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Reportagem
Professora brasileira leva teatro paulistano à universidade em Paris e amplia repertório dos alunos

Reportagem

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 7:15


A autora, diretora e atriz brasileira Viviane Dias vem despertando o interesse dos estudantes da Universidade Paris 8 com um curso acadêmico dedicado ao teatro brasileiro. A partir de figuras do teatro nacional, das ressonâncias modernistas e de referenciais decoloniais, ela apresenta a inventividade da cena paulista a alunos que pouco conhecem da riqueza cultural do país. Em sua segunda edição, a formação voltou a lotar rapidamente as 40 vagas disponíveis e deve permanecer na grade universitária no próximo ano letivo, fortalecendo o intercâmbio artístico entre o Brasil e a Europa. O curso integra o Departamento de Artes, Filosofia e Estética da Universidade Paris 8 e reúne estudantes de teatro, cinema, artes plásticas e filosofia. Para Viviane Dias, a iniciativa surgiu do desejo de apresentar aos jovens franceses outras referências para além do repertório europeu tradicional.  “A gente fala das invenções do Teatro de São Paulo, das invenções de linguagem”, explica. “Fazemos um caminho que começa desde o modernismo, nesse primeiro momento em que se buscou uma arte emancipada da Europa. Em que foram formuladas questões mais próprias da cultura brasileira. Seguimos até o momento em que essas ideias acabaram se materializando na cena por meio do José Celso e do Teatro Oficina, que é uma grande referência, e que oferecem uma cena completamente diferente do que eles estão habituados a ver.”  Segundo a professora, muitos alunos buscam o curso justamente porque sentem “saturação” de referências tradicionais e precisam de novos estímulos. “Normalmente, eles vêm de formações muito logocêntricas. Tento deslocar um pouquinho essa percepção”, conta.  Perspectiva decolonial e o ensino do Sul Global  A professora ressalta que compreender melhor a produção do Sul Global é fundamental para jovens que, no futuro, atuarão em novas cenas culturais da Europa. Nesse sentido, autores como o contemporâneo Ailton Krenak, o modernista Oswald de Andrade e artistas como Tarsila do Amaral têm gerado grande interesse entre os estudantes. “Eles têm poucas referências sobre o Brasil, e quando têm, é muito raso, às vezes o clichê do Brasil, do carnaval”, afirma. “É importante falar do Brasil e mostrar que a gente é ótimo para fazer festa, mas a gente também é excelente em fazer teatro, cinema e artes visuais.  Além disso, a gente produz pensamento, que é muito interessante e pode nos ajudar a pensar melhor o século 21”, afirma Viviane Dias. Alunos veem o curso como abertura de horizontes  Entre os inscritos está Kayij Baku‑Carlos, de 18 anos, estudante de Cinema e francês de origem angolana. Ele considera essencial compreender outras tradições artísticas para construir sua identidade profissional. “Aqui na França, muitas vezes, quando aprendemos História na escola recebemos, inevitavelmente, um ponto de vista mais eurocêntrico e francocêntrico”, diz.  “Na universidade, somos expostos a diferentes percursos culturais ligados à arte de vários países. Preciso ampliar meu olhar e entender como esse trabalho é feito em outros lugares. Como sou angolano por parte de pai, pensei que o curso poderia me ajudar a compreender melhor uma parte da minha cultura e da minha herança lusófona, de um país PALOP”, conclui o jovem.  Para Ryod Caldas, de 19 anos, estudante de Teatro, o impacto é semelhante: “Quase nunca vemos o que acontece fora do nosso próprio país. Geralmente ouvimos falar de Shakespeare e dramaturgos europeus. Explorar outras referências amplia nossa visão e nossas inspirações”.  A única brasileira da turma, Mayara Marçal, de 25 anos, destaca a importância de mostrar à universidade que há interesse por temas ligados ao Brasil e a outros continentes.  “Aqui a gente costuma estudar muito autores franceses. Quando vi que tinha um curso na grade curricular ministrado por uma professora brasileira, um curso de descolonização do teatro, eu achei incrível! É uma forma de mostrar para a universidade que a gente se interessa por professores de outros países, por aulas que falem sobre arte de outros continentes, não só da França”. Um curso em Paris e São Paulo ao mesmo tempo  O alcance do trabalho fez com que a formação chamasse a atenção da pós-graduação em Artes Cênicas da USP. Com isso, o curso será oferecido simultaneamente na Universidade Paris 8 e na ECA‑USP, em parceria com o professor Ferdinando Martins – algo inédito, segundo Viviane.  “É a primeira vez que um curso dedicado às invenções cênicas brasileiras contemporâneas é oferecido ao mesmo tempo em uma universidade parisiense e na USP”, afirma.  Para ela, essa articulação reflete um espírito do século 21 de ampliação de caminhos possíveis e inovadores para a educação. “Vivemos entre mundos e espaços, mas ainda somos muito caretas na nossa maneira de pensar processos pedagógicos. Espero que eu possa fazer mais pontes entre as coisas do Brasil e daqui. Eu também faço uma pesquisa de criação. Eu sou uma artista e pesquisadora. As duas coisas são importantes e andam juntas na minha vida”, conclui Viviane Dias.

Em directo da redacção
Israel: Padre católico cabo-verdiano tenta deixar Jerusalém

Em directo da redacção

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 11:23


Israel e o seu aliado americano desencadearam no sábado uma guerra contra o Irão. Desde então o território israelita é alvo, também, de ataques tanto por parte do Irão como da milícia xiita libanesa do Hezbollah. Uma instabilidade que leva à fuga de populações a partir do Estado hebreu. É o caso do clérigo cabo-verdiano Ricardo Monteiro que equaciona deixar Israel e Jerusalém quanto antes. O padre Ricardo Monteiro, da diocese cabo-verdiana do Mindelo chegou a Jerusalém há quatro meses para prosseguir os seus estudos. Com o desencadear da guerra israelo-americana contra o Irão e consequentes retaliações de Teerão, mas também da milícia xiita libanesa Hezbollah este clérigo católico admite que desde o fim de semana passado tudo mudou no terreno e, por ora, tenta deixar quanto antes esta região do mundo. Até aqui tudo mudou, realmente. Estávamos numa rotina. Não obstante o ambiente que já sabemos que é próprio desta zona de tensão. Mas sabíamos que qualquer hora e momento poderia começar uma guerra entre esses países. Porém, tudo mudou porque com as sirenes das 08h15 do sábado, tivemos que suspender todos as actividades ordinárias. No meu caso as aulas, e nos manter em casa vigilantes por causa do início da guerra. Porque de imediato se lançou as informações necessárias e se decretou o tempo de emergência e portanto se disse que a guerra tinha começado. Portanto, temos que tomar as devidas precauções. Pessoalmente, fiquei apreensivo e não sabia bem o que fazer, se tinha que me ausentar do país, se tinha que ficar. E assim as pessoas não sabiam o que fazer no momento. Entretanto, agora, com o andar do tempo, vemos que a guerra continua. Os ataques continuam quase a toda a hora. E realmente o aconselhável é que quem puder também sair dessa região que saia. E é, portanto, suspender as coisas porque não se sabe até quando. Gostaria de fazer. Gostaria de sair, pelo menos por uma fase. Daí, de Jerusalém, para ficar em porto seguro ? Sim, sim. Normalmente estou a tratar de tudo para que eu possa realmente ausentar e normalmente já está tudo tratado com a embaixada. Espero somente do dia e da hora para podermos sair do país. Porque o espaço aéreo continua encerrado. Portanto, se tiver de sair de Israel terá de ir, imagino, por via terrestre até o Egipto, até um território vizinho, não é? Exactamente. As duas possibilidades são Egipto ou Jordânia, que estão abertas ainda As fronteiras terrestres que se pode ser não se podem entrar, mas se pode sair para poder apanhar o voo, a partir desses países. Mas o mais provável neste momento é o Egipto. Vamos ver se tudo se orienta por este lado. Ouve-se falar muito de alertas devido a mísseis que podem vir a ser interceptados. As pessoas é suposto irem para abrigos. Como é que é o dia a dia então do refúgio? No caso destes muitos ataques e de estarem a tocar as sirenes? Exacto. Normalmente, quando há a aproximação de um míssil justamente aqui em Jerusalém, as sirenes tocam. Tu recebes de imediato uma mensagem de alerta no teu telemóvel para quem tem o número de Israel. E de imediato tens que estar atento. Normalmente na aplicação também de alerta, podes ver mais ou menos onde irá cair os restos do míssil interceptado. Portanto, algumas regiões, algumas casas mais oficiais se presume que têm bunkers já previstos. Ou também para a população também está dividida em zonas. Os bunkers estão já preparados. Eu até agora não tive nenhuma necessidade de recorrer a esta alternativa porque em nenhum momento restos de mísseis ou mesmo mísseis caíram perto ou na zona onde estou por causa da prevenção. Eu estou numa zona muito segura e, portanto, não tenho tido essa necessidade. Mas isto é tudo disponível, está tudo muito organizado. As autoridades municipais e temos todas as informações em caso de perigo; o que fazer? Os israelitas ou as pessoas que moram em Israel assistiram ao desencadear desta guerra? O que é que eles lhe dizem. Acha que as pessoas estão a apoiar de facto, as autoridades que decretaram a guerra contra o vizinho Irão ? Sendo que, por o terem feito a milícia xiita do Hezbollah a partir do Líbano, está atacar também Israel. Portanto, ao fim e ao cabo, Israel está a ser avisado por dois actores simultâneos. Sim, normalmente aqui em Israel temos essas duas partes, pessoas que apoiam e que são a favor destes ataques e pessoas também que não aceitam ou que são contra esses ataques. Vamos encontrar isso mesmo entre os hebreus mais ortodoxos. Existe sempre essa divisão. Aqueles que apoiam esta guerra, que apoiam, que acham justa esta intervenção, outros que nem por isso. Que acham que isso é um exagero, que estamos a criar conflito com outros países. Mas nesta região sempre é uma característica. Ao longo dos séculos, sempre. Esta zona foi uma zona de conflito e Israel já está habituado. E as pessoas aqui estão, vêm isso de forma natural. Como eles enfrentam essa crise, enquanto nós, que somos estrangeiros. Estamos um pouco espantados e procurando meios e estar sempre alerta. Eles não levam uma vida normal. Você tem que ir na rua. Você tem que fazer alguma coisa. Fazem porque já estão habituados. E estas fronteiras já desde o ano passado sabíamos desde aquele conflito de fronteira com o Líbano. Eu tive a oportunidade, no mês de dezembro, de visitar estas zonas perto do Líbano e da Síria. São zonas mesmo perigosas porque mesmo antes de esta guerra já existiam conflitos. O conflito nestas zonas é permanente e, portanto, são zonas que às vezes nós não damos conta. Mas está lá o conflito. E agora sim, com o contexto assim favorável, aproveitam sempre para intensificar e poder também atingir um ao outro. Porque esses dois países fazem fronteiras, não são amigos, não têm relações. Acha que a mesma perceção para muitos israelitas, que o inimigo, mesmo existencial, é o Irão e que, portanto, seria necessário de facto visar o Irão por o Irão pretender mesmo acabar com o Estado de Israel ? Na minha humilde opinião, é aquilo que eu fui ouvindo essa inimizade existir. Este perigo é algo que sempre é patente. Existe porque não são amigos, porém acreditamos. Muitos aqui já são mais esclarecidos. Sabem que por detrás desta razão, existem muitas outras razões a nível político, social, económico mesmo. E também agora nesta situação, porque sabemos que neste momento, daqui a pouco vamos entrar no tempo das eleições aqui em Israel. Tudo isso serve um pouco para apresentar um novo panorama e, portanto, acredito que há muita coisa por detrás. Só vindo aqui e conhecendo as realidades é que se pode compreender parcialmente essa história, porque é muita coisa complicada e sabemos que o Irão. Sim, é um perigo para Israel. E sabemos também que Israel não ama o Irão porque sempre Irão se posicionou contra o estado hebraico. Porém, as formas e os contornos que isso vai tomando é que reflecte mais a intenção do indivíduo que guia o país do que a intenção do povo que representa este país. Porque muitos sectores receiam de facto uma invasão terrestre do Líbano por parte de Israel, já que as autoridades do Líbano não conseguem de facto impedir que o Hezbollah continue a disparar mísseis contra Haifa, nomeadamente. Acho que aí em Israel as pessoas acham que enviar tropas para o Líbano poderá vir a acontecer ? Eu acredito que com o andar do tempo isso poderá acontecer, porque tem uma razão que eles alegam. Os hebreus alegam que é uma razão de base, que acho que é muito frágil, mas eles assumem essa posição porque biblicamente, a Terra prometida aos hebreus realmente vai para além da fronteira que Israel tem. Vai para além, vai até ao Líbano. Portanto, acreditam que esse território é deles, que foi usurpado e, portanto, vão usar sempre esse critério para o realizar. Mas é um critério frágil, porque, mesmo biblicamente estudando, vêmos que esse território nunca foi uniforme. Sempre houve conflitos aqui. Às vezes ia até um certo sítio, outras vezes não, dependendo dos líderes e, portanto, não é de todo sustentável. Porém, é o que eles querem mesmo alargar cada vez mais esse território. Entramos na lógica de "a galinha, o ovo. Quem é que chegou primeiro" ? Foram os palestinianos, foram os judeus ? Exactamente. É toda uma dinâmica bastante perigosa. Esteve aí quando havia ainda a questão do conflito, também na Faixa de Gaza. Nessa altura já era complicado aí a situação ? Sim, eu cheguei, já isto tinha acontecido, já tinha Faixa de Gaza. Eu cheguei em outubro do ano passado. Ainda estava quente porque nunca cessou os problemas na Faixa de Gaza até agora. Encontrámos militares naquela fronteira. Nós não podíamos acessar aquela terra aqui, por exemplo, o Patriarca de Jerusalém já lá foi, com todas as tratativas diplomáticas necessárias e sempre que ele traz notícias, um pouco devastadoras, porque realmente aquela zona quase que já não existe, está totalmente destruída. Continua a lançar aquilo que podemos dizer ofensivas aquele território. E eu quando cheguei, ainda encontrei isso. E ainda existe. Ainda é patente essa história, infelizmente. E o que tem? Porque enquanto existir o Hamas, enquanto existir esse poder, eles estarão sempre lá a defender aquelas fronteiras. E contra o Estado de Israel. Dizia que vai tentar de facto sair. Como é que equaciona o seu futuro? O senhor estava de facto a estudar. Precisaria de concluir os seus estudos, portanto imagino que precise prazo de voltar para aí, não é? Exactamente. Normalmente as aulas estão suspensas. A minha missão aqui é o estudo e também o contacto com as zonas bíblicas. Portanto, estando tudo suspendido por um tempo indeterminado e dado o risco que existe... Nós vivemos aqui normalmente, mas acredito que a iminência do perigo sempre está. Não sabemos onde é que esta guerra vai parar, Então eu pretendo ausentar me e reavaliar se no futuro próximo devo regressar para continuar; se num futuro mais longínquo, regressar quando estiver mais controladas e ver ? Porque aqui nessa zona, quem vem para aqui também tem que estar preparado para tudo isto. A instabilidade é permanente e eu acredito que terei que reavaliar e ver o que é mais importante neste momento, até para a minha caminhada como presbítero. Saber onde é que Deus quer que eu esteja para realizar a sua vontade. Está ligado a alguma diocese cabo verdiana ? Sou diocesano da Diocese de Mindelo, em Cabo Verde. É quarta feira, vai tentar sair nas próximas horas ? Talvez hoje já não dá, mas amanhã de certeza. Entre a tarde e depois de amanhã vamos ver. Eu farei de tudo. E também o pessoal diplomático aqui das embaixadas são muito susceptíveis de nos ajudar e de certeza terão já uma solução. Há embaixada cabo-verdiana aí ? Há consulado cabo-verdiano. Temos o consulado, mas sempre eu tento também através da Embaixada de Portugal, também.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | FALAR DA AJUDA DE DEUS

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Mar 1, 2026 3:10


Leitura bíblica do dia: EZEQUIEL 1:22-28 Plano De Leitura Anual: NÚMEROS 23–25; MARCOS 7:14-37  Normalmente, não se pensa em borboletas como barulhentas, pois o bater das asas de uma única borboleta é quase inaudível. Mas na floresta tropical mexicana, onde começa a curta vida de muitas delas, seu bater de asas é extremamente alto. Quando milhões de borboletas monarcas voam ao mesmo tempo, o som lembra o de uma cachoeira. Temos a mesma descrição quando quatro criaturas aladas bem diferentes aparecem na visão de Ezequiel. Embora fossem em menor número do que as borboletas, Ezequiel compara o som de suas asas às “ondas do mar quebrando na praia” (EZEQUIEL 1:24). Quando as criaturas pararam e abaixaram as asas, Ezequiel ouviu Deus chamando-o para anunciar as palavras divinas aos israelitas (2:7). Ezequiel, como outros profetas do Antigo Testamento, foi encarregado de falar a verdade ao povo de Deus. Hoje, Deus pede que compartilhemos a verdade de Sua boa obra em nossa vida com as pessoas ao nosso redor (1 PEDRO 3:15). Às vezes, seremos diretamente questionados, com um convite tão "barulhento" quanto uma cachoeira. Outras, o convite poderá parecer um sus surro, como se tivéssemos percebido uma necessidade não dita. Seja o convite grandioso como milhões de borboletas ou discreto como apenas uma delas, devemos escutar atentamente o que Deus quer que digamos, como fez Ezequiel. Por: KIRSTEN HOLMBERG 

Verde Menta-Bohom Feng Shui
Episodio 236. Feng Shui: ¿qué significa que se rompan objetos en casa?

Verde Menta-Bohom Feng Shui

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 55:40


¿Te ha pasado alguna vez que, de pronto, tu turmalina aparece partida o esa figura del Buda que pusiste para proteger una zona de tu casa se cae sin motivo aparente?Normalmente, suspiramos y pensamos: "Vaya, qué mala suerte" o "Qué torpe soy". Pero, hoy vengo a decirte que no ha sido una simple casualidad.Las personas que nos dedicamos al Feng Shui sabemos que nuestra casa está viva y que reacciona mucho antes que nosotros. Muchas veces, esos objetos no se rompen "porque sí"; actúan como un escudo invisible, absorbiendo una energía o dándonos un aviso que aún no hemos sabido ver. Es como si tu casa te enviara una señal de que algo se está moviendo o liberando en tu vida.En el episodio de hoy, vamos a hablar sobre esto: qué significa realmente que se rompan cosas en casa y cómo aprender a leer esos mensajes.Si últimamente algo se ha quebrado en tu casa, no te preocupes. Escucha el episodio, porque quizás descubras que esa rotura es, en realidad, una buena noticia.Me encantará saber qué te ha parecido este episodio. Puedes escucharlo en plataformas de podcast como Spotify, iTunes, Ivoox, Google Podcast, Anchor, Breaker, PocketCasts, Radio Public, y muchas más.Si prefieres escucharlo sin música y con subtítulos, puedes disfrutar de este capítulo completo en YouTube.Me haría muchísima ilusión leer tus preguntas, comentarios y experiencias. Puedes dejarme tus opiniones aquí mismo, en YouTube, o en las plataformas donde escuchas Verde Menta. Si prefieres, también puedes escribirme en Instagram.Si te ha parecido interesante este contenido, compártelo con quienes crees que también lo disfrutarían. ¡Así ayudas a más personas y también me ayudas a mí!Si te gusta Verde Menta, me encantaría que dejaras una valoración (unas estrellitas) en la plataforma donde lo escuchas, o simplemente dale “Me gusta” al video aquí en YouTube. ¡Mil gracias por tu apoyo!La página que te he recomendado en este episodio: https://www.worldnumerology.comAquí me puedes encontrar: Academia de Feng Shui y Astrología Bazi: https://www.bohom.es/academia-online/Instagram: instagram.com/bohomfengshuiYoutube: youtube.com/@bohomfengshuiTikTok: tiktok.com/@bohomfengshuiEmail: hola@bohom.esWeb: https://www.bohom.es

Vida em França
"Foi aí que começou tudo”: Lélia recorda instante que mudou a vida de Sebastião Salgado

Vida em França

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 9:42


Paris presta homenagem ao fotógrafo Sebastião Salgado com uma exposição na Sala Saint-Jean da Câmara Municipal. Concebida por Lélia Wanick Salgado, a exposição reúne 200 fotografias e propõe um percurso cronológico pela sua obra. Lélia Salgado recorda o início da carreira, em 1970, e destaca dimensões pessoais do fotógrafo. Organizada também por Fernando Eichenberg, a exposição inclui imagens inéditas de Paris, referências ao Instituto Terra e trabalhos do filho Rodrigo. Abre sábado e pode ser visitada até 30 de Maio. RFI: Lélia Wanick Salgado, começo por evocar o verão de 1970, quando ainda era estudante de arquitectura e comprou a sua primeira máquina fotográfica, que acabou por ficar nas mãos de Sebastião Salgado. Foi assim? Lélia Wanick Salgado: Olha, foi realmente uma coisa muito interessante. Eu queria ter uma câmara para fazer as minhas fotografias de arquitectura. Nesse verão fomos passar férias à Alta Sabóia. Tínhamos uma amiga com casa lá, muito perto da Suíça, e como na Suíça era muito mais barato, fomos lá comprar uma máquina. Comprámos a máquina e, quando voltámos, eu peguei nela. Mas o Sebastião tirou-a da minha mão e começou logo a pôr o filme. Eu disse: “Mas espera aí, dá-me a máquina.” Ele saiu com ela e começou a olhar através da objectiva. E foi aí que começou tudo. Foi ali que a vida dele se transformou e que ele descobriu que queria fazer fotografia. E foi a Lélia a primeira pessoa que o Sebastião fotografou, e a cores? Fui, sim. Foi uma fotografia a cores. Ele fotografava a cores naquela altura. Fez uma fotografia minha sentada à janela. É uma fotografia muito bonita. Acho que está na biografia ilustrada que pode ser vista na exposição. Estamos aqui na Câmara Municipal de Paris, onde vai estar patente, nos próximos meses, uma homenagem ao trabalho, à vida e à obra de Sebastião Salgado, incluindo também uma exposição do vosso filho, Rodrigo. Como foi construir esta exposição? Essa exposição foi ideia da presidente da câmara de Paris, Anne Hidalgo. Ela pediu ao Sebastião que fizesse fotografias de Paris para a carta de votos de Ano Novo de 2025 da Câmara Municipal de Paris. Ele respondeu: “Olha, se não tiver fotografias boas, desculpa, não posso entregar.” Ele dizia sempre que não tinha conseguido nada, que estava tudo muito ruim. Mas fez muitas fotografias boas. Ela escolheu uma, que está aqui em grande formato, e depois quis fazer esta homenagem. Fiquei muito honrada, disse que gostaria que a homenagem não fosse só ao fotógrafo, mas também ao homem que ele era. O homem que gostava da família. Nós temos um filho com síndrome de Down, o Rodrigo, e ele queria muito fazer uma exposição com os desenhos do filho. Fizemos uma exposição muito bonita em Reims, com 16 vitrais feitos a partir dos desenhos dele, como está sugerido aqui. Aqui não são vitrais, é apenas uma evocação, mas queríamos mostrar isso. Infelizmente, o Sebastião não viu essa exposição, porque morreu na véspera. Por isso quis que aqui também se mostrasse o pai que fez tudo para que o filho pudesse fazer o que fez e ele fez coisas muito bonitas. Outra parte importante é o Instituto Terra, o nosso trabalho ecológico. Plantámos uma floresta enorme. Até hoje já plantámos 3.500.000 árvores e vamos plantar muito mais. Temos muitos projetos de sustentabilidade, dentro e fora do instituto. Também mostramos fotografias da coleção da MEP, da Maison Européenne de la Photographie, que nos acompanha desde o início. No começo, compravam fotografias; depois começámos a fazer doacções. Hoje têm quase 500 fotografias na colecção. Fizemos uma selecção dessas imagens e, como esta sala é muito bonita, preferi expor cópias grandes em vez das pequenas. Como foi acompanhar esta viagem com o fotógrafo, com o homem? A presidente da câmara de Paris dizia há pouco que Sebastião Salgado viajou pelo mundo inteiro, e a Lélia também o acompanhou. Sim, acompanhei muito. Viajei muito com ele, mas não para todos os lugares nem para todas as reportagens. As reportagens mais difíceis, mais duras, eu não quis acompanhar. Vivemos 61 anos juntos. É uma vida inteira. Ele era uma pessoa muito boa. Como viajava muito, também tínhamos os nossos momentos separados. Cada um podia viver um pouco a sua própria vida, os seus amigos, até os seus gostos — até na comida, porque cada um gosta de coisas diferentes. Acho que foi muito interessante. Foi uma vida. Se tivesse de viver outra vez, viveria. Fernando Eichenberg, director do estúdio Sebastião Salgado, destaca que a exposição foi organizada em apenas quatro meses e reúne 200 fotografias, incluindo imagens inéditas de Paris, o último trabalho de Sebastião Salgado. RFI: Como é que se organiza uma exposição desta dimensão em tão pouco tempo, tendo tido pouco mais de quatro meses para preparar esta homenagem, que abre ao público no dia 21 de fevereiro? Fernando Eichenberg: Foi um prazo muito curto. Normalmente não organizamos uma exposição num espaço de tempo tão reduzido. Mas Anne Hidalgo fazia questão de prestar esta homenagem ao Sebastião antes de deixar o cargo e contactou-nos no final de setembro. Já havia uma relação entre eles e, agora que ele já não está aqui, era uma homenagem muito bonita para fazer em Paris. A Lélia teve a ideia de fazermos juntos e aceitou a proposta. Ela é responsável pela cenografia: desenhou tudo, pensou na organização, no que incluir. Decidimos reunir a colecção da MEP, a parte inédita de Paris, o Instituto Terra e as pinturas do filho deles, Rodrigo, que ainda não tinham sido mostradas em Paris. Foi tudo muito intenso. As pessoas pensam que basta pendurar fotografias, mas há todo o trabalho de luz, curadoria, cenografia, textos. Foi muito exigente, mas valeu a pena. São cerca de 200 fotografias, algumas muito conhecidas do grande público, em grande e pequeno formato, e há também imagens inéditas. São fotografias de 2024, tiradas em Paris, e apresentadas aqui pela primeira vez. Foi o último trabalho que ele fez em vida. Depois disso, não voltou a fotografar até morrer. É uma emoção mostrar estas imagens agora. Surgiram do pedido da prefeita para a carta de votos de fim de ano da Câmara. Ele envolveu-se muito e acabou por fazer muitas fotografias. Percebemos que havia um material muito forte, e ele também gostou do resultado. Por isso decidimos apresentar este conjunto. Espero que o público aprecie este trabalho, que é realmente inédito.

Amorosidade Estrela da Manhã
DOGMAS, NECESSIDADES DOS ENCARNADOS. OS ESPÍRITOS QUE ZELAM POR AQUELES NORMALMENTE NÃO ACREDITAM NAQUILO, POIS NÃO SE LIMITAM ÀQUILO

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 3:15


Aulas sobre temas diversos­­­ pela ótica espiritual

WGospel.com
Um pai grandioso!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 4:46


TEMPO DE REFLETIR 01683 – 22 de fevereiro de 2026 Lucas 15:23 e 24 – Vamos fazer uma festa e alegrar-nos. Pois este meu filho estava morto e voltou à vida. Hoje é o Dia dos Pais, que inclui nossos avôs, tios e amigos. Antigamente era o dia no qual mais se faziam ligações a cobrar no mundo! Pela sua própria índole, o grau e a forma como os pais demonstram afetividade aos filhos são diferentes daqueles demonstrados pelas mães. É opinião corrente que o homem nunca perde tempo pedindo informações e suas chamadas telefônicas não passam de trinta segundos. Mesmo que os filhos não tenham tudo o que desejam, devem saber que os pais procuram dar o melhor de seu tempo, o melhor de sua atenção para eles. Para mostrar o que faz de um pai um grande pai, a Bíblia narra a história de um pai generoso. E o filho, que era pródigo, que ideia tinha do pai? A Bíblia deixa claro que, quando voltou a si, o jovem se lembrava de casa. Crescer num lar em que os pais não gritam com os filhos; em que, depois de uma conversa, ninguém se levanta e bate à porta, sem dúvida, ajuda na formação do caráter. O pródigo se lembrou também de que seu pai era justo ao tratar com os empregados. Dava aos trabalhadores aquilo que eles mereciam. Não passava por sua mente: “É preferível ficar por aqui pela maneira de meu pai humilhar seus empregados”. O pai era um exemplo de justiça e de lealdade que ele podia imitar em qualquer momento. Rápido em mostrar perdão, o pai fez o que era incomum naquele tempo. Normalmente, o pai esperaria que o filho se dirigisse a ele com alguma demonstração de respeito. Mas o pai não esperou! Correu em direção ao filho e o abraçou! O filho começou a confissão, mas o pai nem deixou que ele continuasse. Mandou que os empregados trouxessem o melhor traje. Perdoou-o imediatamente e não deixou nada pendente. A imagem que temos do pai é de que ele é vagaroso para perdoar e rápido para ficar com raiva. Passamos a ideia de que homem não chora, como se não tivesse sentimento ou não se incomodasse com coisa alguma. Precisamos lidar com os filhos como Deus lida conosco. Vamos perdoá-los totalmente, sem que fiquem esperando. A porta sempre aberta recebeu o filho pródigo. Houve abraço, houve celebração! Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Grande Deus e nosso Pai: neste momento pedimos a Tua bênção especial sobre cada pai que está ouvindo esta reflexão. Que tenham saúde, sabedoria, paciência e discernimento e, acima de tudo, espelhem-se em Ti, o maior de todos os pais. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Igreja da Lapa
Fraqueza – a marca dos vencedores

Igreja da Lapa

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 39:42


O sermão de amanhã chama-se “Fraqueza—a marca dos vencedores”. Normalmente, a pessoa que vence é a que se supera a si mesma. Mas a vitória que interessa é rendermo-nos a Jesus, que da maior fraqueza conquistou para nós a força que dura para sempre—uma vida nova com Deus. Texto Bíblico: Apocalipse 3:7-13

Noticias de América
En Cuba los turistas brillan por su ausencia

Noticias de América

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 2:47


Hay menos combustible en Cuba y, poco a poco, muchos menos turistas. La isla presenta las peores cifras del sector turístico en varios decenios. Ya no viajan allá turistas de países como Canadá, Perú y Argentina, entre otros, mientras los precios de combustible se disparan.  Es febrero, la temporada alta en las playas cubanas. Los turistas, sin embargo, brillan por su ausencia. El mayor recurso económico del gobierno cubano se encuentra en números rojos. Hoteles semivacíos, transportes limitados y escasez de suministros. Son las consecuencias del bloqueo estadounidense. La falta de suministros de petróleo de Venezuela y México ha agudizado la crisis energética que arrastraba la isla. Todo esto hace que las anulaciones de viajes a la isla se multipliquen, como nos explicó Barbara Perez, directora de la agencia de viajes "Cuba Unique", con sede en España. "Evidentemente el turismo está en baja. Hay muchos menos turistas. Y también hay que tener en cuenta las aerolíneas, pues algunas ya han dicho que van a tener que cargar combustible en República Dominicana. Por el momento, no ha habido cancelaciones desde España, pero sí se han cancelado vuelos desde  otros países, Canadá y Perú, por ejemplo. Hasta este mes, nosotros en España hemos podido estar garantizando el combustible. Pero a partir del mes próximo probablemente vamos a dejar de viajar a Cuba porque no sabemos cómo va a suceder con las nuevas limitaciones de combustible. En todo caso, empieza a ser más complicada la realidad y a partir de cierto momento vamos a tener que dejar de ofrecer viajes a Cuba", explica Pérez. El transporte "lo ves y no lo ves" La crisis en el turismo ha afectado a numerosos gremios en Cuba. Los daños colaterales se hacen sentir en la restauración, los comercios y en los transportes. Yan Manuel Carrio lleva prácticamente toda su vida trabajando como chofer en un taxi que opera desde La Habana. "Esta situación es muy difícil sobre todo complicada para la gente de la ciudad. Para la gente que vive en los barrios el transporte es como un fantasma. Lo ves y no lo ves. Uno puede esperar tres o cuatro horas y no ves un transporte. Para los taxis se consigue gasolina, pero te la revenden por 4.000 o 4.500 pesos el litro. Normalmente el precio de eso era 600 pesos. Ahí puedes darte cuenta tú de la diferencia. Hemos tenido muchas anulaciones de turistas de Canadá, Reino Unido, Argentina. Antes hacíamos tres, cuatro viajes hasta Varadero por día. Ahora se hace uno solo. Es un poco duro porque no todo el mundo puede trabajar así", sostiene. Cuba recibió en 2025 escasamente 1,8 millones de turistas, uno de los niveles más bajos en décadas. La escasez de combustible y la cancelación de vuelos internacionales abren la incógnita de cómo evolucionará el sector durante este año que ya presenta las peores cifras de todos los tiempos.

Noticias de América
En Cuba los turistas brillan por su ausencia

Noticias de América

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 2:47


Hay menos combustible en Cuba y, poco a poco, muchos menos turistas. La isla presenta las peores cifras del sector turístico en varios decenios. Ya no viajan allá turistas de países como Canadá, Perú y Argentina, entre otros, mientras los precios de combustible se disparan.  Es febrero, la temporada alta en las playas cubanas. Los turistas, sin embargo, brillan por su ausencia. El mayor recurso económico del gobierno cubano se encuentra en números rojos. Hoteles semivacíos, transportes limitados y escasez de suministros. Son las consecuencias del bloqueo estadounidense. La falta de suministros de petróleo de Venezuela y México ha agudizado la crisis energética que arrastraba la isla. Todo esto hace que las anulaciones de viajes a la isla se multipliquen, como nos explicó Barbara Perez, directora de la agencia de viajes "Cuba Unique", con sede en España. "Evidentemente el turismo está en baja. Hay muchos menos turistas. Y también hay que tener en cuenta las aerolíneas, pues algunas ya han dicho que van a tener que cargar combustible en República Dominicana. Por el momento, no ha habido cancelaciones desde España, pero sí se han cancelado vuelos desde  otros países, Canadá y Perú, por ejemplo. Hasta este mes, nosotros en España hemos podido estar garantizando el combustible. Pero a partir del mes próximo probablemente vamos a dejar de viajar a Cuba porque no sabemos cómo va a suceder con las nuevas limitaciones de combustible. En todo caso, empieza a ser más complicada la realidad y a partir de cierto momento vamos a tener que dejar de ofrecer viajes a Cuba", explica Pérez. El transporte "lo ves y no lo ves" La crisis en el turismo ha afectado a numerosos gremios en Cuba. Los daños colaterales se hacen sentir en la restauración, los comercios y en los transportes. Yan Manuel Carrio lleva prácticamente toda su vida trabajando como chofer en un taxi que opera desde La Habana. "Esta situación es muy difícil sobre todo complicada para la gente de la ciudad. Para la gente que vive en los barrios el transporte es como un fantasma. Lo ves y no lo ves. Uno puede esperar tres o cuatro horas y no ves un transporte. Para los taxis se consigue gasolina, pero te la revenden por 4.000 o 4.500 pesos el litro. Normalmente el precio de eso era 600 pesos. Ahí puedes darte cuenta tú de la diferencia. Hemos tenido muchas anulaciones de turistas de Canadá, Reino Unido, Argentina. Antes hacíamos tres, cuatro viajes hasta Varadero por día. Ahora se hace uno solo. Es un poco duro porque no todo el mundo puede trabajar así", sostiene. Cuba recibió en 2025 escasamente 1,8 millones de turistas, uno de los niveles más bajos en décadas. La escasez de combustible y la cancelación de vuelos internacionales abren la incógnita de cómo evolucionará el sector durante este año que ya presenta las peores cifras de todos los tiempos.

El Podcast de Noruega
#153 | La ambición de Bud Bunny y su identidad latina

El Podcast de Noruega

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 24:24


¿Se puede conquistar el mundo sin cambiar quién eres?A menudo, a los migrantes se nos dice que para tener éxito debemos "neutralizarnos": perder el acento, adaptarnos al 100% y olvidar de dónde venimos. Bad Bunny demostró lo contrario. En este análisis especial de Somos MAAS, desglosamos la carrera de Benito no desde la música, sino desde la Mentalidad de Alta Ambición. Cómo un latino impuso su idioma y su cultura en el mercado anglosajón, convirtiéndose en el artista #1 del planeta sin pedir permiso ni disculpas.

Se Habla Español
Español con noticias 82: España, a la cabeza en trasplantes - Episodio exclusivo para mecenas

Se Habla Español

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 26:03


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Episodio exclusivo para suscriptores de Se Habla Español en Apple Podcasts, Spotify, iVoox y Patreon: Spotify: https://open.spotify.com/show/2E2vhVqLNtiO2TyOjfK987 Patreon: https://www.patreon.com/sehablaespanol Buy me a coffee: https://www.buymeacoffee.com/sehablaespanol/w/6450 Donaciones: https://paypal.me/sehablaespanol Contacto: sehablaespanolpodcast@gmail.com Facebook: www.facebook.com/sehablaespanolpodcast Twitter: @espanolpodcast Hola, ¿cómo va todo? ¿Qué tal el día de San Valentín? Imagino que en tu país también se celebra el 14 de febrero, aunque en algunos lugares cambia la fecha. Bueno, de todas formas, a mí nunca me ha gustado esa celebración. De hecho, nunca le he regalado nada a mi mujer ese día, pero entiendo que a otras personas sí les parece interesante hacer algo especial ese día. En cualquier caso, ese no es el tema que vamos a tratar hoy aquí, aunque está relacionado con los regalos. Porque, qué mejor regalo que donar un órgano cuando tú ya no lo necesitas, ¿verdad? Estoy hablando, sobre todo, de las personas que han fallecido, claro. Pero vamos al caso concreto de España. En mi país, hacerse donante de órganos es un proceso muy sencillo. La ley dice que, en principio, todas las personas son donantes a menos que hayan dicho lo contrario antes de morir. Sin embargo, en la práctica los médicos siempre preguntan a la familia para confirmar la voluntad del fallecido. Por eso, lo más importante es hablar con la familia y explicar claramente el deseo de donar, ya que ellos serán quienes den la autorización final cuando llegue el momento. Además de este paso fundamental, existen otras formas de dejar claro que quieres donar tus órganos. Una opción es rellenar un documento llamado Testamento Vital, donde la persona puede indicar oficialmente que quiere ser donante. Este documento se puede hacer en un hospital, ante un notario o con testigos, dependiendo de la comunidad autónoma. También existe la posibilidad de llevar una tarjeta de donante. Aunque no tiene valor legal, sirve para comunicar fácilmente esta voluntad y puede solicitarse o descargarse en algunas comunidades autónomas. En ciertos casos, una persona también puede donar en vida, por ejemplo, un riñón o parte del hígado, siempre con la autorización médica necesaria. En España prácticamente cualquier persona puede ser donante, sin importar la edad. Finalmente, la decisión depende del estado de salud en el momento del fallecimiento. Normalmente, la donación sólo es posible si la persona muere en una Unidad de Cuidados Intensivos, ya que es allí donde los profesionales pueden conservar los órganos y hacer todas las pruebas necesarias. En cuanto a la opinión de las distintas religiones sobre la donación de órganos, la mayoría la aceptan y la ven como un acto de solidaridad y ayuda hacia otras personas. Muchas incluso la consideran un gesto de bondad y caridad. Sin embargo, hay algunas tradiciones que muestran más reservas. En el sintoísmo, una religión que se practica sobre todo en Japón, existe la creencia de que el cuerpo debe permanecer intacto después de la muerte. Por eso, aunque no siempre hay una prohibición oficial, muchas personas sintoístas prefieren no donar órganos. Algo parecido ocurre en algunas comunidades gitanas, donde también se considera importante mantener el cuerpo completo tras el fallecimiento, lo que en la práctica hace que la donación casi nunca se acepte. En cambio, religiones como el cristianismo y la Iglesia católica apoyan claramente la donación y la describen como un acto de amor hacia los demás. Líderes religiosos han dicho que donar órganos es una forma de ayudar a salvar vidas y de mostrar generosidad. En resumen, la gran mayoría de religiones ven la donación de órganos como algo positivo, aunque hay algunas culturas y tradiciones que prefieren evitarla por respeto al cuerpo después de la muerte. Y dicho todo esto, vamos a escuchar la noticia de Radio Nacional de España, porque mi país siempre está en lo más alto a nivel mundial cuando hablamos de donación de órganos. Pero vamos a escuchar la información, porque nos ofrece todos los detalles. “España no se baja del podio mundial de donaciones y trasplantes. Seguimos en cifras récord, la Organización Nacional de Trasplantes acaba de hacer balance de 2025. Alba Urrutia. Sí, 6.335 trasplantes en 2025 y superamos por segundo año consecutivo los 6.300. Los más habituales, los renales, casi 4.000, seguidos de los hepáticos. Mónica García es Ministra de Sanidad. No solamente es que seamos una potencia mundial en donantes, es que somos una potencia mundial en solidaridad y en el modelo de sistema sanitario y en el modelo de profesionalización de nuestro sistema sanitario que tenemos. España, líder mundial en donantes con 51,9 donantes por millón de habitantes, son 8 al día, 17 trasplantes al día y es más del doble de la media europea. En 2025, 180 niños fueron trasplantados y Cantabria repite como comunidad líder.” Por cierto, en esta última frase aparece el nombre de una comunidad autónoma, Cantabria, que se encuentra en el norte de España, junto al mar Cantábrico. Pero vamos ya con las palabras y expresiones más interesantes. Hoy no son muchas, la verdad. Y seguro que ya conoces alguna de las que voy a explicar. -No bajarse del podio mundial: Seguir entre los mejores del mundo en una actividad durante un periodo de tiempo. El “podio” es el lugar donde se colocan los ganadores (oro, plata, bronce). -Brasil no se baja del podio mundial del fútbol femenino gracias a sus excelentes resultados. -Corea del Sur no se baja del podio mundial en tecnología e innovación. -Donaciones: Entregas voluntarias de algo (dinero, objetos, órganos, comida…) sin esperar nada a cambio. -La campaña de invierno recibió muchas donaciones de ropa para las familias necesitadas. -Varias empresas hicieron donaciones económicas para reconstruir el parque. -Trasplante: Operación médica en la que se coloca en una persona un órgano o tejido sano procedente de un donante. -El hospital realizó un trasplante de médula ósea a un paciente joven. -Su hermana fue compatible y pudo donarle un riñón para el trasplante. -Seguir en cifras récord: Continuar alcanzando números muy altos, superiores a los de años anteriores. -El turismo sigue en cifras récord este verano, con millones de visitantes. -La empresa sigue en cifras récord de ventas después del lanzamiento del nuevo producto. -Hacer balance: Analizar y resumir los resultados de un periodo, evaluando lo positivo y lo negativo. -Al final del año, la directora hizo balance del trabajo del equipo. -Después del evento, hicimos balance y vimos que la asistencia fue mayor de lo esperado. -Segundo año consecutivo: Que ocurre por segundo año seguido, sin interrupción. -El colegio ganó el campeonato por segundo año consecutivo. -Es el segundo año consecutivo que la ciudad organiza un festival de música clásica. -Trasplantes renales: Trasplantes en los que se reemplaza un riñón enfermo por uno sano de un donante. -El hospital aumentó el número de trasplantes renales gracias a un nuevo programa de donación. -Los trasplantes renales permiten a los pacientes dejar la diálisis y mejorar su calidad de vida. -Trasplantes hepáticos: Trasplantes en los que se sustituye un hígado enfermo por uno sano. -Los trasplantes hepáticos son esenciales para pacientes con enfermedades graves del hígado. -El centro médico se especializa en trasplantes hepáticos pediátricos. Muy bien. Creo que ya estamos listos para escuchar la noticia por segunda vez. “España no se baja del podio mundial de donaciones y trasplantes. Seguimos en cifras récord, la Organización Nacional de Trasplantes acaba de hacer balance de 2025. Alba Urrutia. Sí, 6.335 trasplantes en 2025 y superamos por segundo año consecutivo los 6.300. Los más habituales, los renales, casi 4.000, seguidos de los hepáticos. Mónica García es Ministra de Sanidad. No solamente es que seamos una potencia mundial en donantes, es que somos una potencia mundial en solidaridad y en el modelo de sistema sanitario y en el modelo de profesionalización de nuestro sistema sanitario que tenemos. España, líder mundial en donantes con 51,9 donantes por millón de habitantes, son 8 al día, 17 trasplantes al día y es más del doble de la media europea. En 2025, 180 niños fueron trasplantados y Cantabria repite como comunidad líder.” Todo más claro, ¿verdad? Pues ahora es mi turno. Voy a intentar contarte la noticia cambiando algunas palabras para ampliar nuestro vocabulario. Como siempre te recuerdo, si tienes dificultades con alguna de ellas, puedes preguntarme en los comentarios. La información dice que España continúa ocupando las primeras posiciones a nivel internacional en cuanto a donación y trasplantes de órganos, y que mantiene cifras extraordinarias. Según el último informe presentado por la Organización Nacional de Trasplantes, el país cerró 2025 con 6.335 intervenciones de trasplante, superando nuevamente la barrera de los 6.300 procedimientos y confirmando así un rendimiento histórico. El tipo de trasplante más frecuente fue el de riñón, con casi cuatro mil operaciones, seguido por los trasplantes de hígado, que también registraron números muy elevados. La ministra de Sanidad, Mónica García, destacó que España no solo es una potencia global en número de donantes, sino también en su modelo sanitario, basado en la coordinación, la profesionalización y la solidaridad de la ciudadanía. Actualmente, el país alcanza una media de 51,9 donantes por cada millón de habitantes, lo que equivale aproximadamente a ocho nuevos donantes al día y permite realizar alrededor de diecisiete trasplantes diarios. Estas cifras duplican con creces la media del resto de Europa, lo que consolida a España como líder absoluto en este ámbito. Durante 2025 también se llevaron a cabo 180 trasplantes pediátricos, y la comunidad autónoma de Cantabria volvió a situarse como la región con los mejores índices de donación, repitiendo así su liderazgo dentro del territorio nacional. Genial. Pues escuchamos la noticia por última vez y te cuento más cosas interesantes. “España no se baja del podio mundial de donaciones y trasplantes. Seguimos en cifras récord, la Organización Nacional de Trasplantes acaba de hacer balance de 2025. Alba Urrutia. Sí, 6.335 trasplantes en 2025 y superamos por segundo año consecutivo los 6.300. Los más habituales, los renales, casi 4.000, seguidos de los hepáticos. Mónica García es Ministra de Sanidad. No solamente es que seamos una potencia mundial en donantes, es que somos una potencia mundial en solidaridad y en el modelo de sistema sanitario y en el modelo de profesionalización de nuestro sistema sanitario que tenemos. España, líder mundial en donantes con 51,9 donantes por millón de habitantes, son 8 al día, 17 trasplantes al día y es más del doble de la media europea. En 2025, 180 niños fueron trasplantados y Cantabria repite como comunidad líder.” Todo claro, ¿verdad? Pues para terminar quería contarte que, además de ser un país líder en donación y trasplantes, el sistema sanitario español es un referente internacional. Esto se debe a varios factores: la calidad del personal médico, la buena atención a los pacientes, la formación de los profesionales y la tecnología que se utiliza en hospitales y centros de salud. Todos estos elementos continúan haciendo que el sistema español sea reconocido en todo el mundo. Además, España impulsa proyectos internacionales para que más personas tengan acceso a la sanidad. Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Se Habla Español. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/171214

FLASH DIARIO de El Siglo 21 es Hoy
¿Puede un cometa cambiar de sentido?

FLASH DIARIO de El Siglo 21 es Hoy

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 12:13 Transcription Available


El Cometa 41P frenó, se detuvo y cambió sentido tras acercarse al Sol en 2017Por Félix Riaño @LocutorCoUn análisis de imágenes del telescopio Hubble reveló que el cometa 41P invirtió su rotación después del perihelio en 2017En 2017, un cometa de apenas medio kilómetro de diámetro hizo algo que parece imposible. El cometa 41P/Tuttle–Giacobini–Kresák, conocido como 41P, redujo su velocidad de giro de forma drástica cuando se acercó al Sol. Pasó de rotar cada 20 horas a hacerlo cada 53 horas en pocas semanas. Luego desapareció de nuestra vista porque quedó demasiado cerca del Sol desde la perspectiva de la Tierra. Meses después, cuando volvió a ser visible, los datos mostraron algo aún más sorprendente: estaba girando en sentido contrario y completaba una vuelta cada 14,4 horas. ¿Cómo puede un objeto espacial frenar hasta detenerse y luego empezar a girar al revés?¿Y si el cometa se frenó hasta cero?Planteamiento descriptivoPara entender esta historia vamos a empezar por lo básico. Un cometa es una mezcla de roca y hielo que quedó como residuo del nacimiento del Sistema Solar hace unos 4.600 millones de años. Muchos de estos cuerpos viajan en órbitas muy alargadas. El cometa 41P pertenece a la llamada “familia de Júpiter”. Eso significa que su órbita está muy influenciada por la gravedad de Júpiter y que tarda menos de 20 años en dar una vuelta alrededor del Sol. En su caso, tarda unos 5,4 años.En abril de 2017, 41P llegó a su perihelio, que es el punto de la órbita más cercano al Sol. Allí recibió más calor. El hielo comenzó a transformarse en gas, un proceso llamado sublimación. Ese gas salió disparado al espacio y formó una nube llamada coma. También aparecieron chorros, como si fueran pequeñas mangueras naturales que empujan el cometa.Aquí aparece el detalle que lo cambia todo. Cuando esos chorros de gas salen de forma desigual, actúan como pequeños motores. Si el gas sale más fuerte de un lado que de otro, el cometa recibe un empujón que altera su rotación. Es parecido a lo que ocurre cuando soplas una rueda con aire de un solo lado.Observaciones del telescopio espacial Swift de la NASA mostraron que entre marzo y mayo de 2017 el periodo de rotación pasó de 20 horas a 46 y luego hasta 53 horas. Normalmente los cambios en cometas se miden en minutos. Aquí hablamos de decenas de horas. Es un cambio enorme para un objeto tan pequeño, de unos 500 metros de diámetro.Después de mayo, el cometa quedó oculto por el brillo solar. No había datos. Cuando regresó en diciembre, el telescopio espacial Hubble tomó nuevas imágenes. El astrónomo David Jewitt, de la Universidad de California en Los Ángeles, analizó esas fotos años después. Encontró que el periodo era ahora de 14,4 horas. Eso significa que estaba girando más rápido que antes y en sentido contrario. Para que eso ocurra, tuvo que frenar completamente, llegar a cero y empezar a girar al revés. Los cálculos indican que ese punto de detención pudo ocurrir en junio de 2017.Este hallazgo ayuda a responder una pregunta más grande. ¿Por qué hay menos cometas pequeños de los que esperamos encontrar? Una posible explicación es que muchos se destruyen por su propia rotación. Si los chorros los aceleran demasiado, la fuerza centrífuga puede romperlos.El estudio también estimó que el núcleo de 41P mide cerca de 500 metros. Es pequeño en términos astronómicos. Su tamaño lo hace más vulnerable a cambios rápidos. Además, la fracción activa de su superficie, es decir, la parte que libera gas, bajó de aproximadamente 2,4 en 2001 a cerca de 0,14 en 2017. Eso sugiere que su superficie ha cambiado con el tiempo, tal vez formando una capa más dura que bloquea parte del hielo.Aquí hay otro dato inquietante. Aunque su órbita podría mantenerse estable durante unos 10.000 años, el análisis indica que podría romperse por inestabilidad rotacional en unos 25 años si continúa este comportamiento. Eso es muy poco tiempo en términos cósmicos.El cometa volverá a acercarse al Sol en 2028. Los astrónomos estarán atentos. Nuevos telescopios como el Observatorio Vera C. Rubin en Chile van a observar miles de objetos pequeños. Vamos a tener muchos más datos para entender si 41P es un caso raro o si este fenómeno es más común de lo que pensábamos.El cometa 41P fue observado por primera vez en 1858 por Horace Tuttle. Más tarde fue redescubierto por Michel Giacobini en 1907 y por Ľubor Kresák en 1951. Por eso lleva tres apellidos. Su órbita lo lleva desde un punto un poco más cercano al Sol que la órbita de la Tierra hasta más allá de Júpiter.En 1973 tuvo un gran estallido de brillo y alcanzó magnitud 4, lo que significa que pudo verse a simple vista en cielos oscuros. En 2017 volvió a llamar la atención por razones muy distintas.El estudio de David Jewitt fue publicado como prepublicación en arXiv y aceptado en la revista The Astronomical Journal. Otros astrónomos, como Dennis Bodewits y Jane Luu, han señalado que aunque se habían propuesto modelos teóricos donde un cometa podía invertir su rotación, nunca se había observado algo así con datos tan claros.Este caso también nos enseña que los cometas no son rocas inertes. Son cuerpos dinámicos. Cambian, pierden masa, se fracturan y evolucionan cada vez que se acercan al Sol. Son como fósiles activos del origen del Sistema Solar.Resumen final y recomendaciónEl cometa 41P redujo su giro, se detuvo y comenzó a rotar al revés en 2017. Chorros de gas actuaron como motores naturales que cambiaron su velocidad. Podría romperse en pocas décadas. Vamos a seguir atentos a su regreso en 2028.Cuéntame qué te parece esta historia y sigue el pódcast en Spotify: Flash DiarioBibliografíaPhys.org The New York Times IFLScience arXiv – David Jewitt (2026) DOI: 10.48550/arxiv.2602.06403Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/flash-diario-de-el-siglo-21-es-hoy--5835407/support.Apoya el Flash Diario y escúchalo sin publicidad en el Club de Supporters. 

Arrepios com a Bilinha
Uma Conversa sobre Espiritualidade

Arrepios com a Bilinha

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 134:26


Olá pessoas e bem-vindas a um episódio muito pessoal para mim ✨Quem já me segue há muito tempo sabe que os últimos anos têm sido muito desafiantes: um divórcio, um burnout, muitas mudanças pessoais. Mais recentemente, o meu pai partiu… e, com isso, uma porta que eu já vinha a abrir para a minha espiritualidade escancarou-se completamente.

Reportagem
Brasileiros que empreendem no exterior: pesquisa revela perfil, obstáculos e estratégias para vencer

Reportagem

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 7:10


Quase 5 milhões de brasileiros vivem no exterior (4.996.951), segundo a estimativa mais recente do Ministério das Relações Exteriores, de 2023. Quase metade (45%) está nos Estados Unidos, cerca de 34% na Europa e 13% na América do Sul, mas menos de menos de 1% escolheu a África. Pesquisador da diáspora brasileira, o PhD da Unigranrio Roberto Falcão desvenda o que aprendeu sobre o empreendedorismo brasileiro no exterior.  Maria Paula Carvalho, da RFI em Paris A maioria desses brasileiros saiu em busca de melhores condições de vida, para fugir da violência e da decepção política. Normalmente, as pessoas que emigram têm disponibilidade para viajar, boa adaptação a línguas, maior autonomia e não temem tarefas altamente desafiadoras. Alguns dos ramos mais escolhidos pelos brasileiros para empreender em outros países são culinária, estética e construção. Há oportunidades de mercado no chamado nicho étnico e também na venda para o consumidor local. A capoeira, por exemplo, está presente em 180 países. Churrascarias de rodízio, venda de produtos como açaí e pão de queijo e serviços como alisamento ou depilação à brasileira são outros exemplos recorrentes. Um dos atrativos é a saudade de casa. Do ponto de vista do financiamento, a maioria dos pequenos e médios negócios fundados por brasileiros no exterior depende de capital próprio ou de linhas de crédito disponíveis, quando o empreendedor já está integrado ao país escolhido. Esse é um retrato de quem são os brasileiros e onde eles formaram suas bases para empreender ao redor do mundo, segundo pesquisa da Unigranrio e da UFF (Universidade Federal Fluminense), apoiada pela FAPERJ (Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro).  Ao longo de uma década, o professor e sua equipe entrevistaram mais de 400 empreendedores de diversos perfis. Falcão esteve em Paris na terça-feira (3), onde deu uma palestra a convite da Câmara de Comércio do Brasil na França (CCBF)  sobre o que leva esses brasileiros a vencer em outro país. “O primeiro passo para não fracassar é entender a legislação, as regras locais, a regulamentação, conhecer o público, os hábitos do consumidor local e, sobretudo, falar bem a língua para o atendimento. Se você tem uma loja, um negócio, e não falar bem o idioma local, será um entrave para empreender”, aponta Falcão. Em seu projeto de pesquisa, ele analisa o empreendedor, seu nível de educação e de informação, se ele fala línguas, o ambiente institucional e a regulamentação do país. No caso da empresa, a equipe busca entender possíveis diferenciais para conseguir se posicionar bem no mercado. Além disso, é preciso ter uma boa gestão, investir em marketing e divulgação do produto ou serviço, como em qualquer negócio. “O brasileiro é caracterizado como um povo que se comunica muito bem, tanto que ele tem muita habilidade, em geral, na parte de redes sociais e de marketing digital”, aponta. “Ele também é caracterizado como uma pessoa muito versátil, que se adapta a diversos tipos de trabalho, em diversas condições, e é multitarefa. Além disso, a cordialidade: o brasileiro sorri”, completa. Mas há um lado que dá menos orgulho. “Talvez nós tenhamos características negativas também. Emergiu na nossa pesquisa algo relacionado à sabotagem entre negócios, um jogando areia no negócio do outro ou criando denúncias falsas.” O sucesso no novo ambiente pode ser medido pelo grau de produtividade, mas também pela saúde e pela felicidade. Esse é o tripé da sustentabilidade de carreira, explica Falcão, antes mesmo do dinheiro. Conhecer a legislação e vencer a burocracia O mineiro Rodrigo Pinho Aragão sonha em abrir uma empresa de consultoria e contou à RFI sobre a dificuldade com a burocracia. “Eu vim para a França com visto de trabalho, pelo fato de ter diploma francês. Mas o visto não permite a criação de uma empresa ou abertura de uma conta empresarial”, lamenta. “Para poder criar a empresa, tenho que fazer a transição de visto e justificar a viabilidade econômica do projeto que desejo criar”, continua. Na França, há diferentes tipos de vistos de empreendedorismo: o mais focado em profissões liberais, comerciais e artesanais, e outro para empresas de maior porte, que visam contratar pessoas e ter escala. “Mas, nesse caso, tem que justificar um investimento de € 30 mil com disponibilidade imediata para investir na empresa. É um pouco a situação do ovo ou da galinha: você precisa justificar investimento em uma empresa que não existe e, para a empresa existir, você precisa do visto”, afirma. “Ao mesmo tempo, você precisa fazer com que a empresa exista: imaginar como ela vai ser, pensar nos clientes, no seu plano de negócios. Criar uma empresa já é uma trajetória desafiadora e, além disso, você precisa encontrar os caminhos, institucionalmente falando, para fazer essa transição de visto”, conclui. A validade ou não de diplomas, habilidades e experiências prévias também é fonte de preocupação. Outro desafio comum, além de documentos e moradia, são encontrar um limite entre ambiente profissional e familiar – os contornos são fluidos para o pequeno e médio empreendedor que têm sonho de crescer. Na França, mulheres são maioria entre imigrantes brasileiros Na Europa, Portugal encabeça a lista de países com mais imigrantes brasileiros: 500 mil, um número que Falcão acredita estar subnotificado. Na França, há entre 120 e 130 mil brasileiros residentes. Uma curiosidade apontada na pesquisa é que, entre os que vivem no território francês, 75% são mulheres e maioria está na faixa dos 30 anos. Cerca de 45% têm graduação e aproximadamente um terço é pós-graduada. Apaixonada por moda e vivendo na Europa há 22 anos, Patrícia Cordeiro já lançou sua marca, Madame Dumont, e sonha  ainda mais alto. “Agora eu quero fazer um curso de chapéu, que é um nicho muito bom e é algo que foi sonhado no meu coração”, disse, à RFI. Ela afirma não estar encontrando muitas dificuldades no caminho. “Muito sinceramente, as portas têm se aberto e tudo tem fluído naturalmente, sem grande procura, sem forçar. Estou no lugar certo, no momento certo e com as pessoas certas”, comemora. “Estou investindo primeiramente no conhecer, no aprender e amadurecer; e depois vem essa segunda fase do dinheiro para expandir o negócio”, completa cheia de esperança.

Artes
“O silêncio também é político”: Isabél Zuaa em O Agente Secreto

Artes

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 13:12


Passado em 1977, durante a ditadura militar brasileira, O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, constrói um retrato da repressão através de gestos íntimos e do que fica por dizer. Integrando um elenco, Isabél Zuaa interpreta Teresa Vitória, uma mulher angolana exilada, formada em Portugal. Em entrevista, a actriz fala do trabalho colectivo, da política inscrita nos corpos e da força do silêncio num filme em plena consagração internacional. Passado em 1977, em plena ditadura militar brasileira, O Agente Secreto afirma-se como um dos mais rigorosos e inquietantes retratos cinematográficos da repressão política no Brasil. O novo filme de Kleber Mendonça Filho recusa a explicação directa e opta por uma construção sensorial, onde a vigilância, o medo e o desgaste moral do autoritarismo se infiltram na vida do dia-a-dia, nos afectos e nos gestos. Esse olhar oblíquo tem garantido à obra um percurso internacional sólido, múltiplas distinções em festivais e, mais recentemente, a entrada na corrida aos Óscares, com nomeações em quatro categorias. Integrado numa narrativa assumidamente coral, o filme assenta num trabalho colectivo visível, quase orgânico. Para Isabél Zuaa, que interpreta Teresa Vitória, essa dimensão foi determinante. “O que mais me marcou foi a simbiose entre a equipa técnica e a equipa artística, os actores, a preparação de elenco, todo o ambiente da cidade do Recife”, afirma. Segundo a actriz portuguesa, o envolvimento foi tal que “as pessoas estavam todas a torcer para que o filme desse certo” e “muita gente queria fazer parte”. Essa experiência revelou-se particularmente singular pela escala do projecto. “Essa simbiose não costuma acontecer assim num filme tão grande”, sublinha Isabél Zuaa, lembrando que, apesar de se tratar de uma produção com profissionais “de Angola, de Portugal, da Alemanha e de vários lugares do Brasil”, se criou um ambiente de rara coesão. “Normalmente, essa ligação é mais evidente em filmes menor escala”, acrescenta, destacando o carácter excepcional do processo de trabalho. A actriz atribui grande parte dessa atmosfera à forma de dirigir de Kleber Mendonça Filho, que descreve como “um gentil gigante, amante do cinema”. Esse amor pelo cinema traduz-se, segundo Isabél Zuaa, numa atenção constante ao detalhe e às pessoas: “Ele trata tudo com muito carinho, com muita atenção, com muito cuidado”, criando um set onde “toda a gente está a torcer e a cuidar para que o filme e todas as coisas deem muito certo”. Mais do que uma hierarquia rígida, impôs-se uma lógica de trabalho assente na colaboração, na escuta e no respeito mútuo. A entrada de Isabél Zuaa no projecto foi inesperada. As filmagens já tinham começado quando recebeu o convite, num momento em que se encontrava em Lisboa, prestes a entrar de férias após concluir outro filme. A personagem que lhe foi proposta trazia, porém, uma complexidade invulgar. Teresa Vitória inspira-se numa mulher angolana real, ligada à história pessoal do realizador, e cruza trajectos coloniais, exílio e formação académica em Portugal. “É uma mulher angolana que estudou em Portugal”, explica a actriz, sublinhando a densidade histórica da experiência. Essa dimensão atravessa a construção da personagem, marcada por uma desilusão política e existencial. Isabél Zuaa recusa uma leitura simplista do seu estado emocional: mais do que uma depressão, trata-se de “uma desilusão com a circunstância em que ela se encontra”, por não poder estar “nos seus países de origem e de referência” e por se sentir deslocada face aos rumos tomados pela história. A personagem ocupa, assim, um lugar ético complexo, recusando alinhar com lógicas de guerra. “Guerra é sempre guerra”, afirma, sublinhando a posição humanitária de Teresa Vitória. O trabalho vocal e corporal assume aqui particular relevância. A opção por um português europeu, atravessado por uma musicalidade africana subtil, responde a um rigor histórico e simbólico. “É uma mulher africana com formação em Portugal”, explica Isabél Zuaa, evocando uma geração de mulheres que estudaram em Lisboa, Coimbra ou Porto e cuja fala reflectia essa formação. “As pessoas perguntam porque é que o sotaque é português de Portugal, mas é uma questão de época”, esclarece, acrescentando que essa escolha representa um grupo de mulheres ainda pouco visível no cinema. Num filme que evita discursos explicativos sobre a ditadura, o silêncio ganha um peso expressivo central. “O filme fala muito nos silêncios, naquilo que não é dito, naquilo que está noutras camadas”, observa a actriz. Para Isabél Zuaa, essa opção cria mais espaço para o espectador: “O silêncio pode ser muita coisa. Pode ser interpretado por cada pessoa de formas diferentes”. Frases aparentemente simples concentram múltiplos sentidos, revelando contradições identitárias, deslocamentos e violências subtis. O edifício Ofir, no bairro do Espinheiro, no Recife, onde Teresa Vitória vive funciona como um microcosmo do próprio filme. Um espaço de resistência material e simbólica, onde corpos exilados e em perigo conseguem ainda “celebrar a vida” e encontrar formas de sobrevivência colectiva. Entre humor, solidariedade e tensão permanente, O Agente Secreto constrói uma reflexão poderosa sobre memória, autoritarismo e persistência do humano. Para Isabél Zuaa, o impacto é claro: “Sem dúvida há um antes e um depois”, tanto pela projecção internacional como pela confirmação de que o cinema político pode ser íntimo, sensorial e profundamente perturbador.

Nutricion al Dia
260128 Miercoles Proteccion de Senos

Nutricion al Dia

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 112:34


El cáncer de seno es el segundo tipo de cáncer más común en la mujer (el primero es el cáncer de la piel). Mientras mas edad tenga la mujer, mayor es el riesgo. La mayoría de las mujeres no saben realmente como es un “Seno Normal”. Normalmente el seno es de forma de lágrima. Hay tejido del seno desde la clavícula hasta las primeras costillas y desde el hueso del esternón en el centro del pecho hasta la parte posterior de la axila. La mayoría de los tejidos del seno se encuentran en la parte superior del seno y hacia la axila, mientras que el tejido grasoso está en la mitad y la parte inferior del seno. Las costillas se encuentran detrás del seno y esto puede hacer que al palpar podamos sentir como si fueran bultos duros. La aureola es la parte oscura alrededor del seno. Su forma y tamaño varía en las mujeres y su color varía de acuerdo con el color de la piel de la mujer. En las blancas es rosado; en las trigueñas es marrón; y en las morenas es negro. En la mayoría de las mujeres se oscurece después del primer embarazo. Su color cambia también durante las varias etapas de la relación sexual. Alrededor de la aureola hay unos pequeños bultitos que parecen granitos, son las pequeñas glándulas de Montgomery. En el mismo pezón también hay glándulas sebáceas que secretan pequeñísimas cantidades de lubricantes. El tejido de los senos está entre capas de grasa, detrás de los cuales se encuentra el músculo pectoral del pecho. Este tejido es firme y gomoso. Dentro del tejido de los senos se encuentran los lóbulos y conductos. Los lóbulos fabrican la leche, y los conductos llevan la leche al pezón. Puede obtener este Programa en LA Farmacia Natural en Los Angeles, Van Nuys, Huntington Park, El Monte, Arleta, Pico Rivera, Long Beach y en Burbank o llamando a la Línea de la Salud, al 1-800-227-8428 si desean que se lo enviemos a su casa.

El Reporte Delfino
CIEP: Laura sigue sumando y se consolida, Claudia pega un brinco

El Reporte Delfino

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 8:41


Algo pasó ayer que los números del CIEP empezaron a circular, informalmente, antes de tiempo. Normalmente, cuando me pasan esas “filtraciones” las desestimo, como corresponde. Es lo que procede: respetar el candado impuesto por el CIEP y esperar la data confirmada. Eso implica el ritual de siempre A) Le dan la exclusiva al Sema. B) El Sema sale a las 5:00 a.m. C) CIEP publica informe en su sitio web. D) Yo me quejo. Como reloj suizo, no falla. Pero ayer, algo falló. Antes de la medianoche el Sema ya tenía la nota publicada y en efecto los números coincidían con los que temprano circularon. ¿Y qué nos dicen? 

CBN Vitória - Entrevistas
O que é uma convulsão? Médica esclarece dúvidas!

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 27:04


Enquanto participava da prova do líder no programa "Big Brother Brasil 26", o ator Henri Castelli sofreu uma convulsão e, depois de receber atendimento em um hospital e voltar para casa, precisou ser afastado do programa de novo, por conta de um novo mal-estar. Em entrevista ao programa "Fantástico", da TV Globo, o neurologista Bruno Castelo Branco responsável por atender o ator, detalhou o que aconteceu. "Ele teve uma crise convulsiva, uma descarga elétrica muito forte no cérebro, que praticamente desliga o cérebro momentaneamente. Normalmente a pessoa tem como se fosse um desmaio, ela cai e começa a ter espasmos musculares". Apesar da gravidade dos sintomas, o ator não tem diagnóstico de epilepsia. Exames de sangue e neuroimagem não apontaram qualquer alteração. As estatísticas apontam que cerca de 10% das pessoas no mundo terão uma convulsão em algum momento da vida, explicou o neurologista Bruno Castelo Branco. Em entrevista à CBN Vitória, a médica neurologista do Hospital Estadual Central, Mariana Lacerda Reis Grenfell, fala sobre o assunto.

Se Habla Español
Español con noticias 80: Agresión a un sintecho - Episodio exclusivo para mecenas

Se Habla Español

Play Episode Listen Later Jan 18, 2026 24:20


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Episodio exclusivo para suscriptores de Se Habla Español en Apple Podcasts, Spotify, iVoox y Patreon: Spotify: https://open.spotify.com/show/2E2vhVqLNtiO2TyOjfK987 Patreon: https://www.patreon.com/sehablaespanol Buy me a coffee: https://www.buymeacoffee.com/sehablaespanol/w/6450 Donaciones: https://paypal.me/sehablaespanol Contacto: sehablaespanolpodcast@gmail.com Facebook: www.facebook.com/sehablaespanolpodcast Twitter: @espanolpodcast Hola, ¿cómo va todo? Imagino que ya habrás vuelto a la normalidad total después de las fiestas navideñas. En mi caso, ya llevo dos semanas en Luxemburgo después de estar con la familia en Madrid, y ahora tenemos por delante otros dos meses de invierno, que es la época menos agradable, porque hace frío, hay poca luz durante el día y todas esas cosas que ya te imaginas. Pero, como te he dicho en otras ocasiones, no podemos quejarnos, porque hay personas que sí lo pasan realmente mal, sobre todo ahora. Me refiero a la gente que no tiene un hogar en el que refugiarse. Y aunque puedas pensar lo contrario, aquí en Luxemburgo también hay personas que duermen en la calle todos los días. No son muchas, pero sí las hay. De hecho, cerca del gimnasio al que vamos, siempre hay un hombre mayor en una esquina, tapado con mantas y cartones para refugiarse del frío. Te cuento esto porque hoy he seleccionado una noticia relacionada con las personas sin techo. Pero antes de escucharla, quiero contarte cómo está la situación de las personas sin hogar en España, porque es un tema muy importante y muchas veces no conocemos los datos reales. ¿Sabías que cada vez hay más personas viviendo en la calle o en condiciones muy difíciles? De hecho, según los últimos estudios, más de 34.000 personas son atendidas cada día en centros sociales. Esto significa un aumento de más del 50 % en los últimos años. Es un problema que no deja de crecer. ¿Quiénes son estas personas? Pues la mayoría son hombres, pero también hay mujeres y jóvenes. De hecho, más de la mitad tienen menos de 45 años. ¿Y por qué pierden su casa? Las causas son varias: desahucios, cuando alguien no puede pagar el alquiler o la hipoteca; falta de trabajo, porque sin ingresos es imposible mantener una vivienda; y también problemas personales como enfermedades mentales o adicciones. Además, muchas personas migrantes llegan sin recursos y terminan en esta situación. Pero no hablamos solo de quienes duermen en la calle. Hay millones de personas que viven en casas muy malas o que tienen miedo de perder su vivienda. En total, casi 8 millones de personas en España sufren algún tipo de problema para tener una casa segura. Esto se llama exclusión residencial. ¿Por qué ocurre esto? Una de las razones es que en España hay muy pocas viviendas sociales, muchas menos que en otros países europeos. También los alquileres son cada vez más caros y los trabajos son más precarios, o sea, el salario que se recibe es muy pequeño. Todo esto hace que muchas personas queden fuera del sistema y necesiten ayuda. Es una situación complicada y triste. Y, como te decía, hoy vamos a escuchar una noticia relacionada con este tema, que nos hará reflexionar sobre cómo tratamos a las personas más vulnerables. Una vez más, la información pertenece a un programa de Radio Nacional de España, que es la emisora que escucho nada más levantarme, cuando me preparo para ir al trabajo cada día. Normalmente, después de la ducha, mientras me visto y desayuno, suelo escuchar el primer informativo del día para tener una idea de lo que está sucediendo en mi país. Pero venga, vamos ya con lo importante, que es la noticia. Apenas dura un minuto, por eso te pido que prestes mucha atención, porque hay palabras y expresiones complicadas. Aquí la tienes. “Empezamos con una noticia que acabamos de conocer hace tan solo unos minutos. La Guardia Civil ha abierto diligencias al salir a la luz un vídeo en el que al menos dos menores de edad se mofan de una persona sin hogar hasta tal punto que llegan a quemarle el pelo. Los hechos ocurrieron en un parque de Benacazón en Sevilla. Ahora las autoridades intentan identificar a los presuntos agresores y también a la víctima que quiere denunciar, Rocío Muñoz. Los hechos se han conocido a través de un vídeo difundido en redes sociales, donde se observa cómo los menores queman el pelo de la víctima tras haberse burlado previamente del peinado que llevaba. A lo largo de la grabación, los jóvenes se hacen pasar por agentes que están cumpliendo órdenes y se refieren a la agresión como si fuera una prueba de fuego o un reto que deben superar por órdenes de la central. Inicialmente la investigación la desarrollan agentes del puesto de Sanlúcar la Mayor, pero el caso podría ser transferido a otra especialidad, ya que puede ser tramitado como delito de odio con el agravante de agresión física. Las autoridades trabajan ahora por identificar a los participantes y cuándo y dónde fue grabado el vídeo.” Por desgracia, no es la primera vez que ocurre esto en España, e imagino que en tu país también habrá sucedido algo similar. Y es que, las personas que viven en la calle son muy vulnerables, y cualquiera pueda aprovecharse de esa situación para hacerles daño. Bien, vamos con las palabras y expresiones que pueden resultar algo más complicadas. Abrir diligencias: Iniciar una investigación oficial por parte de la policía o la justicia. Ejemplos: -La policía ha abierto diligencias por el robo en el banco. -El juez abrió diligencias para investigar el accidente. Salir a la luz: Hacerse público algo que estaba oculto. Ejemplos: -Salió a la luz un vídeo del concierto que nadie había visto. -La verdad salió a la luz después de muchos años. Mofarse de alguien: Burlarse de alguien de manera cruel o con desprecio. Burlarse es reírse de alguien de forma ofensiva. Ejemplos: -Se mofaron de su forma de hablar en clase. -No es correcto mofarse de las personas por su aspecto. Quemar: Destruir algo con fuego. Ejemplos: -Quemaron papeles viejos en la chimenea. -El sol quema la piel si no usas protección. -Difundir un vídeo: Compartir un vídeo para que muchas personas lo vean. Ejemplos: -Difundieron el vídeo en redes sociales. -El vídeo se difundió rápidamente por WhatsApp. Peinado: Forma en que se arregla el cabello. Ejemplos: -Me gusta tu peinado, es muy moderno. -El peinado de la actriz fue tendencia en la gala. Hacerse pasar por alguien: Fingir ser otra persona. Ejemplos: -Se hizo pasar por policía para entrar en el edificio. -En la película, el actor se hace pasar por millonario. Prueba de fuego: Situación difícil que demuestra la capacidad de alguien. Ejemplos: -El examen final será una prueba de fuego para los estudiantes. -Su primer concierto fue una prueba de fuego para la banda. Transferir: Pasar algo de un lugar o persona a otra. Ejemplos: -Voy a transferir dinero a tu cuenta. -El caso se transfirió a otra unidad policial. Tramitar: Gestionar un proceso oficial o administrativo. Ejemplos: -Necesito tramitar mi pasaporte. -Están tramitando la denuncia en la comisaría. Delito de odio: Crimen motivado por discriminación hacia una persona o grupo. Ejemplos: -Los insultos racistas son un delito de odio. -La agresión se investiga como posible delito de odio. Bueno, después de estas explicaciones deberías entender la noticia mucho mejor. Vamos a comprobar si es así. Aquí la tienes de nuevo. “Empezamos con una noticia que acabamos de conocer hace tan solo unos minutos. La Guardia Civil ha abierto diligencias al salir a la luz un vídeo en el que al menos dos menores de edad se mofan de una persona sin hogar hasta tal punto que llegan a quemarle el pelo. Los hechos ocurrieron en un parque de Benacazón en Sevilla. Ahora las autoridades intentan identificar a los presuntos agresores y también a la víctima que quiere denunciar, Rocío Muñoz. Los hechos se han conocido a través de un vídeo difundido en redes sociales, donde se observa cómo los menores queman el pelo de la víctima tras haberse burlado previamente del peinado que llevaba. A lo largo de la grabación, los jóvenes se hacen pasar por agentes que están cumpliendo órdenes y se refieren a la agresión como si fuera una prueba de fuego o un reto que deben superar por órdenes de la central. Inicialmente la investigación la desarrollan agentes del puesto de Sanlúcar la Mayor, pero el caso podría ser transferido a otra especialidad, ya que puede ser tramitado como delito de odio con el agravante de agresión física. Las autoridades trabajan ahora por identificar a los participantes y cuándo y dónde fue grabado el vídeo.” Ahora mejor, ¿verdad? Pues venga, te cuento la noticia con otras palabras. Comienza con una información que acaban de conocer hace solo unos instantes. La Guardia Civil ha iniciado una investigación tras hacerse público un vídeo en el que, al menos, dos adolescentes se burlan de una persona sin techo hasta el punto de prenderle fuego en el cabello. Los hechos ocurrieron en un parque del municipio de Benacazón, en Sevilla. Ahora las autoridades intentan localizar a los presuntos responsables y también a la víctima, que quiere presentar una denuncia. El suceso se ha dado a conocer gracias a un vídeo compartido en redes sociales, donde se observa cómo los menores prenden fuego al pelo de la víctima después de reírse del modo de la condición en la que llevaba sus cabellos. Durante la grabación, los jóvenes fingen ser agentes que cumplen órdenes y describen la agresión como si fuera una prueba difícil o un desafío que deben superar por instrucciones de la central. En un primer momento, la investigación la llevan agentes del puesto de Sanlúcar la Mayor, pero el caso podría pasar a otra unidad especializada, ya que podría tratarse como un delito de odio y, además, con el uso de violencia física. Las autoridades trabajan ahora para identificar a los implicados y determinar cuándo y dónde se grabó el vídeo. Perfecto, pues escuchamos la noticia por última vez y te doy más datos interesantes. “Empezamos con una noticia que acabamos de conocer hace tan solo unos minutos. La Guardia Civil ha abierto diligencias al salir a la luz un vídeo en el que al menos dos menores de edad se mofan de una persona sin hogar hasta tal punto que llegan a quemarle el pelo. Los hechos ocurrieron en un parque de Benacazón en Sevilla. Ahora las autoridades intentan identificar a los presuntos agresores y también a la víctima que quiere denunciar, Rocío Muñoz. Los hechos se han conocido a través de un vídeo difundido en redes sociales, donde se observa cómo los menores queman el pelo de la víctima tras haberse burlado previamente del peinado que llevaba. A lo largo de la grabación, los jóvenes se hacen pasar por agentes que están cumpliendo órdenes y se refieren a la agresión como si fuera una prueba de fuego o un reto que deben superar por órdenes de la central. Inicialmente la investigación la desarrollan agentes del puesto de Sanlúcar la Mayor, pero el caso podría ser transferido a otra especialidad, ya que puede ser tramitado como delito de odio con el agravante de agresión física. Las autoridades trabajan ahora por identificar a los participantes y cuándo y dónde fue grabado el vídeo.” Para terminar el episodio, quiero contarte tres historias reales que muestran que cualquiera puede quedarse sin hogar. La primera es la historia de Inma y Jaume, y sucedió en Barcelona. Inma tenía solo 15 años cuando se fue a la calle con sus padres por problemas familiares y adicciones. Hoy, gracias a la ayuda de una Fundación, ambos tienen una vida diferente y ayudan a otras personas. La segunda historia es de José Ramón, que vivió unos meses en su coche tras una crisis personal y problemas con el alcohol. Contactó con Cruz Roja porque tenía hambre y pudo quedarse en una pensión mientras se recuperaba. También está el caso de Elianis, una joven colombiana que llegó a España para estudiar, pero perdió su beca y terminó en la calle. Cruz Roja la ayudó a regularizar su situación. Y la tercera historia es la de Marina, en Madrid. Marina tenía estudios universitarios y una vida estable en Venezuela, pero tras una crisis personal perdió su empleo y fue desalojada. Vivió meses en la calle, con frío y miedo. Gracias a otra Fundación, hoy está reconstruyendo su vida. Como te decía, son historias reales y nos recuerdan que nadie está libre de pasar por una situación así. Las causas son muchas: problemas familiares, pérdida de trabajo, migración, salud mental… Pero también nos muestran que la recuperación es posible con apoyo y solidaridad. Me quedo con este último mensaje. Y ahora vamos a repasar las palabras y expresiones que hemos visto hoy: Abrir diligencias: Iniciar una investigación oficial por parte de la policía o la justicia. Salir a la luz: Hacerse público algo que estaba oculto. Mofarse de alguien: Burlarse de alguien de manera cruel o con desprecio. Burlarse es reírse de alguien de forma ofensiva. Quemar: Destruir algo con fuego. Difundir un vídeo: Compartir un vídeo para que muchas personas lo vean. Peinado: Forma en que se arregla el cabello. Hacerse pasar por alguien: Fingir ser otra persona. Prueba de fuego: Situación difícil que demuestra la capacidad de alguien. Transferir: Pasar algo de un lugar o persona a otra. Tramitar: Gestionar un proceso oficial o administrativo. Delito de odio: Crimen motivado por discriminación hacia una persona o grupo. Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Se Habla Español. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/171214

Meteorología-Previsión del tiempo
M21-¿Qué es una DANA?

Meteorología-Previsión del tiempo

Play Episode Listen Later Jan 17, 2026 9:11


DANA es el acrónimo de “Depresión Aislada en Niveles Altos”. Una DANA es un sistema de baja presión o depresión en los niveles altos de la atmósfera, que se ha separado totalmente de la circulación general de la atmósfera, en nuestro caso de la circulación zonal del oeste. Normalmente, aparecen en el hemisferio norte aisladas al sur del flujo zonal establecido en altura. Estas depresiones en niveles altos pueden permanecer separadas de la circulación general durante días y presentan trayectorias erráticas, pudiendo llegar a ser retrógradas, con movimiento de este a oeste. Estas situaciones de DANA son potencialmente peligrosas sobre todo a finales del verano y el otoño en la zona mediterránea, cuando la temperatura superficial del agua del mar es elevada, lo que favorece mayores desarrollos nubosos, lo que puede dar lugar a lluvias más fuertes que en ocasiones provocan inundaciones.

Innovación Sin Barreras
Por qué Cali está produciendo los mejores founders de LatAm (Rappi, Chiper)

Innovación Sin Barreras

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 24:33


Normalmente, una "Cámara de Comercio" se dedica a registros mercantiles y trámites burocráticos.La Cámara de Comercio de Cali (CCC) es diferente.Mónica Ricardo lidera los programas de emprendimiento de una entidad que entendió que no se puede construir ecosistema desde el escritorio. Tienen que ser el "Key Account Manager" de los emprendedores.En este episodio grabado en Impactaland Live (junto a mi co-host invitado Kevin Corenstein, Tech Lead en Impacta VC), Mónica nos explica cómo Cali se convirtió en el ecosistema de mayor crecimiento en LatAm según el Global Innovation Index (GIA).En este episodio aprenderás:La metáfora del "Elefante y la Gacela": Cómo conectar corporativos lentos con startups rápidas sin matarse.Por qué Cali es la cuna de founders como Simón Borrero (Rappi) y José Bonilla (Chiper).La estrategia "NIDO": Cómo unieron a la Alcaldía y la Gobernación para competir juntos, no separados.El problema del inglés en LatAm: Por qué fallamos en la Serie A (Tequila Diplomacia no es suficiente).Cómo funciona el Capital Summit y los "retiros de salud mental" para founders.Capítulos:00:00 - Intro: Jaime Sotomayor y Kevin Corenstein (Impacta VC)01:59 - De Economista que iba a la Bolsa a Emprendedora Serial04:36 - ¿Qué hace una Cámara de Comercio con Startups? (La excepción de Cali)06:31 - Estrategia NIDO: Uniendo Alcaldía, Gobernación y Cámara08:09 - Capital Summit: Más allá del stand y el networking10:05 - Cómo la Cámara actúa como "Key Account Manager" del founder12:23 - Inversión Ángel en Cali: El auge de los médicos inversionistas16:07 - Corporate Venture Capital (CVC): El reto del Elefante y la Gacela18:36 - Colaboración con Endeavor y Digital Ventures22:32 - Los deseos de Mónica: Más CVC, Más Inglés y Más MujeresInvitados:Mónica Ricardo - Gerente de Emprendimiento e Innovación, Cámara de Comercio de CaliLinkedIn: https://www.linkedin.com/in/monicaricand/Kevin Corenstein (Co-host) - Tech Lead @ Impacta VCLinkedIn: https://www.linkedin.com/in/kevin-corenstein-rezepka/Sígueme para más sobre innovación y startups en LatAm:LinkedIn: linkedin.com/in/jaimersb/Instagram: https://www.instagram.com/jaimersbWeb: https://www.jaimesotomayor.com#InnovacionSinBarreras #Cali #Colombia #Startups #Impactaland #CapitalSummit

Artes
O universo criativo das ilustrações infantis de Catarina Sobral

Artes

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 8:25


A ilustradora portuguesa Catarina Sobral foi recentemente premiada com o "Purple Island", um dos quatro prémios do Nami Concours 2026, o concurso internacional de livro ilustrado da ilha de Nami, na Coreia do Sul. A distinção reconheceu o seu trabalho no livro "As Pessoas São Esquisitas", escrito por Victor D. O. Santos. Com um percurso marcado por diversas vitórias, incluindo o Prémio Internacional de Ilustração da Feira do Livro Infantil de Bolonha, Catarina Sobral é considerado uma das mais premiadas autoras de livros ilustrados em Portugal. Em entrevista, a ilustradora partilha o processo criativo das suas obras e reflecte sobre o universo das crianças e a importância de uma linguagem acessível sem perder a profundidade. Como é que foi a experiência de receber o prémio "Purple Island" no Nami Concours 2026? Foi muita boa. Gosto particularmente deste concurso, porque é muito internacional, eclético nas linguagem gráficas que premeia. E convidam sempre os vencedores para passar uma semana na ilha, onde fazem uma exposição incrível, com objectos tridimensionais, a partir das ilustrações dos livros, ao mesmo tempo que têm uma programação para o público infantil com oficinas, espectáculos de teatro, etc. Este festival internacional é dedicado à ilustração e aos livros para crianças. "As Pessoas São Esquisitas", editado em Portugal pela Orfeu Negro, foi o livro distinguido. Como é que foi o processo de ilustração deste livro? E do que é que fala? O livro é uma espécie de sátira às incoerências dos adultos. O narrador, que é uma criança, comenta esquisitices que vai observando em miúdos e graúdos, mas a maioria das que ele identifica são, de facto, as dos adultos. Muitas vezes parecem-lhe esquisitices porque não tem o filtro que a nossa socialização nos impõe e que nos faz olhar com naturalidade para algumas coisas que, se virmos bem, não são muito lógicas. Mas o livro é também uma ode a ser-se esquisito, no sentido de ser-se diferente e não procurar seguir padrões. O texto foi escrito pelo Víctor [D. O. Santos], ele contactou-me por e-mail e propôs-me a colaboração. Nós trabalhámos juntos no projecto do princípio ao fim, com o designer Daniel Cabral, que também escreve e ilustra. Portanto, éramos três profissionais do álbum ilustrado. Depois, propusemos o projecto a várias editoras. Em Portugal, quem publicou foi a Orfeu Negro, mas o livro também já foi publicado no Brasil, no Canadá, no México, na Bélgica... Está vendido para várias línguas: persa, grego, coreano, catalão… E como se desenrola o processo criativo? Primeiro, tento procurar a linguagem que melhor espelha aquilo que o texto me inspira. Este é um texto cómico, por isso queria que as personagens tivessem um pouco de humor. Mas não queria que fosse exagerado ou caricatural. Não queria que fosse demasiado "querido" também. A personagem principal tem um melhor amigo, que é um cão. E, no final, ficamos sem perceber se quem está a narrar a história é a criança ou o cão. Então, começo por fazer umas primeiras ilustrações. Muitas vezes, já esboço a cores para procurar a linguagem, o vocabulário, como são as personagens, os ambientes, a paleta de cores, as perspectivas, o tipo de pincéis que vou usar, a profundidade… Se vou pintar em camadas ou não, quantos planos vou ter… E vou explorando isso até chegar a um resultado satisfatório. Chego normalmente a duas ou três ilustrações iniciais e, depois, quando a linguagem está definida, quando acho que já responde ao que o texto inspira, começo a fazer as outras. Uma coisa que acrescentei neste livro foram os "easter eggs". Como o tema é a esquisitice, o livro também tem detalhes curiosos que os leitores podem descobrir em cada página, como uma banana a sair de uma chaminé, um guarda-chuva couve, um King Kong no Chrysler Building, um camelo num bairro residencial... Há muitos pormenores cómicos, coisas que estão fora do sítio, e que os leitores podem procurar. Não têm nenhuma relação com o texto, são só esquisitices visuais.   Isso exige ao leitor uma certa atenção... Exactamente. E depois, temos a última ilustração, que não tem texto mas que nos surpreende e propõe um significado diferente daquele que estávamos à espera. Essa última imagem, resultou também de um processo de reflexão entre nós os três. Tivémos de "partir pedra” em conjunto para resolver o final, sem usar texto. Não sei se é um spoiler, mas é importante dizer que a nossa personagem principal também é esquisita, e também poderia ser alvo de análise por alguém que olhasse para ele como ele olha para os outros. Quando se trabalha para crianças, o processo criativo tende a ser mais exigente? Eu diria que sim, é mais exigente. Devemos pensar em todas as audiências. Não se trata de simplificar a linguagem, isso infantiliza o público, mas de permitir que o livro também chegue às crianças, sem perder a profundidade. Um bom livro ilustrado tem de parecer bom também para os adultos. Não deve ser estereotipado nem restritivo. Deve ter em conta a experiência das crianças mas também pode ter camadas de leitura e assim atrair os adultos. Um livro que se redescobre de cada vez que se pega nele é um bom livro. Acho que esse é o desafio. Mas, claro, escrever um romance será certamente muito exigente, não acho que se deva comparar. Sei que há uma exigência específica quando se trabalha para a infância porque temos de ter em conta que as crianças observam, sentem e descobrem o mundo de forma totalmente diferente de nós, quem se lhes dirige. Quem escreve para adultos já parte de uma experiência parecida à do leitor. São outras preocupações, claro. A Catarina é uma das autoras portuguesas mais premiadas no campo do livro ilustrado. Em 2014, venceu o Prémio Internacional de Ilustração da Feira do Livro Infantil de Bolonha com o livro "O Meu Avô". Em 2024, venceu o Prémio Nacional de Ilustração pelo livro "Fantasmas, Bananas e Avestruzes" e, como já foi mencionado, já havia recebido prémios em 2007 na Coreia do Sul. Quando se é uma das autoras mais premiadas, sente o peso disso no momento de criar? Já senti mais. Quando passei a ser jurada de alguns concursos e a assistir mais frequentemente aos debates sobre os critérios de escolha dos júris de prémios, percebi que há critérios objectivos, mas há também uma grande parte de subjectividade. Quando a qualidade de uma ilustração já é muito boa, e há imensa gente talentosa na ilustração hoje em dia, as escolhas acabam por ser um pouco subjectivas. Há uma diferença clara entre o que é mau e o que é bom, entre o mediano e o bom, mas dentro do "muito bom" acaba por ser sempre uma escolha mais pessoal. Onde vai buscar a inspiração para o seu trabalho? Normalmente, procuro inspiração em outras obras de arte, não necessariamente nas artes visuais, mas na arte, de uma forma geral. O dia-a-dia também pode inspirar, os desenhos das crianças sem dúvida… Ainda assim, a arte e a ilustração, são o que mais me inspira. Neste momento, está a desenvolver algum projecto novo? Sim. Acabei de apresentar um espectáculo de teatro em Lisboa, que inclui ilustrações manipuladas ao vivo, e que foi escrito por mim. E agora, tenho alguns livros novos previstos para este ano, que ainda não comecei a fazer, mas já estão encomendados. A Catarina também teve um programa de rádio. O universo das crianças é algo que a fascina? Sim, para mim, escrever ou desenhar para crianças, fazer rádio ou espectáculos de teatro para a infância, tem as mesmas premissas. O que muda é o meio, mas há processos e linhas de orientação que são muito semelhantes. Para mim, a ideia de síntese é muito importante. E também a de escrever ou desenhar a partir das emoções. Porque ao ser sintética e ao partir das emoções vou comunicar com as crianças através de algo que é essencial, que está na raiz, eliminando o que é acessório. E esta perspectiva universaliza o objecto artístico, não infantiliza, abre-o a diferentes interpretações permitindo que seja desfrutado por várias audiências. Ao ser suficientemente aberto e livre, o objecto artístico pode ser interpretado de forma mais pessoal. Cada leitor, espectador ou ouvinte pode identificar-se com aquela experiência ou história à luz das suas próprias vivências.

Daniel Ramos' Podcast
Episode 509: 04 de Enero del 2026 - Devoción matutina para Adultos - ¨Por su Gracia"

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Jan 3, 2026 5:06


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1====================================================DEVOCIÓN   MATUTINA PARA ADULTOS 2026“POR SU GRACIA”Narrado por: Exyomara AvilaDesde: Bogotá, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church ===================|| www.drministries.org ||===================04 DE ENEROJESÚS LLAMA A MATEO (SEGUNDA PARTE)«Al oír esto Jesús, les dijo: Los sanos no tienen necesidad de médico, sino los enfermos. Id, pues, y aprended lo que significa: Misericordia quiero, y no sacrificio. Porque no he venido a llamar a justos, sino a pecadores, al arrepentimiento» (Mateo 9:12-13).Ayer meditaste en cuatro cosas que Leví Mateo tuvo que dejar. No es fácil tomar una decisión de esta magnitud. Normalmente, antes de tomar un camino tan serio, piensas en sus consecuencias. ¿Será que Leví no se puso a meditar en todo lo que involucraba seguir a Jesús? ¿Cómo puede una persona dejar el trabajo, los amigos, las riquezas y la familia por seguir a Jesús? ¿No es para locos?Leví estaba acostumbrado a ser odiado; es decir, no era una persona que todos apreciaban porque su trabajo lo desacreditaba. Casi puedo escuchar los apodos que le gritaban: «¡¿Qué tal, ladrón?! ¡¿Cómo te va, estafador?! ¡¿Cuánto te robaste hoy, sin vergüenza?!» En medio de todo esto apareció Jesús, la persona que él menos esperaba. Había escuchado de sus milagros, de su popularidad, de todo lo bueno que la gente hablaba de él, y pensaba: «¿Cómo se va a fijar en mí? El llama solo a los buenos y no a personas como yo». ¡Pero ahí estaba con una mirada tierna, compasiva, comprensiva y amorosa diciéndole: «Levántate y sígueme»!Puede ser que todo el mundo te rechace, que tus apodos reflejen lo que la gente piensa que eres, que nadie crea en ti y ni siquiera tú mismo. En ese caso, te tengo una buena noticia: Jesús no piensa como todos, él te conoce, sabe dónde vives, cómo piensas, qué haces y cómo hablas. Lo grandiosos de todo es que a pesar de tus imperfecciones, ¡él te ama! ¿No es increíble? Leví Mateo vio su oportunidad y no titubeó. Toda la gente lo había etiquetado, pero Jesús sabía quién era él en el fondo.¿Por qué te llama Jesús? No hay mucha explicación; no te llama por tu inteligencia, por los logros académicos, por las riquezas, por lo guapo que seas, por lo bueno o por lo malo que hagas. El te llama por una simple razón: porque te ama. No te llama por lo que eres, sino por lo que puedes llegar a ser en sus manos.Apreciado amigo, no importa cómo te sientas ni lo que la gente piense de ti, Jesús te conoce bien. Escucha su voz y ve que en sus ojos no hay una mirada de reproche ni de odio; su mirada es de amor. No importa lo que eres o lo que fuiste, lo que importa es lo que Jesús hará de ti contra todos los pronósticos, porque todo es por su gracia. 

Distancia Hiperfocal, Fotografía de Paisaje y Viajes
123. Qué llevamos en la mochila

Distancia Hiperfocal, Fotografía de Paisaje y Viajes

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 83:06


En el episodio de hoy repasamos el contenido que llevamos en nuestra mochila, tanto material fotográfico como accesorios. > TALLERES DE FOTOGRAFÍA Ya están disponibles las fechas para los Talleres de Fotografía de Paisaje que formarán parte de mi oferta formativa. Si te apetece acompañarme en nuevas aventuras fotográficas, respetando todas las medidas de seguridad, echa un vistazo. Plazas limitadas. Talleres de Fotografía de Paisaje con Rafa Irusta QUÉ LLEVAMOS EN LA MOCHILA En este episodio de Distancia Hiperfocal, Roger Vivé y yo repasamos con detalle el equipo que llevamos habitualmente en nuestras mochilas cuando salimos a fotografiar paisajes. No se trata solo de cámaras y objetivos: hablamos también de accesorios, organización, estrategias para reducir peso y cómo adaptar el contenido según el tipo de salida. PUNTOS CLAVE TRATADOS EN EL EPISODIO Cámara y objetivos: Llevamos una cámara principal full frame y un conjunto de objetivos que cubren desde angular hasta teleobjetivo. Normalmente incluimos: un zoom estándar (24-105 mm), un zoom angular (16-35 mm) y un teleobjetivo (100-400 mm). Dependiendo de la salida, en caso de hacer arquitectura, añado un objetivo descentrable Canon TS-E24mm. Trípode: El trípode es imprescindible en muchas situaciones, especialmente en fotografía con poca luz o exposiciones largas. Recomendamos uno estable y relativamente ligero, que se pueda transportar fácilmente pero que aguante condiciones adversas. Filtros: Llevamos siempre un polarizador para controlar reflejos y saturación, filtros ND para exposiciones largas y, en ocasiones, degradados dependiendo de la escena. Van organizados en una bolsa para evitar golpes. Accesorios esenciales:: Disparador remoto o intervalómetro. Paños de microfibra y gamuza para limpiar la lente. Baterías de repuesto y cargador portátil. Varias tarjetas de memoria y un estuche para mantenerlas organizadas. Linterna frontal para trabajar de noche. Pequeño botiquín. Llaves Allen para el trípode. Otros accesorios que citamos en el episodio. Dron (cuando la salida lo justifica):: En ocasiones llevamos el dron, con baterías adicionales, hélices de repuesto y el mando. Siempre revisamos las zonas de vuelo permitidas antes de salir.. Ropa y protección: Aunque la mochila es fotográfica, siempre reservamos espacio para una chaqueta impermeable ligera, una funda de lluvia para la mochila y guantes si la climatología lo requiere. Organización interna: Cada elemento tiene su compartimento asignado para poder acceder rápido sin perder tiempo. Además, dividimos la mochila de forma que lo más pesado vaya cerca de la parte baja de la espalda para evitar molestias en caminatas largas. CONCLUSIONES La mochila ideal no es la que va llena, sino la que lleva lo que realmente necesitas para la salida que estás haciendo. Tener un equipo equilibrado, bien organizado y adaptado a cada situación te permite trabajar con fluidez, comodidad y, sobre todo, disfrutar más de la fotografía de paisaje. EQUIPO FOTOGRÁFICO DE RAFA IRUSTA EQUIPO FOTOGRÁFICO DE ROGER VIVÉ REDES SOCIALES ROGER VIVÉ Web: rogervive.com Telegram: La Meva Mirada Instagram: @rogervive YouTube: @rogervive Flickr: Roger Vivé ENLACES DE INTERÉS Suscríbete a mi Boletín de Noticias para estar al día de mis Talleres de Fotografía y otras actividades fotográficas. Visita mi Escuela de Fotografía de Paisaje Online (Contenido nuevo cada semana) Mi canal de información en Telegram Comunidad Hiperfocal en Telegram Mi canal en YouTube Muchas gracias y volvemos en 15 días con un nuevo episodio de Distancia Hiperfocal. ¡¡Un saludo y hasta pronto!! ¿TE GUSTAN LOS CONTENIDOS DE ESTE BLOG? CONTACTAR Puedes contactar conmigo a través del formulario de contacto. SUSCRÍBETE AL PODCAST Para no perderte ningún episodio de Distancia Hiperfocal suscríbete en Apple Podcasts, Android, ivoox y Spotify Talleres de Fotografía de Paisaje con Rafa Irusta

La Libreta de Van Gaal
Saber y empatar 5x08: los mejores cedidos, con Borja Aranda

La Libreta de Van Gaal

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 105:53


Normalmente, una cesión es una forma de quitarse de encima un jugador al que no quieres. Para el jugador, en cambio, puede ser una liberación, el comienzo de una nueva oportunidad. Y para el equipo de destino, la única forma de disfrutar de determinados futbolistas. Para tratar este asunto de máxima importancia contamos con la visita de Borja Aranda. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Se Habla Español
Español con noticias 76: Nueva terapia contra el cáncer - Episodio exclusivo para mecenas

Se Habla Español

Play Episode Listen Later Nov 23, 2025 27:13


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Episodio exclusivo para suscriptores de Se Habla Español en Apple Podcasts, Spotify, iVoox y Patreon: Spotify: https://open.spotify.com/show/2E2vhVqLNtiO2TyOjfK987 Patreon: https://www.patreon.com/sehablaespanol Buy me a coffee: https://www.buymeacoffee.com/sehablaespanol/w/6450 Donaciones: https://paypal.me/sehablaespanol Contacto: sehablaespanolpodcast@gmail.com Facebook: www.facebook.com/sehablaespanolpodcast Twitter: @espanolpodcast Hola, ¿cómo va todo? Aquí en Luxemburgo ya estamos viviendo el espíritu de la Navidad, porque este fin de semana han abierto los mercadillos navideños, concretamente el pasado viernes 21 de noviembre. Como en este país no se celebra la fiesta de los Reyes Magos, la Navidad termina el 1 de enero. Ya sabes que en España termina el día 6, aunque los estudiantes suelen tener libre incluso el 7 de enero. Y estas fechas son muy especiales para las familias que tienen a alguien enfermo, sobre todo si es un niño o un adolescente. A todas ellas, un abrazo muy fuerte desde aquí, y también una buena noticia que compartir. Porque hoy vamos a hablar de un tema muy importante: la lucha contra el cáncer y un nuevo tratamiento que está funcionando en España. Pero antes vamos a explicar algunas diferencias entre la sanidad pública y la sanidad privada en mi país. En España, la sanidad pública está financiada por los impuestos y las cotizaciones sociales. Esto significa que, si trabajas y cotizas, tienes acceso gratuito a médicos, hospitales y urgencias. Solo hay que pagar una parte de los medicamentos, lo que se llama copago. Por ejemplo, una persona con ingresos bajos puede pagar unos 8 euros por un medicamento que cuesta mucho más. Por otro lado, la sanidad privada funciona con seguros médicos. Las personas pagan una póliza mensual para tener acceso más rápido a especialistas, elegir médico o recibir servicios extra como atención dental o revisiones oftalmológicas, de la vista. Los precios varían: un joven puede pagar unos 20 o 30 euros al mes, mientras que una persona mayor puede pagar más de 100 euros mensuales. Muchas personas en España combinan ambos sistemas: usan la sanidad pública para lo esencial y contratan un seguro privado para evitar listas de espera o tener más comodidad. Con esta información como contexto, vamos a escuchar una noticia que nos habla de un avance médico realizado en un hospital público. Y es que el Hospital de La Paz, en Madrid, ha conseguido curar a varios niños con leucemia gracias a una terapia experimental. A lo largo del episodio, vamos a aprender vocabulario relacionado con este tema. Pero lo primero es escuchar la noticia, que pertenece una vez más a Radio Nacional de España. Presta mucha atención. “La sanidad pública, concretamente el Hospital de la Paz en Madrid, ha logrado salvar a 8 niños y adolescentes con cáncer, con una forma agresiva de leucemia, que ya no tenían ninguna opción de curarse. Lo han logrado gracias a una terapia experimental con células y ahora hacen vida normal. Nos lo ha contado Lucía, tiene 15 años y gracias a este tratamiento, también muchos planes de futuro. Y nos ha contado varias cosas. La primera es que quiere estudiar Biología, la segunda es que en el colegio la están arropando mucho y la tercera y la más importante es que está curada. Ahora me siento genial. Normalmente tengo recaídas al año y mucho, pero no he tenido nada y estoy muy contenta porque parece que ahora sí, pues estoy curada. Tras 15 años de lucha contra la leucemia y cuatro recaídas, Lucía ha comenzado a hacer vida normal. El tratamiento conocido como CAR-T en tándem ha sido aplicado en 10 pacientes que ya habían pasado por quimioterapia y por trasplante para frenar el avance de la enfermedad. 8 de esos menores ya están curados. El gran problema de la leucemia son las recaídas y es que las células tumorosas, tras la primera medicación, son capaces de ocultarse en algunas moléculas para pasar desapercibidas y posteriormente volver a atacar. Lo que hace este tratamiento es fijar dos moléculas a la vez y dejar al cáncer sin escondite posible. El resultado, lo decíamos, 8 niños curados y una nueva esperanza para poder derrotar definitivamente la enfermedad.” La verdad es que da gusto escuchar noticias positivas relacionadas con el cáncer, porque es una enfermedad que termina con la vida de miles de personas cada año, y los avances médicos suelen tardar mucho tiempo en llegar. Pero bueno, de vez en cuando aparecen nuevos tratamientos que funcionan, como el que nos han contado en la noticia. Con respecto al vocabulario, no he encontrado mucho que explicar, pero vamos a reforzar algunos conocimientos para que estén todavía más claros. Terapia experimental: Tratamiento médico nuevo que aún está en fase de prueba y no se ha aprobado oficialmente para su uso general. Ejemplos: Los médicos aplicaron una terapia experimental para tratar el cáncer que no respondía a otros tratamientos. Aunque es una terapia experimental, ha mostrado resultados muy prometedores en algunos pacientes. Hacer vida normal: Volver a la rutina diaria habitual después de una enfermedad o situación difícil. Ejemplos: Después de la operación, pudo hacer vida normal y volver al trabajo. Lucía ha empezado a hacer vida normal tras superar la leucemia. Arropar: En sentido figurado, significa proteger, apoyar o dar cariño a alguien, especialmente en momentos difíciles. Ejemplos: Su familia lo arropó durante todo el tratamiento. En el colegio, los profesores y compañeros la están arropando mucho. Recaída: Cuando una persona vuelve a enfermar después de haber mejorado o superado una enfermedad. Ejemplos: Tras varios meses sin síntomas, tuvo una recaída y volvió al hospital. Las recaídas son comunes en enfermedades como la leucemia. Pasar desapercibida: No ser notado o detectado; en medicina, se refiere a células o síntomas que no se identifican fácilmente. Ejemplos: Las células cancerosas pueden pasar desapercibidas tras el primer tratamiento. Su talento no pasó desapercibido en el concurso de canto. Fijar: En medicina, significa unir o dirigir algo hacia un objetivo específico; también puede significar establecer o asegurar algo. Ejemplos: El tratamiento fija dos moléculas para atacar el cáncer sin dejarle escondite. Han fijado la fecha de la operación para el próximo lunes. Muy bien. Como te decía, el resto del vocabulario es bastante sencillo, y supongo que lo conoces perfectamente. Así que, escuchamos la noticia por segunda vez. “La sanidad pública, concretamente el Hospital de la Paz en Madrid, ha logrado salvar a 8 niños y adolescentes con cáncer, con una forma agresiva de leucemia, que ya no tenían ninguna opción de curarse. Lo han logrado gracias a una terapia experimental con células y ahora hacen vida normal. Nos lo ha contado Lucía, tiene 15 años y gracias a este tratamiento, también muchos planes de futuro. Y nos ha contado varias cosas. La primera es que quiere estudiar Biología, la segunda es que en el colegio la están arropando mucho y la tercera y la más importante es que está curada. Ahora me siento genial. Normalmente tengo recaídas al año y mucho, pero no he tenido nada y estoy muy contenta porque parece que ahora sí, pues estoy curada. Tras 15 años de lucha contra la leucemia y cuatro recaídas, Lucía ha comenzado a hacer vida normal. El tratamiento conocido como CAR-T en tándem ha sido aplicado en 10 pacientes que ya habían pasado por quimioterapia y por trasplante para frenar el avance de la enfermedad. 8 de esos menores ya están curados. El gran problema de la leucemia son las recaídas y es que las células tumorosas, tras la primera medicación, son capaces de ocultarse en algunas moléculas para pasar desapercibidas y posteriormente volver a atacar. Lo que hace este tratamiento es fijar dos moléculas a la vez y dejar al cáncer sin escondite posible. El resultado, lo decíamos, 8 niños curados y una nueva esperanza para poder derrotar definitivamente la enfermedad.” Sé que lo tienes todo muy claro, pero ya sabes que me gusta ofrecerte la noticia cambiando algunas palabras para que puedas ampliar tu vocabulario. Y es lo que voy a hacer ahora mismo. La información se refiere al sistema médico público, en concreto el Hospital de La Paz en Madrid, porque ha conseguido devolverle la salud a ocho menores —niños y adolescentes— que padecían cáncer, una variante severa de leucemia, y que ya no contaban con ninguna alternativa de recuperación. Este logro ha sido posible gracias a un procedimiento innovador con células, y ahora estos jóvenes han vuelto a tener una rutina habitual. Una de ellas, Lucía, de 15 años, ha compartido su experiencia con Radio Nacional de España. Y gracias a este método terapéutico, tiene muchos proyectos para el futuro. En concreto, Lucía ha revelado tres cosas importantes: la primera, que desea estudiar Biología; la segunda, que en el colegio la están apoyando emocionalmente mucho; y la tercera, y más relevante, que está libre de la enfermedad. Dice que se encuentra fenomenal. Antes solía tener reapariciones de la enfermedad cada año, y bastante fuertes, pero esta vez no ha tenido ninguna, y está muy feliz porque parece que, por fin, está curada. Después de 15 años de batalla contra la leucemia y cuatro recaídas, Lucía ha comenzado a retomar su vida cotidiana. El tratamiento, conocido como CAR-T en combinación, se ha aplicado a diez pacientes que ya habían pasado por quimioterapia y por trasplantes para intentar detener el avance de la dolencia. Ocho de ellos ya están libres de cáncer. El gran desafío de la leucemia son las reapariciones, ya que las células malignas, tras el primer tratamiento, pueden camuflarse en ciertas moléculas para no ser detectadas y luego volver a atacar. Lo que hace este tratamiento es dirigirse simultáneamente a dos moléculas y dejar al cáncer sin posibilidad de esconderse. El resultado, como decíamos, ocho menores recuperados y una nueva ilusión para vencer definitivamente esta enfermedad. Por cierto, me gusta mucho el verbo “camuflarse”, que es como esconderse, pero utilizando alguna estrategia especial. Por ejemplo, podemos camuflarse con un disfraz para que nadie sepa quiénes somos. Venga, vamos a escuchar la noticia por última vez y te cuento más detalles sobre el impacto del cáncer en España. “La sanidad pública, concretamente el Hospital de la Paz en Madrid, ha logrado salvar a 8 niños y adolescentes con cáncer, con una forma agresiva de leucemia, que ya no tenían ninguna opción de curarse. Lo han logrado gracias a una terapia experimental con células y ahora hacen vida normal. Nos lo ha contado Lucía, tiene 15 años y gracias a este tratamiento, también muchos planes de futuro. Y nos ha contado varias cosas. La primera es que quiere estudiar Biología, la segunda es que en el colegio la están arropando mucho y la tercera y la más importante es que está curada. Ahora me siento genial. Normalmente tengo recaídas al año y mucho, pero no he tenido nada y estoy muy contenta porque parece que ahora sí, pues estoy curada. Tras 15 años de lucha contra la leucemia y cuatro recaídas, Lucía ha comenzado a hacer vida normal. El tratamiento conocido como CAR-T en tándem ha sido aplicado en 10 pacientes que ya habían pasado por quimioterapia y por trasplante para frenar el avance de la enfermedad. 8 de esos menores ya están curados. El gran problema de la leucemia son las recaídas y es que las células tumorosas, tras la primera medicación, son capaces de ocultarse en algunas moléculas para pasar desapercibidas y posteriormente volver a atacar. Lo que hace este tratamiento es fijar dos moléculas a la vez y dejar al cáncer sin escondite posible. El resultado, lo decíamos, 8 niños curados y una nueva esperanza para poder derrotar definitivamente la enfermedad.” Como te decía, para concluir vamos a repasar las estadísticas más recientes sobre el cáncer infantil en España. En 2024 se registraron alrededor de 1.500 casos nuevos en niños menores de 14 años. Pero lo realmente alentador es el avance en las tasas de supervivencia. Según los últimos informes, la tasa de supervivencia a cinco años tras el diagnóstico se sitúa en un impresionante 83,9 % para menores de 0 a 14 años. Esta cifra refleja una mejora constante en comparación con décadas atrás; en los años ochenta y noventa la supervivencia estaba muy por debajo, entre el 60 % y el 70 %. Estos datos ponen en evidencia que la investigación médica y los avances terapéuticos han conseguido que hoy más del 80 % de los niños con cáncer logren superarlo. Se evidencia también que cuanto más tiempo pasa tras el diagnóstico —especialmente superados los cinco años— menor es el riesgo de recaída, gracias a programas de seguimiento sólido que permiten detectar y tratar a tiempo posibles complicaciones. Este progreso va de la mano de innovaciones como la terapia CAR‑T, de la que hemos hablado hoy, y de los múltiples esfuerzos en medicina personalizada y oncología pediátrica. El mensaje es claro: aunque cada año se diagnostican nuevos casos, las posibilidades de curación siguen mejorando, ofreciendo un horizonte mucho más esperanzador para niños y adolescentes afectados. Y ahora, como siempre, repasamos las palabras y expresiones que hemos explicado hoy. Terapia experimental: Tratamiento médico nuevo que aún está en fase de prueba y no se ha aprobado oficialmente para su uso general. Hacer vida normal: Volver a la rutina diaria habitual después de una enfermedad o situación difícil. Arropar: En sentido figurado, significa proteger, apoyar o dar cariño a alguien, especialmente en momentos difíciles. Recaída: Cuando una persona vuelve a enfermar después de haber mejorado o superado una enfermedad. Pasar desapercibida: No ser notado o detectado; en medicina, se refiere a células o síntomas que no se identifican fácilmente. Fijar: En medicina, significa unir o dirigir algo hacia un objetivo específico; también puede significar establecer o asegurar algo. Pues esto ha sido todo por hoy. Espero que la noticia te haya alegrado tanto como a mí, porque muchas veces sólo escuchamos malas noticias en los medios de comunicación. Ojalá encuentre más informaciones de este tipo en el futuro para poder hablar de ellas aquí. Mil gracias de nuevo por tu apoyo y hasta la próxima semana. Adiós. Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Se Habla Español. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/171214

Learn Italian with LearnAmo - Impariamo l'italiano insieme!
Padroneggia il Congiuntivo INDIPENDENTE: Desideri, Dubbi e Ordini in Italiano

Learn Italian with LearnAmo - Impariamo l'italiano insieme!

Play Episode Listen Later Nov 23, 2025


Ti sei mai chiesto perché in italiano diciamo "Che tu sia benedetto!" oppure "Magari avessi più tempo!"? In questi casi il congiuntivo appare in frasi che stanno in piedi da sole, senza dipendere da nulla. Questo è il congiuntivo indipendente, molto diffuso nella lingua italiana per esprimere desideri, ordini, dubbi e supposizioni. Con questa guida completa, imparerai a usarlo come un vero madrelingua italiano. Il Congiuntivo INDIPENDENTE: Quando usarlo da solo Cos'è il Congiuntivo Indipendente? Facciamo chiarezza su questo concetto. Normalmente, quando studi il congiuntivo, lo vedi sempre in frasi dipendenti, giusto? Per esempio: "Penso che tu abbia ragione" oppure "Voglio che tu venga con me". In questi casi, il congiuntivo dipende da un verbo principale (penso, voglio) che regge l'intera costruzione. Tuttavia, il congiuntivo può anche essere indipendente, cioè può apparire in frasi che stanno in piedi da sole, senza dipendere da un'altra frase. Ecco perché si chiama "indipendente" – è autonomo nella sua funzione comunicativa. Queste frasi esprimono emozioni, desideri, dubbi, ordini o supposizioni in modo diretto e immediato. Il congiuntivo indipendente è estremamente comune nella lingua parlata italiana, specialmente nelle espressioni emotive e colloquiali. Una volta che padroneggerai questo uso, il tuo italiano suonerà molto più naturale e autentico. I Diversi Tipi di Congiuntivo Indipendente Vediamo ora tutti i casi principali in cui si usa il congiuntivo indipendente. Presta attenzione, perché sono diversi e ognuno ha una funzione comunicativa specifica. Analizzeremo ogni tipo nel dettaglio con numerosi esempi pratici che potrai utilizzare fin da subito nelle tue conversazioni quotidiane. 1. Congiuntivo Esortativo (per Dare Ordini o Inviti) Il congiuntivo esortativo si usa per dare ordini, inviti o esortazioni. Si usa in sostituzione dell'imperativo per le persone mancanti (terza persona singolare/plurale, prima persona plurale) o per il Lei con cortesia. È molto formale ed elegante, perfetto per situazioni professionali o quando si vuole mantenere un tono rispettoso. Quando si Usa il Congiuntivo Esortativo? Si utilizza questa forma quando si vuole: Dare ordini formali alla terza persona singolare o plurale Fare inviti cortesi usando il "Lei" formale Proporre azioni di gruppo alla prima persona plurale (noi) Esortare qualcuno a fare qualcosa con eleganza Esempi Pratici con la Terza Persona Singolare (Lei Formale) "Entri pure, signora!" (Lei formale – equivale a "entra!" ma con cortesia)"Venga con noi, professore!" (invito formale a una persona di riguardo)"Si accomodi, prego!" (ordine/invito cortese molto comune in contesti formali)"Stia attento!" (ordine alla terza persona singolare)"Prenda questa strada e poi giri a destra!" (indicazioni formali)"Mi dica pure tutto, dottore!" (invito a parlare liberamente) Esempi con la Terza Persona Plurale (Loro Formale) "Si accomodino, prego!" (ordine/invito cortese al plurale)"Entrino pure, signori!" (invito formale a più persone)"Facciano ciò che vogliono!" (permesso totale con tono formale)"Abbiano pazienza, per favore!" (richiesta cortese di attesa) Attenzione alla Prima Persona Plurale (Noi)! Alla prima persona plurale (noi), il congiuntivo esortativo è comunissimo nella lingua parlata italiana: "Andiamo al cinema!" (proposta di attività)"Facciamo una pausa!" (suggerimento di riposare)"Parliamo di questo problema!" (invito alla discussione)"Usciamo a cena stasera!" (proposta per la serata)"Vediamo cosa possiamo fare!" (esortazione a trovare soluzioni) Nota importante: In questo caso, congiuntivo e indicativo hanno la stessa forma per la prima persona plurale, ma la funzione è esortativa, quindi si sta di fatto usando il congiuntivo. La differenza si percepisce dal contesto e dall'intonazione: quando si propone o si invita, si usa il congiuntivo esortativo. 2. Congiuntivo Ottativo (per Esprimere Desideri) "Ottativo" deriva dal latino "optare" e significa "desiderare". Si usa questo congiuntivo per esprimere un desiderio, un augurio o una speranza. Spesso è introdotto da parole come "magari", "se solo", "oh se", "almeno" oppure "che". Questo è probabilmente l'uso più emotivo e personale del congiuntivo indipendente. Funzione e Uso del Congiuntivo Ottativo Esprime un desiderio realizzabile nel presente o futuro: "Magari venisse!" (desiderio che potrebbe avverarsi) Esprime un rimpianto per il passato: "Oh, se avessi studiato di più!" (rimpianto per qualcosa che non è accaduto e ora è troppo tardi) Esprime auguri e benedizioni: "Che Dio ti benedica!" (augurio formale) Esprime fantasie irrealizzabili: "Se fossi un uccello!" (desiderio impossibile) Esempi con "Magari" (Molto Comune!) Desideri per il presente/futuro (congiuntivo imperfetto):"Magari piovesse un po'!" (desiderio che piova)"Magari vincessi alla lotteria!" (desiderio di vincere soldi)"Magari ci fosse un corso sui verbi pronominali!" (desiderio di avere qualcosa che non c'è)"Magari smettesse di nevicare!" (desiderio per il presente)"Magari tornasse presto!" (speranza che qualcuno ritorni) Rimpianti per il passato (congiuntivo trapassato):"Magari avessi studiato di più!" (rimpianto per non aver studiato abbastanza)"Magari avessi ascoltato i tuoi consigli!" (rimpianto per non aver seguito i consigli)"Magari avessimo preso l'altra strada!" (rimpianto per una scelta passata)"Magari non fossi andato a quella festa!" (rimpianto per un'azione passata) Esempi con "Che" (Auguri Formali) "Che Dio ti benedica!" (augurio religioso)"Che tu possa essere felice!" (augurio di felicità)"Che il cielo ti aiuti!" (augurio solenne)"Che la fortuna ti assista!" (augurio di buona sorte)"Che tu possa realizzare tutti i tuoi sogni!" (augurio per il futuro)"Che vada tutto bene!" (augurio comune prima di un evento importante) Esempi con "Se" o "Se Solo" (Desideri Impossibili) "Se solo avessi più tempo!" (rimpianto per la mancanza di tempo)"Oh se potessi tornare indietro!" (desiderio impossibile di cambiare il passato)"Se fossi ricco!" (fantasia sulla ricchezza)"Se avessi le ali!" (desiderio impossibile di volare)"Oh se potessi leggere nel pensiero!" (fantasia sui superpoteri) Esempi con "Almeno" (Desiderio Minimo) "Almeno smettesse di piovere!" (desiderio minimo sul tempo)"Almeno mi avesse avvertito!" (rimpianto per mancanza di comunicazione)"Almeno provasse a capirmi!" (desiderio di comprensione)"Almeno facesse silenzio!" (richiesta di tranquillità) 3. Congiuntivo Concessivo (per Fare Concessioni) Il congiuntivo concessivo si usa per ammettere o concedere qualcosa, spesso seguito da un'opposizione o da un'obiezione. È accompagnato da parole come "pure", "anche" o semplicemente senza introduttori, oppure introdotto da espressioni come "ammettiamo che", "sia pure che" o "anche se". Come Funziona? È come dire: "Ok, ammetto questo punto, MA..." – è una concessione seguita spesso da un'opposizione. Si usa quando si vuole riconoscere un punto di vista altrui pur mantenendo la propria posizione. È molto utile nelle discussioni e nei dibattiti per apparire ragionevoli pur non cedendo completamente. Esempi Pratici "Sia anche come dici tu, ma io non sono d'accordo!" (va bene, ammetto che potrebbe essere così, ma...)"Dica quello che vuole, a me non interessa!" (può dire tutto ciò che vuole, ma non mi importa)"Faccia pure come crede!" (libertà totale, fai come vuoi)"Venga pure, tanto non cambierà nulla!" (può venire, ma sarà inutile)"Ammettiamo pure che la tua casa sia più piccola della mia: non per questo devi provare odio nei miei confronti!" (concessione seguita da obiezione)"Siano pure più bravi di noi, ma noi abbiamo più esperienza!" (ammissione con riserva)"Dica quel che vuole, io non cambio idea!" (concessione di libertà di parola ma mantenimento della propria posizione) 4. Congiuntivo Dubitativo (per Esprimere Dubbi e Incertezze) Il congiuntivo dubitativo esprime dubbio, incertezza o perplessità. Spesso è introdotto da "che", "non" oppure appare in domande retoriche. Questo tipo di congiuntivo è estremamente comune nella lingua parlata italiana, specialmente quando si pensa ad alta voce o si esprime preoccupazione. Quando si Usa? Quando usi il congiuntivo dubitativo, stai fondamentalmente pensando ad alta voce, esprimendo un'ipotesi o un'incertezza su qualcosa. È il modo più naturale per un italiano di esprimere dubbi senza fare affermazioni categoriche. Molto usato in contesti informali tra amici e familiari. Esempi con "Che" (Forma più Comune) "Che sia lui il colpevole?" (mi chiedo se sia lui...)"Che abbiano dimenticato l'appuntamento?" (dubbio, perplessità sul motivo della loro assenza)"Che abbia detto la verità?" (incertezza sulla veridicità)"Che stia male?" (preoccupazione e dubbio sulla salute di qualcuno)"Che siano già partiti?" (dubbio su un'azione già compiuta)"Che abbia perso il treno?" (ipotesi sul ritardo di qualcuno)"Che siano troppe informazioni?" (dubbio sulla quantità di informazioni fornite) Esempi con "Non" (Dubbio con Negazione) "Non sappia lui la risposta?" (domanda dubitativa con tono di sorpresa)"Non abbia capito bene?" (dubbio sulla comprensione)"Non sia il caso di chiamare un medico?" (dubbio che suggerisce un'azione) Contesto d'Uso Il congiuntivo dubitativo è particolarmente utile quando: Non si vuole fare un'affermazione diretta Si cerca di essere diplomatici Si esprime preoccupazione in modo delicato Si vuole coinvolgere l'interlocutore nel ragionamento 5. Congiuntivo Suppositivo (per Fare Supposizioni) Il congiuntivo suppositivo è simile al dubitativo, ma si usa per fare supposizioni e ipotesi più che per esprimere veri dubbi. Spesso è introdotto da "che" oppure da espressioni come "poniamo che", "ammesso che", "supponiamo che",

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Llevándonos bien con nuestros compañeros de trabajo - Parte 1 | The Christian Working Woman en español

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Normalmente, pasamos alrededor de ocho horas diarias en la oficina, con personas que, si fuera por nosotros, quizás no elegiríamos para compartir un tercio de nuestro tiempo semanal. Este episodio hace parte de la serie devocional "Llevándonos bien con los compañeros de trabajo", un mensaje de The Christian Working Woman en español por Mary Lowman. Si te interesa escuchar más series completas, visita nuestra lista de reproducción.

The Christian Working Woman en Español
Llevándonos bien con nuestros compañeros de trabajo - Parte 1

The Christian Working Woman en Español

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 3:08


Normalmente, pasamos alrededor de ocho horas diarias en la oficina, con personas que, si fuera por nosotros, quizás no elegiríamos para compartir un tercio de nuestro tiempo semanal.Este episodio hace parte de la serie devocional "Llevándonos bien con los compañeros de trabajo", un mensaje de The Christian Working Woman en español por Mary Lowman. Si te interesa escuchar más series completas, visita nuestra lista de reproducción.

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Normalmente creemos que una comunidad nos hace bien pero.. ¿y si es esa comunidad lo que te está limitando a crecer?

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El cáncer de seno es el segundo tipo de cáncer más común en la mujer (el primero es el cáncer de la piel). Mientras mas edad tenga la mujer, mayor es el riesgo. La mayoría de las mujeres no saben realmente como es un “Seno Normal”. Normalmente el seno es de forma de lágrima. Hay tejido del seno desde la clavícula hasta las primeras costillas y desde el hueso del esternón en el centro del pecho hasta la parte posterior de la axila. La mayoría de los tejidos del seno se encuentran en la parte superior del seno y hacia la axila, mientras que el tejido grasoso está en la mitad y la parte inferior del seno. Las costillas se encuentran detrás del seno y esto puede hacer que al palpar podamos sentir como si fueran bultos duros. La aureola es la parte oscura alrededor del seno. Su forma y tamaño varía en las mujeres y su color varía de acuerdo con el color de la piel de la mujer. En las blancas es rosado; en las trigueñas es marrón; y en las morenas es negro. En la mayoría de las mujeres se oscurece después del primer embarazo. Su color cambia también durante las varias etapas de la relación sexual. Alrededor de la aureola hay unos pequeños bultitos que parecen granitos, son las pequeñas glándulas de Montgomery. En el mismo pezón también hay glándulas sebáceas que secretan pequeñísimas cantidades de lubricantes. El tejido de los senos está entre capas de grasa, detrás de los cuales se encuentra el músculo pectoral del pecho. Este tejido es firme y gomoso. Dentro del tejido de los senos se encuentran los lóbulos y conductos. Los lóbulos fabrican la leche, y los conductos llevan la leche al pezón. Puede obtener este Programa en LA Farmacia Natural en Los Angeles, Van Nuys, Huntington Park, El Monte, Arleta, Pico Rivera, Long Beach y en Burbank o llamando a la Línea de la Salud, al 1-800-227-8428 si desean que se lo enviemos a su casa.

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Eliane: "Fachin assume o STF com mais discrição e menos falatorio"

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Sep 29, 2025 19:06


O início da gestão Edson Fachin, marcado para esta segunda-feira, 29, inaugura uma virada de chave no estilo de comandar o Judiciário. A ordem agora é cortar gastos, priorizar decisões tomadas em conjunto e reforçar a institucionalidade do tribunal. Logo na chegada, Fachin entrou na contramão de seus antecessores e encomendou uma posse modesta. O ministro recusou a festa tradicionalmente oferecida por entidades da magistratura a quem chega ao mais alto posto do Judiciário. Normalmente, o evento tem banda, jantar e bebidas. O cenário é um convite ao beija-mão de juízes e advogados ao novo presidente.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Eliane Cantanhêde responde
Fachin assume o STF com mais discrição e menos falatorio

Eliane Cantanhêde responde

Play Episode Listen Later Sep 29, 2025 19:06


O início da gestão Edson Fachin, marcado para esta segunda-feira, 29, inaugura uma virada de chave no estilo de comandar o Judiciário. A ordem agora é cortar gastos, priorizar decisões tomadas em conjunto e reforçar a institucionalidade do tribunal. Logo na chegada, Fachin entrou na contramão de seus antecessores e encomendou uma posse modesta. O ministro recusou a festa tradicionalmente oferecida por entidades da magistratura a quem chega ao mais alto posto do Judiciário. Normalmente, o evento tem banda, jantar e bebidas. O cenário é um convite ao beija-mão de juízes e advogados ao novo presidente.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Las Almas Despiertas
84. Toxicidad de los implantes mamarios. Síndrome de ASIA - Montse Camacho

Las Almas Despiertas

Play Episode Listen Later Sep 28, 2025 103:16


Puedes hacer una aportación en este enlace ⁠https://ko-fi.com/lasalmasdespiertas⁠ Gracias. ☕

Learn Italian with LearnAmo - Impariamo l'italiano insieme!

In questo articolo faremo un viaggio fantastico attraverso le basi dell'italiano. Imparerete tutto quello che serve per iniziare a parlare italiano: dall'alfabeto ai verbi più importanti, dai numeri ai giorni della settimana. Siete pronti? Iniziamo subito! Tutto Quello che Devi Conoscere per Cominciare a Parlare Italiano L'Alfabeto Italiano L'italiano ha 21 lettere nell'alfabeto standard. Questa caratteristica rende l'apprendimento della pronuncia italiana più semplice e regolare. Alfabeto Italiano CompletoA - B - C - D - E - F - G - H - I - L - M - N - O - P - Q - R - S - T - U - V - Z Pronuncia delle Lettere più Difficili LetteraRegola di PronunciaEsempiC+ E/I = suono dolce [ch]+ A/O/U = suono duro [k]ciao, cinemacasa, come, cuoreG+ E/I = suono dolce [g]+ A/O/U = suono duro [gh]gelato, girogatto, gol, gustoHÈ sempre muta - non si pronuncia MAIhotel, ho, hai Importante: Le lettere J, K, W, X, Y sono lettere straniere che l'italiano usa solo per parole di origine straniera come "jeans", "weekend", "taxi", "extra", "yoga". I Numeri in Italiano I numeri sono fondamentali per comunicare in qualsiasi lingua. In italiano seguono regole precise che, una volta comprese, rendono tutto più semplice. Numeri da 0 a 20 NumeroItalianoNumeroItaliano0zero11undici1uno12dodici2due13tredici3tre14quattordici4quattro15quindici5cinque16sedici6sei17diciassette7sette18diciotto8otto19diciannove9nove20venti10dieci Le Decine e i Numeri Grandi DecinaItalianoNumero GrandeItaliano30trenta100cento40quaranta1.000mille50cinquanta1.000.000un milione60sessanta2.000.000due milioni70settanta1.000.000.000un miliardo80ottanta2.000.000.000due miliardi90novanta Trucco per i numeri composti: Per formare numeri come 21, 35, 47, si unisce la decina al numero singolo. La decina perde l'ultima lettera se il numero singolo inizia con una vocale (ventuno, trentotto). I numeri composti con 3 prendono sempre l'accento (ventitré, cinquantatré). I Giorni della Settimana I giorni della settimana in italiano hanno origini affascinanti e seguono regole specifiche per l'uso degli articoli e delle preposizioni. GiornoOrigineCaratteristichelunedìGiorno della LunaInizia la settimana lavorativamartedìGiorno di MartePianeta della guerramercoledìGiorno di MercurioPianeta del commerciogiovedìGiorno di GiovePianeta principalevenerdìGiorno di VenerePianeta dell'amoresabatoDal latino "sabbatum"Fine settimanadomenicaGiorno del SignoreGiorno di riposo Regole importanti: I giorni della settimana in italiano non iniziano mai con la lettera maiuscola (tranne a inizio frase). Il fine settimana è maschile in italiano! Preposizioni con i Giorni FormaUsoEsempio"Il lunedì"Ogni lunedì (abitualmente)"Il lunedì vado in palestra""Lunedì"Questo lunedì specifico"Lunedì ho un appuntamento""Di lunedì"Il lunedì come abitudine"Di lunedì sono sempre stanco" I Mesi dell'Anno I mesi in italiano derivano dal calendario romano e hanno caratteristiche specifiche per quanto riguarda l'uso delle preposizioni. MeseStagioneMeseStagionegennaioInvernoluglioEstatefebbraioInvernoagostoEstatemarzoPrimaverasettembreAutunnoaprilePrimaveraottobreAutunnomaggioPrimaveranovembreAutunnogiugnoEstatedicembreInverno Importante: I mesi in italiano iniziano sempre con la lettera minuscola (tranne a inizio frase). La preposizione usata con i mesi è sempre "A": a ottobre, a settembre, a luglio. I Pronomi Personali I pronomi personali sono essenziali per costruire frasi in italiano. A differenza di altre lingue, in italiano spesso si possono omettere perché il verbo indica già chi compie l'azione. PersonaSingolarePluraleQuando si usaPrimaionoiChi parlaSecondatuvoiCon chi si parla (informale)Seconda formaleLei (maiuscola)LoroRispetto e cortesiaTerzalui/leiloroDi chi si parla Quando usare i pronomi: Normalmente in italiano si omettono ("Sono italiano" invece di "Io sono italiano"),

Nutricion al Dia
250917 Miercoles Proteccion de Senos

Nutricion al Dia

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025 112:09


El cáncer de seno es el segundo tipo de cáncer más común en la mujer (el primero es el cáncer de la piel). Mientras mas edad tenga la mujer, mayor es el riesgo. La mayoría de las mujeres no saben realmente como es un “Seno Normal”. Normalmente el seno es de forma de lágrima. Hay tejido del seno desde la clavícula hasta las primeras costillas y desde el hueso del esternón en el centro del pecho hasta la parte posterior de la axila. La mayoría de los tejidos del seno se encuentran en la parte superior del seno y hacia la axila, mientras que el tejido grasoso está en la mitad y la parte inferior del seno. Las costillas se encuentran detrás del seno y esto puede hacer que al palpar podamos sentir como si fueran bultos duros. La aureola es la parte oscura alrededor del seno. Su forma y tamaño varía en las mujeres y su color varía de acuerdo con el color de la piel de la mujer. En las blancas es rosado; en las trigueñas es marrón; y en las morenas es negro. En la mayoría de las mujeres se oscurece después del primer embarazo. Su color cambia también durante las varias etapas de la relación sexual. Alrededor de la aureola hay unos pequeños bultitos que parecen granitos, son las pequeñas glándulas de Montgomery. En el mismo pezón también hay glándulas sebáceas que secretan pequeñísimas cantidades de lubricantes. El tejido de los senos está entre capas de grasa, detrás de los cuales se encuentra el músculo pectoral del pecho. Este tejido es firme y gomoso. Dentro del tejido de los senos se encuentran los lóbulos y conductos. Los lóbulos fabrican la leche, y los conductos llevan la leche al pezón. Puede obtener este Programa en LA Farmacia Natural en Los Angeles, Van Nuys, Huntington Park, El Monte, Arleta, Pico Rivera, Long Beach y en Burbank o llamando a la Línea de la Salud, al 1-800-227-8428 si desean que se lo enviemos a su casa.

Nutricion al Dia
250915 Lunes Candidiasis

Nutricion al Dia

Play Episode Listen Later Sep 15, 2025 118:10


Más de 100 millones de personas en EU sufren de candidiasis o alguna forma de hongos en las uñas, en los genitales o en los pies. La cándida albicans es una levadura, que es imposible mantener fuera del cuerpo. Normalmente no hace daño, si se mantiene en cantidades bajas, pero si sube más que las bacterias benéficas del intestino, entonces es cuando comienza a causar problemas al crecer fuera de control. Puede obtener este Programa en LA Farmacia Natural en Los Angeles, Van Nuys, Huntington Park, El Monte, Arleta, Pico Rivera, Long Beach y en Burbank o llamando a la Línea de la Salud, al 1-800-227-8428 si desean que se lo enviemos a su casa.

La Sagrada Palabra Audio
Las Maldiciones Bíblicas: ¿Cómo Evitar caer bajo Maldición?

La Sagrada Palabra Audio

Play Episode Listen Later Sep 9, 2025 24:00


Normalmente los temas con connotación negativa, son evitados por la mayoría de los cristianos. En este estudio queremos mostrar que las maldiciones bíblicas, no se parecen a las maldiciones hechas por los hombres. A nadie le gustan las maldiciones, y por eso consideramos importante que usted sepa cómo identificarlas, que conozca los mecanismos que las activan, cómo funcionan, qué hacer para evitarlas, y cómo eliminarlas de su vida. Las maldiciones son el último recurso que utiliza el SEÑOR para llamar nuestra atención, para ayudarnos a corregir nuestro mal camino y regresar a Él. Esperamos que esta nueva serie de artículos lo ayude a vivir lleno de las bendiciones de YAHWEH y alejado de cualquier maldición.Puede leer el artículo de esta emisión en el siguiente link:https://lasagradapalabra.org/maldiciones-biblicas-como-evitar-maldicionQue Dios los bendiga.

Hoy por Hoy
El artesano | El arte y gente tóxica invisible

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Sep 8, 2025 14:08


Todos sabemos que es recomendable alejarse de las personas que nos hacen sentir mal. Puede ser un compañero de trabajo, un familiar, un amigo o incluso tu pareja. Normalmente, son fáciles de reconocer. Sin embargo, hay un tipo de gente que resulta muy difícil de identificar. De ellas va a hablarnos hoy nuestro Artesano, Pablo Ortiz de Zárate. En concreto de la gente tóxica invisible. 

El Garaje Hermético de Máximo Sant
Mi garaje soñado: Años 60

El Garaje Hermético de Máximo Sant

Play Episode Listen Later Aug 14, 2025 18:18


Este podcast es el primero de una serie donde haremos un repaso de los coches más bonitos por décadas… Y como sé que algunos diréis: “Eso ya se ha hecho antes” vamos a añadir una cierta dificultad: Elegiremos los más bonitos, entre 15 y 20, que por lógica serán casi todos coupés y además las 3 berlinas más bonitas, un descapotable, un TT y uno que destaque por su aportación estilística… y, como fin de fiesta… ¡El vencedor absoluto! ¿Estás preparado? Comienzo por la década de los 60, porque fue una década prodigiosa. Normalmente usó muchas expresiones como “yo estuve allí”, “probe este coche”, “Fui a la presentación de este modelo” … obviamente, en los coches de hoy no es el caso. Quiero destacar que son coches que descubrí a posteriori y a veces mucho después. Cuando comencé a leer revista regularmente con 12+1 años, en 1973, algunos de esos coches ya eran viejos y los he conocido por maquetas, sobre todo de 1/43 y en algunos casos, mucho después, como clásicos. Así que en muchos casos, puede que los tenga idealizados. Pero para lo que nos atañe es igual, porque en esta colección de videos vamos a hablar de estética y diseño, no de “cómo van”. Y ya directamente, como hay ¡muchos!, casi 30, vamos al lío… ¿Estáis preparados para un Maratón de coches bonitos? Pues comenzamos… Categoría absoluta. AC Shelby Cobra (1962). Alfa Romeo 33 Stradale (1967). Alpine A110 (1963). Aston Martin DB5 (1963). Buick Riviera (1963). Chevrolet Corvette Sting Ray (1963). Dino Ferrari GT (1967). Ferrari GTO (1962). Ford Mustang (1965). Iso Rivolta Grifo (1963). Jaguar E (1961). Lamborghini Miura (1966). Lancia Fulvia Coupé HF (1966). Maserati Ghibli (1967). Mercedes Benz 280 SL “Pagoda” (1963). Plymouth Barracuda (1964). Porsche 911 (1964). Toyota 2000 GT (1967). Triumph TR6 (1969). Volvo P 1800 (1961). Llegamos a las Berlinas. Aunque alguno de los coches citados los hubo en versiones berlina, vamos con este apartado exclusivo de coche de 4 puertas. Citroën DS (1955). No, no es un error, se presentó en 1955 pero se vendió hasta 1975 y sus mejores momentos fueron en los años 60. Jaguar XJ6 Series (1968). Este XJ6 en cuyo diseño y definición técnica participó el mismismo Sir Williams Lyons fue un éxito en todos los sentidos. Lincoln Continental (1961). Sí, ya sé que, en este coche, en versión sin techo, fue asesinado el presidente Kennedy. Descapotable. Alfa Romeo Spider “Duetto” (1966). Este coche lo conocí en el cine, en la excelente película de “El graduado” donde compartía protagonismo con el jovencísimo Dustin Hoffman. Todo Terreno. Ford Bronco (1966). Me parece que hay TT muy bonitos, como esta primera generación del Bronco de estética “robusta” y que se acompañaba de un motor V8 de 4.7 litros y 205 CV. Mayor aportación de diseño. Mi idea es que en esta categoría tengamos solo un coche, pero esta vez no he podido resistirme y tenemos dos: Citroën Mehari (1968). Mehari es como se dice “dromedario” en árabe. Este coche reunía las cualidades de sencillez y robustez del mítico 2 CV con la practicidad de una carrocería de inspiración náutica y con un diseño único, agradable y diría que moderno… sencillamente, ¡me encanta! Jeep Wagoneer (1963). Te gusten o no, los SUV han llegado para quedarse. Y aunque el Wagoneer no es realmente el primero, si es el primero que tuvo verdadero éxito. Pretendía re unir las cualidades de robustez y línea rotunda propia de los TT con las comodidades de un turismo. Y lo consiguió… y detrás de él vinieron muchos, muchísimos más… hasta nuestros días.

EMOTION ME
Lo que no expreses tú, lo expresará tu cuerpo. - NEUROFISIOLOGÍA de la represión emocional.

EMOTION ME

Play Episode Listen Later Aug 6, 2025 17:56


Cuando reprimes una emoción, ¿qué pasa realmente en tu cuerpo? El origen de la emoción en el cerebro Las emociones nacen principalmente en estructuras subcorticales: Amígdala: detecta amenazas o estímulos significativos y dispara respuestas rápidas. Hipotálamo: coordina respuestas autonómicas (frecuencia cardíaca, presión arterial, sudoración). Ínsula: conecta las sensaciones viscerales con la experiencia consciente de la emoción. Normalmente, estas señales ascienden hacia la corteza prefrontal (CPF), que interpreta y regula la respuesta. 2. ¿Qué ocurre cuando reprimimos una emoción? La represión implica un acto cortical consciente o semiconsciente: La corteza prefrontal dorsolateral y la corteza cingulada anterior activan circuitos de control inhibitorio, intentando suprimir la respuesta emocional originada en la amígdala y otras áreas límbicas. Esto no elimina la emoción; la descarga fisiológica (aumento de adrenalina, tensión muscular, liberación de glucosa) sigue ocurriendo, solo que se “contiene”. 3. Consecuencias fisiológicas Tensión muscular crónica: sobre todo en cuello, mandíbula y diafragma, ya que el cuerpo “se prepara” pero no ejecuta la acción emocional. Patrones respiratorios alterados: se reduce la amplitud y la regularidad de la respiración, afectando la oxigenación y el equilibrio del sistema nervioso autónomo. Hiperactivación del sistema simpático: aumento de cortisol y adrenalina, lo que a largo plazo afecta la inmunidad, la digestión y la calidad del sueño. 4. Impacto a largo plazo Somatización: el cuerpo “habla” por donde no puede hacerlo la emoción, apareciendo síntomas como gastritis, dolores musculares o migrañas. Desregulación emocional: la amígdala se vuelve más reactiva con el tiempo, ya que el circuito de inhibición no resuelve la carga emocional, solo la posterga. Cambios estructurales: estudios de neuroimagen muestran que la represión crónica puede alterar la conectividad entre la amígdala y la corteza prefrontal, disminuyendo la capacidad de regulación sana.

ALBERTO PADILLA
Analizando el derecho humano que normalmente se les niega a los humanos: la elección de muerte digna. Entrevista con @agaviriau.

ALBERTO PADILLA

Play Episode Listen Later Aug 5, 2025 55:43


-#India vuelve a comprar petroleo a #Rusia, y #DonaldTrump amenazó con aumentar "sustancialmente" el actual 25% de arancel. -#BP anunció su mayor descubrimiento de petroleo y gas en 25 años frente a las costas de #Brasil. -Consejo le otorga a #ElonMusk US$30MM en acciones de #Tesla para que no cumpla su amenaza de abandonar a la empresa.

Se Habla Español
Español con noticias 68: Muertes por calor - Episodio exclusivo para mecenas

Se Habla Español

Play Episode Listen Later Aug 3, 2025 23:55


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! pisodio exclusivo para suscriptores de Se Habla Español en Apple Podcasts, Spotify, iVoox y Patreon: Spotify: https://open.spotify.com/show/2E2vhVqLNtiO2TyOjfK987 Patreon: https://www.patreon.com/sehablaespanol Buy me a coffee: https://www.buymeacoffee.com/sehablaespanol/w/6450 Donaciones: https://paypal.me/sehablaespanol Contacto: sehablaespanolpodcast@gmail.com Facebook: www.facebook.com/sehablaespanolpodcast Twitter: @espanolpodcast Hola, ¿cómo va todo? ¿Qué tal ha empezado el mes de agosto? En mi caso, cuando escuches este episodio, estaré de vacaciones en Galicia, en el noroeste de España, como casi todos los veranos desde hace 18 años. En esa zona las temperaturas son muy agradables en esta época y eso nos permite recuperar la energía necesaria para afrontar después un largo año de trabajo. Pero justo hace un mes tuve la oportunidad de vivir todo lo contrario, el calor asfixiante de Sevilla, donde asistí a la Conferencia de Naciones Unidas para la financiación al desarrollo. Cuando llegué teníamos 42 grados y los tres días siguientes la temperatura máxima llegó hasta los 40 grados. Como estaba trabajando, intenté no salir mucho a la calle, pero incluso dentro de la Conferencia hacía mucho calor en algunas salas. Así que, esta vez he elegido una noticia relacionada con todo esto, con el calor del verano en España. Y lo primero que debes saber es que la temperatura media del verano en España ronda los 23 ºC, aunque en algunas zonas del interior y del sur puede superar fácilmente los 35 ºC de media durante los días más calurosos Por ejemplo, en Madrid, la media en julio es de 33 ºC, mientras que en Málaga alcanza los 30 ºC. Entre las zonas más calurosas del país, destaca el valle del Guadalquivir, en Andalucía. Ciudades como Córdoba o Sevilla registran con frecuencia temperaturas superiores a los 40 ºC, y en 2017, se alcanzó un récord histórico de 47,3 ºC en un pueblo de la provincia de Córdoba que se llama Montoro. Pero no todo es calor sofocante. También hay lugares donde se puede disfrutar de un verano más fresco, sobre todo en el norte, donde las temperaturas máximas suelen estar sobre los 25 ºC de media en zonas de playa. Y si hablamos de récords, el verano más caluroso de la historia reciente en España fue el de 2022, con una temperatura media de 24,5 ºC. Ese año, las olas de calor fueron especialmente intensas y prolongadas, afectando a millones de personas en todo el país. Pero el calor no solo es incómodo, sino que también puede ser peligroso. En los últimos años, España ha registrado un aumento preocupante en las muertes relacionadas con las altas temperaturas. Solo en el verano de 2024, más de 2.000 personas fallecieron por complicaciones derivadas del calor, y 17 de ellas murieron directamente por un golpe de calor. Este número representa un descenso respecto a años anteriores: en 2023 hubo 24 muertes por golpe de calor, y en 2022 fueron 20. La mayoría de las víctimas eran personas mayores de 75 años, un grupo especialmente vulnerable ante las olas de calor. Así que, con este contexto, vamos a escuchar una noticia real sobre los efectos del calor extremo con el objetivo de aprender juntos nuevo vocabulario en contexto. La noticia pertenece a Radio Nacional de España. Y en ella vamos a escuchar tres voces distintas: la del presentador del informativo, la de la periodista que nos cuenta todos los detalles y la del responsable de salud de la Comunidad Valenciana, el lugar donde se han producido los hechos que vamos a conocer ahora mismo. Presta mucha atención. “Buenas tardes, las altas temperaturas de este inicio de verano se cobran dos nuevas víctimas mortales. Un hombre y una mujer han fallecido en la Comunidad Valenciana por un golpe de calor. Más detalles, Nuria Llopis. Buenas tardes. Buenas tardes. Se trata de un hombre de 52 años fallecido en Castellón y una mujer de 53 en Alicante. El hombre tenía patologías previas y ha sido asistido en su domicilio y posteriormente trasladado a un centro hospitalario donde ha fallecido. Al igual que la mujer, que en su caso se encontraba en la vía pública practicando una actividad de ocio al aire libre. La Consellería de Sanidad ha comprobado que ambos cumplen los criterios marcados por la OMS para golpe de calor y lanza recomendaciones para evitar estos episodios. Juan Beltrán, director general de Salud Pública. No salir a la calle o disminuir la actividad física entre las 12 y las 5 de la tarde, beber abundante agua, utilizar cremas protectoras solares y estar pendiente de las personas ancianas y bebés y vulnerables. Si encuentra a una persona con posible golpe de calor, llame al 112 y siga las instrucciones del operador. Si está inconsciente, coloque antes a la persona en posición lateral de seguridad.” Siento traer este tipo de noticias trágicas, pero a veces es complicado encontrar informaciones alegres en los medios de comunicación. Parece que solo interesa lo malo, cuando en realidad estamos deseando ver cosas buenas en el mundo. Pero bueno, esa es otra historia. Vamos con las palabras o expresiones más destacadas. La primera es el verbo cobrarse. En contextos trágicos, significa que un accidente, una enfermedad o un fenómeno natural ha causado o ha provocado la muerte de una o más personas. Normalmente va seguido de las palabras “vida” o “víctima”. Ejemplos: El terremoto se cobró la vida de más de cien personas. La pandemia se ha cobrado muchas víctimas en todo el mundo. La siguiente es golpe de calor. El significado es muy sencillo, porque se trata de un problema físico grave causado por una exposición prolongada al calor extremo. Eso puede provocar fiebre alta, confusión, pérdida de conciencia e incluso la muerte. Aquí lo importante es que recuerdes cómo se dice: golpe de calor. Ejemplos: El atleta sufrió un golpe de calor durante la maratón. Es importante hidratarse bien para evitar un golpe de calor en verano. En cuanto a las patologías previas, creo que lo vimos hace poco. Las patologías previas son enfermedades o condiciones médicas que una persona ya tenía antes de sufrir un nuevo problema de salud. O sea, son enfermedades o problemas anteriores. Ejemplos: El paciente tenía patologías previas como diabetes e hipertensión. Las personas con patologías previas son más vulnerables a complicaciones. Vamos con otro verbo: asistir. En este caso no se trata de estar presente en algún sitio, sino que en este contexto médico significa atender o prestar ayuda a alguien, especialmente en situaciones de emergencia o necesidad médica. También lo vimos hace poco, pero me parecía importante recordarlo. Ejemplos: Los sanitarios asistieron al herido en el lugar del accidente. Fue asistido por los servicios de emergencia antes de ser trasladado al hospital. Lo siguiente que encontramos en la noticia es la vía pública, que es la manera formal de decir calle. La vía pública es la calle, un espacio exterior de uso común. Además de las calles, pueden ser plazas o aceras, accesibles a todas las personas. Ejemplos: Está prohibido consumir alcohol en la vía pública. La mujer se desmayó en plena vía pública y fue auxiliada por transeúntes. Luego tenemos las actividades de ocio, que son cosas que se hacen en el tiempo libre para disfrutar, para descansar o para entretenerse. Ejemplos: Pasear por el parque es una de mis actividades de ocio favoritas. El ayuntamiento organiza actividades de ocio para jóvenes durante el verano. Por otro lado, las siglas OMS se refieren a la Organización Mundial de la Salud, que es la agencia de las Naciones Unidas especializada en la salud pública internacional. En inglés las siglas son completamente distintas, por eso conviene que las recuerdes en español: OMS. Ejemplos: La OMS recomienda vacunar a la población para prevenir enfermedades. Según la OMS, el golpe de calor puede ser mortal si no se trata a tiempo. Por último, un operador de emergencias es una persona encargada de recibir llamadas en centros de atención de emergencias y dar instrucciones o enviar ayuda. Ejemplos: El operador del 112 me indicó cómo actuar mientras llegaba la ambulancia. Es fundamental seguir las indicaciones del operador en una situación crítica. Perfecto. Pues una vez explicadas todas estas cosas, vamos a escuchar la noticia por segunda vez. “Buenas tardes, las altas temperaturas de este inicio de verano se cobran dos nuevas víctimas mortales. Un hombre y una mujer han fallecido en la Comunidad Valenciana por un golpe de calor. Más detalles, Nuria Llopis. Buenas tardes. Buenas tardes. Se trata de un hombre de 52 años fallecido en Castellón y una mujer de 53 en Alicante. El hombre tenía patologías previas y ha sido asistido en su domicilio y posteriormente trasladado a un centro hospitalario donde ha fallecido. Al igual que la mujer, que en su caso se encontraba en la vía pública practicando una actividad de ocio al aire libre. La Consellería de Sanidad ha comprobado que ambos cumplen los criterios marcados por la OMS para golpe de calor y lanza recomendaciones para evitar estos episodios. Juan Beltrán, director general de Salud Pública. No salir a la calle o disminuir la actividad física entre las 12 y las 5 de la tarde, beber abundante agua, utilizar cremas protectoras solares y estar pendiente de las personas ancianas y bebés y vulnerables. Si encuentra a una persona con posible golpe de calor, llame al 112 y siga las instrucciones del operador. Si está inconsciente, coloque antes a la persona en posición lateral de seguridad.” Como bien sabes, la posición lateral de seguridad se utiliza para que la víctima pueda respirar, para que su boca no quede bloqueada por la lengua o por fluidos como el vómito o la sangre. Si está de lado, estos fluidos pueden salir fácilmente y la víctima no se queda sin respiración. Bueno, vamos con el resumen de la noticia usando el máximo número de sinónimos posible. En primer lugar, el presentador nos cuenta que las intensas olas de calor del arranque de la temporada estival han causado dos nuevas muertes. Un hombre y una mujer han perdido la vida en la Comunidad Valenciana debido a un episodio de hipertermia. Luego da paso a otra periodista para conocer más detalles. Y ella nos dice que las víctimas son un varón de 52 años que ha muerto en Castellón y una mujer de 53 años que ha perdido la vida en Alicante. El hombre, que ya padecía afecciones médicas anteriores, fue atendido en su domicilio y posteriormente trasladado a un centro sanitario, donde finalmente falleció. En el caso de la mujer, se encontraba en la calle realizando una actividad recreativa en el exterior cuando sufrió el colapso. La Consellería de Sanidad ha confirmado que ambos casos cumplen con los criterios establecidos por la Organización Mundial de la Salud para diagnosticar un golpe de calor, y ha emitido una serie de pautas para prevenir este tipo de situaciones. A continuación, un experto ofrece las siguientes recomendaciones: evitar salir al exterior o reducir el esfuerzo físico entre las 12 del mediodía y las 5 de la tarde, mantenerse bien hidratado, aplicar lociones de protección solar y prestar atención especial a personas mayores, bebés y colectivos en situación de vulnerabilidad. Para concluir, la periodista vuelve a tomar la palabra para recordar a los oyentes que si ven a alguien que podría estar sufriendo un golpe de calor, deben llamar inmediatamente al 112 y seguir las instrucciones del personal de emergencias. En caso de que la persona esté inconsciente, hay que colocarla de lado mientras espera la llegada de los servicios sanitarios. Muy bien. Si quedaba alguna duda, creo que ahora está todo más claro. Así que, ya estamos preparados para escuchar la noticia por última vez. “Buenas tardes, las altas temperaturas de este inicio de verano se cobran dos nuevas víctimas mortales. Un hombre y una mujer han fallecido en la Comunidad Valenciana por un golpe de calor. Más detalles, Nuria Llopis. Buenas tardes. Buenas tardes. Se trata de un hombre de 52 años fallecido en Castellón y una mujer de 53 en Alicante. El hombre tenía patologías previas y ha sido asistido en su domicilio y posteriormente trasladado a un centro hospitalario donde ha fallecido. Al igual que la mujer, que en su caso se encontraba en la vía pública practicando una actividad de ocio al aire libre. La Consellería de Sanidad ha comprobado que ambos cumplen los criterios marcados por la OMS para golpe de calor y lanza recomendaciones para evitar estos episodios. Juan Beltrán, director general de Salud Pública. No salir a la calle o disminuir la actividad física entre las 12 y las 5 de la tarde, beber abundante agua, utilizar cremas protectoras solares y estar pendiente de las personas ancianas y bebés y vulnerables. Si encuentra a una persona con posible golpe de calor, llame al 112 y siga las instrucciones del operador. Si está inconsciente, coloque antes a la persona en posición lateral de seguridad.” Antes de despedirnos, me gustaría invitaros a reflexionar sobre los peligros que puede traer el verano, especialmente en países con climas cálidos como España. A menudo asociamos o relacionamos esta estación del año con vacaciones, playa, diversión y descanso. Pero también es una época en la que el calor extremo puede convertirse en una amenaza real para la salud. Las altas temperaturas no afectan a todos por igual. Las personas mayores, los bebés, quienes padecen enfermedades crónicas o quienes trabajan al aire libre están especialmente expuestos. Y lo más preocupante es que muchas veces no somos conscientes del riesgo hasta que es demasiado tarde. Por eso, es fundamental que aprendamos a escuchar a nuestro cuerpo, a protegernos del sol, a hidratarnos bien y a cuidar de quienes nos rodean. El verano puede ser una época maravillosa, pero solo si lo vivimos con responsabilidad y precaución. Venga, vamos a repasar ya las palabras y expresiones que hemos aprendido hoy: -Cobrarse: En contextos trágicos, significa que un accidente, una enfermedad o un fenómeno natural ha causado la muerte de una o más personas. -Golpe de calor: Problema grave causado por una exposición prolongada al calor extremo, que puede provocar fiebre alta, confusión, pérdida de conciencia e incluso la muerte. -Patologías previas: enfermedades o problemas de salud anteriores. -Asistir: atender o prestar ayuda a alguien, especialmente en situaciones de emergencia o necesidad médica. -Vía pública: espacio exterior de uso común, como calles, plazas o aceras, accesible a todas las personas. -Actividad de ocio: Acción que se realiza en el tiempo libre con fines recreativos, de descanso o entretenimiento. -OMS: Organización Mundial de la Salud. Agencia de las Naciones Unidas especializada en la salud pública internacional. -Operador de emergencias: Persona encargada de recibir llamadas en centros de atención de emergencias y dar instrucciones o enviar ayuda. Perfecto. Ahora sí hemos terminado. Aunque estoy de vacaciones, recuerda que la próxima semana tendrás un episodio normal y su correspondiente contenido extra. Y así todas las semanas, porque trabajé mucho durante el mes de julio para que tengas material nuevo durante todo el verano. Me parece lo más justo para agradecerte tu apoyo. Así que, te espero el próximo domingo. Ha sido un placer. Adiós. Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Se Habla Español. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/171214

Un Mensaje a la Conciencia
«Culpable por haberle dado un mal padre a mi hijo»

Un Mensaje a la Conciencia

Play Episode Listen Later Jul 12, 2025 4:01


En este mensaje tratamos el siguiente caso de una mujer que «descargó su conciencia» de manera anónima en nuestro sitio www.conciencia.net, autorizándonos a que la citáramos: «Tengo dos hijos, uno de diecisiete años y el otro de dos años. El papá de mi primer hijo falleció, y éste ha crecido sin padre. El padre de mi segundo niño no quiere a su hijo.... Al enterarse él de que yo estaba embarazada, decidió volver a vivir con la familia que ya tenía.... »El bebé se me enfermó, y... me vi en la necesidad de volver a hablarle, y desde entonces ha depositado dinero para leche y pañales; pero no se interesa por el niño.... Me duele saber que, conforme pase el tiempo, el niño preguntará y me sentiré culpable por haberle dado un mal padre.... Creo que necesito [que Dios me dé sabiduría] para dirigir la vida de mi pequeñito.» Este es el consejo que le dio mi esposa: «Estimada amiga: »También nosotros lamentamos que su hijo menor, al igual que el mayor, va a tener que crecer sin padre. Le instamos a que busque un hombre conocido que le sirva de mentor. Normalmente puede ser un abuelo o un tío, pero en el caso suyo esperamos que pueda ser también su hijo mayor. »Es probable, porque es normal, que a la edad de diecisiete su hijo mayor esté interesado más que nada en sus amigos y en ser independiente. También sería normal si su hijo mayor piensa que el hermano menor es una molestia por ahora. Así que no trate de presionar a su hijo mayor a que haga lo que él no quiere hacer a estas alturas. Lo importante es que él va a seguir madurando y que, en cuestión de años, bien pudiera querer ser un modelo para el hermano menor. »Ciertos estudios han demostrado vez tras vez que a los niños varones que cuentan con una figura paterna que se interesa por ellos les va mejor en la escuela y en la vida. A medida que crezca su hijito, la animamos a que lo involucre en actividades en las que hay hombres que son entrenadores o maestros.... »Usted dice que se sentirá culpable por haberle dado un mal padre a su hijo. Ese sentido de culpabilidad no es necesariamente algo indeseable, sobre todo cuando nos motiva a hacer las cosas de un modo diferente. Esperamos que no vuelva nunca a tener intimidad física con un hombre que no sea su esposo. Cada vez que una mujer hace caso omiso del plan perfecto de Dios de que las relaciones sexuales deben practicarse exclusivamente dentro del matrimonio, esa mujer corre el riesgo de traer al mundo a otra criatura con un padre ausente. »Estamos de acuerdo en que usted necesita que Dios le dé sabiduría y la ayude a criar a su hijo. Pero Dios no es como Papá Noel, que simplemente les da regalos a quienes en realidad no conoce. Al contrario, Dios les da regalos a quienes han optado por formar parte de su familia divina. Y para formar parte de la familia de Dios, tenemos que acercarnos a Él en oración, pedirle perdón por nuestros pecados, y hacerle saber que queremos hacer las cosas a su manera en el futuro.» Con eso termina lo que Linda, mi esposa, recomienda en este caso. El caso completo se puede leer si se pulsa la pestaña en www.conciencia.net que dice: «Casos», y luego se busca el Caso 731. Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net

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Español con noticias 65: El peligro de vapear - Episodio exclusivo para mecenas

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Play Episode Listen Later Jun 22, 2025 33:11


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Episodio exclusivo para suscriptores de Se Habla Español en Apple Podcasts, Spotify, iVoox y Patreon: Spotify: https://open.spotify.com/show/2E2vhVqLNtiO2TyOjfK987 Patreon: https://www.patreon.com/sehablaespanol Buy me a coffee: https://www.buymeacoffee.com/sehablaespanol/w/6450 Donaciones: https://paypal.me/sehablaespanol Contacto: sehablaespanolpodcast@gmail.com Facebook: www.facebook.com/sehablaespanolpodcast Twitter: @espanolpodcast Hola, ¿cómo va todo? Por aquí no han cambiado las cosas, no hay grandes novedades. Durante los días de trabajo sigo bastante liado, y los fines de semana la ciudad de Luxemburgo se vacía, así que todo está muy tranquilo. Y es que mucha gente aprovecha para pasar dos o tres días en sus países, sobre todo las personas que vienen de Francia, de Alemania o de Bélgica, que están aquí al lado. Y hablando de Luxemburgo, una de las cosas que más nos ha sorprendido, que más nos ha llamado la atención es que aquí se fuma mucho. En España no estábamos acostumbrados a ver a tanta gente con un cigarrillo en la mano. Pero aquí es algo muy habitual, sobre todo entre los jóvenes. Y, como hace poco se celebró el Día Mundial sin Tabaco, justo escuché una noticia relacionada con este tema, aunque no se centra en el tabaco, sino en una tendencia creciente que preocupa a los expertos en salud: el uso de cigarrillos electrónicos, conocidos como vapers. Aunque al principio se promocionaron como una alternativa menos perjudicial o menos dañina al tabaco tradicional, se ha demostrado que los vapers también tienen riesgos para la salud. Vamos con los datos. Según la Organización Mundial de la Salud, más de 2.000 millones de personas en el mundo están expuestos a los riesgos asociados al uso de cigarrillos electrónicos. De momento, solo 42 países han prohibido su uso en espacios públicos interiores, y apenas 23 limitan o controlan su publicidad . En Estados Unidos, más de 2 millones y medio de estudiantes de secundaria y preparatoria reconocieron o admitieron haber usado cigarrillos electrónicos en 2022. Y si vamos a España, según datos de una encuesta realizada en 2023 sobre Uso de Drogas en Enseñanzas Secundarias, el 54,6% de los adolescentes de entre 14 y 18 años había utilizado cigarrillos electrónicos en alguna ocasión, lo que representa un aumento significativo en comparación con años anteriores . Además, un estudio piloto realizado en 2024 reveló que uno de cada cuatro niños de 12 y 13 años ha probado un cigarrillo electrónico, lo que indica que el consumo está comenzando a edades cada vez más tempranas. En cuanto a las consecuencias para la salud, el uso de vapers puede provocar daño pulmonar agudo, que puede llevar a dificultad respiratoria severa e, incluso, a la muerte . Además, la exposición a la nicotina, que está presente en muchos de estos dispositivos, puede generar adicción y afectar el desarrollo cerebral de los adolescentes. Por ello, es fundamental estar informados y ser conscientes de los riesgos asociados al uso de vapers, especialmente, como te decía antes, entre los más jóvenes. Y la noticia que te traigo hoy habla precisamente de eso, de los problemas que pueden generar estos cigarrillos electrónicos. Y vamos a escuchar a consumidores, a un médico y, por supuesto, a los periodistas que nos ofrecen la información. Una vez más, la noticia pertenece a Radio Nacional de España, y empezamos a escucharla ya mismo. Presta mucha atención a todos los detalles. “Seguimos con la atención puesta en los menores, el público favorito para los fabricantes de los cigarrillos electrónicos, los vapers, que han encontrado un filón en la adolescencia para introducirles en esta adicción que los expertos advierten no es inocua. Además del sistema respiratorio, puede provocar problemas en la fertilidad tanto en hombres como en mujeres, entre otros daños por esas sustancias tóxicas que propagan, advierten los ginecólogos. En este Día Mundial sin Tabaco, Remedios Cano. Para la mayoría de menores, fumar empieza con un vaper. Pues no sé, un día lo probé y de ahí, pues no sé, me enganché. Todo empezó por amigos, porque me dijeron… pruébalo, pruébalo. Pues yo lo probé, y pues ahí, pues no sé, le cogí un gusto o algo, y ahí empecé. Esta realidad no es azarosa, según Vidal Barchilón, médico de familia y portavoz de la Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria, que apunta que la industria del tabaco busca atraer clientes más jóvenes con el cigarrillo electrónico y el vaper. Los sabores como palomitas de maíz desde luego no son sabores que vayan a atraer a las personas, digamos, de 35 a 55 años que ya estén fumando. Un 11% de menores vapea, casi el doble que el año anterior, según la última encuesta de la Semana sin Humo. La nueva ley de tabaco, en la que todavía Sanidad trabaja, prohibirá vapear y fumar en terrazas de hostelería, patios de colegio, campus universitarios, entre otros espacios. ” Como has podido comprobar, no hay muchas palabras complicadas. Pero entiendo que algunas de ellas no las conoces. Por ejemplo, filón. ¿La habías escuchado alguna vez? Bueno, pues literalmente, un filón es una veta de mineral valioso, como oro o plata, que se encuentra en una roca. O sea, como un trozo de mineral dentro de la roca. Pero claro, aquí se usa en sentido figurado para hablar de algo que resulta muy rentable o provechoso. Eso es un filón. En la noticia: ● La industria del vapeo ha encontrado un filón en los adolescentes. → Es decir, ha descubierto un grupo muy rentable para hacer negocio. Otros ejemplos: ● ● Ese libro fue un filón de ideas para mi proyecto. El turismo gastronómico es un filón para la economía local. Pasamos ahora al adjetivo inocua o inocuo. Algo es inocuo cuando no causa daño, cuando es inofensivo. En la noticia: ● Muchos piensan que el vaper es inocuo, pero los médicos dicen que no lo es. → Es decir, creen que no hace daño, pero sí puede perjudicar la salud. Otros ejemplos: ● ● Parecía una broma inocua, pero terminó siendo ofensiva. Este producto es totalmente inocuo para el medio ambiente. A continuación tenemos un verbo, propagar, que significa extender o difundir algo (una idea, una enfermedad, una sustancia...). En la noticia: ● Los vapers propagan sustancias tóxicas al aire. → Emiten o liberan productos químicos dañinos. Otros ejemplos: ● ● El virus se propagó rápidamente por todo el país. Esa creencia se ha propagado en redes sociales. Más verbos. Ahora tenemos engancharse, que es volverse dependiente de algo, ya sea física o emocionalmente. También puede usarse en un sentido más neutral, como "aficionarse mucho a algo" . En la noticia: ● Probó el vaper y se enganchó enseguida. → Se volvió adicto o empezó a depender de él. Otros ejemplos: ● ● Me enganché a esa serie, no podía dejar de verla. Muchos jóvenes se enganchan a las redes sociales. Seguimos con los verbos. Probar significa experimentar algo por primera vez o durante un corto periodo para ver cómo es. Estoy seguro de que esto ya lo sabías, ¿verdad? En la noticia: ● Mis amigos me dijeron: pruébalo, pruébalo… y lo hice. → Es decir, lo intentó o lo usó por primera vez. Otros ejemplos: ● ● ¿Quieres probar este postre? Está delicioso. Voy a probar suerte en otro país. Ahora tenemos una expresión. Coger el gusto (a algo) significa empezar a disfrutar o encontrar placer en algo que al principio no llamaba la atención o no se conocía bien. En la noticia: ● Lo probó y le cogió el gusto, y así empezó a vapear. → Al principio lo hizo por curiosidad, pero luego empezó a disfrutarlo. Otros ejemplos: ● ● Al principio no me gustaba el café, pero le cogí el gusto con el tiempo. Nunca me interesó el yoga, pero cuando lo probé le cogí el gusto. Nos quedan dos palabras. La primera es el adjetivo azarosa o azaroso. Algo es azaroso cuando ocurre por casualidad, sin planificación ni control. También puede tener una connotación de riesgo o incertidumbre. En la noticia: ● Esta realidad no es azarosa, sino resultado de una estrategia. → No es algo que ocurrió por accidente, sino de forma intencionada. Otros ejemplos: ● Llevó una vida azarosa, llena de cambios y sorpresas. ● No fue una decisión azarosa, lo pensaron bien. Por último tenemos la palabra patio, que es un espacio abierto dentro de un edificio, especialmente en colegios o viviendas. En las escuelas, es el lugar donde los estudiantes juegan durante el recreo. Y ¿qué es el recreo? Pues la pausa de unos 30 minutos que hay en medio de la jornada escolar. Normalmente hay dos clases, luego un recreo y después otras dos clases. Pues durante ese recreo lo niños salen al patio del colegio. En la noticia: ● La nueva ley prohíbe fumar en patios de colegio. → No se podrá fumar en los espacios exteriores de las escuelas. Otros ejemplos: ● ● En el recreo salimos al patio a jugar al fútbol. El patio interior del edificio tiene plantas y bancos para descansar. Bien, pues después de explicar estas cositas, ya estamos listos para escuchar la noticia por segunda vez. Aquí la tienes. “Seguimos con la atención puesta en los menores, el público favorito para los fabricantes de los cigarrillos electrónicos, los vapers, que han encontrado un filón en la adolescencia para introducirles en esta adicción que los expertos advierten no es inocua. Además del sistema respiratorio, puede provocar problemas en la fertilidad tanto en hombres como en mujeres, entre otros daños por esas sustancias tóxicas que propagan, advierten los ginecólogos. En este Día Mundial sin Tabaco, Remedios Cano. Para la mayoría de menores, fumar empieza con un vaper. Pues no sé, un día lo probé y de ahí, pues no sé, me enganché. Todo empezó por amigos, porque me dijeron… pruébalo, pruébalo. Pues yo lo probé, y pues ahí, pues no sé, le cogí un gusto o algo, y ahí empecé. Esta realidad no es azarosa, según Vidal Barchilón, médico de familia y portavoz de la Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria, que apunta que la industria del tabaco busca atraer clientes más jóvenes con el cigarrillo electrónico y el vaper. Los sabores como palomitas de maíz desde luego no son sabores que vayan a atraer a las personas, digamos, de 35 a 55 años que ya estén fumando. Un 11% de menores vapea, casi el doble que el año anterior, según la última encuesta de la Semana sin Humo. La nueva ley de tabaco, en la que todavía Sanidad trabaja, prohibirá vapear y fumar en terrazas de hostelería, patios de colegio, campus universitarios, entre otros espacios. ” Acabo de acordarme de que, hace muchos años, cuando en España se prohibió fumar en el trabajo, un compañero fumador se quejó delante de nosotros porque pensaba que era injusto. Pero no se daba cuenta de que lo verdaderamente injusto es que una persona no fumadora tuviera que estar respirando humo durante toda su jornada de trabajo. En fin, cosas que pasan en la vida. Vamos con el resumen de la noticia utilizando el mayor número de sinónimos posibles para que escuches palabras nuevas. La presentadora del informativo nos dice que siguen centrando la mirada en los menores de edad, el público predilecto para las empresas que fabrican dispositivos de vapeo, también conocidos como cigarrillos electrónicos. Estos aparatos se han convertido en un negocio muy lucrativo dentro del mundo juvenil, abriendo la puerta a una dependencia que, según especialistas en salud, no está exenta de riesgos. Luego añade que, más allá de los daños al aparato respiratorio, su uso puede ocasionar trastornos en la capacidad reproductiva tanto masculina como femenina, además de otros efectos nocivos provocados por las sustancias químicas que liberan, tal como advierten profesionales de la ginecología. A continuación da paso a otra compañera periodista que ha entrevistado a consumidores de vapers, o sea, a vapeadores. Y nos cuenta que, para muchos adolescentes, el primer contacto con el tabaco se produce, precisamente, a través del vaper. Y las dos chicas que hablan reconocen que empezaron influenciadas por lo que veían en su pandilla, en su grupo de amigos. Después vuelve a tomar la palabra la periodista para recordarnos que este fenómeno del vapeo no es fruto de la casualidad. De hecho, según los expertos, la industria tabacalera dirige sus estrategias hacia un público cada vez más joven, utilizando el vaper y el cigarrillo electrónico como herramienta de captación. Como nos cuenta el médico especialista, una de las técnicas que utilizan para captar a los jóvenes es ofrecer sabores atractivos para ese grupo de edad, no para personas ya adultas. Para terminar, la periodista nos dice que, de acuerdo a los datos más recientes de la encuesta realizada durante la Semana sin Humo, un 11% de los menores consume vapers, lo que representa casi el doble en comparación con el año anterior. Ante esta realidad, el Ministerio de Sanidad está elaborando una nueva legislación antitabaco que incluirá la prohibición de fumar y vapear en espacios abiertos, pero públicos, donde se produce una concentración de personas. Perfecto. Pues ya te lo he contado con otras palabras. Ahora escuchamos la noticia por última vez y luego te cuento más cosas interesantes sobre el tabaco. “Seguimos con la atención puesta en los menores, el público favorito para los fabricantes de los cigarrillos electrónicos, los vapers, que han encontrado un filón en la adolescencia para introducirles en esta adicción que los expertos advierten no es inocua. Además del sistema respiratorio, puede provocar problemas en la fertilidad tanto en hombres como en mujeres, entre otros daños por esas sustancias tóxicas que propagan, advierten los ginecólogos. En este Día Mundial sin Tabaco, Remedios Cano. Para la mayoría de menores, fumar empieza con un vaper. Pues no sé, un día lo probé y de ahí, pues no sé, me enganché. Todo empezó por amigos, porque me dijeron… pruébalo, pruébalo. Pues yo lo probé, y pues ahí, pues no sé, le cogí un gusto o algo, y ahí empecé. Esta realidad no es azarosa, según Vidal Barchilón, médico de familia y portavoz de la Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria, que apunta que la industria del tabaco busca atraer clientes más jóvenes con el cigarrillo electrónico y el vaper. Los sabores como palomitas de maíz desde luego no son sabores que vayan a atraer a las personas, digamos, de 35 a 55 años que ya estén fumando. Un 11% de menores vapea, casi el doble que el año anterior, según la última encuesta de la Semana sin Humo. La nueva ley de tabaco, en la que todavía Sanidad trabaja, prohibirá vapear y fumar en terrazas de hostelería, patios de colegio, campus universitarios, entre otros espacios. ” Para complementar lo que acabamos de escuchar, debes saber que en España está prohibido fumar en el interior de los bares desde 2006, algo que a mí me pareció maravilloso, porque cada vez que entraba en un bar salía con toda la ropa oliendo a tabaco y con mis pulmones llenos de humo. Pero es cierto que, a veces, cuando estás en la terraza de una bar, donde sí está permitido fumar, también puedes respirar el humo de los cigarrillos que están a tu alrededor. Así que, me parece fenomenal que la nueva ley controle el consumo del tabaco en esos espacios abiertos, pero públicos. Y antes de finalizar, también es importante reflexionar sobre el impacto global del consumo de tabaco. Ya no hablamos de los cigarrillos electrónicos, sino del tabaco de verdad. Según la Organización Mundial de la Salud, cada año se registran más de 8 millones de muertes provocadas por el tabaco. De estas muertes, aproximadamente 7 millones corresponden a fumadores activos, mientras que más de 1 millón son personas no fumadoras expuestas al humo ajeno, de otras personas. Además, el tabaco es responsable de enfermedades como el cáncer, las enfermedades cardiovasculares y respiratorias crónicas, que afectan gravemente la salud pública. En términos económicos, el coste global del consumo de tabaco asciende a unos 1,4 billones de dólares al año, lo que equivale al 1,8% del Producto Interno Bruto mundial. Este gasto incluye tanto los costes directos en atención médica como las pérdidas de productividad. Estos datos subrayan la importancia de continuar con las políticas de prevención y control del tabaco, así como de fomentar la concienciación sobre sus riesgos, especialmente entre los más jóvenes. Y dicho todo esto, repasamos ya las palabras que hemos aprendido hoy: -Filón: En este contexto, algo que resulta muy rentable o provechoso. -Inocua / Inocuo: algo que no causa daño, que es inofensivo. -Propagar: extender o difundir algo (una idea, una enfermedad, una sustancia...). -Engancharse: volverse dependiente de algo, ya sea física o emocionalmente. -Probar: experimentar algo por primera vez o durante un corto periodo para ver cómo es. -Coger el gusto (a algo): empezar a disfrutar o encontrar placer en algo que al principio no llamaba la atención o no se conocía bien. -Azarosa: que ocurre por casualidad, sin planificación ni control. -Patio: espacio abierto dentro de un edificio, especialmente en colegios o viviendas. En las escuelas, es el lugar donde los estudiantes juegan. Perfecto, pues ahora sí hemos terminado por hoy. Espero que estos minutos de español te hayan resultado entretenidos y útiles para seguir aprendiendo cosas nuevas. Volveré la semana que viene con más contenido extra. Hasta entonces, muchas gracias por tu apoyo y buena semana. Adiós.Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Se Habla Español. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/171214

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Español con noticias 64: ¿Ajuste de cuentas? - Episodio exclusivo para mecenas

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Play Episode Listen Later Jun 8, 2025 27:46


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Normalmente, ese acto violento suele ser un asesinato, aunque también puede tratarse de una paliza a base de golpes por todo el cuerpo. En definitiva, el ajuste de cuentas es como una especie de revancha relacionada con un conflicto previo, casi siempre relacionado con asuntos ilegales, como el narcotráfico, las deudas, las traiciones o las disputas entre bandas. Es decir, no es un crimen al azar, sino una represalia planificada, una revancha por algo que ha sucedido antes. Y, a lo largo de la historia, hemos conocido muchos casos de ajustes de cuentas. Por ejemplo, en la Colombia de los años 80 y 90, durante la época de Pablo Escobar y el cartel de Medellín, se produjeron muchos ajustes de cuentas entre grupos criminales rivales. Los asesinatos se utilizaban como mensajes de poder o de castigo hacia la otra banda. Algo parecido sucedió en Italia durante la lucha entre clanes mafiosos, especialmente la Cosa Nostra en Sicilia. Los ajustes de cuentas eran comunes para mantener el control territorial o castigar a miembros que traicionaban las reglas del grupo. Y más recientemente, en ciudades como Marsella, en Francia, o Ciudad Juárez, en México, se han registrado múltiples homicidios que la policía ha vinculado a ajustes de cuentas entre bandas por el control del tráfico de drogas. No sé si ya conocías esta expresión, pero estoy seguro de que la próxima vez que escuches en las noticias que un crimen "parece un ajuste de cuentas", ya sabrás que se trata probablemente de un acto de venganza dentro de un conflicto más amplio, y no de una víctima elegida al azar o por casualidad. Y te he contado todo esto, porque la noticia que vamos a escuchar puede estar relacionada, precisamente, con un ajuste de cuentas. Esta vez es más breve que en otras ocasiones. Y dentro del vocabulario hay palabras que ya hemos visto en episodios recientes. Así que, entiendo que no te resultará complicado entenderla. Eso sí, después de escuchar la noticia por primera vez, te contaré otras cosas interesantes sobre palabras nuevas. Como suele ser habitual, la noticia la encontré en Radio Nacional de España, y aparecen dos voces distintas. Empieza el presentador del informativo y luego también interviene una joven que escuchó lo que sucedía. Aquí tienes la noticia. “Madrid. Pendientes de las novedades en torno a la investigación de la muerte de un hombre de nacionalidad ucraniana de 52 años tiroteado en plena vía pública. La víctima, un abogado político afín a Rusia, asesor del expresidente Víctor Yanukovych, se encontraba junto a su vehículo frente al colegio americano de Pozuelo de Alarcón, donde había dejado a sus hijos. En el momento del ataque, muchos alumnos accedían al centro. El ruido alertaba a los vecinos. Me he despertado con unos 6-7 tiros y entonces he subido la persiana corriendo y no he visto nada. Pero me he alejado un poco y ya he escuchado un grito, he escuchado un pitido prolongado de coche y me he vuelto a asomar a la ventana y he visto a una chica correr de un lado a otro. En la zona todavía sobrevuelan drones y un helicóptero de la policía para tratar de localizar al autor o autores.” Como has podido escuchar, en ese primer momento, cuando se conoció la noticia, todavía no se hablaba de un posible ajuste de cuentas. Pero unas horas más tarde esa era la hipótesis que manejaban todos los medios de comunicación en España. Lo peor de todo es que unos niños inocentes, sin culpa de nada, se quedaron sin padre. Y, hasta donde yo sé, de momento no se han producido detenciones relacionadas con este asesinato. Eso es lo último que puedo contarte sobre el suceso que conmocionó a los habitantes de Pozuelo de Alarcón, una ciudad de clase alta situada a las afueras de Madrid. Bien, en cuanto a las palabras y expresiones clave que aparecen en la noticia, son las siguientes. En primer lugar, estar pendiente significa prestar atención a algo, estar atento o estar esperando que algo suceda. El presentador del informativo no utiliza el verbo “estar”, sólo dice “pendientes”, pero podría haber dicho “estamos pendientes”, estamos atentos a los hechos que han sucedido en Pozuelo. Ejemplos: -Estoy pendiente del correo porque hoy me tienen que confirmar la fecha de la entrevista. -Los padres estaban pendientes de sus hijos mientras jugaban en el parque. Otra expresión que aparece en la noticia es en torno a, que equivale a “alrededor de” o “sobre” y se usa para hablar de un tema, como en la noticia, o de una cantidad aproximada. Ejemplos de las dos posibilidades: -El debate gira en torno a la reforma educativa. -Había en torno a 50 personas en la sala. Pasamos ahora a la palabra tiroteado, que es el participio del verbo tirotear, que significa disparar con armas de fuego. Por lo tanto, tiroteado se refiere a alguien que ha recibido disparos. La chica que habla en la noticia no dice “disparos”, sino “tiros”, que es un sinónimo. Disparar es lo mismo que tirotear, mientras que disparo equivale a tiro. Ejemplos: -El coche fue tiroteado en plena carretera. -La policía encontró a un hombre tiroteado en el barrio. A continuación, cuando hablan de la vía pública se refieren a los espacios exteriores de uso general. Dicho con otra palabra más sencilla, la vía pública es la calle, un sitio en el que puede caminar todo el mundo. Ejemplos: -Está prohibido beber alcohol en la vía pública. -El accidente ocurrió en plena vía pública, justo frente a un colegio. Más adelante dice que la víctima era afín a Rusia. Ser afín significa tener simpatía o cercanía ideológica con algo o alguien. Puede aplicarse a ideas, a partidos políticos o personas. Ejemplos: -Es un periodista afín al gobierno. -Aunque no somos del mismo partido, nuestras ideas son bastante afines. Vamos ahora con una palabra que no había aparecido nunca, persiana. Una persiana es una estructura que se coloca en las ventanas para regular la entrada de luz o proteger del exterior. Puede ser de madera, de plástico o de metal. Normalmente se sube o se baja con la ayuda de una cinta alargada que se coloca en un lado de la ventana. Pero las modernas se suben y bajan pulsando un botón, porque están mecanizadas. En España tenemos persianas, que van por fuera de la ventana, y luego cortinas, que están hechas de tela y que están ya dentro de la casa. Ejemplos: -Todas las noches bajo la persiana antes de dormir. -Al oír el ruido, subí la persiana para ver qué pasaba en la calle. Por último, el pitido de un coche es el sonido que produce el claxon o la bocina de un vehículo. Claxon y bocina son sinónimo. El pitido sirve para avisar o llamar la atención. Ejemplos: -Un pitido de coche me hizo mirar por la ventana. -El conductor dio varios pitidos para que le dejaran pasar. Bien, como te decía, esta vez no había demasiadas cosas que explicar, pero siempre hay cosas nuevas para ampliar nuestro vocabulario, aunque sean pocas. Perfecto, pues vamos a escuchar la noticia por segunda vez. “Madrid. Pendientes de las novedades en torno a la investigación de la muerte de un hombre de nacionalidad ucraniana de 52 años tiroteado en plena vía pública. La víctima, un abogado político afín a Rusia, asesor del expresidente Víctor Yanukovych, se encontraba junto a su vehículo frente al colegio americano de Pozuelo de Alarcón, donde había dejado a sus hijos. En el momento del ataque, muchos alumnos accedían al centro. El ruido alertaba a los vecinos. Me he despertado con unos 6-7 tiros y entonces he subido la persiana corriendo y no he visto nada. Pero me he alejado un poco y ya he escuchado un grito, he escuchado un pitido prolongado de coche y me he vuelto a asomar a la ventana y he visto a una chica correr de un lado a otro. En la zona todavía sobrevuelan drones y un helicóptero de la policía para tratar de localizar al autor o autores.” Como te decía, a pesar de los esfuerzos de la policía, todavía no han encontrado a los responsables del asesinato. Bueno, vamos con el resumen alternativo de la noticia, o sea, la misma información, pero con otras palabras. El presentador dice que le llegan informaciones de última hora desde Pozuelo de Alarcón, Madrid, donde se ha producido un incidente grave. Al parecer, un ciudadano de origen ucraniano, de 52 años, ha sido asesinado a balazos en plena calle. El hombre, que ejercía como jurista y era próximo a posturas prorrusas, había sido consejero del expresidente Víktor Yanukóvich. Luego confirma que, según fuentes cercanas, el individuo se encontraba junto a su automóvil, aparcado frente a la escuela americana de la zona, justo después de haber llevado allí a sus hijos. En ese instante, numerosos estudiantes entraban al centro escolar. El estruendo de los disparos alarmó a los residentes del barrio. Precisamente, una vecina cuenta que le despertaron unas 6 o 7 detonaciones. Subió rápidamente la persiana, pero no vio nada en ese momento. Luego, al moverse un poco, escuchó un grito, un sonido constante de coche, y volvió a mirar. Entonces vio a una chica corriendo de un lado a otro muy nerviosa. Para concluir la noticia, el presentador dice que la zona permanece acordonada, y que las autoridades están utilizando vehículos aéreos no tripulados y un helicóptero policial para intentar identificar y encontrar a los responsables del crimen. Muy bien, pues ya estamos listos para escuchar la noticia por última vez. Aquí va. “Madrid. Pendientes de las novedades en torno a la investigación de la muerte de un hombre de nacionalidad ucraniana de 52 años tiroteado en plena vía pública. La víctima, un abogado político afín a Rusia, asesor del expresidente Víctor Yanukovych, se encontraba junto a su vehículo frente al colegio americano de Pozuelo de Alarcón, donde había dejado a sus hijos. En el momento del ataque, muchos alumnos accedían al centro. El ruido alertaba a los vecinos. Me he despertado con unos 6-7 tiros y entonces he subido la persiana corriendo y no he visto nada. Pero me he alejado un poco y ya he escuchado un grito, he escuchado un pitido prolongado de coche y me he vuelto a asomar a la ventana y he visto a una chica correr de un lado a otro. En la zona todavía sobrevuelan drones y un helicóptero de la policía para tratar de localizar al autor o autores.” Antes de despedirme y de repasar las palabras que hemos aprendido hoy, quiero compartir algo personal contigo. Últimamente estoy viendo la serie Narcos, que muchos, imagino, ya conoceréis. La historia es apasionante, pero tengo que reconocer que, a pesar de ser español, me cuesta muchísimo entender lo que dicen. Entre los acentos colombianos, el ritmo rápido, y algunas expresiones propias del narcotráfico, a veces necesito los subtítulos en español para seguir bien los diálogos. También es verdad que no me gusta tener el volumen de la televisión muy alto para no molestar a los vecinos, porque aquí en Luxemburgo todo suele estar en calma. El caso es que eso me ha hecho pensar en personas como tú, que estáis aprendiendo español. Si a mí me cuesta, imaginaos a alguien que no es nativo. Por eso, quiero recomendarte que empieces viendo documentales en español y sin subtítulos. Es lo que estoy haciendo yo ahora con el francés. Ayer, por ejemplo, vi un documental sobre un asesino que mataba a chicas jóvenes en París, y la verdad es que lo entendí casi todo. Bajo mi punto de vista, los documentales son perfectos para aprender. Y el siguiente paso serían las series, pero es necesario buscar la serie adecuada. Normalmente, las de humor son difíciles. Así que yo intentaría con algo más clásico como ‘Cuéntame cómo pasó' o ‘El Ministerio del tiempo'. Es sólo una idea por si te apetece probar. Y ahora sí, vamos con las palabras y expresiones que hemos visto hoy. -Estar pendiente: prestar atención a algo, estar atento o esperando que algo suceda. -En torno a: equivale a “alrededor de” o “sobre” y se usa para hablar de un tema o de una cantidad aproximada. -Tiroteado: participio del verbo tirotear, que significa disparar con armas de fuego. Se refiere a alguien que ha recibido disparos. -Vía pública: se refiere a los espacios exteriores de uso general, como las calles. -Afín: significa tener simpatía o cercanía ideológica con algo o alguien. Puede aplicarse a ideas, partidos políticos o personas. -Persiana: es una estructura que se coloca en las ventanas para regular la entrada de luz o proteger del exterior. Puede ser de madera, plástico o metal. -Pitido de coche: es el sonido agudo que produce el claxon o bocina de un vehículo. Sirve para avisar o llamar la atención. Pues esto ha sido todo por hoy. Espero que te haya gustado y que me acompañes la próxima semana con más contenido extra, porque ahora siempre intento acompañar los episodios normales con material exclusivo para ti. Imagino que ya te habrás dado cuenta. Aprovecho para darte las gracias por tu apoyo y te deseo una gran semana. Hasta la próxima. Adiós. Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Se Habla Español. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/171214