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Você acha que a mediunidade começa quando alguém vê espíritos? Na maioria das vezes ela começa muito antes, através da intuição, da sensibilidade e de pequenas percepções do dia a dia. Talvez você já tenha vivido alguns desses sinais sem perceber.
Cemig oferece 150 vagas para o Programa de Aprendizagem Industrial. Saiba mais em: https://www.cemig.com.br/ Arquidiocese de Belo Horizonte está com inscrições abertas para o Curso de Libras, Língua Brasileira de Sinais. Saiba mais em: https://arquidiocesebh.org.br/ See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um guia para aperceber-se do orgulho
Sheron Menezzes vem falar de momentos épicos de nossa jornada, de como lidar com grandes escolhas e das pequenas coisas que revelam hábitos de nossa geração.
Esses sinais mostram bloqueios do dinheiro na sua vida.
Graça e Paz, Que esta Palavra fale profundamente ao seu coração.Bispa Lídia Neri.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Gabando-se de “nunca ter feito um acordo ruim”, Donald Trump primeiro disse que entendimento para reabrir Estreito de Ormuz estava “em grande parte acertado”, mas depois, sob críticas dentro do Partido Republicano, mandou seus negociadores “não terem pressa”. China lança missão espacial decisiva para seu projeto de pousar na Lua até 2030. E Meta lança novo aplicativo para Facebook com recursos semelhantes aos do Reddit.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Tomada de Decisão, Dr. Ronaldo Gismondi recebe a neurologista Dra. Danielle Calil para discutir um caso clínico de cefaleia no pronto-socorro.A partir de uma paciente de 47 anos com dor de cabeça há 3 dias, pressão arterial elevada, ansiedade, tensão muscular cervical e exame neurológico sem déficits, o episódio aborda como diferenciar cefaleias primárias de causas secundárias, reconhecer sinais de alerta e decidir quando solicitar exames como TC, punção lombar ou angioRM. Um conteúdo direto para médicos, internos e residentes que querem aprimorar o raciocínio clínico diante da cefaleia na emergência.
Você já parou para pensar no peso de administrar recursos que não pertencem a homens, mas a Deus? Neste episódio da nossa Série sobre Governança Adventista, revelamos os bastidores e a realidade profunda do papel do Tesoureiro. Muito além de planilhas e relatórios contábeis, o tesoureiro atua como um verdadeiro parceiro estratégico da missão, equilibrando a visão de crescimento com a prudência fiscal. Entenda por que o dízimo não é uma mera "receita organizacional", como funcionam os controles internos contra fraudes e o verdadeiro significado da transparência financeira na igreja. Seja você um líder, um tesoureiro local ou um membro que apoia a missão, este vídeo vai mudar a sua perspectiva sobre a administração dos recursos sagrados. O que você vai aprender neste vídeo: 1. Por que o dízimo é um ato de adoração e possui restrições absolutas. 2. A anatomia de um relatório financeiro que educa em vez de confundir. 3. Os 4 pilares da responsabilidade fiduciária: Prudência, Lealdade, Obediência e Diligência. 4. Como o tesoureiro atua no trio administrativo ao lado do presidente e do secretário. 5. Sinais de alerta comportamentais e processuais para proteger a igreja local.. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
As exportações da China somaram US$ 1,3 trilhão de janeiro a abril de 2026, uma alta de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior. A venda para o exterior tem sido um dos grandes motores do PIB chinês, principalmente depois da crise do setor imobiliário. O próprio perfil das exportações mudou. De vendedora de produtos de menor valor agregado (brinquedos, vestuário, calçados), a China agora é grande fornecedora global de chips, baterias, carros elétricos e outros produtos industriais de ponta. O impulso às exportações e indústria serão capazes de sustentar o crescimento chinês no longo prazo? No minuto 06:55, a economista Claudia Rodrigues aprofunda a análise sobre os rumos da economia chinesa e os desafios que o país ainda enfrenta. Entenda também: Preços em alta nos EUA são desafio para novo presidente do Fed; No Brasil, inflação também sobe; Sinais de uma economia mais forte no começo de 2026.
Por que alguns animais são permitidos pela Torá e outros não?A Cashrut vai muito além da alimentação — ela revela princípios espirituais profundos sobre sensibilidade, pureza e impacto emocional. Nesta aula, você vai entender os sinais dos animais casher, os critérios da Torá para mamíferos, aves e peixes, e os segredos espirituais ocultos por trás dessas leis milenares. Curtiu a aula?Faça um pix RABINOELIPIX@GMAIL.COM e nos ajude a darmos sequência neste projeto! #Cashrut #Casher #NaoCasher #Torah #Torá #Judaísmo #LeisDaTorá #Kosher #AnimaisCasher #EstudoDaTorá #SabedoriaJudaica #SegredosDaTorá #VidaJudaica #TorahLife #AulaDeTorá #TorahStudy #Judaica #EspiritualidadeJudaica #Levitico #Kashrut #Rabino #BeitHashem #ConhecimentoJudaico #TorahWisdom #Mitzvot
Mensagem "Os Sinais de uma igreja Espiritualmente Saudável" do Pr Antônio Sávio Texto Lido: 1 Tessalonicense 5. 12-24 Culto 8h: 17.05.2026
Mais uma jornada de Bate Pé. Conhecem a partida do João Botão? A vingança é um prato que se serve frio? Não sei, depende do gosto de cada um mas a verdade é que o Rui retribuiu o deboche que a Mafalda lhe deu há um ano atrás. Neste episódio falamos sobre a nossa condução, fazer uma sandes no restaurante e de coisas caras. Qual foi a pergunta mais inesperada que vos fizeram? O Rui consegue ganhar, acreditem. Falamos também dos Aliens files e temos finalmente a revelação da Mota. Por fim tábua de queijos é criminoso ou inocente? Digam-nos vocêsREDES SOCIAISMafalda Castro: https://www.instagram.com/mafaldacastro/Rui Simões: https://www.instagram.com/ruisimoes10/Bate Pé instagram: https://www.instagram.com/batepeclips/Bate Pé Tiktok: https://www.tiktok.com/@bate.pe
7 COISAS IMPORTANTES:1 - AULÕES PARA RESOLVER ESSE BURNOUT AÍ:Aulão TENHO BURNOUT: E AGORA?E aulão ESTILO DE VIDA NO BURNOUTTodas as informações e links dos dois aulões aqui: https://abreai.com/auloesdaroberta2 - AGORA VAI: 30 DIAS PARA SAIR DA INÉRCIA E COMEÇAR A SE CUIDARAgora Vai: um programa com 30 tarefas diárias para te ajudar a sair da procrastinação e começar a colocar em prática um novo estilo de vida: https://tinyurl.com/4u9z2h95(obs: o Agora Vai pode ser comprado sozinho... mas se vc tem (ou vai comprar) o aulão Estilo de Vida no Burnout, ele estará lá, completo, como um presente meu pra vc)3 - DESCONTO E BENEFÍCIOS PARA ASSINAR O LOJONG:Assine o Lojong com TRINTA dias de teste gratuito e descontão (e pode parcelar em 12 vezes) usando esse link: https://lojongapp.com/af/ROBERTACARUSI (pagamento pela Hotmart);Ou vc pode usar o cupom ROBERTACARUSI, dentro do próprio app, se tiver Android. Mas, se vc tiver IOS, para usar o cupom dentro do app é preciso ir por esse link: https://lojongapp.com/convite4 – MANDE SEU DEPOIMENTO PARA O QUADRO “NÃO É SÓ COM VC”: https://abreai.com/depoimento5 - SE INSCREVA LÁ NO INSTAGRAM: @robertacarusi6 – CONHEÇA MEUS CANAIS NO YOUTUBE”- canal de vídeos: https://www.youtube.com/@robertacarusi1- canal de aulas: https://www.youtube.com/@RobertaCarusi37 - COMPRE MEUS LIVROS:- No Limite do Stress (2018): https://abreai.com/nolimite- Pequeno Manual do Burnout (2024): https://abreai.com/pequenomanualEspero que esse vídeo tenha te ajudado de alguma forma :)
O jipe Perseverance encontra possíveis bioassinaturas na superfície de uma rocha e dá mais um motivo para que a missão de retorno de amostras de Marte não seja cancelada. As análises sobre a habitabilidade marciana é uma vertente dos estudos na área, que buscam responder: quais são as condições encontradas no planeta hoje e como ele já deve ter sido no passado? O episódio faz parte de um conjunto de reportagens sobre A busca por vida extraterrestre e se essa estaria esquentando. A série é desenvolvida por Danilo Albergaria, bolsista do Programa Mídia Ciência, da FAPESP. Este episódio contou com a participação de Gabriel Gonçalves Silva (pós-doutorando na UNISINOS), Fernanda Jamel (doutoranda – USP e MIT), Roberta Vincenzi (pós-doutoranda no IO-USP) e Isabella Gaião (doutoranda – USP). [Introdução] Danilo: No primeiro episódio da série que trata da astrobiologia, aqui no podcast Oxigênio, a gente falou da alegação de detecção de uma possível bioassinatura num planeta fora do sistema solar. Uma bioassinatura é um sinal produzido por seres vivos – um possível vestígio de atividade biológica. Mas essa notícia de um potencial sinal de vida num exoplaneta não foi a única ocasião em que uma possível bioassinatura em um ambiente extraterrestre gerou manchetes no ano passado. Em setembro de 2025, a NASA anunciou um resultado que foi descrito pela agência aeroespacial americana como: “pode bem ser o sinal mais claro de vida que já encontramos em Marte”. A novidade foi um estudo publicado na revista Nature que apontou a existência de uma “potencial bioassinatura” numa rocha marciana – sim, uma pedra em Marte, coletada e analisada pelo jipe Perseverance, da NASA. A rocha marciana tem algumas características que aqui na Terra são encontradas em rochas que exibem rastros deixados por micróbios. Mas ainda não dá para saber se essas características encontradas na pedra marciana tiveram origem em atividade biológica ou se foram formadas por processos naturais sem o envolvimento de seres vivos. Os equipamentos do jipe, por melhores que sejam, não conseguem produzir resultados claros o suficiente para que os cientistas tirem essa dúvida. Para distinguir se os sinais encontrados são biogênicos (ou seja, foram originados por atividade biológica) ou se são abióticos (ou seja, sem o envolvimento de seres vivos), é preciso trazer as amostras para a Terra. Eu sou Danilo Albergaria, jornalista e historiador pesquisando a comunicação da astrobiologia, essa área que estuda a origem, a evolução e a distribuição da vida no universo. Neste episódio, vou conversar com quatro cientistas associados ao Laboratório de Astrobiologia da Universidade de São Paulo para entender um pouco melhor de quê se trata essa possível bioassinatura e o que sabemos sobre se Marte pode ou não pode oferecer condições para a existência de vida, ou se já pode em algum momento do passado distante. [Vinheta] Danilo: Vamos começar pelo que a gente sabe sobre esses resultados anunciados com grande entusiasmo pela NASA no ano passado. O jipe Perseverance está em Marte desde 2021 explorando a região de uma cratera chamada Jezero. A gente sabe que Marte teve água líquida em sua superfície há mais de 3,5 bilhões de anos, e essa cratera já foi um lago nesse passado remoto. Só para vocês terem uma ideia dessa região marciana, para atravessar essa cratera, de borda a borda, é preciso percorrer 45 quilômetros, pouco mais do que a distância entre Campinas e Jundiaí ou de Jundiaí a São Paulo. Em uma parte da borda da cratera existem marcas características de um delta de um rio que desaguava ali. Foi nas margens do leito desse rio, medindo 400 metros de margem a margem, que o jipe encontrou algumas rochas interessantes em julho de 2024. Em uma delas, o Perseverance identificou compostos orgânicos, moléculas compostas de carbono, e o mais importante: marcas que foram apelidadas de “pintas de leopardo”, que são manchas mais claras do que o restante da rocha, circundadas por linhas bem mais escuras. A rocha é formada principalmente de argila e lodo, materiais que costumam preservar rastros de vida microbiana, e fazem da rocha algo tipicamente encontrado no fundo de rios. Essas marcas, as “pintas de leopardo”, são compostas de fosfato de ferro e sulfeto de ferro. Aqui na Terra, esses compostos são associados a rastros químicos causados por reações produzidas por microrganismos em rochas. Essas foram as pistas analisadas para ver se as manchas poderiam ter sido geradas por micróbios há bilhões de anos. O Gabriel Gonçalves Silva é pós-doutorando na UNISINOS, químico associado ao Laboratório de Astrobiologia da USP, e estuda geobiologia. Eu pedi para ele me explicar por que esses sinais foram considerados possíveis vestígios de vida microbiana passada em Marte neste último estudo feito pelos pesquisadores da NASA. Gabriel: Eles analisaram uma amostra que se chama de mudstone, que seria algo como uma rocha formada de uma antiga lama. Marte é muito rico em ferro e foi observado principalmente nessa rocha pequenos pontinhos que eles observaram com mais detalhes e nele foi encontrado o ferro que a gente chama de ferro mais reduzido, que é o ferro 2+, que é interessante porque contrapõe ao ferro que a gente encontra mais em Marte, que é o ferro 3+, que é aquele que tem a cor de ferrugem. E não só essas manchinhas apresentavam principalmente um mineral, que é a vivianita, que é um fosfato de ferro II e a greigita, que é um sulfeto de ferro II. O ferro II na Terra, por exemplo, pode ser formado por processos na ausência de vida ou na presença de microrganismos. Eles conseguiram observar que não havia nessas rochas nenhum indício de grandes mudanças de pH nem de temperatura, mas junto da vivianita e da greigita tinha matéria orgânica. Na Terra, a gente sabe que a matéria orgânica pode acoplar reações onde a oxidação da matéria orgânica resulta na redução do ferro e aí, pela presença de sulfeto e do fosfato, a formação desses minerais. Porém, eles observaram que, por mais que a vivianita possa se formar em condições de temperatura, pressão e pH próximos do que nós consideramos normais, geralmente a formação de sulfeto de ferro dependeria de uma temperatura mais alta, então não só a oxidação da matéria orgânica, levando à redução do ferro, necessitaria de outros elementos para a formação desse mineral, desse sulfeto de ferro II. E graças a observações da composição ali da rocha, ausência de fosfato de alumínio, ausência de outros componentes, eles perceberam que não houve nem aquecimento, nem uma mudança drástica de pH durante esse processo de formação desses minerais. Isso faz com que a causa mais provável para a formação desses minerais, pelo menos se a gente pensasse na Terra, seria a ação da vida como nós conhecemos. Danilo: Vamos entender um pouco mais da química envolvida na produção das “pintas de leopardo”. Algumas bactérias formam minerais usando e transformando compostos químicos, como diferentes tipos de óxidos de ferro, formados por ligações entre ferro e oxigênio. O chamado ferro II (um íon de ferro) é muito importante para atividade biológica porque se liga facilmente ao oxigênio – por exemplo, ele é fundamental para o transporte do oxigênio no nosso sangue por meio da hemoglobina. A Fernanda Jamel, doutoranda no AstroLab da USP e que fez parte de suas pesquisas atuais no MIT (o Massachusetts Institute of Technology, nos EUA), explica a química da formação dos minerais encontrados na rocha marciana como possível explicação biológica, comparando com o que acontece na Terra. Fernanda: Aqui a gente tem formação de vivianita com bactérias que usam o ferro III, o óxido de ferro III, e transforma em ferro II. Por isso que a gente fala que é a redução de ferro. Então, quando as bactérias fazem isso, ela libera o ferro II no ambiente ao redor e aquilo ali vai formando camadas, vai se ligando com o que tem ali, e vai formando camadas que vão se mineralizando. A greigita também, da mesma forma, só que seria bactérias redutoras de sulfato, elas usam o sulfato como receptor de elétrons, o SO4, e elas produzem H2S, que é sulfeto de hidrogênio. E aí esse sulfeto reage com o ferro II disponível no sedimento. Depois vão formando essa combinação de sulfeto de ferro que vai se formando em greigita também dessa mesma forma, no sentido de que isso vai se expandindo: vem de um núcleo e vai se expandindo ao redor.” “É difícil dizer que existe um padrão exatamente igual a esse que a gente encontrou em Marte, mas esses nódulos que se formaram são condizentes com formações que a gente encontra aqui.” Danilo: Além dos compostos orgânicos, os instrumentos do Perseverance também identificaram, na região em que a rocha foi encontrada, alguns compostos químicos ricos em enxofre, ferro oxidado ou ferrugem, e fósforo. Se micróbios existiram ali, esses compostos podem ter fornecido fontes de energia para o metabolismo desses microrganismos, reforçando a hipótese de origem biológica para os vestígios. Porém, o fato de que esses vestígios podem ter sido formados por vida microbiana não quer dizer que dê para descartar outros processos que não envolvam seres vivos – também chamados de processos abióticos. Os próprios autores do artigo que avalia a possível origem biológica das “pintas de leopardo” propõem alguns processos abióticos como explicações alternativas. Até agora, as alternativas abióticas, sem o envolvimento da vida, não parecem muito promissoras para explicar as marcas nas rochas, mas ainda não dá para descartá-las. Talvez estejam faltando algumas peças do quebra-cabeças para uma explicação abiótica convincente. O Gabriel de novo vai nos ajudar a entender isso. Gabriel: Eles tentaram investigar o máximo possível de reações na ausência de vida, e nenhuma que nós conhecemos hoje poderia sustentar esse tipo de reação. Isso não quer dizer que a vida é sempre necessária para que essas reações aconteçam. A gente pode estar ignorando alguma coisa. Pode não estar percebendo alguma coisa. Podem existir reações que a gente não estudou hoje e que poderia estar fomentando essa formação desses minerais na ausência de vida, ou até mesmo as grandes escalas – a gente está falando aí de bilhões de anos – poderiam permitir que houvesse a formação desses minerais na ausência de vida. Mas de tudo que a gente conhece hoje, essa condição de formação de fosfato de ferro II, formação de sulfeto de ferro II acoplado à presença de matéria orgânica, como nós conhecemos, seria mais bem explicado pela ação da vida. Então eles fizeram um estudo muito minucioso de várias hipóteses. E a que melhor responde hoje é a ação da vida, em contrapartida a reações abióticas, sem a presença de vida. Danilo: É justamente pela possibilidade de que as “pintas de leopardo” tenham sido formadas por mecanismos abióticos, sem o envolvimento de seres vivos, que os sinais são classificados de “potenciais bioassinaturas”. Ou seja, podem ter sido, como podem não ter sido causados por seres vivos. Para que uma potencial bioassinatura seja considerada um sinal de vida inequívoco, é preciso estabelecer com segurança a sua origem biológica e descartar os mecanismos plausíveis que não envolvam processos biológicos em sua formação – ou seja, é preciso eliminar essas hipóteses abióticas alternativas. É uma barra bem alta, difícil de ser alcançada. Para complicar, os instrumentos a bordo do Perseverance são versões miniaturizadas, simplificadas, de ferramentas que se usa em laboratórios terrestres para buscar bioassinaturas de vida do passado remoto da Terra, como o espectroscópio Raman. Gabriel: Para quem tem um olho um pouco mais treinado nessas questões científicas, quando a gente observa, por exemplo, no próprio artigo, os espectros Raman que foram publicados, a gente leva um pouco de susto, porque a gente vê que são dados muito ruidosos, que isso tem a ver com a forma com que a amostra é tratada lá no espaço. O laser não é tão preciso. O aumento não é tão grande. Você tem a grande influência da iluminação natural. Isso faz com que o espectro fique extremamente ruidoso e dificulta a análise daquilo que se espera estar sendo estudado. Se esse material pudesse ser trazido para a Terra num ambiente muito mais controlado, a gente poderia trabalhar com lasers com focos muito menores, ou seja, na escala de micrômetros, com uma precisão muito grande do que está sendo selecionado para ser estudado. E aí a gente tem alternativas: trocar lasers, trocar aparatos para garantir que o ruído seja minimizado e outros efeitos que atrapalham possam ser minimizados. [música] Danilo: Da forma como eu e o Gabriel falamos, pode parecer que o Perseverance é um aparelho meio limitado, mas a verdade é que o jipe é uma grande realização da engenharia. O Gabriel me explicou que os engenheiros e cientistas da NASA bolaram soluções muito criativas para poder, por exemplo, em um único espectro separar a fluorescência de raio-X, que permite saber a composição elementar do material analisado, da difração de raio-X, que dá uma informação da estrutura cristalográfica dos minerais – ou seja, permite ver a organização interna dos átomos nas amostras. Apesar da criatividade, esses mini-aparelhos que o jipe carrega nem de longe se comparam com os dos laboratórios aqui na Terra. Por exemplo, o espectroscópio Raman que o Gabriel mencionou e que tem lá no AstroLab, ocupa boa parte de uma sala ao lado do laboratório, enquanto que as dimensões do SHERLOC, o instrumento que inclui o Raman no Perseverance, tem 26cm de comprimento por 20cm de largura (isso porque o SHERLOC carrega ainda outros instrumentos, como a câmera WATSON… sim, os cientistas são bons em dar nomes para os aparelhos… Elementar). Se der para trazer essas amostras para o nosso planeta, daria para trabalhar com radiação síncrotron, por exemplo, que consegue focar e fazer esse tipo de análise em escalas nanométricas. E também fazer a observação de microscopia eletrônica, onde a gente vai ver a estrutura daquela amostra com aumentos entre mil e dez mil vezes. Por isso, o jipe vem colhendo amostras que poderão, no futuro, ser trazidas para cá e analisadas em laboratório. É a única maneira de eliminar algumas incertezas e filtrar as hipóteses da origem das possíveis bioassinaturas. A missão de retorno dessas amostras estava em desenvolvimento pela NASA, mas extrapolou as estimativas de custo iniciais, chegando a 11 bilhões de dólares, e agora está cancelada devido aos cortes profundos no orçamento da NASA propostos pelo governo de Donald Trump. Mas um detalhe mostra que o caro, em ciência, é quase sempre barato quando comparado com gastos militares. Os 11 bilhões previstos para o desenvolvimento de toda a missão de retorno de amostra são os mesmos 11 bilhões que os Estados Unidos gastaram só nos primeiros seis dias de ataques ao Irã entre fevereiro e março deste ano. [música] Danilo: Com os cortes no orçamento, a situação atual da NASA é complicada, para dizer o mínimo, por isso ainda não dá para saber quando e se vamos um dia analisar as tais “pintas de leopardo” em laboratório e distinguir se elas são biogênicas ou se foram formadas por processos abióticos. Mas dá para saber muita coisa sobre as condições que Marte oferece – e não oferece – para a existência da vida, além das condições que o planeta enferrujado já deve ter oferecido a possíveis seres vivos num passado muito distante. A Isabella Gaião e a Roberta Vincenzi, pesquisadoras associadas ao Laboratório de Astrobiologia da USP, vão me ajudar a entender melhor se Marte é ou já foi habitável um dia. Elas estudam um mesmo microrganismo, a bactéria Staphylococcus nepalensis. O micróbio é adaptado a ambientes hipersalinos, repletos de sal, como as lagoas de Araruama, no estado do Rio de Janeiro, onde elas encontraram essa espécie de bactéria em meio a outros microrganismos que sobrevivem a concentrações de sal nocivas à maior parte dos seres vivos. A superfície de Marte está cheia de sais que são nocivos à vida, como sulfato de magnésio e o perclorato de magnésio. Esses sais são muito mais nocivos do que o cloreto de sódio que predomina nos oceanos terrestres. A Roberta explicou porque esses sais são tão prejudiciais à vida. Roberta: Os principais danos dos percloratos, na verdade, são dois. Eles são muito oxidantes, mas hoje, e essa era uma das principais preocupações na época da descoberta desses sais lá, mas hoje, do que a gente entende, aparentemente, se você pega a parte termodinâmica do negócio, não é tão relevante o fato de eles serem oxidantes, mas eles são extremamente caotrópicos. E esse vai ser um conceito bastante importante para a gente entender os problemas da vida nessas soluções, porque um agente caotrópico é aquele agente que tem o potencial de desestabilizar macromoléculas. Macromoléculas são basicamente tudo que a vida precisa para existir, como proteínas, lipídios, material genético. Então, se você tem agentes caotrópicos em uma solução, essas moléculas que precisam se manter em determinada forma vão ter dificuldade de permanecer assim. E a gente sabe que a forma dessas macromoléculas hoje estão intimamente ligadas à função que elas exercem. Então, quando a gente tem esses agentes caotrópicos, é basicamente uma função de desestabilizar a vida como a gente conhece ali. E esses sais são extremamente caotrópicos. Danilo: A Isabella também me ajudou a entender como a caotropicidade desses sais pode desestruturar o arranjo de grandes moléculas orgânicas, como as proteínas. Isabella: Basicamente um agente caotrópico é qualquer coisa química que desestruture macromoléculas. Aí o que seriam macromoléculas? Qualquer molécula importante para a vida. Então a vida é baseada em células. Células têm principalmente proteínas, que é o arranjado de várias moléculas orgânicas ali e que elas se rearranjam de uma forma 3D. Então, a forma 3D de uma proteína é muito importante para ela executar a função. E função de proteína é tudo. Tudo que envolve uma célula funcionar, você precisa de uma proteína ali trabalhando para ela funcionar. E para essa proteína funcionar, ela tem que estar na forminha dela 3D, ela não pode ser uma linha, ela tem que ter três dimensões. E agentes caotrópicos vão quebrar esse 3D. E se você quebra esse 3D e ela fica, por exemplo, linear, uma proteína, aí ela não tem mais função. Se ela não tem função, a célula não funciona. Se uma célula não funciona, a vida por si não funciona. Danilo: Como a Roberta já tinha mencionado, os percloratos da superfície marciana desestruturam a química da vida não só por serem caotrópicos, mas também por serem oxidantes. Roberta: Porque quando a gente fala que um composto ele é muito oxidante ou muito oxidativo, significa que ele reage muito fácil com outras coisas ao redor. Então, aquela estrutura que a Isabela falou, que precisa ser mantida, dessas proteínas, para que elas funcionem, quando você tem algo que é muito reativo ao redor… Isso também, ela vai reagir com esse agente oxidativo, que no caso é esse sal, e quando ela reage assim, todas as outras ligações que ela tem para manter essa estrutura específica, para ela funcionar, podem se desorganizar também, e isso vai prejudicar a função, seja das proteínas, como também dos lipídios, por exemplo, que são aquelas gorduras que constroem a membrana biológica das células, que é muito importante para manter um ambiente interno, mas também os próprios materiais genéticos, o DNA e o RNA, que são essenciais pra manter e passar a informação da vida como a gente a conhece. Danilo: a bactéria que a Roberta e a Isabella estudam gosta de alta concentração de sal. É, por isso, considerada um extremófilo, uma espécie adaptada a condições extremas em que a maioria dos seres vivos terrestres não teria condição de sobreviver. Extremófilos que se dão bem com alta concentração de sal são chamados de halófilos. Os halófilos são importantes para entender a possibilidade da existência de vida hoje em Marte. Caso a vida tenha um dia existido no planeta vermelho, ela poderia, talvez, ter se adaptado para sobreviver em bolsões de água debaixo da superfície, algo que provavelmente existe segundo os modelos mais aceitos da estrutura de Marte. Isabella: Mas existem locais na Terra em que de alguma forma a água evaporou demais e concentrou muito sal, então a gente tem um aumento dessa concentração comparado com o mar. E existem principalmente microrganismos nesses ambientes que se adaptaram e desenvolveram para esse tipo de ambiente. Então eles têm uma resposta ao sal, NaCl, cloreto de sódio, diferente dos que vivem no mar, por exemplo. Então eles resistem a concentrações maiores. Roberta: E isso seria interessante porque, como a gente falou, qualquer tipo de água líquida presente em Marte seria o que a gente chamaria de uma salmoura. Então, teria uma concentração alta de sal dissolvida nesses ambientes. Portanto, qualquer tipo de vida presente ali deveria ser capaz de lidar com isso, ou seja, a gente poderia chamar de halófilo. Danilo: esses bolsões subterrâneos de água têm a vantagem de estarem protegidos da alta radiação ultravioleta que castiga a superfície marciana. O nó é que deve haver outras barreiras para a sobrevivência de microrganismos nesses bolsões. A Roberta começa explicando isso e a Isabella depois completa a explicação. Roberta: Porque é possível. Se a gente tem água líquida, as reações são possíveis. Mas a gente vai ter diversas outras características. …desses ambientes que continuam sendo problemáticos. Um deles é, por exemplo, a própria disponibilidade de água que você vai ter numa solução aquosa com muita concentração de sal. Quando você tem uma solução com muita concentração de sal, as moléculas de água estão ligadas ao íon. Então, ela não está disponível para reação. Apesar da água estar líquida, você tem muito mais dificuldade de a reação acontecer. E a gente precisa de reação para que a vida aconteça. Isabella: Ela acabou de introduzir um termo extremamente importante, que ela só não deu o nome, mas é extremamente importante para esse tipo de pesquisa, que é a atividade da água. É o quanto de água está disponível para a vida reagir, para as reações acontecerem e a vida conseguir acontecer. Hoje, é meio arbitrário, esse número vai de zero a um, é um número, enfim, mas a gente sabe que a vida consegue sobreviver até 0,6 de atividade da água. Abaixo disso, não. E aí, quanto maior a atividade da água, ou seja, mais próximo de um, mais água disponível tem. Quanto menor, mais água está retida. Ela está ali, mas ela está se fazendo ligação com outro grupo químico, no caso, o que ela falou, são os sais. Então, os sais estão ligando com aquela água, ela não está disponível para a reação. Então, quanto mais sal, mais você tem a diminuição da atividade da água e menor chance de ter água disponível ali para a vida poder fazer reações químicas. Danilo: Então, no índice de 0 a 1 de atividade da água, a vida consegue existir se este índice estiver acima de 0.6, aproximadamente. O índice estimado de atividade da água nos aquíferos subterrâneos em Marte é 0.57 – ou seja, a bola bate na trave, mas não entra. [música de transição] Danilo: A atividade da água no passado remoto de Marte era, provavelmente, muito acima do mínimo requerido para a existência de vida. Se a superfície de Marte parece hoje inabitável, há mais de 3,5 bilhões de anos o planeta pode ter oferecido condições mais amenas à vida, especialmente a microbiana. O Gabriel publicou recentemente, como primeiro autor e junto com outra pesquisadora do AstroLab – a Ana Paula Schiavo, uma especialista em microrganismos halófilos – um estudo na conceituada revista internacional Astrobiology. Eles exploraram como o lago que existia na cratera Jezero há mais de 3,5 bilhões de anos pode ter sido habitável, pois deve ter sido rico em um íon de ferro capaz de proteger microrganismos da radiação ultravioleta. Ele mesmo explicou esse trabalho interessantíssimo para este podcast. Gabriel: Cada vez mais a gente descobre que Marte é muito mais heterogêneo do que a gente pensa como uma coisa uniforme. Existiam lagos onde você tinha pH muito baixo, que a gente tem uma ideia disso, principalmente por esses depósitos, como sulfatos de magnésio ou sulfatos de ferro, como mineral jarosita, detectado por satélites que orbitam Marte. A presença de jarosita demonstra que essa água, em algum momento, era extremamente abundante de ferro III e extremamente ácida, condições onde a gente possui vida aqui na Terra. Então a gente queria demonstrar que Marte tinha semelhanças com a Terra mas tinha algumas características também que eram um pouco diferentes. E poxa, Marte também estava recebendo uma grande quantidade de radiação do Sol, e eu falo principalmente da radiação ultravioleta, que é aquela que a camada de ozônio protege hoje em dia. Mas ainda assim, a gente tem um pouco de ultravioleta que chega por isso que a gente precisa passar protetor solar. E a gente pensou no ferro como também um protetor solar. Já havia estudos que demonstravam que o próprio solo marciano, por ser muito rico em ferro (por isso, aquela cor de ferrugem) ele já é capaz de proteger fisicamente organismos que eventualmente poderiam estar presentes ali no planeta. A gente queria poder quantificar essa proteção, principalmente nesses lagos. Danilo: Usando algumas leis químicas que já são bem conhecidas, os pesquisadores do AstroLab desenvolveram um modelo matemático para tentar estimar qual seria o efeito protetivo do ferro em solução nos lagos que existiam no passado remoto de Marte. Pela composição das rochas encontradas no que era o fundo, o assoalho desses lagos, já sabia que eles poderiam ser ricos em ferro. Os pesquisadores do AstroLab fizeram experimentos em laboratório testando o quanto microrganismos poderiam sobreviver com diferentes taxas de radiação ultravioleta e soluções com mais e menos íons de ferro. Eles compararam os resultados dos experimentos com o modelo matemático e viram que o modelo era capaz de prever com uma boa precisão qual seria o efeito protetivo do ferro contra o ultravioleta. Gabriel: E aí, com isso, a gente pôde modelar como esses lagos poderiam proteger a vida, pelo menos a vida como nós a conhecemos. Aí, claro, a gente tem que assumir várias questões. Por exemplo, a gente não sabe quais eram as concentrações de ferro nesse ambiente. Se existia vida ou não, qual seria a resistência dessa vida naturalmente ao ultravioleta, mas usando exemplos da Terra, a gente conseguiu demonstrar que lagos com pouco ferro, em algumas profundidades relativamente rasas na casa de alguns centímetros, até alguns poucos metros, esse ferro já seria capaz de proteger a vida como nós conhecemos. Então esses lagos marcianos poderiam estar protegidos dessa ação do ultravioleta do Sol. Mesmo não tendo uma camada de proteção de camada de ozônio, ainda assim a vida como nós conhecemos poderia se desenvolver nesse tipo de ambiente que a gente sabe que existiu no passado marciano. Danilo: Se o ouvinte quiser saber um pouco mais sobre esse estudo, pode dar uma olhada na matéria que eu publiquei na Folha de S. Paulo no final do ano passado, com o título “Novo modelo simula condições de habitabilidade de antigos lagos de Marte”. Vamos deixar o link da matéria e do artigo do Gabriel na descrição do episódio. [música de transição] Danilo: A gente viu que a superfície de Marte é inóspita para a vida como a gente a conhece, mas resta alguma esperança de que os aquíferos subterrâneos marcianos sejam habitáveis. Agora, para encontrar água embaixo da superfície, em grande quantidade e com potencial para ser habitável, a gente vai ter que ir para bem mais longe, lá na vizinhança dos planetas gigantes gasosos. No próximo episódio o assunto vai ser as luas de Júpiter e Saturno que têm grandes oceanos debaixo de uma espessa camada de gelo. Essas luas geladas têm se tornado o assunto mais quente da astrobiologia quando se trata da procura por condições e ingredientes para a vida no sistema solar. O roteiro, pesquisa, produção e narração foram feitos por mim, Danilo Albergaria; a revisão do roteiro foi feita pela Simone Pallone. Os entrevistados foram o Gabriel Gonçalves Silva, a Fernanda Jamel, a Roberta Vincenzi e a Isabella Gaião. A edição do episódio foi da Carolaine Cabral. As músicas são do Blue Dot Sessions, são Creative Commons. E esse podcast foi produzido com o apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídia Ciência, com o projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no universo, o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP.
Neste vídeo, exploramos a fundo as responsabilidades e os limites do cargo de presidente na estrutura da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Diferentemente do modelo corporativo, o presidente adventista não atua como um CEO solitário, mas sim como um facilitador de comissões e um "primeiro entre iguais". O que você vai aprender: 1. A Distinção Crucial: Por que o presidente preside processos, mas não decide sozinho. 2. O "Ancião Chefe": A responsabilidade pastoral e o bem-estar espiritual das igrejas no território. 3. Administração Compartilhada: Como funciona o trio administrativo (Presidente, Secretário e Tesoureiro). 4. Sinais de Alerta: Como identificar quando a liderança saudável se torna dominação autoritária. 5. Liderança Forte vs. Dominação: Dicas práticas para liderar com humildade e eficiência. Este estudo é essencial para pastores, líderes de igreja e membros que desejam entender como as decisões são tomadas e como a governança bíblica protege a missão da igreja contra o acúmulo de poder. VINTE PERGUNTAS PARA REFLEXÃO Sobre Estilo de Liderança 1. Você (ou o presidente que você conhece) atua mais como CEO ou como presidente de comissão? Quais comportamentos específicos indicam uma ou outra coisa? 2. Nas reuniões que você preside, quanto do tempo de fala é ocupado por você? Você fala primeiro ou por último nas discussões importantes? 3. Quando foi a última vez que a comissão decidiu diferente do que você queria? Como você reagiu — interna e externamente? 4. Há espaço real para discordância nas reuniões que você preside? Quando foi a última vez que alguém discordou abertamente de você? 5. Você incentiva ativamente a discordância ou apenas a tolera quando surge? Sobre Relacionamentos 6. Como é a qualidade da relação entre presidente, secretário e tesoureiro em sua organização? É parceria genuína ou hierarquia disfarçada? 7. Quem são seus "truth-tellers" — pessoas que lhe dirão verdades difíceis mesmo quando dói? Você os cultiva ou os evita? 8. Seus pastores confiam em você o suficiente para trazer más notícias? Ou filtram para proteger você — ou a si mesmos? 9. Você tem relacionamentos significativos fora do círculo profissional? Ou todos os seus relacionamentos são mediados pelo cargo? Sobre Processos 10. Seus membros de comissão recebem informação com antecedência suficiente para estudar? Ou são frequentemente surpreendidos na reunião? 11. As atas de suas reuniões refletem o que realmente aconteceu? Ou são editadas para parecer melhor? 12. Como você lida com os limites do seu cargo? Você os aceita como design saudável ou os ressente como obstáculos? Sobre Legado e Transição 13. Você está desenvolvendo sucessores ativamente? Ou concentrando conhecimento e relacionamentos em si mesmo? 14. Se você deixasse o cargo amanhã, a organização estaria preparada para funcionar? Ou entraria em crise por depender demais de você? 15. Quando você imagina seu legado, o que vê? Realização pessoal e reconhecimento? Ou organização fortalecida que florescerá após sua saída? Sobre Vida Pessoal 16. Como está sua vida espiritual pessoal — não a profissional, mas a íntima com Deus? Você tem tempo protegido para oração, estudo, reflexão? 17. Como está sua família? Seu cônjuge se sente parceiro e prioridade? Seus filhos conhecem você profundamente ou apenas seu cargo? 18. Você consegue dizer não a demandas que não são prioritárias? Ou diz sim a tudo e se sobrecarrega cronicamente? 19. Você tem hobbies, interesses, relacionamentos que não têm nada a ver com seu trabalho? Ou o cargo consumiu tudo? A Pergunta Final 20. Se Jesus fosse avaliar como você exerce presidência — não sua teologia, mas sua prática concreta de liderança — o que Ele diria? Onde você O estaria honrando? Onde precisaria mudar? Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
Com Diogo Beja e Joana Azevedo
Operação de desembarque e repatriação de passageiros do navio MV Hondius foi concluída na Espanha; até agora, 11 infecções foram registradas, incluindo três mortes; casos suspeitos e confirmados foram isolados e estão sendo gerenciados sob rigorosa supervisão médica.
Depois de 42 dias de angústia, o sumiço de Daiane Alves Souza, corretora que desapareceu no subsolo do próprio prédio, ganhou um desfecho sombrio: ela foi friamente assassinada pelo síndico do condomínio, tendo o corpo descartado e abandonado em segredo. Crime planejado? Sinais ignorados? Assista ao IC News e entenda as revelações do mistério que parou o país.#investigacaocriminal #crimesreais #casosreais Assista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAv47OaKceerCj3Hc89Cr4USe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
Neste vídeo, o pastor Jeremias Pereira fala à igreja sob o tema: Sinais de alerta, a partir da leitura do texto de Mateus 24:32-33. Assista, ouça com bastante atenção e compartilhe esta mensagem!ASSINE O CANAL: http://youtube.com/oitavatv..........................................................................Website: http://www.oitavaigreja.org.br/Contas Bancárias: http://oitavaigreja.com.br/contas-bancarias-da-oitava-igreja/Faça parte da Oitava: https://bit.ly/3dX7u1QInstagram: http://www.instagram.com/oitavaigreja/Facebook: http://www.facebook.com/oitavaipbhTwitter: https://twitter.com/oitavaigreja
Reunião entre Lula e Trump deve ter como temas o tarifaço imposto pelos americanos aos produtos brasileiros; os minerais críticos, que são abundantes no Brasil e alvo de desejo dos Estados Unidos, e o combate ao crime organizado. Tem ainda:- Segundo a imprensa americana, Estados Unidos e Irã estariam perto de finalizar um memorando para oficializar a paz. Trump afirma que pode dar um fim à guerra, mas apenas se o Irã cumprir os termos combinados no cessar-fogo entre os países- Autoridades da Espanha informam que todos os passageiros restantes do cruzeiro de luxo atingido por um surto de hantavírus estão sem sintomas, mas, ainda assim, o atracamento do barco nas ilhas canárias tem sido alvo de críticas de autoridades locais- Cibercrime contra primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, tem imagem falsa em que ela aparece de lingerie sentada em uma cama e sorrindo, junto com a frase "ela não sabe o que é vergonha" Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do contato@mundo180segundos.com.br
Está no ar mais um episódio do Viração. Neste programa, falamos sobre direitos linguísticos, minorias e políticas públicas.Abordamos a importância dos direitos linguísticos para o acesso à justiça e à cidadania, como a falta de acessibilidade linguística impacta o direito de defesa das pessoas surdas e o acesso à informação jurídica, os principais desafios linguísticos enfrentados por migrantes no Brasil ao acessar direitos, entre outros assuntos relacionados.As entrevistadas são a professora da Universidade Federal de Pelotas e coordenadora do grupo de pesquisa Grupo Letras (d)e Lei, Jael Sânera Sigales Gonçalves, e a professora da Universidade Federal de Santa Catarina e coordenadora do Programa de Extensão de Tradutores e Intérpretes de Língua de Sinais na Esfera Jurídica, Silvana Aguiar dos Santos.O programa Viração é uma produção da Assessoria de Imprensa da ADUFPel e vai ao ar todas às segundas-feiras, às 13h, na RádioCom 104.5 FM e em formato de podcast nas plataformas digitais. *Para garantir acessibilidade a todas e todos, este episódio foi inteiramente transcrito. Acesse em https://tinyurl.com/y2m73crd Siga nossas redes sociaisADUFPel: instagram / twitter / facebookTrilha: Attribution Code"Funky Boxstep" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Um estudo recente, publicado na revista Nature em abril de 2026, revelou algo que, à primeira vista, parece saído de um filme de ficção científica: os modelos de linguagem — a tecnologia por detrás do ChatGPT, do Claude ou do Gemini — conseguem transmitir comportamentos ocultos uns aos outros, mesmo quando os dados de treino parecem completamente inofensivos. O fenómeno chama-se aprendizagem subliminar (subliminal learning) e tem implicações diretas para quem usa IA na educação.Vale a pena parar um momento para perceber o que está em jogo.
Neste vídeo, vamos refletir sobre relacionamentos, emoções ecomportamentos que impactam diretamente a forma como nos vinculamos, noscomunicamos e cuidamos de nós dentro das relações.Sou Paula Freitas, psicóloga, psicoterapeuta de casale terapeuta sexual, e aqui no canal compartilho conteúdos sobre:✔️relacionamentos saudáveis✔️comunicação no casal✔️amor, apego e limites✔️autocuidado emocional✔️saúde mental e vínculos afetivosA ideia é trazer uma psicologia prática, acessível ereflexiva, para te ajudar a construir relações mais conscientes, leves erespeitosas, começando pela relação com você mesma(o). Se esse conteúdo fezsentido para você:
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Alexandre Garcia comenta os novos desdobramentos do envolvimento dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli e as condições do delegado da PF, Marcelo Ivo, que foi expulso dos EUA.
Neste episódio do Vamos de Vendas, Gustavo Pagotto recebe Daniel Prado, CEO e cofundador da Turbi, para uma conversa sobre como estruturar e escalar uma operação comercial em mercados tradicionais, equilibrando crescimento, oferta e eficiência.Ao longo do episódio, Daniel mostra que vender mais não significa necessariamente crescer melhor quando existe um ativo físico envolvido. Diferente do software, negócios tradicionais exigem equilíbrio entre demanda e capacidade operacional.A conversa também explora decisões estratégicas fundamentais, como escolha de canais de aquisição, uso inteligente de CRM, importância da recorrência e o impacto de dados na tomada de decisão. Daniel compartilha aprendizados práticos sobre erros comuns.
Menor oferta, pressão da B3 e safra chegando deixam o produtor em alerta
Dias atrás a gente viu um post no perfil de uma marca de objetos e móveis para gatos que falava sobre o hábito que eles têm de “amassar pãozinho”. Dizia o seguinte: “ Amassar pãozinho não é só um hábito fofo…É um comportamento que vem desde a infância, ligado a segurança, conforto e bem-estar. Quando seu gato faz isso, ele está mostrando que se sente protegido, relaxado e em casa. E esse é um ponto importante: esse tipo de comportamento só aparece quando o ambiente permite.”Talvez a gente esteja um pouco surtada nesses momentos das nossas vidas, mas esse texto que provavelmente foi feito pelo Chat GPT tocou nossos corações. E aí a gente ficou pensando: se gatos amassam pãozinho quando se sentem à vontade, quais são os sinais, as coisinhas que a gente faz quando se sente confortável?------------------PITAYA: O CLUBE DE CALCINHAS QUE AMAMOS AMARassinepitaya.com.brCupom: DONAS15------------------PRODUTOS DO DONAS DA P* TODA!www.enxamecolaborativo.com.br/brands/Donas-da-P-TodaAPOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda-----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda. Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelzBruno Stolf: @brunostolf
Quando agentes da Polícia Federal chegaram à mansão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, encontraram um advogado já postado no portão. Em outras ações da mesma operação, policiais encontraram cômodos vazios, uma criança de seis meses deixada com a babá e um cachorro abandonado na casa. São indícios de vazamento da segunda fase da operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master, Daniel Vorcaro e outras dezenas de pessoas. É sobre essa sequência de sinais de vazamento que José Roberto Toledo conversa com os colunistas Natália Portinari e Fabio Serapião no novo episódio do podcast UOL Prime.
Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/ep-brunetcastMentoria DestinyMind: https://forms.gle/EDcJzoAb3ZKPU7v86Você já parou para pensar que o seu maior desafio com pessoas pode ser, na verdade, um problema interno seu?Nesse episódio inaugural do novo formato do BrunetCast, Wesley e Teixeira recebem Cleiton Pinheiro, gestor com mais de 21 anos de experiência, sócio-fundador da LF Gestão e Desenvolvimento, mentor do LS Club e autor dos livros O Poder do Recomeço e O Poder do Básico. Uma conversa que vai direto ao ponto sobre liderança real, autoresponsabilidade e o que realmente forma um líder de excelência.Nesse episódio você vai aprender:Por que liderança tem a ver com pessoas, e não com resultadosComo o externo é apenas reflexo do interno e o que fazer com issoA diferença entre assumir culpa e assumir responsabilidadeComo conhecer verdadeiramente as pessoas ao seu redor (e sua equipe)O que é empatia de verdade e como praticá-la de forma corretaPor que vitimismo rouba seu tempo e sua energiaComo saber quando o medo é espiritual e quando é só sua cabeçaO princípio do "a sua vida é aquilo que você tolera"Como discernir se uma decisão é de Deus ou das suas emoções"O externo é apenas um reflexo do interno. Se você está em conflito com pessoas, internamente você não está bem." Cleiton Pinheiro
A atualidade tem estado carregada de notícias negativas, mas hoje temos sinais de esperança vindos da Hungria e até de Islamabad. Uma crónica de Francisco Sena Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje do Radar Médico, Leandro Lima, clínico e gastroenterologista, discute a possível associação entre pancreatite aguda e o uso de análogos de GLP-1, popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras”.Com o crescimento expressivo do uso de fármacos como semaglutida, liraglutida e tirzepatida, aumentaram também as notificações de pancreatite em sistemas de farmacovigilância. No entanto, a análise crítica das evidências mostra que essa associação é, na maioria dos estudos, fraca ou inexistente, exigindo cautela na interpretação dos dados e individualização do risco clínico.
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 O homem mais rico da sala é o mais silencioso00:23 O que é riqueza silenciosa (Stealth Wealth)01:05 Sinal 1 — A regra da privacidade02:05 Sinal 2 — Utilidade sobre status (carros)03:24 Sinal 3 — Quiet luxury (luxo invisível)04:45 Sinal 4 — Comprar tempo06:15 Sinal 5 — Círculo social estratégico07:44 Sinal 6 — Saúde como ativo de performance08:58 Sinal 7 — O poder do “não” estratégico10:08 O verdadeiro significado da riqueza silenciosa10:46 RC Club e RC Wealth
Neste episódio, Ricardo explica que projetos também envelhecem, não apenas com o tempo, mas também quando perdem energia, relevância e propósito. Muitos continuam sem questionar, mesmo diante de mudanças no mercado, na tecnologia e nas prioridades. Ele alerta que investimentos passados não justificam continuar, pois não garantem valor futuro. Sinais de envelhecimento incluem falta de clareza quanto ao propósito, baixa motivação da equipe e decisões baseadas em premissas antigas. Revisar ou até encerrar um projeto não é um fracasso, e sim demonstra liderança. Manter projetos “zumbis” consome recursos valiosos. Por isso, líderes devem avaliar constantemente se o projeto ainda faz sentido, gera valor e está alinhado à realidade atual. Escute o podcast para saber mais!
Culto Canal Jovem - Série: Sinais da Glória
O mundo fala de economia.A Bíblia fala de profecia. Guerras se multiplicam, conflitos aumentam e os efeitos já começam a chegar ao bolso das pessoas, com alta no combustível e pressão na economia. No livro de Apocalipse, depois do cavalo das guerras vem o cavalo preto — o cavalo da fome. Mas enquanto os sinais aparecem, muitos continuam vivendo como se nada estivesse acontecendo. Foi assim nos dias de Noé. A pergunta é simples: Você está cuidando da sua alma ou apenas correndo atrás das coisas deste mundo? Assista ao vídeo e avalie se você está cuidando da sua vida espiritual. Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
Joana Marques apresenta-nos Maria Gorjão, especialista em constelações.
NESTA EDIÇÃO. A escalada da guerra e a expectativa de efeitos prolongados na inflação do petróleo e combustíveis. Mineração e data centers puxarão demanda por eletricidade na América Latina em 2026. Associações lançam AliançaBiodiesel. ***Locução gerada por IA
Sinais de pontuação, ninjas e a visita do Diogo Piçarra e da Rita Rocha.
Historiador Bruno Cardoso Reis diz que não há qualquer sinal de que a guera no Médio Oriente tenha um abrandamento. Destaca o possivel aumento de ataques terroristas promovidos pelo Irão. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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LIVRANDO-SE DAS DÍVIDAS | PRINCÍPIOS BÍBLICOS PARA A LIBERDADE FINANCEIRA
O Papo Antagonista desta sexta, 12, analisou o cenário político nacional e o surgimento de um nome alternativo a Lula e Flávio Bolsonaro.A nova geração política, capitaneada pelo presidente do PSD, Gilberto Kassab, pode ganhar a eleição presidencial?Madeleine Lacsko e Magno Karl comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Você quer ser líder ou apenas quer o status e o salário?Muitas pessoas buscam a liderança pelo poder, mas esquecem que a outra face da moeda é a responsabilidade. Neste vídeo, eu revelo por que a insegurança é o maior inimigo de um gestor e como problemas não resolvidos do seu "CPF" (vida pessoal) destroem o seu "CNPJ" (vida profissional).Se você tem medo de demitir, pisa em ovos para dar feedback ou quer ser "amigo" de todo mundo... cuidado. Você pode estar caindo na armadilha da Liderança Insegura.—O que você vai aprender neste vídeo:00:00 - A base da Liderança00:43 - O perigo do Líder "Bonzinho" e inseguro01:52 - Autorresponsabilidade: O erro do time é SEU erro02:56 - A Régua Alta: Você tem do time aquilo que você tolera03:59 - Liderança não é para todos (O peso da decisão)05:25 - Como saber se a pessoa está na cadeira errada?06:04 - "Não se ensina a querer": Quando demitir é um presente06:53 - Fit Cultural: O casamento entre pessoa e empresa09:58 - O Líder Ditador também é inseguro (Liderança pelo medo)12:46 - Trauma com autoridade: Projeção de Pai/Mãe—
A rede Bitcoin nunca perdeu tanto valor nominal em moeda estatal no mesmo dia quanto no dia 5 de fevereiro de 2026. Um dia histórico com uma vela negativa de tamanho jamais visto na curta vida do BTC. Conferimos alguns dos sentimentos, medos, incerteza e dúvidas que permearam esse momento e refletimos sobre o que deve mudar daqui pra frente para reverter essa situação.Medos Incertezas e Dúvidashttps://x.com/TheBTCTherapist/status/2018813412948738088https://x.com/PortfolioXpert/status/2019180840958529601https://x.com/robustus/status/1396478002960093185https://x.com/davidfrum/status/2019567717628665960?s=20Hopiumhttps://x.com/ProofOfMoney/status/2019567461356695764https://x.com/JosefTetek/status/2019647965460328719https://x.com/bitdov/status/2019494927835570275https://x.com/bitdov/status/2019370920792502658https://x.com/bitdov/status/1634100955493851141Gravado no bloco 935225________________APOIE O CANALhttps://bitcoinheiros.com/apoie/⚡ln@pay.bitcoinheiros.comPara agendar uma CONSULTA PRIVADA com o Dov: https://consultorio.bitcoinheiros.com/Consulta pública: https://ask.arata.se/bitdov00:00 Introdução00:40 Comportamento do verdadeiro bitcoinheiro04:11 HODL é a melhor opção para o bitcoinheiro05:13 A pior queda de preço do Bitcoin07:16 Sinais de fundo de preço do Bitcoin em 202612:22 O que motivou a queda do hashrate do Bitcoin em 2026?17:17 A volatilidade do preço do Bitcoin23:49 O que determina o preço do Bitcoin?29:50 Corretoras e ETFs manipulam o Bitcoin?39:33 Um Bitcoin é sempre um Bitcoin41:22 A importância de tirar seus bitcoins da corretora44:28 Índice de medo extremo no Bitcoin46:05 FUD sobre o Bitcoin48:36 Histórico das grandes quedas no preço do Bitcoin50:58 Bitcoin de verdade é em autocustódia55:44 Memes da bolha bitcoinheira57:29 O bull market mais decepcionante da história do Bitcoin1:01:46 Gráfico da psicologia do ciclo de mercado1:03:17 Bear market do Bitcoin em ouroEscute no Fountain Podcasts (https://fountain.fm/join-fountain)para receber e enviar satoshinhos no modelo Value4ValueSIGA OS BITCOINHEIROS:Site: https://www.bitcoinheiros.comTwitter: https://www.x.com/bitcoinheirosAllan - https://www.x.com/allanraicherDov - https://x.com/bitdovBecas - https://x.com/bksbk6Instagram: https://www.instagram.com/bitcoinheirosFacebook: https://www.fb.com/bitcoinheirosPodcast: https://anchor.fm/bitcoinheirosMedium: https://medium.com/@bitcoinheirosCOMO GUARDAR SEUS BITCOINS?Bitcoinheiros recomendam o uso de carteiras Multisig com Hardware Wallets de diferentes fabricantes ou próprias.Para ver as carteiras de hardware que recomendamos, acesse https://www.bitcoinheiros.com/carteirasVeja os descontos e clique nos links de afiliados para ajudar o canalPor exemplo, para a COLDCARD - https://store.coinkite.com/promo/bitcoinheirosCom o código "bitcoinheiros" você ganha 5% de desconto na ColdCardPlaylist "Canivete Suíço Bitcoinheiro"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmg-KH5bwzMU4sdyMbVMPqwbPlaylist "Carteiras Multisig de Bitcoin"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmi74PiIUSnGieNIPqmtmdjWISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE:Este conteúdo foi preparado para fins meramente informativos.NÃO é uma recomendação financeira nem de investimento.As opiniões apresentadas são apenas opiniões.Faça sua própria pesquisa.Não nos responsabilizamos por qualquer decisão de investimento que você tomar ou ação que você executar inspirada em nossos vídeos.P.S. para os buscadoresSomos bitcoinheiros, não bitconheiros, nem bitconheros, bitcoinheros, biticonheiros, biticonheros ou biticoinheros.O Dov é bitcoinheiro, não bitconheiro, nem bitconhero, bitcoinhero, biticonheiro, biticonhero ou biticoinhero.É Bitcoin, não Bitcon e nem Biticoin :)
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NÍVEL INTERMEDIÁRIOVocê sabia que, muito antes da internet, civilizações inteiras mantinham redes de comunicação sofisticadas usando apenas assobios, batidas de tambores ou cordões com nós para enviar mensagens complexas? Descubra como a engenhosidade humana superou barreiras geográficas com tecnologias ancestrais fascinantes, onde o único limite para a comunicação era a própria imaginação.Pergunta do episódio:Qual destes métodos enviava uma mensagem a 160km em 2 horas?a. Sinais de fumaçab. Tambores falantesc. Linguagem assobiadaVocabulário:• tonal (língua) idioma onde o tom da voz muda o significado da palavra• assobiar produzir som com os lábios• percussionista pessoa que toca tambor ou bateria• nó laço• encostas lados de uma montanha ou colina
Convidada: Vera Magalhães, colunista do jornal O Globo, âncora na rádio CBN e apresentadora do programa Roda Viva, da TV Cultura. Um dos últimos projetos aprovados no ano pelo Senado foi o que reduz as penas dos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro: o PL da Dosimetria. Um dos beneficiados é o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso na Superintendência da Polícia Federal desde novembro. O presidente Lula disse que vai vetar o texto, medida que pode ser derrubada pelo Congresso e ainda ser questionada pelo Supremo Tribunal Federal. É um longo processo que expõe o embate entre os Poderes visto ao longo do ano. Neste episódio, Natuza Nery conversa com a jornalista Vera Magalhães para fazer um balanço do que foi 2025 na política. Vera analisa por que o Congresso avançou sobre a dosimetria das penas tão pouco tempo depois das condenações determinadas pelo Supremo. Ela avalia também a postura da Câmara, que terminou o ano sob a liderança fragilizada de Hugo Motta, em meio a baixa produtividade legislativa e cenas inéditas de violência. Por fim, Natuza e Vera discutem o que esperar de 2026. Vera traça o cenário eleitoral depois da prisão de Jair Bolsonaro, da indicação de Flávio Bolsonaro como herdeiro político do bolsonarismo e da recuperação de Lula após o enfrentamento do tarifaço. Quais são as fragilidades e os trunfos de cada campo às vésperas de um novo ano eleitoral?