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COMO RENOVAR SUA ALIANÇA COM O SENHOR? | BISPA SONIA HERNANDES by Igreja Renascer Em Cristo
O QUE NUNCA TE FALARAM SOBRE A ARCA DA ALIANÇA | APÓSTOLO ESTEVAM HERNANDES by Igreja Renascer Em Cristo
O PODER DA ALIANÇA COM DEUS! | APÓSTOLO ESTEVAM HERNANDES by Igreja Renascer Em Cristo
Mensagem ministrada pelo Pr. Marcos Andrade.
07 de Junho de 2026Preleção: Marco Aurélio
07/06/2026 - Culto Vespertino - Neemias 10
A Aliança da Redenção (parte 5) - Gabriel Manzoni by IDE
Nestes últimos dias, a África do Sul está a ser abalada por uma nova onda de xenofobia, com grupos de cidadãos sul-africanos a atacarem imigrantes, queimarem as suas casas ou os seus comércios. Independentemente de estarem em situação legal ou não, os estrangeiros são acusados por estes grupos de "roubarem os empregos" dos nacionais, num contexto de grave crise social e económica no país, nomeadamente com uma taxa de desemprego de cerca de 32%. Depois de pelo menos nove moçambicanos terem morrido nas violências xenófobas, várias centenas de moçambicanos residentes no país têm estado a fugir da África do Sul, com algum apoio por parte de Maputo. A Nigéria, o Gana e o Maláui também estão a organizar o regresso a casa dos seus cidadãos expatriados na África do Sul. Uma situação que o executivo sul-africano lamenta mas perante a qual parece algo impotente, senão mesmo "complacente", acusam certos governos africanos mais críticos. A nível interno, em ano de eleições locais, a coligação governamental faz frente a sectores de opinião que tentam ganhar visibilidade a pretexto desta nova crise, considera André Thomashausen, professor emérito de direito internacional e constitucional da Universidade da África do Sul, em Pretória. O universitário refere todavia acreditar que este fenómeno não vai durar, por não ter -do seu ponto de vista- nenhum alicerce popular. RFI: Como é que analisa a situação vigente nestes últimos dias na África do Sul? André Thomashausen: Um aspecto deve ser considerado é o aspecto da política interna da África do Sul, em que o partido da esquerda, da minoria, do antigo presidente Zuma, o partido MK ("Umkhonto we Sizwe", partido "Lança da Nação) está a aproveitar esta onda da xenofobia e está a fomentar, a instigar, esta xenofobia para pressionar a coligação que está a governar, que é o ANC, com o partido da Aliança Democrática. É assim, infelizmente. Muito tragicamente, este assunto não é completamente inocente e possivelmente não teria acontecido este ataque de xenofobia se não tivesse sido instigado. E temos uma tradição disso. Sempre quando uma minoria política decide afastar um governo, de repente aparecem ataques xenófobos. Foi assim na altura em que o Jacob Zuma quis substituir o governo do Thabo Mbeki, em 2007. De repente, houve ataques xenófobos. E foi assim, de volta, no fim da era do Zuma, em que novamente isso estalou. Talvez o único aspecto positivo é que esta crise não vai durar tanto tempo. E penso que os espíritos vão novamente acalmar. RFI: Há cerca de uma semana que isto dura. O que é que o leva a crer que vai haver uma acalmia? André Thomashausen: Bom, existe sempre uma solidariedade entre os mais pobres, entre os mais miseráveis. E as vítimas da xenofobia é gente muito pobre e gente que não tem vida estável, que não tem emprego formal e normalmente existe uma solidariedade africana. Na tradição, nas culturas africanas, muito raramente aparece um ódio entre grupos ou um ódio de raça ou ódio nacionalista. Porque as culturas estão todas interligadas. Eu duvido muito que esta vaga seja uma expressão de um sentimento popular alargado. Na maior parte dos casos que temos visto, há uma mão organizadora, há grupos de choque que aparecem num sítio, aparecem com autocarros a transportá-los. Alguém está a organizar esses transportes e a pagar esses transportes. É um bocado um assunto de segurança pública e de segurança do Estado que está aqui a falhar. E assim vamos esperando que venha a faltar o apoio para esta xenofobia. O verdadeiro apoio popular não existe. É gente alheia que aparece num sítio que não vive lá e de repente atacam os que são estrangeiros, os que falam com um sotaque diferente ou que, pela aparência, não pertencem. Um problema dentro da xenofobia, isolado e diferente, é a imigração ilegal que temos experimentado e que temos visto oriunda da Somália e do Sudão, países bastante afastados. São para aí uns 8 mil quilómetros de distância, daqui para o Sudão e para a Somália. E esta migração, essa sim, está a provocar ódio e está a provocar uma resistência forte entre a população que aqui na África do Sul normalmente não é muçulmana e rejeita a cultura desses migrantes. RFI: No começo da nossa conversa, mencionou que há certos sectores políticos que tiram proveito desta situação. Tem aparecido muito o nome de uma organização, a "March and March". O que é que se poderia dizer sobre esta organização e o interesse que teria também em movimentar a multidão contra os imigrantes? André Thomashausen: Bom, mais uma vez, é um rótulo que aparece subitamente, que não tem antecedentes. Não se podem identificar os líderes, gente desconhecida e, no meu ponto de ver, oportunista. Tal como nos anos 30, na Alemanha, houve uma organização nazi que fomentou o ódio contra os judeus, para assim virem a ser notórios e intimidar, provocar a instabilidade. Eu vejo aqui essas organizações também como sendo organizações um bocado fantoches, que não têm uma base popular, não têm milhares de membros ou aderentes. São completamente transparentes. E mais uma vez, eu estou a ver aqui um oportunismo político trágico de tentar provocar uma dificuldade ao governo por gente que falhou nas eleições, que não conseguiu reunir uma maioria de votos e assim, agora estão a tentar destabilizar o país através desta vaga. RFI: Certos países, nomeadamente a Nigéria ou Gana, que têm alguns dos seus expatriados na África do Sul, acusaram o governo de Pretória de ser algo complacente com esta onda de xenofobia que, no fundo, poderia ser interpretada também como uma forma de camuflar as suas próprias incapacidades em gerir questões como a economia, a educação e a saúde. André Thomashausen: Certo. Só que, na realidade, este governo, esta administração, é uma administração que está a sobreviver mal num contexto de Estado já falhado, em que as forças da ordem, a polícia e e Forças Armadas não têm nem sequer a mínima capacidade. Não há veículos e onde há veículos não há verbas para o combustível. Há um elevado sistema de corrupção na polícia e nas Forças Armadas. As Forças Armadas já foram mobilizadas na Província do Cabo para tentar limitar, tentar reduzir a vaga de assassinatos entre mafiosos, entre bandos, criminosos, traficantes de droga e de pessoas. E assim, eu acho que não é por falta de vontade, mas é por falta de capacidade que o governo está assim passivo. Está assim, num papel de observador em que o Presidente Ramaphosa lamenta muito a xenofobia, mas não tem meios realmente para uma estratégia através da qual poderia prender e imobilizar aqueles que estão a instigar esses ataques aos migrantes e refugiados e, evidentemente, também uma percentagem muito elevada de migrantes ilegais. Mas, na realidade, a economia está a empregar essa gente. E isso também tem a ver com a alta taxa de sindicalização dos trabalhadores sul-africanos, que provocam um nível do preço da mão-de-obra muito elevado. E isso cria uma uma atractividade ao emprego dos estrangeiros que não estão sindicalizados. É tudo uma mistura de situações que deveriam ser reformadas, que deveriam ser consideradas, mas só que este actual governo é um governo de crise e é um governo que não tem a capacidade para reagir. RFI: Estamos em ano de eleições autárquicas. Vão acontecer a 4 de Novembro. Pensa que isto também joga nesta crise? André Thomashausen: Absolutamente. É uma maneira de tentar animar os eleitores, tentar atirar culpas aos migrantes, culpas pela falta de prestação de serviços, pelo facto de que 90% das municipalidades estão tecnicamente falidas e já não têm capacidade para garantir o abastecimento de água potável ou a manutenção dos sistemas de esgotos ou transportes públicos, o sistema escolar primário, o sistema de assistência médica básica e assim, é um bode expiatório, acusar a presença dos estrangeiros. E isso tudo entra nas estratégias. Estas eleições vão decididamente reduzir o apoio ao ANC. Vão demonstrar a queda dramática da confiança neste partido da libertação. Mas é normal que depois de 30 anos da grande transferência, em 1990, o partido libertador, com a sua legitimidade histórica, venha a ser desafiado. RFI: Está a dizer que o ANC poderia perder o leme. Mas para que a formação? André Thomashausen: Vai beneficiar a Aliança Democrática, que é um partido liberal do centro-esquerda, completamente multicultural, que tenta fazer renascer o ideal do Nelson Mandela de uma "Nação arco-íris". Há muitos, muitos eleitores tradicionais do ANC que desta vez vão votar na Aliança Democrática. O partido está a apostar nesta oportunidade. E, aliás, está convencido que com a sua antiga presidente, Helen Zille, vão ganhar as eleições em Joanesburgo, a maior metrópole aqui na África do Sul.
Falando Sirius chegando na segunda com furtividade e furtos em Thick as Thieves (obrigado Nuuvem). Desbrave mundos cheio de Necrons em Adeptus Mechanicus 2 e mande todos para o nada em nome do Omnissiah! Aproveita a semana com feriado e escute um Candlemass:Adquira os albuns:Candlemass – Polar Rough MixCandlemass – Ashes to Ashes Adquira os […] O post Thick as Thieves – Warhammer 40,000: Mechanicus II – Candlemass | Falando Sirius apareceu primeiro em Aliança Intergaláctica.
The following article of the Infrastructure industry is: “Jalisco and Nuevo Leon Forge a Strategic Axis for Growth” by Felipe Villarreal, CEO, Alian Plastics. (AA1266)
Muitas vezes olhamos para as grandes estruturas da Igreja Adventista — Uniões, Divisões e a Conferência Geral — mas a verdadeira expressão visível desse movimento acontece na Igreja Local. Mas, afinal, o que define uma igreja como verdadeiramente adventista? Neste vídeo, exploramos os elementos que compõem o DNA de uma congregação local, desde a identidade doutrinária até a prática do culto e a disciplina eclesiástica. Neste episódio, discutimos: Identidade Doutrinária: Por que a "Verdade Presente" e a Mensagem dos Três Anjos são o coração da igreja local. Estrutura e Aliança: A importância de não ser uma igreja autônoma, mas interdependente e conectada ao corpo mundial. Liderança que Serve: O papel do ancião como guardião espiritual e a liderança bíblica baseada em dons. Liturgia e Adoração: Os símbolos que nos marcam, como a Escola Sabatina e a Santa Ceia com Lava-pés. Disciplina e Santidade: Como a igreja local atua como guardiã da unidade e da pureza doutrinária. Entenda por que a organização visível não é um obstáculo ao Espírito, mas a moldura pela qual Ele age com ordem e propósito. "A Igreja local não é apenas um lugar de reunião; é uma base missionária de multiplicação." Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
A Aliança da Redenção (parte 4) - Gabriel Manzoni by IDE
Bruno Cardoso Reis defende que o recente ataque perto da fronteira romena pode ser um teste deliberado à NATO, o que indica que o Kremlin não receia uma reação musculada da Aliança Atlântica. See omnystudio.com/listener for privacy information.
“O mundo não pode continuar com a política da inimizade.” É desta forma que o Presidente de Cabo Verde enquadra a realização da Cimeira das Nações Crioulas, que decorre entre 28 e 30 de Maio, na cidade da Praia. Numa altura marcada por guerras, intolerância e profundas desigualdades, José Maria Neves defende um novo humanismo assente no diálogo, na cooperação e na valorização das identidades crioulas. O que representa esta Cimeira das Nações Crioulas num momento em que o mundo atravessa tantas tensões e conflitos? Essencialmente, este é um espaço de encontro. Vivemos num mundo disruptivo, de rupturas. Há muitas guerras, muitos confrontos e alguma desumanidade. Nós queremos recuperar a ideia do encontro, do diálogo, da busca de soluções negociadas e da cooperação para o desenvolvimento. As nações crioulas são nações que resultam de encontros entre culturas, entre povos, e mostram que o diálogo é possível. Precisamos de criar um movimento que defenda um novo humanismo. É por isso que estamos a realizar este encontro: para discutirmos, sobretudo, os novos caminhos para o futuro. Quantos países participam nesta primeira cimeira? Estarão presentes mais de três dezenas de países. A sessão de abertura contará com intervenções do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, do presidente da Aliança das Civilizações, ex-ministro dos Negócios Estrangeiros de Espanha, Miguel Ángel Moratinos e do Presidente de Portugal, António José Seguro, De que forma é que a cooperação entre as nações crioulas pode traduzir-se em ganhos concretos nas áreas da cultura, educação e economia? Nós vamos mostrar a enorme riqueza cultural das nações crioulas e isso contribui não só para o desenvolvimento das economias criativas, mas também para o crescimento económico e para a competitividade dos diferentes espaços. O que se pode ver nas nações crioulas é talento, criatividade, resiliência e uma enorme disponibilidade para as trocas. Ao realizarmos uma cimeira em que mostramos não só o percurso histórico das nações crioulas, mas também toda a sua riqueza cultural, as suas potencialidades económicas e os recursos disponíveis para que as pessoas vivam com mais dignidade, estamos naturalmente a criar uma cultura voltada para o desenvolvimento humano, para o crescimento económico e para o progresso. As línguas crioulas continuam, em muitos casos, a enfrentar dificuldades de reconhecimento institucional. Esta cimeira poderá contribuir para reforçar essa valorização? Espero que sim. No caso de Cabo Verde, o consenso tem sido difícil. Desde a Claridade, ou mesmo antes, com o movimento literário protagonizado, por exemplo, por Pedro Cardoso e Eugénio Tavares, houve um esforço de dignificação do crioulo. Depois, o próprio movimento da Claridade, com Baltasar Lopes da Silva, também ele filólogo, escreveu sobre a língua cabo-verdiana. Há hoje um novo momento de valorização da língua cabo-verdiana. Mas não tem sido fácil alcançar consenso, sobretudo por causa da riqueza do crioulo cabo-verdiano, que assenta na existência de várias variantes. Essa pluralidade dificulta um pouco, pelo menos no plano das ideias, a padronização da língua cabo-verdiana. Mas espero que, com este debate, com este encontro, com as discussões que vão ter lugar e com as perspectivas que se abrem para novos debates e novos temas relacionados com o crioulo, a língua cabo-verdiana possa afirmar-se cada vez mais. Cabo Verde pode afirmar-se como uma referência diplomática e cultural no espaço crioulo internacional? A ideia é precisamente essa: criar um movimento. Um pequeno Estado, como é o caso de Cabo Verde, tem de liderar pelo exemplo. Cabo Verde é um país que tem a ambição de ser útil à comunidade internacional. Nós podemos mostrar que o mundo, quando assente no racismo, na violência e nos confrontos, tem de encontrar novos caminhos. E as nações crioulas mostram um pouco esses caminhos. São povos que vieram de várias origens e que formaram outras culturas, outras nações. Independentemente da violência ou das rupturas iniciais, o importante é o caminho que foi feito no sentido de esses países e dessas nações criarem novas pontes de diálogo e espaços de entendimento. O não-racismo, a não-violência - estes encontros acabam por mostrar que há novas possibilidades, outras formas de viver. Nós podemos olhar para a dignidade da pessoa humana e não assentar o mundo no racismo, na violência, nas guerras e num confronto permanente. Penso que este é o contributo das nações crioulas e Cabo Verde pode liderar esse movimento. Não há alternativa: existem outras formas de viver e outras formas de pensar. A cooperação solidária para o desenvolvimento é possível. A cimeira surge também como uma mensagem política em defesa do diálogo e da paz? Exactamente. Temos de perceber que não podemos continuar com a política da inimizade. Achille Mbembe escreve precisamente sobre a política da inimizade, que se aproxima, de certa forma, da biopolítica de que fala Foucault. O que queremos aqui é mostrar que é preciso respeitar o outro e abandonar uma perspectiva permanente de intolerância, destruição ou eliminação do outro. Portanto, a amizade, o diálogo, a paz e a cooperação são fundamentais. O que encontramos hoje é uma grande desigualdade nos termos de intercâmbio. Mas devemos construir intercâmbios entre os Estados, entre o Norte e o Sul, em novas bases - bases mais igualitárias, com mais tolerância e com os olhos postos na dignidade da pessoa humana.
O Fórum Brasileiro de Microempreendedorismo será realizado em Brasília, de 9 a 11 de junho, pela Aliança Empreendedora. O evento foca no empreendedorismo em comunidades e periferias brasileiras e reumirá representantes do governo, instituições e empreendedores para discutir inclusão socioeconômica, geração de renda e os desafios dos pequenos negócios no país. A cofundadora da Aliança Empreendedora, Lina Maria Useche, falou ao Conexão Senado sobre a proposta do fórum, os desafios enfrentados pelos microempreendedores, o papel feminino e as mudanças necessárias para fortalecer as iniciativas do setor.
AMARAL, Rogério. A cólera divina e as camadas da aliança. Jornal Brasília Espírita Edição Nº 259 / Março e Abril 2026. (live no YouTube). Palestrante: Rogério Amaral
Um episodio completo com tudo aquilo que este lindo podcaster pode oferecer para vocês! Dê um play e bora!!!Adquira o album:Moonspell – Opus Diabolicum Adquira os livros (use o cupom FSIRIUS):Os Reis da WyldA Rosa Sanguinária O post Moonspell – Rosa Sanguinária – Wardrum – Memoria Polis – Myst | Falando Sirius apareceu primeiro em Aliança Intergaláctica.
A Aliança da Redenção (parte 3) - Gabriel Manzoni by IDE
Orlando Samões afirma que o Irão usa táticas de guerrilha contra os EUA. Ainda acrescenta que a aliança Xi-Putin desafia o Ocidente e que a ONU carece de capacidade coerciva.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Orlando Samões afirma que o Irão usa táticas de guerrilha contra os EUA. Ainda acrescenta que a aliança Xi-Putin desafia o Ocidente e que a ONU carece de capacidade coerciva.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Orlando Samões afirma que o Irão usa táticas de guerrilha contra os EUA. Ainda acrescenta que a aliança Xi-Putin desafia o Ocidente e que a ONU carece de capacidade coerciva.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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A elevada abstenção, o reforço do bipartidarismo e a exigência crescente de descentralização marcaram as eleições legislativas em Cabo Verde. Em entrevista, Roselma Évora, investigadora na área da democracia e dos sistemas de governação, analisa os resultados do escrutínio, o desgaste do MpD após dez anos no poder, a ascensão do PAICV e os desafios que se colocam à democracia cabo-verdiana. Que balanço faz do dia de votação? Penso que devemos continuar a acreditar na democracia cabo-verdiana. Apesar dos desafios, Cabo Verde tem vindo a consolidar, de forma gradual, o rocesso democrático e eleitoral. Há ainda aspectos a melhorar, mas é evidente que o país continua a dar passos importantes nesse caminho. Uma das grandes vantagens de Cabo Verde é precisamente a sua dimensão. Sendo um país pequeno, consegue organizar eleições de forma eficiente e apresentar resultados no próprio dia, o que reforça a confiança no sistema. Além disso, Cabo Verde possui um activo fundamental: a estabilidade política. O país conseguiu, ao longo destes 35 anos de democracia, assegurar alternâncias de poder de forma pacífica, algo que constitui um marco importante, sobretudo no contexto africano e na região onde estamos inseridos, marcada por frequentes episódios de instabilidade. A possibilidade de formar maiorias estáveis permite aos governos aplicar os seus programas e pensar o país numa lógica de continuidade, desenvolvimento e melhoria progressiva da qualidade de vida das populações. Foi uma eleição muito renhida. O PAICV e o MpD estiveram praticamente “taco a taco”. Os resultados provisórios dão 35 deputados ao PAICV, 31 ao MpD e dois à UCID. O presidente do PAICV reclama maioria absoluta. Que cenário se pode adivinhar para o país? Os cabo-verdianos têm uma forte cultura de valorização da estabilidade política. Não digo isto num sentido conservador negativo, mas no sentido de procurarem segurança e previsibilidade na governação. Desde a abertura política, em 1991, Cabo Verde tem demonstrado preferência por soluções governativas estáveis. O país nunca teve uma tradição de coligações fortes. Houve, por exemplo, a experiência da Aliança Democrática para a Mudança, em 2001, mas essa tentativa não conseguiu consolidar-se, elegendo apenas um deputado. Isso mostra que o eleitorado tende a privilegiar partidos com capacidade efectiva para formar governo. No fundo, quando votam, os cabo-verdianos procuram garantir que o partido escolhido terá condições para governar com estabilidade e executar aquilo que prometeu durante a campanha. Pelos dados mais recentes, tudo indica que o PAICV poderá alcançar a maioria absoluta, sobretudo devido aos resultados na diáspora, particularmente no círculo das Américas. Ao mesmo tempo, verificam-se mudanças importantes em círculos tradicionalmente menos favoráveis ao partido, como São Vicente e Santo Antão, onde há agora um equilíbrio de forças. Isso pode representar um regresso a uma lógica de alternância semelhante à vivida no início dos anos 2000. O líder do MpD e primeiro-ministro cessante assumiu a derrota e anunciou a demissão. Era uma decisão expectável, depois de dez anos de governação? Penso que houve vários factores que contribuíram para este desfecho. Desde logo, parece-me que existiram erros na configuração das listas eleitorais, mas também dificuldades evidentes ao nível da coordenação governativa e da comunicação política. Apesar dos indicadores macroeconómicos apontarem para crescimento económico, muitos cabo-verdianos não sentiram melhorias concretas nas suas vidas. O sentimento generalizado era de que esse crescimento não se reflectia no quotidiano das famílias. Ficou também a percepção de que a governação estava excessivamente concentrada num grupo restrito, o que acabou por alimentar algum afastamento entre o poder político e a população. Nesse contexto, Francisco Carvalho conseguiu mobilizar muitos eleitores, inclusive com propostas que considero mais radicais. Ainda assim, é importante reconhecer que Cabo Verde já registou avanços significativos nas condições sociais e no seu percurso de desenvolvimento, passando da categoria de país menos avançado para país de rendimento médio, fruto do esforço colectivo dos cabo-verdianos. O desgaste do partido no poder era evidente, sobretudo em relação ao primeiro-ministro. No entanto, confesso que não esperava o anúncio da sua demissão. Penso que o país continuará a precisar de uma oposição estruturada e orientada. Talvez ele esteja cansado, mas o MpD terá agora de reflectir sobre o seu futuro e redefinir o seu caminho político. A taxa de abstenção atingiu 53,3%, um valor histórico na democracia cabo-verdiana. Que mensagem quiseram os cabo-verdianos transmitir aos líderes políticos? A questão da abstenção deve ser analisada numa perspectiva longitudinal. Nas primeiras eleições multipartidárias, em 1991 e 1995, a participação foi muito elevada, porque a democracia representava uma novidade e uma conquista para os cabo-verdianos. No entanto, a partir de 2001 começou a surgir um crescente descontentamento com o funcionamento do sistema político. Os cabo-verdianos valorizam profundamente a democracia, mas muitos sentem-se frustrados com a forma como ela funciona na prática. Existe a percepção de que o sistema político está demasiado fechado sobre os partidos e que as oportunidades não chegam de forma igual a todos os cidadãos. Apesar de termos uma Constituição moderna, muitas pessoas acreditam que apenas uma pequena elite ligada aos grandes partidos beneficia verdadeiramente do sistema democrático. Os dados mostram isso claramente: apenas 19% dos cabo-verdianos dizem estar satisfeitos com a democracia. E é legítimo perguntar quem são esses 19%. Na minha opinião, trata-se sobretudo das elites partidárias que têm controlado o poder ao longo dos anos. A elevada abstenção é, portanto, um sintoma antigo de descrença e desconfiança. Muitas pessoas deixaram de se rever nos políticos e nas lideranças actuais. Cabo Verde não está isolado desta tendência mundial de crise de liderança e de afastamento entre cidadãos e representantes políticos. Nesta eleição, a UCID perdeu mandatos, passando de quatro deputados para dois. O Partido Popular voltou a não eleger deputados e o PTS, apesar de ter aumentado a votação, também não conseguiu representação parlamentar. Como se explica este resultado? O país está condenado ao bipartidarismo? Não diria que Cabo Verde está condenado ao bipartidarismo. O problema não é a existência de dois grandes partidos, mas sim a qualidade do funcionamento desse sistema e a capacidade de renovação política. Ao longo destes 35 anos de democracia, consolidou-se um sistema claramente bipartidário, no qual os pequenos partidos enfrentam enormes dificuldades para se afirmarem. Há questões estruturais que explicam isso. Desde logo, os grandes partidos têm maior capacidade de implantação em todas as ilhas e beneficiam de mais recursos financeiros e logísticos através da subvenção eleitoral. Isso permite-lhes organizar campanhas muito mais eficazes em todos os círculos eleitorais. Já os partidos pequenos enfrentam limitações materiais, organizativas e até de liderança, o que dificulta a afirmação de alternativas credíveis. Nesse cenário, muitos eleitores acabam por preferir votar nos partidos que efectivamente têm capacidade para formar governo. Vimos também, neste escrutínio, a importância e o peso da diáspora. Isto mostra que as autoridades têm de olhar para a diáspora como uma prioridade? Sem dúvida. A diáspora cabo-verdiana continua a ter um peso político muito inferior àquele que deveria ter. Se Cabo Verde possui mais de um milhão de emigrantes, é difícil compreender como existem apenas cerca de setenta mil eleitores inscritos no exterior. Isso demonstra que ainda há um enorme défice de integração política da diáspora. É necessário aproximar o Estado dessas comunidades, reforçar o recenseamento eleitoral e criar mecanismos que facilitem a sua participação no processo político, incluindo soluções digitais. A diáspora não pode continuar a ser vista apenas como um apoio económico. Ela deve ser encarada como um parceiro estratégico no desenvolvimento do país e na construção de uma nova etapa para Cabo Verde, centrada na qualidade, no conhecimento e na inovação. Durante a campanha eleitoral falou-se muito da centralização do poder em Santiago e na cidade da Praia. A liderança de Francisco Carvalho pode alterar essa realidade ou tende a reforçá-la? Existe uma grande expectativa, sobretudo nas ilhas do Norte, em relação a essa questão. São Vicente, por exemplo, demonstrou nesta eleição uma vontade clara de mudança e espera agora maior reconhecimento político. O próximo governo terá de construir uma composição governativa que transmita a ideia de equilíbrio regional e de inclusão das diferentes ilhas. Há um sentimento crescente de exclusão fora de Santiago, precisamente porque a capital concentra o poder político, económico e administrativo. Essa centralização acaba por empurrar muitas pessoas para Santiago à procura de oportunidades de trabalho e melhores condições de vida. Por isso, penso que Cabo Verde precisa de aprofundar a descentralização, aproximando o poder das populações e criando condições para que as pessoas possam viver e desenvolver-se nas suas próprias ilhas, sem sentirem necessidade de migrar para a capital.
Muito obrigado aos nossos padrinhos! Sem eles, este episódio não seria possível.- Ronald Goes (Lorde Supremo)- Nicholas Lacerda (Cavaleiro)- Ivo Wakassugui (Cavaleiro)Linktree (Doações, redes sociais, contato, Discord): https://linktr.ee/MaincastrpgMestre:GuilhermeVorn:MailonCarthus:BobHendrid:DanielDaeminuial:EricParticipação especial:Crystal RubraEditado por Eder Allaun
Os trabalhistas britânicos estão à procura de um liíder que possa convencer. Uma crónica de Francisco Sena Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Aliança da Redenção (parte 2) - Gabriel Manzoni by IDE
Transforme o São João em uma oportunidade de faturar alto com grandes encomendas! Conversamos com a Regina Pfiffner, Líder de Projetos na Aliança Empreendedora, sobre como micro e pequenos empreendedores podem fechar grandes pedidos nas festas juninas, mesmo trabalhando sozinhos. E para lucrar ainda mais no período junino com seu negócio de alimentação, acesse o site da Academia Assaí. Tem cursos gratuitos, dicas, receitas e mais: academiaassai.com.br
Olá Universo! Limitfinal bate um papo sobre a produção do filme independente de terror A Última Fita com a diretora e produtora Caroline Adrielli e o musico Daniel Sullivan responsável pela trilha sonora. Dê um play e bora! LINKTREE A ÚLTIMA FITA O post A Última Fita | Aliança Intergaláctica Podcast | 208 apareceu primeiro em Aliança Intergaláctica.
Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor
Seja Bem Vindo ao nosso PodCast! Giovani Zimmermann Jr é presidente fundador da Igreja Casa na Rocha. Casado c/Sophia e pai de 3 filhos. Professor de Teologia, Mestre em Filosofia Unioeste/PR, Psicanalista Clínico e Neuropedagogo. Graduou-se no Instituto Bíblico Cristo para Las Naciones (CFNI México/DF).Seja um Cooperador Fiel!
Palatul Cotroceni a găzduit miercuri Summitul Formatului București 9 (B9) și al Țărilor Nordice, co-prezidat de președintele României, Nicușor Dan, și de președintele Poloniei, Karol Nawrocki. „Delivering More for Transatlantic Security” („Mai mult pentru securitatea transatlantică”) a fost tema întîlnirii. La finalul evenimentului s-a accentuat ideea colaborării strînse a aliaților cu SUA în cadrul NATO, s-a reiterat ideea că Federația Rusă este cea mai importantă amenințare la adresa Alianței Atlanticului de Nord şi ţările participante au convenit să susțină la summitul NATO de la Ankara, din iulie, conceptul NATO 3.0. Despre toate acestea am vorbit cu analistul de politică internațională Robert Lupițu, redactor-șef al platformei „Calea europeană”.La finalul summitului B9 și Țările Nordice s-a insistat pe ideea că Federația Rusă este cea mai importantă amenințare la adresa alianței. Ce rol are acest tip de declarație?Robert Lupițu: „Sigur, par cuvinte aruncate pe un document, însă dacă ne-am găsi în situația, puțin probabilă, ca la un summit aliat ulterior să nu mai vedem Rusia încadrată astfel, de fapt atunci ne-am da seama ce înseamnă a continua să numești Rusia o amenințare, pentru că în primul rînd este. Ea poate fi diluată în percepția publică pentru că tot timpul vedem lideri politici și documente oficiale care spun că Rusia este o amenințare, dar dacă cumva nu am mai spune asta, atunci cineva ar putea deduce că nu mai este. Şi nu este cazul, pentru că vedem instrumentarul de război clasic militar pe care îl poartă împotriva Ucrainei și de război hibrid cognitiv pe care îl poartă împotriva societăților sau infrastructurilor noastre.”Țările participante la summitul B9 și Țările Nordice au convenit să susțină la summitul NATO de la Ankara, din iulie, conceptul NATO 3.0. Despre ce este vorba?Robert Lupițu: „În momentul în care am încheiat relatările de la summitul de ieri, am mers pe formula că NATO 3.0 a intrat în dispozitivul strategic al alianţei la București – folosind o terminologie militar-geopolitică. Conceptul NATO 3.0 a luat naștere în luna februarie la reuniunea miniştrilor apărării din NATO de la Bruxelles, cînd Statele Unite au fost reprezentate de subsecretarul de stat al Pentagonului, al departamentului de război sau al apărării, Elbridge Colby, care este supranumit și artizanul strategiei naționale de apărare. Acolo el a prezentat conceptul de NATO 3.0. Practic, el a împărțit NATO în trei perioade. Perioada de NATO 1.0 care a existat de la momentul înființării, din 1949, pînă la finalul Războiului Rece. Conceptul de NATO 2.0 și anume redefinirea Alianţei și tot ce a urmat cu extinderile ulterioare. Şi NATO 3.0, în care ne-am afla acum sau urmează să ne aflăm, care se referă la faptul că Uniunea Europeană și Europa per ansamblu, aliații europeni trebuie să fie în măsură să asigure securitatea convențională a continentului, adică acea securitate specifică apărării convenționale de tip terestru, aerian și maritim, în timp ce Statele Unite vor rămîne implicate inclusiv din perspectivă neconvențională, adică descurajare strategică nucleară. Aceea a fost propunerea de la acel moment a Statelor Unite, care acum este preluată de către aliații de pe flancul estic, urmînd să fie propusă pentru summit-ul NATO de la Ankara.”Apasă PLAY pentru a asculta interviul integral!O emisiune de Adela Greceanu și Matei Martin Un produs Radio România Cultural
România organizează în aceste zile Summitul B9. Este vorba de inițiativa dedicată aspectelor de securitate specifice Flancului estic al NATO. La București au ajuns șeful Alianței Nord-Atlantice, președintele Poloniei și alți lideri europeni. Este așteptat și președintele Ucrainei, Volodimir Zelenski. Summitul de la București vine înainte de summitul NATO de la Ankara. Suntem la aproape patru ani și jumătate de război în Ucraina, iar conflictul pare că nu se va termina prea curând. Uniunea Europeană și statele membre au ajutat Ucraina atât cu tehnică militară, dar și cu bani. Cât mai putem ajuta Ucraina? Oprim ajutoarele către Ucraina? Mai poate susține financiar Europa Kievul? E timpul ca Ucraina să cedeze teritoriile? Putem plăti la nesfârșit pentru pace?
România organizează în aceste zile Summitul B9. Este vorba de inițiativa dedicată aspectelor de securitate specifice Flancului estic al NATO. La București au ajuns șeful Alianței Nord-Atlantice, președintele Poloniei și alți lideri europeni. Este așteptat și președintele Ucrainei, Volodimir Zelenski. Summitul de la București vine înainte de summitul NATO de la Ankara. Suntem la aproape patru ani și jumătate de război în Ucraina, iar conflictul pare că nu se va termina prea curând. Uniunea Europeană și statele membre au ajutat Ucraina atât cu tehnică militară, dar și cu bani. Cât mai putem ajuta Ucraina? Oprim ajutoarele către Ucraina? Mai poate susține financiar Europa Kievul? E timpul ca Ucraina să cedeze teritoriile? Putem plăti la nesfârșit pentru pace?
Výtah Respektu: Česko má od tohoto týdne zmocněnce pro plnění závazků NATO. Vláda ANO, SPD a Motoristů na pondělním jednání jmenovala Jakuba Landovského, který je bývalým velvyslancem Česka při Severoatlantické alianci. Kromě toho byl v minulosti i náměstkem pro obrannou politiku a strategii ministerstva obrany či výkonným ředitelem středoevropské pobočky Aspen Institute. Proč kabinet vytvořil novou funkci i přesto, že při svém nástupu avizoval, že chce jejich počet spíše snižovat? Jaký má Landovský vztah k současné vládě? Proč se nejspíš bude muset vypořádávat s SPD? A jak by jeho působení mohlo změnit pozici Česka v NATO? V úterní epizodě odpovídá Kristýna Jelínková.
România rămâne în centrul atenției presei internaționale după căderea guvernului Bolojan prin moțiune de cenzură. Comentatorii ridică îngrijorări cu privire la conlucrarea dintre PSD – considerat pro-european – și formațiunea de extremă dreapta AUR. ”Pentru prima dată în istoria postcomunistă a României, un partid din tabăra democratică, pro-europeană - Partidul Social Democrat (PSD) - și-a unit forțele cu un partid de extremă dreapta, pro-rus, Alianța pentru Unirea Românilor (AUR)”, constată Deutsche Welle. El Pais vorbește despre ”semnalul din partea României și Bulgariei” Potrivit ziarului spaniol, ”votul de neîncredere de la București și victoria unui candidat pro-rus la Sofia diminuează speranțele din alte capitale privind plecarea lui Orbán din Ungaria. Moțiunea de neîncredere din partea României transmite mai multe semnale capitalelor europene, unele dintre ele îngrijorătoare. (...) Plecarea lui Orbán nu va însemna automat înfrângerea unui stil de politică comun partidelor aliniate nominal atât cu stânga, cât și cu dreapta din Europa Centrală și de Est și care au în comun elemente precum naționalismul, euroscepticismul și o afinitate cu Rusia lui Vladimir Putin.” ”România este din nou cufundată în tulburări politice”, constată Le Monde. ”În ciuda unui vot comun cu naționaliștii Alianței pentru Unitatea Românilor, Partidul Social Democrat nu exclude participarea la o nouă coaliție pro-europeană”. Les Echos vorbește despre ”o alianță complet fără precedent, cu social-democrații și partidul de extremă dreapta AUR. Iar pentru comentatorul de la TV5, ”această alianță nefirească legitimează o extremă dreaptă românească în plină expansiune. Cu o aprobare de 37% în sondaje, AUR este deja în fața PSD în ceea ce privește intențiile de vot; PSD este însă prezent cel mai mare partid din Parlament de la alegerile din decembrie 2024, cu 130 de membri aleși”. După cum transmite BBC, se așteaptă acum ca președintele Nicușor Dan să încerce să reconstruiască coaliția sub un alt prim-ministru. El a încercat să dea asigurări că România - membră a UE și NATO, care se învecinează cu Ucraina - își va menține poziția pro-Bruxelles. Televiziunea publică poloneză TVP amintește că România trebuie să continue să își reducă deficitul, precum și să implementeze reforme pentru a accesa aproximativ 10 miliarde de euro din fondurile UE de redresare și reziliență înainte de data limită din august. Se preconizează că deficitul se va reduce la 6,2% din PIB în acest an, față de peste 9% în 2024.
A Aliança da Redenção - Gabriel Manzoni by IDE
No cenário legislativo brasileiro, o antissemitismo está em pauta. Houve uma sequência importante de fatos nos últimos tempos: o Brasil deixou a Aliança Internacional para a Memória do Holocausto. Depois, a deputada Tabata Amaral apresentou um projeto de lei que define o antissemitismo. e mais recentemente, houve um seminário em Brasília para debater o tema. E esse cenário é o nosso assunto hoje. Nosso convidado é Fernando Lottenberg, advogado, Comissário da Organização dos Estados Americanos para o monitoramento e combate ao antissemitismo, e conselheiro do IBI.
O objetivo é pôr fim ao 16 anos de governos Netanyahu, inspirada na fórmula do húngaro Péter Magyar. Uma crónica de Francisco Sena Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Moțiunea de cenzură inițiată de PSD și AUR ar urma să fie depusă în Parlament chiar în această după-amiază. S-au strâns deja cel puțin 230 de semnături, spun surse politice. Alianța PSD–AUR pentru moțiune a produs o undă de șoc pe scena politică. Cele două partide, cel puțin la nivel declarativ, susțin că nu au un acord politic după moțiune. Nu au vorbit, pentru moment, de o guvernare împreună. Între timp, premierul Ilie Bolojan spune că nu va demisiona înainte de moțiune și îl acuză pe liderul PSD, Sorin Grindeanu, că a mințit în tot acest timp. Ce rezolvă moțiunea de cenzură AUR–PSD? A greșit Nicușor Dan în această mediere? Cine va guverna țara dacă moțiunea trece?
Moțiunea de cenzură inițiată de PSD și AUR ar urma să fie depusă în Parlament chiar în această după-amiază. S-au strâns deja cel puțin 230 de semnături, spun surse politice. Alianța PSD–AUR pentru moțiune a produs o undă de șoc pe scena politică. Cele două partide, cel puțin la nivel declarativ, susțin că nu au un acord politic după moțiune. Nu au vorbit, pentru moment, de o guvernare împreună. Între timp, premierul Ilie Bolojan spune că nu va demisiona înainte de moțiune și îl acuză pe liderul PSD, Sorin Grindeanu, că a mințit în tot acest timp. Ce rezolvă moțiunea de cenzură AUR–PSD? A greșit Nicușor Dan în această mediere? Cine va guverna țara dacă moțiunea trece?
A maior aliança militar da história não está enfrentando uma crise de orçamento. Está enfrentando uma crise de propósito.Por 77 anos, a OTAN funcionou como a espinha dorsal da segurança ocidental. Hoje, entre a guerra no Irã, a guerra na Ucrânia abandonada por Washington e uma Casa Branca que trata garantias de segurança como moeda de barganha comercial, a aliança chegou ao ponto mais frágil desde sua fundação em 1949.O gatilho foi a guerra contra o Irã, iniciada em fevereiro sem consulta aos aliados. A recusa europeia em participar do bloqueio no Estreito de Ormuz expôs uma ruptura que vinha sendo construída há anos. França fechou seu espaço aéreo. Espanha chamou a guerra de ilegal. Alemanha questionou se o envolvimento cabia no mandato defensivo da aliança. A resposta de Washington veio em tom de ameaça: considerar a saída da própria OTAN.Neste vídeo, destrinchamos a arquitetura dessa fratura. Como três crises simultâneas — Ormuz, Donbass e o flanco nórdico-ártico — colidem com uma aliança que opera por consenso e já não tem consenso algum. Por que o rearmamento europeu, por mais acelerado que esteja, não se traduz em capacidade militar no prazo que a Rússia exige. E por que a maior vulnerabilidade da OTAN hoje não é o adversário externo, mas a dúvida sobre o próprio compromisso americano com o Artigo 5.
A visita do Papa Leão XIV a Angola, que se inicia este sábado, marca um dos momentos centrais da actualidade africana, num contexto de crise interna e de persistentes desafios políticos e sociais na região. No programa Semana em África desta semana, o destaque vai para Angola, que recebe a partir deste sábado, 18 de Abril, o Papa Leão XIV, no âmbito de um périplo africano. A visita, com passagens por Luanda, Muxima e Saurimo, é encarada pelas autoridades angolanas e pela Igreja Católica como um momento de grande mobilização espiritual e social. Dom José Manuel Imbamba, arcebispo de Saurimo e presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST), sublinha que o Sumo Pontífice “vai encontrar uma Angola em paz”, ainda que reconheça que o país enfrenta “uma crise económica, social e cultural muito profunda”. A deslocação de três dias decorre sob o lema “Peregrino da Esperança, da Reconciliação e da Paz”, uma escolha que reflecte os desafios ainda presentes no país. O analista político Osvaldo Mboco recorda que a reconciliação nacional continua a ser “um desafio”, décadas após o fim da guerra civil. Ainda em Angola, a actualidade fica marcada pela terceira sessão do julgamento dos cidadãos russos Igor Ratchin e Lev Lakshtanov, bem como dos angolanos Buka Tanda e Carlos Tomé. Os arguidos enfrentam acusações de espionagem, terrorismo e financiamento ao terrorismo. A sessão, iniciada a 15 de Abril, ficou marcada pela produção de provas e pela audição dos réus, tendo o tribunal indeferido os pedidos da defesa para ouvir diversas figuras políticas e da sociedade civil como testemunhas. Na Guiné-Bissau, o colectivo de advogados do presidente do PAIGC e coordenador da plataforma Aliança Inclusiva – PAI Terra Ranka denunciou a alegada criação de um tribunal “ad hoc” para julgar a suposta tentativa de golpe de Estado de Novembro de 2025. Em entrevista, o advogado Roberto Indeque acusou o regime de promover manobras com vista à incriminação de Domingos Simões Pereira. Em Moçambique, o representante do Fundo Monetário Internacional (FMI), Olamide Harrison, confirmou que o Governo liquidou antecipadamente uma dívida na ordem dos 700 milhões de dólares. Apesar disso, não existe ainda qualquer acordo para um novo programa de assistência financeira ao país. Já em Cabo Verde, na ilha do Fogo, o abuso sexual de crianças mantém-se como uma das principais preocupações sociais. O alerta foi deixado pelo ministro da Família, Inclusão e Desenvolvimento Social, Fernando Elísio Freire, durante uma visita à ilha, onde, só em 2025, foram registados 31 casos de violência sexual contra menores.
Presa europeană continuă să analizeze consecințele îndepărtării de la putere a lui Viktor Orban, în urma alegerilor de duminică. Este un nou semn al rupturii transatlantice, consideră comentatorii. Ceea ce nu înseamnă că MAGA nu va continua să se amestece în afacerile europene. Le Monde titrează: „După Groenlanda și Iran, alegerile din Ungaria reprezintă un nou pas în ruptura transatlantică.” Înfrângerea electorală zdrobitoare a premierului ungar Viktor Orban, în ciuda sprijinului masiv din partea Washingtonului, ilustrează eșecul strategiei de cucerire ideologică a lui Donald Trump în Europa. Televiziunea belgiană francofonă RTBF transmite că ”au existat numeroase puncte de tensiune între Ungaria și Uniunea Europeană, de la nerespectarea statului de drept până la vetourile lui Viktor Orbán privind sprijinul acordat Ucrainei. Astăzi, Péter Magyar se pregătește să stabilească un nou curs pentru țara sa. La prima vedere, acestea sunt vești pozitive pentru Europa. Cu toate acestea, observatorii rămân prudenți: Ungaria nu va fi de acord cu totul și rămâne dependentă de legăturile pragmatice cu Rusia. Ziarul italian Il Foglio atenționează că terenul european în care amestecul trumpian se poate maniofesta nu se limitează doar la Ungaria. ”Pentru a-l salva pe Orban, administrația Trump a făcut tot posibilul. Această intervenție majoră nu a fost o surpriză. Fusese chiar anunțată public în strategia de securitate națională publicată în decembrie de guvernul SUA. Trump l-a primit cu fast pe președintele naționalist polonez, Karol Nawrocki. Cele trei partide care l-au ales - Lege și Justiție (PiS), Confederația Libertății și Independenței și Coroana - ar putea fi presate să formeze o coaliție după alegerile parlamentare din 2027. Citeste siMagyar luptă, Orban nu pleacă Mai departe spre extrema dreaptă, J. D. Vance a militat deja deschis pentru Alternativa pentru Germania (AfD) și lidera acesteia, Alice Weidel. A făcut același lucru în România pentru Alianța pentru Unitatea Română, condusă de George Simion”. Think-Thank-ul preferat al lui Orbán de la Bruxelles pare că a dispărut, dar de fapt, continuă, citim în Politico. Péter Magyar vrea să închidă grupul conservator MCC Bruxelles. E mai ușor de spus decât de făcut. Organizația este pregătită să facă față presiunii politice, au declarat susținători și detractori ai săi, urmând căile alternative de finanțare, potențialele căi de atac legale și bazându-se pe cererea continuă pentru agenda sa eurosceptică conservatoare. MCC Bruxelles — văzut de mulți ca un purtător de cuvânt al guvernului lui Orbán, deși susține că este independent politic — este unul dintre cei mai zgomotoși și controversați detractori ai UE. Supraviețuirea sa ar reprezenta rezistența valorilor lui Orbán în inima UE.
Encontro semestral de Homens em Aliança
No episódio desta semana, trouxemos atualizações sobre as alianças e filiações para as Eleições 2026, os imóveis milionários comprados pela família de Xande de Moraes e o conselho que ele recebeu de Lula e o inesperado (pelos EUA) baile que o Irã tem dado desde o início da guerra. APOIE financeiramente a continuidade do MIDCast: ------------------ - Apoia.se : https://apoia.se/midcast - Chave PIX : podcastmid@gmail.com ------------------ # COMPRE produtos na lojinha do MIDCast: colab55.com/@midcast # CANAL do MIDCast Política no WhatsApp: bit.ly/midcast-zap # GRUPO dos ouvintes no Telegram: bit.ly/midcastgrupo # LISTA de paródias do MIDCast: bit.ly/parodiasmidcast PARTICIPANTES: ------------------ Anna Raissa - https://bsky.app/profile/annarraissa.bsky.social Diego Squinello - https://bsky.app/profile/diegosquinello.bsky.social Rodrigo Hipólito - https://bsky.app/profile/rodrigohipolito.bsky.social Thais Kisuki - https://bsky.app/profile/thaiskisuki.bsky.social Victor Sousa - https://bsky.app/profile/vgsousa.bsky.social COMENTADO NO EPISÓDIO ------------------ Kátia Abreu, ex-senadora e ex-ministra da Agropecuária, se filia ao PT Cabo Daciolo anuncia pré-candidatura à Presidência da República Avante anuncia escritor Augusto Cury como pré-candidato à Presidência Carlos Bolsonaro atrás em pesquisa gera ataques a Carol de Toni nas redes Sob pressão a seis meses da eleição, PT deve ter menor número de candidatos PT aposta na volta de nomes conhecidos, ex-BBBs e vereadores para eleição da Câmara Soraya Thronicke se filia ao PSB e deixa Podemos na mira por reeleição ao Senado Família de Moraes comprou R$ 23,4 milhões em imóveis desde 2021, diz jornal Lula diz ter aconselhado Moraes a se declarar impedido no caso Master: 'Não permita que caso Vorcaro jogue fora sua biografia' Master declarou ao menos R$ 65 milhões em pagamentos de serviços Após caças abatidos pelo Irã, governo dos EUA propõe maior orçamento militar da história moderna americana Trump Warns Iran He Could Strike ‘Every Power Plant,' in WSJ Interview Em nova ameaça ao Irã, Trump afirma que uma 'civilização inteira morrerá esta noite' Irã interrompe negociações, mas diz que canais não foram fechados com os EUA após ameaças Iranianos formam corrente humana em torno de usina termoelétrica após convocação de Teerã; VÍDEO Trump adia ultimato contra o Irã por 2 semanas e sinaliza reabertura do Estreito de Ormuz Irã volta a fechar Estreito de Ormuz e ameaça romper cessar-fogo se Israel continuar atacando o Líbano
As esferas de influência que definiram a ordem global por décadas estão se redesenhando diante dos nossos olhos. Alianças antigas perdem força, novos polos de poder emergem e regiões inteiras do planeta passam a ser disputadas por atores que, até pouco tempo atrás, não estavam na mesa.Neste vídeo, eu mergulho na história das esferas de influência — como elas se formaram, por que funcionaram e o que está fazendo tudo mudar agora. Da Guerra Fria ao mundo multipolar, passando por disputas econômicas, militares e tecnológicas que estão redesenhando o mapa do poder global.O tabuleiro está girando. A pergunta é: quem vai ocupar os espaços vazios?
Aliança de Sangue #1 | Pr. João Brito | 05/04/26
Aliança de Sangue #2 | Pr. João Brito | 05/04/26
Neste episódio de abertura da parceria com o RUSLAT em 2026, o Chutando a Escada mergulha nas complexas relações entre a Rússia e a América Latina. Em um cenário global de profunda transformação, a coordenadora do observatório, Daniela Secches, lidera um time de especialistas para analisar como o “exterior distante” russo se tornou uma presença estratégica e incontornável em nosso continente. O debate atravessa as dimensões políticas, econômicas e de segurança, discutindo desde a resiliência da economia russa após quatro anos de guerra até o impacto de eventos recentes como a crise na Venezuela e a busca brasileira por uma ordem multipolar. Mais do que geopolítica, o episódio revela as pontes simbólicas e culturais que conectam essas duas regiões de modernização tardia e identidades em disputa. Aperte o play! Clique aqui e conheça o RUSLAT. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Daniela Secches, Marinana Andrade, Guilherme Casarões, Giovana Branco, Laura Schneider e Leonardo Nascimento. Agradecimento especial aos apoiadores: Alessandra Ramos de Souza, Túlio Avelino, Carlos Henrique Penteado, Juliano Goes, Caetano Souto Maior, Guilherme Anselmo e Patrick Cadier. Capa do episódio: Frances Rocha Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio: Filme: As Auroras Aqui Nascem Tranquilas (1972), dir. Stanislav Rostotsky. Filme: Memórias do Subdesenvolvimento (1968), dir. Tomás Gutiérrez Alea. Capítulos: 00:00 – Abertura e apresentação da parceria Chutando a Escada + RUSLAT. 02:00 – Panorama Geral: A perspectiva russa sobre a cooperação com a América Latina. 09:30 – O olhar latino-americano: Diversidade, pragmatismo e o lugar da região no mundo. 17:00 – Brasil e Rússia: Do reconhecimento no Império ao universalismo contemporâneo. 31:00 – Conexão Rússia-AL: 4 anos de conflito russo-ucraniano e a busca pela paz duradoura. 43:00 – Geopolítica em ebulição: Venezuela, Operação Absoluto Resolve e a Doutrina Trump. 51:00 – Revitalização diplomática: A 8ª Comissão de Alto Nível Brasil-Rússia. 58:00 – Outros olhares: Literatura, Escola do Teatro Bolshoi e identidades cruzadas. 01:13:00 – Conclusão e caminhos para a política internacional contemporânea. The post Rússia e América Latina: Alianças, Petróleo e Cultura appeared first on Chutando a Escada.
“Disseram-lhe, pois: Que faremos para executarmos as Obras de Deus? Jesus respondeu, e disse-lhes: A Obra de Deus é esta: Que creiais nAquele que Ele enviou.” João 6:28-29 Leia e medite sobre a Aliança de Deus com Abraão em Gênesis 15:6-18
Palavra ministrada na Videira FloridaSupport the show