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Mythological being similar to a demon or fairy

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Imp

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Social Suplex Podcast Network
Imp's AEW All Out Review - RIP PAC

Social Suplex Podcast Network

Play Episode Listen Later Sep 29, 2026 40:51


Matt Maher, aka Imp, revisits the AEW week that was.Talking AEW's big All Out PPV with Will Ospreay finally facing up to Jon Moxley in the main event, Okada & Ciampa delivering one of the best moments of the year and an exceptional Trios Tag match.Rest in piece, PAC.AEW All Out- Andrade vs PAC (2:21)The Social Suplex Newsletter: https://www.socialsuplex.com/all-in-weekend/Follow us on Bluesky: @socialsuplex.bsky.social, @thedamnimplicat.bsky.socialFollow us on Twitter: @SocialSuplexFollow us on Instagram: @SocialSuplexLike us on Facebook: https://www.facebook.com/SocialSuplex/Join our Discord: https://discord.gg/QUaJfaCVisit our website for news, columns, and podcasts: https://socialsuplex.com/Join the Social Suplex community Facebook Group: The Wrestling (Squared) CircleSupport the Social Podcast Network by leaving a rating and review on Apple Podcasts.Advertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy

BoarDidi
Lançamentos e Notícias: Monges, Ciclistas e Impérios Galácticos | Fabuloso Podcast

BoarDidi

Play Episode Listen Later Sep 29, 2026 31:17


Didi Braguinha e André Rumjanek voltam com mais uma rodada de lançamentos e notícias dos jogos de tabuleiro, passando por viagens pela Europa, novos jogos da Disney, terror solo, ilhas tomadas por espíritos e clássicos das corridas sobre duas rodas que estão ganhando vida nova.Lá fora, novas edições levantam a velha discussão sobre quando vale mexer na arte de um jogo, enquanto uma adaptação de Fundação, de Isaac Asimov, chama atenção antes mesmo de sua campanha começar. Por aqui, Sadhana retorna em nova edição e, no mundo do RPG, uma mudança nos bastidores da Steve Jackson Games abre espaço para falar sobre os veteranos que ajudaram a formar o hobby — e descobrir que existem Steve Jacksons demais para uma única conversa.Para saber mais sobre este episódio e os jogos mencionados: Monges, Ciclistas e Impérios GalácticosSe você ainda não conhece ou faz parte, fale conosco no nosso ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Fabuloso Discord⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠.Para apoiar o Fabuloso Podcast:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoie o Fabuloso⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠E para as redes sociais: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Fabuloso Podcast no ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Fabuloso Podcast no YouTube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Fabuloso Podcast no TikTok⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Para comprar camisa do Fabuloso (e outras):⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Deselegante⁠⁠

História em Meia Hora
Barão de Mauá

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Sep 26, 2026 28:13


Irineu Evangelista de Sousa é, pra muitos, o maior nome do industrialismo brasileiro. Ele teve uma vida repleta de altos e baixos, sobretudo quando os seus altos começaram a incomodar a elite fundiária do Brasil monárquico. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a vida do Barão de Mauá.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaViaje comigo, com o Vogalizando a História e com o Operação Barbarussa pra Grécia e Roma!https://partiu.vip/historiaecinema2026Ouça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okAssista meu outro podcast, o História pros brother!https://open.spotify.com/show/04a8C8gXTLj68lmZiQD8vmCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8Compre a camisa do História em Meia Hora: https://www.blablalogia.com/blablalojinha/akiralampiaoh30Garanta a sua cópia do Imperialismo: América. O primeiro jogo do História em Meia Hora!https://www.asmodee.com.br/imperialismo-america/produto/TJL001PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:‌- CALDEIRA, Jorge. Mauá: Empresário do Império. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.- SOUSA, Irineu Evangelista de. Exposição aos Credores e ao Público. Rio de Janeiro: Typographia do Diário do Rio de Janeiro, 1878.- PINHEIRO, Luís. O Barão de Mauá: O Empresário que Queria Modernizar o Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004.- GRAHAM, Richard. Britain and the Onset of Modernization in Brazil, 1850–1914. Cambridge: Cambridge University Press, 1968.- LEVY, Maria Bárbara. História da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: IBMEC, 1977.- CARVALHO, José Murilo de. A Construção da Ordem: A Elite Política Imperial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

História Preta
Luiz Gama | 8. Legítima Defesa

História Preta

Play Episode Listen Later Sep 23, 2026 44:09


Ameaçado de morte e cada vez mais radical, Luiz Gama passa a defender em público o que ninguém ousava dizer: que o escravizado que mata o senhor cumpre um dever.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta ou orelo.cc/historiapretaChave Pix: historiapreta@gmail.comLOJAAcesse loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago AndréApresentação: Thiago AndréNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAAZEVEDO, Elciene. Orfeu de carapinha: a trajetória de Luiz Gama na imperial cidade de São Paulo. Campinas: Editora Unicamp, 1999.LIMA, Bruno Rodrigues de. Luiz Gama contra o Império: a luta pelo direito no Brasil da escravidão. São Paulo: Contracorrente, 2024. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: historiapreta@gmail.com

Na Na Na
nanana - Solo necesitas un poco de Yard Act - 23/09/26

Na Na Na

Play Episode Listen Later Sep 23, 2026 178:41


No hay nada que no pueda aligerar una buena canción. Puede que lo que necesites hoy sea un poco de música, y Yard Act tienen un disco entero para ti. 'You're Gonna Need a Little Music', su nuevo álbum, es su versión más pegadiza: la que busca la fuerza de una canción ineludible, de esas que te asaltan desde la radio. La que mira con descaro a los grandes hits del rock británico reciente, de Oasis a Arctic Monkeys.Vuestro Rayito de Luz: The Charlatans - The Only One I KnowResidencias artísticas, con Jimena Amarillo: Gatta Cattana - Mi negraPlaylist:Channel Tres - 6AMConfidence Man - Does It Make You Feel Good?mark williams lewis - Skeletons CouplingHAIM - Summer GirlThe Radio Dept. - Where Damage Isn’t Already DoneShe & Him - I Thought I Saw Your Face TodayLaufey - Lover GirlRavyn Lenae - Love Me NotLambrini Girls - No HomoLip Critic - Two LucksFontaines D.C. - Jackie Down The LineNu Genea - TienatéL’Impératrice, Fabiana Martone - Danza MarilùPeggy Gou - I Go (DJ Koze Remix)Caribou - SunDisclosure - The Sun Comes Up TremendousKelly Lee Owens - SunshineTalking Heads - Once in a LifetimeIbibio Sound Machine - LoveYard Act - You’re Gonna Need A Little MusicGazella - ReflejoTriángulo de Amor Bizarro - Asmr para TiThe Charlatans - The Only One I KnowThe Chemical Brothers, Noel Gallagher - Let Forever BeRobyn - Because It’s In The MusicArlo Parks - HeavenGatta Cattana - Mi negraMujeres - Después DestelloIceage - Match Head GirlThe Clash - Rock the CasbahNew Radicals - You Get What You GiveMan/Woman/Chainsaw - Noisediveel diablo de shanghai - On/OffFor Your Information - SubsueloParquesvr - Tu nombre es una puerta por cerrarThe Radio Dept. - Heaven’s on FIreThe Radio Dept. - DavidBoy Harsher - FaultyEmpress Of, Cecile Believe - SYWSleaford Mods - West End Girls (Dirty Mix)Eli Paperboy Reed - Cut Ya DownAlabama Shakes - Another LifeNita - Milagro 18:08ROSALÍA - Focu ‘RanniEscuchar audio

TẠP CHÍ XÃ HỘI
Từ vườn rau đến bàn ăn Michelin: Làn sóng nông sản châu Á được sản xuất tại Pháp

TẠP CHÍ XÃ HỘI

Play Episode Listen Later Sep 23, 2026 8:49


Những cọng rau muống, trái khổ qua hay củ gừng mang hương vị châu Á được trồng tại Pháp đang dần tìm được vị trí trong bức tranh ẩm thực đa dạng tại Pháp. Tại Blois, trại rau nông sản hữu cơ "Made in France" của Masato Fujisaki không chỉ phục vụ người dân địa phương, mà còn trở thành cảm hứng sáng tạo cho nhà hàng đạt sao Michelin. Với khoảng 1500m2 nhà kính và hơn 7500 m2 đất hoa màu, nông trại của Masato trồng hàng chục rau củ quả các loại, và được biết đến với những hương vị từ châu Á, từ rau húng quế phảng phất vị thơm mát đến khóm gừng cay nồng chờ ra củ, và cả thửa rau mồng tơi cần thu hoạch. Mỗi vụ, Masato đều thử trồng thêm một loại rau củ mới, giới thiệu cho người tiêu dùng tại Pháp. Năm nay, anh thử dựng những giàn gỗ trồng khổ qua. Anh nói : « Hiện mới là đầu mùa thu hoạch. Khổ qua khá được ưa chuộng ở Nhật Bản. Tôi cũng biết nhiều khách hàng Trung Quốc và Việt Nam ưa thích. Nhưng hiện là đầu mùa, cây vẫn chưa cho ra nhiều trái. Trong khi giàn dưa chuột Nhật Bản ngay bên cạnh đã cho nhiều quả. Tôi cũng chưa có kỹ thuật nữa. Còn ở phía bên kia là giống dưa gang của châu Á, vẫn cần phải đợi thêm thời gian vì tôi mới trồng thử năm đầu tiên ». Từng là kỹ sư thiết kế cảnh quan, Masato Fujisaki đã quyết định chuyển nghề sang trồng rau, sau chuyến thực tập 6 tháng tại một trang trại ở Nhật Bản, quê hương của cha anh. Từ năm 2019, với sự hỗ trợ từ thành phố Blois và quyên góp của nhiều nhà hảo tâm, dự án xây nhà kính, trồng rau sạch, rau châu Á của Masato đã được khởi xướng, đưa những loại rau châu Á, vốn thường được gắn mác nhập khẩu vào các khu chợ của thành phố vùng Loir-et-Cher. Trả lời RFI Tiếng Việt, anh giải thích : « Trong chuyến thực tập ở Nhật Bản, tôi phát hiện ra rằng rau củ quả của châu Á rất đa dạng và có hương vị riêng. Ví dụ như dưa chuột của Nhật Bản có mùi hương thơm hơn, giòn hơn. Cà tím cũng có vỏ mỏng hơn, phần ruột mềm hơn do đó chế biến cũng dễ hơn. Vì vậy tôi nhận thấy rằng nếu trồng được chúng ở Pháp thì sẽ rất thú vị, vì có thể tiêu dùng sản phẩm được sản xuất tại Pháp, và là những rau củ quả sạch, hữu cơ. Tôi cũng đã gặp gỡ nhiều người trồng rau châu Á, họ đã trồng thành công những loại cây này ở Pháp và tôi cũng muốn thử sức. Như vậy, tôi cũng sẽ tạo ra được sự khác biệt cho các sản phẩm tôi trồng so với đồ bán ở trong các chuỗi siêu thị. Mục tiêu của tôi là thu hút khách hàng bằng những loại rau củ độc đáo và thú vị hơn về mặt hương vị. Điều quan trọng là những loại rau tươi, được thu hoạch và bán ngay trong ngày”. Trong khu chợ bán đồ hữu cơ (bio) tại thành phố Blois, mỗi chiều thứ Sáu, nhiều người đã xếp hàng mua rau ngay sau khi xe tải chở rau đến, chủ yếu là những khách quen. Masato không chỉ bán rau, mà đôi khi bán cả công thức nấu ăn, giới thiệu về các loại rau củ của vườn, đặc biệt là các loại rau không được nhiều người Pháp biết đến, ví dụ như rau mồng tơi. Anh chia sẻ : “Tôi đã rất bất ngờ, vì ban đầu bán loại rau này không dễ, nó có nhựa rất dính, nhưng hoá ra nhiều người lại thích rau này và trở thành khách quen. Có những người biết đến rau này là nhờ sạp hàng của tôi. Tôi cũng rất ngạc nhiên khi thấy rau mùi bán rất chạy. Trong khi cách nay 20 năm, loại rau thơm này không được biết đến nhiều ở Pháp. Có lẽ rau muống hay rau mồng tơi, một ngày nào đó sẽ trở nên phổ biến hơn, nhất là với những mùa hè ngày càng nóng nực.” Rau muống được đưa vào bàn ăn đạt sao Michelin Ngoài việc thu hoạch rau củ đem bán ở các khu chợ địa phương, Masato cũng có những khách hàng quen thuộc, đến mua rau tận vườn. Hàng tuần, thậm chí là hàng ngày, bếp trưởng Anthony Maubert đến nông trại của Masato, tự tay chọn lựa các loại rau cho thực đơn của nhà hàng ASSA. Trong phòng lạnh tại nhà kho cạnh vườn rau, Masato giới thiệu cho ông Maubert những loại rau củ mới vừa được thu hoạch. « Bây giờ bắt đầu mùa thu hoạch khổ qua, có ít gai nhọn hơn », Masato nói. Ông Anathony hỏi : « Còn chỗ cà trắng này thì sao ? » « Tôi thử trồng loại cà này, nhưng tôi sẽ không trồng tiếp vì cây cho ra rất ít trái, chỉ vài quả một tuần », Masato giải thích. Nằm cạnh bờ sông Loire, nhà hàng được Michelin trao tặng 1 sao và vừa giành giải Gault & Millau Vàng hồi đầu năm nay, vinh danh những ẩm thực địa phương độc đáo, sáng tạo nhất với các món ăn kết hợp mỹ vị đông tây và chủ yếu lấy cảm hứng từ ẩm thực Nhật Bản. Thực đơn được thay đổi hàng ngày, dựa trên các sản phẩm rau rủ có sẵn tại nông trang của Masato hoặc các thực phẩm từ các nhà cung cấp khác. Vị đầu bếp người Pháp giải thích : « Bởi vì chúng tôi luôn thích ứng với những gì có trong vườn của Masato, nếu trái chưa chín thì chúng tôi không lấy. Chúng tôi thích ứng với tự nhiên, có gì thì nấu ấy, và đó cũng là tiêu chí được viết trong menu của chúng tôi. Ngay cả với cá cũng vậy, tôi không đặt hàng cá nào mà xem họ đánh được loại cá nào thì tôi chế biến cá đó. Do đó nhà hàng của chúng tôi giống như là tập thể thao hàng ngày để làm việc tốt nhất có thể với các sản phẩm khác nhau mỗi ngày ». Trong căn bếp của nhà hàng, tất cả đều đến từ vườn rau của Masato, từ củ tỏi cho đến trái ớt, bí ngòi, cà chua hay các hương liệu khác. « Rau củ quả trong vườn của Masato là nền tảng trong cách nấu ăn của tôi », ông Anthony khẳng định. Điều đặc biệt là dưới bàn tay tài ba của vị đầu bếp người Pháp, rau muống, một loại rau quen thuộc trong các bữa ăn hàng ngày tại các gia đình Việt Nam cũng như nhiều nước Đông Nam Á, trở thành một loại bánh đậm vị. Vẫn với sắc xanh tự nhiên, nhưng rau muống được xay nhuyễn và kết hợp với nhiều hương liệu khác, được đưa vào thực đơn khai vị của nhà hàng vào mùa hè, với cách bày trí sang trọng, mãn nhãn thực khách. Đầu bếp giải thích : « Chúng tôi cố gắng tôn trọng sản phẩm và làm gia tăng giá trị của chúng và nhất là không khiến các thực khách bị sốc. Ví dụ rau muống, tôi không đem xào với tỏi, mà chúng tôi muốn ‘bứt phá giới hạn', chế biến ra món ăn ở tầm cao hơn. Tôi không nấu món Á, tôi chỉ thể hiện nó theo cách của riêng mình. Tôi nghĩ mình vẫn giữ trọn cốt cách của ẩm thực Pháp, thông qua khẩu vị và cảm nhận của cá nhân. Với thực khách người Pháp, họ sẽ cảm thấy một chút lạ lẫm, ngỡ ngàng bởi các hương vị phương Đông, còn với thực khách châu Á, họ lại tìm thấy những hương vị quen thuộc, nhưng rồi cũng đầy bất ngờ khi chúng lại được đặt trọn trong một kết cấu ẩm thực Pháp. Mục đích của tôi là tạo ra sự bất ngờ cho thực khách và đưa họ vào một chuyến hành trình vị giác, kể cả với những người dân địa phương, vốn là nhóm khách hàng cốt lõi của chúng tôi. » Xu hướng đồ Made in France và thách thức khí hậu Tại Pháp, số lượng nhà hàng ẩm thực châu Á chiếm khoảng 13 % thị trường, với mức tăng trưởng 25% trong vòng 5 năm qua, với khoảng 20 000 cơ sở trên khắp cả nước. Các nhà kinh doanh ẩm thực cũng ngày càng đa dạng, chiến lược hơn, chọn phục vụ các món ăn theo vùng miền, ví dụ như có nhà hàng chuyên phục vụ món Tứ Xuyên, Mãn Châu, hay chuyên về bánh bao như chuỗi nhà hàng Bao Family. Nhà bình luận ẩm thực, sáng lập bảng xếp hạng Foodie, ông Emmanuel Rubin, từng nhận định với RFI Tiếng Việt : “Tôi cho rằng thế kỷ 21, với quá trình toàn cầu hoá, tác động nhiều đến nền ẩm thực. Nhiều đầu bếp Pháp cũng quan tâm đến ẩm thực, cách chế biến và nguyên liệu từ châu Á. Những đời sau, thế hệ thứ 2 thứ 3 của những người nhập cư châu Á, muốn kể một câu chuyện ẩm thực độc đáo, chân thật và minh bạch hơn. Phải nói rằng là ngày nay, các quán ăn châu Á phục vụ đồ ngon hơn rất nhiều so với cách đây 30 năm, vốn không đầu tư vào cách phục vụ cũng như trang trí mà chỉ chủ yếu phục vụ kiều bào.” Mạng xã hội cũng góp phần đưa các món ăn châu Á phổ biến hơn. Ví dụ influencer có ảnh hưởng như Impératrice Wu, với hơn 1 triệu người theo dõi khắp các nền tảng mạng xã hội. Influencer người Pháp gốc Trung Quốc chuyên đăng tải các nội dung về món ăn châu Á, giới thiệu thực đơn của các nhà hàng khác nhau. Do đó, nhu cầu nhập nguyên liệu, rau củ quả châu Á cũng gia tăng. Ngoài các hãng chuyên bán lẻ hàng châu Á như Tang Frère hay Paris Store vốn được cộng đồng người châu Á biết đến rộng rãi, nhiều người trẻ thường là những người nhập cư thế hệ thứ hai hoặc thứ ba tìm cách đa dạng hóa nguồn cung, thay vì nhập khẩu như Masato. Những gián đoạn về cung ứng, hậu cần do đại dịch Covid-19 gây ra cũng là một trong những nguyên nhân khởi xướng nhiều sáng kiến sản xuất tại địa phương. Ví dụ cửa hàng tạp hóa trên mạng Kin Epicerie của Allison Petillot, người Pháp gốc Việt. Cô trực tiếp liên hệ với những nhà sản xuất nước mắm, đậu phụ, nấm hương, nước tương đậu nành,… từ khắp nơi ở Pháp và bán trên mạng, và đề xuất cho người tiêu dùng bán những giỏ rau củ, hương liệu,…được sản xuất tại Pháp. Tuy nhiên, trồng các loại rau củ có xuất xứ từ nơi khác ở Pháp không phải dễ dàng. Anh Masato chia sẻ : “ Thời tiết là một trong những thách thức lớn nhất, sau đó là việc làm sao để cây trồng có thể kháng cự được sâu bệnh. Đối với hầu hết những loại rau củ này, tôi cần phải bảo đảm thời tiết nóng, do đó đa số tôi trồng chúng dưới nhà kính, như rau húng, rau mồng tơi, rau muống,… Tôi cũng thường xuyên dùng các loại lưới để phủ bóng, giữ độ ẩm và che nắng.” Trước tình trạng biến đổi khí hậu, tại nhiều khu vực ở Pháp, thời tiết trở nên nóng hơn, mùa hè kéo dài hơn, gần giống với thời tiết ở các nước nhiệt đới. Đây cũng được coi là một trong những nguyên nhân tạo điều kiện thuận lợi cho việc sản xuất trồng các loại rau củ nguồn gốc châu Á. Tuy nhiên Masato cũng lưu ý rằng, khi thời tiết nóng lên đến 40 độ C, các loại rau trồng dưới nhà kính, được bảo vệ tốt cũng khó có thể sinh trưởng tốt, và "người nông dân phải luôn tìm cách thích ứng".

Scicast
De Ataturk a Erdogan: a Turquia contemporânea (SciCast #696)

Scicast

Play Episode Listen Later Sep 19, 2026 99:45


No SciCast dessa semana convidamos a Profa. Monique Sochaczewski para conversar sobre a história de um país construído sobre a negação do próprio passado (e do que acontece quando esse passado volta). Do colapso do Império Otomano e da tutela europeia do século XIX às reformas radicais de Mustafa Kemal Atatürk, que trocou o alfabeto, a lei, a capital e até a chamada à oração; dos golpes militares e da Guerra Fria à ascensão de Recep Tayyip Erdoğan e ao chamado neo-otomanismo, com suas pontes, suas séries e novelas de TV, sua diplomacia e a reconversão da Ayasofya. Entenda por que a Turquia é ao mesmo tempo membro da OTAN e candidata eterna à União Europeia, por que Brasília e Ancara mediaram juntas a crise nuclear iraniana, e por que o Império Otomano nunca deixou de ser um assunto de política externa. Kemalismo, laicidade, Diyanet, questão curda, Primavera Árabe, golpe de 2016, Ayasofya, neo-otomanismo e pan-turquismo. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Monique Sochaczewski, Gustavo Rebello, Luis Filipe Herdy Citação ABNT: Scicast #696: De Ataturk a Erdogan: a Turquia contemporânea. Locução: Tarik Fernandes, Monique Sochaczewski, Gustavo Rebello, Luis Filipe Herdy. [S.l.] Portal Deviante, 19/09/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-696 Imagem de capa: Referências e Indicações LIVROS: YAVUZ, M. Hakan. Nostalgia for the Empire: The Politics of Neo-Ottomanism. Oxford University Press, 2020. — Base conceitual do episódio: nostalgia, memória e as modalidades do otomanismo. YAVUZ, M. Hakan. Erdoğan: The Making of an Autocrat. Edinburgh University Press, 2021. — Anos formativos, ruptura com Gülen, golpe de 2016, questão curda e política externa neo-otomana. ÇAĞAPTAY, Soner. The New Sultan: Erdogan and the Crisis of Modern Turkey. I.B. Tauris, 2017. — Melhor fonte para a biografia de Erdoğan, o Partido Democrata, os golpes e a Síntese Turco-Islâmica. ÇAĞAPTAY, Soner. The Rise of Turkey: The Twenty-First Century’s First Muslim Power. Potomac Books, 2014. — Ascensão econômica e o debate sobre o "modelo turco". McMEEKIN, Sean. The Berlin-Baghdad Express: The Ottoman Empire and Germany’s Bid for World Power. Belknap/Harvard University Press, 2010. — A penetração europeia com nome e endereço; Haydarpaşa e a ferrovia; a jihad de 1914; Galípoli. FROMKIN, David. A Peace to End All Peace: The Fall of the Ottoman Empire and the Creation of the Modern Middle East. Holt, 2001. — Fim do Império e o desenho do Oriente Médio moderno. SHAW, Stanford J.; SHAW, Ezel Kural. History of the Ottoman Empire and Modern Turkey, vol. 1: Empire of the Gazis, 1280-1808. Cambridge University Press, 1976. — Estrutura imperial, sistema de millets, primeiras reformas. PAMUK, Orhan. Istambul: memória e cidade. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. — O conceito de hüzün (cap. 10) e a experiência sensível da capital imperial decaída. SHAFAK, Elif. A Bastarda de Istambul. Editorial Presença, 2022. Sugestões complementares: ZÜRCHER, Erik J. Turkey: A Modern History. — A melhor síntese única do período 1908-2000; cobre Tanzimat tardio, Jovens Turcos, Guerra de Independência e Lausanne. ROGAN, Eugene. The Fall of the Ottomans: The Great War in the Middle East. FINKEL, Caroline. Osman’s Dream: The Story of the Ottoman Empire. — História geral do Império, sem a moldura da decadência inevitável. AKÇAM, Taner. A Shameful Act: The Armenian Genocide and the Question of Turkish Responsibility. — Referência sobre o genocídio armênio. LOUREIRO, Heitor. Genocídio Armênio - História e Disputas Políticas no Presente. Coleção História FM - Organizador da Coleção: Icles Rodrigues, 2025. Relatórios, teses e artigos acadêmicos: DAVUTOĞLU, Ahmet. Stratejik Derinlik (Profundidade Estratégica), 2001. — O texto-fonte da política externa da era AKP. TAŞPINAR, Ömer. Turkey’s Middle East Policies: Between Neo-Ottomanism and Kemalism (Carnegie, 2008). — A formulação clássica do contraste entre kemalismo e neo-otomanismo. Comissão de Veneza / Conselho da Europa — pareceres sobre a reforma constitucional turca de 2017. OSCE/ODIHR — relatório da missão de observação do referendo constitucional de abril de 2017. Relatórios da ONU e do Conselho da Europa sobre o estado de emergência turco (2016-2018). UNESCO — declaração sobre a reconversão da Ayasofya, 2020. SOCHACZEWSKI, Monique. "Otomania" na Turquia Contemporânea, 2013. https://www.academia.edu/4356357/_Otomania_na_Turquia_Contempor%C3%A2nea HERDY, Luis Felipe Brito. Entre pontes e minaretes: devir-otomano e neo-otomanismo na Turquia contemporânea. Dissertação de mestrado, IRI/PUC-Rio, 2026. — Fonte estrutural desta pauta: os dois fluxos nostálgicos, a ponte Yavuz Sultan Selim, a Ayasofya e a crítica à leitura em fases. SANDRIN, Paula Orrico. Tese de doutorado sobre culturas de segurança turcas e europeias. — Culturas de segurança "republicana" e "neo-otomanista"; limites da europeização; Declaração de Teerã. Sites, notícias e artigos online: AL JAZEERA. Erdogan hailed after Davos walkout, 31 jan. 2009. Link: https://www.aljazeera.com/news/2009/1/31/erdogan-hailed-after-davos-walkout THE GUARDIAN. Abbas welcomed at Turkish presidential palace by Erdoğan – and 16 warriors, 12 jan. 2015. Link: https://www.theguardian.com/world/2015/jan/12/abbas-erdogan-16-warriors-turkish-presidential-palace THE TELEGRAPH. Turkey opens world’s widest suspension bridge linking Asia to Europe, 27 ago. 2016. Link: https://www.telegraph.co.uk/news/2016/08/27/turkey-opens-worlds-widest-suspension-bridge-linking-asia-to-eur/ THE NEW YORK TIMES. Turkey reopens Hagia Sophia for prayers after reconversion to mosque, 24 jul. 2020. Link: https://www.nytimes.com/2020/07/24/world/europe/turkey-hagia-sophia-mosque-prayers.html DUVAR ENGLISH. Turkey’s top religious authority head delivers Friday sermon at Hagia Sophia with a sword in hand, 24 jul. 2020. Link: https://www.duvarenglish.com/politics/2020/07/24/turkeys-top-religious-authority-head-delivers-friday-sermon-at-hagia-sophia-with-a-sword-in-hand BALKAN INSIGHT. Turkish court acquits civil society nine over Gezi Park protests, 18 fev. 2020. Link: https://balkaninsight.com/2020/02/18/turkish-court-acquits-civil-society-nine-over-gezi-park-protests/ CARTACAPITAL. Declaração de Teerã, dez anos depois, 25 maio 2020. Link: https://www.cartacapital.com.br/opiniao/declaracao-de-teera-dez-anos-depois/ BIANET e HÜRRIYET DAILY NEWS — cobertura das reações alevitas e ambientais à nomeação da ponte Yavuz Sultan Selim (2013). Sugestões de filmes e séries: Muhteşem Yüzyıl (O Século Magnífico, 2011-2014) — o fenômeno que reintroduziu o Império no imaginário popular e foi criticado pelo próprio Erdoğan. Diriliş: Ertuğrul (Ressurreição: Ertuğrul, 2014-2019) — o contraponto épico e moralizante, endossado pelo governo. Kuruluş: Osman (O Otomano, 2019-2025) — continuação direta de Ertuğrul. Payitaht: Abdülhamid (O Último Imperador, 2017-2021) — o cerco ocidental como alegoria do presente. Rise of Empires: Ottoman (Netflix, 2020; 2ª temporada, Mehmed vs Vlad, 2022) — o passado otomano no streaming global. Fetih 1453 (2012) — a Conquista de Constantinopla em chave épica. Era uma vez na Anatólia (2011) e Sono de Inverno (2014), de Nuri Bilge Ceylan — a Turquia contemporânea vista de dentro, longe da épica estatal. Mustang (2015) — tradição, religião e juventude feminina na Turquia rural. Galípoli (1981) e O Mestre da Água (2014) — a mesma batalha vista pelo lado australiano; útil para mostrar como Galípoli virou mito fundador em dois países ao mesmo tempo. 8 em Istambul O Museu da Inocência Sugestões de vídeos e links: Registros em vídeo do discurso de inauguração da ponte Yavuz Sultan Selim (agosto de 2016) e da primeira oração de sexta-feira na Ayasofya (julho de 2020) — vale ouvir o tom, não só ler as frases. Imagens de arquivo de Atatürk ensinando o alfabeto latino com quadro-negro (1928) — disponíveis nos acervos turcos digitalizados. Vídeo da transmissão por FaceTime de Erdoğan na CNN Türk durante a noite de 15 de julho de 2016. Acervo fotográfico de Ara Güler sobre Istambul — a cidade humilde, enlameada e melancólica entre mesquitas grandiosas. É o hüzün em imagem. Sugestões de games: Assassin’s Creed Revelations (2011) — ambientado em Constantinopla/Istambul no início do século XVI, com janízaros, o Grande Bazar e a cidade otomana reconstruída em detalhe. O melhor "passeio" jogável pela capital imperial. Europa Universalis IV — jogar como os otomanos é praticamente um subgênero; o jogo modela expansão, administração da diferença religiosa e o problema do declínio. Age of Empires II — a civilização turca e a great bombard, o canhão gigante associado ao cerco de 1453. Civilization (série) — Solimão e Osman como líderes jogáveis; útil para mostrar como o Império entrou na cultura pop ocidental sempre pelo lado militar. EPISÓDIOS SCICAST: Trilogia Irã: #683, #687, #689 Vlad Drácula e Mehmed II: #668 Conquista de Constantinopla: #673 Estado e Nação #190 Pistache #640 Casa da Sabedoria #657See omnystudio.com/listener for privacy information.

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De Ataturk a Erdogan: a Turquia contemporânea (SciCast #696)

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Play Episode Listen Later Sep 19, 2026 102:46


No SciCast dessa semana convidamos a Profa. Monique Sochaczewski para conversar sobre a história de um país construído sobre a negação do próprio passado (e do que acontece quando esse passado volta). Do colapso do Império Otomano e da tutela europeia do século XIX às reformas radicais de Mustafa Kemal Atatürk, que trocou o alfabeto, a lei, a capital e até a chamada à oração; dos golpes militares e da Guerra Fria à ascensão de Recep Tayyip Erdoğan e ao chamado neo-otomanismo, com suas pontes, suas séries e novelas de TV, sua diplomacia e a reconversão da Ayasofya. Entenda por que a Turquia é ao mesmo tempo membro da OTAN e candidata eterna à União Europeia, por que Brasília e Ancara mediaram juntas a crise nuclear iraniana, e por que o Império Otomano nunca deixou de ser um assunto de política externa. Kemalismo, laicidade, Diyanet, questão curda, Primavera Árabe, golpe de 2016, Ayasofya, neo-otomanismo e pan-turquismo. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Monique Sochaczewski, Gustavo Rebello, Luis Filipe Herdy Citação ABNT: Scicast #696: De Ataturk a Erdogan: a Turquia contemporânea. Locução: Tarik Fernandes, Monique Sochaczewski, Gustavo Rebello, Luis Filipe Herdy. [S.l.] Portal Deviante, 19/09/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-696 Imagem de capa:  Referências e Indicações LIVROS:   YAVUZ, M. Hakan. Nostalgia for the Empire: The Politics of Neo-Ottomanism. Oxford University Press, 2020. — Base conceitual do episódio: nostalgia, memória e as modalidades do otomanismo.   YAVUZ, M. Hakan. Erdoğan: The Making of an Autocrat. Edinburgh University Press, 2021. — Anos formativos, ruptura com Gülen, golpe de 2016, questão curda e política externa neo-otomana.   ÇAĞAPTAY, Soner. The New Sultan: Erdogan and the Crisis of Modern Turkey. I.B. Tauris, 2017. — Melhor fonte para a biografia de Erdoğan, o Partido Democrata, os golpes e a Síntese Turco-Islâmica.   ÇAĞAPTAY, Soner. The Rise of Turkey: The Twenty-First Century's First Muslim Power. Potomac Books, 2014. — Ascensão econômica e o debate sobre o “modelo turco”.   McMEEKIN, Sean. The Berlin-Baghdad Express: The Ottoman Empire and Germany's Bid for World Power. Belknap/Harvard University Press, 2010. — A penetração europeia com nome e endereço; Haydarpaşa e a ferrovia; a jihad de 1914; Galípoli.   FROMKIN, David. A Peace to End All Peace: The Fall of the Ottoman Empire and the Creation of the Modern Middle East. Holt, 2001. — Fim do Império e o desenho do Oriente Médio moderno.   SHAW, Stanford J.; SHAW, Ezel Kural. History of the Ottoman Empire and Modern Turkey, vol. 1: Empire of the Gazis, 1280-1808. Cambridge University Press, 1976. — Estrutura imperial, sistema de millets, primeiras reformas.   PAMUK, Orhan. Istambul: memória e cidade. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. — O conceito de hüzün (cap. 10) e a experiência sensível da capital imperial decaída. SHAFAK, Elif. A Bastarda de Istambul. Editorial Presença, 2022.  Sugestões complementares:   ZÜRCHER, Erik J. Turkey: A Modern History. — A melhor síntese única do período 1908-2000; cobre Tanzimat tardio, Jovens Turcos, Guerra de Independência e Lausanne.   ROGAN, Eugene. The Fall of the Ottomans: The Great War in the Middle East.   FINKEL, Caroline. Osman's Dream: The Story of the Ottoman Empire. — História geral do Império, sem a moldura da decadência inevitável.   AKÇAM, Taner. A Shameful Act: The Armenian Genocide and the Question of Turkish Responsibility. — Referência sobre o genocídio armênio. LOUREIRO, Heitor. Genocídio Armênio – História e Disputas Políticas no Presente. Coleção História FM – Organizador da Coleção: Icles Rodrigues, 2025. Relatórios, teses e artigos acadêmicos:   DAVUTOĞLU, Ahmet. Stratejik Derinlik (Profundidade Estratégica), 2001. — O texto-fonte da política externa da era AKP.   TAŞPINAR, Ömer. Turkey's Middle East Policies: Between Neo-Ottomanism and Kemalism (Carnegie, 2008). — A formulação clássica do contraste entre kemalismo e neo-otomanismo.   Comissão de Veneza / Conselho da Europa — pareceres sobre a reforma constitucional turca de 2017.   OSCE/ODIHR — relatório da missão de observação do referendo constitucional de abril de 2017.   Relatórios da ONU e do Conselho da Europa sobre o estado de emergência turco (2016-2018).   UNESCO — declaração sobre a reconversão da Ayasofya, 2020. SOCHACZEWSKI, Monique. “Otomania” na Turquia Contemporânea, 2013. https://www.academia.edu/4356357/_Otomania_na_Turquia_Contempor%C3%A2nea    HERDY, Luis Felipe Brito. Entre pontes e minaretes: devir-otomano e neo-otomanismo na Turquia contemporânea. Dissertação de mestrado, IRI/PUC-Rio, 2026. — Fonte estrutural desta pauta: os dois fluxos nostálgicos, a ponte Yavuz Sultan Selim, a Ayasofya e a crítica à leitura em fases.   SANDRIN, Paula Orrico. Tese de doutorado sobre culturas de segurança turcas e europeias. — Culturas de segurança “republicana” e “neo-otomanista”; limites da europeização; Declaração de Teerã. Sites, notícias e artigos online:   AL JAZEERA. Erdogan hailed after Davos walkout, 31 jan. 2009. Link: https://www.aljazeera.com/news/2009/1/31/erdogan-hailed-after-davos-walkout   THE GUARDIAN. Abbas welcomed at Turkish presidential palace by Erdoğan – and 16 warriors, 12 jan. 2015. Link: https://www.theguardian.com/world/2015/jan/12/abbas-erdogan-16-warriors-turkish-presidential-palace   THE TELEGRAPH. Turkey opens world's widest suspension bridge linking Asia to Europe, 27 ago. 2016. Link: https://www.telegraph.co.uk/news/2016/08/27/turkey-opens-worlds-widest-suspension-bridge-linking-asia-to-eur/   THE NEW YORK TIMES. Turkey reopens Hagia Sophia for prayers after reconversion to mosque, 24 jul. 2020. Link: https://www.nytimes.com/2020/07/24/world/europe/turkey-hagia-sophia-mosque-prayers.html   DUVAR ENGLISH. Turkey's top religious authority head delivers Friday sermon at Hagia Sophia with a sword in hand, 24 jul. 2020. Link: https://www.duvarenglish.com/politics/2020/07/24/turkeys-top-religious-authority-head-delivers-friday-sermon-at-hagia-sophia-with-a-sword-in-hand   BALKAN INSIGHT. Turkish court acquits civil society nine over Gezi Park protests, 18 fev. 2020. Link: https://balkaninsight.com/2020/02/18/turkish-court-acquits-civil-society-nine-over-gezi-park-protests/   CARTACAPITAL. Declaração de Teerã, dez anos depois, 25 maio 2020. Link: https://www.cartacapital.com.br/opiniao/declaracao-de-teera-dez-anos-depois/   BIANET e HÜRRIYET DAILY NEWS — cobertura das reações alevitas e ambientais à nomeação da ponte Yavuz Sultan Selim (2013). Sugestões de filmes e séries:   Muhteşem Yüzyıl (O Século Magnífico, 2011-2014) — o fenômeno que reintroduziu o Império no imaginário popular e foi criticado pelo próprio Erdoğan.   Diriliş: Ertuğrul (Ressurreição: Ertuğrul, 2014-2019) — o contraponto épico e moralizante, endossado pelo governo.   Kuruluş: Osman (O Otomano, 2019-2025) — continuação direta de Ertuğrul.   Payitaht: Abdülhamid (O Último Imperador, 2017-2021) — o cerco ocidental como alegoria do presente.   Rise of Empires: Ottoman (Netflix, 2020; 2ª temporada, Mehmed vs Vlad, 2022) — o passado otomano no streaming global.   Fetih 1453 (2012) — a Conquista de Constantinopla em chave épica.   Era uma vez na Anatólia (2011) e Sono de Inverno (2014), de Nuri Bilge Ceylan — a Turquia contemporânea vista de dentro, longe da épica estatal.   Mustang (2015) — tradição, religião e juventude feminina na Turquia rural.   Galípoli (1981) e O Mestre da Água (2014) — a mesma batalha vista pelo lado australiano; útil para mostrar como Galípoli virou mito fundador em dois países ao mesmo tempo. 8 em Istambul O Museu da Inocência Sugestões de vídeos e links:   Registros em vídeo do discurso de inauguração da ponte Yavuz Sultan Selim (agosto de 2016) e da primeira oração de sexta-feira na Ayasofya (julho de 2020) — vale ouvir o tom, não só ler as frases.   Imagens de arquivo de Atatürk ensinando o alfabeto latino com quadro-negro (1928) — disponíveis nos acervos turcos digitalizados.   Vídeo da transmissão por FaceTime de Erdoğan na CNN Türk durante a noite de 15 de julho de 2016.   Acervo fotográfico de Ara Güler sobre Istambul — a cidade humilde, enlameada e melancólica entre mesquitas grandiosas. É o hüzün em imagem. Sugestões de games:   Assassin's Creed Revelations (2011) — ambientado em Constantinopla/Istambul no início do século XVI, com janízaros, o Grande Bazar e a cidade otomana reconstruída em detalhe. O melhor “passeio” jogável pela capital imperial.   Europa Universalis IV — jogar como os otomanos é praticamente um subgênero; o jogo modela expansão, administração da diferença religiosa e o problema do declínio.   Age of Empires II — a civilização turca e a great bombard, o canhão gigante associado ao cerco de 1453.   Civilization (série) — Solimão e Osman como líderes jogáveis; útil para mostrar como o Império entrou na cultura pop ocidental sempre pelo lado militar. EPISÓDIOS  SCICAST: Trilogia Irã: #683, #687, #689 Vlad Drácula e Mehmed II: #668 Conquista de Constantinopla: #673 Estado e Nação #190 Pistache #640 Casa da Sabedoria #657

On Refait la F1 - Les fanas du Paddock !
Madrid, la F1 s'est trompée⎜ORLF1-101

On Refait la F1 - Les fanas du Paddock !

Play Episode Listen Later Sep 15, 2026 61:13


Un mot sur le sponsor de l'émission : KENNOL.KENNOL est un fabricant 100% Made in France de lubrifiants hautes performances, conçus pour les moteurs les plus exigeants.Depuis plus de 30 ans, la marque développe ses huiles en lien étroit avec la compétition automobile, que ce soit en endurance, en rallye ou en circuit.L'ADN de KENNOL, c'est simple : performance, fiabilité et innovation.Des valeurs qui parlent forcément à tous les passionnés de sport automobile. lien ici https://kennol.com/Découvrez également la double offre bienvenue de notre partenaire Winamax, qui donne à tous les nouveaux joueurs deux bonus exceptionnels :→ Bonus 1 : Winamax te rembourse ton premier pari en CASH si celui-ci est perdant, dans la limite de 100 € (Conditions de l'offre sont disponibles sur site)→ Bonus 2 : 10 € supplémentaires en cash avec le code promo ORLF1Vous pouvez vous inscrire sur Winamax et renseigner le code ORLF1 au moment de votre premier dépôt via ce lien : https://www.winamax.fr/registration/landing/offre_bienvenue?banid=69973 Conditions :Offre réservée uniquement aux nouveaux joueurs.Les 10 € vous seront crédités une fois que vous aurez finalisé votre inscription et effectué votre 1er dépôt. Cette offre n'est valable qu'une seule fois par utilisateur, terminal (ordinateur, tablette ou mobile), foyer ou compte bancaire. Elle est réservée aux joueurs n'ayant jamais créé de compte sur Winamax (y compris un compte qui a été fermé depuis).Ces deux offres sont cumulables.Rappels :Les jeux d'argent sont strictement interdits aux mineurs D'autre part, ils peuvent être dangereux : pertes d'argent, conflits familiaux, addiction… Retrouvez nos conseils sur joueurs-info-service.fr (09 74 75 13 13 - appel non surtaxéCette semaine dans On refait la F1 on débrief le GP de Madrid :Nouvelle victoire de Kimi Antonelli à Madrid ! Le prodige italien s'envole au championnat : la course au titre est-elle déjà pliée ? Une chose est sûre, sa victoire doit beaucoup à la chance, car le vainqueur moral en Espagne s'appelle Lando Norris. Impérial tout le week-end, le champion du monde s'est fait voler la victoire par… une Virtual Safety Car ! La FIA doit-elle revoir une procédure qui peut transformer quelques secondes de hasard en juge de paix d'un Grand Prix ?Autre polémique : le Madring ! Un circuit où il est quasiment impossible de dépasser et un premier Grand Prix soporifique. Alors que Madrid a signé jusqu'en 2035, la F1 s'est-elle trompée ? Et surtout, doit-elle enfin écouter les pilotes lorsqu'elle dessine les circuits de demain ? Présentée par Olivier Frigara avec Guillaume Pommier et Laurent Pantanacce, Gael Polles et Cyril Drevet. Rendez-vous chaque lundi, qu'il y ait Grand Prix ou non sur YouTube pour découvrir une nouvelle émission !Découvrez "On refait l'auto" sur la chaîne de Cyril :https://www.youtube.com/watch?v=KkO9xAFLbf0&t=29s

Autores e Livros
Marcos Valer - O império ameaçado

Autores e Livros

Play Episode Listen Later Sep 15, 2026 25:56


O Autores e Livros Dose Extra dessa semana traz em destaque o romance “O império ameaçado”, primeiro volume da série Crônicas do Crepúsculo, do professor de História Marcos Valer. Publicado pela Citadel Editora, o livro combina acontecimentos históricos, fantasia, romance e filosofia para contar uma história de aventura ambientada em um dos períodos mais marcantes da Antiguidade. Com mais de 35 anos de experiência em sala de aula, Marcos Valer leva para a ficção parte da experiência acumulada ao longo da carreira. O professor participou da formação de milhares de estudantes e contribuiu para a aprovação de mais de 7.200 alunos em vestibulares. Na narrativa, o Império Romano enfrenta um período de instabilidade, marcado por conflitos políticos, disputas religiosas e mudanças que ameaçam a estrutura da sociedade. Enquanto o império dá sinais de enfraquecimento, grupos dedicados à preservação do conhecimento atuam nos bastidores dos acontecimentos. A história também coloca os personagens diante de escolhas que envolvem ética, responsabilidade, poder e livre-arbítrio. Ao combinar fatos históricos e elementos fantásticos, o autor utiliza a crise de Roma para discutir questões que continuam atuais, como intolerância, concentração de poder, fragilidade das instituições e preservação do conhecimento.

Social Suplex Podcast Network
Imp's AEW Adventure - Rebel Heart Dynamite & Andy Williams Memorial Collision

Social Suplex Podcast Network

Play Episode Listen Later Sep 14, 2026 27:34


Matt Maher, aka Imp, revisits the AEW week that was.Tony Khan's gotten really good at Tribute shows, just wish he didn't have to. Talking the Rebel Heart Dynamite and Andy Williams Collision tribute shows.Rebel Heart Dynamite- Persephone, Hikaru Shida & Britt Baker vs Thunder Rosa, Maya World & Hyan (3:48)"The Butcher" Andy Williams Memorial Collision- Jon Moxley vs "Speedball" Mike Bailey (16:57)The Social Suplex Newsletter: https://www.socialsuplex.com/all-in-weekend/Follow us on Bluesky: @socialsuplex.bsky.social, @thedamnimplicat.bsky.socialFollow us on Twitter: @SocialSuplexFollow us on Instagram: @SocialSuplexLike us on Facebook: https://www.facebook.com/SocialSuplex/Join our Discord: https://discord.gg/QUaJfaCVisit our website for news, columns, and podcasts: https://socialsuplex.com/Join the Social Suplex community Facebook Group: The Wrestling (Squared) CircleSupport the Social Podcast Network by leaving a rating and review on Apple Podcasts.Advertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy

Impôts et Justice Sociale
#80 L'Afrique veut des droits d'imposer, et pas de nouvelles promesses

Impôts et Justice Sociale

Play Episode Listen Later Sep 13, 2026 45:33


Dans cette 80e édition d'« Impôt et Justice sociale », nous revenons sur plusieurs interventions qui ont marqué la cinquième session de négociations de la Convention-cadre des Nations Unies sur la coopération fiscale internationale, organisée du 3 au 13 août 2026 à New York. À travers les positions défendues par des représentants africains et des organisations de la société civile se dessine une même exigence : construire une coopération fiscale internationale plus inclusive, mais surtout plus efficace pour permettre aux pays de mieux exercer leurs droits d'imposer, mobiliser davantage de recettes et financer leur développement. Les débats portent notamment sur la taxation des multinationales sans présence physique, les grandes fortunes, les services numériques et les flux financiers illicites. Parmi les interventions relayées, celle d'Alex Cobham, directeur exécutif de Tax Justice Network, qui appelle les négociateurs à davantage de sincérité sur les flux financiers illicites. Pour lui, la future Convention ne doit pas artificiellement réduire leur définition et laisser de côté des flux auxquels la coopération fiscale internationale pourrait pourtant s'attaquer.

Weird Darkness: Stories of the Paranormal, Supernatural, Legends, Lore, Mysterious, Macabre, Unsolved
SORRY, WRONG NUMBER: Leona Stevenson Overhears Her Own Murder | #RetroRadio

Weird Darkness: Stories of the Paranormal, Supernatural, Legends, Lore, Mysterious, Macabre, Unsolved

Play Episode Listen Later Sep 11, 2026 301:42


Starring Barbara Stanwyck and Burt Lancaster, a bedridden heiress alone in a New York townhouse asks the operator to ring her husband's office, gets crossed into a stranger's call, and listens to two men schedule a killing for 11:15 that night.Look for this podcast on Apple Podcasts, Spotify, iHeart Radio, Amazon Music, Pandora, TuneIn Radio, and other podcast apps. Get a list of free listening apps here: https://weirddarkness.tiny.us/OTRCHAPTERS & TIME STAMPS (All Times Approximate)…00:00:00.000 = Show Open00:01:30.028 = CBS Radio Mystery Theater, “The Secret of Crow's Nest” (September 15, 1978) ***WD00:46:32.237 = Lights Out, “Valse Trieste” (March 30, 1938) ***WD01:15:01.463 = Lux Radio Theater, “Sorry, Wrong Number!” (January 09, 1950) ***WD02:15:39.965 = Macabre, “Man In The Mirror” (November 27, 1961) ***WD02:44:42.385 = Philip Marlowe, “Angry Eagle” (April 18, 1950)03:15:27.040 = Favorite Story, “Dr. Jekyll and Mr. Hyde” (January 10, 1948)03:43:13.264 = Black Mass, “Imp of Perverse” and “Message Found In a Bottle” (July 29, 1964) ***WD04:19:46.309 = Michael Shayne, “Gossip Writer” (July 09, 1945)04:49:31.361 = Incredible But True, “What Day Will He Die” (1950-1951) ***WD04:53:00.777 = Strange Adventure, “The Frozen Barrier” (1945)04:56:19.215 = Tales of the Frightened, “”Hands of Fate” (December 09, 1957) ***WD05:00:51.812 = Show Close(ADU) = Air Date Unknown(LQ) = Low Quality***WD = Remastered, edited, or cleaned up by Weird Darkness to make the episode more listenable. Audio may not be pristine, but it will be better than the original file which may have been unusable or more difficult to hear without editing.CUSTOM WEBPAGE: https://weirddarkness.com/WDRR0771

Loucos por Biografias
Biografia MANSA MUSA - Imperador de Mali - Como Homem mais Rico da História faliu no meio deserto?

Loucos por Biografias

Play Episode Listen Later Sep 9, 2026 18:01


Apoie o Canal: Pix: 7296e2d1-e34e-4c2e-b4a0-9ac072720b88Mansa Musa foi o nono imperador do Império do Mali no século XIV e é amplamente considerado o homem mais rico da história da humanidade.Essa é a nossa história de hoje. Se você gostou deixe seu like, faça seu comentário, compartilhe essa biografia com mais pessoas. Vamos incentivar a cultura em nosso pais. Encontro voces na próxima história. Até lá! (Tania Barros)- Contato: e-mail - taniabarros339@gmail.com

Stageworthy
Curtis Campbell has something to say about AI in the arts

Stageworthy

Play Episode Listen Later Sep 8, 2026 71:22 Transcription Available


In this episode Curtis Campbell joins host Phil Rickaby to talk about AI in the theatre. In the lead up to this summer's Toronto Fringe, it was noticed that a number of shows were using AI generated posters, which sparked a discourse on social media about whether Generative AI should be used in the Fringe and beyond. This conversation spread to the Edinburgh Fringe, where AI generated posters were also seen. In this episode Curtis and Phil talk about AI, its use in the arts, and whether AI should be embraced or avoided. Note: in this episode, Curtis mentions a video that Phil published about his poster creation process. That video can be found here. Guest:

História em Meia Hora
Império Romano

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Sep 5, 2026 31:03


Com qual frequência? Responda imediatamente! Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre toda a história do Império Romano.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaViaje comigo, com o Vogalizando a História e com o Operação Barbarussa pra Grécia e Roma!https://partiu.vip/historiaecinema2026Ouça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okAssista meu outro podcast, o História pros brother!https://open.spotify.com/show/04a8C8gXTLj68lmZiQD8vmCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8Compre a camisa do História em Meia Hora: https://www.blablalogia.com/blablalojinha/akiralampiaoh30Garanta a sua cópia do Imperialismo: América. O primeiro jogo do História em Meia Hora!https://www.asmodee.com.br/imperialismo-america/produto/TJL001Participe da campanha do Censura e garanta a sua cópia!apoia.se/censuraPIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- GIBBON, Edward. Declínio e Queda do Império Romano. Tradução de José Paulo Paes. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.- HEATHER, Peter. A Queda do Império Romano. Tradução de Clóvis Marques. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010.- WARD-PERKINS, Bryan. A Queda de Roma e o Fim da Civilização. Tradução de Vera Mourão. Rio de Janeiro: Record, 2007.- BEARD, Mary. SPQR: Uma História de Roma Antiga. Tradução de Luís Reyes Gil. São Paulo: Crítica, 2017.- ROSTOVTZEFF, M. História de Roma. Tradução de Waltensir Dutra. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.- VEYNE, Paul. O Império Greco-Romano. Tradução de Maria Leonor Loureiro. Rio de Janeiro: Campus, 2009.

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Emission depuis "Le livre sur les quais" à Morges

La librairie francophone - La 1ere

Play Episode Listen Later Sep 5, 2026 55:20


Au programme: Ananda Devi, "Chronique d'un royaume perdu" (éd.Grasset), Christian Guay-Poliquin, "Le Mur" (éd. La Peuplade), Nicolas Feuz et Marc Voltenauer, "Impérium" (éd. Istya et Cie) et David Bosc, éditeur aux éditions "Noir sur Blanc", invitée d'honneur du festival.

Viracasacas Podcast
O Bom Cabral - Episódio 2

Viracasacas Podcast

Play Episode Listen Later Sep 4, 2026 51:48


Não dá para entender a riqueza cultural e a diversidade dos africanos sequestrados, triados em Cabo Verde e enviados para o Brasil sem discutir a religião islâmica praticada na África.No Brasil, a influência do islamismo pode ser vista na história da Revolta dos Malês, a maior rebelião de escravizados da história do país.Neste episódio, vamos discutir o período islâmico da Península Ibérica e o início da formação do Império Almorávida, uma história fundamental para entender as transformações políticas, econômicas e religiosas que marcaram a África Ocidental durante os séculos seguintes.Bibliografia recomendada:• Livro das Estradas e dos Reinos, Albacri (Córdoba, c. 1068)• História Geral da África, Volume III — UNESCO• História da África Ocidental, José Rivair Macedo

Scicast
Máfia Russa, tudo que você deve negar saber (SciCast #695)

Scicast

Play Episode Listen Later Sep 3, 2026 112:22


Mergulhamos na história dos Vory v Zakone (“ladrões na lei”) que vão se tornar a Bratva (máfia) atual, desde suas origens no Império Tsarista e Gulags soviéticos, passando pelo envolvimento com o regime comunista, impactos econômicos na URSS e na Era Putin, até curiosidades sobre ligações com o governo, cibercrime e geopolítica. Descubra como a máfia russa evoluiu para ferramenta de influência global, evasão de sanções e a economia fantasma. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Maria Oliveira, Gustavo Rebello, Luis Filipe Herdy Citação ABNT: Scicast #695: Máfia Russa. Locução: Tarik Fernandes, Maria Oliveira, Gustavo Rebello, Luis Filipe Herdy. [S.l.] Portal Deviante, 03/09/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-695 Imagem de capa: Организованная преступность: как расследовать отмывание денег. Глава 1 Referências e Indicações Sugestões de literatura: Galeotti, Mark. The Vory: Russia's Super Mafia (Yale University Press, 2018) – base para definição e estrutura da máfia russa, 90% da pauta. Handelman, Stephen. Comrade Criminal: Russia's New Mafiya (Yale University Press, 1995) – Relação com regime comunista. Volkov, Vadim. Violent Entrepreneurs: The Use of Force in the Making of Russian Capitalism (Cornell University Press, 2002) – Análise das raízes criminosas. Applebaum, Anne. Gulag: A History (Doubleday, 2003) – Contexto dos campos e subcultura criminal. Dostoiévski, Fiódor. Crime e Castigo. Tradução de Paulo Bezerra. São Paulo: Editora 34, 2001. (Original publicado em 1866) - Contexto de São Petersburgo e subcultura criminal. Varese, Federico. The Russian Mafia (Oxford University Press, 2001, atualizado 2020) – Controle econômico. Relatórios e Artigos Acadêmicos: CIA Report. (1989, desclassificado). "Soviet Underground Economy". (Citado para impactos econômicos na URSS). CIA Report. (1991). Relatórios desclassificados sobre máfia russa. (Citado para overview global). CIA World Factbook. (1997). Relatórios sobre máfia russa. (Citado para definição e estrutura). European Council on Foreign Relations (ECFR). (2017). "Russia's Hybrid Warfare and Criminal Networks". (Citado para influência na Europa e era Putin). ECFR. (2023). Relatórios sobre redes criminosas russas. (Citado para perspectivas futuras e guerra híbrida). New Lines Institute for Strategy and Policy. (2024). "The Kremlin's Use of Criminal Networks in Europe". (Citado para casos como Kuzminov e assassinatos). New Lines Institute. (2025). Evolução recente da máfia. (Citado para resumo geral e assassinatos). Jamestown Foundation. (2019). "The Soviet Roots of Russian Organized Crime". (Citado para raízes soviéticas). Jamestown Foundation. (2024). Resumo geral sobre máfia russa. (Citado para expansão global). FAS Intelligence Resource Program. (1997). Relatórios sobre Odessa Bratva. (Citado para origens em Odessa). FBI Reports. (2022). Ligações nos EUA e cibercrime russo. (Citado para infiltração nos EUA). Sites, Notícias e Artigos Online: The Guardian. (2018, 23 de março). "How organised crime took over Russia". Link: https://www.theguardian.com/news/2018/mar/23/how-organised-crime-took-over-russia-vory-super-mafia. (Citado para subcultura vory tsarista). DW (Deutsche Welle). (2023). "Russian Mafia in Europe". (Citado para influência na Europa). Eurasianet. (2024). Influência na América Latina e Oriente Médio. (Citado para alianças globais). Medium. (2021). "Russia as a Superpower of Crime". (Citado para curiosidades como Crimintern). The New York Times. (1997). Reportagem sobre venda de submarino. (Citado para curiosidade sobre submarino colombiano/ Operação Odessa). BBC History. (2020). Artigo sobre tatuagens da máfia russa. (Citado para simbolismo de tatuagens). Wilson Center. (Data não especificada). "Tales of Old Odessa: Crime and Civility in a City of Thieves". (Citado para história de Odessa). Eurasiatique. (2022, 4 de abril). "Revolution Under the Shadow of the State: Organized Crime in the Soviet Union". Link: https://eurasiatique.ca/2022/04/04/revolution-under-the-shadow-of-the-state-organized-crime-in-the-soviet-union. (Citado para revolução e crime). ICDS. (Data não especificada). "The History of Russia's Underworld". Link: https://icds.ee/en/the-history-of-russias-underworld. (Citado para origens em slums). Sugestões de filmes: John Wick 1, 2, 3 etc The Americans (2018) Soviet Jeans (2024) https://video.wbgu.org/show/soviet-jeans/ (acho que tem no Prime) Sugestões de vídeos: "Vory em St. Petersburg". Link: https://www.youtube.com/watch?v=6yhnCVtEF9U. (Citado para vory em São Petersburgo). Sugestões de links: Stanford University Background Guide. (Data não especificada). Sobre Vorovskoy Mir. Link: https://web.stanford.edu/group/sias/cgi-bin/smunc/wp-content/uploads/2014/10/Russia-BG-Final.pdf. (Citado para origens tsaristas). Berkeley Political Review. (2019, 16 de dezembro). Gangs and gulags: How Vladimir Putin utilizes organized crime to power his mafia state. Link: https://bpr.studentorg.berkeley.edu/2019/12/16/gangs-and-gulags-how-vladimir-putin-utilizes-organized-crime-to-power-his-mafia-state/. (Citado para relação Putin-máfia). USC Scalar. (Data não especificada). "A Brief History of Odessa". Link: https://scalar.usc.edu/works/odessa/a-brief-history-of-odessa. (Citado para origens em Odessa). Sugestões de games: Shadowrun Trilogy (Shadowrun Returns, Dragonfall e Hong Kong, 2013-2015): RPG cyberpunk onde os Vory v Zakone são um sindicato do crime principal, com hierarquia realista (Tsars, tatuagens como estrelas para rank, Red Vory pró-Estado vs. White Vory exilados). Baseado fielmente na história real (gulags soviéticos, código anti-Estado), eles contratam shadowrunners para missões violentas de contrabando e assassinato. Grand Theft Auto: San Andreas (2004): Missões contra russos em Los Santos, com vibes de Bratva dos anos 90 (extorsão, carros tunados). GTA IV expande com sindicatos russos em Liberty City. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcasts do Portal Deviante
Máfia Russa, tudo que você deve negar saber (SciCast #695)

Podcasts do Portal Deviante

Play Episode Listen Later Sep 3, 2026 115:23


Mergulhamos na história dos Vory v Zakone (“ladrões na lei”) que vão se tornar a Bratva (máfia) atual, desde suas origens no Império Tsarista e Gulags soviéticos, passando pelo envolvimento com o regime comunista, impactos econômicos na URSS e na Era Putin, até curiosidades sobre ligações com o governo, cibercrime e geopolítica. Descubra como a máfia russa evoluiu para ferramenta de influência global, evasão de sanções e a economia fantasma. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Maria Oliveira, Gustavo Rebello, Luis Filipe Herdy Citação ABNT: Scicast #695: Máfia Russa. Locução: Tarik Fernandes, Maria Oliveira, Gustavo Rebello, Luis Filipe Herdy. [S.l.] Portal Deviante, 03/09/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-695 Imagem de capa: Организованная преступность: как расследовать отмывание денег. Глава 1 Referências e Indicações Sugestões de literatura: Galeotti, Mark. The Vory: Russia’s Super Mafia (Yale University Press, 2018) – base para definição e estrutura da máfia russa, 90% da pauta. Handelman, Stephen. Comrade Criminal: Russia’s New Mafiya (Yale University Press, 1995) – Relação com regime comunista. Volkov, Vadim. Violent Entrepreneurs: The Use of Force in the Making of Russian Capitalism (Cornell University Press, 2002) – Análise das raízes criminosas. Applebaum, Anne. Gulag: A History (Doubleday, 2003) – Contexto dos campos e subcultura criminal. Dostoiévski, Fiódor. Crime e Castigo. Tradução de Paulo Bezerra. São Paulo: Editora 34, 2001. (Original publicado em 1866) – Contexto de São Petersburgo e subcultura criminal. Varese, Federico. The Russian Mafia (Oxford University Press, 2001, atualizado 2020) – Controle econômico.   Relatórios e Artigos Acadêmicos: CIA Report. (1989, desclassificado). “Soviet Underground Economy”. (Citado para impactos econômicos na URSS). CIA Report. (1991). Relatórios desclassificados sobre máfia russa. (Citado para overview global). CIA World Factbook. (1997). Relatórios sobre máfia russa. (Citado para definição e estrutura). European Council on Foreign Relations (ECFR). (2017). “Russia’s Hybrid Warfare and Criminal Networks”. (Citado para influência na Europa e era Putin). ECFR. (2023). Relatórios sobre redes criminosas russas. (Citado para perspectivas futuras e guerra híbrida). New Lines Institute for Strategy and Policy. (2024). “The Kremlin’s Use of Criminal Networks in Europe”. (Citado para casos como Kuzminov e assassinatos). New Lines Institute. (2025). Evolução recente da máfia. (Citado para resumo geral e assassinatos). Jamestown Foundation. (2019). “The Soviet Roots of Russian Organized Crime”. (Citado para raízes soviéticas). Jamestown Foundation. (2024). Resumo geral sobre máfia russa. (Citado para expansão global). FAS Intelligence Resource Program. (1997). Relatórios sobre Odessa Bratva. (Citado para origens em Odessa). FBI Reports. (2022). Ligações nos EUA e cibercrime russo. (Citado para infiltração nos EUA).   Sites, Notícias e Artigos Online: The Guardian. (2018, 23 de março). “How organised crime took over Russia”. Link: https://www.theguardian.com/news/2018/mar/23/how-organised-crime-took-over-russia-vory-super-mafia. (Citado para subcultura vory tsarista). DW (Deutsche Welle). (2023). “Russian Mafia in Europe”. (Citado para influência na Europa). Eurasianet. (2024). Influência na América Latina e Oriente Médio. (Citado para alianças globais). Medium. (2021). “Russia as a Superpower of Crime”. (Citado para curiosidades como Crimintern). The New York Times. (1997). Reportagem sobre venda de submarino. (Citado para curiosidade sobre submarino colombiano/ Operação Odessa). BBC History. (2020). Artigo sobre tatuagens da máfia russa. (Citado para simbolismo de tatuagens). Wilson Center. (Data não especificada). “Tales of Old Odessa: Crime and Civility in a City of Thieves”. (Citado para história de Odessa). Eurasiatique. (2022, 4 de abril). “Revolution Under the Shadow of the State: Organized Crime in the Soviet Union”. Link: https://eurasiatique.ca/2022/04/04/revolution-under-the-shadow-of-the-state-organized-crime-in-the-soviet-union. (Citado para revolução e crime). ICDS. (Data não especificada). “The History of Russia’s Underworld”. Link: https://icds.ee/en/the-history-of-russias-underworld. (Citado para origens em slums). Sugestões de filmes: John Wick 1, 2, 3 etc The Americans (2018) Soviet Jeans (2024) https://video.wbgu.org/show/soviet-jeans/ (acho que tem no Prime) Sugestões de vídeos: “Vory em St. Petersburg”. Link: https://www.youtube.com/watch?v=6yhnCVtEF9U. (Citado para vory em São Petersburgo). Sugestões de links: Stanford University Background Guide. (Data não especificada). Sobre Vorovskoy Mir. Link: https://web.stanford.edu/group/sias/cgi-bin/smunc/wp-content/uploads/2014/10/Russia-BG-Final.pdf. (Citado para origens tsaristas). Berkeley Political Review. (2019, 16 de dezembro). Gangs and gulags: How Vladimir Putin utilizes organized crime to power his mafia state. Link: https://bpr.studentorg.berkeley.edu/2019/12/16/gangs-and-gulags-how-vladimir-putin-utilizes-organized-crime-to-power-his-mafia-state/. (Citado para relação Putin-máfia). USC Scalar. (Data não especificada). “A Brief History of Odessa”. Link: https://scalar.usc.edu/works/odessa/a-brief-history-of-odessa. (Citado para origens em Odessa). Sugestões de games: Shadowrun Trilogy (Shadowrun Returns, Dragonfall e Hong Kong, 2013-2015): RPG cyberpunk onde os Vory v Zakone são um sindicato do crime principal, com hierarquia realista (Tsars, tatuagens como estrelas para rank, Red Vory pró-Estado vs. White Vory exilados). Baseado fielmente na história real (gulags soviéticos, código anti-Estado), eles contratam shadowrunners para missões violentas de contrabando e assassinato. Grand Theft Auto: San Andreas (2004): Missões contra russos em Los Santos, com vibes de Bratva dos anos 90 (extorsão, carros tunados). GTA IV expande com sindicatos russos em Liberty City.

Social Suplex Podcast Network
Imp's AEW All In 2026 Review

Social Suplex Podcast Network

Play Episode Listen Later Aug 31, 2026 53:45


Matt Maher, aka Imp, revisits the AEW week that was.Talking the big All In: London show from Wembley Stadium! And a main event on par for the pantheon of modern professional wrestling.All In Main Event- Kenny Omega vs Will Ospreay (13:43)The Social Suplex Newsletter: https://www.socialsuplex.com/all-in-weekend/Follow us on Bluesky: @socialsuplex.bsky.social, @thedamnimplicat.bsky.socialFollow us on Twitter: @SocialSuplexFollow us on Instagram: @SocialSuplexLike us on Facebook: https://www.facebook.com/SocialSuplex/Join our Discord: https://discord.gg/QUaJfaCVisit our website for news, columns, and podcasts: https://socialsuplex.com/Join the Social Suplex community Facebook Group: The Wrestling (Squared) CircleSupport the Social Podcast Network by leaving a rating and review on Apple Podcasts.Advertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy

Ça peut vous arriver
LES COULISSES DU DOSSIER - "Et là j'avoue, j'ai mis un petit coup de pression" : Romain Ambro raconte les détails de son intervention

Ça peut vous arriver

Play Episode Listen Later Aug 31, 2026 14:01


En décembre 2025, Estelle consulte ses relevés bancaires ; son regard s'arrête sur un débit en particulier : 56€ d'assainissement d'eau. Estelle est interloquée ; installée sur une fosse septique, sa maison n'en a pas besoin. Elle découvre que ces prélèvements durent depuis 2019 : 1.164€ en tout ! La régie des eaux révèle à Estelle que son RIB a servi pendant six ans à payer la facture d'un autre client ! Aujourd'hui, elle attend encore son remboursement. Présent au Service des Impôts d'Auxerre, l'envoyé spécial Ambro révèle en podcast les coulisses de son intervention ! Au micro de Chloé Lacrampe, un membre de l'équipe de "Ça peut vous arriver" revient sur les négociations difficiles et les moments off de ces 2h d'antenne !Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Imp And Skizz Podcast
Take My Advice

Imp And Skizz Podcast

Play Episode Listen Later Aug 28, 2026 64:40


The nuances of giving and receiving advice are plentiful. Let's dig a little deeper on the best ways to do both. ►Get Imp & Skizz Podcast Merch! - https://impandskizz.com►Want to be a part of the live pre-show? Become a sponsor over on Patreon to join us before we jump into our recording. Hang out with us while we dial in our equipment and be the first to find out what that day's recordings are going to be about! Perhaps even offer some of your own insight before we get started!https://www.patreon.com/impandskizz►OUR LINKS!Imp And Skizz YouTube Channel: https://www.youtube.com/impandskizzImp And Skizz Instagram: https://www.instagram.com/imp.and.skizz/Imp And Skizz Twitter: https://twitter.com/impandskizzImpulse's YouTube Channel: https://www.youtube.com/impulsesvSkizzleman's YouTube Channel: https://www.youtube.com/mcskizzlemanImpulse's Twitch Channel: twitch.tv/impulsesvSkizzleman's Twitch Channel: twitch.tv/skizzleman►SPECIAL THANKS TO"Imp&Skizz Podcast" jingle by Richard Thornton: @RichardThornton Podcast Logo by jsonlart: https://twitter.com/jasonlicariart

451 MHz
#210 No rastro de Brizola e Lacerda – Karla Monteiro e Mário Magalhães

451 MHz

Play Episode Listen Later Aug 28, 2026 80:39


Em clima de temporada eleitoral, este episódio traz uma conversa sobre Leonel Brizola e Carlos Lacerda, figuras-chave das disputas entre esquerda e direita na história política brasileira que acabam de ganhar novas biografias. O programa recebe Karla Monteiro, autora de Brizola: Lobisomem Contra o Império, e Mário Magalhães, que lança Lacerda: Coração de Tempestade, ambas publicadas pela Companhia das Letras. No 451 MHz, os biógrafos lembram a rivalidade entre os biografados, como usaram o rádio e a imprensa para fazer política, e contam histórias memoráveis dos políticos, que tiveram atuação marcante nos anos que precederam o golpe de 1964. O episódio ainda traz uma recomendação literária da crítica Eliane Robert Moraes, que revela aos ouvintes um livro que a marcou. Apoio: Lei Rouanet Assine a Quatro Cinco Um por R$ 12/mês: https://quatrocincoum.com.br/assine/ Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://quatrocincoum.com.br/assine/  

Streetwise Hebrew
#125 Bills, Bills, Bills

Streetwise Hebrew

Play Episode Listen Later Aug 26, 2026 9:43


Asking for the bill is one of the most important things to learn in any language. But חשבון, in Hebrew, is about much more than just settling the account. Guy explains how Israelis do self-reflection, how they break even… and how they don't give a damn. Hear the All-Hebrew Episode on Patreon   New Words and Expressions: Heshbon, heshbonot (m.) – Bill, bills – חשבון, חשבונות Heshbon bank – Bank account – חשבון בנק Heshbon hotsa'ot – Expense account – חשבון הוצאות Heshbon nefesh – Self examination – חשבון נפש Lehavi / Lakachat be-heshbon – To take into consideration – להביא / לקחת בחשבון Kach / K'chi / K'choo be-heshbon she- – Take into consideration that… (Imp.) – קח / קחי / קחו בחשבון K'chi be-heshbon she-kar – Take into consideration that it's cold – קחי בחשבון שקר Kach be-heshbon she-yakar sham – Take into consideration that it's expensive there – קח בחשבון שיקר שם Lo ba be-heshbon – It's out of the question – לא בא בחשבון "Panim she-lo osot heshbon" – A face that does not give a damn – פנים שלא עושות חשבון Hu lo dofek heshbon – He doesn't give a damn – הוא לא דופק חשבון Ma, ata dofek heshbon le-mishehu? – Do you care about others? – מה, אתה דופק חשבון למישהו Hi sogeret heshbonot – She's clearing the table – היא סוגרת חשבונות Hisool heshbonot – Score settling – חיסול חשבונות Zeh al heshboncha? – Is it at your expense – זה על חשבונך Al heshbon ha-bayit – On the house – על חשבון הבית Zeh al heshbonenu – This is on our account – זה על חשבוננו Heshbon aroch – A long-standing score – חשבון ארוך Yesh li heshbon aroch ito – I have a long-standing score to settle with him – יש לי חשבון ארוך איתו Be-heshbon pashut – In simple arithmetic – בחשבון פשוט Ro'eh heshbon – Accountant – רואה חשבון Heshbona'ut / Re'iyat heshbon – Accounting – חשבונאות / ראיית חשבון Hanhalat heshbonot – Bookkeeping – הנהלת חשבונות Menahel / menahelet heshbonot – Bookkeeper – מנהל / מנהלת חשבונות Tavi'i cheshbonit – Bring an invoice (imp. f.) – תביאי חשבונית Heshbonit mas – Tax invoice – חשבונית מס Lehashben le-mishehu – To care too much about something – לחשבן למישהו Lehitchashben – To settle accounts with someone – להתחשבן Bo nitchashben ba-sof – Let's do the math at the end – בוא נתחשבן בסוף Ma, ata mitchashben iti al cafe? – Forget it, it's just a coffee, my treat! – מה, אתה מתחשבן איתי על קפה Hitchashbenut – Settling an account – התחשבנות    Playlist and Clips: Ariel Zilber – Holech Batel (lyrics) Ofra Haza – Shir Ha-frecha (lyrics) Rami Kleinstein & Ha-mo'atsa – Ha-boker At Holechet (lyrics) Tea Packs & Alma Zak – Perech Ha-shchunot (lyrics) Ep. 172 about to knock Ep. 440 about receipt and invoice HEB

Social Suplex Podcast Network
Imp's AEW Adventure - Kenny & Will's Dark Room Chin Wag

Social Suplex Podcast Network

Play Episode Listen Later Aug 24, 2026 39:38


Matt Maher, aka Imp, revisits the AEW week that was.Talking Wednesday's Dynamite and Saturday's Collision both featuring that Continental Cup 2nd round action. As well as pre-All In conversations for both men's and women's world title feuds!Dynamite- Will Ospreay, Francesco Akira & Henare vs Don Callis Family (3:32)Collision- Continental Cup: Orange Cassidy vs Kyle O'Riley (27:02)The Social Suplex Newsletter: https://www.socialsuplex.com/frontpage-15/Follow us on Bluesky: @socialsuplex.bsky.social, @thedamnimplicat.bsky.socialFollow us on Twitter: @SocialSuplexFollow us on Instagram: @SocialSuplexLike us on Facebook: https://www.facebook.com/SocialSuplex/Join our Discord: https://discord.gg/QUaJfaCVisit our website for news, columns, and podcasts: https://socialsuplex.com/Join the Social Suplex community Facebook Group: The Wrestling (Squared) CircleSupport the Social Podcast Network by leaving a rating and review on Apple Podcasts.Advertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy

Imp And Skizz Podcast
Reacting To Extreme Sports

Imp And Skizz Podcast

Play Episode Listen Later Aug 21, 2026 60:32


Humans have seemingly searched every corner of the earth looking for new ways to compete with one another and themselves alike. Imp and Skizz react to some of these Extreme Sports!►Get Imp & Skizz Podcast Merch! - https://impandskizz.com►Want to be a part of the live pre-show? Become a sponsor over on Patreon to join us before we jump into our recording. Hang out with us while we dial in our equipment and be the first to find out what that day's recordings are going to be about! Perhaps even offer some of your own insight before we get started!https://www.patreon.com/impandskizz►OUR LINKS!Imp And Skizz YouTube Channel: https://www.youtube.com/impandskizzImp And Skizz Instagram: https://www.instagram.com/imp.and.skizz/Imp And Skizz Twitter: https://twitter.com/impandskizzImpulse's YouTube Channel: https://www.youtube.com/impulsesvSkizzleman's YouTube Channel: https://www.youtube.com/mcskizzlemanImpulse's Twitch Channel: twitch.tv/impulsesvSkizzleman's Twitch Channel: twitch.tv/skizzleman►SPECIAL THANKS TO"Imp&Skizz Podcast" jingle by Richard Thornton: @RichardThornton Podcast Logo by jsonlart: https://twitter.com/jasonlicariart

Sans Filet
SANS FILET - Arthur Fils : mode patron à Cincinnati !

Sans Filet

Play Episode Listen Later Aug 21, 2026 60:23


Arthur Fils hausse le ton ! Impérial, solide sur ses engagements et patron dans le jeu, le Français trace sa route dans ce Masters 1000 de Cincinnati avec une autorité remarquable. Dans ce numéro de Sans Filet, on décortique cette prise de pouvoir. Gestion des moments chauds, agressivité constante, maîtrise tactique : Arthur Fils a-t-il franchi ce fameux cap qui sépare les grands espoirs des véritables patrons du circuit ? Voyez-vous Arthur Fils s'imposer définitivement parmi les grands du circuit après cette démonstration contre Tirante ? Peut-il décrocher sa première finale en Masters 1000 ? Ce podcast est hébergé par Podcastics, la plateforme pour créer et diffuser votre podcast facilement.

Os Sócios Podcast
O QUE A ESCOLA NÃO ENSINA SOBRE A HISTÓRIA DO BRASIL (com Rafael Nogueira) | Os Sócios 312

Os Sócios Podcast

Play Episode Listen Later Aug 20, 2026 107:58


ENTRE NA LISTA DE ESPERA DO VIVER DE RENDA: https://r.vocemaisrico.com/32dfe58945 A história do Brasil que você aprendeu na escola é a verdadeira, ou apenas a versão que interessava contar?Por que a história que aprendemos na escola parece ser tão diferente da história real do Brasil? Do "descobrimento" às revoltas coloniais, do Império às diferentes fases da República, muitos dos fatos que consideramos absolutos escondem versões mais complexas — e às vezes bem diferentes do que os livros didáticos ensinam.Será que a miscigenação foi apenas um processo cultural espontâneo, ou também uma estratégia política deliberada? Os bandeirantes foram heróis ou vilões — ou nenhum dos dois? A abolição foi mesmo uma conquista pessoal da Princesa Isabel? E até que ponto figuras como D. Pedro II, D. João VI e Getúlio Vargas foram simplificadas por narrativas que serviam a interesses específicos de cada época?Será que, de fato, a "sequência de fatos" que aprendemos é história ou apenas uma seleção conveniente de eventos? Quantas vezes tomamos como verdade absoluta episódios que, na realidade, escondem disputas de poder, interesses econômicos e escolhas estratégicas?Para responder a essa e outras perguntas, recebemos Rafael Nogueira no episódio 312 do podcast Os Sócios.Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperini Convidado: Rafael Nogueira @nogueira.r

Social Suplex Podcast Network
Imp's AEW Adventure - Continental Cup and Kenny... Quotes Potter?

Social Suplex Podcast Network

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 38:59


Matt Maher, aka Imp, revisits the AEW week that was.Talking our week in Las Vegas! Wednesday's Dynamite and Saturday's Collision both featuring that Continental Cup 1st round action.Dynamite- Will Ospreay promo/Don Callis Family/Kenny Quotes Potter (3:15)Collision- Trios Title: Brodido & Hangman vs Lethal Twist (21:59)The Social Suplex Newsletter: https://www.socialsuplex.com/frontpage-15/Follow us on Bluesky: @socialsuplex.bsky.social, @thedamnimplicat.bsky.socialFollow us on Twitter: @SocialSuplexFollow us on Instagram: @SocialSuplexLike us on Facebook: https://www.facebook.com/SocialSuplex/Join our Discord: https://discord.gg/QUaJfaCVisit our website for news, columns, and podcasts: https://socialsuplex.com/Join the Social Suplex community Facebook Group: The Wrestling (Squared) CircleSupport the Social Podcast Network by leaving a rating and review on Apple Podcasts.Advertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy

História Preta
Luiz Gama | 7. Lições de Resistência

História Preta

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 35:51


Luiz Gama vence causas de liberdade e vira alvo público. Um juiz recorre ao governo do Império contra ele. A polícia prende seus clientes na calada da noite. Encurralado, o advogado dos escravos recebe avisos de que vão tirar sua vida. ---- APOIE Este episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores.  Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapreta Chave Pix: historiapreta@gmail.com LOJA Acesse loja.historiapreta.com.br e vista nossa história. FICHA TÉCNICA Pesquisa e roteiro: Thiago André Apresentação: Thiago André Nos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_preta BIBLIOGRAFIA AZEVEDO, Elciene. Orfeu de carapinha: a trajetória de Luiz Gama na imperial cidade de São Paulo. Campinas: Editora Unicamp, 1999. LIMA, Bruno Rodrigues de. Luiz Gama contra o Império: a luta pelo direito no Brasil da escravidão. São Paulo: Contracorrente, 2024. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: historiapreta@gmail.com

Imp And Skizz Podcast
Navigating Creative Burnout

Imp And Skizz Podcast

Play Episode Listen Later Aug 14, 2026 70:06


Let's face it, burnout reaches us all but there is no reason to believe we can't learn how to best navigate these waters and bounce back!►Get Imp & Skizz Podcast Merch! - https://impandskizz.com►Want to be a part of the live pre-show? Become a sponsor over on Patreon to join us before we jump into our recording. Hang out with us while we dial in our equipment and be the first to find out what that day's recordings are going to be about! Perhaps even offer some of your own insight before we get started!https://www.patreon.com/impandskizz►OUR LINKS!Imp And Skizz YouTube Channel: https://www.youtube.com/impandskizzImp And Skizz Instagram: https://www.instagram.com/imp.and.skizz/Imp And Skizz Twitter: https://twitter.com/impandskizzImpulse's YouTube Channel: https://www.youtube.com/impulsesvSkizzleman's YouTube Channel: https://www.youtube.com/mcskizzlemanImpulse's Twitch Channel: twitch.tv/impulsesvSkizzleman's Twitch Channel: twitch.tv/skizzleman►SPECIAL THANKS TO"Imp&Skizz Podcast" jingle by Richard Thornton: @RichardThornton Podcast Logo by jsonlart: https://twitter.com/jasonlicariart

Pregador Nonato Souto
O lento suicídio do Império Romano | Análise Profunda

Pregador Nonato Souto

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 30:54


O lento suicídio do Império Romano | Análise Profunda

Dobré ráno | Denný podcast denníka SME
Ako veterné turbíny rozdelili Záhorie (12. 8. 2026)

Dobré ráno | Denný podcast denníka SME

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 27:54


Malebná dedinka na Záhorí s takmer 1100 obyvateľmi. Aj tak by sa dala opísať Petrova Ves. Obec, v ktorej by mali v blízkej budúcnosti vyrásť veterné elektrárne. Samozrejme, ak projekt prejde posúdením vplyvov na životné prostredie a získa súhlasné stanovisko. Časť miestnych však s niečím podobným vehementne nesúhlasí. V lokálnom podniku či v obchode sa hovorí najmä o tom, ako turbíny ublížia vtáctvu, vode, pôde a ako ľudia nebudú môcť pre infrazvuk spávať. Čo za projekt sa to v Petrovej Vsi vlastne chystá, v akom je štádiu, a kde vznikajú všetky tieto obavy Petrovčanov a kto komunikuje celú vec chabo? Štát či samotná obec? Eva Frantová sa v podcaste Dobré ráno pýta Mareka Moravčíka z domácej redakcie denníka SME, ktorý Petrovu Ves spolu s kolegom Martinom Mlynárom navštívil osobne. Zdroje zvukov: SME Odporúčanie Ak ešte nemáte dosť mojich knižných odporúčaní, skúste si prečítať London Falling od Patricka Keefeho. Ide o investigatívu záhadnej smrti britského tínedžera, ktorý bezdôvodne vyskočí z balkóna a utopí sa v Temži. Jeho rodičia nechápu, čo sa stalo, a až postupne zisťujú, že ich 19-ročný syn sa vydával za ruského oligarchu a zaplietol sa s ľuďmi z londýnskeho podsvetia. Keefe je môj obľúbený autor. Má za sebou aj knihy ako Impérium bolesti alebo Nič nehovor, ktoré som tu už odporúčala a ani tentoraz nesklamal! – Všetky podcasty denníka SME nájdete na⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ sme.sk/podcasty⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ – Odoberajte aj audio verziu denného newslettra⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ SME.sk⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ s najdôležitejšími správami na⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ sme.sk/brifingSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Social Suplex Podcast Network
Imp's AEW Adventure - Grand Slam Mexico & Continental Cup!

Social Suplex Podcast Network

Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 35:30


Matt Maher, aka Imp, revisits the AEW week that was.Talking Wednesday's Grand Slam Mexico from Arena Mexico and the start of the inaugural Continental Cup on Collision from Colorado!Grand Slam Mexico- Cope n' Christian & Young Bucks vs Death Riders (2:07)Collision- Continental Cup: Claudio vs Ace Austin (21:28)The Social Suplex Newsletter: https://www.socialsuplex.com/frontpage-15/Follow us on Bluesky: @socialsuplex.bsky.social, @thedamnimplicat.bsky.socialFollow us on Twitter: @SocialSuplexFollow us on Instagram: @SocialSuplexLike us on Facebook: https://www.facebook.com/SocialSuplex/Join our Discord: https://discord.gg/QUaJfaCVisit our website for news, columns, and podcasts: https://socialsuplex.com/Join the Social Suplex community Facebook Group: The Wrestling (Squared) CircleSupport the Social Podcast Network by leaving a rating and review on Apple Podcasts.Advertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy

Imp And Skizz Podcast
Did School Prepare Us?

Imp And Skizz Podcast

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 78:26


Did school give us what we need to navigate the waters of life we find ourselves in? We meet with Pups (Skizz's wife), a 24 year veteran teacher, and explore this very topic.►Get Imp & Skizz Podcast Merch! - https://impandskizz.com►Want to be a part of the live pre-show? Become a sponsor over on Patreon to join us before we jump into our recording. Hang out with us while we dial in our equipment and be the first to find out what that day's recordings are going to be about! Perhaps even offer some of your own insight before we get started!https://www.patreon.com/impandskizz►OUR LINKS!Imp And Skizz YouTube Channel: https://www.youtube.com/impandskizzImp And Skizz Instagram: https://www.instagram.com/imp.and.skizz/Imp And Skizz Twitter: https://twitter.com/impandskizzImpulse's YouTube Channel: https://www.youtube.com/impulsesvSkizzleman's YouTube Channel: https://www.youtube.com/mcskizzlemanImpulse's Twitch Channel: twitch.tv/impulsesvSkizzleman's Twitch Channel: twitch.tv/skizzleman►SPECIAL THANKS TO"Imp&Skizz Podcast" jingle by Richard Thornton: @RichardThornton Podcast Logo by jsonlart: https://twitter.com/jasonlicariart

Viracasacas Podcast
O Bom Cabral - Episódio 1

Viracasacas Podcast

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 55:35


O genocídio escravista interrompeu milhões de vidas na África. E, por meio dele, foi fundado Cabo Verde e Brasil. Nessa primeira fase de O Bom Cabral, iremos contar a história dos povos do Saara Ocidental. Esse episódio tratará do Império de Gana, uma formação multi-povos que durou do século III até o século XIII, teve uma capital do tamanho de Londres, um poderoso exército e uma organização social e engenharia avançadas. Tudo isso graças ao riquíssimo comércio transaariano.Bibliografia recomendada: Livro das Estradas e dos Reinos, Albacri(Córdoba - 1068) e História Geral da África Antiga, Volume 3(UNESCO) e História da África Ocidental (José Rivair Macedo).

Curious Cat
Controversial Bezaliel - Angel or Demon? Both? Neither? Shadow of God

Curious Cat

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 30:51 Transcription Available


BezalielIn my exploration of angels, there is an angel that has avoided being named to me until now. What I've been finding out is that he is the most misunderstood, shunned creature of God out there. With nicknames like, "Shadow of God" is it any wonder why this angel is surrounded by controversy. Is he a fallen angel? Or one of the Seraphim order doing God's work in secret? Did he in fact build the Ark of the Covenant?Seeking more information, I found it on YouTube.Myth Cast from YouTube asks...What if there was an angel so mysterious, so powerful and so hidden...that even Heaven and Hell don't fully understand him? Meet Bezaliel - the 13th Watcher and Angel of Shadows. In their short video linked in the show notes, they say that Bezaliel is mentioned as one of the Watchers, the 13th Watcher to be specific. Because of the nature of his work, he is not accepted in Heaven or Hell, and is begrudgingly envied by the other angels for the secret tasks he sets about doing for God, in the name of God.Mentioned in the Book of Enoch, a book banned from the conventional bible, he is a figure of great mystery and intrigue.More from Reddit:His features are shrouded in darkness by a cloak that he wears at all times, and no method thus far has been able to reveal his face. He carries a sword that no one has ever seen him unsheathe, and a book that no one else has ever read, neither of which can be opened by any person besides him. Neither of these were present at the time of his fall, which confuses angels and demons alike.Bezaliel can manipulate darkness, and he can make it tangible and very, very deadly. He can also summon shades and compel them to do his bidding. Lastly, he can teleport between areas of shadow, and become nearly invisible within them (though looking carefully enough will show that something is there).Bezaliel speaks tersely, using few words and short sentences - not because he's stupid, but because he dislikes wasting time. He will serve any demon or human who can offer him a fair deal, but he also has a talent for making the other person regret it somehow.Bezaliel's true goal is unclear to everyone else, as he has favored both Heaven and Hell at times. But it is clear that he has some plan, and that his actions have taken on a new urgency since the Hazbin Hotel opened, and IMP grew to a bustling business.Show Sources:Bezaliel, the Fallen Angel of Shadows, Myth Cast, YouTubeBezaliel: The Intriguing Study of a Fallen Angel, Digital BibleBezalel (their spelling) on WikipediaThe Complete Book of EnochArk of the Covenant, Pastor Russell Mckinney's blog Art Bell, location of the Ark of the CovenantNick Cave, Mercy Seat, YouTubeSend us Fan MailIf you are searching for a fresh, binge-able podcast, this might be the one for you!Support the showSupport Curious Cat, an independent, human-made podcast!***Curious Cat Podcast on Substack!***Buy Curious Cat Podcast a Coffee!

Brasil Paralelo | Podcast
O LADO POUCO CONHECIDO DO IMPERADOR DO BRASIL

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 12:29


Muito antes das adaptações cinematográficas de Hollywood sobre a mitologia grega, o Brasil abrigou um tradutor improvável e notável de Homero durante o século XIX: o próprio imperador Dom Pedro II. Longe de ser apenas a figura distante e de longas barbas brancas cristalizada no imaginário popular após a Proclamação da República, o último monarca brasileiro possuía um perfil intelectual rigoroso, sendo um estudioso poliglota que dominava dezenas de idiomas. Neste vídeo, exploramos as madrugadas em que Dom Pedro II se debruçava sobre versos de quase três mil anos, buscando traduzir para o português a complexidade de obras como A Ilíada, A Odisseia e Prometeu Acorrentado direto do grego antigo. Abordamos como esse esforço literário e de preservação de métrica não foi interrompido sequer pela queda do Império em 1889. Ironicamente, o homem que traduzia a jornada épica de Ulisses — o herói grego que enfrentou décadas de provações tentando retornar ao lar — viveu sua própria odisseia, passando os últimos anos de sua vida em um doloroso exílio, longe da pátria que governou.

Boy Meets World Fever
Hilo, Green Lantern, Terminal, and Kakuseihunter Omegahorn - Comics Pull-Ooza

Boy Meets World Fever

Play Episode Listen Later Aug 4, 2026 130:24


Did you know we used to have a Tokusatsu podcast called Henshin Fever? You do now! We return to our old ways a little this week to talk about an exciting new toku show that is part power rangers, part Kamen Rider, and part Pokemon. Best BooksHilo (with guest Asher)Green Lantern #37 (he was a troll, who was a troll)Terminal #1 (that Imp seems like a bad guy)Book BlurbsGambit: Wanted #1, Absolute Wonder Woman #22, Superman #40, Absolute Superman #21, TMNT #20 (#300), Uncanny X-Men #32B SegementKakuseihunter OmegahornUncle's One More ThingFantasy Life i: The Girl who Steals TimeObligatory Elden Ring talkThe OdysseySpiderman Brand New Day

Social Suplex Podcast Network
Imp's AEW Adventure - Amazing Detroit Crowd and Motor City!

Social Suplex Podcast Network

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 36:08


Matt Maher, aka Imp, revisits the AEW week that was.Talking the Redemption PPV!Dynamite- Andrade vs Nick Wayne vs Jack Perry (3:27)Collision- Motor City Machine Guns debut! (20:17)The Social Suplex Newsletter: https://www.socialsuplex.com/frontpage-15/Follow us on Bluesky: @socialsuplex.bsky.social, @thedamnimplicat.bsky.socialFollow us on Twitter: @SocialSuplexFollow us on Instagram: @SocialSuplexLike us on Facebook: https://www.facebook.com/SocialSuplex/Join our Discord: https://discord.gg/QUaJfaCVisit our website for news, columns, and podcasts: https://socialsuplex.com/Join the Social Suplex community Facebook Group: The Wrestling (Squared) CircleSupport the Social Podcast Network by leaving a rating and review on Apple Podcasts.Advertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy

Imp And Skizz Podcast
It's Never Too Late!

Imp And Skizz Podcast

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 63:29


Let's face it; we're getting older....always. But that doesn't mean life has to take a back seat! Tango joins us as we dive into the fact that when you want to learn something new, well it's simply never too late. ►Get Imp & Skizz Podcast Merch! - https://impandskizz.com►Want to be a part of the live pre-show? Become a sponsor over on Patreon to join us before we jump into our recording. Hang out with us while we dial in our equipment and be the first to find out what that day's recordings are going to be about! Perhaps even offer some of your own insight before we get started!https://www.patreon.com/impandskizz►OUR LINKS!Imp And Skizz YouTube Channel: https://www.youtube.com/impandskizzImp And Skizz Instagram: https://www.instagram.com/imp.and.skizz/Imp And Skizz Twitter: https://twitter.com/impandskizzImpulse's YouTube Channel: https://www.youtube.com/impulsesvSkizzleman's YouTube Channel: https://www.youtube.com/mcskizzlemanImpulse's Twitch Channel: twitch.tv/impulsesvSkizzleman's Twitch Channel: twitch.tv/skizzleman►SPECIAL THANKS TO"Imp&Skizz Podcast" jingle by Richard Thornton: @RichardThornton Podcast Logo by jsonlart: https://twitter.com/jasonlicariart

Social Suplex Podcast Network
Imp's AEW Redemption Adventure

Social Suplex Podcast Network

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 36:49


Matt Maher, aka Imp, revisits the AEW week that was.Talking the Redemption PPV!Redemption- International Championship Contract Ladder Match: Jack Perry vs Mike Bailey vs Nick Wayne vs Beast Mortos vs El Clon vs Kommander (4:27)The Social Suplex Newsletter: https://www.socialsuplex.com/frontpage-15/Follow us on Bluesky: @socialsuplex.bsky.social, @thedamnimplicat.bsky.socialFollow us on Twitter: @SocialSuplexFollow us on Instagram: @SocialSuplexLike us on Facebook: https://www.facebook.com/SocialSuplex/Join our Discord: https://discord.gg/QUaJfaCVisit our website for news, columns, and podcasts: https://socialsuplex.com/Join the Social Suplex community Facebook Group: The Wrestling (Squared) CircleSupport the Social Podcast Network by leaving a rating and review on Apple Podcasts.Advertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy

Imp And Skizz Podcast
Back With A Purpose!

Imp And Skizz Podcast

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 60:55


Season 4 is kicking off! For episode 1, we get pretty honest about how we legitimately almost sunset the podcast entirely, why we didn't, and what led to us being more rejuvenated than we've been in a long time!►Get Imp & Skizz Podcast Merch! - https://impandskizz.com►Want to be a part of the live pre-show? Become a sponsor over on Patreon to join us before we jump into our recording. Hang out with us while we dial in our equipment and be the first to find out what that day's recordings are going to be about! Perhaps even offer some of your own insight before we get started!https://www.patreon.com/impandskizz►OUR LINKS!Imp And Skizz YouTube Channel: https://www.youtube.com/impandskizzImp And Skizz Instagram: https://www.instagram.com/imp.and.skizz/Imp And Skizz Twitter: https://twitter.com/impandskizzImpulse's YouTube Channel: https://www.youtube.com/impulsesvSkizzleman's YouTube Channel: https://www.youtube.com/mcskizzlemanImpulse's Twitch Channel: twitch.tv/impulsesvSkizzleman's Twitch Channel: twitch.tv/skizzleman►SPECIAL THANKS TO"Imp&Skizz Podcast" jingle by Richard Thornton: @RichardThornton Podcast Logo by jsonlart: https://twitter.com/jasonlicariart

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Imp's AEW Adventure - Rapid Redemption Build & The Women Main Event!

Social Suplex Podcast Network

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 38:08


Matt Maher, aka Imp, revisits the AEW week that was.Talking Dynamite and Collision on the rapid road to Redemption!Dynamite- Cope & Christian vs Wheeler Yuta & Daniel Garcia(3:24)Collision- Jack Perry vs Nick Wayne (23:03)The Social Suplex Newsletter: https://www.socialsuplex.com/frontpage-15/Follow us on Bluesky: @socialsuplex.bsky.social, @thedamnimplicat.bsky.socialFollow us on Twitter: @SocialSuplexFollow us on Instagram: @SocialSuplexLike us on Facebook: https://www.facebook.com/SocialSuplex/Join our Discord: https://discord.gg/QUaJfaCVisit our website for news, columns, and podcasts: https://socialsuplex.com/Join the Social Suplex community Facebook Group: The Wrestling (Squared) CircleSupport the Social Podcast Network by leaving a rating and review on Apple Podcasts.Advertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy

Boa Noite Internet
O Império da IA — com Karen Hao

Boa Noite Internet

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 63:50


O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

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Imp's AEW Adventure - Champion Kenny and Hangman Page!

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Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 39:47


Matt Maher, aka Imp, revisits the AEW week that was.Talking Beach Break and Collision on the road to Redemption! MJF defended against Kenny Omega at a Florida beach, before Collision just had all the titles on the line!Dynamite Beach Break- Chris Jericho vs Tomasso Ciampa (3:45)Collision- Hangman Page's return (22:55)The Social Suplex Newsletter: https://www.socialsuplex.com/frontpage-15/Follow us on Bluesky: @socialsuplex.bsky.social, @thedamnimplicat.bsky.socialFollow us on Twitter: @SocialSuplexFollow us on Instagram: @SocialSuplexLike us on Facebook: https://www.facebook.com/SocialSuplex/Join our Discord: https://discord.gg/QUaJfaCVisit our website for news, columns, and podcasts: https://socialsuplex.com/Join the Social Suplex community Facebook Group: The Wrestling (Squared) CircleSupport the Social Podcast Network by leaving a rating and review on Apple Podcasts.Advertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy

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Imp's AEW Adventure - MJF vs Briscoe, Survival of The Fittest Disappoints

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Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 42:47


Matt Maher, aka Imp, revisits the AEW week that was.Talking Dynamite and Collision in the aftermath of Forbidden Door and on the builds to Redemption and All In!Dynamite- MJF vs Mark Briscoe (3:13)Collision- Claudio & PAC vs Shingo Takagi & "Drilla" Maloney (26:19)The Social Suplex Newsletter: https://www.socialsuplex.com/frontpage-15/Follow us on Bluesky: @socialsuplex.bsky.social, @thedamnimplicat.bsky.socialFollow us on Twitter: @SocialSuplexFollow us on Instagram: @SocialSuplexLike us on Facebook: https://www.facebook.com/SocialSuplex/Join our Discord: https://discord.gg/QUaJfaCVisit our website for news, columns, and podcasts: https://socialsuplex.com/Join the Social Suplex community Facebook Group: The Wrestling (Squared) CircleSupport the Social Podcast Network by leaving a rating and review on Apple Podcasts.Advertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy

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Imp's AEW Forbidden Door 2026 Adventure

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Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 39:13


Matt Maher, aka Imp, revisits the AEW week that was.Talking Forbidden Door, the Owen Cup Men's & Women's finals and Death's Door!Forbidden Door- Young Bucks vs Shingo & Titan vs Team Sky (3:21)The Social Suplex Newsletter: https://www.socialsuplex.com/frontpage-15/Follow us on Bluesky: @socialsuplex.bsky.social, @thedamnimplicat.bsky.socialFollow us on Twitter: @SocialSuplexFollow us on Instagram: @SocialSuplexLike us on Facebook: https://www.facebook.com/SocialSuplex/Join our Discord: https://discord.gg/QUaJfaCVisit our website for news, columns, and podcasts: https://socialsuplex.com/Join the Social Suplex community Facebook Group: The Wrestling (Squared) CircleSupport the Social Podcast Network by leaving a rating and review on Apple Podcasts.Advertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy