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Resumen: La influencia de la música del sevillano Manuel Vallejo en el cante de hoy, con las voces de Manuel Gago, Rosalía, Rafael Jiménez Falo, Alfredo Tejada, Isabelita de Jerez, Naranjito de Triana y Antonio Campos.Escuchar audio
Karolína Konopeusová // 1. Timoteovi 6, 17 – 19
Se as perdêssemos de vista por umas horas, não saberíamos reencontrar as nossas vidas pelo cheiro, nem pelo gemido que fazem, nem daríamos com esses corpos tão abatidos que só de um certo ângulo, a poucos palmos do espelho, nos parece que sim, serão os nossos, porque repetem vagamente os mesmos gestos ou expressões. Mas mesmo nisso parece instalar-se um certo desfasamento, algum atraso, e são poucos aqueles que nalgum dos seus rastros se mostram firmemente fiéis à sua juventude. Reserva-se esse elogio hoje a tão poucos: “Pouco antes de morrer, o que ele escrevia, o modo como continuava a viver, conservavam a virulência, a agressividade e a independência dos seus 25 anos.” Em certa medida a poesia era uma resistência da juventude pela vida fora, o doloroso alarme mantido na relação com o mundo, a impossibilidade de se saciar com aquele pão com que os demais empurram seja o que for. Chega uma altura em que o abandono parece a nossa melhor arma. Quem ama não faz contas, mas hoje tudo se guia por esses sinais: soma: multiplicação… “O mundo moderno”, escrevia Péguy, “não é universalmente prostituível por luxúria. É totalmente incapaz disso. Ele é universalmente prostituível porque é universalmente intercambiável”. Queremos dizer-nos alguma coisa, mas até as nossas palavras parece que tilintam mais do que soam, estão cheias da frieza do cálculo, não passam de fracções. Ora, o dinheiro não exprime outra coisa senão a desolação do infinitamente reconvertível. Assim, cada palavra vale tanto ou tão pouco como outra qualquer. “Quando o dinheiro vale alguma coisa, a palavra não vale nada. Quando a palavra vale, o dinheiro não vale nada” (comité invisível). Por estes dias, olhando à volta, até isso a que chamam luta já pouco se distingue do conformismo, da resignação. “Quando a História for escrita como deve ser, os homens ficarão admirados do comedimento e da grande paciência das massas e não da sua ferocidade”, assevera o autor de Os Jacobinos Negros. Chega-se a uma altura em que se percebe que o tempo está decididamente contra nós, mas em vez de isso reverter a favor dessa doença mortal, dessa razão desesperada, todos ainda aguardam que a sua situação se resolva. E vamos sair mais algumas vezes e reivindicar esses salários de fome, gratos pela nossa miséria, dando por nós tão longe de qualquer ambição existencial, a qual teria de passar por “repelir para o mais longe possível as relações hostis urdidas na esfera do dinheiro, da contabilidade, da medida, da avaliação”. Os do comité invisível adiantam que, por esta altura, a economia já não é somente aquilo de que devemos sair para deixarmos de ser esfomeados, mas é aquilo de que é necessário sair para viver, para simplesmente estar presente no mundo. O mais grave, assim, é que a cada dia que passa se colhem cada vez mais provas da impossibilidade de dois ou mais se encontrarem num lugar e num tempo, pois mesmo os nossos ímpetos aventurosos estão distribuídos por frequências de onda que só por um acaso milagroso se combinam e enredam. “Após uma ausência de que ninguém teve a culpa/ ficamos acanhados um ao pé do outro/ e as nossas palavras parecem mais recentes do que nós,/ como se tivéssemos de voltar ao momento em que nos conhecemos/ e recuperar-nos até ao presente”, lê-se nuns versos de Linda Pastan, num poema em que ela reconhece como o maior perigo que enfrentam os amantes é “toda essa ressaca/ da vida quotidiana, oculta mas perigosa,/ que tão depressa nos puxa a ambos para o fundo”. De resto, quem ainda se sujeita aos destratos de andar sem rumo, aprender com dificuldade os idiomas do acaso pela hipótese de provar o néctar da beira da estrada, dos fins de mundo, dessas zonas limite? “A economia, é este o seu princípio, faz-nos correr como ratos, para que não estejamos nunca lá, a descobrir o segredo da sua usurpação: a presença./ Sair da economia é fazer emergir o plano da realidade que ela esconde. A troca mercantil e tudo o que ela comporta de dura negociação, de desconfiança, de engano”… Aquele brilhante judeu que se matou por receio de ser entregue à Gestapo, quando tentava escapar pelos Pirenéus, notou que articular o passado historicamente não significa conhecê-lo “como ele de facto foi”, mas apoderar-se de uma recordação, tal como ela relampeja no instante de perigo. O pior do nosso tempo é que os perigos se multiplicam, e se tantos fazem questão de os registar, diagnosticar, se passamos boa parte do nosso tempo comovidos com a nossa infindável capacidade de sofrermos com as dores mais distantes, depois ninguém faz nada em relação àquilo que está mais próximo. Falta aquela capacidade própria dos poetas que, no entender de Cortázar, se reconheciam menos pelo que os trancava em si mesmos e mais naquilo que lhes era próximo, que os fazia sentir implicados no que tinham ao seu redor. “Falo da responsabilidade do poeta, esse irresponsável por direito próprio, esse anarquista enamorado de uma ordem solar e nunca da nova ordem ou do slogan que faz marchar ao mesmo passo cinco ou setecentos milhões de homens numa paródia de ordem. Falo de algo que desagradará profundamente aos comissários, aos jovens turcos ou aos guardas vermelhos; falo de uma condição que ninguém descreveu melhor do que John Keats numa carta a que, há muitos anos, chamei a carta do camaleão e que mereceria ser tão célebre como a ‘Lettre du voyant'. O seu prelúdio deixa-se perceber numa frase escrita um ano antes e quase de passagem. Keats diz ao seu amigo Bayley que nunca esperou outra felicidade além da do puro presente e acrescenta, como quem não quer a coisa: ‘Se um pardal pousa junto da minha janela, tomo parte na sua existência e debico no chão…'” Por estas bandas, ninguém merece um reflexo na carne dos outros, um eco seu que floresça a tempo de lhe dar algum sinal, e tudo o que de mais verdadeiro e sensível acontece, perde-se como se não tivesse acontecido. Vamos fazendo a crónica de “uma pequena nação de pequenos assassinos caseiros” (Luiz Pacheco), por incapacidade de nos sujeitarmos às exigências da admiração, que implicam desde logo deixar de lado o cálculo. É a típica condenação a que nos sujeita um tempo medíocre. Envelheces tão cedo, por essa impossibilidade de escolher, por nos sairmos sempre pior num registo impetuoso, quando toda a eloquência é sentida como uma ofensa. Alheios ao seu próprio sonho, decalca o Pacheco no António Sérgio, para falar de nós, seres caídos nesta espiral vagabunda, num país aos bocados, que se reconhece por este cheiro a despegado, que se mantém colado apenas para favorecer algum esquema. E o Pacheco foi vendo, com o acumular dos anos, este desamparo de “tantos de nós ludibriando os próprios sonhos da sua juventude, anquilosando ambições mais do que legítimas, minguando-se, limitando-se (…) sem horizontes já para inventar algo melhor. Pendurados na fezada de um futuro, que já não vai ser para eles, isto é, que já os apanha disformes: gordos, apatetados, com cirroses… envelhecidos prematuramente por dentro, e muito sono nas almas, leia-se consciências.” E talvez porque não há luta em comum que nos arranque desse casulo, dessa clausura, desse castigo de se ver a definhar para fazer carreira como “eu”, e nos devolva uns aos outros. “Há qualquer coisa de prostituível em todo o lado em que domina o nosso ‘valor social', em todo o lado onde se troca uma parte de nós pela mínima retribuição, seja ela, financeira, simbólica, política, afectiva ou sexual” (comité invisível). E, neste ponto, vale a pena retomar a correspondência de Keats, que, numa carta a Richard Woodhouse, trocou o pardal pelo camaleão: “Quanto ao carácter poético em si... não tem um eu; é tudo e é nada: não tem carácter; deleita-se tanto com a luz como com a sombra; vive naquilo de que gosta, seja horrível ou belo, excelso ou humilde, rico ou pobre, mesquinho ou elevado. Sente tanto prazer em conceber um Iago como uma Imogena. Aquilo que choca o filósofo virtuoso deleita o poeta-camaleão... Um poeta é a coisa menos poética que existe; como não tem identidade, tende continuamente a encarnar-se noutros corpos... O poeta não possui nenhum atributo invariável; é, certamente, a menos poética de todas as criaturas de Deus.” Neste episódio, o David voltou para nos dar uma hipótese de tirarmos a barriga de misérias e saltarmos da greve geral para umas luxuriantes patuscadas, conseguidas na base de todo um arsenal de poções e fórmulas científicas aplicadas à exploração gastronómica, sem abdicar, no entanto, daquela elementar dose de porrada e humilhações sem as quais nunca se faz nada, além dos gerais iscos que convencem os lorpas de que têm muita sorte em ter um chulo a ocupar-se deles. Vamos também dar um passeio pela feira do livro de Lisboa pela mão do Pacheco e ouvir as últimas quanto a editores a quem, por maior que seja a crise, nunca há-de faltar um tremendo jeito para o negócio.
Você acha que vende mais quem fala mais sobre o produto? Errado. Neste episódio, eu te mostro como o cérebro humano realmente decide comprar — e por que a emoção fecha a venda antes da lógica entrar em cena.Falo sobre por que "vou pensar" quase nunca é rejeição, como a confiança vende mais que a pressão, e trago um exemplo de palco que eu uso nas minhas palestras pra explicar a diferença entre despejar informação e gerar impacto.Se você vive de vendas — do balcão à reunião de fechamento — esses minutos podem mudar a forma como você conversa com o seu cliente.Eu sou Diego Maia, palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Dá o play e lembra: onde tem venda, tem vida.
Falo sobre como a Lei 15402/26 é inconstitucional tanto do ponto de vista formal quanto material. O vídeo é um desdobramento de texto publicado no CONJUR: https://www.conjur.com.br/2026-mai-13/inconstitucionalidade-da-lei-15-402-e-a-dosimetria-pelo-legislativo-a-democracia-e-os-limites-constitucionais/
A promoção da educação para a cidadania digital passa por dar voz e espaço à participação. A ARTE tem várias formas de chegar aos mais novos e o jogo «Agora falo eu» é uma delas. Saiba mais em arte.gov.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um novo formato.Cerca de 11 minutos de uma partilha intimista. Para que possamos ficar mais próximos.A forma que escolhi para responder de forma mai completa as vossas questões.BEM VINDOS a este novo formato.
1. Falošný mierotvorca 2. Gašpar nikam neodíde 3. Tosma3 dotrolloval
Falo de um caso recente que aconteceu em Contagem (MG), em que uma professora de educação infantil foi demitida por ser casada com uma mulher. Discuto a aplicação da criminalização da homofobia, da melhor interpretação do Plano Nacional de Educação e outras questões sobre o caso
Quando pensamos nos históricos países do vinho, quase ninguém menciona a Macedônia do Norte. Escondida entre montanhas balcânicas e vales banhados pelo rio Vardar, existe uma das culturas vínicas mais antigas da Europa… e talvez uma das mais subestimadas do mundo?.Nesta videoaula abordo sobre o país onde o vinho não é apenas bebida, é identidade, resistência, herança e alma. Falo sobre a poderosa Vranec, as vinhas de Tikveš e imensas outras curiosidades de um terroir que começa finalmente a chamar atenção internacional..
Discuto a decisão que o STF deu às ADI's 7612 e 7631 e à ADC n. 92 que tratavam da lei n. 14.611/23. Discuto os fundamentos das ações e as razões pelas quais o STF declarou válida a lei. Falo sobre a conformidade desta lei também com a Convenção n. 100 da OIT e com leis de outros países.
Falo a recente decisão do STF na ADI. n. 7847, que declarou inconstitucional lei do Espírito Santo que dava aos pais poder de proibir que seus filhos tenham acesso a atividades pedagógicas sobre gênero/sexualidade. Na mesma sessão o STF também declarou inconstitucional (ADPF. n. 1153) lei de Betim (MG) que proibia "linguagem neutra" nas escolas.Discuto os fundamentos do STF para tomar as 2 decisões, inclusive sobre o abuso legislativo que elas representam.
#PAINCAST #medicina #neurocirurgiafuncional_________________________________APRESENTADORES:Dr Alessandro Mesquita - Instagram @dr.alessandro_ortopediaedorDr Andre Meireles Borba - Instagram @dr.andreborba_neurocirurgiaoINSTAGRAM DO CANAL:@pain.castCAPTAÇÃO E TRANSMISSÃO:Carbono Studios - Instagram @Carbono.studios
Falo sobre recente decisão dada pelo STF na Reclamação n. 94.377 na qual o Min. Flávio Dino cassou decisão do TRE/PR que havia censurado reportagem de um portal online em que este transcrevia decisão do TSE que cassou o mandato do ex-deputado Deltan Dallagnol. Discuto os fundamentos da decisão e a questão sobre liberdade de imprensa e vedação à censura.
Falo sobre recente decisão judicial que condenou um Professor da USP - Ribeirão Preto por transfobia contra 2 alunas travestis do curso de Medicina daquela Universidade. Discuto o caso e a sentença aplicada e falo sobre pluralismo na Universidade.
1. Koalícia stále hľadá spôsob, ako naštartovať rast 2. Dôchodková prognóza je oveľa spoľahlivejšia pre 50-tnikov 3. Medicínske laboratóriá medzi sebou nesúťažili, ale spolupracovali 4. Umelá inteligencia preniká medzi ľudí extrémne rýchlo
Dôchodková prognóza Sociálnej poisťovne ukáže miliónom Slovákov prvýkrát konkrétnejší odhad ich budúcej penzie z 1. a 2. piliera. Vysvetľujeme, kde ju nájdete, aké čísla si v nej všímať a prečo ju netreba brať ako istý sľub budúcnosti. Pozrieme sa aj na to, ktorí občania dostanú nulovú prognózu či alternatívne scenáre a na to, prečo sa pri starnutí populácie neoplatí spoliehať len na štát. Rezervačný formulár Sociálnej poisťovne pre doplnenie chýbajúcich údajov: https://esluzby.socpoist.sk/crse/?ref=18 Investujte s Finaxom jednoducho a online do obľúbených indexových fondov ETF už od 10 € Začnite
A oração é uma prática espiritual que muita gente faz todos os dias. De forma geral, as pessoas têm a tendência de ser repetitivas com as palavras que usam e me preocupo com isso, afinal, a oração é relacionamento.Veja o que diz o Salmo 71 no verso 4: "Livra-me, Deus meu, das mãos do ímpio, das garras do homem injusto e cruel."Este salmo aborda um tema muito comum nas orações que é o pedido de proteção contra o mal. Geralmente pedimos ao Senhor que nos livre do mal, de forma genérica. "Livra-nos do mal!" Sim, foi Jesus quem nos ensinou a orar assim.O salmista fala do homem injusto e cruel, que também é uma expressão genérica. Este homem do salmo não tem nome. O salmista não fala de alguém em específico, mas de uma possibilidade, que sem dúvidas, é real.O mal está por aí, ele é genérico mesmo. Não tem um rosto específico e nem uma placa no peito dizendo quem ele é. Contudo, há também um alerta importante. Existe o mal que não é genérico. Falo do mal que você conhece e sabe detalhes. Sobre este mal você não deve apenas fazer orações, você deve se afastar. Para este tipo de mal, além das orações, você precisa tomar atitude.O Senhor é quem nos guarda e quem nos livra de todo mal, tenha ele um nome ou não. Contudo, se você vê o mal em seu dia a dia, decida não andar com ele e nem se relacionar com ele. Essa parte é sua responsabilidade.
Cabo Verde realiza eleições legislativas no próximo dia 17 de Maio para eleger os 72 deputados do Parlamento. Esta décimas primeiras legislativas contam com cinco formações políticas, entre elas o partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade (PTS), que concorre em seis dos 13 círculos eleitorais. Jónica Brito Tavares, líder do PTS, defende a diversificação da economia através da economia azul e a descentralização do desenvolvimento entre as ilhas. O partido propõe ainda o reforço da transparência, a melhoria dos serviços públicos, a valorização da diáspora e uma aposta na prevenção das alterações climáticas e no reforço da participação cívica. O partido afirma que não concorre para governar, mas para eleger deputados. Qual é o objectivo político concreto nestas eleições? Estas eleições são eleições para eleger deputados. A figura do Governo e do Primeiro-Ministro é consequência dos resultados dessas eleições. Por isso, o PTS tem uma mensagem que é concorrente a deputados para os assentos parlamentares de que Cabo Verde dispõe: os 72 lugares. Apresentam-se como um partido jovem. Que medidas propõe o PTS para responder ao desemprego jovem em Cabo Verde? Propomos a valorização da mão-de-obra jovem. Hoje temos jovens que, apesar de terem uma formação académica sólida, não se revêem no retorno do investimento que fizeram nas suas vidas, que lhes permita viver. Falamos da valorização, da diversificação de opções de emprego, de oportunidades concretas, transparentes e iguais para todos. Uma maior aposta na formação? A educação sempre foi um factor de mudança de vida na história de Cabo Verde e hoje não é diferente. Os jovens apostam cada vez mais na formação, mas também entendemos que esta formação deve ser direccionada para a realidade do país. Formações no âmbito da economia azul. Fala-se tanto da zona económica exclusiva, da economia azul, mas não se apresenta um plano concreto de como a população de Cabo Verde, principalmente sendo uma população jovem, beneficiará desta economia azul. Quais são os entraves para o desenvolvimento da economia azul? No país, temos jovens pescadores que ainda trabalham de forma bastante artesanal, enfrentando enormes dificuldades para garantir um rendimento digno. É uma actividade que continua a exigir muito sacrifício, com pouca valorização e limitado apoio técnico e financeiro. Por outro lado, existem também jovens empresários que procuram inovar e empreender em áreas ligadas aos desportos aquáticos e à economia do mar. No entanto, muitos acabam por desistir a meio do caminho devido à falta de atenção, acompanhamento e apoio efectivo por parte do Governo cabo-verdiano, sobretudo no que diz respeito à criação de garantias, acesso a financiamento e condições para ampliar o seu campo de actuação. O PTS propõe o fim desta burocracia? O Parlamento é um lugar onde se pode questionar e exigir transparência e exigir que as promessas eleitorais não fiquem pelo período de campanhas eleitorais. Que saiam do papel e cheguem a cada canto de Cabo Verde, de Santo Antão à Brava. Face à dependência do turismo e das remessas enviadas pelos imigrantes: como é que pode Cabo Verde diversificar a economia? A economia azul é uma das opções. O cabo-verdiano sente falta de aproveitar melhor o mar que tem. Temos acordos internacionais e há países que tiram proveito do nosso mar. Mas qual é a percentagem de cabo-verdianos que está, de facto, a beneficiar deste território que temos? Falamos também da diversificação económica e da aposta na produção nacional. A dependência externa tem constituído um bloqueio ao potencial de desenvolvimento de Cabo Verde. Defendemos uma forte aposta na agricultura. Hoje, temos pessoas formadas e com capacidade para impulsionar este sector. Fala-se muito do digital, e essa deve ser uma aposta estratégica de Cabo Verde. Quando pensamos no digital, pensamos em tecnologia, inovação e modernização. Acreditamos que a aposta na tecnologia, em benefício da agricultura, da pecuária, da transformação industrial e até do turismo verde sustentável - que hoje já apresenta alguma dinâmica em ilhas como Santo Antão e Santiago - ainda não tem recebido a devida atenção e equidade por parte dos sucessivos governos. Apesar dos avanços no sector dasaúde, persistem desigualdades entre ilhas. Que soluções defende o PTS para garantir um acesso equitativo? Os avanços neste sector são visíveis. No entanto, o facto de existir uma forte centralização no Hospital Nacional, na Praia, tem criado limitações, sobretudo devido à condição arquipelágica do país. As dificuldades inerentes às deslocações para aceder a estes serviços acabam por sobrecarregar a estrutura nacional de saúde. Temos conhecimento de que já foram apresentadas, por duas vezes, propostas para a construção de um novo hospital nacional. Contudo, isso, por si só, não basta. É necessário descentralizar os serviços de saúde e levá-los a outras ilhas, apostando em infra-estruturas equivalentes e com o mesmo nível de qualidade em ilhas com capacidade para acolhê-las. O objectivo deve ser criar uma rede mais equilibrada e acessível, especialmente em regiões estrategicamente mais próximas de outras ilhas. A regionalização tem sido um tema recorrente no debate político em Cabo Verde. Que modelo defende o PTS para descentralizar o poder em Cabo Verde? Falamos aqui de dar mais poder às ilhas, através da criação de instituições e agências que possam trabalhar, com base em estudos e dados concretos, para uma melhor redistribuição do rendimento. Defendemos também a criação de uma agência voltada para o equilíbrio territorial, que tenha como missão promover maior justiça territorial e criar oportunidades mais equitativas entre as ilhas. Sabemos que a dimensão e as particularidades de cada ilha deverão ser tidas em conta nesse processo. O PTS defende a descentralização política, económica e social, para que todas as ilhas se sintam parte integrante do desenvolvimento do país. Os transportes continuam a ser um grande desafio em Cabo Verde. Que propostas apresenta o partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade para melhorar a mobilidade entre as ilhas? Defendemos uma maior transparência no sector. Ao longo dos anos, têm-se verificado várias situações relacionadas com processos de privatização que, na prática, não têm dado uma resposta eficaz. No final das contas, acaba por ser o financiamento público a cobrir as falhas deixadas pelos operadores privados, que não conseguem responder de forma adequada às necessidades do país. Para nós, é fundamental que o Estado assuma um papel central neste sector. Acreditamos que o sector privado é importante em qualquer economia, mas, no caso de Cabo Verde, o Governo deve reconhecer que a ligação interilhas é uma questão de sobrevivência para a população cabo-verdiana. Numa altura de maior pressão migratória a nível global, que política propõe o partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade para apoiar a diáspora cabo-verdiana? A diáspora cabo-verdiana é a nossa 11.ª ilha. Temos mais cabo-verdianos fora do país do que dentro dele. Por isso, defendemos o mapeamento da diáspora e uma diplomacia orientada para a protecção e valorização das comunidades cabo-verdianas no exterior. Falamos também da capacidade diplomática de Cabo Verde para negociar melhores condições de integração dos nossos emigrantes, sobretudo num contexto internacional em que a migração enfrenta crescentes tentativas de limitação, contrariando esta ideia de cidadão global com a qual o cabo-verdiano sempre se identificou. Defendemos ainda que a diáspora tenha um papel mais activo e representativo nas estruturas e instituições nacionais. Propomos a criação de um conselho de concertação social que integre representantes da diáspora e defendemos que o projecto do Conselho Nacional das Comunidades deixe de estar apenas no papel e passe efectivamente à prática. O objectivo é garantir que a nossa emigração esteja integrada não só fora do país, mas também na vida institucional e no desenvolvimento de Cabo Verde. Cabo Verde é um país vulnerável às alterações climáticas. Que medidas concretas defende o partido para lidar com este flagelo? Cabo Verde é particularmente vulnerável às alterações climáticas devido à sua condição insular. Tivemos recentemente um episódio que demonstrou que o país não está imune a este flagelo. Propomos medidas de prevenção, sobretudo para reduzir o impacto das mudanças climáticas e evitar que estas continuem a representar tragédias para o povo cabo-verdiano. Devemos apostar em melhores condições de habitação e no aumento do rendimento das famílias, para que as pessoas possam preparar-se melhor para estas calamidades. Falo, por exemplo, de medidas concretas para combater a erosão dos solos e proteger o território nacional. Perante os actuais conflitos internacionais, nomeadamente a guerra no Médio Oriente, qual deve ser o posicionamento de Cabo Verde? Cabo Verde deve ontinuar a trabalhar com os parceiros, no sentido de reforçar a nossa diplomacia, mas, essencialmente, ter em conta que é preciso fazer um trabalho em casa, ouvindo os cidadãos para aproveitar sempre da melhor forma as questões externas. Cabo Verde não tem um posicionamento ou enquadramento directo, mas acreditamos que está claro: a história mundial mostra-nos que a paz é sempre o melhor caminho. Num contexto global de crescente pressão sobre a democracia, quais são os principais desafios que se colocam a Cabo Verde? E de que forma podem ser enfrentados? A transparência e a boa governação são desafios fundamentais. É também necessário aproximar os cidadãos da vida política, sobretudo num país em que os dados estatísticos mostram que quase 50% da população se abstém de votar. Isso revela que muitos eleitores já não acreditam que o seu voto tenha o devido peso ou impacto nas decisões do país. Por isso, é essencial reforçar a confiança nas instituições e promover uma maior participação cívica. A dimensão humana nunca deve ser esquecida. O PTS defende uma política centrada nas pessoas, em que o objetivo coletivo também respeite e represente as individualidades inerentes à condição humana.
Voltar com o Diário da Gravidez depois de tantos anos… tem um significado diferente dessa vez.Neste episódio, eu compartilho como foi viver o primeiro trimestre dessa gestação aos 40 anos — atravessada por uma perda recente, muitos sentimentos e uma nova forma de olhar pra tudo isso.Falo sobre os medos silenciosos, a fé que sustenta, as mudanças no corpo, os sintomas, a rotina com dois filhos, o sono, os desafios e também os momentos de presença que transformam tudo.Trago uma reflexão sobre prender a confiar, mesmo quando o coração ainda carrega memórias difíceis e sobre viver um dia de cada vez.Se você está grávida, já passou por isso ou simplesmente quer se sentir acompanhada nesse processo… esse episódio é pra você.
Discuto a PEC. 221/2019 que propõe o fim da escala 6x1, substituindo-a pela escala 5x2. Falo sobre a tramitação da PEC, as vantagens de sua aprovação e algumas críticas. Mostro como a medida já é adotada em outros países e discuto: se 71% dos brasileiros são a favor, então a quem o Congresso representa caso vote contra?
Raramente és tu.Neste episódio falo sobre máscaras. Nas as do Carnaval - essas pelo menos sabes que tens. Falo das outras. As que construíste para sobreviver, para pertencer, para manter a paz.
19 anos juntos.Filhos pequenos.Muitas brigas.E a sensação de que o casamento chegou ao fim.Neste vídeo, respondemos uma pergunta que muitos casais vivem em silêncio: ainda existe esperança quando o relacionamento parece desgastado demais?Falo sobre distanciamento emocional, rotina, conflitos constantes e o que realmente pode destruir ou restaurar uma família. Se você está passando por uma crise no casamento ou quer entender como salvar um relacionamento antes que seja tarde, esse vídeo é para você.Você quer restaurar o seu casamento? Dê uma última chance ao seu casamento nossa mentoria de inteligência emocional para casais. Agende a sua sessão experimental.Atendimentos nacionais e internacionais para transformar casamentos infelizes em casamentos extraordinários. Toque no link abaixo e agende
Neste episódio do C.A.O.S. Fotográfico, faço uma leitura sobre o momento atual do mercado de imagem, com a inteligência artificial reorganizando a forma como fotógrafos, marcas e clientes percebem valor, autenticidade e diferenciação.Falo sobre concursos de fotografia impactados por imagens geradas por IA, o crescimento da desconfiança diante de fotos muito perfeitas, a importância dos bastidores como prova de processo e a necessidade de cada fotógrafo desenvolver uma assinatura visual mais reconhecível.Também comento movimentos recentes de marcas e plataformas, como Fujifilm, Lumix, Divine e iniciativas ligadas à fotografia autoral. No centro da conversa está uma pergunta prática: em um mercado cada vez mais saturado por tecnologia, o que ainda torna um fotógrafo realmente único?No vídeo, também apresento o Mapa R.U.M.O. Ao Vivo, uma proposta de leitura individual para fotógrafos que sentem que estão trabalhando, postando e produzindo, mas ainda precisam entender melhor qual direção seguir.A fotografia não está acabando. Mas o mercado mudou. E talvez o desafio agora seja menos tentar acompanhar todas as ferramentas e mais entender o que, no seu trabalho, nenhuma ferramenta consegue copiar com facilidade.Temas do vídeo:Inteligência artificial na fotografiaAutenticidade e bastidoresConcursos de fotografia e imagens geradas por IABranding fotográficoAssinatura visualFuji, Lumix e movimentos do mercadoMapa R.U.M.O. Ao VivoEstratégia para fotógrafos profissionaisLink para saber mais sobre o Mapa R.U.M.O. Ao Vivo: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/mapa-rumo-ao-vivo-fotografia-negocio-2026Continuidade é na iniciativa Fotograf.IA+C.E.Foto - https://www.enfbyleosaldanha.com/comunidade-fotograf-iaSe você vive da fotografia, este não é mais um vídeo de tendência. É uma leitura de cenário.→ Toda segunda, às 21h, tem análise ao vivo→ Conteúdos completos no blog, Spotify e comunidadeSaia da ilha. Entenda o jogo.Links citadosMapa R.U.M.O.https://www.enfbyleosaldanha.com/mapa-rumo-2026O C.A.O.S. Fotográfico é uma série de encontros semanais onde analisamos os movimentos do mercado da imagem, tecnologia e criatividade.Se você trabalha com fotografia, audiovisual ou criação de conteúdo, este episódio oferece uma leitura estratégica do momento atual da profissão.
Falo sobre recente decisão que condenou um pastor em Roraima por intolerância religiosa. Discuto a lei do racismo e como há um aumento dos casos de racismo religioso.
Episódio que era para de atualização mas acabou sendo sobre amor. Falo sobre viagem para a região de Balneário Camboriú, me vestir de coringa (do baralho), manipulação, tarô, leituras recentes, que incluem Clube da Luta (Chuck Palahniuk), Nostalgia (Mircea Cartarescu), O Grande Gatsby (Scott Fitzgerald) e principalmente O Deus Oculto no Canto do Córner (Milton Gustavo). Os temas são cinismo, vazio, e com o último, redenção, paz, humor, bênção. Refletindo nos últimos tempos, naturalmente volto para Dylan, para o querido filósofo dinamarquês e Eliot. A vida é boa, apesar de tudo.Entrevista do Milton Gustavo com o Hiperbóreos: https://www.youtube.com/watch?v=3n8cmYaqb-g
Falo sobre recente decisão da UFMG de abrir vagas adicionais para pessoas trans/travestis e a Ação Popular que foi proposta contra a medida. Discuto a diferença entre vaga adicional e cotas e o que significa o direito à igualdade.
Na Marse už zase objavili niečo zaujímavé: organické látky, ktoré síce ešte nie sú základnými kameňmi života, ale ktoré k takýmto látkam nevyhnutným na život vedú. Tento týždeň sa v podcaste Zoom vyberieme na červenú planétu a dozvieme sa, aké to je, keď umelé inteligencie uveria vo falošnú chorobu. – Všetky podcasty denníka SME si môžete vypočuť na jednom mieste na podcasty.sme.sk. – Ak máte pre nás spätnú väzbu, odkaz alebo nápad, napíšte nám na podcasty@sme.sk – Odoberajte aj (Ne)vedecký newsletter Tomáša Prokopčáka na sme.sk/nevedecky – Ďakujeme, že počúvate podcast Zoom.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do C.A.O.S. Fotográfico, eu organizo algumas das principais mudanças que estão atravessando o mercado da fotografia agora: inteligência artificial, visibilidade, Instagram, indicação, curadoria, legado e valor percebido.A pergunta central é simples: o fotógrafo profissional está construindo um negócio mais forte ou apenas reagindo ao barulho da semana?Falo sobre por que o Instagram não pode ser o único território de autoridade, como a IA começa a pressionar trabalhos medianos, por que a indicação continua sendo um dos motores mais fortes da fotografia, e como a lógica da “moeda ruim” pode contaminar o portfólio quando o fotógrafo publica apenas para alimentar o algoritmo.Também entro em um ponto essencial: em um mundo cada vez mais digital, automatizado e acelerado, o valor do físico, do impresso, do álbum, do livro, da experiência e do legado pode voltar a ganhar força.O C.A.O.S. Fotográfico é um espaço para olhar o mercado com mais calma, conectar notícias aparentemente soltas e transformar excesso de informação em leitura prática para quem vive da imagem.Para acompanhar minhas análises sobre fotografia, IA, mercado e posicionamento, assine a Spotlink Newsletter e conheça também a comunidade Fotograf.IA + C.E.Foto.A propósito, vale conhecer mais sobre o Mapa Rumo e a comunidade Fotograf.IA + C.E.Foto.Mapa R.U.M.O. ao Vivo (12/5): https://www.enfbyleosaldanha.com/post/mapa-rumo-ao-vivo-fotografia-negocio-2026Continuidade é na iniciativa Fotograf.IA+C.E.Foto - https://www.enfbyleosaldanha.com/comunidade-fotograf-iaSe você vive da fotografia, este não é mais um vídeo de tendência. É uma leitura de cenário.→ Toda segunda, às 21h, tem análise ao vivo→ Conteúdos completos no blog, Spotify e comunidadeSaia da ilha. Entenda o jogo.Links citadosMapa R.U.M.O.https://www.enfbyleosaldanha.com/mapa-rumo-2026O C.A.O.S. Fotográfico é uma série de encontros semanais onde analisamos os movimentos do mercado da imagem, tecnologia e criatividade.Se você trabalha com fotografia, audiovisual ou criação de conteúdo, este episódio oferece uma leitura estratégica do momento atual da profissão.
História da Música de Angola é a obra que o escritor, professor e jornalista Albino Carlos lançou recentemente em Lisboa. O livro consolida o elo entre identidade, cultura e história. Abordando a produção musical feita nos diferentes géneros e em diferentes línguas nacionais, Albino Carlos contribui para promover a “definição de quem é o angolano e de quem é Angola.” História da Música Angolana é o livro que faltava para um melhor entendimento do manifestar musical de angolanas e angolanos. O mais recente trabalho de Albino Carlos proporciona uma viagem pela alma musical de Angola, pela essência do povo angolano. Estabelecendo a relação entre história, cultura e identidade, o livro História da Música Angolana torna-se essencial para pintarmos um mais elucidativo quadro de uma sociedade onde o cantar e dançar são forma de viver e podem fazer um país evoluir nas diferentes relações dentro da imensa comunidade formada por todos aqueles que fruem da música angolana. A RFI aproveitou a presença do Albino Carlos na capital portuguesa para uma conversa sobre a singularidade da cultura musical de Angola e o livro recentemente editado em Portugal pela Oficina da Escrita. Albino Carlos começa por revelar que a ausência de bibliografia produzida por académicos e estudiosos angolanos foi um dos elementos que espoletou a obra agora lançada. Albino Carlos, autor do livro História da Música de Angola: Este livro nasceu de um questionamento existencial e intelectual. Intelectual por quê? Porque fui percebendo, ao longo do tempo, que a maior parte da bibliografia, dos estudos académicos sobre a música angolana eram feitos por académicos e estudiosos estrangeiros. São conhecidos os estudos profundos do professor Mesquitela Lima, são conhecidos os estudos profundos que a antiga Companhia Nacional de Diamante fez sobre a produção musical da região do Leste, são conhecidos estudos que muitos estudiosos, ainda no século XVIII, alemães fizeram sobre a música angolana. Portanto, havia esta dúvida, este questionamento intelectual: qual a razão pela qual Angola, sendo um país musical, tem tantas músicas, tanto quanto tem de povos e nações, não era objeto de estudo nas universidades, não era objeto de aprofundamento académico por parte dos intelectuais e por parte, sobretudo, da classe académica angolana. Esta foi a perspectiva do questionamento intelectual. Depois, houve também um certo questionamento existencial. O Luis sabe que nós somos a música que produzimos e que fazemos. Os povos definem-se muito pela música, porque a música é a arte das artes, é a expressão da nossa alma. Em qualquer parte do mundo, se disser que estou a cantar um fado, as pessoas remetem logo para Portugal. Basta falar no samba, as pessoas remetem logo para o Brasil, e assim sucessivamente. Tendo em conta que a música, no caso particular da Angola, é um dos mecanismos que os angolanos mais se socorrem para falar de si, para contactar o outro, para chorar, para dançar, para... . Enfim, tendo em conta a importância que esta mesma música desempenhou, quer na resistência contra o colonialismo, quer para suportar as agruras da escravatura, e até na guerra civil que aconteceu, que dilacerou o nosso país, foi graças ao canto, foi graças ao batuque, que os angolanos e Angola resistiram a esses momentos tremendos que nós passávamos e que queremos esquecer. Portanto, a música desempenhou um papel muito, mas muito importante na definição de quem é o angolano e de quem é Angola, quem a Angola é. É esta questão existencial. Quer dizer, eu sempre me bati para que o semba também fosse reconhecido como o símbolo do nosso fazer musical, a simbologia daquilo que o angolano gosta de ser. Então, é por aí que eu decidi começar a fazer um estudo sobre a nossa música. Nos últimos 15 anos da minha vida, mesmo passando pela política, pela docência universitária, fui fazendo os meus estudos, mas também fiz um desafio pessoal, eu não queria fazer um livro sobre música angolana, como eram feitos os livros sobre música. RFI: Então, qual foi o desafio que se colocou? Albino Carlos: Fazer difrente, contar a história da Angola através da sua música. Ver como é que a música caracterizou o angolano. Como é que nós cantamos o amor, como cantamos o infortuno, como vivemos o luto, qual é a força que tem o comboio na simbologia tradicional angolana, como é que cantamos a escravatura. Eu fiz esse estudo profundo e daí resultou num livro enormíssimo que eu chamo de Trilogia da Música Angolana. Este é o primeiro livro, História da Música Angolana, e dei muito destaque à nossa tradição oral, ao cancioneiro tradicional, que é a origem de toda esta musicalidade, sobretudo popular e moderna. Quis fazer também uma recolha de todas as letras das músicas mais emblemáticas angolanas, porque eu via que tínhamos dificuldades. Por exemplo, Muxima, a letra de Muxima, tinha dificuldade em encontrar. Quem quer a letra de Umbi-Umbi, que é uma música de tradição oral, uma música que é muito local, mas tornou-se um hino universal. Era difícil encontrar a letra. Então, fiz também um trabalho de recolha daquelas músicas mais emblemáticas, quer na língua nacional Quimbundo, que é uma das línguas mais preponderantes, como naquelas línguas que também são, de certa forma, subalternizadas. Mas há registros musicais muito fortes nessas línguas. Então esse é o desafio que eu me propus. Este é apenas uma parte deste desafio, porque a trilogia é composta pela História da Música Angolana, que é praticamente o início da música, quais são os temas fundamentais da música, quais são os elementos constitutivos do discurso musical angolano. RFI: História da Música Angolana é o livro que foi recentemente apresentado. Há, então, mais dois a serem publicados? Albino Carlos: Sim, faz parte de uma trilogia sobre o fazer musical angolano. Há um livro que é só sobre o semba. Mas não é um livro, ao contrário dos outros livros, que são muitas cronologias históricas, nasceu no dia tal, o grupo... Não, eu fiz uma análise do discurso musical. O que o semba canta e como canta. A fome, a miséria, a guerra, o ciúme, a paixão. Enfim, eu fiz uma análise semiótica do discurso musical. Ao invés de preocupar-me em falar sobre os grupos, o historial cronológico dos fenómenos musicais, não. Eu fiz uma coisa um pouco mais difícil. Eu queria fugir um bocadinho daquilo que são normalmente os livros sobre história das músicas, quer em Portugal, quer no Brasil. RFI: O Semba que está, neste momento, em processo de candidatura para que venha a ser considerado como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. Albino Carlos: Eu penso que neste momento há condições objetivas e subjetivas que nos permitem estar mais animados neste processo. Porquê? Porque o Fado já foi reconhecido, o Samba de Roda já foi reconhecido, a Coladera foi reconhecida, muito recentemente o Reggae foi reconhecido, a Rumba foi reconhecida. São todas musicalidades que bebem, intercambiam, têm subsídios com o Semba e são parecidos com o Semba. Há, digamos assim, elementos que se cruzam entre o Semba e o Samba. Há uma influência muito forte da musicalidade africana no Fado. O Reggae não preciso mais dizer, o Reggae vem da África, se bem que tem uma essência muito forte daquela região, do Caribe. E nesse contexto, o Semba, pelo fato de ser uma música nacional, mas muito aberta ao mundo, da mesma forma que é o angolano, é um povo africano, mas muito aberto ao mundo. Nós herdamos um bocadinho esta particularidade dos portugueses. Portugal é um pequeno país que dominou o mundo, não é? Espalhou-se por mares nunca antes navegados. Herdamos esta abertura, esta pluralidade, esta multiplicidade, este diálogo com o outro, este intercâmbio, esta miscigenação. É isto que nos faz fortes e é isto que faz forte o Semba, porque o Semba é uma música urbana. Obviamente que as raízes vêm da Ambaca, daquela região do Cuanza Norte, mas passou a ser Semba, como Semba, a partir do momento em que o N'gola Ritmos fez dele um ritmo mais urbano. Já tem viola, é uma música popular, é moderna. Mas também neste Semba tem influência portuguesa, do Fado e outras sonoridades portuguesas e europeias. Tem muita influência também latino-americana, tem muita influência da Rumba congolesa, sendo certo que a Rumba também tem alguma origem em Angola, mas é daquela região. Portanto, o Semba é, digamos assim, o melhor espaço que o angolano encontrou para se definir a si mesmo, para expressar aquilo que vai na alma, para se relacionar com o mundo. O Semba, por intermédio de algumas derivações, como o Kuduro e a Kizomba, tem dado sons aos sons do mundo. Hoje a Kizomba conquistou o mundo, hoje toda a gente quer dançar Kizomba, mas a Kizomba não é só mais uma derivação do semba. RFI: O que é que se pode encontrar neste livro? Albino Carlos: É um livro que faz uma viagem pelas práticas musicais angolanas. É um livro que dá muito ênfase à identidade musical de Angola, às línguas nacionais e como é que essas línguas nacionais, estando mais próximo daquilo que são os rumores do nosso pensamento e da nossa alma, expressam melhor o nosso pensamento, os nossos sonhos e as nossas frustrações. É um livro que também faz muita referência ou dá grande destaque à música de intervenção. O Luís sabe bem que a música de intervenção jogou um papel muito importante na nossa independência e também jogou um papel muito importante no 25 de abril. Zeca Afonso é uma figura emblemática. Zeca Afonso marcou a música de intervenção angolana. Os grandes trovadores portugueses, sobretudo daquele período quente do 25 de abril, marcaram profundamentalmente a música de intervenção e esta música de intervenção teve um papel extraordinário no desenrolar no xadrez político angolano naquele período da independência. Falo também da música como um espaço de libertação da mulher. A música também é isto, tem também sentido de missão. Por exemplo, Angola ainda sendo um país com uma certa cultura machista, como é que as mulheres, através da música, conseguiram serem sujeitos de discurso ao invés de objetos de discurso? Cantava essa mulher, né? Oh, Maria... Não, agora é a Maria que está a cantar sobre o Zé, é a Maria que está a cantar sobre ela, é a Maria que está a cantar como uma pessoa, não como uma mulher, não como um indivíduo, não para se contrapor ao homem, mas para afirmar-se, para um espaço de liberdade, um espaço de expressão. É um livro que também fala sobre algumas particularidades do discurso musical, por exemplo, a força do comboio, a força da feitiçaria, a força da religião, a força da tradição e como é que faz essa mistura com o discurso da modernidade. É um livro que também fala sobre a canção infantil angolana, mas, obviamente, sempre fazendo referência ao que se faz também ao nível do mundo, sobretudo, à forte influência que Portugal exerce e continua a exercer na nossa idiosincrasia. Por exemplo, nós não podemos falar da canção infantil angolana sem referências profundas dos cantos de ninar de Portugal. O “Atirei o pau ao gato”..., enfim. Todos nós tivemos uma infância cuja banda sonora eram aquelas músicas que os nossos avós, os nossos pais foram cantando e continuamos agora a transmitir aos nossos filhos e aos nossos netos. E tenho a convicção profunda de que os nossos filhos, os nossos netos vão também transmitir essa experiência de socialização, de passar valores da família, do amor, da fraternidade, por intermédio da canção infantil. A canção infantil angolana também desempenhou este papel e tem desempenhado até um papel muito mais do que aquilo que é a canção de ninar ou a canção de roda. É uma canção que foi usada também para incutir nas nossas crianças, o amor à terra, para conhecerem o seu país, para terem o orgulho da sua nacionalidade. Enfim, a história da música angolana é a história da Angola contada através da sua música. Sendo certo que Angola é um país novo, está a construir a sua história, está a escrever a sua história. Mas, a história da Angola não será completa sem o capítulo relacionado com a música. De tal sorte que a história da Angola confunde-se com a história da música angolana. É esta a tese fundamental deste livro. RFI: Albino Carlos, qual foi o grande desafio, os grandes obstáculos, que encontrou para escrever este livro?Albino Carlos: Desde logo a bibliografia, a dificuldade de recolha das músicas. Tive uma dificuldade porque eu, sendo de Luanda, não domino as línguas nacionais, domino mais ou menos o quimbundo, mas não domino as outras línguas. E isto, de certa forma, pode ser uma crítica, e já agora é uma crítica que eu aceito. Houve um certo pendor para o grupo etnolinguístico quimbundo, que é da minha região, da zona de Luanda. Há um certo privilégio, digamos assim. Houve maior preponderância na recolha e na abordagem desse espaço etnocultural. Mas não foi por intenção. Foi pela minha dificuldade, foi pela minha incapacidade intelectual. Obviamente que fez um esforço enormíssimo que este livro espalhasse a diversidade cultural. Porque é da diversidade cultural que reside a força e a riqueza da Angola. Angola é o que é porque existem 21 províncias, existem várias nações, no intuito de criar uma só nação, uma nação forte, um só povo e uma só nação. Quer dizer, num conceito no sentido de afirmar a sua identidade e se afirmar no contexto das nações. Esse foi o grande desafio. Por outro lado, houve também o desafio da pouca bibliografia. Vou só dar um exemplo, de 1960 até hoje, pouco menos de 40 obras existem sobre a música angolana. Mesmo sendo este país conhecido a nível internacional pela música. África do Sul, por exemplo, que é aqui a nossa vizinha, tem mais de 300 títulos sobre a sua produção musical. Que abrange desde a música tradicional ao mais moderno dos modernos. O Kuduro, esta música que nos tem afirmado a nível internacional, o primeiro doutoramento foi feito numa universidade portuguesa. É este o grande desafio que é lançado aos angolanos. RFI: A obra foi recentemente publicada em Portugal. Depois de Portugal, o que é que pode acontecer? Albino Carlos: De facto, o livro criou muitas expectativas. Porque eu fui falando ao longo desse tempo. Na qualidade académico, coloquei a problemática da música na universidade, na academia. Fui alertando, ao longo desse tempo, que estava a produzir esta obra. Portanto, há muitas expectativas em Angola. Estou a ser cobrado. Obviamente que problemas de logística e problemas financeiros limitam a possibilidade de poder lançar em Angola. Mas estamos a envidar todos os esforços no sentido de que no mês de junho nós possamos fazer o lançamento em Angola. Moçambique também já convidou, o Brasil também já está interessado nesta obra. Significa dizer que, em colaboração com a editora, vamos colocar esta obra em todo o espaço da lusofonia. Sendo certo que o nosso fazer musical, o fazer musical do espaço da lusofonia, carece de bibliografia. Para que os nossos cidadãos sintam-se orgulhosos do seu discurso. De um dos discursos que mais marcam. Um dos discursos que mais marca a lusofonia é a música. Não existe Brasil sem samba. Portugal sem o fado, não sei o que seria.
Falo sobre denúncia feita à Comissão de Diversidade Sexual e Gênero da OAB/MG de que o Judiciário estaria permitindo o acesso público a processos em que partes são pessoas que vivem com o HIV. Discuto a legislação que fala sobre o tema e as consequências que isso pode ter.
Sedíš na meetingu a povieš:„Actually, we are working on a new project."Druhá osoba sa na teba trochu čudne pozrie.Nič nepovie. Ale niečo nesedí.Problém nie je tvoja gramatika.Problém je slovo, ktoré si použil.Actually neznamená aktuálne. Znamená vlastne.A takýchto slov je viac. Znejú podobne ako v slovenčine, ale znamenajú niečo úplne iné.Volajú sa false friends.V tejto epizóde sa pozrieme na päť z nich. Čo skutočne znamenajú. Čo si Slováci myslia, že znamenajú. A čo povedať namiesto toho.Bez gramatiky. Len konkrétne slová a konkrétne opravy.Falošní priatelia sú zákerní práve preto, že vyzerajú bezpečne.Po dnešnej epizóde ich budeš poznať.
Episódio do dia 22/04/2026, com o tema: Há três anos não falo com meu único filho. Apresentação: Kléber Lima e Kaká Rodrigues Em uma busca por mais proximidade com os filhos, é importante persistir. Jamais considerar a desistência como uma alternativa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Falo sobre recente decisão de um juiz do trabalho na qual um empregado processava a empresa em que trabalhou como motorista de caminhão porque foi demitido por justa causa a partir da constatação, através de teste feito pela empresa, de que ele estava com uma certa quantidade de substância ilícita em seu sangue. Diante da ausência de leis brasileiras o juiz resolve usar uma lei dos EUA. Discuto os fundamentos e as razões da decisão à luz da Constituição e da LINDB.
Falo sobre a condenação, agora pelo TJRJ, do ex-prefeito do Rio e hoje Dep. Federal Bispo Crivella, por ter, em 2019, usado sua posição para censurar uma revista em quadrinhos na Bienal do Livro do Rio que trazia um casal de homens se beijando. Discuto liberdade política, liberdade de expressão, censura e discriminação (inclusive pela desigualdade de tratamento).
Falo sobre recente decisão que condenou o Paraná por erro judiciário por ter, por ter colocado o CPF do Jornalista Leonardo Sakamoto como sendo o de uma mulher procurada por homicídio. Discuto questões como erro judiciário, liberdade de imprensa e proteção dos dados.
Hoje eu quero conversar com vocês sobre seitas, mas não do jeito óbvio.Nesse episódio eu falo sobre por que o desejo de pertencer a uma comunidade não é fraqueza, é humano. E sobre como esse desejo legítimo pode ser explorado por estruturas que concentram poder, exploram trabalho e isolam quem questiona. Falo também sobre por que pessoas LGBT, mulheres estão entre as mais suscetíveis a esses grupos, não por ingenuidade, mas porque a sociedade insiste em não criar espaços reais pra elas.Livro que cito:Cultish: The Language of FanaticismPodcast:https://www.soundslikeacult.com/
Falo sobre o PL.663/26 que quer abolir cotas por cor, etnia e gênero nos concursos públicos da Administração Pública direta e indireta de Belo Horizonte. Falo sobre a inconstitucionalidade do projeto e o abuso do processo legislativo.
Falo sobre Projeto de Lei aprovado pela Câmara de Vereadores de BH que permite que familiares, em conjunto com médicos, determinem a internação involuntária de dependentes químicos. Discuto a inconstitucionalidade do Projeto e o abuso do processo legislativo.
Falo sobre a decisão do TJMG que absolveu um homem condenado em 1a instância por abuso de uma menor de 12 anos. Discuto as razões do Tribunal e as contraponho à lei penal e à Súmual 593 do STJ.
Falo sobre a ADI. 6006 e a Recl. 88319 que tramitam no STF e tratam dos "penduricalhos" do Judiciário e Ministério Público. Explico o que são o teto constitucional e as "verbas indenizatórias" e como a remuneração deles excede, em muito, a média mundial.
Neste episódio continuo e agravo o beef que tenho com o pai da Dra. Rita Matias e genro do marido da Dra. Rita Matias desde 2019. Falo também sobre uma coisa relativamente importante que está a acontecer no Médio Oriente.Bilhetes para o Mundo está Top em: https://ticketline.sapo.pt/evento/o-mundo-esta-top-10-anos-jcd-99267Segmento extra em: https://www.patreon.com/jcdireitaInstagram: https://www.instagram.com/jovemconservadordedireitaLivros da piça: https://www.instagram.com/livrosdapica
TEMPO DE REFLETIR 01690 – 01 de março de 2026 Marcos 10:49 – Parou Jesus e disse: Chamai-o. Jesus havia completado Seu ministério na Galileia. Ele avança rumo à antiga cidade de Jerusalém para o último ato do drama. Ao passar por Jericó, a 25 quilômetros de distância, Sua jornada é subitamente interrompida pelos gritos do cego Bartimeu, assentado à margem do caminho. Sabendo que a multidão que passa é liderada por Jesus, ele começa a fazer um grande alvoroço. “Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim” (v.7), ele grita. Acima do barulho da multidão, Jesus ouve o pedido de socorro. A ação verbal aqui é de poderosa eloquência: “Parou Jesus” (v. 49). Mestre na arte de parar em tributo à pessoa em necessidade, Ele interrompe a jornada em completa atenção a esse cego, marginalizado dentro do sistema social e religioso. De acordo com o dogma da retribuição, esses desafortunados estavam pagando os pecados de seus pais ou os próprios pecados. O exercício do sacerdócio fora proibido aos cegos e deformados (Lv 21:17-21), mas aquilo que era algo específico, apenas em relação ao sacerdócio, foi generalizado. Entre os fariseus havia a crença de que eles não eram obrigados a ter piedade dessas pessoas. Alguns chegavam a se orgulhar de atirar-lhes pedras. No caso dos essênios, uma seita do judaísmo, os cegos e portadores de deficiências físicas eram excluídos de suas comunidades. Não eram considerados dignos de ajuntar-se à guerra escatológica entre os eleitos contra as hostes de Belial e muito menos de partilhar do banquete messiânico. Aqui Jesus Se eleva acima das regras religiosas inventadas para segregar seres humanos. Com esse ato, Jesus está dizendo: “Você conta. Você tem valor”. Extraordinário! Com tempo limitado para Sua estupenda missão, nunca O encontramos apressado. Em nenhuma circunstância está ocupado demais. Nunca afetado ou “graduado”, que não pudesse parar para atender a quem O buscasse. Em Jesus, não encontramos a frase comum hoje: “Falo com você depois”. “Chamai-o”, é Sua ordem. A multidão que fora incapaz de fazer o cego calar-se, agora passa a encorajá-lo: “Tem bom ânimo […] Ele te chama” (v.49). Esse é Seu último milagre relatado em Marcos. A sombra da cruz já se projeta sobre Ele, a caminho de Jerusalém, onde a traição, o abandono e as últimas gotas do cálice O aguardam. Ainda assim, Ele toma tempo para esse pobre fragmento humano. Que estímulo extraordinário para buscá-Lo! Que grande estímulo para atender os que nos buscam em necessidade! Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Obrigado, Senhor, porque sempre tens tempo para parar e ouvir o nosso clamor! Obrigado porque temos valor diante de Ti. Louvamos-Te em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Predstavte si, že sa jedného rána zobudíte a na internete kolujú vaše nahé fotografie, ktoré ste nikdy nenafotili. Alebo že sa s najväčšími bolesťami zdôveríte chatbotovi, ktorý vám namiesto odbornej pomoci začne potvrdzovať vaše najtemnejšie bludy. Umelá inteligencia priniesla nielen efektivitu, ale aj úplne nové formy psychologických pascí.Internetová poradňa IPčko zaznamenala v druhom polroku minulého roka extrémny, viac než 700-percentný nárast žiadostí o pomoc v súvislosti s umelou inteligenciou. Nástup takzvaných vyzliekacích (nudify) aplikácií priniesol novú vlnu šikany, pri ktorej obete musia vyčerpávajúco dokazovať, že na intímnych fotografiách v skutočnosti nie sú ony.Odvrátenou stranou AI je aj epidémia osamelosti. Chatboti sa pre mnohých mladých ľudí stávajú jedinými „priateľmi“ či dokonca terapeutmi. Hoci interakcia so strojom chemicky spúšťa v mozgu rovnaké hormóny ako pri ľudskom kontakte, chatbot nikdy nenahradí skutočný vzťah – neháda sa, nekladie hranice, iba neustále pritakáva.O negatívnych dopadoch umelej inteligencie na duševné zdravie, falošných AI psychológoch a dôležitosti skutočných ľudských komunít sa v podcaste SHARE rozpráva moderátorka Lucia Kobzová so Zuzanou Juránekovou, poradkyňou z občianskeho združenia IPčko.Pripravte sa na budúcnosť s knihou od redaktorov Živé.sk „Umelá inteligencia: Pripravte sa na budúcnosť“. Teraz ju máme aj v elektronickej verzii. Nájdete ju na obchod.aktuality.sk.TIP: https://zive.aktuality.sk/clanok/0RfdZVW/nahliadnite-do-buducnosti-vydavame-knihu-o-umelej-inteligencii/V podcaste hovoríme aj o týchto témach:Deepfake šikana: Ako rýchlo a jednoducho dokáže umelá inteligencia vygenerovať falošné intímne fotografie a aké devastačné to má následky na obete.Šokujúca štatistika: Prečo počet kontaktov na linke IPčko spojených s témou AI narástol o vyše 700 %.Umelá inteligencia ako záplata na osamelosť: Prečo si mladí ľudia budujú vzťahy s chatbotmi a prečo je absencia konfliktov v takomto „vzťahu“ nebezpečná.Falošní AI psychológovia: Prečo chatbot nedokáže rozpoznať varovné signály a prečo je jeho „empatia“ len dokonalou ilúziou.Potvrdzovanie bludov: Ako algoritmy fungujú ako ozvenové komory a prečo môžu zhoršiť stavy ľudí s psychózami či radikálnymi presvedčeniami.Kroky k záchrane: Ako byť oporou pre obete AI šikany a prečo je kľúčové vrátiť sa k budovaniu fyzických komunít.Podcast SHARE pripravuje magazín Živé.sk.
"Quem é injusto, seja injusto ainda; e quem é sujo, seja sujo ainda; e quem é justo, seja justificado ainda; e quem é santo, seja santificado ainda. E, eis que cedo venho, e o Meu galardão está Comigo, para dar a cada um segundo a sua obra." Apocalipse 22:11-12. "E, se a nossa injustiça for causa da Justiça de Deus, que diremos? Porventura será Deus injusto, trazendo ira sobre nós? (Falo como homem.)" Romanos 3:5
Falo sobre decisão do TJSC que condenou Jonas Bressan por danos morais coletivos em razão de postagens xenofóbicas contra nordestinos logo após as eleições presidenciais de 2022. Lembro que o mesmo tribunal já o havia condenado criminalmente e discuto os fundamentos jurídicos da decisão, inclusive a comparação feita entre a incitação concreta à discriminação e o 3º Reich.
Falo sobre decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) que julgou procedente ADI movida pelo Ministério Público contra artigo do Regimento Interno da Assembleia Legislativa estadual que estabelece a invocação de Deus e a presença da Bíblia nas sessões. Discuto os fundamentos da decisão e a posição do STF sobre o tema.
Falo sobre recente decisão do TRT-3 que manteve condenação de um colégio por ofensa à dignidade de um professor, que foi silenciado pelo Colégio por responder à questão de sua identidade e não ter adotado medidas de proteção ao mesmo.
Hoje eu trago um tweet que fala sobre a problemática de ‘assistir o outro viver, ao invés de experienciar a vida', e, como uma boa aquariana, trago discordâncias. Falo sobre BBB, meus 39 anos, casamento e mais. -
P. Juan Manuel (Argentina)“Dadles vosotros de comer”. Jesús nos recuerda que su petición de dar de comer a los hambrientos atañe a todos los cristianos. A nosotros nos compete ver cómo hacer eso realidad en el día a día, con nuestras palabras y con nuestras obras. El Señor quiere contar con nosotros, como contó con la colaboración de sus discípulos, para atender a la muchedumbre de almas que hoy le siguen buscando.[Ver Meditación Escrita] https://www.hablarconjesus.com/meditaciones-escritas/