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QueIssoAssim
CO2 419 – Séries em Alta, Lançamentos da Semana no Cinema e Streaming

QueIssoAssim

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 36:36


No episódio desta semana do CO2, Brunão e Baconzitos trazem um mergulho completo nas séries Disney+ que estão dominando o streaming! Descubra todos os lançamentos Disney+ mais aguardados, saiba quais séries Disney+ estão fazendo sucesso entre os fãs e receba recomendações imperdíveis para atualizar sua lista. Além disso, fique por dentro do campeonato de Yu-Gi-Oh que virou notícia e está agitando o universo geek. O episódio também apresenta o Top 5 Bilheteria, novidades de cinema e dicas especiais para curtir na Netflix, HBO Max, Prime Video e Apple TV. Entre notícias curiosas, como os pardais na Islância e a cobra no sutiã, não falta diversão! E claro, tem a tradicional leitura de e-mails e comentários dos ouvintes dos podcasts QueIssoAssim, CO2 e Reflix. Ouça agora e fique por dentro dos melhores lançamentos da semana, o que vem por aí.

Economia
Tarifas dos EUA empurraram Brasil para outros parceiros comerciais, mas dependência chinesa preocupa

Economia

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 5:32


A instabilidade do comércio com os Estados Unidos desde a volta de Donald Trump à Casa Branca reduziu a fatia das exportações brasileiras para o país ao menor patamar em 200 anos, mas impulsionou a diversificação de parceiros. O choque provocado por Trump também serviu de alerta para os riscos da dependência de um número limitado de grandes compradores – a começar pela China, destino de 31,5% dos produtos vendidos pelo Brasil. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O impacto do vai e vem das tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos ainda está sendo assimilado pelos setores não beneficiados por isenções. Muitos haviam estruturado suas cadeias produtivas em torno do mercado americano, como o de metais, da madeira e de diversas manufaturas. "No setor de café solúvel, 50% da exportação brasileira ia para os Estados Unidos. Eles aumentaram as vendas para outros destinos, mas mesmo assim a participação era muito grande. A mesma coisa ocorre com aço, alumínio e cobre", explica Welber Barral, especialista em comércio internacional com vasta experiência na pasta. "Os Estados Unidos eram um grande comprador há muitas décadas, então você não consegue diversificar imediatamente. Para os calçados, por exemplo, os EUA não são um grande destino para o setor como um todo, mas algumas empresas em particular dependiam muito do mercado americano", observa. As barreiras comerciais prejudicam também os importadores. Grandes empresas como Coca-Cola e Tesla sinalizaram que não é tão simples substituir o café, o suco de laranja e os metais raros que costumavam comprar do Brasil com tarifas baixas. O consumidor americano acaba pagando essa conta. A confiança abalada acelera o afastamento Do lado dos parceiros do país, a confiança sai abalada. “No caso do Brasil, a consequência imediata é apressar um divórcio ou um processo de decoupling que já está sendo feito nos últimos 20 anos. É claro que a conjuntura afeta, mas é a continuação de uma tendência de um país que era o maior parceiro comercial brasileiro em muitas décadas, e que deixou de ser e vem em queda constante”, salienta Carlos Frederico Coelho, professor de comércio internacional da PUC Rio. "O tarifaço não inaugurou esse movimento, mas ele certamente o acelera.” Os anúncios intempestivos de Trump amplificaram no mundo um movimento de abertura de novas parcerias e intensificação das existentes. Desde 2025, junto com o Mercosul, cinco frentes avançaram para o Brasil: os acordos comerciais com a União Europeia, o EFTA (Noruega, Suíça, Liechtenstein e Islândia) e Singapura foram fechados, além da abertura de negociações com o Japão e a reativação diplomática para a conclusão das tratativas com Emirados Árabes Unidos, Canadá, Índia, Vietnã e Indonésia. O resultado é que, até 2024, apenas 12% das exportações brasileiras eram cobertas por acordos comerciais, e a parcela subiu para 31%. No ano passado, os números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) confirmam a diversificação, com recordes de exportações para 42 países. A Alemanha, por exemplo, se consolidou como a quarta maior parceira e pretende dobrar as trocas com o Brasil nos próximos cinco anos. “Um efeito indireto e provavelmente não desejado por Trump foi o aumento desses acordos do Brasil e de vários outros países, para tentar diversificar do mercado americano. E não é só o Mercosul”, sublinha Welber Barral, ex-secretário brasileiro de Comércio Exterior. “Se você olhar, países como Indonésia avançaram muito em novos acordos. A própria União Europeia avançou no acordo com a Índia”, aponta. O risco chinês  A queda de 6,6% nas importações do Brasil pelos Estados Unidos foi compensada pelo aumento equivalente para a China e a Argentina, respectivamente o primeiro e o terceiro principais parceiros comerciais do Brasil. Hoje, Pequim absorve quase um terço das exportações brasileiras. "Diversificar é um pouco mais complexo do que se fala. O que preocupa nas trocas comerciais com a China é que, quando você analisa essa pauta, quase 90% está concentrado em quatro produtos: carnes, minério, soja e petróleo”, adverte Coelho. "Isso deveria nos assustar, porque se a China desacelerar, o Brasil vai sofrer imensamente. Não é desejável, para países tão distantes, que o Brasil tenha 30% das exportações indo para um só país." Barral concorda com os riscos dessa nova dependência, mas pondera que as trocas com os países asiáticos em geral também estão em alta, a exemplo da Índia, Indonésia e Vietnã. "Outros países asiáticos também podem se tornar grandes importadores no futuro, principalmente de commodities agrícolas”, afirma.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 14/07/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Bloqueio naval dos EUA ao Irã / Visitas de Flávio a Bolsonaro

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 303:12


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (14): Os Estados Unidos iniciam nesta terça-feira (14), às 17h pelo horário de Brasília, um bloqueio naval para impedir o tráfego de embarcações ligadas ao Irã. A operação começa um dia após o presidente Donald Trump afirmar que pretende assumir o controle do Estreito de Ormuz, classificando os EUA como os "guardiões" da rota marítima e defendendo a cobrança de uma taxa de 20% sobre as cargas transportadas pelo estreito. Durante o conflito, navios militares americanos já haviam bloqueado a entrada de embarcações iranianas na região com o objetivo de impedir o transporte de produtos ligados ao Irã e pressionar a economia do país, em resposta ao fechamento da passagem por Teerã. Reportagem: Fabrizio Neitzke. O PT iniciou uma campanha nacional para pressionar o Senado a votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. O presidente nacional do partido, Edinho Silva, convocou militantes para uma mobilização nas redes sociais com o objetivo de intensificar a cobrança sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e os demais parlamentares para que a proposta avance na Casa. A PEC já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e aguarda análise dos senadores. Reportagem: Misael Mainetti. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (13) que o país passará a cobrar um pedágio de 20% sobre toda a carga transportada pelo Estreito de Ormuz e retomará o bloqueio aos portos iranianos. Em publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que os Estados Unidos serão os “guardiões” da rota marítima e que a cobrança servirá para compensar os custos de segurança na região. O presidente também informou que o bloqueio será direcionado a navios e clientes ligados ao Irã, ampliando a pressão sobre Teerã em meio à escalada das tensões no Oriente Médio. Reportagem: Luca Bassani. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu por 90 dias o direito de visita do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão também determina que a defesa de Jair Bolsonaro esclareça, em 48 horas, se ele tinha conhecimento da divulgação de uma carta escrita durante a prisão domiciliar e publicada nas redes sociais do filho. O caso foi encaminhado ao procurador-geral eleitoral para apuração de uma possível ocorrência de propaganda eleitoral antecipada. Reportagem: Marco Viana. O ex-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, estaria em prisão domiciliar sob custódia da divisão de inteligência da Guarda Revolucionária Islâmica, segundo informações publicadas pelo jornal americano The New York Times, com base em autoridades iranianas. De acordo com a reportagem, a medida teria ocorrido após suspeitas de que Ahmadinejad manteve interações com agentes de inteligência de Israel. A situação do ex-presidente permaneceu incerta desde o início da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O jornal também informou que Israel teria desenvolvido um plano para recrutar Ahmadinejad como ativo de inteligência e utilizá-lo em uma eventual mudança de regime no país. Reportagem: Luca Bassani. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu por 90 dias o direito de visita do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão também determina que a defesa de Jair Bolsonaro esclareça, em 48 horas, se ele tinha conhecimento da divulgação de uma carta escrita durante a prisão domiciliar e publicada nas redes sociais do filho. O caso foi encaminhado ao procurador-geral eleitoral para apuração de uma possível ocorrência de propaganda eleitoral antecipada. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Fernando Capano, advogado criminalista. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 13/07/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Trump ameaça destruir o Irã / Tensão aumenta entre EUA e Irã

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 302:08


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (13): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (11) que os militares americanos estão preparados para lançar um ataque em larga escala contra o Irã caso o governo iraniano tente assassiná-lo. Em publicação nas redes sociais, Trump declarou que “mil mísseis estão prontos para disparo” contra a República Islâmica e que “milhares” de outros poderiam ser lançados imediatamente em seguida caso a ameaça contra o presidente dos Estados Unidos seja concretizada. Reportagem: Luca Bassani. O prazo para que o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decida sobre a ampliação das tarifas sobre produtos brasileiros termina na próxima quarta-feira (15). Integrantes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliam que o cenário mais provável é a adoção do tarifaço, que elevaria em 25% as tarifas sobre as importações do Brasil. Apesar dessa expectativa, Lula se reuniu na última sexta-feira com os ministros das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e determinou que as negociações com os Estados Unidos sejam mantidas até o último dia antes da decisão. Reportagem: Eliseu Caetano. A Jovem Pan entrevista Marcus Vinícius de Freitas, professor de Relações Internacionais, para analisar a nova escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã. O especialista comenta os desdobramentos do aumento das tensões entre Washington e Teerã, os impactos da crise e os possíveis cenários para a região. O governo de São Paulo ativará o Abrigo Solidário na Estação Pedro II, da Linha 3-Vermelha do Metrô, entre a noite de segunda-feira (13) e a manhã de quinta-feira (16), devido à previsão de frio intenso. O espaço oferecerá alimentação, colchões, cobertores, acolhimento e estrutura para receber animais de estimação. A ação é realizada em parceria com diferentes secretarias estaduais. Reportagem: Misael Mainetti. A Comissão de Segurança Pública do Senado analisa nesta terça-feira (14) o projeto que autoriza o porte temporário de arma para mulheres sob medida protetiva de urgência. O texto exige o cumprimento dos critérios do Estatuto do Desarmamento e prevê o fim automático do porte quando a medida protetiva for revogada, mantendo a posse da arma. Se aprovado, seguirá para análise da Câmara dos Deputados. Reportagem: Danúbia Braga. Os partidos políticos se organizam para realizar as convenções partidárias, etapa obrigatória para a definição dos candidatos e o registro das candidaturas nas eleições de 2026. O período marca uma fase importante do calendário eleitoral, em que as siglas oficializam seus nomes para a disputa. Jess Peixoto, Lucas Mehero e Roberto Motta comentaram. Reportagem: Beatriz Manfredini. A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) decidiu deixar a equipe que auxilia o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) na elaboração de um plano de governo. A decisão foi confirmada pela própria senadora em entrevista ao Metrópoles, dias após ela denunciar ataques misóginos de bolsonaristas em meio ao racha familiar envolvendo a aliada Michelle Bolsonaro (PL) e o enteado. Reportagem: Marco Viana. Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (13) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para a eleição presidencial de 2026 nos cenários de primeiro e segundo turnos contra o senador Flávio Bolsonaro (PL). Em uma simulação de segundo turno entre os dois, o levantamento aponta Lula com 47% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 44%, resultado que configura empate técnico entre os candidatos. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

TU DÍA CON EL UNIVERSAL
Irán cierra el estrecho de Ormuz; Ejército de EU lanza tercera ronda de ataques contra República Islámica

TU DÍA CON EL UNIVERSAL

Play Episode Listen Later Jul 12, 2026 15:26


Irán cierra el estrecho de Ormuz, Ejército de EU lanza tercera ronda de ataques contra República Islámica; El fútbol está de luto, Jayden Adams, mediocampista de la selección de Sudáfrica que disputó la Copa del Mundo, falleció a los 25 años; Expertos advierten retraso del INE al arbitraje del proceso electoral 2026-2027; Víctor Rodríguez Padilla, interno del penal de Atlacholoaya, presentó un reclamo debido a que no recibió fruta; Mundial 2026: Jude Bellingham lleva a Inglaterra hasta las semifinales, tras eliminar a Noruega.Un Podcast de EL UNIVERSAL Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Canal Ser Flamengo
Bastidores da venda de Adriano: como o Flamengo abriu mão do futuro Imperador

Canal Ser Flamengo

Play Episode Listen Later Jul 12, 2026 10:49


Luiz Vianna relembrou os bastidores da venda de Adriano pelo Flamengo em 2001, dentro da operação que também envolveu Vampeta e a chegada do volante à Gávea.Segundo o relato, o Flamengo vivia uma grave crise financeira após a quebra da ISL e precisava negociar jogadores para aliviar o caixa. Em uma viagem pela Europa, Vianna enxergou uma oportunidade envolvendo PSG, Inter de Milão e Vampeta, que estava em situação complicada no clube francês.Adriano entrou na negociação por já ter chamado atenção de pessoas ligadas à Inter. Na avaliação de Vianna, a venda não era o cenário ideal, mas era o possível naquele momento. O empresário também acredita que a saída para a Europa pode ter sido decisiva para o atacante se transformar no Imperador.Neste vídeo, explicamos os bastidores da operação, o contexto financeiro do Flamengo, o papel de Edmundo Santos Silva, a crise da ISL e por que a venda de Adriano ainda provoca debate entre os rubro-negros.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?:    CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠serflamengo.com.br⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TWITTER I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@BlogSerFlamengo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠INSTAGRAM I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@BlogSerFlamengo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Imperador

Enfoque internacional
¿Quién controla el estrecho de Ormuz: Estados Unidos o Irán?

Enfoque internacional

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 2:36


Los Estados Unidos e Irán se atribuyen el derecho para regular la navegación en el estrecho de Ormuz debido a las ambigüedades del memorando de entendimiento que firmaron a mediados de junio. El sultanato de Omán, que comparte con Irán las aguas de la estratégica vía marítima, estaría bajo presión de Washington para abrir una vía alterna a la iraní, una acción que Teherán rechaza rotundamente y que habría dado origen a la nueva escalada de violencia.  Los enfrentamientos entre Estados Unidos e Irán se reanudaron el martes 7 de julio cuando tres buques fueron derribados por Irán y el ejército estadounidense respondió atacando a más de 60 pequeñas embarcaciones y otros objetivos iraníes. Las hostilidades aparentemente se calmaron el viernes, aunque Trump continúa amenazando a Irán, ahora por un supuesto complot que buscaría asesinarlo y que tendría como consecuencia un bombardeo masivo de la República Islámica. Teherán busca desmarcarse de las agresiones asegurando que ha “cumplido su palabra” desde la firma del protocolo de alto al fuego.  La firma de dicho documento fue anunciada el 17 de junio con bombos y platillos a pesar de las ambigüedades sobre la administración del estrecho de Ormuz y que hoy serían el origen de la nueva escalada de violencia, así lo analizó para RFI el  profesor de Relaciones Internacionales en Universidad Pontificia Comillas, Emilio García Coso. Irán defiende que la apertura de la estratégica vía marítima por donde pasaban cerca del 20% de los hidrocarburos del mundo debe ser realizada en su zona costera, pero Estados Unidos busca una ruta alterna por  la zona de Omán. Entonces “Irán interpreta que hay un incumplimiento del acuerdo y por lo tanto trata de ejercer algunas acciones para disuadir ese tráfico”, como fue el caso de los ataques a los buques comerciales de origen catarí y saudí. Leer tambiénSultanato de Omán, una excepción geopolítica y pieza clave de la diplomacia Por su parte “los Estados Unidos vuelven otra vez a bombardear zonas y ciudades del estrecho para deshabilitar esa capacidad de interceptación en el estrecho. El problema radica en esa ambigüedad del memorando”, resaltó el investigador.  Entra la espalda y la pared El documento involucra al Sultanato de Omán, conocido como la “Suiza del Golfo” porque es un país históricamente neutro, atribuyéndole la misión de definir junto con Irán las reglas del paso de los buques según el derecho internacional.  El punto número 5 del memorando de entendimiento entre Estados Unidos e Irán dice textualmente que estos dos países definirán “la futura administración y los servicios marítimos en el estrecho de Ormuz —en consulta con otros Estados ribereños del Golfo Pérsico—, de conformidad con el derecho internacional aplicable y los derechos soberanos de los Estados costeros del estrecho de Ormuz”. “En el principio Omán ha mantenido conversaciones bilaterales con Irán para ver cómo podían llevar a cabo el control del tráfico”, recordó García Coso.  “Esas conversaciones fueron cortocircuiteadas por el Departamento de Estado norteamericano —Omán siempre ha sido tradicionalmente un aliado de Estados Unidos—, pero no puede generar tensiones con su vecino directo que es Irán. Omán se encuentra entonces entre la espada y la pared porque si Estados Unidos le dice que debe permitir la zona de paso por sus aguas jurisdiccionales pues lo permite”. Esta semana, en la cumbre de la OTAN, Trump dijo que el memorando de entendimiento llegó a su fin y que era una pérdida de tiempo negociar con Irán. El investigador pide prudencia ante estos comentarios porque “Trump nos tiene acostumbrados a que por la mañana dice una cosa y por la tarde dice otra”. García Coso considera que las palabras de Trump buscan presionar a Irán para continuar en las negociaciones de paz. De hecho “Pakistán ha afirmado que el Comité Técnico entre Estados Unidos e Irán sigue negociando el famoso memorándum de entendimiento de Islamabad. Entiendo que van a continuar esas negociaciones y que no va a haber mayor incremento de la escalabilidad militar”. “Aunque a Trump no le guste, la mejor solución para tratar de llegar a un consenso con Irán sería tratar de volver al acuerdo de Obama que era mucho más detallado. Estamos hablando de dos páginas que ha negociado la administración Trump versus las 159 páginas de la administración Obama y donde queda muchísimo mayor detalladas las obligaciones de ambas partes”, concluyó.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 08/07/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: EUA diz que é absurda teoria de invasão militar ao Brasil / PF cumpre mandado na casa de Bolsonaro

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 302:08


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (08): O governo dos Estados Unidos classificou como "absurda" a hipótese de uma ação militar contra o Brasil levantada pelo Itamaraty. Washington afirmou que combate o narcoterrorismo de forma soberana e justificou a possível classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas. Segundo os americanos, as facções já atuam em território dos EUA. Reportagem: Matheus Dias. O senador Hamilton Mourão voltou a defender a revisão das penas dos condenados pelos atos de 8 de janeiro. Em discurso no Senado, criticou a demora do STF em analisar o tema e afirmou que a anistia seria o melhor caminho para promover a pacificação nacional. Para o parlamentar, a questão passou a ter caráter humanitário. A Justiça do Distrito Federal manteve a condenação do deputado Rogério Correia (PT-MG) por compartilhar uma imagem criada com inteligência artificial envolvendo Jair Bolsonaro. O parlamentar deverá pagar R$ 20 mil de indenização ao ex-presidente. A alegação de imunidade parlamentar e de conteúdo satírico foi rejeitada. Governo federal e Frente Parlamentar da Agropecuária encerraram sem acordo a reunião sobre a renegociação das dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos. O principal impasse é o impacto fiscal estimado em R$ 140 bilhões. As negociações continuam em busca de uma solução para o projeto. A Procuradoria de Paris abriu investigação contra a senadora paraguaia Celeste Amarilla por declarações racistas dirigidas ao atacante Kylian Mbappé. As ofensas ocorreram após a vitória da França sobre o Paraguai nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. A denúncia foi apresentada pela Federação Francesa de Futebol. A Câmara dos Deputados aprovou o projeto que cria o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres. A proposta prevê ações integradas entre União, estados e municípios para combater a violência de gênero e o feminicídio. O texto segue agora para análise do Senado. Em entrevista à Jovem Pan, o deputado Otoni de Paula afirmou que a direita foi "sequestrada" pelo bolsonarismo. O parlamentar criticou o grupo político, comentou a prisão de Marcio Canella e avaliou que o bolsonarismo enfrentará dificuldades para eleger candidatos ao Senado no Rio de Janeiro. Pesquisa Datafolha mostra que parte dos eleitores de Lula e de Flávio Bolsonaro não se identifica com o espectro ideológico tradicional de seus candidatos. O levantamento aponta que há eleitores de direita apoiando Lula e eleitores de esquerda declarando voto em Flávio Bolsonaro. A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, por determinação do ministro Alexandre de Moraes. A operação buscava armas, munições e documentos de registro. Segundo a defesa, nenhum material foi encontrado. A Guarda Revolucionária Islâmica informou ter atacado instalações militares dos Estados Unidos no Bahrein e no Kuwait. Segundo o governo iraniano, a ação foi uma resposta aos novos bombardeios americanos contra o Irã, ampliando a tensão no Oriente Médio. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Svět ve 20 minutách
Mocenský boj v Íránu: Prezident, nebo revoluční gardy?

Svět ve 20 minutách

Play Episode Listen Later Jul 4, 2026 25:05


Americko-íránská mírová jednání ohrožuje mocenský boj v Teheránu. Tamější politici požadují uvolnění miliard dolarů zmrazených v rámci protiíránských sankcí, zatímco armádní zastánci tvrdé linie chtějí získat kontrolu nad Hormuzským průlivem. První skupina má v čele prezidenta Masúda Pezeškjána, tu druhou vedou Islámské revoluční gardy. Americkému deníku Wall Street Journal to řekli představitelé obeznámení s průběhem jednání.Všechny díly podcastu Svět ve 20 minutách můžete pohodlně poslouchat v mobilní aplikaci mujRozhlas pro Android a iOS nebo na webu mujRozhlas.cz.

Raj Shamani - Figuring Out
FIFA World Cup, Football Corruption, ISL & Talent System | Ranjit Bajaj | FO528 Raj Shamani

Raj Shamani - Figuring Out

Play Episode Listen Later Jun 27, 2026 174:36


Download Porter Here: https://app.adjust.com/216agedwDonation for Future Football Champions: https://www.figuringout.co/pdf/miccup2027Get your hand-picked playbook here: https://www.figuringout.co/pdf/fo-528Guest Suggestion Form: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://forms.gle/bnaeY3FpoFU9ZjA47⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Disclaimer: This video is intended solely for educational purposes and opinions shared by the guest are his personal views. We do not intent to defame or harm any person/ brand/ product/ country/ profession mentioned in the video. Our goal is to provide information to help audience make informed choices. The media used in this video are solely for informational purposes and belongs to their respective owners.00:00 – Intro04:00 – Why Can't India Produce Football Talent?13:57 – Why Isn't India in the World Cup?24:33 – Why Isn't Football as Popular as Cricket?45:20 – The Top 3 Obstacles in the System49:36 – How Common Are Match-Fixing and Betting?59:06 – Why Was Messi Paid ₹150 Crore for His India Tour?1:06:43 – Why Indians Love Being Number One1:11:30 – When Minerva FC Broke Records1:17:03 – When AIFF Hired an Astrologer1:20:52 – India Isn't Incompetent, It's Corrupt1:31:17 – Why Sacking Igor Štimac Cost AIFF Dearly1:39:56 – Can One Star Player Change Everything?1:46:14 – Why Athletes Should Start Young1:53:47 – How Does He Train His Team?2:03:01 – Obsession Makes You a Better Player2:26:15 – Losing in the Finals2:29:51 – How to Overcome Fear2:36:32 – How Can Indians Support Indian Football?2:38:53 – A Gangster If Not a Football Coach2:47:02 – One Piece of Advice Nobody Should Follow2:52:31 - BTS2:53:45 - OutroIn today's episode, we sit down with Ranjit Bajaj Chief Pusher - Minerva Academy Football & Cricket Club, Delhi Football Club & Armed Forces Aspirants Trainer the man who has produced more Indian football internationals than every ISL club combined, with zero government support, zero corporate funding, and mortgaged gold to send his boys to European tournaments.We discuss why India with 1.4 billion people has zero dedicated football stadiums, why AIFF paid an astrologer ₹25 lakhs to pick the national team, and why four Indians are currently playing in this World Cup for other countries.Subscribe for more such conversations.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠About Raj ShamaniRaj Shamani is an Entrepreneur at heart that explains his expertise in Business Content Creation & Public Speaking. He has delivered 200+ speeches in 26+ countries. Besides that, Raj is also an Angel Investor interested in crazy minds who are creating a sensation in the Fintech, FMCG, & passion economy space.To Know More,Follow Raj Shamani On ⤵︎Instagram @RajShamani ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/rajshamani/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter @RajShamani ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://twitter.com/rajshamani⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Facebook @ShamaniRaj ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.facebook.com/shamaniraj⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠LinkedIn - Raj Shamani ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.linkedin.com/in/rajshamani/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠About Figuring OutFiguring Out Podcast is a Candid Conversations University where Raj Shamani brings raw conversations with the Top 1% in India.

Religare - Conhecimento e Religião
Entre o belo e o invisível: a mística da arte islâmica

Religare - Conhecimento e Religião

Play Episode Listen Later Jun 27, 2026 23:54


Longe dos estereótipos políticos da mídia tradicional, o universo do Islã guarda uma dimensão interna de profunda sofisticação ética e estética: a busca pela Unidade Divina (tawḥīd) e pela excelência através da beleza (iḥsān). Neste episódio, o Prof. Flávio Senra recebe a cientista da religião Ana Carolina Kerr (PPGCR PUC Minas) para desvelar a sua tese de doutorado apoiada pela Capes, fruto de uma sensível investigação de campo realizada na Espanha e na Turquia. A pesquisa investiga a vivência mística de mulheres sufis contemporâneas através de múltiplas linguagens artísticas, como a caligrafia tradicional, a geometria, a música do saz e as danças meditativas do giro. Afinal, como o fazer artístico é capaz de polir o coração, educar o ego (nafs) e transformar a rotina comum em um ritual vivo de recordação de Deus (dhikr)?

History's Greatest Idiots
A Brief History Of FIFA Scandals (Season 7 Episode 8)

History's Greatest Idiots

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 20:41


FIFA has been corrupt since before colour television. And the World Cup is proof.From the ISL bribery scandal and Sepp Blatter's seven arrested executives to Qatar's migrant worker nightmare and Gianni Infantino's increasingly bizarre relationship with Donald Trump, this is the complete history of football's governing body and the corruption that has defined it for over a century. We cover the Havelange years, the 2015 FBI raids, the Saudi Arabia 2034 decision, and why Infantino's cosy friendship with the world's most consistently unpopular president keeps getting stranger.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.patreon.com/HistorysGreatestIdiots⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/historysgreatestidiots⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://buymeacoffee.com/historysgreatestidiots⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Artist: Sarah Chey⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.fiverr.com/sarahchey⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

History's Greatest Idiots
A Brief History Of FIFA Scandals (Season 7 Episode 8)

History's Greatest Idiots

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 20:41


FIFA has been corrupt since before colour television. And the World Cup is proof.From the ISL bribery scandal and Sepp Blatter's seven arrested executives to Qatar's migrant worker nightmare and Gianni Infantino's increasingly bizarre relationship with Donald Trump, this is the complete history of football's governing body and the corruption that has defined it for over a century. We cover the Havelange years, the 2015 FBI raids, the Saudi Arabia 2034 decision, and why Infantino's cosy friendship with the world's most consistently unpopular president keeps getting stranger.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.patreon.com/HistorysGreatestIdiots⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/historysgreatestidiots⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://buymeacoffee.com/historysgreatestidiots⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Artist: Sarah Chey⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.fiverr.com/sarahchey⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Radiožurnál
Hlavní zprávy - rozhovory a komentáře: Výsledky summitu EU. Zásah proti odnoži Islámského státu. Zjednodušení vracení zboží v e-shopech

Radiožurnál

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 19:56


Kam dospěl unijní summit v debatě o rozpočtu a proč se státy přou to, kdo by měl za EU jednat s Ruskem? Jak se v Evropě šířila odnož tak zvaného Islámského státu, proti které zasáhla policie? A jak má nové unijní pravidlo zjednodušit vracení zboží v e-shopech?

Hlavní zprávy - rozhovory a komentáře
Výsledky summitu EU. Zásah proti odnoži Islámského státu. Zjednodušení vracení zboží v e-shopech

Hlavní zprávy - rozhovory a komentáře

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 19:56


Kam dospěl unijní summit v debatě o rozpočtu a proč se státy přou to, kdo by měl za EU jednat s Ruskem? Jak se v Evropě šířila odnož tak zvaného Islámského státu, proti které zasáhla policie? A jak má nové unijní pravidlo zjednodušit vracení zboží v e-shopech? Všechny díly podcastu Hlavní zprávy - rozhovory a komentáře můžete pohodlně poslouchat v mobilní aplikaci mujRozhlas pro Android a iOS nebo na webu mujRozhlas.cz.

Visión de Oriente Próximo
Capítulo 13 - 2026: Trump e Irán: entre la diplomacia y la ilusión de estabilidad

Visión de Oriente Próximo

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 32:51


El memorando de entendimiento entre Estados Unidos e Irán parece marcar un giro importante en la estrategia de Washington hacia Teherán. Más que buscar un cambio de régimen, la administración Trump estaría apostando por modificar el comportamiento iraní mediante incentivos económicos y límites al programa nuclear. Uno de los principales cuestionamientos al acuerdo es que, aunque los fondos prometidos no lleguen directamente al IRGC o a grupos aliados, una economía iraní más fuerte podría terminar fortaleciendo indirectamente la proyección regional de la República Islámica. Más ingresos fiscales, mayor estabilidad financiera y una menor presión presupuestaria podrían liberar recursos internos que eventualmente beneficien a actores como Hezbolá o a otras organizaciones alineadas con Teherán. Este mismo debate ya se produjo durante el acuerdo nuclear de 2015 impulsado por Obama. La aparente contradicción de Trump puede interpretarse de dos maneras. La primera es que nunca tuvo como prioridad derrocar al régimen iraní, sino contener su programa nuclear, garantizar la estabilidad regional y evitar otra guerra en Oriente Medio. La segunda es que Washington mantuvo simultáneamente opciones contradictorias — apoyar discursivamente a sectores opositores mientras negociaba con Teherán— sin una estrategia completamente definida. En cualquier caso, el acuerdo parece responder a una lógica de realismo político: Estados Unidos no necesitaría que desaparezca la República Islámica, sino que deje de representar una amenaza inmediata para sus intereses y aliados. El problema es que toda la estrategia descansa sobre una premisa discutible: que una mayor integración económica llevará a Irán a priorizar la estabilidad y la prosperidad por encima de algunos aspectos de su identidad revolucionaria. La historia iraní ofrece ejemplos que respaldan ambas posiciones, por lo que la validez de esa apuesta sigue siendo incierta. La dimensión regional añade más complejidad, especialmente en Líbano. Reducir la situación a un enfrentamiento entre Israel y Hezbolá ignora la existencia del estado libanés, las Fuerzas Armadas Libanesas, las distintas comunidades religiosas y una profunda crisis económica e institucional. Cualquier intento de reconfigurar el equilibrio interno afecta a múltiples actores simultáneamente. Además, la idea de que Siria pueda desempeñar un papel decisivo contra Hezbolá enfrenta limitaciones importantes. El gobierno de Ahmed al-Sharaa todavía no controla plenamente el territorio sirio ni parece dispuesto a asumir el costo político y militar de intervenir en el escenario libanés, donde persiste el recuerdo de décadas de influencia siria. También conviene recordar que Hezbolá no es simplemente una extensión mecánica de Irán. Aunque depende significativamente del apoyo iraní, posee intereses políticos, sociales y estratégicos propios dentro del Líbano. Un acuerdo entre Washington y Teherán podría moderar temporalmente algunas dinámicas regionales, pero no necesariamente resolver el problema de fondo ni desarmar al movimiento. Otro elemento crítico es que Israel no parece estar formalmente comprometido con el marco del acuerdo. Mientras Irán podría interpretar el entendimiento como una reducción general de las hostilidades, el gobierno de Netanyahu mantiene libertad de acción para actuar contra Hezbolá si considera que existen amenazas a la seguridad israelí. A esto se suma el papel de Arabia Saudita, Qatar y Emiratos Árabes Unidos. Si el acuerdo incorpora mecanismos de inversión o reconstrucción regional, estos países podrían convertirse en actores fundamentales de la estabilización, aunque probablemente exigirían a cambio una mayor contención de la influencia iraní. El gran interrogante es si este acuerdo resolverá problemas estructurales o simplemente congelará temporalmente las tensiones. Incluso si funciona, Hezbolá seguirá existiendo, la influencia iraní continuará presente, Israel mantendrá sus preocupaciones de seguridad y Líbano seguirá enfrentando una profunda fragilidad institucional. Por eso la discusión ya no gira únicamente en torno al programa nuclear. La verdadera pregunta es si la integración económica puede transformar el comportamiento estratégico de Irán o si Occidente terminará financiando indirectamente la recuperación de un rival regional sin alterar de manera significativa las causas profundas del conflicto. Esa respuesta todavía está por demostrarse.

Cinco continentes
Cinco Continentes - Análisis del memorándum de entendimiento entre EEUU e Iran

Cinco continentes

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 12:42


EEUU e Irán, a través de Donald Trump y de su homólogo iraní Masoud Pezeskhian, rubricaron anoche ese memorando de entendimiento con el que parecen dispuestos a poner fin al conflicto que, entre otras cosas, ha bloqueado durante meses el estrecho de Ormuz y ha cambiado las dinámicas de poder en Oriente Medio.Lo analizamos con Javier Gil, investigador del Instituto Cultura y Sociedad de la Universidad de Navarra, profesor de Relaciones Internacionales y autor de "La sombra del ayatolá. Una historia de la República Islámica de Irán"Escuchar audio

La Brújula
Una activista iraní denuncia en La Brújula el endurecimiento del régimen: "La guerra le hizo a la República Islámica el trabajo sucio"

La Brújula

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 10:16


Una activista iraní denuncia en La Brújula el endurecimiento del régimen: "La guerra le hizo a la República Islámica el trabajo sucio"

Eduardo Ruiz-Healy en Fórmula
Trump vende como victoria una tregua que ayuda a México

Eduardo Ruiz-Healy en Fórmula

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 40:48


Emisión del lunes 15 de Junio de 2026 Donald Trump anunció que "El acuerdo con la República Islámica de Irán ya está cerrado”. No es un tratado de paz sino un Memorándum de Entendimiento temporal de 60 días, mediado por Pakistán, con firma prevista para el 19 de junio en Suiza. "Deja que tus oídos te abran los ojos." #RuizHealyTimes #AbriendoLaConversación www.ruizhealytimes.com

Un tema Al Día
El gol de Irán y la paz de Trump

Un tema Al Día

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 17:01


Este domingo, coincidiendo con el debut en suelo estadounidense de la selección de Irán en el Mundial de Fútbol, Donald Trump anunciaba en su red social el cierre de un acuerdo de paz con la República Islámica de Irán. En realidad, estamos ante un preacuerdo, y lo poco que se ha conocido hasta ahora, representa un triunfo para los intereses de Irán. Si Israel no boicotea este acuerdo con nuevos ataques a Líbano, este viernes se firmará el primer documento que permite a Trump lanzarle un mensaje a los mercados: ya podéis bajarme, por favor, los precios del combustible, que la gente se me echa encima. Y sí, están bajando. Con Jesús Núñez, codirector del Instituto de Estudios sobre Conflictos y Acción Humanitaria, analizamos las consecuencias y conclusiones que pueden extraerse de lo que se conoce hasta ahora de los términos del acuerdo entre Washington y Teherán. *** Envíanos una nota de voz por Whatsapp contándonos alguna historia que conozcas o algún sonido que tengas cerca y que te llame la atención. Lo importante es que sea algo que tenga que ver contigo. Guárdanos en la agenda como “Un tema Al día”. El número es el 699 518 743 *** Un tema Al día es el podcast diario de actualidad de elDiario.es que, en episodios de unos 15 minutos, explica cada día un asunto de actualidad. Está presentado y dirigido por Juanlu Sánchez, subdirector de elDiario.es. Premio Ondas al podcast Revelación, Un tema Al día es el daily líder en Spotify, Apple Podcast, iVoox, Amazon Music o Podimo, según los datos públicos de las plataformas, donde acumula más de 190.000 suscriptores. Ha sido reconocido como “podcast revelación” por Amazon y recomendado como “imprescindible” por Apple.See omnystudio.com/listener for privacy information.

The Jaipur Dialogues
Action on Muslims Begin: Mazars Razed Across India | Sanjay Dixit on Isl@m

The Jaipur Dialogues

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 12:25


Action on Muslims Begin: Mazars Razed Across India | Sanjay Dixit on Isl@m

action muslims isl mazars razed sanjay dixit
BELLUMARTIS PODCAST
CUANDO EL LEGIONARIO CUELGA EL GLADIUS: la jubilación y el difícil regreso a la vida civil - Acceso anticipado

BELLUMARTIS PODCAST

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 52:26


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Acceso anticipado para Fans - ** VIDEO EN NUESTRO CANAL DE YOUTUBE **** https://youtu.be/t9qvJrS8Foc +++++ Hazte con nuestras camisetas en https://www.bhmshop.app +++++ Donald Trump ha lanzado la amenaza más dura desde el inicio de la crisis con Irán. En unas declaraciones explosivas, el presidente estadounidense advirtió que Estados Unidos golpeará Irán con una intensidad sin precedentes, alimentando los temores de una nueva escalada militar en Oriente Medio. ¿Estamos ante el preludio de una ofensiva masiva contra la República Islámica? ¿Se prepara Washington para una nueva fase de la guerra? ¿Qué capacidad militar conserva Irán tras meses de ataques? ¿Cómo responderán Israel, los hutíes, Hezbolá y el resto de aliados de Teherán? En este programa analizamos la situación militar en el Golfo Pérsico, las amenazas de Trump, el papel del estrecho de Ormuz, la evolución de los precios del petróleo y las posibles consecuencias geopolíticas de una escalada que podría afectar a toda la región. Además, estudiaremos el estado real de las fuerzas iraníes, las capacidades estadounidenses desplegadas en Oriente Medio y los escenarios que podrían desarrollarse en las próximas horas. ¿Estamos ante una demostración de fuerza o ante el inicio de una guerra mucho más amplia? "Un Mundo Convulso. Claves geopolíticas" https://amzn.to/4qqd41e SUSCRÍBETE para no perderte ningún programa y únete a nuestra comunidad de apasionados por la historia militar, la geopolítica y los conflictos del mundo. Apóyanos para seguir creando contenido riguroso e independiente: Patreon: https://www.patreon.com/bellumartis PayPal: https://www.paypal.me/bellumartis Bizum: 656 778 825 Síguenos también en redes: Instagram: https://www.instagram.com/bellumartis_historia_militar/ Twitter / X: https://twitter.com/Bellumartis Bellumartis Historia Militar — Porque entender el pasado es prepararse para el futuro.Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de BELLUMARTIS PODCAST. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/618669

Herrera en COPE
06:00H | 12 JUN 2026 | Herrera en COPE

Herrera en COPE

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 60:00


El Papa León XIV concluye su visita a España en Tenerife, donde se reúne con migrantes y voluntarios, enfatizando la dignidad humana y la acogida. Su recorrido por Madrid y Barcelona destaca mensajes sobre derechos humanos y unidad, mostrando su cercanía. Se tasan en 1.3 millones de euros las joyas incautadas a Zapatero, lo que genera interrogantes fiscales. El Tribunal Supremo rechaza el indulto al exfiscal general Álvaro García Ortiz, condenado por revelación de secretos. Una encuesta del CIS muestra al PSOE como el partido más votado, aunque con una caída de cinco puntos, mientras el PP sube. El Congreso inicia el proceso para blindar la ley de eutanasia. El Banco Central Europeo sube los tipos de interés al 2.25% por primera vez en tres años, lo que encarece hipotecas y préstamos, buscando combatir la inflación. Donald Trump anuncia un acuerdo de paz con Irán y la reapertura del estrecho de Ormuz, pero la República Islámica desmiente estas afirmaciones, manteniendo la ...

Poniendo las Calles
05:00H | 12 JUN 2026 | Poniendo las Calles

Poniendo las Calles

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 59:00


Donald Trump anuncia el fin de la guerra con Irán y un posible acuerdo en Europa, aunque la República Islámica desmiente el anuncio y las fuerzas estadounidenses derriban drones iraníes en el estrecho de Ormuz. En España, las joyas del expresidente Zapatero se tasan en más de 1.3 millones de euros, contradiciendo las valoraciones iniciales. El Papa León XIV finaliza su visita a España con un enérgico mensaje sobre la crisis migratoria desde Arguineguín, mientras el Congreso de los Diputados avanza en la protección de la ley de eutanasia. La Universidad de Málaga instalará uno de los ordenadores cuánticos más potentes de Europa, destacando su potencial para la medicina y la inteligencia artificial, a pesar de los desafíos de estabilidad. La artista Blanca Paloma presenta su esperado álbum "Trenza Mía", donde fusiona flamenco, tradición y electrónica, explorando temas de vínculos y herencia emocional.

BELLUMARTIS PODCAST
¿HABLAMOS? | "MAÑANA HAREMOS MIERDA A IRÁN" La amenaza más dura de Trump ¿COMIENZA LA GUERRA TOTAL?

BELLUMARTIS PODCAST

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 51:50


** VIDEO EN NUESTRO CANAL DE YOUTUBE **** https://youtube.com/live/73_PwnQCoDs +++++ Hazte con nuestras camisetas en https://www.bhmshop.app +++++ Donald Trump ha lanzado la amenaza más dura desde el inicio de la crisis con Irán. En unas declaraciones explosivas, el presidente estadounidense advirtió que Estados Unidos golpeará Irán con una intensidad sin precedentes, alimentando los temores de una nueva escalada militar en Oriente Medio. ¿Estamos ante el preludio de una ofensiva masiva contra la República Islámica? ¿Se prepara Washington para una nueva fase de la guerra? ¿Qué capacidad militar conserva Irán tras meses de ataques? ¿Cómo responderán Israel, los hutíes, Hezbolá y el resto de aliados de Teherán? En este programa analizamos la situación militar en el Golfo Pérsico, las amenazas de Trump, el papel del estrecho de Ormuz, la evolución de los precios del petróleo y las posibles consecuencias geopolíticas de una escalada que podría afectar a toda la región. Además, estudiaremos el estado real de las fuerzas iraníes, las capacidades estadounidenses desplegadas en Oriente Medio y los escenarios que podrían desarrollarse en las próximas horas. ¿Estamos ante una demostración de fuerza o ante el inicio de una guerra mucho más amplia? "Un Mundo Convulso. Claves geopolíticas" https://amzn.to/4qqd41e SUSCRÍBETE para no perderte ningún programa y únete a nuestra comunidad de apasionados por la historia militar, la geopolítica y los conflictos del mundo. Apóyanos para seguir creando contenido riguroso e independiente: Patreon: https://www.patreon.com/bellumartis PayPal: https://www.paypal.me/bellumartis Bizum: 656 778 825 Síguenos también en redes: Instagram: https://www.instagram.com/bellumartis_historia_militar/ Twitter / X: https://twitter.com/Bellumartis Bellumartis Historia Militar — Porque entender el pasado es prepararse para el futuro. #Trump #Iran #EstadosUnidos #Ormuz #Petroleo #Israel #MiddleEast #Geopolitica #ActualidadMilitar #Bellumartis #Guerra #AnalisisMilitar #CENTCOM #OrienteMedio #CrisisInternacional

Soccer Down Here
SDH AM 6.10.26: Wall Pass Wednesday, ARG in AUB, USWNT, MLS, Austin FC, Cupdates, AM News

Soccer Down Here

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 138:21 Transcription Available


A full Wall Pass Wednesday on SDH AM getes you startedWe look back at the Road to 26 match at Jordan-Hare Stadium and hear from Iceland about their match with ArgentinaWe look at the USWNT match in Brazil and hear from SoccerForUSPod's Bart Keeler in Hour 2 about that and the USMNT questions heading into the World CupMLSSoccer.com's Dylan Butler joins to talk about Austin FC and the other league newsPlus, your AM headlines and thoughts

Conversas à quinta - Observador
5 Continentes. EUA, o Ocidente e o Médio Oriente: uma longa história

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 45:05


As origens do conflito entre Estados Unidos e Irão e alguns marcos nas relações entre Ocidente e Islão. Uma viagem por vários séculos de História.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Controlando la Piscina
78. Incrustación de calcio o destrucción del plástico? El misterio de las piscinas prefabricadas

Controlando la Piscina

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 30:42


¿Le ha pasado que se encuentra con una capa blanca, opaca y áspera en una piscina prefabricada de fibra de vidrio, intenta limpiarla con ácido muriático y no le hace absolutamente nada? Por décadas, la industria nos ha dicho que este fenómeno, conocido técnicamente como chalking, es una simple incrustación de carbonato de calcio o que el sol "quemó" el acabado por un abuso de cloro. De hecho, por años los fabricantes recomendaban bajar la dureza de calcio a menos de 100 ppm para evitarlo, una práctica descabellada que terminaba destruyendo los calentadores y componentes del sistema debido a un ISL agresivo y corrosivo. En este episodio dejamos atrás los mitos de los manuales viejos y analizamos una teoría científica en desarrollo que está cambiando las reglas del juego. De la mano de las investigaciones recientes de Bill Khamis (Thursday Pools) y Eric Knight, desglosamos cómo el verdadero culpable no es el sarro común, sino una reacción molecular que forma silicato de calcio dentro de los poros del gelcoat, un cristal completamente inmune al ácido. Analizamos el proceso químico desde la fabricación en el noreste de EE. UU., el peligro de usar oxidantes pesados como el hipo cal, el impacto del pH en la solubilidad del calcio, y cómo la diferencia real entre agentes secuestrantes y quelantes son su única defensa real. Si usted trabaja con piscinas prefabricadas o tiene problemas de manchas blancas que nadie puede quitar, este episodio le dará el enfoque científico que necesita. ¡Dale play y tome el control! Conectate con nosotros! Contacto Artículos educativos Youtube Unete a nuestro grupo en facebook Instagram Tiktok CRYSTAL AGENTE IA EPISODIO DE RULE YOUR POOL

New England Baseball Journal Podcast
Milton Academy Coach Brendan Morrissey

New England Baseball Journal Podcast

Play Episode Listen Later May 20, 2026 29:51


ISL champion coach Brendan Morrissey recounts leading Milton Academy to the ISL title as the No. 6 seed, surviving a 7–6 opener vs. Roxbury Latin that ended with bases loaded and a freshman reliever escaping, then riding hot bats and dominant pitching to consecutive shutouts in the semifinal (9–0 after an eight-run first) and final, including a combined no-hitter as Jameson Gray peaked at the right time. Morrissey contrasts ISL and MIAA playoffs, explains building pitchers up slowly so they're fresh in June, discusses velocity and injury concerns, outlines Milton Academy admissions-driven recruiting, and shares a measured approach to college placement. A “Three Up, Three Down” segment covers athlete-fan interactions, momentum, and underrated/overrated stats.   Topics 01:17 Roxbury Latin Thriller 02:49 Freshman Closes It 03:38 Home Field Advantage 04:33 Will Pierce Breakout 05:59 Championship Mindset 06:49 No Hitter And Dogpile 09:13 MIAA Vs ISL Coaching 10:51 Peaking For Playoffs 12:32 Jump To Milton Academy 13:47 Velocity And Recruiting 14:04 Velocity And Arm Health 14:53 In Game Pitcher Management 15:25 Milton Recruiting Reality 16:43 College Paths Beyond D1 18:35 Travel Ball And Honest Guidance 19:45 Fans Versus Players Debate 22:56 Momentum And Snowball Innings 25:27 Overrated And Underrated Stats 28:27 New Defensive Odds Metrics 29:25 Podcast Wrap And Thanks

CCO Infectious Disease Podcast
Evolving ART Switch Options Podcast

CCO Infectious Disease Podcast

Play Episode Listen Later May 15, 2026 28:52


Listen in to learn the latest on ART switch strategies for people living with virologically suppressed HIV. Hear from experts Chloe Orkin, MBChB, FRCP, MD, and Peter J. Ruane, MD, as they review how the recent approvals fit in the treatment landscape of 2-drug, single-tablet regimens. Stream on the go or follow along with our expert-curated slides.  Topics covered include:  Guideline recommendations on ART switch in the setting of virologic suppression Phase III clinical trial data supporting ART switch Individual considerations for ART switch Get access to all of our new podcasts by subscribing to the Decera Clinical Education Infectious Disease Podcast on Apple Podcasts, YouTube Music, or Spotify. Presenters: Chloe Orkin, MBChB, FRCP, MD Professor of Infection and Inequities Dean for Healthcare Transformation Faculty of Medicine and Dentistry Queen Mary University of London London, United Kingdom of Great Britain and Northern Ireland Honorary Consultant Physician Barts Health NHS Trust London, United Kingdom Peter J. Ruane, MD President Ruane Clinical Research Los Angeles, California Link to program page: https://bit.ly/3PkPoP4 Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

História de Imigrante
176. Detida na Alemanha

História de Imigrante

Play Episode Listen Later May 14, 2026 31:42


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio176Após uma separação difícil, uma brasileira conhece um homem da Islândia pela internet e aceita casar sem nunca tê-lo visto pessoalmente.No caminho para encontrá-lo, ela é detida pela polícia na Alemanha e passa horas sendo interrogada.Mas o mais estranho ainda estava por vir.Um sonho… que virou realidade. ➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Era amor ou era golpe?

Enfoque internacional
Encuentro Xi-Trump: "Que Trump acepte discutir sobre Taiwán es un giro"

Enfoque internacional

Play Episode Listen Later May 13, 2026 2:33


A pesar de la tregua comercial entre China y Estados Unidos de octubre pasado, persisten asuntos explosivos en las tensas relaciones entre los dos países, entre otros, las ventas de armas de Estados Unidos a Taiwán, el control de las exportaciones de tierras raras por parte de China o la política arancelaria. Laia Comerma, consultora de negocios, destaca un punto relevante: sentarse a discutir sobre Taiwán. Trump llega a China para su visita oficial acompañado de un puñado de dirigentes empresariales, entre otros, los de Tesla, Apple y Boeing, para pedirle a su homólogo chino que abra el país a empresas estadounidenses. Sin embargo, es sobre Taiwán que este encuentro ha tomado un rumbo inédito. "El hecho de que se discuta el tema de Taiwán ya es muy relevante en sí, porque desde  Reagan, la política de Estados Unidos es que sus ventas de armas a Taiwán no es algo que se discuta ni que deba discutirse con la China", explica la consultora Laia Comerma, presidenta de la Cámara para la Cooperación Hispano China. "En Estados Unidos se consideraba que ese no era un asunto de su incumbencia, según la Taiwan Relations Act de los Estados Unidos. El hecho de que Trump si esté dispuesto a discutir sobre eso ya de por sí es muy relevante y cambia la política de Estados Unidos hacia Taiwán. Esto puede tener un efecto muy significativo en un primer plano en la política doméstica de Taiwán. Y, por el otro lado, están las ‘garantías de seguridad', las cuales han posibilitado la autonomía y el statu quo en el estrecho de Taiwán. Ahora bien, si cambiase cualquier pieza de este rompecabezas gigante, complicado e inestable podría desencadenar un efecto domino". El encuentro entre los dos líderes se produce en un contexto interno difícil para Trump, con baja popularidad alimentada por la guerra de Irán y un repunte de la inflación, pero también lo es para Xi Jinping, pues China está atravesando un momento incierto para su economía marcado por el débil consumo interno y una persistente deuda del sector inmobiliario. Pero es en la imagen exterior, en la fiabilidad, donde China quiere ganar con sus cartas, dice Laia Comerma. "China desde el inicio del mandato del presidente Donald Trump se está presentando como una fuente de estabilidad, como el principal promotor del régimen multilateral. Aunque podamos preguntarnos qué representa ese régimen multilateral. Eso se puede discutir. Pero sí que es verdad que en un momento en el que Trump está atacando las instituciones que Estados Unidos había creado con el régimen de Bretton Woods, China se está presentando, mientras tanto, como una fuente de libre comercio, de literalidad y de globalización". Trump puede necesitar la ayuda de Xi para conseguir que Irán acceda a un acuerdo y para que Pekín consienta en reducir o eliminar sus compras de crudo procedente de la República Islámica.

Daybreak en Español
EE.UU. rechaza condiciones de Irán; Honduras evalúa acuerdos con China para atraer inversión de EE.UU.

Daybreak en Español

Play Episode Listen Later May 11, 2026 7:32 Transcription Available


Estados Unidos e Irán siguen lejos de un marco para poner fin a su guerra y reabrir el estrecho de Ormuz, mientras el presidente Donald Trump califica de inviable la respuesta de la República Islámica a su propuesta de paz; Donald Trump presionará a Xi Jinping sobre la posición de China frente a Irán y buscará definir los detalles de una nueva junta comercial cuando se reúnan esta semana, dijeron altos funcionarios estadounidenses; y el nuevo presidente de Honduras está revisando los acuerdos de su predecesora con China, un proceso que podría contribuir a la campaña de Estados Unidos para reducir la influencia de la nación asiática en la región y conducir al reconocimiento de Taiwán.Newsletter Cinco cosas: https://bloom.bg/42Gu4pGLinkedin: https://www.linkedin.com/company/bloomberg-en-espanol/Youtube: https://www.youtube.com/BloombergEspanolWhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaFVFoWKAwEg9Fdhml1lTikTok: https://www.tiktok.com/@bloombergenespanolX: https://twitter.com/BBGenEspanolProducción: Ivana Bargues, Eduardo Thomson y Stephen WicarySee omnystudio.com/listener for privacy information.

El Debate
¿Puede evitarse una nueva escalada entre Estados Unidos e Irán?

El Debate

Play Episode Listen Later May 8, 2026 39:31


En un nuevo pulso diplomático y militar entre Estados Unidos e Irán, Donald Trump asegura que un acuerdo con Teherán está cerca, aunque mantiene la presión militar mientras la República Islámica exige el levantamiento de las sanciones para avanzar en las negociaciones. En esta edición de El Debate de France 24 analizamos qué puede cambiar con este nuevo acercamiento y si se trata de un avance real hacia la desescalada o de otro episodio en la larga guerra de presión y amenazas entre ambos países.

No es el fin del mundo
270. Tuaregs, los últimos dueños del Sáhara

No es el fin del mundo

Play Episode Listen Later May 7, 2026 107:12


Un pueblo nómada que sobrevivió a la colonización, las sequías y las tensiones del Sahel sigue siendo un actor clave en el corazón del Sáhara. Durante más de medio siglo, los tuaregs han resistido la marginalización que les impuso la descolonización: convertidos en minorías dentro de Estados que no reconocen su modo de vida, han protagonizado rebeliones en Mali y Níger que siempre terminaron en acuerdos incumplidos y nuevas escaladas. Su historia entrelaza las rutas caravaneras transaharianas, la Legión Islámica de Gadafi, la proclamación y derrumbe del Azawad en 2012 y la penetración del yihadismo en su territorio. Hace unas semanas, el Frente de Liberación del Azawad acaba de retomar Kidal en un conflicto que enfrenta a los tuaregs contra la junta militar maliense y sus aliados rusos. Hoy en "No es el fin del mundo" hablamos de los tuaregs, los últimos dueños del Sáhara. Mapas y artículos: Mapa tuaregs: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/mapa-tuaregs/ Mali. Geografía, recursos y conflictos: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/geopolitica-mali/

Business School
Speak Like A CEO

Business School

Play Episode Listen Later May 5, 2026 18:24


Click Here to Get All Podcast Show Notes!“The way you speak is a skill, and like every skill, it can be learned, practiced, and mastered.” Speaking like a leader is not about being charismatic; it's about mastering the art of clarity, influence, and connection. In this episode, Sharran reveals the eight communication techniques that set CEOs apart and breaks down each tool to help you speak with authority and influence.Whether you're leading a team, negotiating deals, or simply looking to elevate your communication, these strategies will transform how you speak and connect with others.Tune in to learn how to communicate effectively, gain trust, and lead with confidence.“The single biggest superpower of a CEO is to be able to package an idea elegantly.”- Sharran SrivatsaaTimestamps:01:17 - The importance of communication in leadership01:43 - Technique #1: The 4-MAT framework03:33 - Technique #2: The "Three Whys" approach to communication05:48 - Technique #3: Using the ISL framework (Insight, Story, Lesson)07:58 - Technique #4: McKinsey's SCR method (Situation, Conflict, Resolution)10:20 - Technique #5: High stakes negotiations with the ALH formula (Agree, Learn, Helpful)11:51 - Technique #6: The diagnostic process for clear communication13:27 - Technique #7: Unreasonable belief in a specific version of the future14:42 - Technique #8: Borrowed language for clearer, more impactful speaking16:58 - Wrapping up: How CEOs communicate for successResources:- How to Communicate More Effectively Than 99% of People - https://youtu.be/Vx_sSMAJjNg?si=DxlhXVtoOZD73np0- The Next Billion by Sharran Srivatsaa - https://sharransrivatsaa.substack.com/- Acquisition.com - https://www.acquisition.com/- Board Member: ARC Multifamily Real Estate Investing - https://arcmf.com/- Board Member: The Real Brokerage - https://www.joinreal.com/Connect with Sharran:- Facebook - https://www.facebook.com/likesharran- Instagram - https://www.instagram.com/sharransrivatsaa/- X - https://x.com/sharran- LinkedIn - http://www.linkedin.com/in/sharran- YouTube - https://www.youtube.com/channel/UCzpl_gT1bVB1iNZl9yQbWuA?sub_confirmation=1- Threads - https://www.threads.com/@sharransrivatsaa

Divas puslodes
Vēlēšanas Palestīniešu pašpārvaldes teritorijā. Dānijā neveicas ar koalīcjas izveidi

Divas puslodes

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 54:05


Vietvaru vēlēšanas Palestīniešu pašpārvaldes teritorijā. Dānijā un arī Slovēnijā neveicas ar valdošās koalīcijas izveidi pēc parlamenta vēlēšanām. Mali hunta piedzīvo plašu un labi koordinētu savu pretinieku ofensīvu. Aktualitātes analizē Austrumeiropas politikas pētījumu centra vecākais pētnieks Armands Astukevičs un Aizsardzības akadēmijas pasniedzējs Jānis Kapustāns. Palestīniešu teritoriju trauksmainā iekšpolitika 25. aprīlī Palestīniešu pašpārvaldes teritorijā notika vietvaru vēlēšanas. Jordānas Rietumkrastā tika ievēlētas pavisam 380 vietējās padomes ar nepilniem 3800 deputātiem. Reālas vēlēšanas gan notika mazāk nekā pusē vietvaru, jo gandrīz 200 iecirkņos bija iesniegts tikai viens saraksts, un saskaņā ar Palestīniešu pašpārvaldes normatīvajiem aktiem šādos gadījumos vēlēšanas nav jārīko – saraksta iesniedzēji ieņem padomes locekļu vietas automātiski. Praktiski visur dominējošais politiskais spēks ir partija „Fatah”, kuras līderis Mahmūds Abāss nu jau vairāk nekā 20 gadus ieņem Palestīnas pašpārvaldes prezidenta amatu. Tomēr īpaša uzmanība notikušo vēlēšanu sakarā pievērsta vienīgajai padomei, kura tika ievēlēta Gazas joslā – Deirelbelehas pilsētā. Tās ir pirmās jebkādas vēlēšanas, kas notikušas Gazā pēc divas desmitgades ilgušas  pauzes, kuras iemesls ir 2006. gadā iestājusies pretstāve starp partiju „Fatah” un kustību „Hamās”, toreizējo Palestīniešu pašpārvaldes likumdevēja vēlēšanu uzvarētāju. Domstarpību centrā ir attieksme pret Izraēlas valsti: kamēr „Fatah” atzīst Izraēlas tiesības uz eksistenci, Hamas turpina bezkompromisa cīņu, lai nodzēstu ebreju valsti no pasaules kartes. Bez tam „Fatah” ir sekulāra palestīniešu nacionālistu partija ar kreisu ievirzi, savukārt „Hamās” – reliģiska islāmistu kustība. Politiskā šķelšanās noveda pie militāra konflikta, kura laikā „Fatah” pārstāvji Gazas joslā tika nogalināti, izraidīti vai bija spiesti bēgt, un Gaza kļuva par „Hamās” citadeli. Ievēlētais palestīniešu likumdošanas orgāns pārstāja funkcionēt, jauns tā arī nav ticis ievēlēts, un ja Jordānas Rietumkrastā pagājušajos divdesmit gados notika vismaz pašvaldību vēlēšanas, tad Gazas sektorā – nekādas. Periodiski notika izlīguma mēģinājumi starp „Fatah” un „Hamās”, 2013. gadā pat tika izveidota nacionālās vienības valdība ar bezpartejisku sastāvu, taču „Hamās” tai tā arī neļāva reāli pārvaldīt Gazas teritoriju. Tagad, kad karā pret Izraēlu islāmistu spēki ir pamatīgi novājināti, acīmredzot bijis iespējams sarīkot pieminētās vēlēšanas Deirelbelehā, kas tiek raksturotas kā pilotprojekts. Priekšnoteikums dalībai bija atzīt Palestīnas Atbrīvošanas organizāciju par vienīgo leģitīmo palestīniešu tautas pārstāvi, un tas liedza kvalificēties „Hamās” kandidātiem. „Fatah” atbalstītais saraksts ieguvis sešas no piecpadsmit vietām, savukārt saraksts, par kuru neoficiāli zināms, ka aiz tā stāv „Hamās”, – divas vietas. Daži novērotāji uzskata, ka tas ir sabiedrības signāls par nevēlēšanos turpināt bezkompromisa cīņu islāmistu vadībā. Tomēr vēlētāju aktivitāte, kas bija nepilni 23%, padara šādu pieņēmumu ne pārāk drošu. Divi Eiropas iekšpolitikas sastrēgumi Dānijas parlamenta vēlēšanas notika 24. martā, taču valdošās koalīcijas izveide nevedas. Nepiepildījās līdzšinējās premjerministres Metes Frederiksenas cerības, ka viņas vadītajiem sociāldemokrātiem vēlēšanas nesīs politiskā kapitāla pieaugumu. Tagad parlamentā izveidojušies divi bloki – labējais jeb „zilais” un kreisais jeb „sarkanais” – un ne vienam, ne otram nepietiek balsu vairākumam. Trešais spēks ir liberālā Mēreno partija, kas ieņēmusi izteikti centrisku pozīciju. Tieši viņu balsis, pievienotas vienam vai otram blokam, matemātiski varētu dot vajadzīgo vairākumu, taču mērenajiem nav pieņemams neviens no abu bloku radikālajiem spārniem. Partijas līderis Larss Loke Rasmusens jau paziņojis, ka darbošanās vienā valdībā ar radikāli kreisajiem ekosociālistiem no Sarkani-zaļās alianses nav domājama, tāpat nekādu entuziasmu liberāļiem neizraisa iespējama sabiedrošanās ar nacionālpopulistiem spektra pretējā galā – Dānijas Tautas partiju un citiem. Tā vietā mērenie vēlētos redzēt plašu centriski orientētu koalīciju, kaut ko līdzīgu pirmsvēlēšanu modelim, kurā bez sociāldemokrātiem un mērenajiem ietilpa arī liberālā partija „Venstre”. Tomēr pēdējās vēlēšanas nebija veiksmīgas nevienai no šīs trijotnes partijām, tāpēc tagad nāksies piepulcināt vēl kādu. Ticamākie kandidāti varētu būt labēji centriskā Konservatīvo partija, tāpat diezgan centriskā Sociālliberālā partija un arī demokrātiskie sociālisti no Zaļo kreiso partijas (nejaukt ar radikālāko Sarkani-zaļo aliansi!). Zaļo kreiso līdere Pia Olsena Dīra jau signalizējusi, ka būtu gatava apspriest sadarbības nosacījumus, taču Rasmusens, kā tiek teikts, izteikti taktiski nogaida. Vēl problemātiskāka ir situācija Slovēnijā, kur arī nu jau vairāk nekā mēnesi nav izdevies izveidot valdības koalīciju. 20. aprīlī lielākās parlamenta frakcijas – liberālās Brīvības kustības – vadītājs un līdzšinējais premjerministrs Roberts Golobs paziņoja, ka viņam nav izdevies izveidot vairākuma koalīciju un viņa partija gatavojas darbam opozīcijā. Tagad stafetes kociņš būtu nododams otrai lielākajai parlamenta frakcijai – Slovēnijas Demokrātiskajai partijai. Savulaik izaugusi no antikomunistiskās neatkarīgo arodbiedrību kustības un bijusi kreisas ievirzes, šī partija tās līdera Janeza Janšas vadībā vēlāk migrējusi nacionālisma, konservatīvisma un labējā populisma virzienā. Lai izveidotu koalīciju, Janšam būtu jāpiedabū pievienoties divas mēreni labējās partijas – aliansi „Jaunā Slovēnija – Kristīgie demokrāti” un Demokrātu partiju –, kā arī izteikti labēji populistisko, no pandēmijas laika antivakcīnistu auditorijas izaugušo partiju „Resni.ca”. Nav viegli iedomāties, ka izteikti proeiropeiski sevi pozicionējošie demokrāti būtu gatavi koalīcijai ar galējiem populistiem eiroskeptiķiem no „Resni.ca” un arī pašu Janšu, no kura partijas viņi reiz atšķēlās, kritizēdami līderi par antagonizējošu un populistisku pieeju. Kā norāda novērotāji, tā vien šķiet, ka Slovēnijas politiskie spēki arvien pamanāmāk samierinās ar domu par ārkārtas vēlēšanām. Draudzība ar Kremli – apšaubāma garantija Pilsoņu karš Rietumāfrikas valstī Mali ilgst kopš 2012. gada, kad savu cīņu pret centrālo valdību uzsāka tuaregu separātisti valsts ziemeļos, Azavādas reģionā. Kā tas mēdz notikt islāma zonas valstīs, etniski motivētajā konfliktā drīz iesaistījās radikālās džihādistu kustības – gan neatkarīgi reģionāli grupējumi kā, piemēram, „Boko Haram”, gan globālo tīklu „Al Qaeda”un Islāma kalifāts atzari. Sākotnēji Mali toreiz vēl demokrātisko valdību cīņā pret iekšējiem ienaidniekiem atbalstīja Francija un arī ANO miera uzturēšanas misija, taču 2020. gadā likumīgais prezidents Ibrahims Keita tika gāzts un pie varas nāca hunta ar ģenerāli Asimi Goitu priekšgalā. Pučisti palūdza frančus aizvākties un uzaicināja sev tīkamāku sabiedroto – krievu algotņus no bēdīgi slavenās Vāgnera grupas. Sabiedrojusies ar līdzīgiem režīmiem kaimiņvalstīs Nigērā un Burkina Faso, Mali izveidoja jaunizceptu Rietumāfrikas diktatūru klasteri – Sāhelas valstu aliansi. Jaunie sabiedrotie ļāva gūt zināmus taktiskus panākumus, taču ne izšķirošu uzvaru pār režīma pretiniekiem. Pēc „vāgneriešu” līdera Prigožina nogalināšanas viņa privāto militāro kompāniju nomainīja Krievijas bruņoto spēku struktūra – Āfrikas korpuss. Tikām režīma pretinieki – tuaregu nacionālisti un radikālie islāmisti – pārtrauca savstarpēju apkarošanu un sāka koordinēt savas operācijas pret valdības spēkiem. Džihādisti valsts dienvidos sāka piekopt jaunu taktiku – transportceļu blokādi, apdraudot pirmkārt jau naftas produktu piegādes lielajām pilsētām. Kopš 25. aprīļa Mali hunta piedzīvo nepieredzēti plašu un labi koordinētu savu pretinieku ofensīvu, kuru īsteno Azavādas Atbrīvošanas fronte un ar kustību „Al Qaeda” saistītais džihādistu grupējums Atbalsta grupa islāmam un musulmaņiem. Galvaspilsētas Bamako apkaimē nemiernieki uzbruka lidostai un Kati militārajai bāzei, kur savu pastāvīgo rezidenci ierīkojis huntas līderis Goita. Džihādistu kaujinieks-pašnāvnieks ar sprāgstvielām piekrautu automašīnu ietriecās aizsardzības ministra ģenerāļa Sadio Kamaras rezidencē, nogalinot viņu un ģimeni. Valdības spēku un krievu Āfrikas korpusa karavīri tika bloķēti Kidalas pilsētā un vienojās par netraucētu aiziešanu, atstājot pilsētu nemierniekiem. Uzbrukumi notika vēl vairākām pilsētām, kurās kopš tā laika turpinās karadarbība. Acīmredzot Kremļa draudzība izrādījusies pārāk vāja huntas stabilitātes garantija. Sagatavoja Eduards Liniņš.

New England Baseball Journal Podcast
New England Prep Baseball Roundup

New England Baseball Journal Podcast

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 29:47


Dan and Pat recap early-season New England prep baseball, discussing the latest prep coaches poll and teams and players standing out. Dexter ranks No. 1 behind deep Division I-level pitching; Austin Prep started hot before losing to Cheshire Academy; Canterbury and Choate Rosemary Hall remain unbeaten; and the ISL features strong starts from Belmont Hill, Nobles, and surprise 3–0 St. Mark's. They note coaching transitions at Cheshire (following an underage drinking incident on a Florida trip) and Phillips Andover, plus early struggles from preseason No. 1 Avon Old Farms and non-league losses for Deerfield. Worcester Academy's Tallon Roseboro and other standout players are highlighted. The episode ends with a “Three Up, Three Down” 1986 Red Sox–Mets trivia contest.   Topics 00:42 Early Season Standouts 00:51 Dexter Loaded Roster 02:02 Undefeated Contenders 03:47 Cheshire Coaching Shakeup 06:08 Andover Transition Stability 07:04 Avon Old Farms Slide 09:45 Deerfield Strategy Explained 11:23 Worcester Transfer Impact 12:39 St Marks Surprise Start 15:42 Belmont Hill Walkoff Win 17:14 Nobles Pitching Returns 17:32 ISL Contenders Breakdown 18:39 Tier Rankings and Bubble Teams 19:49 Standout Prep Players 22:07 Red Sox 86 Trivia Setup 22:58 Red Sox Player Clues 25:24 Mets Legends and Seinfeld Hint 28:01 Tiebreaker and Sign Off

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 23/04/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Movimentações para as eleições de 2026 / Israel e Líbano negociam cessar-fogo

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 301:58


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (23): Em comentário, José Maria Trindade afirmou que os principais candidatos à Presidência começaram a desenvolver as estratégias definidas por suas equipes de campanha com o objetivo de conquistar a preferência do eleitorado, marcando uma nova fase na disputa eleitoral. Em entrevista exclusiva, o senador Alessandro Vieira afirmou que não se intimida após o ministro do STF Gilmar Mendes enviar um pedido de investigação contra ele à Procuradoria-Geral da República. Vieira destacou que sua atuação faz parte do processo democrático e defendeu a criação de um código de ética para a Corte. O embate ocorre após o senador ter solicitado o indiciamento de ministros na CPI do Crime Organizado, pedido que acabou sendo rejeitado no relatório final. O Papa Leão XIV visitou nesta quarta-feira (22) uma prisão em Bata, na Guiné Equatorial, durante viagem apostólica à África, segundo o Vaticano, com o objetivo de defender a dignidade e os direitos humanos dos prisioneiros. O país é considerado um dos mais repressivos da região e é governado desde 1979 por Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, o presidente mais antigo do mundo. O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, descartou a reabertura do Estreito de Ormuz enquanto durar o bloqueio dos Estados Unidos aos portos iranianos. A chancelaria iraniana também evitou comentar a prorrogação do cessar-fogo anunciada por Donald Trump. A crise se intensifica no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de petróleo. A Guarda Revolucionária Islâmica informou ter interceptado dois navios mercantes que tentavam atravessar a região bloqueada. O ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, autorizou nesta quarta-feira (22) que o banqueiro Daniel Vorcaro realize exames no hospital. A previsão é que o empresário, dono do Banco Master, seja levado à unidade de saúde nesta quinta-feira (23). Preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, Vorcaro relatou nos últimos dias que não estava se sentindo bem, o que motivou a autorização para a realização dos exames médicos fora do local de detenção. A chamada “taxa das blusinhas” evitou a entrada de R$ 4,5 bilhões em produtos importados de pequeno valor no Brasil, segundo uma nota técnica divulgada nesta quarta-feira (22) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). De acordo com o levantamento, a redução das compras internacionais contribuiu para preservar 135,8 mil empregos e manter R$ 19,7 bilhões na economia brasileira. As forças armadas dos Estados Unidos interceptaram pelo menos três petroleiros com bandeira iraniana em águas asiáticas e estão redirecionando as embarcações para longe de posições próximas à Índia, Malásia e Sri Lanka, segundo fontes marítimas e de segurança ouvidas pela Reuters. A ação ocorre após Washington impor um bloqueio ao comércio marítimo do Irã, enquanto Teerã reagiu com disparos contra embarcações para dificultar a navegação pelo Estreito de Ormuz, na entrada do Golfo Pérsico. Uma operação da Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta quinta-feira (23) dois suspeitos, entre eles um ex-gerente de banco, acusados de participar de um esquema de fraudes bancárias que desviou R$ 14 milhões de uma conta empresarial. A quadrilha atuava na habilitação irregular de credenciais corporativas, permitindo o acesso indevido às contas de clientes. Os valores eram rapidamente transferidos por TED, PIX e boletos para dificultar o rastreamento. Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de prisão e 22 de busca e apreensão em São Paulo e no estado de Goiás. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

No es el fin del mundo
268. La relación entre Irán y Estados Unidos

No es el fin del mundo

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 110:38


La relación entre Washington y Teherán es una de las más complejas y determinantes de las últimas décadas. Desde la alianza forjada bajo el sah hasta la Revolución Islámica de 1979, pasando por la crisis de los rehenes, el escándalo Irán-Contra, el Acuerdo Nuclear y los años Trump, este vínculo ha pasado por todas las fases posibles. Dos países que fueron aliados estratégicos se convirtieron en enemigos declarados, y hoy esa enemistad, cada vez más mediada por Israel, está reconfigurando el orden en Oriente Próximo. Hoy en "No es el fin del mundo" hablamos de la relación entre Irán y Estados Unidos. Artículos recomendados: Trump está llevando a EE.UU. de vuelta al s. XIX: https://elordenmundial.com/trump-siglo-xix-estados-unidos-expansionismo-geopolitica/ Este episodio cuenta con una mención publicitaria de NordVPN. Cupón de descuento: EOM Enlace de afiliado: nordvpn.com/eom

Hilando Fino
Irán al borde de la guerra: ataques, alianzas y el riesgo de una escalada global

Hilando Fino

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026 56:25


Conversamos con el Dr. David Rodríguez sobre la creciente escalada de tensiones entre Irán, Estados Unidos e Israel en medio de las negociaciones internacionales para limitar el programa nuclear iraní. A partir de un repaso histórico de las relaciones entre Estados Unidos e Irán —desde el golpe de Estado de 1953, la Revolución Islámica de 1979 y el asesinato del general Qasem Soleimani en 2020— el programa analiza cómo se llegó al momento actual de confrontación. La discusión se centra en los ataques recientes contra instalaciones nucleares iraníes y la respuesta militar de Irán contra bases estadounidenses y aliados en el Golfo, así como en el debate sobre la legitimidad de la doctrina de “guerra preventiva”. También se examinan las implicaciones geopolíticas del conflicto, incluyendo la amenaza iraní de cerrar el estrecho de Ormuz, las tensiones dentro de la OTAN, la postura de países europeos como España, y el papel de China y Rusia como aliados de Irán. Finalmente, el episodio explora cómo factores de política interna —tanto en Israel como en Estados Unidos— influyen en la escalada del conflicto, así como las consecuencias regionales y humanitarias de una posible guerra en el Medio Oriente.______Hilando Fino desde las Ciencias Sociales trae cada semana una conversación pública amena, variada y educativa. La promoción de los derechos humanos forma parte integral de su misión. Da a conocer el producto del trabajo investigativo, las publicaciones y la reflexión de los profesores de la Facultad de Ciencias Sociales del Recinto de Río Piedras, así como de otras facultades, unidades universitarias e instituciones educativas.Invita a un diálogo sostenido con aquellos que promueven iniciativas de cambio en el ámbito social y comunitario para la adopción de políticas públicas de avanzada. Se invita también a profesores e investigadores visitantes que aportan sus conocimientos en el ámbito internacional.El propósito es crear un diálogo público sostenido de calidad que promueva el entendimiento de problemas complejos en el mundo. Promueve la involucración ciudadana en la transformación social.El aporte de los profesores e invitados se desarrolla también en otras modalidades, como lo es la discusión a fondo de situaciones o problemas de carácter político, económico, social, ambiental o cultural de interés público. Todo ello se examina desde el crisol de los conceptos y teorías que aportan las ciencias sociales mediante un lenguaje accesible. Además se convoca a profesores y expertos a examinar un mismo tema de forma compleja e interdisciplinaria. Esto permite traer a la radio un examen complejo, minucioso y contrastante de los temas tratados.Hilando Fino desde las Ciencias Sociales convoca también a estudiantes tanto sub-graduados como graduados, para que discutan un tema o comenten los hallazgos de investigaciones. Dado el compromiso con nuestra propia vida universitaria y con una educación superior de calidad, el programa trata de asuntos educativos que requieren urgente atención pública. Hilando Fino desde las Ciencias Sociales invita a personas que se distinguen en el ámbito público, bien sea en el gobierno o porque representan grupos de la sociedad civil puertorriqueña, a que discutan sus planes y propuestas y su visión sobre el interés colectivo. El compromiso primordial del programa es la difusión del saber que se acumula, tanto desde el trabajo académico de las Ciencias Sociales como desde la experiencia práctica de los ciudadanos y los hacedores de política pública.

Divas puslodes
Vēlēšanu rezultāti Bulgārijā. Persijas līča konflikts. Ukrainas militārie sasniegumi

Divas puslodes

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026 53:46


Raidījumā Divas puslodes par Bulgāriju, par Ukrainu un, protams, arī par notiekošo Tuvajos Austrumos.  Donaldam Trampam vakar vakarā nācās pagarināt pamieru termiņu karā ar Irānu. Bulgārijā, izskatās, ir pārvarēta politiskā krīze - dažu gadu laikā tur notikušas astoņas ārkārtas parlamenta vēlēšanas, beidzot vienai koalīcijai ir vairākums. Tiesa, vēlēšanu rezultāti daudzus pamatīgi satrauc. Ukrainā frontē jau ilgu laiku būtisku izmaiņu tikpat kā nav, toties prezidents Volodimirs Zelenskis nesen izstāstīja par kādu īpašu militāru operāciju, kurā krievu pozīcijas tika ieņemtas tikai ar kaujas robotu palīdzību, saņemot vairākus karavīrus arī gūstā. Aktualitātes analizē Ģeopolitikas pētījumu centra vecākais pētnieks Jānis Kažociņš un Ziemeļeiropas politikas centra direktors Artis Pabriks. Vai nācis bulgāriem „laimes lācis”? Politiskā krīze Bulgārijā ilgst kopš 2021. gada, taču tās saknes meklējamas vēl senāk – pagājušajā desmitgadē, kad premjerministra krēslu teju nemainīgi ieņēma partijas GERB jeb „Pilsoņi par Bulgārijas eiropeisku attīstību” līderis Boiko Borisovs. Jo tuvāk desmitgades beigām, jo pamanāmāk izpaudās korupcijas un valsts nozagšanas pazīmes. 2020. gada vasarā izvērtās pret valdību vērsti protesti, uz kuru fona veidojās vairākas jaunas t.s. „pārmaiņu partijas” ar antikorupcijas ievirzi. 2021. gada aprīlī notikušās vēlēšanas bija Borisova ēras beigas, taču parlaments izrādījās sadalīts apmēram vienlīdzīgi starp Borisova orbītas partijām, „pārmaiņu partijām” un kreiso bloku, kura centrā bija Bulgārijas Sociālistiskā partija, kādreizējās kompartijas mantiniece. Kopš 2021. gada Bulgārijā notikušas astoņas parlamenta vēlēšanas, pie tam no šajā periodā pastāvējušajām valdībām tikai trīs bija parlamentāras koalīcijas kabineti, savukārt četras – ar prezidenta dekrētu apstiprinātas pagaidu valdības. Arvien pamanāmāks šajos gados kļuva vēl viens spēks – labēji radikālās, nacionālistiskās partijas. Šī gada janvārī, gadu sabijusi pie varas, atkāpās Rosena Žeļazkova mazākuma valdība, kuru premjera partija GERB veidoja kopā ar sociālistu bloku un populistisko spēku „Ir tāda tauta”, un ar turku minoritāti pārstāvošās partijas Tiesību un brīvību alianse ārpuskoalīcijas atbalstu. Tūlīt pēc tam no amata atkāpās valsts prezidents Rumens Radevs, atvaļināts ģenerālmajors un kādreizējais Bulgārijas gaisa spēku komandieris, kurš 2017. gadā tika ievēlēts kā neatkarīgais kandidāts un ieguvis popularitāti kā politiski neatkarīgs valsts galva un Borisova iedibinātās oligarhiskās varas kritiķis. Radevs izveidoja partiju bloku „Progresīvā Bulgārija” ar kredo „Bulgārija pirmajā vietā!”, kurā iesaistījās kreisas ievirzes spēki – Politiskā kustība „Sociāldemokrāti”, Sociāldemokrātiskā partija un burtiski vēlēšanu priekšvakarā izveidotā „Mūsu tautas kustība”. Pirms vēlēšanām „Progresīvajai Bulgārijai” prognozēja apmēram trešdaļu balsu, taču 19. aprīlī tā ieguva nepilnus 44% un 131 no 240 deputātu vietām, tātad valdības veidošanai nepieciešamo vairākumu. Eksprezidenta blokam izdevies ne tikai atņemt teju visas balsis sociālistiem un apmēram divas piektdaļas no GERB elektorāta, bet arī atstāt ārpus parlamenta lielu daļu no labējo radikāļu partijām. Vienīgi liberālajam „pārmaiņu partiju” blokam izdevies saglabāt savas pozīcijas. Jau pirms vēlēšanām izskanēja bažīgas balsis, ka pāris nedēļas pēc atkratīšanās no Viktora Orbana Eiropas politika tagad būs ieguvusi viņa vietā jaunu Kremļa iztapoņu Rumena Radeva personā. Prezidenta amatā esot, Radevs paudis skepsi par militārā atbalsta lietderību Ukrainai, vēlmi uzturēt konstruktīvu dialogu ar Krieviju un mērenu eiroskepticismu. Pats eksprezidents gan jau priekšvēlēšanu kampaņas laikā deklarēja, ka negrasoties bloķēt Eiropas Savienības finanšu atbalstu Ukrainai. Tāpat eksperti lēš, ka viņš, iespējams, mazinās tiešo militāro palīdzību Kijivai, taču diezin vai kavēs Bulgārijas privāto ieroču ražotāju darījumus ar Ukrainu. Pasaule uz Hormuza āķa Šodien, 22. aprīlī, bija jābeidzas Savienoto Valstu prezidenta Donalda Trampa noteiktajam uguns pārtraukšanas termiņam konfliktā ar Irānu, taču vakar pievakarē pēc Vašingtonas laika prezidents paziņoja, ka pauze karadarbībā tiek pagarināta. Irānai tiekot dots laiks, lai izstrādātu pozīciju miera sarunām, kuru atsākšanās tika gaidīta jau pirmdien. Tomēr amerikāņu delegācija viceprezidenta Vensa vadībā tā arī nesēdās lidmašīnā uz Islamabadu, kad kļuva skaidrs, ka Teherānas pārstāvji tur neieradīsies. No Irānas galvaspilsētas pienāk ziņas, ka turienes politiskajā virsotnē notiek asa cīņa starp tiem, kuri vēlētos turpināt bezkompromisa konfliktu ar Savienotajām Valstīm un Izraēlu, un tiem, kuri būtu gatavi dialogam. Kā „vanagu” bloka galvenie pārstāvji tiek minēti Islāma revolūcijas sargu korpusa pavēlnieks Ahmads Vahidi un Augstākās nacionālās drošības padomes sekretārs Mohammads Bāghers Zolghadrs, savukārt t.s. „pragmatiķi” koncentrējas ap parlamenta spīkeru Mohammadu Bāgheru Gālibafu. Oficiālā Teherānas pozīcija pašreiz ir – neatsākt sarunas, kamēr Savienoto Valstu jūras spēki turpina Irānas ostu blokādi. Tādējādi Hormuza šaurums joprojām paliek dubultās blokādes žņaugos, jēlnaftas „Brent” cena svārstās ap simts dolāriem par barelu, dabasgāzes cenas Eiropā dubultojušās līdz līmenim sešdesmit eiro par megavatstundu, un viss notiekošais tiek vērtēts kā smagākā enerģētikas krīze pasaules vēsturē. Tiek piesauktas arī nopietnas bažas par globālo pārtikas apgādi, ciktāl Persijas līča valstis nodrošina arī apmēram trīsdesmit procentus no pasaules minerālmēslu produkcijas. Protams, Irāna savukārt sāpīgi izjūt amerikāņu jūras blokādes sekas. Pārtikas cenas valstī vidēji dubultojušās, bet dažu produktu, piemēram, rīsa cenas augušas vēl daudz ievērojamāk. Naftas eksporta pārtraukšana draud ar nopietnām tehnoloģiskām problēmām naftas ieguves industrijai. Savu rīcības plānu Hormuza krīzes sakarā sākušas būvēt Eiropas valstis. 17. aprīlī Parīzē klātienē tikās Francijas prezidents Emanuels Makrons, Lielbritānijas premjerministrs Kīrs Stārmers, Itālijas premjere Džordža Meloni un Vācijas kanclers Frīdrihs Mercs, savukārt daudzu citu Eiropas un arī ārpus Eiropas valstu vadītāji pieslēdzās samitam attālināti. Nozīmīgākais ir lēmums veidot apvienotus jūras spēkus civilās kuģniecības aizsardzībai Persijas līča rajonā, kuri gan aktīvu darbību varētu uzsākt tikai pēc tam, kad tiktu panākta miera vienošanās starp Savienotajām Valstīm un Irānu. Gatavību nozīmīgi iesaistīties paudušas arī Nīderlande, Spānija un Grieķija; kopdarbībai dots apzīmējums Hormuza šauruma kuģošanas brīvības iniciatīva. Šodien un rīt turpinājuma sesijā Londonā tiek risināti jau konkrētāki militārās plānošanas jautājumi. Piedalās ne tikai Eiropas NATO dalībvalstu, bet arī Kanādas, Japānas, Austrālijas, Apvienoto Arābu Emirātu un Ukrainas, bet ne Savienoto Valstu pārstāvji. Ukraiņu roboti nāk! Nu jau apmēram pusotru gadu presē reizumis parādījusies informācija par Ukrainas bruņoto spēku īstenotām kaujas misijām bez tiešas cilvēku iesaisties, izmantojot tikai robotus. Spriežot pēc šīm publikācijām, pirmā šāda kaujas epizode notikusi 2024. gada decembrī, kad kombinēts lidrobotu un braucošo robotizēto ložmetēju platformu uzbrukums krievu pozīcijām piespiedis ienaidnieku nozīmīgi pārgrupēt spēkus. Tomēr plašāku pasaules mediju uzmanību tēmai piesaistīja prezidents Volodimirs Zelenskis, pagājušonedēļ pastāstot par operāciju pērnvasar, kad ukraiņu roboti ieņēmuši pozīciju, kurā krievi pirms tam sekmīgi atsituši divus konvencionālus kājnieku uzbrukumus. Ukraiņu robotam izdevies uzspridzināt galvenā ienaidnieka bunkura ieeju, pēc kam pozīcijas aizstāvji pacēluši padošanās zīmes pret uzbrucēju lidrobotu kamerām un, šo pašu lidrobotu vadīti, paklausīgi aizsoļojuši uz ukraiņu pozīcijām padoties. Kā zināms, agresorvalsts militāristi savā taktiskajā ēdienkartē joprojām nesmādē lielgabalu gaļu, turpretim Ukrainas bruņotajiem spēkiem katra karavīra dzīvība ir dārga. Tā nu, vēlreiz apliecinot savu radošo un inovatīvo pieeju karadarbībai, Ukraina ir atšķīrusi jaunu lappusi militārajā vēsturē, kas tiek apzīmēta kā attālināti vadīts jeb daļēji autonoms kombinētu ieroču veidu manevrs. Kā norādījis Ukrainas līderis, pirmajos trīs šī gada mēnešos viņa valsts bruņotie spēki veikuši jau 22000 kaujas misiju, kurās izmantotas sauszemes robotizētās platformas. Kaujas lidrobotu izmantošanas apjomi ir vēl daudzkārt lielāki, un tiek nopietni spriests par Ukrainas iespējām šādi kompensēt agresorvalsts dzīvā spēka pārsvaru. Šomēnes Ukraina nozīmīgi intensificējusi arī triecienus Krievijas naftas pārstrādes un eksporta infrastruktūrai, kā rezultātā agresorvalsts naftas ieguve piedzīvojusi kritumu par vismaz trīssimt tūkstošiem barelu dienā, kas ir lielākais kopš globālās pandēmijas perioda. Šie militārie sasniegumi būtiski mainījuši Ukrainas vietu Eiropas drošības stratēģijas izkārtojumā. Kijiva vairs nav atbalsta lūdzēja nevienlīdzīgajā cīņā pret agresiju, bet kļūst par partneri, kas spējīgs piedāvāt neatsvaramu pieredzi jaunākās militārās tehnikas izstrādē un izmantošana taktikā. Konkrēts apliecinājums tam ir pagājušā nedēļā noslēgtais Ukrainas un Vācijas aizsardzības sadarbības pakts četru miljardu eiro vērtībā, kas paredz kopīgu lidrobotu un tālas darbības ieroču ražošanu, kā arī pretgaisa aizsardzības līdzekļu piegādi Ukrainai. Kijivas militāri tehnoloģiskās iespējas arvien vairāk novērtē arī citur pasaulē, t.sk. Persijas līča valstīs, kuras piedzīvojušas Irānas gaisa uzbrukumus. Sagatavoja Eduards Liniņš.

La Opinión Hoy
Trump extiende indefinidamente el alto el fuego en contra de Irán.

La Opinión Hoy

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026 4:33


Donald Trump dio a conocer la extensión indefinida del alto el fuego en Irán con el objetivo de que la República Islámica pueda ponerse de acuerdo para firmar un acuerdo.

Divas puslodes
Persijas līča konflikta attīstība, Ungārijas vēlēšanu rezultāts, degvielas protesti Īrijā

Divas puslodes

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 54:03


Šoreiz Divās puslodēs par Persijas līča konflikta attīstību, vēlēšanu rezultātiem Ungārijā, kur pienācis Viktora Orbāna varas ēras gals, kādi ir iespējamie tālākās attīstības scenāriji, kā arī degvielas protestiem Īrijā – kādi ir to iemesli, raksturs, valdības reakcija un iespējamie tālākie scenāriji, tai skaitā citās valstīs. Ārzemju aktualitātes studijā apspriežam kopā ar Latvijas Radio ārzemju korespondentu Uldi Ķezberi, kurš sagaidīja Ungārijas parlamenta vēlēšanu rezultātus Budapeštā, kā arī politologu, Latvijas Ārpolitikas institūta pētnieku, Rīgas Stradiņa universitātes pasniedzēju Sandi Šrāderu. Hormuzs „dubultslazdā” Prognozes par iespējamo Irānas un Savienoto Valstu pamiera sarunu izdošanos Islamabadā jau sākotnēji bija visai piesardzīgas, ciktāl bija zināms, ka abas puses grasās izvirzīt teju maksimālās prasības. Irāna bija gatava atteikties no jau bagātinātā urāna krājumiem, taču ne no urāna bagātināšanas nākotnē. Teherāna prasīja saglabāt tai īpašu kontroli pār kuģošanu Hormuzā, pārtraukt Izraēlas karadarbību Libānā, atcelt sankcijas un izmaksāt reparācijas, izvest ASV karaspēku no reģiona valstīm un vēl vairāku prasību izpildi. Islāma republika negribēja ne dzirdēt par tās kaujas raķešu spēju ierobežošanu, atbalsta pārtraukšanu tās bruņotajām satelītorganizācijām reģionā un acīmredzot nebija gatava arī atzīt Izraēlas valsts eksistences tiesības. Prognozējamais rezultāts pēc divdesmit vienu stundu ilgušām sarunām iestājās svētdienas agrā rītā, kad abu pušu delegācijas pameta Pakistānas galvaspilsētu. Vienīgais, kas ļauj nepiesaukt pilnīgu fiasko, ir pušu izteikumi par iespējamu procesa turpināšanu. Vakar intervijā izdevumam New York Post prezidents Tramps izteicās, ka sarunas varētu atsākties pat tuvāko pāris dienu laikā. Pirmdien pēc Baltā nama saimnieka pavēles Savienoto Valstu jūras spēki sāka Irānas ostu blokādi. Paredzēts aizturēt jebkuru kuģi, kas dodas uz vai no Irānas ostām; izņēmumi attiecas vienīgi uz pārtikas, medikamentu, kā arī citu civilā pielietojuma pirmās nepieciešamības preču kravām. Tiek gan ziņots par vairākiem potenciāli pārtveramiem kuģiem, kuriem izdevies šķērsot Hormuzu jau pēc blokādes izsludināšanas. No tiem gan tikai viens, iespējams, ir ar Irānas naftas kravu; pārējie kuģojuši no citu Persijas līča valstu ostām, bet ir iekļauti sarakstos kā agrāk sankciju režīmu pārkāpuši. Iespējams, šie kuģi izmantojuši speciālus tehniskus līdzekļus savas patiesās lokācijas slēpšanai. Jebkurā gadījumā Hormuzs joprojām paliek praktiski satiksmei slēgts, to dienā šķērsojošo kravas kuģu skaits ir vien 5 % no pirmskara apjoma. Neskatoties uz to visu, izsludinātā uguns pārtraukšana šobrīd kopumā paliek spēkā, lai gan ir ticis ziņots par atsevišķiem tās pārkāpumiem. Tikām vakar Vašingtonā sarunās ar ASV valsts sekretāra Marko Rubio līdzdalību tikušies Izraēlas un Libānas vēstnieki, kas ir pirmā tiešā tikšanās starp abu valstu pārstāvjiem kopš 1993. gada. Abas puses raksturo sarunas kā produktīvas, tomēr karadarbība Libānā turpinās. Prezidenta Žozefa Auna [a'una] valdība gan deklarējusi mērķi atbruņot organizāciju Hezbollah [hezbollā], kura, apšaudot Izraēlas teritoriju, ir izprovocējusi pašreizējo iebrukumu, taču mēģinājumi to īstenot, visdrīzāk, izraisītu Libānā pilsoņu karu.   Ruszkik haza! „Ruszkik haza!” – „Krievi, ejiet mājās!” Šis lozungs Ungārijā pazīstams kopš 1956. gada, kad padomju okupācijas spēki brutāli apspieda toreizējās Ungārijas Tautas republikas demokratizācijas mēģinājumu, paturot valsti Kremļa orbītā. Starp tiem, kuriem okupantu izveidotais marionešu režīms piesprieda nāvessodu, bija arī bijušais Ministru kabineta priekšsēdētājs Imre Naģs. 1989. gadā, padomju sistēmai brūkot, viņa mirstīgās atliekas tika svinīgi pārapbedītas, un šajā piemiņas mītiņā ar kvēlu runu uzstājās toreizējais demokrātiskās opozīcijas pārstāvis Viktors Orbans. Šo uzstāšanos piesauc kā tobrīd divdesmit sešus gadus vecā jurisprudences doktora Orbana politiskās karjeras sākumu. Kā spilgta likteņa ironija nu ir fakts, ka „Ruszkik haza!” kļuva par uzvaras moto politiskajam spēkam, kas pagājušās svētdienas vēlēšanās izrāva varas grožus no premjerministra Orbana rokām, tā pārtraucot viņa sešpadsmit gadus ilgo varas periodu Ungārijā. Ilggadējais premjers un viņa partija Fidesz būvēja savu kampaņu pēc ierastās antagonizējošās politikas shēmas, šoreiz galvenā ienaidnieka tēla vietu atvēlot Ukrainai un prezidentam Zelenskim. Jo tuvāk vēlēšanām, jo groteskāka un tālāka no realitātes izskatījās premjera argumentācija, tajā pat laikā paliekot parādā atbildes uz aktuālajiem sociālajiem un ekonomiskajiem jautājumiem. Tikām globālajā presē cits pēc cita nonāca slepeni iegūti telefonsarunu fragmenti, kas atklāja vispirms Ungārijas ārlietu ministru Pēteru Sijarto, bet pēc tam pašu Viktoru Orbanu kā īstenus Kremļa režīma pakalpiņus. Visbeidzot pret ilggadējo varasvīru nostrādāja viņa paša modificētā vēlēšanu sistēma, kura dod lielas priekšrocības vairāk balsu ieguvušajai partijai. Tā nu Fidesz [fides] konkurenti – partija Tisza [tisa] ar četrdesmit piecus gadus veco juristu Pēteru Maģaru priekšgalā –, vēlēšanās ieguvusi apmēram piecdesmit trīs procentus balsu, tiks pie vairāk nekā divu trešdaļu supervairākuma parlamentā. Bez Tisza un Fidesz Nacionālajā asamblejā iekļuvuši vēl tikai daži galēji labējās partijas „Mūsu Tēvijas kustība” pārstāvji. Jau pirmie nākamā premjerministra izteikumi liecina, ka viņš ir apņēmības pilns atjaunot normālas attiecības ar Briseli, savukārt Krieviju uzskata par draudu. Katrā ziņā var diezgan droši sagaidīt, ka izbeigsies Budapeštas destruktīvā darbošanās Eiropas Savienībā un NATO, pēdējā laikā jau atklāti sabotējot pretdarbību Krievijas agresijai. Kas attiecas uz iekšpolitiku, Pēters Maģars deklarējis: „Mēs darīsim visu, lai atjaunotu tiesiskumu, plurālu demokrātiju un kontroles un līdzsvara sistēmu.” Var gan jautāt, cik ātri varētu būt izmēžami priekšgājēja sešpadsmit gados piedraņķētie Augeja staļļi. Bagātie arī dumpojas Īrijas iekšzemes kopprodukta apjoms uz vienu iedzīvotāju pārsniedz simt desmit tūkstošus dolāru gadā, ierindojot to starp turīgākajām valstīm pasaulē. Eksperti gan norāda, ka šo statistiku nozīmīgi ietekmē šeit reģistrēto globālo kompāniju, piemēram, Google un Apple peļņas rādītāji, un vidusmēra īru pirktspēja ir salīdzinoši tuvāk Eiropas Savienības vidējiem standartiem. Tomēr zināmu pārsteigumu raisa tas, ka tieši Īrijā uzliesmojuši plaši protesti pret degvielas cenu kāpumu. Pagājušās nedēļas sākumā dīzeļdegvielas cena uzpildes stacijās sasniedza divus eiro un septiņpadsmit centus, un uz valsts ceļiem izripoja smagās lauksaimniecības un transporta tehnikas kolonas, kuras, pārvietodamās mērķtiecīgi lēni, radīja sastrēgumus. Tā kā protestētāji pastiprināti bloķēja tieši ar degvielas piegādi saistīto infrastruktūru, drīz vien daudzās uzpildes stacijās beidzās degviela, tika ziņots, ka tās trūkums apdraud pirmās nepieciešamības preču – pārtikas, ūdens un dzīvnieku barības piegādes. Esot apdraudēts arī operatīvā transporta darbs. Protestētāji bija bloķējuši pieejas valsts vienīgajai naftas pārstrādes rūpnīcai, un radās briesmas, ka tā vairs nevarēs pieņemt jaunas piegādes no tankkuģiem un Īrijai paredzētās naftas rezerves aizies tai secen. Varas iestāžu reakcija bija visai asa. Tieslietu ministrs Džims O'Kalahans brīdinājis, ka ceļu bloķētājiem var atņemt autovadītāju tiesības, savukārt apdrošinātāji var lauzt par viņu tehniku noslēgtos līgumus. Nedēļas nogalē policija ar bruņoto spēku atbalstu sāka atbrīvot stratēģiskās maģistrāles un galvaspilsētas centru, pie kam tas noritēja lielākoties mierīgi, protestētājiem pakļaujoties varas pārstāvju rīkojumiem. Tajā pat laikā premjera Mihāla Mārtina valdība paziņoja par vairāk nekā piecsimt miljonu lielas atbalsta paketes iedarbināšanu, kas ietver gan pagaidu nodokļu atlaidi degvielai, gan plānotā oglekļa nodokļa ieviešanas atlikšanu, gan tiešās subsīdijas lauksaimniekiem un zivsaimniekiem. Var piebilst, ka vienu – 250 miljonu – paketi valdība iedarbināja jau pirms trīs nedēļām, taču protestētāji to uzskatīja par nepietiekamu. Vakar, pēc lielākās opozīcijas partijas Sinn Féin [šin fein] ierosinājuma parlamentā tika sarīkots uzticības balsojums, kuru Mārtina labēji centriskā valdība izturēja. Tikmēr ar īru protestētājiem solidarizējušies arī Norvēģijas smagās tehnikas vadītāji, kuri līdzīgas, gan mazāka apjoma akcijas rīkojuši jau kopš aprīļa sākuma. Norvēģijas valdība arī ieviesusi nodokļu atlaižu un subsīdiju paketi vairāk nekā sešsimt miljonu eiro vērtībā. Nelieli protesti notikuši arī Francijā. Atbalsta pasākumus līdz šim ieviesušas arī Spānijas, Itālijas, Polijas, Vācijas un Zviedrijas valdības. Sagatavoja Eduards Liniņš.  

A vivir que son dos días
Visión semanal informativa | ¿Qué nos ha aportado la civilización persa? ¿Por qué es importante hacer testamento?

A vivir que son dos días

Play Episode Listen Later Apr 11, 2026 22:16


¿Cómo sería hoy nuestra sociedad si la cultura persa nunca hubiera existido?  Nos lo explica Darina Martykánová, licenciada en Turcología y en Historia de los Países Islámicos en la Universidad de Praga. A continuación conversamos con la notaria Eva Fernández Medina sobre la importancia de hacer testamento, la herramienta más eficaz para garantizar el cumplimiento de la voluntad de una persona.

Cinco continentes
Cinco continentes - El papel de Pakistán en las negociaciones del alto el fuego entre Irán y Estados Unidos

Cinco continentes

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 15:11


Para la consecución de este acuerdo de alto el fuego de dos semanas ha sido clave la mediación de Pakistán ¿Cómo ha sido la implicación del gobierno en Islamabad para lograr que Trump y Teherán se hayan puesto de acuerdo? Lo analizamos con Ana Ballesteros Peiró, investigadora sénior no residente del Real Instituto Elcano y doctora en Estudios Árabes e Islámicos por la Universidad Autónoma de Madrid. Escuchar audio

Las noticias de EL PAÍS
Lo mejor de ‘Hoy en EL PAÍS' | Mahsa Mohebali, escritora iraní perseguida: "Los europeos no entienden nuestra situación"

Las noticias de EL PAÍS

Play Episode Listen Later Apr 3, 2026 14:32


Este episodio forma parte de una selección para los días de Semana Santa de EL PAÍS Audio. Se emitió el pasado 9 de marzo de 2026. Mahsa Mohebali es escritora y guionista. Nació en Teherán hace 54 años. A principios de 2026, vino a España con su marido, también escritor, invitados por la plataforma No Callarem, en el marco de un proyecto para artistas que sufren algún tipo de represión política. El ataque de Estados Unidos e Israel contra Irán les sorprendió en esa residencia artística en Cataluña. Mohebali, cuyas obras han sido premiadas y censuradas en su país, relata la mezcla de alivio y miedo que describen muchos de sus compatriotas estos días. Porque más allá de hacer caer a la República Islámica, Estados Unidos e Israel no han explicado qué pretenden hacer después allí. En este episodio escucharás nuestra conversación con la escritora, así como fragmentos de su diario, inédito, que nos ha cedido. CRÉDITOS: Realiza y presenta: Ana Fuentes Diseño de sonido: Nicolás Tsabertidis Dirección y doblajes: Ana Alonso Coordinación: José Juan Morales Sintonía: Jorge Magaz Si tienes quejas, dudas o sugerencias, escribe a defensora@elpais.es o manda un audio a +34 649362138 (no atiende llamadas). Disponible en todas las plataformas de podcast: Podium Podcast | Podimo | Spotify | Apple Podcasts | iVoox | Podcasts de Google | Amazon Music | Alexa | RSS Feed

DianaUribe.fm
Irán: claves para entender el conflicto de hoy

DianaUribe.fm

Play Episode Listen Later Mar 27, 2026 69:28


Irán es un tema que ocupa todas las agendas y las portadas de noticias. Pero pocas veces se está hablando de la densidad que existe en la historia de esta nación. En este episodio, nos sumergimos en la profundidad de Irán, una civilización milenaria y sofisticada que trasciende las simplificaciones de los noticieros para revelarse como un pueblo con una inmensa tradición cultural, sabio y lleno de contrastes geográficos. Desde las raíces del zoroastrismo y la influencia de los aqueménidas hasta la complejidad del Islam chiíta, exploramos cómo esta "matriz de civilización" ha moldeado su identidad frente a las intervenciones de las potencias occidentales y la lucha por el control del petróleo. A través de un recorrido que abarca desde el golpe de Estado contra Mossadegh hasta las situación de 2026, también nos detenemos en la historia reciente de Irán y analizamos la repetición de los errores históricos, los pésimos precedentes de la "guerra preventiva" y la urgencia de rescatar el derecho internacional humanitario como la única brújula ética frente al abismo de la guerra.   Notas del episodio Este episodio fue traído a ustedes gracias a MUBI, MUBI es una plataforma de cine curada a mano donde podrás descubrir una película nueva todos los días, Ingresa a mubi.com/dianauribe y obtén un mes gratis de películas en MUBI. La compleja y fascinante historia de Irán es el principal tema de análisis de Michael Axeworthy. Recomendamos su libro "Irán: una historia desde Zoroastro hasta hoy" Una reseña del Zoroastrismo: una de las religiones más influyentes y antiguas del mundo Cronología de algunos de los hechos más importantes de la milenaria historia de Irán hasta el año 2009 Aquí un esquema de diferencias entre suníes y chiíes La Revolución Islámica: el hecho que define a Irán hoy Sigue mis proyectos en otros lugares:  YouTube ➔ youtube.com/@DianaUribefm  Instagram ➔ instagram.com/dianauribe.fm Facebook ➔ facebook.com/dianauribe.fm Sitio web ➔ dianauribe.fm Twitter ➔ x.com/DianaUribefm  LinkedIn ➔ www.linkedin.com/in/diana-uribe    Gracias de nuevo a nuestra comunidad de patreon por apoyar la producción de este episodio. Si quieres unirte, visita www.dianauribe.fm/comunidad    

Enfoque internacional
En la frontera turco-iraní, testimonios del miedo de quienes huyen de la guerra

Enfoque internacional

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 1:40


En el principal paso fronterizo entre Irán y Turquía, miles de personas huyen de la guerra. RFI recogió en el lugar los temores y perspectivas de iraníes que han tenido que abandonar la República Islámica sin saber cuándo podrán regresar. Varios miles de iraníes cruzan cada día el paso fronterizo de Kapiköy, el principal que comunica Irán con Turquía y que está situado entre montañas nevadas. Arrastran maletas y bultos y buscan los taxis y furgonetas que los lleven hasta la ciudad o el aeropuerto más cercanos. Hay trabajadores que buscan empleo debido a la profunda crisis que vive Irán desde el año pasado, y algunos viajantes de negocios, pero buena parte de ellos son familias que buscan refugio de la guerra, como la de Sarah, acompañada por su marido y su hijo de diez años que huyen del miedo que les provocan las bombas y misiles que Estados Unidos e Israel lanzan sobre su país. Su idea, como la de muchos otros, es utilizar el visado de turista que les permite quedarse 90 días en Turquía, esperando a que la guerra pare y así poder regresar a su hogar. “Es peligroso, porque todos los días escuchamos sonidos terribles en Teherán, en Karaj… Para los niños es difícil”, cuenta a RFI Mahdi, que ha aprovechado que tiene doble nacionalidad para salir de Teherán, una ciudad, que, pese a los bombardeos, nos cuenta que sigue tratando de funcionar con cierta normalidad. Sahab, otro iraní, acaba de recorrer el país desde la provincia sureña de Shiraz, hasta este paso de Kapiköy, y ha sido testigo de los destrozos causados por los bombardeos. “Me da mucho miedo que se convierta en una guerra muy larga. Espero que se pueda encontrar una solución. Estoy muy, muy preocupado por mi familia, que vive allí”. Explica. Varios de los iraníes con los que hemos hablado subrayan que esta guerra no terminará con el actual régimen y que un cambio real solo llegará si hay una gran movilización local y no de la mano de la intervención extranjera.

La ContraCrónica
Lo que va de Suez a Ormuz

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 50:48


Donald Trump se ha metido en una guerra con Irán mucho mayor de lo que había previsto. Lo que comenzó el 28 de febrero como una operación coordinada con Israel para eliminar a Alí Jamenei y la cúpula del régimen iraní, se ha convertido en una guerra a gran escala con ramificaciones cada vez más complejas. La justificación de fondo es válida. La República Islámica lleva casi medio siglo siendo un implacable adversario de Estados Unidos, financiando milicias por todo oriente medio y desestabilizando una región de la que sale el 20% del crudo mundial. Mantener abiertos los estrechos de Ormuz y Bab el Mandeb y el canal de Suez es uno de pilares de la política exterior estadounidense. El problema es que, aunque la operación militar se ha ejecutado con eficacia, el trabajo está sin terminar ya que uno de esos estrechos se encuentra cerrado al tráfico desde hace dos semanas. Fiel a su estilo, Trump no ha hecho más que lanzar mensajes contradictorios. Insinuó primero una desescalada, luego presumió del éxito de la operación, más tarde amenazó con atacar las centrales eléctricas iraníes y ayer anunció que pospondría esos ataques cinco días por unas supuestas negociaciones que en Teherán niegan. Todo esto en apenas dos días. Es inevitable no mirar esto en perspectiva histórica y compararlo con la crisis de Suez de 1956, cuando Estados Unidos obligó a Francia y al Reino Unido a retirarse del canal. Aquel momento marcó el fin de ambos países como superpotencias ya que ninguno de los dos pudieron sostener la apuesta. Hoy Estados Unidos se enfrenta a un dilema similar. Retirarse dejando a Irán con la llave de Ormuz destruiría la credibilidad estadounidense y podría animar a China a moverse contra Taiwán o a Rusia a presionar aún más a la OTAN. Las opciones sobre la mesa son todas malas. Negociar un alto el fuego exigiría que Irán renunciase a su programa nuclear, al de misiles y que cortase el apoyo a las milicias que tiene repartidas por todo oriente medio. Irán, por su parte, pediría el pago de reparaciones de guerra y el cierre de bases estadounidenses. Hoy ningún bando está dispuesto a ceder, y ni siquiera está claro con quién negociar. El nuevo líder supremo, Mojtaba Jamenei, no ha aparecido en público desde que fue elegido para el cargo. Declararse victorioso y marcharse sería lo más trumpiano, pero dejaría a Irán con uranio enriquecido, control sobre Ormuz y a los emiratos del Golfo aterrados. Seguir unas semanas más con los bombardeos podría debilitar al régimen, pero no hay garantía de rendición, y, si Irán decide ir a la desesperada, podría atacar las desalinizadoras y los yacimientos petroleros del Golfo. Escalar con desembarcos anfibios o incursiones sobre las instalaciones nucleares sería sin duda audaz, pero conllevaría bajas y el riesgo de una respuesta iraní. Lo que se dirime no es solo el futuro de Irán o del estrecho de Ormuz, sino si Estados Unidos sigue siendo el garante del comercio mundial. Tiene capacidad militar de sobra para reabrir el estrecho, pero hacerlo exigiría tropas de tierra y habría bajas. Una vez iniciada esta guerra no hay salida fácil. La pregunta es si Trump tendrá el coraje de explicar a los estadounidenses que el precio de mantenerse como primera potencia es mucho menor que el de renunciar a ello. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:45 Lo que va de Suez a Ormuz 30:47 “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R 32:45 Las misiones médicas del castrismo 40:49 Crisis en VOX· Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #ormuz #iran Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals