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O ex-governador do Rio Cláudio Castro foi alvo de mais uma operação da Polícia Federal. Dessa vez, a suspeita foi de favorecimento de empresários e fraude na concessão de licenças ambientais. A Quaest divulgou uma nova pesquisa com a intenção de voto para presidente. A Petrobras anunciou a descoberta de sinais de petróleo na Bacia da Foz do Rio Amazonas. O fogo consome a vegetação de cerrado no Parque Estadual Terra Ronca, em Goiás. Na Europa, os incêndios florestais obrigaram milhares de pessoas a saírem de casa. Os repórteres do JN chegaram à cidade colombiana mais atingida pelo terremoto de segunda-feira (10). Moradores de Pereira dormem na rua, em meio a construções que podem desabar a qualquer momento.
Os tutores devem ficar atentos para casos de suspeitas de leishmaniose em seus cães. Ouça o "Com a Saúde em Dia" de hoje e confira os sinais clínicos que devem chamar atenção para possíveis casos da doença.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Ferrari ainda pode reagir na temporada 2026? Neste vídeo, analisamos os sinais de evolução da equipe italiana, que segue trabalhando no desenvolvimento do carro e tentando diminuir a diferença para seus principais adversários. A Scuderia pretende manter o ritmo de desenvolvimento do chassi e da unidade de potência na segunda metade do campeonato.
No último 7 de agosto, a Lei Maria da Penha, que combate a violência contra a mulher, completou 20 anos. Estão definidas na lei cinco tipos de violência: física, moral, patrimonial, sexual e psicológica. O Conexão Senado convidou a psicóloga Jaqueline Viana para falar sobre violência psicológica, que pode se manifestar de maneira silenciosa. Jaqueline explica situações que caracterizam esse tipo de violência, como as vítimas podem enfrentar a situação e a importância de uma rede de apoio, com a ajuda de familiares e amigos.
A Terra, o oxigênio, o gelo que flutua. Cada condição tão precisa que uma leve mudança torna a vida impossível. Sinais — ayat — apontando na mesma direção.
Escute agora o movimentou os mercados nessa quinta-feira.
Consultório do Rádio Livre: O câncer de pulmão é uma das principais causas de morte por câncer no Brasil e no mundo. Mais de 30 mil novos casos da doença são esperados todos os anos. Sobre esse problema, a apresentadora Anne Barretto investiga a doença junto de dois médicos. Afinal, por que são registrados tantos casos? O médico oncologista, Dr. Antônio Douglas, explica que 90% dos casos está ligado ao tabagismo. Ele detalha que esse câncer não dá tantos sinais e por isso o tratamento, muitas vezes, é feito de forma tardia. Para o médico cirurgião torácico, com pós-graduação em cirurgia torácica robótica, Dr. Leonardo Ely, até pouco tempo o câncer de pulmão era escanteado se comparado com outras doenças. Segundo ele, a divulgação entre os médicos e população deve ser melhorada porque com o diagnóstico é possível fazer uma cirurgia.
No condado de Bucks, Pensilvânia, vive o viúvo Graham Hess e seus dois filhos, Morgan e Bo. Ele costumava ser o pastor da região, mas se recusa a ser chamado assim desde que sua mulher, Colleen, morreu atropelada por Ray Reddy, um de seus vizinhos. Os Hess ficam intrigados com o aparecimento de misteriosos círculos em sua plantação sem que haja o menor vestígio de quem os fez ou por qual motivo teriam sido feitos. Então aperte o play e venha testar a sua fé! RECOMENDAMOS ESCUTAR COM FONES DE OUVIDO. Se você gosta do nosso trabalho, acesse nosso site e participe do nosso grupo exclusivo para assinantes. Acesse o site acreditesequiserpodcast.com.br Contato para a criação do seu site Siga e avalie o Acredite Se Quiser nas plataformas de streaming! E-mail para contato: acreditesequiserpodcast@gmail.com A ufologia levada a sério! Revista Fenômeno OVNI - Referência em UfologiaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Mensagem ministrada no domingo (02/08 às 10h e às 18h) na CG Itaquera pela pastor Leandro Menezes.Para conhecer um pouco mais sobre nós acesse o link abaixo:
Anda mais cansado, desanimado ou com dores de cabeça frequentes? Antes de recorrer a suplementos, descubra quando estes sintomas podem esconder um défice nutricional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Escute agora o que movimentou os mercados nessa quinta-feira.
Como os alertas de vigilância epidemiológica, o rastreamento no atendimento inicial e as políticas industriais de saúde impactam a prática médica? Neste episódio do Afya News, analisamos o reforço do Ministério da Saúde na campanha Julho Verde para o reconhecimento de sintomas atípicos e lesões persistentes em cabeça e pescoço, otimizando o encaminhamento especializado. Discutimos também o relatório da Organização Mundial da Saúde sobre a integração do rastreamento de ISTs e hepatites à atenção primária para atingir as metas globais de 2030. Por fim, apresentamos no Radar a sanção da Estratégia Nacional do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, voltada para garantir a soberania no suprimento de vacinas e medicamentos. O Afya News apresenta notícias da medicina com informação confiável e atualizada no seu tempo. Criado pela Afya, o maior hub de educação e soluções para a prática médica do Brasil, nosso propósito é transformar a saúde junto com quem tem a medicina como vocação.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/29-07-2026
Neste Debate 93 você vai ouvir sobre sinais dos tempos, diante da notícia sobre pagamento com a palma da mão. Além de acompanhar uma importante reflexão sobre perseverança. Ouça e compartilhe!
Após as enormes demissões, Xbox parece ter entrado em um modo de contenção de danos e de mudar o foco mais para o seu futuro, anunciando quatro jogos de Fallout no espaço de uma semana. Por outras bandas, tivemos informações vindas do PH Brazil que a equipe de Xbox responsável pelo relacionamento com a América Latina não existe mais. Fugindo do universo Xbox, falamos também da reação de políticos mexicanos ao fim dos discos de PlayStation e de sinais de vida do remake de Kotor.Participantes:Guilherme JacobsHeitor De PaolaAssuntos abordados:13:00 - A contenção de danos pós demissões em Xbox e anúncio de quatro Fallouts31:00 - PH Brazil afirma que equipe de relacionamento da América Latina de ID@Xbox foi inteira demitida40:00 - Compulsion Games busca por oportunidade mesmo que seja como estúdio de suporte46:00 - O remake de Kotor talvez saia em 202852:00 - Políticos mexicanos se posicionam contra fim de discos em PlayStation1:00:00 - Rápidas e curtasLinks citados: Xbox Demitiu o Time que Cuidava de Indies Brasileiros Vai comprar jogos na Nuuvem? Use o link de afiliado do Overloadr!Use nosso link de filiado ao fazer compras na Amazon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Doenças cardiovasculares matam duas vezes mais mulheres do que todos os tipos de câncer juntos. Todos os anos, cerca de 190 mil brasileiras vão a óbito por causa de complicações cardíacas. Apesar disso, tradicionalmente as mulheres têm mais medo do câncer do que das doenças do coração. Além disso, ao contrário dos homens, as mulheres menosprezam os próprios sintomas. E quando vão procurar atendimento médico, pode ser tarde demais. Além disso, na menopausa, o risco aumenta porque a mulher perde o efeito protetor dos hormônios femininos. Para entender melhor como isso acontece e quais são os sinais de alerta do corpo feminino, a gente conversa hoje com a cardiologista Ieda Jatene. A Dra. Ieda é da SOCESP MULHER, um departamento da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo que têm diversas ações de prevenção voltadas para a saúde do coração da mulher.
Após as enormes demissões, Xbox parece ter entrado em um modo de contenção de danos e de mudar o foco mais para o seu futuro, anunciando quatro jogos de Fallout no espaço de uma semana. Por outras bandas, tivemos informações vindas do PH Brazil que a equipe de Xbox responsável pelo relacionamento com a América Latina não existe mais. Fugindo do universo Xbox, falamos também da reação de políticos mexicanos ao fim dos discos de PlayStation e de sinais de vida do remake de Kotor.Participantes:Guilherme JacobsHeitor De PaolaAssuntos abordados:13:00 - A contenção de danos pós demissões em Xbox e anúncio de quatro Fallouts31:00 - PH Brazil afirma que equipe de relacionamento da América Latina de ID@Xbox foi inteira demitida40:00 - Compulsion Games busca por oportunidade mesmo que seja como estúdio de suporte46:00 - O remake de Kotor talvez saia em 202852:00 - Políticos mexicanos se posicionam contra fim de discos em PlayStation1:00:00 - Rápidas e curtasLinks citados: Xbox Demitiu o Time que Cuidava de Indies Brasileiros Vai comprar jogos na Nuuvem? Use o link de afiliado do Overloadr!Use nosso link de filiado ao fazer compras na Amazon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
No Comentário Final de hoje, Dr. Assad comenta o caso impressionante de um bebê de um mês que foi declarado morto, mas apresentou sinais vitais e acabou sendo salvo por uma funcionária de uma funerária, em Rio Claro, no interior de São Paulo.Ele destaca o alívio pelo bebê ter sido reavaliado e encaminhado novamente para atendimento intensivo, mas também levanta uma preocupação importante sobre os protocolos usados para confirmar um óbito. Um caso que emociona, assusta e reforça a importância da atenção em cada etapa do atendimento.#ComentárioFinal #Saúde #RioClaro #BebêSalvo #PaiquerêFM
O Programa Bom Aluno BH está com inscrições abertas. Mais informações nosite: bomalunobh.com.br A Arquidiocese de Belo Horizonte está com inscrições abertas para o Curso de Libras, Língua Brasileira de Sinais. Saiba mais em: https://arquidiocesebh.org.br/ See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma instituição de ensino precisa de formação em IA quando docentes, gestores e alunos revelam baixa literacia em inteligência artificial, ausência de integração pedagógica das ferramentas e falta de políticas éticas e tecnológicas para o seu uso. Esses sinais aparecem tanto nas práticas de sala de aula como na estratégia institucional, e indicam um risco real de desadequação face ao futuro do trabalho e da cidadania digital.
Onde se aborda a necessidade urgente de as instituições de ensino implementarem estratégias formais de formação em Inteligência Artificial para docentes e gestores. Os autores identificam sinais de alerta, como a baixa literacia digital, a visão da IA meramente como uma ferramenta de plágio e a falta de políticas éticas ou de proteção de dados. Argumenta-se que o uso improvisado e individual da tecnologia deve ser substituído por um planeamento pedagógico estruturado que promova o pensamento crítico e a cidadania digital. O conteúdo enfatiza que a IA não substitui o papel do professor, mas exige a atualização de currículos e métodos de avaliação para alinhar a educação às exigências do futuro mercado de trabalho. Por fim, as fontes sugerem que a colaboração institucional e a formação contínua são fundamentais para transformar o receio tecnológico numa oportunidade de inovação educativa.
No mês em que é lembrado o Dia Mundial de Conscientização sobre o TDAH, celebrado em 13 de julho, especialistas chamam atenção para um transtorno que atinge cerca de 5% das crianças e adolescentes e entre 2,5% e 4% dos adultos em todo o mundo, mas que ainda é confundido com preguiça, desinteresse ou falta de disciplina. O médico neurologista Dr. Marcio Rassi explica os sinais que costumam passar despercebidos, principalmente entre adolescentes e adultos, como é feito o diagnóstico, que é clínico e sem exames laboratoriais específicos, e quais são as formas de tratamento disponíveis.
12/07/2026 - Pr. Davi de Sousa - Discernindo Os Sinais dos Tempos by Igreja Nova Aliança de Londrina
Número de mortes aumentou 44% em 30 anos, segundo OMS. Prevenção baseia-se, sobretudo, em estilo de vida saudável. É importante controlar tensão arterial, diabetes, colesterol, fazer atividade física. Evitar cigarro e álcool também ajudam.
Exportações de carne bovina recuam 27% na primeira semana julho em comparação com junho e já sinalizam impacto do fim das cotas chinesas
Praia, piscina, parques e dias inteiros ao ar livre. As férias escolares são sinônimo de diversão, mas também representam um período de maior exposição ao sol. O problema é que essa exposição, quando feita sem os devidos cuidados, pode aumentar o risco de câncer de pele. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil deve registrar cerca de 263 mil novos casos da doença por ano até 2028. A maioria deles está diretamente ligada à radiação ultravioleta. Como se proteger corretamente? Quais sinais merecem atenção? E por que tanta gente ainda negligencia o uso do protetor solar? Quem responde a essas e outras perguntas é Egon Daxbacher, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
A Arquidiocese de Belo Horizonte está com inscrições abertas para o Curso de Libras, Língua Brasileira de Sinais. Saiba mais em: https://arquidiocesebh.org.br/ Crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social terão atendimento oftalmológico gratuito em Belo Horizonte por meio do programa Ver é Bom Demais. Os atendimentos ocorrerão nos dias 8 e 9 de julho, na sede da Fundação CDL-BH, no bairro Funcionários, na Região Centro-Sul da capital mineira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Vamos de Vendas, Gustavo Pagotto recebe Caroline Maffezzolli, CRO do Great Place to Work (GPTW), para uma conversa sobre como a cultura organizacional impacta diretamente os resultados comerciais, a retenção de talentos e a construção de equipes de alta performance.Ao longo do episódio, Carol explica por que cultura não é apenas um tema de RH, mas um dos principais fatores para acelerar resultados, aumentar produtividade e fortalecer o engajamento dos times de vendas.A conversa também explora os principais erros de gestão que prejudicam a cultura das empresas, como lideranças despreparadas, excesso de foco em resultados de curto prazo e falta de clareza na comunicação. Carol apresenta exemplos práticos de empresas que conseguiram transformar seus resultados ao investir em confiança, desenvolvimento de líderes e escuta ativa dos colaboradores.
O Instagram pode acabar? A resposta honesta é: ainda não! Mas pode ser o fim do seu negócio se você depender só dele. Neste episódio do Papo Social Media, Rafael Kiso e Marcio Silva analisam o ciclo de vida do Instagram, a ascensão do TikTok, a matriz BCG aplicada a redes sociais e o que as marcas e criadores de conteúdo precisam fazer agora para não ficarem para trás. A conversa detalha como o Instagram evoluiu de plataforma disruptiva a líder consolidado e os riscos que isso traz, por que o TikTok já tem mais de 134 milhões de usuários brasileiros, como o conceito de North Star Metric explica cada decisão da Meta, e quais movimentos — do Reels ao Instantes, do TikTok Shop aos óculos Ray-Ban — revelam que o jogo das mídias sociais mudou de vez. Um episódio essencial para profissionais de marketing, agências, criadores de conteúdo e qualquer negócio que usa redes sociais como canal de crescimento. 00:00:09 O Instagram vai morrer? A pergunta que divide opiniões 00:00:57 TikTok vs Instagram: a disputa por usuários e atenção no Brasil 00:02:50 Ciclo de vida de empresas e produtos: como negócios nascem, crescem e morrem 00:04:51 Inovação como sobrevivência: por que empresas de produto único estão fadadas ao declínio 00:06:29 O Instagram como resposta ao declínio do Facebook 00:08:17 Facebook, Instagram e WhatsApp: a estratégia de portfólio da Meta 00:10:00 Matriz BCG aplicada a redes sociais: interrogação, estrela, vaca leiteira e abacaxi 00:14:30 A curva de valor do Instagram: de plataforma de fotos a hub de negócios 00:15:16 Sinais de declínio: alcance orgânico, engajamento e saturação de anunciantes 00:16:06 North Star Metric: por que retenção é o indicador que mais importa 00:17:18 Tempo médio no TikTok vs Instagram: quase o dobro por sessão 00:17:49 Stories, Reels e Instantes: cada feature como nova curva de valor 00:18:54 Threads e Instants: o Instagram criando produtos fora do produto 00:21:28 TikTok Shop e monetização: por que criadores estão migrando de plataforma 00:21:43 Pequenos criadores e reequilíbrio de alcance: a estratégia da Meta para reter conteúdo 00:22:38 Instagram x TikTok: análise de dados relevantes 00:25:46 Meta AI, óculos Ray-Ban e a nova fronteira de criação de conteúdo 00:30:26 Facebook perdendo para o LinkedIn em usuários ativos no Brasil 00:31:25 Instagram como hub: DM, automação, CRM e o futuro das mensagens 00:35:19 Feed por interesse vs grafo social: a mudança que explica tudo 00:39:22 YouTube como concorrente: comportamento de consumo e disputa pela TV 00:41:24 O brasileiro trafega em 8 canais diferentes: por que presença multicanal é urgente 00:43:22 Não é o fim do Instagram — mas pode ser o fim do seu negócio se você só estiver lá 00:44:45 Encerramento Potencialize sua gestão de mídias sociais com a plataforma mais usada por agências e profissionais no Brasil! Teste grátis a mLabs agora mesmo: https://mla.bs/8f82d839
No episódio de julho de 2026 do BB Private Talks, Fabiano Corrêa e Allan Fukumoto, da área de Estratégia de Investimentos, recebem Ronaldo Trogo, gerente da área de Pesquisas Macroeconômicas do Banco do Brasil, para conversar sobre o atual momento da política monetária.O programa aborda os impactos da decisão do COPOM de reduzir a Taxa Selic para 14,25% ao ano sobre os investimentos, além da interpretação das sinalizações transmitidas pelo Comitê em sua ata, que ajudam a compreender o cenário econômico e as oportunidades para o investidor. Principais temas desta edição: Decisão de manutenção da taxa de juros nos Estados Unidos pelo FED (FOMC)Decisão do COPOM de reduzir a Taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,25% a.a.Sinais enviados pelo COPOM por meio da ata de sua 279ª reuniãoProjeções da Tesouraria do Banco do Brasil para os principais indicadores financeirosRiscos para a economia em cenários alternativos ao considerado pelo COPOMOportunidades oferecidas pelos ativos prefixados e indexados à inflação no cenário atualNíveis historicamente elevados das taxas prefixadasConceito de taxa real de juros e as características protetivas dos títulos indexados à inflaçãoEstratégias para a construção de portfólios de renda fixa e os riscos inerentes a cada modalidadePerspectivas de rentabilidade derivadas da análise do comportamento histórico dos ativos prefixados e indexados à inflaçãoExpectativas para a Taxa Selic nas próximas reuniões do COPOMPara se aprofundar nas informações contidas neste vídeo, veja nosso relatório Estratégia de Investimentos: bb.com.br/docs/pub/voce/private/dwn/Relatestratinvest.pdfConheça também outros materiais dos nossos premiados especialistas em bb.com.br/lounge
Enquanto o Kremlin insiste numa narrativa de vitória, a realidade no terreno e dentro da própria Rússia conta uma história bem diferente. No Guerra Fria em podcast, José Milhazes e Nuno Rogeiro analisam a polémica em torno de Konstantinovka, as contradições de Vladimir Putin sobre o controlo da cidade e o simbolismo estratégico que Moscovo lhe atribui. O episódio explica ainda como os ataques ucranianos às refinarias e infraestruturas energéticas estão a provocar perdas económicas sem precedentes, agravando a escassez de combustível e expondo fragilidades cada vez mais difíceis de esconder. Pelo meio, a propaganda procura justificar a crise com argumentos improváveis, enquanto até a Igreja Ortodoxa apresenta a pobreza como um caminho para a felicidade. Por fim, os dados das sondagens oficiais revelam uma queda inédita da popularidade de Putin desde o início da guerra, alimentando dúvidas sobre a resistência do regime, apesar de o Presidente russo continuar longe de enfrentar uma ameaça imediata ao poder.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sheron Menezzes vem falar de momentos épicos de nossa jornada, de como lidar com grandes escolhas e das pequenas coisas que revelam hábitos de nossa geração.
A ANSIEDADE FAZ SINAIS A INTIMIDADE | PAULO BORGES JR
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Gabando-se de “nunca ter feito um acordo ruim”, Donald Trump primeiro disse que entendimento para reabrir Estreito de Ormuz estava “em grande parte acertado”, mas depois, sob críticas dentro do Partido Republicano, mandou seus negociadores “não terem pressa”. China lança missão espacial decisiva para seu projeto de pousar na Lua até 2030. E Meta lança novo aplicativo para Facebook com recursos semelhantes aos do Reddit.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Tomada de Decisão, Dr. Ronaldo Gismondi recebe a neurologista Dra. Danielle Calil para discutir um caso clínico de cefaleia no pronto-socorro.A partir de uma paciente de 47 anos com dor de cabeça há 3 dias, pressão arterial elevada, ansiedade, tensão muscular cervical e exame neurológico sem déficits, o episódio aborda como diferenciar cefaleias primárias de causas secundárias, reconhecer sinais de alerta e decidir quando solicitar exames como TC, punção lombar ou angioRM. Um conteúdo direto para médicos, internos e residentes que querem aprimorar o raciocínio clínico diante da cefaleia na emergência.
Você já parou para pensar no peso de administrar recursos que não pertencem a homens, mas a Deus? Neste episódio da nossa Série sobre Governança Adventista, revelamos os bastidores e a realidade profunda do papel do Tesoureiro. Muito além de planilhas e relatórios contábeis, o tesoureiro atua como um verdadeiro parceiro estratégico da missão, equilibrando a visão de crescimento com a prudência fiscal. Entenda por que o dízimo não é uma mera "receita organizacional", como funcionam os controles internos contra fraudes e o verdadeiro significado da transparência financeira na igreja. Seja você um líder, um tesoureiro local ou um membro que apoia a missão, este vídeo vai mudar a sua perspectiva sobre a administração dos recursos sagrados. O que você vai aprender neste vídeo: 1. Por que o dízimo é um ato de adoração e possui restrições absolutas. 2. A anatomia de um relatório financeiro que educa em vez de confundir. 3. Os 4 pilares da responsabilidade fiduciária: Prudência, Lealdade, Obediência e Diligência. 4. Como o tesoureiro atua no trio administrativo ao lado do presidente e do secretário. 5. Sinais de alerta comportamentais e processuais para proteger a igreja local.. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
O jipe Perseverance encontra possíveis bioassinaturas na superfície de uma rocha e dá mais um motivo para que a missão de retorno de amostras de Marte não seja cancelada. As análises sobre a habitabilidade marciana é uma vertente dos estudos na área, que buscam responder: quais são as condições encontradas no planeta hoje e como ele já deve ter sido no passado? O episódio faz parte de um conjunto de reportagens sobre A busca por vida extraterrestre e se essa estaria esquentando. A série é desenvolvida por Danilo Albergaria, bolsista do Programa Mídia Ciência, da FAPESP. Este episódio contou com a participação de Gabriel Gonçalves Silva (pós-doutorando na UNISINOS), Fernanda Jamel (doutoranda – USP e MIT), Roberta Vincenzi (pós-doutoranda no IO-USP) e Isabella Gaião (doutoranda – USP). [Introdução] Danilo: No primeiro episódio da série que trata da astrobiologia, aqui no podcast Oxigênio, a gente falou da alegação de detecção de uma possível bioassinatura num planeta fora do sistema solar. Uma bioassinatura é um sinal produzido por seres vivos – um possível vestígio de atividade biológica. Mas essa notícia de um potencial sinal de vida num exoplaneta não foi a única ocasião em que uma possível bioassinatura em um ambiente extraterrestre gerou manchetes no ano passado. Em setembro de 2025, a NASA anunciou um resultado que foi descrito pela agência aeroespacial americana como: “pode bem ser o sinal mais claro de vida que já encontramos em Marte”. A novidade foi um estudo publicado na revista Nature que apontou a existência de uma “potencial bioassinatura” numa rocha marciana – sim, uma pedra em Marte, coletada e analisada pelo jipe Perseverance, da NASA. A rocha marciana tem algumas características que aqui na Terra são encontradas em rochas que exibem rastros deixados por micróbios. Mas ainda não dá para saber se essas características encontradas na pedra marciana tiveram origem em atividade biológica ou se foram formadas por processos naturais sem o envolvimento de seres vivos. Os equipamentos do jipe, por melhores que sejam, não conseguem produzir resultados claros o suficiente para que os cientistas tirem essa dúvida. Para distinguir se os sinais encontrados são biogênicos (ou seja, foram originados por atividade biológica) ou se são abióticos (ou seja, sem o envolvimento de seres vivos), é preciso trazer as amostras para a Terra. Eu sou Danilo Albergaria, jornalista e historiador pesquisando a comunicação da astrobiologia, essa área que estuda a origem, a evolução e a distribuição da vida no universo. Neste episódio, vou conversar com quatro cientistas associados ao Laboratório de Astrobiologia da Universidade de São Paulo para entender um pouco melhor de quê se trata essa possível bioassinatura e o que sabemos sobre se Marte pode ou não pode oferecer condições para a existência de vida, ou se já pode em algum momento do passado distante. [Vinheta] Danilo: Vamos começar pelo que a gente sabe sobre esses resultados anunciados com grande entusiasmo pela NASA no ano passado. O jipe Perseverance está em Marte desde 2021 explorando a região de uma cratera chamada Jezero. A gente sabe que Marte teve água líquida em sua superfície há mais de 3,5 bilhões de anos, e essa cratera já foi um lago nesse passado remoto. Só para vocês terem uma ideia dessa região marciana, para atravessar essa cratera, de borda a borda, é preciso percorrer 45 quilômetros, pouco mais do que a distância entre Campinas e Jundiaí ou de Jundiaí a São Paulo. Em uma parte da borda da cratera existem marcas características de um delta de um rio que desaguava ali. Foi nas margens do leito desse rio, medindo 400 metros de margem a margem, que o jipe encontrou algumas rochas interessantes em julho de 2024. Em uma delas, o Perseverance identificou compostos orgânicos, moléculas compostas de carbono, e o mais importante: marcas que foram apelidadas de “pintas de leopardo”, que são manchas mais claras do que o restante da rocha, circundadas por linhas bem mais escuras. A rocha é formada principalmente de argila e lodo, materiais que costumam preservar rastros de vida microbiana, e fazem da rocha algo tipicamente encontrado no fundo de rios. Essas marcas, as “pintas de leopardo”, são compostas de fosfato de ferro e sulfeto de ferro. Aqui na Terra, esses compostos são associados a rastros químicos causados por reações produzidas por microrganismos em rochas. Essas foram as pistas analisadas para ver se as manchas poderiam ter sido geradas por micróbios há bilhões de anos. O Gabriel Gonçalves Silva é pós-doutorando na UNISINOS, químico associado ao Laboratório de Astrobiologia da USP, e estuda geobiologia. Eu pedi para ele me explicar por que esses sinais foram considerados possíveis vestígios de vida microbiana passada em Marte neste último estudo feito pelos pesquisadores da NASA. Gabriel: Eles analisaram uma amostra que se chama de mudstone, que seria algo como uma rocha formada de uma antiga lama. Marte é muito rico em ferro e foi observado principalmente nessa rocha pequenos pontinhos que eles observaram com mais detalhes e nele foi encontrado o ferro que a gente chama de ferro mais reduzido, que é o ferro 2+, que é interessante porque contrapõe ao ferro que a gente encontra mais em Marte, que é o ferro 3+, que é aquele que tem a cor de ferrugem. E não só essas manchinhas apresentavam principalmente um mineral, que é a vivianita, que é um fosfato de ferro II e a greigita, que é um sulfeto de ferro II. O ferro II na Terra, por exemplo, pode ser formado por processos na ausência de vida ou na presença de microrganismos. Eles conseguiram observar que não havia nessas rochas nenhum indício de grandes mudanças de pH nem de temperatura, mas junto da vivianita e da greigita tinha matéria orgânica. Na Terra, a gente sabe que a matéria orgânica pode acoplar reações onde a oxidação da matéria orgânica resulta na redução do ferro e aí, pela presença de sulfeto e do fosfato, a formação desses minerais. Porém, eles observaram que, por mais que a vivianita possa se formar em condições de temperatura, pressão e pH próximos do que nós consideramos normais, geralmente a formação de sulfeto de ferro dependeria de uma temperatura mais alta, então não só a oxidação da matéria orgânica, levando à redução do ferro, necessitaria de outros elementos para a formação desse mineral, desse sulfeto de ferro II. E graças a observações da composição ali da rocha, ausência de fosfato de alumínio, ausência de outros componentes, eles perceberam que não houve nem aquecimento, nem uma mudança drástica de pH durante esse processo de formação desses minerais. Isso faz com que a causa mais provável para a formação desses minerais, pelo menos se a gente pensasse na Terra, seria a ação da vida como nós conhecemos. Danilo: Vamos entender um pouco mais da química envolvida na produção das “pintas de leopardo”. Algumas bactérias formam minerais usando e transformando compostos químicos, como diferentes tipos de óxidos de ferro, formados por ligações entre ferro e oxigênio. O chamado ferro II (um íon de ferro) é muito importante para atividade biológica porque se liga facilmente ao oxigênio – por exemplo, ele é fundamental para o transporte do oxigênio no nosso sangue por meio da hemoglobina. A Fernanda Jamel, doutoranda no AstroLab da USP e que fez parte de suas pesquisas atuais no MIT (o Massachusetts Institute of Technology, nos EUA), explica a química da formação dos minerais encontrados na rocha marciana como possível explicação biológica, comparando com o que acontece na Terra. Fernanda: Aqui a gente tem formação de vivianita com bactérias que usam o ferro III, o óxido de ferro III, e transforma em ferro II. Por isso que a gente fala que é a redução de ferro. Então, quando as bactérias fazem isso, ela libera o ferro II no ambiente ao redor e aquilo ali vai formando camadas, vai se ligando com o que tem ali, e vai formando camadas que vão se mineralizando. A greigita também, da mesma forma, só que seria bactérias redutoras de sulfato, elas usam o sulfato como receptor de elétrons, o SO4, e elas produzem H2S, que é sulfeto de hidrogênio. E aí esse sulfeto reage com o ferro II disponível no sedimento. Depois vão formando essa combinação de sulfeto de ferro que vai se formando em greigita também dessa mesma forma, no sentido de que isso vai se expandindo: vem de um núcleo e vai se expandindo ao redor.” “É difícil dizer que existe um padrão exatamente igual a esse que a gente encontrou em Marte, mas esses nódulos que se formaram são condizentes com formações que a gente encontra aqui.” Danilo: Além dos compostos orgânicos, os instrumentos do Perseverance também identificaram, na região em que a rocha foi encontrada, alguns compostos químicos ricos em enxofre, ferro oxidado ou ferrugem, e fósforo. Se micróbios existiram ali, esses compostos podem ter fornecido fontes de energia para o metabolismo desses microrganismos, reforçando a hipótese de origem biológica para os vestígios. Porém, o fato de que esses vestígios podem ter sido formados por vida microbiana não quer dizer que dê para descartar outros processos que não envolvam seres vivos – também chamados de processos abióticos. Os próprios autores do artigo que avalia a possível origem biológica das “pintas de leopardo” propõem alguns processos abióticos como explicações alternativas. Até agora, as alternativas abióticas, sem o envolvimento da vida, não parecem muito promissoras para explicar as marcas nas rochas, mas ainda não dá para descartá-las. Talvez estejam faltando algumas peças do quebra-cabeças para uma explicação abiótica convincente. O Gabriel de novo vai nos ajudar a entender isso. Gabriel: Eles tentaram investigar o máximo possível de reações na ausência de vida, e nenhuma que nós conhecemos hoje poderia sustentar esse tipo de reação. Isso não quer dizer que a vida é sempre necessária para que essas reações aconteçam. A gente pode estar ignorando alguma coisa. Pode não estar percebendo alguma coisa. Podem existir reações que a gente não estudou hoje e que poderia estar fomentando essa formação desses minerais na ausência de vida, ou até mesmo as grandes escalas – a gente está falando aí de bilhões de anos – poderiam permitir que houvesse a formação desses minerais na ausência de vida. Mas de tudo que a gente conhece hoje, essa condição de formação de fosfato de ferro II, formação de sulfeto de ferro II acoplado à presença de matéria orgânica, como nós conhecemos, seria mais bem explicado pela ação da vida. Então eles fizeram um estudo muito minucioso de várias hipóteses. E a que melhor responde hoje é a ação da vida, em contrapartida a reações abióticas, sem a presença de vida. Danilo: É justamente pela possibilidade de que as “pintas de leopardo” tenham sido formadas por mecanismos abióticos, sem o envolvimento de seres vivos, que os sinais são classificados de “potenciais bioassinaturas”. Ou seja, podem ter sido, como podem não ter sido causados por seres vivos. Para que uma potencial bioassinatura seja considerada um sinal de vida inequívoco, é preciso estabelecer com segurança a sua origem biológica e descartar os mecanismos plausíveis que não envolvam processos biológicos em sua formação – ou seja, é preciso eliminar essas hipóteses abióticas alternativas. É uma barra bem alta, difícil de ser alcançada. Para complicar, os instrumentos a bordo do Perseverance são versões miniaturizadas, simplificadas, de ferramentas que se usa em laboratórios terrestres para buscar bioassinaturas de vida do passado remoto da Terra, como o espectroscópio Raman. Gabriel: Para quem tem um olho um pouco mais treinado nessas questões científicas, quando a gente observa, por exemplo, no próprio artigo, os espectros Raman que foram publicados, a gente leva um pouco de susto, porque a gente vê que são dados muito ruidosos, que isso tem a ver com a forma com que a amostra é tratada lá no espaço. O laser não é tão preciso. O aumento não é tão grande. Você tem a grande influência da iluminação natural. Isso faz com que o espectro fique extremamente ruidoso e dificulta a análise daquilo que se espera estar sendo estudado. Se esse material pudesse ser trazido para a Terra num ambiente muito mais controlado, a gente poderia trabalhar com lasers com focos muito menores, ou seja, na escala de micrômetros, com uma precisão muito grande do que está sendo selecionado para ser estudado. E aí a gente tem alternativas: trocar lasers, trocar aparatos para garantir que o ruído seja minimizado e outros efeitos que atrapalham possam ser minimizados. [música] Danilo: Da forma como eu e o Gabriel falamos, pode parecer que o Perseverance é um aparelho meio limitado, mas a verdade é que o jipe é uma grande realização da engenharia. O Gabriel me explicou que os engenheiros e cientistas da NASA bolaram soluções muito criativas para poder, por exemplo, em um único espectro separar a fluorescência de raio-X, que permite saber a composição elementar do material analisado, da difração de raio-X, que dá uma informação da estrutura cristalográfica dos minerais – ou seja, permite ver a organização interna dos átomos nas amostras. Apesar da criatividade, esses mini-aparelhos que o jipe carrega nem de longe se comparam com os dos laboratórios aqui na Terra. Por exemplo, o espectroscópio Raman que o Gabriel mencionou e que tem lá no AstroLab, ocupa boa parte de uma sala ao lado do laboratório, enquanto que as dimensões do SHERLOC, o instrumento que inclui o Raman no Perseverance, tem 26cm de comprimento por 20cm de largura (isso porque o SHERLOC carrega ainda outros instrumentos, como a câmera WATSON… sim, os cientistas são bons em dar nomes para os aparelhos… Elementar). Se der para trazer essas amostras para o nosso planeta, daria para trabalhar com radiação síncrotron, por exemplo, que consegue focar e fazer esse tipo de análise em escalas nanométricas. E também fazer a observação de microscopia eletrônica, onde a gente vai ver a estrutura daquela amostra com aumentos entre mil e dez mil vezes. Por isso, o jipe vem colhendo amostras que poderão, no futuro, ser trazidas para cá e analisadas em laboratório. É a única maneira de eliminar algumas incertezas e filtrar as hipóteses da origem das possíveis bioassinaturas. A missão de retorno dessas amostras estava em desenvolvimento pela NASA, mas extrapolou as estimativas de custo iniciais, chegando a 11 bilhões de dólares, e agora está cancelada devido aos cortes profundos no orçamento da NASA propostos pelo governo de Donald Trump. Mas um detalhe mostra que o caro, em ciência, é quase sempre barato quando comparado com gastos militares. Os 11 bilhões previstos para o desenvolvimento de toda a missão de retorno de amostra são os mesmos 11 bilhões que os Estados Unidos gastaram só nos primeiros seis dias de ataques ao Irã entre fevereiro e março deste ano. [música] Danilo: Com os cortes no orçamento, a situação atual da NASA é complicada, para dizer o mínimo, por isso ainda não dá para saber quando e se vamos um dia analisar as tais “pintas de leopardo” em laboratório e distinguir se elas são biogênicas ou se foram formadas por processos abióticos. Mas dá para saber muita coisa sobre as condições que Marte oferece – e não oferece – para a existência da vida, além das condições que o planeta enferrujado já deve ter oferecido a possíveis seres vivos num passado muito distante. A Isabella Gaião e a Roberta Vincenzi, pesquisadoras associadas ao Laboratório de Astrobiologia da USP, vão me ajudar a entender melhor se Marte é ou já foi habitável um dia. Elas estudam um mesmo microrganismo, a bactéria Staphylococcus nepalensis. O micróbio é adaptado a ambientes hipersalinos, repletos de sal, como as lagoas de Araruama, no estado do Rio de Janeiro, onde elas encontraram essa espécie de bactéria em meio a outros microrganismos que sobrevivem a concentrações de sal nocivas à maior parte dos seres vivos. A superfície de Marte está cheia de sais que são nocivos à vida, como sulfato de magnésio e o perclorato de magnésio. Esses sais são muito mais nocivos do que o cloreto de sódio que predomina nos oceanos terrestres. A Roberta explicou porque esses sais são tão prejudiciais à vida. Roberta: Os principais danos dos percloratos, na verdade, são dois. Eles são muito oxidantes, mas hoje, e essa era uma das principais preocupações na época da descoberta desses sais lá, mas hoje, do que a gente entende, aparentemente, se você pega a parte termodinâmica do negócio, não é tão relevante o fato de eles serem oxidantes, mas eles são extremamente caotrópicos. E esse vai ser um conceito bastante importante para a gente entender os problemas da vida nessas soluções, porque um agente caotrópico é aquele agente que tem o potencial de desestabilizar macromoléculas. Macromoléculas são basicamente tudo que a vida precisa para existir, como proteínas, lipídios, material genético. Então, se você tem agentes caotrópicos em uma solução, essas moléculas que precisam se manter em determinada forma vão ter dificuldade de permanecer assim. E a gente sabe que a forma dessas macromoléculas hoje estão intimamente ligadas à função que elas exercem. Então, quando a gente tem esses agentes caotrópicos, é basicamente uma função de desestabilizar a vida como a gente conhece ali. E esses sais são extremamente caotrópicos. Danilo: A Isabella também me ajudou a entender como a caotropicidade desses sais pode desestruturar o arranjo de grandes moléculas orgânicas, como as proteínas. Isabella: Basicamente um agente caotrópico é qualquer coisa química que desestruture macromoléculas. Aí o que seriam macromoléculas? Qualquer molécula importante para a vida. Então a vida é baseada em células. Células têm principalmente proteínas, que é o arranjado de várias moléculas orgânicas ali e que elas se rearranjam de uma forma 3D. Então, a forma 3D de uma proteína é muito importante para ela executar a função. E função de proteína é tudo. Tudo que envolve uma célula funcionar, você precisa de uma proteína ali trabalhando para ela funcionar. E para essa proteína funcionar, ela tem que estar na forminha dela 3D, ela não pode ser uma linha, ela tem que ter três dimensões. E agentes caotrópicos vão quebrar esse 3D. E se você quebra esse 3D e ela fica, por exemplo, linear, uma proteína, aí ela não tem mais função. Se ela não tem função, a célula não funciona. Se uma célula não funciona, a vida por si não funciona. Danilo: Como a Roberta já tinha mencionado, os percloratos da superfície marciana desestruturam a química da vida não só por serem caotrópicos, mas também por serem oxidantes. Roberta: Porque quando a gente fala que um composto ele é muito oxidante ou muito oxidativo, significa que ele reage muito fácil com outras coisas ao redor. Então, aquela estrutura que a Isabela falou, que precisa ser mantida, dessas proteínas, para que elas funcionem, quando você tem algo que é muito reativo ao redor… Isso também, ela vai reagir com esse agente oxidativo, que no caso é esse sal, e quando ela reage assim, todas as outras ligações que ela tem para manter essa estrutura específica, para ela funcionar, podem se desorganizar também, e isso vai prejudicar a função, seja das proteínas, como também dos lipídios, por exemplo, que são aquelas gorduras que constroem a membrana biológica das células, que é muito importante para manter um ambiente interno, mas também os próprios materiais genéticos, o DNA e o RNA, que são essenciais pra manter e passar a informação da vida como a gente a conhece. Danilo: a bactéria que a Roberta e a Isabella estudam gosta de alta concentração de sal. É, por isso, considerada um extremófilo, uma espécie adaptada a condições extremas em que a maioria dos seres vivos terrestres não teria condição de sobreviver. Extremófilos que se dão bem com alta concentração de sal são chamados de halófilos. Os halófilos são importantes para entender a possibilidade da existência de vida hoje em Marte. Caso a vida tenha um dia existido no planeta vermelho, ela poderia, talvez, ter se adaptado para sobreviver em bolsões de água debaixo da superfície, algo que provavelmente existe segundo os modelos mais aceitos da estrutura de Marte. Isabella: Mas existem locais na Terra em que de alguma forma a água evaporou demais e concentrou muito sal, então a gente tem um aumento dessa concentração comparado com o mar. E existem principalmente microrganismos nesses ambientes que se adaptaram e desenvolveram para esse tipo de ambiente. Então eles têm uma resposta ao sal, NaCl, cloreto de sódio, diferente dos que vivem no mar, por exemplo. Então eles resistem a concentrações maiores. Roberta: E isso seria interessante porque, como a gente falou, qualquer tipo de água líquida presente em Marte seria o que a gente chamaria de uma salmoura. Então, teria uma concentração alta de sal dissolvida nesses ambientes. Portanto, qualquer tipo de vida presente ali deveria ser capaz de lidar com isso, ou seja, a gente poderia chamar de halófilo. Danilo: esses bolsões subterrâneos de água têm a vantagem de estarem protegidos da alta radiação ultravioleta que castiga a superfície marciana. O nó é que deve haver outras barreiras para a sobrevivência de microrganismos nesses bolsões. A Roberta começa explicando isso e a Isabella depois completa a explicação. Roberta: Porque é possível. Se a gente tem água líquida, as reações são possíveis. Mas a gente vai ter diversas outras características. …desses ambientes que continuam sendo problemáticos. Um deles é, por exemplo, a própria disponibilidade de água que você vai ter numa solução aquosa com muita concentração de sal. Quando você tem uma solução com muita concentração de sal, as moléculas de água estão ligadas ao íon. Então, ela não está disponível para reação. Apesar da água estar líquida, você tem muito mais dificuldade de a reação acontecer. E a gente precisa de reação para que a vida aconteça. Isabella: Ela acabou de introduzir um termo extremamente importante, que ela só não deu o nome, mas é extremamente importante para esse tipo de pesquisa, que é a atividade da água. É o quanto de água está disponível para a vida reagir, para as reações acontecerem e a vida conseguir acontecer. Hoje, é meio arbitrário, esse número vai de zero a um, é um número, enfim, mas a gente sabe que a vida consegue sobreviver até 0,6 de atividade da água. Abaixo disso, não. E aí, quanto maior a atividade da água, ou seja, mais próximo de um, mais água disponível tem. Quanto menor, mais água está retida. Ela está ali, mas ela está se fazendo ligação com outro grupo químico, no caso, o que ela falou, são os sais. Então, os sais estão ligando com aquela água, ela não está disponível para a reação. Então, quanto mais sal, mais você tem a diminuição da atividade da água e menor chance de ter água disponível ali para a vida poder fazer reações químicas. Danilo: Então, no índice de 0 a 1 de atividade da água, a vida consegue existir se este índice estiver acima de 0.6, aproximadamente. O índice estimado de atividade da água nos aquíferos subterrâneos em Marte é 0.57 – ou seja, a bola bate na trave, mas não entra. [música de transição] Danilo: A atividade da água no passado remoto de Marte era, provavelmente, muito acima do mínimo requerido para a existência de vida. Se a superfície de Marte parece hoje inabitável, há mais de 3,5 bilhões de anos o planeta pode ter oferecido condições mais amenas à vida, especialmente a microbiana. O Gabriel publicou recentemente, como primeiro autor e junto com outra pesquisadora do AstroLab – a Ana Paula Schiavo, uma especialista em microrganismos halófilos – um estudo na conceituada revista internacional Astrobiology. Eles exploraram como o lago que existia na cratera Jezero há mais de 3,5 bilhões de anos pode ter sido habitável, pois deve ter sido rico em um íon de ferro capaz de proteger microrganismos da radiação ultravioleta. Ele mesmo explicou esse trabalho interessantíssimo para este podcast. Gabriel: Cada vez mais a gente descobre que Marte é muito mais heterogêneo do que a gente pensa como uma coisa uniforme. Existiam lagos onde você tinha pH muito baixo, que a gente tem uma ideia disso, principalmente por esses depósitos, como sulfatos de magnésio ou sulfatos de ferro, como mineral jarosita, detectado por satélites que orbitam Marte. A presença de jarosita demonstra que essa água, em algum momento, era extremamente abundante de ferro III e extremamente ácida, condições onde a gente possui vida aqui na Terra. Então a gente queria demonstrar que Marte tinha semelhanças com a Terra mas tinha algumas características também que eram um pouco diferentes. E poxa, Marte também estava recebendo uma grande quantidade de radiação do Sol, e eu falo principalmente da radiação ultravioleta, que é aquela que a camada de ozônio protege hoje em dia. Mas ainda assim, a gente tem um pouco de ultravioleta que chega por isso que a gente precisa passar protetor solar. E a gente pensou no ferro como também um protetor solar. Já havia estudos que demonstravam que o próprio solo marciano, por ser muito rico em ferro (por isso, aquela cor de ferrugem) ele já é capaz de proteger fisicamente organismos que eventualmente poderiam estar presentes ali no planeta. A gente queria poder quantificar essa proteção, principalmente nesses lagos. Danilo: Usando algumas leis químicas que já são bem conhecidas, os pesquisadores do AstroLab desenvolveram um modelo matemático para tentar estimar qual seria o efeito protetivo do ferro em solução nos lagos que existiam no passado remoto de Marte. Pela composição das rochas encontradas no que era o fundo, o assoalho desses lagos, já sabia que eles poderiam ser ricos em ferro. Os pesquisadores do AstroLab fizeram experimentos em laboratório testando o quanto microrganismos poderiam sobreviver com diferentes taxas de radiação ultravioleta e soluções com mais e menos íons de ferro. Eles compararam os resultados dos experimentos com o modelo matemático e viram que o modelo era capaz de prever com uma boa precisão qual seria o efeito protetivo do ferro contra o ultravioleta. Gabriel: E aí, com isso, a gente pôde modelar como esses lagos poderiam proteger a vida, pelo menos a vida como nós a conhecemos. Aí, claro, a gente tem que assumir várias questões. Por exemplo, a gente não sabe quais eram as concentrações de ferro nesse ambiente. Se existia vida ou não, qual seria a resistência dessa vida naturalmente ao ultravioleta, mas usando exemplos da Terra, a gente conseguiu demonstrar que lagos com pouco ferro, em algumas profundidades relativamente rasas na casa de alguns centímetros, até alguns poucos metros, esse ferro já seria capaz de proteger a vida como nós conhecemos. Então esses lagos marcianos poderiam estar protegidos dessa ação do ultravioleta do Sol. Mesmo não tendo uma camada de proteção de camada de ozônio, ainda assim a vida como nós conhecemos poderia se desenvolver nesse tipo de ambiente que a gente sabe que existiu no passado marciano. Danilo: Se o ouvinte quiser saber um pouco mais sobre esse estudo, pode dar uma olhada na matéria que eu publiquei na Folha de S. Paulo no final do ano passado, com o título “Novo modelo simula condições de habitabilidade de antigos lagos de Marte”. Vamos deixar o link da matéria e do artigo do Gabriel na descrição do episódio. [música de transição] Danilo: A gente viu que a superfície de Marte é inóspita para a vida como a gente a conhece, mas resta alguma esperança de que os aquíferos subterrâneos marcianos sejam habitáveis. Agora, para encontrar água embaixo da superfície, em grande quantidade e com potencial para ser habitável, a gente vai ter que ir para bem mais longe, lá na vizinhança dos planetas gigantes gasosos. No próximo episódio o assunto vai ser as luas de Júpiter e Saturno que têm grandes oceanos debaixo de uma espessa camada de gelo. Essas luas geladas têm se tornado o assunto mais quente da astrobiologia quando se trata da procura por condições e ingredientes para a vida no sistema solar. O roteiro, pesquisa, produção e narração foram feitos por mim, Danilo Albergaria; a revisão do roteiro foi feita pela Simone Pallone. Os entrevistados foram o Gabriel Gonçalves Silva, a Fernanda Jamel, a Roberta Vincenzi e a Isabella Gaião. A edição do episódio foi da Carolaine Cabral. As músicas são do Blue Dot Sessions, são Creative Commons. E esse podcast foi produzido com o apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídia Ciência, com o projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no universo, o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP.
Neste vídeo, exploramos a fundo as responsabilidades e os limites do cargo de presidente na estrutura da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Diferentemente do modelo corporativo, o presidente adventista não atua como um CEO solitário, mas sim como um facilitador de comissões e um "primeiro entre iguais". O que você vai aprender: 1. A Distinção Crucial: Por que o presidente preside processos, mas não decide sozinho. 2. O "Ancião Chefe": A responsabilidade pastoral e o bem-estar espiritual das igrejas no território. 3. Administração Compartilhada: Como funciona o trio administrativo (Presidente, Secretário e Tesoureiro). 4. Sinais de Alerta: Como identificar quando a liderança saudável se torna dominação autoritária. 5. Liderança Forte vs. Dominação: Dicas práticas para liderar com humildade e eficiência. Este estudo é essencial para pastores, líderes de igreja e membros que desejam entender como as decisões são tomadas e como a governança bíblica protege a missão da igreja contra o acúmulo de poder. VINTE PERGUNTAS PARA REFLEXÃO Sobre Estilo de Liderança 1. Você (ou o presidente que você conhece) atua mais como CEO ou como presidente de comissão? Quais comportamentos específicos indicam uma ou outra coisa? 2. Nas reuniões que você preside, quanto do tempo de fala é ocupado por você? Você fala primeiro ou por último nas discussões importantes? 3. Quando foi a última vez que a comissão decidiu diferente do que você queria? Como você reagiu — interna e externamente? 4. Há espaço real para discordância nas reuniões que você preside? Quando foi a última vez que alguém discordou abertamente de você? 5. Você incentiva ativamente a discordância ou apenas a tolera quando surge? Sobre Relacionamentos 6. Como é a qualidade da relação entre presidente, secretário e tesoureiro em sua organização? É parceria genuína ou hierarquia disfarçada? 7. Quem são seus "truth-tellers" — pessoas que lhe dirão verdades difíceis mesmo quando dói? Você os cultiva ou os evita? 8. Seus pastores confiam em você o suficiente para trazer más notícias? Ou filtram para proteger você — ou a si mesmos? 9. Você tem relacionamentos significativos fora do círculo profissional? Ou todos os seus relacionamentos são mediados pelo cargo? Sobre Processos 10. Seus membros de comissão recebem informação com antecedência suficiente para estudar? Ou são frequentemente surpreendidos na reunião? 11. As atas de suas reuniões refletem o que realmente aconteceu? Ou são editadas para parecer melhor? 12. Como você lida com os limites do seu cargo? Você os aceita como design saudável ou os ressente como obstáculos? Sobre Legado e Transição 13. Você está desenvolvendo sucessores ativamente? Ou concentrando conhecimento e relacionamentos em si mesmo? 14. Se você deixasse o cargo amanhã, a organização estaria preparada para funcionar? Ou entraria em crise por depender demais de você? 15. Quando você imagina seu legado, o que vê? Realização pessoal e reconhecimento? Ou organização fortalecida que florescerá após sua saída? Sobre Vida Pessoal 16. Como está sua vida espiritual pessoal — não a profissional, mas a íntima com Deus? Você tem tempo protegido para oração, estudo, reflexão? 17. Como está sua família? Seu cônjuge se sente parceiro e prioridade? Seus filhos conhecem você profundamente ou apenas seu cargo? 18. Você consegue dizer não a demandas que não são prioritárias? Ou diz sim a tudo e se sobrecarrega cronicamente? 19. Você tem hobbies, interesses, relacionamentos que não têm nada a ver com seu trabalho? Ou o cargo consumiu tudo? A Pergunta Final 20. Se Jesus fosse avaliar como você exerce presidência — não sua teologia, mas sua prática concreta de liderança — o que Ele diria? Onde você O estaria honrando? Onde precisaria mudar? Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
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Operação de desembarque e repatriação de passageiros do navio MV Hondius foi concluída na Espanha; até agora, 11 infecções foram registradas, incluindo três mortes; casos suspeitos e confirmados foram isolados e estão sendo gerenciados sob rigorosa supervisão médica.
Depois de 42 dias de angústia, o sumiço de Daiane Alves Souza, corretora que desapareceu no subsolo do próprio prédio, ganhou um desfecho sombrio: ela foi friamente assassinada pelo síndico do condomínio, tendo o corpo descartado e abandonado em segredo. Crime planejado? Sinais ignorados? Assista ao IC News e entenda as revelações do mistério que parou o país.#investigacaocriminal #crimesreais #casosreais Assista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAv47OaKceerCj3Hc89Cr4USe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
Neste vídeo, o pastor Jeremias Pereira fala à igreja sob o tema: Sinais de alerta, a partir da leitura do texto de Mateus 24:32-33. Assista, ouça com bastante atenção e compartilhe esta mensagem!ASSINE O CANAL: http://youtube.com/oitavatv..........................................................................Website: http://www.oitavaigreja.org.br/Contas Bancárias: http://oitavaigreja.com.br/contas-bancarias-da-oitava-igreja/Faça parte da Oitava: https://bit.ly/3dX7u1QInstagram: http://www.instagram.com/oitavaigreja/Facebook: http://www.facebook.com/oitavaipbhTwitter: https://twitter.com/oitavaigreja
Alexandre Garcia comenta os novos desdobramentos do envolvimento dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli e as condições do delegado da PF, Marcelo Ivo, que foi expulso dos EUA.
Quando agentes da Polícia Federal chegaram à mansão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, encontraram um advogado já postado no portão. Em outras ações da mesma operação, policiais encontraram cômodos vazios, uma criança de seis meses deixada com a babá e um cachorro abandonado na casa. São indícios de vazamento da segunda fase da operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master, Daniel Vorcaro e outras dezenas de pessoas. É sobre essa sequência de sinais de vazamento que José Roberto Toledo conversa com os colunistas Natália Portinari e Fabio Serapião no novo episódio do podcast UOL Prime.
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