: www.nowtv.com/membership/watch-sky-sports?DCMP=ilc_skysports_podcastlink•Listen to every episode of the Sky Sports Cricket Podcast here: www.skysports.com/podcasts/36578/11933948/sky-sports-cricket-podcast-with-nasser-hussain-and-michael-atherton•You can listen to the Sky Sports Cricket Podcast on your smart speaker by asking it to "play Sky Sports Cricket Podcast".•For all the latest cricket news, head to www.skysports.com/cricket•For advertising opportunities email: skysportspodcasts@sky.uk

    Catalisadores
    O Presidente Como 'Primeiro Entre Iguais' — O Que Isso Significa

    Catalisadores

    Play Episode Listen Later May 13, 2026 84:53


    Neste vídeo, exploramos a fundo as responsabilidades e os limites do cargo de presidente na estrutura da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Diferentemente do modelo corporativo, o presidente adventista não atua como um CEO solitário, mas sim como um facilitador de comissões e um "primeiro entre iguais". O que você vai aprender: 1. A Distinção Crucial: Por que o presidente preside processos, mas não decide sozinho. 2. O "Ancião Chefe": A responsabilidade pastoral e o bem-estar espiritual das igrejas no território. 3. Administração Compartilhada: Como funciona o trio administrativo (Presidente, Secretário e Tesoureiro). 4. Sinais de Alerta: Como identificar quando a liderança saudável se torna dominação autoritária. 5. Liderança Forte vs. Dominação: Dicas práticas para liderar com humildade e eficiência. Este estudo é essencial para pastores, líderes de igreja e membros que desejam entender como as decisões são tomadas e como a governança bíblica protege a missão da igreja contra o acúmulo de poder. VINTE PERGUNTAS PARA REFLEXÃO Sobre Estilo de Liderança 1. Você (ou o presidente que você conhece) atua mais como CEO ou como presidente de comissão? Quais comportamentos específicos indicam uma ou outra coisa? 2. Nas reuniões que você preside, quanto do tempo de fala é ocupado por você? Você fala primeiro ou por último nas discussões importantes? 3. Quando foi a última vez que a comissão decidiu diferente do que você queria? Como você reagiu — interna e externamente? 4. Há espaço real para discordância nas reuniões que você preside? Quando foi a última vez que alguém discordou abertamente de você? 5. Você incentiva ativamente a discordância ou apenas a tolera quando surge? Sobre Relacionamentos 6. Como é a qualidade da relação entre presidente, secretário e tesoureiro em sua organização? É parceria genuína ou hierarquia disfarçada? 7. Quem são seus "truth-tellers" — pessoas que lhe dirão verdades difíceis mesmo quando dói? Você os cultiva ou os evita? 8. Seus pastores confiam em você o suficiente para trazer más notícias? Ou filtram para proteger você — ou a si mesmos? 9. Você tem relacionamentos significativos fora do círculo profissional? Ou todos os seus relacionamentos são mediados pelo cargo? Sobre Processos 10. Seus membros de comissão recebem informação com antecedência suficiente para estudar? Ou são frequentemente surpreendidos na reunião? 11. As atas de suas reuniões refletem o que realmente aconteceu? Ou são editadas para parecer melhor? 12. Como você lida com os limites do seu cargo? Você os aceita como design saudável ou os ressente como obstáculos? Sobre Legado e Transição 13. Você está desenvolvendo sucessores ativamente? Ou concentrando conhecimento e relacionamentos em si mesmo? 14. Se você deixasse o cargo amanhã, a organização estaria preparada para funcionar? Ou entraria em crise por depender demais de você? 15. Quando você imagina seu legado, o que vê? Realização pessoal e reconhecimento? Ou organização fortalecida que florescerá após sua saída? Sobre Vida Pessoal 16. Como está sua vida espiritual pessoal — não a profissional, mas a íntima com Deus? Você tem tempo protegido para oração, estudo, reflexão? 17. Como está sua família? Seu cônjuge se sente parceiro e prioridade? Seus filhos conhecem você profundamente ou apenas seu cargo? 18. Você consegue dizer não a demandas que não são prioritárias? Ou diz sim a tudo e se sobrecarrega cronicamente? 19. Você tem hobbies, interesses, relacionamentos que não têm nada a ver com seu trabalho? Ou o cargo consumiu tudo? A Pergunta Final 20. Se Jesus fosse avaliar como você exerce presidência — não sua teologia, mas sua prática concreta de liderança — o que Ele diria? Onde você O estaria honrando? Onde precisaria mudar? Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042

    Medyascope.tv Podcast
    Santa Marta'dan izlenimler | Ümit Şahin anlatıyor | Nasıl bir Dünya? Nasıl bir Türkiye?

    Medyascope.tv Podcast

    Play Episode Listen Later May 8, 2026 35:07


    Santa Marta Konferansı, fosil yakıtlardan çıkış sürecinde yeni bir dönemin başlangıcı mı? İPM–Sabancı Üniversitesi–Stiftung Mercator Girişimi ve Medyascope işbirliğiyle hazırlanan “Nasıl Bir Dünya? Nasıl Bir Türkiye?” programında, Ümit Şahin Santa Marta'da düzenlenen konferanstaki izlenimlerini ve kritik gelişmeleri anlatıyor. Bu bölümde; COP zirvelerinden farklı olarak Santa Marta girişiminin neden önemli olduğu, fosil yakıt ekonomisinin küresel düzeni nasıl şekillendirdiği ve ülkelerin neden artık fosil yakıtlardan çıkış yol haritaları hazırlamaya başladığı ele alınıyor. İklim krizi, enerji güvenliği ve küresel ekonomik dönüşüm tartışmaları üzerinden, dünya sisteminin geleceğine dair önemli bir çerçeve sunuluyor. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    O Assunto
    A febre dos implantes anabolizantes no Brasil

    O Assunto

    Play Episode Listen Later May 7, 2026 29:26


    Convidados: Talyta Vespa, repórter do g1 especializada em saúde, e Clayton Luiz Dornelles Macedo, doutor em Endocrinologia Clínica e especialista em Medicina do Esporte pela UNIFESP. O chamado “chip da beleza” promete mais disposição, emagrecimento, ganho de massa muscular, mais libido. Mas o que parece moderno esconde um problema. O produto - que não é um chip, é um implante hormonal - não tem comprovação científica para os efeitos estéticos que são anunciados. Sociedades médicas e órgãos reguladores são categóricos: os implantes de testosterona, oxandrolona e gestrinona têm ação anabolizante. Eles servem para ganhar massa muscular e produzir efeito estético. Mesmo assim, o mercado cresceu e hoje movimenta milhões de reais no Brasil. E funciona com uma engrenagem: médicos prescrevem, treinam outros profissionais e indicam farmácias de manipulação. Um ciclo que vai da consulta à venda do produto e que, segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), pode envolver conflito de interesse. A Anvisa chegou a proibir a manipulação, a venda e a propaganda desses implantes. Mas recuou após pressão do setor. Hoje, o uso com finalidade estética segue restrito, mas uma brecha na legislação permite a manipulação de substâncias aprovadas sem definir claramente como elas podem ser usadas. Na prática, o mercado continua ativo e em crescimento. Nas redes sociais, onde a fiscalização é mais difícil, o público-alvo é claro: mulheres. Promessas de autoestima e desempenho físico se espalham com a ajuda de influenciadores e profissionais de saúde. E o “chip da beleza” vira porta de entrada para um mercado maior — que vai da suplementação a tratamentos estéticos, e se apoia, muitas vezes, em inseguranças sobre o corpo.

    LINUX Unplugged
    665: Patch Me If You Can

    LINUX Unplugged

    Play Episode Listen Later May 4, 2026 80:41 Transcription Available


    We dig into the Copy Fail vulnerability and test a proof-of-concept against our own box. Plus, Jon Seager, VP of Engineering at Canonical joins us, and we kick off the BSD Challenge!Sponsored By:Jupiter Party Annual Membership: Put your support on automatic with our annual plan, and get one month of membership for free!Managed Nebula: Meet Managed Nebula from Defined Networking. A decentralized VPN built on the open-source Nebula platform that we love.Support LINUX UnpluggedLinks:

    Jogabilidade (Games)
    Vértice #516: Vampire Crawlers, Final Fantasy XIV: Evercold, Mudanças no Xbox e mais!

    Jogabilidade (Games)

    Play Episode Listen Later May 2, 2026 159:33


    Essa semana, astejamos obsessivamente em Vampire Crawlers e lutamos numa guerra de match-3 em Titanium Court. Nas notícias as supostas mudanças no Xbox, o remake de Assassin's Creed: Black Flag, o anúncio da nova expansão de Final Fantasy XIV e mais! 00:12:49: Redução de preços na Nintendo 00:14:32: Mudanças no Xbox 00:44:56: Playstation implementou novo DRM em seus consoles 00:57:23: Nova expansão de Final Fantasy XIV 01:18:04: Assassin's Creed: Black Flag - Resynced foi finalmente anunciado 01:31:00: Problemas no desenvolvimento de Assassin's Creed: Hexe 01:37:00: Nacon vai fechar o estúdio Spiders 01:44:17: Gang of Dragon foi cancelado? 01:51:10: Vampire Crawlers: The Turbo Wildcard from Vampire Survivors 02:15:57: Titanium Court 02:30:33: Vencedor da votação do Dash da comunidade Contribua | Twitter | YouTube | Twitch | Contato

    Talk Python To Me - Python conversations for passionate developers
    #546: Self hosting apps for Python people

    Talk Python To Me - Python conversations for passionate developers

    Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 63:12 Transcription Available


    The cloud is convenient until it isn't. You upload your photos, sync your contacts, click through the cookie banners. Then prices go up again or you read about a family that lost their entire Google account over a medical photo sent to a doctor. At some point, the question shifts from "why would I run this myself?" to "why aren't I?" My guest this week is Alex Kretzschmar, head of DevRel at Tailscale, longtime host of the Self-Hosted podcast, and co-founder of Linuxserver.io. We cover what self-hosting really means in 2026, the apps worth running yourself like Immich and Home Assistant, why Docker Compose ties it all together, and how Tailscale lets you reach any of it from anywhere, without opening a single port. If you've been thinking about pulling your digital life back behind your own walls, this is your roadmap. Episode sponsors Temporal Talk Python Courses Links from the show Guest Alex Kretzschmar: alex.ktz.me Bitflip podcast: bitflip.show Self-Hosted podcast (Alex's previous show): selfhosted.show Perfect Media Server: perfectmediaserver.com KTZ Systems on YouTube: youtube.com/@ktzsystems Linuxserver.io (co-founded by Alex): linuxserver.io "How Tailscale Works" blog post: tailscale.com/blog/how-tailscale-works https://tailscale.com/: tailscale.com Self-hosted apps discussed Awesome Self-Hosted (GitHub list): github.com Immich (Google Photos alternative): immich.app Home Assistant: home-assistant.io Open Home Foundation: openhomefoundation.org Plausible Analytics: plausible.io Umami Analytics: umami.is Python integration for umami: pypi.org Pi-hole: pi-hole.net AdGuard Home: adguard.com NextDNS: nextdns.io Coolify: coolify.io Docker + ufw: docs.docker.com Storage, backup & filesystem OpenZFS: openzfs.org ZFS.rent (offsite ZFS replication): zfs.rent Backblaze: backblaze.com Hetzner Storage Box: hetzner.com DigitalOcean: digitalocean.com Secrets management mentioned OpenBao (open-source Vault fork): openbao.org HashiCorp Vault: hashicorp.com Bitwarden: bitwarden.com 1Password: 1password.com Hardware mentioned Proxmox VE: proxmox.com Minisforum MS01: minisforum.com Zima Board / Zima OS: zimaspace.com Other references Cory Doctorow on "enshittification" (Cory's blog where he coined the term): pluralistic.net Linus Tech Tips' WAN Show (Linus mentioned NAS-building going mainstream): linustechtips.com Watch this episode on YouTube: youtube.com Episode #546 deep-dive: talkpython.fm/546 Episode transcripts: talkpython.fm Theme Song: Developer Rap

    Ern & Iso
    Why Hip Hop Is Still Being Judged by Rock Standards

    Ern & Iso

    Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 22:49


    Yes. Yes. Y'all know what it is… The Ern & Iso Show is back at it — the world's best podcast. If you're new here, like, rate, review, share, subscribe, and comment… we actually talk back.In this episode, Ern & Iso dive into a real conversation:Why is hip hop — the biggest genre in the world — still being judged by rock standards?We break down how the Rock and Roll Hall of Fame became the highest “honor” in music, and why hip hop still doesn't have a true Hall of Fame of its own. From the requirements to get inducted, to the hip hop legends who made it in — and the ones still left out — this episode challenges how legacy is defined in the culture.We also build our own blueprint for what a real Hip Hop Hall of Fame should look like:Cultural impact vs lyrical skillInfluence vs commercial successClassic albums vs viral momentsWho really decides greatness?Is hip hop being validated… or controlled?⏱️ Timestamps:00:00 Introduction03:15 What is the Rock & Roll Hall of Fame?08:40 Hip Hop Artists Who Made It In15:20 Who's Missing? (Nas, Wayne, Nicki & more)24:10 Why Hip Hop Doesn't Have Its Own Hall of Fame32:45 Building the Hip Hop Hall of Fame (Our Rules)41:10 Final Thoughts — Who Really Controls the Culture?