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Estamos de olhos postos nos céus, à espera de um Encontro Imediato que nos salve desta pasmaceira. O Paulo passou a pente fino os ficheiros desclassificados do Trump e, com medo de ser chamado de chalupa, diz que foi tudo trabalho de pesquisa para este episódio.Fazemos primeiro contacto com o convidado António Araújo (podcast Segundo Take) que, tal como o Daniel, expressa aqui o amor pelo filme do Spielberg que pôs a nossa geração a trautear aquelas 5 notas e a perguntar se estaremos sós no universo.
Devocional 2 Tessalonicenses Que o Senhor, Deus da paz, vos dê sempre a sua paz, e de todas as maneiras. Que o Senhor esteja com todos vós. Eu, Paulo, escrevo esta saudação pela minha própria mão. Este é um sinal para conhecerem todas as minhas cartas. É assim a minha letra. Que a graça de Jesus Cristo, nosso Senhor, esteja com todos vós. 2 Tessalonicenses 3.16-18 Andamos num virote durante grande parte dos nossos dias à procura de algo que nos preencha. Vivemos desalmadamente, correndo atrás de sonhos mil. Fazemos de tudo para alcançar metas que definimos como geradoras de felicidade. Mas no fundo apenas estamos a aplicar altas doses de energia em imensa tralha passageira. Fazendo um mero exercício introspectivo damo-nos conta, num instantinho, como empregamos mal tempo e recursos. Sim, grande parte das vezes, esgotamo-nos em correrias loucas para terminarmos estafados e desassossegados. Esgravatamos aqui, escarafunchamos acolá, sem nos apercebermos que em Cristo já temos o que nos preenche. Nada se compara à Sua companhia, pelo que é pura perda de tempo buscar satisfação noutro lado que não na Sua pessoa. Interiorizemos de vez que o melhor que nos pode suceder é “que o Senhor, Deus da paz, nos dê sempre a Sua paz, e de todas as maneiras.” Quem caminha sob a graça de Jesus Cristo tem tudo o que precisa! - Jónatas Figueiredo
Olá! No episódio 355 do PQU Podcast, incluímos a Vortioxetina ao nosso fichário de psicofármacos. Analisamos as diretrizes do CANMAT 2023, que a posicionam como primeira linha para o Transtorno Depressivo Maior. Discutimos detalhadamente as suas vantagens de tolerabilidade — como o menor impacto no peso, na função sexual e no embotamento afetivo —, além de fazer uma avaliação baseada no mecanismo glutamatérgico que justifica seu impacto na anedonia. Fazemos também uma análise crítica sobre os limites dos testes de laboratório em medir a real recuperação cognitiva na vida dos pacientes. Convidamos você a escutar o episódio completo em pqupodcast.com.br ou no seu tocador favorito. Esperamos por você. Um abraço!
O activista guineense Yussef considera que os acontecimentos de 26 de Novembro de 2025 na Guiné-Bissau representaram uma manobra política destinada a impedir a tomada de posse das figuras escolhidas nas urnas. O militante guineense denuncia repressão política, perseguições a opositores e limitações às liberdades democráticas, defendendo que a resistência continua activa tanto no país como na diáspora. RFI: Quando se fala em “golpe de estado cerimonial” na Guiné-Bissau, estamos a falar de uma ruptura do regime ou de uma encenação que formaliza a ausência de democracia? Yussef: Existe um conceito relativamente fechado de golpe de Estado. Normalmente implica a deposição, pela força das armas, dos titulares dos órgãos de soberania e a instauração de um novo regime. Ora, na Guiné-Bissau aconteceu exactamente o contrário. Houve um conluio entre sectores do poder político e das Forças Armadas para manter o regime tal como estava e impedir que a vontade popular expressa nas eleições fosse respeitada. O objectivo foi impedir a divulgação dos resultados eleitorais e evitar que assumissem funções as figuras escolhidas pelo povo guineense, nomeadamente para a Presidência da República. Ou seja, manteve-se tudo na mesma, criando apenas a aparência de um golpe de Estado. Não fomos os únicos a denunciar esta situação. Figuras políticas internacionais importantes, como o ex-presidente nigeriano Goodluck Jonathan e Ousmane Sonko, então primeiro-ministro do Senegal, também manifestaram dúvidas sobre a narrativa oficial. Na Guiné-Bissau existe uma percepção generalizada de que não houve um verdadeiro golpe, mas sim uma tentativa deliberada de impedir o respeito pela soberania popular. O que mudou desde 26 de Novembro de 2025? Há mais medo, mais controlo, mais resistência? Existe simultaneamente mais repressão e mais resistência. A repressão atingiu o auge com o assassínio político do nosso camarada Vigário Balanta. É impossível ignorar o significado desse acto: estamos a falar de alguém que sacrificou a própria vida pela luta democrática na Guiné-Bissau. Não podemos romantizar o diálogo com um regime que assassina opositores e mantém presos políticos. Entre esses casos estão Domingo Simões Pereira, líder do maior partido da oposição, e Fernando Dias, apontado por nós como vencedor legítimo das eleições presidenciais. Mas há muitos outros presos políticos menos mediáticos. Na verdade, a Guiné-Bissau transformou-se numa grande prisão política a céu aberto. Não há liberdade para manifestações, conferências de imprensa ou críticas abertas ao regime. As características de uma ditadura estão presentes. Ainda assim, a resistência continua, tanto dentro do país como na diáspora. Continuamos a denunciar a situação política, os presos políticos e os assassinatos de opositores. A mobilização política fora da Guiné-Bissau, como este debate organizado em Portugal, tem impacto concreto em Bissau? Acreditamos que sim. Na Guiné-Bissau sabe-se que a diáspora continua organizada e mobilizada na defesa das liberdades democráticas. Temos uma responsabilidade acrescida porque vivemos em países onde existem liberdades mínimas para denunciar o que se passa. Não vemos qualquer ruptura entre o povo guineense que está no país e o que vive na diáspora. Fazemos a mesma luta, apenas em geografias diferentes. Ao convidarmos figuras como Armando Lona, que desempenharam um papel importante na resistência política e nas manifestações populares, estamos também a amplificar as reivindicações que nascem dentro da própria Guiné-Bissau. Talvez os resultados não sejam imediatos, mas estamos numa fase de acumulação política: acumulação de experiência, de organização, de solidariedade e de consciência. Acreditamos que esse processo acabará por produzir mudanças concretas. Qual é hoje o custo pessoal e político de ser activista guineense? O caso de Armando Lona é esclarecedor. Quando ficou evidente o carácter repressivo do regime, a Frente Popular decidiu sair à rua sem qualquer garantia de segurança física. Isso demonstra o nível de coragem exigido aos activistas. Os custos são enormes, não apenas para os próprios militantes, mas também para as suas famílias. O regime não hesita em perseguir familiares, tanto na Guiné-Bissau como na diáspora. Mas a história política guineense ensina-nos que a luta pela liberdade sempre teve custos. A geração de Amílcar Cabral sacrificou-se pela libertação política, económica e cultural do país. Mais recentemente, Vigário Balanta tornou-se outro símbolo desse sacrifício. Sabemos os riscos que corremos, mas estamos dispostos a assumi-los. Faz parte da resistência.
Um serviço que se desloca aos locais mais distantes onde vivem e trabalham portugueses no estrangeiros. Fazemos uma análise aos número de 2025.See omnystudio.com/listener for privacy information.
EMMANUEL (Espírito). Que fazemos do Mestre? In: __. Vinha de luz. Psicografado por Francisco Cândido Xavier. 4. reimp. Brasília: Federação Espírita Brasileira, 2013. cap. 100, p. 213-214. Obras básicas e complementares da Doutrina Espírita. (live no YouTube). Palestrante: Ricardo Honório
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No episódio desta semana fazemos a vénia ao Rei da Selva: o Dragão! O FC Porto é o Campeão Nacional da época 25.26! Fazemos o filme do título Portista, as figuras, os melhores momentos, a prestação Europeia. Falamos da luta pelo 2º lugar entre Benfica e Sporting, depois do empate das Águias em Famalicão, e do tropeção do Sporting contra o Tondela, seguido do atropelo ao Vitória SC, por 5-1. Falamos da grande jornada Europeia do SC Braga, que se prepara para disputar a 2ª mão das meias finais da Liga Europa em Friburgo, depois de ter ganho em casa na 1ª mão por 2-1. Abordamos o mais recente campeão na Europa: o Inter de Milão, que acaba de se sagrar campeão de Itália este fim de semana, depois da vitória sobre o Parma por 2-0. E como sempre, fechamos com mais um belo fora-de-jogo, onde recomendamos um podcast sobre crime, uma série baseada em factos reais e uma série de comédia.
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Se uma criança responde mal a alguma pessoa, geralmente um adulto intervém na situação, corrigindo a fala da criança.Casais brigam por conta da "forma" com que se comunicam. Pessoas se desentendem por conta da "forma" com que as palavras foram usadas. Com todos esses exemplos eu quis mostrar algo básico: a forma como falamos é importante sim!Veja como o salmista fala com Deus no Salmo 67, versos 1 e 2: "Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o seu rosto; para que se conheça na terra o teu caminho e, em todas as nações, a tua salvação."O salmista entende sua posição de servo e de criação de Deus. Ele sabe que não pode exigir coisa alguma de Deus. Por isso ele usa uma derivação da palavra graça.Ser gracioso é ser alguém que faz as coisas não por obrigação, mas de boa vontade. Ser gracioso é ato voluntário. Ninguém é gracioso por imposição.Deus tem sido gracioso com você. Sua provisão, sua fidelidade e sua bondade estão identificadas por toda a criação. Não há como questionar isso. Não fale com Deus como se Ele fosse um empregado ou alguém submisso a você. A forma como você fala é importante, pois ela expressa algo que está em seu coração, não esqueça disso.
Respondi perguntas da caixinha como: Pensamos em adotar um pet? Qual a diferença na criação das minhas filhas? Se eu acompanhei essa ida recente a lua e o que eu acho? Fazemos investimentos pro futuro das crianças? e mais outras listadas aqui embaixo.☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade: https://morganasecco.com.br/essencialLINKS DOS VÍDEOS MENCIONADOShttps://youtu.be/Ux4daJl6B6khttps://youtu.be/RRvr8rSWZzUhttps://youtu.be/kQBEdOsm9BoRede SociaisYoutube: https://www.youtube.com/@MorganaSeccoInstagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Facebook: https://www.facebook.com/morganaseccoTiktok: https://www.tiktok.com/@morganaseccoTwitter: https://twitter.com/morganaseccoThreads: https://www.threads.net/@morganaseccoCanal do Schiller (Finanças):https://www.youtube.com/@LuizSchillerNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Marcos Paulo e Leonardo Oliveira para uma conversa sobre o que realmente separa quem apenas vende no digital de quem constrói uma empresa de verdade.Muita gente tem um bom produto nas mãos e até consegue gerar vendas, mas poucas conseguem estruturar processo, gestão, rotina e cultura para crescer com consistência. Marcos e Leonardo mostram o outro lado dessa história: como transformar conhecimento em uma operação sólida, escalável e duradoura.Com uma metodologia validada e voltada para profissionais fitness, eles ensinam como sair da lógica de “ter um produto” para construir um negócio com estrutura, clareza e capacidade real de expansão.No Kiwicast, eles falaram sobre: • a diferença entre vender no digital e construir uma empresa • por que processo e gestão são indispensáveis para crescer • os erros de quem expande sem estrutura • como criar uma operação saudável e escalável • o que faz um negócio durar no mercado digitalAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Terminou na quinta-feira, 2 de abril, o prazo para a entrega de propostas não vinculativas para a compra de até 49,9% da TAP. Fazemos, por isso, uma análise ao processo e aos grupos que manifestaram interesse na companhia aérea portuguesa. Depois olhamos para o mês que passou, um março negro para bolsas, mercados e energia devido à escalada do conflito no Médio Oriente. Com Inês Pinto Miguel e Leonor Mateus Ferreira, numa edição de Cláudia Arsénio.
O conflito no Médio Oriente começou há quase um mês, provocando disrupções geopolíticas, nos mercados e, em última análise, na economia. Fazemos o balanço da guerra e dos seus efeitos globais. Na segunda parte colocamos o foco nas expectativas do setor turístico para a Páscoa. O clima é, nas principais regiões, moderadamente otimista: as reservas apontam para taxas de ocupação em linha com as do ano passado. Mas há hotéis que esperam chegar a quase 100%. Olhamos ainda para os orçamentos das famílias para as miniférias. Com Celso Filipe e Inês Pinto Miguel numa edição de Hugo Neutel.
Venha daí a pausa para as seleções. Há menos futebol? Há, mas a quantidade de novos nomes da convocatória de Roberto Martínez para os amigáveis com México e Estados Unidos faz-nos olhar para esta semana com pouco futebol com outros olhos. Falamos dos jogos dos 3 grandes que continuam em grande forma e destacamos, como sempre, aqueles que mais se destacaram.Fazemos uma análise das escolhas de Roberto Martínez e escolhemos os jogadores mais influentes de cada uma das melhores seleções do mundo. Quase a fechar, um desafio muito difícil para o Pedro, um grande fã de Neymar - “Fica em Silêncio até ouvires o nome de jogador melhor que o Neymar.” Um episódio que promete muito e que não desilude.
Recordamos o blog do Laughbanging, que está parado, mas ainda existe. Fazemos de seguida o sorteio da oferta de uma t-shirt do Laughbanging para os patronos que concorreram. Depois, falamos do último álbum de Megadeth "Megadeth" (BLKIIBLK Records).Episódio com o apoio da Hellsmith: https://hellsmith.eu/Disponível nas plataformas de podcasts.Patreon - https://www.patreon.com/laughbangingiTunes - http://itunes.apple.com/podcast/laughbanging/id1082156917Spotify - https://open.spotify.com/show/1acJRKPw6ppb02ur51bOVkFacebook - https://facebook.com/laughbanging#laughbangingpodcast #podcast #portugal #heavymetal #hellsmithmetalmerch #thrashmetal
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A autora, diretora e atriz brasileira Viviane Dias vem despertando o interesse dos estudantes da Universidade Paris 8 com um curso acadêmico dedicado ao teatro brasileiro. A partir de figuras do teatro nacional, das ressonâncias modernistas e de referenciais decoloniais, ela apresenta a inventividade da cena paulista a alunos que pouco conhecem da riqueza cultural do país. Em sua segunda edição, a formação voltou a lotar rapidamente as 40 vagas disponíveis e deve permanecer na grade universitária no próximo ano letivo, fortalecendo o intercâmbio artístico entre o Brasil e a Europa. O curso integra o Departamento de Artes, Filosofia e Estética da Universidade Paris 8 e reúne estudantes de teatro, cinema, artes plásticas e filosofia. Para Viviane Dias, a iniciativa surgiu do desejo de apresentar aos jovens franceses outras referências para além do repertório europeu tradicional. “A gente fala das invenções do Teatro de São Paulo, das invenções de linguagem”, explica. “Fazemos um caminho que começa desde o modernismo, nesse primeiro momento em que se buscou uma arte emancipada da Europa. Em que foram formuladas questões mais próprias da cultura brasileira. Seguimos até o momento em que essas ideias acabaram se materializando na cena por meio do José Celso e do Teatro Oficina, que é uma grande referência, e que oferecem uma cena completamente diferente do que eles estão habituados a ver.” Segundo a professora, muitos alunos buscam o curso justamente porque sentem “saturação” de referências tradicionais e precisam de novos estímulos. “Normalmente, eles vêm de formações muito logocêntricas. Tento deslocar um pouquinho essa percepção”, conta. Perspectiva decolonial e o ensino do Sul Global A professora ressalta que compreender melhor a produção do Sul Global é fundamental para jovens que, no futuro, atuarão em novas cenas culturais da Europa. Nesse sentido, autores como o contemporâneo Ailton Krenak, o modernista Oswald de Andrade e artistas como Tarsila do Amaral têm gerado grande interesse entre os estudantes. “Eles têm poucas referências sobre o Brasil, e quando têm, é muito raso, às vezes o clichê do Brasil, do carnaval”, afirma. “É importante falar do Brasil e mostrar que a gente é ótimo para fazer festa, mas a gente também é excelente em fazer teatro, cinema e artes visuais. Além disso, a gente produz pensamento, que é muito interessante e pode nos ajudar a pensar melhor o século 21”, afirma Viviane Dias. Alunos veem o curso como abertura de horizontes Entre os inscritos está Kayij Baku‑Carlos, de 18 anos, estudante de Cinema e francês de origem angolana. Ele considera essencial compreender outras tradições artísticas para construir sua identidade profissional. “Aqui na França, muitas vezes, quando aprendemos História na escola recebemos, inevitavelmente, um ponto de vista mais eurocêntrico e francocêntrico”, diz. “Na universidade, somos expostos a diferentes percursos culturais ligados à arte de vários países. Preciso ampliar meu olhar e entender como esse trabalho é feito em outros lugares. Como sou angolano por parte de pai, pensei que o curso poderia me ajudar a compreender melhor uma parte da minha cultura e da minha herança lusófona, de um país PALOP”, conclui o jovem. Para Ryod Caldas, de 19 anos, estudante de Teatro, o impacto é semelhante: “Quase nunca vemos o que acontece fora do nosso próprio país. Geralmente ouvimos falar de Shakespeare e dramaturgos europeus. Explorar outras referências amplia nossa visão e nossas inspirações”. A única brasileira da turma, Mayara Marçal, de 25 anos, destaca a importância de mostrar à universidade que há interesse por temas ligados ao Brasil e a outros continentes. “Aqui a gente costuma estudar muito autores franceses. Quando vi que tinha um curso na grade curricular ministrado por uma professora brasileira, um curso de descolonização do teatro, eu achei incrível! É uma forma de mostrar para a universidade que a gente se interessa por professores de outros países, por aulas que falem sobre arte de outros continentes, não só da França”. Um curso em Paris e São Paulo ao mesmo tempo O alcance do trabalho fez com que a formação chamasse a atenção da pós-graduação em Artes Cênicas da USP. Com isso, o curso será oferecido simultaneamente na Universidade Paris 8 e na ECA‑USP, em parceria com o professor Ferdinando Martins – algo inédito, segundo Viviane. “É a primeira vez que um curso dedicado às invenções cênicas brasileiras contemporâneas é oferecido ao mesmo tempo em uma universidade parisiense e na USP”, afirma. Para ela, essa articulação reflete um espírito do século 21 de ampliação de caminhos possíveis e inovadores para a educação. “Vivemos entre mundos e espaços, mas ainda somos muito caretas na nossa maneira de pensar processos pedagógicos. Espero que eu possa fazer mais pontes entre as coisas do Brasil e daqui. Eu também faço uma pesquisa de criação. Eu sou uma artista e pesquisadora. As duas coisas são importantes e andam juntas na minha vida”, conclui Viviane Dias.
Contagem regressiva para o resultado da 45ª edição do Prêmio Descobertas RFI, uma das maiores plataformas de promoção de novos artistas e grupos africanos. Terminadas as três fases de seleção, os ouvintes e internautas podem votar até 11 de março nos dez finalistas. A recompensa será anunciada em 13 de março. Daniella Franco, da RFI Desde 1981, o Prêmio Descobertas (Prix Découvertes, em francês) é realizado anualmente. O processo que mobiliza todas as equipes que trabalham com música na RFI, mas também representantes da cena musical francesa que compõem o júri, neste ano presidido pelo rapper MC Solaar. Em 2025, a vencedora foi a cantora guineense Queen Rima. A reta final da 45ª edição do Prêmio Descobertas conta com dez concorrentes. Entre eles, quatro cantoras solo, quatro vocalistas homens, uma dupla e uma banda. Para votar, clique aqui. Claudio Rabé De Madagascar, a RFI selecionou Claudio Rabé, que lidera um coletivo que mistura rock, trance e sonoridades afro-psicodélicas. O objetivo do grupo é exportar cultura e denunciar as injustiças vividas pelo povo malgaxe. "Nasci no meio musical - meu avô é músico, meu pai é dançarino - então a música sempre foi algo óbvio para mim. Representamos o povo e a cultura malgaxe. Queremos que todos saibam o que acontece no nosso país", diz. Ouça Claudio Rabé Defmaa Maadef A dupla senegalesa Defmaa Maadef é formada pelas artistas Defa e Mamy Victory. O primeiro álbum, o dançante "Jaar Jaar", foi lançado no ano passado, propondo um encontro do mbalax senegalês com afrobeats, kwaito e amapiano. Nas letras, cantadas quase integralmente na língua wolof, o engajamento feminista dá o tom. "Nossa música celebra a cultura senegalesa e dá uma voz livre e poderosa às mulheres. O mundo é nosso!", diz Defa. Ouça Defmaa Maadef Joyce Babatunde De Camarões, a RFI selecionou Joyce Babatunde. A versátil artista transita facilmente entre diversos estilos, slam, rap, funk, soul ou r&b. Ela classifica suas composições de "afro-soul". "Quis deixar que a minha música fosse uma expressão do que eu sinto. O afro-soul, para mim é a expressão, da minha alma", explica. Ouça Joyce Babatunde Malha Afrobeat, pop, house e twarab engajado direto de Comores: é essa a proposta da cantora Malha, que em suas letras expressa seu engajamento feminista. "Meu engajamento vem da minha experiência. Fiquei órfã na infância, aos 7 anos, e minha vida não foi fácil. Tive que lutar para sobreviver e meu engajamento vem daí, sobretudo pelas mulheres e crianças", diz. Ouça Malha Manu Desroches O cantor e multi-instrumentista Manu Desroches é originário das Ilhas Maurício. Misturando jazz, blues e música tradicional de seu país natal, ele homenageia suas raízes e faz um convite a uma viagem às paisagens sonoras do Oceano Índico. "Faço música porque acho que essa é uma das coisas mais bonitas que nos conectam como seres humanos", diz Desroches. Ouça Manu Desroches Opa Também do Benin vem o candidato Opa, que transita entre o r&b, o soul e estilos tradicionais do país: um verdadeiro embaixador da cultura beninense. "Trabalho com música porque é algo que eu adoro e que me faz vibrar. Também porque tenho um sonho, poder exportar toda a riqueza cultural do meu país", afirma. Ouça Opa Sym Sam Mbalax com uma pitada de funk, reggae e jazz, mas também highlife e amapiano: essa é a proposta do músico beninense-senegalês Sym Sam. "Minha paixão pela música vem dos meus pais. Meu pai é diretor de coral e minha mãe é cantora, então nasci mergulhado nesse meio musical e minha paixão surgiu naturalmente", diz. Ouça Sym Sam Tyty Meufapart Para Tyty Meufapart, de Congo-Brazzaville, cantar é existir. A artista propõe uma mix de rap, soul e jazz a ritmos tradicionais congoleses. Essa "afro-fusion" é regada à voz singular e a uma presença de palco empoderada da cantora. "Canto em lingalá, kitubá e em francês. Sou cantora, autora e compositora e estou muito feliz de fazer parte dos dez finalistas do Prêmio Descobertas RFI", declara. Ouça Tyty Meufapart Yewhe Yeton Yewhe Yeton faz parte de uma tradicional família de percussionistas e cantores do Benin. Com composições que oscilam entre diversos ritmos beninense, cantadas na língua fongé, ele desponta hoje como um dos novos nomes do rock vodu. "Faço música porque tenho uma mensagem para passar. Transmitir os valores sagrados é uma missão para mim: o amor, a vida em comunidade, a resiliência: tudo o que o mundo precisa hoje", diz Yewhe Yeton. Ouça Yewhe Yeton Yotsi O quarteto Yotsi vem da República Democrática do Congo e mistura afro-rock, afro-folk e ritmos tradicionais congoleses. Suas letras abordam temáticas sociais e são cantadas em lingala, swahili e tshiluba. "Começamos a tocar quando éramos crianças, na igreja. Fazemos música porque é nossa paixão, porque gostamos de nos voltar ao mundo também, diz a cantora Linda Tombo. Ouça Yotsi
“Tudo é fácil quando temos vontade própria e estímulo alheio, mas é difícil sermos aquilo que somos. Os outros não deixam.” E ainda que lhes fosse indiferente, que não se acumulasse neles esse rancor de ver alguém tomar um enorme balanço, entregar-se a uma euforia tal que não precisa de outra coisa senão de preencher um instante, até contra o resto da sua vida, como se tivesse um poder de se libertar e esquecer de si mesmo, sendo essa a maior das fantasias, mesmo assim os outros estariam aí para te desmentir. Afinal, aquela chispa ou ferocidade que alguns revelam e os torna capazes de se desembaraçar dos efeitos previstos, de se borrifar no contexto, é aí que se acha o maior dos privilégios. E aquela compulsão mitómana é talvez o último sinal de arrojo, uma vez que a história inventada é sempre mais aliciante do que a maçadora tirania dos factos. Contudo, o grande entrave são os outros, e parece evidente como toda a etiqueta social se desdobra nessas fórmulas mais ou menos sub-reptícias de interromper alguém. Há, no entanto, alguns que sabem torcer pela oposição, viver como felizes desgraçados, muitas vezes até por conta de outrem, gozando os sinais de insubordinação. Depois daquele arranque, vamos citar-vos novamente Santos Fernando para deixar aqui outra pedra angular: “Tive que chegar à evidência de que o nosso semelhante é justamente aquele que em nada se nos assemelha.” Mas há mais… “Gostamos, nos outros, o que os outros não gostam neles.” O amor próprio deve assim ser colhido não em si mesmo mas à volta. Este não é um tempo para os homens andarem muito confiantes de si mesmos, pois isso identifica-os com os piores. Os melhores são os que se fogem, os que escapam. Aqueles que se fazem tão esquecidos de si que muitas vezes páram junto às montras para confirmar os traços do próprio rosto. “É para sabermos quem somos, que transportamos no bolso o bilhete de identidade.” A razão de toda esta solidão em que nos sentimos a dissolver, reféns de um quotidiano que trabalha em nós como ácido, é este excesso de confiança nas aparências, a forma como o espectáculo passou a governar até a metafísica. No fundo, um tipo só podia reconhecer-se nas divisões, na forma como num determinado momento parecia fazer uma escolha contra o de antes, contra si mesmo, romper, partir-se. “O Eu tem um conteúdo que o distingue de si, pois ele é a negatividade pura ou o movimento de se dividir, é a consciência”, escreveu Hegel. “Este conteúdo, na sua diferença, também é o Eu, pois ele é o movimento de se suprimir a si mesmo ou a negatividade pura que é o Eu.” Se temos tanta dificuldade para nos arrastar para fora de casa, fazêmo-lo porque, apesar de tudo, ainda é agradável encontrarmos na rua os nossos desconhecidos, especializarmo-nos na dor dos outros, como diz às tantas uma das personagens do último livro do nosso convidado. Saímos num gesto meio desaforado como quem se diz adeus a si mesmo, batendo com a porta, ofendendo-se os dois mutuamente, o que ficou e o que saiu. Fazemos estes cortes, ignorando-nos para nos conhecermos melhor. Santos Fernando ainda nos coloca diante de uma outra constatação: “– Perdão – exclamou o que tinha experiência da vida, experiência da falibilidade humana e experiência da bisbilhotice: – Só não espreita pelo buraco da fechadura, aquele que tem receio de estar a ser substituído do lado de lá.” Na verdade, esta frase deveria inverter-se, pois o receio mais constante nos nossos dias, um receio pânico, vem não da mera suspeita, mas da consciência de que estamos a ser substituídos do lado de lá, e não apenas por alguém novo ou melhor, mas por alguém muito parecido, um semelhante, um ser apenas um pouco mais indiferente, e, por isso, melhor adaptado às circunstâncias. Aquele que se ri da expressão que fazemos, aquele que nos provoca, esse duplo sinistro que divide connosco o mesmo lance de dados. “Acredito sinceramente ter interceptado muitos pensamentos que os céus destinavam a outro homem”, admitia Laurence Sterne. É uma forma de reconhecer essa capacidade de ocupar o lugar de outro… “Há gente que tem pára-raios para que os raios lhes caiam em casa”, retruca Santos Fernando, sempre à coca de uma oportunidade. Ele poderia concordar com o nosso convidado deste episódio quando ele reconhece que, entre certos seres sem tempo para os grandes arranjos litúrgicos, “Deus manifesta-se sob a forma de um insecto aramaico em risco de extinção”. “Um insecto fugidio, escondido em toda a parte”, adianta. E ainda acrescenta: “A palavra aramaico soa tão bem, não precisamos de mais nada para acreditar.” De resto, a fé já não é essa espécie de utopia transparente, mas algo mais rastejante, que sobrevive à base de impulsos, coincidências meio patéticas, um arranjo fenomenal de ninharias. Às tantas, num daqueles armazéns onde alguns tipos assistem à rotina frenética das mercadorias, esses milhares de produtos destinados a um trânsito internacional que, como nos diz José Gardeazabal, parece imitar o ritmo fértil das grandes migrações, fica claro como vamos sendo reduzidos a essa humildade dos espectadores da catástrofe, e às tantas percebe-se que o homem é precisamente aquilo que toda esta inquietação das mercadorias acaba por destruir, tornando-se um ser inteiramente esmagado, atirado para a margem, desfigurado por essa nova forma de miséria que se foi impondo com o monstruoso desenvolvimento da técnica. Como assinalou Erich Auerbach, “nos seus começos gregos, a poesia europeia possuía o conhecimento de que o homem seria uno – algo de indivisível, constituído pela força e pela forma do corpo, pela razão e pela vontade do espírito, de que o seu destino particular se teria desenvolvido a partir de uma tal unidade, quando à sua volta se reuniam, como que por atracção magnética, as acções e paixões que lhe estavam reservadas, fixando-se nele e formando assim elas mesmas uma parte da sua unidade”. Aquele filólogo e crítico literário vinca que foi “este entendimento que conferiu à epopeia homérica a intuição e a compreensão profunda da estrutura dos acontecimentos possíveis”. “Inventando e sobrepondo acções e paixões do mesmo tipo, Homero deu forma a Aquiles ou a Ulisses, a Helena ou a Penélope; de uma acção que revelava a essência, ou ainda de uma essência que se anunciava numa primeira acção, surgiu ao poeta inventor, de forma necessária e natural, a série e a suma das acções, tornadas idênticas, de todos eles, e ao mesmo tempo a orientação geral do percurso das suas vidas, o seu entrelaçamento no tecido dos acontecimentos, que constitui tanto a sua essência quanto o seu destino.” Mas hoje já não há unidade nos homens porque o destino é precisamente aquilo que faz deles esses seres inertes, dominados por um vazio que escarnece de todos os seus gestos. E também por isso o romance está em crise, pois não sabemos como traduzir alguma inspiração literária que sirva de fôlego a verdadeiras personagens, construindo a sua fictiva autonomia, e que habitem soberanamente essa zona dos mitos criada pelos grandes escritores. Vamos andar por aqui, indagar ainda sobre a forma como o novo paradigma tecnológico infectou a carne. E se, finalmente, e ao cabo de tantos naufrágios, o velho lobo desse mar que há décadas ia pingando pelas torneiras mal fechadas de tantas casas portuguesas lá se despediu de vez, também por aí vamos passar, aproveitando para uivar entre as fronteiras já praticamente apagadas da nossa cultura, e sempre com Gardeazabal a expor-nos a vasta colecção de pulgas colhidas noutras paragens e que a ele o ferram mais fundo e lhe transmitem a sua febre.
A correria é a distração mais comum do nosso tempo.Vivemos ocupados, mas não necessariamente realizados e satisfeitos com aquilo que realizamos. Fazemos muitas coisas, mas negligenciamos o essencial. Na casa de Marta, Jesus estava presente, ensinando, oferecendo Sua companhia. MasMarta estava tão ocupada servindo que perdeu a chance de estar com Ele.Maria escolheu a boa parte: parar, sentar-se e ouvir.O perigo da correria não está no trabalho ou no serviço em si, mas em permitir que o urgente substitua o importante. Marta estava fazendo coisas boas, necessárias, mas se distraiu do melhor. Jesus não condenou seu trabalho, mas alertou sobre aagitação que rouba a presença. Nesta mensagem, vamos aprender a discernir entre ocupação e propósito, entre estar ocupado e estar presente, entre uma vida cheia de afazeres e uma vida aos pés de Jesus.
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Esta semana, no episódio 202, falamos de muita coisa! E começamos pelo derbi do Old Firm e dos golos de Chermiti, e do Hearts de Cláudio Braga, o actual 3ª melhor marcador da Liga Escocesa. Fazemos a antevisão do Clássico Sporting x Porto, para a 1ª mão da meia-final da Taça - terá algum impacto na Liga? Falamos dos objectivos do Benfica até ao fim da época, agora que só jogam para o campeonato; Abordamos a fuga à despromoção: quem vai estar nesta luta até ao fim? Comentamos os sorteios europeus de Sporting, Porto e Braga - quem teve mais "sorte"? Fechamos a falar da equipa sensação do momento na Europa: o Arsenal? Não. O Bayern? Não, o Bodo Glimt! Esses Noruegueses são tramados.
Fazemos um balanço dos altos e baixos de 2025, as maiores surpresas, decepções, as narrativas inesquecíveis, os momentos mais marcantes, os maiores injustiçados do ano e várias outras categorias! Além, é claro, de batermos o martelo sobre o tema do ano, conferirmos o saldo das previsões feitas pra 2025 e deixarmos registradas as apostas para 2026. 00:01:52 - Tema do ano 00:29:15 - Jogos que Queria ter Jogado Mais 00:56:27 - Melhor Jogo de Outro Ano 01:23:51 - Jogo Mais Bonito 02:04:38 - Melhor História 02:15:27 - Spoiler de Clair Obscur: Expedition 33 02:29:30 - Fim do Spoiler de Clair Obscur: Expedition 33 02:30:03 - Spoiler de Blue Prince 02:39:02 - Fim do spoiler de Blue Prince 02:39:13 - Spoiler de Silent Hill f 02:53:43 - Fim do spoiler de Silent Hill f 03:04:42 - Melhor Mecânica 03:50:53 - Coisa Mais Idiota 04:09:24 - Spoiler de Death Stranding 2: On the Beach 04:10:20 - Fim do spoiler de Death Stranding 2: On the Beach 04:19:59 - Maior Decepção 04:58:46 - Maior Surpresa 05:27:27 - Melhor Momento 05:46:19 - Spoiler de Blue Prince 05:53:44 - Fim do spoiler de Blue Prince 05:54:11 - Spoiler de Despelote 05:56:45 - Fim do Spoiler de Despelote 05:58:59 - Spoiler de Split Fiction 06:01:36 - Fim do Spoiler de Split Fiction 06:01:57 - Spoiler de SIlent Hill f 06:03:20 - Fim do Spoiler de Silent Hill f 06:06:04 - Spoiler de Clair Obscur: Expedition 33 06:18:31 - Fim Spoiler de Clair Obscur: Expedition 33 06:18:39 - Esquecidos do Ano 06:58:45 - Pontuando Apostas de 2025 07:01:22 - Resultado do Sushi 07:06:20 - Resultado do Rafa 07:11:53 - Resultado o André 07:14:53 - Resultado do Tengu 07:17:46 - Apostas de 2026 do Sushi 07:26:56 - Apostas de 2026 do Rafa 07:34:51 - Apostas de 2026 do André 07:42:21 - Apostas de 2026 do Tengu Contribua | Twitter | YouTube | Twitch | Contato
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Três vitórias em três jogos nos grupos e uma goleada de cambalhota nos quartos de final. Portugal está com a corda toda em busca do tricampeonato europeu e agora é altura das decisões: primeiro com a França, depois com Espanha ou Croácia (esperamos todos que na final). Fazemos o balanço da participação até agora e perspetivamos o que falta da fase final.
Lives Amorosidade
Lives Amorosidade
Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
O DUCENTÉSIMO QUINQUAGÉSIMO QUINTO EPISÓDIO do Podcast Dar Voz a esQrever
GuaxaVerso destrinchando episódios e respondendo comentários! Se Flopar nunca existiu. Até porque…. Nunca existiu mesmo. Esta semana vamos falar tudo sobre o episódio de 208. Ajude esse projeto Apoiase: https://apoia.se/rpguaxa PIX: rpguaxa@gmail.com Contatos: Instagram: https://instagram.com/RPGuaxa Instagram do Guaxa: https://instagram.com/marceloguaxinim Assine o Feed! http://deviante.com.br/podcasts/rpguaxa/feed/ Se não esta achando no seu agregador cole esse link lá que ele acha! Assine o Feed! Edição: Marcelo Guaxinim. “Ancient Winds” Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
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Abertura dos trabalhos na Amorosidade
As competições europeias estão de volta e FC Porto, Sporting e Benfica entram em ação! Fazemos análise aos jogos dos 3 e outros que prometem uma semana de muito bom futebol. Falamos da força da defesa dos dragões e do papel importante que Geny Catamo tem no plantel dos leões. Fazemos mais um especial Verdadeiro/Falso que promete dar que falar.Entrando para a segunda volta dos campeonato atualizamos as nossas expectativas de futuros campeões dos principais campeonatos e provas europeias. Motivos mais do que suficientes para te deixar preso do primeiro ao último minuto deste episódio.
Esta semana contamos novamente com a companhia do Ricardo Loureiro, que continua a presentear-nos com a sua perspetiva in loco do futebol nacional, dada a ausência do nosso Oliveira – a quem mandamos um enorme abraço. Fazemos o rescaldo da jornada, com especial enfoque nesse grande jogo disputado na Cidade Berço, e antecipamos os encontros europeus de Sporting, Benfica, Porto e Braga. Mas a questão do milhão de euros mantém-se: ainda temos campeonato ou o Porto pode encomendar os foguetes?
Ministração Igreja da Fazenda
Ministração Igreja da Fazenda
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Portagens e bilhetes de transportes mais caros. Ovos e carne com novas subidas. Rendimentos e pensões com aumentos. Fazemos as contas aos custos de 2026. Alexandra Machado é a convidada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portagens e bilhetes de transportes mais caros. Ovos e carne com novas subidas. Rendimentos e pensões com aumentos. Fazemos as contas aos custos de 2026. Alexandra Machado é a convidada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta semana, analisamos a qualificação de Portugal para o Mundial de 2026: não foi fácil mas terminou com goleada: 9 golos para assinalar a nona presença em Mundiais. Fazemos um balanço da jornada de Martinez até aqui e passamos em revista as selecções já apuradas, as surpresas e as histórias mais interessantes. Por fim, projectamos a próxima eliminatória da Taça de Portugal e, concluimos com mais um belo fora de jogo!
Finalmente acabaram as eleições na Luz e o novo Presidente do Benfica é... Rui Costa! Aleluia, aleluia! Esta semana, na ausência imprevista do nosso Velho de Remelhe, falamos sobre as eleições e sobre o que o seu resultado poderá significar para o Benfica. Fazemos um balanço das primeiras 11 jornadas, com o Porto como equipa em destaque, bem como o Gil Vicente, actualmente num merecido 4º lugar. Mas falamos também da luta pelo 4º lugar e da situação actual no fundo da tabela: será ainda cedo para dizer que o AVS já não se safa? Sendo que estamos a meio da fase regular da Champions e da Liga Europa, fazemos também um balanço das prestações Europeias dos clubes Portugueses. Terminamos com a Selecção: Portugal pode selar o apuramento para o Mundial já no próximo jogo contra a Irlanda, e vai fazê-lo... sem laterais canhotos! Esperamos que gostem!
No Frango Fino dessa semana, Doug Bezerra, André Rocca, Rafa Louzada e Wagner Loud (@w.loud) mergulham nas pobrezas do dia a dia — aquelas manias e economias que todo mundo faz, mas finge que não. BLACK FRIDAY INSIDER: A TECH T-SHIRT, O BÁSICO INTELIGENTE QUE DURA ANOS, AGORA COM DESCONTOS INCRÍVEIS — USE O CUPOM FRANGOFINO E LEVE ATÉ 50% OFF!Arte do episódio por Isis The Bunny (@isisthebunnyart)Apoie o Frango!! NOVO PIX: pixdofrangofino@gmail.com Apoia.se: https://apoia.se/frangofinoOrelo: https://orelo.cc/frangofinoPatreon: https://patreon.com/frangofino Comentado durante o programa:Maquininha Philips para depilação (boa para regiões rugosas)Maquininha Philips para depilação das moças (mas pode usar se você se considerar rapaz também)INSCREVA-SE NO CANAL DO FRANGO NO YOUTUBEReddit do Frango FinoO retorno da banda Diezel!! Diezel - Insano (ao vivo)Loja do FrangoPlaylist musical do FrangoNão perca mais nossas lives! Siga o Bezerra em twitch.tv/dougbezerraTIKTOK DO FRANGO!Instagram dos Frangos:Doug Bezerra (@dougbezerra), Doug Lira (@liradoug) e Rafa Louzada (@rafaelouzada)Para falar com a gente:E-mail:frangofinopodcast@gmail.comInstagram:@frangofinopodcastWhatsapp: 11 94547-3377
Glorificar a Deus é torná-lo conhecido. Conhecer a Deus é conhecê-lo pelo Seu nome e pelos Seus atos redentores, que revelam o Seu caráter. Antes mesmo de pensarmos em missão, Deus já estava envolvido na tarefa de tornar o Seu nome conhecido e glorificado. Podemos apenas colaborar em Sua missão. Deus deseja uma adoração cósmica! Os povos têm ídolos porque são sedentos por culto. Seres humanos são irremediavelmente devotos. Quando proclamamos o Evangelho, estamos chamando as pessoas à verdadeira adoração. Fazemos missão porque ainda existem pessoas que não adoram a Deus. O trabalho missionário não é um fim, mas um meio, para que todos os povos glorifiquem o nome de Deus. O nome de Deus cumpriu sua revelação máxima no Filho de Deus, que encarnou e entrou na história para resgatar o Seu povo. Ele é o nome de Deus encarnado — a salvação de Deus — a ser proclamada a todas as nações e a todos os povos. A Igreja existe única e exclusivamente para a glória de Deus. Soli Deo Gloria. Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Comer chocolate em direto na rádio nunca foi tão BOM!
Leitura Bíblica Do Dia: GÊNESIS 4:2-11 Plano De Leitura Anual: SALMOS 113–115; 1 CORÍNTIOS 6 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: No poema As testemunhas, Henry Wadsworth Longfellow (1807–82) descreveu um navio negreiro afundado. Destacou os “esqueletos acorrentados” e lamentou as incontáveis vítimas anônimas da escravidão. A última estrofe traz: “Estes são os horrores da escravidão / Eles brilham do abismo / Eles choram em sepulturas desconhecidas / Nós somos as Testemunhas!” (tradução livre). A quem essas testemunhas falam? Esse testemunho silencioso não é fútil? Há uma Testemunha que tudo vê. Quando Caim assassinou Abel, ele fingiu que nada acontecera. “Por acaso sou responsável por meu irmão?”, disse com desdém a Deus, que lhe disse: “O sangue de seu irmão clama a mim da terra! O próprio solo, que bebeu o sangue de seu irmão, sangue que você derramou, amaldiçoa você” (GÊNESIS 4:9-11). O nome de Caim persiste como aviso. “Não sejamos como Caim, que pertencia ao maligno e assassinou seu irmão”, advertiu João (1 JOÃO 3:12). O nome de Abel também está presente, mas de maneira diferente. “Pela fé, Abel apresentou a Deus um sacrifício superior ao de Caim”; ele “ainda fala por meio de seu exemplo” (HEBREUS 11:4). Abel ainda fala! Também os ossos dos escravos, há muito esquecidos. Fazemos bem em nos lembrar de todas essas vítimas e nos opor à opressão onde quer que a vejamos. Deus vê tudo. Sua justiça triunfará. Por: TIM GUSTAFSON