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1 At that hour the disciples came to Jesus, saying: Who thinkest thou is the greater in the kingdom of heaven?In illa hora accesserunt discipuli ad Jesum, dicentes : Quis, putas, major est in regno caelorum? 2 And Jesus calling unto him a little child, set him in the midst of them,Et advocans Jesus parvulum, statuit eum in medio eorum, 3 And said: Amen I say to you, unless you be converted, and become as little children, you shall not enter into the kingdom of heaven.et dixit : Amen dico vobis, nisi conversi fueritis, et efficiamini sicut parvuli, non intrabitis in regnum caelorum. 4 Whosoever therefore shall humble himself as this little child, he is the greater in the kingdom of heaven.Quicumque ergo humiliaverit se sicut parvulus iste, hic est major in regno caelorum. 5 And he that shall receive one such little child in my name, receiveth me.Et qui susceperit unum parvulum talem in nomine meo, me suscipit :St Joseph Calasanctius, a Spaniard of noble family, famous for his charity towards children, founded the Piarists of the Order of Clerks Regular of the Poor Schools of the Mother of God for the education of youth. He died at the age of 92 A.D. 1648.
24 No man can serve two masters. For either he will hate the one, and love the other: or he will sustain the one, and despise the other. You cannot serve God and mammon.Nemo potest duobus dominis servire : aut enim unum odio habebit, et alterum diliget : aut unum sustinebit, et alterum contemnet. Non potestis Deo servire et mammonae. 25 Therefore I say to you, be not solicitous for your life, what you shall eat, nor for your body, what you shall put on. Is not the life more than the meat: and the body more than the raiment?Ideo dico vobis, ne solliciti sitis animae vestrae quid manducetis, neque corpori vestro quid induamini. Nonne anima plus est quam esca, et corpus plus quam vestimentum? 26 Behold the birds of the air, for they neither sow, nor do they reap, nor gather into barns: and your heavenly Father feedeth them. Are not you of much more value than they?Respicite volatilia caeli, quoniam non serunt, neque metunt, neque congregant in horrea : et Pater vester caelestis pascit illa. Nonne vos magis pluris estis illis? 27 And which of you by taking thought, can add to his stature by one cubit?Quis autem vestrum cogitans potest adjicere ad staturam suam cubitum unum? 28 And for raiment why are you solicitous? Consider the lilies of the field, how they grow: they labour not, neither do they spin.Et de vestimento quid solliciti estis? Considerate lilia agri quomodo crescunt : non laborant, neque nent. 29 But I say to you, that not even Solomon in all his glory was arrayed as one of these.Dico autem vobis, quoniam nec Salomon in omni gloria sua coopertus est sicut unum ex istis. 30 And if the grass of the field, which is today, and tomorrow is cast into the oven, God doth so clothe: how much more you, O ye of little faith?Si autem foenum agri, quod hodie est, et cras in clibanum mittitur, Deus sic vestit, quanto magis vos modicae fidei? 31 Be not solicitous therefore, saying, What shall we eat: or what shall we drink, or wherewith shall we be clothed?Nolite ergo solliciti esse, dicentes : Quid manducabimus, aut quid bibemus, aut quo operiemur? 32 For after all these things do the heathens seek. For your Father knoweth that you have need of all these things.haec enim omnia gentes inquirunt. Scit enim Pater vester, quia his omnibus indigetis. 33 Seek ye therefore first the kingdom of God, and his justice, and all these things shall be added unto you.Quaerite ergo primum regnum Dei, et justitiam ejus : et haec omnia adjicientur vobis.St Cajetan founded the Order of Theatines, who endeavoured to imitate the Apostles in absolute poverty, trusting alone in the divine Providence. The "Hunter of souls" as he was called, died A.D. 1547, after a life of extraordinary austerity and mystical experiences.
Neste episódio reflito sobre algo que tem me incomodado bastante: umas frases que escutamos de mulheres heterossexuais que, aparentemente elogiando mulheres, acabam revelando camadas bem mais profundas de nossa sociedade.Sabe aquela clássica? "Acho mulheres lindas, mas não teria coragem de fazer algo com ...." Já ouviram por aí? Pois é, vamos destrinchar o que realmente está por trás dessas falas.Compartilho algumas teorias sobre o que pode estar acontecendo quando escutamos isso desde questões de descoberta sexual até reflexos da misoginia internalizada que nos ensina a odiar nossos próprios corpos. Mandem suas experiências, quero muito saber se vocês já passaram por isso também!
Francisco P. Coutinho, especialista em Direito Internacional, diz que relação de Putin não acredita nas sanções dos EUA e admite que reféns de Israel podiam ter sido libertados se o país quisesse.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A peça "Reparations Baby!", escrita e encenada por Marco Mendonça, toca no tema das reparações históricas de Portugal aos países de língua portuguesa, passando pelo racismo e a discriminação dos afro-descendentes utilizando o humor, a frontalidade e a compaixão para fazer reflectir os espectadores. Em 2023, aquando a visita de Lula da Silva a Portugal que marcava então presença na cerimónia de celebração dos 49 anos do 25 de Abril, Marcelo Rebelo de Sousa falou pela primeira vez em reparações históricas e essas palavras despertaram no actor, dramaturgo e encenador moçambicano Marco Mendonça o interesse pelo tema em Portugal. Já na esfera política, nomeadamente após o Presidente português ter dito um ano mais tarde que Portugal devia pagar o que deve aos países africanos de língua portuguesa após séculos de escravidão e exploração, Marcelo Rebelo de Sousa foi apelidado de traidor da pátria. Estas considerações políticas aliadas a vários movimentos por antigas potências coloniais como a França ou a Alemanha de reparações culturais, nomeadamente através da devolução de obras de arte, levaram Marco Mendonça a escrever e encenar a peça “Reparations Baby!” para o Teatro Nacional D.Maria II, onde esta temática é transformada num jogo televisivo ao estilo de “Quem quer ser milionário” com um painel de concorrentes exclusivamente afro-descendentes "A ideia de ser um game show pareceu-me fazer bastante sentido, porque é um contexto em que tanto temos uma componente de entretenimento muito forte música, luzes, todo o aparato televisivo, mas ao mesmo tempo também temos uma componente muito forte que é informativa e das curiosidades dos factos, da pesquisa, da partilha de informação. Quis aliar essas duas coisas ao tema da reparação histórica, que era um tema que eu já queria trabalhar há muito tempo", afirmou o encenador. No palco três concorrentes afro-descendentes respondem a perguntas que vão desde a história da colonização, a figuras da escravidão a polémicas actuais como apropriação cultural nas redes sociais. Nos intervalos deste concurso, uma equipa de figuras brancas encoraja o desempenho dos concorrentes, monstrando como as boas intenções estão muitas vezes ligadas ao ganho pessoal. Ao longo do jogo, as personagens vão mostrando as suas convicções, mas também as suas experiências face ao racismo e ao preconceito. "Era muito importante para mim focar-me nas personagens e não torná-las bidimensionais no sentido de pôr as pessoas brancas a pensarem sobre este tema desta maneira e as pessoas negras pensam desta maneira sobre este tema? Não, isso seria pouco verosímil, porque efectivamente as pessoas têm relações muito diferentes com este tema e com tudo o que sejam discriminações nas vivências em Portugal", indicou Marco Mendonça. As reparações históricas das potências colonizadoras aos países africanos foi o mote este ano da reunião da União Africana em Fevereiro, na Etiópia, e tal como os chefes de Estado africanos, Marco Mendonça considera que o reconhecimento público dos séculos de exploração e ocupação é o primeiro passo para o restabelecimento da História dos dois lados do Equador. "Eu acho que a primeira reparação e mais importante reparação neste momento é interna. Eu acho que Portugal, enquanto país, enquanto povo, enquanto cultura, deve olhar para si próprio, ver-se ao espelho e perceber o quão absurdas são todas as desigualdades que se vivem no país e o quanto é preciso assumir uma responsabilidade de forma formal", concluiu Marco Mendonça. Esta peça esteve em cartaz no Teatro Variedades, em Lisboa, durante o mês de Julho tendo tipo apresentações noutras cidades portuguesas. Deverá agora continuar a ser apresentada em diferentes teatros, não havendo para já mais representações previstas.
Onda de Calor – uma série especial da Onda sobre maternidade e sexualidadeMaternidade e sexualidade. O que essas duas palavras têm a ver?À primeira vista, pode até parecer escandaloso colocá-las lado a lado. Mas é justamente esse desconforto que interessa.Antes de tudo, é importante lembrar que sexo, genitalidade e sexualidade não são a mesma coisa. Na psicanálise, a sexualidade vai muito além dos órgãos genitais. Ela está no corpo, no desejo, no afeto, nas fantasias, nos vínculos. Por isso, a maternidade pode ser, sim, uma das formas de expressão da sexualidade feminina.Concepção, gestação, parto, amamentação, cuidados. Como cada fase da maternidade reflete a forma contemporânea de lidar com o corpo e a sexualidade?É isso que queremos também explorar juntas nessa série.Conversamos com seis mulheres que vivem, pensam e trabalham as relações entre maternidade e sexualidade sob diferentes perspectivas. Vem com a gente nessa Onda de Calor!Hoje, para conduzir a conversa, convidei a Tilie, produtora executiva da Onda e convidada dos episódios #44 e #45. Ela entrevista a Dra. Lígia Santos, mãe, ginecologista e assessora da área técnica da saúde da população negra.Juntas, discutiram os impactos da gestação, do parto e do pós-parto na sexualidade, as dores que chegam até o consultório e os desafios atuais em relação à saúde pública.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes analisa as respostas da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre possíveis violações de medidas cautelares. A analista de Economia da CNN Thais Herédia, o analista de Política da CNN Caio Junqueira, o analista de Internacional da CNN Lourival Sant'Anna e o diretor da CNN em Brasília, Daniel Rittner, comentam o assunto.
36 And one of the Pharisees desired him to eat with him. And he went into the house of the Pharisee, and sat down to meat.Rogabat autem illum quidam de pharisaeis ut manducaret cum illo. Et ingressus domum pharisaei discubuit. 37 And behold a woman that was in the city, a sinner, when she knew that he sat at meat in the Pharisee's house, brought an alabaster box of ointment;Et ecce mulier, quae erat in civitate peccatrix, ut cognovit quod accubuisset in domo pharisaei, attulit alabastrum unguenti : 38 And standing behind at his feet, she began to wash his feet, with tears, and wiped them with the hairs of her head, and kissed his feet, and anointed them with the ointment.et stans retro secus pedes ejus, lacrimis coepit rigare pedes ejus, et capillis capitis sui tergebat, et osculabatur pedes ejus, et unguento ungebat. 39 And the Pharisee, who had invited him, seeing it, spoke within himself, saying: This man, if he were a prophet, would know surely who and what manner of woman this is that toucheth him, that she is a sinner.Videns autem pharisaeus, qui vocaverat eum, ait intra se dicens : Hic si esset propheta, sciret utique quae et qualis est mulier, quae tangit eum : quia peccatrix est. 40 And Jesus answering, said to him: Simon, I have somewhat to say to thee. But he said: Master, say it.Et respondens Jesus, dixit ad illum : Simon, habeo tibi aliquid dicere. At ille ait : Magister, dic. 41 A certain creditor had two debtors, the one who owed five hundred pence, and the other fifty.Duo debitores erant cuidam foeneratori : unus debebat denarios quingentos, et alius quinquaginta. 42 And whereas they had not wherewith to pay, he forgave them both. Which therefore of the two loveth him most?Non habentibus illis unde redderent, donavit utrisque. Quis ergo eum plus diligit? 43 Simon answering, said: I suppose that he to whom he forgave most. And he said to him: Thou hast judged rightly.Respondens Simon dixit : Aestimo quia is cui plus donavit. At ille dixit : Recte judicasti. 44 And turning to the woman, he said unto Simon: Dost thou see this woman? I entered into thy house, thou gavest me no water for my feet; but she with tears hath washed my feet, and with her hairs hath wiped them.Et conversus ad mulierem, dixit Simoni : Vides hanc mulierem? Intravi in domum tuam, aquam pedibus meis non dedisti : haec autem lacrimis rigavit pedes meos, et capillis suis tersit. 45 Thou gavest me no kiss; but she, since she came in, hath not ceased to kiss my feet.Osculum mihi non dedisti : haec autem ex quo intravit, non cessavit osculari pedes meos. 46 My head with oil thou didst not anoint; but she with ointment hath anointed my feet.Oleo caput meum non unxisti : haec autem unguento unxit pedes meos. 47 Wherefore I say to thee: Many sins are forgiven her, because she hath loved much. But to whom less is forgiven, he loveth less.Propter quod dico tibi : remittuntur ei peccata multa, quoniam dilexit multum. Cui autem minus dimittitur, minus diligit. 48 And he said to her: Thy sins are forgiven thee.Dixit autem ad illam : Remittuntur tibi peccata. 49 And they that sat at meat with him began to say within themselves: Who is this that forgiveth sins also?Et coeperunt qui simul accumbebant, dicere intra se : Quis est hic qui etiam peccata dimittit? 50 And he said to the woman: Thy faith hath made thee safe, go in peace.Dixit autem ad mulierem : Fides tua te salvam fecit : vade in pace.St Mary Magdalen, of Magdala in Galilee, was the sister of St Martha and St Lazarus. First a sinner, she was converted by our Lord, who raised Lazarus at her prayer. She stood at the Cross "till our Lord sent forth His Spirit", After His Victory, Christ showed Himself to Magdalen and made her his messenger to announce His Resurrection to the Apostles.
Well, the event of the summer has happened and we're all thrilled (but y'know, there's comes a point when you need to stop going on about it.) Ferg and Bethan have exchanged vows, rings, and secret family hot toddy recipes and have been officially pronounced bacon and egg. They are husband and wife and we at TM&TM could not be more thrilled. So thrilled we've let Ferg have one more episode off. Despite the lack of the greater of our two hosts we continue with our PDO Series apace. In his stead we have 2 heavyweights of the modern industry. A man who cannot decide if he is from The Princess Bride or Highlander but who is producing some of England's most consistently interesting and excellent wines for Vagabond, Senior Jose Quintana. He goes toe to toe, mano a mano, cheek to cheek with everybody's favourite democratic winemaker and winner of fictional awards (and real ones too) Alex Brogan. Way back in the mists of time, these 2 members of the wine intelligencia had what they termed a ‘lively discussion' about the concepts of a PDO over a South African braai. They agree to repeat this discussion, to the best of the sober abilities, through the medium of a wine based podcast. We look at the history, purpose, and relevance of PDOs and importantly ask who it actually benefits. It's a great, informed discussion that raises as many questions as are perhaps answered. There's a lot of food for thought here. Does it matter as to the origin of that food? We're not sure, but we know it's both nutritious and delicious. With our enormous thanks to Jose and Alex for their time, considered insights, and thought provoking comments and discussion. Shout outs to @vagabondwines who are someone you should be keeping your eye on for a number of reasons and to @geyerwineco who provided the juice to keep Jose going during the recording. Alex himself was drinking one of his own wines (we do call him out for this) but also some fine liquid from @gianluca_colombovini, with whom he is about to head out to for the next @notyetnamedwineco vintage. TM&TM: Quis Custodiet Ipsos Custodes defining your terminology from Thursday morning. #Podcast #wine #winecast #PDO #Englishwine @fergelias @joluqu
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O autor e encenador Tiago Rodrigues estreou esta segunda-feira A Distância no Festival de Avignon. Entre a Terra e Marte, a peça fala do amor e da distância entre um pai e uma filha. Uma ficção científica íntima, com o coração sempre ligado, mesmo a anos-luz. Tiago Rodrigues transforma o futuro em palco para reflectir sobre herança, memória e esperança. Estamos em 2077. A Terra arde, afogada nas consequências da crise climática, e uma parte da humanidade fugiu para o planeta Marte. O que resiste, ainda, entre um pai que ficou e uma filha que partiu? Em A Distância, Tiago Rodrigues constrói uma ficção científica do íntimo, “uma miniatura perdida na imensidão do cosmos”, como se lê na sinopse, e como se escuta, em cada frase do encenador, também director do festival de teatro de Avignon. “Quis falar do futuro e da relação entre gerações. Quis perceber o que acontece a um amor, como o de um pai por uma filha, quando há uma distância. Não uma distância de quilómetros, mas uma longa, longa, longa, longa distância entre dois planetas”, diz Tiago Rodrigues. A peça, protagonizada por Adama Diop e Alison Dechamps, gira como dois corpos celestes em órbita: ora se encontram, ora se perdem. Tiago Rodrigues não esconde que a ideia tem raízes pessoais: “Emigrei para França há três anos, mas a minha filha continua os seus estudos em Portugal. Temos uma relação de amor à distância. Esta peça toca-me porque parte também dessa realidade”, partilha. No palco, a distância não é apenas física, é sobretudo uma questão de tempo, de memória, de esperança ameaçada. “A peça fala da transmissão. Que planeta vão herdar as próximas gerações? E o que é que isso faz ao amor, à ideia de esperança, à memória?”, questiona o autor. Há na peça um certo desespero sereno, um aceno à impotência, mas também uma vontade de escuta. “Julgo que hoje já começamos a ter uma geração de jovens que pensa que vai viver pior que os seus antepassados. Isso é novo, é tremendo. E o que é que isso faz à esperança? Talvez nos leve a esquecer tudo, a começar de novo em Marte. Não é a minha proposta para o futuro, mas é um cenário que já nos habita”, desenvolve. Se A Distância traça linhas ténues entre planetas, o Festival de Avignon, que Tiago Rodrigues dirige desde 2023, propõe outras ligações improváveis; entre línguas, estéticas, histórias e geografias. Este ano, o festival abriu com um gesto que é também um manifesto: Marlene Monteiro Freitas, cabo-verdiana, fez dançar no Palácio dos Papas, no mesmo dia em que se celebraram os 50 anos da independência de Cabo Verde. “É um gesto de risco, mas compensado por um espetáculo sublime. Pela primeira vez, uma cabo-verdiana abre o festival e acontece no dia em que se celebram os 50 anos da independência de Cabo Verde. Uma coincidência poética, histórica. Essa cabo-verdiana é convidada por um português que é o primeiro estrangeiro a dirigir o festival de Avignon”, explica Tiago Rodrigues. Nesta edição, a língua árabe é convidada como “língua mundo”. Uma escolha com peso político, feita num tempo em que tantas das geografias onde ela se fala vivem em exílio, guerra ou luto. “A razão principal para convidarmos a língua árabe é a sua riqueza e diversidade. Mas claro que sabemos que ela carrega também complexidades políticas. E queremos lidar com essas complexidades com aquilo que o festival faz melhor: criar espaços de escuta, de diálogo, de pensamento”, sublinha o seu director. Escutar, acolher, debater. Fazer do teatro um lugar de confronto e, sim, de utopia. Tiago acredita nisso. “Em Avinhão, a utopia é palpável. As pessoas não dizem que vêm ao festival. Dizem que fazem Avingon”, acrescenta. E fazem-no aos milhares: “Este ano temos números de público absolutamente record. Isso diz muito sobre a fome que temos de diversidade, de descoberta, de formas novas de pensar o mundo". No meio de tudo isto, A Distância estreia entre a Terra e Marte, entre o amor e o silêncio, entre o que se perdeu e o que insiste em permanecer. No centro deste palco político e poético, Tiago Rodrigues apresenta um teatro de ciência íntima, que escava o futuro para tentar escutar o presente. Durante a peça, há uma música que regressa, "Sonhos" de Caetano Veloso. É a favorita do pai e da filha e é por ela que se reconhecem, é com ela que se lembram. Como se, mesmo a anos-luz de distância, ainda existisse um lugar comum onde pousar o ouvido. “Parti da ideia de que a comunicação não se quebra, forma-se”, diz o encenador. E no seu teatro, mesmo quando a linha parece frágil, há sempre alguém do outro lado.
Verdissement des Pâquis, scandale du Dieselgate et amendes pour les motards bruyants dans le JDBN. The post Les Pâquis sont plus verts first appeared on Radio Vostok.
Verdissement des Pâquis, scandale du Dieselgate et amendes pour les motards bruyants dans le JDBN. The post Les Pâquis sont plus verts first appeared on Radio Vostok.
Ruy de Carvalho, ator dos atores, preparou uma festa para a sua mulher. Celebraram 71 anos de casados, apesar de Ruth já ter partido há quase duas décadas
Guionista de teatro e televisão, atriz, encenadora, professora de Interpretação, a atividade profissional de Mafalda Santos estende-se até à escrita.O terceiro romance de Mafalda chama-se “Aquilo que o Sono Esconde”, e foi editado pela Suma de Letras, no início deste ano. Este é um thriller-surrealista, um termo que a própria inventou porque sentia que não havia outro que descrevesse os seus livros. No podcast “Ponto Final, Parágrafo”, fala do bloqueio de escrita que teve, de como os temas do sono e dos sonhos entraram no universo deste livro, e de como uma história verídica de luta contra uma seguradora inspirou esta obra.Depois de vários meses de promoção do livro, com inúmeros encontros com leitores, apresentações e feiras do livro, a autora conta que se apercebeu de que, inconscientemente, quis manipular o leitor na leitura deste livro ao lhe apresentar um personagem principal horrível, sem competências sociais básicas, e, mesmo assim, colocar o leitor do lado de Jaime, torcendo, mesmo por ele.Considera apoiar o podcast no Patreon: patreon.com/pontofinalparagrafoContacto do podcast: pontofinalparagrafo.fm@gmail.comSegue o Ponto Final, Parágrafo nas redes sociais: Instagram, Twitter e FacebookProdução, apresentação e edição: Magda CruzGenérico: Nuno ViegasLogótipo: Gonçalo Pinto com fotografia de João Pedro Morais
Do jornalismo para a apresentação de programas, Sara Sousa Pinto partilha o que aprendeu ao arriscar e ao sair da zona de conforto: na carreira, na sua saída da TVI e muito brevemente enquanto mãe.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nos 50 anos da independência de Cabo Verde, a RFI publica uma série de reportagens sobre este tema. Neste primeiro episódio, abordamos as raízes da revolta com algumas das pessoas que lutaram pela libertação nacional, como Pedro Pires, Osvaldo Lopes da Silva, Alcides Évora, Maria Ilídia Évora e Marline Barbosa Almeida, mas também com o historiador António Correia e Silva e o jornalista José Vicente Lopes. Foram mais de cinco séculos de dominação colonial, uma história marcada pelo comércio de pessoas escravizadas, ciclos de fome, secas e emigração forçada. A independência foi a 5 de Julho de 1975, mas a resistência começou muito antes, ainda que tenha sido a Geração Cabral a desencadear a luta de libertação e a conduzir Cabo Verde à independência. No século XIX, a elite letrada já manifestava uma atitude contestatária face ao poder colonial. Intelectuais como Eugénio Tavares, Pedro Cardoso, Luís Loff e, mais tarde, os chamados “claridosos” denunciaram os problemas que afectavam a população e exaltaram a singularidade e a identidade do povo cabo-verdiano. Na década de 1940, uma nova geração de intelectuais, inspirados pelos antecessores, passam a reivindicar o direito à independência. O historiador e sociólogo António Correia e Silva sublinha que a Geração Cabral é fruto de lutas anteriores, que o fantasma das fomes foi determinante para desencadear o movimento de libertação e que, nessa altura, a ideia de “independência se torna politicamente credível”. “Gabriel Mariano vai escrever um grande poema sobre a fome que se chama 'Capitão Ambrósio': 'Bandeira negra, negra bandeira da fome…'. Eu costumo dizer aos meus alunos que bandeira, negra e fome é um triângulo virado para o futuro e que a bandeira negra da fome era, na verdade, uma fome de bandeira, uma fome de independência”, descreve António Correia e Silva. “Essa geração de Amílcar Cabral, o grande salto é que, através de uma aliança pan-africana, aproveitando uma conjuntura pós-guerra, a criação das Nações Unidas e a ideia de autodeterminação que surge naquela altura, a ocorrência de algumas independências de países afro-asiáticos, países grandes como a Indonésia, a Índia, o Egipto, etc, tudo isto provoca a passagem, a violação do interdito, a passagem do intransponível limite que era a independência. Isto é, a independência torna-se pensável, mas mais, torna-se politicamente credível”, acrescenta o historiador. As grandes crises de fome em Cabo Verde entre 1941 e 1942 e entre 1947 e 1948 foram de uma violência brutal, com milhares de mortos. Em 1939, a população estava avaliada em 174 mil pessoas e caiu, em 1950, para 139 mil. Os sobreviventes emigravam em massa para as plantações de São Tomé e Príncipe, onde viviam, trabalhavam e muitos morriam em condições semelhantes às da escravatura. Outros conseguiam emigrar clandestinamente para espaços que não o do Império português. Na memória colectiva há um episódio trágico que não se esquece. Foi a 20 de Fevereiro de 1949, na cidade da Praia e ficou conhecido como o Desastre da Assistência. Centenas de pessoas, que aguardavam pela distribuição de refeições quentes, morreram quando caiu o muro do edifício dos Serviços de Assistência. Estima-se que mais de três mil pessoas se reuniam diariamente nesse espaço para receber a única refeição do dia. Dados oficiais apontavam para 232 vítimas, mas teme-se que o número tenha sido muito superior. Muitas vítimas foram enterradas em valas comuns no Cemitério da Várzea, embrulhadas em lençóis, por falta de caixões. Alcides Évora era uma criança nessa altura, mas lembra-se de ter visto as valas comuns. “Eu comecei a ter uma certa revolta interna desde o início da década de 40. Na altura, eu tinha sete ou oito anos e presenciei a fome de 47. Ainda lembro quando houve o desastre da assistência em que foram transportados, feridos e mortos do local para o Hospital da Praia. Havia tantos mortos. Inclusive muitas casas ficaram fechadas porque não houve nenhum sobrevivente da família que pudesse abrir a porta das suas residências. Da mesma forma, assisti ao enterro na Várzea, na vala comum, em que punham um grupo de cadáveres, depois deitavam o cal e depois punham outra camada de mortos e assim sucessivamente. É algo que ficou gravado na memória. Isto também me fez despertar uma certa revolta interna contra o sistema colonial português”, recorda. Gil Querido Varela também testemunhou a fome de 1947 e viu crianças a morrerem. Por isso, a revolta foi inevitável e quando surgiu a oportunidade aderiu à luta clandestina nas fileiras do PAIGC em Cabo Verde. “Quem já tinha visto a fome de 47 - que eu vi - não ficava sem fazer nada. Vi crianças a morrerem de fome, corpos inflamados de fome. Vi mães com crianças mortas nas costas, não as tiravam para poderem achar esmola. Os colonialistas troçavam do povo, da fome do pobre. Quando veio o PAIGC, entrei rápido. Quem viu aquela fome, era impossível para não lutar. Só quem não tem sentimento”, lembra Gil Querido Varela, que nos leva, num outro episódio ao Campo de Concentração do Tarrafal. A fome também ensombra as memórias de Marline Barbosa Almeida. Foi a partir daí que ela decidiu juntar-se à luta, também na clandestidade. Quis ver a sua terra “livre e independente”. “Nós, que nascemos nos anos 40, 50, vimos aquele período de fome, em que morreram muitas pessoas e o culminar foi o Desastre da Assistência, que matou dezenas, para não dizer centenas de pessoas. Daí cresceu em nós uma certa revolta que não estava classificada politicamente, mas era uma revolta contra a situação de Cabo Verde. Mais tarde, eu, como lia muito - eu devorava livros – fui-me apercebendo das desigualdades, da opressão, do que era necessário para que saíssemos do jugo do colonialismo”, conta Marline Barbosa Almeida, em sua casa, na Praia. No livro “Cabo Verde - Um Corpo que se Recusa a Morrer - 70 anos de fome - 1949-2019”, o jornalista José Vicente Lopes fala sobre o Desastre da Assistência, considerando que a luta de libertação do PAIGC teve como um dos motores a fome que assolava desde sempre o arquipélago. “Este livro fala de um acontecimento que houve em Cabo Verde, que foi o Desastre de Assistência de 1949, e cobre a história de Cabo Verde de 1949 a 2019, numa perspectiva da questão alimentar em Cabo Verde, a história das fomes, o impacto que isto foi tendo nos cabo-verdianos até desembocar inclusive na criação do PAIGC. O PAIGC foi uma reacção à calamidade famélica que foi sucedendo em Cabo Verde desde o século XVI ao século XX porque até 1949, quando se dá o Desastre de Assistência, qualquer seca que acontecesse em Cabo Verde matava no mínimo 10.000, 20.000 pessoas”, sublinha o jornalista, acrescentando que “o espectro da fome não desapareceu porque, apesar de todos os investimentos feitos, apesar de tudo o que se conseguiu fazer, mesmo um bom ano agrícola, um bom ano de chuvas em Cabo Verde, Cabo Verde não consegue produzir mais de 20% das suas necessidades alimentares, logo, 80% tem que ser importado”. As violências coloniais eram de toda a ordem. Maria Ilídia Évora tinha cinco anos quando viu o pai a ser espancado por brancos. A imagem nunca mais a deixou, assim como o medo incontrolável sempre que via alguém de pele branca. Mais tarde, ela viria a integrar um grupo de cabo-verdianos que foi treinado em Cuba para desencadear a guerrilha em Cabo Verde e viria ainda a trabalhar em hospitais durante a guerra na Guiné. “Uma pessoa a bater em alguém que não fez nada, a bater daquela maneira como baterem no meu pai, uma criança não entende. Eu não entendi. Nunca entendi. Até conhecer o Amílcar, para mim, o branco era o diabo. Eu considerava o branco uma coisa muito ruim. Bater em alguém que não fez nada, que só estava lá porque quis conviver com um patrício amigo, não tinha sentido. Porque para a gente, amizade é amizade. Ele não foi fazer nada, ele não tinha nada nas mãos, nem nos pés, nem em nenhum lugar, e acharam que era um inimigo a ser abatido. Essa coisa nunca me saiu da cabeça”, conta-nos na sua casa, no Mindelo. Todas estas circunstâncias alimentaram a coragem dos que acreditaram na luta. Muitos deles, depois de terem passado no Liceu Gil Eanes, em São Vicente, depois na Casa dos Estudantes do Império, em Portugal, acabariam por "dar o salto". Em 1961, dezenas de angolanos, mas também moçambicanos e cabo-verdianos nacionalistas fogem clandestinamente de Portugal e protagonizam uma fuga massiva histórica para França nas barbas do salazarismo. Vários acabaram por ser figuras de destaque nas lutas de libertação nacional e, mais tarde, ocuparam também postos de relevo nos novos Estados. Pedro Pires foi um dos que escolheu seguir Amílcar Cabral, o líder da luta de libertação da Guiné e Cabo Verde. Era o momento de deixar tudo para trás e arriscar por uma causa. “Chegou um momento em que era preciso alguém correr riscos. Não quer dizer que todos iam correr riscos, mas tinha chegado o momento em que aqueles que achassem que podiam correr riscos ou aqueles que achassem que estivessem no dever de correr riscos, no dever da solidariedade e no dever de serviço em favor do seu país, do seu povo, decidiu correr o risco. Mas o risco é inerente a qualquer decisão e aí nós optamos ou ficar parados e não fazer nada ou então agir e correr riscos. Eu acho que tem sempre resultados, com maiores ou menores dificuldades. O facto de corrermos risco, podemos mudar muita coisa. Foi o que aconteceu connosco. Nós éramos um grupo que saiu na mesma altura ou no mesmo dia, éramos cerca de 60 jovens que decidiram correr o risco”, resume o antigo comandante. Osvaldo Lopes da Silva, comandante de artilharia mobilizado na Guiné, também correu o risco e esteve nessa fuga. Ele recorda esse pontapé de saída para a luta de libertação. “Atravessámos a fronteira de autocarro. Foram vários grupos, cada um foi à sua maneira. Depois, estivemos concentrados nas cercanias de San Sebastian. Quando íamos atravessar a fronteira, o elemento na fronteira que devia facilitar a nossa saída, tinha desaparecido. De forma que fomos presos. Estivemos dois dias na prisão central de San Sebastian e, às tantas, de repente, aparece o director da prisão com um discurso todo terceiro-mundista que 'o povo, o governo da Espanha estiveram sempre ao lado daqueles que lutam pela liberdade, pela independência, etc, etc'. Para nós, foi uma grande surpresa e fomos postos em liberdade. E a verdade é que, pelos documentos que reuniram, viram que essa gente não são maltrapilhos quaisquer, são gente com qualificação”, lembra. Muitos dos que estiveram nessa fuga, tinham frequentado e cultivado a reafricanização dos espíritos num dos principais berços da contestação ao colonial fascismo português: a Casa dos Estudantes do Império. Foi criada em 1944, em Lisboa, pelo próprio regime ditatorial para apoiar os jovens “ultramarinos” que fossem estudar para a “metrópole”, e encerrada em 1965. Duas décadas em que foi uma escola de consciencialização política do nacionalismo africano, fosse na sede lisboeta ou nas delegações de Coimbra e no Porto, ajudando à criação dos movimentos de libertação das colónias portuguesas em África. Outro centro de pensamento anticolonial foi o Centro de Estudos Africanos, em cujo grupo fundador esteve o futuro pai das independências da Guiné-Bissau e de Cabo Verde. Amílcar Cabral foi também vice-presidente da Casa dos Estudantes do Império em 1951. A sua segunda esposa, Ana Maria Cabral, também por lá passou e recorda a importância do local para a contestação. “Fui levada pelos meus irmãos mais velhos e não havia só bailes, havia encontros, havia reuniões sobre a situação dos nossos países, em especial quando os franceses e os ingleses começaram a dar a independência às suas antigas colónias. Seguimos todo o processo dessas independências. Nós todos éramos Lumumba e Nkrumah. Nós seguíamos a luta dos outros povos, dos povos das colónias e não só das colónias em África”, explica Ana Maria Cabral. Muitos dos que passaram pela Casa dos Estudantes do Império vieram a assumir importantes responsabilidades na luta anticolonial e de libertação dos antigos territórios em África, como Amílcar Cabral, Vasco Cabral, Agostinho Neto, Mário Pinto de Andrade, Eduardo Mondlane, Marcelino dos Santos, Joaquim Chissano e Miguel Trovoada. Pedro Pires também conheceu de perto a Casa dos Estudantes do Império. Aquele que foi comandante e destacado dirigente político-militar do PAIGC na luta de libertação, assim como o principal arquitecto do Acordo de Lisboa para a independência, resume que a luta contra a opressão colonial foi desencadeada pelo próprio colonialismo. “É o próprio sistema colonial, que não dava resposta às necessidades e às dificuldades, enfim, às crises por que passava a Cabo Verde, mas também que não se interessava especialmente em encontrar soluções para esses problemas. O percurso histórico de Cabo Verde é trágico, em certa medida, porque os cabo-verdianos tiveram que enfrentar situações extremamente complicadas e difíceis de fome, secas, fugas, ter que buscar por outras vias as soluções e o próprio sistema que não dava resposta às necessidades e às exigências, para não dizer também aos sonhos daqueles que queriam ver o país numa via diferente. Portanto, o colonialismo era um sistema de bloqueio e era indispensável lutar contra ele, a fim de abrir novas perspectivas ao país para realizar os seus objectivos, os seus sonhos, mas também por uma coisa muito simples: para ter uma vida melhor”, considera Pedro Pires. Foi para buscar essa “vida melhor” que estes homens e mulheres abrem o caminho para a luta de libertação, da qual vamos recordar alguns momentos nos próximos episódios. Pode ouvir aqui as entrevistas integrais feitas aos diferentes convidados.
57 Now Elizabeth's full time of being delivered was come, and she brought forth a son.Elisabeth autem impletum est tempus pariendi, et peperit filium. 58 And her neighbours and kinsfolks heard that the Lord had shewed his great mercy towards her, and they congratulated with her.Et audierunt vicini et cognati ejus quia magnificavit Dominus misericordiam suam cum illa, et congratulabantur ei. 59 And it came to pass, that on the eighth day they came to circumcise the child, and they called him by his father's name Zachary.Et factum est in die octavo, venerunt circumcidere puerum, et vocabant eum nomine patris sui Zachariam. 60 And his mother answering, said: Not so; but he shall be called John.Et respondens mater ejus, dixit : Nequaquam, sed vocabitur Joannes. 61 And they said to her: There is none of thy kindred that is called by this name.Et dixerunt ad illam : Quia nemo est in cognatione tua, qui vocetur hoc nomine. 62 And they made signs to his father, how he would have him called.Innuebant autem patri ejus, quem vellet vocari eum. 63 And demanding a writing table, he wrote, saying: John is his name. And they all wondered.Et postulans pugillarem scripsit, dicens : Joannes est nomen ejus. Et mirati sunt universi. 64 And immediately his mouth was opened, and his tongue loosed, and he spoke, blessing God.Apertum est autem illico os ejus, et lingua ejus, et loquebatur benedicens Deum. 65 And fear came upon all their neighbours; and all these things were noised abroad over all the hill country of Judea.Et factus est timor super omnes vicinos eorum : et super omnia montana Judaeae divulgabantur omnia verba haec : 66 And all they that had heard them laid them up in their heart, saying: What an one, think ye, shall this child be? For the hand of the Lord was with him.et posuerunt omnes qui audierant in corde suo, dicentes : Quis, putas, puer iste erit? etenim manus Domini erat cum illo. 67 And Zachary his father was filled with the Holy Ghost; and he prophesied, saying:Et Zacharias pater ejus repletus est Spiritu Sancto : et prophetavit, dicens : 68 Blessed be the Lord God of Israel; because he hath visited and wrought the redemption of his people:Benedictus Dominus Deus Israel, quia visitavit, et fecit redemptionem plebis suae
Series "Latinitas Animi Causa" Ep. 63Andreas adsum solus ut vos alloquar de fabula aesopica quae quidem animum meum commovit. Quis censetis? Quomodo vos animum vestrum laxatis?Ut semper, gratias quam maximas patronis nostris sine quibus haec omnia facere haud possemus agimus!!!Ecce fabula ipsa: XIV. De Lusu et SeueritatePuerorum in turba quidam ludentem AtticusAesopum nucibus cum uidisset, restitit,et quasi delirum risit. Quod sensit simulderisor potius quam deridendus senex,arcum retensum posuit in media uia:"Heus" inquit "sapiens, expedi quid fecerim."Concurrit populus. Ille se torquet diu,nec quaestionis positae causam intellegit.Nouissime succumbit. Tum uictor sophus:"Cito rumpes arcum, semper se tensum habueris;at si laxaris, cum uoles erit utilis."Sic lusus animo debent aliquando dari,ad cogitandum melior ut redeat tibi.
600 anos depois, ainda há verdades a revelar sobre Pedro e Inês, diz Maria Helena Ventura, que lança “Acorda Inês - a Rosácea”, que considera o romance definitivo, “inspirado em novas descobertas”See omnystudio.com/listener for privacy information.
E veio mais um aí...Mas se não curtir, não tem problema: escutou porque quis
Moçambique assinala neste 25 de Junho de 2025, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propõe-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. No segundo episódio desta digressão, evocamos as circunstâncias em que se deu a ocupação efectiva de todo o território que viria a ser Moçambique. Após séculos de ocupação muito relativa de Moçambique, os portugueses, mais concentrados até agora no comércio de matérias-primas e de mão-de-obra escrava -apesar da abolição da prática no decurso da primeira metade do século XIX- enfrentam a concorrência cada vez mais feroz de outras potências coloniais, em particular da Grã-Bretanha. No âmbito da conferência de Berlim de 1884-1885 em que os regimes coloniais europeus repartiram entre eles os territórios africanos, Portugal apresentou o que ficou conhecido como o “Mapa cor-de-rosa”, um projecto estabelecendo novas fronteiras para o império africano português e em que Angola ficava ligada a Moçambique. Só que a coroa britânica tinha a ambição de ligar por via-férrea a África do Sul ao Egipto. A Rainha Vitória lançou então um ultimato a Portugal em 1890, recorda o académico moçambicano Luís Covane. “Portugal queria, por exemplo, ter uma colónia em África. Como Angola e Moçambique apareciam ligados e era chamado para o “mapa cor-de-rosa”, que não foi negociado nem com os franceses nem com os ingleses, e deu logo com um projecto britânico de construir uma linha férrea que ligaria o Cabo ao Cairo, em território britânico. Esse era um projecto também alimentado por sacerdotes e isso resultou num ultimato muito agressivo contra Portugal”, conta o historiador referindo que “Portugal teve que se encolher e abandonar as terras que reclamava como suas.” Na ânsia de evitar os crescentes apetites dos restantes impérios sobre os territórios que controlava, Portugal adopta uma política de conquista e ocupação efectiva de Moçambique, não sem enfrentar resistência. O caso mais emblemático será o do imperador de Gaza, Ngungunhane, que tentou lutar contra a ocupação portuguesa mas acabou por ser capturado em 1895 pelo oficial Mouzinho de Albuquerque, sendo em seguida levado para Lisboa onde foi exibido perante a multidão, antes de ser deportado para os Açores onde faleceu em 1906. “Ngungunhane é neto daquele que construiu o Império de Gaza, que veio da Zululândia, parte da África do Sul, nas primeiras décadas do século XIX. Invadiram o território. Encontraram um território sem grandes unidades políticas, pequenos reinos, pequenas unidades políticas. E eles eram guerreiros.”, recorda Luís Covane. “Quando se realiza a Conferência de Berlim e a pressões sobre Gaza, os protugueses avaliaram Gaza. Era um grande império, com uma força militar tremenda e Portugal sentia-se inferior. Quis assinar um tratado de vassalagem. Dizer que ‘vocês fazem parte de Portugal'. (...) A coisa não correu lá muito bem e esse fracasso cimentou nas lideranças militares e civis portuguesas que era necessário ir para o conflito armado. E Mouzinho de Albuquerque é aquele que comandou as forças portuguesas para a conquista de Gaza. E quando ele vai para onde ele (Ngungunhana) estava baseado (...) ele levou a tropa portuguesa para o combate. A sorte dele é que, de facto, a povoação estava desguarnecida. Até o chefe do exército não estava lá e não teve como enfrentar aquela força. Foi assim que Ngungunhane é preso em Chaimite por Mouzinho de Albuquerque que foi celebrado como um combatente muito valente”, recorda o universitário. Dez anos após a independência de Moçambique, o executivo português restituiu os restos mortais de Ngungunhane ao seu país, a pedido de Samora Machel que o apresentou como um herói. Esta não deixa contudo de ser uma figura controversa, dado o rasto de crueldade que marcou o seu reinado, com refere outro estudioso, Egidio Vaz, também parlamentar da Frelimo no poder. “Depois de o Presidente Samora Machel reclamar a suas ossadas, vieram para Moçambique. E depois há uma história muito interessante que aconteceu em Gaza, onde alegadamente se ergueu um busto em sua memória. Porque ele é controverso, no seu último bastião, as pessoas tinham percepções diferentes das oficiais. Então as pessoas usavam o busto de Gungunhana para sacudir enxadas ou afiar catanas quando fossem às machambas. O que significa, por outras palavras, que existe uma percepção diferente de um sanguinário, de um Ngungunhana déspota, de um Ngungunhana que se impôs pela força. Ora, a historiografia moçambicana começa com, diríamos nós, um embuste. Das duas uma, ou Ngungunhana é importante por ter sido capturado pelos portugueses e desterrado para os Açores, onde cuidaram dele até à sua morte. Ou, eventualmente, todos temos uma percepção um pouco mais diferente. Mas qual era o desafio dos historiadores de então, quando se estava a criar uma Nação? Porque este Moçambique é um Estado com várias nações lá dentro, mas que depois, com um objectivo eventualmente de representação e simbolismo”, optou-se por apresentar Ngungunhane como um herói, diz Egidio Vaz que vê na celebração dos 50 anos da independência de Moçambique um oportunidade para “olhar a história de forma crítica”. Entretanto, nos primórdios do século XX, apesar de a escravatura já não existir oficialmente, o trabalho forçado torna-se prática corrente, refere Luís Covane. “Com essa incapacidade de fazer investimentos em áreas de produção mais avançadas, vai-se olhar para o homem como única máquina que pode ser usada. (...) E foi assim criar-se um imposto que tem de ser pago em dinheiro. E o dinheiro só pode ser ganho numa plantação, porque o trabalho é importante, mas a pessoa só vai trabalhar voluntariamente quando é capaz de resolver problemas. Mas o Estado colonial foi capaz de criar problemas que só podiam ser resolvidos com dinheiro. Criar problemas para indígenas, dizer que ‘você tem que pagar imposto em dinheiro'”, explica o historiador ao referir que “o objectivo é de facto colectar o imposto para assegurar mão-de-obra nas plantações dos colonos portugueses que não tinham capacidade de pagar salários. E depois há outra forma que é a introdução de culturas forçadas. Por exemplo, o algodão. As pessoas não comem algodão. E o benefício imediato do algodão, também não o conseguem ver. A indústria têxtil portuguesa precisava de algodão em quantidades cada vez mais crescentes para produzir têxteis a um preço altamente competitivo. Conseguir mão-de-obra, conseguir matéria prima das colónias muito abaixo do mercado internacional para produzir os textéis e vender nas colónias a preços muito acima dos preços praticados. Foi essa lógica”, diz Luis Covane ao referir que a situação torna-se a tal ponto insustentavel que por altura dos anos 60, evita-se ao maximo o convivio entre comunidades em Moçambique. O facto é que a chegada de Salazar ao poder em 1933 em Portugal vem acrescentar o fascismo ao colonialismo, Moçambique vivendo num regime instituindo os privilégios dos colonos face aos assimilados e aos indígenas, recorda o estudioso moçambicano Calton Cadeado. “Do lado do colonizador em relação ao colonizado, por exemplo, havia histórias que se contam sobre a forma como agente colonial não permitia que os moçambicanos negros nativos tivessem acesso a educação, que fosse uma educação de progresso. Havia limitações no acesso à educação para os negros e o limite máximo que alguém podia ir à escola em termos de educação, por vezes não passava da quarta classe e se passasse da quarta classe, era um privilegiado. Há muita gente que nem sequer teve possibilidade de chegar a esta quarta classe porque não era de acesso universal à educação. Essa é uma das formas que as pessoas retratam a violência. Negaram o direito ao conhecimento. Mas, mais do que isso, era também a forma como a polícia, a forma como os serviços de segurança, na altura a PIDE, depois a DGS, perseguia, torturava todos aqueles que tivessem opinião diferente ou ousassem questionar seja o que fosse ligado a aspectos políticos aqui em Moçambique”, refere o estudioso. Num contexto em que lá fora, no resto do mundo, antigas colónias acediam à liberdade, Portugal mantinha com mão de ferro um sistema em que eram muito poucos aqueles que tinham acesso à educação, a empregos assim como à saúde, recorda Helder Martins, ministro da Saúde do primeiro governo de Moçambique independente. “A época colonial, era uma quase escravatura, uma escravatura disfarçada porque, primeiro, às populações, não lhes eram reconhecidos direitos cívicos nenhuns. Havia uma distinção entre os chamados ‘indígenas' e os ‘cidadãos' e, teoricamente, a missão de Portugal, dita civilizadora, entre aspas, consistia no processo de assimilação. Mas em 500 anos de colonialismo, os assimilados foram só 1% da população. Portanto, isto diz tudo. Segundo, havia trabalho forçado, havia por legislação, porque partia-se do princípio que o indígena era preguiçoso e que, portanto, era preciso obrigá-lo a trabalhar e todas as outras coisas, a discriminação racial, etc. Agora na área da saúde, a saúde colonial era do mais incrível que se pode imaginar. Não só era altamente discriminatória, como era discriminação racial descarada, discriminação socioeconómica e discriminação geográfica. Porque a população que vivia nas zonas rurais, naquela altura, 90% da população vivia nas zonas rurais, praticamente não havia infraestruturas de saúde nenhuma. As infraestruturas de saúde estavam nas principais cidades onde viviam os colonos e nas zonas rurais só havia uma delegacia de saúde onde houvesse cinco brancos funcionários públicos. A população não interessava em termos de planificação de saúde. Em qualquer livro de planificação de saúde fica claro que o critério que deve presidir à planificação de saúde é a população. Mas isso nunca foi no tempo colonial. Por outro lado, do ponto de vista técnico, era um sistema anacrónico, atrasado. Bom, Portugal naquela altura era um país atrasado sobre todos os pontos de vista e sob o ponto de vista tecnológico também. E na área da saúde também era. (...) O pouco que havia era os programas de combate às grandes endemias. Mas mesmo isso era anacrónico na sua organização, porque havia diversos programas. O da malária e da tuberculose, ou da lepra, ou da tripanossomíase. Os directores desses serviços dependiam directamente do governador-geral e não do director dos serviços de saúde. Então, não havia coordenação nenhuma. Quer dizer, isto era completamente anacrónico”, conta o antigo governante. Podem ouvir os nossos entrevistados na íntegra aqui:
Moçambique assinala neste 25 de Junho de 2025, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propõe-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. No sexto episódio desta digressão, evocamos a chamada ‘Geração de 8 de Março'. Depois da independência, as autoridades moçambicanas enfrentaram vários desafios. O mais imediato era o de fazer funcionar um aparelho de Estado com verbas limitadas. Helder Martins que foi o ministro da saúde do primeiro governo de Moçambique recorda como foram os primeiros tempos. “A primeira coisa que eu fiz quando cheguei ao ministério, depois de tomar posse, foi perguntar ao funcionário responsável da administração e Finanças qual é que era o orçamento, porque o orçamento tinha sido aprovado em Fevereiro durante o governo de transição. Eu não tive conhecimento naquela altura. Era 1,7 Dólares por habitante, por ano. Mas metade daquele dinheiro era gasto no Hospital Central de Lourenço Marques naquela altura. Só se passou a chamar Maputo mais tarde. Os outros hospitais, todos juntos, tinham 0,85 Dólares. Quando você tem um orçamento desta natureza, tem que ver o que é que pode fazer com o melhor resultado e o menor custo. Então, para isto, eu acho que um dos grandes sucessos da minha administração foi ter sabido fazer uma investigação sobre os determinantes da saúde, saber quais são as influências positivas e quais são as influências negativas. Porque uma correcta política de saúde, seja em que parte do mundo for, tem que tentar eliminar -e se não conseguir, eliminar- minimizar os factores negativos. A questão mais importante -e isto era uma experiência que a gente tinha da luta armada- eu também fui o criador do serviço de saúde durante a luta de libertação, portanto, tinha a experiência, que era a participação popular. Você, por exemplo, pode ter o programa mesmo mais medicalizado que quiser. Um dos programas preventivos mais medicalizado são as vacinações. Se você não mobilizar as pessoas, pode criar um programa muito bonito, mas não vai ter uma taxa de cobertura alta. Segundo, nós tivemos que dar a máxima prioridade à medicina preventiva e pôr a ciência no posto de governação. Nós fizemos um estudo sobre os determinantes da saúde e definimos uma política nessa base científica. Nós criamos estruturas no ministério para estudar os problemas. Tivemos também uma comissão técnica para a área farmacêutica. Criamos um Formulário Nacional de medicamentos. Foi publicado no Boletim da República no dia 25 de Dezembro de 1976. A OMS publicou a lista de medicamentos essenciais em Outubro de 1977, dez meses depois. Os critérios da lista eram os mesmos que os nossos critérios”, sublinha o antigo governante. Outro desafio era a necessidade de formar técnicos para as mais diversas áreas que eram necessárias para o funcionamento do país. Foi neste contexto que no dia 8 de Março de 1977, o Presidente Samora Machel lançou um repto aos jovens moçambicanos para suprir as falhas que existiam naquela altura. Yolanda Mussá, então jovem militante -hoje Presidente da Associação da Geração 8 de Março- respondeu ao chamamento. “Depois do golpe de Estado de 25 de Abril de 1974, e sobretudo depois da assinatura dos Acordos de Lusaka e a tomada de posse do Governo de transição a 20 de Setembro do mesmo ano, assistiu-se, sobretudo aqui em Moçambique, a uma fuga massiva de técnicos portugueses que trabalhavam em diferentes áreas, não só no sector público como também no sector privado. Então, havia a necessidade de suprir essa lacuna que foi deixada por esses especialistas e por esses técnicos portugueses. Então, desde essa altura, a Frente de Libertação de Moçambique e o Governo moçambicano, posteriormente, chamou adolescentes e jovens para serem formados, para serem treinados para suprir essas lacunas. Este processo foi formalizado no dia 8 de Março de 1977, quando o Presidente Samora Machel incitou os jovens a responderem ao chamamento à Pátria. E naquela altura estamos perante uma situação que exige que nos manifestemos na essência daquilo que era o nosso patriotismo. O país é nosso e como o país é nosso, nós é que temos que assegurar a edificação da Nação moçambicana. Portanto, esse é que era o desafio. Havia carências nas diferentes áreas. Havia carências na área de educação, na área da economia, na área da administração pública. Então, os jovens e os adolescentes foram chamados a interromper, sobretudo aqueles que estavam na 9.ª classe, na 10.ª, na 11.ª classe, os seus estudos. E nós fomos orientados para as tarefas que foram consideradas prioritárias pelo governo moçambicano. A nível da cidade de Maputo, criou-se o Centro 8 de Março, onde nós fomos orientados e internados. Uns foram para o Propedêutico. Eu, por exemplo, fui orientada para o curso de formação de professores. E qual era a nossa função? Fomos formados, portanto, na Escola central do partido, mas sobretudo para aprender a história de Moçambique, porque sabe-se perfeitamente que, quer no ensino primário, quer no ensino secundário, o que se estudava era a história portuguesa. Então nós fomos orientados para estudar sobretudo a história de Moçambique e estudar a política de Moçambique para, a partir daí, podermos defender aquilo que eram os ideais da Nação moçambicana”, recorda Yolanda Mussá. Questionada sobre os critérios adoptados para orientar os jovens para determinada area, a dirigente associativa refere que as preferências de uns e de outros nao eram decisivos. “No dia em que fui para o painel de Orientação, estava com um colega. Nós éramos provenientes do antigo Liceu António Enes, que agora é Escola Secundária Francisco Maianga. Ele queria seguir matemáticas. A verdade é que depois das entrevistas, eles simplesmente disseram que ele não ia ser orientado para as matemáticas, mas que ele tinha que ser integrado no curso de formação de português. Então, o que contava naquela altura não era o que nós queríamos, mas é o que era considerado prioritário”, conta Yolanda Mussa. Alberto Simão, então jovem estudante de 19 anos, destinava-se à área de engenharia, mas acabou por enveredar por outra área, sendo actualmente economista. “Na altura tinha 19 anos e era estudante, digamos, no ensino técnico. Era do interesse dos meus pais, essencialmente, que eu seguisse a área de engenharia. Portanto, quando eu sou solicitado a integrar as tarefas do 8 de Março, fui exercer as tarefas de docência. Foi a minha primeira profissão. Mais tarde, quando eu voltei e retomei os meus mesmos estudos, decidi-me por uma outra área que foi a área económica”, começa por recordar o antigo docente. “Foi uma fase muito intensa, por assim dizer, e marcante também para os jovens estudantes, porque, na verdade, quase que sem nos apercebermos, passamos para a vida adulta, independentemente da nossa idade cronológica. Nessa altura, ficou claro que as responsabilidades a que nós tínhamos que fazer face, eram responsabilidades de adultos e tínhamos que responder como adultos e, sobretudo, também responder pelos resultados. Portanto, tivemos que crescer muito depressa em termo de crescimento ou em termos comparativos. O tempo de juventude foi relativamente curto, comparativamente com os tempos de hoje”, considera Alberto Simão que diz não ter sentido frustração naquela altura, mas antes uma “sensação de insegurança, porque, na verdade, ninguém estava preparado para assumir responsabilidades de tão alto nível.” Arão Nhacale, antigo autarca da Matola, também respondeu ao apelo de Samora Machel. Apesar de ter uma preferência pela química, acabou por ser dirigido para o ensino. “Eu lembro-me que quando, lá no bairro onde vivia com os meus pais, chegou a convocatória para me apresentar num determinado sítio aí do partido a nível central, eu fui dizer à minha mãe que ‘olha, eu fui chamado pela Frelimo'. E a minha mãe chorou. Não quis deixar que eu fosse, porque não sabia o que é que iria acontecer comigo. Para onde é que eu iria? O que é que eu fiz de errado? Mas eu disse à minha mãe que ‘olha, não se preocupe, porque não há nada de mal aqui. E se me chamam, eu saberei lá.' E fui, deixando a minha mãe triste. Cheguei lá, fui recebido por uma senhora e a conversa foi de muito pouca duração. Quis certificar se era eu. Era. E então deu-me uma guia para me apresentar na Escola Comercial de Maputo. Eu, na altura, era estudante do curso de Química. O meu sonho era formar-me em Química, tornar-me engenheiro de Química, com muita paixão por Química Tecnológica. E queria me formar ao mais alto nível na área de Química. E isso não aconteceu porque recebi esse chamamento e fui dar aulas em 1977, com cerca de 20 anos, na Escola Comercial de Maputo. É a disciplina que me coube. Isto marcou-me muito, porque é com uma certa dose de patriotismo que assumi e aceitei. Tive várias formações na área da educação. Dediquei-me ao ensino durante muitos anos e eu, felizmente, hoje posso dizer que muitos quadros seniores, jovens quadros seniores que temos no país em diversas áreas, alguns ministros, alguns directores na área de defesa de segurança, relações internacionais, industriais, em muitas áreas, alguns deles foram meus alunos. Isso cria em mim um certo -não é orgulho só, não é suficiente- muito mais do que orgulho, porque vejo que valeu a pena o chamamento”, considera o antigo professor. Esta operação que durou até ao começo dos anos 90 envolveu centenas e centenas de jovens, bem como formadores nacionais e estrangeiros, recorda Yolanda Mussa. “Havia formadores moçambicanos, mas para além dos formadores moçambicanos, o governo, na altura, contou com a colaboração de vários países. Por exemplo, eu tive professores de matemática que eram da Guiné-Conacri. Falo da Guiné-Conacri, como também poderia falar de outros países, na altura, de orientação socialista. Tivemos professores que vinham da antiga RDA, que vinham da Bulgária, que vinham da antiga União Soviética”, recorda a dirigente associativa ao referir que foram orientados para “quase todas as áreas”. Olhando retrospectivamente para aquela época, Alberto Simão considera que os jovens da sua geração amadureceram sob o impulso da urgência. “Impelia-nos o sentimento de que esta obrigação era eminentemente nossa, porque o processo de descolonização foi um processo visível. Foi um processo que nós vivenciamos e acompanhámos porque inclusivamente colegas nossos, que eram colegas de carteira, estudantes, etc, uns despediam-se, outros iam embora sem se despedir. E praticamente todos abalavam em massa. Então nós sentíamos que havia um vazio. Aliás, nessa altura, alguns dos serviços que deveriam ter sido prestados por alguns sectores do Estado e mesmo até privados, começaram a entrar assim numa espécie de falência. (…) E os tais quadros potenciais na altura, na verdade éramos nós então. Lá fomos porque também uma coisa vantajosa em ser jovem é que as situações apanham-nos às vezes de surpresa, mas fica também patente a ideia de que o espírito de aventura, também de participação, de fazer as coisas acontecerem e de mostrar um pouco do nosso valor, está lá, presente. Isso impele-nos e não temos tanto as hesitações que talvez o adulto normalmente tem. O jovem vai para a frente. Foi o que nós fizemos”, conclui o economista moçambicano. Podem ouvir os nossos entrevistados na íntegra aqui:
17 And it came to pass on a certain day, as he sat teaching, that there were also Pharisees and doctors of the law sitting by, that were come out of every town of Galilee, and Judea and Jerusalem: and the power of the Lord was to heal them.Et factum est in una dierum, et ipse sedebat docens. Et erant pharisaei sedentes, et legis doctores, qui venerunt ex omni castello Galilaeae, et Judaeae, et Jerusalem : et virtus Domini erat ad sanandum eos. 18 And behold, men brought in a bed a man, who had the palsy: and they sought means to bring him in, and to lay him before him.Et ecce viri portantes in lecto hominem, qui erat paralyticus : et quaerebant eum inferre, et ponere ante eum. 19 And when they could not find by what way they might bring him in, because of the multitude, they went up upon the roof, and let him down through the tiles with his bed into the midst before Jesus.Et non invenientes qua parte illum inferrent prae turba, ascenderunt supra tectum, et per tegulas summiserunt eum cum lecto in medium ante Jesum. 20 Whose faith when he saw, he said: Man, thy sins are forgiven thee.Quorum fidem ut vidit, dixit : Homo, remittuntur tibi peccata tua. 21 And the scribes and Pharisees began to think, saying: Who is this who speaketh blasphemies? Who can forgive sins, but God alone?Et coeperunt cogitare scribae et pharisaei, dicentes : Quis est hic, qui loquitur blasphemias? quis potest dimittere peccata, nisi solus Deus? 22 And when Jesus knew their thoughts, answering, he said to them: What is it you think in your hearts?Ut cognovit autem Jesus cogitationes eorum, respondens, dixit ad illos : Quid cogitatis in cordibus vestris? 23 Which is easier to say, Thy sins are forgiven thee; or to say, Arise and walk?Quid est facilius dicere : Dimittuntur tibi peccata : an dicere : Surge, et ambula? 24 But that you may know that the Son of man hath power on earth to forgive sins, (he saith to the sick of the palsy,) I say to thee, Arise, take up thy bed, and go into thy house.Ut autem sciatis quia Filius hominis habet potestatem in terra dimittendi peccata, ( ait paralytico) tibi dico, surge, tolle lectum tuum, et vade in domum tuam. 25 And immediately rising up before them, he took up the bed on which he lay; and he went away to his own house, glorifying God.Et confestim consurgens coram illis, tulit lectum in quo jacebat : et abiit in domum suam, magnificans Deum. 26 And all were astonished; and they glorified God. And they were filled with fear, saying: We have seen wonderful things today.Et stupor apprehendit omnes, et magnificabant Deum. Et repleti sunt timore, dicentes : Quia vidimus mirabilia hodie.
Foi debaixo de um sol quente que, no Jardim Mário Soares, na sede nacional do PS, em Lisboa, José Luís Carneiro se apresentou neste sábado como o futuro do partido, "por decisão individual", e apelou à união dos socialistas em torno da sua candidatura. O até agora único candidato ao cargo de secretário-geral do PS avisou que o partido, depois da derrota nas legislativas de 18 de Maio, poderá ser ainda mais prejudicado se os socialistas ficarem a "olhar para o umbigo" e se golpearem "reciprocamente". Se for eleito líder, promete uma oposição firme, mas sem ignorar os necessários "consensos democráticos".See omnystudio.com/listener for privacy information.
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre como o Governo não corta despesas, maquia a conta e cobra IOF para tapar o buraco e cumprir metas que criou. Se o governo Lula já aciona, em maio de 2025, o botão do IOF, ao que estará apelando em maio de 26? Ministro Fernando Haddad disse que recuou – revogou parte do decreto – porque o aumento de imposto sobre aplicações no exterior “passava uma mensagem equivocada”. A mensagem foi transmitida de forma claríssima – e captada perfeitamente. Equivocada fora a decisão por instrumentalizar o IOF para estabelecer repressão financeira. Equivocada fora a decisão por instrumentalizar o IOF para elevar a arrecadação. Um conjunto de medidas que pretendeu controlar capitais. Não flertou com o controle de capitais. Quis mesmo reprimir o trânsito de dinheiros. Essa era a intenção. As iniciativas foram pensadas para segurar a saída de recursos do país. Jogada que o ministro da Fazenda chamou de “pequeno ajuste”. E que era “estudada há bastante tempo” – havia mais de ano. Imagine se a turma não estudasse. Estudando, avaliaram que o lance desvalorizaria o dólar. Leia a coluna completa: https://www.estadao.com.br/politica/carlos-andreazza/haddad-faz-o-diabo-para-empurrar-lula-rampa-acima-em-26/ Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Pós-produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Manuella Menezes e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Em entrevista ao Observador, o socialista Ascenso Simões, que apoiou a candidatura de Pedro Nuno nas últimas internas, lamentou o caminho escolhido e pediu moderação para o futuro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No quinto episódio, acompanhamos de camarote a decadência do jogador. Ele perde a faixa de capitão da Seleção, é cortado da Copa América e assiste ao Brasil vencer sem a sua presença. Enquanto enfrenta duas acusações de agressão sexual, vira meme mundial na Copa de 2018 e encerra sua passagem pela França longe do protagonismo que sonhou, entre festas na pandemia e a frustração de não voltar ao Barcelona. No centro da crise, Neymar Pai assume o controle: gerencia a imagem do craque, enfrenta a imprensa e acolhe o colapso do filho num vestiário. A partir de relatos de Jordi Mestre e André Cury, revelamos os bastidores do declínio e o poder silencioso por trás do craque. #podcastneymar #ep5 Assine o UOL e tem acesso a todos os podcasts: https://uol.com.br/uolpodcasts Podcast "Neymar" Apresentação: Juca Kfouri, e de Pedro Lopes. Reportagem: Pedro Lopes e Thiago Arantes Roteiro: Helena Dias. Pesquisa: Pedro Lopes, Thiago Arantes, Helena Dias e Bárbara Falcão Coordenação: Ligia Carriel e Daniel Tozzi. Montagem: Djeferson Barbosa. Desenho de som e finalização: João Pedro Pinheiro. Trilha sonora original: João Pedro Pinheiro. Trilhas adicionais: Epidemic Sound. Direção de voz: João Pedro Pinheiro e Mirella Guilhen. Design: Suellen Lima. Motion design: Leonardo Henrique Rodrigues. Direção de arte: Gisele Pungan e René Cardilho. Redes sociais: Ananda Portela Gerente geral de reportagens especiais: Diego Assis Diretor de reportagem: Alexandre Gimenez Diretor de conteúdo do UOL CS: Murilo Garavello
E veio mais um aí...Mas se não curtir, não tem problema: escutou porque quis
1 At that hour the disciples came to Jesus, saying: Who thinkest thou is the greater in the kingdom of heaven?In illa hora accesserunt discipuli ad Jesum, dicentes : Quis, putas, major est in regno caelorum? 2 And Jesus calling unto him a little child, set him in the midst of them,Et advocans Jesus parvulum, statuit eum in medio eorum, 3 And said: Amen I say to you, unless you be converted, and become as little children, you shall not enter into the kingdom of heaven.et dixit : Amen dico vobis, nisi conversi fueritis, et efficiamini sicut parvuli, non intrabitis in regnum caelorum. 4 Whosoever therefore shall humble himself as this little child, he is the greater in the kingdom of heaven.Quicumque ergo humiliaverit se sicut parvulus iste, hic est major in regno caelorum. 5 And he that shall receive one such little child in my name, receiveth me.Et qui susceperit unum parvulum talem in nomine meo, me suscipit :St John Baptist studied theology at Sorbonne. Inspired by God to give a Christian education to the poor, he founded the Brother of the Christian Schools which soon spread throughout the world. In private life he treated himself with extreme rigour, and died full of merits and years in A.D. 1719.
A partir do relato dos discipulos + o crime de herodes + a reclamação dos fariseus, vamos refletir sobre nossas escolhas.
Um Papa próximo de Francisco e pronto para abraçar o progresso do pontificado do antecessor. Mas, afinal, a par da história por detrás do nome, também a própria eleição reflete um sinal para o mundo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
E veio mais um aí...Mas se não curtir, não tem problema: escutou porque quis
Quis uma Igreja pobre para os pobres e marcou pela forma diferente como encarou o papado. Que legado deixa Francisco, o Papa que quis mudar o olhar da Igreja? Uma conversa com o padre João Basto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
1 And when the sabbath was past, Mary Magdalen, and Mary the mother of James, and Salome, bought sweet spices, that coming, they might anoint Jesus.Et cum transisset sabbatum, Maria Magdalene, et Maria Jacobi, et Salome emerunt aromata ut venientes ungerent Jesum. 2 And very early in the morning, the first day of the week, they come to the sepulchre, the sun being now risen.Et valde mane una sabbatorum, veniunt ad monumentum, orto jam sole. 3 And they said one to another: Who shall roll us back the stone from the door of the sepulchre?Et dicebant ad invicem : Quis revolvet nobis lapidem ab ostio monumenti? 4 And looking, they saw the stone rolled back. For it was very great.Et respicientes viderunt revolutum lapidem. Erat quippe magnus valde. 5 And entering into the sepulchre, they saw a young man sitting on the right side, clothed with a white robe: and they were astonished.Et introeuntes in monumentum viderunt juvenem sedentem in dextris, coopertum stola candida, et obstupuerunt. 6 Who saith to them: Be not affrighted; you seek Jesus of Nazareth, who was crucified: he is risen, he is not here, behold the place where they laid him.Qui dicit illis : Nolite expavescere : Jesum quaeritis Nazarenum, crucifixum : surrexit, non est hic, ecce locus ubi posuerunt eum. 7 But go, tell his disciples and Peter that he goeth before you into Galilee; there you shall see him, as he told you.Sed ite, dicite discipulis ejus, et Petro, quia praecedit vos in Galilaeam : ibi eum videbitis, sicut dixit vobis
36 And one of the Pharisees desired him to eat with him. And he went into the house of the Pharisee, and sat down to meat.Rogabat autem illum quidam de pharisaeis ut manducaret cum illo. Et ingressus domum pharisaei discubuit. 37 And behold a woman that was in the city, a sinner, when she knew that he sat at meat in the Pharisee's house, brought an alabaster box of ointment;Et ecce mulier, quae erat in civitate peccatrix, ut cognovit quod accubuisset in domo pharisaei, attulit alabastrum unguenti : 38 And standing behind at his feet, she began to wash his feet, with tears, and wiped them with the hairs of her head, and kissed his feet, and anointed them with the ointment.et stans retro secus pedes ejus, lacrimis coepit rigare pedes ejus, et capillis capitis sui tergebat, et osculabatur pedes ejus, et unguento ungebat. 39 And the Pharisee, who had invited him, seeing it, spoke within himself, saying: This man, if he were a prophet, would know surely who and what manner of woman this is that toucheth him, that she is a sinner.Videns autem pharisaeus, qui vocaverat eum, ait intra se dicens : Hic si esset propheta, sciret utique quae et qualis est mulier, quae tangit eum : quia peccatrix est. 40 And Jesus answering, said to him: Simon, I have somewhat to say to thee. But he said: Master, say it.Et respondens Jesus, dixit ad illum : Simon, habeo tibi aliquid dicere. At ille ait : Magister, dic. 41 A certain creditor had two debtors, the one who owed five hundred pence, and the other fifty.Duo debitores erant cuidam foeneratori : unus debebat denarios quingentos, et alius quinquaginta. 42 And whereas they had not wherewith to pay, he forgave them both. Which therefore of the two loveth him most?Non habentibus illis unde redderent, donavit utrisque. Quis ergo eum plus diligit? 43 Simon answering, said: I suppose that he to whom he forgave most. And he said to him: Thou hast judged rightly.Respondens Simon dixit : Aestimo quia is cui plus donavit. At ille dixit : Recte judicasti. 44 And turning to the woman, he said unto Simon: Dost thou see this woman? I entered into thy house, thou gavest me no water for my feet; but she with tears hath washed my feet, and with her hairs hath wiped them.Et conversus ad mulierem, dixit Simoni : Vides hanc mulierem? Intravi in domum tuam, aquam pedibus meis non dedisti : haec autem lacrimis rigavit pedes meos, et capillis suis tersit. 45 Thou gavest me no kiss; but she, since she came in, hath not ceased to kiss my feet.Osculum mihi non dedisti : haec autem ex quo intravit, non cessavit osculari pedes meos. 46 My head with oil thou didst not anoint; but she with ointment hath anointed my feet.Oleo caput meum non unxisti : haec autem unguento unxit pedes meos. 47 Wherefore I say to thee: Many sins are forgiven her, because she hath loved much. But to whom less is forgiven, he loveth less.Propter quod dico tibi : remittuntur ei peccata multa, quoniam dilexit multum. Cui autem minus dimittitur, minus diligit. 48 And he said to her: Thy sins are forgiven thee.Dixit autem ad illam : Remittuntur tibi peccata. 49 And they that sat at meat with him began to say within themselves: Who is this that forgiveth sins also?Et coeperunt qui simul accumbebant, dicere intra se : Quis est hic qui etiam peccata dimittit? 50 And he said to the woman: Thy faith hath made thee safe, go in peace.Dixit autem ad mulierem : Fides tua te salvam fecit : vade in pace.
46 Which of you shall convict me of sin? If I say the truth to you, why do you not believe me?Quis ex vobis arguet me de peccato? Si veritatem dico vobis, quare non creditis mihi? 47 He that is of God, heareth the words of God. Therefore you hear them not, because you are not of God.Qui ex Deo est, verba Dei audit. Propterea vos non auditis, quia ex Deo non estis. 48 The Jews therefore answered, and said to him: Do not we say well that thou art a Samaritan, and hast a devil?Responderunt ergo Judaei, et dixerunt ei : Nonne bene dicimus nos quia Samaritanus es tu, et daemonium habes? 49 Jesus answered: I have not a devil: but I honour my Father, and you have dishonoured me.Respondit Jesus : Ego daemonium non habeo : sed honorifico Patrem meum, et vos inhonorastis me. 50 But I seek not my own glory: there is one that seeketh and judgeth.Ego autem non quaero gloriam meam : est qui quaerat, et judicet. 51 Amen, amen I say to you: If any man keep my word, he shall not see death for ever.Amen, amen dico vobis : si quis sermonem meum servaverit, mortem non videbit in aeternum. 52 The Jews therefore said: Now we know that thou hast a devil. Abraham is dead, and the prophets; and thou sayest: If any man keep my word, he shall not taste death for ever.Dixerunt ergo Judaei : Nunc cognovimus quia daemonium habes. Abraham mortuus est, et prophetae; et tu dicis : Si quis sermonem meum servaverit, non gustabit mortem in aeternum. 53 Art thou greater than our father Abraham, who is dead? and the prophets are dead. Whom dost thou make thyself?Numquid tu major es patre nostro Abraham, qui mortuus est? et prophetae mortui sunt. Quem teipsum facis? 54 Jesus answered: If I glorify myself, my glory is nothing. It is my Father that glorifieth me, of whom you say that he is your God.Respondit Jesus : Si ego glorifico meipsum, gloria mea nihil est : est Pater meus, qui glorificat me, quem vos dicitis quia Deus vester est, 55 And you have not known him, but I know him. And if I shall say that I know him not, I shall be like to you, a liar. But I do know him, and do keep his word.et non cognovistis eum : ego autem novi eum. Et si dixero quia non scio eum, ero similis vobis, mendax. Sed scio eum, et sermonem ejus servo. 56 Abraham your father rejoiced that he might see my day: he saw it, and was glad.Abraham pater vester exsultavit ut videret diem meum : vidit, et gavisus est. 57 The Jews therefore said to him: Thou art not yet fifty years old, and hast thou seen Abraham?Dixerunt ergo Judaei ad eum : Quinquaginta annos nondum habes, et Abraham vidisti? 58 Jesus said to them: Amen, amen I say to you, before Abraham was made, I am.Dixit eis Jesus : Amen, amen dico vobis, antequam Abraham fieret, ego sum. 59 They took up stones therefore to cast at him. But Jesus hid himself, and went out of the temple.Tulerunt ergo lapides, ut jacerent in eum : Jesus autem abscondit se, et exivit de templo.St John shows us the growing hatred of the Sanhedrin. Those who ought to have recognized in Jesus the Son of God, greater than Abraham and the Prophets, because He is eternal, disregarded the meaning of His words. They insulted our Lord Jesus Christ, the Messias, whom they declared to be possessed by a devil, a blasphemer, whom they would stone to death.
Firmy dnes čelí stále častěji extrémnímu počasí, dopadům změny klimatu nebo kybernetickým útokům. Jak tyto nové hrozby zvládat a využít pojištění strategicky k růstu? Ve Forbes BrandVoice podcastu diskutovali Dušan Quis, CEO Allianz, a Jakub Stojan, ředitel společnosti Agras Želatovice. Budoucnost vidí oba experti v rostoucím využívání chytrých technologií, automatizace a umělé inteligence. Zároveň ale zdůrazňují, že navzdory technologickému pokroku by měl v pojišťovnictví zůstat také osobní přístup. „Pojišťovnictví je především o lidech a pro lidi. Automatizace nám pomáhá, ale lidský kontakt bude i nadále klíčový,“ uzavírá Dušan Quis.
Toma mai um aí.Mas se não curtir, não tem problema: escutou porque quis
1 After these things was a festival day of the Jews, and Jesus went up to Jerusalem.Post haec erat dies festus Judaeorum, et ascendit Jesus Jerosolymam. 2 Now there is at Jerusalem a pond, called Probatica, which in Hebrew is named Bethsaida, having five porches.Est autem Jerosolymis probatica piscina, quae cognominatur hebraice Bethsaida, quinque porticus habens. 3 In these lay a great multitude of sick, of blind, of lame, of withered; waiting for the moving of the water.In his jacebat multitudo magna languentium, caecorum, claudorum, aridorum, exspectantium aquae motum. 4 And an angel of the Lord descended at certain times into the pond; and the water was moved. And he that went down first into the pond after the motion of the water, was made whole, of whatsoever infirmity he lay under.Angelus autem Domini descendebat secundum tempus in piscinam, et movebatur aqua. Et qui prior descendisset in piscinam post motionem aquae, sanus fiebat a quacumque detinebatur infirmitate. 5 And there was a certain man there, that had been eight and thirty years under his infirmity.Erat autem quidam homo ibi triginta et octo annos habens in infirmitate sua. 6 Him when Jesus had seen lying, and knew that he had been now a long time, he saith to him: Wilt thou be made whole?Hunc autem cum vidisset Jesus jacentem, et cognovisset quia jam multum tempus haberet, dicit ei : Vis sanus fieri? 7 The infirm man answered him: Sir, I have no man, when the water is troubled, to put me into the pond. For whilst I am coming, another goeth down before me.Respondit ei languidus : Domine, hominem non habeo, ut, cum turbata fuerit aqua, mittat me in piscinam : dum venio enim ego, alius ante me descendit. 8 Jesus saith to him: Arise, take up thy bed, and walk.Dicit ei Jesus : Surge, tolle grabatum tuum et ambula. 9 And immediately the man was made whole: and he took up his bed, and walked. And it was the sabbath that day.Et statim sanus factus est homo ille : et sustulit grabatum suum, et ambulabat. Erat autem sabbatum in die illo. 10 The Jews therefore said to him that was healed: It is the sabbath; it is not lawful for thee to take up thy bed.Dicebant ergo Judaei illi qui sanatus fuerat : Sabbatum est, non licet tibi tollere grabatum tuum. 11 He answered them: He that made me whole, he said to me, Take up thy bed, and walk.Respondit eis : Qui me sanum fecit, ille mihi dixit : Tolle grabatum tuum et ambula. 12 They asked him therefore: Who is that man who said to thee, Take up thy bed, and walk?Interrogaverunt ergo eum : Quis est ille homo qui dixit tibi : Tolle grabatum tuum et ambula? 13 But he who was healed, knew not who it was; for Jesus went aside from the multitude standing in the place.Is autem qui sanus fuerat effectus, nesciebat quis esset. Jesus enim declinavit a turba constituta in loco. 14 Afterwards, Jesus findeth him in the temple, and saith to him: Behold thou art made whole: sin no more, lest some worse thing happen to thee.Postea invenit eum Jesus in templo, et dixit illi : Ecce sanus factus es; jam noli peccare, ne deterius tibi aliquid contingat. 15 The man went his way, and told the Jews, that it was Jesus who had made him whole.Abiit ille homo, et nuntiavit Judaeis quia Jesus esset, qui fecit eum sanum.
1 At that hour the disciples came to Jesus, saying: Who thinkest thou is the greater in the kingdom of heaven?In illa hora accesserunt discipuli ad Jesum, dicentes : Quis, putas, major est in regno caelorum? 2 And Jesus calling unto him a little child, set him in the midst of them,Et advocans Jesus parvulum, statuit eum in medio eorum, 3 And said: Amen I say to you, unless you be converted, and become as little children, you shall not enter into the kingdom of heaven.et dixit : Amen dico vobis, nisi conversi fueritis, et efficiamini sicut parvuli, non intrabitis in regnum caelorum. 4 Whosoever therefore shall humble himself as this little child, he is the greater in the kingdom of heaven.Quicumque ergo humiliaverit se sicut parvulus iste, hic est major in regno caelorum. 5 And he that shall receive one such little child in my name, receiveth me.Et qui susceperit unum parvulum talem in nomine meo, me suscipit : Don Bosco founded the Salesian Fathers and the Order of our Lady, Help of Christians, for the education of poor boys and girls. He died A.D. 1888.
Happy New Year, we welcome you back to Light ‘Em Up!This is our 2nd installation of our brand-new 6th season! A double dip this month.Who's listening to us in Mozambique? We're actively being downloaded in 117 countries, globally!On this no holds barred, explosive, investigative, educational episode — we once again, shine the antiseptic light of the truth as we deliver this in-depth investigation that is focused on de-escalation of aggression as it relates to law enforcement activities.We ask rhetorically, “Who will police the police”? Oversight of law enforcement is necessary in the 21st century.In Latin this phrase translates to “Quis custodiet Ipsos custodes”. Literally, it means “Who shall guard the guards?We hear the term “de-escalation of aggression” so often now-a-days.What does it really mean?In theory, de-escalation training has been widely implemented by U.S. law enforcement agencies in the wake of adverse public reaction to a rash of recent controversial police use of force (UoF) incidents.George Floyd, Michael Brown, Breonna Taylor, Philando Castille, Eric Garner, just to name a few.How is it effectively put into practice on a daily basis, or is it really being employed or implemented regularly, at all?The essence of de-escalation involves:— Engaging the person with empathy and reserving judgement— Maintaining a calming presence and— Setting limits, but picking your battlesOur learning concepts for this episode include:Educating you about the essentials of the de-escalation process that can aide you at:— work— home (in your interpersonal relationships) and— in the mean streets— We take a close up look at: Graham v. Connor | 490 U.S. 386 (1989) as it applies overall to the de-escalation process.And:Examine the origins of “officer induced jeopardy” and the ground-breaking ICAT training (Integrating Communication Assessment & Tactics) for the purposes of de-escalating a situation.And:The “comply or die” mentality that often plagues these high stress encounters with the public – especially and disproportionately encounters with individuals of color.“Officer induced jeopardy” is often the culprit in many violent encounters with the public. An officer can't pick a fight — end it with bullets and then claim self-defense — but they do this with regularity.This is the essence of officer induced jeopardy.We'll examine the Miami Beach, Florida Police Department's body worn camera (bwc) video footage of the recent arrest of U.S. Olympic sprinter and bronze medalist in the Summer Paris Games, Fred Kerley, and the high profile, rough arrest of Miami Dolphins star wide receiver, Tyreek Hill.And examine the Akron, Ohio Police Department's shooting of Jazmir Tucker, a 15-year-old high school freshman — with a high-powered assault rifle.You'll hear the exclusive audio of these high-profile arrests as we share the fact pattern in these cases as our case studies.Tune in to hear all of the explosive details.Follow our sponsors: Newsly, Feedspot. We want to hear from you!
26 If any man come to me, and hate not his father, and mother, and wife, and children, and brethren, and sisters, yea and his own life also, he cannot be my disciple.Si quis venit ad me, et non odit patrem suum, et matrem, et uxorem, et filios, et fratres, et sorores, adhuc autem et animam suam, non potest meus esse discipulus. 27 And whosoever doth not carry his cross and come after me, cannot be my disciple.Et qui non bajulat crucem suam, et venit post me, non potest meus esse discipulus. 28 For which of you having a mind to build a tower, doth not first sit down, and reckon the charges that are necessary, whether he have wherewithal to finish it:Quis enim ex vobis volens turrim aedificare, non prius sedens computat sumptus, qui necessarii sunt, si habeat ad perficiendum, 29 Lest, after he hath laid the foundation, and is not able to finish it, all that see it begin to mock him,ne, posteaquam posuerit fundamentum, et non potuerit perficere, omnes qui vident, incipiant illudere ei, 30 Saying: This man began to build, and was not able to finish.dicentes : Quia hic homo coepit aedificare, et non potuit consummare? 31 Or what king, about to go to make war against another king, doth not first sit down, and think whether he be able, with ten thousand, to meet him that, with twenty thousand, cometh against him?Aut quis rex iturus committere bellum adversus alium regem, non sedens prius cogitat, si possit cum decem millibus occurrere ei, qui cum viginti millibus venit ad se? 32 Or else, whilst the other is yet afar off, sending an embassy, he desireth conditions of peace.Alioquin adhuc illo longe agente, legationem mittens rogat ea quae pacis sunt. 33 So likewise every one of you that doth not renounce all that he possesseth, cannot be my disciple.Sic ergo omnis ex vobis, qui non renuntiat omnibus quae possidet, non potest meus esse discipulus St Timothy, who is the best known disciple of St Paul, was bishop of Ephesus in Asia Minor. He was stoned to death by pagans A.D. 97.
Sorry for the wait!! This week we had HKain and Quisy wita Y on the pod. We discussed the USP before it happened. We talked about music, new shows to watch, HKain album “ Save Me” which is now out on all platforms. He was such an open book about his life and struggles after losing so many loved ones. Tune in, great interview and episode. Also tune in to hear who said 2 chainz don't really cuss like that and how we had to prove them wrong lmao!
Grammy-winning producer Lil Ju Made Da Beat and his manager Quis stopped by to talk all things music, success, and how “And if the beat live you know Lil Ju made it” became a cultural staple. From career highs to navigating the industry, they shared gems you won't want to miss! Plus, we tackled a juicy MOTO—how would you handle your partner not getting an invite to your sibling's wedding? And of course, we're spilling this week's petty moments. This episode has everything—tap in and catch the vibes! XOXO, Petty Party Get Interactive with us!Youtube: https://www.youtube.com/@pettypartypodcast Instagram: https://www.instagram.com/pettypartypodTwitter: https://twitter.com/pettypartypodTiktok: https://tiktok.com/pettypartypodEmail: PettyParty12814@gmail.com Follow us!Crystal: @champagnecrysJori: @jorialiahMichelle: @chellysaysNikki: @stanleyogleveePaulette: @amakalette Guests:Lil Ju: @liljumadedabeatQuis: @tbquis
Conheci essa garota no Instagram. Me chamou a atenção sua beleza e o quanto ela era engraçada. Ela é assim, chama a atenção por onde passa porque parece carregar um sol. E essa luz vem iluminando uma bela carreira como atriz e também deixando claro como é que uma mulher como ela se constrói e se mantém. Hoje o Mamilos Café tem o prazer de receber Gabriela Loran! _____ Contato: mamilos@mamilos.me
Tem muita história fascinante no Everest. Uma delas eu vou contar dia 30/10 na palestra Mallory - Everest: Sonho e Tragédia. Inscreva-se gratuitamente em https://lp.lucianopires.com.br/?page_id=898e Em 1953, o neozelandês Edmund Hillary e o tibetano-nepalês Tenzing Norgay se tornaram os primeiros homens a alcançar o cume do Monte Everest, a montanha mais alta do mundo. A foto que ilustra este post é de Norgay, de pé no topo da montanha, celebrando a vitória histórica sobre a natureza e os próprios limites. Um momento de glória, imortalizado para sempre. Mas Hillary não quis tirar uma foto no topo da montanha. Como assim? See omnystudio.com/listener for privacy information.