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O que um leilão de energia diz sobre nossa transição rumo ao lugar de sempre.Participe do Clube de Cultura do Calma Urgente e tenha acesso à conversas exclusivas sobre livros, filmes e músicas, além de descontos especiais em editoras, livrarias, cursos, cinema e muito mais!Inscrições para o segundo semestre abertas! Assine em calmaurgente.comO Calma Urgente é uma produção da Peri Produções Na apresentação, temos Alessandra Orofino, Gregório Duvivier, Bruno TorturraNa Produção, Carolina Forattini Igreja e Sabrina MacedoNa Pesquisa e Roteiro, Luiza MiguezNa Captação, Edição e Mixagem, Vitor Bernardes @vitor_bernardes_Ilustração, Anna Brandão @annabrandinhaNa sonoplastia, Felipe CroccoNa Edição de Cortes, Julia LeiteNas Redes Sociais Gabi BigaNa gestão de comunidade, Marcela BrandesIdentidade visual, Pedro InoueConsultoria de Comunicação, Luna Costa
No meio da madrugada, um alerta barulhento ecoou dos celulares de milhões de brasileiros de vários estados. São Paulo, Rio, Distrito Federal, Paraná... Esses e outros lugares do país foram afetados por uma invasão no sistema da defesa civil no último fim de semana.O sistema, que serve para comunicar a população sobre eventos climáticos extremos, foi acionado por invasores que enviaram uma palavra apenas: MISANTROPIA.Na manhã seguinte, além de comentar do susto, muitas pessoas queriam saber que raios essa palavra tão pouco usada significa. E é isso que a gente vai fazer no episódio de hoje, que marca a estreia da temporada 5 do APRENDA. Claro, aproveitei o gancho para ensinar também o que são PREFIXOS e SUFIXOS, assim o episódio fica mais completinho. Clica aí, antes que eu envie um alerta extremo pro seu celular, hein! (Mentira, gente, eu jamais faria issooooooo)───────────────────────────────────────APRENDA EM 5 MINUTOS é o podcast sobre coisas que você nem sabia que queria saber. Os episódios são roteirizados e apresentados por Alvaro Leme. Jornalista, mestre e doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP e criador de conteúdo há vinte anos, ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho.Edição dos episódios em vídeo: André Glasnerhttp://instagram.com/andreglasnerDireção de arte: Dorien Barrettohttps://www.instagram.com/dorienbarretto66/Fotografia: Daniela Tovianskyhttps://www.instagram.com/dtoviansky/Siga o APRENDA no Instagram: http://instagram.com/aprendapodcasthttp://instagram.com/alvarolemeComercial e parcerias: alvaroleme@brunch.ag───────────────────────────────────────Quer saber mais? Confira as fontes que consultei enquanto criava o episódio- Entenda ponto a ponto a suposta invasão no sistema nacional da Defesa CivilAndré Fleury Moraes, Folha de S. Paulo
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autora do podcast: Danielle Fernandes Rodrigues Furlani, bolsista PIPC da FCRB e integrante do grupo de pesquisa EPCC.Podcast sobre o artigo "Fake news sobre a Lei Rouanet: pensando a divulgação científica em cultura”. O texto, de autoria de Breno da Silva Carvalho, integra os Anais do 48º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, publicado em 2025. Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.CabralAnálise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.CabralConheça o nosso grupo de pesquisa:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.com
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A decisão que fixou a nulidade de provas em processos de crimes sexuais quando houver violação aos direitos fundamentais da vítima no curso do processo é um dos destaques do episódio 194 do Supremo na Semana. Por decisão da maioria, o Plenário do Supremo definiu que as provas obtidas com constrangimento ou desrespeito à dignidade da vítima devem ser anuladas. A tese passa a orientar casos semelhantes em todo o Judiciário.Além disso, o episódio aborda a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro por coação no curso de processo ligado à tentativa de golpe de Estado. Também foi tratada a definição de novos parâmetros para responsabilização de plataformas digitais, que terão um prazo de 60 dias para adotar as medidas contra conteúdos ilegais, conforme o dever de cuidado fixado pelo Tribunal.O episódio #194 do Supremo na Semana é apresentado por Mariana Brasil, editora de redes sociais do STF, e conta com comentários de Mauro Burlamaqui, jornalista da Secretaria de Comunicação Social do Supremo, e Hanna Gomes, consultora jurídica da Rádio e TV Justiça.Para participar do Supremo na Semana, basta enviar seus comentários, dúvidas ou sugestões sobre o programa para o e-mail podcast@stf.jus.br
*Fique bem-informado com as notícias do Programa Agronegócio Hoje de 22/06/2026.*
É desta herança que nasce Bruno Celta, artista português que acaba de lançar La Vendetta, o primeiro single de um novo álbum que marca uma nova etapa no seu percurso musical. Entre influências familiares, experiências pessoais e uma identidade artística cada vez mais assumida, Bruno Celta traz agora um trabalho intenso, pessoal e carregado de sonoridades que refletem o seu caminho até aqui. Uma conversa para perceber as origens, as inspirações, o significado por detrás de La Vendetta, na antecipação de “Ad Astra Per Aspera”, o álbum com lançamento marcado para outubro. Entrevista conduzida por Inês Nora e Mariana Simplício, no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Human Entities 2026: culture in the age of artificial intelligenceTenth editionWed 20 May 2026Reclaiming Digital SovereigntyParis MarxTech criticFor several decades, we've allowed ourselves to become deeply dependent on US technologies, platforms, and digital services. The alliance between Silicon Valley and the Trump administration has shown us how that choice hasn't just made us vulnerable; it's now empowering anti-democratic and authoritarian forces. Paris Marx will discuss how we became so dependent on US tech and what it might look like to chart of different course. Getting off US tech won't be easy, but it presents an opportunity to reimagine how we use digital technology for the better.Paris MarxParis Marx is a Canadian tech critic. He hosts the award-winning Tech Won't Save Us podcast and speaks around the world about the politics of technology. Paris is the author of Road to Nowhere and his next book Hyperscale comes out later this year.https://parismarx.comhttps://techwontsave.ushttps://roadtonowherebook.com/This event is part ofHuman Entities 2026: culture in the age of artificial intelligenceTenth editionPublic talks, May – June 2026Ficha Técnica/CreditsOrganização CADA em parceria com a Trienal de Arquitectura de LisboaOrganised by CADA in partnership with Lisbon Architecture Triennale Programado por Jared Hawkey/Sofia Oliveira com programadores convidados/ Programmed by Jared Hawkey/Sofia Oliveira with guest programmers: Andrea Pavoni, Kaitlyn Davies, Zagalo Pereira.O CADA é uma estrutura financiada por/CADA is funded by: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das ArtesApoios/Support: Câmara Municipal de Lisboa, NOVA-LINCS, Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências e Tecnologia – NOVA LINCS; Instituto Ciências Sociais, Universidade de Lisboa, DINAMIA'CET (ISCTE-IUL) e/and Faculdade Belas Artes, Universidade de Lisboa, Departamentos de Design de Comunicação e Arte Multimédia.Direção de arte + design gráfico/ Art direction + graphic design: Emir KaryoFotografia/ Photography: Joana LindaSom/Sound: Diogo Melo, Fernando FadigasFoto/Photo: Anne Barth/re:publica
Human Entities 2026: culture in the age of artificial intelligenceTenth editionWed 27 May 2026, 6.30pmBeyond the senses: science and the mystery of psychic phenomenaPeter BancelSenior Researcher at the Institut Métapsychique International, Paris (France) and Fellow at the Institute of Noetic Sciences, California (US)Anomalies – the things that don't fit our view of the world – are often the starting point of discoveries. As physicist Richard Feynman put it, “It's the thing that doesn't fit that is the most interesting.” A major challenge for science today is to understand consciousness. Theories abound, progress is being made, yet there is no consensus or even a clear path forward. In situations like this, anomalies can provide crucial direction for research. In this talk, we will look at the anomaly of psi phenomena – apparent capacities of consciousness such as telepathy and precognition – and explore the scientific evidence. If the reality of psychic phenomena is established, it may serve as a signpost toward understanding how and why we experience experience at all – the core of human consciousness. We will also consider what this would imply for science more broadly and how it invites us to understand the world.Peter BancelPeter Bancel is a senior researcher at the Institut Métapsychique International (IMI) in Paris and a fellow of the Institute of Noetic Sciences in California. In the early 2000s, he collaborated with the Global Consciousness Project based in Princeton (US) before joining the IMI in 2010. Alongside his scientific work, he is a long-time Buddhist practitioner and meditation teacher, with a longstanding interest in consciousness that bridges contemplative traditions and empirical research. Since joining the IMI, he has focused on how psychic phenomena – often called “psi” – can be studied using the methods of mainstream science. His work explores precognition, experimental design in psi studies, and possible connections with quantum physics. He holds a PhD in Experimental Physics from the University of Pennsylvania. After postdoctoral research at IBM, he moved to France, where he worked at the CNRS in Paris and later at the Institut des Matériaux Jean Rouxel at the University of Nantes.https://www.imiresearch.frThis event is part ofHuman Entities 2026: culture in the age of artificial intelligenceTenth editionPublic talks, May – June 2026Ficha Técnica/CreditsOrganised by CADA in partnership with Lisbon Architecture TriennaleProgrammed by Jared Hawkey/Sofia Oliveira with guest programmers: Andrea Pavoni, Kaitlyn Davies, Zagalo Pereira.CADA is funded by: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das ArtesApoiosSupport: Câmara Municipal de Lisboa, Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências e Tecnologia – NOVA LINCS, Instituto Ciências Sociais, Universidade de Lisboa; DINAMIA'CET (ISCTE-IUL), Faculdade de Belas Artes, Universidade de Lisboa, Departamentos de Design de Comunicação e Arte MultimédiaArt direction + graphic design: Emir KaryoPhotography: Joana LindaSound: Diogo Melo, Fernando Fadigas
*Fique bem-informado com as notícias do Programa Agronegócio Hoje de 19/06/2026.*
Capitão Maxwel de Souza - Diretor de Comunicação da Defesa Civil Estadual - Governo de SP envia ajuda após incêndio na região de Paraisópolis
O futebol sempre foi movido pela paixão das torcidas, pela rivalidade entre clubes e pelo imprevisto que transforma uma partida em espetáculo. Nos últimos anos, porém, um novo personagem ganhou espaço nesse cenário: as apostas esportivas.Regulamentadas no Brasil, as apostas esportivas, quando não praticadas com responsabilidade, trazem riscos como o vício, o endividamento e as tentativas de manipulação de resultados. Esse é o foco do novo episódio da série O Futebol e o STJ: do Campo ao Tribunal, produzida pela Secretaria de Comunicação Social do Superior Tribunal de Justiça (STJ), por meio da Coordenadoria de TV e Rádio.Em destaque, as decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ) envolvendo não só as apostas, mas também outro desafio: a violência nos estádios.Assista ao primeiro episódio da série aqui: https://www.youtube.com/watch?v=T2u2y_ObgxA Confira outras reportagens especiais na playlist do canal do STJ no YouTube.
Compor uma imagem é organizar o mundo através da intuição. Venha entender como a fotografia documental se tornou uma ferramenta vital de resistência, identidade e afeto na cultura brasileira.VEM PRO ESPAÇO!Praça da Liberdade, 700Belo Horizonte – MG CEP: 30140-010 Telefone (Recepção): (31) 3409-8350Telefone (Assessoria de Comunicação): (31) 3409-8383NOSSOS LINKS:Blog do EspaçoCalendário AstronômicoInstagramFacebookRealização: Espaço do Conhecimento UFMG Pró-reitoria de Cultura UFMG (Procult)Universidade Federal de Minas GeraisTexto original: Guilherme MacielAdaptação e trabalhos de áudio: Samuel LacerdaSupervisão e revisão geral: Fernando SilvaCoordenação: Camila Mantovani
"Depois de nove meses atravessando a escuridão, seis pessoas pousaram no planeta vermelho às 14h32, horário de Greenwich. A transmissão foi vista por quase metade da população da Terra.Esperava-se uma frase histórica para esse momento.Havia equipes trabalhando nisso havia anos. Poetas, cientistas, estrategistas de comunicação, filósofos, linguistas, historiadores, roteiristas. A primeira frase em Marte precisava estar à altura do feito da espécie, caber nos livros, nos murais das escolas, nos monumentos, nos arquivos das futuras colônias. "_Áudio artigo da coluna de Fred Gelli para a Fast Company Brasil: https://fastcompanybrasil.com/coluna/em-2046-a-humanidade-chegou-a-marte-numa-sexta-feira/Ficha Técnica: Narração: Fred Gelli / Trilha Original, Captação, Edição de áudio: Felipe Habib - Oitooto estúdio / Comunicação, Mkt e Marca: Luiza Magalhães, Bruno Cesar e Marcelo Cândido / Assessoria: Flávia Nakamura / Fast Company Brasil: Mari Castro.
A @teresalameiras passou mais de 30 anos a construir algumas das marcas mais conhecidas do setor automóvel em Portugal.Liderou o Marketing e Comunicação da Seat e da Cupra durante quase 2 décadas e mais tarde assumiu a Direção de Comunicação e Marca da SIVA, com responsabilidade por marcas como Volkswagen, Audi, Škoda, Bentley, Lamborghini, entre outras.Mas a conversa acabou por ser muito menos sobre carros do que eu imaginava.Falámos de liderança, da importância da velocidade nas decisões, de como construir marcas num mundo em mudança permanente e de uma pergunta que me parece cada vez mais relevante: O que leva alguém a fechar um capítulo profissional de mais de 30 anos quando muitos considerariam que chegou ao topo?Porque construir uma carreira de sucesso é difícil. Mas ter a coragem de a reinventar pode ser ainda mais difícil.Um podcast de Rodrigo Alfaiate.
*Fique bem-informado com as notícias do Programa Agronegócio Hoje de 18/06/2026.*
Pesquisa do ITS Rio, apresentada durante o Festival 3i, mostra que 84% das ferramentas priorizaram candidatos, em desacordo com resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Karina dos Santos, coordenadora de Democracia e Tecnologia do ITS e mestre em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense (UFF), conta como foi feito o levantamento e aponta os principais desafios para fiscalização das plataformas digitais.Reportagem: Ana Clara FerreiraEdição: Thiago Kropf
A justiça informacional no Brasil é um conceito que busca garantir o acesso equitativo, a participação e o reconhecimento na produção do conhecimento. Para entendermos melhor o termo e suas principais implicações, entrevistamos Thais Siqueira, mestre em Ciências da Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação Comunicação, Cultura e Amazônia da Universidade Federal do Pará (UFPA). Conversamos sobre o padrão de desinformação direcionado a essas comunidades e a influência das big techs no consumo de notícias e checagem dos fatos.Reportagem: Leticia LourençoEdição: Thiago Kropf
Lançada pelo PT, há cerca de uma semana, voltada para o público em geral, a página portavozdolula.com.br é uma plataforma múltipla criada para ampliar a presença progressista nas redes, com conteúdo informativo e para apoiar participantes no contraponto rápido às fake news da extrema direita.Sonoras:
Neste episódio do Bate-Papo Carlotas, conversamos sobre Experiência Empática com duas especialistas que utilizam a arte e a vivência prática como ferramentas de transformação.Juliana Pflaumer e Mitzi Evelyn são cofundadoras da Interaction Experience, metodologia criada no Reino Unido e trazida ao Brasil com o objetivo de promover mudanças de comportamento por meio de experiências reais e participativas. Ao lado das cofundadoras de Carlotas, elas compartilham reflexões, exemplos práticos e aprendizados sobre comunicação, relações humanas, desenvolvimento de equipes e construção de ambientes mais saudáveis.Conheça a Interaction Experience:http://interactionexperience.com.br/Assista no Youtube com Legendas e Libras: https://youtu.be/O5d0N_UcloASobre as convidadas:Juliana Pflaumer é formada em Comunicação Social pela ESPM-SP e atriz profissional pela Drama Studio London. Especialista em Drama-Based Training, atua como facilitadora e moderadora em treinamentos para organizações públicas e privadas no Reino Unido e internacionalmente. Já trabalhou com empresas como Goldman Sachs, Deutsche Bank, LinkedIn, Johnson & Johnson, Unilever, Visa, Siemens e National Grid, conduzindo experiências sobre saúde e segurança, diversidade, equidade e inclusão, comunicação e vendas.Mitzi Evelyn é pós-graduada em Arte e Filosofia pela PUC-Rio e graduada em Cinema pela Universidade Estácio de Sá. Com trajetória no cinema, teatro e televisão, possui ampla experiência em Drama-Based Training e Experiential Learning. Atua em temas como Diversidade, Equidade e Inclusão, conversas desafiadoras, feedback e coaching, tendo colaborado com organizações como NHS, National Grid, Fugro e IDEXX.
Neste episódio, Leandro Costa conversa com Guga Peccicacco, executivo de Comunicação e Relações Públicas da Infor, sobre um tema que ganhou urgência na era da IA: reputação como infraestrutura de negócio.A conversa passa por comunicação corporativa, vendas, branding, liderança, IA generativa e construção de narrativa pública. Guga mostra por que reputação não deveria ser tratada como consequência, como a percepção do mercado já é formada antes da primeira reunião comercial e por que comunicação precisa se aproximar cada vez mais dos objetivos reais do negócio.Ao longo do episódio, você vai ouvir reflexões sobre:- reputação como ativo estratégico;- o impacto da IA generativa na percepção das marcas;- a relação entre comunicação, confiança e geração de demanda;- o papel da liderança na construção de valor reputacional;- e casos práticos do Innovation Lab de PR da Infor.Um episódio para quem quer entender por que, daqui para frente, falar de comunicação é também falar de crescimento, risco, confiança e competitividade.
*Fique bem-informado com as notícias do Programa Agronegócio Hoje de 17/06/2026.*
O programa é uma parceria entre a Assessoria de Comunicação da UFN, Rádio Medianeira 102.7 e o curso de jornalismo da Universidade Franciscana. Produção e apresentação das jornalistas Laura Gomes e Gabriela de Flores Neto.
*Fique bem-informado com as notícias do Programa Agronegócio Hoje de 16/06/2026.*
La vestimenta política constituye un lenguaje propio que ha cobrado especial relevancia con el auge de los medios audiovisuales, condicionando la percepción del ciudadano de forma a veces inconsciente. Según explica Omar Jiménez, la elección de una camisa blanca busca transmitir valores de transparencia, cercanía y limpieza, siendo un recurso habitual en campaña, mientras que la camisa azul proyecta estabilidad, seguridad y una imagen de trabajo. El protocolo también dicta normas estéticas y de poder: se desaconseja la manga corta en favor de la manga larga remangada —que comunica iniciativa y disposición para servir— y se prefiere la sobriedad, evitando logotipos llamativos o el color rojo, el cual puede transmitir agresividad. En definitiva, en la comunicación política "menos es más", buscando siempre que la prenda sea lo más lisa y limpia posible para no distorsionar el mensaje.
Neste episódio, você confere a decisão que considerou inválida a fixação de idade mínima para a concessão de aposentadoria especial a trabalhadores expostos a agentes nocivos à saúde, os ajustes debatidos pelo Plenário na tese sobre a responsabilidade de plataformas digitais no âmbito do Marco Civil da Internet e as próximas pautas que serão analisadas pela Corte.O episódio #193 é apresentado por Mariana Brasil, editora de redes sociais do STF, e conta com comentários de Mauro Burlamaqui, jornalista da Secretaria de Comunicação Social do Supremo, e de Hanna Gomes, advogada e analista jurídica da Rádio e TV Justiça.Participe do Supremo na Semana enviando seus comentários, dúvidas ou sugestões sobre o nosso programa para podcast@stf.jus.br
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Qual a sua opinião sobre o rebranding do Mark Zuckerberg e Lady Gaga?Sobre EFEITO ORNA Somos uma instituição de ensino dedicada a formar profissionais e empresas na criação e gestão de marcas icônicas. Oferecemos cursos livres e multidisciplinares que combinam teoria e prática para ensinar estratégias de branding eficazes, preparando nossos alunos para deixar uma marca duradoura no mundo. Desde 2016, com mais de 30 mil alunos, somos a Escola de Marcas.Instagram: @efeitoorna Sobre DÉBORA ALCÂNTARADébora Alcântara é uma comunicadora premiada, líder em inovação no mercado digital e branding. Reconhecida como Profissional do Ano pela ABRADI em 2020 e como Top Voice no LinkedIn, Débora é uma referência em estratégias de marca. Graduada em Comunicação Social pela PUCPR, ela começou sua carreira em 2010 ao fundar o blog Tudo Orna, que se tornou um case de sucesso digital. Além disso, é autora dos livros Instagram Skills, Deixe sua Marca e Marketing de Influência, e continua impactando o mercado por meio de palestras e mentorias. Instagram: @deboralcantara
O Pulo do Pato dessa semana refere-se a série da Netflix "Bebê Rena" e seus aspectos analisados pela Débora Alcantara. O que você achou dessa série? Nos deixe saber nos comentários!Sobre EFEITO ORNA Somos uma instituição de ensino dedicada a formar profissionais e empresas na criação e gestão de marcas icônicas. Oferecemos cursos livres e multidisciplinares que combinam teoria e prática para ensinar estratégias de branding eficazes, preparando nossos alunos para deixar uma marca duradoura no mundo. Desde 2016, com mais de 30 mil alunos, somos a Escola de Marcas. Instagram: @efeitoorna Sobre DÉBORA ALCÂNTARA Débora Alcântara é uma comunicadora premiada, líder em inovação no mercado digital e branding. Reconhecida como Profissional do Ano pela ABRADI em 2020 e como Top Voice no LinkedIn, Débora é uma referência em estratégias de marca. Graduada em Comunicação Social pela PUCPR, ela começou sua carreira em 2010 ao fundar o blog Tudo Orna, que se tornou um case de sucesso digital. Além disso, é autora dos livros Instagram Skills, Deixe sua Marca, Marketing de Influência e Seja Um Pato e continua impactando o mercado por meio de palestras e mentorias. Instagram: @deboralcantara
O que eu faria se fosse começar a divulgar a minha marca hoje? Sobre EFEITO ORNA Somos uma instituição de ensino dedicada a formar profissionais e empresas na criação e gestão de marcas icônicas. Oferecemos cursos livres e multidisciplinares que combinam teoria e prática para ensinar estratégias de branding eficazes, preparando nossos alunos para deixar uma marca duradoura no mundo. Desde 2016, com mais de 30 mil alunos, somos a Escola de Marcas.Instagram: @efeitoorna Sobre DÉBORA ALCÂNTARADébora Alcântara é uma comunicadora premiada, líder em inovação no mercado digital e branding. Reconhecida como Profissional do Ano pela ABRADI em 2020 e como Top Voice no LinkedIn, Débora é uma referência em estratégias de marca. Graduada em Comunicação Social pela PUCPR, ela começou sua carreira em 2010 ao fundar o blog Tudo Orna, que se tornou um case de sucesso digital. Além disso, é autora dos livros Instagram Skills, Deixe sua Marca e Marketing de Influência, e continua impactando o mercado por meio de palestras e mentorias. Instagram: @deboralcantara
O que Steve Jobs, Senna e o Peru (sim, o país) tem em comum?Sobre EFEITO ORNA Somos uma instituição de ensino dedicada a formar profissionais e empresas na criação e gestão de marcas icônicas. Oferecemos cursos livres e multidisciplinares que combinam teoria e prática para ensinar estratégias de branding eficazes, preparando nossos alunos para deixar uma marca duradoura no mundo. Desde 2016, com mais de 30 mil alunos, somos a Escola de Marcas. Instagram: @efeitoorna Sobre DÉBORA ALCÂNTARADébora Alcântara é uma comunicadora premiada, líder em inovação no mercado digital e branding. Reconhecida como Profissional do Ano pela ABRADI em 2020 e como Top Voice no LinkedIn, Débora é uma referência em estratégias de marca. Graduada em Comunicação Social pela PUCPR, ela começou sua carreira em 2010 ao fundar o blog Tudo Orna, que se tornou um case de sucesso digital. Além disso, é autora dos livros Instagram Skills, Deixe sua Marca, Marketing de Influência e Seja Um Pato e continua impactando o mercado por meio de palestras e mentorias. Instagram: @deboralcantara
Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti. Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais. Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer. Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria. Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti. Liniane: Por que Ugo Giorgetti? Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo. Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português. Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital. Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx. [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar. Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado. Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda. Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024. Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo. Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer. [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. As trilhas usadas no podcast são de Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio. As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.
A mostra no Espaço das Artes integra as comemorações dos 60 anos da Escola de Comunicações e Artes
A militância virtual organizada está de volta com força total? No episódio de hoje do Narrativas, Madeleine Lacsko analisa a atuação dos MAVs (Militantes em Ambientes Virtuais) e as acusações sobre a existência de um "gabinete do ódio" ligado ao PT em alta na internet.Entenda os bastidores da disputa de narrativas digitais, as estratégias de comunicação que moldam o debate público e o impacto disso nas redes sociais brasileiras. De que lado a balança digital está pesando?Dê o play e confira a análise completa!Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #MAVs #PT #Gabinete #Ódio #Internet #Mídias #Redes #Polêmica #Política #Militância #Narrativas #Debate #Tendência #Notícias #Análise #Crítica #Comunicação #Estratégia #Influência #Podcast
Como foi o trabalho do Intercept Brasil a partir do vazamento de mensagens que mostraram uma proximidade inédita entre o candidato à presidência Flávio Bolsonaro e o dono do banco Master Daniel Vorcaro? Quais os desafios para conferir a veracidade do material enviado por fonte anônima? Como uma papinha quase impediu que a fatídica pergunta sobre o financiamento do filme Dark Horse fosse feita?Episódio relacionados86: a Vaza Jato e o mea culpa da imprensa134: Los golpistas fujones141: Tchau, Rio147: Um data center incomoda muita genteEntrevistados do episódioPaulo MotorynJornalista formado na PUC-SP, é repórter de política do Intercept Brasil e roteirista de não-ficção em Brasília. Trabalhou nas redações do site Poder360, do jornal Lance! e da revista Brasileiros.Leandro BeckerJornalista, editor no Intercept, tem 20 anos de experiência em reportagem, edição e gestão de equipes e projetos multimídia em jornal, rádio, TV e jornalismo digital, com passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, NSC TV, Globo Rural, Agência Lupa, Exame, UOL e O Estado de S. Paulo.Cecília OliveiraCecília Olliveira é autora de Como Nasce um Miliciano e jornalista investigativa dedicada a cobertura do tráfico de drogas e de armas e a violência. É cofundadora do Intercept Brasil, diretora fundadora do Instituto Fogo Cruzado e membro da The Global Initiative Against Transnational Organized Crime.Laís MartinsJornalista e repórter do Intercept Brasil, formada pela PUC-SP e mestra em Comunicação Política pela Universidade de Amsterdam. Foi fellow do Pulitzer Center, com um projeto sobre como a política armamentista do governo Bolsonaro impactou mulheres brasileiras, e do Rest of World, investigando a intersecção entre trabalho e tecnologia na América Latina.Thalys AlcântaraRepórter do Intercept em Brasília, trabalhou em O Popular e Metrópoles, foi vencedor do Prêmio de Jornalismo Investigativo da União Europeia e do Prêmio Dom Tomás Balduino de Direitos Humanos.Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Voltada para o público em geral, a página portavozdolula.com.br lançada pelo PT é uma plataforma múltipla criada para ampliar a presença progressista nas redes, com conteúdo informativo e para apoiar participantes no contraponto rápido às fake news da extrema direita.Sonoras:
No episódio de junho do Camada 8, convidamos Renata Teixeira, pesquisadora no time de Streaming Algorithms da Netflix, para uma conversa sobre os desafios do streaming de vídeo em redes de satélites de baixa órbita (LEO, do inglês Low Earth Orbit).Renata fala sobre as redes de satélites LEO, que possuem características bem diferentes das redes tradicionais, e por que isso cria novos desafios para aplicações de streaming e transmissões ao vivo. Ela também fala do algoritmo da Netflix responsável por adaptar automaticamente a qualidade do streaming de vídeo de acordo com as condições da conexão do usuário, e muito mais.Dê o play e confira agora mesmo o novo episódio do quadro Roteamento de Ideias do Camada 8!Participantes:Antonio Marcos Moreiras (Host) - Gerente de projetos e desenvolvimento no NIC.br https://www.linkedin.com/in/moreirasLucas Jorge da Silva (Host) - Analista de Projetos do Ceptro.br no NIC.brhttps://www.linkedin.com/in/lucasjorgeRenata Teixeira (Convidada) - Pesquisadora no time de Streaming Algorithms da Netflix https://www.linkedin.com/in/renata-teixeira-383979258/Google Scholar - https://scholar.google.com/citations?user=yZqV-tMAAAAJ&hl Links citados:Semana de Infraestrutura da Internet no Brasil: https://semanainfra.nic.br/Curso BCOP Presencial: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop/Curso BCOP EaD: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop-ead/Programa Acelera NET: https://cursoseventos.nic.br/curso/programa-acelera-net/Semana de Capacitação: https://semanacap.bcp.nic.br/Agenda de cursos do Ceptro|NIC.br: https://ceptro.br/cursos-eventosRedes Sociais:https://www.youtube.com/nicbrvideos/https://x.com/comuNICbr/https://www.telegram.me/nicbr/https://www.linkedin.com/company/nic-br/https://www.instagram.com/nicbr/https://www.facebook.com/nic.br/https://www.flickr.com/NICbr/Contato:Equipe Ceptro.brcursosceptro@nic.brDireção e áudio:Equipe Ceptro.brEquipe de Comunicação do NIC.brEdição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: https://radiofobia.com.br/Veja também:https://nic.br/https://ceptro.br/
Sociedades consumidoras do mundo todo têm de ser informadas, a todo momento, sobre os avanços das proteínas nacionais, em uma ação coordenada de comunicação.
Comunica para Plaza: guiones editables, ejemplos de defensas, metáforas, introducciones, conclusiones y soporte continuo para preparar una exposición potente. https://www.diegofuentes.es/comunica-para-plaza En las oposiciones de educación, cada vez más opositores van a llevar una programación correcta, bien estructurada y adaptada a convocatoria. Pero eso no significa que vayan a conseguir plaza. En este vídeo te explico por qué la programación didáctica va a tender a valer cada vez menos cuando todo el mundo cumple los criterios mínimos, y por qué la exposición oral, la defensa de la programación y la defensa de la unidad didáctica serán el verdadero filtro para destacar ante el tribunal. Hablamos de autenticidad, comunicación, ejemplos prácticos, metáforas, citas bien integradas, hilo conductor, identidad docente y de cómo evitar una defensa plana que suene igual que la de todos. También te cuento por qué una defensa hecha con inteligencia artificial, o copiada de un pack, puede cumplir formalmente, pero no emocionar, no convencer y no diferenciarte. Si estás preparando oposiciones de educación para 2026 o 2027, este vídeo te va a ayudar a entender dónde se gana realmente la plaza: no solo en el documento, sino en cómo lo defiendes. 00:00 Este vídeo no lo verá quien busca el atajo 01:12 Tu programación ya no te va a diferenciar 02:05 Si tu defensa suena a ChatGPT, estás fuera 04:28 Comprar una defensa hecha no te da una plaza 06:21 Hay más información que nunca… y opositores más zombies
A Volvo vive um dos momentos mais importantes de sua história no Brasil. Depois de registrar resultados recordes e consolidar o sucesso do EX30, a marca prepara uma nova ofensiva de produtos eletrificados para os próximos anos. Neste episódio do Motor1 Podcast, recebemos Felipe Yagi, Diretor de Comunicação e Marketing da Volvo Cars Brasil, para uma conversa sobre os bastidores do crescimento da marca, a chegada de novos concorrentes chineses, os desafios da eletrificação e os próximos lançamentos para o mercado brasileiro. Falamos sobre:O sucesso do Volvo EX30 no BrasilComo a Volvo vê a expansão de BYD, GWM, Geely e outras fabricantes chinesasOs planos para o inédito Volvo EX60A chegada do novo Volvo ES90O futuro dos carros elétricos premiumSegurança, software e atualizações remotasEstratégia de crescimento da Volvo no BrasilUma conversa essencial para quem acompanha a transformação da indústria automotiva e quer entender como uma das marcas mais tradicionais do segmento premium está se preparando para a próxima década.Apresentação: Leonardo Fortunatti e Rodrigo Perini
A decisão do Plenário que reconheceu que os shopping centers devem fornecer espaço de amamentação para funcionárias das lojas é um dos destaques do podcast Supremo na Semana. O episódio trata, ainda, do julgamento em curso no Plenário sobre a nova Lei de Improbidade Administrativa, em que a Corte consolidou entendimento de que é necessária a presença do dolo para caracterização da improbidade e validou parte das mudanças feitas em 2021. Outro tema é a decisão da 1ª Turma que afastou a possibilidade de aplicação da aposentadoria compulsória como pena máxima para juízas e juízes, ao argumento de que a medida foi extinta com a Emenda Constitucional 103/2019.O episódio #192 do Supremo na Semana é apresentado por Mariana Brasil, editora de redes sociais do STF, e conta com comentários de Mauro Burlamaqui, jornalista da Secretaria de Comunicação Social do Supremo, e Hanna Gomes, consultora jurídica da Rádio e TV Justiça.Quer participar do Supremo na Semana? Envie seus comentários, dúvidas ou sugestões sobre o nosso programa para podcast@stf.jus.br
Debate da Super Manhã: As urnas eletrônicas são um dos principais símbolos do processo democrático brasileiro e garantem agilidade à apuração dos votos, além de maior modernização às eleições. Ao mesmo tempo, o debate sobre a confiança do eleitor diante desse sistema digital ganha destaque diante da desinformação nas redes sociais e da polarização política. No debate desta quarta-feira (27), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre o funcionamento do sistema eletrônico, a educação digital, o combate à desinformação e às fake news relacionadas às urnas, além das inovações previstas para as Eleições 2026. Participam o secretário de Tecnologia e Informação do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), George Maciel, o advogado municipalista, mestre em Direito e Compliance e especialista em Direito Eleitoral, Antônio Ribeiro Jr. , e o especialista em Tecnologia da Comunicação, Jeff daCruz.
Onde está o “pulo do pato”? Enquanto “pulo do gato” refere-se a um truque ou segredo especial para o sucesso, nesta série brinco com a ideia do “pulo do pato”. Trata-se de sinais e mensagens sutis que, embora pareçam pequenos, têm um impacto profundo na percepção das pessoas. Meu objetivo é despertar aquela sensação de “Como não percebi isso antes?” ou “Esse é o pulo do pato!”. O “pato” é uma referência ao símbolo da nossa comunidade. Escute o primeiro episódio e descubra questões sobre comunicação, semiótica e posicionamento de marcas pessoais e institucionais. Deixe seus comentários, críticas e sugestões! Sobre EFEITO ORNA Somos uma instituição de ensino dedicada a formar profissionais e empresas na criação e gestão de marcas icônicas. Oferecemos cursos livres e multidisciplinares que combinam teoria e prática para ensinar estratégias de branding eficazes, preparando nossos alunos para deixar uma marca duradoura no mundo. Desde 2016, com mais de 30 mil alunos, somos a Escola de Marcas.Instagram: @efeitoorna Sobre DÉBORA ALCÂNTARADébora é uma comunicadora premiada, líder em inovação no mercado digital e branding. Reconhecida como Profissional do Ano pela ABRADI em 2020 e como Top Voice no LinkedIn, Débora é uma referência em estratégias de marca. Graduada em Comunicação Social pela PUCPR, ela começou sua carreira em 2010 ao fundar o blog Tudo Orna, que se tornou um case de sucesso digital. Além disso, é autora dos livros Instagram Skills, Deixe sua Marca e Marketing de Influência, e continua impactando o mercado por meio de palestras e mentorias. Instagram: @deboralcantara
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre o momento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na corrida eleitoral deste ano. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira, 25, que o governo aceitou estabelecer uma regra de transição para a redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais. Segundo os termos acertados, 60 dias após promulgação da proposta haverá uma redução de duas horas, até 42 horas. As últimas duas horas seriam reduzidas 12 meses depois - o que, pelo cronograma, ocorreria em 2027. O tema é bandeira eleitoral do presidente Lula, que tenta a reeleição em outubro. O fim dos 6x1 interessa aos trabalhadores e impacta o setor produtivo, a economia e as candidaturas do Congresso em outubro, do PT ao PL. O governo até trabalha com a hipótese de unanimidade. Em outra frente, o atual governo gastou, até meados de maio, R$ 21 milhões em anúncios no Instagram e no Facebook para divulgar investimentos em Estados e programas que possam servir de chamariz em ano eleitoral. O valor é quase o dobro dos R$ 11,45 milhões desembolsados no mesmo período de 2025. Procurada, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) ainda não se manifestou. Os dados constam da biblioteca de anúncios da Meta, dona das duas redes sociais. De acordo com o calendário eleitoral estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral, o governo tem até 4 de julho para fazer publicidades de programas, obras, serviços e campanhas. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Youtuber, graduado em Cinema e Vídeo, Mestre em Ciências da Linguagem e Doutor em Literatura, Alexandre Linck. Só vem! >> OUÇA (83min 34s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Alexandre Linck Vargas tem experiência na área de Literatura e Artes, atuando principalmente nos seguintes temas: Teoria Literária, Filosofia da Arte, Estética, Teorias da Imagem, Crítica Cultural, Roteiro de Cinema e TV e História em Quadrinhos. Graduou-se em 2004 no curso de Comunicação Social - Cinema e Vídeo pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL). Ingressou em 2005 no Mestrado em Ciências da Linguagem - também na Unisul -, concluindo em 2007, com a dissertação "A morte do homem no morcego". Em 2010, ingressou no Doutorado em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), concluindo em 2015 com a tese "A invenção dos quadrinhos: teoria e crítica da sarjeta". Atualmente é professor do PPGCL - Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem, onde leciona a disciplina de Estética, e dos cursos de Letras (teoria literária) e Cinema (teoria, história e roteiro cinematográfico), todos da Unisul. Alexandre é editor da revista Memorare, líder do grupo de pesquisa "Estudos em artes" (GRUAS)", e membro da RING (Red de Investigadoras e Investigadores de Narrativa Gráfica en Latinoamérica). Destaque também para o trabalho de cineasta nos curtas-metragens OCULTO (2003), RELIGARE (2005), DEUSES DE MENTIRA (2009), e o site/canal sobre histórias em quadrinhos, QUADRINHOS NA SARJETA (2011-atual). Lattes: http://lattes.cnpq.br/6080748048889215 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
No Papo Antagonista desta segunda-feira, 25, falamos sobre a primeira pesquisa eleitoral que consta o nome do ministro aposentado do STF Joaquim Barbosa. O ex-relator do Mensalão registou apenas 2% de intenção de votos. 48% dos entrevistados disseram não conhecer magistrado.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #JoaquimBarbosa #Pesquisa #Internet #Podcast #Política #Eleições #Dados #Engajamento #RedesSociais #Análise #Audiência #Tendência #Cenário #Mídia #Debate #Estatística #Repercussão #Números #Comunicação #Atualidades
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https://beercast.com.br/wp-content/uploads/2026/05/BC634.mp3 Há mais de 10 anos, Wagner Falci e Michele Gimenez criaram a Cervejaria Daoravida em Campinas. De lá para cá foram muitos anos de trabalho duro, prêmios e a consagração com uma medalha de ouro no World Beer Cup. Obrigado ao Daniel Navarro, da OPA Assessoria em Comunicação, por ter proporcionado a pauta. Procure por “Beercast Brasil” no seu app de música favorito. Ouvir no Spotify Ouvir no Apple Podcasts Ouvir na Amazon Music Ouvir no Deezer Seja Patrono do Beercast contribuindo a partir de R$10,00 por mês. Links: Instagram Daoravida Instagram Wagner Falci Instagram OPA Assessoria em Comunicação Entre em contato com o Beercast e acompanhe nossas mídias sociais: beercastbrasil@gmail.com: Mande suas degustações, garrafadas, críticas, elogios e sugestões.https://www.instagram.com/victorpmarinho/ Instagram Beercast Brasil Fanpage Beercast Brasil no Facebook Feed do Beercast (assine nosso feed)