Podcasts about turquia

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UOL Investiga
UOL Prime #103: O que está por trás da febre dos transplantes capilares no Brasil

UOL Investiga

Play Episode Listen Later Jan 1, 2026 22:54


Há anos, a Turquia virou referência de transplante capilar acessível e rápido. Pacotes com hotel, transporte, exames e cirurgia atraíram milhares de viajantes de todas as partes do mundo. No entanto, o cenário agora é diferente, segundo especialistas. O Brasil ganha cada vez mais destaque no mercado. A popularização do procedimento, com técnicas e custos mais acessíveis, fez dele tendência entre os brasileiros, o que também inspira preocupação. Mesmo sendo uma intervenção segura, demanda todos os cuidados habituais de uma cirurgia. O podcast UOL Prime, apresentado por José Roberto de Toledo, traz os detalhes do boom dos transplantes capilares no Brasil e dos perigos da popularização do procedimento. #uolprime #PodcastUOLPrime

Radar Agro
Brasil fortalece relação comercial com a Turquia | Canal do Boi #371

Radar Agro

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 14:59


A cobertura do Fala Carlão para o Canal do Boi esteve no Encontro Nacional do Agro e dos Adidos Agrícolas, em Brasília, para conversar com Diego Rodrigues, adido agrícola em Ancara, Turquia, e Luiz Rua, secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura. O encontro evidenciou a importância da diplomacia técnica para o fortalecimento das relações comerciais do agro brasileiro.Diego Rodrigues falou sobre sua trajetória profissional, marcada por ampla experiência na área de saúde animal, e destacou o trabalho desenvolvido na Turquia. Ele comentou as relações comerciais entre Brasil e Turquia e o papel estratégico do adido agrícola na construção de confiança, diálogo e acesso a mercados. De 9 a 20 de novembro de 2026, país irá sediar a COP31 em Antália, e o Fala Carlão estará presente. É um acordo inédito entre Turquia e Austrália, que cuidará das negociações climáticas.Luiz Rua falou brevemente sobre a experiência de trabalhar ao lado dos adidos agrícolas, ressaltando a relevância dessa atuação conjunta para apoiar negociações, ampliar oportunidades e fortalecer a presença do Brasil no comércio internacional do agronegócio.

Convidado
“Entre guerras, clima e novas potências: O mundo em 2025”

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 18:59


O ano de 2025 ficou marcado por um agravamento das tensões globais e por tentativas ainda inconclusivas de estabilização da ordem internacional. Neste balanço internacional, ouvimos o especialista em política internacional, Germano Almeida, para analisar os principais acontecimentos que moldaram a agenda mundial. As guerras na Ucrânia e em Gaza continuaram a dominar o debate internacional, acompanhadas por acusações de genocídio contra dirigentes israelitas e de crimes contra a humanidade imputados ao Hamas. Um ano atravessado por sucessivas tentativas de cessar-fogo que expuseram as fragilidades da arquitectura de segurança europeia e a dificuldade da comunidade internacional em impor soluções duradouras. 2025 ficou também assinalado pela eleição de um novo Papa. Leão XIV, o primeiro pontífice norte-americano, tem sido descrito pela imprensa como uma figura discreta, mas com sinais de continuidade em relação a temas centrais do pontificado anterior. No plano geopolítico, a escalada de tensão no Indo-Pacífico - envolvendo a China, Taiwan e o Japão - reforçou os receios de um alargamento dos focos de instabilidade global. A cimeira do clima no Brasil voltou a colocar no centro do debate a urgência da resposta às alterações climáticas, num contexto internacional cada vez mais polarizado. O ano começou ainda com o regresso de Donald Trump à Casa Branca. Uma presidência descrita como mais organizada e simultaneamente mais disruptiva, marcada por uma postura de crescente hostilidade em relação à Europa e por uma redefinição das alianças tradicionais dos Estados Unidos. O ano de 2025 fica marcado pelo regresso de Donald Trump à Casa Branca. Que impacto teve a reeleição de Trump nos Estados Unidos e no resto do mundo? Um impacto enorme, ainda maior do que se imaginava, tendo em conta o que representa o Presidente dos Estados Unidos. Os Estados Unidos continuam a contar muito, talvez menos do que nos últimos anos, mas passaram a contar de outra maneira. Ou seja, esta segunda presidência de Trump é diferente da primeira. Tem alguns traços idênticos aos do seu estilo pessoal, mas distingue-se da anterior porque chega com uma agenda mais organizada e mais disruptiva. Donald Trump surgiu com ideias de interferir na soberania do Canadá e do México, através de tarifas que pareciam enormes, mas que depois afinal já não eram -e que, mais tarde, voltaram a sê-lo. Tudo isto transformou-se numa negociação permanente entre o caótico e o imprevisível, com impacto na tentativa de alterar a economia mundial e o papel dos Estados Unidos nessa economia. E, sobretudo, pelo que Trump foi demonstrando em termos de hostilidade em relação à Europa, de uma relativa e perigosa proximidade com a Rússia, e de oposição ao actual quadro internacional baseado numa ordem assente em regras e no multilateralismo. Fica a expectativa de que as grandes potências passem a resolver os assuntos com base em interesses de negócio, e não na segurança e na estabilidade internacionais. Quais é que são as consequências desta política para a economia e também no plano diplomático? São gigantescas, porque o quadro, embora em crise, da sociedade internacional que conhecemos nas últimas décadas mudou completamente. Era baseado no poder norte-americano, que, embora com muitos defeitos, dava garantias relativamente a alguns valores: a relação transatlântica, a estabilidade multilateral, a importância da NATO e da União Europeia. Tudo isto está em causa, porque Trump encara como negativo o poder dessas instituições. E depois porque, internamente, também ataca os direitos humanos de cidadãos americanos, com uma governação errática e absolutamente incompetente. O primeiro ano de Trump tem péssimos resultados do ponto de vista dos seus objectivos: prometeu baixar a inflacção e a inflacção está a aumentar; tem um nível de aprovação muito baixo, mesmo dentro daquilo que eram os seus apoios há um ano. Portanto, está a ser uma presidência caótica. A primeira também o foi, mas com a diferença de ter um foco e um interesse na agenda internacional que não correspondia ao habitual posicionamento americano. E quando uma ordem perde o seu principal pilar e ainda não tem uma alternativa consolidada, entra-se numa era e num período de um certo caos. É o momento em que estamos. Nesta agenda internacional, têm sido apresentados vários planos para tentar solucionar os conflitos no mundo. Em 2025, a população da Faixa de Gaza viveu, até ao cessar-fogo em vigor no enclave desde Outubro, um cenário de fome extrema, com as autoridades israelitas a serem acusadas de genocídio e o Hamas de crimes contra a humanidade. Perante este contexto, a solução de dois Estados ainda é possível? No papel, sim. Mas quando um dos lados - o lado israelita - tem um Governo que diz que isso não vai acontecer, essa solução torna-se muito difícil. E quando o outro lado tem como objectivo principal apagar do mapa o outro, como é o caso do Hamas em relação a Israel, também se torna difícil. O Hamas aceitou aparentemente um acordo por estar numa posição de grande fragilidade. Mas a verdade é que o próprio acordo para Gaza parou momentaneamente a guerra, mas de forma muito frágil, com ataques constantes, longe de uma verdadeira paz ou de um verdadeiro cessar-fogo. Há também um outro ponto que contribui para um momento de grande instabilidade naquela região. O impasse nas negociações na guerra na Ucrânia e os desentendimentos entre os Estados Unidos e a Europa na concepção de um plano de paz marcaram 2025. Que opções restam à Ucrânia? A Ucrânia está numa situação absolutamente dramática, porque aquilo que ajudou a aguentar quatro anos de invasão russa está a ser posto em causa. Os Estados Unidos são o principal financiador e contribuinte da NATO, que foi fundamental para a resistência ucraniana. E os Estados Unidos passaram de principal aliado a uma das ameaças à Ucrânia, porque, no plano negocial, quem manda na política americana escolheu um lado: a Rússia. Donald Trump diz que quer a paz, mas quer uma paz a qualquer custo, que até agora beneficiaria quase exclusivamente a Rússia. À Ucrânia resta continuar a resistir, passando a depender apenas da ajuda europeia e canadiana, sem a ajuda americana, que é fundamental. Oficialmente mantém-se alguma ajuda, mas de forma muito "interesseira", vendendo armas em vez de as fornecer. Resta saber até quando os Estados Unidos manterão a partilha de inteligência, que é crucial. A Ucrânia vai ter de resistir. Com a Europa poderá conseguir, mas isso custa dinheiro e tempo. Não sei se a Europa terá capacidade suficiente no momento actual, sendo obrigada a tomar decisões difíceis mais rapidamente do que imaginava. Isso gera outra consequência da posição americana: sectores europeus que ideologicamente concordam com Washington e outros que ainda não perceberam totalmente a dimensão do problema. Este conflito às portas da Europa levou o velho continente a apostar no sector da defesa. As ameaças da Rússia colocam em risco a paz europeia? A situação é diferente. A Europa não está a sofrer uma guerra como a Ucrânia, com ataques diários às cidades, mas está a sofrer um outro tipo de ameaça que não enfrentava nas últimas décadas: uma ameaça híbrida. Está a passa por situações como as que referiu e poderá evoluir para outros patamares de agressão. Se não conseguir travar a Rússia, a Europa passa a enfrentar um desafio e uma ameaça inédita. Terá de mostrar força e dissuasão suficiente para travar Moscovo, e terá de o fazer sem os Estados Unidos, pelo menos enquanto esta administração durar. São dois elementos novos para a Europa. Mas a liderança europeia será capaz de responder a esse desafio? Está a fazê-lo mais rapidamente do que muitos imaginam. O cliché de que a Europa não fez nada é falso. A Europa foi o principal pilar de reacção à agressão russa, embora não estivesse preparada, porque durante décadas viveu sob o guarda-chuva americano, que acabou. Estamos numa fase de transição. Há líderes europeus a fazer o possível, mas é preciso muito mais. Como somos democracias, não sabemos quem continuará no poder: quem sucede a Emmanuel Macron, quanto tempo terão os actuais líderes para modernizar as Forças Armadas. É uma fase de grande indefinição e risco. A Rússia é o principal inimigo da Europa? Vladimir Putin é a principal ameaça. Há um inimigo declarado e isso ainda nos causa perplexidade. Basta ler a estratégia de segurança americana: quem manda em Washington não gosta da Europa e quer destruir o projecto europeu. Não é uma guerra directa, mas é uma guerra ideológica. A Rússia é um potencial inimigo, embora, no papel, a Europa tenha muito mais força. Mas força que não é accionada é apenas potencial. A Rússia é um agressor com capacidade real e comprovada. Quais são os principais riscos da escalada de tensão entre China, Taiwan e Japão? Creio que os Estados Unidos continuarão a apoiar Taiwan e o Japão, mas com reacções mais imprevisíveis. A China vai explorar isso, e já o está a fazer. A Primeira-Ministra japonesa pode mudar a política do país? Já o está a fazer. [Sanae Takaichi] percebeu que a China é uma ameaça real e que a aproximação a Donald Trump não trouxe garantias suficientes. O Japão está a tirar conclusões sobre aquilo que os Estados Unidos podem não fazer. Uma das consequências poderá ser a militarização, até a nuclearização, do Japão. O ano de 2025 ficou marcado pela eleição do Papa Leão XIV. Que balanço faz dos primeiros meses do sumo pontífice? É difícil igualar o carisma do Papa Francisco, mas, de forma discreta, Leão XIV tem mostrado continuidade em vários temas. A viagem à Turquia e ao Líbano concretizou desejos antigos de Francisco. Na questão da Ucrânia, parece-me mais claro na definição das responsabilidades e do que é preciso fazer para travar a Rússia. Tenho, para já, muito boas impressões, sobretudo quanto ao papel do Vaticano como mediador discreto. A COP 30 terminou com um acordo modesto. O mundo continua a ignorar as alterações climáticas? Não é o mundo, são os principais poluidores. Muitos países estão preocupados, mas quando Estados Unidos, Índia e China não lideram, nada avança. Esta nova ordem é ditada por interesses de grandes potências, e isso tem consequências graves no combate ao risco climático. Que mensagem enviou o Brasil com a condenação do antigo Presidente Jair Bolsonaro? O Brasil tem problemas, mas o seu sistema judicial respondeu mais rapidamente do que em países supostamente mais desenvolvidos. É um bom sinal, apesar das contradições da democracia brasileira. No caso de Bolsonaro, é uma boa notícia para a democracia. O grupo das 20 potências económicas reuniu-se na África do Sul, mas sem a presença dos Estados Unidos.  Ainda assim, os países presentes assinaram uma declaração. Isto revela que o continente africano passa a ter outro peso na economia mundial?  A África tem um potencial enorme e é a zona do mundo que, proporcionalmente, mais vai crescer nas próximas décadas. Basta olhar para a relação entre a China e África ou para países como a Nigéria, tendo em conta o crescimento demográfico e as riquezas naturais. No entanto, para ter um peso efectivo, África teria de contar muito mais com instituições fortes. Existe ainda uma certa imaturidade institucional, apesar de algumas excepções positivas, e uma dependência excessiva de grandes potências globais -como a China, a Rússia ou, nalguns casos, a França- que nem sempre tem sido benéfica para o desenvolvimento do continente como um todo. As taxas americanas podem afectar África? Claro que sim. São mais um travão ao desenvolvimento. Em Portugal, 2025 fica marcado pelas eleições legislativas que colocaram um partido de extrema-direita como a segunda força de oposição no país, 51 anos depois do 25 de Abril. A democracia do país está ameaçada? Não, claro que não. A subida rápida do Chega tem a ver com um voto de protesto. Sobretudo, tem a ver com a culpa dos dois principais partidos por terem provocado três eleições legislativas em três anos. Um absurdo completo, uma loucura, uma irresponsabilidade. Mas eu acho que Portugal tem noção das contradições. Tem indicadores económicos muito bons, como não tinha há muitos anos. Tem problemas grandes, como o acesso à habitação e alguns problemas pontuais ao nível da saúde. E depois tem uma subida artificial da percepção de risco relativamente a questões como a criminalidade e a imigração. Bom, eu vivo em Portugal e não vejo nada disso. Vejo um país muito seguro, vejo um país com um potencial bastante grande e com um dado novo, que é ter muito mais imigrantes. Eu não concordo com a ideia de que isso gere mais insegurança. Não vejo isso, sinceramente. Mas há, sim, um novo ecossistema, também mediático, que levou à subida de um partido que explora alguns medos. Há algum grau de irresponsabilidade em explorar essa questão de uma forma primária e, nalguns casos, injusta. Mas sabemos que em política não há justiça nem injustiça: não é abster-se, é a capacidade de explorar. Ainda assim, o Governo aprovou um novo diploma relativamente aos imigrantes que vêm, que de certa forma os penaliza... Este é um desafio para os partidos que dominaram a democracia portuguesa nos últimos 50 anos. Houve algumas capacidades perdidas, mas também grandes conquistas. Este país é muito melhor do que era há 51 anos. Falta saber se teremos partidos e líderes mais moderados que tenham a capacidade de explicar isso às pessoas e de encontrar respostas. Porque, volto a dizer, há um problema grave de habituação dos mais jovens, há outros problemas pontuais, como a questão da saúde, mas que também não está no caos de que muitas vezes se fala. Estamos numa situação global muitíssimo melhor do que a apreciação que as pessoas fazem dela, e agora é preciso tentar resolver esta discrepância. A subida de partidos chamados populistas é uma tendência global, ou pelo menos europeia e americana. Como tudo, terá fases. Os partidos que estão a subir hão-de parar de subir. Falta saber se só vão parar quando chegarem ao governo ou se é possível evitar que cheguem ao poder. Eu acho que em Portugal isso ainda não é uma inevitabilidade assim tão grande. Pode acontecer, mas não é inevitável. E, se acontecer, será uma fase que depois acabará por recuar. Quais são os grandes desafios para 2026? O risco de erosão das democracias e a polarização das sociedades. Paradoxalmente, o momento económico global é melhor do que as pessoas pensam.

Easy Catalan: Learn Catalan with everyday conversations | Converses del dia a dia per aprendre català

Tema del dia Alguns de vosaltres ens heu enviat fotos dels vostres tions. Moltes gràcies!!! I moltes gràcies a tots els oients que ens heu fet confiança durant aquest any i els anteriors. En aquest episodi repassem les paraules més representatives de l'any 2025. Som-hi! Apunta't als cursos de català d'Easy Catalan! (https://classes.easycatalan.org/) Vídeo d'Easy Catalan sobre Nadal (https://youtu.be/xJrrPobVn3U?si=8V4fiWyXCbApww_6) Bonus Comentem les dades més sorprenents del nostre Wrapped Spotify 2025. Transcripció Andreu: [0:15] Bon dia, Joan! Joan: [0:16] Bon dia, Andreu! Andreu: [0:18] Bon Nadal! Joan: [0:19] Bon Nadal, bon Nadal. Andreu: [0:20] Avui coincideix que publiquem l'episodi justament el dia de Nadal. Segurament no ens escoltarà ningú, avui. Joan: [0:29] Espero, espero. Andreu: [0:32] Clar, la gent… bé, no tothom, perquè assumim que tothom celebra Nadal, però en realitat, mira, l'altre dia a Discord hi havia una persona de Turquia, doncs allà, suposo que hi ha cristians que celebren Nadal i d'altres que… tota l'altra part, no?, musulmana o d'altres ètnies, d'altres religions, que no el celebren. Joan: [0:51] Saps que em fa molta gràcia? És que ara m'has fet pensar que la meva neboda, la Magalí, em va preguntar abans d'ahir: "I per què hi ha gent que posa 'bones festes' en lloc de 'bon Nadal'?" I jo: "Tu saps què és la religió?" I diu: "No". I dic: "..." Andreu: [1:10] Doncs ja t'ho ensenyaran a l'escola, no? Joan: [1:12] No, no, em diu: "És una assignatura". Em va dir això. Però ella no ho fa, saps? Em va dir: "És com el contrari de tutoria", dic: "…" Andreu: [1:21] "El contrari". Joan: [1:23] Bé, no ho sé, perquè hi ha com llocs que fan ètica, tutoria o religió. Andreu: [1:28] "Tutoria", què és "tutoria", a l'escola? Joan: [1:31] Tutoria és com una mena de diàleg, no?, entre els professors i els alumnes. No ho sé, no m'ha acabat de convèncer mai, no ho sé. Andreu: [1:39] És com una hora setmanal, no?, o no sé si era setmanal o que es fa cada dues setmanes, en què es parlen coses de… doncs com està tothom, com va... és com tenir un espai, una estona, per parlar amb el professor, per saber si tot està bé, si algú necessita ajuda amb alguna cosa... Bé, jo ho recordo així. Joan: [2:00] Sí, sí, sí, potser sí. O sigui, que era una conversa, segur. Andreu: [2:03] Bé, a veure, avui és Nadal, per tant, avui és el dia que es fa cagar el tió. Ja vam parlar del tió en l'episodi anterior i vam demanar que compartissin, els membres de la comunitat, tions, o sigui, les fotos dels seus tions al xat, no?, al Discord. Joan: [2:19] Sí. Andreu: [2:19] Ens han arribat algunes fotos, que són... bé, que les volia comentar, perquè n'hi ha una, sobretot, la de l'Armando. No sé si l'has vist. Joan: [2:27] Sí, és curiosa, sí. Andreu: [2:29] Clar, l'Armando és professor de primària a França i va fer un tió, o el van fer els alumnes, vaja, amb paper. O sigui, està fet amb paper maixé i cartolina, suposo. I l'altre dia, a la xerrada del dilluns, em va ensenyar un vídeo dels nens fent-lo cagar i de com va quedar al final. Clar, és com el tió versió pinyata. Joan: [2:52] Clar, versió pinyata. Sí, sí, sí. L'altre dia, un conegut que tinc que és belga, dic: "Saps quina és la... Coneixes la tradició del tió?" I quan l'hi vaig explicar, em diu: "És com una pinyata, no?" I dic: "Mmm..." Andreu: [3:05] Doncs el de l'Armando, sí, és el tió versió pinyata. Després hi ha el tió del Michal. El Michal és... No estic segur si pronuncio bé el seu nom. És un nou membre de la comunitat, és de la República Txeca, que estudia Filologia Catalana a la Universitat de Brno. Joan: [3:21] Una salutació a tots els que estudien Filologia Catalana a Brno, perquè tenim un munt de fans, eh?, allà. És increïble. Fes-te membre de la subscripció de pòdcast per accedir a les transcripcions completes, a la reproducció interactiva amb Transcript Player i a l'ajuda de vocabulari. (http://easycatalan.org/membership)

Conexão Israel
#332 - Israel mata membro do Hamas em Gaza, Turquia e Catar fora de negociações, Atentado na Austrália, Repressão policial e violência política aumentam

Conexão Israel

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 90:57


Mais uma semana daquelas....vamo que vamo!Bloco 1- Israel mata membro do Hamas em Gaza e EUA acusam quebra de cessar-fogo.- Turquia e Catar são afastados de negociações sobre o futuro de Gaza.- Atentado terrorista deixa 15 judeus mortos na Austrália. Reações em Israel.Bloco 2- Suprema corte cancela demissão de Conselheira Jurídica e ministros defendem não cumprir ordem judicial.- Repressão policial e violência política aumentam contra árabes e opositores.- Orçamento destinado a programas sociais no setor árabe são repassados para o Shin Bet.Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠apoia.se/doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No exterior - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠patreon.com/doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Nossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@doladoesquerdo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@joaokm⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠instagram - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠youtube - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠youtube.com/@doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Tiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #332 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.

Corvo Seco
#472 - Rumi - A Luz da Unidade

Corvo Seco

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 5:24


Poemas selecionados de Rumi.Rūmī (Jalal al-Din Rumi), também conhecido como Mawlana, (1207 - 1273), foi o maior místico sufi e poeta de língua persa a influenciar o pensamento e a literatura do mundo muçulmano.Rumi passou sua vida em Anatólia (atualmente Turquia), e era um adepto do sufismo, prática que consiste em cultivar uma relação direta e contínua com Deus, por intermédio de cânticos, músicas, orações e jejuns. Os ensinamentos de Rumi estão centrados no amor divino como o caminho para a união com Deus. Ele acreditava que o amor é a força universal que transcende a dualidade e dissolve o ego. Suas obras, como o Masnavi e o Divan-e Shams-e Tabrizi, usam metáforas ricas e histórias para explorar temas de transformação espiritual, unidade e a busca pelo infinito. A dança dos dervixes rodopiantes, associada à tradição sufi, é inspirada em sua filosofia de transcendência.A importância de Rumi transcende os conceitos de nacionalidade e etnia. Sua presença é marcante na literatura persa, turca e na Ásia Central, mas seus poemas são amplamente conhecidos e traduzidos em vários idiomas, como nos Estados Unidos, onde ele é considerado “o poeta mais popular da América”.

Catalunya migdia
Catalunya migdia, de 14 a 15 h - 10/12/2025

Catalunya migdia

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 60:00


Els perills del turisme est

Catalunya al dia
Catalunya al dia, de 13 a 14 h - 10/12/2025

Catalunya al dia

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 60:00


El 70% dels cirurgians pl

Convidado
"A Síria continua devastada e sem estabilidade económica"

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 10:40


Há um ano, a Síria entrou numa nova fase da sua história, após mais de meio século de ditadura do clã Assad e quase catorze anos de guerra civil. A 8 de Dezembro de 2024, os rebeldes do grupo islâmico Hayat Tahrir al-Sham avançaram sobre Damasco e declararam a libertação do povo sírio. O movimento foi liderado por Ahmed al-Charaa, antigo jihadista que, entretanto, assumiu o cargo de Presidente interino do país. Doze meses depois, mais de um milhão de sírios já regressou ao território nacional, numa tentativa de participar na reconstrução de um Estado profundamente fragilizado pelos desafios políticos, económicos e sociais que persistem. Marcos Farias Ferreira, professor universitário e especialista em relações internacionais, afirma que este movimento de retorno não resulta apenas da mudança de cenário interno, sublinhando que as políticas europeias cada vez mais restritivas em relação aos migrantes também contribuíram para acelerar o regresso de muitos sírios. Em que condições regressa a população e que país encontra? Estes sírios que estão a regressar saíram do seu país durante os quase 14 anos de guerra civil e, portanto, também temos que compreender que são pessoas que saíram, mas sempre com a expectativa de regressar. Por outro lado, a situação destes sírios que saíram do país foi sempre precária, sobretudo nos últimos anos, em que os países europeus, sobretudo, recusaram o peso da presença de comunidades migrantes cada vez maiores e, portanto, a pressão na Europa para o regresso dos sírios -na Alemanha, mas também na Turquia e em países mais próximos, como a Jordânia foi sendo muito maior. Agora, o país que estes refugiados encontram é um país devastado material e economicamente por 14 anos de guerra civil e é um país que ainda não encontrou o equilíbrio, a estabilidade e a prosperidade económica que estes recém-chegados procuram.  É esta estabilidade que procura o Presidente interino sírio? Desde que chegou ao poder, Ahmed al-Charaa foi recebido por vários chefes de Estado -França, Estados Unidos, Rússia. Discursou diante das Nações Unidas, um discurso que já não acontecia desde 1967. Que imagem está Ahmed al-Charaa a construir junto da comunidade internacional e o que é que ele procura? [Ahmed al-Charaa] procura apoio político e apoio económico para a consolidação de um novo regime político e a reconstrução económica, em primeiro lugar. Certamente que procura o apoio das potências regionais, dos Estados do Golfo, sobretudo, para essa reconstrução económica e para o apoio político. É claro que, tendo caído o regime de Assad, o novo Presidente procura novas alianças e novos apoios na zona. Se Bashar al-Assad se apoiava sobretudo no Irão e na Rússia, fora da região, agora o novo Presidente al-Charaa procura alianças mais abrangentes e procura, obviamente, afastar-se desse alinhamento mais estrito com o Irão. Procura, além disso, uma coisa muito importante, que é afastar as sanções políticas e económicas que tinham sido aprovadas pelos Estados Unidos. Daí que a sua visita aos Estados Unidos tivesse sido muito focada no levantamento das sanções que o país colocou sobre a Síria e sobre ele próprio, porque ele era considerado um terrorista, antigo jihadista. Tinha, claro, a cabeça a prémio e, portanto, não haverá um futuro viável para o novo regime político sem o levantamento desta série de sanções. Julgo que ele tem sido hábil nesta relação que quer estabelecer com os Estados Unidos, mas também, ao mesmo tempo, não depreciando aquilo que é a relação com a Rússia. A Rússia tem interesses militares na zona, tem bases, e tem havido também contactos para que isso possa continuar e, portanto, não deixar de lado as relações tradicionais que a Síria tem com a Rússia. A coligação que Ahmed al-Charaa preside é composta por um grupo de rebeldes de Idlib. O Presidente interino diz que está disposto a construir um Estado de Direito, a a respeitar as minorias, os direitos das mulheres. Esta coligação vai permitir-lhe cumprir essa agenda, que também é fundamental junto da comunidade internacional? Claro. Um dos dois grandes desafios da Síria é precisamente alargar essa coligação que derrubou Bashar al-Assad. O início deste processo é um início violento, um início de milícias que lutam contra o regime. Aliás, a Síria está retalhada em muitas milícias. Algumas delas continuam ainda a lutar em zonas específicas, têm interesses específicos e, portanto, a construção de um Estado viável é o alargamento dessas coligações que leva ao estabelecimento de instituições sólidas que possam fazer funcionar o país. Exige muita habilidade política e exige compromisso de al-Charaa, que ele diz que está disposto a assumir. No entanto, é preciso lembrar que Ahmed al-Charaa não controla a totalidade do país. Que desafio representa esta situação para o modelo da futura sociedade síria? O desafio é convencer estes diferentes grupos, que têm interesses muito diferentes, muitos deles têm até a intenção de fundar um Estado autónomo, como os curdos. Convencê-los de que há mais benefícios em manterem um Estado unitário, descentralizado e com autonomia, mas fazendo com que as estruturas políticas e militares que, durante estes últimos 14 anos, se foram desenvolvendo nestas zonas sejam integradas no Estado sírio. Os curdos, em Maio, acederam a este objectivo, mas esta integração de estruturas militares e políticas curdas está a sofrer bastantes atrasos. E no Sul acontece o mesmo com os drusos, que têm uma identidade muito forte, são apoiados por Israel e, portanto, também estes grupos têm apoios externos que muitas vezes podem ir contra o objectivo de unificação da Síria. A situação dos drusos, que contam com o apoio de Israel, pode fragilizar o poder de Ahmed al-Charaa? Claro que sim. Eu julgo que é precisamente esse o objectivo de Israel: utilizar uma parte da comunidade drusa. A comunidade drusa também tem interesses bastante diferentes; não podemos assumir uma unidade de acção, uma unidade estratégica por parte dos drusos. Mas o objectivo de Israel, como, aliás, tem mostrado no último ano, é utilizar o pretexto da protecção dos drusos para interferir permanentemente na Síria, para estabelecer zonas de exclusão, zonas tampão. É o caso dos Montes Golã? Claro, alargou nos últimos meses a sua presença nessa região. E, explicitamente, o governo de Israel diz que procura uma zona de exclusão no Sul da Síria, que chega até Damasco, sempre com o pretexto de garantir a segurança dos drusos. Mas sabemos que este é o modo de actuação de Israel no Líbano, na Palestina, obviamente. E, portanto, há aqui um objectivo do governo de Israel, que é evitar o fortalecimento de um Estado sírio. A queda do regime de Assad pareceu positiva a Israel, num primeiro momento, mas imediatamente a seguir percebeu-se que o objectivo era mesmo o enfraquecimento e a fragmentação da Síria, e a neutralização da Síria como uma possível ameaça futura. No fim-de-semana passado, al-Charaa, no Fórum de Doha, teve palavras muito duras contra Israel. Parecia que, num primeiro momento, al-Charaa podia ser um aliado de Israel, porque acedeu a uma série de pretensões de entrega dos Montes Golã. Neste momento, as relações estão muito tensas entre Israel e o novo poder na Síria, e eu julgo que isso pode perfeitamente ser um novo foco de tensão no médio prazo. O país realizou eleições parlamentares, onde houve denúncias da falta de representatividade de género e de outras religiões. O país deverá realizar eleições presidenciais, dentro de quatro anos. Este é um desafio, uma eleição mais inclusiva? Claro. Em primeiro lugar porque, depois de 14 anos de guerra civil, o país não está propriamente preparado para uma eleição por sufrágio universal directo. Os cadernos eleitorais certamente estão desactualizados. Há todo um trabalho de conhecimento das instituições básicas para levar a cabo um novo recenseamento, para garantir até que se realize com segurança esse acto e que ele seja justo e representativo. Por isso é que estas primeiras eleições foram indirectas. Agora, também há um problema: umas eleições indirectas obviamente reflectem interesses parciais. Foram cerca de 6 mil pessoas que participaram numa eleição indirecta, com listas aprovadas previamente e, portanto, este princípio de novo processo democrático já está muito limitado por interesses sectoriais, que deixaram de lado mulheres, por exemplo, que tradicionalmente na Síria têm uma participação muito grande e uma força muito importante na sociedade, e que neste momento foram marginalizadas nesta primeira eleição. O poder e al-Charaa dizem que são as condicionantes do momento que se vive. E nesse mesmo Fórum de Doha, al-Charaa disse que se espera que, nos próximos anos, fosse aprovada a Constituição e, a partir daí, a realização de eleições directas para os vários órgãos, para o Presidente, para a Assembleia, para os municípios. Isso aconteceria no prazo de quatro anos. Ou seja, os próximos quatro anos seriam o prazo de aprovação da Constituição e a preparação para eleições de acordo com uma nova Constituição. Também temos que compreender que não existe, politicamente falando. Base da nova sociedade. É preciso criar condições? Criar as condições, mas também estabelecer as regras. Não podemos querer que as eleições se realizem de um dia para o outro se ainda não há uma Constituição. Mas isto torna o desafio ainda muito maior, porque quem ocupa o poder, neste primeiro momento, vai ter muitas vantagens em estabelecer as regras, aprovar a nova Constituição e, portanto, se por um lado há condicionantes que justificam que estas eleições tenham sido indirectas e limitadas, com poucos eleitores, também é verdade que é um momento muito sensível, que determina as regras que vão vigorar no futuro.

Esportes
Ancelotti analisa estreia do Brasil contra o Marrocos e alerta para grupo desafiador na Copa de 2026

Esportes

Play Episode Listen Later Dec 7, 2025 6:44


O caminho do Brasil na fase de grupos da Copa de 2026 já está traçado. O sorteio realizado pela Fifa em Washington, nos Estados Unidos, colocou a seleção brasileira no grupo C para enfrentar Marrocos, Escócia e Haiti. Marcio Arruda, da RFI em Paris A federação internacional de futebol também definiu que o Brasil vai estrear na Copa do ano que vem contra o Marrocos no dia 13 de junho, às 19h (horário de Brasília), em Nova York. No dia 19, a seleção encara o Haiti, às 22h, na Filadélfia. O último duelo da fase de grupos será diante da Escócia, em Miami, às 19h do dia 24 de junho. Na última sexta-feira (5), a Fifa realizou o sorteio que definiu os 12 grupos da próxima Copa do Mundo. Após esta definição, o técnico da seleção, Carlo Ancelotti, falou sobre os adversários que o Brasil vai enfrentar na Copa. O treinador destacou a boa fase do Marrocos. “É um grupo muito difícil porque o Marrocos tem jogado muito bem. No mundial, a seleção marroquina melhorou e tem mais conhecimento e experiência do torneio. No futebol, tem obtido ótimos resultados. É uma equipe muito sólida, com diferentes características. O Marrocos tem uma organização defensiva muito boa”, alertou Ancelotti. Brasil e Marrocos já se enfrentaram em Copas do Mundo. Na única vez, em 1998, o Brasil venceu por três a zero, no jogo que Ronaldo Nazário marcou o primeiro de seus 14 gols em mundiais. Mas aquela seleção de Marrocos era bem diferente da atual equipe africana, que foi semifinalista na Copa de 2022, tendo conquistado o melhor resultado de uma seleção africana na história do torneio. O jornalista do Grupo Globo e apresentador do programa Seleção SporTV, André Rizek, também elogiou a seleção africana. Respeitando, mas sem medo “Inegavelmente, o Marrocos é a seleção que desperta um cuidado maior para o Brasil no grupo C. É semifinalista de Copa do Mundo; foi a primeira vez que uma seleção africana chegou a uma semifinal de Copa. E eles mantiveram o bom momento depois do mundial. O Marrocos enfrentou o Brasil num amistoso, que foi o primeiro jogo das duas seleções depois da Copa de 2022, e venceu por dois a um. Na última Copa, o país tinha 23 dos 26 jogadores atuando na Europa. E a base foi mantida. O Marrocos tem laterais melhores do que o Brasil, tem um baita goleiro, que é o Yassine Bounou, e trouxe o Brahim Díaz, que faltava para o ataque daquele time. É, sem dúvida, o grande desafiante do Brasil. Eu não digo que é para o Brasil ter medo, mas, com certeza, é para entrar em campo com respeito para enfrentar a seleção marroquina”, afirmou Rizek. Depois da partida contra os marroquinos, o Brasil volta a campo para o jogo diante do Haiti. Será a primeira vez que os dois países vão se enfrentar em uma Copa. “Honestamente, eu não conheço muito o Haiti. Sei que é a segunda vez que joga uma Copa do Mundo, depois de 1974, quando jogou contra a Itália e perdeu de três a um. Teremos tempo para estudarmos e nos prepararmos para essa partida”, disse o treinador italiano da seleção brasileira. O jornalista André Rizek, que tem grande experiência na cobertura de Copas do Mundo desde 1998, foi além. Saco de pancadas “Seleções como Haiti, Cabo Verde, Curaçao e Uzbequistão vão disputar a Copa do Mundo para ganhar experiência. Talvez até sofram grandes goleadas e vão comemorar demais se conseguirem fazer um gol. Então, o Haiti vai ser o saco de pancadas do grupo, sem dúvida alguma. Esse jogo não é para o Brasil se preocupar esportivamente porque todo mundo no grupo vai somar três pontos”, disse o jornalista do grupo Globo. Ancelotti afirmou que está “contente de jogar contra o Haiti porque o Brasil fez o Jogo da Paz, em 2004, que foi organizado pela ONU. Então, estamos contentes de enfrentar o Haiti”. Cenário diferente, mas nada assustador em relação ao adversário europeu. Essa é a opinião de Rizek. Invicto contra escoceses “A Escócia é uma velha conhecida do Brasil em Copas do Mundo. O Brasil encarou os escoceses na fase de grupos em 1974 e foi zero a zero. Em 1982, foi quatro a um de virada. Aí voltamos a nos enfrentar em 1990 com aquela vitória por um a zero com gol do Muller. E, em 1998, na estreia da Copa da França, deu Brasil com placar de dois a um. Eu cito o histórico porque é o que deve acontecer nesse mundial de 2026. Não vejo como a Escócia possa complicar muito a seleção brasileira. A gente, aqui no Brasil, adora a torcida escocesa, que é animada e admira o futebol brasileiro. Mas é muito difícil imaginar qualquer desfecho que não seja uma boa vitória do Brasil contra os escoceses”, concluiu o jornalista. Já o técnico Ancelotti prega cautela em relação à seleção escocesa. “A Escócia fez boas apresentações em seus últimos jogos e se classificou diretamente para o mundial, sem passar pela repescagem da Europa, o que é sempre muito complicado. Habitualmente, as equipes escocesas trabalham muito bem o aspecto físico”, opinou Ancelotti. “Não tenho dívida com ninguém” O treinador falou que o grupo de 26 jogadores não está fechado e que só vai definir a lista final perto da data da convocação para a Copa, em maio. “Eu entendo que todos estão muito interessados em Neymar, mas eu quero esclarecer que estamos em dezembro e a Copa é em junho. Eu só vou escolher a equipe que vai ao mundial em maio. Se Neymar merecer estar na lista, se ele estiver bem, melhor do que outros, ele vai jogar a Copa do Mundo e ponto. Não tenho dívida com ninguém”, garantiu Carlo Ancelotti. A Copa do Mundo de 2026 vai ser disputada pela primeira vez em três nações: Estados Unidos, México e Canadá. Aliás, o México será o primeiro país a sediar três Copas; os mexicanos organizaram os torneios de 1970 e de 1986. E será justamente o México que fará o jogo de abertura. No dia 11 de junho, a seleção mexicana entrará no gramado do estádio Azteca para medir forças com a África do Sul. A partida será uma reedição do jogo de estreia da Copa de 2010, que foi disputada em solo sul-africano. Depois deste jogo, haverá outros 103. A grande final será disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, no dia 19 de julho. Novo formato A primeira Copa do Mundo com 48 países terá 12 chaves, sendo que os dois primeiros de cada grupo avançam para a segunda fase, além dos oito melhores terceiros. Se avançar em primeiro no grupo C, o Brasil vai enfrentar o segundo colocado do F, que tem Holanda, Japão, Tunísia e uma seleção da repescagem europeia. Ucrânia, Suécia, Polônia e Albânia disputam esta vaga. As seleções que passarem pela segunda fase terão, na sequência, as oitavas, quartas, semis e a grande final. Assim, a seleção que for campeã terá jogado oito partidas, uma a mais do que os finalistas das últimas sete Copas, que reuniram, em cada uma dessas edições, 32 seleções. O zagueiro Marquinhos, que disputou as duas últimas Copas do Mundo, disse que só o tempo mostrará se o aumento para 48 seleções terá sido bom para as próximas Copas. “A gente ainda vai descobrir como vai ser essa Copa [com 48 seleções]. A Champions League, por exemplo, mudou e eu e meus companheiros do Paris Saint-Germain fomos campeões. Então, às vezes, algumas mudanças podem fazer bem para uma determinada competição. Eu acho que é justamente isso que eles [Fifa] querem: ter mais países participando de uma Copa do Mundo. E, além disso, dar oportunidade para atletas de outros países viverem essa emoção e esse mundo da Copa, que é maravilhoso”, afirmou o zagueiro do Brasil, que já disputou jogos nas Copas de 2018 e 2022. Nome certo na lista dos 26 jogadores que vão disputar a próxima Copa, Marquinhos afirmou que confia que a seleção fará uma grande Copa do Mundo. “A gente sabe que a seleção tem muita coisa para melhorar, mas é verdade que melhoramos nas últimas partidas. Então, não importa o nosso momento hoje. Quando a Copa do Mundo começar, tudo muda.  E eu tenho certeza de que o Brasil vai dar o seu melhor”, explicou Marquinhos. Precisa ser muito bom para eliminar o Brasil; é assim desde 1938 Apesar das últimas frustrações em Copas do Mundo, o Brasil tem um retrospecto invejável. O país é o único a ter cinco títulos de Copas. Um recorde! E nesse embalo da seleção em Copas, vale lembrar uma curiosidade: desde a terceira edição, em 1938, o Brasil ou conquistou uma Copa do Mundo ou foi eliminado por uma seleção que terminou, pelo menos, em terceiro lugar. Ou seja, das 20 últimas Copas, ou o Brasil foi campeão ou perdeu para uma seleção que, se não foi campeã, foi quase. Para os supersticiosos de plantão, o Brasil volta a figurar no grupo C de uma Copa depois de 24 anos. A última vez foi em 2002, quando a seleção conquistou o pentacampeonato. Será que o jejum brasileiro vai acabar no ano que vem e o Brasil finalmente conquistará o tão sonhado hexa? Até lá, o Brasil vai precisar superar grandes seleções, que também já conhecem seus adversários na fase de grupos da Copa de 2026. Grupo A México, África do Sul, Coreia do Sul e repescagem (Dinamarca, Macedônia do Norte, Rep. Tcheca ou Irlanda) Grupo B Canadá, Catar, Suíça e repescagem (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales ou Bósnia) Grupo C Brasil, Escócia, Haiti e Marrocos Grupo D Estados Unidos, Austrália, Paraguai e repescagem (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo) Grupo E Alemanha, Costa do Marfim, Curaçao e Equador Grupo F Holanda, Japão, Tunísia e repescagem (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia) Grupo G Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia Grupo H Espanha, Arábia Saudita, Cabo Verde e Uruguai Grupo I França, Noruega, Senegal e repescagem (Iraque, Bolívia ou Suriname) Grupo J Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia Grupo K Portugal, Colômbia, Uzbequistão e repescagem (Nova Caledônia, RD Congo ou Jamaica) Grupo L Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá As repescagens, que definirão os últimos seis classificados para a Copa, serão jogadas em março de 2026. No mesmo mês, o Brasil vai fazer dois amistosos, ambos nos Estados Unidos: o primeiro contra a França e o segundo contra a Croácia.

Conversas à quinta - Observador
A História do Dia. O que têm em comum a Hungria, a Turquia e a Espanha?

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 16:52


Rodeado de casos de corrupção, Pedro Sánchez parece aguentar-se por um fio e o seu governo não se coíbe de criticar os tribunais. ¿Qué pasa, España? O politólogo Diogo Noivo é o convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A História do Dia
O que têm em comum a Hungria, a Turquia e a Espanha?

A História do Dia

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 16:52


Rodeado de casos de corrupção, Pedro Sánchez parece aguentar-se por um fio e o seu governo não se coíbe de criticar os tribunais. ¿Qué pasa, España? O politólogo Diogo Noivo é o convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Leste Oeste de Nuno Rogeiro
Um Papa nos epicentros

Leste Oeste de Nuno Rogeiro

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 20:29


Leão XIV teve uma digressão histórica por epicentros da paz e guerra entre fés religiosas, divisões eclesiásticas e comunhão de humanidade. Importa perceber o que esteve em causa, na Turquia, no Líbano e nos países que os rodeiam: a começar pela Síria, Palestina e Israel. As negociações para a paz na Ucrânia aceleraram-se com o encontro na Florida, mas nada está decidido. É preciso escolher entre uma bolsa de território ameaçado e a vida. A saga continua no Kremlin, com Witkoff a visitar Putin, mais uma vez. Poderá o pombo correio ser pomba da paz? Ouça a análise de Nuno Rogeiro na versão podcast do programa Jogos de Poder, emitido na SIC a 2 de dezembro.Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Notícia no Seu Tempo
Com crise nos Correios, governo avalia mudar a meta das estatais para 2026

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 8:17


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (02/12/2025): Integrantes da equipe econômica avaliam que o rombo nas contas dos Correios deve tornar necessária mudança na meta fiscal das empresas estatais em 2026. Essa meta, estabelecida no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), prevê déficit de até R$ 6,752 bilhões para o conjunto das empresas em 2026, ou 0,05% do PIB. Se o prejuízo for maior do que o estimado, o governo terá de congelar despesas gerais, o que não vai querer fazer em um ano eleitoral. Em novembro, a estimativa para o déficit primário das empresas estatais, em 2025, subiu de R$ 6,20 bilhões para R$ 9,208 bilhões, em grande parte por causa dos Correios. Isso obrigou o governo a fazer um contingenciamento extra de R$ 3 bilhões. E mais: Política: Lula entra na articulação por Messias e não trabalha com hipótese de ‘plano B’ Economia: Galípolo diz que ‘sinais mistos’ exigem um BC ‘humilde e conservador’ Metrópole: Contran põe fim à exigência de aulas em autoescola para conseguir CNH Internacional: Trump deu ultimato para Maduro deixar poder na Venezuela, diz jornal Cultura: MTV põe fim à maior parte de seus canaisSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Arquivo Misterio
Assassinado por se negar à Cura Gay | Ahmet Yildiz

Arquivo Misterio

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 20:48


Papa - Renascença V+ - Videocast
"Católicos e Ortodoxos são chamados a serem construtores de paz". Papa Leão XIV despede-se da Turquia

Papa - Renascença V+ - Videocast

Play Episode Listen Later Nov 30, 2025 1:35


"Católicos e Ortodoxos são chamados a serem construtores de paz". Papa Leão XIV despede-se da Turquia

Leste Oeste de Nuno Rogeiro
A visita do Papa à Turquia e ao Líbano: qual o impacto geopolítico e religioso?

Leste Oeste de Nuno Rogeiro

Play Episode Listen Later Nov 30, 2025 92:20


A escolha da Turquia como destino da primeira grande viagem internacional do Papa não é casual. Historicamente, o país é visto como uma ponte entre a Europa e o Médio Oriente, sendo palco de confluência de culturas e religiões. O Líbano é um país marcado pela convivência delicada entre cristãos, muçulmanos e grupos armados como o Hezbollah, funcionando como tampão entre conflitos regionais. O clima de tensão entre Estados Unidos e Venezuela traz novos paradigmas de confronto, tendo Donald Trump anunciado o fechamento do espaço aéreo venezuelano diretamente nas redes sociais, sem intermediação de autoridades tradicionais, marcando uma nova era de comunicação política e diplomática. Rogeiro destaca ainda os 70 anos de Portugal na ONU. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Paraules de vida
Paraules de vida, de 5.30 a 6 h - 30/11/2025

Paraules de vida

Play Episode Listen Later Nov 30, 2025 30:00


Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 29/11/2025 | Trump e Maduro conversam por telefone

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Nov 29, 2025 242:13


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (29): O suspeito pelo ataque a dois membros da Guarda Nacional em uma área próxima à Casa Branca, Rahmanullah Lakanwal, será acusado de homicídio. Além disso, Trump também está envolvido em uma tensão com a Venezuela e nas negociações entre Rússia e Ucrânia. Para falar sobre esses eventos recentes, a Jovem Pan News recebe o professor e coordenador de Relações Internacionais, Frederico Seixas. Com a chegada das chuvas nos próximos meses, aos poucos a conta de luz deve ficar mais barata. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica, a bandeira vermelha patamar 1, será trocada pela amarela já no próximo mês. Dessa maneira, os consumidores vão passar a pagar R$1,88 para cada 100 kWh. Reportagem: Misael Mainetti. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), e o ex-presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD), voltaram a conversar após rumores de ruptura e aproveitaram para articular a aprovação de Jorge Messias na sabatina, indicado por Lula para ocupar o cargo de ministro do STF. A Corregedoria da Polícia Militar prendeu, na última sexta-feira (28), cinco policiais do Batalhão de Choque. Eles são acusados de crimes cometidos durante a megaoperação realizada há cerca de um mês nos Complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro. As investigações apontam que os agentes teriam desviado dois fuzis apreendidos durante a ação policial com o objetivo de revendê-los, configurando crime militar e corrupção. Reportagem: Rodrigo Viga. O Papa Leão XIV condenou veementemente o uso da religião para justificar guerras e violência durante sua primeira viagem internacional como pontífice, realizada na Turquia, onde celebrou os 1.700 anos do Concílio de Niceia. Diante de líderes cristãos do Oriente Médio e representantes de outras tradições religiosas, o Papa classificou como “escândalo” que a fé cristã ainda seja utilizada como instrumento para legitimar perseguições e conflitos. A Comissão do Congresso Nacional pode votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) na próxima terça-feira (2). A movimentação ocorre em um cenário de acirramento e desavenças entre o Legislativo e o Palácio do Planalto. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), agendou a sessão na tentativa de destravar a pauta e garantir a votação da diretriz orçamentária, essencial para o planejamento das contas públicas. Reportagem: Victoria Abel. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), confirmou que o relator da PEC da Segurança, Mendonça Filho (União Brasil), vai apresentar os principais pontos na reunião do Colegiado de Líderes na semana que vem. Reportagem: André Anelli. A inquietude no Congresso Nacional diante da indicação de Jorge Messias como ministro do STF parece estar longe de acabar. O senador Izalci Lucas (PL-DF) conversa com a Jovem Pan News sobre a sabatina de Messias e o embate entre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), e o presidente Lula. A próxima semana pode ser movimentada dentro do Congresso Nacional, uma vez que o PL Antifacção pode ser votado no Senado, em meio à tensão com o governo. É importante lembrar que a gestão Lula (PT) encaminhou 58 sugestões de alteração para o texto, que será analisado no Senado Federal. Reportagem: Victoria Abel. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que todas as ordens executivas, memorandos e documentos oficiais assinados pelo seu antecessor, Joe Biden, com o uso de "caneta automática" (autopen), não têm mais validade. Segundo Trump, cerca de 92% dos documentos firmados durante a gestão Biden passaram por esse procedimento mecânico de assinatura Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Garimpando Bolachas
Garimpando Bolachas- Episódio 58- CARLTON JUMEL SMITH

Garimpando Bolachas

Play Episode Listen Later Nov 29, 2025 14:02


Carlton Jumel Smith – Soul Man Vivendo na América em uma época em que muitos no poder são completamente desprovidos dealma, é preciso um Super Soul Man para manter a balança em equilíbrio genuíno! Esse é Carlton Jumel Smith.Soul Man de renome mundial, cantor, compositor, produtor e ator, construiu sua carreira sozinho e incendiou palcos de shows de Finlândia, China, Rússia, Turquia, Inglaterra, França e, claro, sua cidade natal, Nova York. Lexington Avenue", de 2019 é sua obra prima. Teve a honra de interpretar seu maior herói musical, James Brown, no filme "Liberty Heights" (1999), de Barry Levinson, e teve um papel principal ao lado de Cyndi Lauper no musical off-Broadway "Largo" (sobre a vida do compositor clássico tcheco Dvořák). Nasceu em no Spanish Harlem – com três irmãs e sua mãe. Ela quem levou Carlton, aos 8 anos, para assistir a James Brown no lendário Apollo – um local que não era apenas sagrado para Brown, mas também para todos os artistasnegros.  A experiência de ver James Brown, com sua orquestra de 16 músicos, cantores e dançarinos, deixou uma marca indelével em Carlton. Ao mesmo tempo, por meio de discos, sua mãe o apresentou à maestria de Ray Charles, Otis Redding, Sam Cooke, Joe Tex, Marvin Gaye, Johnnie Taylor, Al Green, e muitos outros. A profundidade do impacto deles foi tamanha que Carlton tem os nomes tatuados em ambos os braços.Passou os anos 80 aprimorando os vocais com os mentores locais Rick Torres e Greg Fore, experimentando a composição e enviando demos. Uma demo o conectou com a empresária, Yvonne Turner, resultando no single de estreia de Carlton em 1986, uma faixa de House Music apropriadamente intitulada "Excite Me". Após embarcar em um avião para Hollywood para entregar pessoalmente sua fita ao diretor Barry Levinson,  lhe garantiu o papel de um Brown ambicioso da década de 1950 no filme "Liberty Heights", Carlton estreou no B.B. King's Club, na Times Square, em Nova York, em 2002 – inicialmente como substituto de Ray Charles, que estava doente. Isso o levou a anos de shows lotados em New York, onde gravou dois álbuns ao vivo independentes lá: um deles: Carlton J. Smith Live at B.B. King's, de 2003 (com músicas associadas a Ray Charles e James Brown).  O lendário empresário Alan Leeds, que gerenciou as carreiras de Brown e Prince, apelidou carinhosamente Carlton de "Soul Brother Number New".Essa distinção em particular provou ser profética, pois Carlton teve uma grande oportunidade quando uma banda de jazz cancelou sua temporada em um clube na China, o agente ligou freneticamente para o mundo todo em busca de umsubstituto de última hora. Carlton, voou imediatamente e encantou o público asiático ávido por soul autêntico. Um contrato de três meses se transformou em quase uma década de trabalho constante, com seis shows por semana e três por dia, entre 2005 e 2014. Durante esse período, Carlton também gravou mais discos: Primeiro veio Waiting (2006), um projeto composto principalmente por regravações comoventes de obras de uma influência singular: o compositor experimental Tom Waits, que Carlton descreve – assim como Bobby Womack – como um tio que transmite “a verdade nua e crua”. De volta da China em 2014, Carlton lançou G.U.M. (Grown-up Music), direcionando seu foco para um público mais maduro. Em plena ascensão, morou na Turquia, Reino Unido, Suíça, Romênia, Indonésia, Rússia e Noruega. Lançou um livro "Nothing Matters Except the Music", que narra as experiências que teve com Sly Stone, The Isley Brothers, Patti LaBelle e muitos outros.  “Acredito firmemente que uma ótima canção é um beijo de Deus, afinal, na minha equação da alma: “Música + Letra = Sua Vida…”(Scott Galloway, June 2021) 

Papa - Renascença V+ - Videocast
Leão XIV na Turquia apela a que se derrubem "muros do preconceito e da desconfiança" para travar guerras

Papa - Renascença V+ - Videocast

Play Episode Listen Later Nov 29, 2025 1:35


Leão XIV na Turquia apela a que se derrubem "muros do preconceito e da desconfiança" para travar guerras

Papa - Renascença V+ - Videocast
Na Turquia, Papa ​Leão XIV e patriarca Bartolomeu pedem novos passos para a unidade

Papa - Renascença V+ - Videocast

Play Episode Listen Later Nov 29, 2025 1:35


Na Turquia, Papa ​Leão XIV e patriarca Bartolomeu pedem novos passos para a unidade93d17

Papa - Renascença V+ - Videocast
Leão XIV na Turquia. "Precisamos de pessoas que promovam o diálogo e o pratiquem com firmeza e paciência"

Papa - Renascença V+ - Videocast

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 1:35


Leão XIV na Turquia. "Precisamos de pessoas que promovam o diálogo e o pratiquem com firmeza e paciência"

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 23/11/2025 | Prisão de Bolsonaro e demais desdobramentos

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Nov 23, 2025 181:27


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (23): O doutor em Direito Jesualdo Almeida avaliou as expectativas para os desdobramentos jurídicos da prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), decretada pelo ministro Alexandre de Moraes (STF). Segundo ele, “nada mudará com a audiência de custódia”, indicando que o ex-presidente deve permanecer detido na sede da Polícia Federal em Brasília. A manutenção da prisão, afirma o jurista, é sustentada pela confissão de Bolsonaro de que tentou adulterar a tornozeleira eletrônica, o que configura desobediência judicial e risco de fuga. Diversos políticos paulistas da direita manifestaram solidariedade ao ex-presidente após a decisão do STF. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou que Bolsonaro esteve “sempre cumprindo com suas obrigações”. O ex-presidente Jair Bolsonaro passará neste domingo (23) por uma audiência de custódia na sede da PF em Brasília. O procedimento é obrigatório e avalia a legalidade da prisão preventiva decretada no sábado (22). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou a prisão preventiva durante a cúpula do G20 na África do Sul. Lula disse que não comentaria “uma decisão da Suprema Corte”, ressaltando que Bolsonaro “teve todo direito à presunção de inocência”. No entanto, acrescentou que “todo mundo sabe o que ele fez”. A 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), realizada em Belém, terminou sem consenso sobre um plano para o fim dos combustíveis fósseis. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, reagiu de forma emocionada ao impasse, afirmando que “as florestas irão perecer”. O presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam), Carlos Bocuhy, avaliou o resultado da conferência e afirmou que o impasse é reflexo de um “conflito de interesses profundo”, indicando que “nunca vai ter consenso” no cenário atual. A Turquia foi confirmada como sede da COP31, prevista para 2026, em decisão anunciada na reta final da conferência realizada em Belém. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, rebateu críticas do vice-prefeito Ricardo Mello (PSD), que havia sugerido que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) estaria tirando o mérito da gestão municipal sobre a Cracolândia. Nunes afirmou que a denúncia que motivou as ações ocorreu durante a “gestão dos dois”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com o chanceler alemão, Friedrich Merz, à margem do G20. Merz classificou o encontro como “agradável”, mas evitou comentar a crise no Brasil. Apesar do acordo de cessar-fogo, ataques aéreos de Israel na Faixa de Gaza deixaram ao menos 20 mortos e dezenas de feridos neste domingo (23). O Exército israelense afirmou que reagiu a uma “violação flagrante” do acordo por parte do Hamas. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

SBS Portuguese - SBS em Português
Programa ao vivo | Domingo 23 de novembro

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Nov 23, 2025 51:00


Austrália desistiu de sediar a COP31 em 2026, reconhecendo a Turquia como anfitriã da conferência climática da ONU. Lara Gonçalves realizou o sonho de viver em Tóquio, e conta como enfrenta os desafios da vida no Japão. No Alentejo, abre o primeiro e maior santuário de elefantes da Europa. Em Lisboa, o arquiteto Álvaro Siza e o fotógrafo Duccio Malagamba lançam 'Before e After', livro que une fotos e desenhos de 20 obras icónicas do grande arquiteto.

SBS Portuguese - SBS em Português
Derrota diplomática: Austrália desiste da COP31 e cede à Turquia

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Nov 21, 2025 5:07


O governo federal australiano abandonou a candidatura para sediar a conferência climática das Nações Unidas em 2026, COP31, reconhecendo a Turquia como país-sede. Chris Bowen, Ministro da Mudança Climática, conseguiu fechar um acordo em que a Austrália, ele na verdade, será o Presidente das Negociações entre os 200 países.

Noticiário Nacional
1h Ambiente. Turquia vai receber COP31 no próximo ano

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 9:24


Gabinete de Guerra
“A Turquia tem se revelado um bom negociador”

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 19:06


Mónica Dias admite que a Turquia tem demonstrado mais poder controlando os navios que passam no Mar Negro. A Especialista em Ciência Política diz que é urgente a Europa agir contra a Rússia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
9h Zelensky hoje em Espanha, amanhã na Turquia

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 12:27


Professor HOC
O FUTURO DA FAIXA DE GAZA

Professor HOC

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 17:04


Quem vai garantir a paz em Gaza? Neste vídeo, explico o que mudou após o acordo e por que a questão segue em aberto: dos EUA instalando um centro de coordenação civil-militar em Kiryat Gat — perto o bastante para operar, longe o bastante para não parecer ocupação — às conversas sobre uma Força Internacional de Estabilização (ISF) que teria de conciliar três missões que raramente combinam: pacificação, reconstrução e contenção do Hamas. Mostro os dilemas centrais: ninguém quer combater o Hamas; Israel rejeita “presenças sem poder”; EUA, França e Reino Unido falam em força multinacional armada; Egito e Jordânia preferem treinar e policiar; Catar e Turquia pesam seu papel de mediadores e aliados; europeus dividem posições; Indonésia acena com tropas, mas tudo fica condicionado ao desarmamento — improvável — do Hamas. Analiso ainda propostas de “duas zonas” em Gaza, as exigências de segurança de Israel, o cálculo político dos países árabes e o risco de reativar o conflito com ataques aéreos se o grupo não entregar as armas. No fim, deixo o veredito: sem um mecanismo crível de desarmamento, uma autoridade palestina legítima e uma coalizão disposta a assumir riscos reais, a ISF permanece no papel e o próximo ciclo de violência continua à espreita. Comente: que arranjo você considera viável — e quem toparia pagar o custo político e militar?

Gente Viajera
Loomis: los limones negros de Oriente Medio

Gente Viajera

Play Episode Listen Later Nov 16, 2025 4:09


Angel Martinez Bermejo ha estado de viaje por Turquia hace poco y antes de subirse al avion de regreso en Esmirna se fue de compras gastronomicas y se ha traido un monton de especias, pero tambien un descubrimiento tan curioso como los loomis.

Gente Viajera
Viaje a Quíos: la isla griega del mástique

Gente Viajera

Play Episode Listen Later Nov 15, 2025 6:33


Angel Martinez Bermejo relata su reciente visita a la isla griega de Quios, a la que llego desde Turquia aprovechando un viaje por la costa del Egeo. Una isla con facil acceso desde territorio turco, ya que Quios, Samos y Lesbos estan a muy poca distancia del litoral turco.

SBS Portuguese - SBS em Português
Dentro da COP em Belém: Austrália x Turquia na disputa pela COP31

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 19:47


Direto da COP30, em Belém, a jornalista Joyce Carvalho descreve um evento lotado de debates e com os pavilhões da Austrália e Turquia, colocados lado a lado, lotados de visitantes.

JORNAL DA RECORD
12/11/2025 | Edição Exclusiva: Gabarito da Prova Nacional Docente já está disponível no site do INEP

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 3:56


Confira nesta edição do JR 24 Horas:  O Ministério da Educação divulgou nesta quarta-feira (12) o gabarito da Prova Nacional Docente, realizada no dia 26 de outubro. As respostas estão disponíveis no site do INEP e os participantes têm até o dia 26 de novembro para entrar com recurso. O resultado final do exame, que pode ser usado por estados e municípios para a contratação de novos professores, será divulgado no dia 10 de dezembro. E ainda: Turquia confirma morte de 20 militares em queda de avião. 

JORNAL DA RECORD
11/11/2025 | 3ª Edição: Polícia Federal prende suspeito de chefiar quadrilha de tráfico internacional de medicamentos

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 3:44


Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Polícia Federal realizou uma operação contra o tráfico internacional de medicamentos de uso controlado. Os agentes cumpriram seis mandados de busca e apreensão em Rio das Ostras, na Região dos Lagos (RJ). Duas pessoas foram presas, entre elas, o chefe do esquema que estava nos Estados Unidos. Segundo a Polícia Federal, farmácias no Brasil abasteciam o grupo, que exportava ilegalmente os remédios. A investigação também encontrou movimentações financeiras suspeitas e transferências bancárias que indicam lavagem de dinheiro. E ainda: Avião cargueiro do Exército da Turquia cai na Geórgia com 20 pessoas a bordo.

Noticiário Nacional
19h Turquia anuncia mandado de prisão para Benjamin Netanyahu.

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Nov 7, 2025 12:35


Ràdio Maricel de Sitges
Les notícies de l'Utrillo

Ràdio Maricel de Sitges

Play Episode Listen Later Nov 7, 2025


En el butlleti d'aquesta setmana us parlem sobre les visites a la biblioteca municipal, les vacunes de sisè, la visita d'un grup d'inspectors de Turquia i la consolidació del programa #aquiproubullying. L'entrada Les notícies de l’Utrillo ha aparegut primer a Radio Maricel.

SBS Portuguese - SBS em Português
Notícias da Austrália e do Mundo | Segunda-feira, 3 de novembro

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Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 8:35


Analistas prevêem manutenção da taxa de juros em 3.6% na reunião do RBA na terça-feira. Albanese em contato com o presidente da Turquia para resolver o impasse sobre qual país sediará a COP31 no ano que vem. Portugal terá eleições presidenciais em 18 de janeiro. Anistia Internacional acusa o governador do Rio, Claudio Castro, de preferir fazer uma chacina em vez de combater o tráfico de droga.

Gente Viajera
Turquía oriental: un viaje entre montañas, ríos sagrados y ciudades talladas en la roca

Gente Viajera

Play Episode Listen Later Nov 1, 2025 8:47


El periodista y viajero Angel Martinez Bermejo recorre Turquia oriental en un reportaje para Gente viajera, el programa de viajes de Onda Cero presentado por Carles Lamelo.En esta ruta por el alto Eufrates, el monte Nemrut y el valle de Kemaliye, Bermejo muestra un territorio fascinante donde confluyen historia, naturaleza y culturas milenarias. Puedes escuchar el audio completo en Gente viajera, sabados y domingos de 12:00 a 14:00h, en Onda Cero.

Café Belgrado
Entrevista Especial: Mãozinha

Café Belgrado

Play Episode Listen Later Oct 25, 2025 44:30


O ala-pivô Mãozinha volta ao Café Belgrado pra falar dos novos desafios na Turquia, seu status na seleção brasileira, dos seus desafios no presente dos seus planos pro futuro.

Brasil Paralelo | Podcast
FIM DA GUERRA ISRAEL/HAMAS - REFÉNS LIBERTADOS

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Oct 24, 2025 14:15


Após dois anos de guerra, o inesperado aconteceu: o Hamas confirmou oficialmente o fim do conflito contra Israel e aceitou um acordo de paz mediado pelos Estados Unidos, com base no plano de 20 pontos proposto por Donald Trump. Pela primeira vez desde o massacre de 7 de outubro de 2023, todos os reféns israelenses foram libertados. Jovens e idosos voltaram para casa após centenas de dias em cativeiro. O acordo — costurado nos bastidores por EUA, Catar, Egito e Turquia — prevê cessar-fogo, recuo militar de Israel e a criação de uma nova autoridade palestina para administrar Gaza sem o controle direto do Hamas. Enquanto o mundo celebra, líderes internacionais destacam o impacto do pacto histórico: Guterres, Macron, Milei e Lula reagiram ao anúncio. Mas analistas alertam: será o início de uma paz duradoura ou apenas uma pausa estratégica?

DW em Português para África | Deutsche Welle
22 de Outubro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Oct 22, 2025 20:00


Disputa fiscal entre GALP e Moçambique testa soberania económica do país. Governador de Nampula anuncia reforço de segurança na sequência de novos ataques terroristas. Vice-presidente norte-americano garante, em Israel, que Washington não enviará tropas para a Faixa de Gaza.

3 em 1
Mauro Vieira se encontra com Lula / Suposta interferência de Bolsonaro na PF

3 em 1

Play Episode Listen Later Oct 17, 2025 121:00


No 3 em 1 desta sexta-feira (17), o destaque foi a agenda do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, que deve se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta sexta-feira (17), logo após retornar de seu encontro em Washington com o secretário de Estado americano, Marco Rubio. A reunião deve tratar de temas como o tarifaço do governo de Donald Trump. Reportagem de Igor Damasceno. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou a reabertura do inquérito que investiga a suposta interferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Polícia Federal. A decisão atende a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Reportagem de Janaína Camelo. As estatais brasileiras registraram um déficit recorde de R$ 8,3 bilhões, o maior da série histórica. O resultado negativo, impulsionado principalmente pelo rombo nos Correios, reacendeu o debate sobre a eficiência da gestão pública no país. Reportagem de Matheus Dias. O grupo terrorista Hamas se comprometeu a devolver os corpos de reféns israelenses mortos em Gaza. Em comunicado, o grupo pediu que Egito, Turquia e Catar pressionem Israel. O gesto marca uma nova etapa nas complexas negociações pós-guerra. Reportagem de Luca Bassani. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

E eu com isso?
#344 Os reféns estão de volta

E eu com isso?

Play Episode Listen Later Oct 15, 2025 46:33


Depois de 738 dias, os vinte reféns israelenses sequestrados no dia 7 de outubro de 2023 voltaram para casa. A libertação faz parte do acordo de cessar-fogo firmado entre Israel e o Hamas no Egito, com mediação dos Estados Unidos, Catar e Turquia. Em troca, Israel libertou quase dois mil prisioneiros palestinos, entre eles 250 condenados à prisão perpétua. Esse momento encerra a guerra mais longa da história recente de Israel, mas também abre uma nova fase de incertezas e desafios, tanto políticos quanto emocionais.Essa volta dos reféns não encerra apenas um capítulo, ela expõe uma fratura que atravessa todo o país. Porque Israel não está voltando ao que era antes do 7 de outubro. Está voltando para um lugar desconhecido, onde a confiança virou dúvida e onde a palavra “segurança” já não significa o mesmo. Há quem veja nesse acordo uma vitória humanitária. Há quem veja uma capitulação política. E no meio disso, estão as famílias das vítimas israelenses e também das palestinas,  tentando entender o que fazer com esse retorno tão tardio. A pergunta agora não é só “quem voltou?”, mas “quem somos depois disso?”.Para falar sobre esse tema, a  gente conversa hoje com Daniela Kresch, jornalista e correspondente do IBI  em Israel, país onde ela reside há mais de duas décadas, testemunha direta desse processo.

ONU News
Guterres pede que Israel e Hamas cumpram integralmente plano de paz dos EUA

ONU News

Play Episode Listen Later Oct 9, 2025 2:14


Secretário-geral saudou anúncio de aprovação do acordo mediado por Estados Unidos, Catar, Egito e Turquia; ele ressaltou expectativa com libertação digna de todos os reféns, ampliação da ajuda humanitária e cessar-fogo permanente.

ONU News
Guterres pede que Israel e Hamas cumpram integralmente plano de paz dos EUA

ONU News

Play Episode Listen Later Oct 9, 2025 1:59


Secretário-geral saudou anúncio de aprovação do acordo mediado por Estados Unidos, Catar, Egito e Turquia; ele ressaltou expectativa com libertação digna de todos os reféns, ampliação da ajuda humanitária e cessar-fogo permanente.

Expresso - Eixo do Mal
Uma flotilha intercetada, um plano de paz em suspenso, uma renda moderada e um juiz investigado em segredo

Expresso - Eixo do Mal

Play Episode Listen Later Oct 3, 2025 50:54


Começamos pela flotilha humanitária que estava a caminho da Gaza e que teve o destino esperado: foi intercetada pela marinha israelita e os 4 portugueses, incluindo Mariana Mortágua, estarão agora num porto à espera de deportação. No feriado do Yom Kippur. Entretanto, o plano de paz proposto por Trump para Gaza tem o apoio dos países árabes e até da Turquia. Para resolver a crise da habitação, o governo introduziu o conceito de rendas moderadas, que vão até 2300€. A semana ficou também marcada pela descoberta de que o juiz Ivo Rosa foi investigado pela PJ, durante três anos, por ordem do Ministério Público. É o que temos hoje no Eixo do Mal em podcast, com Clara Ferreira Alves e Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes. O programa foi emitido a 2 de outubro na SIC Notícias. Para a versão vídeo deste episódio clique aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Arquivo Misterio
Pra família ele cometeu um crime imperdoável: ser gay! | Ali Fazeli Monfared

Arquivo Misterio

Play Episode Listen Later Sep 29, 2025 23:14


Visão Global
Reconhecimento do Estado da Palestina

Visão Global

Play Episode Listen Later Sep 28, 2025 50:02


A assembleia geral da ONU e o reconhecimento da Palestina. A reaproximação dos EUA à Turquia. Drones em Tróia. Entrevista com Álvaro Santos Pereira sobre as projeções da OCDE. Edição de Mário Rui Cardoso.