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Poemas selecionados de Rumi.Rūmī (Jalal al-Din Rumi), também conhecido como Mawlana, (1207 - 1273), foi o maior místico sufi e poeta de língua persa a influenciar o pensamento e a literatura do mundo muçulmano.Rumi passou sua vida em Anatólia (atualmente Turquia), e era um adepto do sufismo, prática que consiste em cultivar uma relação direta e contínua com Deus, por intermédio de cânticos, músicas, orações e jejuns. Os ensinamentos de Rumi estão centrados no amor divino como o caminho para a união com Deus. Ele acreditava que o amor é a força universal que transcende a dualidade e dissolve o ego. Suas obras, como o Masnavi e o Divan-e Shams-e Tabrizi, usam metáforas ricas e histórias para explorar temas de transformação espiritual, unidade e a busca pelo infinito. A dança dos dervixes rodopiantes, associada à tradição sufi, é inspirada em sua filosofia de transcendência.A importância de Rumi transcende os conceitos de nacionalidade e etnia. Sua presença é marcante na literatura persa, turca e na Ásia Central, mas seus poemas são amplamente conhecidos e traduzidos em vários idiomas, como nos Estados Unidos, onde ele é considerado “o poeta mais popular da América”.
O mistério que rondava a convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo acabou. O técnico Carlo Ancelotti definiu nesta semana os 26 jogadores que vão disputar o Mundial deste ano. E no grupo que vai vestir a amarelinha está Neymar. Marcio Arruda, da RFI em Paris O camisa 10 do Santos vai se juntar a um seleto grupo de brasileiros que jogaram quatro Copas. Só Pelé (1958/62/66/70), Ronaldo Fenômeno (1994/98/2002/06), Cafu (1994/98/2002/06), Nilton Santos (1950/54/58/62), Djalma Santos (1954/58/62/66), Castilho (1950/54/58/62) e Emerson Leão (1970/74/78/86) jogaram quatro Mundiais. O técnico Ancelotti, que convocou Neymar pela primeira vez desde que assumiu a seleção, explicou a escolha pelo camisa 10 do Brasil nas últimas três Copas. “Vimos a evolução do Neymar durante o ano e vimos que, nesse último período, ele melhorou sua condição física. O Neymar tem a possibilidade de jogar, de não jogar e de estar no banco e entrar”, explicou Ancelotti. A convocação de Neymar dividiu opiniões por ainda não ter voltado a apresentar o futebol que o mundo já viu. 1% de chance e "100%" de fé O jornalista Carlos Eduardo Mansur, que cobre Copas do Mundo desde 1998, falou sobre a convocação do jogador do Santos. “No fundo, o que me parece é que, diante de uma lista de atacantes do Brasil que não tem tanto peso, ou não tem o peso de outros tempos, prevaleceu uma fé de que, no grande palco, esse talento que está aprisionado num corpo que no momento não permite ao Neymar executar os movimentos técnicos de outros tempos, esse talento vai aflorar e que algo genial, ou algum lampejo, possa acontecer e ser decisivo”, disse Mansur. “Enfim, é um exercício de fé mesmo porque é algo que não vem acontecendo nos jogos do Neymar, mas que se espera que numa Copa do Mundo ele, por ter uma qualidade ainda que guardada ou adormecida, e que outros não têm, possa executar isso.” Seleção é extensão do povo O jornalista Eric Faria, que cobre Copas desde o Mundial disputado na África do Sul, disse que a convocação de Neymar está atrelada à vontade popular. “Nesse ano, o Neymar fez jogos espetaculares a ponto de todo mundo se comover e falar que ele precisaria ir para a Copa do Mundo? Eu não acho. A figura que o Neymar representa para o torcedor brasileiro e a festa que foi feita aqui no Brasil pela convocação dele faz com que a gente tenha de olhar com bons olhos para esta convocação, sabe? Em algum momento, eu achei que ele não deveria ir para a Copa”, declarou Eric. “Agora, talvez olhando para o que foi toda a manifestação popular, acho que é uma convocação justa porque a seleção é também um pouco a extensão do povo. A seleção joga para o torcedor brasileiro. E se o torcedor brasileiro está feliz com a convocação do Neymar, então eu acho que o Ancelotti acertou na ida dele para a Copa”, completou. "Agora, se ele vai jogar, quanto tempo ele vai jogar e como ele vai jogar, aí é uma discussão para os próximos capítulos." Carlo Ancelotti afirmou que Neymar só entrará em campo na Copa se merecer. “Quero ser claro, limpo e honesto. Ele vai jogar se merecer jogar. É importante não focar toda expectativa sobre um jogador. Temos uma responsabilidade comum, como equipe. Cada um tem de mostrar suas próprias qualidades com um objetivo: ajudar a seleção a ganhar a Copa do Mundo”, afirmou o treinador do Brasil. Colunista do jornal O Globo, Carlos Eduardo Mansur lembrou que a convocação de Neymar sacrificou um jogador que está em grande fase no futebol inglês. “É curioso como o futebol, por vezes, também satisfaz o desejo de muita gente, né? Havia uma mobilização popular aguardando a convocação ou não do Neymar. Mas, ao mesmo tempo, o futebol pode ser cruel, né? É o que deve estar pensando agora o João Pedro, do Chelsea”, ressaltou. “Ele foi o grande derrotado desta convocação. Após um ciclo de Copa do Mundo em que o João Pedro viu a carreira crescer, brilhou no Brighton, chegou ao Chelsea, tendo impacto imediato na Copa do Mundo de clubes e terminando a temporada com 20 gols e seis assistências pelo time inglês, acabou ficando de fora da convocação. Ele deu lugar a um jogador que, nos últimos três anos, jogou poucas partidas, viveu uma dura tentativa de se recuperar de lesões e, quando conseguiu ter sequência de jogos, não podemos dizer que foram atuações acima dos seus principais concorrentes; atuações de um jogador de elite internacional. É um jogador que tenta retomar a sua carreira, que é o caso do Neymar”, falou Mansur, que também é comentarista dos canais Globo. Leia tambémEuropa repercute volta de Neymar à seleção brasileira e vê possível despedida em Copas Meia da seleção brasileira pentacampeã na Copa de 2002, Ricardinho também citou o atacante João Pedro. “Lógico que, se tratando de convocação da seleção brasileira, sempre vai haver discussões. A principal, desta vez, foi a ausência do João Pedro, até pelo número de gols que ele fez na Premier League. Mas eu acho que foi uma questão de opção do treinador. Ele tinha alguns nomes para convocar e também tinha o retorno do Neymar, até pela melhora da condição física do Neymar. O João Pedro teve algumas oportunidades na seleção e acabou não conseguindo performar da mesma forma que performou no Chelsea. E aí houve essa opção”, opinou Ricardinho. Escassez no meio-campo Titular da zaga da seleção brasileira pentacampeã em 2002, Roque Júnior destacou a escassez de meio-campistas que vão jogar pelo Brasil na Copa deste ano. “Um setor que hoje o Brasil tem dificuldade é o meio de campo.” “De maneira geral, nós temos produzido menos jogadores de meio-campo com características que desequilibram da intermediária para frente; jogadores que têm essa qualidade para desequilibrar mais perto do gol”, opinou Roque Júnior. Meio-campista de criação na última conquista do Brasil em Copas, Ricardinho explicou a escassez de meias brasileiros. “O futebol brasileiro não tem revelado muitos meio-campistas clássicos, que são aqueles meias de criação. O [Lucas] Paquetá tem uma característica, que é um articulador de jogadas, mas ele não é esse meia clássico; um meia organizador de jogadas. Eu acho que ele é mais um jogador tático e isso é reflexo também da nossa formação, tanto é que os jogadores com essa característica que jogam no futebol brasileiro são, na maioria, de fora do país”, opinou o camisa 7 da seleção na Copa de 2002. Experiência no gol Além de Neymar, outra novidade na lista de Carlo Ancelotti foi o goleiro Weverton. Ricardinho explicou a escolha do treinador italiano da seleção brasileira pelo goleiro do Grêmio. “Devido às condições do Alisson, que essa temporada teve alguns problemas de lesão, e do Ederson, que acabou trocando o Manchester City pelo Fenerbahçe, da Turquia, e que não fez uma grande temporada, o Ancelotti optou por não ter um terceiro goleiro jovem e com pouca experiência de Copa do Mundo. Por isso, ele escolheu o Weverton, que é um grande goleiro”, opinou o campeão mundial. Comentarista do Grupo Globo, Eric Faria lembrou que alguns jogadores que vão à Copa foram chamados pela primeira vez por Ancelotti na lista anunciada em março deste ano. “Algo que me chamou muito a atenção foram sete jogadores que ganharam vagas na seleção tendo sido chamados pelo Ancelotti pela primeira vez em março. Então, os amistosos contra a França e contra a Croácia foram muito decisivos nessa montagem final da lista. O Ibañez, o Léo Pereira, o Bremer, o Danilo, o Endrick, o Igor Thiago e o Rayan só foram chamados pelo Ancelotti em março”, lembrou Eric. “Todos eles se saíram bem e ganharam essa chance de ir à Copa do Mundo. Lista de Copa do Mundo se faz com oportunidades aproveitadas”, completou. Favoritismo O Brasil vai ter nesta Copa mais uma oportunidade para conquistar o hexa. Com a experiência de quem foi campeão com a seleção brasileira em 2002, o ex-zagueiro Roque Júnior falou do peso da camisa amarelinha. “O Brasil, como camisa, como tradição, e por ser ainda o único país que tem cinco títulos mundiais, sempre vai para uma Copa do Mundo como favorito. Se a gente fizer um comparativo com a seleção de hoje, tem outras equipes melhores, que eu aponto como favoritas: a Argentina, que ganhou o último Mundial, a Espanha e a França estão num patamar acima. Mas depois vem o Brasil”, afirmou o zagueiro da conquista do penta brasileiro. Ricardinho, que também levantou a taça ao lado de Roque Júnior em 2002, ano do último título do Brasil em Copas do Mundo, concorda com o ex-zagueiro. E foi além. “Eu colocaria hoje a França e a Espanha numa primeira prateleira. Um pouquinho abaixo, Argentina e Portugal. Os portugueses são, inclusive, uma seleção muito boa, com um meio de campo de altíssimo nível, dois bons laterais, e o Cristiano Ronaldo na frente para finalizar. Depois destas seleções favoritas, eu colocaria o Brasil. Mas é lógico que a prática é o que vai nortear, né? Estou falando tudo isso na teoria, embasado nos processos que as seleções realizaram nesse ciclo de Copa. Vamos ver a partir do dia 11 de junho se essas previsões se confirmam ou se a gente vai ter alguma surpresa na Copa ”, opinou Ricardinho. Retrospecto desde 1938 Apesar das últimas frustrações em Copas do Mundo, a seleção brasileira tem um retrospecto invejável. O país é o maior vencedor da história das Copas do Mundo e o único a ter cinco títulos do torneio. Além disso, o Brasil tem sido um osso duro de roer. Desde a terceira Copa do Mundo, disputada em 1938 na França, um cenário curioso se repete. Ou o Brasil termina o Mundial como campeão, como aconteceu em 1958, 62, 70, 94 e 2002, ou acaba eliminado por uma seleção que encerra sua participação na Copa entre os três primeiros colocados. Ou seja, desde 1938 o Brasil fica com o título ou perde para um país que, se não termina campeão, chega muito perto. Este é o primeiro Mundial que será disputado por 48 seleções; serão 104 partidas nesta Copa. O regulamento prevê que os dois melhores de cada um dos 12 grupos avancem para a segunda fase, além dos oito melhores terceiros lugares. Depois desta fase, que é o primeiro mata-mata da Copa, as seleções que se classificarem disputarão as oitavas, quartas, semifinais e final, caso superem seus adversários. O país que alcançar o título terá feito uma campanha de oito jogos, um a mais do que era jogado nas últimas sete edições. Campanha do hexa? O Brasil está no Grupo C e vai estrear contra o Marrocos em 13 de junho, em Nova Jersey. Seis dias depois, a seleção vai encarar o Haiti, na Filadélfia. Em 24 de junho, os brasileiros fecham a fase de grupos contra a Escócia, em Miami. Leia tambémAncelotti analisa estreia do Brasil contra o Marrocos e alerta para grupo desafiador na Copa de 2026 Se avançar em primeiro no Grupo C, o Brasil vai encarar o segundo colocado do Grupo F, que tem Holanda, Japão, Suécia e Tunísia. Passando por esta fase, a seleção chegará às oitavas. A torcida do Brasil espera que a seleção brasileira não pare por aí e alcance a sua oitava final de Copa do Mundo.
Donald Trump e Xi Jinping fizeram a primeira reunião bilateral em Pequim, como parte da visita de Estado de três dias do presidente americano à China. Os países concordaram em uma relação “construtiva e estrategicamente estável”, baseada em cooperação, competição controlada e diferenças administráveis. Tem também:- Turquia suspendeu algumas restrições alfandegárias à Armênia, depois de mais de 30 anos de fronteiras fechadas- Arábia Saudita teria usado caças F-15, um dos mais letais,para bombardear o Irã e o Iraque- Kuwait anuncia a prisão de quatro iranianos suspeitos de tentar se infiltrar no país para realizar “atos hostis”- Israel e Líbano têm uma nova rodada de negociações Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 Segundos Fale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
Neste episódio do Em Ponto, Carlos Garcia e Gabriel Gavinelli comentam sobre a a Red Bull admitindo erros no GP de Miami, além de polêmicas. No segundo bloco o assunto é a possível volta do GP da Turquia neste ano mesmo de 2026. E mais: Honda fala em progresso após terminar corrida, Bortoleto cita diversão em Miami, Chefe da McLaren conteste análise de Hamilton.
Tem que perrengues que na hora dá um desespero, mas depois viram uma boa história pra contar! A @pamelamcota teve um desses quando foi visitar uma amiga na Turquia e, por um detalhe minúsculo, acabou numa cela e depois vivendo em aeroportos por 7 dias. Ela não é o Tom Hanks, mas veio contar essa história pra gente no episódio de hoje!
António Henriques é o convidado de Conversas com CEO.O CEO do Bison Bank, um banco de gestão de fortunas, enfatiza que a estabilidade e a segurança são um ativo que Portugal tem e que nem todos os países podem oferecer. Mas o país não está a valorizar devidamente esse património. Tornar mais caro o acesso à nacionalidade é uma das medidas que defende, a par da definição do que queremos no prazo de 50 anos. António Henriques diz que o país retira sempre benefícios quando há instabilidade no mundo. Agora, acontece com a guerra no Médio Oriente e com o que se passa nos Estados Unidos, mas já aconteceu com a Turquia e a Argentina. Fala ainda da sua experiência no Banif e sobre a banca do futuro, com maior peso dos criptoativos, numa gestão de fortunas que se exige diversificada em ativos e em geografias.
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A violência de dois grandes conflitos armados, na Ucrânia e no Irão, deixaram a Europa em sobressalto e muita gente a pensar o que faria se tivéssemos de ir para a guerra. Para já, é apenas o discurso político a defender a necessidade de um rearmamento para a possibilidade de intervenções militares da Europa. Após 80 anos de paz, em nome de que ideal daríamos a vida?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Neste episódio, Diogo, conhecido nas ruas por ter comido um candeeiro durante o intervalo do jogo Países Baixos x Turquia do Euro 2024 AO QUAL partiu os dois dentes da frente, expõe a sua maior insegurança e reflete acerca do seu estado de vida deplorável.Design: Ângela Salgueiro.Sonoplastia: Maria Inês Jorge.
Os países dispostos a avançar rumo a um mundo com menos petróleo encontram-se a partir da próxima semana na cidade de Santa Marta, no Caribe colombiano. Será a primeira vez que eles se reúnem desde o lançamento de um debate internacional sobre o afastamento dos combustíveis fósseis na COP30, em Belém. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Há quase três anos, os 195 participantes da COP28, em Dubai, chegaram a um acordo histórico sobre a necessidade de uma transição “para longe” dos fósseis, principais causadores das mudanças climáticas. Mas desde então, na prática, o assunto desapareceu dos principais fóruns internacionais que poderiam encaminhar alternativas para esse tema complexo. A iniciativa do Brasil em abrir esta conversa em Belém acabou bloqueando a última Conferência do Clima das Nações Unidas. Menos da metade dos países queria ver avanços, e um número semelhante forçava no sentido contrário. A Colômbia, então, anunciou a intenção de promover uma reunião internacional, com o apoio da Holanda. Todas as economias dependem, em maior ou menor medida, do petróleo, do carvão e do gás. As guerras na Ucrânia e, mais ainda, no Oriente Médio, evidenciam os riscos estruturais dessa dependência – e tornam a transição ainda mais urgente, inclusive do ponto de vista econômico. “O fato de a gente ter essa dificuldade multilateral neste momento dá mais peso a tentativas de começar com os dispostos. A ideia de Santa Marta é começar com aquela coalizão de 24 países que assinaram a Declaração da Colômbia em Belém, e 84 países se disseram dispostos a debater um mapa do caminho, e envolver esses países em compromissos de descarbonização, traçar os seus mapas do caminho nacionais”, explica Claudio Angelo, coordenador de Política Internacional do Observatório do Clima (OC). “A ideia é tentar crescer esse círculo de países até que o barulho feito em torno dessa agenda se torne incontornável e o ruído cresça tanto que não deixe ninguém dormir nem em Moscou, nem em Riad, nem em Washington”, complementa. Em busca de um caminho sem fósseis Até agora, 50 países confirmaram presença, entre eles Brasil, México, França, Noruega, Reino Unido e Angola, além da Comissão Europeia e centenas de organizações da sociedade civil e organismos de governo. Em recente coletiva de imprensa, a ministra do Meio Ambiente da Colômbia, Irene Vélez Torres, disse que o encontro de 24 a 29 de abril quer abordar os caminhos para os países buscarem soberania energética, ao mesmo tempo em que se afastam do petróleo, do carvão e do gás. “Como podemos balancear a dependência de petróleo nas nossas matrizes energéticas, incluindo o consumo, para que elas sejam mais limpas e que possamos organizar a eliminação das fontes fósseis?”, afirmou a ministra. “Outro ponto é sobre o multilateralismo e como vamos criar novas cooperações para essa agenda.” A produção e o consumo das fontes fósseis são responsáveis por mais de 70% das emissões globais de gases de efeito estufa, que causam o aquecimento global. Países como Tuvalu, arquipélago do Pacífico, esperam que o encontro na Colômbia seja um primeiro passo para que as nações “possam escolher as pessoas em vez dos recursos do petróleo”. “Nós não temos mais tempo para os debates abstratos que acabam apenas em palavras. Em Tuvalu, o oceano está na nossa porta. Já estamos adaptando as nossas zonas costeiras e realocando comunidades mais para dentro, em terra”, declarou Maina Talia, ministro do Meio Ambiente de Tuvalu. “Acho que já tentamos os processos da ONU há tantas COPs: foram 30, que para nós, sempre falharam. A Conferência de Santa Marta, ao afrontar essa questão, traz muita esperança para os países mais impactados pelo aquecimento global.” Presidência da COP30 promete apresentar proposta A presidência brasileira da COP30 – que exerce o mandato até a realização do próximo evento, em novembro, na Turquia – vai participar da reunião em Santa Marta. O embaixador André Corrêa do Lago assumiu o compromisso de apresentar um mapa do caminho global para a transição longe dos fósseis ao longo deste ano. Os brasileiros têm realizado uma série de consultas com países e organismos internacionais para consolidar a proposta. “Brasil e Colômbia estão liderando do ponto de vista político, e a China liderando do ponto de vista tecnológico e econômico. O Sul Global cansou de esperar as soluções que nunca vieram do Norte e está tomando a iniciativa de liderar esse processo, embora alguns dos principais bloqueadores de ambição climática estejam no Sul Global”, salientou Angelo, do OC. A maioria dos participantes da reunião em Santa Marta ainda não definiu os seus mapas do caminho nacionais para sair dos fósseis, a começar pelo Brasil. Em dezembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu 60 dias para quatro ministérios – Fazenda, Meio Ambiente, Minas e Energia e Casa Civil – chegarem a um projeto, que até agora não apareceu.
Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar
De professor de educação física em Mafra ao Sporting é um passo de mestre em 1998. Entra como recuperador físico e o primeiro jogador é Pedro Barbosa. A partir daí, uma história de encantar no Sporting até 2021 e, depois, na Turquia e na Arábia Saudita
Washington afirma que já bloqueia o Golfo de Omã e o Mar Arábico, além dos portos iranianos. O Irã diz que petroleiros do país seguem circulando livremente. Tem ainda:- Estados Unidos impõem novas sanções a mais de 20 pessoas, empresas e embarcações iranianas, tendo como alvo magnatas do regime, financiadores do grupo armado Hezbollah- Senado americano nega proposta para impedir que o presidente faça novos ataques contra o Irã sem aprovação do Congresso- Na Turquia, um atentado de um aluno com uma arma deixou oito estudantes e um professor mortos nesta quinta-feira. Na última terça-feira, um adolescente abriu fogo em uma escola de Ensino Médio e deixou 16 feridos- Ex-comandante sérvio-bósnio Ratko Mladic, que cumpre pena de prisão perpétua em Haia, está em estado grave depois de sofrer um AVC- Polícia inglesa prende dois suspeitos de tentar colocar fogo em uma sinagoga em Londres. O prédio não sofreu danos e não houve feridos Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 Segundos Fale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
Na roda com Fabio Porchat, a ex-dançarina do É o Tchan, Sheila Mello, a atriz Bella Camero e a apresentadora Ceci Ribeiro. Sheila conta a história de quando um bombom lhe deu superpoderes. Bella lembra da première de um filme em Berlim com escala em Barcelona e fortes emoções. Já Ceci recorda de quando apresentou um evento estético e se viu ao vivo diante de um procedimento bem diferente. Na plateia, Isabel conta de uma viagem na Turquia que terminou em matrimônio e Evandro relata uma experiência sexual sobrenatural.
O episódio desta semana do podcast Diplomatas teve como principais pontos de discussão o acordo de cessar-fogo de duas semanas alcançado entre Estados Unidos e Irão, que pressupõe a reabertura do estreito de Ormuz, e os próximos passos diplomáticos e negociais de Washington e Teerão sobre o conflito no Médio Oriente. Teresa de Sousa e Carlos Gaspar reflectiram sobre o impacto desta guerra na imagem externa dos EUA, sem esquecerem as ameaças de Donald Trump de aniquilar “uma civilização inteira” numa só “noite”. Ainda sobre o conflito, a jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-Nova olharam para os novos equilíbrios regionais, salientando o esforço coordenado de Paquistão, Arábia Saudita, Egipto e Turquia tendo em vista a suspensão das hostilidades. Recuperando comentários proferidos no episódio da semana passada sobre a China, Carlos Gaspar também respondeu a uma pergunta de um ouvinte do podcast sobre a caracterização do país de Xi Jinping como um “tigre de papel”. Por fim, Teresa de Sousa partiu da visita de J.D. Vance a Budapeste, apoiando a recandidatura de Viktor Orbán, para analisar a última semana de campanha na Hungria, que vai a votos no domingo. Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje o Programa Destino recebe como convidada Bárbara Weschenfelder. A estudante de Engenharia Ambiental e influenciadora retornou há pouco de um período de três anos morando na Irlanda. Além das suas experiências vivendo no exterior, ela contou sobre viagens para países como Turquia, Omã, Estados Unidos, Tailândia, Itália e Escócia.
Hoje o Programa Destino recebe como convidada Bárbara Weschenfelder. A estudante de Engenharia Ambiental e influenciadora retornou há pouco de um período de três anos morando na Irlanda. Além das suas experiências vivendo no exterior, ela contou sobre viagens para países como Turquia, Omã, Estados Unidos, Tailândia, Itália e Escócia.
Na segunda edição deste boletim você confere:- Conselho de Segurança da ONU rejeita o uso de força para reabrir o Estreito de Ormuz; - Uma pessoa morre e 4 ficam feridas em ataque a consulado israelense na Turquia; - PGR defende eleições diretas para governador do Rio de Janeiro. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Maria Eduarda Palermo e Thales dos Santos, do curso de Jornalismo.Escute agora!
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou ontem tomar o “Irã inteiro” em um dia, a partir de hoje, se o país persa não acatar um ultimato para a reabertura do Estreito de Ormuz, uma importante rota de navegação para o petróleo produzido no Oriente Médio. Ontem, os dois países rejeitaram uma proposta de cessar-fogo por 45 dias apresentada por mediadores da Turquia, do Egito e do Paquistão. O presidente americano disse que o acordo não era “bom o suficiente”. O regime iraniano, por sua vez, afirmou que negocia apenas o fim completo das hostilidades. Em entrevista à Rádio Eldorado, Roberto Uebel, professor de Relações Internacionais da ESPM São Paulo, disse que os diversos prazos e ultimatos apresentados por Donald Trump causam ceticismo e destacou que o presidente americano terá custos políticos e econômicos em caso de prolongamento da guerra, principalmente se houver uma operação terrestre no Irã. “Se desenha quase para um conflito civilizacional”, afirmou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paquistão, Egito e Turquia pressionam por cessar-fogo de 45 dias para evitar ataques dos EUA à infraestrutura energética iraniana.
Tema del dia En aquest episodi entrevistem l'Enric Luzán, l'aventurer català que es proposa fer la volta al món caminant en 3 anys, passant per 4 continents i fent uns 26.232 km com a mínim. Li preguntarem, entre altres coses, quins han estat els millors i pitjors moments d'aquests primers 100 dies de ruta i quines han estat les decisions més difícils que ha hagut de prendre. Som-hi! Apunta't a la pròxima edició del nostre Club de Lectura: de l'1 al 31 de maig! Segueix l'Enric a Instagram: @enricluzan Mira els seus vídeos a YouTube Escolta el seu pòdcast a Spotify L'expressió de la setmana "propietat privada, la que tinc aquí penjada" (petita broma per criticar el fet que una cosa no sigui pública) Bonus Encara falta molt per a la tornada, però com se la imagina? Creu que en tornar serà una persona diferent? Transcripció Andreu: [0:15] Bon dia a tothom i benvinguts al pòdcast d'Easy Catalan. M'imagino que no soc l'únic si dic que més d'una vegada he fantasiejat amb la idea de deixar-ho tot enrere per anar a viatjar pel món durant una llarga temporada. Qui no s'ha plantejat mai aquesta possibilitat? Potser algú de vosaltres ho ha fet, però diria que en la majoria de casos això només queda en el pla de la imaginació, com una cosa de somiatruites. I jo reconec que ho soc una mica, de somiatruites. Una paraula molt bonica, per cert. Si no la coneixeu, el diccionari la defineix així: "Persona visionària o que s'il·lusiona fàcilment amb coses impossibles o estranyes". Us parlo d'això perquè ara fa uns mesos, a finals de novembre, em va sortir un vídeo a YouTube que em va cridar molt l'atenció. Es titulava "Dia 1 de la volta al món a peu" i tot just s'acabava de publicar. Vaig fer-hi clic, és clar, i el primer que s'hi veia era un noi equipat amb roba d'esport i una motxilla, tot de color blau, al mig de plaça Catalunya, que activa el mode senderisme del seu rellotge, s'acomiada d'amics, familiars i coneguts i es posa a caminar. L'objectiu? Fer la volta al món caminant, creuant com a mínim quatre continents de costa a costa, amb un mínim de 3.000 quilòmetres a peu en cadascun d'ells, en total 26.232 quilòmetres, i en un termini aproximat de tres anys. I tot això, documentat en forma de videoblog diari en un canal de YouTube. El protagonista d'aquesta història és l'Enric Luzán i el seu canal es diu Enric Adventures. També el podeu seguir a Instagram a @enricluzan per estar al dia de la seva aventura i dels vídeos que publica. No cal dir que jo hi estic totalment enganxat i sé que entre vosaltres n'hi ha més que el seguiu, així que vaig pensar que seria interessant entrevistar-lo i xerrar amb ell aquí al pòdcast. En aquests moments, l'Enric ja és a Grècia, en direcció a Turquia, però quan vam parlar encara era a Albània. Per tant, la conversa que sentireu a continuació tracta de l'inici del seu gran viatge. Us animo a escoltar l'entrevista i a seguir-lo a les xarxes. Però abans d'això, deixeu-me anunciar una cosa important. Últimament, alguns de vosaltres ens heu estat preguntant quan serà la pròxima edició del Club de Lectura i us hem anat donant alguna petita pista, però ara ja podem dir oficialment les dates i el llibre que llegirem. El proper Club de Lectura d'Easy Catalan serà durant el mes de maig, de l'1 al 31, i llegirem un llibre que ens ha recomanat la Sílvia, titulat "Un grapat d'ametlles", de l'autora Agnès Esquirol. Això ho farem a Discord, on tindrem un fòrum específic per anar comentant els capítols cada setmana, i també farem una videotrucada setmanal per parlar-ne tots plegats. Aquestes videotrucades seran els divendres 8, 15, 22 i 29 a les 7 de la tarda. Si entreu a la web easycatalan.org/bookclub, trobareu la sinopsi del llibre, una mostra de les primeres pàgines i alguns enllaços per trobar-lo tant en format físic com digital. Així que ja ho sabeu, teniu tot aquest mes d'abril per aconseguir el llibre i entrar a la comunitat, on podeu escriure un primer missatge per presentar-vos si encara no en sou membres. I dit això, ara sí, passem a l'entrevista amb l'Enric. Som-hi! La Volta al Món a Peu: [3:34] Mare de Déu! La Volta al Món a Peu. Catalans sense fronteres. Benvinguts a Enric Adventures. Us presento el projecte més gran de la meva vida: la Volta al Món a Peu. En català. Un dia vaig descobrir que el caminar és la manera més primitiva de viatjar, aquella que ens connecta de manera més profunda amb la Terra i les persones que l'habiten. Fruit d'aquesta inquietud, vaig obrir el meu canal de YouTube, per compartir les meves travesses i inspirar altres igual que altres em van inspirar a mi. La ruta començarà a la plaça Catalunya de Barcelona i creuaré Europa per França, Itàlia, Eslovènia, Croàcia, Bòsnia, Montenegro, Albània, Grècia i entraré a Àsia per Istanbul, Turquia. Seguidament, enfilaré al nord seguint la costa del Mar Negre fins a Geòrgia i Armènia, on agafaré un avió fins al Paquistan. Continuaré per Índia, els Himàlaias travessant el Nepal i baixant a Bangladesh. A Dhaka volaré fins a Tailàndia, recorrent el sud-est asiàtic fins a Singapur, passant per Malàisia. El tercer continent serà Austràlia. Recorreré més de 4.000 quilòmetres des de l'extrem est, Perth, fins a l'oest, Sidney. A continuació, travessaré Amèrica del Nord pels Estats Units, des del Pacífic fins al Golf de Mèxic. La part més difícil del viatge serà Sudamèrica. Començant pel Perú, recorreré les seves muntanyes i entraré a Xile, on creuaré el desert d'Atacama i travessaré la serralada dels Andes fins a l'Oceà Atlàntic, a Argentina. Per últim, volaré fins a Santiago de Compostel·la per fer el camí de Sant Jaume en sentit invers, fins al punt d'inici final: la plaça Catalunya de Barcelona. De camí em trobaré 20 catalans a 20 països diferents, que m'explicaran com viuen la cultura catalana tan lluny de casa. Tot plegat ho documentaré a l'estil Enric Adventures, gravant, editant i pujant els vídeos en ruta. I com no pot ser d'una altra manera, en català. 26.232 quilòmetres, 4 continents i 3 anys, dormint en tenda de campanya i cuinant en fogonet. Acompanyeu-me. Andreu: [5:31] Bon dia, Enric. Com estàs? Benvingut al pòdcast. Enric: [5:33] Bon dia! Doncs molt bé, mira, aquí (assegut) a l'ombra d'una olivera a Albània. Fes-te membre de la subscripció de pòdcast per accedir a les transcripcions completes, a la reproducció interactiva amb Transcript Player i a l'ajuda de vocabulari.
Confira os destaques do Jornal da Manhã dessa segunda-feira (30): Um avião precisou fazer um pouso de emergência após a explosão de um motor logo após a decolagem no Aeroporto de Guarulhos, na noite de domingo (29). A aeronave seguia para Atlanta com 272 passageiros e 14 tripulantes quando o problema ocorreu. Parte do material em chamas caiu próximo à pista, provocando um incêndio, mas ninguém ficou ferido. Trocas de partido e novas alianças estão redesenhando o cenário eleitoral em São Paulo. As recentes filiações e articulações políticas intensificam a disputa e indicam uma reconfiguração das forças para as próximas eleições. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva intensificou a pressão sobre a Câmara dos Deputados para avançar com a proposta de fim da escala 6x1. A medida é tratada como prioridade pelo Executivo e pode alterar a dinâmica da jornada de trabalho no país. O Papa Leão XIV afirmou que Deus não ouve as orações de líderes que promovem guerras, dizendo que eles têm “mãos cheias de sangue”. A declaração foi feita durante celebração do Domingo de Ramos na Praça de São Pedro, diante de milhares de fiéis. Em meio à guerra envolvendo o Irã, o pontífice classificou o conflito como “atroz” e criticou o uso da religião para justificar ações militares. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, determinou que a polícia permita o acesso do cardeal Pierbattista Pizzaballa à Igreja do Santo Sepulcro e autorize a realização da missa de Domingo de Ramos. A decisão vem após um bloqueio considerado inédito “em séculos” pelo Patriarcado Latino de Jerusalém, gerando repercussão internacional em meio à Semana Santa. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avalia uma operação militar para retirar cerca de 450 kg de urânio enriquecido do Irã, segundo o jornal The Wall Street Journal. A missão seria complexa e arriscada, envolvendo possível incursão terrestre por vários dias. A hesitação do presidente estaria ligada ao risco para as tropas, mas a ação é vista como uma forma de impedir o avanço do programa nuclear iraniano. Diplomatas de Paquistão, Arábia Saudita, Egito e Turquia se reuniram em Islamabad para discutir formas de encerrar a guerra no Irã. O governo paquistanês atua como mediador no conflito, promovendo diálogos e reuniões bilaterais entre chanceleres. Apesar da ausência de representantes dos Estados Unidos, do Irã e de Israel, o encontro busca avançar em soluções diplomáticas para a crise. Levantamento da Nexus Pesquisa e Inteligência em parceria com o BTG Pactual aponta forte polarização na disputa presidencial de 2026. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro aparecem empatados com 46% no segundo turno, além de também registrarem empate técnico em cenários de primeiro turno. Uma pesquisa aponta sinais de fragilidade na base do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O movimento “Make America Healthy Again” (MAHA), importante na eleição de 2024, apresenta queda de coesão e entusiasmo. Segundo o levantamento, 52% dos americanos avaliam que o governo não cumpriu as promessas ligadas ao grupo, enquanto 41% dos eleitores de Trump compartilham dessa percepção. Entre os próprios apoiadores do movimento, 47% demonstram frustração, indicando possíveis impactos na disputa de 2026. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Ele esteve conosco na Gregario há poucas semanas. Falava sobre sonhos. Agora ele volta para falar das conquistas. Henrique Bravo é o ciclista brasileiro do momento. Desperta esperança, orgulho e ainda muita curiosidade dos fãs de ciclismo. Atendendo a pedidos, Ana Lidia Borba reencontra o mineiro da Soudal-Quick Step Devo para uma conversa sobre os detalhes das suas vitórias em Ruanda e no Tour de Antalya, na Turquia. Bastidores da disputa, o clima das competições e como tem sido esse momento tão especial. Claro, o sorrisão e a simpatia que nunca decepcionam.
A atual guerra no Irã pode ajudar a adiantar algo que já estava no horizonte da região: uma nova dinâmica que depende menos do país persa.Neste vídeo, eu mostro por que a região talvez esteja entrando em uma nova fase, menos definida pelo protagonismo iraniano e mais marcada pela disputa entre dois blocos emergentes: uma coalizão abraâmica, centrada em Israel e Emirados Árabes Unidos, e uma coalizão islâmica, liderada por Arábia Saudita, Turquia, Paquistão e Catar.A grande questão já não é apenas o que o Irã ainda consegue fazer, mas como os parceiros e rivais dos Estados Unidos estão se reorganizando entre si, disputando influência, rotas estratégicas, guerras por procuração e o futuro da ordem regional.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ATOS 16:1-10 PLANO DE LEITURA ANUAL: DEUTERONÔMIO 28–29; MARCOS 14:54-72 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Em 1701, a Igreja Anglicana fundou a Sociedade para a propagação do evangelho, visando enviar missionários ao redor do mundo. O lema escolhido foi: “transiens adiuva nos” (“Venha e ajude-nos!”, em latim). Este é o chamado dos embaixadores do evangelho desde o primeiro século, à medida que os seguidores de Cristo levavam a mensagem de Seu amor e perdão a um mundo desesperadamente carente dessa mensagem. A frase “venha e ajude-nos” vem da “súplica da Macedônia”, descrita em Atos 16. Paulo e seus companheiros chegaram a Trôade (v.8), na costa oeste da Ásia Menor, atual Turquia. “Naquela noite, Paulo teve uma visão, na qual um homem da Macedônia em pé lhe suplicava: ‘Venha para a Macedônia e ajude-nos!'” (v.9). Ao ter recebido essa visão, Paulo e seus companheiros partiram “de imediato para a Macedônia” (v.10), compreendendo a importância vital daquele chamado. Nem todos são chamados a atravessar os mares, mas podemos apoiar os que são chamados por Deus com as nossas orações e ofertas financeiras. E todos nós podemos espalhar as boas-novas de Jesus a alguém, seja com quem trabalha na mesma sala, do outro lado da rua ou em nossa comunidade. Oremos para que nosso bom Deus permita-nos oferecer às pessoas a maior ajuda possível: a chance de receber perdão pelo nome de Jesus. Por: BILL CROWDER
Paris-Nice e Tirreno-Adriatico foram duas voltas que movimentaram a semana. Jonas Vingegaard e Isaac Del Toro foram os campeões, respectivamente, mas as etapas trouxeram muita emoção - e polêmicas. Fato é que deu para sentir Mathieu Van der Poel prontinho para o embate com Pogacar na Milão-São Remo. Haja coração A grande notícia para nós brasileiros, no entanto, com a vitória de Henrique Bravo no Tour de Antalya. Etapa-Rainha e classificação geral para esse mineiro que tem feito todo mundo sorrir. Chegue junto conosco no GREGARIO RADIO!
Em visita de solidariedade durante o Ramadã, António Guterres ressaltou que país foi o que mais acolheu refugiados durante seu mandato à frente fda ONU; ele declarou que as ofensivas militares que assolam a região são uma grave ameaça e estão provocando sofrimento de civis.
A guerra entre Israel, Estados Unidos e Irã abriu uma nova fase de instabilidade no Oriente Médio. Desde o final de fevereiro, ataques militares, ameaças de escalada regional e disputas estratégicas entre potências voltaram a colocar a região no centro da política internacional. Mas como acontece com frequência no Oriente Médio, guerras entre Estados também acabam reativando conflitos históricos que atravessam fronteiras nacionais. Um desses conflitos é a chamada questão curda. Espalhados por países como Turquia, Iraque, Síria e Irã, os curdos formam um dos maiores povos do mundo sem um Estado próprio.A questão curda atravessa toda a história política do Oriente Médio moderno. Ao longo do último século, os curdos estiveram envolvidos em diferentes conflitos regionais e também em alianças estratégicas com potências externas. Agora, com a guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, volta a surgir a pergunta: até que ponto os movimentos curdos podem influenciar os rumos desse conflito? E quais seriam as consequências regionais de uma mobilização curda nesse momento? Para conversar sobre tudo isso com a gente, recebemos hoje Monique Sochaczewski, doutora em História, Política e Bens Culturais, professora do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e Cofundadora e Pesquisadora Sênior do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre o Oriente Médio (GEPOM).
Semar mantiene abierto registro para carreras técnicas navales Tormenta invernal y frente frío 40 provocarán lluvias y nieveOTAN intercepta misil iraní en espacio aéreo turco Más información en nuestro podcast
** VIDEO EN NUESTRO CANAL DE YOUTUBE **** https://youtube.com/live/zLlc7Ov9rwY +++++ Hazte con nuestras camisetas en https://www.bhmshop.app +++++ ¿Estamos a las puertas de la Tercera Guerra Mundial? La situación en Oriente Medio ha cruzado todas las líneas rojas. Tras la confirmación de un impacto de misil balístico en territorio de Turquía, la OTAN entra en alerta máxima. En este programa de BellumArtis, analizamos el escenario más temido: la Escalada Total. El impacto en Turquía: ¿Ha sido un error de cálculo o una provocación directa de la Guardia Revolucionaria (IRGC) para testear la cohesión de la Alianza Atlántica? Dilema del Artículo 5: Analizamos si Ankara activará el protocolo de defensa colectiva y qué significa esto para Europa y EE. UU. ¿Invasión Terrestre?: Desmontamos los mitos de una operación terrestre en Irán. ¿Es viable cruzar los Montes Zagros o es una trampa logística en la era de la Guerra de Salvas? La Tesis de Guillermo Pulido: Aplicamos el concepto de "disuasión multiinestable" para entender por qué la precisión de los misiles iraníes ha eliminado la distancia como factor de seguridad. Un análisis técnico y geopolítico sin concesiones sobre el momento más peligroso de la Operación Furia Épica. SUSCRÍBETE @BELLUMARTISACTUALIDADMILITAR Y @BELLUMARTISHISTORIAMILITAR para no perderte ningún programa y únete a nuestra comunidad de apasionados por la historia militar y los conflictos del mundo. Apóyanos para seguir creando contenido riguroso e independiente: Patreon: https://www.patreon.com/bellumartis PayPal: https://www.paypal.me/bellumartis Bizum: 656 778 825 Síguenos también en redes: Instagram: https://www.instagram.com/bellumartis Twitter / X: https://twitter.com/Bellumartis Bellumartis Historia Militar — Porque entender el pasado es prepararse para el futuro. #irán #israel #Bellumartis #Hablamos #EscaladaTotal #Iran2026 #TurquiaOTAN #Articulo5 #GuerraDeSalvas #IrisDena #ArmadaIrani #GuerraNaval #Submarinos #GolfoPersico #furiaepica 00:00 Inicio y contextualización de la urgencia 05:30 Análisis del impacto del misil en Turquía 12:15 La OTAN en alerta: ¿Activación del Artículo 5? 20:45 ¿Es viable una invasión terrestre a Irán? 30:00 Situación de la flota y capacidades de defensa iraníes 38:20 Posibles escenarios de escalada regional 45:10 Conclusiones y debate con la audiencia
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (05/03/2026): A Polícia Federal voltou a prender ontem, de forma preventiva, o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, na terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de irregularidades na gestão do banco. Foi a primeira ação autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, depois que ele assumiu a relatoria do caso. No pedido de prisão, investigadores da Polícia Federal se referem a Vorcaro como “profissional do crime” e dizem ter encontrado indícios de que o banqueiro ordenou a invasão de sistemas de informática de órgãos públicos, cooptou servidores do Banco Central e criou um grupo – chamado de “A Turma”. E mais: Internacional: Submarino dos EUA afunda fragata iraniana; mais de 100 morreram Política: Dino suspende ordem da CPI do INSS para quebrar sigilo de amiga de Lulinha Metrópole: Todos os 4 réus por estupro de adolescente estão presosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No dia 5 da guerra no Médio Oriente, NATO interceta míssil iraniano no espaço aéreo da Turquia. Envolvidos no desvio de fundos para apoio às vítimas das cheias em Moçambique devem ser responsabilizados, diz analista. "Manelinho" denuncia perseguição a deputados que criticam a Junta Militar no poder na Guiné-Bissau.
No dia em que um míssil foi intercetado a caminho da Turquia, especialista Rui Vilar deixa o alerta: "Os mísseis iranianos que podem atingir maior alcance já estavam a ser preparados" pelo Irão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Leitura Bíblica Do Dia: COLOSSENSES 3:8-17 Plano De Leitura Anual: NÚMEROS 4–6; MARCOS 4:1-20 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Como seria estar no lugar da realeza? Angela Kelly, filha de um estivador e uma enfermeira, sabe. Ela também foi a estilista oficial da falecida rainha Elizabeth II em suas últimas duas décadas de vida. Uma de suas responsabilidades era amaciar os sapatos novos da rainha idosa, andando com eles pelos terrenos do palácio. Havia uma razão para fazer isso: a compaixão por uma senhora de idade, que, às vezes, era obrigada a ficar de pé por longos períodos de tempo durante as cerimônias. Como usavam o mesmo número de sapato, Kelly ajudou-a a não sentir esse desconforto nos pés. O cuidado de Kelly com a rainha Elizabeth me faz pensar no caloroso encorajamento de Paulo à igreja em Colossos (na atual Turquia): “revistam-se de compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência” (COLOSSENSES 3:12). Quando nossa vida tem Jesus como alicerce (2:7), tornamo-nos “povo santo e amado” de Deus (3:12). Ele nos ajuda a tirar nossa “antiga natureza” e revestir-nos com a “nova natureza” (vv.9-10), vivendo a identidade dos que amam e perdoam os outros, pois Deus os amou e perdoou primeiro (vv.13-14). Ao nosso redor há aqueles que precisam que nós nos coloquemos no lugar deles e tenhamos compaixão por seus desafios do dia a dia. Ao fazer isso, faremos igual a um rei — Jesus — que sempre tem compaixão por nós. Por: JAMES BANKS
A presidência brasileira da Conferência do Clima da ONU em Belém convida os países e organizações internacionais a contribuírem, a partir da semana que vem, com a elaboração de um “mapa do caminho internacional” para o afastamento dos combustíveis fósseis, os principais causadores do aquecimento global. O presidente da COP30, André Corrêa do Lago, realiza um giro internacional para reunir apoio técnico para a proposta, lançada pelo Brasil em novembro passado. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Depois de se encontrar com a autoridade climática da ONU (UNFCCC) na Turquia, para iniciar os preparativos para a próxima COP, em Antalya, o embaixador esteve na sede da Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO), em Roma. Na sequência, esteve em Paris para reuniões na Agência Internacional de Energia e com a Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena). O primeiro passo é compilar os dados mais recentes para fundamentar uma proposta equilibrada, no contexto em que a maioria dos países ainda tem uma forte dependência das fontes fósseis de energia, explicou Corrêa do Lago à RFI. "A primeira parte são os dados. A maior parte deles já está publicada, mas há muitas publicações sobre diversos temas e nós queremos que o mapa do caminho internacional seja um instrumento de desmistificação dos problemas relacionados a isso e de simplificação do grande volume de informações existentes”, indicou. "Todas as instituições relacionadas à energia podem contribuir.” Incluir a Opep na conversa O embaixador também busca agregar visões divergentes sobre o tema, incluindo a Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep). A entidade, que reúne as economias que mais se opõem à conversa sobre o fim do petróleo (como os países do Golfo e a Rússia), defende que o foco deve ser a redução das emissões de gases de efeito estufa em geral, e não direcionada a setores específicos. Além disso, sustenta que esse objetivo deve ser atingido mediante ações voluntárias dos países. "É muito importante que a gente incorpore as diferentes visões de diferentes organismos. Não é que um deles vá guiar o processo, até porque, desses organismos todos, só um é das Nações Unidas, o relacionado à energia atômica [AIEA]”, observou o diplomata. Na COP30 em Belém, os grandes produtores de petróleo exerceram forte pressão para que, nos textos finais da conferência, não houvesse menção aos combustíveis fósseis. Dimensão política e dimensão diplomática das COPs A partir da semana que vem, os países-membros da Convenção do Clima também estarão convidados a dar suas contribuições sobre o tema. Corrêa do Lago salienta que o Brasil teve sucesso em trazer de volta às negociações a discussão sobre a redução da dependência dos fósseis, que se tornou um assunto “central para a preparação da COP31". “O presidente Lula sabia que a COP era a ocasião política de se falar disso. Mesmo que o tema não estivesse formalmente dentro da agenda, é um tema incontornável do ponto de vista político”, disse o embaixador. "Por isso que eu sempre tento separar a dimensão diplomática das COPs. A diplomacia é a arte do possível." O objetivo de Corrêa do Lago é propor um documento antes da próxima conferência, sediada na Turquia, com negociações presididas pela Austrália. A ideia de um roteiro para o afastamento dos fósseis está longe de um consenso: dentro do próprio Brasil, os diferentes ministérios envolvidos na discussão (Casa Civil, Minas e Energia, Meio Ambiente e Fazenda) não conseguiram convergir sobre as diretrizes básicas dentro do prazo de 60 dias estabelecido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva logo após o evento em Belém. Pela complexidade do assunto, o roteiro brasileiro provavelmente não estará pronto até a próxima COP. "Todos os países estão divididos quando discutem esse tema, porque há interesses econômicos imensos, desafios de financiamento, desafios tecnológicos e muitos outros. A ambição desse mapa do caminho internacional é contribuir para que a transição seja feita de maneira racional e nos termos aprovados pela Convenção do Clima em Dubai: de forma justa, ordenada e equilibrada”, salientou o presidente da COP30. Testes antes da COP31 Dois grandes encontros preparatórios da próxima conferência serão determinantes para a diplomacia brasileira testar a abertura dos 195 países à ideia de um roteiro para o afastamento do petróleo e do carvão: a reunião multilateral em Bonn (Alemanha), em junho, e a Pré-COP, a ser realizada em outubro em uma ilha do Pacífico, semanas antes do evento em novembro. Além disso, em abril, a Colômbia e a Holanda organizam uma conferência incluindo os países que demonstraram disposição em avançar nesse tema durante a COP de Belém. Corrêa do Lago avaliou a iniciativa como “muito importante”, mas ressaltou que ocorre em paralelo ao processo oficial de negociações diplomáticas da ONU. O evento na Colômbia estará focado na queda da produção de petróleo, enquanto que, para a presidência brasileira da COP30, a prioridade é avançar na discussão sobre o consumo, passando pela eletrificação das economias e o desenvolvimento das energias renováveis.
O SantoFlow recebe Anthony Feola, ex-missionário protestante que viveu uma profunda jornada de conversão e retorno consciente à Igreja Católica.Conduzido por uma profunda busca da verdade, retornou de forma consciente à Igreja Católica, depois de um aprofundamento na fé, na história da Igreja e na centralidade dos sacramentos. Após sua conversão ao catolicismo, passou a servir na Renewal Ministries, atuando em missões na Turquia, Camarões, México e Papua-Nova Guiné.Anthony dedica-se à evangelização, ao cuidado dos pobres e à formação de lideranças leigas e sacerdotais. Atualmente, é Diretor do Discipulado Adulto na Paróquia Cristo Rei, em Detroit, Michigan – EUA, onde vive sua principal vocação como esposo e pai de cinco filhos.Neste episódio, conversamos sobre conversão, missão, fidelidade à Igreja e o que significa buscar a verdade com sinceridade, mesmo quando isso exige decisões difíceis e recomeços corajosos.O que acontece quando alguém decide seguir a verdade até o fim?Como Deus conduz uma história marcada por busca, entrega e missão?
Repercutimos as principais controvérsias políticas dos XXV Jogos Olímpicos de Inverno, sediados no norte da Itália, além de outras notícias do Atlântico Norte, incluindo mais atualizações dos arquivos Epstein. Também observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, fazendo a prévia do encontro dos ministros de relações exteriores de Irã e Turquia neste sábado (14/02) em Ancara.No mais, demos uma volta pela bacia do Pacífico, com uma surra eleitoral a favor dos conservadores no Japão.Use nosso desconto na Alura, começar agora faz a diferença: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
Uma civilização que normalmente negligenciamos o seu estudo, mas que explica muito sobre a complexa história da Turquia. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a história do Império Hitita.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- BRYCE, Trevor. The Kingdom of the Hittites. 2. ed. Oxford: Oxford University Press, 2005.- BRYCE, Trevor. Life and Society in the Hittite World. Oxford: Oxford University Press, 2002.- COLLINS, Billie Jean. The Hittites and Their World. Atlanta: Society of Biblical Literature, 2007.- CLINE, Eric H. 1177 a.C.: O ano em que a civilização entrou em colapso. São Paulo: Editora Planeta, 2017.
Anta Sports, marca esportiva gigante da china comprou participação da Puma, Brigid Kosgei e outros atletas queniano vão defender a Turquia nos Jogos de Los Angeles 2028 e eu embarco hoje para correr a Meia de Cascais, em Portugal, prova que usarei meio que de preparção para a Maratona de Sevilha que vou em parceria com a Asics.Nossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/ep-brunetcastNeste BrunetCast especial, Tiago Brunet recebe Lamartine Posella e Tassos Lycurgo para um debate profundo sobre salvação, neurociência da fé e as profecias sobre Israel e o Fim dos Tempos. É possível perder a salvação? Descubra agora.Apostasia, Tribunal de Cristo e a Geopolítica do Apocalipse. Neste episódio carregado de teologia e ciência, mergulhamos nos temas mais complexos da vida cristã.Entenda a diferença crucial entre perder a salvação e perder o galardão. Discutimos como a neuroplasticidade comprova o poder da oração na renovação da mente (Romanos 12) e analisamos o cenário global atual: o papel de Israel, o avanço do Islã na Europa e os sinais da volta de Jesus em Ezequiel 36-39.Tópicos abordados:
Governo moçambicano anuncia falta de verbas para o 13.º salário. Funcionários públicos reagem com indignação. Cidadão turco detido em Moçambique após pedido de extradição da Turquia vai aguardar julgamento em liberdade, mas caso continua nos tribunais. No norte da Tanzânia, novas reservas de caça para turismo estão a deslocar comunidades Maasai.
Há anos, a Turquia virou referência de transplante capilar acessível e rápido. Pacotes com hotel, transporte, exames e cirurgia atraíram milhares de viajantes de todas as partes do mundo. No entanto, o cenário agora é diferente, segundo especialistas. O Brasil ganha cada vez mais destaque no mercado. A popularização do procedimento, com técnicas e custos mais acessíveis, fez dele tendência entre os brasileiros, o que também inspira preocupação. Mesmo sendo uma intervenção segura, demanda todos os cuidados habituais de uma cirurgia. O podcast UOL Prime, apresentado por José Roberto de Toledo, traz os detalhes do boom dos transplantes capilares no Brasil e dos perigos da popularização do procedimento. #uolprime #PodcastUOLPrime
Tema del dia Alguns de vosaltres ens heu enviat fotos dels vostres tions. Moltes gràcies!!! I moltes gràcies a tots els oients que ens heu fet confiança durant aquest any i els anteriors. En aquest episodi repassem les paraules més representatives de l'any 2025. Som-hi! Apunta't als cursos de català d'Easy Catalan! (https://classes.easycatalan.org/) Vídeo d'Easy Catalan sobre Nadal (https://youtu.be/xJrrPobVn3U?si=8V4fiWyXCbApww_6) Bonus Comentem les dades més sorprenents del nostre Wrapped Spotify 2025. Transcripció Andreu: [0:15] Bon dia, Joan! Joan: [0:16] Bon dia, Andreu! Andreu: [0:18] Bon Nadal! Joan: [0:19] Bon Nadal, bon Nadal. Andreu: [0:20] Avui coincideix que publiquem l'episodi justament el dia de Nadal. Segurament no ens escoltarà ningú, avui. Joan: [0:29] Espero, espero. Andreu: [0:32] Clar, la gent… bé, no tothom, perquè assumim que tothom celebra Nadal, però en realitat, mira, l'altre dia a Discord hi havia una persona de Turquia, doncs allà, suposo que hi ha cristians que celebren Nadal i d'altres que… tota l'altra part, no?, musulmana o d'altres ètnies, d'altres religions, que no el celebren. Joan: [0:51] Saps que em fa molta gràcia? És que ara m'has fet pensar que la meva neboda, la Magalí, em va preguntar abans d'ahir: "I per què hi ha gent que posa 'bones festes' en lloc de 'bon Nadal'?" I jo: "Tu saps què és la religió?" I diu: "No". I dic: "..." Andreu: [1:10] Doncs ja t'ho ensenyaran a l'escola, no? Joan: [1:12] No, no, em diu: "És una assignatura". Em va dir això. Però ella no ho fa, saps? Em va dir: "És com el contrari de tutoria", dic: "…" Andreu: [1:21] "El contrari". Joan: [1:23] Bé, no ho sé, perquè hi ha com llocs que fan ètica, tutoria o religió. Andreu: [1:28] "Tutoria", què és "tutoria", a l'escola? Joan: [1:31] Tutoria és com una mena de diàleg, no?, entre els professors i els alumnes. No ho sé, no m'ha acabat de convèncer mai, no ho sé. Andreu: [1:39] És com una hora setmanal, no?, o no sé si era setmanal o que es fa cada dues setmanes, en què es parlen coses de… doncs com està tothom, com va... és com tenir un espai, una estona, per parlar amb el professor, per saber si tot està bé, si algú necessita ajuda amb alguna cosa... Bé, jo ho recordo així. Joan: [2:00] Sí, sí, sí, potser sí. O sigui, que era una conversa, segur. Andreu: [2:03] Bé, a veure, avui és Nadal, per tant, avui és el dia que es fa cagar el tió. Ja vam parlar del tió en l'episodi anterior i vam demanar que compartissin, els membres de la comunitat, tions, o sigui, les fotos dels seus tions al xat, no?, al Discord. Joan: [2:19] Sí. Andreu: [2:19] Ens han arribat algunes fotos, que són... bé, que les volia comentar, perquè n'hi ha una, sobretot, la de l'Armando. No sé si l'has vist. Joan: [2:27] Sí, és curiosa, sí. Andreu: [2:29] Clar, l'Armando és professor de primària a França i va fer un tió, o el van fer els alumnes, vaja, amb paper. O sigui, està fet amb paper maixé i cartolina, suposo. I l'altre dia, a la xerrada del dilluns, em va ensenyar un vídeo dels nens fent-lo cagar i de com va quedar al final. Clar, és com el tió versió pinyata. Joan: [2:52] Clar, versió pinyata. Sí, sí, sí. L'altre dia, un conegut que tinc que és belga, dic: "Saps quina és la... Coneixes la tradició del tió?" I quan l'hi vaig explicar, em diu: "És com una pinyata, no?" I dic: "Mmm..." Andreu: [3:05] Doncs el de l'Armando, sí, és el tió versió pinyata. Després hi ha el tió del Michal. El Michal és... No estic segur si pronuncio bé el seu nom. És un nou membre de la comunitat, és de la República Txeca, que estudia Filologia Catalana a la Universitat de Brno. Joan: [3:21] Una salutació a tots els que estudien Filologia Catalana a Brno, perquè tenim un munt de fans, eh?, allà. És increïble. Fes-te membre de la subscripció de pòdcast per accedir a les transcripcions completes, a la reproducció interactiva amb Transcript Player i a l'ajuda de vocabulari. (http://easycatalan.org/membership)
Rodeado de casos de corrupção, Pedro Sánchez parece aguentar-se por um fio e o seu governo não se coíbe de criticar os tribunais. ¿Qué pasa, España? O politólogo Diogo Noivo é o convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.