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Foca na Palavra
DIA DO SENHOR ⚖️ 27.02.2026

Foca na Palavra

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 11:17


ISTO DIZ O FILHO DE DEUS, QUE TEM OLHOS COMO CHAMA DE FOGO (=nada é oculto; penetra no profundo da alma; tudo vê; consumador; JUÍZO), E OS PÉS COMO LATÃO RELUZENTE (=firmes; que destrói o pecado, o mal): CONHEÇO AS SUAS OBRAS, A DEDICAÇÃO. MAS HÁ ESPÍRITOS MALIGNOS, como da antiga Jezabel, ensinando e enganando os meus (=a certeza da impunidade; pratica todos os tipos de atrocidades, achando que ficará impune). EU SOU AQUELE QUE SONDA AS ENTRANHAS. AOS QUE NÃO CAÍRAM NAS PROFUNDEZAS DE SATANÁS, E PERMANECEREM ATÉ AO FIM NAS MINHAS OBRAS, EU DAREI PODER.Apocalipse 1:18-20; 2:18-20,23-26 E O VERBO SE FEZ CARNE E HABITOU ENTRE NÓS. (Campanha CNBB)João 1:14 PRESTEM BASTANTE ATENÇÃO: Havia numa cidade um certo juiz, que nem temia a Deus, nem respeitava nada. Havia também na cidade, uma POBRE VIÚVA, que dizia para ele: ME FAÇA JUSTIÇA CONTRA MEU OPRESSOR. E por algum tempo não quis; mas depois fez JUSTIÇA, para que a pobre viúva não voltasse a importuná-lo. Deus  não fará JUSTIÇA? EU AFIRMO QUE DEPRESSA FARÁ JUSTIÇA. E alguns falavam de como os galileus morreram pelas mãos dos soldados de Pilatos (=soa familiar nos dias atuais), junto com os sacrifícios. Pensam que esses foram mais pecadores do que todos? E aqueles, sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou, pensam que foram mais culpados do que todos? Não, eu afirmo: SE NÃO SE LIVRAREM DAS CORRUPÇÕES, TODOS IGUALMENTE MORRERÃO EM SEUS PECADOS. Não pensem que vim destruir a LEI; não vim destruir; MAS CUMPRIR. Eu afirmo que, se a JUSTIÇA de vocês não EXCEDER a dos fariseus, de modo nenhum entrarão no reino dos céus. Lucas 18:1-8; 13:1-5/Mateus 5:17-22Daniel 3:1-30/Apocalipse 10:1-3; 18:4-5; 13:16-18; 6:12-17; 20:1-2,12-15; 22:16,14-15 Art. 29. O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em dois turnos, com o interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará, atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição, na Constituição do respectivo Estado e os seguintes preceitos: VI – o subsídio dos Vereadores será fixado pelas respectivas Câmaras Municipais em cada legislatura para a subsequente, observado o que dispõe esta Constituição, observados os critérios estabelecidos na respectiva Lei Orgânica e os seguintes limites máximos: (Redação dada pela EC n. 25/2000) c) em Municípios de cinquenta mil e um a cem mil habitantes, o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a quarenta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais; (Incluída pela EC n. 25/2000) d) em Municípios de cem mil e um a trezentos mil habitantes, o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a cinquenta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais; (Incluída pela EC n. 25/2000)Constituição Federal-Edição STF

O Sargento na Cela 7
Episódio 5: No quarto do guru | Os Segredos da Seita do Yoga

O Sargento na Cela 7

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 61:09


Havia um mandado de captura europeu em nome de Gregorian Bivolaru há vários anos, mas isso não mudava nada. Na clandestinidade, escondido algures nos arredores de Paris, o guru continuava a receber dezenas de discípulas. Eram escolhidas entre as alunas das escolas do movimento de yoga e tantra espalhadas pelo mundo. Diziam-lhes que eram muito especiais e que iriam receber uma “iniciação secreta” do próprio guru. O que muitas não sabiam é que seria uma iniciação sexual. Vera é uma dessas alunas. Viaja para França e depois de uma semana à espera, trancada numa casa na capital francesa, vai ser finalmente chamada ao quarto do guru. Já Lara escreve ao guia espiritual a pedir ajuda para resolver um problema pessoal. Mas, quando se encontram cara a cara, vai ficar tão desiludida que, em pouco tempo, vai abandonar a escola de yoga. "Os Segredos da Seita do Yoga" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Daniela Ruah e tem banda sonora original de Benjamim. Pode ouvir semanalmente os episódios de "Os Segredos da Seita do Yoga" na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Piratinha do Ar
Episódio 5: No quarto do guru | Os Segredos da Seita do Yoga

Piratinha do Ar

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 61:09


Havia um mandado de captura europeu em nome de Gregorian Bivolaru há vários anos, mas isso não mudava nada. Na clandestinidade, escondido algures nos arredores de Paris, o guru continuava a receber dezenas de discípulas. Eram escolhidas entre as alunas das escolas do movimento de yoga e tantra espalhadas pelo mundo. Diziam-lhes que eram muito especiais e que iriam receber uma “iniciação secreta” do próprio guru. O que muitas não sabiam é que seria uma iniciação sexual. Vera é uma dessas alunas. Viaja para França e depois de uma semana à espera, trancada numa casa na capital francesa, vai ser finalmente chamada ao quarto do guru. Já Lara escreve ao guia espiritual a pedir ajuda para resolver um problema pessoal. Mas, quando se encontram cara a cara, vai ficar tão desiludida que, em pouco tempo, vai abandonar a escola de yoga. "Os Segredos da Seita do Yoga" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Daniela Ruah e tem banda sonora original de Benjamim. Pode ouvir semanalmente os episódios de "Os Segredos da Seita do Yoga" na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Encantador de Ricos
Episódio 5: No quarto do guru | Os Segredos da Seita do Yoga

O Encantador de Ricos

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 61:09


Havia um mandado de captura europeu em nome de Gregorian Bivolaru há vários anos, mas isso não mudava nada. Na clandestinidade, escondido algures nos arredores de Paris, o guru continuava a receber dezenas de discípulas. Eram escolhidas entre as alunas das escolas do movimento de yoga e tantra espalhadas pelo mundo. Diziam-lhes que eram muito especiais e que iriam receber uma “iniciação secreta” do próprio guru. O que muitas não sabiam é que seria uma iniciação sexual. Vera é uma dessas alunas. Viaja para França e depois de uma semana à espera, trancada numa casa na capital francesa, vai ser finalmente chamada ao quarto do guru. Já Lara escreve ao guia espiritual a pedir ajuda para resolver um problema pessoal. Mas, quando se encontram cara a cara, vai ficar tão desiludida que, em pouco tempo, vai abandonar a escola de yoga. "Os Segredos da Seita do Yoga" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Daniela Ruah e tem banda sonora original de Benjamim. Pode ouvir semanalmente os episódios de "Os Segredos da Seita do Yoga" na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | COLOCAR-SE NO LUGAR DE JESUS

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 4:19


Leitura Bíblica Do Dia: COLOSSENSES 3:8-17 Plano De Leitura Anual:  NÚMEROS 4–6; MARCOS 4:1-20   Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Como seria estar no lugar da realeza? Angela Kelly, filha de um estivador e uma enfermeira, sabe. Ela também foi a estilista oficial da falecida rainha Elizabeth II em suas últimas duas décadas de vida. Uma de suas responsabilidades era amaciar os sapatos novos da rainha idosa, andando com eles pelos terrenos do palácio. Havia uma razão para fazer isso: a compaixão por uma senhora de idade, que, às vezes, era obrigada a ficar de pé por longos períodos de tempo durante as cerimônias. Como usavam o mesmo número de sapato, Kelly ajudou-a a não sentir esse desconforto nos pés. O cuidado de Kelly com a rainha Elizabeth me faz pensar no caloroso encorajamento de Paulo à igreja em Colossos (na atual Turquia): “revistam-se de compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência” (COLOSSENSES 3:12). Quando nossa vida tem Jesus como alicerce (2:7), tornamo-nos “povo santo e amado” de Deus (3:12). Ele nos ajuda a tirar nossa “antiga natureza” e revestir-nos com a “nova natureza” (vv.9-10), vivendo a identidade dos que amam e perdoam os outros, pois Deus os amou e perdoou primeiro (vv.13-14). Ao nosso redor há aqueles que precisam que nós nos coloquemos no lugar deles e tenhamos compaixão por seus desafios do dia a dia. Ao fazer isso, faremos igual a um rei — Jesus — que sempre tem compaixão por nós.  Por: JAMES BANKS 

Expresso - Expresso da Meia-Noite
Castro Almeida: "Ao fim de 15 dias, já havia pessoas que tinham dinheiro na conta, foi uma rapidez nunca vista"

Expresso - Expresso da Meia-Noite

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 47:14


A recente hecatombe climática que assolou Portugal, marcada por chuvas torrenciais, ventos devastadores e tempestades sem precedentes, expôs fragilidades estruturais, económicas e sociais do país. Neste episódio do Expresso da Meia-Noite, uma colaboração entre a SIC Notícias e o semanário Expresso, reuniu ministros, ex-ministros e especialistas para debater os caminhos da reconstrução nacional. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Redcast | O podcast da Segurança da Informação
RedCast #105 | Segurança do Zero: como líderes de tecnologia em hospitais construíram defesas onde havia pouca proteção?

Redcast | O podcast da Segurança da Informação

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 67:38


Ataques cibernéticos contra o setor de Saúde acontecem todos os dias. Mas, se apenas 18% dos hospitais brasileiros possuem estratégias de digitalização bem definidas, como fazer com que a maturidade em cibersegurança se transforme em prioridade? Neste episódio, nosso CEO, Eduardo Lopes, conversou com os CISOs Amaro Neto (Hospital Ernesto Dornelles), Everson Remedi (Hcor) e Lucio Comanche (A.C. Camargo Cancer Center) sobre suas jornadas em hospitais que, hoje, são reconhecidos por sua maturidade cibernética. Aqui, eles compartilham seus desafios a aprendizados na gestão de segurança de instituições essenciais.

Doa a Quem Doer
“Não havia meios disponíveis”: Mulher com gravidez de risco não conseguiu chamar o 112 durante depressões

Doa a Quem Doer

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 31:36


O ‘Doa a Quem Doer' emitido a 6 de fevereiro revela os depoimentos de quem perdeu tudo durante as tempestades que atingiram o País. Hugo, uma das vítimas das depressões, conta à CMTV que a mulher, grávida de sete meses, não conseguiu ser vista por operacionais de saúde durante vários dias. 

Palavra do Dia
Palavra do dia - Mc 6,30-34 - 07/02/26

Palavra do Dia

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 4:26


Naquele tempo, 30 os apóstolos reuniram-se com Jesus e contaram tudo o que haviam feito e ensinado. 31 Ele lhes disse: "Vinde sozinhos para um lugar deserto, e descansai um pouco". Havia, de fato, tanta gente chegando e saindo que não tinham tempo nem para comer. 32 Então foram sozinhos, de barco, para um lugar deserto e afastado. 33 Muitos os viram partir e reconheceram que eram eles. Saindo de todas as cidades, correram a pé, e chegaram lá antes deles. 34 Ao desembarcar, Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas.

Convidado
Projecto Votar Claro: A escola como laboratório da democracia

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 9:03


Criado em 2021 para colmatar uma “lacuna evidente” na formação cívica dos jovens, o projecto Votar Claro transformou a Escola Secundária de Rio Tinto num verdadeiro laboratório da democracia. A estudante e presidente do projecto, Sofia Ribeiro, destaca que a simulação eleitoral permite chegar às urnas “de forma mais consciente, exigente e responsável”, combatendo a abstenção juvenil. O projecto Votar Claro nasceu em 2021, numa altura em que o país voltava a entrar em campanha e as eleições legislativas antecipadas colocavam novamente a política no centro do debate. Na Escola Secundária de Rio Tinto, em Gondomar, a iniciativa partiu de uma ideia simples: a escola não pode limitar-se a ensinar conteúdos, tem também de preparar cidadãos. “Foi precisamente por sentirmos que havia uma lacuna a esse nível que avançámos com o projecto”, explica Paulo Lima, professor e coordenador do Votar Claro. O docente recorda que os alunos confirmavam essa falta e que a realidade não era exclusiva de uma escola: “Havia realmente uma lacuna na formação cívica dos alunos e penso que a maior parte das escolas portuguesas estaria a passar pelo mesmo.” O diagnóstico repetia-se nas conversas de corredor e nas salas de aula. “Os alunos verbalizavam muitas vezes dizendo simplesmente que não se interessavam por política porque não estavam suficientemente informados ou porque não conheciam”, afirma. Para Paulo Lima, o problema não era rejeição, mas ausência de ferramentas: “Ao mesmo tempo sentiam a falta de uma formação específica que os preparasse para assumir responsabilidades cívicas, onde se incluía o direito de voto.” O projecto foi desenhado a pensar nos alunos prestes a atingir a maioridade. “Muitos deles iriam fazer 18 anos dentro de pouco tempo e já estariam quase de malas aviadas da escolaridade obrigatória para outros desafios da vida”, sublinha o coordenador. Daí a decisão de “inventar este projecto para tentar fomentar um pouco mais a cidadania política”, uma área que, lamenta, “continua a ser pouco explorada mesmo nas escolas que têm grande investimento pelas questões da cidadania”. Cinco anos depois, Paulo Lima diz que o cenário mudou. “No microcosmos que é aqui a nossa escola, mudou completamente”, garante. Segundo o docente, “passou a haver mais formação e mais informação”, o que levou os alunos a perceberem que a política “merece ser conhecida e sobre a qual os alunos devem reflectir”. E hoje, assegura, “aqui na escola passou a ser um tema de conversa”. Uma das marcas do projecto é a forma como envolve a comunidade educativa. Paulo Lima destaca a adesão “dos professores, da associação de pais e dos órgãos de gestão”, num “envolvimento muito profundo” que fez com que o Votar Claro passasse a fazer “parte do nosso código genético”. A partir daí, tornou-se natural que os alunos discutissem política e que a escola promovesse debates com “actores reais, com candidatos e representantes de partidos”. No centro do projecto estão as simulações eleitorais, organizadas sempre que o país vai a votos. “Sentimos isso por dois motivos”, explica o coordenador: “Quanto mais próximo da realidade, mais práticas e úteis podem ser as lições que se retiram da experiência de cada aluno.” E há ainda uma razão estratégica: “Os alunos sentem-se mais interessados e mais atraídos por projectos que os abrem à experiência real da vida.” Daí a insistência em replicar o processo: boletins iguais aos oficiais, urnas e apuramento. “Não é um projecto faz de conta”, afirma Paulo Lima. Apesar de serem simulações, “eles reconhecem que são úteis” e percebem que estão a treinar para um acto que “vai acontecer mais a sério nas vidas deles em pouco tempo”. E, acrescenta, o voto é tratado como na realidade: “Aqui o voto é livre. Os alunos votam ou não votam conforme a sua decisão.” A abertura da escola aos partidos foi outro dos pontos que mais surpreendeu o coordenador. “Surpreendeu-me a rápida e positiva resposta da parte dos partidos”, diz, admitindo que havia receios de “invadirem o terreno da escola”. No entanto, garante que “têm tido um comportamento exemplar” e “percebem quais são os limites”, adaptando o discurso ao contexto escolar. Do lado dos alunos, a surpresa veio na postura: “Souberam colocar questões sensíveis, confrontar contradições e criticar aquilo que sentem que não está bem.” A mensagem final mantém-se constante: votar é uma afirmação de cidadania. Paulo Lima diz que tentam passar a ideia de que “todos os votos contam” e que “o voto de cada um é um pilar da democracia”, defendendo uma participação “consciente e responsável” mesmo quando há cansaço eleitoral. Sofia Ribeiro, presidente da Comissão Eleitoral do projecto, reforça essa urgência ao admitir que os jovens estão “saturados das eleições”, mas alerta que esse sentimento deve ser combatido: “Passa por uma banalização daquilo que é votar, daquilo que é a democracia”, insistindo que a democracia só se mantém “através do direito do voto, essencialmente”.

CEI DE CABO FRIO
O milagre do azeite da viúva - Pr. Geraldo Motta

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 31:35


Nesta mensagem, o Pr. Geraldo Motta, com o texto em I Reis, capítulo 17, versículos 8 ao 16, nos traz uma reflexão sobre Elias e o milagre do azeite da viúva.O milagre citado acima, nos conduz a um cenário de extrema escassez. Havia fome na terra, ausência de recursos e um futuro que, humanamente falando, parecia encerrado. A viúva de Sarepta tinha apenas um punhado de farinha e um pouco de azeite — o suficiente para uma última refeição antes de desistir da esperança. É justamente nesse ambiente que Deus decide agir.Deus envia o profeta Elias até aquela mulher simples, fora de Israel, mostrando que a provisão divina não conhece limites geográficos nem sociais. A ordem era desafiadora: primeiro preparar o pão para o profeta. Aos olhos humanos, isso soava ilógico e até injusto. Mas ali estava o teste da fé: confiar em Deus quando o pouco parece insuficiente.O azeite que não acabou nos ensina que o milagre começa quando obedecemos, mesmo sem entender completamente. A viúva não recebeu celeiros cheios de uma vez, mas viveu o milagre diariamente. A farinha não faltou, o azeite não cessou. Deus não deu sobra; deu sustento contínuo. Isso revela um princípio profundo: Deus supre conforme a necessidade, no tempo certo, dia após dia.Esse milagre também nos mostra que Deus usa o que temos nas mãos. Ele não pediu algo que a viúva não possuía, apenas o pouco que restava. Quando entregamos o pouco a Deus, Ele transforma escassez em provisão. O azeite se torna símbolo da graça que flui sem cessar quando confiamos.Por fim, o milagre do azeite da viúva nos chama a viver uma fé prática. Fé que obedece, fé que age, fé que confia mesmo em tempos de crise. Quando tudo parece acabar, Deus mostra que ainda há provisão. Onde o homem vê o fim, Deus revela o começo de um milagre.Se hoje você tem apenas “um pouco de azeite”, lembre-se: nas mãos de Deus, o pouco nunca é pouco. A obediência libera o milagre, e a fidelidade de Deus garante que nada faltará enquanto caminharmos segundo a Sua palavra.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

Palavra do Dia
Palavra do dia - Lc 2,22-40 - 02/02/26

Palavra do Dia

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 6:15


22 Quando se completaram os dias para a purificação da mãe e do filho, conforme a Lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, a fim de apresentá-lo ao Senhor. 23 Conforme está escrito na Lei do Senhor: "Todo primogênito do sexo masculino deve ser consagrado ao Senhor." 24 Foram também oferecer o sacrifício - um par de rolas ou dois pombinhos - como está ordenado na Lei do Senhor. 25 Em Jerusalém, havia um homem chamado Simeão, o qual era justo e piedoso, e esperava a consolação do povo de Israel. O Espírito Santo estava com ele 26 e lhe havia anunciado que não morreria antes de ver o Messias que vem do Senhor. 27 Movido pelo Espírito, Simeão veio ao Templo. Quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir o que a Lei ordenava, 28 Simeão tomou o menino nos braços e bendisse a Deus: 29 "Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar teu servo partir em paz; 30 porque meus olhos viram a tua salvação, 31 que preparaste diante de todos os povos: 32 luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel". 33 O pai e a mãe de Jesus estavam admirados com o que diziam a respeito dele. 34 Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe de Jesus: "Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. 35 Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. Quanto a ti, uma espada te traspassará a alma". 36 Havia também uma profetisa, chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada; quando jovem, tinha sido casada e vivera sete anos com o marido. 37 Depois ficara viúva, e agora já estava com oitenta e quatro anos. Não saía do Templo, dia e noite servindo a Deus com jejuns e orações. 38 Ana chegou nesse momento e pôs-se a louvar a Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. 39 Depois de cumprirem tudo, conforme a Lei do Senhor, voltaram à Galileia, para Nazaré, sua cidade. 40 O menino crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele. Palavra da Salvação

Liturgia Diária
Jesus disse a seus discípulos: "Vamos para a outra margem!"

Liturgia Diária

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 3:39


Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 4,35-4135Naquele dia, ao cair da tarde,Jesus disse a seus discípulos:"Vamos para a outra margem!"36Eles despediram a multidão e levaram Jesus consigo,assim como estava na barca.Havia ainda outras barcas com ele.37Começou a soprar uma ventania muito fortee as ondas se lançavam dentro da barca,de modo que a barca já começava a se encher.38Jesus estava na parte de trás,dormindo sobre um travesseiro.Os discípulos o acordaram e disseram:"Mestre, estamos perecendo e tu não te importas?"39Ele se levantou e ordenou ao vento e ao mar:"Silêncio! Cala-te!"O vento cessou e houve uma grande calmaria.40Então Jesus perguntou aos discípulos:"Por que sois tão medrosos?Ainda não tendes fé?"41Eles sentiram um grande medo e diziam uns aos outros:"Quem é este, a quem até o vento e o mar obedecem?"Palavra da Salvação.

Homilias - IVE
“São João Bosco, Presbítero”

Homilias - IVE

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 4:49


Homilia Padre Henrique de Paula, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 4,35-41Naquele dia, ao cair da tarde,Jesus disse a seus discípulos:"Vamos para a outra margem!"Eles despediram a multidão e levaram Jesus consigo,assim como estava na barca.Havia ainda outras barcas com ele.Começou a soprar uma ventania muito fortee as ondas se lançavam dentro da barca,de modo que a barca já começava a se encher.Jesus estava na parte de trás,dormindo sobre um travesseiro.Os discípulos o acordaram e disseram:"Mestre, estamos perecendo e tu não te importas?"Ele se levantou e ordenou ao vento e ao mar:"Silêncio! Cala-te!"O vento cessou e houve uma grande calmaria.Então Jesus perguntou aos discípulos:"Por que sois tão medrosos?Ainda não tendes fé?"Eles sentiram um grande medo e diziam uns aos outros:"Quem é este, a quem até o vento e o mar obedecem?"Palavra da Salvação.

Convidado
Mais de 50 horas após a tempestade, populações de Leiria continuam isoladas

Convidado

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 12:34


Bombeiros de uma dezena de corporações estão esta sexta-feira a deslocar-se para as regiões portuguesas mais afectadas pela depressão Kristin, para ajudar as populações. Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos. Hugo Ferreira, residente no concelho de Leiria, relata um cenário de destruição generalizada, isolamento e exaustão. Mais de 50 horas após a passagem da depressão Kristin, milhares de pessoas continuam sem electricidade, água e comunicações na região de Leiria. Segundo relatos no terreno, há populações que permanecem isoladas, com acessos obstruídos e dificuldades no abastecimento de bens essenciais. Hugo Ferreira, residente no concelho de Leiria, refere que no centro da cidade os serviços começam a ser restabelecidos, mas sublinha a dimensão do problema. “Estamos a falar de centenas de milhares de pessoas completamente sem luz, sem água”, afirma, acrescentando que muitas pessoas continuam sem conseguir sair de casa por falta de acessos, “nem sequer têm as vias desobstruídas”. No terreno, diz que a resposta tem sido desigual. Enquanto nas zonas mais urbanas se nota alguma presença da protecção civil, nas áreas rurais a intervenção é limitada. A maior parte do trabalho tem sido assegurada por moradores e alguns bombeiros, o que tem contribuído para um sentimento de desânimo. Segundo Hugo Ferreira, a ausência de um destacamento visível de meios humanos e operacionais faz com que as pessoas se sintam “completamente sozinhas”. Alem disso, o cansaço começa a ser visível: “Já se começa a acusar algum cansaço, porque não há fim à vista.” Hugo Ferreira defende que a dimensão da crise exigia uma resposta mais visível. “Era preciso haver um destacamento grande de pessoas aqui.” O impacto do isolamento sente-se no dia a dia: “As pessoas sentem-se completamente sozinhas, com postos de combustível a abrir pontualmente, com filas enormes, supermercados sem nada.” A noite da tempestade foi vivida com medo. Hugo Ferreira relata um ruído constante provocado pela queda de árvores numa zona florestal junto à sua habitação. A electricidade falhou ainda de madrugada e só com a primeira luz do dia foi possível perceber a dimensão da destruição: “Ouvia-se um barulho absolutamente ensurdecedor. Em redor da minha casa há uma floresta imensa e o que ouvíamos eram as árvores a serem arrancadas e destroçadas. Quando sai de casa, era um cenário de filme de terror, tudo destruído.” O impacto foi imediato na mobilidade. O trajeto até ao local de trabalho revelou a extensão do caos. “Eu, de casa para a fábrica, demoro normalmente dez minutos. Demorei quase três horas. Havia pinheiros, telhados, chaminés, carros virados. Nunca mais nos vamos esquecer disto.” Apesar dos avisos meteorológicos enviados por SMS, Hugo Ferreira considera que a população não foi devidamente alertada para a gravidade do fenómeno. “Há tantos avisos que a maioria das pessoas nem sequer liga. Toda a gente sabia que ia haver mau tempo, mas ninguém estava minimamente sensibilizado para aquilo que viria.” A falha prolongada das comunicações agravou o isolamento. O contacto com familiares, vizinhos e colegas de trabalho tem sido feito essencialmente porta a porta. “É a única possibilidade”, diz, reconhecendo que muitas pessoas em zonas mais afastadas continuam sem qualquer notícia. “Esperamos que estejam bem, mas não sabemos sequer onde estão.”Na empresa onde trabalha a situação continua crítica: “Temos cerca de 100 funcionários e ainda não conseguimos contactar com cerca de 20 porque não há comunicações.” Em contexto de campanha eleitoral para a segunda volta das Presidenciais de 08 de Fevereiro, Hugo Ferreira rejeita visitas políticas e sublinha a necessidade de meios operacionais. “Nós não precisamos de visitas de políticos. Precisamos de pessoas aqui a trabalhar”, afirma. Quanto ao apoio externo, refere que não existe procura por donativos monetários, mas sim por bens essenciais, não perecíveis, geradores e reforço de meios humanos. Defende ainda que deve haver pressão junto das entidades centrais para que sejam mobilizados mais recursos para a região. Para o habitante de Leiria, a recuperação será prolongada. Sem um reforço significativo de meios, considera que o restabelecimento da normalidade poderá demorar semanas. O principal apelo, conclui, é que as populações sintam que não foram esquecidas: “o que nós precisamos é de sentir que alguém se importa e sentir que alguém está disposto a vir aqui ajudar um bocado”.  

Medo e Delírio em Brasília
II – 2026.06 – “Por sorte havia os guindastes que atraíram o raio”

Medo e Delírio em Brasília

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 72:42


Sobre marchas, lideranças políticas, raios e falcatruas financeiras. O post II – 2026.06 – “Por sorte havia os guindastes que atraíram o raio” apareceu primeiro em Central 3.

Resumão Diário
PF faz operação contra desvio de recursos no RN; prefeito de Mossoró está entre os alvos; Arquiteta achada morta vivia sob ameaças e já havia sido esfaqueada oito vezes pelo ex-namorado

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 5:16


PF faz megaoperação contra desvio de recursos no RN; prefeito de Mossoró está entre os alvos. Arquiteta achada morta em SP vivia sob ameaças e já havia sido esfaqueada oito vezes pelo ex-namorado em 2023. Por que Trump abandonou estratégia de ataque após morte de enfermeiro por agentes federais em Minneapolis. Sargento da Polícia Militar é punido com três dias de detenção por causa do tamanho do bigode. BAFTA 2026: 'O Agente Secreto' e 'Apocalipse nos Trópicos' são indicados; veja lista.

Mensagem do dia!
20260127 Ep 993 - Conecte-se ao seu Libertador

Mensagem do dia!

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 2:52


Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia (https://open.spotify.com/show/29PiZmu44AHH8f93syYSqH)A escritura de hoje está em Habacuque 3:17-18, NVT:"Mesmo que a figueira não floresça e não haja uvas nas videiras; mesmo que a colheita de azeitonas falhe e os campos fiquem vazios e estéreis; mesmo que as ovelhas morram nos campos e os currais estejam vazios, ainda assim eu me alegrarei no Senhor! Exultarei no Deus da minha salvação!"Conecte-se ao seu LibertadorO profeta Habacuque sabia exatamente o que fazer quando as coisas pareciam completamente sem esperança. O mundo dele estava, literalmente, desmoronando ao seu redor. Havia destruição por onde quer que ele olhasse.Mas Habacuque sabia de algo fundamental: Deus era maior do que tudo o que ele estava enfrentando.E o que ele fez? Ele convidou Deus para entrar em suas circunstâncias através da alegria e do louvor.Você está enfrentando uma situação que parece escura ou sem saída? Talvez o cenário ao seu redor seja de escassez ou incerteza. Mas ouça bem: não importa quão difícil as coisas pareçam, Deus tem um plano para te levar a um lugar de vitória.O seu louvor é a ponte que vai te atravessar para o outro lado. Por quê? Porque o seu louvor conecta você diretamente ao seu Libertador.Lembre-se: Deus habita no meio dos louvores do Seu povo. O louvor chama a atenção de Deus. E quando Deus aparece... milagres acontecem.Não importa como as coisas pareçam no natural; você pode encontrar paz ao saber que Deus está trabalhando nos bastidores em seu favor!Vamos fazer uma oraçãoPai, eu me aproximo de Ti confiando que Tu és o meu Libertador.Não importa o que esteja acontecendo ao meu redor, hoje eu escolho bendizer e louvar o Teu nome.Eu escolho me conectar a Ti, sabendo que Tu és a fonte da minha força, esperança e paz.Em nome de Jesus, Amém.

Palavra do Dia
Palavra do dia - Mc 3,31-35 - 27/01/26

Palavra do Dia

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 3:33


Naquele tempo, 31 Chegaram a mãe de Jesus e seus irmãos. Eles ficaram do lado de fora e mandaram chamá-lo. 32 Havia uma multidão sentada ao redor dele. Então lhe disseram: "Tua mãe e teus irmãos estão lá fora à tua procura". 33 Ele respondeu: "Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?" 34 E olhando para os que estavam sentados ao seu redor, disse: "Aqui estão minha mãe e meus irmãos. 35 Quem faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe".

Assunto Nosso
Não é comigo

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 1:41


Esta é uma história sobre quatro pessoas:Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém.Havia um importante trabalho a ser feito e Todo Mundo tinha certeza que Alguém o faria. Qualquer um poderia tê-lo feito, mas Ninguém o fez.Alguém negou-se a fazer o trabalho porque era um trabalho de Todo Mundo. Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém imaginou que Todo Mundo deixasse de fazê-lo.No final Todo Mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito.

Arauto Repórter UNISC
Não é comigo

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 1:41


Esta é uma história sobre quatro pessoas:Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém.Havia um importante trabalho a ser feito e Todo Mundo tinha certeza que Alguém o faria. Qualquer um poderia tê-lo feito, mas Ninguém o fez.Alguém negou-se a fazer o trabalho porque era um trabalho de Todo Mundo. Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém imaginou que Todo Mundo deixasse de fazê-lo.No final Todo Mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito.

Palavra do Dia
Palavra do dia - Mc 3,1-6 - 21/01/26

Palavra do Dia

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 3:42


Naquele tempo, 1 Jesus entrou de novo na sinagoga. Havia ali um homem com a mão seca. 2 Alguns o observavam para ver se haveria de curar em dia de sábado, para poderem acusá-lo. 3 Jesus disse ao homem da mão seca: "Levanta-te e fica aqui no meio!" 4 E perguntou-lhes: "É permitido no sábado fazer o bem ou fazer o mal? Salvar uma vida ou deixá-la morrer?" Mas eles nada disseram. 5 Jesus, então, olhou ao seu redor, cheio de ira e tristeza, porque eram duros de coração; e disse ao homem: "Estende a mão". Ele a estendeu e a mão ficou curada. 6 Ao saírem, os fariseus com os partidários de Herodes, imediatamente tramaram, contra Jesus, a maneira como haveriam de matá-lo.

Liturgia Diária
Jesus disse ao homem: "Estende a mão". Ele a estendeu e a mão ficou curada."

Liturgia Diária

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 3:11


Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 3,1-6Naquele tempo,1Jesus entrou de novo na sinagoga.Havia ali um homem com a mão seca.2Alguns o observavampara ver se haveria de curar em dia de sábado,para poderem acusá-lo.3Jesus disse ao homem da mão seca:"Levanta-te e fica aqui no meio!"4E perguntou-lhes:"É permitido no sábado fazer o bem ou fazer o mal?Salvar uma vida ou deixá-la morrer?"Mas eles nada disseram.5Jesus, então, olhou ao seu redor,cheio de ira e tristeza,porque eram duros de coração;e disse ao homem:"Estende a mão".Ele a estendeu e a mão ficou curada.6Ao saírem, os fariseus com os partidários de Herodes,imediatamente tramaram, contra Jesus,a maneira como haveriam de matá-lo.Palavra da Salvação.

Homilias - IVE
”É permitido no sábado fazer o bem ou fazer o mal?”

Homilias - IVE

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 4:31


Homilia Padre Pablo Pérez, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 3,1-6Naquele tempo,Jesus entrou de novo na sinagoga.Havia ali um homem com a mão seca.Alguns o observavampara ver se haveria de curar em dia de sábado,para poderem acusá-lo.Jesus disse ao homem da mão seca:"Levanta-te e fica aqui no meio!"E perguntou-lhes:"É permitido no sábado fazer o bem ou fazer o mal?Salvar uma vida ou deixá-la morrer?"Mas eles nada disseram.Jesus, então, olhou ao seu redor,cheio de ira e tristeza,porque eram duros de coração;e disse ao homem:"Estende a mão".Ele a estendeu e a mão ficou curada.Ao saírem, os fariseus com os partidários de Herodes,imediatamente tramaram, contra Jesus,a maneira como haveriam de matá-lo.Palavra da Salvação.

Expresso - Blitz Posto Emissor
Primitive Reason: “Cabiam 300 e de repente havia pessoas por cima de pessoas. Penduradas no candelabro, na porta da casa de banho...”

Expresso - Blitz Posto Emissor

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 63:35


Foram uma das bandas alternativas de maior sucesso no Portugal dos anos 90, sobretudo após o êxito de ‘Seven Fingered Friend’, que colocou um país inteiro a dançar a meio da década. Os Primitive Reason regressam em março aos palcos para celebrar com a formação clássica o 30º aniversário do álbum de estreia, “Alternative Prison”, e são os mais recentes convidados de uma edição do podcast da BLITZ que viaja no tempoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | PRONTO PARA A RESTAURAÇÃO DIVINA

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 4:16


LEITURA BÍBLICA DO DIA: SALMO 80:1,7-14,19 PLANO DE LEITURA ANUAL: GÊNESIS 18–19; MATEUS 6:1-18  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Meu amigo enviou-me fotos impressionantes! Mostravam um presente-surpresa para a esposa, um Ford Mustang 1965 restaurado: brilhante, exterior azul-escuro; aros cromados; interior preto estofado; e um motor para combinar com as outras atualizações. Havia também fotos do “antes” do mesmo veículo: amarelo opaco, gasto e inexpressivo. E mesmo sendo difícil imaginar, é provável que, quando o veículo original saiu da linha de montagem, chamou a atenção. O tempo, o desgaste e outros fatores tornaram-no apto para ser restaurado. Pronto para ser restaurado! Tal era a condição do povo de Deus no Salmo 80 com a frequente repetição: “Restaura-nos, ó Deus […]! Que a luz do teu rosto brilhe sobre nós; só então seremos salvos” (vv.3,7,19). Embora a história deles incluísse o resgate do Egito e mudança para uma terra de fartura (vv.8-11), os bons tempos vieram e se foram. Por causa da rebelião, experimentavam o julgamento divino (vv.12-13). Assim, imploraram: “Ó Deus dos Exércitos, suplicamos que voltes! Olha dos céus e vê a nossa aflição” (v.14). Você já se sentiu aborrecido, distante ou desconectado de Deus? A sua alma sente falta de alegria? Será que você precisa alinhar-se com Jesus e Seus propósitos? Deus ouve nossas orações por restauração (v.1). O que o impede de orar?  Por: ARTHUR JACKSON 

Arauto Repórter UNISC
Pontos de Vista

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 2:47


Um famoso escritor estava em sua sala de estudo. Pegou a caneta e começou a escrever:No ano passado precisei fazer uma cirurgia para a retirada da vesícula biliar. Tive que ficar de cama por um bom tempo.Nesse mesmo ano, cheguei a idade de 60 anos e tive que renunciar ao meu trabalho favorito. Havia permanecido 30 anos naquele editorial.No mesmo ano, experimentei a dor pela morte de meu pai e meu filho fracassou em seu exame médico porque teve um acidente de automóvel e ficou hospitalizado por vários dias. A destruição do carro foi outra perda.Ao final escreveu:“FOI UM ANO MUITO RUIM!”Quando a esposa do escritor entrou na sala, o encontrou triste em meio aos seus pensamentos. Por trás dele, leu o que estava escrito no papel.Saiu da sala em silêncio e voltou com outro papel que colocou ao lado do papel de seu marido.Quando o escritor viu o papel, encontrou escrito o seguinte:No ano passado finalmente me desfiz de minha vesícula biliar, depois de passar anos com dor.Completei 60 anos com boa saúde e me retirei do meu trabalho. Agora posso utilizar meu tempo para escrever com maior paz e tranquilidade.No mesmo ano, meu pai, com a idade de 95 anos, sem depender de nada e sem nenhuma condição crítica, conheceu seu Criador.No mesmo ano, Deus abençoou o meu filho com uma nova oportunidade de vida. Meu carro foi destruído, mas meu filho ficou vivo sem nenhuma sequela.Ao final, ela escreveu:“ESSE ANO FOI UMA GRANDE BENÇÃO!”Eram os mesmos acontecimentos, mas com pontos de vista diferentes.Se refletirmos bem, temos inúmeras razões para ser gratos a Deus.Não é a FELICIDADE que nos torna GRATOS, mas, sim, a GRATIDÃO que nos faz FELIZES!Sempre há algo para agradecer!Você escolhe como escrever sua história!

Assunto Nosso
Pontos de Vista

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 2:47


Um famoso escritor estava em sua sala de estudo. Pegou a caneta e começou a escrever:No ano passado precisei fazer uma cirurgia para a retirada da vesícula biliar. Tive que ficar de cama por um bom tempo.Nesse mesmo ano, cheguei a idade de 60 anos e tive que renunciar ao meu trabalho favorito. Havia permanecido 30 anos naquele editorial.No mesmo ano, experimentei a dor pela morte de meu pai e meu filho fracassou em seu exame médico porque teve um acidente de automóvel e ficou hospitalizado por vários dias. A destruição do carro foi outra perda.Ao final escreveu:“FOI UM ANO MUITO RUIM!”Quando a esposa do escritor entrou na sala, o encontrou triste em meio aos seus pensamentos. Por trás dele, leu o que estava escrito no papel.Saiu da sala em silêncio e voltou com outro papel que colocou ao lado do papel de seu marido.Quando o escritor viu o papel, encontrou escrito o seguinte:No ano passado finalmente me desfiz de minha vesícula biliar, depois de passar anos com dor.Completei 60 anos com boa saúde e me retirei do meu trabalho. Agora posso utilizar meu tempo para escrever com maior paz e tranquilidade.No mesmo ano, meu pai, com a idade de 95 anos, sem depender de nada e sem nenhuma condição crítica, conheceu seu Criador.No mesmo ano, Deus abençoou o meu filho com uma nova oportunidade de vida. Meu carro foi destruído, mas meu filho ficou vivo sem nenhuma sequela.Ao final, ela escreveu:“ESSE ANO FOI UMA GRANDE BENÇÃO!”Eram os mesmos acontecimentos, mas com pontos de vista diferentes.Se refletirmos bem, temos inúmeras razões para ser gratos a Deus.Não é a FELICIDADE que nos torna GRATOS, mas, sim, a GRATIDÃO que nos faz FELIZES!Sempre há algo para agradecer!Você escolhe como escrever sua história!

Ràdio Maricel de Sitges
Edu Piñero: “necessitava parar i com a coordinador també havia de mirar pel bé del club”

Ràdio Maricel de Sitges

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025


Conversem amb Edu Piñero tot just després que l'actual coordinador del Bàsquet Sitges decidís deixar de ser l'entrenador del Sènior A. Piñero ha entès que patia un desgast i que aquest era el moment idoni per fer un pas al costat i deixar l'equip en mans del seu segon Jordi Mateo. L'entrada Edu Piñero: “necessitava parar i com a coordinador també havia de mirar pel bé del club” ha aparegut primer a Radio Maricel.

Esports – Ràdio Maricel de Sitges. 107.8 FM
Edu Piñero: “necessitava parar i com a coordinador també havia de mirar pel bé del club”

Esports – Ràdio Maricel de Sitges. 107.8 FM

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025


Conversem amb Edu Piñero tot just després que l'actual coordinador del Bàsquet Sitges decidís deixar de ser l'entrenador del Sènior A. Piñero ha entès que patia un desgast i que aquest era el moment idoni per fer un pas al costat i deixar l'equip en mans del seu segon Jordi Mateo. L'entrada Edu Piñero: “necessitava parar i com a coordinador també havia de mirar pel bé del club” ha aparegut primer a Radio Maricel.

Alta Definição
João Manzarra: “Penso no meu pai quando preciso de coragem, em momentos sem aviso e em todo e qualquer pôr do sol”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 50:28


O apresentador João Manzarra é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. Antes do regresso do “Vale Tudo”, o apresentador recorda o início da carreira em televisão, explica como tem lidado com a exposição mediática, aborda a relação com os animais e a natureza e relembra alguns episódios da infância. João Manzarra narra ainda alguns dos momentos que marcaram o último ano de vida do pai, em que foi ficando cada vez mais debilitado. “Havia sempre alguma esperança, mas os resultados nunca eram muito bons. Tentámos compensar isso com os momentos mais alegres possíveis. A estrutura que eu tive para encarar esse momento veio também da estrutura que o meu pai me deu ao longo da vida. De certa maneira, o meu pai preparou-me para a morte dele”, explica o apresentador. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 27 de dezembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
20h Ataque em Tomar: havia dois processos por violência doméstica

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 10:48


Convidado
2025, o ano em que Moçambique assinalou os 50 anos da sua independência

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 33:37


Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem  fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.

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Celebridade?

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Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 5:05


TEMPO DE REFLETIR 01617 – 18 de dezembro de 2025 Isaías 9:6 – Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, e o governo está sobre os Seus ombros. E Ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz. Nossa era se tornou aficionada por celebridades e influenciadores digitais. Pegamos um homem e uma mulher comuns que possuem certa habilidade (ou nem tanto) em cantar e tocar e os posicionamos no centro das atenções. Selecionamos atletas talentosos e passamos a considerá-los semideuses. Multidões buscam banhar-se no reflexo de sua glória. Enfrentam horas de fila para vê-los de relance (oh, que alegria e emoção!) ou para conseguir uma assinatura rabiscada num pedaço de papel. Uma indústria enorme se beneficia com o fanatismo pelas celebridades: fã-clubes, adornos, vestuário, brinquedos e inúmeros outros produtos e serviços. Senhoras e senhores, apresento-lhes uma celebridade verdadeira, influencer espetacular, um Homem que nunca será considerado traidor ou enganador, cujo segredo de vida não corresponde às aclamações da mídia. Apresento-lhes Jesus de Nazaré! Boris Pasternak em sua obra clássica, Doutor Jivago, retratou um pouco do profundo impacto desse Homem que ofusca todas as outras ‘celebridades'. “Roma era um mercado de deuses emprestados e povos conquistados, uma loja de venda de saldos de dois andares, a terra e o céu, uma massa de imundície torcida num nó triplo como uma obstrução intestinal. Dácios, hérulos, citas, samaritanos, hiperboreanos, rodas pesadas sem travas, olhos afundados no excesso de gordura, sodomia, imperadores iletrados, peixes alimentados pela carne de escravos instruídos. Havia mais pessoas no mundo do que nunca, todas aglomeradas nos corredores do Coliseu, e todas desgraçadas. “Então, nessa pilha sem sentido de ouro e mármore, Ele veio, iluminado e revestido de uma aura, enfaticamente humana, deliberadamente provincial, galileu, e naquele momento os deuses e as nações cessaram de ser e o homem passou a ser – o homem-carpinteiro, o homem arador, o homem-pastor com seu rebanho de ovelhas ao pôr do sol, o homem que não soa em nada orgulhoso, o homem que com gratidão é celebrado em todas as canções de ninar das mães e em todas as galerias de arte ao redor do mundo”. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, neste momento quero declarar: Jesus, Senhor do Céu e da Terra, Criador e Salvador, eu Te aceito como Senhor de minha vida. Caminha ao meu lado neste dia e coloca-me sob o Teu cuidado. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

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Será que é uma Informação segura?

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Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 5:25


TEMPO DE REFLETIR 01615 – 16 de dezembro de 2025 Salmo 14:1 – Diz o insensato no seu coração: Não há Deus. O que você perguntaria a Deus se O encontrasse pessoalmente? Numa pesquisa feita entre norte-americanos, foram apontadas as principais perguntas. Dos entrevistados, 34% perguntariam: “Qual é meu propósito neste mundo?” 19% iriam querer saber: “Existe vida depois da morte?” 16% questionariam: “Por que coisas ruins acontecem?” 7% iriam perguntar: “Existe vida inteligente noutros planetas?” Finalmente, 6% desejariam ter a seguinte resposta: “Quanto tempo eu viverei?” O curioso é que as Escrituras proveem respostas para esse tipo de questões. Pense, por exemplo, nas três primeiras. Não são elas parte dos temas básicos da Bíblia? A dificuldade é que em nossa sociedade “cientificamente orientada” as pessoas abandonaram a única fonte confiável de informação. Muitos buscam respostas nas cisternas falidas do conhecimento humano. O curioso ainda é que a maioria das pessoas aceita teorias fundamentadas meramente na “criatividade humana”, sem qualquer alicerce sólido. Pense na ironia de nosso precário conhecimento. Em 1963, em Dallas, Texas, o presidente John F. Kennedy foi assassinado. O fato ocorreu em plena luz do dia. Foi registrado por centenas de câmeras. Canais de TV e milhares de observadores, incluindo os bem treinados olhos de centenas de policiais e agentes do serviço secreto americano, estavam lá. Curiosamente, até hoje não se sabe exatamente o que aconteceu. Foi o presidente Kennedy assassinado por uma bala apenas? Ou será que outra bala o feriu, vinda de outra direção? Havia apenas um atirador agindo sozinho? O assassino foi mesmo Lee Oswald, ou o crime foi uma conspiração da CIA ou do FBI, envolvendo Cuba e a máfia? Há ainda os que pensam que Kennedy não morreu. Em outras palavras, algumas décadas depois de um fato publicamente testemunhado, “debaixo do nariz” de tantas pessoas, os especialistas se dividem sobre o que realmente aconteceu. Não é curioso, contudo, que haja tanto “consenso científico” quando tratamos de eventos com um grau de complexidade infinito como é a origem do Universo e da vida, ocorridos em um passado tão distante de nós? Livros, documentários, revistas e cientistas parecem saber “sem qualquer dúvida” todos os pormenores. Nossos experts ensinam aos estudantes, jovens e crianças todos os detalhes de uma teoria que parece um dogma. O que me impressiona é que muitos não têm dúvida de nada. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Senhor Deus e nosso Pai: que tenhamos a humildade de buscar na Tua Palavra as respostas seguras para as nossas mais angustiantes perguntas. Encha o nosso coração e mente com o Teu Espírito! Por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Novus Capital
NovusCast - 12 de Dezembro 2025

Novus Capital

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 17:21


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o grande destaque foi a decisão do Fed, que cortou os juros para o intervalo de 3,50%–3,75%, em linha com o esperado. Havia receio sobre um possível tom mais hawk, que não se concretizou: o Powell deixou em aberto possível novo corte em janeiro, mas esclarecendo que as decisões dependerão dos próximos dados. Também foi anunciada compra de títulos de curto prazo para aumento de reserva. Por fim, foi anunciada a recondução unânime dos presidentes regionais do Fed para os mandatos que se iniciam em 2026. Na Europa, a Schnabel, do ECB, indicou estar confortável com as apostas de que o próximo passo do banco central possa ser uma alta de juros, embora não no curto prazo. No Brasil, o Copom manteve a Selic inalterada, com mudanças sutis de comunicação, e reduziu sua projeção condicional de inflação no horizonte relevante de 3,3% para 3,2%. O IPCA de novembro veio ligeiramente abaixo do esperado, reforçando a trajetória desinflacionária. Na atividade, o varejo veio um pouco acima e serviços um pouco abaixo da expectativa. O cenário político foi conturbado após o anúncio da candidatura de Flávio Bolsonaro, com votação do PL da Dosimetria, retirada de Moraes e a esposa da Magnitsky e novas pesquisas de opinião. Nos EUA, o juro de 1 ano fechou 7 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 -0,63%, Nasdaq -1,93% e Russell 2000 +1,19%. No Brasil, o jan/29 fechou 22 bps, o Ibovespa subiu 2,16% e o real valorizou 0,60%. Na próxima semana, destaque para dados de mercado de trabalho e inflação nos EUA; dados de atividade na Europa; decisão dos bancos centrais europeu, inglês e japonês e, no Brasil, ata do Copom, Relatório de Política Monetária e pesquisa Quaest. Não deixe de conferir!

Brasil-Mundo
Documentário poético brasileiro retrata a força das mulheres do Alentejo, interior de Portugal

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Nov 15, 2025 8:57


O documentário recém-estreado em Portugal “Mulheres do Interior, Vozes que Inspiram” revela a sabedoria, o humor e a resistência feminina através das lentes e do olhar sensível de dois brasileiros: o cineasta Rafaê e o diretor de fotografia Daniel Saeta. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Portugal Filmado em Marvão, na região do Alentejo, interior do país, o filme é um tributo à força, à simplicidade e a beleza das mulheres alentejanas. Rodado integralmente em preto e branco, com direção do carioca Rafaê, a obra mergulha nas histórias de vida das mulheres  que carregam a memória e a identidade de uma região onde o tempo parece correr em outro ritmo. Entre o silêncio do campo e o eco das vozes femininas, a obra busca captar o que há de mais humano: o pertencimento, a resistência e a beleza do cotidiano. A origem do projeto Rafaê, conta que a ideia nasceu de um convite da Dora Efer Pereira, coordenadora do CLDS 5G Social da Câmara Municipal de Marvão de um convite. “Ela me pediu algumas fotografias para uma exposição sobre mulheres empreendedoras no campo, mas percebi que essas histórias precisavam ir além da fotografia. Precisavam se transformar em um documentário, dar voz e visibilidade a essas mulheres extraordinárias”, explica Rafaê. O cinesta teve então o desejo de registrar o universo feminino em pequenas aldeias do Alentejo, onde o envelhecer e o viver ganham contornos próprios. “O documentário surgiu da vontade de olhar para essas mulheres e perceber o que as move. Elas são as guardiãs da memória do interior português — e, ao mesmo tempo, espelhos de uma força silenciosa. Era sobre o tempo, sobre elas e sobre nós também”, explica o documentarista, vencedor do Prêmio de Direção de Fotografia pelo filme Mais Humano (Reebok) e do Prêmio Bugil de Cinema, na Espanha, pelo documentário Domingo Todos los Días. A decisão de rodar o filme integralmente em preto e branco foi uma escolha estética e emocional. “O preto e branco nos parecia inevitável”, diz Rafaê. “Essas histórias pediam uma linguagem mais crua, atemporal. Era como se as cores distraíssem da essência do que elas diziam”, detalha. O olhar através da lente Para Daniel Saeta, diretor de fotografia com longa experiência em documentários, o desafio foi criar imagens que traduzissem intimidade. “Eu filmava com duas câmeras e, enquanto o Rafa mantinha o tripé fixo, eu me movia muito. A sensação era de procurar, quase como se a câmera fosse uma lupa, buscando uma emoção, um gesto, um fragmento de verdade”, relembra. Essa aproximação com as personagens resultou em planos fechados e movimentos sutis, que revelam tanto as rugas quanto os sorrisos. “O objetivo era esse: fazer parte. Eu mergulhei naquele lugar sem conhecer ninguém e acabei me sentindo pertencente. Estar perto delas era também uma forma de me aproximar de mim mesmo”, completa Saeta. A fotografia do filme traz influências diretas de obras que exploram o cotidiano. Além das influências locais, Saeta cita mestres do retrato e do cinema mundial: “Sempre fui fascinado por fotógrafos da Magnum, como Cartier-Bresson e Robert Capa. Essa ideia de capturar um instante que conta uma história inteira sempre me guiou. No cinema, referências como Akira Kurosawa e Alain Resnais também nos inspiraram a buscar enquadramentos mais densos, quase filosóficos”, indica. Para Daniel, fotografar, no cinema ou na vida, é um ato de síntese. “A boa fotografia fala por si só. É capturar um fragmento da realidade em que se consegue ver uma história inteira. No cinema, esse fragmento ganha movimento, luz e som. Mas a essência é a mesma: captar o que há de verdadeiro”, afirma. Ele lembra que, mesmo com luz montada, a equipe buscava manter a naturalidade das casas e das ruas. “Queríamos que o público sentisse que estávamos apenas abrindo a porta e observando. Que aquelas mulheres tinham nos deixado entrar, não como cineastas, mas como visitantes de suas vidas”, conta. Silêncio, pertencimento e transformação pessoal Durante as filmagens, o convívio com as protagonistas e com o próprio Alentejo deixou marcas profundas em Daniel Saeta. “Lembro que, no primeiro dia, cheguei à casa do Rafa e a primeira coisa que comentei foi sobre o silêncio. Um silêncio sepulcral, que eu já não ouvia há muito tempo. E depois vieram as noites, a luz azulada do céu, a lua, as estrelas. Parecia dia. Foi experiência única”, garante. O reencontro com o tempo e a natureza o levou também a refletir sobre o sentido da vida e do fazer artístico. Segundo ele, “essas senhoras me ensinaram que a vida segue. Mesmo com perdas, solidão ou dificuldades, todas falavam de continuar, de acordar para um novo dia. Havia sempre alegria, mesmo nas falas mais tristes. Isso me marcou muito.” Um cinema de escuta O resultado desse encontro entre olhar e escuta é um filme sensível, que devolve protagonismo a quem, muitas vezes, é invisível nas telas. Para Daniel, esse processo reafirmou o valor da fotografia documental. “Toda vez que você aponta uma câmera, faz uma escolha. É uma afirmação. E, nesse filme, eu quis que cada imagem dissesse: 'isso importa. Essas mulheres importam'.” Entre risos, memórias e silêncios, “Mulheres do Interior, Vozes que Inspiram” é mais do que um retrato do Alentejo. É um lembrete universal sobre envelhecer, resistir e seguir vivendo, um dia de cada vez. Para o diretor do documentário muitas memórias desta experiência vão deixar marcas. Ele revela que "o que mais surpreendeu durante as filmagens foi a generosidade delas. Mesmo com vidas duras, são mulheres de uma alegria imensa. E eu percebi que o filme estava ganhando, de alguma forma, um poder maior de inspirar e de dar orgulho à própria comunidade”. Rafaê conclui: “Eu gostaria que o público levasse essa informação de que o interior tem vida, tem força, tem futuro, tem verdade, tem acolhimento. E que as mulheres são a alma desse lugar. Quero que as pessoas olhem para elas com admiração e respeito”.

Comentário de Ralph de Carvalho
Sport: Vexame, críticas e dúvidas financeiras na análise de Ralph de Carvalho

Comentário de Ralph de Carvalho

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 13:50


Comentário de Ralph de Carvalho: O comentarista iniciou sua análise classificando o momento do Sport mais como uma lamentação do que uma crítica, após o vexame diante do Juventude. Havia expectativa de um desempenho melhor, já que a queda para a Série B estava praticamente confirmada e o time poderia atuar sem pressão, como em um amistoso, sem medo de perder. O Sport também defendia um tabu de 26 anos sem derrota para o Juventude no Recife, enfrentando o vice-lanterna da Série A. Ainda assim, fez a pior partida, parecendo não dar importância à competição.

JORNAL DA RECORD
05/11/2025 | 3ª Edição: Receita Federal apreende mais de 800 toneladas de quartzo no Porto de Santos

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025 4:12


Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Receita Federal apreendeu mais de 800 toneladas de quartzo, um mineral de alta pureza, no Porto de Santos. A carga não tinha documentação de origem. Havia quartzo de diversos tipos, em forma bruta e cristal, mas, de acordo com a Receita Federal, a empresa exportadora não apresentou documentos que comprovassem a origem lícita das 800 toneladas de minério. Além disso, foi declarado um valor abaixo do mercado. E ainda: Polícia fecha 49 combustíveis em operação contra o PCC no Piauí, Maranhão e Tocantins.

Ràdio Maricel de Sitges
L'artista Helena Ceva busca una dona que havia tingut un bar a Sitges, l'ajudem?

Ràdio Maricel de Sitges

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025


Busca la dona que havia regentat el bar Pita Sitges al carrer Sant Pere, 3 i la busca per donar-li les gràcies. Aquesta és la història d'una artista, Helena Ceva, que s'ha fet viral gràcies a les seves escultures en 3D fetes amb xapes d'ampolles reciclades, una disciplina que precisament va descobrir gràcies a aquesta dona del bar Pita Sitges. És per aquest motiu que ara la busca, vol agraïr-li el gest que l'ha fet reconeguda i que li ha permès dedicar-se amb intensitat a la seva obra. Escolteu la història de mà d'Helena Ceva. L'entrada L’artista Helena Ceva busca una dona que havia tingut un bar a Sitges, l’ajudem? ha aparegut primer a Radio Maricel.

Meio Ambiente
COP30 será mais uma rodada de promessas? Presidente da conferência espera recursos para adaptação

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 15:23


Em uma semana, o Brasil estará no foco das atenções do mundo, com o início da Cúpula do Clima em Belém, no Pará (COP30). Num contexto internacional desfavorável, a presidência brasileira do evento trabalha para que esta seja a COP da implementação: que a conferência enderece soluções para os países tirarem do papel as promessas feitas até aqui, para o enfrentamento do aquecimento do planeta.  Lúcia Müzell, da RFI em Paris Em entrevista exclusiva à RFI, em Paris, o presidente designado da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, ressaltou que a revolução das energias renováveis desde a assinatura do Acordo de Paris, há 10 anos, traz razões para otimismo. “Antes do acordo, havia uma perspectiva de que a temperatura chegaria a no mínimo 4ºC até 2100, e agora já há um certo consenso científico que ela deve estar a caminho de 2,7ºC, se nós não fizermos ainda mais esforços", ressaltou. "Por mais que a gente não esteja no nível que nós deveríamos estar, muitos avanços aconteceram e nós podemos ser otimistas." A COP30 vai ocorrer em duas etapas: primeiro, nos 6 e 7, chefes de Estado e de Governo se reunião para a Cúpula dos Líderes na capital paraense, a convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O francês Emmanuel Macron e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, estão entre os que confirmaram presença, mas é esperado que Belém não receberá números expressivos de lideranças, ao contrário do que ocorreu na reunião em Dubai, há dois anos.  Na sequência, de 10 a 21 de novembro, acontece a conferência propriamente dita, reunindo diplomatas, cientistas, especialistas, setor privado e sociedade civil, para duas semanas de negociações sobre os principais temas relacionados à mudança do clima. "Nós vamos ter anúncios muito importantes de aumento de recursos para adaptação", antecipa Corrêa do Lago.  A preocupação de que os Estados Unidos não apenas não participem da COP, como atuem para bloquear qualquer acordo em Belém, paira sobre o evento. O país, maior emissor histórico de gases de efeito estufa, não tem participado das negociações prévias à conferência, mas poderia enviar uma delegação para as negociações oficiais. “A questão da participação americana ainda é uma incógnita”, reconheceu o diplomata.   Confira os principais trechos da conversa: Quantos líderes exatamente vão participar da cúpula? Quais serão os chefes de Estado e de governo esperados e, depois dela, quantos países vão participar da Conferência do Clima de Belém? O número de autoridades que vão vir para cúpula ainda está indefinido, porque qualquer programação que inclua chefes de Estado hoje em dia é muito complexa: questões de deslocamento, segurança etc. Eu acredito que vai ser uma cúpula com alguns dos chefes de Estado mais relevantes, porque a liderança do presidente Lula hoje é particularmente notável no mundo e a questão do clima é um tema que alguns acreditam que diminuiu de intensidade do ponto de vista das trocas internacionais, mas quando a gente está falando de fortalecimento do multilateralismo, a questão do clima é absolutamente central. Então, eu acredito que nós vamos ter a esmagadora maioria dos países na COP. Dez anos depois da assinatura do Acordo de Paris, não podemos dizer que algum país tenha cumprido plenamente as suas metas climáticas. Nenhum grande emissor está, de fato, no caminho de limitar o aquecimento global a 1,5ºC, conforme o acordo prevê, entre eles o próprio Brasil. O que precisa acontecer em Belém para que essa conferência não seja lembrada como apenas mais uma rodada de promessas? Eu acho que tem certos países que estão no bom caminho, sim. Um deles é o nosso. A nossa NDC [Contribuição Nacionalmente Determinada, na sigla em inglês] para 2030 deve ser cumprida. Nós realmente temos sido exemplares, inclusive porque, como todos sabem, um dos grandes problemas das nossas emissões é o desmatamento. Eu acho que nós vamos continuar a ter números positivos no combate ao desmatamento. Outros países também progrediram de maneira significativa, aumentando os seus investimentos em renováveis. Tem uma quantidade de países que a gente não imagina que evoluiu de maneira incrível. Você pega o Uruguai, por exemplo: em oito anos, passou a ter tanta eólica que agora está com 99% da sua eletricidade renovável. O Quênia também está praticamente com 99%. Para nós, brasileiros, é natural, porque o Brasil tem renováveis há muito tempo, mais ou menos a 90%. Essa tendência tem se expandido de maneira impressionante. Vários países desenvolvidos estão reduzindo de maneira significativa as suas emissões. Ou seja, tem muitos resultados, e um dos que são muito claros é o quanto nós já conseguimos mudar o caminho que estava traçado antes do Acordo de Paris. Havia uma perspectiva de que a temperatura chegaria a no mínimo 4ºC até 2100, e agora já há um certo consenso científico que ela deve estar a caminho de 2,7ºC, se nós não fizermos ainda mais esforços. Ou seja, o Acordo de Paris funcionou para baixar, mas ainda não o suficiente. A expectativa é que nós poderemos progredir ainda mais, porque a economia que mais está crescendo e tem mais impacto sobre o clima, a chinesa, está clarissimamente voltada para o combate à mudança do clima. Então, eu acho que é isso que a gente gostaria muito que saísse de Belém: que o mundo reconhecesse que, por mais que a gente não esteja no nível que nós deveríamos estar, muitos avanços aconteceram e nós podemos ser otimistas. O Brasil pode continuar sendo um exemplo na área de clima depois de o Ibama autorizar os testes para a prospecção de petróleo na foz do rio Amazonas, apenas duas semanas antes da COP30?  Nós temos instituições, e o momento em que essa autorização pôde ser concedida foi agora. É o Ibama a instituição que decidiu. Eu acho que isso mostra que o Brasil, como todos os países, tem interesses e circunstâncias diferentes. Em um país que se tornou um produtor importante de petróleo, como o Brasil, é preciso pensar no petróleo no conjunto da equação do nosso esforço para diminuir a dependência das energias fósseis. Isso parece um pouco estranho, mas o Brasil já demonstrou coisas extraordinariamente positivas, como nas energias renováveis. Nós somos, ao mesmo tempo, campeões das energias renováveis e um importante produtor de petróleo. É preciso que a sociedade brasileira decida quais são as direções que o país deverá tomar e esse é um debate muito importante no Brasil. Decisões sobre a adaptação dos países às mudanças climáticas, que durante muito tempo foi um tema tabu nas COPs, estão entre as apostas da Conferência de Belém. Quais são as medidas concretas que o senhor espera sobre a adaptação? Isso não abre o caminho perigoso de os países acabarem contornando o grande causador do problema, que são os combustíveis fósseis? Quando eu comecei a trabalhar na área de clima, mais ou menos no ano 2000, havia, sim, essa ideia. “Meu Deus do céu, se a gente já for cuidar de adaptação, a gente não vai fazer o esforço de mitigação” [redução de emissões]. E a verdade é que nós todos estávamos errados, porque nós não sabíamos que a mudança do clima chegaria tão rápido. Você vê hoje, no Brasil, uma percepção muito clara do impacto da adaptação. Quando você pega o que aconteceu em Porto Alegre, é uma coisa que poderia ter sido diminuída se as obras de adaptação tivessem sido feitas – e isso é um alerta para todas as cidades brasileiras, de certa forma. Mas quando os rios secam na Amazônia, não é uma questão de adaptação. Isso só a mitigação resolve. Então, nós temos que avançar com os dois juntos. Leia tambémDivisão de europeus sobre metas climáticas simboliza riscos à COP30 em Belém Mitigação tem uma outra dimensão que sempre a tornou mais atraente na negociação que é a seguinte: onde quer que você reduza as emissões, vai ter um impacto no mundo todo. E a adaptação é vista como um problema local, um problema de prefeitura ou de estados dentro de um país, o que também é uma percepção errada, porque a adaptação é algo que tem hoje muito claramente um impacto grande, inclusive na atração de investimento para um país. Um país que tem condições para receber fábricas, infraestrutura, vai fazer uma diferença gigantesca nos investimentos. Eu acho que a gente tem que entender que são dois problemas diferentes, mas que são dois problemas que não podem ser dissociados. Na COP de Belém, nós vamos ter anúncios muito importantes de aumento de recursos, porque um dos problemas é que, como adaptação não tem um efeito global, muitos países doadores preferem dar dinheiro para mitigação porque, de certa forma, indiretamente, eles serão beneficiados, enquanto a adaptação é uma coisa que vai atingir pessoas que eles nem conhecem. Eu acredito que, inclusive, os bancos multilaterais de desenvolvimento vão colocar a adaptação como uma prioridade absoluta. Diante de um contexto internacional delicado, a presidência brasileira da conferência também dá ênfase à implementação das metas, ou seja, viabilizar que essas promessas feitas nas COPs sejam cumpridas. Vai ter como impulsionar a implementação sem resolver o grande embate sobre o financiamento, que sempre bloqueia as COPs? O senhor reconheceu recentemente que não vai ser possível garantir já em Belém o US$ 1,3 trilhão por ano de financiamento que se estimam necessários.   Não, ninguém vai aparecer um cheque com esses recursos. Mas o que há é uma consciência muito grande de que a mudança do clima está atingindo todos os setores da economia e os países em desenvolvimento não podem continuar a ter as responsabilidades, que ainda têm de assegurar educação, saúde, infraestrutura para as suas populações e, além do mais, incorporar a dimensão de mudanças do clima. Desde o início dessas negociações, os países desenvolvidos, que já emitiram muito para o seu desenvolvimento, teriam que contribuir. Eles têm contribuído menos do que se espera, mas eles têm contribuído. Dos US$ 100 bilhões que eram supostos aparecer entre 2020 e 2025, só a partir de 2023 é que ultrapassaram os US$ 100 bi que deveriam ter vindo. Agora, houve um acordo na COP de 2024 em Baku, de subir para US$ 300 bilhões a partir de 2035. Muitos países em desenvolvimento ficaram muito frustrados, porque ainda é muito pouco. É esse número que você disse sobre o qual nós estamos trabalhando, US$ 1,3 trilhão. Esse valor parece estratosférico. Na verdade, é um valor possível. Eu devo publicar dia 3 de novembro mais um relatório que deve sair antes da COP, assinado por mim e o presidente da COP29, sobre como traçar o caminho para conseguir US$ 1,3 trilhão. Especialistas em negociações climáticas temem que os Estados Unidos não apenas não participem da COP30, como atuem fortemente para bloquear qualquer acordo relevante na conferência. Essa é uma preocupação sua? Hoje há várias preocupações. Nas negociações oficiais, tudo tem que ser aprovado por consenso. Na verdade, qualquer país pode bloquear uma COP, e já aconteceu em várias negociações de um país se opor ao que os mais de 190 outros estavam de acordo. A questão da participação americana ainda é uma incógnita, porque, em princípio, os Estados Unidos, ao se retirarem do Acordo de Paris formalmente há 11 meses, apenas estão esperando a formalidade do trâmite. Eles têm que esperar um ano para sair formalmente, o que só vai acontecer em janeiro. Em princípio, os Estados Unidos não têm participado das negociações porque eles querem sair delas. Vamos ver como é que a coisa evolui, porque nós sabemos muito bem que há um contexto internacional um pouco especial. Os Estados Unidos têm participado muito ativamente de outras reuniões em organismos e convenções das quais eles não disseram que sairiam, que foi o que aconteceu com a Organização Marítima Internacional e na negociação de plásticos, em que os Estados Unidos foram muito atuantes. Mas eles estavam atuantes num contexto em que eles são membros plenos e pretendem continuar a ser membros plenos, que não é o caso do Acordo de Paris. Então, vamos ver como é que vai ser: se os Estados Unidos vão mandar uma delegação, e como vai ser a atuação americana em Belém. Leia tambémAmazônia: a equação delicada entre preservação e combate à pobreza

Learn Catalan with Couch Polyglot - Your morning sip of Catalan

Hola, com anem? Tot bé? Espero que sí. Intento ser positiva, però, com a tothom, suposo, hi ha coses que em frustren!  L'altre dia em van operar del peu i, per sort, va anar tot bé. Havia pensat tant en com aniria l'operació que no em vaig parar a pensar com seria la recuperació. El tema és que estic acostumada a moure'm, sortir, fer coses per casa... I ara, diguem-ne que tinc una mobilitat molt limitada. I això, la veritat, és que em frustra! Per això he volgut parlar d'aquest tema i he pensat en algunes coses que es poden fer quan et sents frustrat/da. També dir que no passa res per sentir-se així! Però si no vols estar de mal humor tot el dia, potser està bé pensar en algunes alternatives ;) Tu què en penses? Què fas quan et sents frustrat/da? Si vols donar-me idees, pots deixar un comentari al YouTube o enviar-me un missatge a couch.polyglot@gmail.com.  Com sempre, si tens cap dubte, em pots escriure un missatge. Com em pots ajudar? Subscriu-te al meu canal de YouTube aquí. Hi trobaràs, entre altres coses, una llista de reproducció amb més de 70 vídeos per aprendre català, sempre amb l'opció d'activar els subtítols en català o en anglès (enllaç aquí). Per donar-me altres idees pel podcast, també em pots deixar un missatge aquí. Per comprar-me un cafè a Ko-Fi i ajudar-me a continuar amb aquest projecte, ves aquí. Si em vols ajudar, pots compartir el meu contingut o donar-me suport a Patreon. A Patreon també hi trobaràs gairebé totes les transcripcions del podcast i uns quants vídeos exclusius per aprendre català (ja n'hi ha 15 o més!). Moltes gràcies a l'Oskar per la música de fons (https://www.studionystrom.se) Espero que sigui interessant! Fins aviat, que vagi bé! Laura  

DunaCast
S03EP07: Filhos de Duna (Cap 17 e 18)

DunaCast

Play Episode Listen Later Oct 5, 2025 85:47


Bem-vindos a Arrakis e bem-vindos ao DunaCast. O DunaCast vai ser o podcast que irá analisar detalhadamente todos os 60 capítulos do livro Filhos de Duna e suas 511 páginas.O DunaCast é o podcast oficial do fandom de Duna no Brasil. Em cada episódio, discutimos sobre os personagens, as suas origens, as inspirações do autor Frank Herbert e as teorias e filosofias da saga. Pascoal Naib e convidados especiais analisam detalhadamente cada capítulo dos livros da saga Duna sem spoilers dos capítulos posteriores.Capítulo 17Leto convenceu Stilgar a acompanhá-lo em uma travessia até “O Serviçal”, um afloramento rochoso próximo a Sietch Tabr. Havia coisas que Stilgar precisava saber para se preparar para o futuro próximo. Durante a caminhada, Leto revela a Stilgar que o levou ali para ver o lugar onde talvez morra. Ele teve essa visão — embora possa ter sido apenas um sonho. Leto também alerta Stilgar sobre Alia, caso venha a morrer. Ele insiste que o Imperium precisa de um governo justo — viver preso ao passado é arriscar a própria destruição. Por fim, Leto ordena que Stilgar leve Ghani e fuja de Sietch Tabr se ele morrer no deserto. Leto pede, agora, que Stilgar salve vidas. Se ele morrer, Ghani será a última esperança dos Atreides. Na descida, Leto comenta, com um leve sorriso, como as moças estão bonitas naquele ano.Capítulo 18Enquanto cruzava as areias de “O Serviçal”, a caminho de Sietch Tabr, Stilgar não conseguia afastar da mente o comentário de Leto sobre como as jovens estavam bonitas naquele ano. Elas já não usam mais os trajestiladores, e as vilas começam a ser construídas com tijolos de barro. Ele sente-se parte de uma raça em extinção — mas também percebe nisso um sinal de que os Fremen estão se tornando mais parecidos com os habitantes de outros mundos do Imperium. As pessoas sempre sonharam em começar uma nova vida em outro planeta, mas para os Fremen isso jamais foi uma possibilidade. Seus antigos costumes os forçavam a olhar para dentro, não para fora. Quando finalmente alcançam a entrada de Sietch Tabr, Leto volta-se para Stilgar e diz, com serenidade: “A tradição não é o guia absoluto que você imaginava.”Convocação para o jihad! Criamos uma campanha no Catarse para contribuições de nossos ouvintes que possam nos ajudar a garantir a produção contínua do DunaCast. Para saber mais, acesse: https://www.catarse.me/dunacast?ref=user_contributedOu você pode contribuir via PIX. Nosso PIX é nosso e-mail:dunacast@gmail.comNos envie sua pergunta, arte, curiosidade ou correção de algum erro nosso pelo e-mail dunacast@gmail.comLembre-se de se identificar no texto do e-mail e de colocar o título do episódio no assunto do e-mail. Será um prazer ler sua mensagem em nossos episódios.A arte de capa do DunaCast é um trabalho de Márcio Oliveira (instagram.com/marciooliveiradesign). A edição do DunaCast é um trabalho da Radiola Mecânica (radiolamecanica@gmail.com).Links• DunaCast• Twitter: twitter.com/dunacast• Instagram: instagram.com/dunacast• Telegram: https://t.me/dunacastoficial• Site: linktr.ee/dunacast• Duna Arrakis Brasil• Twitter: twitter.com/dunabrasil• Instagram: instagram.com/dunaarrakisbrasil• Facebook: https://www.facebook.com/groups/dunaarrakisbrasil• Youtube: https://www.youtube.com/channel/UC2a4hZ6JZtPxTS7yPOeLRjg• Medium: https://medium.com/@dunabrasil• Telegram: t.me/dunaarrakisbrasil• Site: linktr.ee/dunaarrakisbrasil• Pascoal Naib (Criador e Administrador)• Twitter: https://twitter.com/PascoalNaib• Instagram: https://www.instagram.com/pascoalnaibduna/• Rildon Oliver (Radiola Mecânica)• Instagram: https://www.instagram.com/radiolamecanica/• Daniel Rockenbach• Instagram: https://www.instagram.com/danielrockenbach/

Meditação Diária com o Pe. João Carlos
28 de Setembro | Padre João Carlos - Meditação da Palavra do Senhor

Meditação Diária com o Pe. João Carlos

Play Episode Listen Later Sep 28, 2025 12:52


Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | TODAS AS RESPOSTAS

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Sep 23, 2025 3:33


Leitura Bíblica Do Dia: JOÃO 14:15-26 Plano De Leitura Anual: CÂNTICO DOS CÂNTICOS 1–3; GÁLATAS 2  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Dale Earnhardt Jr. descreve o momento terrível em que percebeu que seu pai, Dale Earnhardt Sr., havia falecido. O pai de Dale Jr. Havia sido uma lenda do automobilismo, mas veio a óbito em um terrível acidente, ao final de uma corrida, da qual Dale Jr. também participava. O jovem disse à imprensa: “Saiu um som gutural de mim que não consigo recriar. Foi um grito de choque, tristeza e medo”. E a solitária constatação: “Tenho que seguir adiante sozinho. Ter o meu pai era como ter uma folha de instruções e, de antemão, já saber todas as respostas”. Os discípulos de Jesus aprenderam a buscar nele todas as respostas. Bem na véspera de Sua crucificação, Ele lhes assegurou de que não os deixaria sozinhos: “E eu pedirei ao Pai, e ele lhes dará outro Encorajador, que nunca os deixará. É o Espírito da verdade” (JOÃO 14:16-17). Jesus estendeu esse consolo a todos os que nele confiavam e àqueles que viriam a confiar. “Quem me ama faz o que eu ordeno”, disse Ele. “Meu Pai o amará, e nós viremos para morar nele” (v.23). Aqueles que escolhem seguir a Cristo têm dentro de si o Espírito que os “ensinará todas as coisas”, lembrando-os e lhes recordando tudo o que Jesus ensinou (v.26). Não temos todas as respostas, mas temos o Espírito daquele que realiza todas as coisas.  Por: TIM GUSTAFSON 

Meu Time de Botão
#301 Dodô, 1997, 54 gols

Meu Time de Botão

Play Episode Listen Later Sep 11, 2025 59:16


Dodô ainda não era sequer titular do São Paulo quando 1997 começou. Havia dúvidas no clube sobre sua permanência no plantel. Mas ele fez mais de 50 gols ao longo do ano, entrou na briga por uma vaga na Copa do Mundo e terminou o ano com a camisa 10 do tricolor paulista. O ano mágico de Dodô, com 5 gols em um só jogo por duas vezes, em cima do Dida, hat-trick no Chilavert e mais um monte de coisa: Paulo e Leandro contam esta história. 

Mundo Freak
Mesas Girantes: Espíritos, Ciência e o Nascimento do Espiritismo | MFC 568

Mundo Freak

Play Episode Listen Later Aug 21, 2025 77:31


Paris, 1853. Salões aristocráticos, cafés elegantes e sessões noturnas onde cadeiras flutuavam, mesas giravam e perguntas recebiam respostas do além. O fenômeno das mesas girantes não foi apenas uma moda do século XIX — foi o estopim de um dos movimentos espirituais mais influentes da história moderna: o Espiritismo.O que começou como uma curiosidade social rapidamente se transformou em um campo de investigação entre intelectuais, místicos e cientistas. Nomes como Victor Hugo, Camille Flammarion e o próprio Allan Kardec foram seduzidos por esse fenômeno que parecia desafiar as leis conhecidas da natureza.No episódio de hoje, Andrei Fernandes se reúne com Marcos Keller e Tiago de Lima Castro para investigar: o que realmente acontecia nas sessões de mesas girantes? Havia fraude? Histeria coletiva? Ou estávamos mesmo tocando o invisível? Qual o impacto dessas práticas para a consolidação do Espiritismo e o imaginário sobrenatural até os dias de hoje?Entre ruídos, estalos e mensagens do além, levantamos a questão: até onde a busca por contato com os mortos moldou a forma como vivemos — e tememos — o invisível?Links: Descartes - Dialogos Musicais - https://www.culturaacademica.com.br/catalogo/descartesApoia-se Mundo Freak: ⁠⁠https://apoia.se/confidencial⁠⁠⁠⁠Mundo Freak no Youtube⁠⁠

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
Miguel Sousa Tavares e as imagens do Pontal: “Havia uma emergência nacional a acontecer e uma festa com membros do Governo a festejarem”

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

Play Episode Listen Later Aug 21, 2025 23:33


Os incêndios ocupam grande parte deste episódio do podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz, com a decisão de seguir em frente com a Festa do Pontal a ser fortemente criticada: “Havia uma emergência nacional a acontecer e havia uma festa com membros do Governo a dançarem, a beberem e a festejarem, não se percebe bem o quê”. O anúncio da realização da Fórmula 1 no Algarve também merece um comentário: “Não é o Governo que oferece, são os contribuintes que oferecem. E depois gostava de saber porque é que vai haver 30 milhões para a Fórmula 1 e apenas houve 200 milhões para a prevenção de incêndios, por exemplo”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Colunistas Eldorado Estadão
Eliane: "Como não havia motivos, Trump inventa emergência contra o Brasil"

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jul 31, 2025 22:13


O comunicado publicado pelo governo dos Estados Unidos, nesta quarta-feira, 30, para anunciar as tarifas de 50% sobre os produtos brasileiros coloca o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes como inimigo, atribui a decisão a ordens judiciais direcionadas a plataformas digitais no Brasil e traz as digitais de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo no texto. O comunicado reforça o recado dado com a aplicação, horas antes, da Lei Magnitsky sobre Moraes. "O uso desta lei pode ser considerada uma declaração de guerra pois só era aplicada contra criminosos de alta periculosidade, nunca o foi contra ministros de qualquer país. Além de significar que, como não havia motivos para o Trump fazer isso, inventou uma emergência contra o Brasil. Se ele faz isso contra nós, pode fazê-lo contra qualquer outro país no Mundo. É uma exclusão e transformar Moraes em um pária financeiro internacional", avalia Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.