POPULARITY
Categories
No episódio de hoje do BB Cast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon após a divulgação da primeira estimativa de safra e os recentes movimentos do mercado internacional.Destaques do episódio:
Já sentiste que sabes "tudo" sobre dietas, mas na hora de comer parece que o teu corpo não te obedece? No episódio desta semana, explicamos porque é que ignorar os teus sinais de fome e saciedade é o erro nº 1 que te impede de ter uma relação saudável com a comida.Queres ter acesso à prática de Body Scan? Clica aqui!Se queres agendar a tua 1ª Consulta de Terapia Nutricional de forma 100% gratuita, podes fazê-lo aqui. Sobre nós: Clara Magalhães DiasTiago SabinoCronologia do episódio:01:12 - Novidade e Docinho da semana05:06 - Sinais de fome e saciedade15:29 - Exercício de exploração corporal | Body Scan24:35 - Exercício de Mindful Eating29:00 - A importância de percecionar os sinais
Neste vídeo, vamos refletir sobre relacionamentos, emoções ecomportamentos que impactam diretamente a forma como nos vinculamos, noscomunicamos e cuidamos de nós dentro das relações.Sou Paula Freitas, psicóloga, psicoterapeuta de casale terapeuta sexual, e aqui no canal compartilho conteúdos sobre:✔️relacionamentos saudáveis✔️comunicação no casal✔️amor, apego e limites✔️autocuidado emocional✔️saúde mental e vínculos afetivosA ideia é trazer uma psicologia prática, acessível ereflexiva, para te ajudar a construir relações mais conscientes, leves erespeitosas, começando pela relação com você mesma(o). Se esse conteúdo fezsentido para você:
Venha visitar a nossa Loja:https://iconografia-da-historia-3.myshopify.com/?utm_medium=product_shelf&utm_source=youtubeSiga nosso canal de CORTES:https://www.youtube.com/@IconografiadaHistoria-cortesE siga também nosso canal parceiro "CAFÉ E CAOS TV" apresentado pelo nosso querido Fernandão e Agnes Andradehttps://www.youtube.com/@CafeecaostvAJUDE-NOS A MANTER O CANAL ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA: Considere apoiar nosso trabalho, participar de sorteios e garantir acesso ao nosso grupo de Whatsapp exclusivo: https://bit.ly/apoiaoidhSe preferir, faz um PIX: https://bit.ly/PIXidhNos acompanhe no Spotify @iconocastSiga ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA em todas as redes: https://linktr.ee/iconografiadahistoriaoficialSiga o JOEL PAVIOTTI: https://bit.ly/joelpaviottiApresentação: Joel PaviottiTexto e roteirização: Adriana de PaulaRevisão: Adriana de PaulaCâmera e produção: Fernando ZenerattoEdição: Fernando ZenerattoDireção: Fernando Zeneratto / Joel Paviotti
Existem movimentos corporais que vou chamar de agitação são movimentos quase que involuntários, mas eles são sinais de uma questão muito importante: a existência de preocupação.Dentre os sintomas mais comum nós temos: mãos suando, pernas balançando, braços se tremendo, etc. Quando isso acontece, é um sinal de agitação e ansiedade.Essa agitação provém de algum estímulo. Esse estímulo pode ser por uma pressão do trabalho, pode ser pelas muitas coisas pra fazer, por uma questão difícil a ser resolvida. Existem muitas portas que podem gerar esses sinais corporais.Veja então o que diz o Salmo 46 no verso 10: "Aquietem-se e saibam que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra."Se você quer ouvir Deus, sua agitação deve cessar, é preciso se acalmar. A agitação te distrai, te faz agir por impulso, te dispersa, te torna surdo e insensível ao agir de Deus. Por isso que o salmista diz: "Aquietem-se". Sim, esse é o primeiro e talvez o mais importante passo se você quer mudar seu estilo de vida.Eu não disse que será um processo fácil, mas acalmar-se diante de Deus é o primeiro passo para uma mudança em seu comportamento. Pare o que está fazendo e desfrute do que Deus está fazendo.
Os três candidatos à TAP já se reuniram com a equipa de gestão para conhecer por dentro a estratégia e os números da companhia. Em que ponto está agora a corrida à privatização?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nem toda amizade que dura é saudável.E nem toda pessoa que está perto quer realmente o seu bem.Neste episódio, eu falo sobre os sinais de uma amizade tóxica — aqueles comportamentos sutis que confundem, desgastam e fazem você sair se sentindo menor, culpada ou insegura.Você vai entender:Como identificar sinais de uma amizade que não é saudávelQuando a amizade vira competição disfarçadaPor que algumas pessoas só estão presentes quando você está por baixoComo reconhecer manipulação emocional entre amigasE quando se afastar é maturidade, não ingratidãoMuitas vezes a gente insiste por história, lealdade ou medo de parecer exagerada. Mas amizade de verdade fortalece, não enfraquece.Se você já se perguntou “por que me sinto mal perto dela?”, esse episódio é pra você.Palavras-chave: amizade tóxica, sinais de amizade falsa, amizade feminina, quando se afastar de uma amizade, manipulação emocional, relações tóxicas, como identificar amizade ruim, amizade que faz mal, limites emocionais, saúde emocional, maturidade emocional.
LIVRANDO-SE DAS DÍVIDAS | PRINCÍPIOS BÍBLICOS PARA A LIBERDADE FINANCEIRA
Para todos os que vivem sozinhos, há agora uma app que permite garantir aos outros que está vivo. E ainda, a última foto emocionante de Van der Beek e Alfonso Ribeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Para todos os que vivem sozinhos, há agora uma app que permite garantir aos outros que está vivo. E ainda, a última foto emocionante de Van der Beek e Alfonso Ribeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Papo Antagonista desta sexta, 12, analisou o cenário político nacional e o surgimento de um nome alternativo a Lula e Flávio Bolsonaro.A nova geração política, capitaneada pelo presidente do PSD, Gilberto Kassab, pode ganhar a eleição presidencial?Madeleine Lacsko e Magno Karl comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Neste vídeo, vamos refletir sobre relacionamentos, emoções ecomportamentos que impactam diretamente a forma como nos vinculamos, noscomunicamos e cuidamos de nós dentro das relações.Sou Paula Freitas, psicóloga, psicoterapeuta de casale terapeuta sexual, e aqui no canal compartilho conteúdos sobre:✔️relacionamentos saudáveis✔️comunicação no casal✔️amor, apego e limites✔️autocuidado emocional✔️saúde mental e vínculos afetivosA ideia é trazer uma psicologia prática, acessível ereflexiva, para te ajudar a construir relações mais conscientes, leves erespeitosas, começando pela relação com você mesma(o). Se esse conteúdo fezsentido para você:
Estamos chegando na idade dos “ENTA”! Socorro, Brasil!Hoje falamos sobre os sinais de TIOZÃO ou TIAZONA que estão aparecendo!Já tá reclamando dos adolescentes? Das crianças gritando na porta da sua casa?Tá incomodado com o som alto?Já tá dormindo cedo de tanto cansaço?
Você quer ser líder ou apenas quer o status e o salário?Muitas pessoas buscam a liderança pelo poder, mas esquecem que a outra face da moeda é a responsabilidade. Neste vídeo, eu revelo por que a insegurança é o maior inimigo de um gestor e como problemas não resolvidos do seu "CPF" (vida pessoal) destroem o seu "CNPJ" (vida profissional).Se você tem medo de demitir, pisa em ovos para dar feedback ou quer ser "amigo" de todo mundo... cuidado. Você pode estar caindo na armadilha da Liderança Insegura.—O que você vai aprender neste vídeo:00:00 - A base da Liderança00:43 - O perigo do Líder "Bonzinho" e inseguro01:52 - Autorresponsabilidade: O erro do time é SEU erro02:56 - A Régua Alta: Você tem do time aquilo que você tolera03:59 - Liderança não é para todos (O peso da decisão)05:25 - Como saber se a pessoa está na cadeira errada?06:04 - "Não se ensina a querer": Quando demitir é um presente06:53 - Fit Cultural: O casamento entre pessoa e empresa09:58 - O Líder Ditador também é inseguro (Liderança pelo medo)12:46 - Trauma com autoridade: Projeção de Pai/Mãe—
A rede Bitcoin nunca perdeu tanto valor nominal em moeda estatal no mesmo dia quanto no dia 5 de fevereiro de 2026. Um dia histórico com uma vela negativa de tamanho jamais visto na curta vida do BTC. Conferimos alguns dos sentimentos, medos, incerteza e dúvidas que permearam esse momento e refletimos sobre o que deve mudar daqui pra frente para reverter essa situação.Medos Incertezas e Dúvidashttps://x.com/TheBTCTherapist/status/2018813412948738088https://x.com/PortfolioXpert/status/2019180840958529601https://x.com/robustus/status/1396478002960093185https://x.com/davidfrum/status/2019567717628665960?s=20Hopiumhttps://x.com/ProofOfMoney/status/2019567461356695764https://x.com/JosefTetek/status/2019647965460328719https://x.com/bitdov/status/2019494927835570275https://x.com/bitdov/status/2019370920792502658https://x.com/bitdov/status/1634100955493851141Gravado no bloco 935225________________APOIE O CANALhttps://bitcoinheiros.com/apoie/⚡ln@pay.bitcoinheiros.comPara agendar uma CONSULTA PRIVADA com o Dov: https://consultorio.bitcoinheiros.com/Consulta pública: https://ask.arata.se/bitdov00:00 Introdução00:40 Comportamento do verdadeiro bitcoinheiro04:11 HODL é a melhor opção para o bitcoinheiro05:13 A pior queda de preço do Bitcoin07:16 Sinais de fundo de preço do Bitcoin em 202612:22 O que motivou a queda do hashrate do Bitcoin em 2026?17:17 A volatilidade do preço do Bitcoin23:49 O que determina o preço do Bitcoin?29:50 Corretoras e ETFs manipulam o Bitcoin?39:33 Um Bitcoin é sempre um Bitcoin41:22 A importância de tirar seus bitcoins da corretora44:28 Índice de medo extremo no Bitcoin46:05 FUD sobre o Bitcoin48:36 Histórico das grandes quedas no preço do Bitcoin50:58 Bitcoin de verdade é em autocustódia55:44 Memes da bolha bitcoinheira57:29 O bull market mais decepcionante da história do Bitcoin1:01:46 Gráfico da psicologia do ciclo de mercado1:03:17 Bear market do Bitcoin em ouroEscute no Fountain Podcasts (https://fountain.fm/join-fountain)para receber e enviar satoshinhos no modelo Value4ValueSIGA OS BITCOINHEIROS:Site: https://www.bitcoinheiros.comTwitter: https://www.x.com/bitcoinheirosAllan - https://www.x.com/allanraicherDov - https://x.com/bitdovBecas - https://x.com/bksbk6Instagram: https://www.instagram.com/bitcoinheirosFacebook: https://www.fb.com/bitcoinheirosPodcast: https://anchor.fm/bitcoinheirosMedium: https://medium.com/@bitcoinheirosCOMO GUARDAR SEUS BITCOINS?Bitcoinheiros recomendam o uso de carteiras Multisig com Hardware Wallets de diferentes fabricantes ou próprias.Para ver as carteiras de hardware que recomendamos, acesse https://www.bitcoinheiros.com/carteirasVeja os descontos e clique nos links de afiliados para ajudar o canalPor exemplo, para a COLDCARD - https://store.coinkite.com/promo/bitcoinheirosCom o código "bitcoinheiros" você ganha 5% de desconto na ColdCardPlaylist "Canivete Suíço Bitcoinheiro"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmg-KH5bwzMU4sdyMbVMPqwbPlaylist "Carteiras Multisig de Bitcoin"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmi74PiIUSnGieNIPqmtmdjWISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE:Este conteúdo foi preparado para fins meramente informativos.NÃO é uma recomendação financeira nem de investimento.As opiniões apresentadas são apenas opiniões.Faça sua própria pesquisa.Não nos responsabilizamos por qualquer decisão de investimento que você tomar ou ação que você executar inspirada em nossos vídeos.P.S. para os buscadoresSomos bitcoinheiros, não bitconheiros, nem bitconheros, bitcoinheros, biticonheiros, biticonheros ou biticoinheros.O Dov é bitcoinheiro, não bitconheiro, nem bitconhero, bitcoinhero, biticonheiro, biticonhero ou biticoinhero.É Bitcoin, não Bitcon e nem Biticoin :)
Ducentésima décima quarta mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Série RECOMEÇO - Uma exposição bíblica do livro de NeemiasMensagem: SINAIS DE UMA VIDA RESTAURADA!Texto Bíblico: Ne 12.1-47Pregador: Pr Roni SantosInscreva-se no canal: https://bit.ly/2MLbVB9Acesse mais recursos através do site: https://ibvidanova.com.brMAcompanhe nossas páginas!Facebook: Igreja Batista Vida Nova (https://bit.ly/2tkK7wr)Instagram: @vidanovaindaiatuba (https://bit.ly/2ZJFubC)Spotify: Igreja Batista Vida Nova (https://spoti.fi/2Vq9J5t)
Me siga nas redes sociais: Facebook: Diego Menin Instagram: @diegonmenin Youtube: Diego Menin X: @diegonmenin Site: www.diegomenin.com
Neste vídeo, vamos refletir sobre relacionamentos, emoções ecomportamentos que impactam diretamente a forma como nos vinculamos, noscomunicamos e cuidamos de nós dentro das relações.Sou Paula Freitas, psicóloga, psicoterapeuta de casale terapeuta sexual, e aqui no canal compartilho conteúdos sobre:✔️relacionamentos saudáveis✔️comunicação no casal✔️amor, apego e limites✔️autocuidado emocional✔️saúde mental e vínculos afetivosA ideia é trazer uma psicologia prática, acessível ereflexiva, para te ajudar a construir relações mais conscientes, leves erespeitosas, começando pela relação com você mesma(o). Se esse conteúdo fezsentido para você:
Diversos títulos não anunciados cancelados, jogos adiados, foco em live services e reestruturação. Sinais de grandes mudanças pela frente. Mas o que está acontecendo com a Ubisoft, afinal?Vem conferir a nossa resenha no Flow Games de hoje!
Janeiro teve apenas 30 mm de chuvas e fevereiro tem previsões abaixo da média
Ouça essa ministração até o final e compartilhe com seus amigos e familiares. Deus abençoe!
NÍVEL INTERMEDIÁRIOVocê sabia que, muito antes da internet, civilizações inteiras mantinham redes de comunicação sofisticadas usando apenas assobios, batidas de tambores ou cordões com nós para enviar mensagens complexas? Descubra como a engenhosidade humana superou barreiras geográficas com tecnologias ancestrais fascinantes, onde o único limite para a comunicação era a própria imaginação.Pergunta do episódio:Qual destes métodos enviava uma mensagem a 160km em 2 horas?a. Sinais de fumaçab. Tambores falantesc. Linguagem assobiadaVocabulário:• tonal (língua) idioma onde o tom da voz muda o significado da palavra• assobiar produzir som com os lábios• percussionista pessoa que toca tambor ou bateria• nó laço• encostas lados de uma montanha ou colina
Assessoria esportiva online e cursos | E-book "Dieta Inteligente - Para Perder Gordura e Ganhar Massa Muscular" – só R$ 39,90 | Curso de Treino – Monte seu próprio treino ainda hoje | Curso de Emagrecimento – Como emagrecer e nunca mais engordar | Curso Sobre Esteroides Anabolizantes – Não use esteroides antes de fazer este curso | Curso de Suplementação para Praticantes de Musculação | Grupo do Telegram com promoções | Instagram | Facebook | Growth | Oficialfarma
Culto de Celebração | 18.01´26Visite-nos nas redes sociais:youtube.org/ccvalisboafacebook.com/ccvalisboainstagram.com/ccvalisboatiktok.com/@ccvalisboa
Se você está vivendo uma crise no seu relacionamento, este episódio é para você.Como prometido, o link do PRATICANDO O AMOR PRÓPRIO.https://pay.hotmart.com/J96695553M?off=r7c3juwdSe o link não funcionar, copia e cola no seu navegador
Neste vídeo, vamos refletir sobre relacionamentos, emoções ecomportamentos que impactam diretamente a forma como nos vinculamos, noscomunicamos e cuidamos de nós dentro das relações.Sou Paula Freitas, psicóloga, psicoterapeuta de casale terapeuta sexual, e aqui no canal compartilho conteúdos sobre:✔️relacionamentos saudáveis✔️comunicação no casal✔️amor, apego e limites✔️autocuidado emocional✔️saúde mental e vínculos afetivosA ideia é trazer uma psicologia prática, acessível ereflexiva, para te ajudar a construir relações mais conscientes, leves erespeitosas, começando pela relação com você mesma(o). Se esse conteúdo fezsentido para você:
Febre sem sinais localizatórios em lactentes e crianças pequenas é uma das situações mais frequentes e mais angustiantes da pediatria moderna. No episódio #174 do InfectoCast, discutimos a conduta atualizada na FSSL com uma abordagem prática, baseada em evidências e adaptada à realidade da era pós vacinal.Ao longo da conversa com o time do Infectopeds e a Dra Laura Lanzoni, mostramos por que o risco de infecção bacteriana invasiva hoje é muito diferente daquele ensinado nos protocolos clássicos e como isso muda completamente a investigação, o uso de exames e a tomada de decisão clínica. Falamos sobre estratificação etária, diferenças entre neonatos, lactentes jovens e crianças maiores e os impactos diretos dessas diferenças na prática diária.Discutimos de forma crítica o uso excessivo de exames laboratoriais na febre sem foco, o papel atual da hemocultura e do líquor, quando testes virais realmente ajudam e por que exames como o raio X de tórax não devem ser solicitados de forma automática em crianças sem sintomas respiratórios. O episódio reforça a importância de aceitar a incerteza clínica e trabalhar com probabilidade, evitando condutas defensivas que geram antibióticos desnecessários, internações evitáveis e ansiedade familiar.Se esse episódio fez você refletir sobre a complexidade real da infectopediatria, vale conhecer a pós graduação em Infectopediatria, uma parceria entre o InfectoCast e o Infectopeds. A formação foi pensada para médicos que lidam com crianças e adolescentes e buscam mais segurança, raciocínio clínico e aplicação prática da evidência científica no dia a dia.Ouça agora o episódio #174 do InfectoCast e acompanhe os próximos episódios no Spotify.
28 de Dezembro de 2025Preleção: Pr. Sílvio J. Santos
Assessoria esportiva online e cursos | E-book "Dieta Inteligente - Para Perder Gordura e Ganhar Massa Muscular" – só R$ 39,90 | Curso de Treino – Monte seu próprio treino ainda hoje | Curso de Emagrecimento – Como emagrecer e nunca mais engordar | Curso Sobre Esteroides Anabolizantes – Não use esteroides antes de fazer este curso | Curso de Suplementação para Praticantes de Musculação | Grupo do Telegram com promoções | Instagram | Facebook | Growth | Oficialfarma
Na saúde da terceira idade, a detecção precoce de alterações é vital para manter a independência. Sinais aparentemente simples podem indicar condições graves que exigem avaliação médica imediata. É o momento de ter atenção com alterações cognitivas e comportamentais; perda de memória progressiva; mudanças bruscas de humor; confusão mental súbita. Ainda com sinais físicos como quedas e instabilidade; cansaço extremo e dores recorrentes; dificuldade de deglutição e falta de apetite; entre outros. Para falar sobre o tema importante, já que o Brasil tem indicativos do aumento da população idosa, o âncora Jota Batista conversa, nesta sexta-feira (9), com o geriatra Sergio Murilo, do Hospital Jayme da Fonte Pernambuco.
Assessoria esportiva online e cursos | E-book "Dieta Inteligente - Para Perder Gordura e Ganhar Massa Muscular" – só R$ 39,90 | Curso de Treino – Monte seu próprio treino ainda hoje | Curso de Emagrecimento – Como emagrecer e nunca mais engordar | Curso Sobre Esteroides Anabolizantes – Não use esteroides antes de fazer este curso | Curso de Suplementação para Praticantes de Musculação | Grupo do Telegram com promoções | Instagram | Facebook | Growth | Oficialfarma
Convidada: Vera Magalhães, colunista do jornal O Globo, âncora na rádio CBN e apresentadora do programa Roda Viva, da TV Cultura. Um dos últimos projetos aprovados no ano pelo Senado foi o que reduz as penas dos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro: o PL da Dosimetria. Um dos beneficiados é o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso na Superintendência da Polícia Federal desde novembro. O presidente Lula disse que vai vetar o texto, medida que pode ser derrubada pelo Congresso e ainda ser questionada pelo Supremo Tribunal Federal. É um longo processo que expõe o embate entre os Poderes visto ao longo do ano. Neste episódio, Natuza Nery conversa com a jornalista Vera Magalhães para fazer um balanço do que foi 2025 na política. Vera analisa por que o Congresso avançou sobre a dosimetria das penas tão pouco tempo depois das condenações determinadas pelo Supremo. Ela avalia também a postura da Câmara, que terminou o ano sob a liderança fragilizada de Hugo Motta, em meio a baixa produtividade legislativa e cenas inéditas de violência. Por fim, Natuza e Vera discutem o que esperar de 2026. Vera traça o cenário eleitoral depois da prisão de Jair Bolsonaro, da indicação de Flávio Bolsonaro como herdeiro político do bolsonarismo e da recuperação de Lula após o enfrentamento do tarifaço. Quais são as fragilidades e os trunfos de cada campo às vésperas de um novo ano eleitoral?
Em abril deste ano foi anunciada a detecção de possíveis sinais de vida extraterrestre num planeta fora do sistema solar com o telescópio espacial James Webb, mas a descoberta não foi confirmada. Afinal, tem ou não tem vida nesse outro planeta? Que planeta é esse? Como é possível saber alguma coisa sobre um planeta distante? Este episódio do Oxigênio vai encarar essas questões com a ajuda de dois astrônomos especialistas no assunto: o Luan Ghezzi, da UFRJ, e a Aline Novais, da Universidade de Lund, na Suécia. Vamos saber um pouco mais sobre como é feita a busca por sinais de vida nas atmosferas de exoplanetas. __________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO Danilo: Você se lembra de quando uma possível detecção de sinais de vida extraterrestre virou notícia de destaque em abril deste ano, 2025? Se não, deixa eu refrescar a sua memória: usando o telescópio espacial James Webb, pesquisadores teriam captado sinais da atmosfera de um exoplaneta que indicariam a presença de um composto químico que aqui na Terra é produzido pela vida, algo que no jargão científico é chamado de bioassinatura. A notícia bombou no mundo todo. Aqui no Brasil, o caso teve tanta repercussão que a Folha de São Paulo dedicou um editorial só para isso – os jornais costumam comentar política e economia nos editoriais, e raramente dão espaço para assuntos científicos. Nos dois meses seguintes, outros times de pesquisadores publicaram pelo menos quatro estudos analisando os mesmos dados coletados pelo James Webb e concluíram que as possíveis bioassinaturas desaparecem quando outros modelos são usados para interpretar os dados. Sem o mesmo entusiasmo, os jornais noticiaram essas refutações e logo o assunto sumiu da mídia. Afinal, o que aconteceu de fato? Tem ou não tem vida nesse outro planeta? Aliás, que planeta é esse? Como é possível saber alguma coisa sobre um planeta distante? Eu sou Danilo Albergaria, jornalista, historiador, e atualmente pesquiso justamente a comunicação da astrobiologia, essa área que estuda a origem, a evolução e a possível distribuição da vida no universo. Nesse episódio, com a ajuda de dois astrofísicos, o Luan Ghezzi e a Aline Novais, vou explicar como os astrofísicos fazem as suas descobertas e entender porque a busca por sinais de vida fora da Terra é tão complicada e cheia de incertezas. Esse é o primeiro episódio de uma série que vai tratar de temas relacionados à astrobiologia. [Vinheta] Danilo: Eu lembro que li a notícia quentinha, assim que ela saiu no New York Times, perto das dez da noite daquela quarta-feira, dia 16 de abril de 2025. No dia seguinte, acordei e fui checar meu Whatsapp, já imaginando a repercussão. Os grupos de amigos estavam pegando fogo com mensagens entusiasmadas, perguntas, piadas e memes. Os grupos de colegas pesquisadores, astrônomos e comunicadores de ciência, jornalistas de ciência, também tinham um monte de mensagens, mas o tom era diferente. Em vez de entusiasmo, o clima era de preocupação e um certo mau-humor: “de novo DMS no K2-18b fazendo muito barulho”, disse uma cientista. Outra desabafou: “eu tenho coisa melhor pra fazer do que ter que baixar a fervura disso com a imprensa”. Por que o mal-estar geral entre os cientistas? Já chego lá. Os cientistas eram colegas que eu tinha conhecido na Holanda, no tempo em que trabalhei como pesquisador na Universidade de Leiden. Lá eu pesquisei a comunicação da astrobiologia. Bem no comecinho do projeto – logo que eu cheguei lá, em setembro de 2023 – saiu a notícia de que um possível sinal de vida, um composto chamado sulfeto de dimetila, mais conhecido pela sigla DMS, havia sido detectado num planeta a 124 anos-luz de distância da Terra, o exoplaneta K2-18b. Eu vi a repercussão se desenrolando em tempo real: as primeiras notícias, os primeiros comentários críticos de outros cientistas, a discussão nas redes sociais e blogs. Como eu estava no departamento de astronomia de Leiden, vi também como isso aconteceu por dentro da comunidade científica: os astrônomos com quem conversei na época estavam perplexos com a forma espalhafatosa com que o resultado foi comunicado. O principal era: eles não estavam nem um pouco animados, otimistas mesmo de que se tratava, de verdade, da primeira detecção de vida extraterrestre. Por que isso estava acontecendo? Vamos começar a entender o porquê sabendo um pouco mais sobre o exoplaneta K2-18b, em que os possíveis sinais de vida teriam sido detectados. Primeiro: um exoplaneta é um planeta que não orbita o Sol, ou seja, é um planeta que está fora do sistema solar (por isso também são chamados de extrassolares). Existem planetas órfãos, que estão vagando sozinhos pelo espaço interestelar, e planetas girando em torno de objetos exóticos, como os pulsares, que são estrelas de nêutrons girando muito rápido, mas quando os astrônomos falam em exoplaneta, quase sempre estão falando sobre um planeta que gira em torno de outra estrela que não Sol. O Sol é uma estrela, obviamente, mas o contrário da frase geralmente a gente não ouve, mas que é verdade… as estrelas são como se fossem sóis, elas são sóis. As estrelas podem ser maiores, mais quentes e mais brilhantes do que o Sol – muitas das estrelas que vemos no céu noturno são assim. Mas as estrelas também podem ser menores, mais frias e menos brilhantes do que o Sol – as menores são chamadas de anãs vermelhas. Elas brilham tão pouco que não dá para vê-las no céu noturno a olho nu. O K2-18b é um planeta que gira em torno de uma dessas anãs vermelhas, a K2-18, uma estrela que tem menos da metade do tamanho do Sol. Só que o planeta é relativamente grande. Luan Ghezzi: Ele é um planeta que tem algo entre 8 e 9 vezes a massa da Terra, ou seja, é um planeta bem maior do que a Terra. E ele tem um raio ali aproximado de 2.6 vezes o raio da Terra. Então, com essa massa e com esse raio há uma dúvida se ele seria uma super-Terra, ou se ele seria o que a gente chama de Mini-Netuno, ou seja, super-Terra, são planetas terrestres, mas, porém, maiores do que a Terra. Mini-Netunos são planetas parecidos com o Netuno. Só que menores. Mas com essa junção de massa e raio, a gente consegue calcular a densidade. E aí essa densidade indicaria um valor entre a densidade da Terra e de Netuno. Então tudo indica que esse K2-18b estaria aí nesse regime dos mini-Netunos, que é uma classe de planetas que a gente não tem no sistema solar. Danilo: Netuno é um gigante gelado e ele tem uma estrutura muito diferente da Terra, uma estrutura que (junto com o fato de estar muito distante do Sol) o torna inabitável, inabitável à vida como a gente a conhece. Mini-Netunos e Super-Terras, de tamanho e massa intermediários entre a Terra e Netuno, não existem no sistema solar, mas são a maioria entre os mais de 6 mil exoplanetas descobertos até agora. A estrela-mãe do K2-18b é bem mais fria, ou menos quente do que o Sol: enquanto o Sol tem uma temperatura média de 5500 graus Celsius, a temperatura da K2-18 não chega a 3200 graus. Então, se a gente imaginasse que o Sol fosse “frio” assim (frio entre aspas), a temperatura aqui na superfície da Terra seria muito, mas muito abaixo de zero, o que provavelmente tornaria nosso planeta inabitável. Só que o K2-18b gira muito mais perto de sua estrela-mãe. A distância média da Terra para o Sol é de aproximadamente 150 milhões de quilômetros, enquanto a distância média que separa o K2-18b e sua estrela é de 24 milhões de quilômetros. Outra medida ajuda a entender melhor como a órbita desse planeta é menor do que a da Terra: a cada 33 dias, ele completa uma volta ao redor da estrela. E comparado com a estrela, o planeta é tão pequeno, tão obscuro, que não pode ser observado diretamente. Nenhum telescópio atual é capaz de fazer imagens desse exoplaneta, assim como acontece com quase todos os exoplanetas descobertos até agora. São muito pequenos e facilmente ofuscados pelas estrelas que orbitam. Como, então, os astrônomos sabem que eles existem? O Luan Ghezzi explica. Luan Ghezzi: a detecção de exoplanetas é um processo que não é simples, porque os planetas são ofuscados pelas estrelas deles. Então é muito difícil a gente conseguir observar planetas diretamente, você ver o planeta com uma imagem… cerca de um por cento dos mais de seis mil planetas que a gente conhece hoje foram detectados através do método de imageamento direto, que é realmente você apontar o telescópio, e você obtém uma imagem da estrela e do planeta ali, pertinho dela. Todos os outros planetas, ou seja, noventa e nove porcento dos que a gente conhece hoje foram detectados através de métodos indiretos, ou seja, a gente detecta o planeta a partir de alguma influência na estrela ou em alguma propriedade da estrela. Então, por exemplo, falando sobre o método de trânsito, que é com que mais se descobriu planetas até hoje, mais de setenta e cinco dos planetas que a gente conhece. Ele é um método em que o planeta passa na frente da estrela. E aí, quando esse planeta passa na frente da estrela, ele tampa uma parte dela. Então isso faz com que o brilho dela diminua um pouquinho e a gente consegue medir essa variação no brilho da estrela. A gente vai monitorando o brilho dela. E aí, de repente, a gente percebe uma queda e a gente fala. Bom, de repente passou alguma coisa ali na frente. Vamos continuar monitorando essa estrela. E aí, daqui a pouco, depois de um tempo, tem uma nova queda. A diminuição do brilho e a gente vai monitorando. E a gente percebe que isso é um fenômeno periódico. Ou seja, a cada x dias, dez dias, vinte dias ou alguma coisa do tipo, a gente tem aquela mesma diminuição do brilho ali na estrela. Então a gente infere a presença de um planeta ali ao redor dela. E aí, como são o planeta e a estrela um, o planeta passando na frente da estrela, tem uma relação entre os tamanhos. Quanto maior o planeta for, ele vai bloquear mais luz da estrela. Então, a partir disso, a gente consegue medir o raio do planeta. Então esse método do trânsito não só permite que a gente descubra os exoplanetas, como a gente também pode ter uma informação a respeito dos raios deles. Esse é o método que está sendo bastante usado e que produziu mais descobertas até hoje. Danilo: e foi por esse método que o K2-18b foi descoberto em 2015 com o telescópio espacial Kepler. Esse telescópio foi lançado em 2009 e revolucionou a área – com o Kepler, mais de 2700 exoplanetas foram detectados. Com ele, os astrônomos puderam estimar que existem mais planetas do que estrelas na nossa galáxia. A órbita do K2-18b é menor do que a do planeta Mercúrio, que completa uma volta ao redor do Sol a cada 88 dias terrestres. Mas como sua estrela-mãe é mais fria do que o Sol, isso coloca o K2-18b dentro do que os astrônomos chamam de zona habitável: nem tão longe da estrela para que a superfície esfrie a ponto de congelar a água, nem tão perto para que o calor a evapore; é a distância ideal para que a água permaneça em estado líquido na superfície de um planeta parecido com a Terra. Só que o estado da água depende de outros parâmetros, como a pressão atmosférica, por exemplo. E é por isso que a tal da zona habitável é um conceito muito limitado, que pode se tornar até mesmo enganoso: um planeta estar na zona habitável não significa que ele seja de fato habitável. Claro, estar na zona habitável é uma das condições necessárias para que a superfície de um planeta tenha água líquida, o que é fundamental para que essa superfície seja habitável. Ter uma atmosfera é outra condição necessária. Além de estar na zona habitável, o K2-18b tem atmosfera e o Luan também explica como os astrônomos fazem para saber se um exoplaneta como o K2-18b tem uma atmosfera. Luan: a gente estava falando sobre o método de trânsito. E a gente falou que o planeta passa na frente da estrela e bloqueia uma parte da luz dela. Beleza, isso aí a gente já deixou estabelecido. Mas se esse planeta tem uma atmosfera, a luz da estrela que vai atingir essa parte da atmosfera não vai ser completamente bloqueada. A luz da estrela vai atravessar a atmosfera e vai ser transmitida através dela. A gente tem essa parte bloqueada da luz que a gente não recebe, a gente percebe a diminuição de brilho da estrela, com o método de trânsito, mas tem essa luz que atravessa a atmosfera e chega até a gente depois de interagir com os componentes da atmosfera daquele planeta. Então a gente pode analisar essa luz, que é transmitida através da atmosfera do planeta para obter informações sobre a composição dela. Danilo: e como é possível saber a composição química dessa atmosfera? A Aline Novais é uma astrofísica brasileira fazendo pós-doutorado na Universidade de Lund, na Suécia. A tese de doutorado dela, orientada pelo Luan, foi exatamente sobre esse tema: a coleta e a análise dos dados de espectroscopia de atmosferas de exoplanetas. Aline: No início, a gente não está olhando uma foto, uma imagem dos planetas e das estrelas. A gente está vendo eles através de uma coisa que a gente chama de espectro, que é a luz da estrela ou do planeta em diferentes comprimentos de onda. O que é o comprimento de onda? É literalmente o tamanho da onda. Você pode ver também como se fossem cores diferentes. Então a gente vai estar vendo vários detalhes em diferentes comprimentos de onda. O que acontece? A gente já sabe, não da astronomia, mas da química de estudos bem antigos que determinados compostos, vou usar aqui, por exemplo, a água, ela vai ter linhas muito específicas em determinados comprimentos de onda que a gente já conhece, que a gente já sabe. Então já é estabelecido que no cumprimento de onda X, Y, Z, vai ter linha de água. Então, quando a gente está observando novamente o brilho da estrela que passou ali pela atmosfera do planeta. Interagiu com o que tem lá, que a gente não sabe. Quando a gente vê o espectro dessa estrela que passou pela atmosfera, a gente vai poder comparar com o que a gente já sabe. Então, por exemplo, o que a gente já sabe da água, a gente vai ver que vai bater. É como se fosse um código de barras. Bate certinho o que tem na estrela, no planeta e o que tem aqui na Terra. E aí, a partir disso, a gente consegue dizer: “Ah, provavelmente tem água naquele planeta.” Claro que não é tão simples, tão preto no branco, porque tem muitas moléculas, muitos átomos, a quantidade de moléculas que tem ali também interferem nessas linhas. Mas, de forma mais geral, é isso. A gente compara um com o outro. E a gente fala: essa assinatura aqui tem que ser de água. Danilo: Em setembro de 2023, o time de pesquisadores liderado pelo Nikku Madhusudhan, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, anunciou a caracterização atmosférica do K2-18b feita com o telescópio espacial James Webb. Alguns anos antes, a atmosfera do exoplaneta tinha sido observada com o telescópio espacial Hubble, que havia indicado a presença de vapor de água. Com o James Webb, esses cientistas concluíram que a atmosfera não tinha vapor de água, mas fortes indícios de metano e dióxido de carbono, o gás carbônico. Não só isso: no mesmo estudo, eles também alegaram ter detectado, com menor grau de confiança, o sulfeto de dimetila, também chamado de DMS, uma molécula orgânica que aqui na Terra é produzida pela vida marinha, principalmente pelos fitoplânctons e microalgas. O DMS pode ser produzido em laboratório mas não existe um processo natural em que o nosso planeta, sozinho, consiga fazer essa molécula sem envolver a vida. Ou seja, o DMS seria uma possível bioassinatura, um sinal indireto da existência de vida. Por isso, esses cientistas alegaram ter encontrado uma possível evidência de vida na atmosfera do K2-18b. O fato é que a suposta evidência de vida, a detecção de DMS lá de 2023, tinha um grau de confiança estatística muito baixo para contar seriamente como evidência de vida. O time liderado pelo Madhusudhan continuou observando o K2-18b e voltou a publicar resultados apontando a presença de DMS usando outros instrumentos do James Webb. Foram esses resultados que fizeram tanto barulho em abril de 2025. E por que tanto barulho? Porque esse novo estudo apresenta um grau de confiança estatística mais alto para a detecção de DMS. Ele também alega ter detectado outra possível bioassinatura, uma molécula aparentada ao DMS, o DMDS, ou dissulfeto de dimetila. O resultado pareceu reforçar muito a hipótese da presença dessas possíveis bioassinaturas no K2-18b e, por isso, os grandes meios de comunicação deram ainda mais atenção ao resultado do que há dois anos atrás. O problema é que é muito complicado analisar os resultados do James Webb sobre essas atmosferas, e ainda mais difícil cravar a presença desse ou daquele composto químico ali. Aline Novais: Acho que a primeira etapa mais difícil de todas é como você tinha falado, Danilo, é separar o que é a luz do planeta e o que é a luz da estrela. Quer dizer, da atmosfera do planeta e o que é luz da estrela. E isso a gente faz como quando a gente está observando o trânsito. A gente não só observa o planeta passando na frente da estrela. Mas a gente também observa a estrela sem o planeta, e a gente compara esses dois. É literalmente subtrair um do outro. Então, assim, supondo que a gente já tem aqui o espectro pronto na nossa frente. O que a gente vai fazer para entender o que está naquele espectro? Aquilo ali é uma observação. Só que a gente tem da teoria da física, a gente sabe mais ou menos quais são as equações que vão reger a atmosfera de um planeta. Então a gente sabe o que acontece de formas gerais, que é parecida com o que acontece aqui na Terra e com o planeta do sistema solar. Então a gente sabe mais ou menos como deve ser a pressão, a temperatura. A gente sabe mais ou menos quais compostos químicos vão ter em cada camada da atmosfera, que depende de várias coisas. A gente sabe que se um planeta está muito próximo da estrela, ele vai ter determinados compostos químicos que ele não teria se ele estivesse muito mais longe da estrela dele. Então tudo isso interfere. E aí, o que a gente faz? A gente tem os dados, a gente tem o que a gente observou no telescópio. E a gente vai comparar com a teoria, com modelos que a gente faz no computador, programando, parará, parará, que vão reger aquela atmosfera. E aí, a partir disso, a gente vai comparar e ver o que faz sentido, o que não faz, o que bate e o que não bate. Danilo: Notaram que a Aline ressalta o papel dos modelos teóricos na interpretação dos dados? Os astrônomos comparam os dados coletados pelo telescópio com o que esperam observar, orientados pelas teorias e modelos considerados promissores para representar o que de fato está lá na atmosfera do planeta. E é nessa comparação que entra a estatística, a probabilidade de que as observações correspondem a este ou aquele modelo teórico. Aline Novais: Na estatística, a gente sempre vai estar quando a gente tiver probabilidade de alguma coisa, a gente sempre vai estar comparando uma coisa X com uma coisa Y. A gente nunca vai ter uma estatística falando que sim ou que não, vai ser sempre uma comparação de uma coisa ou de outra. Então, quando a gente, por exemplo, a gente tem o espectro lá de um planeta, a gente tem assinaturas que provavelmente podem ser de água, mas vamos supor que essa assinatura também é muito parecida com algum outro elemento. Com algum outro composto químico. O que a gente vai fazer? A gente vai comparar os dois e a resposta não vai ser nem que sim nem que não. A resposta vai ser: “Ah, o modelo que tem água é mais favorável.” Ou então, ele ajusta melhor os dados, do que o modelo com aquele outro composto químico. Danilo: O time do Nikku Madhusudhan, que fala em possível detecção de DMS, tem um modelo predileto que eles mesmos desenvolveram para explicar planetas como o K2-18b: os mundos hiceanos, planetas inteiramente cobertos por um oceano de água líquida debaixo de uma espessa atmosfera de hidrogênio molecular – por isso o nome, que é uma junção do “hi” de hidrogênio e “ceano” de oceano. É esse modelo que orienta a interpretação de que os dados do K2-18b podem conter as bioassinaturas. Aline: Todo o resultado final, que é: possivelmente detectamos assinaturas, não dependem dos dados em si, mas dependem de como eles analisaram os dados e que modelos foram utilizados para analisar esses dados. […] Os resultados vão sempre depender de como a gente analisou esses dados. […] Então a questão da detecção, ou possível detecção de bioassinatura depende principalmente de como foram colocados os modelos, do que foi inserido nos modelos e como esses modelos foram comparados. Nesse caso, os modelos utilizados foram modelos que estavam supondo que o planeta era hiceano. Que o planeta tinha um oceano e tinha uma atmosfera de hidrogênio, majoritariamente de hidrogênio. Porém, outros estudos levantaram também a possibilidade de esse planeta não ser desse tipo, ser um planeta, por exemplo, coberto de lava e não de oceano, ou com uma atmosfera, com compostos diferentes, onde a maioria não seria hidrogênio, por exemplo. E esses modelos não foram utilizados para testar essas bioassinaturas. Então o que acontece: no modelo deles, com o oceano, com a atmosfera X, Y e Z, é compatível com a existência de bioassinaturas. Porém, é completamente dependente do modelo. Danilo: Então, a escolha de modelos teóricos diferentes afetam a interpretação dos resultados e das conclusões sobre a composição química da atmosfera de exoplanetas. Aline: Esse grupo acredita que o planeta tenha majoritariamente hidrogênio na sua composição. O que eles vão fazer no modelo deles? Eles vão colocar sei lá quantos por cento de hidrogênio na composição, no modelo deles. Então eles estão construindo um modelo que seja semelhante ao que eles acreditam que o planeta tem. Eu não vou colocar nitrogênio se eu acho que não tem nitrogênio. Então, aí que entra a controvérsia, que é justamente o modelo ser feito para encontrar o que eles tentam encontrar. Então, assim, se você pegasse um modelo completamente diferente, se você pegasse um modelo, por exemplo, de um planeta feito de lava, que tem metano, que tem isso, que tem aquilo, será que você encontraria a mesma coisa? Danilo: Saber qual modelo teórico de atmosferas de exoplanetas corresponde melhor à realidade é algo muito difícil. O que dá pra fazer é comparar os modelos entre si: qual deles representa melhor a atmosfera do exoplaneta em comparação com outro modelo. Aline: A gente nunca vai estar falando que o modelo é perfeito. A gente nunca vai estar falando que a atmosfera é assim. A gente sempre vai estar falando que esse modelo representa melhor a atmosfera do que um outro modelo. E se você pegar uma coisa muito ruim que não tem nada a ver e comparar com uma coisa que funciona, vai ser muito fácil você falar que aquele modelo funciona melhor, certo? Então, por exemplo, no caso do K2-18b: eles fizeram um modelo que tinha lá as moléculas, o DMS, o DMDS e tal, e compararam aquilo com um modelo que não tem DMS e DMDS. O modelo que tem falou “pô, esse modelo aqui se ajusta melhor aos dados do telescópio do que esse outro que não tem”. Mas isso não significa que tenha aquelas moléculas. Isso significa que aquele modelo, naquelas circunstâncias, foi melhor estatisticamente do que um modelo que não tinha aquelas moléculas. Danilo: O Luan tem uma analogia interessante pra explicar isso que a Aline falou. Luan: É como se você, por exemplo, vai em uma loja e vai experimentar uma roupa. Aí você pega lá uma mesma blusa igualzinha, P, M ou G. Você experimenta as três e você vê qual que você acha que se ajusta melhor ao seu corpo, né? Qual ficou com um caimento melhor? Enfim, então você vai fazendo essas comparações, não é que a blusa talvez M não tenha ficado boa, mas talvez a P ou a G tenha ficado melhor. Então os modelos são agitados dessa forma, mas também como a Aline falou depois que você descobriu o tamanho, por exemplo, você chegou à conclusão que o tamanho da blusa é M, você pode pegar e escolher diferentes variações de cores. Você pode pegar essa mesma blusa M, azul, verde, amarela, vermelha, né? E aí elas podem fornecer igualmente o mesmo bom ajuste no seu corpo. Só que a questão é que tem cores diferentes. […] A gente obviamente usa os modelos mais completos que a gente tem hoje em dia, mas não necessariamente, eles são hoje mais completos, mas não necessariamente eles são cem por cento completos. De repente está faltando alguma coisa ali que a gente não sabe. [Música] Danilo: Eu conversei pessoalmente com o líder do time de cientistas que alegou ter descoberto as possíveis bioassinaturas no K2-18b, o Nikku Madhusudhan, quando ele estava na Holanda para participar de uma conferência em junho de 2024. Ele pareceu entusiasmado com a possibilidade de vir a confirmar possíveis bioassinaturas em exoplanetas e ao mesmo tempo cuidadoso, aparentemente consciente do risco de se comunicar a descoberta de vida extraterrestre prematuramente. A questão é que ele já cometeu alguns deslizes na comunicação com o público: por exemplo, em abril de 2024, num programa de rádio na Inglaterra, ele disse que a chance de ter descoberto vida no K2-18b era de 50% – o próprio apresentador do programa ficou surpreso com a estimativa. Naquela mesma conferência da Holanda, o Madhusudhan também pareceu muito confiante ao falar do assunto com o público de especialistas em exoplanetas – ele sabia que enfrentava muitos céticos na plateia. Ele disse que os planetas hiceanos eram “a melhor aposta” que temos com a tecnologia atual para descobrir vida extraterrestre. Na palestra em que apresentou os novos resultados esse ano, o Madhusudhan contou que essa hipótese de mundos hiceanos foi desenvolvida com a ajuda de alunos de pós-graduação dele quando ele os desafiou a criar um modelo teórico de Mini-Netuno que oferecesse condições habitáveis, amenas para a vida. Mas a questão é que a gente não sabe se os mundos hiceanos sequer existem. É uma alternativa, uma hipótese para explicar o pouco que sabemos sobre esses exoplanetas. Há outras hipóteses, tão promissoras quanto essa, e muito menos amigáveis à existência da vida como a conhecemos. Enfim, a gente ainda sabe muito pouco sobre esses exoplanetas. Ainda não dá para decidir qual hipótese é a que melhor descreve a estrutura deles. Mas o que vai acontecer se algum dia os cientistas conseguirem resultados que apontem para uma detecção de possível bioassinatura que seja num alto grau de confiança, a tal ponto que seria insensato duvidar de sua existência? Estaríamos diante de uma incontroversa descoberta de vida extraterrestre? Digamos que os cientistas publiquem, daqui a algum tempo, novos resultados que apontam, com um grau de confiança altíssimo, para a presença de DMS no K2-18b. Mesmo que a gente tivesse certeza de que tem DMS naquela atmosfera, não seria possível cravar que a presença de DMS é causada pela vida. Como a gente tem ainda muito pouca informação sobre os ambientes que os Mini-Netunos podem apresentar, e como o nosso conhecimento sobre a própria vida ainda é muito limitado, vai ser muito difícil – para não dizer praticamente impossível – ter certeza de que a presença de uma possível bioassinatura é de fato uma bioassinatura. Luan: A gente sabe que aqui na Terra, o DMS e o DMDS estão associados a processos biológicos. Mas a gente está falando de um planeta que é um Mini-Netuno, talvez um planeta hiceano. Será que esse planeta não tem processos químicos diferentes que podem gerar essas moléculas sem a presença da vida? Danilo: Como disse o Luan, pode ser que processos naturais desconhecidos, sem o envolvimento da vida, sejam os responsáveis pela presença de DMS no K2-18b. A gente sabe que o DMS pode ser gerado fora da Terra por processos naturais, sem relação com a presença de vida. Para que seja gerado assim, são necessárias condições muito diferentes das que temos aqui na Terra. O interior de planetas gigantes como Júpiter, por exemplo, dá essas condições. DMS também foi detectado recentemente na superfície de um cometa, em condições muito hostis para a vida como a gente a conhece. Mais hostis ainda são as condições do meio interestelar, o espaço abissal e incrivelmente frio que existe entre as estrelas. Mesmo assim, DMS já foi detectado no meio interestelar. É por isso que detectar uma possível bioassinatura num exoplaneta não necessariamente responde à pergunta sobre vida fora da Terra. É mais útil pensar nesses dados como peças de um quebra-cabeças: uma possível bioassinatura em um exoplaneta é uma peça que pode vir a ajudar a montar o quebra-cabeças em que a grande questão é se existe ou não existe vida fora da Terra, mas dificilmente será, sozinha, a resposta definitiva. Luan: Será que as bioassinaturas efetivamente foram produzidas por vida? Então, primeiro, estudos para entender diversos processos químicos ou físicos que poderiam gerar essas moléculas, que a gente considera como bioassinaturas, pra tentar entender em outros contextos, se elas seriam produzidas sem a presença de vida. Mas fora isso, nós astrônomos, nós também tentamos procurar conjuntos de bioassinaturas. Porque se você acha só o DMS ou o DMDS é uma coisa. Agora, se você acha isso e mais o oxigênio ou mais outra coisa, aí as evidências começam a ficar mais fortes. Um par muito comum que o pessoal comenta é você achar metano e oxigênio numa atmosfera de exoplaneta. Por quê? Porque esses dois compostos, se você deixar eles lá na atmosfera do planeta sem nenhum tipo de processo biológico, eles vão reagir. Vão formar água e gás carbônico. Então, se você detecta quantidades apreciáveis de metano e oxigênio numa atmosfera, isso indica que você tem algum processo biológico ali, repondo constantemente esses componentes na atmosfera. Então, a gente vai tentando buscar por pares ou conjuntos de bioassinaturas, porque isso vai construindo um cenário mais forte. Você olha, esse planeta está na zona habitável. Ele tem uma massa parecida com a da Terra. Ele tem uma temperatura parecida com a da Terra. Ele tem conjuntos de bioassinaturas que poderiam indicar a presença de vida. Então você vai construindo um quebra-cabeça ali, tentando chegar num conjunto de evidências. Danilo: Talvez só vamos conseguir ter certeza quando tivermos condições de viajar os 124 anos-luz que nos separam do K2-18b, por exemplo, para examinar o planeta “in situ”, ou seja, lá no local – só que isso ainda é assunto para a ficção científica, não para a ciência atual. Não quer dizer que, dada a dificuldade, a gente deva desistir de fazer ciência nesse sentido, de detectar bioassinaturas nos exoplanetas. Luan: É claro que é super interessante aplicar esses modelos e sugerir a possível existência dessas moléculas. Isso ajuda a avançar o conhecimento, porque isso gera um interesse, gera um debate, um monte de gente vai testar, e outras pessoas já testaram e mostraram que, ou não tem a molécula nos modelos deles, ou eles não detectam ou detectam uma quantidade muito baixa. Enfim, então isso gera um debate que vai avançar o conhecimento. Então isso, no meio científico, é muito interessante esse debate, que gera outras pesquisas, e todo mundo tentando olhar por diferentes ângulos, para a gente tentar entender de uma maneira mais completa. Mas o cuidado… E aí, o grande serviço que o seu podcast está fazendo é como a gente faz chegar essa informação no público, que é o que você falou, uma coisa é: utilizamos um modelo super específico, e esse modelo indica a possível presença dessas moléculas que, na Terra, são associadas à vida. Outra coisa é dizer, na imprensa, achamos os sinais mais fortes de vida até agora. É uma distância muito grande entre essas duas coisas. Aline: Se eu analisei o meu dado e eu vi que tem aquela molécula de bioassinatura, uma coisa é eu falar: “Tem!” Outra coisa é falar: “Ó, eu analisei com esse modelo aqui e esse modelo aqui faz sentido. Ele representa melhor os meus dados do que o outro modelo”. São maneiras diferentes de falar. Mas qual que é a que vende mais? Danilo: Foi no final do nosso papo que o Luan e a Aline tocaram nessa questão que tem se tornado central nos últimos anos: como comunicar os resultados da astrobiologia da forma mais responsável? É possível que com o James Webb vamos continuar vendo potenciais detecções de bioassinaturas num futuro próximo. Por isso, a comunidade científica está preocupada com a forma como comunicamos os resultados da busca por vida fora da Terra e está se movimentando para contornar os problemas que provavelmente teremos no futuro. Eu venho participando desses esforços, pesquisando como a astrobiologia está sendo comunicada, e até ajudei a organizar um evento no ano passado para discutir isso com cientistas e jornalistas de ciência, mas conto essa história em outra hora. No próximo episódio, vamos falar sobre uma possível detecção de bioassinatura sem o James Webb e muito mais próxima da gente. A notícia veio em setembro de 2025. O planeta em que a bioassinatura pode ter sido encontrada? O vizinho cósmico que mais alimentou a imaginação humana sobre extraterrestres: Marte. Roteiro, produção, pesquisa e narração: Danilo Albergaria Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone Entrevistados: Luan Ghezzi e Aline Novais Edição: Carolaine Cabral Músicas: Blue Dot Sessions – Creative Commons Podcast produzido com apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídiaciência, com o projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no Universo: o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP [VINHETA DE ENCERRAMENTO]
Neste episódio do Itaú Views, convidamos Julia Gottlieb e Pedro Schneider, economistas do Itaú Unibanco, para uma conversa sobre as decisões da última Super Quarta de 2025 e o que elas sinalizam para o cenário econômico de 2026.Passamos pela manutenção da Selic em 15% ao ano, o tom cauteloso do Banco Central, a evolução da inflação e as condições necessárias para o início do ciclo de cortes de juros no Brasil. No cenário internacional, discutimos o novo corte do Fed, a comunicação de Jerome Powell e os possíveis impactos da política monetária americana sobre dólar, fluxo de capitais e mercados emergentes.Ah, e também abordamos temas que devem ganhar relevância ao longo de 2026, como eleições no Brasil, mudanças no comando do Federal Reserve e os principais riscos e oportunidades para o investidor no próximo ano.Moderação: Marcelle Gutierrez, Research do Itaú BBAInstagramTelegramYoutube
O post OS SINAIS DO APOCALIPSE apareceu primeiro em Rede Novo Tempo de Comunicação.
Passagens Complementares:Mateus 11,13-14Lucas 1,17João 1,29
O mercado da fotografia está passando por uma reconfiguração completa. Não se trata apenas de novas câmeras, mas de quem conseguirá sobreviver e prosperar em 2026. Neste vídeo, trago um resumo das leituras mais importantes da semana (gerado com inteligência artificial via NotebookLM) sobre os 5 sinais vitais para o futuro do nosso negócio.Faça parte da comunidade: https://www.enfbyleosaldanha.com/comunidade-fotograf-ia
Terça-feira, 25 de novembro de 2025: O governo de Donald Trump nos EUA está dando vários sinais de que vai “levar a democracia” para a Venezuela para desviar a atenção do Caso Epstein. No início desta semana, os EUA designaram o Cartel dos Sóis como organização terrorista, dizem que Maduro é o chefe do narcotráfico e, assim, abrem caminho para uma ação militar.O cerco militar dos EUA no Caribe está montado há semanas. Entre os armamentos posicionados estrategicamente perto da costa da Venezuela, está o maior porta-aviões do mundo. Lanchas de supostos traficantes já foram atacadas pelo ar. Esta semana, companhias aéreas cancelaram voos na Venezuela após alerta dos militares norte-americanos, em mais um sinal de que uma ação militar dos EUA é esperada.Enquanto isso, Maduro segue tentando disfarçar as aparências e negar as evidências. Já apareceu cantando, dançando e pedindo paz. Ontem, revelou que não está dormindo bem…Episódio usa trechos de áudios de: Telesur, SBT.Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/primeiro-cafe--4639536/support.
ONU News entrevistou médica portuguesa, Sara Ribeiro, que falou sobre mitos, desinformação e disciplina; segundo ela, muitas vezes, “a diabetes só dá sinais quando já é demasiado tarde”; 150 minutos de exercício físico por dia ajudam a prevenir a doença entre outras ações.
Uma jovem corre pelas ruas de um bairro distante de sua casa, como se estivesse fugindo de algo. Horas depois, é encontrada morta, com espuma no nariz e na boca. O que aconteceu com Adrielly Ferreira Santana? Entenda os mistérios do caso neste IC News.Assista também: https://www.youtube.com/watch?v=qWPNLbjrHds&list=PLM8urkUnySVAv47OaKceerCj3Hc89Cr4USe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta quarta-feira, 22, o acórdão do julgamento que condenou Jair Bolsonaro e outros sete réus por tentarem dar um golpe de Estado. O documento contém os votos revisados dos cinco ministros que integram a Primeira Turma. "Não foi por acaso que foi publicado exatamente hoje. STF está tomando providências para que a condenação passe a valer ainda este ano. A pressa é porque o ministro Luis Fux continua dando sinais de protelar a condenação e a ida de Bolsonaro à prisão. Novembro vem aí. Em dezembro tem o recesso do Judiciário e o Supremo só volta a funcionar em fevereiro. Isso tudo é dar tempo para Jair Bolsonaro", conta Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pamela Magalhães é psicóloga clínica, especialista em psicologia hospitalar e terapia de casal e família, com quase 20 anos de experiência. É sócia e proprietária da Clínica Psicológica M&C, autora do best-seller Se Amar, Amar e Ser Amado, e criadora do inovador aplicativo de atendimento psicológico PSIAPP. Além disso, é host do podcast de sucesso @pareceterapia, onde compartilha insights sobre autoconhecimento, autoestima e saúde mental. Pamela também realiza palestras em todo o Brasil e no exterior, contribuindo para o bem-estar emocional de milhares de pessoas.Disponível no YouTube:Link: https://youtu.be/msAiovtUT4M00:00 - Introdução E A Jornada Da Psicologia De Relacionamentos06:48 - O Processo De Autoconhecimento E As Origens Das Relações Tóxicas15:32 - Carências Emocionais E O Ciclo Da Dependência Afetiva24:57 - A Idealização Do Amor E As Expectativas Irreais34:19 - Comunicação, Vulnerabilidade E Maturidade Afetiva45:27 - Limites, Respeito E O Valor Do Espaço Pessoal56:14 - Relações Que Curam Vs. Relações Que Adoecem01:07:32 - O Papel Da Terapia Na Construção De Relações Saudáveis01:20:03 - Amor-Próprio, Perdão E Reconstrução Após O Término01:31:12 - Reflexões Finais Sobre Amor Consciente E Evolução PessoalSiga a Pamela no Instagram: https://www.instagram.com/psipamelaNos Siga:Marcelo Toledo: https://instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://tiktok.com/@excepcionaispodcastPatrocinador:Espaço Volpi - Saúde, bem-estar e superação. Mencione o Excepcionais para ter uma condição especial Link: https://bit.ly/excepcionais-espacovolpi
Insônia, dor no estômago, ansiedade… tudo isso pode parecer comum, mas não é normal.Neste episódio do especial Setembro Amarelo, Joel Jota e Izabella Camargo falam sobre como o corpo avisa antes da doença gritar, o que significa viver um burnout e por que saúde vem sempre antes da família e do trabalho.Uma reflexão prática e necessária para lembrar: cuidar da saúde não é esperar o colapso, é agir agora.➡️ Se fez sentido, compartilhe com alguém que precisa ouvir.