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A rentrée política ficou marcada por ataques à comunicação social. O preço das novas fragatas gera dúvidas pela falta de transparência. Recomprar a rede elétrica é um bom negócio para o Estado?See omnystudio.com/listener for privacy information.
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No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta sexta-feira (14/08/2026): Em resposta à tarifa de 25% imposta ao País sob alegação de práticas comerciais desleais, o governo brasileiro abriu processo para aplicar a Lei de Reciprocidade contra os EUA. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência afirmou em nota que “o Ministério das Relações Exteriores notificou o governo dos Estados Unidos sobre o início do processo e solicitando a realização de consultas diplomáticas”. Esse passo cumpre prazos e formalidades para eventual adoção de medidas tarifárias e comerciais. O governo pode aplicar contramedidas provisórias enquanto avalia medidas definitivas, mas antes terá de realizar consultas públicas com as partes. As medidas devem ser proporcionais ao impacto econômico provocado pelos EUA. Metrópole: Bet ligada ao Centrão é alvo da PF Política: Fachin defende sigilo da fonte, mas apoia ação autorizada por Moraes Economia: Juiz que sugeriu venda do Banco Santos ao Master é afastado pelo CNJ Cultura: Exposição celebra 140 anos de Tarsila do Amaral com experiência imersiva em São PauloSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A convidada de hoje é Carla Nórcia, que construiu uma carreira de mais de 30 anos em Comunicação e Marketing, boa parte dela ligada ao mercado automotivo. Hoje é CEO da Insight, agência especializada em comunicação estratégica para o aftermarket. É também fundadora e investidora das plataformas Movenews e VagasAutomotivas, além de comandar diferentes podcasts do setor. Ao longo da trajetória, passou por empresas como Tintas Coral, TRW, Dana, Dayco e Editora Novo Meio. Carla acredita na comunicação como ferramenta para construir reputações, transformar negócios e abrir espaço para mais inovação e diversidade. Carla também preside a AMMA, Associação Brasileira das Mulheres do Mercado Automotivo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A convidada de hoje é Carla Nórcia, que construiu uma carreira de mais de 30 anos em Comunicação e Marketing, boa parte dela ligada ao mercado automotivo. Hoje é CEO da Insight, agência especializada em comunicação estratégica para o aftermarket. É também fundadora e investidora das plataformas Movenews e VagasAutomotivas, além de comandar diferentes podcasts do setor. Ao longo da trajetória, passou por empresas como Tintas Coral, TRW, Dana, Dayco e Editora Novo Meio. Carla acredita na comunicação como ferramenta para construir reputações, transformar negócios e abrir espaço para mais inovação e diversidade. Carla também preside a AMMA, Associação Brasileira das Mulheres do Mercado Automotivo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foi aqui que pediram ferramentas de comunicação e suporte para relacionamentos fetichistas e não monogâmicos? Reunimos novamente a mesa do nosso episódio 55, Ada, Roxy, Gabi e Márcio/Ciel, para conversarmos sobre relacionamentos, dificuldades e conflitos comuns entre neurodivergentes e neurotípicos e ferramentas que podemos desenvolver e aplicar para vivermos relacionamentos cada vez mais saudáveis e seguros na não monogamia e no BDSM. Vem escutar que o episódio está longo, recheado de boas dicas e conselhos e, como sempre, boas risadas (e alguns tapas na cara metafóricos, não vamos mentir). Participantes: Ada @aleneouada, Roxy @roxylust, Gabi Dias @gabidays23, Márcio/Ciel @divergentemente.psi @_marcio.exeVoz da vinheta: apresentadoras*Episódio disponível também em vídeo!*Este episódio foi gravado em estúdio em 23/06/2026. Apoie o Chicotadas! https://apoia.se/chicotadas Form para envio de dúvidas e feedbacks: https://forms.gle/x3HUheP52BkALn989 Nossos links: https://chicotadas.com.br/A vitrine é uma arte com fotos. O fundo é roxo com padrão de desenhos de ferramentas em cor avermelhada contrastante. Nas laterais da arte, nomes e fotos dos participantes, olhando/apontando para o centro da imagem. Ouça o episódio para ter a descrição física de cada uma das pessoas. No centro da imagem, o número e título do episódio (#56 Relações mais saudáveis na não monogamia e no BDSM: Ferramentas de comunicação e suporte para neurodivergentes e neurotípicos) em vermelho e amarelo claro sobre fundo lilás e vermelho. Abaixo dos títulos, uma chave de fenda e um flogger fazem um formato de X. Na parte inferior da imagem, marca d'água com a logo principal do podcast (um chicote posicionado para lembrar uma onda sonora) em amarelo claro. Minutagens:1:52 Início do episódio e autodescrição*Continuação do ep 55, Por que somos tantos neurodivergentes no BDSM e na Não Monogamia? 4:44 Como foi nossa recuperação depois da situação contada no episódio anterior?6:30 Relacionamentos. Como é se relacionar com pessoas neurodivergentes? O que precisamos ter em mente?Citados: masking (mascaramento/camuflagem social), relações seguras, stim/stimming (movimentos repetitivos de autorregulação), clareza e ruídos de comunicação, rigidez cognitiva, hiperfoco, depressão nas altas habilidades, questões sociais, Ted Lasso, "seja curioso, não julgue", conflitos e dificuldades. 39:11 Questões comuns e conflitos. Que tipo de situações podem acontecer quando a gente se relaciona com pessoas neurodivergentes? Citados: impulsividade, tolerância à frustração, racionalização, estratégias de adaptação disfuncionais, interpretação dos fatos e narrativas pessoais, rigidez cognitiva, difusão cognitiva, crenças e desculpas, negociação e atender expectativas, Trevor Noah e começar dizendo não. 1:05:33 Como as ferramentas do BDSM podem ser úteis?Citados: previsibilidade, "jumping to conclusions" (chegar a conclusões rápidas sem evidência suficiente), "jump the gun" (fazer algo antes da hora, agir antes de pensar). 1:19:53 https://apoia.se/chicotadas 1:22:06 Ferramentas de comunicação e suporte para relacionamentos mais saudáveis. Quais são tipos e possibilidades de ferramentas e que cuidados devemos tomar?Citados:- crises, tipos de ferramentas, formas de lidar com conflitos- ep "Clube dos Apoiadores #14: Nossos erros de iniciantes no BDSM".- rigger @leviriet- Asgard e Hannah (@kinkgram.ofc e @hannah.esquilinha)- Chicotadas Fest- situações de hiperfoco, spotters e timers, o perigo de ter/ser enabler 2:13:20 Últimos conselhosCitados: stim toy, fidget toy 2:21:27 Nossas Chicotadas- Podcast "Para dar nome às coisas", Natália Sousa (eps para começar: 248, 323, 333)- Podcast "Multiamory"- Série "Ted Lasso", Apple TV- Série "Heated Rivalry" (Rivalidade Ardente), HBO Max- Especial "Bo Burnham: Inside", Netflix- Jogos "Dark Souls" e "Crash Bandicoot"- Música "Revelação", Fagner e solo de guitarra de Robertinho de Recife 2:28:09 Aftercare
TUTAMÉIA ouve a ministra das Comunicações de Cuba, Mayra Arevich Marín, sobre o impacto do bloqueio no SETOR. Ela participa da colóquio internacional Fidel - Legado e Futuro, realizado em Havana em agosto de 2026.Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...Economia, política, cultura, saúde e esporte, entrevistas com Chomsky, Lula, Dilma, Safatle, Conceição Evaristo, Boulos, Maria Rita Kehl, José Carlos Dias, João Pedro Stedile, Ailton Krenak, Nita Freire, Bresser-Pereira, Manuela Carneiro da Cunha, Zé Celso, Sérgio Ricardo e muitos outros.
Dentro da etapa remota do Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom), em 12 de agosto de 2026, aconteceu o I Seminário Crítica da Economia Política do Futebol Midiatizado. Aqui estão as apresentações da mesa “Unidade produtiva do futebol: jogador/a e relação clube e mídia”, com Prof.ª Dr.ª Fernanda Ribeiro Haag (IFPR), Prof. Dr. Marcelo Resende Teixeira (Avante/UnB) e Prof. Dr. Nadson Santana Reis (Avante/UnB), sob mediação de Marina Barros Ferreira (CEPCOM/Ufal). O vídeo completo, com bloco de perguntas e respostas, pode ser visto em: https://youtu.be/XAQMVUVCR3MA proposta parte de uma aproximação que se estabelece nos últimos anos entre os grupos de pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (Cepcom/Ufal) com o grupo Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer (Avante/UnB), desde a Linha de Pesquisa em Economia Política do Futebol (Levante). Os grupos dialogam sobre a etapa atual do futebol cuja trajetória profissional passa pela mediação da radiodifusão e das tecnologias digitais, especialmente a transmissão ao vivo. Este futebol midiatizado é estudado a partir da perspectiva da Crítica da Economia Política, aplicada para entender os objetos comunicacionais e culturais da contemporaneidade. Em ano de Copa do Mundo FIFA de futebol masculino e um antes do mundial de futebol de mulheres a ser realizado aqui no Brasil. Assim, pretende-se abrir uma agenda de pesquisas que passa pela Comunicação, em diálogo e construção com outros campos científicos.PalestrantesFernanda Haag é doutora em História pela Universidade de São Paulo (USP), com pesquisa sobre o futebol brasileiro, enfatizando as relações de gênero e trabalho. Atualmente realiza o pós-doutorado em História na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) com o projeto ''Mulheres em cargos de liderança no futebol brasileiro: trajetórias, experiências e gestão esportiva (1971-2026)''.Nadson Santana é Doutor e mestre em Educação Física pela Universidade de Brasília (UnB), professor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e professor formador e coordenador de Educação Física da Rede Municipal de Guanambi-BA. Pesquisa esporte educacional, Educação Física escolar e futebol, com enfoque crítico-dialético.Marcelo Resende Teixeira é graduado em Educação Física pela Universidade Norte do Paraná (UNOPAR), especialista em Administração e Marketing Esportivo pela Universidade Gama Filho (UGF), mestre e doutor em Educação Física pela Universidade de Brasília (UnB). É membro do Grupo de Pesquisa e Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer (AVANTE/UnB) e integra a linha de pesquisa em Economia Política do Futebol (Levante). Atua como servidor efetivo da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal desde 2014, tendo exercido atividades no Ministério do Esporte entre 2010 e 2019. Desenvolve pesquisas nas áreas de Educação Física Escolar, políticas públicas de esporte e lazer, administração pública e economia política do futebol, com ênfase na formação de atletas, nas relações entre esporte e trabalho, na mercantilização do futebol e nas transformações contemporâneas do fenômeno esportivo.Organização do SeminárioO evento é organizado pelo grupo de pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (CEPCOM/Ufal) em parceria com o Levante (Linha de Pesquisa em Economia Política do Futebol - Avante/UnB) como parte das atividades remotas do Grupo de Pesquisa Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura da Intercom.
Dentro da etapa remota do Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom), em 12 de agosto de 2026, aconteceu o I Seminário Crítica da Economia Política do Futebol Midiatizado. Aqui está as palestras da mesa “Perspectivas de uma Crítica da Economia Política para o futebol midiatizado”, que contou com as apresentações do Prof. Dr. Anderson Santos (Ufal/Uel) e do Prof. Dr. Fernando Mascarenhas (UnB), sob mediação Vitória Karoline Rocha Martins (CEPCOM/Ufal). O vídeo completo, com o bloco de perguntas e respostas, pode ser visto em: https://youtu.be/pC72dmAS8Qc?si=byj2p9sGt7b51hkg.A proposta parte de uma aproximação que se estabelece nos últimos anos entre os grupos de pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (Cepcom/Ufal) com o grupo Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer (Avante/UnB), desde a Linha de Pesquisa em Economia Política do Futebol (Levante). Os grupos dialogam sobre a etapa atual do futebol cuja trajetória profissional passa pela mediação da radiodifusão e das tecnologias digitais, especialmente a transmissão ao vivo. Este futebol midiatizado é estudado a partir da perspectiva da Crítica da Economia Política, aplicada para entender os objetos comunicacionais e culturais da contemporaneidade. Em ano de Copa do Mundo FIFA de futebol masculino e um antes do mundial de futebol de mulheres a ser realizado aqui no Brasil. Assim, pretende-se abrir uma agenda de pesquisas que passa pela Comunicação, em diálogo e construção com outros campos científicos.PalestrantesAnderson Santos é professor da Unidade Educacional Santana do Ipanema e do mestrado em Comunicação da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e do Mestrado em Comunicação da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Anderson é ainda presidente da Federação Brasileira de Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação (Socicom), coordena o GP de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura da Intercom e é editor-geral da Revista Latino-Americana de Ciências da Comunicação. Em 2025, recebeu o Prêmio Luiz Beltrão, da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), na categoria "Liderança Emergente". É um dos líderes do Grupo de Pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (Cepcom/UFAL/CNPq), da Rede Nordestina de Estudos em Mídia e Esporte (ReNEme) e é um dos coordenadores do Observatório das Transmissões de Futebóis.Fernando Mascarenhas é professor da Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília (UnB). Docente da graduação e do Programa de Pós-Graduação em Educação Física da UnB Pesquisador do Avante – Grupo de Pesquisa e Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer. É pós-Doutor em Ciências Sociais pela Universidade de Valência (Espanha), em Estudos do Lazer pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e em Política Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Fernando é ex-presidente do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte (CBCE), ex-editor-chefe da Revista Brasileira de Ciências do Esporte (RBCE) e foi membro do Conselho Nacional do Esporte (CNEsp). É Mestre e Doutor em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).Organização do SeminárioO evento é organizado pelo grupo de pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (CEPCOM/Ufal) em parceria com o Levante (Linha de Pesquisa em Economia Política do Futebol - Avante/UnB) como parte das atividades remotas do Grupo de Pesquisa Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura da Intercom.
Toda organização quer confiança. Mas será que todas estão dispostas a investir na construção dela?Na estreia da série Os 7 Pecados da Reputação e da Comunicação, Fernanda Schmid e Alexandre Luppi recebem a jornalista Josette Goulart para conversar sobre avareza — e sobre o preço que empresas e lideranças pagam quando economizam em transparência, escuta, relacionamento, qualidade e preparação.Quando eficiência vira avareza? O silêncio protege ou aumenta a desconfiança? A inteligência artificial está sendo usada para inovar ou apenas para reduzir custos? E em que uma empresa jamais deveria economizar?O Arena de Ideias inicia uma nova temporada com a Compasso Coolab, em uma parceria da Rede de Reputação e Influência by Oficina Consultoria.Inscreva-se no canal e acompanhe os próximos episódios da série.
Antonio Rabàdan é Doutor em Design Estratégico pela Unisinos-RS; Mestre em Artes Visuais pela Faculdade Santa Marcelina (FASM-SP); Pós-Graduado em Negócios e Marketing de Luxo Contemporâneo pela ESPM-SP; Bacharel em Moda e Tecnólogo em Moda e Estilo pela Universidade de Caxias do Sul. Atualmente está em pós doutoramento investigando a Passarela Performática na ECA da USP.Grande experiência na área da moda, atuando na produção de desfiles e eventos, editoriais de revistas e campanhas fotográficas. Recebeu prêmios nacionais, como o Açorianos e o Tibicuera, de teatro, e prêmios internacionais, como o Mário Rui Gonçalves Internacional, pelo figurino do espetáculo “Vanessa Quer Voar”, em Portugal.Foi Professor titular e Professor visitante em instituições como UFRGS, Feevale, Senac-RS, Senai-RS, UCS, UCPEL e Univates e, atualmente, é Professor Doutor nos cursos de Design e de Comunicação e Publicidade da ESPM-SP e ministra as disciplinas de Mercado e Produção de Moda; Varejo de Moda e Visual Merchandising; Prototipagem Criativa; Coolhanting; Narrativas de Espetáculos; Moda Autoral; Pesquisa e Tendência de Produto e Semiótica.Release:“O Inspetor Geral”, de Nicolai Gogol, ganhou em 1998 uma montagem radicalmente visual, grotesca e circense através da direção de Zé Adão Barbosa e da Cia. das Índias, em Porto Alegre.A encenação partia de um teatro físico, imagético e de forte construção plástica. A estética do espetáculo buscava um estado permanente de exagero e artificialidade, aproximando-se da palhaçaria, do grotesco e da escultura viva.A cena era composta por grandes painéis pintados manualmente pelo artista plástico Zezé Kronbauer. Esses painéis funcionavam como enormes quadros móveis que criavam diferentes atmosferas e espacialidades ao longo do espetáculo. Para movimentá-los, foi desenvolvido um sistema mecânico rudimentar construído a partir do maquinário de uma máquina de lavar roupas. Em determinados momentos da encenação, os painéis despencavam sobre os atores, provocando instabilidade visual e física, reforçando a sensação de colapso político e moral presente no texto.Outro elemento fundamental da cenografia era um grande sofá multifuncional que se transformava constantemente durante a peça: chaise, mesa, plataforma, cama e estrutura cênica. Esse único objeto assumia diferentes funções dramatúrgicas e operava como eixo central da movimentação dos atores.O figurino, também assinado por Antonio Rabadan, antecipava discussões que hoje se aproximam do upcycling e da ressignificação têxtil.Naquele momento, ainda em processo de descoberta enquanto ator, cenógrafo e figurinista, Rabàdan desenvolveu os figurinos inicialmente como desenhos idealizados. Porém, diante das limitações financeiras comuns às produções teatrais independentes da época, tornou-se impossível executar as peças utilizando materiais novos.A solução encontrada transformou-se no principal conceito do figurino.Junto da figurinista e costureira Titi Lopes, roupas usadas, tecidos domésticos, peças antigas e aviamentos foram completamente desmontados, separados e reconstruídos manualmente para formar novas superfícies têxteis. O processo envolvia desconstruir roupas já existentes para recriar tecidos híbridos que posteriormente davam origem aos figurinos do espetáculo. Antonio Rabàdan recebeu o Prêmio Açorianos de Melhor Figurino pelo espetáculo.Ficha Técnica:Texto: Nicolai GogolDireção: Zé Adão BarbosaMontagem: Cia. das ÍndiasDiretora Assistente: Jaqueline PinzonCenário: Antonio RabadanAssistente de Cenografia: Juliana RivetCriação de Painéis: Zezé KronbauerFigurinos: Antonio RabadanDesenhos de Figurino: Luciana ChavesConfecção de Figurinos: Titi Lopes e Mada OliveiraEnchimentos: Janine GomesChapéus: Juliana KunzBijuterias: Cigana SallyCabeças: Antonio RabadanMaquiagem: Zé Adão BarbosaIluminação: Fernando OchoaSonoplastia: Eduardo ManeraCriação Gráfica: Alessandro SalvatoriFotografia: Myra GonçalvesDivulgação: Renato Campão
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) instituiu, por meio do Ato PGJ nº 083/2026, a Política Editorial de Comunicação Digital “O Acre Mora Aqui”, iniciativa que estabelece diretrizes para fortalecer a identidade acreana nas redes sociais da instituição. Assinada pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D'Albuquerque Lima Neto, a norma foi publicada no Diário Eletrônico do MPAC nesta quarta-feira, 05.
A inteligência artificial já está mudando o mercado de trabalho. Mas, à medida que essas ferramentas se tornam acessíveis a mais pessoas, surge uma nova questão: o que vai diferenciar um profissional? Para Renato Winnig, Head de Comunicação Integrada e Ecossistema de Marca da Vivo, acompanhar a evolução da IA será essencial, mas não suficiente. Habilidades como escuta, criatividade, relacionamento e capacidade de adaptação tendem a ganhar ainda mais importância em um mundo cada vez mais conectado e acelerado. Em conversa com o Podcast Canaltech, Renato também fala sobre excesso de informação, nossa relação com o celular e a importância de encontrar um equilíbrio entre tecnologia e habilidades humanas. A entrevista foi gravada no Studio Summit, uma parceria entre o Canaltech e o Grupo Mulheres do Brasil durante o Summit Mulheres nas Profissões, em São Paulo. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em entrevista à Rede PT de Comunicação, o presidente Nacional do PT, Edinho Silva, faz um resgate histórico da trajetória política do presidente Lula, bem como da Vila Euclides, hoje Estádio Municipal 1º de Maio, em São Bernardo do Campo (SP), onde será realizado o primeiro ato de campanha de Lula nesta disputa presidencial de 2026, no domingo, dia 16.
No episódio de agosto do Camada 8, convidamos Alexandre Berto Nogueira, Analista de Segurança de Redes na UNICAMP, para uma conversa sobre flows de rede e como essa tecnologia pode ajudar a entender o comportamento da rede, monitorar o tráfego e investigar incidentes de segurança.Alexandre explica o que são os flows, como eles funcionam e por que eles se tornaram uma ferramenta essencial para análise de tráfego e segurança de redes. Ele também compartilha exemplos práticos de como os flows podem ser utilizados para identificar ataques DDoS, botnets, scans e outras atividades maliciosas.Dê o play e confira agora mesmo o novo episódio do quadro Roteamento de Ideias do Camada 8!Participantes:Eduardo Barasal Morales (Host) - Coordenador da área de formação de sistemas autônomos do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/eduardo-barasal-moralesLucas Jorge da Silva (Host) - Analista de Projetos do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/lucasjorgeAlexandre Berto Nogueira (Convidado) - Analista de Segurança de Redes na UNICAMP https://www.linkedin.com/in/alexandre-berto-nogueira-b7820051/Links citados:Semana de Infraestrutura da Internet no Brasil: https://semanainfra.nic.br/Curso BCOP EaD: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop-ead/Programa Acelera NET: https://cursoseventos.nic.br/curso/programa-acelera-net/Semana de Capacitação: https://semanacap.bcp.nic.br/[SemanaCap 6] Curso - Uso de flows para análise de tráfego e para detecção de ameaças de segurança: https://www.youtube.com/live/YW67n-OZWoc?si=N6Hxw6Tf2fW0rqXt[SemanaCap 5] Curso - Automatizando serviços de redes com programação Python: básico: https://www.youtube.com/live/AHMQozWKRiY?si=-ZN20SP6t52QieG3 Projeto Honeypots Distribuídos: https://honeytarg.cert.br/honeypots/index-po.htmlAgenda de cursos do Ceptro|NIC.br: https://ceptro.br/cursos-eventosRedes Sociais:https://www.youtube.com/nicbrvideos/https://x.com/comuNICbr/https://www.telegram.me/nicbr/https://www.linkedin.com/company/nic-br/https://www.instagram.com/nicbr/https://www.facebook.com/nic.br/https://www.flickr.com/NICbr/Contato:Equipe Ceptro.brcursosceptro@nic.brDireção e áudio:Equipe Ceptro.brEquipe de Comunicação do NIC.brEdição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: https://radiofobia.com.br/Veja também:https://nic.br/https://ceptro.br/
'Duvide, pesquise e se informe': como a IA pode impactar a vida e as eleições no Brasil?Quando pensamos sobre as Inteligencias Artificiais (IAs) logo associamos à aqueles modelos de chat que hoje estão disponíveis em diversos âmbitos da internet, respondendo nossas questões ou criando imagens, por exemplo. Mas, apesar de já presentes no nosso cotidiano, essa tecnologia ainda é muito mal compreendida pelo público geral.Na preparação para o processo eleitoral de outubro, o Visões Populares debate esse tema central no dia a dia de brasileiros e mineiros.O Professor do Departamento de Comunicação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Ettore Medeiros, conversou com o Brasil de Fato MG sobre os principais pontos que envolvem Inteligência Artificial, seus riscos e seu uso nas eleições de 2026. Ouça e compartilhe!
*Fique bem-informado com as notícias do Programa Agronegócio Hoje de 13/08/2026.*
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (10):No editorial de Os Pingos nos Is, André Marsiglia analisa a tensão entre o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), e a cúpula da Polícia Federal (PF), após o magistrado exigir acesso integral às investigações do caso INSS e ser informado sobre mudanças na equipe policial. Marsiglia explica que, embora isolado no tribunal, Mendonça passou a receber um apoio público e dos seus colegas de Corte e classificou esse movimento como ‘incomum': "Ao agirem em bloco, os ministros não avaliam os atos de Mendonça, mas mandam um recado claro de que 'dele cuidamos nós', impondo limites à PF para blindar as prerrogativas da própria Corte". O analista ainda contrasta essa união institucional do Supremo com a postura de omissão do Congresso Nacional. "Acontece no STF o que deveria acontecer no Congresso: a preservação da instituição acima de tudo", analisa. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF)), ministro Edson Fachin, que até o final do ano ele deve enviar um projeto que visa regulamentar salários de juízes e desembargadores. Fachin afirmou que é preciso aperfeiçoar alguns mecanismos antes de enviar a proposta. Um levantamento divulgado pelo Serasa aponta que 4 em cada 10 brasileiros adultos estão inadimplentes. O estudo traça um raio-X das dívidas no país ao longo da última década, revelando um crescimento de 38,1% no número de devedores no período. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afastou Sidônio Palmeira do núcleo central de sua articulação para a reeleição. A decisão ocorreu após desgastes internos e divergências na estratégia do Palácio do Planalto. Apesar do afastamento da futura campanha eleitoral, Sidônio seguirá à frente da Secretaria de Comunicação Social (Secom) do governo federal. A deputada federal Érika Hilton (PSOL-SP) declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 15 mil. O montante representa uma redução de 20% em comparação ao valor informado pela parlamentar na eleição de 2022, quando havia declarado R$ 19,9 mil ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Jay Shetty não se tornou um dos melhores podcasters do mundo apenas por saber falar: treinou oratória, aprendeu a contar histórias que permanecem connosco e desenvolveu uma capacidade rara de escutar sem se precipitar para preencher cada silêncio. Ao observar a sua comunicação, encontramos quatro competências que podemos transportar para as nossas conversas, relações e contextos profissionais: storytelling, serenidade, curiosidade genuína e a arte de sermos mais interessados do que interessantes. Uma reflexão prática para aprenderes a desmontar a comunicação das pessoas que admiras e transformares essa admiração em treino para comunicares melhor.
O Grupo de Pesquisa de Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura (GP EPICC) da Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação) realizou a 14ª edição do Fórum Eptic Valério Cruz Brittos, que este ano foi sobre os 60 anos da Rede Globo de Televisão.Houve a apresentação de livro organizado por Anderson Santos (Ufal/UEL) e César Bolaño (Ufal/Uel) sobre a temática, com apresentação dos organizadores, de uma autora e alguns autores.Este livro atualiza discussões e produções do subcampo da EPC que tem o Grupo Globo como observável. Os capítulos tratam da estrutura concorrencial e das estratégias da Globo quanto aos modelos distintos de produção, distribuição e consumo de audiovisual que se direcionam a partir da convergência midiática entre radiodifusão, telecomunicações e informática. Renova ainda o que foi apresentado em “Rede Globo: 40 anos de poder e hegemonia”, publicado em 2005 desde a organização de Valério Brittos e César Bolaño, que virou referência para compreender a constituição do principal veículo de comunicação do Brasil.Sobre o GP EPICC da IntercomNesta versão, o grupo de pesquisa de Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura existe desde 2009 nos congressos da Intercom. Antes, funcionou de 1992 a 2000, sendo fundamental para a constituição da Rede EPTIC (Economia Política das Telecomunicações, da Informação e da Comunicação), que geraria a Revista EPTIC, em 1999.Desde o ano passado, o grupo é coordenado por Anderson Santos (Ufal/UEL) e Manoel Dourado Bastos (UEL).
*Fique bem-informado com as notícias do Programa Agronegócio Hoje de 12/08/2026.*
O presidente Lula decidiu afastar formalmente o chefe da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, de sua campanha eleitoral.Responsável pela comunicação que elegeu o petista em 2022, o marqueteiro seguirá despachando no Palácio do Planalto.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.
Nem que a vaca tussa. Chato de Galocha. Enfiar o pé na jaca. Já reparou no tanto de expressões populares que são parte das nossas conversas? E, em muitos casos, a gente nem imagina de onde surgiu esse jeito de falar.Acho esse assunto especialmente fascinante, sei que meus aprendizes aqui do podcast também curtem, por isso sempre que possível tento trazer explicações sobre as origens de uma ou mais dessas expressões.Além das que mencionei ali em cima, nesse episódio eu conto como surgiu “fazer uma vaquinha”, “dar com os burros n'água” e “chorar as pitangas”.Coloca o fone, chama a criançada e depois me conta nos comentários qual dessas você já usou hoje sem perceber.────────────────────────────────────APRENDA é o podcast sobre coisas que você nem sabia que queria saber. Os episódios são roteirizados e apresentados por Alvaro Leme. Jornalista, mestre e doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP e criador de conteúdo há vinte anos, ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho.Edição dos episódios em vídeo: André Glasnerhttp://instagram.com/andreglasnerDireção de arte: Dorien Barrettohttps://www.instagram.com/dorienbarretto66/Fotografia: Daniela Tovianskyhttps://www.instagram.com/dtoviansky/Siga o APRENDA no Instagram: http://instagram.com/aprendapodcasthttp://instagram.com/alvarolemeComercial e parcerias: alvaroleme@brunch.ag────────────────────────────────────Quer saber mais? Confira as fontes que consultei enquanto criava o episódio- A origem de 35 expressões populares brasileirasPor Diego Meneghetti, Superinteressante- De ‘quebrar o galho' até ‘enfiar o pé na jaca': Confira a origem de 10 expressões popularesAventuras na História
*Fique bem-informado com as notícias do Programa Agronegócio Hoje de 11/08/2026.*
O programa é uma parceria entre a Assessoria de Comunicação da UFN, Rádio Medianeira 102.7 e o curso de jornalismo da Universidade Franciscana. Produção e apresentação das jornalistas Laura Gomes e Gabriela deFlores Neto.
O julgamento que declarou inconstitucionais dispositivos da Reforma Tributária que restringiam a isenção tributária na compra de veículos para pessoas com deficiência intelectual ou transtorno do espectro autista classificados em determinados níveis é o destaque nesta edição do Supremo na Semana. O episódio trata ainda da decisão que invalidou trechos de leis do município de Curitiba (PR) que previam a reestruturação de carreiras de professores e profissionais da educação estaduais sem prévia dotação orçamentária e, também, do começo do julgamento sobre dispositivo da Lei de Contravenções Penais que proíbe a exploração de jogos de azar. O episódio #197 é apresentado por Mariana Brasil, editora de redes sociais do STF, e conta com comentários de Mauro Burlamaqui, jornalista da Secretaria de Comunicação Social do Supremo, e Hanna Gomes, consultora jurídica da Rádio e TV Justiça.Quer participar do Supremo na Semana? Envie seus comentários, dúvidas ou sugestões sobre o nosso programa para podcast@stf.jus.br
No episódio, Ana Frazão conversa com Rose Marie Santini, Professora da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Fundadora e Diretora do NetLab (Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da UFRJ). No episódio, a Professora Marie aborda as principais consequências da internet para a comunicação e a interação humanas, bem como o papel das grandes plataformas e redes sociais no gerenciamento do fluxo informacional. Um dos pontos principais da conversa diz respeito ao que é desinformação, seus principais alcances e as principais preocupações que despertam, com base em recente estudo do NetLab “Desinformação pode matar”. São explorados, dentre outros assuntos, os diferentes tipos de manipulação informacional e digital e como a desinformação se tornou um negócio lucrativo. Por fim, a professora Marie ainda faz uma análise dos riscos da desinformação nas próximas eleições, abordando os subsídios que o NetLab recentemente ofereceu ao TSE.
No episódio de hoje do Radar Médico, Juliana Karpinski, médica, jornalista e editora assistente de Carreira do Portal Afya, discute como a comunicação pode aumentar o envolvimento do paciente durante os atendimentos por telemedicina.A consulta virtual amplia o acesso ao cuidado, mas a distância física e as limitações da tela podem favorecer impessoalidade, ruídos de comunicação e menor adesão. Com base em uma revisão sistemática publicada no Journal of Medical Internet Research, o episódio apresenta estratégias para fortalecer o vínculo, melhorar a compreensão das orientações e estimular a participação ativa do paciente no próprio tratamento.
Em um cenário que continua exigindo atenção aos sinais da economia global e doméstica, investidores acompanham de perto os desdobramentos da política monetária e a leitura dos principais indicadores econômicos. No encerramento de julho, as perspectivas para juros, inflação e crescimento seguem entre os temas mais relevantes para a compreensão do cenário macro e seus reflexos sobre os mercados. Ao longo da live, nossos convidados ajudam a colocar esses movimentos em perspectiva, debatendo os fatores que podem impactar os mercados financeiros e as decisões de investimento daqui para frente. Nesta edição, participam Thomas Wu, estrategista-chefe de Investimentos do Itaú, e Rodrigo Koch, gestor da família de fundos Itaú Optimus, com moderação de Vanessa Daraya, da Comunicação Itaú. Quer saber mais sobre os nossos fundos: Optimus Extreme: https://meu.itau/optimus_extremeOptimus Hyperion: https://meu.itau/optimus_hyperion
Os carros elétricos deixaram de ser uma promessa distante e estão ganhando espaço nas ruas brasileiras. Mas será que o país está preparado para essa transformação? No novo episódio do Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Pablo Toledo, diretor de Branding e Comunicação da BYD Brasil, sobre o cenário da mobilidade elétrica, os desafios da infraestrutura de recarga, a evolução dos veículos híbridos e elétricos e o papel da tecnologia nessa mudança. Durante a conversa, o executivo também explica como a empresa pretende ampliar sua atuação no país, comenta os planos para a fábrica de Camaçari, fala sobre sustentabilidade, reciclagem de baterias e mostra como inteligência artificial e conectividade devem transformar a experiência dentro dos carros nos próximos anos. Você também vai conferir: Pix vai funcionar sem abrir o app do banco, Gemini agora edita documentos para você e nova tecnologia promete rastrear deepfakes Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Bruno de Blasi, João Melo e Viviane França. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Acceso a Comunica para plaza con todos los bonus: https://www.diegofuentes.es/comunica-para-plaza
Debate da Super Manhã: Uma elite política e burocrática relativamente fechada, que passa a decidir questões de grande impacto social com baixa participação direta da população. Esse é o retrato apresentado por Joaquim Falcão no livro 'A oligarquia dos poderes e a crise das democracias'. Esse distanciamento pode contribuir para a perda de confiança dos cidadãos nas instituições democráticas e fortalecer a percepção de que decisões relevantes são tomadas por poucos, com interesses específicos. No Debate desta terça-feira (28), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre o papel do Executivo, do Legislativo e do Judiciário no equilíbrio institucional do país, discutindo a concentração de poder, a representação popular e os desafios para o fortalecimento da democracia. Participam o advogado, professor, acadêmico e escritor Joaquim Falcão, o diretor de jornalismo do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, Laurindo Ferreira, e o jornalista, apresentador do programa Passando a Limpo da Rádio Jornal e titular da coluna Cena Política do Jornal do Commercio, Igor Maciel.
Emídio Guerreiro (PSD) dá a garantia de que a Assembleia é segura e de que o roubo do gabinete de Ventura não foi durante a noite. Já Pedro Frazão (Chega) critica o escrutínio da Comunicação Social. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral: Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio. Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso… Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo. No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração. Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo. Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor. Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período. Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas. Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais. Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade. Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto neoliberal tem como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política. Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU. Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU. Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar. Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas: Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista. Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos: Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional. Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando: Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo. Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado. A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação: Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano. Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”. Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet. Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021. Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China. Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas. Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai. Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis. Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos. Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube. Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (28/07/2026): A Secretaria de Comunicação Social (Secom) desembolsou R$ 255,3 milhões no primeiro semestre e reservou mais R$ 584,7 milhões de recursos do Orçamento de 2026 para propagandas institucionais do governo Lula. No período, o gasto da atual gestão com publicidade superou o dos demais presidentes dos últimos 17 anos. O total de recursos empenhados (reservados para o gasto) também aumentou ao longo do governo, com um ápice de R$ 998,8 milhões em 2025. A Secom afirmou que “o volume mais expressivo de investimentos em publicidade tem como único objetivo garantir que a população tenha amplo conhecimento das políticas públicas e serviços do Poder Executivo”. A secretaria destacou ainda que, do valor desembolsado este ano, apenas 17,3% são referentes a despesas de 2026. Política: Candidato pelo Novo, Zema diz ser anti-PT e evita criticar Flávio Economia: Estagnado, programa de crédito para reformar imóvel frustra setor Internacional: Bombardeios contra o Irã reduzem estoque de mísseis dos EUA Metrópole: SP luta contra o mar para evitar que Ilha do Cardoso perca pedaço Cultura: Jão volta a cantar para viver o lutoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Duas lições muito importantes sobre vida corporativa (e pessoal) foram dadas nas entrelinhas pelo desempenho do Uruguai na Copa de 2026. E as duas foram apresentadas em um mesmo momento.FONTE QUE EMBASA O EPISÓDIO:BolaVip: Falha de comunicação ou sacrifício? Bielsa não sabia que Muslera teve febre antes do jogo contra a Espanha - https://br.bolavip.com/amp/copa-do-mundo/falha-de-comunicacao-ou-sacrificio-bielsa-nao-sabia-que-muslera-teve-febre-antes-do-jogo-contra-a-espanha
Una relación sana se construye con comunicación, incluso en los momentos más difíciles.#joya
O que fazer quando o número não bate e ninguém sabe explicar por quê? Neste Enzimas, Andressa Amaral, Especialista em Dados, mostra onde a comunicação entre negócio e operação se rompe e como isso destrói a confiança nos números da empresa. Ela também traz o caminho para reconstruir essa confiança antes que vire uma crise. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Falhas de comunicação;Dados inconsistentes;Governança de dados;Definition of Ready;Alinhamento negócio-tech;Comitê de regras;Documentação de negócio.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #dados
Com o início da cobrança de mais uma tarifa dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, o Partido dos Trabalhadores lança a campanha nacional “O Brasil Não Se Entrega”. Mobilização em defesa da soberania nacional, dos empregos, da economia brasileira e do direito do povo de decidir o próprio destino.Sonora:
*** CORREÇÃO: O terremoto aconteceu no dia 12 de janeiro de 2010. Episódio: Labadee ou Labadie? Turismo no Haiti.Apresentação: Aline Marcondes Miglioli Roteiro: Aline Marcondes Miglioli Participação: Gustav Tradução: Rodrigo Bulamah Produção: Gui Ágata Imagem da capa: https://cruiseradio.net/royals-caribbean-returns-labadee-haiti-photos/Edição: Gui Ágata Descrição: Neste último episódio da série Haiti, contamos sobre nossa travessia entre Labadee e Labadie, território em que a atividade turística performada pela empresa Royal Caribbean é realizada. Conversamos sobre a história da empresa no Haiti e suas contradições. Duração: 13:03Trilha sonora: Sons provenientes de bibliotecas públicas de áudio (acervos online, sob licenças Creative Commons) e captados in loco em janeiro e fevereiro de 2025.Vinheta: Pulso Latino Gravação: Campinas, 13 de novembro de 2025. Parcerias: Berta Coletivo Latino-Americanista e Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Apoio: Recursos disponibilizados pela Pró-reitoria de Extensão, Esporte e Cultura - PROEEC. Projeto vinculado: Realidades Latino-Americanas.
Em entrevista ao Conversa PT, da Rede PT de Comunicação, a deputada federal destaca que o Congresso ainda reproduz desigualdades e afirma que a extrema direita impede avanços de pautas importantes como o fim da escala 6×1. Educação Pública, combate ao racismo e ao discurso de ódio estão entre a pautas defendidas pela parlamentar.
O presidente Lula cometeu um deslize verbal durante uma cerimônia oficial ao confundir as ações da área da saúde com as da educação.O episódio acendeu o debate sobre a frequência de lapsos em discursos de improviso do mandatário.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #ComunicacaoDoPlanalto #LapsosPresidenciais #LulaNaMidia #PoliticaBrasil #Pronunciamento #GovernoFederal #AnalisePolitica #NoticiasDoDia #PodcastBrasil #AudioCast #AltaNoYoutube #MidiaEPolitica #Repercussao #DebatePolitico #BrasilHoje
Foram cinco anos de trabalho para que a escritora e jornalista Paulliny Tort concluísse “Os Imortais”, romance que narra o encontro de um clã de neandertais com um grupo de homo sapiens. O livro, lançado no começo deste ano, já é a maior febre literária do ano e Tort é uma das presenças mais esperadas na edição de 24ª Flip, a Festa Literária Internacional de Paraty.Na entrevista ao Podcast da Semana, a escritora conta como chegou à linguagem crua e precisa do livro. “Limpei o texto de todos os anacronismos. Por exemplo, não tem o verbo sapatear porque, embora eles usem calçados, não são sapatos. Fiz uma pesquisa etimológica e limpei as figuras de linguagem. Foi um processo bem interessante e foi importante ele ter passado por esse estado de crueza. Mas depois eu fui voltando com as figuras de linguagem e com o que era mais sonoro e mais fluído para mim.”Mestre em Comunicação e Sociedade pela UnB, Tort é também autora de “Erva Brava” (Fósforo, 2024), seu primeiro livro de contos, que foi vencedor do prêmio da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA) e finalista do prêmio Jabuti 2022; e de “Allegro ma non troppo” (Oito e Meio, 2016), semifinalista do Prêmio Oceanos de Literatura.Ainda recente, “Os Imortais” já pode ser descrito como uma febre. Original e surpreendente, virou tema frequente nas redes sociais e fora delas. “A literatura toca no outro pela sensibilidade. Você pode se emocionar com um personagem que talvez você não concordasse com a forma como ele vive. Esse lugar da imaginação e do sentir que a literatura oferece é o que mais me interessa”, diz.Estudiosa da biologia (Tort fez cursos na área e um estágio em primatologia), conta que não pesquisou exatamente para escrever o livro, mas chegou a passar dias caminhando e fazendo jejum para reproduzir o que vivem seus personagens. “O jejum é um processo fisiológico e psíquico muito interessante, que não acontece só no corpo, mas na mente também, e muda a nossa percepção e a nossa relação com o tempo”, afirma.Roteiro e apresentação: Isabelle Moreira Lima
NOTAS DE ELENAMaterial complementario de la escuela Sabática para adultosNarrado por: Patty CuyanDesde: California, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchDOMINGO, 19 DE JULIODISONANCIA ENTRE LA FE Y LA PRÁCTICAEl Espíritu Santo es el aliento de la vida espiritual. El impartimiento del Espíritu es el impartimiento de la vida de Cristo. Comunica al que lo recibe los atributos de Cristo. Únicamente aquellos que han sido así enseñados de Dios, los que experimentan la operación interna del Espíritu y en cuya vida se manifiesta la vida de Cristo, han de destacarse como hombres representativos, que ministren en favor de la iglesia. "A los que remitiereis los pecados —dijo Cristo—, les son remitidos: a quienes los retuviereis, serán retenidos". Cristo no da aquí a nadie libertad para juzgar a los demás. En el sermón del monte, lo prohibió. Es prerrogativa de Dios. Pero coloca sobre la iglesia organizada una responsabilidad por sus miembros individuales. La iglesia tiene el deber de amonestar, instruir y si es posible restaurar a aquellos que caigan en el pecado. "Redarguye, reprende, exhorta —dice el Señor—, con toda paciencia y doctrina». 2 Timoteo 4:2. Obrad fielmente con los que hacen mal. Amonestad a toda alma que está en peligro. No dejéis que nadie se engañe. Llamad al pecado por su nombre. Declarad lo que Dios ha dicho respecto de la mentira, la violación del sábado, el robo, la idolatría y todo otro mal: "Los que hacen tales cosas no heredarán el reino de Dios». Gálatas 5:21. Si persisten en el pecado, el juicio que habéis declarado por la Palabra de Dios es pronunciado sobre ellos en el cielo. Al elegir pecar, niegan a Cristo; la iglesia debe mostrar que no sanciona sus acciones, o ella misma deshonra a su Señor. Debe decir acerca del pecado lo que Dios dice de él. Debe tratar con él como Dios lo indica, y su acción queda ratificada en el cielo. El que desprecia la autoridad de la iglesia desprecia la autoridad de Cristo mismo. Pero el cuadro tiene un aspecto más halagüeño. "A los que remitiereis los pecados, les son remitidos". Dad el mayor relieve a este pensamiento. Al trabajar por los que yerran, dirigid todo ojo a Cristo... Sea el arrepentimiento del pecador aceptado por la iglesia con corazón agradecido. Condúzcase al arrepentido de las tinieblas de la incredulidad a la luz de la fe y de la justicia. Colóquese su mano temblorosa en la mano amante de Jesús. Una remisión tal es ratificada en el cielo (El Deseado de todas las gentes, pp. 745, 746). La historia de Acán nos enseña la solemne lección de que por el pecado de un hombre el desagrado de Dios puede descansar sobre un pueblo o una nación, hasta que se descubre y castiga la transgresión. El pecado es corruptor por naturaleza. Un hombre infectado por esta lepra mortal puede comunicar la mancha a miles... Muchos no se atreven a condenar la iniquidad, no sea que debido a ello sacrifiquen su puesto o su popularidad. Y algunos consideran que no es caritativo reprender el pecado. El siervo de Dios... está bajo la solemne obligación de presentar la Palabra del Señor, sin temor o favoritismo. Debe dar al pecado el nombre que le corresponde... El amor a Dios nunca debe inducirnos a empequeñecer el pecado; nunca debe encubrir ni excusar un mal inconfesado. Acán aprendió demasiado tarde que la ley de Dios, lo mismo que su Autor, es inmutable. Tiene que ver con todos nuestros actos, pensamientos y sentimientos. Nos sigue, y alcanza cada impulso secreto. Al abandonarse al pecado, los hombres llegan a considerar livianamente la ley de Dios. Muchos ocultan las transgresiones de sus semejantes, y se consuelan diciéndose que Dios no será estricto para señalar la iniquidad.
¡¡NUEVO PODCAST!!*Pamela Jean. “Lo que callamos también comunica” *Armando Alberto León “El Salsariachi”. “El Espectáculo del Fútbol” *Cartelera Cinematográfica. José Antonio Valdés Peña *Lic. Rafael Cruz. “México y el desgaste articular”
Como tomar decisão sob pressão sem se arrepender depois?Neste episódio, Caio Carneiro recebe Guilherme Batilani, comunicador e autor dos livros Comunicação de Milhões e Por Que Você Fez Isso, para revelar por que a maioria das nossas escolhas está contaminada por vieses cognitivos, circunstâncias e uma quantidade absurda de sorte que a gente insiste em negar.☕ Caffeine Army e Como Você Fez Isso?Cupom de desconto: COMOVOCEFEZISSO
Dr. Lorenzo Tomé apresenta o quinto pilar da estruturação do negócio médico: a tecnologia. Não como uma lista de ferramentas que caduca em um ano, mas como um princípio que permanece — a tecnologia existe para retirar atritos, melhorar processos e permitir que o médico escale o atendimento, usando menos da própria hora para entregar mais valor ao paciente. O episódio começa desarmando um hábito de raciocínio treinado na formação médica: a busca pela certeza antes de agir. Na ciência médica, não errar é obrigação. Na tecnologia, esperar a validação de todos é chegar tarde. Lorenzo usa a curva de adoção para mostrar por que estar na primeira metade dela é o que transforma uma ferramenta em vantagem competitiva, e reforça a ideia que atravessa todo o episódio: o feito ensina, o perfeito paralisa. A partir daí, o episódio organiza os quatro usos concretos da tecnologia no consultório. Tempo e conveniência, para acabar com o "bingo da agenda" no agendamento. Acesso, estruturando e precificando o contato entre consultas em vez de deixar o WhatsApp virar um tormento. Comunicação, para construir marca e posicionamento. E adesão, com ferramentas que lembram e registram a jornada do paciente, transformando presença em desfecho e desfecho em percepção de valor. Se você sente que a tecnologia deveria estar te ajudando, mas só tem gerado custo e desânimo, esse episódio reorganiza o raciocínio para você usá-la com método. O background do Dr. Lorenzo Tomé Lorenzo Tomé é médico, fundador e CEO da SD Escola de Negócios Médicos — escola especializada em estruturação de modelos de negócio para médicos com ética, método e previsibilidade. Com mais de 500 médicos capacitados, desenvolveu uma metodologia própria baseada em receita recorrente por acompanhamento longitudinal, que combina gestão, marketing, vendas, finanças e tecnologia aplicados à prática clínica. Atua como mentor direto de médicos em diferentes especialidades, ajudando-os a construir negócios sustentáveis, escaláveis e alinhados com o propósito de cuidar. Aplique para a sessão estratégica! Entre na Comunidade SD no WhatsApp e tenha conteúdo gratuito todos os dias sobre negócios médicos. Assista esse episódio também em vídeo no [Youtube](https://youtu.be/[inserir link]) no nosso canal Saúde Digital Podcast! Acesse os episódios anteriores! SD366 - Como precificar sua consulta por método, e não por comparação ou por medo SD365 - Como sair do convênio e estruturar um modelo de receita recorrente SD364 - O tabu que faz o médico ético perder o paciente para os charlatões Música: Declan DP - With You Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 07, Carlos Andreazza fala sobre a disputa polarizada na eleição deste ano. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro inventam narrativas falaciosas sobre o provável tarifaço dos Estados Unidos para enrolar os eleitores brasileiros, que vão escolher entre os dois no pleito de outubro. Em diversas manifestações públicas, Lula se refere a Flávio e seu irmão Eduardo Bolsonaro, como “traidores da pátria”. Em nota recente nas redes sociais, o presidente disse que a família “defendeu publicamente o aumento de tarifas contra produtos brasileiros”. Em outra frente, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pagou R$ 33,89 bilhões em emendas parlamentares em 2026 até o dia 4 de julho. É o maior valor da história em um período pré-eleitoral e supera tudo que foi repassado no ano de 2022 inteiro, nas últimas eleições presidenciais. Procurada, a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República afirmou que a “execução de recursos orçamentários é feita de acordo com a legislação e as determinações do Supremo Tribunal Federal, observada a aprovação técnica das propostas pelos órgãos responsáveis pela sua execução, bem como a disponibilidade orçamentária e financeira”. Do outro lado, a Justiça do Distrito Federal negou dois pedidos do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) para apagar vídeos de opositoras que lhe chamaram de “o filho mais corrupto de Bolsonaro” e ser indenizado em R$ 160 mil por danos morais. Nas decisões, os dois juízes alertaram para o risco de censura. Flávio moveu as ações em maio contra Manuella Tyler, pré-candidata a deputada federal pelo PSB da Bahia, e Camila Moreno, secretária-adjunta de Comunicação do PT. Os processos continuam tramitando. Procurado, o presidenciável não comentou. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.