Podcasts about escrito

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Leitura de Ouvido
André Giusti - Só Vale a Pena Se Houver Encanto

Leitura de Ouvido

Play Episode Listen Later Sep 30, 2026 53:14


“Só vale a pena se houver encanto” é o 11º livro e primeiro romance do escritor carioca André Giusti. Publicada pela editora Caos e Letras (368 págs.), a obra acompanha a trajetória de Alessandro Romani, jornalista e escritor carioca radicado em Brasília, cuja vida atravessa uma sequência de perdas — desemprego, separação e morte — em meio aos bastidores da cobertura de acontecimentos recentes da política brasileira, como as manifestações de 2013 e a ascensão e queda da primeira presidenta do país. Escrito ao longo de onze anos, o livro é conduzido por uma prosa coloquial, atravessada por imagens poéticas pontuais, e mergulha na crise existencial de seu protagonista. Em colapso pessoal e profissional, Alessandro se recusa a aceitar a vida como uma mera sucessão de obrigações e boletos a pagar. Acaba encontrando na terapia um espaço de enfrentamento de si mesmo.Nascido no Rio de Janeiro, onde viveu até os trinta anos, André Giusti reside em Brasília desde então. Sua trajetória no jornalismo inclui passagens pelo Sistema Globo de Rádio (Rádio CBN), Grupo Bandeirantes de Comunicação, Fundação Roquete Pinto (TVE-RJ), Rádio e TV Justiça, entre outros. Atualmente, é assessor de imprensa do Senado Federal e repórter freelancer do #Colabora. Na literatura, foi finalista do Prêmio Jabuti em 1997 com “Voando Pela Noite, Até de Manhã” (7Letras, 1996) e semifinalista do Oceanos 2024 com “As Filhas Moravam Com Ele” (Caos e Letras, 2023). Boa leitura! ✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:

Devocional Maná
Devocional | ¿Cuál Camino Vamos A Seguir?

Devocional Maná

Play Episode Listen Later Sep 28, 2026 18:56


Después de escuchar la Palabra de Dios, llega el momento de decidir qué voz tendrá autoridad sobre nuestra vida. A partir del Salmo 1:1, este devocional nos invita a examinar los consejos, las ideas y las influencias que están formando nuestra manera de pensar y orientando nuestras decisiones. Descubra por qué no se trata de alejarnos de quienes no conocen a Dios, sino de amarlos sin permitir que sus criterios sustituyan la dirección del Señor. Con el ejemplo de Jesús, quien respondió a la tentación con “Escrito está”, esta enseñanza nos recuerda que nuestra firmeza no depende solamente de la fuerza de voluntad, sino de permanecer en Cristo y escuchar su voz. Permita que este mensaje le ayude a pasar de conocer la Palabra a caminar conforme a ella.

Despertar Quantum
T3#59: ESTABA ESCRITO IA Y HUMANO

Despertar Quantum

Play Episode Listen Later Sep 25, 2026 27:32


Hoy damos este tema sobre las psicografias de Parraviccini y otras fuentes en donde se ha podido advertir de lo que actualmente sucede con La IA. Esperamos generar reflexión.Déjanos tus comentarios y siguenos: Patreon con audios subliminales para Reprogramación R3PR0 5D HACK3O M3NTAL.Acceso a todos nuestros eventos en nuestro Link en Biohttps://linktr.ee/QUANTUM_GDLÚnete a nuestra comunidad desde cualquiera de nuestros eventos del año para obtener beneficios extraCOMUNIDAD MANADA QUANTICA DE CENTRO QUANTUM Informes en Whatsapphttps://wa.me/523310202149Te invitamos a visitar nuestros canales, activar la campanita, dar like y repost para seguir ayudando a más personasNuestros canalesINSTAGRAM https://www.instagram.com/QUANTUM_GDLTIKTOKhttps://www.tiktok.com/@quantum_gdlYOUTUBE https://www.youtube.com/@CentroQuantum/podcastsFACEBOOK https://www.facebook.com/QuantumGDL https://t.me/centroquantum.#Quantum #applepodcasts #spotifypodcast #centroquantum #despertardeconsciencia #quantum #constelacionesfamiliares #fisicacuantica #cuantica #tupuedescrearturealidad #googlepodcasts #CentroQuantum #podcast #epigenetic #conciencia #spotify #taniaramón ##inteligenciaemocional #amor #magia #matrix #JacoboGrinberg #bioreprogramación

Autores e Livros
Poesia contemporânea reúne diferentes vozes para falar dos dilemas do presente

Autores e Livros

Play Episode Listen Later Sep 18, 2026 28:01


A poesia contemporânea é o tema da edição dessa semana do Autores e Livros, que reúne obras de diferentes gerações e trajetórias para mostrar como os versos continuam dialogando com as questões do presente. O programa destaca “Treze Mulheres Contemporâneas, Treze Poemas Cada”, antologia publicada pela Georgois Livros e organizada pela poeta, educadora e pesquisadora indígena Márcia Mura. A obra reúne 13 autoras, entre elas Adélia Prado, em uma coletânea dedicada à diversidade das experiências femininas e à representatividade na literatura brasileira. Outro destaque é “Corpos, Fendas e Fronteiras”, de Ana Carolina Francisco, publicado pela Editora Letramento. Escrito entre os 18 e 23 anos da autora, o livro aborda identidade, afetos, sexualidade, feminismo, política e pertencimento. A edição traz ainda uma entrevista com o cantor, compositor e escritor Paulo Thomaz sobre “Pela Fresta da Porta, As Luzes da Festa”, da Íbis Libris. No quadro Entrelinhas, Hermes Coelho apresenta “Mambembe”, terceiro livro de poesia de Alessandro Romio, publicado pela Editora Patuá. A obra reúne versos voltados ao cotidiano, às relações humanas e às inquietações da vida.

Teologia para Vivir Podcast
Thomas Boston y el pacto de salvación

Teologia para Vivir Podcast

Play Episode Listen Later Sep 15, 2026 24:38


Libro: https://teologiaparavivir.com/boston-pacto-de-gracia/  Video: https://youtu.be/W9jN6cXmFN8  ¿Qué significa realmente afirmar que la salvación es por gracia? En El pacto de gracia, Thomas Boston construye una de las exposiciones más completas, pastorales y cristocéntricas de la teología reformada del pacto. Cristo aparece como el último Adán, Mediador, Fiador, Sacerdote y Administrador del pacto: aquel que cumple perfectamente sus condiciones y asegura para su pueblo justificación, adopción, santificación, perseverancia y vida eterna. Escrito en el contexto de la controversia del Marrow, el tratado responde a una cuestión profundamente pastoral: ¿cómo puede un pecador acudir verdaderamente a Cristo sin convertir la fe, el arrepentimiento o la obediencia en el precio de la salvación? Boston insiste en que la condición del pacto ya fue cumplida por Cristo; la fe recibe lo que él obtuvo. Pero esa gracia gratuita no produce indiferencia moral: conduce necesariamente a santidad, obediencia y perseverancia. Esta edición española presenta íntegramente el texto de 1734 e incluye introducción histórica y teológica, sinopsis, notas, glosario, índices y el importante Memorial sobre el ayuno y la humillación personales y familiares. Una obra para comprender no solo qué es el pacto de gracia, sino cómo transforma toda la vida cristiana.

Papo de Cinema
#288 :: Rocky: Um Lutador – 50 anos

Papo de Cinema

Play Episode Listen Later Sep 15, 2026 32:24


Lançado em 1976, Rocky: Um Lutador é uma das histórias de superação mais emblemáticas da história do cinema. Escrito e protagonizado por Sylvester Stallone e dirigido por John G. Avildsen, o longa nasceu como uma aposta de baixo orçamento e acabou se tornando um fenômeno mundial. Produzido por cerca de US$ 1 milhão, arrecadou US$ 117 milhões mundialmente. Stallone, então um ator desconhecido, recusou vender seu roteiro sem a garantia de interpretar Rocky Balboa - uma decisão que acabou mudando completamente sua carreira.Na trama, Rocky é um boxeador de origem humilde da Filadélfia que recebe uma oportunidade inesperada: enfrentar Apollo Creed, campeão mundial dos pesos-pesados. Mais do que vencer uma luta, Rocky quer provar a si mesmo que é capaz de chegar até o fim. O filme conquistou 10 indicações ao Oscar e venceu três estatuetas, nas categorias de Melhor Filme, Direção para Avildsen e Montagem. Neste episódio do Podcast Papo de Cinema, o editor do site Victor Hugo Furtado recebe Henrique Massaro para conversar sobre a trajetória, o impacto cultural, a carreira de Stallone, a representação dos ítalo-americanos e as razões que fizeram o filme atravessar cinco décadas.

Historias Pulp
Las crónicas del reloj por Elmer Ruddenskjrik

Historias Pulp

Play Episode Listen Later Sep 14, 2026 30:02


Un pequeño grupo de mercenarios desempeña una misión extraña y sin apenas información... Escrito y leído por Elmer Ruddenskjrik. Relato incluido en el recopilatorio Relatos de Rol coordinado por David Loren Bielsa: https://www.amazon.es/Relatos-Rol-Antolog%C3%ADa-Ben%C3%A9fica-Memes/dp/1793001928/ref=tmm_pap_swatch_0 Visítanos en: https://historiaspulp.com/ Temas musicales: The Sawer of Darkness por Akiramarok Final Heist por Waveshaper

Misterios
Jack el Destripador: escrito en sangre

Misterios

Play Episode Listen Later Sep 12, 2026 131:05


Una dramática y cautivadora serie documental que desvela un ángulo impactante y poco conocido de los crímenes de Whitechapel: cómo una despiadada banda de periodistas del The Star creó la leyenda de Jack el Destripador… y pudo haber contribuido a que escapara. A lo largo de tres intensas horas, nos adentramos en un thriller real que muestra cómo el reportero a destajo Fred Best y sus colegas manipularon los brutales asesinatos para vender periódicos. No solo distorsionaron los hechos: sembraron pistas falsas, fabricaron pruebas y publicaron especulaciones como si fueran verdades. Con titulares sensacionalistas y cartas falsas en las que se hacían pasar por el propio asesino, desviaron la investigación y convirtieron el trabajo de Scotland Yard en un auténtico desastre. Señalando sospechosos equivocados, The Star desató una histeria colectiva que transformó las calles de Whitechapel en un territorio dominado por la sospecha y la violencia. Mientras la ciudad se sumía en el pánico y la policía perseguía sombras, el verdadero asesino se desvanecía entre sus dedos. En su obsesión por la exclusiva, Fred Best y sus compañeros no solo dieron forma al mito de Jack el Destripador: se aseguraron de que jamás fuera capturado. Lo convirtieron en una sensación mediática, mientras las tragedias de sus víctimas quedaban sepultadas bajo el ruido ensordecedor de la prensa.

El Sonido
Diles Que No Me Maten Live on KEXP – Cancioneros Summer Break

El Sonido

Play Episode Listen Later Sep 7, 2026 23:45


Mientras nos preparamos para la segunda mitad del año de El Sonido: Cancioneros, abrimos los archivos oficiales de KEXP para revisitar algunas de las sesiones Live on KEXP más memorables de artistas latinoamericanos, iberoamericanos y caribeños. En este episodio regresamos a Ciudad de México para revisitar la sesión de Diles Que No Me Maten, grabada por KEXP en marzo de 2023 en El Desierto Casa Estudio, en partnership con Vive Latino. Formado en 2017, el quinteto construye su música a partir de la improvisación, cruzando krautrock, post-punk, psicodelia, jazz y poesía. Tres años después de aquella sesión, la banda atraviesa un nuevo capítulo con Escrito en Agua, su cuarto álbum de estudio, publicado en 2026 por Moonlight Activities, y una gira internacional con fechas en Norteamérica, Europa y Sudamérica. Suscríbete al canal de KEXP Podcasts en YouTube para disfrutar de estos episodios especiales en video con subtítulos en inglés y español. Una producción original de KEXP en español. Más información en kexp.org/el-sonido Créditos Host & Producer: Albina CabreraAudio Mastering: Jackson LongProducer: Jose PabonEditorial Supervision: Dusty HenryOriginal Podcast Music: Roberto Carlos Lange (Helado Negro)Photo by: Carlos CruzSupport El Sonido: kexp.org/el-sonido As we prepare for the second half of the year of El Sonido: Cancioneros, we're opening KEXP's official archives to revisit some of the most memorable Live on KEXP sessions by Latin American, Iberian, and Caribbean artists. In this episode, we return to Mexico City to revisit Diles Que No Me Maten's Live on KEXP session, recorded in March 2023 at El Desierto Casa Estudio in partnership with Vive Latino Festival. Formed in 2017, the five-piece builds its music around improvisation, bringing together krautrock, post-punk, psychedelia, jazz, and poetry. Three years after that session, the band enters a new chapter with Escrito en Agua, their fourth studio album, released in 2026 via Moonlight Activities, alongside an international tour with dates across North America, Europe, and South America. Subscribe to the KEXP Podcasts YouTube channel to watch these special video episodes with subtitles available in English and Spanish. An original KEXP production in Spanish. More information at kexp.org/el-sonido Credits Host & Producer: Albina CabreraAudio Mastering: Jackson LongProducer: Jose PabonEditorial Supervision: Dusty HenryOriginal Podcast Music: Roberto Carlos Lange (Helado Negro)Photo by: Carlos CruzSupport El Sonido: kexp.org/el-sonidoSupport the show: http://kexp.org/elsonidoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Hora 25
Las 20 de Hora 25 | Marlaska ha escrito una carta al Poder Judicial, Sánchez ha prometido publicar un dossier con los informes de inteligencia y Trump y Milei han apuntado a España por Ceuta

Hora 25

Play Episode Listen Later Sep 3, 2026 27:52


Las noticias que debes conocer esta tarde, con José Luis Sastre y Esther Bazán. Desde la carta de Marlaska hasta las películas españolas preseleccionadas para los Oscar, pasando por las palabras de Sánchez en el Congreso, la situación en Ceuta, el futuro de Seat y otras noticias. 

Documentales Sonoros
Jack el Destripador: escrito en sangre

Documentales Sonoros

Play Episode Listen Later Sep 2, 2026 131:05


Una dramática y cautivadora serie documental que desvela un ángulo impactante y poco conocido de los crímenes de Whitechapel: cómo una despiadada banda de periodistas del The Star creó la leyenda de Jack el Destripador… y pudo haber contribuido a que escapara. A lo largo de tres intensas horas, nos adentramos en un thriller real que muestra cómo el reportero a destajo Fred Best y sus colegas manipularon los brutales asesinatos para vender periódicos. No solo distorsionaron los hechos: sembraron pistas falsas, fabricaron pruebas y publicaron especulaciones como si fueran verdades. Con titulares sensacionalistas y cartas falsas en las que se hacían pasar por el propio asesino, desviaron la investigación y convirtieron el trabajo de Scotland Yard en un auténtico desastre. Señalando sospechosos equivocados, The Star desató una histeria colectiva que transformó las calles de Whitechapel en un territorio dominado por la sospecha y la violencia. Mientras la ciudad se sumía en el pánico y la policía perseguía sombras, el verdadero asesino se desvanecía entre sus dedos. En su obsesión por la exclusiva, Fred Best y sus compañeros no solo dieron forma al mito de Jack el Destripador: se aseguraron de que jamás fuera capturado. Lo convirtieron en una sensación mediática, mientras las tragedias de sus víctimas quedaban sepultadas bajo el ruido ensordecedor de la prensa.

Human Leader by Rogelio Segovia
Todos pueden escribir; no todo lo escrito vale la pena

Human Leader by Rogelio Segovia

Play Episode Listen Later Aug 31, 2026 10:14


Primero internet y luego la IA masificaron la escritura, pero no el criterio. Escribir exige lectura, disciplina, formación y, sobre todo, algo de valor que compartir.

BBC Lê
'A Riqueza das Nações': como livro escrito há 250 anos ainda influencia nossas vidas

BBC Lê

Play Episode Listen Later Aug 27, 2026 13:56


Um livro do século 18 influencia até hoje o quanto você ganha, o que você consome e como o mundo funciona. O que há na obra de Adam Smith que a mantém tão atual até hoje?

BBC Lê
'A Riqueza das Nações': como livro escrito há 250 anos ainda influencia nossas vidas

BBC Lê

Play Episode Listen Later Aug 27, 2026 13:56


Um livro do século 18 influencia até hoje o quanto você ganha, o que você consome e como o mundo funciona. O que há na obra de Adam Smith que a mantém tão atual até hoje?

El Larguero
Noticias El Larguero | El Atlético dejó por escrito que, si Julián Álvarez quería irse, debía presentar una oferta de 150 millones de euros antes del 20 de junio

El Larguero

Play Episode Listen Later Aug 26, 2026 1:52


El delantero argentino sigue siendo el gran protagonista del mercado de fichajes. 

Ciclismo de ayer y de hoy
Vuelta a España 2026 | ETAPA 4: Estaba escrito. Lo hizo otra vez

Ciclismo de ayer y de hoy

Play Episode Listen Later Aug 25, 2026 21:18


Comenté en su día que esta etapa de Andorra me parecía de las más importantes para que se despejara un poco la general. Y así ha sido. Alguno manda por delante y ya sabemos un poco más de cómo han llegado otros. Queda mucho, pero el primer encuentro con la montaña ha puesto algunas cartas sobre la mesa. Os lo cuento y os hago la previa de la Etapa 5 No te olvides de darle LIKE ❤️ y COMENTAR ✍️ A los mandos de las bicicletas: David Gómez ( https://x.com/davidesportista ) ¡Haz CLIC en el botón de APOYAR y conviértete en un FAN de Ciclismo de Ayer y de Hoy! ️ Ten acceso a los episodios EXCLUSIVOS para FANS, no tendrás publicidad y ayudas al mantenimiento del proyecto. ¿Quién puede dar más? ¿Nos acompañáis en esta ruta? ➡️Únete a nuestro canal de TELEGRAM. Comentamos las carreras, jugamos a intentar adivinar el ganador de las carreras, hacemos piña alrededor del ciclismo t.me/ciclismoayerhoy SUBSTRACK: https://open.substack.com/pub/ciclismoayerhoy Nuestro Twitter: https://twitter.com/ciclismoayerhoy Nuestro canal de Youtube: https://youtube.com/@ciclismoayerhoy Nuestro Instagram: https://www.instagram.com/ciclismoayerhoy

Agenda Samaria
Periodismo, escritura y astrología en La Pombo con María Antonia León

Agenda Samaria

Play Episode Listen Later Aug 24, 2026 26:10


María Antonia León dialogó con su público y en el micrófono de Agenda SamariaEs autora de Las ballenas son más sutiles (FCE, 2024), Premio Nacional de Libro de Cuentos Inédito Escrito por Mujeres del Ministerio de las Culturas de Colombia; El oráculo térmico (Seix Barral, 2023), VI Premio de Novela Corta Roberto Burgos Cantor (Javeriana–Planeta); y del poemario El aparato que late (Domingo Atrasado, 2021). También ha publicado en revistas y antologías.

451 MHz
#209 Escrita na estrada — Calila das Mercês

451 MHz

Play Episode Listen Later Aug 21, 2026 62:46


Até onde nossos caminhos nos levam? Este episódio recebe a escritora Calila das Mercês, que apresenta Nódoa (Companhia das Letras), sua estreia no romance, na coluna Lado Beber do 451 MHz. Escrito durante viagens e vivências da autora, o livro é ambientado nos anos 60 e tem uma trama povoada por gerações de mulheres em deslocamento. Na conversa com a poeta Bruna Beber, a convidada também fala sobre sua relação com outras escritoras negras, como Conceição Evaristo e Tatiana Nascimento, e o que aprendeu em suas andanças pelo Brasil. O episódio ainda traz uma recomendação literária do escritor e sacerdote das religiões afro-brasileiras João Tokunbó Carneiro, que revela aos ouvintes um livro que o marcou. Apoio: Lei Rouanet Assine a Quatro Cinco Um por R$ 12/mês: quatrocincoum.com.br/assine Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: quatrocincoum.com.br/assine

Agenda Samaria
María Antonia León presenta en La Pombo su libro “Las Ballenas son más sutiles”

Agenda Samaria

Play Episode Listen Later Aug 21, 2026 4:32


María Antonia León (Manizales, 1985) Escritora, editora y profesora. Su trabajo, atravesado por el feminismo decolonial, dialoga con las voces excluidas del canon literario colombiano. Es autora de Las ballenas son más sutiles (FCE, 2024), Premio Nacional de Libro de Cuentos Inédito Escrito por Mujeres del Ministerio de las Culturas de Colombia; El oráculo térmico (Seix Barral, 2023), VI Premio de Novela Corta Roberto Burgos Cantor (Javeriana–Planeta); y del poemario El aparato que late (Domingo Atrasado, 2021). También ha publicado en revistas y antologías. Fue una de las editoras de la Biblioteca de Escritoras Colombianas y ha prestado servicios editoriales para Planeta, Editorial CES y el Banco de la República. Como tallerista ha trabajado con Idartes, el Ministerio de las Culturas y las universidades Central y Nacional. Es comunicadora social y magíster en Escrituras Creativas, y dirige la escuela de escritura y astrología La Maletra. Ampliaremos su relato en próximo episodio.

Convidado
Marta Lança publica memórias entre Lisboa, Paris, Mindelo, Luanda, Maputo e Rio de Janeiro

Convidado

Play Episode Listen Later Aug 20, 2026 37:05


Neste programa, conversamos com Marta Lança, a autora de “Essas pessoas na sala de jantar”, um livro que conta as histórias de uma vida escrita entre Lisboa, Paris, Mindelo, Luanda, Maputo, Rio de Janeiro e outras geografias, tendo como fio condutor as mudanças de casa e os encontros com novas pessoas que enchem salas de jantar transformadas em lugares de resistência e comunidades de pensamento e de arte. Este é o seu segundo livro, depois de “infinitas-pessoas-mais-uma”, ambos editados na Tigre de Papel. Marta Lança é jornalista, escritora, programadora cultural e também coordena o portal Buala, uma plataforma dedicada à cultura e ao pensamento sobre o Sul Global.  O livro “Essas pessoas na sala de jantar” é como uma casa, ou melhor, uma sala de jantar repleta de amigos e reinventada a cada nova morada entre três continentes. Mas não é “uma sala de jantar auto-satisfeita”, não. É um convite à viagem, à partilha e aos novos sabores, com pratos cheio de histórias e portas abertas, com sorrisos e cumplicidades, algures em prédios onde – podemos ler – “nos desenrascamos uns aos outros, e dispensamos ovos e coentros, em que crescemos juntos”. Foi a partir das sucessivas mudanças de casa para “outro bairro, às vezes outra cidade, ou continente” que a autora quis “encapsular temporadas em certos lugares e circunstâncias”. Através da sua história pessoal, conta o que viu nos países onde viveu, observando com “um olhar para dentro e para fora” capaz de arrombar quartos fechados e mentes quadradas. Esta é uma história de encontros, de “geografias afectivas múltiplas” e é também um diário de bordo de um mundo em risco de extinção e de um outro a cimentar-se, num “tempo saturado de estímulos e de tecnofascismo” e em que os ecrãs substituíram livros e o brincar na rua. Escrito com muito humor, o livro é também uma forma de transmissão da memória, offline, um registo proustiano em busca de um tempo perdido em que tanto se ganhou e tanto se foi perdendo. Às memórias pessoais da protagonista, às suas histórias de amizades, de amores, de viagens e experiências noutros países, misturam-se os grandes acontecimentos que marcaram a História e a política do pós-25 de Abril em Portugal até aos dias de hoje no mundo. Tudo acompanhado pelo ritmo dos filmes, dos livros e da banda sonora que também escreveram esses anos. A partir de Lisboa, Faial, Paris, Mindelo, Luanda, Maputo, Rio de Janeiro, Baixo Alentejo, as histórias  são acompanhadas por reflexões sobre as injustiças sociais, o racismo, as cidades segregadas, o capitalismo desenfreado, a crise da habitação, a especulação insaciável e as rendas insustentáveis, a ecologia em crise, a pobreza, as sempiternas lutas das mulheres e muitas e variadas e repetidas opressões. São também histórias de lugares de resistência, de salas de jantar transformadas em comunidade de pensamento e de arte. A autora lembra como foi crescer numa Lisboa arrastada pela especulação imobiliária, o que foi a “Geração à Rasca” nos tempos da Troika e lembra que “o fascismo nunca desapareceu no país dos brandos costumes”.  Depois, recorda como “ter vinte e um anos em Paris foi um embate de geopolítica existencial, um momento fundador na mundividência íntima”. Em Cabo Verde, reconheceu “a personalidade telúrica dos habitantes vulcânicos" que tinha conhecido em menina nos Açores, “mas o mais difícil de erradicar permanece: as mentalidades, a anos-luz de descolonizar”. Segue-se Luanda, “mal tinha desembrulhado o grogue, o veludo e a calabaceira de Cabo Verde e partia de novo, desta vez para uma grande metrópole africana da qual afinal não sabia quase nada”. Em Luanda compreendeu que “a mesma cidade onde se luta para conseguir comer ou para facturar milhões, toda a hora é hora de celebrar a vida, porque a toda a hora se pode morrer.” Em Maputo, o que mais conquistou o seu “coração rebelde eram os concertos de hip-hop, agregadores de jovens desejosos de mudar a sociedade restrita e opressora”, como Azagaia que “confrontava o regime e a geração da independência” com, por exemplo, a música “Quem vendeu a minha pátria?”. No Rio de Janeiro, surge a pergunta: “Como se pratica a alegria num lugar atravessado por tanta violência?”, onde “a desigualdade continua a ser a espinha dorsal da vida urbana brasileira.” A resposta começa, talvez, nos baile funk na Zona Norte, “uma das maiores expressões da resistência cultural, social e identidade das periferias brasileiras”. Mais tarde, o refúgio no Baixo Alentejo, em Portugal, onde uma casa no campo é a possibilidade de “pequenos lugares engendrarem utopias”. Porém, mesmo aí, “a terra é colonizada e posta a render” e nos cafés se percebe “como muita gente desistiu e se deixou manipular pelo populismo e abandono”. No final, regressa às raízes para cuidar de quem dela cuidou e de quem dela cuidará, confessa. Consciente de fazer “parte da paisagem da desigualdade montada”, ao longo dessas viagens entre os três continentes, a narradora nunca esquece “o Atlântico que devolve continuamente a memória do terror e da sobrevivência”. Também omnipresente, de viagem em viagem, a comida, das bolinhas da Xandite aos gelados do Pintado, do empadão de esparguete com carne nos avós, ao “panelão de arroz de grelos servido em pratos lascados e vinho de pacote”, passando pelo amarindo, loengo, mamão, goiaba e fruta pinha da zungueira de Luanda, sem esquecer o acarajé no Rio e a Cozinha Ocupação. Afinal, “poucas coisas unem tanto as pessoas como partilhar uma refeição”. A inspirar as suas páginas sente-se a busca e um enorme respeito pela liberdade, partindo de uma personagem-arquétipo a que chamou Júlia e que andava “a desenhar um mapa poético para mudar o sistema sem tomar o poder”. Era uma Júlia que, para além do engajamento em vários combates políticos, concentrava “a liberdade das infinitas mulheres que nunca puderam fazer nada mais senão trabalhar muito e cuidar dos outros". "Essas pessoas na sala de jantar" talvez seja "o mapa poético" de Marta Lança, esboçado a partir da "força de todas as que foram reprimidas". Marta Lança: "Aproveita, vive com consciência toda essa liberdade, o que tantas mulheres antes de ti não puderam fazer" RFI: Do que fala este livro? Marta Lança, Autora de “Essas pessoas na sala de jantar”: “Este livro compila várias crónicas de diversos momentos da minha vida. Quando estava a pensar o que é que ligaria estas histórias, achei que seria o mínimo denominador comum a questão de mudar. Mudar de casa, mudar de cidade, mudar de geografia emocional e de trabalhos, entre eles tem esta questão de cada um que se passa num determinado tempo e espaço. Começa com a casa onde cresci, a casa dos pais, a casa de onde parti para a vida e depois são sucessivas casas como ponto de partida: várias em Lisboa, várias depois com a vida profissional, em que fui viver para os países africanos onde também se fala português, como Cabo Verde, Angola, Moçambique. Depois o Brasil e o regresso a Lisboa, sendo Lisboa também em vários bairros, em vários tempos. Isso é o que coordena. Depois, fala de muitas outras coisas. Cada história tem os seus universos, alguns vão-se repetindo, mas é basicamente um livro que tem a ver com o crescer, com o tornar-se uma mulher, tornar-se adulta, e tem esse lado um pouco confessional, autobiográfico - mesmo assim, tentando não expor muito os outros - mas é o devir adulto. Basicamente, é um livro que tem a ver com o crescimento.” Por que é que decidiu chamar-lhe “Essas pessoas na sala de jantar”? “Porque sempre gostei muito dessa canção de 'Os Mutantes', um grupo brasileiro de movimento Tropicália. A canção chama-se ‘Panis et Circenses', tem a ver com uma crítica à ditadura militar brasileira. É muito irónico porque enquanto se está a distribuir pão e circo, essa classe média que está entretida na sala de jantar, ocupada em manter-se, em nascer e morrer, e que fica numa certa passividade enquanto o mundo explode, enquanto há uma série de injustiças, há uma classe média que está muito contente com a sua vidinha de privilégio. Então, trouxe este título para falar também dessa tensão que eu própria sinto entre o meu meio, esse meio pequeno-burguês de Lisboa que teve acesso à educação, saúde a seguir ao 25 de Abril. Portanto, somos essa primeira geração em liberdade que pôde uma série de coisas e, ao mesmo tempo, o que é que fazemos com isso? Então, também tem essa questão de tentar politizar-me e ter atenção à abertura para outras realidades do mundo e da minha própria cidade e ter uma participação não passiva, sendo que há esse dentro e fora da sala de jantar. Acho que é uma canção que traduz muito essa vontade também de trazer poesia para a vida, um outro olhar, não aquele convencional, e por isso a escolhi como título.” O espaço casa tem um lugar central, mas essas casas vão sendo criadas em diferentes países. Quase parece um paradoxo porque a casa é algo aparentemente estável, seguro, e aqui as suas casas são resultado de viagens e cada cidade é como uma nova casa. Até que ponto é que as casas e as cidades são personagens centrais neste livro? “São porque têm um lado de dentro de casa, mas não muito. Então, dentro de casa porque aconteceu que quase todas estas casas, como os leitores vão ver, foram casas partilhadas, casas colectivas onde viviam outras pessoas. Desde o início com a família, o núcleo duro, etc, e depois os amigos, os namorados e, hoje em dia, as casas com crianças quando estamos a criar filhos. Na partilha de casa, sempre achei muito interessante, como uma espécie de laboratório social, como é que as pessoas habitam uma casa, como é que pessoas, além de mim, tornam a casa um lugar habitável, um lugar acolhedor, mas um lugar onde há conflitos com a divisão de espaço, divisão de tarefas. Foi interessante que a minha vida suscitou ver várias maneiras de habitar a casa porque fui partilhando casa com pessoas diferentes ao longo da vida e sendo que essas outras cidades, outros bairros, também traziam sempre um microcosmos de realidades diferentes. Então, não são cenários, são participantes dessa observação de costumes, de ponto de partida para ver o que está à volta da casa. Aliás, o livro parte desse interior da casa, mas depois vai muito para fora, sai logo. A narradora - que sou eu - acaba por estar mais interessada no que se passa fora. Tenho algumas observações sobre o dentro de casa, mas o mais interessante será mesmo essa etnografia de ambientes à volta dessas casas, do bairro, dos sistemas políticos, dos assuntos que inquietam naquele momento, como se cristalizasse um certo tempo de observação. É por aí que interessa, é como a casa ser um mirante, um ponto de observação do exterior.” Vamos às casas nas diferentes cidades. Por exemplo, Lisboa. Lisboa não é apenas a cidade bonita e multicultural onde cresceu, onde ia ao ballet da Gulbenkian, ao cinema, aos bares do Bairro Alto dançar kizomba e ouvir Os Tubarões. Foi também a cidade onde um rapaz cabo-verdiano, Alcino Monteiro, foi espancado até à morte por um bando de skins no Dia de Portugal, em 1995, um cenário que se repetiria. Olha para este ódio racial que reverbera ainda na própria cidade. Quer-me falar sobre Lisboa? “Sim, é interessante ter ido buscar esse exemplo porque essa linha de cor que atravessa a cidade de Lisboa, essa colonialidade ainda estamos a vivê-la, não é? Crescer nos anos 80, numa cidade que estava a urbanizar-se, é o meu ponto de partida: era ali a zona de Carnide, depois assistir ao fenómeno do Colombo, toda essa Lisboa que se queria tornar uma cidade europeia, com a entrada na União Europeia, o desenvolvimento e, ao mesmo tempo, o realojamento dos bairros mais auto-construídos, etc, mas que obviamente foi criando para as margens, foi marginalizando, tornando periféricas uma série de realidades socioculturais e económicas de tornar muitos bairros empobrecidos e pessoas empobrecidas em que a linha de cor coincide. Ou seja, são as pessoas racializadas que acabam por ter esse estigma que vinha de um país a seguir ao 25 de Abril, ainda com uma grande carga colonial, racista, foi mantendo, se calhar um pouco mais com um certo pudor, sendo que agora, com a ascensão da extrema-direita e todo este populismo e instrumentalização do ressentimento voltou a sair à carga e ainda mais estigmatizou estes territórios, estas pessoas, e no livro vou falando desses momentos. De facto, o ódio racial foi um momento definidor quando aconteceu esse assassinato do Alcino Monteiro num bairro que eu frequentava, o Bairro Alto, que eu frequentava com os meus amigos. Para nós, que éramos novos, sentir esse medo nas ruas, ali no centro da cidade, e perceber: ‘Afinal isto é terrível. Há pessoas que são um alvo muito mais declaradamente de uma purga, dessa motivação do ódio.' E acho que isso nunca deixou de existir em Lisboa, aliás, culminou no ano passado com a morte do Odair Moniz, e vamos vendo como a cidade evolui e não resolve essas suas feridas sociais de ódio. E, portanto, acho que isso atravessa de alguma forma o livro. Eu, no lugar de também de um certo activismo anti-racista, mas como é que uma jovem lisboeta branca vai percebendo essas injustiças. Também entrei por aí de uma forma, não aprofundando muito, mas dando a entender que isso é uma realidade que só não vê quem não quer. Podemos estar num certo meio protegidos, mas somos cúmplices desse estado de coisas se mantivermos essa passividade. Portanto, temos de denunciar.” Vamos agora a Paris. Conta que “ter 21 anos em Paris foi um embate de geopolítica existencial, um momento fundador na mundividência íntima”. Foi para lá estudar, viveu na Cité Universitaire. Fala daquele momento, mas também na continuação das lutas sociais até hoje, com os Coletes Amarelos, as revoltas suburbanas na sequência também do assassínio de jovens de pele negra, a mobilização contra a ascensão da extrema-direita. Que lugar tem para si Paris? “Nessa tal geografia de afectos e de crescimento, Paris foi muito importante porque foi esse tal embate político. A minha relação com Paris no livro é no ano de 1997, 98, eu era uma jovem estudante de Erasmus em Paris. E teve esse papel de perceber como o mundo é enorme, como as lutas sociais são muito mais vastas do que a partir de Lisboa e também de perceber que há uma esquerda muito organizada e disseminada nas universidades, nas manifestações e isso foi muito importante de assistir, de acompanhar, de testemunhar esse fervor. Quanto mais organização, até de contestação, também mais se sentia essa tensão de uma cidade a uma escala muito maior do que Lisboa. Eu conto uma manifestação dos ‘chomeurs' [desempregados] que me impressionou muito, a forma muito combativa e muito radical de confrontar a polícia, etc, e depois Paris sempre continuou a ser uma meca da esquerda europeia com essas outras lutas que se seguiram e mais do que nunca, agora, com a situação política da Europa e de França em particular. Acho que é um bom barómetro da temperatura social, continua a ser.” Viveu também em Cabo Verde, que diz que se tornou em “um país exemplar no contexto africano”, graças ao empenho, ao valor atribuído à educação. Diz ainda que o mais difícil de erradicar permanecem “as mentalidades a anos-luz de descolonizar”. Quer falar-nos um pouco sobre Cabo Verde e a sua experiência? “Cabo Verde foi também uma transição enorme na minha vida. Ir viver para uma ilha pequenina como São Vicente e fazer uma revista com jovens cabo-verdianos e perceber as questões deles, algumas frustrações e muita vontade de participar, de ter opinião. Então, foi uma experiência que eu acarinho muito. De facto, viver nos sítios, trabalhar nos sítios, ajuda-nos muito a compreender essas tais relações, a sair do postal turístico das férias na ilha do Sal ou da Boavista em que a pessoa não percebe muito mais para além de que é um país maravilhoso, cheio de morabeza, etc. Ao trabalhar com jovens e ao ouvir os artistas, ao fazer também jornalismo de muita escuta, fez com que eu entendesse que há uma grande questão identitária. Portanto, isto é Cabo Verde de 2004, é claro que muitas coisas mudaram, mas havia ali muitas conversas sobre a questão da crioulidade, da situação atlântica de Cabo Verde cultural, da mestiçagem, todas essas heranças de ‘somos mais africanos, somos mais europeus', toda essa indefinição, que é uma discussão interessante, mas depois, no dia-a-dia, sentia-se que ainda havia um certo racismo em relação a pessoas do continente africano, muito pejorativamente chamados de mandjacos, como se isso fosse um insulto a uma etnia da costa da África, guineense, etc, e sobretudo a geração mais velha tinha um certo preconceito com a questão das pessoas mais negras. Falo também nessas manifestações, de alguns comentários, de algumas tradições como os Mandingas no Carnaval do Mindelo. E acho que sim, há uma mentalidade ainda muito colonizada que vai-se percebendo também em coisas mais recentes. Por outro lado, há uma juventude que reivindica o lado pan-africanista, a herança de Amílcar Cabral como os grandes valores da independência, tudo isso, mas é, mais uma vez, perceber que o contexto de um país é muito mais complexo do que a gente pensa no início. “Mal tinha desembrulhado o grogue” - estou a citá-la – “o veludo e a calabaceira de Cabo Verde", partiu de novo, desta vez para "uma grande metrópole africana, da qual, afinal, quase nada conhecia”. Luanda é a cidade onde "a toda a hora é hora de celebrar a vida porque a toda a hora se pode morrer”. Quer falar-nos sobre Luanda? “Luanda, essa grande cidade! Foi incrível conhecer Luanda nesse momento que saía há poucos anos de longuíssima guerra civil e ir trabalhar na área da cultura, das artes, em que estava tudo por fazer, havia uma alegria, um entusiasmo, e foi mesmo extraordinário também partilhar casa no bairro da Maianga, uma casa que já é histórica nas lendas urbanas, que é o Sete e Meio. Era um apartamento que dividíamos entre artistas angolanos e eu e uma amiga portuguesa que também trabalhávamos na Trienal de Luanda. Morava lá o Kiluanji Kia Henda, o Orlando Sérgio, o Yonamine, o Ihosvanny, artistas que estavam em grande força na sua carreira como artistas visuais, e o Orlando que é um actor na área do teatro e cinema. Então, era um ponto agregador da cidade, onde fazíamos muitos jantares, muitas conversas na nossa varanda, que também tinha um ponto de observação para as transformações urbanas da própria cidade de Luanda. E sim, é uma cidade de contradições, não é? Nessa altura - já não é a realidade actual - havia muita gente a fazer dinheiro porque o petróleo era, de facto, a economia muito efervescente, o crescimento económico era incrivelmente alto e acelerado, mas sabemos que isso depois não se traduziu em melhorias na qualidade de vida do povo angolano, que hoje em dia está bastante sufocado, numa crise enorme. Eu, como estrangeira, mas tentando viver como angolana no dia-a-dia, andar de candongueiro, depois também fiquei lá a trabalhar como professora, ouvi muitas histórias e o que mais me fascinava eram as biografias das pessoas. As pessoas tinham histórias de vida incríveis e apetecia cartografar tudo e escrever tudo, mas depois a realidade era tão veloz e alucinante que era difícil. Então, esses dois textos no livrinho sobre a Luanda dessa época são muito fragmentados, mas era um espelho da própria cidade, dessas vozes todas, dessas contradições e também um grande carinho nas pessoas e, ao mesmo tempo, uma brutalidade porque é a lei da sobrevivência.” Em Maputo, foi a música e o ímpeto do hip-hop, nomeadamente as letras do Azagaia, que a conquistaram, ele que tantas denúncias fez contra o regime, contra inclusivamente a geração da independência, contra a exploração do povo, contra o neocolonialismo português. Mais uma vez a atenção e a observação acutilantes da Marta… “Gostei muito de ir aos concertos do Azagaia. Foi um privilégio poder ir a vários concertos de hip-hop. Também já tinha frequentado muito o rap angolano, gostava muito também. Na altura, em Angola, ouvia muito o MCK, depois o Luaty Beirão também voltou à cidade e outros. Havia um grande movimento de hip-hop que era um grande escape de denúncia política. Então, era uma forma de entender o que é que os jovens estavam a pensar sobre a sua situação. Maputo é uma cidade extremamente musical, havia muitos concertos, muita música ao vivo nos bares e acho que é um dos pontos mais fortes que eu retenho: essa cidade musical. O Azagaia, além de, na altura, me ter chamado a atenção pelas letras tão interessantes, depois, tudo o que suscitou quando ele morreu, o cortejo fúnebre, a repressão e os tumultos todos que houve em Maputo e Matola e na Beira a seguir à morte dele… Aliás, eu tinha escrito esse texto antes de o Azagaia morrer e depois acrescentei mais isso como um questionamento também sobre a geração que fez a independência e a herança que deixou ao país como está actualmente, que ainda tem tanta juventude urbana descontente porque não tem muitos horizontes de expectativa para poder ficar no país com uma vida digna.” Também viveu no Rio de Janeiro e começa por falar de um baile funk em que questiona "como é que se pratica a alegria num lugar atravessado por tanta violência". O que representou para si o Rio de Janeiro? “Comecei o texto com esse episódio do baile funk porque também tive a sorte de poder frequentar as comunidades faveladas da Zona Norte do Rio de Janeiro. E sim, são zonas da cidade, territórios muito permeáveis à violência, seja do tráfico de droga, seja da própria polícia. Na altura, havia operações de pacificação dos morros e, no entanto, eram sempre bastante ameaçadoras para a população trabalhadora dessas comunidades. E havia uma banalização dessa violência que acho que todos sabemos com os filmes e as notícias que nos chegam. Portanto, é viver numa guerra aberta e isso é muito desgastante para os moradores. Depois conto também como é que algumas figuras, como um estudante de mestrado, se sentia uma excepção no seu contexto de jovem negro, periférico, pobre, mas como as políticas de discriminação positiva, as quotas, são muito importantes no contexto do Brasil para furar essa repetição da pobreza e, portanto, também como é que a partir dali se estava a pensar a questão da cidade, do asfalto e da periferia, todas essas divisões de uma sociedade tão classista, tão racista… Algumas opções vão-se repetindo ao longo dos textos, mas com novos figurantes e novas reflexões, penso eu.” Acaba por haver alguns temas e até injustiças que se repetem ou que dialogam entre as cidades onde viveu? “Exacto e a procura da alegria, que citou, é mesmo uma força de resistência nestes lugares, não é uma alegria alienante, é uma alegria que tem o seu peso, da sua dor, dessas feridas todas da história, da história da escravatura, da história da pobreza, e, ao mesmo tempo, a capacidade de ‘estamos aqui, continuamos, sobrevivemos e transformamos a dor em alegria, uma alegria de não nos vão apagar, aqui continuamos'. Essa lição dessa alegria sobrevivente, para uma europeia, é mesmo importante, porque eu acho que em Portugal, por exemplo, se cultiva muito o lamento, o queixume, mas é um queixume que depois não muda nada, é um queixume quase de apaziguamento. Acho que esses países, como eu digo, abaixo do Equador, nos davam uma lição de vida nesse sentido que é: ‘Vamos para a frente, resistimos' e, cada vez mais, confrontacionais e a desejarem uma outra vida com todo o seu sentido crítico. Portanto, é uma alegria que também traz a crítica ao estado de coisas.” Outro aspecto é a comida, que de viagem em viagem também é omnipresente, seja na sala de jantar, seja na rua, no café, no restaurante. Das bolinhas da Xandite aos gelados do Pintado, do empadão de esparguete com carne da casa dos avós, ao “panelão de arroz de grelos servido em pratos lascados e vinho de pacote”, em Lisboa, ao amarindo, loengo, mamão, goiaba e fruta pinha da zungueira de Luanda, ao acarajé no Rio e à Cozinha Ocupação… Escreve: “Poucas coisas unem tantas pessoas como partilhar uma refeição”. Porquê tanto sabor neste livro? “Muito bem visto! E também o grande ensopado de borrego no Alentejo!” É verdade, não falámos do Alentejo, mas também é bom deixar aos leitores a possibilidade de descobrir outras geografias e sabores… “Exactamente. A refeição partilhada é também ligada à ideia das pessoas na sala de jantar que estão a partilhar o seu momento, a distribuição de comida, a vontade de experimentar coisas novas e como cada lugar também com os seus sabores, porque é uma forma de convívio, não é? E esse é outro grande tema do livro: o convívio entre pessoas diferentes e uma refeição pode pôr na mesma mesa pessoas de realidades muito diferentes e estarem unidas pelo prazer de comer, de descobrir e também como os novos sabores traziam novas realidades. Quando estou a apontar para esses frutos tropicais, estou a aprender novos léxicos e novas realidades e, portanto, quis trazer essas diversas comidas.” Esses sabores não são só gustativos, também há os sabores auditivos, porque a música também está muito presente no livro. É como uma banda sonora em pano de fundo… “É porque a música também é uma forma de conhecermos realidades novas. Acho que todos nós temos sempre as nossas músicas electivas. Por exemplo, ouvir música em Angola ou Moçambique ou Brasil, é a partir das letras e das sonoridades que nos trazem as tais outras realidades. E depois também as músicas que nos formaram, a nossa forma de olhar o mundo e de viver a História é feita das partilhas das universidades, das leituras, dos filmes, mas muito a partir da música. A música tem um pendor educativo, formativo muito forte em todos nós e eu queria prestar essa homenagem a tudo o que a música trouxe à minha vida, só que era difícil estar a escolher entre tantas músicas e tantos autores e então fui referindo de acordo com o que eu ia ouvindo em cada fase de vida.” Num dos capítulos fala do “Lobo da Mata” e conta um episódio terrível. Recorda a francesa Gisèle Pelicot quando disse que “a vergonha tem de mudar de lado” e também escreve, “nos anos 90 a consciência feminista era de nicho e o ‘girl power' era mais slogan do que força colectiva” e que ainda hoje “em vários países, ser mulher continua ser quase um acto ilegal”. Porque decidiu escrever o “Lobo da Mata” e falar sobre a sua própria história? “Porque nós criamos mais empatia, relação com um assunto, quando nos implicamos nele, e todas as mulheres, sem excepção, terão histórias de abusos, desconfortos no mínimo, e situações em que se sentiram com medo ou discriminadas pelo facto de serem mulheres. Acho que temos a sorte de estarmos em países onde há alguma protecção, mas até precisamente pela Gisèle Pelicot em França, sabemos como histórias tão hediondas podem estar aqui ao voltar da esquina. Eu queria trazer algumas reflexões feministas porque, tal como a música, o feminismo também é uma forma de conhecer, de aprender muito para tentar ambicionar um mundo onde haja mais igualdade nas questões de género, mas mais do que a igualdade, acredito num feminismo que não é necessariamente a luta pelo poder, mas é outra forma de convivência entre as pessoas que não passe por esta competição, por estas relações de poder, por este ímpeto bélico e destrutivo que o mundo patriarcal nos tem proporcionado e por ele chegámos aqui, a este estado de coisas tão devastador e sem futuro quase. E, portanto, o feminismo seria uma grande opção entre homens e mulheres de outro tipo de comunhão, de partilha, de uma paz social que poderia vir através do feminismo. Esse ‘Lobo da Mata' é uma história na Caparica, na adolescência. Não é uma história que seja assim o grande trauma porque eu quis também passar esse lado, de como eu encontrei as minhas ferramentas para viver com isso e para transformar essa história numa espécie de alívio e de força pessoal, mas claro que cada mulher lida com isso de maneiras diferentes, com os seus próprios traumas e fantasmas. Mas acho que sim, acho que foi importante escrevê-la, não no sentido terapêutico, mas para partilhar alguns episódios que todas temos e, depois, a partir daí, o que é que suscitou como preparação para a vida porque qualquer mulher terá passado por isso.” Fala numa mulher no livro que é uma personagem-arquétipo daqueles tempos. Chamou-lhe Júlia que andava “a desenhar um mapa poético para mudar o sistema sem tomar o poder”, uma Júlia que, para além do engajamento em vários combates políticos, concentrava “a liberdade das infinitas mulheres que nunca puderam fazer nada mais senão trabalhar muito e cuidar dos outros. A força de todas as que foram reprimidas.” O que é feito dessa Júlia? Este livro é esse “mapa poético”? “Sim, acho que sim. Essa Júlia é um arquétipo, não é uma pessoa real, mas sim um conjunto dessas vontades todas reprimidas e de alguém que pôde experimentar, pôde errar, pôde implicar-se em cada situação e fazer com que as coisas aconteçam, sair da tal sala de jantar auto-consolada para que a vida nos aconteça porque não podemos estar só à espera de uma mudança se não nos implicarmos nela. Essa Júlia ainda está aqui presente, pelo menos tenho-a comigo, como alguém que me faz lembrar: ‘Olha, aproveita, vive com consciência toda essa liberdade, o que tantas mulheres antes de ti não puderam fazer.' E é preciso celebrar essa liberdade de circulação, de podermos ser quem queremos, de podermos até mudar em qualquer fase de vida para procurar essa pessoa que nos vamos tornando em cada momento, mas não ficar a achar que isso é garantido porque as liberdades nunca estão garantidas. É também essa inquietação. A Júlia é essa inquietação que me persegue e que certamente outras pessoas se identificarão com ela.”

Martha Debayle en W
Martha Debayle | ¿Cuánto de lo que eres está escrito en tus genes? Con Iván Martínez-Duncker

Martha Debayle en W

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 27:11


Hoy 13 de agosto es el Día Internacional de los Zurdos Esta fecha fue creada en 1976 por Dean R. Campbell, fundador de la organización americana Lefthanders International encargada de representar y defender los intereses de las personas zurdas. El objetivo de este día es dar a conocer los retos de usar la mano izquierda en un mundo creado para personas diestras. Se instauró como Día Internacional en 1992.

Peças Raras - 24 h em sintonia com você
#445 Cinema VIP: estreias da semana incluem Robin Hood em crise e o nacional Honestino

Peças Raras - 24 h em sintonia com você

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 5:11


As principais estreias programadas para esta quinta, dia 13 de agosto, incluem cinema nacional, filme pra criançada e produções internacionais.Em “A Morte de Robin Hood”, Hugh Jackman vive o herói de Sherwood, que está atormentado pelas cicatrizes de uma vida marcada pelo crime. Depois de sobreviver por pouco àquela que acreditava ser sua batalha final, ele está gravemente ferido. É quando uma mulher misteriosa o encontra e passa a cuidar de seus machucados. Com o corpo fora de combate, cada erro cometido no passado volta para assombrá-lo.O clássico herói surge envelhecido e com problemas de saúde mental, assombrado por seu passado violento e traumático.“O Fim da Rua” acompanha a saga de Denise e Greg, um casal em crise vivido por Anne Hathaway e Ewan McGregor.Após um misterioso evento cósmico transportar uma rua do subúrbio para um lugar desconhecido, a família Platt logo descobre que sua sobrevivência depende da união entre os dois. Mas para isso é preciso enfrentar um ambiente agora irreconhecível.Escrito e dirigido por David Robert Mitchell, “O Fim da Rua” promete muito suspense e fantasia no caminho desta família, que é transportada dos anos 80 para a era dos dinossauros. Pra quem prefere uma versão mais fofinha de dinossauro, a pedida é a animação infantil “Patrulha Canina: Uma Aventura Dino”.O filme promete muita ação quando os filhotes da Patrulha Canina fogem de uma tempestade. O barco da turminha acaba encalhando em uma ilha tropical desconhecida. No local, os cachorrinhos fazem amizade com um filhote de dinossauro. Ele é Rex. Abandonado, não consegue sair da ilha de forma alguma, o que faz com que conheça cada ponto do local com exatidão. Isso vai ser importante no momento em que os planos de mineração do Prefeito local provocarem a erupção de um vulcão. Será que os filhotes da Patrulha Canina vão conseguir agir a tempo para salvar o lar de Rex, antes que tudo seja extinto?A estreia brasileira da semana é Honestino. Ficção e documentário são as linguagens do longa dirigido por Aurélio Michiles. Honestino Guimarães é vivido por Bruno Gagliasso e trata do desaparecimento do líder estudantil, ex-presidente da UNE e aluno da UnB. O longa retrata o emblemático caso da violência de Estado durante a Ditadura Militar brasileira. Preso em 1973, aos 26 anos, Honestino nunca mais foi visto.Cinema VIP é um quadro exibido na MyNews VIP FM, que você ouve em 90,9 no rádio, ou em mynewsvipfm.com.br

Iglesia Adventista del Séptimo Día, Keene, Texas
DEVOCIONAL|2026.08.11|"Por Su gracia"|"El nombre de Dios escrito en sus frentes"

Iglesia Adventista del Séptimo Día, Keene, Texas

Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 3:51


Este devocional es una iniciativa de la Iglesia Adventista del Séptimo Día en Keene, Texas, diseñado para fortalecer tu espíritu y renovar tu fe cada día. A través de reflexiones sencillas pero profundas, encontrarás ánimo para enfrentar los retos diarios con confianza y esperanza. Cada mensaje te invita a recordar las promesas divinas y a disfrutar de momentos íntimos y transformadores en la presencia de Jesús, reconociendo que todo es por Su gracia. Directora: Nancy Rodríguez Referencia: "Por Su gracia" (2025) | Pr. Isaías Espinoza Lector: Silverman Terreros Redes Sociales: @AdventistaDeKeene Website: www.keenehsda.org Créditos de la Música: "The Hopeful" | Autor: Ivan Luzan ¡Dios le bendiga!

Conspiraciones
¿EL MUNDIAL ESTABA ESCRITO?

Conspiraciones

Play Episode Listen Later Aug 9, 2026 192:51


¿Y si el Mundial 2026 hubiera dejado mucho más que un campeón?Tras la final entre España y Argentina comenzaron a aparecer videos, predicciones, imágenes y coincidencias que hicieron creer a millones de personas que el desenlace pudo haber estado escrito desde mucho antes del pitazo inicial.En este episodio analizamos las teorías conspirativas más impactantes que surgieron alrededor del Mundial 2026: la portada de The Economist, las predicciones de EA Sports, el libro infantil que sorprendió a internet, el video de Noa Kirel, la frase de Ferran Torres "El destino está escrito" y mucho más.¿Fueron simples coincidencias... o algo más?Para contactarnos: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠conspiraciones21@protonmail.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Pregador Nonato Souto
Lição 5 O Juízo escrito na parede. EBD PECC - IEADAM

Pregador Nonato Souto

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 33:45


Lição 5 O Juízo escrito na parede. EBD PECC - IEADAM

TERRAESCRIBIENTE
T898 - LA NIEBLA - Audiolibro - TERRAESCRIBIENTE - Episodio exclusivo para mecenas

TERRAESCRIBIENTE

Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 317:54


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! ¡Apoya al podcast como FAN de Terraescribiente en IVOOX o en PATREON y escucha todos los audios sin restricciones! Bienvenidos a otro podcast de "Audiolibros" aquí en TERRAESCRIBIENTE. En esta ocasión: "LA NIEBLA - Audiolibro". Es una novela corta de terror cósmico donde una densa niebla sobrenatural cubre un pequeño pueblo de Maine tras una fuerte tormenta. Los vecinos atrapados en un supermercado deben sobrevivir tanto a los monstruos interdimensionales que acechan afuera como a la paranoia y el fanatismo religioso que surgen dentro del grupo. Escrito por: Stephen King. Maquetación: MAC (Terraescribiente) Por favor, sigue y suscríbete a las siguientes redes: Canal de WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaCcO2s1NCrQqLpfFR3u Escucha los libros completos de Warhammer 40k en: patreon.com/Terraescribiente Twitter: https://twitter.com/TerraEscriba Telegram: https://t.me/+62_TRJVg-3cxNDZh Instagram: www.instagram.com/terraescribiente/ TikTok: www.tiktok.com/@terraescribiente YouTube: www.youtube.com/@Terraescribiente ¡También suscríbete a TERRAESCRIBIENTE en ITUNES Y SPOTIFY! ¡Dale me gusta a cada podcast y coméntalo! ¡Ayuda mucho! ¡Gracias!Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de TERRAESCRIBIENTE. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/747547

Más de uno
Tres historias para empezar el día:" El escrito de 'Julito' Martínez amenaza a Zapatero"

Más de uno

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 13:17


Tres historias para empezar el día:" El escrito de 'Julito' Martínez amenaza a Zapatero"

LA PATRIA Radio
5. Entrevista con Clara Inés Castro Fraume, autora del libro Cada nombre escrito es un latido que regresa

LA PATRIA Radio

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 8:00


5. Entrevista con Clara Inés Castro Fraume, autora del libro Cada nombre escrito es un latido que regresa by LA PATRIA

Brasil Paralelo | Podcast
ENTENDA MARTIN LUTHER KING JR EM POUCOS MINUTOS

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026


Na década de 1950, enquanto os Estados Unidos projetavam ao mundo uma imagem de prosperidade e expansão, o Sul do país ainda era assombrado pelas leis de segregação racial conhecidas como "Jim Crow". Este cenário de profunda divisão institucional motivou um jovem pastor batista, Martin Luther King Jr., a liderar o maior movimento pelos direitos civis da história moderna. Longe de ser um revolucionário pautado na desordem, King fundamentou sua argumentação na tradição cristã, defendendo que os direitos humanos são inalienáveis, concedidos por Deus, e precedem qualquer intervenção do Estado. Neste vídeo, exploramos a base intelectual e teológica de Martin Luther King Jr., destacando a histórica "Carta da Prisão de Birmingham". Escrito em 1963, o documento justifica a desobediência civil pacífica contra leis segregacionistas utilizando como alicerce o pensamento de Santo Agostinho e de São Tomás de Aquino. Para King, uma lei injusta, que degrada a dignidade da pessoa humana, não é uma lei moralmente válida. Compreenda como o célebre discurso proferido na Marcha sobre Washington ressoou muito além de sua época e por que a esperança de uma sociedade julgada pelo caráter, e não pela cor da pele, continua atual frente aos desafios contemporâneos.

TERRAESCRIBIENTE
T896 - LA ISLA MISTERIOSA - Aventura Sonora - TERRAESCRIBIENTE - Episodio exclusivo para mecenas

TERRAESCRIBIENTE

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 126:11


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! ¡Apoya al podcast como FAN de Terraescribiente en IVOOX o en PATREON y escucha todos los audios sin restricciones! Bienvenidos a otro podcast de "Aventura Sonora" aquí en TERRAESCRIBIENTE. En esta ocasión: "LA ISLA MISTERIOSA". La isla misteriosa de Julio Verne narra la historia de cinco prisioneros unionistas que escapan de la Guerra de Secesión en un globo aerostático. Tras una terrible tormenta, naufragan en una isla desierta del Pacífico. Gracias a los conocimientos científicos del ingeniero Ciro Smith, logran sobrevivir, construir un refugio y descubrir los secretos de su benefactor oculto: el capitán Nemo. Escrito por: Julio Verne. Maquetación: MAC (Terraescribiente) Por favor, sigue y suscríbete a las siguientes redes: Canal de WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaCcO2s1NCrQqLpfFR3u Escucha los libros completos de Warhammer 40k en: patreon.com/Terraescribiente Twitter: https://twitter.com/TerraEscriba Telegram: https://t.me/+62_TRJVg-3cxNDZh Instagram: www.instagram.com/terraescribiente/ TikTok: www.tiktok.com/@terraescribiente YouTube: www.youtube.com/@Terraescribiente ¡También suscríbete a TERRAESCRIBIENTE en ITUNES Y SPOTIFY! ¡Dale me gusta a cada podcast y coméntalos! ¡Ayuda mucho! ¡Gracias!Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de TERRAESCRIBIENTE. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/747547

Más de uno
Leer el clima en los archivos: Cómo reconstruir las temperaturas del pasado a partir de lo que quedó escrito

Más de uno

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 16:13


En la última sección de la temporada, Alberto Aparici traslada su biblioteca al estudio para abrir un volumen dedicado a los grandes exploradores científicos. A partir de las expediciones de Alexander von Humboldt, Charles Darwin y Félix de Azara, el divulgador explica cómo las mediciones realizadas hace más de dos siglos ayudan hoy a reconstruir el clima del pasado. Para profundizar en ello, interviene el físico e investigador José Manuel Vaquero, especialista en los históricos registros meteorológicos del Real Observatorio de la Armada de San Fernando.

Nayo Escobar Podcast
"Lo que cargas de tus antepasados está escrito en tu fecha de nacimiento" - Alejandro Numerólogo

Nayo Escobar Podcast

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 78:35


#numerologia #secretosfamiliares #destino ¿Alguna vez has sentido que repites patrones, bloqueos o dificultades que no te pertenecen? ¿Y si te dijera que tu fecha de nacimiento y tus apellidos guardan el código secreto de tu destino y de tu historia familiar? El numerólogo Alejandro Fernando, nos revela cómo los números son la llave para abrir la caja fuerte de nuestra existencia. Alejandro Fernando explica de manera fascinante la "numerología generacional", una poderosa herramienta basada en la numerología pitagórica y la tabla alfanumérica. A través de ella, es posible descifrar la historia oculta de nuestra genealogía: desde secretos guardados por nuestros ancestros, hasta juicios, condenas o crímenes que hoy en día seguimos manifestando en nuestra vida cotidiana. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

SpreadShotNews
SpreadShotNews Podcast 722: No vaya a ser que digas por escrito que papá Microsoft se mandó una

SpreadShotNews

Play Episode Listen Later Jun 28, 2026 123:37


¡Ni el encubrimiento por omisión podrá salvarlos !¡Porque es lunes y SpreadShotNews Podcast ya llegó! En este episodio: Nico termina el 007: First Light y nos da sus impresiones finales, mientras Maxi comenta sobre el futuro de la Ace Combathon y arranca el Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection. En el Rapid-Fire, charlamos sobre los recientes despidos en EA, Tencent retirándose parcialmente de Japón, Xbox aumentando precios (otra vez!) y los devastadores despidos en Bungie. Para el Hot Coffee analizamos el anuncio de Valve al respecto de la Steam Machine, pero aún más importante, el anuncio de SteamOS disponible públicamente. Para finalizar, en el Special Move, Maxi nos deja una guia en video sobre el proceso de instalación de la recopilación de Ace Combat 6 en PC y un nuevo estudio por el científico Jeff Gerstmann, esta vez estudiando el catálogo de la Nintendo 64 . Nico por su parte recomienda el flamante podcast de Will Smith sobre Linux llamado Take Control of your Tech . Por último, recuerden que nos pueden escribir preguntas directamente a través de google forms en el siguiente link: spreadshotnews.com/preguntas

Brasil Paralelo | Podcast
POR QUE OBEDECEMOS AOS TIRANOS?

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 11:24


Como é possível que milhões de pessoas se curvem diante de um único indivíduo? A resposta para o enigma da obediência não reside apenas na força bruta do opressor, mas, invariavelmente, no consentimento contínuo dos oprimidos. Escrito por volta de 1548 pelo jovem pensador francês Étienne de La Boétie, o "Discurso da Servidão Voluntária" expõe detalhadamente os mecanismos psicológicos e sociais que sustentam as tiranias ao longo dos séculos. Neste programa, analisamos as três engrenagens principais do poder apontadas por La Boétie: o hábito submisso das gerações, a distração patrocinada pelo Estado e a teia profunda de privilégios. A obra nos recorda que o poder de um ditador é notavelmente frágil e existe apenas enquanto a população consente em ceder sua liberdade. A Brasil Paralelo tem o compromisso de realizar uma busca honesta pela verdade , lastreando seu conteúdo em fatos históricos e fontes concretas. O objetivo primordial da nossa empresa é resgatar bons valores, ideias e sentimentos no coração de todos os brasileiros.

RDoceRadio
Señor, tú has escrito tu voluntad en mi corazón. Rom 2_15. PALABRA y CAFÉ. Pr Richard E Rodríguez.

RDoceRadio

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 22:29


Temporada #20. DEUDA CANCELADA. Basada en la carta del apóstol Pablo a los Romanos.

Virginia Gawel
DESELEGIR un VÍNCULO: Cómo afrontar ese proceso #vínculos #separacion #divorcio

Virginia Gawel

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 32:14


Este programa está producido por el Centro Transpersonal de Buenos Aires, www.centrotranspersonal.com.ar Para proponer algún tema, te sugerimos primero googlearlo con el nombre de Virginia y las palabras principales al respecto, para ver si se desarrolló con anterioridad; si aún no hubiera sido tratado, podrás enviar tu pregunta (por ESCRITO y BREVE) al WhatsApp +54 9 2323 52-6497.Encontrarás audios anteriores y videos en el Canal de YouTube del Centro Transpersonal de Buenos Aires, (al que también tendrás la posibilidad de suscribirte). También estamos en Spotify y en nuestra web encontrarás textos disponibles en el sector “Material Gratuito”.Virginia Gawel es Licenciada en Psicología desde 1984, especializada en la integración de las Psicologías de Oriente y Occidente, Directora del Centro Transpersonal de Buenos Aires www.centrotranspersonal.com.ar Es miembro ejecutivo del Directorio de la International Transpersonal Association, docente, conferencista y escritora, autora de “El fin del autoodio”, publicado por Editorial El Ateneo.Rosita Hernández es Locutora Nacional (egresada del ISER, institución pionera en Sudamérica). Es también maestra de ceremonia y conductora de eventos culturales. Este programa se emite desde Argentina por FM Nuestra, 91.7 Mhz.Fecha de esta emisión: Junio 2026#psicología #transpersonal #Virginia Gawel #podcast #autoconocimiento #podcasts #vínculos #ruptura #rupturadepareja #separacion #divorcio #pareja #amigos #familia #distanciarse

Cenzontle.Oriza
19.02 (Video) Lo que Somos Cuando nos Olvidamos

Cenzontle.Oriza

Play Episode Listen Later Jun 20, 2026 13:17


Durante el Mundial, México parece transformarse. Las calles se llenan de celebración, los desconocidos se vuelven amigos y, por unas horas, las diferencias cotidianas parecen desaparecer.En este ensayo reflexiono sobre esa extraña capacidad de comunidad que emerge en los momentos más inesperados. Desde una multitud festejando en las calles hasta los recuerdos del terremoto de 1985, este episodio explora la identidad mexicana, la memoria colectiva y aquello que permanece cuando olvidamos todo lo demás.Escrito y narrado por Alberto Oriza.

Virginia Gawel
DESELEGIR un VÍNCULO: Cómo afrontar ese proceso #vínculos #separacion #divorcio

Virginia Gawel

Play Episode Listen Later Jun 20, 2026 31:20


Este programa está producido por el Centro Transpersonal de Buenos Aires, www.centrotranspersonal.com.ar Para proponer algún tema, te sugerimos primero googlearlo con el nombre de Virginia y las palabras principales al respecto, para ver si se desarrolló con anterioridad; si aún no hubiera sido tratado, podrás enviar tu pregunta (por ESCRITO y BREVE) al WhatsApp +54 9 2323 52-6497.Encontrarás audios anteriores y videos en el Canal de YouTube del Centro Transpersonal de Buenos Aires, (al que también tendrás la posibilidad de suscribirte). También estamos en Spotify y en nuestra web encontrarás textos disponibles en el sector “Material Gratuito”.Virginia Gawel es Licenciada en Psicología desde 1984, especializada en la integración de las Psicologías de Oriente y Occidente, Directora del Centro Transpersonal de Buenos Aires www.centrotranspersonal.com.ar Es miembro ejecutivo del Directorio de la International Transpersonal Association, docente, conferencista y escritora, autora de “El fin del autoodio”, publicado por Editorial El Ateneo.Rosita Hernández es Locutora Nacional (egresada del ISER, institución pionera en Sudamérica). Es también maestra de ceremonia y conductora de eventos culturales. Este programa se emite desde Argentina por FM Nuestra, 91.7 Mhz.Fecha de esta emisión: Junio 2026#psicología #transpersonal #Virginia Gawel #podcast #autoconocimiento #podcasts #vínculos #ruptura #rupturadepareja #separacion #divorcio #pareja #amigos #familia #distanciarse

Cenzontle.Oriza
19.02 Lo que Somos Cuando nos Olvidamos

Cenzontle.Oriza

Play Episode Listen Later Jun 20, 2026 13:17


Durante el Mundial, México parece transformarse. Las calles se llenan de celebración, los desconocidos se vuelven amigos y, por unas horas, las diferencias cotidianas parecen desaparecer.En este ensayo reflexiono sobre esa extraña capacidad de comunidad que emerge en los momentos más inesperados. Desde una multitud festejando en las calles hasta los recuerdos del terremoto de 1985, este episodio explora la identidad mexicana, la memoria colectiva y aquello que permanece cuando olvidamos todo lo demás.Escrito y narrado por Alberto Oriza.

Virginia Gawel
"MERECER POCO" No es como parece #merecer #vínculos #familia #karma #culpa #pareja

Virginia Gawel

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 35:15


Este programa está producido por el Centro Transpersonal de Buenos Aires, www.centrotranspersonal.com.ar Para proponer algún tema, te sugerimos primero googlearlo con el nombre de Virginia y las palabras principales al respecto, para ver si se desarrolló con anterioridad; si aún no hubiera sido tratado, podrás enviar tu pregunta (por ESCRITO y BREVE) al WhatsApp +54 9 2323 52-6497.Encontrarás audios anteriores y videos en el Canal de YouTube del Centro Transpersonal de Buenos Aires, (al que también tendrás la posibilidad de suscribirte). También estamos en Spotify y en nuestra web encontrarás textos disponibles en el sector “Material Gratuito”.Virginia Gawel es Licenciada en Psicología desde 1984, especializada en la integración de las Psicologías de Oriente y Occidente, Directora del Centro Transpersonal de Buenos Aires www.centrotranspersonal.com.ar Es miembro ejecutivo del Directorio de la International Transpersonal Association, docente, conferencista y escritora, autora de “El fin del autoodio”, publicado por Editorial El Ateneo.Rosita Hernández es Locutora Nacional (egresada del ISER, institución pionera en Sudamérica). Es también maestra de ceremonia y conductora de eventos culturales. Este programa se emite desde Argentina por FM Nuestra, 91.7 Mhz.Fecha de esta emisión: Junio 2026#psicologia #transpersonal #virginia Gawel #podcast #merecer poco #vínculos #pareja #familia #amigos #culpa #karma #hijos #padres

Virginia Gawel
"MERECER POCO" No es como parece #merecer #vínculos #familia #karma #culpa #pareja

Virginia Gawel

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 35:58


Este programa está producido por el Centro Transpersonal de Buenos Aires, www.centrotranspersonal.com.ar Para proponer algún tema, te sugerimos primero googlearlo con el nombre de Virginia y las palabras principales al respecto, para ver si se desarrolló con anterioridad; si aún no hubiera sido tratado, podrás enviar tu pregunta (por ESCRITO y BREVE) al WhatsApp +54 9 2323 52-6497.Encontrarás audios anteriores y videos en el Canal de YouTube del Centro Transpersonal de Buenos Aires, (al que también tendrás la posibilidad de suscribirte). También estamos en Spotify y en nuestra web encontrarás textos disponibles en el sector “Material Gratuito”.Virginia Gawel es Licenciada en Psicología desde 1984, especializada en la integración de las Psicologías de Oriente y Occidente, Directora del Centro Transpersonal de Buenos Aires www.centrotranspersonal.com.ar Es miembro ejecutivo del Directorio de la International Transpersonal Association, docente, conferencista y escritora, autora de “El fin del autoodio”, publicado por Editorial El Ateneo.Rosita Hernández es Locutora Nacional (egresada del ISER, institución pionera en Sudamérica). Es también maestra de ceremonia y conductora de eventos culturales. Este programa se emite desde Argentina por FM Nuestra, 91.7 Mhz.Fecha de esta emisión: Abril 2026#psicologia #transpersonal #virginia Gawel #podcast #merecer poco #vínculos #pareja #familia #amigos #culpa #karma #hijos #padres

Ponchote Podcast
Reseña del libro "Gloria" escrito por la cantante Gloria T desde prisión¿O no fue ella?

Ponchote Podcast

Play Episode Listen Later May 26, 2026 82:08


Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See https://pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Palabra de Vida
Sábado 23 de mayo – Juan 21, 20-25. Este es el discípulo que ha escrito esto.

Palabra de Vida

Play Episode Listen Later May 23, 2026 3:23


Meditación del día 23 de mayo de 2026 Palabra de Vida

Palavra Amiga do Bispo Macedo
Querer é poder, porque está escrito... - Meditação Matinal 21/05/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later May 21, 2026 23:13


O PRÓPRIO DEUS É QUEM COLOCA EM VOCÊ O QUERER O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO…"Porque Deus é O QUE OPERA EM VÓS tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua Boa Vontade." Filipenses 2:13E o Senhor Jesus garante:"Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai Celestial o Espírito Santo àqueles que Lho pedirem?" Lucas 11:13

Palavra Amiga do Bispo Macedo
As dúvidas vêm para anular a fé; mas vale o está escrito: derramarei o Meu Espírito... - Meditação Matinal 20/05/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later May 20, 2026 25:38


"E vós sabereis que Eu estou no meio de Israel, e que Eu Sou o Senhor vosso Deus, e que não há outro; e o Meu povo nunca mais será envergonhado. E há de ser que, depois derramarei o Meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões." Joel 2:27-28

CUENTOS DE LA CASA DE LA BRUJA
DARK ATLAS: UMBRA, Edición Integral con Remasterización Inmersiva

CUENTOS DE LA CASA DE LA BRUJA

Play Episode Listen Later May 19, 2026 158:29


Siete científicos atrapados en una estación antártica, aislados en lo más profundo de la noche y el hielo. Bajo sus pies duerme un secreto. Y por el horizonte cabalga el fin de los tiempos. Esta es la primera lucha de la razón contra lo preternatural. Atlas Negro: Umbra, coproducción de Night Council Studio y Selecta Visión en colaboración con Los Cuentos de la Casa de la Bruja, narra los eventos fundacionales de Atlas Negro y establece un puente argumental con el videojuego Dark Atlas: Infernum. Para saber más de Dark Atlas: Infernum visita la página de Night Council Studio: https://nightcouncilstudio.com/es/ O búscalo en Steam, PlayStation Store o Microsoft Store donde también podrás jugar a su demo. Nuestras redes sociales son: Steam: https://store.steampowered.com/app/2089630/Dark_Atlas_Infernum/ Instagram: https://www.instagram.com/nightcouncildev X/Twitter: https://x.com/nightcouncildev Créditos: (En orden de aparición) Ricardo Alcobé: Aleix Valverde Natalia Asensio: Alicia Calzada Ana Aranaz y Vorarephalis: Diana Soriano Victoria Barriuso: Viktoria Hyvin Maximiliano Gopegui: Juan Carlos Albarracín Cayetana Vidal-Quadras: Melania Ramos Manzano Félix Duperier: Luis Alberto Martín César Martí: Manu, El Corintio Lysithea: Alicia Calzada Con la aparición especial en este capítulo de: Xavier Tomás Puertas Fran Izuzquiza Jaime Martín Jimbur Ricardo Vicius Rodríguez David Sentinella Adrián Borrego Guillén Banda sonora de Roberto P. Marcos. Escrito, dirigido y realizado por Álvaro Aparicio. Versión Remasterizada con efecto envolvente. Sugerimos uso de auriculares. ------- Contrata tu IVOOX PREMIUM anual desde este enlace y además de obtener un suculento 50% de descuento y de poder escuchar TODOS los programas de esta plataforma sin publicidad, estarás ayudando a sostener Los Cuentos de la Casa de la Bruja: https://www.ivoox.vip/premium?affiliate-code=27e5799d254c8a29ecdab3d8d5bfa96f ----- Los Cuentos de la Casa de la Bruja es un podcast semanal de audio-relatos de misterio, ciencia ficción y terror. Cada viernes, a las 10 de la noche, traemos un nuevo programa. Alternamos entre episodios gratuitos para todos nuestros oyentes y episodios exclusivos para nuestros fans. ¡Si te gusta nuestro contenido suscríbete! Y si te encanta considera hacerte fan desde el botón azul APOYAR y accede a todo el contenido exclusivo. Tu aporte es de mucha ayuda para el mantenimiento de este podcast. ¡Gracias por ello! Mi nombre es Juan Carlos. Dirijo este podcast y también soy locutor y narrador de audiolibros, con estudio propio. Si crees que mi voz encajaría con tu proyecto o negocio contacta conmigo y hablamos. :) Contacto profesional: info@locucioneshablandoclaro.com www.locucioneshablandoclaro.com También estoy en X y en Bluesky: @VengadorT Y en Instagram: juancarlos_locutor Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Scicast
A História do Reator RBMK de Chernobyl (SciCast #686)

Scicast

Play Episode Listen Later May 4, 2026 100:09


Às 01:23 da madrugada de 26 de abril de 1986, em uma sala de controle repleta de luzes piscantes, o operador sênior do terceiro turno da usina nuclear de Chernobyl, Leonid Toptunov aperta o botão AZ-5 comandando o desligamento do reator. Era um procedimento padrão, um simples ato de rotina após um teste de turbina. Mas, naquele instante, a máquina deu sua resposta. O que deveria ser um silêncio veio como um rugido. O medidor de potência, em vez de cair, disparou como um coração em parada cardíaca: 500 MW… 1000 MW… 10.000 MW… Números que não deveriam existir. Um estalo metálico. O chão tremeu como um terremoto localizado. As luzes piscaram, apagaram, depois voltaram, banhando a sala em um clarão fantasmagórico. O maior acidente nuclear da história havia começado. Mas, na verdade, ele já estava escrito. Escrito anos antes, por mãos que ignoraram alertas, por decisões que priorizaram o poder sobre a segurança, por uma arrogância tecnológica que acreditava ter domado o átomo. Neste episódio, nós não vamos contar apenas o que aconteceu. Nós vamos mergulhar no porquê isso estava fadado a acontecer. Como a União Soviética construiu um monstro chamado RBMK – um reator tão grande quanto um prédio, tão potente quanto perigoso. Quem eram os gênios que o conceberam, e quem eram os cientistas que tentaram, em vão, alertar sobre seus defeitos mortais. E como, em poucas horas, a explosão em Chernobyl deixou de ser um simples desastre de engenharia… e se tornou a detonação política que abalaria todo o mundo. Esta é a história não contada dos bastidores da catástrofe. A história do reator que nasceu para ser a epítome da engenharia soviética, e que finalmente se voltou contra seus criadores. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Gustavo Rebello, Glaucia Souza Silva, Guilherme Dinnebier, Lennon Ruhnke, Roberto Spinelli Citação ABNT: Scicast #686: A História do Reator RBMK de Chernobyl. Locução: Gustavo Rebello, Glaucia Souza Silva, Guilherme Dinnebier, Lennon Ruhnke, Roberto Spinelli. [S.l.] Portal Deviante, 04/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-686 Imagem de capa: Referências e Indicações Sugestões de literatura: Roadside Picnic - Arkadi e Boris Strugatsky Sugestões de filmes: Stalker - Tarkovsky Sugestões de vídeos: That Chernobyl Guy T. Folse Nuclear Chernobyl Visually Explained Sugestões de links: https://proatom.ru/ Sequence of Events – Chernobyl Accident Appendix 1 - World Nuclear Association Why INSAG has still got it wrong - Nuclear Engineering International INSAG-7 Sugestões de games: S.T.A.L.K.E.R. - Shadow of Chernobyl S.T.A.L.K.E.R. - Call of Pripyat S.T.A.L.K.E.R. 2 - Heart of Chornobyl Atomic HeartSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcasts do Portal Deviante
A História do Reator RBMK de Chernobyl (SciCast #686)

Podcasts do Portal Deviante

Play Episode Listen Later May 4, 2026 100:09


Às 01:23 da madrugada de 26 de abril de 1986, em uma sala de controle repleta de luzes piscantes, o operador sênior do terceiro turno da usina nuclear de Chernobyl, Leonid Toptunov aperta o botão AZ-5 comandando o desligamento do reator. Era um procedimento padrão, um simples ato de rotina após um teste de turbina. Mas, naquele instante, a máquina deu sua resposta. O que deveria ser um silêncio veio como um rugido. O medidor de potência, em vez de cair, disparou como um coração em parada cardíaca: 500 MW… 1000 MW… 10.000 MW… Números que não deveriam existir. Um estalo metálico. O chão tremeu como um terremoto localizado. As luzes piscaram, apagaram, depois voltaram, banhando a sala em um clarão fantasmagórico. O maior acidente nuclear da história havia começado. Mas, na verdade, ele já estava escrito. Escrito anos antes, por mãos que ignoraram alertas, por decisões que priorizaram o poder sobre a segurança, por uma arrogância tecnológica que acreditava ter domado o átomo. Neste episódio, nós não vamos contar apenas o que aconteceu. Nós vamos mergulhar no porquê isso estava fadado a acontecer. Como a União Soviética construiu um monstro chamado RBMK – um reator tão grande quanto um prédio, tão potente quanto perigoso. Quem eram os gênios que o conceberam, e quem eram os cientistas que tentaram, em vão, alertar sobre seus defeitos mortais. E como, em poucas horas, a explosão em Chernobyl deixou de ser um simples desastre de engenharia… e se tornou a detonação política que abalaria todo o mundo. Esta é a história não contada dos bastidores da catástrofe. A história do reator que nasceu para ser a epítome da engenharia soviética, e que finalmente se voltou contra seus criadores. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Gustavo Rebello, Glaucia Souza Silva, Guilherme Dinnebier, Lennon Ruhnke, Roberto Spinelli Citação ABNT: Scicast #686: A História do Reator RBMK de Chernobyl. Locução: Gustavo Rebello, Glaucia Souza Silva, Guilherme Dinnebier, Lennon Ruhnke, Roberto Spinelli. [S.l.] Portal Deviante, 04/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-686 Imagem de capa: Referências e Indicações Sugestões de literatura: Roadside Picnic – Arkadi e Boris Strugatsky Sugestões de filmes: Stalker – Tarkovsky Sugestões de vídeos: That Chernobyl Guy T. Folse Nuclear Chernobyl Visually Explained Sugestões de links: https://proatom.ru/ Sequence of Events – Chernobyl Accident Appendix 1 – World Nuclear Association Why INSAG has still got it wrong – Nuclear Engineering International INSAG-7 Sugestões de games: S.T.A.L.K.E.R. – Shadow of Chernobyl S.T.A.L.K.E.R. – Call of Pripyat S.T.A.L.K.E.R. 2 – Heart of Chornobyl Atomic Heart

O Antagonista
Cortes do Papo - É CENSURA? Moro analisa ordem da PF contra empresário que colocou faixa com "ladrão" escrito

O Antagonista

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 25:12


Recebemos nesta edição do Papo Antagonista o senador Sergio Moro para repercutir os principais fatos da política em Brasília.No topo da pauta, a oficialização da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal e as resistências que o nome enfrenta aqui no Senado. Também falamos da censura imposta pela PF a um empresário em Presidente Prudente.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes?   Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás.   Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente.   Chegou a edição especial Crusoé impressa.   É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil.   Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé.   Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link:   https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa  Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Censura #Moro #PF #Justiça #LiberdadeDeExpressão #Podcast #Política #Brasil #Direito #Democracia #Opinião #Notícias #Atualidades #Debate #Liberdade #Investigação #Polêmica #Empresário #ContextoPolítico #DireitoConstitucional

Abierta Mente: Conversaciones con Yoga al Alma
Sara Jaramillo en Abierta Mente: una podcast en vivo alrededor de su libro El cielo está vacío.

Abierta Mente: Conversaciones con Yoga al Alma

Play Episode Listen Later Apr 1, 2026 71:37


Para mí Sara Jaramillo fue por muchos años una alumna de yoga. Una mujer libre, flexible, práctica , que iba a hacer su práctica, y luego salía sin involucrarse demasiado con el grupo. Fue durante los años que vivió en España que empezó a compartir fragmentos de su trabajo escrito, que descubrí su parte más humana, más sensible y también más bonita.En el 2019 publicó su primer libro Cómo maté a mi padre, seguido de Donde cantan las ballenas (2021) y Escrito en la piel del jaguar (2023).En el 2025 publicó El cielo está vacío una novela autobiográfica fascinante en la que mezcla fragmentos reales de su año viviendo en Londres como una mujer joven de 21 años, con metáforas representadas por animales, que describen sus sensaciones como colombiana viviendo por fuera de su país.Sobre este último libro conversamos en vivo durante la feria de bienestar del Parque Comercial El Tesoro de Medellín en marzo del 2026.