Frazione in Trentino-Alto Adige/Südtirol, Italy
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Primeiro estrangeiro a dirigir o Festival de Avignon, Tiago Rodrigues conduz a edição dos 80 anos em meio a um contexto dominado pela urgência de garantir acesso democrático à cultura. Com uma programação majoritariamente feminina, que inclui Christiane Jatahy, Lia Rodrigues e Carolina Bianchi, ele destaca a força da cena brasileira e propõe novas alianças. O diretor português afirma que o futuro de Avignon depende das perguntas que ainda precisamos formular e convida o Brasil ao debate. Márcia Bechara, enviada especial a Avignon A programação deste ano, pela primeira vez majoritariamente feminina, inclui três artistas brasileiras em posições centrais: Christiane Jatahy, Lia Rodrigues e Carolina Bianchi, lançada por Avignon em 2023. Para Tiago, essa presença não é apenas simbólica, mas um componente estrutural da presença brasileira no festival. “Eu considero que o Brasil tem grandes artistas, e isso é o essencial. Mais do que definir o que é o teatro brasileiro ou o que é a dança brasileira, eu acho que há enormes artistas brasileiros”. Ele destaca Carolina Bianchi como “uma artista imensa de teatro, de performance, uma grande autora de teatro, uma grande escritora, uma poeta da cena”. A diversidade brasileira, segundo ele, é decisiva para o futuro das artes cênicas. “Carolina Bianchi é um exemplo dessas singularidades que podemos encontrar no teatro brasileiro, porque a cultura brasileira é de uma enorme diversidade. Também podemos encontrar no teatro brasileiro a anti-Carolina Bianchi.” Para Tiago, essa amplitude estética e intelectual precisa ainda ser “cuidada, acolhida, promovida”, sobretudo porque “grupos invisibilizados e oprimidos não tiveram ainda a oportunidade de chegar às ferramentas da criação”. Leia tambémChristiane Jatahy leva Ibsen ao tribunal de Avignon em debate sobre verdade ao lado de Wagner Moura A edição de 2026 marca também a primeira colaboração teatral entre Christiane Jatahy, Wagner Moura e Lucas Paraizo. O projeto parte de uma ideia que, segundo Tiago, “nos seduziu muito – justamente por não ser uma adaptação, mas uma continuação”. Ele explica: “O que acontece depois do fim de Um Inimigo do Povo, de Ibsen?” A estreia mundial em Salvador, seguida por apresentações no Rio de Janeiro (e posteriormente em Lisboa e Amsterdã), reforça a intenção de fortalecer a circulação da obra de Jatahy no Brasil. “Os parceiros europeus de Christiane Jatahy desejaram também contribuir para que seu trabalho estivesse mais presente no Brasil, e que [o espetáculo] fosse criado no Brasil”, afirma o diretor, que também destaca o interesse de festivais como Edimburgo e Holland Festival, coprodutores da peça, na ideia de "coesão social por meio das artes". Uma diretiva que, para ele, não se constrói por consenso, mas pela contraposição de ideias. “Como podemos reunir pessoas em torno das artes e ajudar na coesão social? Mas colocando perguntas, sem exigir pensamento único, sem exigir que todos concordem – e, assim, iniciar um debate?” O ponto de interrogação e os próximos 80 anos O ponto de interrogação que domina toda a comunicação gráfica do festival sintetiza essa postura. Tiago o escolheu como símbolo das perguntas que ele considera essenciais para os próximos 80 anos de Avignon. “Uma multidão de questões”, diz. Ele começa pelas mais urgentes: “Será que o Festival de Avignon vai poder existir ainda por 80 anos com este calor, com este clima, com a crise climática? O que vamos fazer para continuar vivendo festivais como Avignon, em meio ao calor provocado pelas mudanças climáticas? O que nos leva a nos fascinar, mesmo nós, artistas, pela questão do mal, pelos déspotas, pelos violentos? Que fascinação é essa pelo mal?”. A reflexão se estende ao tema do suicídio assistido: “Como pode a sociedade se organizar para acompanhar aqueles que decidem pôr fim à própria vida porque acham que a vida deve terminar – porque estão doentes, porque estão em sofrimento? Como podemos, socialmente, humanamente, mas também juridicamente, acompanhar essa decisão?”, questiona Rodrigues. As questões propostas por Christiane Jatahy e Wagner Moura também interpelam o festival. “Nesta sociedade da opinião pública rápida, que condena publicamente, qual é o lugar da justiça naquilo que são as nossas vidas? E como podemos participar dessa justiça e nos dar o tempo de reflexão que a justiça merece?”, sublinha o diretor. Leia tambémLia Rodrigues conduz jovens artistas em formação e amplia escuta pela diversidade em Avignon Primeiro estrangeiro a dirigir o Festival de Avignon, Tiago Rodrigues afirma que a história do evento impõe uma responsabilidade que não pode ser negociada. Ele lembra que o festival nasceu em 1947, no pós-guerra, criado por Jean Vilar e por antigos resistentes à ocupação nazista, e que essa origem define o presente. "O código genético deste festival, fundado em 1947 depois da Segunda Guerra Mundial por Jean Vilar, com ajuda de antigos resistentes contra a ocupação nazista. Seria uma traição à responsabilidade histórica deste festival e aos seus valores colaborar com a extrema direita. Esse é o meu entendimento, e é a minha responsabilidade tomar essa decisão enquanto diretor de um festival que é progressista, republicano, democrático e, portanto, nos dias de hoje, ecologista, feminista, antirracista, antifascista.” O Festival de Avignon segue em cartaz no sul da França até 25 de julho.
Confira os destaques desta semana:As intenções de Trump com o tarifaço Patrus Ananias é candidato do PT ao governo de Minas Gerais27ª Parada do Orgulho LGBTQIA+ de BH debate democracia e vai levar milhares de pessoas às ruas no domingo Este é mais um Enfim, Sexta!, com Emerson Andrada, coordenador geral do Sindieletro-MG; Iza Lourença, vereadora de BH (PSOL); e José Luiz Quadros, professor da UFMG.Ouça e compartilhe!
A Revolução Francesa (1789) foi impulsionada como resposta do povo contra a política de ajuda aos EUA na guerra de independência (1777), em detrimento da pobreza que as classes populares passavam.O que os dois processos tem em comum? Primeiro que foram os Primeiros Estados com novos sistemas Republicanos, em críticas que apareceram através de Filósofos Iluministas, que criticavam os Reinos/Impérios Absolutistas, uqe apenas governavam para si mesmos, e suas nobrezas e Clero (Igreja), e não para o povo. A Revolução Francesa não perdoou monarquistas, a ponto de executá-los em Praça Pública, decapitados por Guilhotina, como traidores da revolução e do Povo.
Será que a opinião da maioria é sempre sinônimo de verdade, ou a "unanimidade burra" está vencendo? Neste episódio, Ediney e Geison enfrentam o ditado "A voz do povo é a voz de Deus" com muita acidez, filosofia de boteco e aquele frio tradicional de Curitiba de fundo. O debate passa pela crise da qualidade musical no Spotify, as teorias de Platão sobre a arte moldar a sociedade, o clássico filme "Idiocracia" (2006) e o impacto real dos algoritmos na nossa identidade. Para fechar, eles trazem relatos bem reais (e hilários) sobre o desafio de convencer os filhos de que a escola ainda vale a pena em tempos de inteligência artificial e influenciadores digitais.Acompanhe o Primeira Pessoa do Singular nas redes sociais (@primeirapessoasingular) e não esqueça de avaliar o nosso podcast com 5 estrelas! ⭐⭐⭐⭐⭐
Miques João, candidato independente, falou à reportagem da RFI para expor as linhas mestras da sua candidatura. Este conhecido advogado é um dos quatro candidatos que disputam as eleições presidenciais de São Tomé e Príncipe deste domingo. O candidato, muito implicado na defesa do único civil condenado no caso do ataque contra o Quartel general a 25 de Novembro de 2022, afirma que o povo é que o move. A campanha, de facto, em São Tomé e Príncipe tem sido marcada por uma disputa centrada mais na confiança, estabilidade institucional e a resposta aos problemas económicos do que em confrontos políticos directos. O apelo constante à paz por parte das autoridades eleitorais e dos candidatos demonstra a preocupação em preservar a tradição democrática do país e garantir eleições livres, tranquilas e credíveis. Temos como convidado o candidato Miques João, que concorre pela segunda vez às presidenciais em São Tomé e Príncipe. Miques João, que esteve preso por razões infundadas, segundo ele, encontra-se há dez meses em liberdade e disse que não tem espírito de vingança, afirmando mesmo o que lhe move é o povo. Quem montou as suas coisas vai desmontar sozinho, ou seja, já desmontaram. Eu estou há dez meses em liberdade, como se pode aperceber, e as pessoas todas que fizeram correr ou esconder, sabem o que fizeram. Eu não tenho espírito de vingança de ninguém. As pessoas, quando fazem alguma coisa errada, eu chamo a atenção, porque não deve ser, para corrigir, mas cada um responderá pelos seus actos conforme os seus métodos. A minha preocupação e minha concentração são para o povo. É só o povo que me interessa. Porque se não fosse o povo, senhor, eu estaria morto. O povo agora quer esclarecimento e o meu objectivo é esclarecer o povo e dizer ao povo com quem pode contar, o que povo pode contar e como é que pode contar. Porque o povo agora vai decidir, é a vez do povo decidir. O povo tem que decidir de forma esclarecida para que, após tomar a decisão 19 de Julho, ser capaz de assumir ou aguentar as consequências das suas decisões durante cinco anos. Porque o poder pertence ao povo e o povo é para o povo e só para o povo, por exemplo, que eu estou a concorrer. Interrogado sobre o exercício da democracia em São Tomé e Príncipe e o papel do Presidente da República Miques João respondeu: O que temos assistido nesses 35 anos, 36 anos de democracia é confusão. Cada um quer mostrar poder e eu não estou cá para isso. O Presidente da República, eu, caso o povo assim decidir, estarei cá como árbitro para fazer o seguinte: não sou árbitro para pôr regras nisso, por ordem. Quando houver confusões, eu vou intervir para fazer parar a confusão. Nós temos essa tendência, o Presidente da República, em princípio, no âmbito dos poderes que tem na Constituição, ele tem capacidade de fazer três tipos de coisas. Eles funcionam como para estabelecer as regras e fazer o jogo democrático funcionar. A dada altura, ele também funciona como polícia. Quando houver violações, ele aplica a sanção. E, por fim, ele funciona como bombeiro para apagar fogos. Quando vemos a Assembleia com muita inconveniência, a querer sobrepor o Presidente da República, querer sobrepor-se à vontade do povo, dissolvemos a Assembleia, mandamos novamente, devolvemos poder ao povo. Está na lei. O presidente tem poder de dissolver a Assembleia e voltar a devolver poder ao povo. Admite que, se for eleito Presidente da República, trabalhará com todos os órgãos para que se possa atingir os objectivos do Estado. Enquanto Estado, esses órgãos de soberania têm que agir em interacção para exaurir o objectivo do Estado. Não podem efectivamente estar. E o Presidente tem essa função. Por isso que assegura o regular funcionamento da gestão democrática e permite que os objectivos de Estado sejam atingidos. E muita gente está a fazer confusão. Quando nós falamos dos objectivos do Estado, todos os órgãos de soberania devem concorrer para os objectivos de Estado. É por isso que existe hierarquia no Estado e o Presidente da República é o chefe do Estado. Está na Lei número 1 do artigo 77. E enquanto Chefe do Estado, cabe garantir que o Estado funciona. E é nessa conjuntura que esse exercício deve ser feito. Na lógica de que o poder que o povo nos dá, porque o poder não nos pertence, o povo dá um mandato, ora de cinco anos, ora de quatro anos, ora de três anos, para fazer cumprir o objectivo do Estado. E este mandato deve ser cumprido. O que está a acontecer em São Tomé e Príncipe é que cada um dos órgãos de soberania, uma vez eleitos ou empossados, indicados, pegam o poder que recebem, fazem como se fosse a sua propriedade e tornam-se o Estado dentro do Estado a impedir ou a tornar o estado disfuncional. Isto vai acabar. O Presidente da Republica tem aquela missão enquanto chefe de Estado, permitir que o Estado funcione, porque nós somos um colectivo. O Estado é como se fosse uma equipa de futebol. Tome o exemplo de Cabo Verde, como é que foi o jogo? O presidente da República é o treinador. Ele tem que fazer com que a máquina funcione. E fazer a máquina funcionar é começar a efectivamente aplicar a lei e fazer as pessoas entenderem que cada um tem que cumprir o seu papel. Durante muito tempo foram enganando os cidadãos. Não explicaram aos cidadãos como é que as coisas são. É assim: o governo tem o papel de executar a política do Estado, fazer gestão, executar a política do Estado. Repare bem, não se faz eleições para eleger governos nenhum em São Tomé e Príncipe. A eleição é feita para eleger deputados que compõem a Assembleia. E uma vez assembleia constituída, é preciso que o partido que ganhou ou que efectivamente pretende constituir o Governo apresente ao Presidente da República aquilo nós chamamos de sustentabilidade parlamentar. E é a partir daqui que sai o Governo. O Governo é o Executivo. Tanto o governo como órgão de soberania, como os tribunais, não são eleitos, são executivos. Os Tribunais passam por concurso, cidadão vai, concorra e tudo mais, faz concurso público a juiz. Mas dita o direito ao nome do povo, à luz do artigo 120 da Constituição, podem ver. Mas, tanto o governo como os tribunais, não são eleitos directamente pelo povo, Mas já o presidente e os deputados, sim. Tanto é que, repare, o Presidente é o chefe do Estado na hierarquia do Estado e o presidente da Assembleia é o segundo homem do Estado, porque são eleitos directamente pelo povo. Miques João é um dos quatro candidatos às presidenciais de 19 de Julho em São Tomé e Príncipe.
Até onde estamos dispostos a ir para defender a verdade e como é que o fascismo utiliza os princípios democráticos para a destruir são questões que sobressaem das entrelinhas de “Um julgamento - Depois do inimigo do povo”, uma criação da encenadora Christiane Jatahy e do actor Wagner Moura que é apresentada, a partir deste sábado e até dia 22 de Julho, no Festival de Avignon. Os dois artistas imaginaram uma continuação para a peça “Um Inimigo do Povo” (1882), de Henrik Ibsen, à luz dos dias de hoje, das "fake news", da erosão democrática, do capitalismo desenfreado e dos julgamentos sumários nas redes sociais. “A verdade acabou” é a primeira frase que se ouve da boca de Wagner Moura, o homem do cinema que reitera que quer “estar aqui”, no teatro, depois de 16 anos longe dos palcos. O espectáculo “Um Julgamento – Depois do Inimigo do Povo” é apresentado no Festival d'Avignon de 11 a 22 de Julho e questiona até onde estamos dispostos a ir para defender a verdade e a justiça. A criação da encenadora e dramaturga Christiane Jatahy e do actor Wagner Moura inspira-se na obra de Henrik Ibsen, de 1882, mas não é uma adaptação. O texto, de Christiane Jatahy, Wagner Moura e Lucas Paraizo, é a continuação da história de Thomas Stockman, “uma segunda chance” que lhe é dada para falar e tentar provar que não é o “Inimigo do Povo”. Quem decide é um “tribunal popular” composto por 11 espectadores sorteados que sobem a palco. E há dois finais para a peça. Recuemos à história do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen que é o mote para esta história: o médico Thomas Stockman denuncia a poluição de uma estância balnear para proteger a população, mas o seu irmão, Peter Stockman, silencia a denúncia porque diz que a população depende dessa fonte de rendimento para sobreviver. “A economia não pode estar na frente da vida das pessoas” versus “a vida das pessoas depende da economia”, ouvimos de ambas as partes. Esta é também a história de uma família destruída por dissensões políticas e morais. O Thomas Stockman de 2026 é interpretado magistralmente por Wagner Moura que quer mostrar que não é “um inimigo público”. E tudo começa com a frase: “A verdade acabou. Isso é o que mais me assusta. Acabou. Não existem mais factos. Só versões. E quando a verdade perde o valor, então toda essa sala, e tudo o que ela representa, se torna uma encenação”. Em palco, tudo se dilui: teatro, cinema, documentário, encenação, improvisação, verdade, manipulação. No julgamento, questiona-se, por exemplo, o que é a verdade na era das fake news e das “diferentes versões” e a própria dramaturgia vai diluindo as fronteiras entre realidade e ficção, entre actor e personagem, entre actuação e performance, com momentos em que não sabemos se os actores improvisam ou se tudo não passa de encenação. A peça é uma coprodução entre o Festival d'Avignon, o Centro Cultural de Belém (Portugal), o Holland Festival (Países Baixos), o Edinburgh International Festival (Reino Unido) e o centro de artes DeSingel (Bélgica). E foi em Avignon que conversámos com Christiane Jatahy a propósito deste trabalho que é a terceira peça que ela aqui apresenta, depois de “O agora que demora”, em 2019, e “A Hora do Lobo”, em 2021. “Todas as pessoas que tentaram transformar realidades, seja de forma revolucionária, seja porque elas se posicionaram de maneira frontal contra um sistema, elas pagaram um preço por isso. A gente admira essas pessoas porque a gente acha que essas pessoas cumpriram a sua função ética. Então, por que é que quando é sobre nós, a gente tem dúvidas? Se todos nós tivermos esse mesmo princípio, todas as possibilidades de cancelamento, todas as possibilidades de perdas diminuem porque colectivamente a gente transforma o mundo. A ideia é o seguinte: vamos deixar de ser indivíduos separados que defendem ideias, enquanto outros se escondem atrás das suas ideias. Se todos nós formos à frente defender as nossas ideias, talvez a gente possa transformar o mundo”, resume a encenadora na entrevista à RFI. RFI: Como é que surgiu a ideia de partir deste texto com Wagner Moura? Christiane Jatahy, Encenadora: “Eu e o Wagner há muito tempo que a gente desejava trabalhar juntos. Ele assistiu a um espectáculo que eu fiz em Los Angeles e ele falou, a partir dali, que ele realmente queria voltar ao teatro através do nosso encontro. A gente então começou a ler muitas coisas, a ver muitos filmes. Ele tem muita paixão por esse texto do Ibsen, mas eu disse-lhe que eu não gostaria de montar o texto como o texto é porque eu achava que a gente precisava revisitar esse texto de uma maneira mais extrema, de realmente recriá-lo. E aí eu propus a ideia do tribunal. A encenação é minha, Wagner actua e a gente trabalhou juntos no texto. Eu propus essa ideia, ele aceitou na hora e, a partir desse momento, eu comecei a pensar na estrutura dramatúrgica, a gente dialogou muito sobre isso e assinámos o texto juntos com Lucas Paraizo também que é um roteirista. Essas questões que você apresentou na introdução da sua pergunta eram sempre questões que permeavam dois pontos que permeavam muito o nosso querer para fazer esse espectáculo. Primeiro é isso: ‘A verdade acabou'. Como é que a gente sobrevive num mundo em que tudo são versões? Como é que a gente consegue, de facto, manter um diálogo quando a minha verdade não é a sua? E não é que a gente esteja debatendo uma ideia, a gente, na verdade, está completamente em contradição, como se se estivesse vivendo em dois mundos diferentes. Isso é uma questão que eu acho que é muito urgente ser discutida porque isso significa que acabou o diálogo e a gente não pode sobreviver democraticamente se não tem mais diálogo. E aí eu vou directamente à sua segunda questão. É nessa maneira e através dessa fissura que o fascismo se aproveita porque o que o fascismo faz é criar uma verdade única, o que o fascismo faz é criar um inimigo único, o que o fascismo faz é inventar uma história do passado que não representa a realidade e fazer as pessoas se movimentarem através da raiva e não de uma ideia de colectividade e cooperação, utilizando todas as ferramentas da democracia e, na verdade, atingindo e atirando em tudo que é provocador do pensamento - a cultura, a os estudos, a universidade... Então, todas essas coisas estão subliminarmente dentro da peça, mas elas são os motores que nos moveram a criar esse espectáculo.” O teatro é transformado em tribunal popular e quebra os limites da quarta parede com o papel do público. Estamos habituados, no seu trabalho, a que o público participe, mas aqui ainda vai mais longe: o público absolve ou condena. Por que é que decidiu dar este papel ao público? “Porque quando eu pensei que não teria sentido montar a peça como ela é - para mim porque para outras pessoas pode ter - eu não queria trazer uma resposta sobre se ele é ou não é um inimigo do povo e se ele é ou não é um herói. Interessava-me, na verdade, levar essa questão para o público e ter essa resposta. Foi daí que veio a ideia do tribunal e a ideia de que o público, a cada noite, através da percepção do que ele está vendo, de diferentes pontos de vista e, portanto, a abertura ao diálogo com o público e de algumas questões que eles possam colocar, que a gente chegasse num veredicto que sempre nos surpreende e é muito interessante em cada lugar.” Há dois finais? “Há dois finais. Um final que é um monólogo caso ele seja considerado inimigo do povo e um final que é um outro monólogo, caso ele não seja considerado, como aconteceu na noite de ontem [ensaio geral de 10 de Julho].” Há uma tela para depoimentos audiovisuais, há gravações de telemóvel, há câmaras presenciais, há palco e bastidores ao mesmo tempo e há bastidores que entram no palco. Mais uma vez, a Christiane elimina as fronteiras entre teatro e cinema, nomeadamente com um actor de cinema que volta ao teatro. Também apaga os limites entre documentário e ficção, entre encenação e improvisação. Qual é o significado de todas estas camadas, estas transposições? “Essas são camadas que eu realmente exploro. Eu sempre digo que tem fronteiras que me interessa trabalhar, não para fixá-las, mas para expandi-las e são exactamente essas que você descreveu. Primeiro, respondendo a essa questão, o Wagner traz o cinema. Então, quando ele diz que ele joga com a questão do cinema e do teatro, do final perfeito para um filme, a gente está, de facto, através da presença dele, ressignificando a questão do cinema no teatro. Eu acho que isso é importante dizer, sem projecção, sem nada, só com discurso e a sua própria presença. E como a cada espectáculo me interessa que o cinema entre de uma forma muito dramatúrgica, completamente conectado ao que a gente está contando e não como uma exposição da projecção do que nós estamos contando, no sentido da amplificação da imagem, o cinema, nesse caso, entra como prova, entra como caminho para os testemunhos que não estão ali se poderem expressar. Como tantos tribunais online que a gente tem hoje em dia, inclusive o tribunal da próprias redes sociais que se dá através de recortes de imagens, de edições, de coisas, de manipulação das imagens. Então, e para finalizar a resposta, para mim o teatro entra na ficção, ele dá espaço para a ficção quando a gente mostra que a gente está no teatro, que o espaço é o teatro, que os bastidores estão presentes, mas que o que está acontecendo ali transforma em algo que é real. Então, nesse jogo entre ficção e realidade, para mim é muito importante que todos os dispositivos do teatro estejam muito evidentes.” E a própria improvisação também permite a entrada, se calhar, do real no próprio palco. “Completamente.” A peça questiona até onde estamos dispostos a ir para defender os nossos ideais e a verdade, mas também mostra, como disse, que o fascismo utiliza os princípios democráticos para nos manipular. A peça deixa inclusive instalar-se a dúvida sobre se vale a pena comprometermos tudo, a família, a comunidade, em nome da verdade. Como é que conseguem fazer isto e até que ponto não é perigoso mostrar que a verdade pode ser só performativa? “Primeiro eu acho que o imperativo moral tem que ser maior do que o medo do que pode acontecer em relação à economia. Eu acho que isso é uma coisa que está na peça e que a gente tem que falar como sociedade. A gente precisa defender o imperativo moral, a gente precisa proteger a sociedade, mas a gente não pode se deixar dobrar pelo mercado. E isso é uma discussão sobre o capitalismo que a gente não tem como não pensar quando está tudo realmente interligado e é evidente. Eu acho que – e eu acho bonito como o Wagner toma isso para ele - quando você defende uma ideia, você vai pagar um preço por ela. A gente sabe. Todas as pessoas que tentaram transformar realidades, seja de forma revolucionária, ou seja porque elas se posicionaram de maneira frontal contra um sistema, elas pagaram um preço por isso. A gente admira essas pessoas porque a gente acha que essas pessoas cumpriram, na verdade, a sua função ética. Então, por que é que quando é sobre nós, a gente tem dúvidas? Se todos nós tivermos esse mesmo princípio, todas as possibilidades de cancelamento, todas as possibilidades de perdas diminuem porque colectivamente a gente transforma o mundo. Então, eu acho que é o contrário. A ideia é o seguinte: vamos deixar de ser indivíduos separados que defendem ideias, enquanto outros se escondem atrás das suas ideias. Se todos nós formos à frente defender as nossas ideias, talvez a gente possa transformar o mundo.” O problema de transformar o mundo é que a maioria é quem ganha e Wagner Moura, Thomas Stockmann, diz na peça que “é preciso proteger a minoria da maioria” e que “a maioria nunca tem razão”. O que é que faz de Thomas Stockmann, esta peça e a forma como vocês a reinventaram algo absolutamente contemporâneo? “Bom, antes eu vou responder sobre a questão da maioria e da minoria porque eu acho que é interessante pensar que a gente nomeia a minoria como se a minoria fosse menos e a minoria, na verdade, sempre é mais. Existem muito mais pessoas que são consideradas minorias do que realmente a maioria. A maioria, na verdade, é quem tem o poder. Aí a gente vai falar – e falamos disso na peça - quantas democracias têm eleito pessoas que não representam as minorias que algumas vezes as estão elegendo? Isso faz parte da manipulação que a gente estava falando antes. Então, acho que essa colectividade de mudança tem a ver com tentar denunciar essa manipulação, conseguir fazer com que as pessoas percebam que estão sendo manipuladas e que não vão ganhar com isso. Mas isso é uma discussão que eu não tenho resposta, mas é para a gente pensar.” Além dessa parte da manipulação, que é absolutamente contemporânea na forma como os políticos ganham as eleições, que outras questões tornam esta personagem muito contemporânea? Por exemplo, em França, militantes ecologistas chegaram a ser chamados de ‘ecoterroristas”… “Eu acho que, na verdade, a gente coloca em pauta essa discussão sobre onde é que determinadas posições ultrapassam o limite democrático e questionam o valor democrático. Acho que a gente já viu democracias causando barbáries, mas, por enquanto, a única solução que a gente tem é a democracia. Ao mesmo tempo, é óbvio que quando a gente coloca na boca de Thomas Stockmann, o personagem ético da história, frases como essa - e eu acho que é importante dizer que em toda a peça são as únicas frases que pertencem ao Ibsen quando a gente ouve no gravador - eu acho que a gente está falando, na verdade, sobre uma coisa que também está na peça que é heróis perfeitos não existem.” Há outra frase que fica. No final, Wagner Moura diz: “Todas as vezes que penso nos meus filhos, lembro-me que o ser humano pode ser terrível, mas também pode ser extraordinário”. Quer-me falar por que é que colocou esta nota no final? “Primeiro, eu acho que é importante dizer que a gente fala muito de política em toda esta entrevista, mas essa peça fala de família. Essa peça fala sobre os afectos profundos familiares, como é que a questão política externa está dentro das famílias, como é que isso é inseparável, indissociável e a gente viveu muito isso no Brasil, de como é que as questões políticas podem realmente destruir e criar guerras familiares. O que acontece nesta peça é isso. Essa é uma das últimas frases que o Wagner Moura fala que eu acho realmente muito comovente e é sobre uma utopia e uma distopia na mesma frase. É um pouco tudo isso que a gente conversou aqui. De facto, a gente pode ser terrível, mas se a gente lembrar que a gente também pode ser extraordinário, talvez a gente possa voltar a essa ideia não só de mudar o mundo, mas de tentar deixar o mundo - como também é dito na peça - para os nossos filhos, para os nossos netos e, com sorte, para os nossos bisnetos.”
Olá camaradas!Neste episódio Jean Rodrigo junto com Marcus Mauro falaremos sobre O Financiamento pra Savage Worlds - Rebeldes de Havenwood e o Zoológico do Povo-Fera pela Odyssey Editora! E aí, preparado pra enfrentar a tirania com seu grupo de animais aventureiros?Slava!Curte nosso trampo, camarada?Nos apoie através do: apoia.se/lenindragonsrpgParticipe do FC da Odyssey: https://meeplestarter.com.br/savageworlds-o-melhor-do--swagConheça nossa loja em parceria com a Geek Paralelo: https://montink.com/geek-paralelo/produto=lenindragons Use o cupom LENINDRAGONS e ganhe 10% de desconto em nossos produtos.Conheça nossos parceiros da Diadoramas: https://diadoramas.com.br com o cupom CAMARADORIM ganhe 10% de desconto em toda a loja. Acesse: www.101games.com.br com o cupom LENINDRAGONS10 você recebe 10% de desconto. E pra finalizar, acesse: https://universosimulado.com.br com o cupom UNIVERSOLENINDRAGONS para você receber 10℅ de desconto.Toda compra com nossos cupons nos ajuda e ajuda nossos parceiros!
Art. 1º A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO e tem como fundamentos: I – a SOBERANIA; Parágrafo único. Todo o poder emana do POVO, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta CONSTITUIÇÃO). Como foi nos TEMPOS de Noé, assim será a vinda do Filho do Homem. Assim como, nos dias anteriores ao DILÚVIO, comiam, bebiam, casavam e se davam em casamento, até o dia que Noé entrou na arca, IGNORARAM, ATÉ QUE VEIO O DILÚVIO, E LEVOU A TODOS, ASSIM SERÁ TAMBÉM A VINDA DO FILHO DO HOMEM. Haverá TERREMOTOS em vários lugares. ESTE EVANGELHO SERÁ ANUNCIADO EM TODO O MUNDO, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim. O FILHO DO HOMEM VEM COM PODER, COM OS SEUS ANJOS, E DARÁ A CADA UM SEGUNDO AS SUAS OBRAS. QUEM NÃO É COMIGO É CONTRA MIM. QUEM COMIGO NÃO AJUNTA, ESPALHA. No MAR, veio uma grande TEMPESTADE, AS ONDAS subiam por cima do barco, de forma que se enchia. E Jesus estava na ponta do barco, dormindo confortavelmente, e o acordaram: Mestre, não se importa? Acordando, REPREENDEU O VENTO, E O MAR: CALADO, QUIETO. E OBEDECERAM. POR QUE ESTÃO COM TANTO MEDO? E DIZIAM, COM MEDO: QUEM É ESTE, QUE ATÉ O VENTO E O MAR OBEDECEM? PRESTEM BASTANTE ATENÇÃO: NÃO ACUMULEM RIQUEZAS NA TERRA, onde a traça e a ferrugem corroem tudo, e onde os ladrões destroem e roubam (=o ladrão = FANÁTICOS LÍDERES RELIGIOSOS vem senão roubar, matar, destruir...). ACUMULEM RIQUEZAS NO CÉU (=JUÍZO, JUSTIÇA, CONSCIÊNCIA), onde não tem traça, ferrugem, ladrões. Porque onde estiver a sua RIQUEZA, ali estará também a sua ALMA. A LUZ DO CORPO SÃO OS OLHOS. SE OS SEUS OLHOS FOREM JUSTOS, TODO O SEU CORPO TERÁ LUZ. SE NÃO FOREM, TODO O SEU CORPO SERÁ TREVAS. SE, A LUZ EM VOCÊS SÃO TREVAS, SERÃO GRANDES TREVAS. NINGUÉM PODE SERVIR A DOIS SENHORES. NÃO PODEM SERVIR A DEUS E A MAMOM. Por isso eu afirmo: Não andem ansiosos quanto à sua vida, pelo que comer, beber, vestir (=não sejam gananciosos, avarentos, soberbos...). Não é a vida mais do que todas estas coisas? Vejam as AVES, que não semeiam, não colhem, não acumulam em depósitos. E O PAI AS ALIMENTA. Vocês não têm muito mais valor do que elas? Qual de vocês poderá acrescentar um centímetro à sua altura? Quanto a roupa? Vejam os LÍRIOS do campo, como crescem, não trabalham nem fabricam. E EU AFIRMO QUE NEM MESMO SALOMÃO, EM TODO O SEU PODER, SE VESTIU COMO ELES. Se Deus veste a planta, que hoje existe, e amanhã é queimada, não vestirá vocês? Não andem dizendo: Que comeremos, que beberemos, que vestiremos? Todas estas coisas os gentios buscam. O PAI SABE que necessitam delas. MAS, PROCUREM PRIMEIRO O REINO DE DEUS, E A SUA JUSTIÇA. Não se inquietem, pelo dia de amanhã, o dia de amanhã cuidará dele mesmo. BASTA CADA DIA O SEU MAL. QUEM ENSINOU VOCÊS A FUGIR DA IRA FUTURA?Mateus 24:37-39,7,14; 16:27; 12:30; 8:23-27; 6:19-34; 3:7 DO MEIO AMBIENTE: ART. 225. TODOS TÊM DIREITO AO MEIO AMBIENTE ECOLOGICAMENTE EQUILIBRADO, BEM DE USO COMUM DO POVO E ESSENCIAL À SADIA QUALIDADE DE VIDA, IMPONDO-SE AO PODER PÚBLICO E À COLETIVIDADE O DEVER DE DEFENDÊ-LO E PRESERVÁ-LO PARA AS PRESENTES E FUTURAS GERAÇÕES. A MIM VEIO A PALAVRA DO SENHOR: FILHO DO HOMEM, DA VIDEIRA E DOS RAMOS, SE TIRA MADEIRA PARA FAZER ALGUMA OBRA? É JOGADO NO FOGO. TUDO É CONSUMIDO. SERVIRIA PARA ALGUMA COISA? SE INTEIRO NÃO SERVIA PARA NENHUMA OBRA, MUITO MENOS CONSUMIDO PELO FOGO. COMO A VIDEIRA ENTRE OUTRAS ÁRVORES, QUE TENHO JOGADO NO FOGO, ASSIM FAREI COM JERUSALÉM. SABERÃO QUE EU SOU O SENHOR, ESTAREI CONTRA ELES. SERÃO DESTRUÍDOS, PORQUE TRANSGREDIRAM (=ÁRVORE E RAMOS INÚTEIS; AMALDIÇOADA).Ezequiel 15:1-8 Art. 37. XXII – § 1º § 2º § 4º § 16CF-Edição STF
Art. 1º A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO e tem como fundamentos: I – a SOBERANIA; Parágrafo único. Todo o poder emana do POVO, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta CONSTITUIÇÃO). O JUÍZO DE CRISTO É LOUCURA PARA OS QUE PERECEM. SE ALGUÉM REJEITAR JESUS CRISTO, SEJA ANÁTEMA!1 Coríntios 1:18; 16:22 Depois de três dias, os pais de JESUS o acharam no templo, sentado entre os "doutores", ouvindo e interrogando eles. E os que o ouviam se impressionavam com a sua inteligência e respostas. NÃO SABEM QUE ME CONVÉM TRATAR DAS COISAS DE MEU PAI? E JESUS CRESCIA em sabedoria, e em altura, com DEUS e as pessoas. E OS DEZ LEPROSOS? (=LEPROSOS SÃO RECOLHIDOS, EXCLUÍDOS, PRESOS = MUITOS LEPROSOS HAVIA EM ISRAEL NO TEMPO DO PROFETA ELISEU, E NENHUM DELES FOI LIMPO, SENÃO NAAMÃ, O SIRIO). QUEM NÃO É COMIGO É CONTRA MIM. E QUEM COMIGO NÃO AJUNTA, ESPALHA. HAVERÁ SINAIS NO SOL, NA LUA, NAS ESTRELAS. E NA TERRA ANGÚSTIA ENTRE AS NAÇÕES, PELO BARULHO DO MAR E DAS ONDAS. PESSOAS DESMAIANDO DE MEDO, POR CAUSA DAS COISAS QUE VIRÃO NO MUNDO. OS PODERES DO CÉU SERÃO ABALADOS. E VERÃO VIR O FILHO DO HOMEM NUMA NUVEM, COM GRANDE PODER.Lucas 2:46-52; 17:11-17; 4:27; 11:23; 21:25-27 DO MEIO AMBIENTE: ART. 225. TODOS TÊM DIREITO AO MEIO AMBIENTE ECOLOGICAMENTE EQUILIBRADO, BEM DE USO COMUM DO POVO E ESSENCIAL À SADIA QUALIDADE DE VIDA, IMPONDO-SE AO PODER PÚBLICO E À COLETIVIDADE O DEVER DE DEFENDÊ-LO E PRESERVÁ-LO PARA AS PRESENTES E FUTURAS GERAÇÕES. A MIM VEIO A PALAVRA DO SENHOR: FILHO DO HOMEM, QUANDO UMA NAÇÃO SE REBELAR CONTRA MIM, A MINHA MÃO PESARÁ CONTRA ELA. MESMO QUE ESTIVESSEM NO MEIO DELA: NOÉ, DANIEL, JÓ, APENAS ELES PELA SUA JUSTIÇA, LIVRARIAM AS SUAS ALMAS.Ezequiel 14:12-14 Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (Redação dada pela EC n. 19/1998)XXII – as administrações tributárias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, atividades essenciais ao funcionamento do Estado, exercidas por servidores de carreiras específicas, terão recursos prioritários para a realização de suas atividades e atuarão de forma integrada, inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais, na forma da lei ou convênio. (Incluído pela EC n. 42/2003) § 1º A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos. § 2º A não observância do disposto nos incisos II e III implicará a nulidade do ato e a punição da autoridade responsável, nos termos da lei. § 4º Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, aindisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível. § 16. Os órgãos e entidades da administração pública, individual ou conjuntamente, devem realizar avaliação das políticas públicas, inclusive com divulgação do objeto a ser avaliado e dos resultados alcançados, na forma da lei. (Incluído pela EC n. 109/2021)Constituição Federal-Edição STF
Texto Bíblico base deste vídeo: Êxodo 13.17-22 e 15.22-16.1Tema: A viagem do povo de Deus até a terra prometidaPregador: Pastor Thiago de Souza Dias
Temas da Semana: - Um Julgamento depois de O Inimigo do Povo (02:40) - The Bear s05 (10:35) - Spider Noir (17:10) - Super Girl (21:55) - Criminal Record (26:45)
Painel – Gás do Povo e Pobreza Energética Renato Dutra | MME Hugo Leal | Deputado Federal Dario de Paula | MME Analúcia Faggion Alonso | MDS
O Festival de Avignon arrancou a 4 de Julho, e junta, durante três semanas, milhares de pessoas, para esta 80ª edição. Este é o epicentro da história contemporânea do teatro, dirigido pelo encenador, dramaturgo e actor português Tiago Rodrigues. Este ano, há 47 espectáculos, dois de encenadoras lusófonas e a língua convidada é o coreano. Há uma maioria inédita de criadoras mulheres e a linha de força é um enorme ponto de interrogação estampado um pouco por todo o lado nas ruelas da cidade francesa. O teatro anda à solta, sem rédeas, pela cidade de Avignon. Bem-vindos ao “país do teatro, à república independente das artes performativas”, nas palavras e na companhia de Tiago Rodrigues, um dos fazedores desta “fábrica de memórias inesquecíveis para o público”. Uma dessas “memórias” é a primeira maratona teatral em português, de dez horas, com a apresentação, a 12 e 13 de Julho, da Trilogia Cadela Força de Carolina Bianchi. Outra é o espectáculo de cinco horas do francês Julien Gosselin, “Maldoror”, que Tiago Rodrigues acredita que “vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial”. E outra, ainda, é a peça “Um julgamento - Depois do inimigo do povo” que descreve como “uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita, repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura e com um elenco magistral à volta de Wagner Moura que tem uma prestação absolutamente sublime”. Nesta 80ª edição, “os questionamentos” são a bandeira de um festival que sempre foi sintoma e espelho dos tempos que correm. Este é também “um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade”, reitera o artista, destacando que “em França, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação estão a ser ameaçadas”. Mais ainda, em França – diz – “já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios”. E, assim, a menos de um ano das próximas eleições presidenciais em França, onde a extrema-direita cresce, Tiago Rodrigues, enquanto director desta instituição e não apenas como cidadão e autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas”, toma já posição e pede às pessoas para não deixarem a extrema-direita chegar ao Palácio do Eliseu. Tiago Rodrigues, português, emigrante, inscreve-se numa longa linhagem histórica de emigração portuguesa para França, mas esta é também uma história familiar e é a história que inspira o seu próximo espectáculo, revelou à RFI em primeira mão. O pai, Rogério Rodrigues, exilou-se em França durante o Estado Novo, o filho é agora o director do maior festival francês de artes cénicas e serve com a sua arte o que chama de “dívida de gratidão” que tem com a sociedade francesa por ter acolhido o pai quando este precisava. RFI: Queria começar com uma expressão que o Tiago Rodrigues gosta muito de usar, que é “o país do teatro”. O festival está na 80ª edição. Até que ponto Avignon continua a ser a capital mundial do teatro? Tiago Rodrigues, Director do Festival de Avignon: “Eu acho que cada vez mais, com o passar do tempo, aquilo que era uma utopia imaginada por Jean Vilar, o encenador que em 1947 funda este festival logo a seguir à Segunda Guerra Mundial, numa sociedade muito dividida e pensa que talvez um festival durante as férias das pessoas - e é preciso relembrar que as férias pagas eram uma novidade na época - durante as férias pagas das pessoas, podia ser um festival que permitisse ao público viver experiências que eles não teriam oportunidade, nem tempo para viver durante o ano, portanto, grandes aventuras teatrais em lugares monumentais que obrigariam a viajar. E é assim que nasce esta ideia, esta utopia de um país do teatro. Um lugar onde viajamos como quem viaja para fazer turismo, como quem viaja para se repousar. E aqui viajamos, sim, pelo turismo, pelo repouso, mas sobretudo pela descoberta dos espectáculos, pela descoberta de uma grande quantidade de estéticas e de visões de um mundo muito diferentes entre si. O tempo fez com que, ao fim de 80 edições, possamos dizer que este é o país do teatro, a república independente das artes performativas. O público vem precisamente com essa sede de ver espectáculos que talvez não tivesse tempo de ver durante o ano. Por exemplo, 'Maldoror', o espectáculo de Julian Gosselin, um grande encenador que dirige o teatro do Odéon, um dos teatros nacionais franceses, e que faz um espectáculo de cinco horas, poderíamos dizer que cinco horas é ambicioso, mas é um espectáculo magistral. O que nós vemos é que ao fim das cinco horas, por volta das duas e meia, três da manhã, todo o público está lá, aplaudiu de pé e viveu essa aventura colectiva que é singular, que só se vive em Avignon, estar num palácio sob as estrelas e ver uma obra de arte que, no meu entender, este ‘Maldoror' vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial.” É português, é o primeiro director estrangeiro a dirigir o festival. Esta é a sua quarta edição como director. Conhece os talentos e as dificuldades das artes performativas portuguesas, brasileiras, de dança contemporânea moçambicana e cabo-verdiana, por exemplo, mas este ano só há duas peças lusófonas no cartaz… “Eu permito-me corrigir o “só”, “só há”. O Festival de Avignon é um festival de nomes de expressão mundial e, portanto, é um festival que tem que estar atento a tudo o que se passa no mundo. Saber que, por exemplo, este ano há duas artistas brasileiras e saber que estas duas artistas brasileiras lusófonas, Christiane Jatahy e Carolina Bianchi, que são duas das grandes artistas desta edição, são duas artistas que vêm de um só país lusófono, numa possibilidade de mais ou menos - é discutível a quantidade de países que existe no mundo, mas digamos que são duas centenas, porque depois há questões de legitimidade de algumas fronteiras, etc - mas digamos que em 200 países haver dois espectáculos, ambos vindos do Brasil ou de criadores brasileiros, criadoras neste caso, é, de qualquer das formas, um foco muito importante, uma atenção muito importante. Há muitos países que não estão representados no festival. Este ano, há uma representação de 14 países e, portanto, digamos que a maioria dos países do mundo não estão presentes no ano. A criação lusófona tem duas presenças e, portanto, acho que estamos numa quantidade, numa proporção muito benéfica para a criação lusófona.” Mas o que eu queria mesmo saber - e já percebeu onde quero chegar - é quando é que Avignon vai convidar a língua portuguesa? “Bom, o que eu posso dizer é que recentemente fui reconduzido para um segundo mandato, portanto, serei director do Festival até 2030. E estou muito feliz, muito vaidoso mesmo dessa possibilidade, mas também é um grande privilégio e uma grande responsabilidade também. E sem dúvidas que a língua portuguesa, eu digo desde o início, tem todo o mérito, toda a riqueza, toda a diversidade contemporânea e, sobretudo, toda a grande qualidade das criadoras e dos criadores, sejam portugueses, brasileiros, moçambicanos, angolanos, cabo-verdianos para estar presente no festival. Eu recordo que a lusofonia tem estado muito presente nos últimos anos no festival. No ano passado, a abertura do festival fez-se com uma artista cabo-verdiana, Marlene Monteiro Freitas, foi a primeira vez que Cabo Verde esteve na Cour d'Honneur du Palais des Papes e abriu este festival, ainda por cima no ano em que se celebrava os 50 anos da independência desse país-irmão do meu país-natal, Portugal. E, portanto, temos feito um trabalho de abertura, de aproximação do público de Avignon à criação lusófona ou em língua portuguesa. Sem dúvida que até 2030 a língua portuguesa será certamente uma das línguas convidadas no festival.” A Carolina Bianchi vem ao Festival de Avignon pela segunda vez para apresentar não só o terceiro capítulo da sua Trilogia Cadela Força aqui iniciada, como a trilogia completa, o que perfaz dez horas seguidas de maratona teatral. Isto também é histórico. Já houve maratonas teatrais em Avignon, mas em língua portuguesa, se calhar não… “Em língua portuguesa nunca houve uma aventura destas e estamos muito felizes de poder acompanhar a Carolina e toda a sua equipa da Companhia Cara de Cavalo nisto, que é uma aventura inédita. É o tipo de aventuras que só se pode viver em Avignon, dez horas de teatro. Antes que Carolina Bianchi fosse conhecida do público francês ou europeu, apresentámo-la pela primeira vez em 2023 e logo na altura sabíamos que estávamos comprometidos com continuar a acompanhar a sua trilogia. Entretanto, Carolina Bianchi ganhou o Leão de Prata da Bienal de Veneza, tornou-se numa artista absolutamente reconhecida a nível não apenas europeu, mas mundial. Queríamos estar no lugar do término desta trilogia, a acompanhar a aventura até ao fim e, sobretudo, permitir ao público de descobrir pela primeira vez a trilogia completa inédita. É uma grande aventura para a companhia, que exige enormemente. Também exige do público e das equipas técnicas e de acolhimento. Estamos muito felizes aqui em Avignon de poder propor ao público estas aventuras, porque, como nós costumamos dizer, nós queremos ser uma fábrica de memórias inesquecíveis. E é isso que queremos propor: uma memória inesquecível ao público.” A encenadora brasileira Christiane Jatahy também traz uma peça com um forte teor político. Qual é este alerta também em língua portuguesa que esta peça traz para os dias de hoje? “Christiane Jatahy, acompanhada de Wagner Moura, grande actor que foi este ano nomeado para os Óscares, que ganhou o Globo de Ouro, que ganhou o prémio de interpretação masculina em Cannes no ano passado e, portanto, de alguma forma, é um dos grandes protagonistas deste festival, juntaram-se para - ele actor, ela encenadora, mas ambos como autores do texto deste espectáculo - nos apresentarem um espectáculo que não é uma adaptação de ‘Um Inimigo do Povo' de Henrik Ibsen, mas que se inspira dessa história do dramaturgo norueguês para inventar um processo em tribunal onde se pergunta se alguém que denunciou a contaminação das águas de uma cidade é um herói que tentou ajudar as pessoas, salvar a saúde das pessoas, ou se é um inimigo do povo, alguém que destruiu a economia dessa cidade que dependia das termas, de um spa e dos turistas que vinham. Há um julgamento dessa pessoa e é um julgamento muito também sobre o risco dos julgamentos populares em opinião pública na época das redes sociais, na época em que toda a gente pode exprimir uma opinião, caluniar, difamar e destruir uma reputação publicamente muito facilmente. É uma questão de debate sobre a legitimidade de um gesto político de denúncia, sobre o diálogo entre saúde pública e a economia, essa tensão, também sobre a ecologia muito presente no espectáculo e é, sobretudo, uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita e repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura, com um elenco magistral à volta de Wagner Moura, que tem uma prestação absolutamente sublime. Uma peça que nos chega agora de Lisboa, esteve mesmo agora em Portugal em digressão e que é o resultado de uma encomenda que o Festival de Avignon fez com o Holland Festival de Amsterdão e com o Festival de Edimburgo, que são os três festivais europeus fundados no mesmo verão de 1947. Juntos queremos colaborar, continuar a colaborar também para o ano, quando fizermos 80 anos os três festivais e, para este início de colaboração, lançámos o desafio a Christiane Jatahy e a Wagner Moura de criar esta peça e estamos muito felizes. É uma das peças pilar da programação do festival este ano. E muito feliz também que seja a segunda peça falada em português.” Desde a sua primeira edição como director artístico do festival, apresentou “Na Medida do Impossível” e “By Heart” em 2023, “Hécuba, não Hécuba”, em 2024, “A Distância”, em 2025. Antes de ser director, já tinha apresentado “António e Cleópatra”, “Sopro” e “O Cerejal”. Este ano não apresenta peça sua. Posso perguntar porquê? “Porque acho que é importante que o meu trabalho artístico esteja sempre ao serviço do festival e nunca o contrário. E isso exige equilíbrio. Exige, no meu entender - e é a escolha responsável que eu tento fazer - que o meu trabalho não esteja necessariamente sistematicamente presente enquanto artista na programação do festival para deixar espaço a outros, para permitir precisamente que o festival não trabalhe a meu favor, mas o contrário, que quando eu apresento um trabalho, uma peça, um espectáculo no Festival de Avignon, seja para contribuir à programação e também contribuir, de certa maneira, à economia do festival. As digressões dos meus espectáculos produzem receitas que favorecem o festival e que nos permitem convidar outros artistas do festival. E, portanto, eu acredito que o director do Festival de Avignon ou a directora, se forem artistas, devem fazer o seu trabalho no festival, mas devem fazer com a medida que permite que seja o seu trabalho a estar ao serviço do festival e nunca o contrário, como disse. O Tiago Rodrigues é imigrante em França. Não vai poder votar nas presidenciais francesas do próximo ano porque é preciso nacionalidade francesa para isso. Como é que o autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas” olha para estas eleições, nomeadamente depois de Marine Le Pen ter confirmado que se vai candidatar? “Não é apenas o autor de ‘Catarina e a Beleza de Matar Fascistas' ou o cidadão Tiago Rodrigues, mas é também o director do Festival de Avignon que toma posição e a posição é muito clara. O Festival de Avignon já pôde fazê-lo no passado, nas legislativas de 2024, que aconteceram ao mesmo tempo que o festival. O Festival de Avignon fez apelo a uma barragem à extrema-direita e, portanto, à União Nacional de Marine Le Pen, e fez um apelo ao voto no campo democrático. Eu não considero, o Festival de Avignon institucionalmente não considera, que a extrema-direita pertence ao campo democrático. A nossa posição é muito clara. Fazemos um apelo à participação nas eleições e é uma barragem clara, sem ambiguidades, à extrema-direita. Será também o caso para as presidenciais, como foi, aliás, para as municipais de Avignon, onde a extrema-direita perdeu uma derrota forte depois também de o festival ter tomado posição e ter anunciado que não trabalharia com a extrema-direita se esta tomasse o poder na cidade de Avignon. Felizmente não foi o caso e não será o caso, eu creio, também nas presidenciais. Sinto muita confiança na lucidez democrática das francesas e dos franceses.” Avignon é, historicamente, a cidade-teatro aberta à contestação, o festival sempre foi politicamente atravessado pelo seu tempo, como acaba de dizer, assim como em Maio de 68, os debates pós-coloniais, as crises migratórias. Este ano, qual é a causa a atravessar esta edição? “Cada Festival de Avignon é, por um lado, um sintoma de implicação com a actualidade, com os grandes fenómenos da actualidade e, portanto, a cada festival vemos novas questões, novas causas, novos debates a surgirem. E é também por isso que este ano quisemos celebrar esta 80ª edição, pondo as questões e os questionamentos no centro do discurso. Este é um festival que desde 1947, por 80 ocasiões, colocou questões ao mundo, as questões dos artistas, acompanhando os artistas a criar espectáculos que traduzem os seus questionamentos e permitindo ao público de se apropriar destas questões para ter os seus debates. O Festival é muito conhecido pelos seus debates, apaixonantes e apaixonados, por vezes bem intensos, e nós gostamos que seja assim. Gostamos que seja assim, aqui no Café das Ideias, onde estamos e onde acontecem todas as manhãs grandes debates, mas também nas ruas, nas praças, espontaneamente. Discutindo espectáculos, nós discutimos o mundo e questionamos o mundo. Este ano, como todos os anos, julgo que a questões que atravessam a actualidade, seja questões ligadas, por exemplo, às eleições presidenciais, questões ligadas à crise climática, às vagas de calor e à aceleração de medidas que os governos têm que tomar para combater a crise climática, defender a biodiversidade, mas também a vida e o bem-estar das pessoas e questões que são intemporais. Este ano temos, por exemplo, dois Hamlet, portanto, a questão de ‘ser ou não ser', que já existe há 400 anos, aqui está de novo. É esta mistura de questão política e questão íntima, de questão pública e questão individual, que anima a cada ano o festival que quer continuar a ser um festival de liberdade de expressão, de implicação com o mundo, mas com uma grande pluralidade de pontos de vista. Não é um festival de pensamento único que está aqui para convencer as pessoas seja do que for. É um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade, e deve dizer-se isto várias vezes, numa França onde, infelizmente vemos, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação a ser ameaçada. A França não é imune a isso. Já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios de França. Aqui em Avignon, a primeira coisa que podemos fazer para responder a essa ameaça é praticar toda a liberdade de criação, toda a liberdade de expressão.” É essa a sua assinatura mais pessoal nesta edição? Reafirmar a liberdade de criação junto dos artistas, dar-lhes um espaço seguro aqui no festival? “Eu não acredito em assinaturas pessoais. Isto é o trabalho de mais de 700 pessoas que organizam este festival. O pensamento do festival não emana apenas de mim, é de dezenas de pessoas, de centenas de discussões, ele emana dos artistas e emana do público. E eu convido sempre quem me coloca essa questão de ‘Qual é a marca que tu, enquanto director, queres imprimir? Qual é o teu cunho pessoal?' O meu cunho pessoal é: Perguntem às pessoas na rua o que sentem em relação a este festival, como estão a vivê-lo. É permitir colocar-me ao serviço desta história, desta aventura colectiva que atravessa gerações. São os filhos que transmitiram aos netos, que transmitem aos vindouros este amor do teatro e este amor de poder juntar-se sem ser à volta de uma mesma ideia, juntar-se à volta do debate, à volta do facto de podermos estar juntos, felizes, a desfrutar das artes do teatro em desacordo. Este desacordo é o princípio do diálogo e o diálogo é o fundamento da democracia.” Falou da questão da filiação, da transmissão intergeracional. Está em França há quatro anos. Emigrou como o seu pai e como tantos milhares de portugueses o fizeram no século XX, durante a ditadura portuguesa. O seu pai foi acolhido pela França e o Tiago é convidado pela França para dirigir o maior festival de teatro francês, quando justamente há esta ameaça de a extrema-direita chegar ao poder. Isto é uma história que poderia dar uma peça de teatro. Qual é o poder simbólico desta história no contexto político actual? “Devo dizer que, enquanto director do Festival de Avignon, português, saber que estou ao serviço desta aventura, dos valores democráticos, republicanos, progressistas deste festival que é um festival também ecologista, feminista, anti-racista porque defende esses valores da democracia, da liberdade, da igualdade, da fraternidade, saber-me ao serviço destes valores, através deste festival, é para mim, de alguma forma, tentar também pagar a dívida de gratidão que tenho em relação à sociedade francesa que acolheu o meu pai quando o meu pai precisava de ser acolhido.” Obrigada por continuar a transmitir esta história e obrigada por também transmitir a história da emigração. “Vou dizê-lo para a RFI, é a primeira vez que falo disto publicamente: acho que será o tema do meu próximo espectáculo.”
A ida do primeiro-ministro aos Estados Unidos para assistir ao jogo da selecção de futebol contra Espanha (o terceiro em cinco jogos da selecção no Mundial 2026) não caiu bem junto da oposição. Hugo Soares, líder da bancada parlamentar do PSD, saiu em defesa do primeiro-ministro, declarando que os sociais-democratas são "do povo" e "gostam de futebol".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Episódio postado em 03 de julho de 2026. No Foro de Teresina desta semana, Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros analisam os novos desdobramentos da crise na campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, após Michelle Bolsonaro deixar a presidência do PL Mulher e aprofundar o racha na família e no partido. No segundo bloco, o trio discute os bastidores da disputa pelo legado político de Jair Bolsonaro e as tentativas de Flávio de conter o desgaste provocado pelos conflitos internos do bolsonarismo. No terceiro bloco, os apresentadores tratam da proposta de grandes partidos para alterar as regras de distribuição do Fundo Eleitoral, reduzindo os recursos destinados às candidaturas de mulheres e de pessoas negras. Escalada: 00:00 1º bloco: 05:13 2° bloco: 26:54 3º bloco: 40:45 Kinder Ovo: 55:55 Momento Cabeção: 57:09 Correio Elegante: 1:02:14 Créditos: 01:03:36 Acesse a transcrição e os links citados nesse episódio: https://piaui.uol.com.br/web/ft119 Leia "O publisher missionário", reportagem de Felippe Aníbal sobre a trajetória da Gazeta do Povo e sua influência na direita brasileira: https://piaui.uol.com.br/revista/238/o-publisher-missionario-gazeta-do-povo/ Receba o Caderno do Repórter, newsletter para assinantes da piauí: https://piaui.uol.com.br/newsletter/ Assine a piauí e tenha acesso ao melhor do jornalismo da revista: https://piaui.uol.com.br/assine Quer anunciar no Foro de Teresina? Entre em contato com nossa área comercial: comercial@revistapiaui.com.br. Ficha técnica: Apresentação: Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros Coordenação geral: Bárbara Rubira Direção: Mari Faria Edição: Bárbara Rubira e da Mariana Leão Produção e distribuição: Maria Júlia Vieira Finalização e mixagem: Pipoca Sound Intérpretes da nossa música tema: João Jabace e Luis Rodrigues Identidade visual: Maria Cecília Marra com arte de Amandadrafts Coordenação digital: Bia Ribeiro e Juliana Jaeger Checagem: Ethel Rudnitzki Gravado no Estúdio Rastro Redes Sociais: Fábio Brisolla, Emily Almeida e Isa Barros. Vídeos: Isa Barros e Fernanda Catunda
O programa Gás do Povo atinge 100% de cobertura no país, garantindo justiça social e dignidade para mais de 15 milhões de famílias. Sob a liderança do Governo Lula, o projeto prioriza mulheres chefes de família, combate a pobreza energética e fortalece o Brasil na luta para seguir fora do Mapa da Fome.SONORA:
O estúdio eixos recebeu Sérgio Bandeira de Mello, presidente do Sindigás (sindicado das distribuidoras de GLP), durante o diálogos da transição no Energy Summit 2026, no Rio de Janeiro. Em entrevista à jornalista Gabriela Rude, o executivo fez um balanço do programa Gás do Povo e celebrou a capilaridade alcançada em poucos meses. Bandeira de Mello destacou que, desde o início da fase ampla do programa em março de 2026, 100% dos municípios brasileiros foram cobertos e 45% das revendas de GLP aderiram ao sistema — superando a capilaridade do Farmácia Popular em seu lançamento. Ele explicou que o voucher é pago diretamente ao revendedor pela Caixa Econômica Federal em até 48 horas, garantindo funcionalidade sem custo financeiro para os beneficiários. O presidente do Sindigás também criticou os leilões de GLP da Petrobras, que criam escassez artificial e distorcem os preços, defendendo a prática de preços de lista flutuantes para dar sinais claros ao mercado. Por fim, avaliou que o programa veio para ficar, independentemente de mudanças de governo, e que eventuais ajustes no valor do voucher são naturais. ____________________
No estúdio eixos, gravado ao vivo durante a Energy Summit 2026 (Marina da Glória, Rio de Janeiro), o jornalista Gabriel Chiappini recebe Felipe Oppelt, diretor de relações públicas da Prospectiva, para um balanço aprofundado da agenda regulatória do setor energético brasileiro. A conversa passa pelo Gás do Povo — avaliado como uma das políticas de inclusão energética mais bem-sucedidas dos últimos anos —, pela trava regulatória do GLP (fracionamento e vasilhame), pela lentidão do governo federal em avançar em hidrogênio verde, eólicas offshore e combustíveis avançados, e pela corrida pelos minerais críticos antes que o Congresso entre em modo eleitoral. Oppelt também analisa o risco real de esvaziamento legislativo a partir de agosto e o que muda — ou não — a depender do resultado das eleições municipais de 2026. ____________________
Art. 1º A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO e tem como fundamentos: I – a SOBERANIA; Parágrafo único. Todo o poder emana do POVO, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta CONSTITUIÇÃO). PRESTEM ATENÇÃO NOS QUE PROMOVEM CORRUPÇÕES CONTRA A DOUTRINA QUE APRENDERAM. SE LIVREM DELES. ELES NÃO SERVEM A JESUS CRISTO, MAS AO SEU PRÓPRIO INTERESSE. COM MENTIRAS E "ELOGIOS" ENGANAM OS POBRES.Romanos 16:17-18 Disse o diabo, para Jesus: Se prostrado me adorar, tudo será seu. Disse Jesus: Para trás de mim Satanás. E disse também, aos deslumbrados a respeito do templo, ornado de belas pedras e dádivas: Estão vendo estas coisas? Quanto a elas, virão dias em que não ficará pedra sobre pedra, que não seja derrubada. Lucas 4:6-8; 21:5-6 SE EU NÃO TIVESSE VINDO, NEM FALADO, NEM FEITO OBRAS, NÃO TERIAM PECADO, MAS AGORA NÃO TEM DESCULPA. Aos discípulos: Vocês não me escolheram, mas EU ESCOLHI VOCÊS, E OS NOMEEI, PARA QUE DEEM FRUTOS E PERMANEÇAM. Se alguém não estiver em mim, será tirado, jogado fora, como o ramo, e secará. Os colherão e jogarão no fogo. QUEM ME REJEITAR, E NÃO RECEBER AS MINHAS PALAVRAS, JÁ TEM QUEM O JULGUE. A PALAVRA QUE TENHO ANUNCIADO, O HÁ DE JULGAR. Morrerão em suas CORRUPÇÕES. Mas quem é você? O que desde o princípio tenho falado. MUITO TENHO QUE DIZER E JULGAR SOBRE VOCÊS. COMO OUÇO E VEJO, JULGO. E O MEU JUÍZO É JUSTO, PORQUE EU NÃO BUSCO A MINHA VONTADE, MAS A VONTADE DO PAI QUE ME ENVIOU. DEUS É ESPÍRITO, E IMPORTA QUE OS QUE O SERVEM, O SIRVAM EM ESPÍRITO E EM VERDADE. PRESTEM BASTANTE ATENÇÃO: O MESTRE DE CERIMÔNIAS EXPERIMENTOU A ÁGUA FEITA VINHO, SEM SABER DE ONDE VINHA (=APESAR QUE OS TRABALHADORES QUE TINHAM BUSCADO A ÁGUA SABIAM), CHAMOU O DONO DA FESTA E DISSE: AS PESSOAS SERVEM PRIMEIRO O VINHO BOM E, QUANDO JÁ ESTÃO BÊBADOS, SERVEM O INFERIOR. MAS VOCÊ GUARDOU ATÉ AGORA O MELHOR VINHO (=NINGUÉM COLOCA VINHO NOVO EM RECIPIENTES ANTIGOS. SE COLOCA EM RECIPIENTES NOVOS. OS QUE TEM BEBIDO O ANTIGO, NÃO QUEREM O NOVO, E DIZEM: "MELHOR" É O ANTIGO. Lucas 5:37-39). (MESMO) ASSIM, JESUS INICIOU OS SEUS SINAIS, E MOSTROU O SEU PODER.João 15:22-24,16,6; 12:48; 8:24-26; 5:30; 4:24; 2:9-11 DO MEIO AMBIENTE: ART. 225. TODOS TÊM DIREITO AO MEIO AMBIENTE ECOLOGICAMENTE EQUILIBRADO, BEM DE USO COMUM DO POVO E ESSENCIAL À SADIA QUALIDADE DE VIDA, IMPONDO-SE AO PODER PÚBLICO E À COLETIVIDADE O DEVER DE DEFENDÊ-LO E PRESERVÁ-LO PARA AS PRESENTES E FUTURAS GERAÇÕES.Ezequiel 16:1-37,43-52,59 Art. 37. XXII – § 1º § 2º § 4º Constituição Federal-Edição STF
Kelly, PG e Wainer trazem as principais informações do dia sobre comportamento, cultura, humor, futebol, cotidiano, política e opinião. O Timeline Gaúcha vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 10h às 11h, com transmissão simultânea no YouTube
A Copa do Mundo de 2026 consolidou as apostas esportivas como parte da experiência de acompanhar o futebol. Presentes nas transmissões, nas redes sociais e nas campanhas publicitárias, as bets ganharam ainda mais visibilidade durante o campeonato, alcançaram novos públicos e mobilizaram o debate sobre os limites da publicidade do setor e seus efeitos na sociedade.Neste episódio do Direto ao Ponto, o Correio do Povo discute como a exposição às apostas durante o Mundial pode influenciar comportamentos e quais os reflexos desse cenário para além do torneio. O podcast entrevista a médica psiquiatra Maria Amália Pedrosa, do Hospital Sírio-Libanês, que explica como a associação entre esporte, entretenimento e promessa de ganho financeiro pode favorecer comportamentos de risco e contribuir para a naturalização das apostas. A apresentação é de Caroline Souza.
O Festival de Parintins é considerado o maior espetáculo a céu aberto do mundo e atrai milhares de turistas todos os anos. Ele é celebrado durante a última semana de junho na Ilha de Parintins, no Amazonas, e recebeu o título de Patrimônio Cultural do Brasil pelo IPHAN. Com foco em temas como preservação e tradição, a Cunhã-Poranga do Boi Garantido, Isabelle Nogueira, conta sobre a importância do festival para a cultura.Reportagem: Larissa CalvetEdição: Thiago Kropf
Refém de todos - De Israel, da Hezbollah, do Irão. Crónica de Francisco Sena SantosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
OS MAGISTRADOS NÃO SÃO TERROR PARA AS BOAS OBRAS, MAS PARA AS MÁS. SE FIZEREM O MAL, TENHAM MEDO, PORQUE NÃO CARREGAM INUTILMENTE A "ESPADA". SÃO MINISTROS DE DEUS, VINGADORES PARA PUNIREM OS QUE FIZEREM O MAL. Romanos 13:3-4 DEUS NÃO É DEUS DOS MORTOS, MAS DOS VIVOS (=DEUS É ESPÍRITO). Com que autoridade você faz estas coisas? Quem é que te deu esta autoridade? Me digam vocês: O batismo de João era do céu ou dos homens? Disseram: Não sabemos. Tampouco direi com que autoridade EXPULSO DEMÔNIOS (=Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO e tem como fundamentos: I – a SOBERANIA; Parágrafo único. Todo o poder emana do POVO, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta CONSTITUIÇÃO). E "louvou" o senhor o injusto servidor, por ter procedido PRUDENTEMENTE, os filhos do mundo "são mais prudentes na sua geração" do que os filhos da luz (=esta dizendo: sejam prudentes como as serpentes, E SEM CORRUPÇÃO, sem maldade como as pombas; eu os envio como ovelhas no meio de lobos. Se deve praticar o crime para alcançar o favor de Deus? Obviamente que não = PAI NOSSO QUE ESTÁ NO CÉU...NÃO NOS DEIXE CAIR EM TENTAÇÃO, MAS NOS LIVRA DO MAL. Antes, pense nas consequências = se o seu olho, mão, pé, te faz tropeçar, corte e jogue fora. Melhor é entrar no reino de Deus aleijado do que, ir para o inferno, para o fogo que nunca se apaga, onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga). Se alguém vier a mim, e não contrariar a vontade de seu pai, mãe, mulher, marido, filhos, irmãos, irmãs, e também a própria vida, não pode ser meu discípulo. Qualquer um que não carregar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo. AI DE VOCÊS, OS QUE ESTÃO FARTOS, PORQUE TERÃO FOME.Lucas 20:38,1-8; 16:8,13-15; 14:26-27; 6:25 PRESTEM BASTANTE ATENÇÃO: SURGIRÃO FALSOS CRISTOS, E FALSOS PROFETAS, "COM SINAIS E MILAGRES", PARA ENGANAREM, SE POSSÍVEL FOSSE, ATÉ OS ESCOLHIDOS (=MAS, EIS QUE ANTECIPADAMENTE TENHO FALADO TUDO. v.23).Marcos 13:22(=MARCOS 11:12-21; ART. 225. TODOS TÊM DIREITO AO MEIO AMBIENTE ECOLOGICAMENTE EQUILIBRADO, BEM DE USO COMUM DO POVO E ESSENCIAL À SADIA QUALIDADE DE VIDA, IMPONDO-SE AO PODER PÚBLICO E À COLETIVIDADE O DEVER DE DEFENDÊ-LO E PRESERVÁ-LO PARA AS PRESENTES E FUTURAS GERAÇÕES).Ezequiel 17:1-2,9-25 Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (Redação dada pela EC n. 19/1998)XXII – as administrações tributárias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, atividades essenciais ao funcionamento do Estado, exercidas por servidores de carreiras específicas, terão recursos prioritários para a realização de suas atividades e atuarão de forma integrada, inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais, na forma da lei ou convênio. (Incluído pela EC n. 42/2003) § 1º A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos. § 2º A não observância do disposto nos incisos II e III implicará a nulidade do ato e a punição da autoridade responsável, nos termos da lei. § 4º Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, aindisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível.Constituição Federal-Edição STF
Acompanhe o Missão Saber no Spotify: episódio novo às segundas-feiras A força dos evangélicos vai muito além da religião. O episódio do Missão Saber analisou, com Leonardo Sakamoto, como esse grupo cresceu e ganhou influência na política. Livros citados: .Brasil no Espelho — Felipe Nunes .Povo de Deus — Juliano Spyer .O Púlpito — Anna Virgínia Balloussier .O Reino — Gilberto Nascimento .A Bancada da Bíblia — André Ítalo Rocha .Em Nome de Quem — Andrea Dip .Teologia Negra: o sopro antirracista do espírito — Ronilso Pacheco .Traficantes Evangélicos: quem são e a que servem os novos bandidos de Deus — Viviane Costa .A fé o fuzil: Crime e religião no Brasil do século XXI — Bruno Paes Manso
Golpes aplicados por mensagens, ligações telefônicas, redes sociais e aplicativos de conversa fazem parte da rotina de milhões de brasileiros. Com o avanço da tecnologia e o uso cada vez mais sofisticado de ferramentas digitais, criminosos conseguem criar armadilhas que exploram sentimentos como medo, urgência e confiança para convencer as vítimas a compartilhar dados ou realizar transferências financeiras.Neste episódio do podcast Direto ao Ponto, especial sobre a 3ª edição do Seminário Consumo Consciente, especialistas em segurança da informação, autoridades policiais e representantes da defesa do consumidor explicam como funcionam os golpes mais comuns, quais cuidados adotar para se proteger e o que fazer ao perceber que foi vítima de uma fraude digital. A narração é do repórter Renê Almeida.O III Seminário Consumo Consciente 2026: Navegando entre Golpes e Dívidas foi promovido pelo Correio do Povo em parceria com o Fórum Latino-Americano de Defesa do Consumidor (FLADC). O evento contou com o patrocínio do Sistema Unimed-RS e o apoio do Ministério Público do Rio Grande do Sul e da Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul.
Brazil UFO TalksO editor do canal Brazil UFO Clayton Feltran, trará para um bate-papo descontraído convidados amigos do canal que têm a ufologia em seu DNA.Últimas notíciasNotícias sobre avistamentos e fenômenos anômalos ocorridos no Brasil e no mundo.TORNE-SE MEMBRO DO CANALhttps://www.youtube.com/channel/UCwMxydYVs-AujXvxpjwgC9Q/join___________________Envie seu áudio, fotos e vídeos para:WhatsApp Brazil UFO+55 11 98436-3637_________________Doação ao canal Brazil UFOhttps://streamelements.com/brazilufo/tipUFOLOGIA NA BOCA DO POVONeste programa de domingo receberemos ao vivo espectadores do canal Brazil UFO. Falaremos sobre seus relatos, histórias de seus antepassados e percepções de assuntos do momento. Participe através do link que estará fixado no Chat do Programa.E você, gosta do quadro UFOLOGIA NA BOCA DO POVO?Você não pode perder o programa! Ao Vivo a partir das 20h15.Brazil UFO TalksCom Clayton Feltran, Riba Menezes, Marcello Santos e a participação dos espectadores._________Ingresso Festival Ufológico de LumináriasCUPOM: BRAZILUFO 20% DE DESCONTO NO PRÉ-LOTEhttps://www.sympla.com.br/evento/festival-ufologico-de-luminarias/3374482?share_id=whatsapp________::: LOJA BRAZIL UFO - PRODUTOS ORIGINAIS BRAZIL UFO::: https://lojabrazilufo.com.brFaça parte do Eu apoio o Brazil UFOSeja um apoiador do Brazil UFO e nos ajude a trazer conteúdos de qualidade a todos os amigos do canal. Sua ajuda fará toda a diferença.Acesse o site:https://apoia.se/brazilufo e seja um apoiador do canal.Se preferir você pode ajudar via PIX, seja um patrocinador do canal.pix@brazilufo.comhttps://brazilufo.com#brazilufo #brazilufotalks
楽天モバイルの通信品質を意識? KDDIのpovoは「通信不安の声を拾う」戦略 “意味深”なメッセージの意味。 6月18日、KDDI Digital Lifeが開催した「povo2.0 サービス説明会」において、同社の濱田達弥社長は質疑応答の中で、SNSで話題を呼んでいた“意味深”なプロモーションの真意について語った。
現在povoに未対応の5G SA、早期導入を検討――新社長が語る通信品質への覚悟。 6月18日、KDDI Digital Lifeは「povo2.0 サービス説明会」を開催。新たに月110GB相当を1年間利用できる大容量トッピング「1.32TB(365日間)」の追加などを発表し、KDDI Digital Lifeの濱田達弥社長が5Gを含む通信品質に言及する場面があった。
Acompanhe a entrevista exclusiva concedida ao jornal Correio do Povo. Entenda o momento profissional e os projetos atuais de um dos nomes mais buscados do momento. Nesta conversa direta, Rodrigo discute sua trajetória e o destaque profissional que tem alcançado recentemente. Inscreva-se para receber novos conteúdos e análises de entrevistas exclusivas, e comente abaixo qual outro entrevistado você gostaria de ver por aqui.
No episódio desta semana, falamos sobre a apuração voto a voto das eleições no Peru, a decisão sem sentido do ministro Nunes Marques, o avanço da redução da maioridade penal na CCJ da Câmara e as pautas-bomba do Senado Inimigo do Povo para prejudicar o governo Lula. APOIE financeiramente a continuidade do MIDCast: - Apoia.se : https://apoia.se/midcast - Chave PIX : podcastmid@gmail.com # COMPRE produtos na lojinha do MIDCast: colab55.com/@midcast # CANAL do MIDCast Política no WhatsApp: bit.ly/midcast-zap # GRUPO dos ouvintes no Telegram: bit.ly/midcastgrupo # LISTA de paródias do MIDCast: bit.ly/parodiasmidcast PARTICIPANTES: ------------------ Anna Raissa - https://bsky.app/profile/annarraissa.bsky.social Diego Squinello - https://bsky.app/profile/diegosquinello.bsky.social Rodrigo Basso Rodrigo Hipólito - https://bsky.app/profile/rodrigohipolito.bsky.social Thais Kisuki - https://bsky.app/profile/thaiskisuki.bsky.social COMENTADO NO EPISÓDIO ------------------ Eleições Peru: Site da apuração de votos Eleições Peru: Fujimori vira sobre Sánchez com diferença de 561 votos Eleições no Peru: recontagem de votos pode definir resultado; entenda Kassio Nunes Marques determina suspensão de pesquisa que apontou queda de Flávio Bolsonaro Genial/Quaest: Lula abre 6 pontos de vantagem sobre Flávio no 2º turno Pauta-bomba: Senado aprova 2 projetos de aumento de gastos públicos e envia outro a plenário CCJ da Câmara aprova PEC que reduz maioridade penal de 18 para 16 anos; texto avança no Congresso Em 30 anos, boi e soja consumiram 47% dos recursos para custeio de programa de agricultura familiar
Por Pr. Marcos Paulo. | https://bbcst.net/B9661M
Por Pr. Marcos Paulo. | https://bbcst.net/B9661M
KDDIのpovo、「つながらない」に悩む楽天ユーザーを本気で救済開始か Xで意味深投稿。 KDDIが提供するオンライン専用ブランド「povo」の公式Xアカウントが6月13日に意味深投稿をした。ポストでは特定の通信キャリア名を明記していないが、投稿がターゲットとしているのは、通信不良に悩む楽天モバイルユーザーである可能性が極めて高い。SNS上では、ショッピングモールの奥に入ると圏外になるなど、楽天モバイルの屋内通信環境に対する不満の声が多数報告されている。
O Mundial de Futebol começou ontem na Cidade do México, mas é para os Estados Unidos e para Trump que se viram as atenções. Um desporto/espectáculo rendido ao dinheiro é apenas para quem pode pagar? Luís Cristóvão, o comentador da SIC, escreveu na revista online Shifter um ensaio sobre este caminho feito pela FIFA e é com ele que conversamos neste episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Thiago Tártaro sobe até o topo da teia para destrinchar a toada de Ronaldo Barbosa e Ronaldo Barbosa Jr. É o Ritual Xicrin chegando! Pegue seu maracá e venha conosco nessa grande viagem.Roteiro: Thiago TártaroApresentação: Ygor MartinsEdição: Ygor Martins e Tio Hélio
A literatura e a aventura amazônica se encontram em um lançamento especial do escritor Paulo Spínola. Em O Mistério do Povo Mamoé – A Saga de Jobim na Amazônia, o autor convida leitores de todas as idades a embarcarem em uma jornada repleta de mistérios, cultura e descobertas pela floresta amazônica.
No episódio desta semana, falamos sobre o melhor apelido do ano, o TARIFLÁVIO, e as possíveis consequências da nova ameaça estadunidense, a enrolada ONG da produtora de Pangaré Sombrio e amiga do Mário Notas Frias, além das mais recentes ações do Senado Inimigo do Povo, agora também conhecido como Senado Seboso. APOIE financeiramente a continuidade do MIDCast: - Apoia.se : https://apoia.se/midcast - Chave PIX : podcastmid@gmail.com # COMPRE produtos na lojinha do MIDCast: colab55.com/@midcast # CANAL do MIDCast Política no WhatsApp: bit.ly/midcast-zap # GRUPO dos ouvintes no Telegram: bit.ly/midcastgrupo # LISTA de paródias do MIDCast: bit.ly/parodiasmidcast PARTICIPANTES: ------------------ Anna Raissa - https://bsky.app/profile/annarraissa.bsky.social Diego Squinello - https://bsky.app/profile/diegosquinello.bsky.social Thais Kisuki - https://bsky.app/profile/thaiskisuki.bsky.social Victor Sousa - https://bsky.app/profile/vgsousa.bsky.social COMENTADO NO EPISÓDIO ------------------ Governo Trump critica Pix, etanol e corrupção e ameaça retaliar com tarifas de 25% sobre produtos do Brasil Nota do governo brasileiro Trump publica foto com Flávio: "Jovem inteligente que ama muito o seu país" Em carta, Flávio pede a Rubio que poupe Brasil de nova proposta de tarifaço ONG da produtora de Pangaré Sombrio é alvo de operação por suspeita de desvio de recursos em contrato milionário de wi-fi com a Prefeitura de SP Investigação apura se houve uso indireto de dinheiro público da prefeitura de SP em filme de Bolsonaro Não tem nada a ver com o filme, diz Flávio sobre operação contra produtora ONG da produtora de ‘Dark Horse' repassou emenda de Mário Frias a advogado dele e ‘livros fantasmas' EXCLUSIVO: ONG da produtora de Dark Horse cedeu dados de usuários do Wi-Fi Livre em SP para disparos em massa Senado anula norma sobre aborto legal em crianças vítimas de estupro Senado aprova projeto que dificulta aborto legal em crianças Escala 6x1: Alcolumbre diz que Senado não é obrigado a 'carimbar' texto da Câmara que reduz jornada Após pressão, três senadores retiram assinatura de PEC da oposição alternativa à 6x1
Recebemos nesta terça-feira (26) o PhD em Teoria Política e Econômica Adriano Gianturco, coordenador do curso de Relações Internacionais do IBMEC-BH e colunista da Gazeta do Povo. O professor abriu a caixa preta das narrativas nacionais, trazendo à tona os recordes mais peculiares e as maiores mentiras que contam sobre o nosso próprio país. Baseado em seu best-seller "Mentiram para nós sobre o Brasil", o analista político da Brasil Paralelo destrinchou os bastidores do nosso sistema e explicou como a ignorância sobre a nossa realidade é usada para moldar a opinião pública.
Neste episódio impactante, @Juanribe Pagliarin revela como Deus transforma desespero em vitória absoluta.
Mensagem do Culto Matutino da Igreja Presbiteriana de Anápolis com o Rev. Lucas Quintino. Texto Bíblico: Deuteronomio 4.1-8 Tema: A fama do povo de Deus.
Alexandre Garcia comenta a troca do comando das investigações na PF das fraudes no INSS. O colunista da Gazeta do Povo também fala sobre a necessidade de deixar tudo às claras sobre todas as denúncias do caso Master#inss #cpidomaster #vorcaro #bolsonaro
Impressionante como gente feia rende história.E nosso papel, como congregação, é partilhar todas elas na alegria de uma boa edificação. Se você não se identifica como feio, é melhor ouvir, pra saber do que um feio é capaz. Se você se identifica como feio, ouve porque talvez estejamos falando de você. APOIE FINANCEIRAMENTE ESTE PODCAST COM UMA PEQUENA CONTRIBUIÇÃO! E TORNE-SE MEMBRO DO GRUPO DE TELEGRAM MAIS FOFOQUEIRO, AMIGO E GOOD VIBE DO PAÍS! VEM PELO apoia.se/hojetempodcast Em caso de querer nos financiar com moeda estrangeira, vem pelo patreon.com/hojetem
El rapero de São Paulo Criolo, el pianista de Recife Amaro Freitas y el cantante portugués de origen caboverdiano Dino D´Santiago realizan una travesía por el Atlántico Negro en un disco sin título: 'E se livros fossem liquidos', 'Você não me quis', 'Menina do coco de Carité', 'No vento de nós', 'Ela é foda', 'Anoitecer' y 'Hoje eu vi você'. También con músicos de tres continentes, brasileños, portugueses y caboverdianos, Pierre Aderne y su proyecto Rua das Pretas dan voz a lo que el Atlántico aplastó y creó en el disco 'Povo brasileiro' con canciones como la que le da título, 'Um menino chamado Brasil', 'Nossa terra é o mar' o 'Benguela'. Y Lucas Santtana firma 'Brasiliano', con la idea guía de un portugués influenciado por el tupí guaraní e idiomas africanos y con el que celebra lenguas surgidas de la familia latina, con 'Línguas gerais' -con participación de Osmo Puccion y Tainara Takuá-, 'Liga -con el dúo Cocanha-, 'Strati di tempo' -con Dimartino- o 'Battre des ailes' -con Piers Faccini-.Escuchar audio
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do historiador, escritor, criador de conteúdo, fundador do Xadrez Verbal e apresentador do Nerdologia, Filipe Figueiredo. Só vem! >> OUÇA (93min 53s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Filipe Figueiredo é historiador pela Universidade de São Paulo. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman, além de palmeirense. É fundador do site Xadrez Verbal, inaugurado em 2013 como um blog, com conteúdo principalmente sobre política e atualidades, domésticas e internacionais. Foi colaborador e colunista em portais de notícias, colunista de política internacional no jornal Gazeta do Povo e atualmente escreve no jornal O Estado de S. Paulo, além de comentarista da Rádio CBN. Fez roteiros e locução dos vídeos de História no canal Nerdologia, um dos maiores canais educativos e científicos do YouTube. Atualmente toca o podcast Xadrez Verbal e a nova fase do canal Nerdologia. Site: https://xadrezverbal.com/ * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Pišeš prvo tekmo. Ono, pišeš pišeš. O NK Maribor. Za cajtng. Pa pride trener kontra ekipe. 6:0. Povoženi. "Maš kaki čik?" Bonus epizoda. Še ena taka, na ajns, cvaj, draj. Ne zato, ker bi morala bit, ampak ker je fajn, da je. O tem, ali se veselit gola na novinarski tribuni. O tem, kako je plezat čez ograjo. O tem, kako letos nimamo okroglih obletnic. In o tem, kako se je Luka spomnil tekme z Atletico Madridom. Kapo dol, Luka. Še tega, še. Zato to delam(a). Še ena bonus solo epizoda. Za vikend. Pa pred Primorjem. Res hvala vsem za odzive po prvi bonus epizodi. In ekstra za vso podporo. Res. Pune hvala. Do 4. maja pa porihtam, tak kot se zagre. Moram. Ni druge. Se čujemo!
Álvaro Gribel, repórter especial e colunista do Estadão, comenta os principais assuntos da Economia e Política nacionais no Jornal Eldorado, às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 8h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os curdos são presença constante em numerosos conflitos no Médio Oriente, e é conhecida a sua aspiração a formarem uma nação independente. Mas de onde vem a sua unidade e qual é a história desse povo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Por Pr. Vincenzo Lo Pinto. | https://bbcst.net/R9570M2