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Sommerekzem, Isländer und die Ostsee: Warum AC/DC nach dem Umzug plötzlich ohne Ekzemdecke auskommt und welche Fragen bei uns zum Thema Isländer noch offenbleiben. Außerdem: erstes Auswärtstraining mit AC/DC und unser kritischer Blick auf die neue ARD-Reitsport-Doku.
En nuestra portada de hoy, nombramos las claves internacionales más importantes del día. Entrevista geopolítica con Antonio Basallote, Doctor en Estudios Árabes e Islámicos, Profesor en la Universidad de Sevilla especializado en Historia de Oriente Medio Contemporáneo. Después, repasamos los protagonistas del día en Wall Street. Por último, hacemos análisis de Wall Street con Joaquín Robles, analista de Banco BiG.
Ataques a periodistas son por fallas del EstadoProfepa libera 18 especies silvestres en Puebla Jordania recibirá la reunión del Comité Ministerial Árabe-Islámico #grc
As imagens de milhares de pessoas a chegarem a Ceuta podem contribuir para “normalizar a ideia de uma Europa Fortaleza”, considera a investigadora Maria Ferreira. A professora no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa sublinha que o que aconteceu no enclave espanhol no norte de África alimenta “a representação discursiva muito utilizada pelos partidos de direita radical da grande invasão” e alerta que essa narrativa já entrou na agenda política dos partidos moderados que vão “cavalgar a onda do alegado perigo dos fluxos migratórios”. “O que seria desejável era que se encontrasse um princípio de solidariedade entre os Estados-Membros que pertencem ao espaço Schengen”, diz Maria Ferreira, mas, até agora, o que esta crise revelou é essa falta de solidariedade. A chegada a Ceuta, na semana passada, de milhares de migrantes desencadeou uma crise diplomática entre Espanha e os parceiros europeus mais críticos em relação à política de migração do Governo do socialista Pedro Sánchez. O líder espanhol lamentou a falta de solidariedade dos parceiros europeus, lembrou que Espanha controlou a sua fronteira em 48 horas e que repatriou a quase totalidade dos migrantes. Mesmo assim, 22 Estados-membros pediram uma reunião de emergência de ministros do Interior, esta terça-feira, em que participam também governantes dos países que não pertencem ao bloco da UE mas que integram o espaço Schengen, como a Suíça, a Noruega, a Islândia e o Liechtenstein. A liderar esse movimento esteve a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, que foi rápida a suspender o tratado de Schengen por causa de Ceuta, tendo no horizonte a campanha eleitoral italiana de 2027. De recordar que, segundo a Frontex, entre 2021 e 2026, a Espanha registou metade das entradas irregulares de migrantes do que Itália, mesmo sendo o único Estado-membro com uma fronteira terrestre com África. Para falarmos sobre este tema, convidámos Maria Ferreira, investigadora no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, que alerta que esta situação pode contribuir para “normalizar a ideia de uma Europa Fortaleza” e sublinha que “o que seria desejável era que se encontrasse um princípio de solidariedade entre os Estados-Membros que pertencem ao espaço Schengen”. O problema é que esta crise parece revelar precisamente essa falta de solidariedade, três anos depois de a União Europeia ter ajudado Itália durante a crise migratória de Lampedusa. RFI: O que se espera da reunião desta terça-feira? Maria Ferreira, Investigadora no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa: “O que seria desejável era que hoje se encontrasse um princípio de solidariedade entre os Estados-Membros, nomeadamente os Estados-Membros que pertencem ao espaço Schengen. No passado, essa solidariedade permitiu, de alguma forma, que se ultrapassassem as anteriores crises migratórias que foram fustigando as fronteiras externas do espaço Schengen. O que se está a passar neste momento é que Ceuta e Melilla estão a surgir como as cadeias mais fracas da vasta rede que é formada pela fronteira externa do espaço Schengen. E como as questões migratórias estão na agenda não só dos partidos populistas de direita radical, mas também na agenda dos partidos do centro, quer de centro-esquerda quer de centro-direita, os Estados, perante aquelas imagens que percorreram os media e as redes sociais, sentem necessidade de dar resposta perante as suas próprias populações e não parecerem vulneráveis àquele tipo de, digamos assim, violação das fronteiras externas do espaço Schengen.” Está a haver, de certa forma, uma instrumentalização da situação em Ceuta por parte dos governos populistas do resto da Europa? “Não só por parte dos governos populistas. Há que notar que é verdade que as questões migratórias e as questões do asilo - que são coisas distintas, muito embora os partidos populistas de direita radical tendam a não distinguir estes dois factores - são um importantíssimo elemento da agenda política dos partidos radicais de direita populistas, mas há um efeito de contágio para as agendas mesmo dos partidos mais moderados de centro-direita e de centro-esquerda e dos governos mais moderados de centro-esquerda e centro-direita, que muitas vezes estão em coligação com partidos de direita radical ou que, de alguma forma, têm uma posição muito frágil e dependem dos partidos de direita radical - como por exemplo, acontece com a AD e o Chega [Portugal]. Por isso há aqui um efeito de contágio entre os partidos de direita e os próprios partidos que normalmente eram moderados e que tinham uma posição de maior equilíbrio em relação às migrações, mas que hoje têm que responder perante as suas populações e têm que responder perante o medo crescente da população europeia em relação àquilo a que se chama ‘a grande substituição' e aos fluxos que vêm de outros continentes, de outras culturas, e acabam por cavalgar a onda do alegado perigo dos fluxos migratórios que é uma representação discursiva, mas que acabou por ser confirmada por aquelas imagens que nos chegaram nos últimos dias de Ceuta e que vêm, de alguma forma, corroborar a imagem tradicional que é muito utilizada pelos partidos de direita radical da ‘grande invasão', da onda que vem do mar, da onda que vem de uma cultura diferente do Islão e que - dizem - nos vem de alguma forma assaltar e pôr em causa o nosso estilo de vida.” A reunião de hoje, que decorre por videoconferência, surge depois de uma carta assinada por 22 Estados-membros do bloco europeu, não subscrita por Portugal. Esses países lamentaram o que chamaram de “imigração descontrolada”, que constituiria uma “ameaça para a Europa”. Também chegaram a propor a exclusão de Espanha do espaço Schengen, a zona de livre circulação na Europa. É possível excluir a Espanha do espaço Schengen? Ceuta e Melilla pertencem ao espaço Schengen? “Ceuta e Melilla têm um estatuto específico dentro do espaço Schengen porque não é possível haver livre circulação entre os territórios de Ceuta e Melilla e o território continental espanhol. Não é possível à União Europeia excluir um Estado do espaço Schengen. Já foi feita uma proposta pela Comissão Europeia de ser a Comissão Europeia a decidir quando e em que circunstâncias se pode suspender do espaço Schengen. Essa proposta foi vetada, curiosamente, pelos parlamentos nacionais da União Europeia que invocaram o princípio da subsidiariedade e não deixaram que o poder de suspender um Estado do espaço Schengen coubesse à Comissão Europeia. Portanto, esse poder permanece nas mãos dos Estados e só um Estado pode decidir se uma determinada circunstância é grave o suficiente para que esse Estado tome a decisão de suspender o espaço Schengen e reinstaurar o controlo externo das fronteiras. No caso de Ceuta e Melilla, o governo espanhol não precisa de tomar essa decisão porque têm um estatuto especial dentro do espaço Schengen e isso é confirmado por documentos da própria União Europeia. A Espanha não precisa de suspender a livre circulação no espaço Schengen porque não há a possibilidade de haver livre circulação entre esses dois enclaves e o território continental espanhol. Ou seja, há verificação de documentos de identificação entre esses dois territórios que são autónomos e o território continental espanhol, exactamente porque se considera que Ceuta e Melilla são, digamos assim, os elos mais fracos de uma cadeia muito vasta que são as fronteiras externas do espaço Schengen. E como a robustez dessa cadeia depende da robustez dos elos mais fracos, a Ceuta e Melilla foi-lhes concedido este estatuto especial e não há possibilidade de se entrar no espaço continental espanhol e logo no espaço Schengen através de Ceuta e Melilla. E é por isso que a reacção italiana ou a reacção finlandesa ou mesma a reacção francesa noutro grau não têm grande sentido porque não é possível aos migrantes, como aliás se viu, entrarem no território continental espanhol via Ceuta ou via Melilla e depois passarem a circular livremente no espaço Schengen de forma regular. Não quer dizer que isso não aconteça de forma ilegal ou irregular, mas de forma regular isso não pode acontecer até porque nem Itália nem a Finlândia fazem fronteira directa com a Espanha, só França e Portugal é que estariam nessa situação. Por isso, a reacção, sobretudo italiana, quer de outros Estados europeus, não faz sentido no quadro das próprias leis do regime de Schengen.” Alguns analistas sugeriram que Marrocos poderia ter permitido a travessia dos migrantes para exercer pressão diplomática sobre Espanha, que recentemente melhorou as suas relações com a Argélia. As autoridades espanholas, por sua vez, responsabilizaram redes criminosas de difundir boatos sobre a questão do Tribunal Supremo Espanhol sobre a imigração. Qual é que é concretamente a política migratória espanhola? Pedro Sánchez tem uma visão diferente do resto dos europeus, uma visão mais aberta para acolher os migrantes? “Tem uma visão que é, ao mesmo tempo, mais humanista porque trata os migrantes como seres humanos, o que muitas vezes é esquecido na retórica dos partidos populistas de direita radical - e chamo a atenção que hoje saiu a notícia de que o governo espanhol está já atento ao facto de grande parte destes imigrantes serem menores não acompanhados e terem que ser, por exemplo, reintegrados em centros de acolhimento - mas também tem uma perspectiva particularmente pragmática porque com o envelhecimento demográfico nós sabemos que a Europa e a União Europeia precisa de mão-de-obra. E se nós ouvirmos os testemunhos destes jovens que fizeram a travessia, muitas vezes eles dizem: ‘Nós temos skills, nós temos profissões, nós temos coisas para dar aos europeus, nós podemos trabalhar'. A Europa precisa dessa mão-de-obra laboral, algo que muitas vezes é esquecido na retórica dos partidos de extrema-direita que rejeitam este tipo de fluxos migratórios, sabendo, por exemplo, que em Portugal, no sector da construção, há uma grande necessidade de mão-de-obra. Agora, não podemos pôr só o foco de análise nos governos europeus. O governo de Marrocos tem aqui um papel fundamental porque, de alguma forma, fechou os olhos a este fluxo massivo para Ceuta, porque tem problemas internos de desemprego, de instabilidade social que nós, quando olhamos para a questão migratória no sul da Europa, tendemos a esquecer. Portanto, não podemos olhar só para as políticas migratórias italiana, francesa, portuguesa e neste caso, espanhola. Também temos que olhar para os vectores que vêm do sul, ou seja, para os problemas que os países como Marrocos ou como a Argélia têm. E não estou só a falar de problemas de política internacional que têm a ver, por exemplo, com os acordos entre Espanha e Argélia que teriam beliscado a relação com Marrocos. Estou a falar de problemas de segurança humana, de escassez de recursos para manter a população. E é claro que essa pressão sentida por Marrocos faz com que estes países facilitem o trânsito, sobretudo de jovens que não conseguem empregar e que não conseguem integrar nas suas sociedades, para os países europeus. Temos que ter aqui uma análise, penso eu, mais abrangente. Olhar não só para as nossas necessidades enquanto país de acolhimento, mas também para as necessidades dos países que são a origem dos fluxos migratórios e é aquilo que a União Europeia tem estado a fazer nos últimos anos, e tentar eliminar as raízes dos fluxos migratórios, sobretudo ilegais, nos países de origem. E não nos esqueçamos que daqui a quatro anos e meio, Marrocos vai também organizar com Portugal e Espanha, o Campeonato do Mundo de Futebol e, portanto, vão aqui existir dinâmicas de fluxos migratórios possivelmente mais intensas e esta questão vai ser recorrente, mesmo que Espanha agora consiga reenviar para Marrocos como está a fazer com grande parte destes fluxos migratórios, esta questão será sempre recorrente. Como nós vimos, basta uma notícia começar a correr nas redes sociais de que haverá uma maior facilitação por parte de Espanha, uma perspectiva mais favorável em relação aos fluxos migratórios, para esta questão poder ser recorrente e poder ocorrer mais vezes.” O que aconteceu em Ceuta, com estes milhares de pessoas a tentarem entrar a nado, pode fechar ainda mais as portas da Europa? “Vem, no fundo, normalizar a ideia da ‘Europa Fortaleza', a Europa que mesmo estando com uma situação de inverno demográfico, não está disponível para aceitar fluxos migratórios que venham de países pobres e, sobretudo, fluxos migratórios que venham de países com práticas religiosas e práticas culturais muito distintas das nossas. Aqui a questão é que os partidos populistas de extrema-direita conseguiram normalizar a ideia de que os fluxos migratórios que vêm, por exemplo, do Norte de da África ou que vêm do Médio Oriente, mas sobretudo do Norte de África, são fluxos migratórios cujo objectivo é substituir a população nativa europeia, que - dizem - têm uma religião diferente porque têm práticas culturais diferentes, por isso são um perigo para a nossa sobrevivência enquanto cultura. Esta é uma ideia que não circula só nos partidos de direita radical, é uma ideia que foi internalizada pelos partidos de centro-direita e de centro-esquerda, sobretudo centro-direita, e que se está a tornar recorrente, não só a nível dos Estados como também ao nível da União Europeia. Repare que a Comissão, nas suas políticas de integração de migrantes, aconselha aos Estados que façam uma triagem da população migrante que quer efectivamente integrar nos seus Estados. Ou seja, a própria Comissão Europeia sinaliza aos Estados que prefere a integração, por exemplo, de migrantes altamente qualificados vindos de Estados que não coloquem uma ameaça existencial à sobrevivência daquilo que se considera ser a cultura europeia. Isto é um anátema porque a cultura europeia sempre foi mestiça, sempre foi feita de trocas, de interculturalidade, mas isto é obliviado por esta ideia da ‘grande invasão'. Ainda ontem eu ouvia comentários de analistas insuspeitos do centro a dizer que há uma vontade dos líderes religiosos islâmicos de colonizar a Europa. Isto não é dito por líderes de partidos de extrema-direita, é dito por analistas de política internacional, insuspeitos, de centro. Portanto, é uma ideia de que ‘a grande invasão' está em marcha e que, a longo prazo, o objectivo é voltar a colonizar certas áreas da Europa, por exemplo, a Península Ibérica, que já foi uma área islâmica.” Há um pacto de migrações e asilo da União Europeia. O que é que diz este pacto e as políticas migratórias de cada Estado-Membro são diferentes? “As políticas migratórias de cada Estado-Membro são muito diferentes porque na União Europeia está proibida a harmonização de políticas de integração. A União Europeia só tem políticas migratórias no que toca ao controlo das fronteiras externas, nomeadamente das fronteiras de Schengen. A União Europeia, porque não tem competências no campo das leis da nacionalidade, não pode interferir nas regras que cada Estado define para a integração de migrantes e está muito bem definido no Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia que a União Europeia não pode harmonizar nenhum tipo de regulamento que tenha a ver com integração de migrantes. O que significa que os Estados têm uma grande margem de manobra para definir as suas políticas migratórias internas porque a União Europeia só intervém na gestão das fronteiras externas e faz - isso é muito visível no tratado sobre o funcionamento da União Europeia, nas regras do espaço, liberdade, segurança e justiça - faz uma divisão muito vincada entre os cidadãos europeus e aquilo a que se chama os nacionais de países terceiros. Portanto, os Estados-Membros sentem-se com margem de manobra - e vão sentir que esta regra da não harmonização das políticas de integração vai prevalecer no futuro – sentem-se como margem de manobra para poderem definir as suas políticas migratórias. A União Europeia, no fundo, tem muito poucas competências para além da gestão do controlo do espaço Schengen no campo da migração e do asilo. Tem algumas competências no campo do acolhimento dos migrantes, mas o verdadeiro cerne das competências de migração e de integração - aqui as políticas de integração são fundamentais - está nas mãos dos Estados.”
A aproximação da comunidade internacional à Síria com a visita do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e pela deslocação do Presidente francês a Damasco, alimenta expectativas de recuperação, mas a reconstrução continua condicionada pela pobreza, falta de financiamento, desconfiança nas novas autoridades e instabilidade política e territorial. O investigador Tigrane Yegavian analisa os principais desafios de um país que tenta reerguer-se após mais de 13 anos de guerra. Num momento em que Síria vive uma fase de reconstrução, multiplicam-se os gestos de aproximação internacional e surgem alguns indícios de abertura económica e persistem obstáculos que comprometem qualquer recuperação sustentada de um país devastado por mais de uma década de guerra. Começam a surgir investimentos, sobretudo de empresas turcas no norte da Síria, registam-se novas ligações aéreas entre Damasco e cidades do Médio Oriente e da Europa, incluindo a Alemanha. Ao mesmo tempo, vários países ocidentais admitem levantar progressivamente as sanções económicas que continuam a pesar sobre uma economia fragilizada. Apesar destes sinais, o investigador franco-arménio Tigrane Yegavian, especialista no Médio Oriente, que se encontra em Alepo, no Síria, considera que a realidade continua marcada por uma profunda falta de confiança. A partir de Alepo, onde acompanha a evolução política e social, descreve um país onde as necessidades básicas continuam longe de estar satisfeitas. Segundo o investigador, a prioridade continua a ser a reconstrução das infra-estruturas essenciais. A rede eléctrica, o abastecimento de água, a agricultura e os serviços públicos precisam de investimentos, enquanto as sanções económicas agravaram durante anos a degradação das condições de vida. A maior dificuldade não reside apenas na escassez de recursos financeiros, mas também na reduzida credibilidade do novo poder político. Tigrane Yegavian sublinha que existe um contraste entre o discurso oficial, que procura tranquilizar as minorias religiosas e étnicas, e a realidade no terreno. Os episódios de violência contra comunidades alauitas e drusas nos últimos anos deixaram um clima de receio que continua presente entre a população. No entanto, a substituição em massa de funcionários ligados ao antigo regime de Bashar Al-Assad criou dificuldades na administração pública. Muitos quadros experientes foram afastados e substituídos por elementos das antigas zonas controladas pela oposição, sem experiência administrativa para assegurar o funcionamento do Estado. Esta perda de competências é visível em cidades como Damasco e Alepo. Influência crescente da Turquia Outro dos aspectos destacados por Tigrane Yegavian é o reforço da influência turca, sobretudo no norte do país. A Turquia consolidou uma forte presença económica, comercial e de segurança na região de Alepo, considerada a capital económica da Síria. Além dos investimentos industriais e das ligações económicas, a utilização da moeda turca em algumas transacções comerciais e a crescente integração económica mostram a forte influência. Segundo o investigador, Ancara parece apostar numa presença duradoura na região, enquanto outras potências, como a Arábia Saudita, procuram reforçar a sua influência política e económica em torno de Damasco. Apesar da crescente abertura diplomática, os efeitos na vida da população permanecem limitados. Tigrane Yegavian estima que cerca de 90% dos sírios vivem abaixo do limiar da pobreza. A inflação continua elevada e o acesso a bens essenciais, como trigo, gás, electricidade e água, tornou-se um dos principais problemas da população síria. A estabilidade é outro desafio. Embora algumas cidades tenham um maior controlo das forças de segurança, persistem problemas em várias regiões do país. Damasco continua vulnerável, enquanto o litoral e o sul registam focos recorrentes de tensão. Tigrane Yegavian refere que o actual Presidente enfrenta uma crescente impopularidade e permanece sob forte protecção dos serviços de segurança, num contexto em que o Estado continua sem capacidade financeira para garantir plenamente a ordem pública e consolidar a paz civil. Segundo o investigador, subsistem zonas onde o Governo enfrenta resistência, entre comunidades drusas e nas áreas controladas pelos curdos. Tigrane Yegavian manifesta preocupação com o desaparecimento progressivo da comunidade cristã. Antes de 2012, a Síria contava com cerca de 1,3 milhões de cristãos. Actualmente, estima que permaneçam apenas cerca de 200 mil, consequência da emigração provocada pela guerra e pela instabilidade. Além da fragmentação territorial, o próprio núcleo do novo poder continua dividido entre diferentes correntes políticas e ideológicas. Entre elas encontram-se antigos membros da Hayat Tahrir al-Sham (HTS), um movimento islamista armado que teve origem na antiga filial síria da Al-Qaeda e que, apesar de se ter afastado formalmente da organização e procurar apresentar-se como uma força mais pragmática, continua a suscitar desconfiança devido ao seu passado jihadista. A estas juntam-se sectores ligados aos Irmãos Muçulmanos, organização islamista com uma longa tradição política na região, e outras facções salafistas, que defendem uma interpretação rigorosa do Islão e contam, em alguns casos, com o apoio de potências regionais. Esta diversidade de actores, com agendas e visões distintas para o futuro da Síria, dificulta a consolidação de uma liderança unificada e compromete a estabilidade necessária para lançar um verdadeiro processo de reconstrução nacional.
A propósito do atentado em Berlim contra uma marcha LGBT, Alberto Gonçalves questiona a coerência de Isabel Moreira, que critica os críticos do Islão em matéria de tolerância sexual.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A propósito do atentado em Berlim, Alberto Gonçalves lembra a discrepância entre as atitudes do Islão sobre os LGBT e as atitudes LGBT sobre o Islão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Why We Start With WaterWe began the year not with prayer, but with water.The book is Matn al-Ghāyah wa al-Taqrīb — “The Goal and the Path” — better known simply as Matn Abī Shujāʿ. Its author was a judge, Qāḍī Abū Shujāʿ Aḥmad b. al-Ḥusayn al-Aṣfahānī, from Isfahan in what is now Iran. He is buried in Madīnah, and by some accounts lived to 160. His friends asked him for something small: the fiqh of the Shāfiʿī school, clearly categorised and numbered, easy enough for a beginner to memorise. He gave them about twenty pages. Those twenty pages have been taught from Cairo to Java, from West Africa to Ḥaḍramawt, for a thousand years.In the Name of Allah, Most Kind,The Merciful to heart and mind.All praise to Him, the Lord of all,Who answers every humble call.Peace and blessings without endOn our Master Muḥammad — mercy and light —Whose guidance turns our darkness bright.And to his family and companions dear,And all who hold his guidance near.A thousand years, or nearly so,A judge in old Isfahan, you know,Named Aḥmad — Abū Shujāʿ by fame —Took up his pen in Allah's name.His friends had asked him: “Write us small,A book a child could learn in all,That gathers Shāfiʿī's wise wayOn how to fast, to give, to pray.”He wrote al-Ghāyah wa-l-Taqrīb —“The Goal and Path” — short, sharp, and deep.From Cairo's domes to Java's shore,From West Africa's far door,From Mecca's hills to Hadhramaut,This little book was learned by rote —Teaching young and teaching oldHow to live as Muslims should:In ṣalāh, in zakāh's care,In fasting and the Hajj's prayer.And now we try, in English rhyme,To pass this gift through space and time —Our turn to hold what others bore,A thousand years, and now one more.O Allah, accept this humble try,Forgive its faults — and hear our cry:Join us with those who walked before:The seekers at Your sacred door.Grounded is a reader-supported publication. To receive new posts and support my work, consider becoming a free or paid subscriber.Where fiqh sitsEverything in Islamic studies goes back to Ḥadīth Jibrīl: islām, īmān, iḥsān.Islām is what a Muslim must do — the five pillars. Īmān is what a Muslim must believe — the six articles. Iḥsān is what a Muslim must feel: that you worship Allah as though you see Him, and if you cannot see Him, you know that He sees you.Islām is the body. Īmān begins in the mind and moves to the heart. Iḥsān is heart and soul. Or: īmān is why, islām is what, iḥsān is how you perfect it.Each dimension became a science. The first became fiqh.Why we learn through a madhhabSomeone always asks: why not just learn the fiqh of the Prophet ﷺ directly?That is exactly what we're doing. Imām al-Shāfiʿī learned from the Tābiʿīn, who learned from the Ṣaḥābah, who learned from the Prophet. He did not invent a new wuḍūʾ. What he provided was structure.Consider the alternative. How many verses of the Qurʾān discuss wuḍūʾ? Essentially one — Sūrat al-Māʾidah, verse 6. And it tells you to wash your face and arms, wipe your head, wash your feet. It does not tell you what breaks your wuḍūʾ. For that you go to the hadith — of which there are somewhere over fifty thousand. Without a madhhab, you would need to sift all 6,236 verses, then all fifty thousand narrations, then sort every result into obligatory and recommended, yourself, before your next prayer.A madhhab is a peer-reviewed system for practising the religion. One scholar establishes it; others do independent research and arrive at the same conclusion; they write commentaries, notes, corrections, summaries. It has been running for twelve hundred years. It is not the work of one man.You can see the review process in the physical shape of the books. A matn — twenty pages, meant for memorising, no verses or hadith in it, just rulings. Then a sharḥ, a commentary, which explains and supplies the evidence: twenty pages becomes two hundred. Then students' marginal notes are collected into a ḥāshiyah: two hundred becomes two thousand. Then someone says this is too long, and summarises it back down to fifty — and the cycle begins again.So why water first?Almost every fiqh book opens with purification, and the reason is simple: the most important act of worship is ṣalāh, and purification is its key. Bad wuḍūʾ, bad prayer. And wuḍūʾ needs water. So we are preparing to pray — by learning about water.The waters fit to purifyare seven kinds — now learn them by:the rain that falls from clouds above,the rolling sea we've come to love,the river's flow, the well's deep store,the bubbling spring from earth's own floor,the melted snow that mountains keep,the hail that falls from heaven's deep.Seven — and one way to hold them all: every one of them either falls from the sky or comes out of the ground. Naturally occurring water. Sea water counts. Well water counts. If you are stranded in the Australian Alps, melted snow counts.Four kinds of waterMuṭlaq — pure, purifying, not disliked. The seven waters, as they naturally are.Mushammas — sun-heated. Still valid, but disliked:When sun has warmed it in a potof metal, in a region hot,and used upon the skin, not cloth,then caution stays the prudent's path.A plastic jug? No harm at all —only metal makes this call.Note the conditions stacking up: metal, sun, hot climate, on the skin. A plastic bucket in a Perth winter is not mushammas. A metal drum left out in a 43-degree week is. Move it into the shade for half an hour and, on one view, the dislike lifts with the heat.Mustaʿmal — used, or altered. Water that has already lifted a ḥadath has done its work; it cannot do it twice. You may drink it or water your plants with it. And water mixed with something pure that changes its taste, smell or colour has also left the muṭlaq category: coffee, soap suds, salt water for a mouth ulcer, sugar in a glass. All fine to drink. None of them will do for wuḍūʾ.Which raises the sea again. Isn't sea water salty? Yes — but that is how it naturally is, and that is the whole test. Sea water is muṭlaq. Sea water with coffee stirred into it is not.Mutanajjis — impure:Fourth — mutanajjis, the impure:When najāsah mixes in, for sureThe water's blocked from every use —No wudūʾ, ghusl, no drink, no wash.Unless its volume's truly vast —Two qullahs is the measure passed.About two hundred litres' storeMeans small najāsah taints no more —Unless its colour, smell, or tasteHas shifted; then the rule's replaced.Remove the cause, restore the rest,And the water passes again the test.Two qullahs is five hundred ritl Baghdādī in the classical books — roughly two hundred litres today, though you'll see 180 and 190 depending on which conversion the author took.Below that threshold, a single drop of impurity ruins the water. Above it, impurity only ruins it if the taste, smell or colour actually changes. This is why we drink from rivers and make wuḍūʾ from a sea that fish live their whole lives in. Volume.And in those bays where dolphins are herded and killed until the water runs red — that water is mutanajjis, because the properties have changed. Then the tide comes in, the cause is removed, and the water passes the test again.That was the whole first lesson: what water is.Thanks for reading Grounded! This post is public so feel free to share it. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.grounded.day/subscribe
No episódio desta semana do CO2, Brunão e Baconzitos trazem um mergulho completo nas séries Disney+ que estão dominando o streaming! Descubra todos os lançamentos Disney+ mais aguardados, saiba quais séries Disney+ estão fazendo sucesso entre os fãs e receba recomendações imperdíveis para atualizar sua lista. Além disso, fique por dentro do campeonato de Yu-Gi-Oh que virou notícia e está agitando o universo geek. O episódio também apresenta o Top 5 Bilheteria, novidades de cinema e dicas especiais para curtir na Netflix, HBO Max, Prime Video e Apple TV. Entre notícias curiosas, como os pardais na Islância e a cobra no sutiã, não falta diversão! E claro, tem a tradicional leitura de e-mails e comentários dos ouvintes dos podcasts QueIssoAssim, CO2 e Reflix. Ouça agora e fique por dentro dos melhores lançamentos da semana, o que vem por aí.
A instabilidade do comércio com os Estados Unidos desde a volta de Donald Trump à Casa Branca reduziu a fatia das exportações brasileiras para o país ao menor patamar em 200 anos, mas impulsionou a diversificação de parceiros. O choque provocado por Trump também serviu de alerta para os riscos da dependência de um número limitado de grandes compradores – a começar pela China, destino de 31,5% dos produtos vendidos pelo Brasil. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O impacto do vai e vem das tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos ainda está sendo assimilado pelos setores não beneficiados por isenções. Muitos haviam estruturado suas cadeias produtivas em torno do mercado americano, como o de metais, da madeira e de diversas manufaturas. "No setor de café solúvel, 50% da exportação brasileira ia para os Estados Unidos. Eles aumentaram as vendas para outros destinos, mas mesmo assim a participação era muito grande. A mesma coisa ocorre com aço, alumínio e cobre", explica Welber Barral, especialista em comércio internacional com vasta experiência na pasta. "Os Estados Unidos eram um grande comprador há muitas décadas, então você não consegue diversificar imediatamente. Para os calçados, por exemplo, os EUA não são um grande destino para o setor como um todo, mas algumas empresas em particular dependiam muito do mercado americano", observa. As barreiras comerciais prejudicam também os importadores. Grandes empresas como Coca-Cola e Tesla sinalizaram que não é tão simples substituir o café, o suco de laranja e os metais raros que costumavam comprar do Brasil com tarifas baixas. O consumidor americano acaba pagando essa conta. A confiança abalada acelera o afastamento Do lado dos parceiros do país, a confiança sai abalada. “No caso do Brasil, a consequência imediata é apressar um divórcio ou um processo de decoupling que já está sendo feito nos últimos 20 anos. É claro que a conjuntura afeta, mas é a continuação de uma tendência de um país que era o maior parceiro comercial brasileiro em muitas décadas, e que deixou de ser e vem em queda constante”, salienta Carlos Frederico Coelho, professor de comércio internacional da PUC Rio. "O tarifaço não inaugurou esse movimento, mas ele certamente o acelera.” Os anúncios intempestivos de Trump amplificaram no mundo um movimento de abertura de novas parcerias e intensificação das existentes. Desde 2025, junto com o Mercosul, cinco frentes avançaram para o Brasil: os acordos comerciais com a União Europeia, o EFTA (Noruega, Suíça, Liechtenstein e Islândia) e Singapura foram fechados, além da abertura de negociações com o Japão e a reativação diplomática para a conclusão das tratativas com Emirados Árabes Unidos, Canadá, Índia, Vietnã e Indonésia. O resultado é que, até 2024, apenas 12% das exportações brasileiras eram cobertas por acordos comerciais, e a parcela subiu para 31%. No ano passado, os números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) confirmam a diversificação, com recordes de exportações para 42 países. A Alemanha, por exemplo, se consolidou como a quarta maior parceira e pretende dobrar as trocas com o Brasil nos próximos cinco anos. “Um efeito indireto e provavelmente não desejado por Trump foi o aumento desses acordos do Brasil e de vários outros países, para tentar diversificar do mercado americano. E não é só o Mercosul”, sublinha Welber Barral, ex-secretário brasileiro de Comércio Exterior. “Se você olhar, países como Indonésia avançaram muito em novos acordos. A própria União Europeia avançou no acordo com a Índia”, aponta. O risco chinês A queda de 6,6% nas importações do Brasil pelos Estados Unidos foi compensada pelo aumento equivalente para a China e a Argentina, respectivamente o primeiro e o terceiro principais parceiros comerciais do Brasil. Hoje, Pequim absorve quase um terço das exportações brasileiras. "Diversificar é um pouco mais complexo do que se fala. O que preocupa nas trocas comerciais com a China é que, quando você analisa essa pauta, quase 90% está concentrado em quatro produtos: carnes, minério, soja e petróleo”, adverte Coelho. "Isso deveria nos assustar, porque se a China desacelerar, o Brasil vai sofrer imensamente. Não é desejável, para países tão distantes, que o Brasil tenha 30% das exportações indo para um só país." Barral concorda com os riscos dessa nova dependência, mas pondera que as trocas com os países asiáticos em geral também estão em alta, a exemplo da Índia, Indonésia e Vietnã. "Outros países asiáticos também podem se tornar grandes importadores no futuro, principalmente de commodities agrícolas”, afirma.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (14): Os Estados Unidos iniciam nesta terça-feira (14), às 17h pelo horário de Brasília, um bloqueio naval para impedir o tráfego de embarcações ligadas ao Irã. A operação começa um dia após o presidente Donald Trump afirmar que pretende assumir o controle do Estreito de Ormuz, classificando os EUA como os "guardiões" da rota marítima e defendendo a cobrança de uma taxa de 20% sobre as cargas transportadas pelo estreito. Durante o conflito, navios militares americanos já haviam bloqueado a entrada de embarcações iranianas na região com o objetivo de impedir o transporte de produtos ligados ao Irã e pressionar a economia do país, em resposta ao fechamento da passagem por Teerã. Reportagem: Fabrizio Neitzke. O PT iniciou uma campanha nacional para pressionar o Senado a votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. O presidente nacional do partido, Edinho Silva, convocou militantes para uma mobilização nas redes sociais com o objetivo de intensificar a cobrança sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e os demais parlamentares para que a proposta avance na Casa. A PEC já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e aguarda análise dos senadores. Reportagem: Misael Mainetti. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (13) que o país passará a cobrar um pedágio de 20% sobre toda a carga transportada pelo Estreito de Ormuz e retomará o bloqueio aos portos iranianos. Em publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que os Estados Unidos serão os “guardiões” da rota marítima e que a cobrança servirá para compensar os custos de segurança na região. O presidente também informou que o bloqueio será direcionado a navios e clientes ligados ao Irã, ampliando a pressão sobre Teerã em meio à escalada das tensões no Oriente Médio. Reportagem: Luca Bassani. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu por 90 dias o direito de visita do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão também determina que a defesa de Jair Bolsonaro esclareça, em 48 horas, se ele tinha conhecimento da divulgação de uma carta escrita durante a prisão domiciliar e publicada nas redes sociais do filho. O caso foi encaminhado ao procurador-geral eleitoral para apuração de uma possível ocorrência de propaganda eleitoral antecipada. Reportagem: Marco Viana. O ex-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, estaria em prisão domiciliar sob custódia da divisão de inteligência da Guarda Revolucionária Islâmica, segundo informações publicadas pelo jornal americano The New York Times, com base em autoridades iranianas. De acordo com a reportagem, a medida teria ocorrido após suspeitas de que Ahmadinejad manteve interações com agentes de inteligência de Israel. A situação do ex-presidente permaneceu incerta desde o início da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O jornal também informou que Israel teria desenvolvido um plano para recrutar Ahmadinejad como ativo de inteligência e utilizá-lo em uma eventual mudança de regime no país. Reportagem: Luca Bassani. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu por 90 dias o direito de visita do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão também determina que a defesa de Jair Bolsonaro esclareça, em 48 horas, se ele tinha conhecimento da divulgação de uma carta escrita durante a prisão domiciliar e publicada nas redes sociais do filho. O caso foi encaminhado ao procurador-geral eleitoral para apuração de uma possível ocorrência de propaganda eleitoral antecipada. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Fernando Capano, advogado criminalista. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (13): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (11) que os militares americanos estão preparados para lançar um ataque em larga escala contra o Irã caso o governo iraniano tente assassiná-lo. Em publicação nas redes sociais, Trump declarou que “mil mísseis estão prontos para disparo” contra a República Islâmica e que “milhares” de outros poderiam ser lançados imediatamente em seguida caso a ameaça contra o presidente dos Estados Unidos seja concretizada. Reportagem: Luca Bassani. O prazo para que o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decida sobre a ampliação das tarifas sobre produtos brasileiros termina na próxima quarta-feira (15). Integrantes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliam que o cenário mais provável é a adoção do tarifaço, que elevaria em 25% as tarifas sobre as importações do Brasil. Apesar dessa expectativa, Lula se reuniu na última sexta-feira com os ministros das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e determinou que as negociações com os Estados Unidos sejam mantidas até o último dia antes da decisão. Reportagem: Eliseu Caetano. A Jovem Pan entrevista Marcus Vinícius de Freitas, professor de Relações Internacionais, para analisar a nova escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã. O especialista comenta os desdobramentos do aumento das tensões entre Washington e Teerã, os impactos da crise e os possíveis cenários para a região. O governo de São Paulo ativará o Abrigo Solidário na Estação Pedro II, da Linha 3-Vermelha do Metrô, entre a noite de segunda-feira (13) e a manhã de quinta-feira (16), devido à previsão de frio intenso. O espaço oferecerá alimentação, colchões, cobertores, acolhimento e estrutura para receber animais de estimação. A ação é realizada em parceria com diferentes secretarias estaduais. Reportagem: Misael Mainetti. A Comissão de Segurança Pública do Senado analisa nesta terça-feira (14) o projeto que autoriza o porte temporário de arma para mulheres sob medida protetiva de urgência. O texto exige o cumprimento dos critérios do Estatuto do Desarmamento e prevê o fim automático do porte quando a medida protetiva for revogada, mantendo a posse da arma. Se aprovado, seguirá para análise da Câmara dos Deputados. Reportagem: Danúbia Braga. Os partidos políticos se organizam para realizar as convenções partidárias, etapa obrigatória para a definição dos candidatos e o registro das candidaturas nas eleições de 2026. O período marca uma fase importante do calendário eleitoral, em que as siglas oficializam seus nomes para a disputa. Jess Peixoto, Lucas Mehero e Roberto Motta comentaram. Reportagem: Beatriz Manfredini. A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) decidiu deixar a equipe que auxilia o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) na elaboração de um plano de governo. A decisão foi confirmada pela própria senadora em entrevista ao Metrópoles, dias após ela denunciar ataques misóginos de bolsonaristas em meio ao racha familiar envolvendo a aliada Michelle Bolsonaro (PL) e o enteado. Reportagem: Marco Viana. Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (13) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para a eleição presidencial de 2026 nos cenários de primeiro e segundo turnos contra o senador Flávio Bolsonaro (PL). Em uma simulação de segundo turno entre os dois, o levantamento aponta Lula com 47% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 44%, resultado que configura empate técnico entre os candidatos. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Los Estados Unidos e Irán se atribuyen el derecho para regular la navegación en el estrecho de Ormuz debido a las ambigüedades del memorando de entendimiento que firmaron a mediados de junio. El sultanato de Omán, que comparte con Irán las aguas de la estratégica vía marítima, estaría bajo presión de Washington para abrir una vía alterna a la iraní, una acción que Teherán rechaza rotundamente y que habría dado origen a la nueva escalada de violencia. Los enfrentamientos entre Estados Unidos e Irán se reanudaron el martes 7 de julio cuando tres buques fueron derribados por Irán y el ejército estadounidense respondió atacando a más de 60 pequeñas embarcaciones y otros objetivos iraníes. Las hostilidades aparentemente se calmaron el viernes, aunque Trump continúa amenazando a Irán, ahora por un supuesto complot que buscaría asesinarlo y que tendría como consecuencia un bombardeo masivo de la República Islámica. Teherán busca desmarcarse de las agresiones asegurando que ha “cumplido su palabra” desde la firma del protocolo de alto al fuego. La firma de dicho documento fue anunciada el 17 de junio con bombos y platillos a pesar de las ambigüedades sobre la administración del estrecho de Ormuz y que hoy serían el origen de la nueva escalada de violencia, así lo analizó para RFI el profesor de Relaciones Internacionales en Universidad Pontificia Comillas, Emilio García Coso. Irán defiende que la apertura de la estratégica vía marítima por donde pasaban cerca del 20% de los hidrocarburos del mundo debe ser realizada en su zona costera, pero Estados Unidos busca una ruta alterna por la zona de Omán. Entonces “Irán interpreta que hay un incumplimiento del acuerdo y por lo tanto trata de ejercer algunas acciones para disuadir ese tráfico”, como fue el caso de los ataques a los buques comerciales de origen catarí y saudí. Leer tambiénSultanato de Omán, una excepción geopolítica y pieza clave de la diplomacia Por su parte “los Estados Unidos vuelven otra vez a bombardear zonas y ciudades del estrecho para deshabilitar esa capacidad de interceptación en el estrecho. El problema radica en esa ambigüedad del memorando”, resaltó el investigador. Entra la espalda y la pared El documento involucra al Sultanato de Omán, conocido como la “Suiza del Golfo” porque es un país históricamente neutro, atribuyéndole la misión de definir junto con Irán las reglas del paso de los buques según el derecho internacional. El punto número 5 del memorando de entendimiento entre Estados Unidos e Irán dice textualmente que estos dos países definirán “la futura administración y los servicios marítimos en el estrecho de Ormuz —en consulta con otros Estados ribereños del Golfo Pérsico—, de conformidad con el derecho internacional aplicable y los derechos soberanos de los Estados costeros del estrecho de Ormuz”. “En el principio Omán ha mantenido conversaciones bilaterales con Irán para ver cómo podían llevar a cabo el control del tráfico”, recordó García Coso. “Esas conversaciones fueron cortocircuiteadas por el Departamento de Estado norteamericano —Omán siempre ha sido tradicionalmente un aliado de Estados Unidos—, pero no puede generar tensiones con su vecino directo que es Irán. Omán se encuentra entonces entre la espada y la pared porque si Estados Unidos le dice que debe permitir la zona de paso por sus aguas jurisdiccionales pues lo permite”. Esta semana, en la cumbre de la OTAN, Trump dijo que el memorando de entendimiento llegó a su fin y que era una pérdida de tiempo negociar con Irán. El investigador pide prudencia ante estos comentarios porque “Trump nos tiene acostumbrados a que por la mañana dice una cosa y por la tarde dice otra”. García Coso considera que las palabras de Trump buscan presionar a Irán para continuar en las negociaciones de paz. De hecho “Pakistán ha afirmado que el Comité Técnico entre Estados Unidos e Irán sigue negociando el famoso memorándum de entendimiento de Islamabad. Entiendo que van a continuar esas negociaciones y que no va a haber mayor incremento de la escalabilidad militar”. “Aunque a Trump no le guste, la mejor solución para tratar de llegar a un consenso con Irán sería tratar de volver al acuerdo de Obama que era mucho más detallado. Estamos hablando de dos páginas que ha negociado la administración Trump versus las 159 páginas de la administración Obama y donde queda muchísimo mayor detalladas las obligaciones de ambas partes”, concluyó.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (08): O governo dos Estados Unidos classificou como "absurda" a hipótese de uma ação militar contra o Brasil levantada pelo Itamaraty. Washington afirmou que combate o narcoterrorismo de forma soberana e justificou a possível classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas. Segundo os americanos, as facções já atuam em território dos EUA. Reportagem: Matheus Dias. O senador Hamilton Mourão voltou a defender a revisão das penas dos condenados pelos atos de 8 de janeiro. Em discurso no Senado, criticou a demora do STF em analisar o tema e afirmou que a anistia seria o melhor caminho para promover a pacificação nacional. Para o parlamentar, a questão passou a ter caráter humanitário. A Justiça do Distrito Federal manteve a condenação do deputado Rogério Correia (PT-MG) por compartilhar uma imagem criada com inteligência artificial envolvendo Jair Bolsonaro. O parlamentar deverá pagar R$ 20 mil de indenização ao ex-presidente. A alegação de imunidade parlamentar e de conteúdo satírico foi rejeitada. Governo federal e Frente Parlamentar da Agropecuária encerraram sem acordo a reunião sobre a renegociação das dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos. O principal impasse é o impacto fiscal estimado em R$ 140 bilhões. As negociações continuam em busca de uma solução para o projeto. A Procuradoria de Paris abriu investigação contra a senadora paraguaia Celeste Amarilla por declarações racistas dirigidas ao atacante Kylian Mbappé. As ofensas ocorreram após a vitória da França sobre o Paraguai nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. A denúncia foi apresentada pela Federação Francesa de Futebol. A Câmara dos Deputados aprovou o projeto que cria o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres. A proposta prevê ações integradas entre União, estados e municípios para combater a violência de gênero e o feminicídio. O texto segue agora para análise do Senado. Em entrevista à Jovem Pan, o deputado Otoni de Paula afirmou que a direita foi "sequestrada" pelo bolsonarismo. O parlamentar criticou o grupo político, comentou a prisão de Marcio Canella e avaliou que o bolsonarismo enfrentará dificuldades para eleger candidatos ao Senado no Rio de Janeiro. Pesquisa Datafolha mostra que parte dos eleitores de Lula e de Flávio Bolsonaro não se identifica com o espectro ideológico tradicional de seus candidatos. O levantamento aponta que há eleitores de direita apoiando Lula e eleitores de esquerda declarando voto em Flávio Bolsonaro. A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, por determinação do ministro Alexandre de Moraes. A operação buscava armas, munições e documentos de registro. Segundo a defesa, nenhum material foi encontrado. A Guarda Revolucionária Islâmica informou ter atacado instalações militares dos Estados Unidos no Bahrein e no Kuwait. Segundo o governo iraniano, a ação foi uma resposta aos novos bombardeios americanos contra o Irã, ampliando a tensão no Oriente Médio. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Irānā pēdējā gaitā pavadīts ASV un Izraēlas uzbrukumā nogalinātais augstākais garīgais līderis Alī Hāmenejī. Ukraina sekmīgi bliež pa Krievijas naftas ražošanas un eksporta infrastruktūru, un sociālos medijus pāršalc video ne tikai ar degošiem rezervuāriem un rūpnīcām, bet arī milzīgām rindām pēc degvielas. Turcijas galvaspilsētā Ankarā šonedēļ norisinājās NATO samits, un mediji uzreiz atzīmēja, ka ASV prezidents Donalds Tramps tur devās sliktā noskaņojumā. Aktualitātes raidījumā Divas puslodes analizē Aizsardzības akadēmijas pasniedzējs Jānis Kapustāns un politologs Veiko Spolītis. Hāmenejī atvadās, karš turpinās Irānas galvaspilsētas Teherānas ielas nedēļas nogalē un pirmdien, 6. jūlijā, pildīja ļaužu pūļi, kuri pavadīja pēdējā gaitā 28. februārī ASV un Izraēlas aviācijas uzbrukumā nogalināto islāma republikas augstāko garīgo līderi Alī Hāmenejī. Vakar atvadu ceremonijas pārvietojās uz šiītu islāma svēto pilsētu Kumu, šodien, 8. jūlijā, tā turpinās Irākas šiītisma centros Nedžefā un Kerbelā, visbeidzot ceturtdien process noslēgsies ar apbedīšanu aizgājēja dzimtajā pilsētā Mešhedā. Pie Irānas mošejām tiek pacelti sarkani karogi, kas simbolizē mocekļa asinis, un kuriem tur jāplīvo tik ilgi, līdz šīs asinis nebūs atriebtas. Galvenais islāma republikas varas vēstījums šai grandiozajā pasākumā ir, ka valsts un sabiedrības idejiskie pamati paliek nesatricināmi par spīti vadoņa bojāejai. Novērotāji atzīmē, ka arī tēva bērēs publiski nav parādījies viņa varas oficiālais mantinieks Modžtaba Hāmenejī. Ir zināms, ka arī viņš cietis sabiedroto uzlidojumos, tomēr joprojām nav zināms, kāds ir viņa veselības stāvoklis un vai viņš vispār veic kādas varas funkcijas. Līdz ar to nav īsti skaidrs, kā šobrīd darbojas Irānas valsts varas sistēma, kur augstākajam garīgajam līderim ir noteicošā loma. Otra nozīmīgākā figūra šai sistēmā ir valsts prezidents, taču nākas šaubīties par pašreizējā valsts galvas Masuda Pezeškiāna reālo varas apjomu. Ir diezgan skaidrs, ka lielā mērā neatkarīgs savā rīcībā ir nozīmīgākais militārais spēks – Islāma revolūcijas sargu korpuss ar ģenerāli Ahmadu Vahidi priekšgalā. Visdrīzāk militāristi netika izprasījuši kādu centrālās varas akceptu, kad pirmdien ar raķetēm apšaudīja trīs tankkuģus netālu no Omānas krastiem. Par atbildi Savienoto Valstu gaisa spēki īstenoja triecienus mērķiem Irānas dienviddaļā, savukārt ASV Finanšu ministrija atjaunoja Irānas naftas un naftas ķīmijas produktu tirdzniecībai noteikto sankciju darbību. Irāna paziņojusi, ka tas ir agrāk panāktās karadarbības pārtraukšanas vienošanās pārkāpums, un ka tā neatsāks miera sarunas, kas šobrīd pārtrauktas uz augstākā līdera Hāmenejī bēru laiku, kamēr pastāv draudi no Savienoto Valstu puses. Benzīna nav, bet gaidiet uzvaras! Pēdējās dienās Ukraina turpinājusi sekmīgi graut agresorvalsts Krievijas naftas pārstrādes un eksporta infrastruktūru. Sestdien, 4. jūlijā, melni dūmu mākoņi pacēlās pār Somu līci, kad ukraiņu lidroboti aizdedzināja degvielas rezervuārus Ustjlugas un Visockas ostās un uzbruka Kronštates kara flotes bāzei un armijas poligonam pie Lugas. Savukārt naktī no svētdienas uz pirmdienu tika dots trieciens naftas pārstrādes rūpnīcai Jaroslavļā un uzstādīts jauns lidrobotu uzbrukuma tāluma rekords, sasniedzot lielāko Krievijas degvielas ražošanas uzņēmumu Omskā – Sibīrijā, apmēram divarpus tūkstošu kilometru attālumā no Ukrainas robežas. Krievijas atbilde ir jau ierastā – slepkavot Ukrainas mierīgos iedzīvotājus. 6. jūlija lidrobotu un raķešu trieciens Kijivai un tās apkārtnei laupījis dzīvību vismaz 26 cilvēkiem. Tāpat agresorvalsts pastiprināti uzbrūk degvielas uzpildes stacijām piefrontes zonā, kam gan ir apšaubāms efekts. Tikām Ukrainas triecienu rezultāti kļuvuši pamanāmi jau visā Krievijas teritorijā. Vismaz divās trešdaļās valsts reģionu ieviesti degvielas tirdzniecības ierobežojumi; dažviet, piemēram, okupētajā Krimā, tās pārdošana privātpersonām vispār pārtraukta. Pie uzpildes stacijām veidojas milzu rindas, kurās autovadītāji pavada reizumis līdz pat 12 stundām. Simtiem automašīnu īpašnieku pasūta savu spēkratu pārbūvi, lai turpmāk varētu darbināt dzinējus ar sašķidrināto gāzi. Nopietnas problēmas briest Krievijas lauksaimniecībā, jo nupat sākas labības pļauja, kam arī nepieciešama degviela. Uz šī drūmā fona Krievijas vadonis pagājušās nedēļas nogalē sarīkoja savai tautai uzvaras kaldināšanas šovu. Sestdien, 4. jūlijā, tika publiskots video no tikšanās kādā nenosakāmas lokācijas štābā, kur Putins, ģērbies aizsargkrāsas tērpā, uzklausīja ģenerālštāba priekšnieka Gerasimova un citu augstāko virsnieku ziņojumus. Kā varens militārs sasniegums tika piesaukta it kā notikusī Kostjantiņivkas pilsētas ieņemšana. Līdz karam šajā Doneckas apgabala pilsētā dzīvoja nepilni 80 tūkstoši iedzīvotāju, no kuriem tagad palikuši labi ja pāris tūkstoši. Karadarbība pārvērtusi pilsētu drupu kaudzē, tomēr arī to, kā izrādās, krievu spēki pilnībā nekontrolē, un armijas ģenerāļa Gerasimova ziņojums ir jau ierastā plātīšanās. Ko sola divas dienas Ankarā? Vakar NATO dalībvalstu vadītāji pulcējās uz organizācijas ikgadējo samitu, kas šogad notiek Turcijas galvaspilsētā Ankarā. Var teikt, ka norises vieta ir teju simboliska – apmēram viduspunktā starp divām šī brīža aktīvākajām karadarbības zonām: Ukrainu un Persijas līci. Apstiprinājās samita priekšvakarā izskanējušās prognozes, ka Baltā nama saimnieks Donalds Tarmps dodoties uz Ankaru nīgrā noskaņojumā. Vakar, 7. jūlijā, partneri saņēma no „papuča” Donalda praktiski visu domājamo pretenziju zalvi: viņš esot nemierā ar NATO, eiropieši joprojām negribot kā nākas ieguldīties pašu aizsardzībā un neesot arī nākuši palīgā militāri apstrādāt Irānu. Tas esot bijis pārbaudes tests, un partneri to neesot izturējuši. Dienasgaismā atkal tika izvilkta arī gribēšana pievākt Grenlandi, tā ka Dānijas premjerministrei Metei Frederiksenai atkal nācās atgādināt par savas valsts suverenitāti un to, ka arktiskā sala neesot izlikta pārdošanai. NATO ģenerālsekretārs Marks Rute savā uzrunā, kā ierasts, ar skaitļiem centās apliecināt, ka aizsardzības izdevumu kāpums notiek saskaņā ar ASV līdera vēlmēm. Kas attiecas uz partneru aizsardzības tēriņiem, tad pagājušogad Hāgā definētās apņemšanās šogad sākušas materializēties konkrētos līgumos. Paralēli samita pamatprogrammai notiek aizsardzības industrijas forums – platforma, kurā tiek slēgti daudzpusēji iepirkuma līgumi un veidoti sadarbības projekti desmitu miljardu apjomā, liela tiesa no kuriem nonāks amerikāņu ieroču ražotāju kontos. Domājams, bez pārspīlējuma var sacīt, ka otra gaidītākā uzstāšanās forumā bija Ukrainas prezidenta Volodimira Zelenska runa. Spilgtākā un citētākā tās tēze: izlīdziet mums tikai ar pretgaisa aizsardzību – pārējo mēs jau varam paši. Pat ja tas ir zināms pārspīlējums, tad NATO tribīne ir īstā, no kuras atgādināt to, cik daudz Ukraina patiešām ir spējusi izdarīt. Šodien jānotiek samita gala deklarācijas parakstīšanai. Tās projektā, kuru jau iepriekš saskaņojuši alianses valstu vēstnieki, goda vietā likts apliecinājums, ka visas dalībvalstis paliek uzticīgas 5. panta principam – uzbrukums vienai no dalībvalstīm nozīmē uzbrukumu visām. Vai „papucis” no Baltā nama nesapiktosies vēl vairāk un pēdējā brīdī neizdomās deklarāciju tomēr neparakstīt – tā ir šodienas nozīmīgākā intriga. Sagatavoja Eduards Liniņš.
Americko-íránská mírová jednání ohrožuje mocenský boj v Teheránu. Tamější politici požadují uvolnění miliard dolarů zmrazených v rámci protiíránských sankcí, zatímco armádní zastánci tvrdé linie chtějí získat kontrolu nad Hormuzským průlivem. První skupina má v čele prezidenta Masúda Pezeškjána, tu druhou vedou Islámské revoluční gardy. Americkému deníku Wall Street Journal to řekli představitelé obeznámení s průběhem jednání.Všechny díly podcastu Svět ve 20 minutách můžete pohodlně poslouchat v mobilní aplikaci mujRozhlas pro Android a iOS nebo na webu mujRozhlas.cz.
Download Porter Here: https://app.adjust.com/216agedwDonation for Future Football Champions: https://www.figuringout.co/pdf/miccup2027Get your hand-picked playbook here: https://www.figuringout.co/pdf/fo-528Guest Suggestion Form: https://forms.gle/bnaeY3FpoFU9ZjA47Disclaimer: This video is intended solely for educational purposes and opinions shared by the guest are his personal views. We do not intent to defame or harm any person/ brand/ product/ country/ profession mentioned in the video. Our goal is to provide information to help audience make informed choices. The media used in this video are solely for informational purposes and belongs to their respective owners.00:00 – Intro04:00 – Why Can't India Produce Football Talent?13:57 – Why Isn't India in the World Cup?24:33 – Why Isn't Football as Popular as Cricket?45:20 – The Top 3 Obstacles in the System49:36 – How Common Are Match-Fixing and Betting?59:06 – Why Was Messi Paid ₹150 Crore for His India Tour?1:06:43 – Why Indians Love Being Number One1:11:30 – When Minerva FC Broke Records1:17:03 – When AIFF Hired an Astrologer1:20:52 – India Isn't Incompetent, It's Corrupt1:31:17 – Why Sacking Igor Štimac Cost AIFF Dearly1:39:56 – Can One Star Player Change Everything?1:46:14 – Why Athletes Should Start Young1:53:47 – How Does He Train His Team?2:03:01 – Obsession Makes You a Better Player2:26:15 – Losing in the Finals2:29:51 – How to Overcome Fear2:36:32 – How Can Indians Support Indian Football?2:38:53 – A Gangster If Not a Football Coach2:47:02 – One Piece of Advice Nobody Should Follow2:52:31 - BTS2:53:45 - OutroIn today's episode, we sit down with Ranjit Bajaj Chief Pusher - Minerva Academy Football & Cricket Club, Delhi Football Club & Armed Forces Aspirants Trainer the man who has produced more Indian football internationals than every ISL club combined, with zero government support, zero corporate funding, and mortgaged gold to send his boys to European tournaments.We discuss why India with 1.4 billion people has zero dedicated football stadiums, why AIFF paid an astrologer ₹25 lakhs to pick the national team, and why four Indians are currently playing in this World Cup for other countries.Subscribe for more such conversations.About Raj ShamaniRaj Shamani is an Entrepreneur at heart that explains his expertise in Business Content Creation & Public Speaking. He has delivered 200+ speeches in 26+ countries. Besides that, Raj is also an Angel Investor interested in crazy minds who are creating a sensation in the Fintech, FMCG, & passion economy space.To Know More,Follow Raj Shamani On ⤵︎Instagram @RajShamani https://www.instagram.com/rajshamani/Twitter @RajShamani https://twitter.com/rajshamaniFacebook @ShamaniRaj https://www.facebook.com/shamanirajLinkedIn - Raj Shamani https://www.linkedin.com/in/rajshamani/About Figuring OutFiguring Out Podcast is a Candid Conversations University where Raj Shamani brings raw conversations with the Top 1% in India.
FIFA has been corrupt since before colour television. And the World Cup is proof.From the ISL bribery scandal and Sepp Blatter's seven arrested executives to Qatar's migrant worker nightmare and Gianni Infantino's increasingly bizarre relationship with Donald Trump, this is the complete history of football's governing body and the corruption that has defined it for over a century. We cover the Havelange years, the 2015 FBI raids, the Saudi Arabia 2034 decision, and why Infantino's cosy friendship with the world's most consistently unpopular president keeps getting stranger.https://www.patreon.com/HistorysGreatestIdiotshttps://www.instagram.com/historysgreatestidiotshttps://buymeacoffee.com/historysgreatestidiotsArtist: Sarah Cheyhttps://www.fiverr.com/sarahchey
Kam dospěl unijní summit v debatě o rozpočtu a proč se státy přou to, kdo by měl za EU jednat s Ruskem? Jak se v Evropě šířila odnož tak zvaného Islámského státu, proti které zasáhla policie? A jak má nové unijní pravidlo zjednodušit vracení zboží v e-shopech?
Kam dospěl unijní summit v debatě o rozpočtu a proč se státy přou to, kdo by měl za EU jednat s Ruskem? Jak se v Evropě šířila odnož tak zvaného Islámského státu, proti které zasáhla policie? A jak má nové unijní pravidlo zjednodušit vracení zboží v e-shopech? Všechny díly podcastu Hlavní zprávy - rozhovory a komentáře můžete pohodlně poslouchat v mobilní aplikaci mujRozhlas pro Android a iOS nebo na webu mujRozhlas.cz.
EEUU e Irán, a través de Donald Trump y de su homólogo iraní Masoud Pezeskhian, rubricaron anoche ese memorando de entendimiento con el que parecen dispuestos a poner fin al conflicto que, entre otras cosas, ha bloqueado durante meses el estrecho de Ormuz y ha cambiado las dinámicas de poder en Oriente Medio.Lo analizamos con Javier Gil, investigador del Instituto Cultura y Sociedad de la Universidad de Navarra, profesor de Relaciones Internacionales y autor de "La sombra del ayatolá. Una historia de la República Islámica de Irán"Escuchar audio
Una activista iraní denuncia en La Brújula el endurecimiento del régimen: "La guerra le hizo a la República Islámica el trabajo sucio"
Emisión del lunes 15 de Junio de 2026 Donald Trump anunció que "El acuerdo con la República Islámica de Irán ya está cerrado”. No es un tratado de paz sino un Memorándum de Entendimiento temporal de 60 días, mediado por Pakistán, con firma prevista para el 19 de junio en Suiza. "Deja que tus oídos te abran los ojos." #RuizHealyTimes #AbriendoLaConversación www.ruizhealytimes.com
Este domingo, coincidiendo con el debut en suelo estadounidense de la selección de Irán en el Mundial de Fútbol, Donald Trump anunciaba en su red social el cierre de un acuerdo de paz con la República Islámica de Irán. En realidad, estamos ante un preacuerdo, y lo poco que se ha conocido hasta ahora, representa un triunfo para los intereses de Irán. Si Israel no boicotea este acuerdo con nuevos ataques a Líbano, este viernes se firmará el primer documento que permite a Trump lanzarle un mensaje a los mercados: ya podéis bajarme, por favor, los precios del combustible, que la gente se me echa encima. Y sí, están bajando. Con Jesús Núñez, codirector del Instituto de Estudios sobre Conflictos y Acción Humanitaria, analizamos las consecuencias y conclusiones que pueden extraerse de lo que se conoce hasta ahora de los términos del acuerdo entre Washington y Teherán. *** Envíanos una nota de voz por Whatsapp contándonos alguna historia que conozcas o algún sonido que tengas cerca y que te llame la atención. Lo importante es que sea algo que tenga que ver contigo. Guárdanos en la agenda como “Un tema Al día”. El número es el 699 518 743 *** Un tema Al día es el podcast diario de actualidad de elDiario.es que, en episodios de unos 15 minutos, explica cada día un asunto de actualidad. Está presentado y dirigido por Juanlu Sánchez, subdirector de elDiario.es. Premio Ondas al podcast Revelación, Un tema Al día es el daily líder en Spotify, Apple Podcast, iVoox, Amazon Music o Podimo, según los datos públicos de las plataformas, donde acumula más de 190.000 suscriptores. Ha sido reconocido como “podcast revelación” por Amazon y recomendado como “imprescindible” por Apple.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Action on Muslims Begin: Mazars Razed Across India | Sanjay Dixit on Isl@m
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Acceso anticipado para Fans - ** VIDEO EN NUESTRO CANAL DE YOUTUBE **** https://youtu.be/t9qvJrS8Foc +++++ Hazte con nuestras camisetas en https://www.bhmshop.app +++++ Donald Trump ha lanzado la amenaza más dura desde el inicio de la crisis con Irán. En unas declaraciones explosivas, el presidente estadounidense advirtió que Estados Unidos golpeará Irán con una intensidad sin precedentes, alimentando los temores de una nueva escalada militar en Oriente Medio. ¿Estamos ante el preludio de una ofensiva masiva contra la República Islámica? ¿Se prepara Washington para una nueva fase de la guerra? ¿Qué capacidad militar conserva Irán tras meses de ataques? ¿Cómo responderán Israel, los hutíes, Hezbolá y el resto de aliados de Teherán? En este programa analizamos la situación militar en el Golfo Pérsico, las amenazas de Trump, el papel del estrecho de Ormuz, la evolución de los precios del petróleo y las posibles consecuencias geopolíticas de una escalada que podría afectar a toda la región. Además, estudiaremos el estado real de las fuerzas iraníes, las capacidades estadounidenses desplegadas en Oriente Medio y los escenarios que podrían desarrollarse en las próximas horas. ¿Estamos ante una demostración de fuerza o ante el inicio de una guerra mucho más amplia? "Un Mundo Convulso. Claves geopolíticas" https://amzn.to/4qqd41e SUSCRÍBETE para no perderte ningún programa y únete a nuestra comunidad de apasionados por la historia militar, la geopolítica y los conflictos del mundo. Apóyanos para seguir creando contenido riguroso e independiente: Patreon: https://www.patreon.com/bellumartis PayPal: https://www.paypal.me/bellumartis Bizum: 656 778 825 Síguenos también en redes: Instagram: https://www.instagram.com/bellumartis_historia_militar/ Twitter / X: https://twitter.com/Bellumartis Bellumartis Historia Militar — Porque entender el pasado es prepararse para el futuro.Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de BELLUMARTIS PODCAST. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/618669
El Papa León XIV concluye su visita a España en Tenerife, donde se reúne con migrantes y voluntarios, enfatizando la dignidad humana y la acogida. Su recorrido por Madrid y Barcelona destaca mensajes sobre derechos humanos y unidad, mostrando su cercanía. Se tasan en 1.3 millones de euros las joyas incautadas a Zapatero, lo que genera interrogantes fiscales. El Tribunal Supremo rechaza el indulto al exfiscal general Álvaro García Ortiz, condenado por revelación de secretos. Una encuesta del CIS muestra al PSOE como el partido más votado, aunque con una caída de cinco puntos, mientras el PP sube. El Congreso inicia el proceso para blindar la ley de eutanasia. El Banco Central Europeo sube los tipos de interés al 2.25% por primera vez en tres años, lo que encarece hipotecas y préstamos, buscando combatir la inflación. Donald Trump anuncia un acuerdo de paz con Irán y la reapertura del estrecho de Ormuz, pero la República Islámica desmiente estas afirmaciones, manteniendo la ...
Donald Trump anuncia el fin de la guerra con Irán y un posible acuerdo en Europa, aunque la República Islámica desmiente el anuncio y las fuerzas estadounidenses derriban drones iraníes en el estrecho de Ormuz. En España, las joyas del expresidente Zapatero se tasan en más de 1.3 millones de euros, contradiciendo las valoraciones iniciales. El Papa León XIV finaliza su visita a España con un enérgico mensaje sobre la crisis migratoria desde Arguineguín, mientras el Congreso de los Diputados avanza en la protección de la ley de eutanasia. La Universidad de Málaga instalará uno de los ordenadores cuánticos más potentes de Europa, destacando su potencial para la medicina y la inteligencia artificial, a pesar de los desafíos de estabilidad. La artista Blanca Paloma presenta su esperado álbum "Trenza Mía", donde fusiona flamenco, tradición y electrónica, explorando temas de vínculos y herencia emocional.
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A full Wall Pass Wednesday on SDH AM getes you startedWe look back at the Road to 26 match at Jordan-Hare Stadium and hear from Iceland about their match with ArgentinaWe look at the USWNT match in Brazil and hear from SoccerForUSPod's Bart Keeler in Hour 2 about that and the USMNT questions heading into the World CupMLSSoccer.com's Dylan Butler joins to talk about Austin FC and the other league newsPlus, your AM headlines and thoughts
As origens do conflito entre Estados Unidos e Irão e alguns marcos nas relações entre Ocidente e Islão. Uma viagem por vários séculos de História.See omnystudio.com/listener for privacy information.
¿Le ha pasado que se encuentra con una capa blanca, opaca y áspera en una piscina prefabricada de fibra de vidrio, intenta limpiarla con ácido muriático y no le hace absolutamente nada? Por décadas, la industria nos ha dicho que este fenómeno, conocido técnicamente como chalking, es una simple incrustación de carbonato de calcio o que el sol "quemó" el acabado por un abuso de cloro. De hecho, por años los fabricantes recomendaban bajar la dureza de calcio a menos de 100 ppm para evitarlo, una práctica descabellada que terminaba destruyendo los calentadores y componentes del sistema debido a un ISL agresivo y corrosivo. En este episodio dejamos atrás los mitos de los manuales viejos y analizamos una teoría científica en desarrollo que está cambiando las reglas del juego. De la mano de las investigaciones recientes de Bill Khamis (Thursday Pools) y Eric Knight, desglosamos cómo el verdadero culpable no es el sarro común, sino una reacción molecular que forma silicato de calcio dentro de los poros del gelcoat, un cristal completamente inmune al ácido. Analizamos el proceso químico desde la fabricación en el noreste de EE. UU., el peligro de usar oxidantes pesados como el hipo cal, el impacto del pH en la solubilidad del calcio, y cómo la diferencia real entre agentes secuestrantes y quelantes son su única defensa real. Si usted trabaja con piscinas prefabricadas o tiene problemas de manchas blancas que nadie puede quitar, este episodio le dará el enfoque científico que necesita. ¡Dale play y tome el control! Conectate con nosotros! Contacto Artículos educativos Youtube Unete a nuestro grupo en facebook Instagram Tiktok CRYSTAL AGENTE IA EPISODIO DE RULE YOUR POOL
ISL champion coach Brendan Morrissey recounts leading Milton Academy to the ISL title as the No. 6 seed, surviving a 7–6 opener vs. Roxbury Latin that ended with bases loaded and a freshman reliever escaping, then riding hot bats and dominant pitching to consecutive shutouts in the semifinal (9–0 after an eight-run first) and final, including a combined no-hitter as Jameson Gray peaked at the right time. Morrissey contrasts ISL and MIAA playoffs, explains building pitchers up slowly so they're fresh in June, discusses velocity and injury concerns, outlines Milton Academy admissions-driven recruiting, and shares a measured approach to college placement. A “Three Up, Three Down” segment covers athlete-fan interactions, momentum, and underrated/overrated stats. Topics 01:17 Roxbury Latin Thriller 02:49 Freshman Closes It 03:38 Home Field Advantage 04:33 Will Pierce Breakout 05:59 Championship Mindset 06:49 No Hitter And Dogpile 09:13 MIAA Vs ISL Coaching 10:51 Peaking For Playoffs 12:32 Jump To Milton Academy 13:47 Velocity And Recruiting 14:04 Velocity And Arm Health 14:53 In Game Pitcher Management 15:25 Milton Recruiting Reality 16:43 College Paths Beyond D1 18:35 Travel Ball And Honest Guidance 19:45 Fans Versus Players Debate 22:56 Momentum And Snowball Innings 25:27 Overrated And Underrated Stats 28:27 New Defensive Odds Metrics 29:25 Podcast Wrap And Thanks
Listen in to learn the latest on ART switch strategies for people living with virologically suppressed HIV. Hear from experts Chloe Orkin, MBChB, FRCP, MD, and Peter J. Ruane, MD, as they review how the recent approvals fit in the treatment landscape of 2-drug, single-tablet regimens. Stream on the go or follow along with our expert-curated slides. Topics covered include: Guideline recommendations on ART switch in the setting of virologic suppression Phase III clinical trial data supporting ART switch Individual considerations for ART switch Get access to all of our new podcasts by subscribing to the Decera Clinical Education Infectious Disease Podcast on Apple Podcasts, YouTube Music, or Spotify. Presenters: Chloe Orkin, MBChB, FRCP, MD Professor of Infection and Inequities Dean for Healthcare Transformation Faculty of Medicine and Dentistry Queen Mary University of London London, United Kingdom of Great Britain and Northern Ireland Honorary Consultant Physician Barts Health NHS Trust London, United Kingdom Peter J. Ruane, MD President Ruane Clinical Research Los Angeles, California Link to program page: https://bit.ly/3PkPoP4 Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio176Após uma separação difícil, uma brasileira conhece um homem da Islândia pela internet e aceita casar sem nunca tê-lo visto pessoalmente.No caminho para encontrá-lo, ela é detida pela polícia na Alemanha e passa horas sendo interrogada.Mas o mais estranho ainda estava por vir.Um sonho… que virou realidade. ➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Era amor ou era golpe?
A pesar de la tregua comercial entre China y Estados Unidos de octubre pasado, persisten asuntos explosivos en las tensas relaciones entre los dos países, entre otros, las ventas de armas de Estados Unidos a Taiwán, el control de las exportaciones de tierras raras por parte de China o la política arancelaria. Laia Comerma, consultora de negocios, destaca un punto relevante: sentarse a discutir sobre Taiwán. Trump llega a China para su visita oficial acompañado de un puñado de dirigentes empresariales, entre otros, los de Tesla, Apple y Boeing, para pedirle a su homólogo chino que abra el país a empresas estadounidenses. Sin embargo, es sobre Taiwán que este encuentro ha tomado un rumbo inédito. "El hecho de que se discuta el tema de Taiwán ya es muy relevante en sí, porque desde Reagan, la política de Estados Unidos es que sus ventas de armas a Taiwán no es algo que se discuta ni que deba discutirse con la China", explica la consultora Laia Comerma, presidenta de la Cámara para la Cooperación Hispano China. "En Estados Unidos se consideraba que ese no era un asunto de su incumbencia, según la Taiwan Relations Act de los Estados Unidos. El hecho de que Trump si esté dispuesto a discutir sobre eso ya de por sí es muy relevante y cambia la política de Estados Unidos hacia Taiwán. Esto puede tener un efecto muy significativo en un primer plano en la política doméstica de Taiwán. Y, por el otro lado, están las ‘garantías de seguridad', las cuales han posibilitado la autonomía y el statu quo en el estrecho de Taiwán. Ahora bien, si cambiase cualquier pieza de este rompecabezas gigante, complicado e inestable podría desencadenar un efecto domino". El encuentro entre los dos líderes se produce en un contexto interno difícil para Trump, con baja popularidad alimentada por la guerra de Irán y un repunte de la inflación, pero también lo es para Xi Jinping, pues China está atravesando un momento incierto para su economía marcado por el débil consumo interno y una persistente deuda del sector inmobiliario. Pero es en la imagen exterior, en la fiabilidad, donde China quiere ganar con sus cartas, dice Laia Comerma. "China desde el inicio del mandato del presidente Donald Trump se está presentando como una fuente de estabilidad, como el principal promotor del régimen multilateral. Aunque podamos preguntarnos qué representa ese régimen multilateral. Eso se puede discutir. Pero sí que es verdad que en un momento en el que Trump está atacando las instituciones que Estados Unidos había creado con el régimen de Bretton Woods, China se está presentando, mientras tanto, como una fuente de libre comercio, de literalidad y de globalización". Trump puede necesitar la ayuda de Xi para conseguir que Irán acceda a un acuerdo y para que Pekín consienta en reducir o eliminar sus compras de crudo procedente de la República Islámica.
Un pueblo nómada que sobrevivió a la colonización, las sequías y las tensiones del Sahel sigue siendo un actor clave en el corazón del Sáhara. Durante más de medio siglo, los tuaregs han resistido la marginalización que les impuso la descolonización: convertidos en minorías dentro de Estados que no reconocen su modo de vida, han protagonizado rebeliones en Mali y Níger que siempre terminaron en acuerdos incumplidos y nuevas escaladas. Su historia entrelaza las rutas caravaneras transaharianas, la Legión Islámica de Gadafi, la proclamación y derrumbe del Azawad en 2012 y la penetración del yihadismo en su territorio. Hace unas semanas, el Frente de Liberación del Azawad acaba de retomar Kidal en un conflicto que enfrenta a los tuaregs contra la junta militar maliense y sus aliados rusos. Hoy en "No es el fin del mundo" hablamos de los tuaregs, los últimos dueños del Sáhara. Mapas y artículos: Mapa tuaregs: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/mapa-tuaregs/ Mali. Geografía, recursos y conflictos: https://elordenmundial.com/mapas-y-graficos/geopolitica-mali/
Click Here to Get All Podcast Show Notes!“The way you speak is a skill, and like every skill, it can be learned, practiced, and mastered.” Speaking like a leader is not about being charismatic; it's about mastering the art of clarity, influence, and connection. In this episode, Sharran reveals the eight communication techniques that set CEOs apart and breaks down each tool to help you speak with authority and influence.Whether you're leading a team, negotiating deals, or simply looking to elevate your communication, these strategies will transform how you speak and connect with others.Tune in to learn how to communicate effectively, gain trust, and lead with confidence.“The single biggest superpower of a CEO is to be able to package an idea elegantly.”- Sharran SrivatsaaTimestamps:01:17 - The importance of communication in leadership01:43 - Technique #1: The 4-MAT framework03:33 - Technique #2: The "Three Whys" approach to communication05:48 - Technique #3: Using the ISL framework (Insight, Story, Lesson)07:58 - Technique #4: McKinsey's SCR method (Situation, Conflict, Resolution)10:20 - Technique #5: High stakes negotiations with the ALH formula (Agree, Learn, Helpful)11:51 - Technique #6: The diagnostic process for clear communication13:27 - Technique #7: Unreasonable belief in a specific version of the future14:42 - Technique #8: Borrowed language for clearer, more impactful speaking16:58 - Wrapping up: How CEOs communicate for successResources:- How to Communicate More Effectively Than 99% of People - https://youtu.be/Vx_sSMAJjNg?si=DxlhXVtoOZD73np0- The Next Billion by Sharran Srivatsaa - https://sharransrivatsaa.substack.com/- Acquisition.com - https://www.acquisition.com/- Board Member: ARC Multifamily Real Estate Investing - https://arcmf.com/- Board Member: The Real Brokerage - https://www.joinreal.com/Connect with Sharran:- Facebook - https://www.facebook.com/likesharran- Instagram - https://www.instagram.com/sharransrivatsaa/- X - https://x.com/sharran- LinkedIn - http://www.linkedin.com/in/sharran- YouTube - https://www.youtube.com/channel/UCzpl_gT1bVB1iNZl9yQbWuA?sub_confirmation=1- Threads - https://www.threads.com/@sharransrivatsaa
Vietvaru vēlēšanas Palestīniešu pašpārvaldes teritorijā. Dānijā un arī Slovēnijā neveicas ar valdošās koalīcijas izveidi pēc parlamenta vēlēšanām. Mali hunta piedzīvo plašu un labi koordinētu savu pretinieku ofensīvu. Aktualitātes analizē Austrumeiropas politikas pētījumu centra vecākais pētnieks Armands Astukevičs un Aizsardzības akadēmijas pasniedzējs Jānis Kapustāns. Palestīniešu teritoriju trauksmainā iekšpolitika 25. aprīlī Palestīniešu pašpārvaldes teritorijā notika vietvaru vēlēšanas. Jordānas Rietumkrastā tika ievēlētas pavisam 380 vietējās padomes ar nepilniem 3800 deputātiem. Reālas vēlēšanas gan notika mazāk nekā pusē vietvaru, jo gandrīz 200 iecirkņos bija iesniegts tikai viens saraksts, un saskaņā ar Palestīniešu pašpārvaldes normatīvajiem aktiem šādos gadījumos vēlēšanas nav jārīko – saraksta iesniedzēji ieņem padomes locekļu vietas automātiski. Praktiski visur dominējošais politiskais spēks ir partija „Fatah”, kuras līderis Mahmūds Abāss nu jau vairāk nekā 20 gadus ieņem Palestīnas pašpārvaldes prezidenta amatu. Tomēr īpaša uzmanība notikušo vēlēšanu sakarā pievērsta vienīgajai padomei, kura tika ievēlēta Gazas joslā – Deirelbelehas pilsētā. Tās ir pirmās jebkādas vēlēšanas, kas notikušas Gazā pēc divas desmitgades ilgušas pauzes, kuras iemesls ir 2006. gadā iestājusies pretstāve starp partiju „Fatah” un kustību „Hamās”, toreizējo Palestīniešu pašpārvaldes likumdevēja vēlēšanu uzvarētāju. Domstarpību centrā ir attieksme pret Izraēlas valsti: kamēr „Fatah” atzīst Izraēlas tiesības uz eksistenci, Hamas turpina bezkompromisa cīņu, lai nodzēstu ebreju valsti no pasaules kartes. Bez tam „Fatah” ir sekulāra palestīniešu nacionālistu partija ar kreisu ievirzi, savukārt „Hamās” – reliģiska islāmistu kustība. Politiskā šķelšanās noveda pie militāra konflikta, kura laikā „Fatah” pārstāvji Gazas joslā tika nogalināti, izraidīti vai bija spiesti bēgt, un Gaza kļuva par „Hamās” citadeli. Ievēlētais palestīniešu likumdošanas orgāns pārstāja funkcionēt, jauns tā arī nav ticis ievēlēts, un ja Jordānas Rietumkrastā pagājušajos divdesmit gados notika vismaz pašvaldību vēlēšanas, tad Gazas sektorā – nekādas. Periodiski notika izlīguma mēģinājumi starp „Fatah” un „Hamās”, 2013. gadā pat tika izveidota nacionālās vienības valdība ar bezpartejisku sastāvu, taču „Hamās” tai tā arī neļāva reāli pārvaldīt Gazas teritoriju. Tagad, kad karā pret Izraēlu islāmistu spēki ir pamatīgi novājināti, acīmredzot bijis iespējams sarīkot pieminētās vēlēšanas Deirelbelehā, kas tiek raksturotas kā pilotprojekts. Priekšnoteikums dalībai bija atzīt Palestīnas Atbrīvošanas organizāciju par vienīgo leģitīmo palestīniešu tautas pārstāvi, un tas liedza kvalificēties „Hamās” kandidātiem. „Fatah” atbalstītais saraksts ieguvis sešas no piecpadsmit vietām, savukārt saraksts, par kuru neoficiāli zināms, ka aiz tā stāv „Hamās”, – divas vietas. Daži novērotāji uzskata, ka tas ir sabiedrības signāls par nevēlēšanos turpināt bezkompromisa cīņu islāmistu vadībā. Tomēr vēlētāju aktivitāte, kas bija nepilni 23%, padara šādu pieņēmumu ne pārāk drošu. Divi Eiropas iekšpolitikas sastrēgumi Dānijas parlamenta vēlēšanas notika 24. martā, taču valdošās koalīcijas izveide nevedas. Nepiepildījās līdzšinējās premjerministres Metes Frederiksenas cerības, ka viņas vadītajiem sociāldemokrātiem vēlēšanas nesīs politiskā kapitāla pieaugumu. Tagad parlamentā izveidojušies divi bloki – labējais jeb „zilais” un kreisais jeb „sarkanais” – un ne vienam, ne otram nepietiek balsu vairākumam. Trešais spēks ir liberālā Mēreno partija, kas ieņēmusi izteikti centrisku pozīciju. Tieši viņu balsis, pievienotas vienam vai otram blokam, matemātiski varētu dot vajadzīgo vairākumu, taču mērenajiem nav pieņemams neviens no abu bloku radikālajiem spārniem. Partijas līderis Larss Loke Rasmusens jau paziņojis, ka darbošanās vienā valdībā ar radikāli kreisajiem ekosociālistiem no Sarkani-zaļās alianses nav domājama, tāpat nekādu entuziasmu liberāļiem neizraisa iespējama sabiedrošanās ar nacionālpopulistiem spektra pretējā galā – Dānijas Tautas partiju un citiem. Tā vietā mērenie vēlētos redzēt plašu centriski orientētu koalīciju, kaut ko līdzīgu pirmsvēlēšanu modelim, kurā bez sociāldemokrātiem un mērenajiem ietilpa arī liberālā partija „Venstre”. Tomēr pēdējās vēlēšanas nebija veiksmīgas nevienai no šīs trijotnes partijām, tāpēc tagad nāksies piepulcināt vēl kādu. Ticamākie kandidāti varētu būt labēji centriskā Konservatīvo partija, tāpat diezgan centriskā Sociālliberālā partija un arī demokrātiskie sociālisti no Zaļo kreiso partijas (nejaukt ar radikālāko Sarkani-zaļo aliansi!). Zaļo kreiso līdere Pia Olsena Dīra jau signalizējusi, ka būtu gatava apspriest sadarbības nosacījumus, taču Rasmusens, kā tiek teikts, izteikti taktiski nogaida. Vēl problemātiskāka ir situācija Slovēnijā, kur arī nu jau vairāk nekā mēnesi nav izdevies izveidot valdības koalīciju. 20. aprīlī lielākās parlamenta frakcijas – liberālās Brīvības kustības – vadītājs un līdzšinējais premjerministrs Roberts Golobs paziņoja, ka viņam nav izdevies izveidot vairākuma koalīciju un viņa partija gatavojas darbam opozīcijā. Tagad stafetes kociņš būtu nododams otrai lielākajai parlamenta frakcijai – Slovēnijas Demokrātiskajai partijai. Savulaik izaugusi no antikomunistiskās neatkarīgo arodbiedrību kustības un bijusi kreisas ievirzes, šī partija tās līdera Janeza Janšas vadībā vēlāk migrējusi nacionālisma, konservatīvisma un labējā populisma virzienā. Lai izveidotu koalīciju, Janšam būtu jāpiedabū pievienoties divas mēreni labējās partijas – aliansi „Jaunā Slovēnija – Kristīgie demokrāti” un Demokrātu partiju –, kā arī izteikti labēji populistisko, no pandēmijas laika antivakcīnistu auditorijas izaugušo partiju „Resni.ca”. Nav viegli iedomāties, ka izteikti proeiropeiski sevi pozicionējošie demokrāti būtu gatavi koalīcijai ar galējiem populistiem eiroskeptiķiem no „Resni.ca” un arī pašu Janšu, no kura partijas viņi reiz atšķēlās, kritizēdami līderi par antagonizējošu un populistisku pieeju. Kā norāda novērotāji, tā vien šķiet, ka Slovēnijas politiskie spēki arvien pamanāmāk samierinās ar domu par ārkārtas vēlēšanām. Draudzība ar Kremli – apšaubāma garantija Pilsoņu karš Rietumāfrikas valstī Mali ilgst kopš 2012. gada, kad savu cīņu pret centrālo valdību uzsāka tuaregu separātisti valsts ziemeļos, Azavādas reģionā. Kā tas mēdz notikt islāma zonas valstīs, etniski motivētajā konfliktā drīz iesaistījās radikālās džihādistu kustības – gan neatkarīgi reģionāli grupējumi kā, piemēram, „Boko Haram”, gan globālo tīklu „Al Qaeda”un Islāma kalifāts atzari. Sākotnēji Mali toreiz vēl demokrātisko valdību cīņā pret iekšējiem ienaidniekiem atbalstīja Francija un arī ANO miera uzturēšanas misija, taču 2020. gadā likumīgais prezidents Ibrahims Keita tika gāzts un pie varas nāca hunta ar ģenerāli Asimi Goitu priekšgalā. Pučisti palūdza frančus aizvākties un uzaicināja sev tīkamāku sabiedroto – krievu algotņus no bēdīgi slavenās Vāgnera grupas. Sabiedrojusies ar līdzīgiem režīmiem kaimiņvalstīs Nigērā un Burkina Faso, Mali izveidoja jaunizceptu Rietumāfrikas diktatūru klasteri – Sāhelas valstu aliansi. Jaunie sabiedrotie ļāva gūt zināmus taktiskus panākumus, taču ne izšķirošu uzvaru pār režīma pretiniekiem. Pēc „vāgneriešu” līdera Prigožina nogalināšanas viņa privāto militāro kompāniju nomainīja Krievijas bruņoto spēku struktūra – Āfrikas korpuss. Tikām režīma pretinieki – tuaregu nacionālisti un radikālie islāmisti – pārtrauca savstarpēju apkarošanu un sāka koordinēt savas operācijas pret valdības spēkiem. Džihādisti valsts dienvidos sāka piekopt jaunu taktiku – transportceļu blokādi, apdraudot pirmkārt jau naftas produktu piegādes lielajām pilsētām. Kopš 25. aprīļa Mali hunta piedzīvo nepieredzēti plašu un labi koordinētu savu pretinieku ofensīvu, kuru īsteno Azavādas Atbrīvošanas fronte un ar kustību „Al Qaeda” saistītais džihādistu grupējums Atbalsta grupa islāmam un musulmaņiem. Galvaspilsētas Bamako apkaimē nemiernieki uzbruka lidostai un Kati militārajai bāzei, kur savu pastāvīgo rezidenci ierīkojis huntas līderis Goita. Džihādistu kaujinieks-pašnāvnieks ar sprāgstvielām piekrautu automašīnu ietriecās aizsardzības ministra ģenerāļa Sadio Kamaras rezidencē, nogalinot viņu un ģimeni. Valdības spēku un krievu Āfrikas korpusa karavīri tika bloķēti Kidalas pilsētā un vienojās par netraucētu aiziešanu, atstājot pilsētu nemierniekiem. Uzbrukumi notika vēl vairākām pilsētām, kurās kopš tā laika turpinās karadarbība. Acīmredzot Kremļa draudzība izrādījusies pārāk vāja huntas stabilitātes garantija. Sagatavoja Eduards Liniņš.
Dan and Pat recap early-season New England prep baseball, discussing the latest prep coaches poll and teams and players standing out. Dexter ranks No. 1 behind deep Division I-level pitching; Austin Prep started hot before losing to Cheshire Academy; Canterbury and Choate Rosemary Hall remain unbeaten; and the ISL features strong starts from Belmont Hill, Nobles, and surprise 3–0 St. Mark's. They note coaching transitions at Cheshire (following an underage drinking incident on a Florida trip) and Phillips Andover, plus early struggles from preseason No. 1 Avon Old Farms and non-league losses for Deerfield. Worcester Academy's Tallon Roseboro and other standout players are highlighted. The episode ends with a “Three Up, Three Down” 1986 Red Sox–Mets trivia contest. Topics 00:42 Early Season Standouts 00:51 Dexter Loaded Roster 02:02 Undefeated Contenders 03:47 Cheshire Coaching Shakeup 06:08 Andover Transition Stability 07:04 Avon Old Farms Slide 09:45 Deerfield Strategy Explained 11:23 Worcester Transfer Impact 12:39 St Marks Surprise Start 15:42 Belmont Hill Walkoff Win 17:14 Nobles Pitching Returns 17:32 ISL Contenders Breakdown 18:39 Tier Rankings and Bubble Teams 19:49 Standout Prep Players 22:07 Red Sox 86 Trivia Setup 22:58 Red Sox Player Clues 25:24 Mets Legends and Seinfeld Hint 28:01 Tiebreaker and Sign Off
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (23): Em comentário, José Maria Trindade afirmou que os principais candidatos à Presidência começaram a desenvolver as estratégias definidas por suas equipes de campanha com o objetivo de conquistar a preferência do eleitorado, marcando uma nova fase na disputa eleitoral. Em entrevista exclusiva, o senador Alessandro Vieira afirmou que não se intimida após o ministro do STF Gilmar Mendes enviar um pedido de investigação contra ele à Procuradoria-Geral da República. Vieira destacou que sua atuação faz parte do processo democrático e defendeu a criação de um código de ética para a Corte. O embate ocorre após o senador ter solicitado o indiciamento de ministros na CPI do Crime Organizado, pedido que acabou sendo rejeitado no relatório final. O Papa Leão XIV visitou nesta quarta-feira (22) uma prisão em Bata, na Guiné Equatorial, durante viagem apostólica à África, segundo o Vaticano, com o objetivo de defender a dignidade e os direitos humanos dos prisioneiros. O país é considerado um dos mais repressivos da região e é governado desde 1979 por Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, o presidente mais antigo do mundo. O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, descartou a reabertura do Estreito de Ormuz enquanto durar o bloqueio dos Estados Unidos aos portos iranianos. A chancelaria iraniana também evitou comentar a prorrogação do cessar-fogo anunciada por Donald Trump. A crise se intensifica no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de petróleo. A Guarda Revolucionária Islâmica informou ter interceptado dois navios mercantes que tentavam atravessar a região bloqueada. O ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, autorizou nesta quarta-feira (22) que o banqueiro Daniel Vorcaro realize exames no hospital. A previsão é que o empresário, dono do Banco Master, seja levado à unidade de saúde nesta quinta-feira (23). Preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, Vorcaro relatou nos últimos dias que não estava se sentindo bem, o que motivou a autorização para a realização dos exames médicos fora do local de detenção. A chamada “taxa das blusinhas” evitou a entrada de R$ 4,5 bilhões em produtos importados de pequeno valor no Brasil, segundo uma nota técnica divulgada nesta quarta-feira (22) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). De acordo com o levantamento, a redução das compras internacionais contribuiu para preservar 135,8 mil empregos e manter R$ 19,7 bilhões na economia brasileira. As forças armadas dos Estados Unidos interceptaram pelo menos três petroleiros com bandeira iraniana em águas asiáticas e estão redirecionando as embarcações para longe de posições próximas à Índia, Malásia e Sri Lanka, segundo fontes marítimas e de segurança ouvidas pela Reuters. A ação ocorre após Washington impor um bloqueio ao comércio marítimo do Irã, enquanto Teerã reagiu com disparos contra embarcações para dificultar a navegação pelo Estreito de Ormuz, na entrada do Golfo Pérsico. Uma operação da Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta quinta-feira (23) dois suspeitos, entre eles um ex-gerente de banco, acusados de participar de um esquema de fraudes bancárias que desviou R$ 14 milhões de uma conta empresarial. A quadrilha atuava na habilitação irregular de credenciais corporativas, permitindo o acesso indevido às contas de clientes. Os valores eram rapidamente transferidos por TED, PIX e boletos para dificultar o rastreamento. Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de prisão e 22 de busca e apreensão em São Paulo e no estado de Goiás. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Conversamos con el Dr. David Rodríguez sobre la creciente escalada de tensiones entre Irán, Estados Unidos e Israel en medio de las negociaciones internacionales para limitar el programa nuclear iraní. A partir de un repaso histórico de las relaciones entre Estados Unidos e Irán —desde el golpe de Estado de 1953, la Revolución Islámica de 1979 y el asesinato del general Qasem Soleimani en 2020— el programa analiza cómo se llegó al momento actual de confrontación. La discusión se centra en los ataques recientes contra instalaciones nucleares iraníes y la respuesta militar de Irán contra bases estadounidenses y aliados en el Golfo, así como en el debate sobre la legitimidad de la doctrina de “guerra preventiva”. También se examinan las implicaciones geopolíticas del conflicto, incluyendo la amenaza iraní de cerrar el estrecho de Ormuz, las tensiones dentro de la OTAN, la postura de países europeos como España, y el papel de China y Rusia como aliados de Irán. Finalmente, el episodio explora cómo factores de política interna —tanto en Israel como en Estados Unidos— influyen en la escalada del conflicto, así como las consecuencias regionales y humanitarias de una posible guerra en el Medio Oriente.______Hilando Fino desde las Ciencias Sociales trae cada semana una conversación pública amena, variada y educativa. La promoción de los derechos humanos forma parte integral de su misión. Da a conocer el producto del trabajo investigativo, las publicaciones y la reflexión de los profesores de la Facultad de Ciencias Sociales del Recinto de Río Piedras, así como de otras facultades, unidades universitarias e instituciones educativas.Invita a un diálogo sostenido con aquellos que promueven iniciativas de cambio en el ámbito social y comunitario para la adopción de políticas públicas de avanzada. Se invita también a profesores e investigadores visitantes que aportan sus conocimientos en el ámbito internacional.El propósito es crear un diálogo público sostenido de calidad que promueva el entendimiento de problemas complejos en el mundo. Promueve la involucración ciudadana en la transformación social.El aporte de los profesores e invitados se desarrolla también en otras modalidades, como lo es la discusión a fondo de situaciones o problemas de carácter político, económico, social, ambiental o cultural de interés público. Todo ello se examina desde el crisol de los conceptos y teorías que aportan las ciencias sociales mediante un lenguaje accesible. Además se convoca a profesores y expertos a examinar un mismo tema de forma compleja e interdisciplinaria. Esto permite traer a la radio un examen complejo, minucioso y contrastante de los temas tratados.Hilando Fino desde las Ciencias Sociales convoca también a estudiantes tanto sub-graduados como graduados, para que discutan un tema o comenten los hallazgos de investigaciones. Dado el compromiso con nuestra propia vida universitaria y con una educación superior de calidad, el programa trata de asuntos educativos que requieren urgente atención pública. Hilando Fino desde las Ciencias Sociales invita a personas que se distinguen en el ámbito público, bien sea en el gobierno o porque representan grupos de la sociedad civil puertorriqueña, a que discutan sus planes y propuestas y su visión sobre el interés colectivo. El compromiso primordial del programa es la difusión del saber que se acumula, tanto desde el trabajo académico de las Ciencias Sociales como desde la experiencia práctica de los ciudadanos y los hacedores de política pública.
Donald Trump dio a conocer la extensión indefinida del alto el fuego en Irán con el objetivo de que la República Islámica pueda ponerse de acuerdo para firmar un acuerdo.
Raidījumā Divas puslodes par Bulgāriju, par Ukrainu un, protams, arī par notiekošo Tuvajos Austrumos. Donaldam Trampam vakar vakarā nācās pagarināt pamieru termiņu karā ar Irānu. Bulgārijā, izskatās, ir pārvarēta politiskā krīze - dažu gadu laikā tur notikušas astoņas ārkārtas parlamenta vēlēšanas, beidzot vienai koalīcijai ir vairākums. Tiesa, vēlēšanu rezultāti daudzus pamatīgi satrauc. Ukrainā frontē jau ilgu laiku būtisku izmaiņu tikpat kā nav, toties prezidents Volodimirs Zelenskis nesen izstāstīja par kādu īpašu militāru operāciju, kurā krievu pozīcijas tika ieņemtas tikai ar kaujas robotu palīdzību, saņemot vairākus karavīrus arī gūstā. Aktualitātes analizē Ģeopolitikas pētījumu centra vecākais pētnieks Jānis Kažociņš un Ziemeļeiropas politikas centra direktors Artis Pabriks. Vai nācis bulgāriem „laimes lācis”? Politiskā krīze Bulgārijā ilgst kopš 2021. gada, taču tās saknes meklējamas vēl senāk – pagājušajā desmitgadē, kad premjerministra krēslu teju nemainīgi ieņēma partijas GERB jeb „Pilsoņi par Bulgārijas eiropeisku attīstību” līderis Boiko Borisovs. Jo tuvāk desmitgades beigām, jo pamanāmāk izpaudās korupcijas un valsts nozagšanas pazīmes. 2020. gada vasarā izvērtās pret valdību vērsti protesti, uz kuru fona veidojās vairākas jaunas t.s. „pārmaiņu partijas” ar antikorupcijas ievirzi. 2021. gada aprīlī notikušās vēlēšanas bija Borisova ēras beigas, taču parlaments izrādījās sadalīts apmēram vienlīdzīgi starp Borisova orbītas partijām, „pārmaiņu partijām” un kreiso bloku, kura centrā bija Bulgārijas Sociālistiskā partija, kādreizējās kompartijas mantiniece. Kopš 2021. gada Bulgārijā notikušas astoņas parlamenta vēlēšanas, pie tam no šajā periodā pastāvējušajām valdībām tikai trīs bija parlamentāras koalīcijas kabineti, savukārt četras – ar prezidenta dekrētu apstiprinātas pagaidu valdības. Arvien pamanāmāks šajos gados kļuva vēl viens spēks – labēji radikālās, nacionālistiskās partijas. Šī gada janvārī, gadu sabijusi pie varas, atkāpās Rosena Žeļazkova mazākuma valdība, kuru premjera partija GERB veidoja kopā ar sociālistu bloku un populistisko spēku „Ir tāda tauta”, un ar turku minoritāti pārstāvošās partijas Tiesību un brīvību alianse ārpuskoalīcijas atbalstu. Tūlīt pēc tam no amata atkāpās valsts prezidents Rumens Radevs, atvaļināts ģenerālmajors un kādreizējais Bulgārijas gaisa spēku komandieris, kurš 2017. gadā tika ievēlēts kā neatkarīgais kandidāts un ieguvis popularitāti kā politiski neatkarīgs valsts galva un Borisova iedibinātās oligarhiskās varas kritiķis. Radevs izveidoja partiju bloku „Progresīvā Bulgārija” ar kredo „Bulgārija pirmajā vietā!”, kurā iesaistījās kreisas ievirzes spēki – Politiskā kustība „Sociāldemokrāti”, Sociāldemokrātiskā partija un burtiski vēlēšanu priekšvakarā izveidotā „Mūsu tautas kustība”. Pirms vēlēšanām „Progresīvajai Bulgārijai” prognozēja apmēram trešdaļu balsu, taču 19. aprīlī tā ieguva nepilnus 44% un 131 no 240 deputātu vietām, tātad valdības veidošanai nepieciešamo vairākumu. Eksprezidenta blokam izdevies ne tikai atņemt teju visas balsis sociālistiem un apmēram divas piektdaļas no GERB elektorāta, bet arī atstāt ārpus parlamenta lielu daļu no labējo radikāļu partijām. Vienīgi liberālajam „pārmaiņu partiju” blokam izdevies saglabāt savas pozīcijas. Jau pirms vēlēšanām izskanēja bažīgas balsis, ka pāris nedēļas pēc atkratīšanās no Viktora Orbana Eiropas politika tagad būs ieguvusi viņa vietā jaunu Kremļa iztapoņu Rumena Radeva personā. Prezidenta amatā esot, Radevs paudis skepsi par militārā atbalsta lietderību Ukrainai, vēlmi uzturēt konstruktīvu dialogu ar Krieviju un mērenu eiroskepticismu. Pats eksprezidents gan jau priekšvēlēšanu kampaņas laikā deklarēja, ka negrasoties bloķēt Eiropas Savienības finanšu atbalstu Ukrainai. Tāpat eksperti lēš, ka viņš, iespējams, mazinās tiešo militāro palīdzību Kijivai, taču diezin vai kavēs Bulgārijas privāto ieroču ražotāju darījumus ar Ukrainu. Pasaule uz Hormuza āķa Šodien, 22. aprīlī, bija jābeidzas Savienoto Valstu prezidenta Donalda Trampa noteiktajam uguns pārtraukšanas termiņam konfliktā ar Irānu, taču vakar pievakarē pēc Vašingtonas laika prezidents paziņoja, ka pauze karadarbībā tiek pagarināta. Irānai tiekot dots laiks, lai izstrādātu pozīciju miera sarunām, kuru atsākšanās tika gaidīta jau pirmdien. Tomēr amerikāņu delegācija viceprezidenta Vensa vadībā tā arī nesēdās lidmašīnā uz Islamabadu, kad kļuva skaidrs, ka Teherānas pārstāvji tur neieradīsies. No Irānas galvaspilsētas pienāk ziņas, ka turienes politiskajā virsotnē notiek asa cīņa starp tiem, kuri vēlētos turpināt bezkompromisa konfliktu ar Savienotajām Valstīm un Izraēlu, un tiem, kuri būtu gatavi dialogam. Kā „vanagu” bloka galvenie pārstāvji tiek minēti Islāma revolūcijas sargu korpusa pavēlnieks Ahmads Vahidi un Augstākās nacionālās drošības padomes sekretārs Mohammads Bāghers Zolghadrs, savukārt t.s. „pragmatiķi” koncentrējas ap parlamenta spīkeru Mohammadu Bāgheru Gālibafu. Oficiālā Teherānas pozīcija pašreiz ir – neatsākt sarunas, kamēr Savienoto Valstu jūras spēki turpina Irānas ostu blokādi. Tādējādi Hormuza šaurums joprojām paliek dubultās blokādes žņaugos, jēlnaftas „Brent” cena svārstās ap simts dolāriem par barelu, dabasgāzes cenas Eiropā dubultojušās līdz līmenim sešdesmit eiro par megavatstundu, un viss notiekošais tiek vērtēts kā smagākā enerģētikas krīze pasaules vēsturē. Tiek piesauktas arī nopietnas bažas par globālo pārtikas apgādi, ciktāl Persijas līča valstis nodrošina arī apmēram trīsdesmit procentus no pasaules minerālmēslu produkcijas. Protams, Irāna savukārt sāpīgi izjūt amerikāņu jūras blokādes sekas. Pārtikas cenas valstī vidēji dubultojušās, bet dažu produktu, piemēram, rīsa cenas augušas vēl daudz ievērojamāk. Naftas eksporta pārtraukšana draud ar nopietnām tehnoloģiskām problēmām naftas ieguves industrijai. Savu rīcības plānu Hormuza krīzes sakarā sākušas būvēt Eiropas valstis. 17. aprīlī Parīzē klātienē tikās Francijas prezidents Emanuels Makrons, Lielbritānijas premjerministrs Kīrs Stārmers, Itālijas premjere Džordža Meloni un Vācijas kanclers Frīdrihs Mercs, savukārt daudzu citu Eiropas un arī ārpus Eiropas valstu vadītāji pieslēdzās samitam attālināti. Nozīmīgākais ir lēmums veidot apvienotus jūras spēkus civilās kuģniecības aizsardzībai Persijas līča rajonā, kuri gan aktīvu darbību varētu uzsākt tikai pēc tam, kad tiktu panākta miera vienošanās starp Savienotajām Valstīm un Irānu. Gatavību nozīmīgi iesaistīties paudušas arī Nīderlande, Spānija un Grieķija; kopdarbībai dots apzīmējums Hormuza šauruma kuģošanas brīvības iniciatīva. Šodien un rīt turpinājuma sesijā Londonā tiek risināti jau konkrētāki militārās plānošanas jautājumi. Piedalās ne tikai Eiropas NATO dalībvalstu, bet arī Kanādas, Japānas, Austrālijas, Apvienoto Arābu Emirātu un Ukrainas, bet ne Savienoto Valstu pārstāvji. Ukraiņu roboti nāk! Nu jau apmēram pusotru gadu presē reizumis parādījusies informācija par Ukrainas bruņoto spēku īstenotām kaujas misijām bez tiešas cilvēku iesaisties, izmantojot tikai robotus. Spriežot pēc šīm publikācijām, pirmā šāda kaujas epizode notikusi 2024. gada decembrī, kad kombinēts lidrobotu un braucošo robotizēto ložmetēju platformu uzbrukums krievu pozīcijām piespiedis ienaidnieku nozīmīgi pārgrupēt spēkus. Tomēr plašāku pasaules mediju uzmanību tēmai piesaistīja prezidents Volodimirs Zelenskis, pagājušonedēļ pastāstot par operāciju pērnvasar, kad ukraiņu roboti ieņēmuši pozīciju, kurā krievi pirms tam sekmīgi atsituši divus konvencionālus kājnieku uzbrukumus. Ukraiņu robotam izdevies uzspridzināt galvenā ienaidnieka bunkura ieeju, pēc kam pozīcijas aizstāvji pacēluši padošanās zīmes pret uzbrucēju lidrobotu kamerām un, šo pašu lidrobotu vadīti, paklausīgi aizsoļojuši uz ukraiņu pozīcijām padoties. Kā zināms, agresorvalsts militāristi savā taktiskajā ēdienkartē joprojām nesmādē lielgabalu gaļu, turpretim Ukrainas bruņotajiem spēkiem katra karavīra dzīvība ir dārga. Tā nu, vēlreiz apliecinot savu radošo un inovatīvo pieeju karadarbībai, Ukraina ir atšķīrusi jaunu lappusi militārajā vēsturē, kas tiek apzīmēta kā attālināti vadīts jeb daļēji autonoms kombinētu ieroču veidu manevrs. Kā norādījis Ukrainas līderis, pirmajos trīs šī gada mēnešos viņa valsts bruņotie spēki veikuši jau 22000 kaujas misiju, kurās izmantotas sauszemes robotizētās platformas. Kaujas lidrobotu izmantošanas apjomi ir vēl daudzkārt lielāki, un tiek nopietni spriests par Ukrainas iespējām šādi kompensēt agresorvalsts dzīvā spēka pārsvaru. Šomēnes Ukraina nozīmīgi intensificējusi arī triecienus Krievijas naftas pārstrādes un eksporta infrastruktūrai, kā rezultātā agresorvalsts naftas ieguve piedzīvojusi kritumu par vismaz trīssimt tūkstošiem barelu dienā, kas ir lielākais kopš globālās pandēmijas perioda. Šie militārie sasniegumi būtiski mainījuši Ukrainas vietu Eiropas drošības stratēģijas izkārtojumā. Kijiva vairs nav atbalsta lūdzēja nevienlīdzīgajā cīņā pret agresiju, bet kļūst par partneri, kas spējīgs piedāvāt neatsvaramu pieredzi jaunākās militārās tehnikas izstrādē un izmantošana taktikā. Konkrēts apliecinājums tam ir pagājušā nedēļā noslēgtais Ukrainas un Vācijas aizsardzības sadarbības pakts četru miljardu eiro vērtībā, kas paredz kopīgu lidrobotu un tālas darbības ieroču ražošanu, kā arī pretgaisa aizsardzības līdzekļu piegādi Ukrainai. Kijivas militāri tehnoloģiskās iespējas arvien vairāk novērtē arī citur pasaulē, t.sk. Persijas līča valstīs, kuras piedzīvojušas Irānas gaisa uzbrukumus. Sagatavoja Eduards Liniņš.
¿Cómo sería hoy nuestra sociedad si la cultura persa nunca hubiera existido? Nos lo explica Darina Martykánová, licenciada en Turcología y en Historia de los Países Islámicos en la Universidad de Praga. A continuación conversamos con la notaria Eva Fernández Medina sobre la importancia de hacer testamento, la herramienta más eficaz para garantizar el cumplimiento de la voluntad de una persona.
Para la consecución de este acuerdo de alto el fuego de dos semanas ha sido clave la mediación de Pakistán ¿Cómo ha sido la implicación del gobierno en Islamabad para lograr que Trump y Teherán se hayan puesto de acuerdo? Lo analizamos con Ana Ballesteros Peiró, investigadora sénior no residente del Real Instituto Elcano y doctora en Estudios Árabes e Islámicos por la Universidad Autónoma de Madrid. Escuchar audio
Este episodio forma parte de una selección para los días de Semana Santa de EL PAÍS Audio. Se emitió el pasado 9 de marzo de 2026. Mahsa Mohebali es escritora y guionista. Nació en Teherán hace 54 años. A principios de 2026, vino a España con su marido, también escritor, invitados por la plataforma No Callarem, en el marco de un proyecto para artistas que sufren algún tipo de represión política. El ataque de Estados Unidos e Israel contra Irán les sorprendió en esa residencia artística en Cataluña. Mohebali, cuyas obras han sido premiadas y censuradas en su país, relata la mezcla de alivio y miedo que describen muchos de sus compatriotas estos días. Porque más allá de hacer caer a la República Islámica, Estados Unidos e Israel no han explicado qué pretenden hacer después allí. En este episodio escucharás nuestra conversación con la escritora, así como fragmentos de su diario, inédito, que nos ha cedido. CRÉDITOS: Realiza y presenta: Ana Fuentes Diseño de sonido: Nicolás Tsabertidis Dirección y doblajes: Ana Alonso Coordinación: José Juan Morales Sintonía: Jorge Magaz Si tienes quejas, dudas o sugerencias, escribe a defensora@elpais.es o manda un audio a +34 649362138 (no atiende llamadas). Disponible en todas las plataformas de podcast: Podium Podcast | Podimo | Spotify | Apple Podcasts | iVoox | Podcasts de Google | Amazon Music | Alexa | RSS Feed
Irán es un tema que ocupa todas las agendas y las portadas de noticias. Pero pocas veces se está hablando de la densidad que existe en la historia de esta nación. En este episodio, nos sumergimos en la profundidad de Irán, una civilización milenaria y sofisticada que trasciende las simplificaciones de los noticieros para revelarse como un pueblo con una inmensa tradición cultural, sabio y lleno de contrastes geográficos. Desde las raíces del zoroastrismo y la influencia de los aqueménidas hasta la complejidad del Islam chiíta, exploramos cómo esta "matriz de civilización" ha moldeado su identidad frente a las intervenciones de las potencias occidentales y la lucha por el control del petróleo. A través de un recorrido que abarca desde el golpe de Estado contra Mossadegh hasta las situación de 2026, también nos detenemos en la historia reciente de Irán y analizamos la repetición de los errores históricos, los pésimos precedentes de la "guerra preventiva" y la urgencia de rescatar el derecho internacional humanitario como la única brújula ética frente al abismo de la guerra. Notas del episodio Este episodio fue traído a ustedes gracias a MUBI, MUBI es una plataforma de cine curada a mano donde podrás descubrir una película nueva todos los días, Ingresa a mubi.com/dianauribe y obtén un mes gratis de películas en MUBI. La compleja y fascinante historia de Irán es el principal tema de análisis de Michael Axeworthy. Recomendamos su libro "Irán: una historia desde Zoroastro hasta hoy" Una reseña del Zoroastrismo: una de las religiones más influyentes y antiguas del mundo Cronología de algunos de los hechos más importantes de la milenaria historia de Irán hasta el año 2009 Aquí un esquema de diferencias entre suníes y chiíes La Revolución Islámica: el hecho que define a Irán hoy Sigue mis proyectos en otros lugares: YouTube ➔ youtube.com/@DianaUribefm Instagram ➔ instagram.com/dianauribe.fm Facebook ➔ facebook.com/dianauribe.fm Sitio web ➔ dianauribe.fm Twitter ➔ x.com/DianaUribefm LinkedIn ➔ www.linkedin.com/in/diana-uribe Gracias de nuevo a nuestra comunidad de patreon por apoyar la producción de este episodio. Si quieres unirte, visita www.dianauribe.fm/comunidad
Donald Trump se ha metido en una guerra con Irán mucho mayor de lo que había previsto. Lo que comenzó el 28 de febrero como una operación coordinada con Israel para eliminar a Alí Jamenei y la cúpula del régimen iraní, se ha convertido en una guerra a gran escala con ramificaciones cada vez más complejas. La justificación de fondo es válida. La República Islámica lleva casi medio siglo siendo un implacable adversario de Estados Unidos, financiando milicias por todo oriente medio y desestabilizando una región de la que sale el 20% del crudo mundial. Mantener abiertos los estrechos de Ormuz y Bab el Mandeb y el canal de Suez es uno de pilares de la política exterior estadounidense. El problema es que, aunque la operación militar se ha ejecutado con eficacia, el trabajo está sin terminar ya que uno de esos estrechos se encuentra cerrado al tráfico desde hace dos semanas. Fiel a su estilo, Trump no ha hecho más que lanzar mensajes contradictorios. Insinuó primero una desescalada, luego presumió del éxito de la operación, más tarde amenazó con atacar las centrales eléctricas iraníes y ayer anunció que pospondría esos ataques cinco días por unas supuestas negociaciones que en Teherán niegan. Todo esto en apenas dos días. Es inevitable no mirar esto en perspectiva histórica y compararlo con la crisis de Suez de 1956, cuando Estados Unidos obligó a Francia y al Reino Unido a retirarse del canal. Aquel momento marcó el fin de ambos países como superpotencias ya que ninguno de los dos pudieron sostener la apuesta. Hoy Estados Unidos se enfrenta a un dilema similar. Retirarse dejando a Irán con la llave de Ormuz destruiría la credibilidad estadounidense y podría animar a China a moverse contra Taiwán o a Rusia a presionar aún más a la OTAN. Las opciones sobre la mesa son todas malas. Negociar un alto el fuego exigiría que Irán renunciase a su programa nuclear, al de misiles y que cortase el apoyo a las milicias que tiene repartidas por todo oriente medio. Irán, por su parte, pediría el pago de reparaciones de guerra y el cierre de bases estadounidenses. Hoy ningún bando está dispuesto a ceder, y ni siquiera está claro con quién negociar. El nuevo líder supremo, Mojtaba Jamenei, no ha aparecido en público desde que fue elegido para el cargo. Declararse victorioso y marcharse sería lo más trumpiano, pero dejaría a Irán con uranio enriquecido, control sobre Ormuz y a los emiratos del Golfo aterrados. Seguir unas semanas más con los bombardeos podría debilitar al régimen, pero no hay garantía de rendición, y, si Irán decide ir a la desesperada, podría atacar las desalinizadoras y los yacimientos petroleros del Golfo. Escalar con desembarcos anfibios o incursiones sobre las instalaciones nucleares sería sin duda audaz, pero conllevaría bajas y el riesgo de una respuesta iraní. Lo que se dirime no es solo el futuro de Irán o del estrecho de Ormuz, sino si Estados Unidos sigue siendo el garante del comercio mundial. Tiene capacidad militar de sobra para reabrir el estrecho, pero hacerlo exigiría tropas de tierra y habría bajas. Una vez iniciada esta guerra no hay salida fácil. La pregunta es si Trump tendrá el coraje de explicar a los estadounidenses que el precio de mantenerse como primera potencia es mucho menor que el de renunciar a ello. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:45 Lo que va de Suez a Ormuz 30:47 “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R 32:45 Las misiones médicas del castrismo 40:49 Crisis en VOX· Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #ormuz #iran Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals