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Després d'unes setmanes especialment intenses entre família, feina i vida en general, ja tocava tornar a treure el cap abans que s'acabi la temporada regular a Ràdio Gelida. Aquest cop trenquem una mica el ritme habitual de la temporada: no hi ha entrevista, sinó una selecció de cançons que he anat escoltant aquestes setmanes. Una manera senzilla de tornar-hi: posar música, compartir descobertes i anar recuperant el fil. Hi sonen: Power Burkas, Sandré, YPNOSI, Serpent, Tano!, potser dimarts, Pols viva, BRU, Genís Arnal, Fillas de Cassandra, Ede, Trèvol i Ran Ran Ran.
Estava tudo a correr bem até que... Tudo pifou!
Por Jônatas Hübner. | Mateus 25.31-46 | https://bbcst.net/G9640
Uma mulher desaparece. Depois, os pais dela também somem sem deixar rastros. Dias depois, mensagens, áudios e até postagens nas redes sociais fazem parecer que ela ainda está viva… mas a polícia descobre algo assustador: a voz teria sido criada com inteligência artificial. Um policial militar, sangue oculto, celulares rastreados e um plano frio demais para parecer improviso. O que realmente aconteceu com a Família Aguiar? #crimesreais #investigacaocriminal #casosreaisAssista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAN4HeD8Xh_QQV1QyDpBzJeSe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
Tinha 16 anos em 74. Estava quase a entrar na faculdade de Filosofia.Prof catedrático de Filosofia e um dos pioneiros da Defesa do Ambiente em PortugalSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Trump afirmou que país está pronto caso decida atacar novamente Teerã.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
7 COISAS IMPORTANTES:1 - AULÕES PARA RESOLVER ESSE BURNOUT AÍ:Aulão TENHO BURNOUT: E AGORA?E aulão ESTILO DE VIDA NO BURNOUTTodas as informações e links dos dois aulões aqui: https://abreai.com/auloesdaroberta2 - AGORA VAI: 30 DIAS PARA SAIR DA INÉRCIA E COMEÇAR A SE CUIDARAgora Vai: um programa com 30 tarefas diárias para te ajudar a sair da procrastinação e começar a colocar em prática um novo estilo de vida: https://tinyurl.com/4u9z2h95(obs: o Agora Vai pode ser comprado sozinho... mas se vc tem (ou vai comprar) o aulão Estilo de Vida no Burnout, ele estará lá, completo, como um presente meu pra vc)3 - DESCONTO E BENEFÍCIOS PARA ASSINAR O LOJONG:Assine o Lojong com TRINTA dias de teste gratuito e descontão (e pode parcelar em 12 vezes) usando esse link: https://lojongapp.com/af/ROBERTACARUSI (pagamento pela Hotmart);Ou vc pode usar o cupom ROBERTACARUSI, dentro do próprio app, se tiver Android. Mas, se vc tiver IOS, para usar o cupom dentro do app é preciso ir por esse link: https://lojongapp.com/convite4 – MANDE SEU DEPOIMENTO PARA O QUADRO “NÃO É SÓ COM VC”: https://abreai.com/depoimento5 - SE INSCREVA LÁ NO INSTAGRAM: @robertacarusi6 – CONHEÇA MEUS CANAIS NO YOUTUBE”- canal de vídeos: https://www.youtube.com/@robertacarusi1- canal de aulas: https://www.youtube.com/@RobertaCarusi37 - COMPRE MEUS LIVROS:- No Limite do Stress (2018): https://abreai.com/nolimite- Pequeno Manual do Burnout (2024): https://abreai.com/pequenomanualEspero que esse vídeo tenha te ajudado de alguma forma :)
Tinha 29 anos em 74, Estava na tropa como jurista, foi jornalista e acompanhou praticamente toda a vida politica de Mário Soares.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Não entendeu nada desse podcast de 1 minuto? Escute o episódio #1 que eu explico tudo, bem rapidinho também.Quer mais conteúdos para cuidar melhor do seu tempo?Veja mais em ricodetempo.com.brSiga @lara.branco no instagram e se quiser falar comigo manda um e-mail para oi@ricodetempo.com.br ou me adiciona no Linked In
Falamos do Santa Cruz, dentro e fora de campo.Tricolor, sua casa é aqui!Seja Membro do Beberibe 1285 https://youtube.com/c/PODCASTBEBERIBE1285/joinColabore pelo Livepix/envie mensagemhttps://livepix.gg/beberibe1285Seja Membro pelo LivepixR$ 7,99 Escudohttps://livepix.gg/beberibe1285/tricolordoescudoR$ 19,99 Sociais https://livepix.gg/beberibe1285/tricolordassociaisReceba as informações no Canal Exclusivo de WhatsApp do Beberibe1285Link:https://whatsapp.com/channel/0029Vao7iApLI8YPlZxjss1E Betnacional: Se cadastrem com o nosso link e compartilhem o link de cadastro. https://www.betnacional.com?p=beberibeUse o cupom: BeberibeDeseja fazer parte do grupo exclusivo do Beberibe1285?Mande uma mensagem no Whatsapp para o número 081 9 97282600Link do Canal Oficial do Beberibe 1285: https://www.youtube.com/c/PODCASTBEBERIBE1285Link do Canal no Spotify: https://open.spotify.com/show/1xbd6Gfk8xiL6YpYdpQL3kLink do Twitter: https://twitter.com/PodBeberibe1285Link do Instagram: https://www.instagram.com/podcastbeberibe1285/Link da Twitch:https://twitch.tv/podcastbeberibe1285Quer criar transmissões ao vivo como esta? Confira o StreamYard: https://streamyard.com/pal/d/4568967721254912
Os Santos & Pecadores estão de volta e protagonizam uma temporada de 6 episódios especiais no Posto Emissor, sempre com convidados. Na origem desta série de conversas e partilhas musicais, que a BLITZ apresenta à quarta-feira, está o projeto “Estas Canções Falam Por Si”: no quinto episódio, Marisa Liz recria ‘Momento Final’, dos Santos & Pecadores, e a banda dá uma nova vida a ‘É O Que É’, da carreira a solo de Liz. Para ouvir em exclusivo na BLITZSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Anna e Victor Ross, casal e sócios que construíram juntos um negócio digital de mais de 5 milhões de reais com mais de 50 mil alunas em mais de 40 países.A história de Ana começa antes do digital. Sofreu bullying na escola pelo corpo magro demais, o apelido era caveira. Quando tentou mudar isso sozinha, ganhou mais de 15kg com gordura, compulsão alimentar e inchaço. Foi quando encontrou a nutrição que tudo mudou. Virou nutricionista, competiu, aprendeu na prática como transformar corpos de verdade.No digital, entrou no TikTok quando ninguém levava a plataforma a sério e explodiu. Na pandemia, chegou a atender pacientes na China às 3 da manhã. Estava 100% sozinha, sem estrutura, sem descanso, sem vida. Foi quando Victorchegou com outra visão de negócio e tudo mudou de novo.Hoje os dois são casal há 4 anos e sócios há 3, com uma operação estruturada, saudável e sustentável. No Kiwicast, eles falaram sobre:● Por que a internet não é o mar de flores que as pessoas veem● Como construir um negócio pensando em sustentabilidade e não só em resultado● O que Ana aprendeu sendo 100% sozinha antes de estruturar a operação● Como os desafios de emagrecimento viraram a principal estratégia de crescimento● o que muda quando casal vira sócio e como fazer isso funcionar● Por que é mais fácil ir de 100 mil a 1 milhão do que do zero aos 100 milAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Devocional do dia 12/05/2026 com o Tema: Onde eu estava? Jó era um homem íntegro e temente a Deus, mas, em determinado momento, o Senhor permitiu que ele fosse tentado e testado pelo inimigo. O patriarca sofreu, questionou, reclamou, indignou-se e precisou ser repreendido pelo Senhor por meio de um discurso lindo e poético, com perguntas sem respostas. Leitura Bíblica: Jó 38.1-11 Os teus olhos viram o meu embrião; todos os dias determinados para mim foram escritos no teu livro antes de qualquer deles existir (Sl 139.16).See omnystudio.com/listener for privacy information.
TEMPO DE REFLETIR 01761 – 11 de maio de 2026 Mateus 25:16 – O que havia recebido cinco talentos saiu imediatamente, aplicou-os, e ganhou mais cinco. O famoso violinista Fritz Kreisler (1875-1961) descobriu um violino especial numa de suas viagens, mas naquele momento não tinha dinheiro para comprá-lo. Ao voltar para comprar o instrumento, o violino tinha sido vendido a um colecionador. Kreisler foi atrás do homem para comprar o violino, mas o colecionador disse que aquele era um dos itens mais caros de sua coleção e não podia vendê-lo. Mesmo desapontado, antes de sair, o violinista teve uma ideia: “Será que eu posso tocá-lo antes que fique na coleção, destinado ao silêncio e sem uso?” O dono da loja permitiu e uma bonita música encheu o recinto. A reação do homem foi imediata: “Não posso guardá-lo para mim”, disse. “É seu, Sr. Kreisler. Leve-o e que as pessoas o escutem.” A parábola dos talentos fala da expectativa de um senhor diante de três dos seus empregados. Todos receberam talentos. O talento era uma medida de peso que depois passou a ser uma medida de unidade monetária. Era equivalente a 15 anos ou 180 meses de trabalho. No caso de o salário mínimo ser R$ 1.000,00, um talento equivaleria a R$ 180.000,00. Uma boa quantia para investimento. Na hora da prestação de contas, houve duas aprovações e uma desaprovação. Enquanto dois empregados conseguiram lucro de 100%, o outro ficou em zero. Quando o senhor voltou para acertar as contas, o empregado disse: “Guardei direitinho, bem escondido! Estava só esperando para entregar de volta o que é seu. Aqui está completo e dentro do prazo. Sou um bom funcionário?” A reação de qualquer pessoa que deixou essa quantia um ano sem fazer investimento seria de indignação. “Se você sabia que eu ia ser duro em cobrar, porque não fez pelo menos uma aplicação de renda fixa? Você teve mais medo de mim do que de se arriscar!” Hoje falamos que os talentos e as habilidades são um presente de Deus para nós. Que talentos Ele nos deu? Que uso estamos fazendo deles? Seja o nosso tempo, dinheiro, influência, saúde, faculdades mentais, todos são concedidos por Deus e cabe a nós multiplicá-los pelo uso sábio. “O êxito não é resultado do acaso, nem do destino; é a operação da providência de Deus, a recompensa da fé e discrição, da virtude e do esforço perseverante” (Parábolas de Jesus, p. 353. Sempre que surgir uma oportunidade, saiba que você tem o talento para aproveitá-la. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Grande Deus e meu Pai: muito obrigado pelos talentos que me deu e muito obrigado pelos talentos que deste a cada um de meus ouvintes. Nos ajude, Pai, a aproveitarmos e desenvolvê-los, a multiplicá-los para honra e para a glória do Teu nome. Por Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Ministra do Trabalho diz que foi a UGT a acabar "com qualquer hipótese de discutir fosse o que fosse" na última concertação social sobre o pacote laboral. "Resultado teria sido sempre o mesmo", acusa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tinha 29 anos em 74, Estava na tropa como jurista, foi jornalista e acompanhou praticamente toda a vida politica de Mário Soares, Desde MNE até Chefe da Casa Civil do PresidenteSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Como uma obra que romantizava ditadores totalitários como Mao Tsé-Tung e minimizava crimes de regimes comunistas pôde se tornar o material didático mais adotado do país, chegando a 30 milhões de estudantes? Analisamos o funcionamento do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e as falhas de fiscalização que permitiram que um material classificado posteriormente como "panfleto ideológico" fosse comprado com dinheiro público por anos. Além disso, trazemos o debate para a atualidade: a doutrinação realmente acabou ou apenas mudou de face? Abordamos as denúncias recentes no Senado Federal sobre a demonização do agronegócio nos materiais escolares contemporâneos e a presença de figuras como Che Guevara em livros de língua estrangeira. Entenda como a sala de aula se tornou um campo de batalha ideológico e quais as consequências disso para o futuro das novas gerações.
Ativista Thiago de Ávila foi preso, juntamente com o espanhol/sueco Saif Abukeshek, em águas internacionais; ambos integram Flotilha Global Sumud, que presta apoio humanitário a Gaza; Escritório de Direitos Humanos ressalta preocupação com “relatos perturbadores de maus-tratos severos”.
Três meses depois da tempestade que atingiu a zona Centro, Francisco Almeida Gomes, empresário hoteleiro e proprietário do grupo Cristal Hotels, faz um balanço duro da resposta do Estado, das seguradoras e dos apoios públicos. O empresário da região de Leiria fala em atrasos, burocracia e empresas em risco de não recuperar. Afinal, o que mudou 100 dias depois da catástrofe? See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Marilia MicheleSilva de Oliveira, mãe de três filhos e empreendedora digital que construiu um negócio milionário trabalhando de casa.A história dela começa muito antes do digital. Marilia foiabandonada pela mãe ainda criança e cresceu sendo criada pelo pai, sem nunca saber o que é ter uma mãe presente. Essa ausência moldou quem ela se tornou: uma mulher que luta todos os dias para garantir que seus três filhos nunca sintam o que ela sentiu.Quando entrou no digital, estava grávida do terceiro filho,com o negócio físico indo à falência e diante de uma sentença do médico que não deixava escolha: parar de trabalhar ou perder o bebê. Foi nesse momento que ela decidiu recomeçar.Com uma audiência de 80 mil seguidores construída postando a rotina real de mãe e dona de casa, ela começou a compartilhar sua jornada no digital. No primeiro mês, faturou R$9.000. Hoje, fatura milhões e ajuda outras mulheres a fazerem o mesmo.No Kiwicast, ela falou sobre:Como foi crescer sem mãe e o que isso a motivou a empreenderPor que decisões tomadas nos piores momentos podem mudar destinosComo construiu 80 mil seguidores só com autenticidade e rotina realO que fez para faturar R$9 mil já no primeiro mês no digitalComo foi a transição do negócio físico para osinfoprodutosAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
No fim-de-semana, o Irão apresentou um plano de paz em 14 pontos aos Estados Unidos. Neste documento, Teerão torna a fazer propostas já anteriormente rejeitadas por Washington, nomeadamente que os Estados Unidos se retirem do Golfo, que se levantem as sanções internacionais, que sejam pagas compensações de guerra e que um acordo de paz abranja o Líbano, actualmente sob fogo israelita, apesar de oficialmente vigorar uma trégua desde meados do mês passado. Todavia, antes mesmo de se debruçar sobre este documento, Donald Trump considerou que era pouco provável que respondesse às suas expectativas, o Presidente americano acabando por anunciar que o seu país passaria, a partir desta segunda-feira, a escoltar as centenas de navios comerciais que se encontram no Estreito de Ormuz. De acordo com o comando militar americano na região, esta operação denominada "Project Freedom" - "Projecto Liberdade", mobiliza 15 mil militares, mais de 100 aeronaves terrestres e marítimas, bem como navios de guerra e drones. O Irão que ainda hoje apelou os Estados Unidos para que "adoptem uma abordagem razoável" e "abandonem as exigências excessivas", proibiu hoje as forças americanas de se aproximarem do estreito de Ormuz, recomendando igualmente a todos os navios comerciais e petroleiros que evitem qualquer movimentação no sector sem se coordenarem com as forças iranianas. Trump, contudo, avisou que em caso de obstáculo à sua operação que descreve como um "gesto humanitário", ele "teria recurso à força". Num contexto em que se multiplicam os apelos a uma solução concertada, perante o risco de um reacender das hostilidades depois de menos de um mês de trégua, a RFI falou com o Major General Carlos Branco. RFI: Como se apresenta actualmente o panorama no Estreito de Ormuz? Major General Carlos Branco: Há duas questões. Começando pela proposta de acordo submetida ao mediador paquistanês, para depois ser apresentada aos Estados Unidos, essa proposta em 14 pontos não apresenta nada de inovador. Do lado iraniano, não há nenhuma cedência relativamente a qualquer das linhas vermelhas que os iranianos já tinham definido. Portanto, as propostas do lado iraniano não só não representam uma cedência, como não agradaram, naturalmente, ao Presidente Donald Trump. E isso coloca-se a vários níveis. Um deles tem a ver com o desbloqueamento do estreito. E o outro tem a ver com a negociação do pacote nuclear, onde os iranianos não fizeram cedências pura e simplesmente. Consideram que, para já, não deve ser discutido, porque haverá outros pontos na agenda que merecem ser tratados antes de discutir o problema do acordo nuclear. Agora, relativamente à resposta norte-americana sobre a escolta dos navios. Tudo isto depende do dispositivo naval que o presidente Trump colocar na região. Se mantiver o actual dispositivo, podemos dizer que será um saco com muitos furos que vai deixar passar muitas embarcações, que é aliás, o que tem acontecido até agora. Há de facto algumas embarcações que são interceptadas por parte dos navios norte-americanos. Mas a esmagadora maioria não é. E não é Porquê? Por um lado, porque os navios são poucos para uma área muito grande. E, por outro lado, porque muito desse trânsito marítimo se faz relativamente próximo da costa iraniana. E ao deslocarem-se nesta zona, acabam por estar protegidos pelo sistema balístico iraniano. O que significa que os navios norte-americanos não se conseguem aproximar da costa porque se eles se aproximam da costa, acabam por estar dentro do alcance dos mísseis antinavios iranianos. E, portanto, até este momento, não temos assistido a navios norte-americanos a assumirem esse risco. RFI: Neste domingo, o Irão desafiou, de certa forma, os Estados Unidos, dizendo que Trump deveria escolher entre um "mau acordo" ou então uma "operação militar impossível". Estava a referir-se ao facto de Donald Trump não poder ir além dos 60 dias de conflito sem consultar o Congresso? Major General Carlos Branco: Sim, há essa limitação que Trump, de uma forma expedita, está a procurar contornar e então auto-suspende as operações durante dois ou três dias, para depois recomeçar as operações e, portanto, procurar evitar esse impedimento legal do Congresso. Mas isso é um problema que Trump e os norte-americanos terão que resolver. Para já, o que me parece importante debater, são as opções que estão à frente dos nossos olhos. E, em primeiro lugar, temos aqui uma oposição, por um lado, dos israelitas que querem avançar quanto antes para uma operação militar. Por outro lado, os Estados Unidos que colocam algumas interrogações sobre isso. E a questão é sempre a mesma e é o tema que temos discutido desde o início destes combates: o que é que se pretende atingir com uma operação militar contra o regime iraniano? Seria uma mudança de regime, a substituição do regime dos ayatollahs por um outro regime que nós não conseguimos identificar. O que nesta altura poderia ser uma alternativa, a alternativa monárquica (Reza Pahlavi, herdeiro do trono iraniano, actualmente no exílio), não reúne consenso, nem do lado iraniano, nem do próprio lado norte-americano. Portanto, aqui temos uma questão que não foi resolvida e, deste modo, pode-se dizer que é uma derrota dos Estados Unidos, porque um dos objectivos de uma operação militar é subordinar o oponente à nossa vontade. E o que é um facto, é que não foi isso que aconteceu. Eu tenho muitas dúvidas que uma operação militar contra o Irão vá alterar esta situação. Temos, no entanto, que ver a oportunidade, do ponto de vista norte-americano. É claro para os Estados Unidos que este confronto está-lhes a sair muito caro. Quando eu digo caro, não é só do ponto de vista económico, mas também do ponto de vista político. E há uma vontade do Presidente norte-americano de terminar com isto. E uma das soluções, soluções à Trump, é daquelas do expediente do último minuto, que é "bom, nós vamos fazer uma operação militar, destruímos uma série de instalações, vamos obliterá-las. Aliás, obliteramos várias vezes. Portanto, tivemos várias vitórias. Mas essas vitórias, pois, obrigam sempre a que se continuem os combates. Vamos embora e declaro vitória e a minha imagem internamente não será afectada". Isto sou eu a especular. E fica tudo na mesma e ficamos confrontados com uma guerra fria na região em que não houve alterações significativas. Bom, alterações significativas, coloco este problema com algumas interrogações. Nomeadamente, relativamente ao dispositivo militar norte -americano na região. Segundo informações que nesta altura são públicas, o aparelho militar norte-americano na região do Golfo, esse sim está obliterado, está destruído. Nalguns casos completamente destruídos, noutros com a sua operacionalidade significativamente afectada. Portanto, este é um dos temas que terá que ser discutido também no Acordo de Paz. Mas ainda não chegámos lá. Será numa fase mais avançada. Para já, é aqui que nos encontramos. Eu estou convencido que os Estados Unidos vão avançar para uma solução militar. Estas questões das propostas de paz e contrapropostas são, na prática, paliativos. É que não vão resolver nada. Não vão conduzir a uma solução política. São apenas compassos de espera em que uma e outra parte se preparam para o confronto que ocorrerá. Do meu ponto de vista, a breve trecho. RFI: Precisamente numa altura em que há fortes sinais de que as hostilidades poderiam recomeçar, os Estados Unidos anunciaram nestes dias que iriam retirar 5 mil militares americanos da Alemanha, que é um dos parceiros estratégicos dos Estados Unidos a nível militar, no seio da NATO e no seio da Europa. Isto não será, no fundo, também dar um tiro no pé? Major General Carlos Branco: Será um tiro no pé se os Estados Unidos implementarem essa decisão. É uma interrogação que nós temos, antes de mais, de colocar. Será que isso é apenas uma ameaça ou se vai concretizar? Mas vamos partir do princípio que se vai concretizar. Eu penso que a comunicação social e muitos políticos na Europa estão a reagir de forma exagerada a esse anúncio, porque sabemos perfeitamente que os Estados Unidos nunca vão abdicar da sua presença na Europa, apesar de se dizer isso de vez em quando e muito menos na Alemanha. A Alemanha é o local onde as forças americanas têm uma presença mais efectiva no teatro europeu. A maior base aérea norte-americana fora dos Estados Unidos é na Alemanha. é na Alemanha que estão uma série de estruturas de comando: o quartel-general do comando das forças norte-americanas na Europa, o comando das forças norte-americanas do AFRICOM e muitos outros. Por exemplo, um grande hospital militar próximo da base de Ramstein (sudoeste do país), onde são canalizados os feridos dos diferentes combates que os Estados Unidos têm travado, nomeadamente agora do Irão, há algumas dezenas, senão centenas de peritos que se têm dirigido a este hospital na Alemanha. Portanto, a Alemanha representa um nó de apoio logístico e de sustentação das forças que os Estados Unidos têm vindo a empregar e provavelmente continuarão a fazê-lo no Médio Oriente, na Ásia. E sabemos o que é que aconteceu desde o Iraque e desde os diferentes envolvimentos do Iraque ao Afeganistão. Portanto, estamos a falar de um assunto que, do meu ponto de vista, não é assunto. Para além disso, esses 5 mil soldados são marginais relativamente ao efectivo que os norte-americanos têm na Europa. Segundo uma autorização do ano passado, que foi aprovada no Congresso, os Estados Unidos têm que ter na Europa permanentemente um mínimo de 76 mil soldados. Nesta altura tem 68 mil. Estão autorizados a baixar esse número por um período de 45 dias. Depois tem que ser reposto. Nesta altura, 68 mil são os que se encontram na Alemanha. Aliás, no teatro europeu, partindo do princípio que este número não está subestimado, porque há uma série de presenças norte-americanas em vários locais que me levam a concluir que este número, nesta altura, é um número avaliado por defeito. Mas assumindo que é um número correcto, 5% representa menos de 10% desse total. E volto a dizer, há uma reacção exagerada, desproporcional relativamente às consequências que esta decisão, se for implementada, pode vir a provocar. RFI: Mas a nível da Alemanha, o governo tem apelado fortemente a rearmar a Europa, o que era uma posição que tradicionalmente a Alemanha nunca assumia. Era mais à França que defendia um sistema europeu autónomo em matéria de defesa. Por outro lado, outros parceiros tradicionais dos Estados Unidos parecem também ter tomado consciência de que precisam ter alguma segurança autónoma. Estou a referir-me, por exemplo, ao Japão, que pondera a hipótese de se rearmar e de, inclusivamente, mudar a sua Constituição para não pôr de parte completamente a sua capacidade de defesa autónoma. Major General Carlos Branco: Sim, temos dois assuntos distintos, embora eles tenham uma raiz comum. É um facto que houve uma alteração significativa na política externa norte-americana. Os Estados Unidos nunca abdicaram do seu projecto hegemónico. Essa afirmação dessa hegemonia, dessa liderança mundial, teria que ser feita recorrendo a aliados e, portanto, para recorrer a aliados teria que haver uma operação de captação das suas vontades, que não pode ser o que acontece nesta altura com o presidente Trump. O presidente Trump acha que pode concretizar esse projecto de liderança global, hostilizando tudo e todos, hostilizando os seus aliados. Falando primeiro dos europeus, a questão dos europeus tem aqui uma outra envolvente que se prende com o medo, do meu ponto de vista, sem justificação e mais uma vez exagerado de uma operação militar russa em território europeu. Em primeiro lugar, a Europa tem que decidir para que é que se quer armar. Eu percebo que a Europa se tenha que armar. Sou apologista dessa opção. Mas primeiro, tem que se explicar para quê? Se é para criar uma capacidade de dissuasão relativamente a outros pólos que se possam transformar numa ameaça. E, neste caso concreto, a Rússia. Pois claro, que a Europa tem que ter essa capacidade. Isso é absolutamente indiscutível. Outra coisa é a Europa querer armar-se, não para ter uma capacidade de dissuasão, mas para adquirir capacidade para atacar a Rússia e envolver-se numa confrontação com a Rússia. São necessários outros meios e envolventes políticas que são igualmente distintas e, portanto, ninguém ainda hoje na Europa foi capaz de clarificar exactamente esta questão. Há, de facto, muito discurso, muita narrativa, muita retórica sobre a ameaça russa. E nós sabemos que a Europa se está a armar. Mas convinha esclarecer isto. Eu, nesta altura começo a ficar preocupado, porque esse rearmamento da Europa não parece configurar-se no âmbito de criar capacidade de dissuasão, mas para a outra alternativa, e isso é algo que merece uma análise diferente, porque as consequências vão ser completamente distintas. Aliás, eu recordo que os europeus parecem ter memória curta e não perceberam ainda que guerras na Europa têm-se saldado sempre por resultados de soma negativa. E os europeus têm perdido sempre com estas guerras fratricidas no velho Continente e como é que isso contribuiu para reduzir a importância geoestratégica da Europa. Relativamente ao Japão, a situação tem que ser analisada numa primeira parte, coincidente com aquilo que eu já disse. Ou seja, os Estados Unidos têm hostilizado desnecessariamente os seus aliados. Mas há aqui outra componente, porque os aliados norte-americanos na Ásia, depois do que aconteceu no Médio Oriente, se calhar pensaram duas vezes. Ou seja, os norte-americanos provaram a sua incapacidade de honrar os seus compromissos securitários com os países do Médio Oriente. Por exemplo, relativamente a Arábia Saudita, os Estados Unidos não foram capazes de honrar os compromissos securitários, nem tiveram capacidade para defender as suas próprias bases, os seus navios saíram do Golfo Pérsico. Ou seja, não conseguiram sequer garantir a liberdade de navegação. Estamos a falar até agora no Médio Oriente. Imagine o que é que estará a passar na cabeça dos aliados na Ásia. E daí eu perceber que haverá uma preocupação acrescida no domínio da segurança desses países. Agora, há uma coisa que merece ser discutida: é se as alterações que querem introduzir nas suas arquitecturas de segurança serão as mais adequadas. E nós sabemos que o Japão, e isto não é de agora, está a alterar a sua narrativa e nomeadamente relativamente a Taiwan. Considera Taiwan como um Estado e considera que uma acção chinesa em Taiwan deveria ser considerada como um ataque também ao Japão. Portanto, isto é um outro tema que merece uma outra abordagem, mas que é extremamente preocupante, sobretudo porque a China de hoje não é a China de há dez anos e muito menos de há vinte anos. E isso tem que ser levado em consideração quando se fazem determinados cálculos estratégicos, porque erros de cálculo estratégico é o que tem prevalecido nas últimas décadas. O Afeganistão, mais uma vez, o Iraque, a Líbia, etc. E seria bom que se parasse, se respirasse e se pensasse antes de optar pela via bélica. Provavelmente, haverá outras alternativas do foro político e do foro diplomático que poderão resolver estes problemas. Isto transporta-nos para um outro tema que é o dilema da segurança. E isso conduz normalmente à conflitos, muitas das vezes quando eles não são desejados e os dirigentes políticos actuam exclusivamente com a necessidade de salvar a face. RFI: Voltando ao Médio Oriente e, mais concretamente, desta vez ao Líbano. Apesar de um cessar-fogo estar em vigor desde meados de Abril, Israel continua as suas operações no sul do Líbano, inclusivamente fora da área que definiu como sendo a zona de segurança e, portanto, saindo da mesa das negociações, saindo da possibilidade de haver um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão, que abranja também a situação do Líbano. Como é que ficamos? Major General Carlos Branco: A haver um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão, ele não ocorrerá a breve trecho. É algo que vai demorar e eu diria não só meses, mas se calhar anos. Porque há muitas questões de natureza técnica que têm de ser discutidas e, fundamentalmente, quando abordamos o dossier nuclear, isto é um dado importante antes de falar do Líbano. No Líbano, não há cessar-fogo. Os combates continuam. Mais uma vez, houve um erro de cálculo estratégico da parte de Israel, porque, aliás, isso é devidamente divulgado por analistas no Ocidente que diziam que o Hezbollah estava completamente fragilizado e que tinha perdido toda a sua capacidade de combate. O que temos assistido é exactamente o contrário. O Hezbollah está muito longe de estar debilitado e conseguiram superar os ataques à sua liderança, às suas chefias. Aliás, um pouco como o Irão o fez também. Depois, temos uma outra questão em causa que se prende com mais uma tentativa de Israel colocar forças no Líbano. Nós assistimos a isto desde 1982 e todas as intervenções de Israel no Líbano, umas demoraram mais tempo do que outras, mas saldaram-se sempre em derrotas e na retirada das forças israelitas do Líbano. Eu não consigo perceber o que é que os dirigentes israelitas viram agora de novo, que alteração qualitativa eles identificaram que vá fazer com que a história seja escrita de forma diferente. É que os israelitas, que andam já há mais de 40 anos a tentar estabelecer uma presença permanente no Líbano e que se tem saldado sistematicamente em derrotas. O que é que é agora novo e diferente? Que vai fazer com que possam sair vitoriosos para além daquilo que têm feito, que é uma coisa absolutamente inaceitável. Há regiões no sul do Líbano que se equiparam muito às de Gaza, completamente destruídas, e acho que a comunidade internacional já devia ter tomado uma posição mais assertiva relativamente a estes desenvolvimentos. Parece que há muita gente anestesiada. Mas, independentemente dos aspectos relacionados com condenações do que os israelitas estão a fazer no sul do Líbano, o que se coloca aqui no debate é saber se isto tem possibilidade de ser vitorioso, saldar-se por uma presença permanente de Israel no sul do Líbano. Recorrendo à história, diria que não, que é mais uma tentativa gorada ao fracasso. Mas isso, daqui a uns meses nós poderemos fazer um saldo definitivo destes desenlaces e procurar perceber até que ponto o que estou a dizer, tem fundamento ou não.
Estava a escrever este título, e sabia que tinha ouvido este nome em algum lado... Ya, é o título de um filme, mas pronto, este episódio não tem nenhuma ligação com essa obra de arte, mas tem com outras.| músicas: Thundercat - Candlelight | Beach Bunny - Mr. Predictable | Vitor Araújo • Metropole Orkest • Jacomo Bairos - CANTO N.1 | KNEECAP -Palestine (feat. Fawzi) | American Football - Bad Moons || novo jingle : Lough Errill by https://app.sessions.blue/browse/track/222801 Blue Dot Sessions || Obrigado aos patronos: @teixeirasilvaa | @o_joseglopes | @_joaomsilva_ | @eduardo_andre_silva | João Ferreira || O HABITAT NATURAL DA MÚSICA:| SPOTIFY: https://open.spotify.com/show/6bnGj0gzycHyLXXRhR3LRC?si=38feceb76b1948c8 || APPLE PODCASTS: https://podcasts.apple.com/ca/podcast/o-habitat-natural-da-m%C3%BAsica/id1598561980 || PERSONAS:| SPOTIFY: https://open.spotify.com/show/7uGCHJj3mcZgo3BC4E98LS?si=sDpCDH6bRRWPurFyKeKAyQ&dl_branch=1&nd=1 || APPLE PODCASTS: https://podcasts.apple.com/us/podcast/personas/id1587488000 || PRÉ_CONCEITO:| SPOTIFY: https://open.spotify.com/show/7G0FdzIPuzahmk22NnQxAe?si=HYBEdZASSeWtm27eAEZtFg&nd=1 || APPLE PODCASTS: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pr%C3%A9-conceito/id1527672333 || VINTE e SEIS:| SPOTIFY: https://open.spotify.com/show/2BX3uYVrBlEetAs4MCkaSW?si=pz2kuv8uRbi9bPf8mQ3X_g&nd=1 || APPLE PODCASTS: https://podcasts.apple.com/us/podcast/vinte-e-seis/id1479865138 || FRACTURA EXPOSTA:| SPOTIFY: https://open.spotify.com/show/6TDwOuybTArgNKhB42cs0j?si=msGtCN17T3iD8yG4WkzPyw&nd=1 || APPLE PODCASTS: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/fractura-exposta/id1539978398 || Torna-te patrono em: https://www.patreon.com/oPutoDeBarba |
O Filho que Nunca Saiu, mas Também Estava Perdido - Italo Sartorello by Arena Transformados
Estava madurando!!! O Brasileiro Henrique Avancini venceu sua primeira volta no Ciclismo de Estrada neste domingo. Ele foi o campeão do Tour of the Gila. Prova 2.1. disputada nos EUA.Importante conquista para ele e para a Localiza Meoo/Swift Pro, que nesta segunda já enfrenta outro desafio: a Volta de SP.Vamos falar muito sobre isso no RADIO da semana. Dos brasileiros, em geral, pelo mundo, sobre o início da Vuelta Feminina e, claro, sobre o sacode de Tadej Pogacar no Tour da Romandia!Fique ligado.O Gregario Radio é um oferecimento de Fabio.naEstrada. Conheça os lugares mais míticos do ciclismo com Fabio.naEstrada.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Eu vi alguns campeonatos de Counter-Strike. Estava acompanhando em alguns campeonatos o time da Fúria. E aí... Vi esse último Major e tal. Mas é isso, assim. Também não é nada muito... Não vejo todos os jogos. Aliás, nem vejo os jogos. Vejo os melhores Dois Analógicos - Diálogo infinito sobre games via WhatsApp. Com João Varella, Alexandre Sato, Thomas Kehl, Marcos Kiyoto, João R e Marina AndreoliDois Analógicos - Listen on Spotify - Linktree
“Mulheres de Abril” é o filme da realizadora Raquel Freire que celebra as mulheres que, em África e Portugal, lutaram pela liberdade, contra o colonialismo e contra a ditadura. O documentário teve ante-estreia no Festival IndieLisboa e brevemente vai estar nas salas de cinema portuguesas. Portugal viveu 48 anos de ditadura salazarista. Foi a ditadura mais longa da Europa. O regime terminou em 1974 com a revolução de 25 de Abril. O documentário “Mulheres de Abril”, da realizadora Raquel Freire, celebra as mulheres que participaram activamente na luta antifascista e anticolonialista e que, até agora, estavam esquecidas na história. Ana Maria Cabral, Julieta Rocha, Helena Neves, Isabel do Carmo, Maria Emília Brederode Santos, Luísa Sarsfield Cabral, Margarida Tengarrinha, Teresa Loff Fernandes, Ruth Rodrigues e Zezinha Chantre são as protagonistas de um filme onde representam uma imensa força que são as todas mulheres que, entre Portugal e os territórios africanos ocupados, lutaram para construir a revolução de Abril e nas guerras de libertação travadas pelos movimentos independentistas de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. “Mulheres de Abril” é o momento de as mulheres ocuparem o seu lugar na história, de dar voz às “capitãs de Abril”. Em entrevista à RFI, a realizadora portuguesa Raquel Freire começa por revelar como o contexto familiar a inspirou a criar “Mulheres de Abril”. Raquel Freire, realizadora do filme Mulheres de Abril: Tenho o grande privilégio de ter uma família de lutadoras e lutadores antifascistas. Ou seja, eu tenho na minha família pessoas que morreram para eu poder estar aqui hoje em liberdade a fazer filmes. E cresci a ouvir estas histórias da minha avó, das minhas tias-avós, da minha mãe, do meu pai, todas as histórias da luta, inclusive até da Virgínia Moura, que foi uma grande lutadora anti-fascista do Porto, e achou eu por ser tão próximo, sempre soube que ia ter que fazer este filme, mas fui sempre adiante. Até que de repente me apercebi, pela minha mãe, que ela já estava a ficar numa idade em que era o momento certo para contar estas histórias. E, ao mesmo tempo, também porque tenho um filho, apercebi-me que havia um grande desconhecimento da juventude do que tinha sido o nosso passado. O nosso passado de luta. Ou seja, nós não tivemos só quase 50 anos da ditadura mais longa da Europa e 500 anos de colonialismo. Nós tivemos décadas de luta contra o colonialismo e tivemos cinco décadas de luta contra a ditadura. E este factor de ter existido sempre resistência e sempre uma luta de diferentes colectivos, desde os católicos progressistas, aos comunistas, aos socialistas, às pessoas mais conservadoras. Mas esta luta pela democracia estava por contar-se. E quando era contada, era sempre sobre o modo de - ah, houve um herói que fez isto - . E não, o 25 de Abril não foi feito num dia. O Salgueiro Maia não acordou de manhã a dizer, hoje vou chamar os meus amigos e fazer o 25 de Abril. Não. Começou na Guiné. Começou com uma luta contra a guerra colonial, contra a injustiça do que era a guerra colonial, contra uma juventude em Portugal que era mandada para morrer durante décadas nas nossas antigas colónias e a opressão de povos que tinham todo direito na sua autodeterminação e na sua independência. Portanto, esta luta pela liberdade, tanto em Portugal como em África, estava por contar-se. E sempre que era contada era só por homens e sobre homens. Portanto, havia uma história por contar-se. E esta história é o que vamos ver neste filme. Uma história que, neste caso, é contada só por mulheres. Sim, porque a história até agora foi contada por homens e sobre homens. E estamos em 2026. Chegou o momento de darmos voz e de escutarmos com atenção as mulheres que sempre tiveram na história e que foram sendo apagadas dela. E que foram fundamentais a sua participação na luta pela liberdade. Sem estragarmos o prazer de ver o filme, o que é que levou a Raquel Freire a colocar cada uma destas mulheres neste filme? Olha, poderiam ser muitas mais. Muitas mais mesmo. Difícil foi escolher só estas 10, porque as listas iniciais eram de dezenas de mulheres. Porque, felizmente, temos muitas heroínas anónimas que deram a sua vida a lutar pela liberdade. Tanto aqui como nos países africanos que lutavam nas lutas de libertação. E nestas, o que eu tentei foi, cruzando os critérios de interseccionalidade, ter o máximo de representatividade possível. Ou seja, eu queria que o cinema tivesse também o seu lado democrático de 25 de Abril. Que houvesse o máximo de pluralidade e de representatividade. Porque temos mulheres portuguesas, temos mulheres cabo-verdianas, temos mulheres guineenses, temos mulheres de diferentes classes sociais, temos mulheres do povo e temos mulheres que tiveram acesso a estudos e que pertenciam a uma elite que já lutava na oposição democrática contra o regime. Temos mulheres católicas progressistas, temos mulheres que, de todo, estavam completamente longe da religião. Temos mulheres de várias sensibilidades políticas, temos mulheres comunistas, mulheres mais da extrema esquerda, mulheres socialistas, mulheres de uma área mais conservadora. Eu queria que a pluralidade e a riqueza que houve nesta luta, nesta união de forças contra o fascismo e o colonialismo estivesse no filme. Quais foram os desafios para rodar este filme, para colocar estas mulheres à frente da câmara e transformar nesta história tão rica? O grande desafio foi como é que eu ia filmar de uma forma que fosse também respeituosa em relação aos princípios do 25 de Abril. Ou seja, quando comecei a fazer cinema, o meio de cinema era um meio muito hierarquizado, muito machista, muito homofóbico, com praxes violentos e eu nunca quis trabalhar assim. Então, uma das minhas lutas no cinema foi sempre como fazer cinema sem ser assim. E neste filme foi isso que fizemos, ou seja, nós tínhamos uma equipa de mulheres, tínhamos uma equipa que acompanhava o ritmo destas mulheres e que, no fundo, é uma coisa muito mais humana. Em vez de estarmos 14 horas num platô, trabalharmos menos horas, mas estarmos concentradas e focadas e rodeamos estas mulheres o máximo possível de escuta, de carinho, de empatia e de amor. Eu não faço filmes sobre, eu faço filmes com. Portanto, o filme é feito com estas mulheres e com esta equipa muito generosa, talentosa e dedicada. Tenho que destacar todos os membros da equipa que foram maravilhosas, a Madame Filmes, que fez a produção também. E havia uma coisa que para mim era muito importante, é que este filme fosse uma roda de conversa, um círculo de olhares. Ou seja, o meu olhar existe, o cinema é um olhar sobre o mundo e, se tivermos sorte e for um bom filme, passamos a ver o mundo, é como um par de óculos, pomos um par de óculos depois de ver um bom filme e começamos a ver coisas nítidas que antes não víamos, começamos a ver coisas que estavam no escuro e que de repente vêm à luz. Portanto, eu queria que o cinema, sendo para mim esta arte coletiva, fosse um momento para estas mulheres também de alegria e de reconhecimento. E esse foi o maior desafio, foi que, apesar de elas irem, por exemplo, à prisão de Caxias, onde foram presas e torturadas, que não fosse uma experiência onde elas seriam de novo traumatizadas, mas fosse uma experiência em que elas se sentissem acolhidas e queridas e dignificadas. Há filmagens feitas em Portugal, em Cabo Verde, como é que foi filmar em Cabo Verde? Eu nunca tinha estado em Cabo Verde. Filmar em Cabo Verde foi um grande desafio porque eu sabia que uma portuguesa em Cabo Verde, eu não queria repetir a história do colonialismo, portanto, é preciso ter muita consciência quando vamos filmar fora de Portugal, sobretudo num país que teve uma opressão tão violenta como teve Cabo Verde durante tantos séculos feitos por portugueses. Portanto, filmar em Cabo Verde foi um desafio ainda maior de fazer com que estas mulheres se sentissem escutadas e de, ao mesmo tempo, as respeitar em tudo o que fosse possível. Por exemplo, eu tenho cenas em Cabo Verde em que é a minha produtora cabo-verdiana, e que foi a minha assistente de realização lá, a Samira Vera Cruz, que conduz as perguntas em crioulo, porque eram perguntas demasiado delicadas e quem vir o filme vai perceber o que é que eu estou a falar, estou a falar de um momento muito difícil do filme. Eram perguntas demasiado delicadas para eu fazer na língua de quem tinha sido o opressor. Portanto, eu tive esse cuidado, eu tentei que fosse uma mulher cabo-verdiana a estabelecer essa conversa, esse diálogo. Esse, para mim, foi o maior desafio. E, depois, ao mesmo tempo, fiquei completamente fascinada, como penso que toda a gente fica quando vai a Cabo Verde, com a cultura cabo-verdiana. Portanto, o outro desafio não foi fazer o filme inteiro, não pôr no filme todo as imagens maravilhosas de Cabo Verde e retratar um país real, e não um país sonhado ou imaginado. Houve outros momentos, certamente, muito delicados, quando se está a fazer um documentário onde participam mulheres que sofreram a violência de uma ditadura, do colonialismo. Como é que a Raquel lidou com essas situações? Falou agora de pedir à produtora de Cabo Verde para apresentar as questões em crioulo, houve outros momentos assim? Houve! Houve porque eu pedi às mulheres para irmos às prisões onde elas tinham estado presas e torturadas. Porque eu fazia uma pergunta, a meio das filmagens, que era, “pessoalmente para ti, o que foi pior no fascismo ?”, e, claro, que a resposta a esta questão era sempre muito, muito sofrida e muito delicada. Há mulheres que, com muita reticência, me dizem que foi a separação dos filhos o pior de tudo, não foi a prisão, não foi a tortura, não foi o isolamento, “pior de tudo foi eu estar separada dos meus filhos”. Há mulheres para quem o pior foi, por exemplo, terem de fazer abortos clandestinos. Ou seja, a miséria, a pobreza a que a ditadura tinha votado, o povo deste país, que as obrigava a ter uma condição em que não podiam sequer ter acesso a cuidados básicos de saúde. E, claro, a opressão que existia, uma dupla opressão, o fascismo e o facto de serem mulheres sobre elas. Há um momento especial no filme em que há uma mulher operária, uma grande lutadora, que, como ela diz, “sou revolucionária porque sempre fui revolucionária, eu não sabia o que era o fascismo, mas sabia que era mau”, e que é operária desde os 8 anos, que nunca pôde sequer ir à escola, e ela, quando nos conta o que é que para ela foi o pior no fascismo, foram os abortos clandestinos e ser maltratada. E eu penso que todas elas, quando falam destes momentos, por muito que nós estejamos lá para as apoiar, voltam a esse momento. O que aconteceu imediatamente a seguir a isso foi, quando eu disse “corta!”, nos levantámos todas e fizemos um círculo e abraçamos, e ficámos abraçadas a elas. E tentámos sempre que no final das filmagens, não só que os horários se adaptassem a elas, como no final das filmagens termos sempre momentos de convívio. Nós tivemos sempre almoços, nós tivemos sempre jantares, tivemos festas, tivemos momentos em que tentamos dar todo o nosso amor e todo o nosso carinho para elas se sentirem amadas e reconhecidas. Há pouco em off, a Raquel Freire disse-me que este filme iria ser apresentado junto das escolas. Qual o papel que este e outros filmes como este podem ter nos dias de hoje, na atualidade que vivemos? Eu acho que são fundamentais! O cinema, o audiovisual, sobre as várias formas que existem hoje em dia, são absolutamente fundamentais para nós sabermos quem somos e de onde viemos, para conhecermos a nossa história. Neste momento, os jovens têm muito pouco acesso ao que foi a nossa história e à verdade, ou seja, à história contada pelas pessoas que a fizeram, que a construíram. Temos grandes vagas populistas de reescrita da história. Para compreendermos o que somos hoje e fenómenos como os que temos hoje, como temos hoje o racismo, por exemplo, como temos o retrocesso ou a tentativa de retrocesso nos direitos das mulheres, tentativas de governos totalitários em várias partes do mundo, a guerra, para percebermos o presente hoje, é muito importante sabermos que isto já aconteceu no passado e que no passado, mesmo nos momentos mais difíceis, houve mulheres e homens que se juntaram e juntos conseguiram fazer do impossível o possível. Ou seja, conseguiram lutar pela liberdade e venceram, porque nós tivemos o 25 de abril, estamos aqui hoje, e os países colonizados tiveram a sua independência.
Uma pessoa, que há algum tempo não vinha se sentindo bem, fez a seguinte reflexão:“Todos os anos faço um check-up para avaliar minha saúde. Mas, outro dia, resolvi fazer algo diferente… fui a um hospital muito especial.O hospital da alma.Cheguei lá me queixando de um cansaço que não era só do corpo. Falei de dores acumuladas pelo tempo… de um coração descompassado pelas preocupações… e do peso das responsabilidades.Logo na chegada, mediram minha pressão.Estava baixa… de ternura.Fazia tempo que eu não exercitava isso.Quando verificaram minha temperatura, o resultado foi alto… de egoísmo.E ali eu entendi.Tenho guardado demais… e compartilhado de menos.Sempre achei que alguém faria a sua parte.E, por isso… eu me ausentei da minha.No exame do coração, o diagnóstico foi direto: preciso de uma ponte… de afeto.Algumas partes estavam bloqueadas pela falta de cuidado, de presença, de conexão.Na avaliação dos movimentos, descobriram algo ainda mais duro: dificuldade de caminhar ao lado de alguém.Tenho escolhido ir sozinho… mais rápido… sem ser interrompido.Também foi constatada uma limitação para abraçar.Motivo: uma queda provocada pela própria vaidade.Nos olhos, miopia.Não consigo enxergar além das aparências.Na audição, um bloqueio.Excesso de ruídos… falta de escuta verdadeira.A consulta não custou nada.Recebi alta… e uma receita.Simples. Profunda. Transformadora.Ao acordar, uma dose de gratidão.Ao encontrar alguém, um gesto sincero de gentileza.De hora em hora, pequenas porções de paciência… com humildade.Ao voltar para casa, uma aplicação generosa de presença.E antes de dormir… cápsulas de consciência tranquila.Saí de lá com uma certeza:Se eu seguir esse tratamento…minha vida muda.Porque, no fim das contas…a gente não adoece só no corpo.A gente adoece… quando deixa de sentir, de olhar, de ouvir… de cuidar.E talvez a cura…esteja exatamente nas coisas simplesque a gente vem deixando passar.
Uma pessoa, que há algum tempo não vinha se sentindo bem, fez a seguinte reflexão:“Todos os anos faço um check-up para avaliar minha saúde. Mas, outro dia, resolvi fazer algo diferente… fui a um hospital muito especial.O hospital da alma.Cheguei lá me queixando de um cansaço que não era só do corpo. Falei de dores acumuladas pelo tempo… de um coração descompassado pelas preocupações… e do peso das responsabilidades.Logo na chegada, mediram minha pressão.Estava baixa… de ternura.Fazia tempo que eu não exercitava isso.Quando verificaram minha temperatura, o resultado foi alto… de egoísmo.E ali eu entendi.Tenho guardado demais… e compartilhado de menos.Sempre achei que alguém faria a sua parte.E, por isso… eu me ausentei da minha.No exame do coração, o diagnóstico foi direto: preciso de uma ponte… de afeto.Algumas partes estavam bloqueadas pela falta de cuidado, de presença, de conexão.Na avaliação dos movimentos, descobriram algo ainda mais duro: dificuldade de caminhar ao lado de alguém.Tenho escolhido ir sozinho… mais rápido… sem ser interrompido.Também foi constatada uma limitação para abraçar.Motivo: uma queda provocada pela própria vaidade.Nos olhos, miopia.Não consigo enxergar além das aparências.Na audição, um bloqueio.Excesso de ruídos… falta de escuta verdadeira.A consulta não custou nada.Recebi alta… e uma receita.Simples. Profunda. Transformadora.Ao acordar, uma dose de gratidão.Ao encontrar alguém, um gesto sincero de gentileza.De hora em hora, pequenas porções de paciência… com humildade.Ao voltar para casa, uma aplicação generosa de presença.E antes de dormir… cápsulas de consciência tranquila.Saí de lá com uma certeza:Se eu seguir esse tratamento…minha vida muda.Porque, no fim das contas…a gente não adoece só no corpo.A gente adoece… quando deixa de sentir, de olhar, de ouvir… de cuidar.E talvez a cura…esteja exatamente nas coisas simplesque a gente vem deixando passar.
Estava prometido para início de Abril, chegou no fim. Num evento com pompa e circunstância debaixo da pala do Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações, o primeiro-ministro anunciou nesta terça-feira que o envelope financeiro do PTRR é de 22,6 mil milhões de euros, dividindo-se entre fundos públicos nacionais, financiamento privado e fundos europeus. Mas a oposição acusa o Governo de mais um acto de propaganda. Será mesmo assim?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Amanda vivia com o Rodrigo um namoro quase perfeito com planos para o futuro. Antes do casamento, ela viu uma mensagem suspeita no celular dele, mas ignorou. Já casada, ela descobriu que aquela mensagem era uma traição. Mesmo assim, ela ignorou mais uma vez e tentou engravidar, achando que um filho salvaria a relação. Com o tempo, ele mesmo perdeu o interesse e resolveu terminar. Arrasada e arrependida, hoje ela carrega a consciência de que se abandonou aos poucos para não perder alguém que já não estava mais ali.
O ‘Doa a Quem Doer' revela o que a PJ encontrou ao entrar na casa onde vivia a idosa que morreu à fome e à sede. O filho e a nora, que viviam com a mulher, foram condenados a penas de 22 e 20 anos de cadeia. O programa desta semana mostra, também, o caso do padre que sofreu um assalto violento em Vila do Conde.
No rescaldo do jantar dos correspondentes da Casa Branca, Nuno Rogeiro analisa a tentativa de intrusão armada que agitou Washington: “A principal falha foi na prevenção.” Um homem da Califórnia conseguiu entrar com armas num hotel a menos de dois quilómetros da Casa Branca, onde se encontravam reunidos membros do governo, do Congresso, grandes empresários e figuras dos media. O FBI investiga sem ainda estabelecer uma ligação a grupos organizados ou ideologia definida. No Médio Oriente, as negociações entre os EUA e o Irão falharam em Islamabade, com as equipas americanas já há dez dias no Paquistão à espera de um acordo que não chegou. Nuno Rogeiro avalia ainda o estado do poder aeronaval americano no Golfo, com múltiplos porta-aviões em posição, e revela o desgaste significativo do arsenal americano: “Já foram gastos pelo menos 50% dos mísseis Tomahawk neste teatro de operações.” Internamente, o Irão debate-se com um bloqueio naval asfixiante, uma carta confidencial dos seus próprios líderes a alertar Khamenei para o desastre económico, e curiosos argumentos esotéricos para justificar a ausência pública do Líder Supremo. Por fim, no contexto do 25 de abril, uma entrevista aprofundada sobre as FP-25, com João Paulo Ventura, da Polícia Judiciária. O Leste/Oeste foi emitido na SIC Notícias a 26 de abril. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
O secretário-geral da CGTP acusa o Governo de não ter lucidez por continuar a tentar levar a cabo as alterações à legislação laboral. Tiago Oliveira considera que nada mudou ao longo destes meses.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Marconi Romulo para uma conversa sobre níveis de negócio, crescimento e um erro que muita gente comete ao escalar: confundir faturamento com dinheiro de verdade no caixa.Muita gente olha para números altos na internet e acredita que faturar muito significa, automaticamente, estar bem financeiramente. Mas a realidade é outra. Marconi compartilha a própria trajetória para mostrar que é possível ter faturamento milionário anual e, ainda assim, enfrentar problemas de caixa, margem e gestão.Além de atuar com criativos que fogem da média e ajudar a educar o mercado para uma nova profissão, Marconi também traz aprendizados importantes sobre empreendedorismo, estrutura e responsabilidade financeira. Um episódio paraquem quer entender que cada fase do negócio exige uma estratégia diferente para continuar crescendo com saúde.No Kiwicast, ele falou sobre:• como identificar em que fase do negócio você está• por que a estratégia do nível 1 não serve para o nível 2 e 3• o erro de faturar alto sem respeitar caixa e margem• como o crescimento pode virar problema sem gestão financeira• as lições de quem já escalou, errou e precisou reorganizar a operaçãoAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Neste vídeo, vamos entender quem foi Karl Marx, por que suas ideias sacudiram a Europa do século XIX e como o marxismo se tornou uma das forças políticas mais influentes da história. Partindo da frase de abertura do Manifesto Comunista — “Um espectro ronda a Europa” —, o vídeo mostra como Marx enxergava o capitalismo, a luta de classes, a exploração do trabalho e o caminho que, segundo ele, levaria ao colapso do sistema.Ao longo do episódio, você vai ver como Marx interpretava o conflito entre burguesia e proletariado, de onde vem a ideia de mais-valia, por que ele acreditava que o capitalismo carregava dentro de si as sementes da própria destruição e como essas teorias deram origem a regimes que marcaram profundamente o século XX. Mas o vídeo também entra no outro lado da história: as críticas à teoria marxista, o fracasso econômico de muitos países comunistas e o debate sobre o que ainda resta de relevante em Marx hoje.Mais do que falar de um pensador, este vídeo busca responder a uma pergunta central: Marx estava vendo uma verdade profunda sobre o capitalismo ou construindo uma teoria que o tempo tratou de desmontar?
Canal oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil em Irajá. Igreja cristã, reformada e com o intuito de glorificar o nome de Jesus Cristo. Venha nos visitar e participar de uma reunião conosco. Estamos nas redes sociais com o @presbiterianadeiraja.Reflexão: Rev. Carlos Alberto Monteiro | Culto matutino | 05/04/2026
Neste episódio do Relatos do Além, Cris apresenta histórias reais que transitam entre espiritualidade, mente humana e experiências difíceis de explicar. O episódio começa com uma visita a um médico espiritual associado ao projeto Chico Xavier, envolvendo relatos de cura, energia e fenômenos que desafiam a lógica.Em seguida, mergulhamos na história de Rafael, que desde a infância enfrentou episódios intensos de terror noturno, sempre encarando o mesmo ponto fixo na porta do quarto, tomado por um medo inexplicável. Anos depois, já adulto e consciente sobre paralisia do sono, ele passa a viver experiências ainda mais perturbadoras: múltiplas paralisias consecutivas na mesma noite, acompanhadas de uma sensação esmagadora de presença novamente vinda do mesmo lugar.Entre explicações científicas e interpretações espirituais, o episódio levanta questionamentos sobre até onde vão os limites da mente… e o que pode existir além dela. Um encontro inquietante com o desconhecido, onde o medo parece ter endereço certo e nunca realmente vai embora.
Alexandre Garcia comenta recusa do STF em dizer quem estava com telefone que trocou mensagens com Vorcaro, multa de R$ 500 mil a família que não vacinou filhos contra a Covid, e "movimentações atípicas" de escritórios de advocacia.
Júlia Pinheiro abre o jogo e fala sem filtros sobre o envelhecimento, a pressão da imagem e os padrões da televisão. Recorda o início na rádio, as inseguranças com a voz e o percurso construído fora do “ideal” da indústria. A apresentadora destaca também a importância da família, de momentos difíceis vividos em casa e da forma como essas experiências a transformaram. Aos 63 anos, reflete sobre a carreira, a atualidade e explica como continua a reinventar-se e a encontrar sentido em comunicar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trump pediu ajuda, levou uma tampa e respondeu que afinal não queria ajuda nenhuma. Nem precisava. Estava só a testar os aliados, esses “cobardes”. O estreito de Ormuz continua fechado ao transporte de energia e talvez já só um Afonso de Albuquerque conseguisse resolver a situação e evitar a crise mundial que se anuncia. Enquanto isso, noutras guerras, mantém-se o impasse para o preenchimento das cadeiras vazias em órgãos como o Tribunal Constitucional e o novo Presidente da República continua sem equipa formada. A semana doméstica ficou marcada também por guerrinhas no Chega e pela controvérsia sobre crianças, lado a lado, a comerem refeições diferentes – umas melhores, outras piores – num refeitório escolar. E houve ainda um recorde no corrupio de advogados de José Sócrates: só num dia foram quatro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com Joana Azevedo e Diogo Beja
LEITURA BÍBLICA DO DIA: GÊNESIS 25:29-34 PLANO DE LEITURA ANUAL: DEUTERONÔMIO 23–25; MARCOS 14:1-26 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Uma pequena fortuna em comida: camarões gigantes, sanduíches, saladas e outros alimentos foram entregues em uma casa, mas lá não estava acontecendo uma festa. Na verdade, quem pediu a comida foi um menino de seis anos. Como isso aconteceu? O pai deixou-o brincar com seu celular antes de dormir, e o filho comprou o banquete de vários restaurantes. “Por que você fez isso?”, o pai perguntou ao filho, que se escondia sob a coberta. O menininho respondeu: “Estava com fome”. O apetite e a imaturidade dele causaram um grande prejuízo. O apetite de Esaú lhe custou muito mais do que dinheiro. Ele estava exausto, desesperado por comida, e disse ao irmão: “Estou faminto! […] Dê-me um pouco desse ensopado vermelho!” (GÊNESIS 25:30). Jacó respondeu pedindo o direito à primogenitura de Esaú (v.31). Esse direito incluía a posição de destaque de Esaú, a bênção das promessas de Deus, uma porção dobrada da herança e o privilégio de ser o líder espiritual da família. Cedendo ao seu apetite, “Esaú comeu” e “desprezou seu direito como filho mais velho” (v.34). Ao passarmos por provações e desejarmos algo, em vez de deixar nosso apetite nos levar a erros e pecados, busquemos nosso Pai celestial, o único que satisfaz a alma faminta com “coisas boas” (SALMO 107:9). Por: MARVIN WILLIAMS
Ele começou a andar pela casa antiga enquanto dormia. A namorada ouviu conversas no corredor, o gato desapareceu e um sonho trouxe detalhes do passado sombrio do imóvel. O que parecia sonambulismo passou a ter sinais de presença e assombração dentro da própria casa. Relato real, experiência paranormal Brasil, fenômeno sobrenatural, história verdadeira de terror.
No episódio de hoje, recebemos o empresário e mentor de alta performance, José Marques Andre Neto (@zeandreoficial).Ele acumula uma trajetória marcada por execução, disciplinae recomeços. Além de contribuir na jornada de grandes atletas, artistas e empresários. No episódio, ele fala sobre padrões e comportamentos depessoas de sucesso. Zé André deixa claro por que o mundo não é “dos acima da média”, mas principalmente de quem é consistente.Neste Kiwicast, você vai ver:● O que ele aprendeu com quebras e recomeços● Como criar equipes de alta performance● O que diferencia um empresário comum de um de alta performance● O poder da cultura empresarial para atrair ou repelir talentosAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
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No programa de hoje, o professor Renato Cardoso recebeu o casal Jorge e Kelly que se conheceram por meio do aplicativo "Quero Te Conhecer".Após traição e divórcio, ambos passaram a frequentar a Terapia do AmorCasados há cerca de um mês, Kelly é do Pará, estado da região Norte do Brasil, e Jorge do Paraná, no Sul do País. Kelly foi casada por 2 anos e sofreu uma traição. Antes de conhecer o Jorge, ela já estava há 10 anos divorciada e tinha passado por outros relacionamentos que não deram certo. Jorge foi casado e também sofreu com uma traição. Estava sozinho havia 4 anos quando conheceu Kelly. Embora tivesse se relacionado após o divórcio, ele encerrou rapidamente esses breves namoros, pois não viu futuro neles.Ambos começaram a frequentar a Terapia do Amor e tomaram uma decisão em sua vidas.Conheça essa história!Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escolado Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes