Country in Western Asia and Southeastern Europe
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Num momento de grande tensão no Médio Oriente, Nuno Rogeiro analisa no Leste Oeste o que pode estar a mudar no Irão e no equilíbrio estratégico da região. Depois de rumores sobre a sucessão do Líder Supremo, com o nome de Mojtaba Khamenei a surgir como possível herdeiro, multiplicam-se sinais de instabilidade política e militar dentro do regime, enquanto ataques israelitas e operações militares fragilizam estruturas da Guarda Revolucionária. Rogeiro acompanha também a evolução da guerra no ar e no mar: ataques a bases iranianas, perdas aeronavais, destruição de navios e a crescente presença militar norte-americana na região. Em paralelo, discute-se a hipótese de forças insurgentes e minorias, como os curdos, poderem ter um papel num eventual cenário de mudança de regime. A crise estende-se aos países árabes do Golfo, alguns deles atingidos por mísseis ou drones iranianos, apesar das declarações conciliatórias de Teerão. Analistas e testemunhos no terreno ajudam a perceber o impacto político e psicológico desses ataques. Nesta emissão de 08 de março na SIC Notícias, o comentador observa ainda a posição ambígua da Turquia, a resposta militar europeia e as implicações para Portugal e Espanha no contexto da cooperação com os Estados Unidos. Com as atenções do mundo voltadas para a “Guerra na Pérsia”, a Ucrânia tenta aproveitar o desvio estratégico, enquanto a China realiza importantes conferências políticas que podem influenciar o tabuleiro global.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Baseado em Amsterdã, o grupo Altin Gün (“Era de Ouro”, em turco) mistura rock psicodélico e folk da Turquia para renovar um gênero conhecido como Anatolian rock. Dessa fusão, nasce um som hipnótico e dançante, uma miscelânea de timbres que mergulha o ouvinte em um irresistível “groove oriental”. Daniella Franco, da RFI A história do Altin Gün começou em 2016, quando o baixista holandês Jasper Verhulst fez uma turnê na Turquia e conheceu alguns músicos da formação inicial da banda. Entre eles, Erdinç Ecevit Yıldız e Merve Daşdemir, que deixou o grupo há dois anos. O sexteto estreiou com o álbum, “On”, em 2018, causando um furor na cena indie. Após a indicação ao Grammy em 2019 na categoria melhor álbum de world music, o Altin Gün investiu em imensas turnês mundiais. Em 2023, a banda contabilizou quase 100 shows pelo pelo planeta na divulgação do álbum "Aşk". A turnê acabou resultando na saída de Merve Daşdemir do grupo. No fim de fevereiro, o Altin Gün lançou seu sexto álbum, "Garip", um trabalho mais maduro e lapidado, composto por dez faixas que alternam momentos dançantes e passagens mais introspectivas. Deste disco, a Programação Musical da RFI escolheu para a sua playlist a faixa "Neredesin Sen". Aumente o som! *** O Balada Musical vai ao ar todos os sábados nos programas da RFI Brasil e também pode ser ouvido no Spotify e no Deezer.
** VIDEO EN NUESTRO CANAL DE YOUTUBE **** https://youtube.com/live/zLlc7Ov9rwY +++++ Hazte con nuestras camisetas en https://www.bhmshop.app +++++ ¿Estamos a las puertas de la Tercera Guerra Mundial? La situación en Oriente Medio ha cruzado todas las líneas rojas. Tras la confirmación de un impacto de misil balístico en territorio de Turquía, la OTAN entra en alerta máxima. En este programa de BellumArtis, analizamos el escenario más temido: la Escalada Total. El impacto en Turquía: ¿Ha sido un error de cálculo o una provocación directa de la Guardia Revolucionaria (IRGC) para testear la cohesión de la Alianza Atlántica? Dilema del Artículo 5: Analizamos si Ankara activará el protocolo de defensa colectiva y qué significa esto para Europa y EE. UU. ¿Invasión Terrestre?: Desmontamos los mitos de una operación terrestre en Irán. ¿Es viable cruzar los Montes Zagros o es una trampa logística en la era de la Guerra de Salvas? La Tesis de Guillermo Pulido: Aplicamos el concepto de "disuasión multiinestable" para entender por qué la precisión de los misiles iraníes ha eliminado la distancia como factor de seguridad. Un análisis técnico y geopolítico sin concesiones sobre el momento más peligroso de la Operación Furia Épica. SUSCRÍBETE @BELLUMARTISACTUALIDADMILITAR Y @BELLUMARTISHISTORIAMILITAR para no perderte ningún programa y únete a nuestra comunidad de apasionados por la historia militar y los conflictos del mundo. Apóyanos para seguir creando contenido riguroso e independiente: Patreon: https://www.patreon.com/bellumartis PayPal: https://www.paypal.me/bellumartis Bizum: 656 778 825 Síguenos también en redes: Instagram: https://www.instagram.com/bellumartis Twitter / X: https://twitter.com/Bellumartis Bellumartis Historia Militar — Porque entender el pasado es prepararse para el futuro. #irán #israel #Bellumartis #Hablamos #EscaladaTotal #Iran2026 #TurquiaOTAN #Articulo5 #GuerraDeSalvas #IrisDena #ArmadaIrani #GuerraNaval #Submarinos #GolfoPersico #furiaepica 00:00 Inicio y contextualización de la urgencia 05:30 Análisis del impacto del misil en Turquía 12:15 La OTAN en alerta: ¿Activación del Artículo 5? 20:45 ¿Es viable una invasión terrestre a Irán? 30:00 Situación de la flota y capacidades de defensa iraníes 38:20 Posibles escenarios de escalada regional 45:10 Conclusiones y debate con la audiencia
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (05/03/2026): A Polícia Federal voltou a prender ontem, de forma preventiva, o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, na terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de irregularidades na gestão do banco. Foi a primeira ação autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, depois que ele assumiu a relatoria do caso. No pedido de prisão, investigadores da Polícia Federal se referem a Vorcaro como “profissional do crime” e dizem ter encontrado indícios de que o banqueiro ordenou a invasão de sistemas de informática de órgãos públicos, cooptou servidores do Banco Central e criou um grupo – chamado de “A Turma”. E mais: Internacional: Submarino dos EUA afunda fragata iraniana; mais de 100 morreram Política: Dino suspende ordem da CPI do INSS para quebrar sigilo de amiga de Lulinha Metrópole: Todos os 4 réus por estupro de adolescente estão presosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Governo turco diz que míssil foi disparado do Irã em direção ao seu espaço aéreo, mas que o ataque teria sido interceptado e destruído pelos sistemas de defesa aérea da Otan. E ainda:- Ministro da Defesa israelense afirma que sucessor de Ali Khamenei será assassinado, independentemente de quem seja- Paralisação da navegação no Estreito de Ormuz faz Rússia anunciar que pode interromper o fornecimento de gás para a Europa- Conflito entre Afeganistão e Paquistão chega ao sétimo dia com o exército paquistanês atacando também a capital afegã, Cabul, afirmando que o território do Afeganistão estaria sendo usado para que grupos armados tramassem e executassem ataques contra paquistaneses- Dois terços de Cuba ficam sem energia por uma falha na rede elétrica nacional - Equador declara o embaixador de Cuba, Basilio Gutiérrez, “persona non grata” e dá 48 horas para que a equipe cubana deixasse o país- Após tempestade no leste da República Democrática do Congo, mais de 200 pessoas, incluindo cerca de 70 crianças, morrem em deslizamento de terra em mina de extração de coltan Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
No dia 5 da guerra no Médio Oriente, NATO interceta míssil iraniano no espaço aéreo da Turquia. Envolvidos no desvio de fundos para apoio às vítimas das cheias em Moçambique devem ser responsabilizados, diz analista. "Manelinho" denuncia perseguição a deputados que criticam a Junta Militar no poder na Guiné-Bissau.
No dia em que um míssil foi intercetado a caminho da Turquia, especialista Rui Vilar deixa o alerta: "Os mísseis iranianos que podem atingir maior alcance já estavam a ser preparados" pelo Irão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No dia em que um míssil foi intercetado a caminho da Turquia, especialista Rui Vilar deixa o alerta: "Os mísseis iranianos que podem atingir maior alcance já estavam a ser preparados" pelo Irão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Mais um foragidfo no caso do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos no Rio de Janeiro se entregou nesta manhã. Vitor Hugo Simonin é o terceiro jovem acusado a se apresentar na Polícia em Copacabana. A Polícia Civil também confirmou que investiga mais dois casos de estupro cometidos contra alunas adolescentes do Colégio Federal Pedro II e praticados por integrantes do mesmo grupo que estuprou a adolescente. Uma das denúncias envolve uma menina que tinha 14 anos à época e que agora está com 17.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Neste episódio do Em Ponto, Carlos Garcia e Gabriel Gavinelli comentam sobre a abertura da temporada 2026 da Fórmula 1 em Melbourne, que está sob alerta devido aos conflitos no oriente médio. As expectativas de pilotos e equipe para o GP da Austrália desse final de semana. E mais: Transmissões da F1 no SporTV serão em 4k, Domenicali sinaliza com volta de GP da Turquia, GP de Mônaco não terá mais regra de pit stops.
O Presidente dos Estados Unidos pronunciou esta semana o discurso sobre o Estado da União. Donald Trump descreveu um país dinâmico, destacando o aumento da produção económica, a redução da inflação e vangloriando-se da política migratória. No entanto, o fact-checking -a verificação de factos- revela que muitas das afirmações não correspondem à realidade, como explicou à RFI o especialista português em política internacional Germano Almeida, sublinhando que este discurso “é um insulto à inteligência dos americanos”. Que análise se pode fazer do discurso de Donald Trump? É um discurso que é um insulto à inteligência dos americanos. É o pior discurso sobre o Estado da União que ouvi até hoje. É um discurso que aumenta os receios de um progressivo autoritarismo de Donald Trump e que, pela sua duração, desrespeita também as regras. Quase duas horas -mais do dobro do normal, o triplo de muitos outros discursos- batendo recordes no número de mentiras. Um chorrilho de mentiras a apresentar uma realidade alternativa. Dizer que herdou uma economia estagnada e que agora está muito boa, quando o crescimento económico com Trump está a cerca de metade do que era com Biden; dizer que a questão da inflacção está resolvida quando não está; voltar ao fantasma da fraude eleitoral, quando não há qualquer evidência nesse sentido. Já antecipando uma derrota nas intercalares, mostra um desrespeito pelos adversários. É alguém que, como tenho dito e escrito, não tem dimensão para ser Presidente dos Estados Unidos, embora os eleitores americanos, há um ano, o tenham querido reconduzir à Casa Branca. Tem legitimidade democrática, mas, na minha opinião, não tem dimensão para o cargo. O slogan da campanha de Trump, “Make America Great Again”, prometia, entre outros aspectos, aumentar o poder de compra dos americanos. Essa promessa tornou-se realidade? Decretam pela palavra que a questão da affordability, da sustentabilidade e do poder de compra, está resolvida. Não está. A instabilidade da política tarifária -que o Supremo considerou ilegal- já antes era marcada por avanços e recuos constantes de Trump relativamente às tarifas. Isso gera instabilidade nos mercados e nas empresas, que não sabem com o que podem contar. Tem sido um factor para que a inflação não se resolva. Não é o único, mas é um deles. Depois há a questão da imigração. Em 2025, foi registado, pela primeira vez desde 1935, um saldo migratório negativo: saíram mais pessoas dos Estados Unidos do que entraram, numa economia que está em crescimento constante e que precisa de mão-de-obra. A perda rápida de imigrantes, nomeadamente em alguns Estados, gera perdas económicas por duas razões: pela falta de mão-de-obra, que cria dificuldades às empresas, e pela quebra no consumo. Os imigrantes são também consumidores. Ainda relativamente à política de imigração e à actuação das autoridades, têm surgido críticas junto da população e até no seio dos republicanos. Há estudos que mostram que 77% dos americanos defendem que as acções do ICE devem ser realizadas com mandado judicial, e apenas cerca de 20% apoiam acções sem qualquer mandado. Mesmo quem defende deportações em massa não defende que indivíduos mascarados, nas ruas dos Estados Unidos, abordem pessoas, as detenham ou usem força excessiva. A morte de dois cidadãos americanos prejudicou a imagem do país? Isso não foi referido por Trump no discurso do Estado da União. Dois cidadãos americanos, que não constituíam qualquer perigo para a ordem pública ou para os agentes envolvidos, foram mortos nas ruas de Minneapolis. É de enorme gravidade. Já aqui falámos das taxas alfandegárias, apresentadas como mecanismo para aumentar o poder de compra. O Supremo Tribunal considerou várias dessas taxas ilegais. Ainda assim, Trump avançou com novas tarifas de 15% para todos os países. Nada parece travar o Presidente. Essas taxas são utilizadas como forma de pressão da política externa? Donald Trump usa as tarifas como instrumento de pressão geopolítica. O Supremo foi muito claro: o Poder Executivo não tem poder tributário. Está escrito no acórdão. O tribunal considerou a grande maioria das tarifas ilegais, especificando as excepções. Levanta-se agora a questão, colocada pelos democratas e por algumas empresas, de um eventual reembolso do que foi pago indevidamente. Não me parece que isso venha a acontecer, mas veremos. Trump insiste numa política de tarifas que considero uma aberração, mas tem legitimidade política para a defender. Em termos de política externa, Donald Trump afirmou que -desde que regressou ao poder- acabou com oito conflitos e falou do Irão, um discurso ambíguo entre ameaças e acordos. Os Estados Unidos podem atacar o Irão? Os Estados Unidos vão atacar o Irão. Não tenho qualquer dúvida, tendo em conta o grau de envolvimento militar actual na região. Noutro contexto, com outro tipo de alianças, poderia discutir-se, tendo em conta o regime actual e o risco do programa nuclear iraniano, que é real. Mas os Estados Unidos estão a agir praticamente sozinhos, contra a opinião de aliados regionais como a Arábia Saudita, a Turquia, o Qatar ou os Emirados Árabes Unidos. Há outra contradição: Trump rompeu, em 2018, o acordo nuclear negociado por Barack Obama, que estava a funcionar, classificando-o como “a pior coisa de sempre”, e agora pretende usar poder militar para forçar o Irão a aceitar um acordo semelhante. Historicamente, os segundos mandatos tendem a privilegiar a política externa. É assim que se explica este intervencionismo -Groenelândia, Venezuela, Irão? Há uma tendência para tentar racionalizar o que não é racional. Não vejo essa racionalidade. Trump dizia ser o Presidente que não fazia guerras. Mas Trump, como tenho escrito, não é para levar a sério. Está cada vez pior. Há sinais de decadência cognitiva e de crescente autoritarismo. A base “MAGA” acreditava que tinha terminado a fase do intervencionismo americano. Mas Trump entusiasma-se com o poder militar. O Irão não é a Venezuela. É um país muito maior, mais distante, com mais capacidade. Sabe-se como uma intervenção militar pode começar; não se sabe como pode terminar. No discurso, Trump procurou preparar o terreno para as eleições intercalares de Novembro. A popularidade do Presidente dos Estados Unidos está em mínimos. Há risco de implosão numa sociedade tão polarizada? As eleições de Novembro podem funcionar como estabilizador, se os americanos, pelo voto, sinalizarem que esta administração está a falhar. Todavia, antecipando uma eventual derrota, Donald Trump e vários senadores republicanos já começam a falar de fraude eleitoral. Nos Estados Unidos, as eleições intercalares envolvem 50 sistemas estaduais distintos. A narrativa será focar os Estados competitivos com administração democrata e alegar irregularidades nesses casos. Não falarão de todos. Nos Estados claramente republicanos, presumem controlo. Há ainda medidas preocupantes, como cortes em programas federais em Estados governados por democratas, numa lógica de retaliação política. Isto é de enorme gravidade e coloca em causa a coesão federal.
Leitura Bíblica Do Dia: COLOSSENSES 3:8-17 Plano De Leitura Anual: NÚMEROS 4–6; MARCOS 4:1-20 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Como seria estar no lugar da realeza? Angela Kelly, filha de um estivador e uma enfermeira, sabe. Ela também foi a estilista oficial da falecida rainha Elizabeth II em suas últimas duas décadas de vida. Uma de suas responsabilidades era amaciar os sapatos novos da rainha idosa, andando com eles pelos terrenos do palácio. Havia uma razão para fazer isso: a compaixão por uma senhora de idade, que, às vezes, era obrigada a ficar de pé por longos períodos de tempo durante as cerimônias. Como usavam o mesmo número de sapato, Kelly ajudou-a a não sentir esse desconforto nos pés. O cuidado de Kelly com a rainha Elizabeth me faz pensar no caloroso encorajamento de Paulo à igreja em Colossos (na atual Turquia): “revistam-se de compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência” (COLOSSENSES 3:12). Quando nossa vida tem Jesus como alicerce (2:7), tornamo-nos “povo santo e amado” de Deus (3:12). Ele nos ajuda a tirar nossa “antiga natureza” e revestir-nos com a “nova natureza” (vv.9-10), vivendo a identidade dos que amam e perdoam os outros, pois Deus os amou e perdoou primeiro (vv.13-14). Ao nosso redor há aqueles que precisam que nós nos coloquemos no lugar deles e tenhamos compaixão por seus desafios do dia a dia. Ao fazer isso, faremos igual a um rei — Jesus — que sempre tem compaixão por nós. Por: JAMES BANKS
Mergulhe na história de um dos álbuns mais revolucionários e influentes da história do jazz. Time Out não apenas quebrou barreiras comerciais como o primeiro álbum de jazz instrumental a vender mais de um milhão de cópias - ele redefiniu o que era possível ritmicamente no jazz.Neste vídeo, exploramos:A história dos quatro músicos que criaram a magiaComo uma turnê pela Turquia inspirou compassos impossíveisA análise emocional de cada faixa do álbumO fenômeno global de "Take Five"A icônica arte de capa de Neil FujitaO legado que perdura 65 anos depois
A presidência brasileira da Conferência do Clima da ONU em Belém convida os países e organizações internacionais a contribuírem, a partir da semana que vem, com a elaboração de um “mapa do caminho internacional” para o afastamento dos combustíveis fósseis, os principais causadores do aquecimento global. O presidente da COP30, André Corrêa do Lago, realiza um giro internacional para reunir apoio técnico para a proposta, lançada pelo Brasil em novembro passado. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Depois de se encontrar com a autoridade climática da ONU (UNFCCC) na Turquia, para iniciar os preparativos para a próxima COP, em Antalya, o embaixador esteve na sede da Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO), em Roma. Na sequência, esteve em Paris para reuniões na Agência Internacional de Energia e com a Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena). O primeiro passo é compilar os dados mais recentes para fundamentar uma proposta equilibrada, no contexto em que a maioria dos países ainda tem uma forte dependência das fontes fósseis de energia, explicou Corrêa do Lago à RFI. "A primeira parte são os dados. A maior parte deles já está publicada, mas há muitas publicações sobre diversos temas e nós queremos que o mapa do caminho internacional seja um instrumento de desmistificação dos problemas relacionados a isso e de simplificação do grande volume de informações existentes”, indicou. "Todas as instituições relacionadas à energia podem contribuir.” Incluir a Opep na conversa O embaixador também busca agregar visões divergentes sobre o tema, incluindo a Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep). A entidade, que reúne as economias que mais se opõem à conversa sobre o fim do petróleo (como os países do Golfo e a Rússia), defende que o foco deve ser a redução das emissões de gases de efeito estufa em geral, e não direcionada a setores específicos. Além disso, sustenta que esse objetivo deve ser atingido mediante ações voluntárias dos países. "É muito importante que a gente incorpore as diferentes visões de diferentes organismos. Não é que um deles vá guiar o processo, até porque, desses organismos todos, só um é das Nações Unidas, o relacionado à energia atômica [AIEA]”, observou o diplomata. Na COP30 em Belém, os grandes produtores de petróleo exerceram forte pressão para que, nos textos finais da conferência, não houvesse menção aos combustíveis fósseis. Dimensão política e dimensão diplomática das COPs A partir da semana que vem, os países-membros da Convenção do Clima também estarão convidados a dar suas contribuições sobre o tema. Corrêa do Lago salienta que o Brasil teve sucesso em trazer de volta às negociações a discussão sobre a redução da dependência dos fósseis, que se tornou um assunto “central para a preparação da COP31". “O presidente Lula sabia que a COP era a ocasião política de se falar disso. Mesmo que o tema não estivesse formalmente dentro da agenda, é um tema incontornável do ponto de vista político”, disse o embaixador. "Por isso que eu sempre tento separar a dimensão diplomática das COPs. A diplomacia é a arte do possível." O objetivo de Corrêa do Lago é propor um documento antes da próxima conferência, sediada na Turquia, com negociações presididas pela Austrália. A ideia de um roteiro para o afastamento dos fósseis está longe de um consenso: dentro do próprio Brasil, os diferentes ministérios envolvidos na discussão (Casa Civil, Minas e Energia, Meio Ambiente e Fazenda) não conseguiram convergir sobre as diretrizes básicas dentro do prazo de 60 dias estabelecido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva logo após o evento em Belém. Pela complexidade do assunto, o roteiro brasileiro provavelmente não estará pronto até a próxima COP. "Todos os países estão divididos quando discutem esse tema, porque há interesses econômicos imensos, desafios de financiamento, desafios tecnológicos e muitos outros. A ambição desse mapa do caminho internacional é contribuir para que a transição seja feita de maneira racional e nos termos aprovados pela Convenção do Clima em Dubai: de forma justa, ordenada e equilibrada”, salientou o presidente da COP30. Testes antes da COP31 Dois grandes encontros preparatórios da próxima conferência serão determinantes para a diplomacia brasileira testar a abertura dos 195 países à ideia de um roteiro para o afastamento do petróleo e do carvão: a reunião multilateral em Bonn (Alemanha), em junho, e a Pré-COP, a ser realizada em outubro em uma ilha do Pacífico, semanas antes do evento em novembro. Além disso, em abril, a Colômbia e a Holanda organizam uma conferência incluindo os países que demonstraram disposição em avançar nesse tema durante a COP de Belém. Corrêa do Lago avaliou a iniciativa como “muito importante”, mas ressaltou que ocorre em paralelo ao processo oficial de negociações diplomáticas da ONU. O evento na Colômbia estará focado na queda da produção de petróleo, enquanto que, para a presidência brasileira da COP30, a prioridade é avançar na discussão sobre o consumo, passando pela eletrificação das economias e o desenvolvimento das energias renováveis.
O SantoFlow recebe Anthony Feola, ex-missionário protestante que viveu uma profunda jornada de conversão e retorno consciente à Igreja Católica.Conduzido por uma profunda busca da verdade, retornou de forma consciente à Igreja Católica, depois de um aprofundamento na fé, na história da Igreja e na centralidade dos sacramentos. Após sua conversão ao catolicismo, passou a servir na Renewal Ministries, atuando em missões na Turquia, Camarões, México e Papua-Nova Guiné.Anthony dedica-se à evangelização, ao cuidado dos pobres e à formação de lideranças leigas e sacerdotais. Atualmente, é Diretor do Discipulado Adulto na Paróquia Cristo Rei, em Detroit, Michigan – EUA, onde vive sua principal vocação como esposo e pai de cinco filhos.Neste episódio, conversamos sobre conversão, missão, fidelidade à Igreja e o que significa buscar a verdade com sinceridade, mesmo quando isso exige decisões difíceis e recomeços corajosos.O que acontece quando alguém decide seguir a verdade até o fim?Como Deus conduz uma história marcada por busca, entrega e missão?
Repercutimos as principais controvérsias políticas dos XXV Jogos Olímpicos de Inverno, sediados no norte da Itália, além de outras notícias do Atlântico Norte, incluindo mais atualizações dos arquivos Epstein. Também observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, fazendo a prévia do encontro dos ministros de relações exteriores de Irã e Turquia neste sábado (14/02) em Ancara.No mais, demos uma volta pela bacia do Pacífico, com uma surra eleitoral a favor dos conservadores no Japão.Use nosso desconto na Alura, começar agora faz a diferença: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
Uma civilização que normalmente negligenciamos o seu estudo, mas que explica muito sobre a complexa história da Turquia. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a história do Império Hitita.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- BRYCE, Trevor. The Kingdom of the Hittites. 2. ed. Oxford: Oxford University Press, 2005.- BRYCE, Trevor. Life and Society in the Hittite World. Oxford: Oxford University Press, 2002.- COLLINS, Billie Jean. The Hittites and Their World. Atlanta: Society of Biblical Literature, 2007.- CLINE, Eric H. 1177 a.C.: O ano em que a civilização entrou em colapso. São Paulo: Editora Planeta, 2017.
Voltado à inovação no campo, o Show Rural Coopavel reunirá 600 expositores nacionais e internacionais entre os dias 09 e 13 de fevereiro. Participação brasileira na Gulfood 2026 encerrou com US$ 131,4 milhões em negócios fechados e projeção de seguir ampliando ao longo do ano. Castanha-do-Brasil passa a ser exportada para a Turquia. Com a abertura deste mercado, agronegócio brasileiro alcança 535 novos países compradores desde 2023. Frete de grãos deve subir 20% em fevereiro, mas abaixo do pico de 2025. Tempo: chuvas persistentes impactam a colheita de soja e milho no Brasil.
No Leste/Oeste desta semana, Nuno Rogeiro faz uma análise abrangente sobre a catástrofe que atingiu Portugal, destacando o papel das Forças Armadas, as falhas graves do sistema de comunicações SIRESP e a resposta do governo perante a destruição generalizada, com especial enfoque na região de Leiria. No campo internacional, destaque para a situação na Ucrânia e a guerra de drones na região, as operações militares no Mar Negro e no Báltico, passando também pelo Médio Oriente. O Leste/Oeste foi exibido na SIC Notícias a 1 de fevereiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fala Carlão conversa com Hamit Kuralkan, da ANT Systems, no estande da Turquia na CES 2026. O empresário apresentou tecnologias inovadoras para o uso inteligente da água no agronegócio global, com destaque para a eficiência e sustentabilidade no campo. Hamit explicou como os produtos da ANT Systems captam e retêm a água no solo de forma estratégica. Essa solução mantém a umidade por mais tempo e garante o suporte necessário para a planta, o que evita perdas hídricas e otimiza a produção em larga escala. Fala aí, Hamit!Apoio:Turista ProfissionalRevista AgroRevendaPublique AgroAgênciaRealização:Grupo PubliqueAgradecimentos:John Deere
Anta Sports, marca esportiva gigante da china comprou participação da Puma, Brigid Kosgei e outros atletas queniano vão defender a Turquia nos Jogos de Los Angeles 2028 e eu embarco hoje para correr a Meia de Cascais, em Portugal, prova que usarei meio que de preparção para a Maratona de Sevilha que vou em parceria com a Asics.Nossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
A RFI ouviu especialistas que divergem quanto à participação do Brasil no Conselho de Paz de Gaza, criado pelo presidente dos Estados Unidos. Ambos apontam cenário bastante tenso nas relações internacionais, mas nenhum acredita em novo tarifaço contra o Brasil diante da recusa ao convite. Raquel Miura, correspondente da RFI em Brasília O governo brasileiro, em especial assessores de Lula e do Itamaraty, têm avaliado em detalhes o tenso cenário internacional a fim de evitar que o convite de Donald Trump para que o Brasil integre o Conselho de Paz se transforme numa casca de banana diplomática. O fórum anunciado por Trump não tem objetivos voltados apenas para a Faixa de Gaza, mas segundo ele próprio, pode vir a substituir as Nações Unidas na pretensão de dirimir conflitos mundo afora. Diante das inúmeras dúvidas acerca do conselho, inclusive de que seja menos democrático do que o próprio Conselho de Segurança da ONU, com poderes concentrados nos Estados Unidos, o Brasil tende a recusar o convite, mas a complexidade das relações internacionais no momento torna a elaboração da resposta um desafio. Lula conversou com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, sobre a situação na Faixa de Gaza e pretende falar com outros líderes, como o presidente francês, Emmanuel Macron. Dois analistas ouvidos pela RFI têm opiniões bem diferentes sobre o tema. O pesquisador William Gonçalves, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-INEU), avalia que dizer sim ao convite significaria dizer sim à política externa de Trump. “A participação do Brasil nesse Conselho de Paz proposto por Trump é inteiramente inconveniente, porque ele está subtraindo uma tarefa que devia competir à Organização das Nações Unidas. Trump tem trabalhado contra o multilateralismo, já retirou os Estados Unidos de mais de 60 entidades internacionais, comprometendo o trabalho delas”, diz Gonçalves. Para o especialista, “Trump faz o convite com má intenção, porque o alvo principal dele é o BRICS. O Brasil não pode participar de forma alguma desse Conselho. Seria uma forma de apoiar a política externa de Trump, com todas as ameaças e afrontas ao direito internacional que estamos vendo.” Por outro lado, o analista José Luiz Niemeyer, professor de Relações Internacionais do Ibmec/RJ, defende o ingresso do Brasil no Conselho de paz: “A recusa do Brasil pode ser considerada, neste momento, um erro estratégico. A diplomacia brasileira tem que ficar equidistante dos três centros imperiais de poder hoje, Estados Unidos, China e Rússia. E participar deste Conselho de Paz seria uma maneira de deixar claro para os Estados Unidos que por mais que o Brasil critique esta ordem internacional, o país quer participar de uma maneira propositiva”, defende Niemeyer. Para o especialista do Ibmec, “até para o Brasil manter suas opiniões sobre Gaza de maneira autônoma, não participar é meio que não combater esse mundo de três impérios”. Ameaça tarifária Os dois analistas convergem num ponto. Não acreditam em retaliações comerciais ao Brasil, como um novo tarifaço, diante da recusa de Lula ao convite de Trump. “Não acho que haverá uma revanche dos Estados Unidos com relação a tarifas. Eles estão atuando de maneira muito agressiva no sistema internacional, tendo outras preocupações, com Brasil em segundo ou terceiro foco. Mas, ao mesmo tempo, os Estados Unidos veem o Brasil como um país importante da América do Sul, ainda mais dentro de sua nova doutrina de segurança nacional”, afirmou Niemeyer. “O Brasil teve um problema grave com os Estados Unidos com relação ao tarifaço, que foi muito bem resolvido pelo governo Lula e pela chancelaria brasileira, e que abriu as portas, no bom sentido, para que Washington e Brasília possam, por exemplo, explorar, não só os minerais de terras raras, mas aumentar a linha de investimento direto e comercial entre os dois países. Por isso que seria relevante o Brasil aceitar o convite”, afirmou o professor do Ibmec/RJ. Para William Gonçalves, interesses internos dos Estados Unidos com relação aos produtos brasileiros reduzem o risco de uma nova taxação extra. Mas ele destaca que isso não significa facilidades nas negociações com Trump. “O Brasil deve agir com muita cautela, sem decisões precipitadas, porque Donald Trump já manifestou a sua ideia a respeito da América Latina. Nós estamos, portanto, em área geográfica bastante sensível à política dos Estados Unidos. Qualquer gesto precipitado que possa ser interpretado como uma provocação pode receber em troca uma resposta imprevisível desse senhor, que é um sujeito abusado, que não se detém diante de nada e dispõe de um aparato militar nuclear formidável”, alerta Gonçalves. “Seria bom estar coligado com vários outros Estados e não agir isoladamente para confrontar uma decisão de Trump”, conclui o pesquisador do INCT-INEU.
Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/ep-brunetcastNeste BrunetCast especial, Tiago Brunet recebe Lamartine Posella e Tassos Lycurgo para um debate profundo sobre salvação, neurociência da fé e as profecias sobre Israel e o Fim dos Tempos. É possível perder a salvação? Descubra agora.Apostasia, Tribunal de Cristo e a Geopolítica do Apocalipse. Neste episódio carregado de teologia e ciência, mergulhamos nos temas mais complexos da vida cristã.Entenda a diferença crucial entre perder a salvação e perder o galardão. Discutimos como a neuroplasticidade comprova o poder da oração na renovação da mente (Romanos 12) e analisamos o cenário global atual: o papel de Israel, o avanço do Islã na Europa e os sinais da volta de Jesus em Ezequiel 36-39.Tópicos abordados:
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Governo moçambicano anuncia falta de verbas para o 13.º salário. Funcionários públicos reagem com indignação. Cidadão turco detido em Moçambique após pedido de extradição da Turquia vai aguardar julgamento em liberdade, mas caso continua nos tribunais. No norte da Tanzânia, novas reservas de caça para turismo estão a deslocar comunidades Maasai.
Há anos, a Turquia virou referência de transplante capilar acessível e rápido. Pacotes com hotel, transporte, exames e cirurgia atraíram milhares de viajantes de todas as partes do mundo. No entanto, o cenário agora é diferente, segundo especialistas. O Brasil ganha cada vez mais destaque no mercado. A popularização do procedimento, com técnicas e custos mais acessíveis, fez dele tendência entre os brasileiros, o que também inspira preocupação. Mesmo sendo uma intervenção segura, demanda todos os cuidados habituais de uma cirurgia. O podcast UOL Prime, apresentado por José Roberto de Toledo, traz os detalhes do boom dos transplantes capilares no Brasil e dos perigos da popularização do procedimento. #uolprime #PodcastUOLPrime
Tema del dia Alguns de vosaltres ens heu enviat fotos dels vostres tions. Moltes gràcies!!! I moltes gràcies a tots els oients que ens heu fet confiança durant aquest any i els anteriors. En aquest episodi repassem les paraules més representatives de l'any 2025. Som-hi! Apunta't als cursos de català d'Easy Catalan! (https://classes.easycatalan.org/) Vídeo d'Easy Catalan sobre Nadal (https://youtu.be/xJrrPobVn3U?si=8V4fiWyXCbApww_6) Bonus Comentem les dades més sorprenents del nostre Wrapped Spotify 2025. Transcripció Andreu: [0:15] Bon dia, Joan! Joan: [0:16] Bon dia, Andreu! Andreu: [0:18] Bon Nadal! Joan: [0:19] Bon Nadal, bon Nadal. Andreu: [0:20] Avui coincideix que publiquem l'episodi justament el dia de Nadal. Segurament no ens escoltarà ningú, avui. Joan: [0:29] Espero, espero. Andreu: [0:32] Clar, la gent… bé, no tothom, perquè assumim que tothom celebra Nadal, però en realitat, mira, l'altre dia a Discord hi havia una persona de Turquia, doncs allà, suposo que hi ha cristians que celebren Nadal i d'altres que… tota l'altra part, no?, musulmana o d'altres ètnies, d'altres religions, que no el celebren. Joan: [0:51] Saps que em fa molta gràcia? És que ara m'has fet pensar que la meva neboda, la Magalí, em va preguntar abans d'ahir: "I per què hi ha gent que posa 'bones festes' en lloc de 'bon Nadal'?" I jo: "Tu saps què és la religió?" I diu: "No". I dic: "..." Andreu: [1:10] Doncs ja t'ho ensenyaran a l'escola, no? Joan: [1:12] No, no, em diu: "És una assignatura". Em va dir això. Però ella no ho fa, saps? Em va dir: "És com el contrari de tutoria", dic: "…" Andreu: [1:21] "El contrari". Joan: [1:23] Bé, no ho sé, perquè hi ha com llocs que fan ètica, tutoria o religió. Andreu: [1:28] "Tutoria", què és "tutoria", a l'escola? Joan: [1:31] Tutoria és com una mena de diàleg, no?, entre els professors i els alumnes. No ho sé, no m'ha acabat de convèncer mai, no ho sé. Andreu: [1:39] És com una hora setmanal, no?, o no sé si era setmanal o que es fa cada dues setmanes, en què es parlen coses de… doncs com està tothom, com va... és com tenir un espai, una estona, per parlar amb el professor, per saber si tot està bé, si algú necessita ajuda amb alguna cosa... Bé, jo ho recordo així. Joan: [2:00] Sí, sí, sí, potser sí. O sigui, que era una conversa, segur. Andreu: [2:03] Bé, a veure, avui és Nadal, per tant, avui és el dia que es fa cagar el tió. Ja vam parlar del tió en l'episodi anterior i vam demanar que compartissin, els membres de la comunitat, tions, o sigui, les fotos dels seus tions al xat, no?, al Discord. Joan: [2:19] Sí. Andreu: [2:19] Ens han arribat algunes fotos, que són... bé, que les volia comentar, perquè n'hi ha una, sobretot, la de l'Armando. No sé si l'has vist. Joan: [2:27] Sí, és curiosa, sí. Andreu: [2:29] Clar, l'Armando és professor de primària a França i va fer un tió, o el van fer els alumnes, vaja, amb paper. O sigui, està fet amb paper maixé i cartolina, suposo. I l'altre dia, a la xerrada del dilluns, em va ensenyar un vídeo dels nens fent-lo cagar i de com va quedar al final. Clar, és com el tió versió pinyata. Joan: [2:52] Clar, versió pinyata. Sí, sí, sí. L'altre dia, un conegut que tinc que és belga, dic: "Saps quina és la... Coneixes la tradició del tió?" I quan l'hi vaig explicar, em diu: "És com una pinyata, no?" I dic: "Mmm..." Andreu: [3:05] Doncs el de l'Armando, sí, és el tió versió pinyata. Després hi ha el tió del Michal. El Michal és... No estic segur si pronuncio bé el seu nom. És un nou membre de la comunitat, és de la República Txeca, que estudia Filologia Catalana a la Universitat de Brno. Joan: [3:21] Una salutació a tots els que estudien Filologia Catalana a Brno, perquè tenim un munt de fans, eh?, allà. És increïble. Fes-te membre de la subscripció de pòdcast per accedir a les transcripcions completes, a la reproducció interactiva amb Transcript Player i a l'ajuda de vocabulari. (http://easycatalan.org/membership)
Mais uma semana daquelas....vamo que vamo!Bloco 1- Israel mata membro do Hamas em Gaza e EUA acusam quebra de cessar-fogo.- Turquia e Catar são afastados de negociações sobre o futuro de Gaza.- Atentado terrorista deixa 15 judeus mortos na Austrália. Reações em Israel.Bloco 2- Suprema corte cancela demissão de Conselheira Jurídica e ministros defendem não cumprir ordem judicial.- Repressão policial e violência política aumentam contra árabes e opositores.- Orçamento destinado a programas sociais no setor árabe são repassados para o Shin Bet.Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #332 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
Els perills del turisme est
El 70% dels cirurgians pl
Rodeado de casos de corrupção, Pedro Sánchez parece aguentar-se por um fio e o seu governo não se coíbe de criticar os tribunais. ¿Qué pasa, España? O politólogo Diogo Noivo é o convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Rodeado de casos de corrupção, Pedro Sánchez parece aguentar-se por um fio e o seu governo não se coíbe de criticar os tribunais. ¿Qué pasa, España? O politólogo Diogo Noivo é o convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (02/12/2025): Integrantes da equipe econômica avaliam que o rombo nas contas dos Correios deve tornar necessária mudança na meta fiscal das empresas estatais em 2026. Essa meta, estabelecida no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), prevê déficit de até R$ 6,752 bilhões para o conjunto das empresas em 2026, ou 0,05% do PIB. Se o prejuízo for maior do que o estimado, o governo terá de congelar despesas gerais, o que não vai querer fazer em um ano eleitoral. Em novembro, a estimativa para o déficit primário das empresas estatais, em 2025, subiu de R$ 6,20 bilhões para R$ 9,208 bilhões, em grande parte por causa dos Correios. Isso obrigou o governo a fazer um contingenciamento extra de R$ 3 bilhões. E mais: Política: Lula entra na articulação por Messias e não trabalha com hipótese de ‘plano B’ Economia: Galípolo diz que ‘sinais mistos’ exigem um BC ‘humilde e conservador’ Metrópole: Contran põe fim à exigência de aulas em autoescola para conseguir CNH Internacional: Trump deu ultimato para Maduro deixar poder na Venezuela, diz jornal Cultura: MTV põe fim à maior parte de seus canaisSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (29): O suspeito pelo ataque a dois membros da Guarda Nacional em uma área próxima à Casa Branca, Rahmanullah Lakanwal, será acusado de homicídio. Além disso, Trump também está envolvido em uma tensão com a Venezuela e nas negociações entre Rússia e Ucrânia. Para falar sobre esses eventos recentes, a Jovem Pan News recebe o professor e coordenador de Relações Internacionais, Frederico Seixas. Com a chegada das chuvas nos próximos meses, aos poucos a conta de luz deve ficar mais barata. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica, a bandeira vermelha patamar 1, será trocada pela amarela já no próximo mês. Dessa maneira, os consumidores vão passar a pagar R$1,88 para cada 100 kWh. Reportagem: Misael Mainetti. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), e o ex-presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD), voltaram a conversar após rumores de ruptura e aproveitaram para articular a aprovação de Jorge Messias na sabatina, indicado por Lula para ocupar o cargo de ministro do STF. A Corregedoria da Polícia Militar prendeu, na última sexta-feira (28), cinco policiais do Batalhão de Choque. Eles são acusados de crimes cometidos durante a megaoperação realizada há cerca de um mês nos Complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro. As investigações apontam que os agentes teriam desviado dois fuzis apreendidos durante a ação policial com o objetivo de revendê-los, configurando crime militar e corrupção. Reportagem: Rodrigo Viga. O Papa Leão XIV condenou veementemente o uso da religião para justificar guerras e violência durante sua primeira viagem internacional como pontífice, realizada na Turquia, onde celebrou os 1.700 anos do Concílio de Niceia. Diante de líderes cristãos do Oriente Médio e representantes de outras tradições religiosas, o Papa classificou como “escândalo” que a fé cristã ainda seja utilizada como instrumento para legitimar perseguições e conflitos. A Comissão do Congresso Nacional pode votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) na próxima terça-feira (2). A movimentação ocorre em um cenário de acirramento e desavenças entre o Legislativo e o Palácio do Planalto. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), agendou a sessão na tentativa de destravar a pauta e garantir a votação da diretriz orçamentária, essencial para o planejamento das contas públicas. Reportagem: Victoria Abel. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), confirmou que o relator da PEC da Segurança, Mendonça Filho (União Brasil), vai apresentar os principais pontos na reunião do Colegiado de Líderes na semana que vem. Reportagem: André Anelli. A inquietude no Congresso Nacional diante da indicação de Jorge Messias como ministro do STF parece estar longe de acabar. O senador Izalci Lucas (PL-DF) conversa com a Jovem Pan News sobre a sabatina de Messias e o embate entre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), e o presidente Lula. A próxima semana pode ser movimentada dentro do Congresso Nacional, uma vez que o PL Antifacção pode ser votado no Senado, em meio à tensão com o governo. É importante lembrar que a gestão Lula (PT) encaminhou 58 sugestões de alteração para o texto, que será analisado no Senado Federal. Reportagem: Victoria Abel. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que todas as ordens executivas, memorandos e documentos oficiais assinados pelo seu antecessor, Joe Biden, com o uso de "caneta automática" (autopen), não têm mais validade. Segundo Trump, cerca de 92% dos documentos firmados durante a gestão Biden passaram por esse procedimento mecânico de assinatura Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (23): O doutor em Direito Jesualdo Almeida avaliou as expectativas para os desdobramentos jurídicos da prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), decretada pelo ministro Alexandre de Moraes (STF). Segundo ele, “nada mudará com a audiência de custódia”, indicando que o ex-presidente deve permanecer detido na sede da Polícia Federal em Brasília. A manutenção da prisão, afirma o jurista, é sustentada pela confissão de Bolsonaro de que tentou adulterar a tornozeleira eletrônica, o que configura desobediência judicial e risco de fuga. Diversos políticos paulistas da direita manifestaram solidariedade ao ex-presidente após a decisão do STF. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou que Bolsonaro esteve “sempre cumprindo com suas obrigações”. O ex-presidente Jair Bolsonaro passará neste domingo (23) por uma audiência de custódia na sede da PF em Brasília. O procedimento é obrigatório e avalia a legalidade da prisão preventiva decretada no sábado (22). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou a prisão preventiva durante a cúpula do G20 na África do Sul. Lula disse que não comentaria “uma decisão da Suprema Corte”, ressaltando que Bolsonaro “teve todo direito à presunção de inocência”. No entanto, acrescentou que “todo mundo sabe o que ele fez”. A 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), realizada em Belém, terminou sem consenso sobre um plano para o fim dos combustíveis fósseis. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, reagiu de forma emocionada ao impasse, afirmando que “as florestas irão perecer”. O presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam), Carlos Bocuhy, avaliou o resultado da conferência e afirmou que o impasse é reflexo de um “conflito de interesses profundo”, indicando que “nunca vai ter consenso” no cenário atual. A Turquia foi confirmada como sede da COP31, prevista para 2026, em decisão anunciada na reta final da conferência realizada em Belém. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, rebateu críticas do vice-prefeito Ricardo Mello (PSD), que havia sugerido que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) estaria tirando o mérito da gestão municipal sobre a Cracolândia. Nunes afirmou que a denúncia que motivou as ações ocorreu durante a “gestão dos dois”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com o chanceler alemão, Friedrich Merz, à margem do G20. Merz classificou o encontro como “agradável”, mas evitou comentar a crise no Brasil. Apesar do acordo de cessar-fogo, ataques aéreos de Israel na Faixa de Gaza deixaram ao menos 20 mortos e dezenas de feridos neste domingo (23). O Exército israelense afirmou que reagiu a uma “violação flagrante” do acordo por parte do Hamas. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Austrália desistiu de sediar a COP31 em 2026, reconhecendo a Turquia como anfitriã da conferência climática da ONU. Lara Gonçalves realizou o sonho de viver em Tóquio, e conta como enfrenta os desafios da vida no Japão. No Alentejo, abre o primeiro e maior santuário de elefantes da Europa. Em Lisboa, o arquiteto Álvaro Siza e o fotógrafo Duccio Malagamba lançam 'Before e After', livro que une fotos e desenhos de 20 obras icónicas do grande arquiteto.
O governo federal australiano abandonou a candidatura para sediar a conferência climática das Nações Unidas em 2026, COP31, reconhecendo a Turquia como país-sede. Chris Bowen, Ministro da Mudança Climática, conseguiu fechar um acordo em que a Austrália, ele na verdade, será o Presidente das Negociações entre os 200 países.
Quem vai garantir a paz em Gaza? Neste vídeo, explico o que mudou após o acordo e por que a questão segue em aberto: dos EUA instalando um centro de coordenação civil-militar em Kiryat Gat — perto o bastante para operar, longe o bastante para não parecer ocupação — às conversas sobre uma Força Internacional de Estabilização (ISF) que teria de conciliar três missões que raramente combinam: pacificação, reconstrução e contenção do Hamas. Mostro os dilemas centrais: ninguém quer combater o Hamas; Israel rejeita “presenças sem poder”; EUA, França e Reino Unido falam em força multinacional armada; Egito e Jordânia preferem treinar e policiar; Catar e Turquia pesam seu papel de mediadores e aliados; europeus dividem posições; Indonésia acena com tropas, mas tudo fica condicionado ao desarmamento — improvável — do Hamas. Analiso ainda propostas de “duas zonas” em Gaza, as exigências de segurança de Israel, o cálculo político dos países árabes e o risco de reativar o conflito com ataques aéreos se o grupo não entregar as armas. No fim, deixo o veredito: sem um mecanismo crível de desarmamento, uma autoridade palestina legítima e uma coalizão disposta a assumir riscos reais, a ISF permanece no papel e o próximo ciclo de violência continua à espreita. Comente: que arranjo você considera viável — e quem toparia pagar o custo político e militar?
Direto da COP30, em Belém, a jornalista Joyce Carvalho descreve um evento lotado de debates e com os pavilhões da Austrália e Turquia, colocados lado a lado, lotados de visitantes.
Analistas prevêem manutenção da taxa de juros em 3.6% na reunião do RBA na terça-feira. Albanese em contato com o presidente da Turquia para resolver o impasse sobre qual país sediará a COP31 no ano que vem. Portugal terá eleições presidenciais em 18 de janeiro. Anistia Internacional acusa o governador do Rio, Claudio Castro, de preferir fazer uma chacina em vez de combater o tráfico de droga.
O ala-pivô Mãozinha volta ao Café Belgrado pra falar dos novos desafios na Turquia, seu status na seleção brasileira, dos seus desafios no presente dos seus planos pro futuro.
Após dois anos de guerra, o inesperado aconteceu: o Hamas confirmou oficialmente o fim do conflito contra Israel e aceitou um acordo de paz mediado pelos Estados Unidos, com base no plano de 20 pontos proposto por Donald Trump. Pela primeira vez desde o massacre de 7 de outubro de 2023, todos os reféns israelenses foram libertados. Jovens e idosos voltaram para casa após centenas de dias em cativeiro. O acordo — costurado nos bastidores por EUA, Catar, Egito e Turquia — prevê cessar-fogo, recuo militar de Israel e a criação de uma nova autoridade palestina para administrar Gaza sem o controle direto do Hamas. Enquanto o mundo celebra, líderes internacionais destacam o impacto do pacto histórico: Guterres, Macron, Milei e Lula reagiram ao anúncio. Mas analistas alertam: será o início de uma paz duradoura ou apenas uma pausa estratégica?
Disputa fiscal entre GALP e Moçambique testa soberania económica do país. Governador de Nampula anuncia reforço de segurança na sequência de novos ataques terroristas. Vice-presidente norte-americano garante, em Israel, que Washington não enviará tropas para a Faixa de Gaza.
No 3 em 1 desta sexta-feira (17), o destaque foi a agenda do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, que deve se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta sexta-feira (17), logo após retornar de seu encontro em Washington com o secretário de Estado americano, Marco Rubio. A reunião deve tratar de temas como o tarifaço do governo de Donald Trump. Reportagem de Igor Damasceno. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou a reabertura do inquérito que investiga a suposta interferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Polícia Federal. A decisão atende a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Reportagem de Janaína Camelo. As estatais brasileiras registraram um déficit recorde de R$ 8,3 bilhões, o maior da série histórica. O resultado negativo, impulsionado principalmente pelo rombo nos Correios, reacendeu o debate sobre a eficiência da gestão pública no país. Reportagem de Matheus Dias. O grupo terrorista Hamas se comprometeu a devolver os corpos de reféns israelenses mortos em Gaza. Em comunicado, o grupo pediu que Egito, Turquia e Catar pressionem Israel. O gesto marca uma nova etapa nas complexas negociações pós-guerra. Reportagem de Luca Bassani. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A assembleia geral da ONU e o reconhecimento da Palestina. A reaproximação dos EUA à Turquia. Drones em Tróia. Entrevista com Álvaro Santos Pereira sobre as projeções da OCDE. Edição de Mário Rui Cardoso.