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Neste episódio, Ricardo fala sobre a importância de manter ritmo, e não histeria, para que os projetos sejam sustentáveis. Ele explica que muitas organizações confundem produtividade com um ambiente caótico, cheio de urgências, reuniões constantes e mudanças de prioridade. Esse cenário cria apenas a sensação de movimento, mas não garante progresso real. Para Ricardo, ritmo significa consistência, cadência e avanço contínuo com foco e energia, enquanto a histeria coloca o projeto em estado permanente de emergência. Isso gera cansaço, piora as decisões e reduz a qualidade do trabalho. Ele destaca que projetos são feitos por pessoas e que equipes exaustas perdem motivação e cometem mais erros. Por isso, líderes devem definir prioridades claras, respeitar a capacidade do time e criar um ambiente sustentável para alcançar resultados consistentes. Escute o podcast para saber mais!
José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades em marketing em agronegócio, comenta os mais relevantes fatos da área às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 7h25, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em mais um episódio do Conversas de Trabalho, Camila Cruz comenta sobre o aumento das demandas na justiça do trabalho e riscos para empresas.
O projeto do estádio próprio do Flamengo voltou ao debate após novas declarações do executivo Alexandre Rangel. O dirigente revelou bastidores importantes sobre o terreno do Gasômetro, os entraves burocráticos, o modelo de financiamento e até a possibilidade de o clube analisar a compra do Maracanã.Apesar do consenso dentro do clube sobre a necessidade de uma arena própria, o caminho está longe de ser simples. Há problemas ambientais, processos com órgãos públicos, estudos arqueológicos e um planejamento financeiro que pode levar anos até permitir o início da construção.Neste vídeo, explicamos os riscos, as dúvidas e os cenários possíveis para o futuro estádio do Flamengo.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #EstádioDoFlamengo
José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades em marketing em agronegócio, comenta os mais relevantes fatos da área às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 7h25, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Ricardo celebra o Dia Internacional da Mulher refletindo sobre a importância da diversidade em projetos. Ele explica que muitos projetos fracassam não por problemas técnicos, mas pelo group thinking, quando todos pensam da mesma forma e deixam de questionar decisões. Projetos complexos precisam de diferentes perspectivas, experiências e formas de interpretar riscos. Nesse contexto, a participação das mulheres contribui para melhorar a qualidade das decisões, a comunicação e o relacionamento com stakeholders. Ricardo destaca que diversidade não é apenas uma questão de justiça, mas de desempenho e inteligência coletiva. Quando mulheres têm espaço para participar, liderar, questionar e influenciar, os projetos tornam-se mais robustos. Ele conclui incentivando líderes a tratar a diversidade como um fator essencial para alcançar melhores resultados em projetos. Escute o podcast para saber mais!
Tenente Maxwel Souza - Diretor de Comunicação e porta-voz da Defesa Civil do Estado de São Paulo Defesa Civil realiza ação educativa sobre riscos urbanos com simulação de fio energizado em via pública
Nesta live especial da gas week, um time de especialistas de peso se reúne para discutir as consequências e os impactos da escalada do conflito no Oriente Médio sobre o mercado global e brasileiro de gás natural. Com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, o consequente bloqueio do Estreito de Hormuz e a interrupção das exportações do Catar, cerca de 20% de todo o comércio global de Gás Natural Liquefeito (GNL) foi diretamente afetado. Em poucos dias, o mercado sentiu o golpe: os preços de referência subiram 50% na Europa (TTF) e 40% na Ásia (JKM). Quais as consequências reais para o suprimento e os preços globais? O Brasil está protegido ou nossa matriz termelétrica sofrerá com o mercado spot? E como as incertezas afetam o Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP)? Assista para entender o cenário completo.
Boletim da ALMG - Edição n.º 6374
Alimentos ultraprocessados estão na pauta de discussão do Senado, com análise de propostas que incluem restrição de publicidade e proibição da venda desses produtos em cantinas escolares ( PL 4501/2020 e PL 2722/2025 ). Em conversa com a jornalista Raíssa Abreu, a nutricionista Sandra Lima alerta sobre os perigos dos alimentos ultraprocessados, que parecem práticos, mas são perigosos. Além do aumento de peso, ultraprocessados podem levar à obesidade e causar doenças, inclusive em crianças, como diabetes e hipertensão. Acompanhe a entrevista e saiba como manter uma alimentação saudável.
Muitas pessoas desejam emagrecer rapidamente. E, para alcançarem esse objetivo, é comum investirem em dietas muito restritivas, nada saudáveis e difíceis de serem sustentadas por longos períodos. Com isso, elas perdem peso, mas logo abandonam a dieta e recuperam todos os quilos eliminados e muitas vezes ganham até uns quilos a mais. Sobre os riscos do efeito sanfona, o âncora Jota Batista conversa com a endocrinologista, especialista em emagrecimento, Leila Gonzaga, no Canal Saúde nesta segunda-feira (03).
Neste episódio, Ricardo explica que muitos projetos falham não por problemas técnicos, mas porque o contexto global muda durante a execução. Eleições, guerras, sanções e tensões comerciais podem alterar prioridades, bloquear fornecedores e elevar custos inesperadamente. Geopolítica vai além de conflitos armados: inclui cadeias globais de suprimento, taxas de juros, câmbio e regulações ambientais. Restrições comerciais podem paralisar obras, limitar exportações e encarecer materiais. A alta dos juros afeta o financiamento, e variações cambiais podem tornar contratos inviáveis rapidamente. Mudanças regulatórias também impactam escopo e prazos. Por isso, o gerente de projetos deve considerar riscos macroeconômicos, trabalhar com cenários e envolver a liderança quando o contexto muda, garantindo alinhamento estratégico em um ambiente de instabilidade global. Escute o podcast para aprender mais!
O burnout costuma ser associado a ambientes corporativos e jornadas intensas de trabalho. Mas será que ele também pode acontecer em algo que, teoricamente, é lazer como videogame? Nos últimos meses, a discussão ganhou força após criadores de conteúdo relatarem esgotamento trabalhando com games, levantando dúvidas sobre saúde mental, pressão por desempenho e a transformação de hobbies em obrigações. No novo episódio do Podcast Canaltech, Gabriel Cavalheiro, conversa com Rafael Marques Psicólogo clínico, que explica o que realmente caracteriza a síndrome de burnout, como diferenciar cansaço temporário de um problema mais sério e por que profissionais de eSports, streamers e até jogadores casuais podem enfrentar esse tipo de esgotamento. O episódio também aborda sinais de alerta, o impacto da cultura gamer e dicas práticas para manter uma relação saudável com os jogos. Você também vai conferir: iFood e Uber lançam combo com desconto, hackers exploram páginas do governo e Xiaomi lança ventilador que funciona sem tomada. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Jaqueline Sousa e Vinicius Moschen, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Leandro Kroth e Claiton Kolling, da Defesa Civil de Santa Cruz, participaram do Direto ao Ponto. Audiência pública sobre o Plano Municipal de Redução de Riscos será realizada no dia 4 de março, em Santa Cruz do Sul.
Leandro Kroth e Claiton Kolling, da Defesa Civil de Santa Cruz, participaram do Direto ao Ponto. Audiência pública sobre o Plano Municipal de Redução de Riscos será realizada no dia 4 de março, em Santa Cruz do Sul.
As quedas são um dos problemas de saúde mais comuns e preocupantes entre pessoas idosas. Embora crianças e adultos também possam cair, os impactos para a saúde a partir dos 60 anos tornam-se muito mais graves. Estima-se que cerca de 30% a 40% dos idosos acima dessa idade sofram pelo menos uma queda ao ano. Entre aqueles com mais de 80 anos, esse número chega a 50%. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com enfermeiro do Hospital Jayme da Fonte, Marcus Viniccius Paixão, no Canal Saúde desta quarta-feira (25).
Com a chegada do frio, aumentam as doenças respiratórias e os riscos para a saúde, sobretudo entre idosos e pessoas com doenças crónicas. Vamos falar sobre os cuidados essenciais para se proteger nesta época do ano.
Neste episódio, Ricardo afirma que o verdadeiro inimigo de um projeto não é o risco, mas a ilusão. Embora dediquemos muito esforço à gestão de riscos, muitos fracassos decorrem do autoengano coletivo: cronogramas otimistas e irreais, orçamentos ajustados para viabilizar o business case e escopos sustentáveis apenas no papel. Diferente da incerteza, que é natural em ambientes complexos, a ilusão é construída pela cultura organizacional e pela pressão por aprovação e velocidade. A falácia do planejamento nos leva a subestimar prazos e custos por incentivos e excesso de confiança. Liderança em projetos não é agradar, mas proteger a realidade, explicitar trade-offs e confrontar ilusões cedo. Projetos fracassam não pelo que sabemos, mas pelo que escolhemos ignorar. Escute o podcast para saber mais!
Calor junto com o verão é a combinação perfeita para aproveitar as praias e lazer ao ar livre, mas é fundamental reforçar alguns cuidados e alertar a sociedade sobre câncer de pele neste e em todos os períodos do ano. Os índices de cânceres de pele têm aumentado muito nos últimos anos e a divulgação e conhecimento sobre o assunto fazem a diferença. No Brasil, os dados são de 220 mil carcinomas cutâneos por ano. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com a médica oftalmologista do Hospital Santa Luzia, Fabiana da Fonte, no Canal Saúde nesta segunda-feira (23).
No episódio de hoje do Radar Médico, Ester Ribeiro, médica nefrologista e conteudista do Portal Afya, discute um dos temas mais atuais da prática médica: como a Inteligência Artificial está sendo regulada no Brasil e no mundo — e quais são os desafios éticos envolvidos em seu uso clínico.Da análise de exames de imagem a assistentes virtuais e modelos generativos, a IA já faz parte da rotina médica. No entanto, o avanço acelerado dessas tecnologias levanta questões importantes sobre aprovação regulatória, responsabilidade profissional, transparência algorítmica, vieses e segurança de dados.O episódio contextualiza o cenário internacional — incluindo FDA (EUA), EMA e a nova Lei de IA da União Europeia — além das normas brasileiras (ANVISA, LGPD e projetos de lei em andamento), e discute se ferramentas de IA deveriam passar por processos de aprovação semelhantes aos de medicamentos e dispositivos médicos.
A inteligência artificial já faz parte da rotina da maioria dos brasileiros, muitas vezes sem que a gente perceba. Mas será que estamos preparados para usar essa tecnologia com consciência? Uma pesquisa do Observatório Fundação Itaú em parceria com o Datafolha revela que 93% da população utiliza IA no dia a dia, direta ou indiretamente, mas apenas 54% dizem entender o que ela realmente é. No novo episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Lacier Dias, especialista em tecnologia e transformação digital, sobre os impactos dessa diferença entre uso e compreensão. O episódio aborda desde o avanço acelerado da IA no Brasil até os riscos de utilizar ferramentas sem letramento digital, especialmente quando envolve dados pessoais e informações profissionais. Durante a conversa, o especialista explica por que a inteligência artificial chegou primeiro ao público, diferente de outras tecnologias e como isso mudou a forma como aprendemos a lidar com inovação. O episódio também discute como o conhecimento em IA pode aumentar produtividade, gerar vantagem no mercado de trabalho e, ao mesmo tempo, trazer desafios relacionados à segurança e privacidade. Você também vai conferir: Google lança rival mais barato do iPhone, Gemini agora cria músicas com IA e privada japonesa aposta em higiene automatizada. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos e contou com reportagens de Renato Moura e João Melo, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O contas a pagar da sua empresa está te protegendo… ou te expondo a riscos invisíveis? Neste episódio do Controller Cast, recebemos Ivan Mello, Gerente de Controladoria da Qive, para um mergulho profundo no Panorama de Contas a Pagar 2026 — uma pesquisa inédita que analisou mais de R$ 3 trilhões em transações B2B no Brasil. A conversa revela dados que chamam atenção: - Por que o boleto ainda domina o B2B, mesmo com o avanço do Pix - Inconsistências em CNPJs e bilhões em valores que passam despercebidos no contas a pagar - Como falhas “operacionais” escondem riscos reais de caixa e governança - O novo papel do contas a pagar e das compras como guardiões do crédito tributário - O que a reforma tributáride ona muda na prática a partir de 2026 - Controles simples que evitam problemas grandes (e comuns) Mais do que falar de processo, este episódio conecta dados, tecnologia, controladoria e estratégia, mostrando por que o contas a pagar deixa de ser backoffice e passa a ser peça-chave na saúde financeira da empresa. Se você atua em finanças, controladoria, FP&A ou liderança, este episódio vai te ajudar a enxergar riscos que normalmente só aparecem quando já é tarde. ▶️ Dê o play e ouça o episódio completo.
Durante a semana do Carnaval no Brasil, Ricardo relaciona celebração e gestão de projetos. O Carnaval, uma das maiores manifestações culturais do mundo, simboliza criatividade, energia, disciplina e meses de preparação. Por trás da música e dos desfiles existe planejamento estruturado, orçamento, ensaios e papéis bem definidos — assim como nos projetos. Porém, na vida profissional, as equipes frequentemente passam de um marco a outro sem celebrar conquistas. Projetos exigem resiliência, disciplina e sacrifício, e cada vitória merece reconhecimento. Celebrar não é perda de tempo; é combustível emocional. Reforça comportamentos positivos, fortalece o senso de pertencimento, reduz o esgotamento e evidencia o progresso. Assim como no Carnaval, projetos bem-sucedidos entregam resultados e constroem equipes mais fortes e motivadas ao longo da jornada. Escute o podcast para saber mais!
Nesta edição especial de Carnaval, o boletim detalha o alerta do Conselho Federal de Medicina sobre o impacto do consumo excessivo de álcool nas emergências e nos protocolos de trauma. O conteúdo apresenta as estratégias de prevenção combinada do Ministério da Saúde contra ISTs, com foco no acesso à PEP e na testagem rápida. Destacamos ainda a classificação do CDC para grandes aglomerações e os riscos de transmissão de doenças respiratórias e gastrointestinais durante a folia. Acompanhe as orientações que auxiliam na organização dos fluxos assistenciais e na segurança do paciente neste período no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/16-02-2026
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece
Apesar de danos a instalações energéticas, médicos continuam a realizar partos e cirurgias durante falhas de energia; Unfpa apoia unidades de saúde com sistemas de energia de reserva e fornecimentos essenciais.
Projetos de compra de créditos de remoção de carbono em áreas do Cerrado permitem monoculturas de eucalipto ou pinus
Ao contribuírem para a perda da biodiversidade do planeta, empresas mundo afora estão cavando a própria cova – e não fazem nada, ou muito pouco, para reverter os riscos que pesam sobre elas mesmas. Um relatório publicado nesta segunda-feira (9) apresenta as conclusões de três anos de pesquisas sobre uma relação que é, ao mesmo tempo, de dependência e de destruição. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O estudo da respeitada Plataforma Intergovernamental de Ciência e Política para Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), conhecido como “o IPCC da biodiversidade”, alerta que todos os negócios dependem da natureza. Entretanto, as atividades econômicas resultaram na redução de 40% dos estoques do capital natural a partir de 1992, aponta o texto. “O crescimento da economia global ocorreu à custa de uma imensa perda de biodiversidade, que agora representa um risco sistêmico crítico e generalizado para a economia, a estabilidade financeira e o bem-estar humano”, afirma o documento, elaborado por especialistas de 75 países, incluindo consultas a comunidades indígenas e tradicionais. O texto adverte empresas, corporações e o setor financeiro que o modo sobre o qual estruturam as suas atividades – majoritariamente predatórias – impulsiona o declínio da natureza e “nem sempre é compatível com um futuro sustentável”. “O fundamental é que os especialistas detalharam a exposição das empresas à perda de biodiversidade, como elas podem medir o seu impacto e as suas dependências, e assim entender os riscos. É a primeira vez que atingimos esse nível de detalhamento, com esta quantidade de especialistas e com a presença de 150 governos”, resumiu Matt Jones, um dos três copresidentes do trabalho, apresentado na conclusão da 12ª sessão plenária do IPBES, em Manchester (Inglaterra). “Com uma clareza inédita, o relatório ajuda as empresas a entenderem o que elas precisam fazer agora.” Dependência direta ou indireta – mas todas dependem Essa dependência pode ser óbvia, como na agricultura ou na mineração, ou nem tão clara à primeira vista, como nas tecnologias digitais. “Pode ser de uma maneira muito direta, como no caso do agronegócio, que depende diretamente dos solos, de polinização, de água etc., mas também cadeias indiretas. Uma empresa que está desenvolvendo inteligência artificial depende de recursos que estão na nuvem e necessariamente precisa de uma série de componentes primários que vêm da natureza, depende de água para resfriar os seus servidores” explicou à RFI Rafael Loyola, coordenador de um dos capítulos do relatório e diretor da Fundação Brasileira de Desenvolvimento Sustentável. “Quando as empresas começarem a entender que o risco de perda de biodiversidade e de degradação da natureza é um risco material, a mentalidade começa a mudar e as empresas vão começar a internalizar esses custos.” Conforme o estudo, em 2023, os fluxos globais de financiamento público e privado com impactos negativos diretos sobre a natureza chegaram a US$ 7,3 trilhões. Desse valor, um terço foram gastos públicos em subsídios que são prejudiciais ao meio ambiente. No caso do Brasil, Loyola ressalta que os incentivos à agricultura de baixo carbono representam uma minoria do pacote total de recursos disponibilizados para o setor. “A gente está falando em cortar subsídios que geram impacto ou pelo menos reorientá-los, para que não sejam, em sua maioria, atividades impactantes. Estamos falando eventualmente de taxas e benefícios fiscais para as atividades positivas”, exemplificou. “O governo tem um papel estruturante, que é importante para o mercado.” Desconhecimento afeta a proteção A mensuração dos danos é insuficiente, contribuindo para que os danos à natureza sejam minimizados tanto em termos políticas públicas, quanto na alocação de investimentos por bancos e o setor financeiro. Menos de 1% das empresas reporta seus impactos sobre a biodiversidade, nota o estudo. “Elas vão ter que avaliar isso na cadeia de valor que têm e comparar opções entre os seus fornecedores, por exemplo. E obviamente, em um nível mais alto das empresas, olhar para a sua estratégia e ver se ela gera valor porque está alinhada à natureza, e não porque está degradando a natureza. Assim eles poderão redirecionar os seus investimentos”, complementa o especialista brasileiro. Em 2023, apenas US$ 220 bilhões foram direcionados para atividades que contribuem para a conservação e restauração da biodiversidade – ou seja, 3% do valor mobilizado em atividades prejudiciais à natureza. Muitas dos negócios que apostam na conservação de espécies não têm conseguido gerar receitas suficientes para prosperarem, indica o texto. Recomendações O estudo traz uma lista de 100 recomendações para agentes públicos, privados e da sociedade civil promoverem uma “mudança transformadora”, ressaltando que um dos problemas é a falta de informação sobre as oportunidades que o caminho da preservação representa. Medidas como aumentar a eficiência, reduzir o desperdício e as emissões de CO2 beneficiam a biodiversidade. Um maior engajamento junto às comunidades locais, detentoras de conhecimentos tradicionais sobre a natureza, também está entre as recomendações. “Com uma relação respeitosa e apropriada com povos indígenas e comunidades locais, as empresas podem tomar decisões melhores. Existem muitos conhecimentos e dados existentes e as empresas não utilizam como poderiam”, apontou Matt Jones. Para Rafael Loyola, o Brasil é um modelo de como é possível adaptar planos de negócios para torná-los sustentáveis e positivos para a natureza, com as cadeias do açaí e da castanha, na Amazônia. Falta, entretanto, dar escala a essas iniciativas. “No centro do problema, existe a necessidade de mudança de mentalidade, de se entender que a natureza é um ativo para as empresas e a sociedade, e não um problema. Só que hoje temos um conjunto de condições que fazem com que seja mais lucrativo e mais fácil desenvolver um negócio que tem impacto sobre a natureza do que um que a restaure, a recupere”, disse Loyola. “Tem um papel central do Banco Central e dos bancos de desenvolvimento de, na hora de alocar o investimento, fazer uma diligência muito bem feita e fazer um monitoramento do que está sendo reportado, para que seja possível verificar que o que está sendo dito de fato acontece.”
Neste episódio, Ricardo apresenta o Cloud Cowork, um modelo de agente de IA da Anthropic que vai muito além dos assistentes conversacionais tradicionais. Ele foi projetado para executar tarefas completas em contextos reais, como arquivos, pastas, documentos, relatórios e fluxos de trabalho. Ricardo destaca sua forte aplicabilidade ao gerenciamento de projetos e outras formas de trabalho intelectual estruturado, em que grande parte do tempo é gasta em atividades operacionais como organizar documentos, consolidar dados, revisar informações e preparar relatórios. Ao delegar essas tarefas a um agente de IA que planeja e executa o trabalho de forma estruturada, os profissionais podem mudar o foco da execução para a orquestração, a tomada de decisões e a estratégia. Falando como um usuário satisfeito, sem qualquer vínculo com a Anthropic, Ricardo recomenda fortemente testar o Cloud Cowork para entender o impacto real dos agentes de IA em projetos, PMOs e organizações. Ouça o episódio e confira todos os detalhes!
Com a popularização das apostas online no Brasil, também cresceram os golpes, as fraudes de identidade e o uso de deepfakes para enganar jogadores. No episódio de hoje do Podcast Canaltech, a repórter Jaqueline Sousa conversa com Krist Galloway, head de iGaming da Sumsub, sobre os principais riscos desse mercado. Durante a entrevista, ele explica como criminosos usam tecnologia para criar aplicativos falsos, anúncios enganosos com celebridades e esquemas de lavagem de dinheiro. O executivo também detalha como a biometria, a inteligência artificial e a análise de transações ajudam a identificar contas suspeitas. O episódio aborda ainda o papel da regulamentação, os desafios dos sites ilegais, o combate ao vício em apostas e o impacto de tecnologias como o Pix nesse cenário. Você também vai conferir: sem tirar do bolso: celular poderá ser controlado apenas pela voz, SpaceX pode lançar celular com conexão direta à Starlink e cientistas criam chip mais fino que um fio de cabelo. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Nathan Vieira e Raphael Giannotti, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Roger Scruton foi o grande defensor da ordem, da beleza e da tradição no Ocidente. Mas será que sua filosofia conservadora é segura para a Igreja Adventista?Neste episódio, analisamos como o pensamento de Scruton, embora útil para combater o caos moral moderno, esconde um risco mortal para o povo remanescente: a sacralização do passado. Se a tradição se torna o critério final da verdade, como fica a missão profética de denunciar os erros de "Babilônia"? Descubra por que a verdadeira ordem adventista não é a conservação de costumes, mas a fidelidade radical à Palavra de Deus. Resumo – Uma análise crítica da filosofia de Roger Scruton, contrastando sua defesa da tradição cultural com a necessidade adventista de reforma contínua e fidelidade profética. Principais Conclusões – Scruton defende a tradição como fonte de ordem, mas o Adventismo a submete à autoridade superior da Bíblia. – O conservadorismo cultural pode se tornar um obstáculo para a proclamação de verdades impopulares (como o Sábado). – O sistema representativo da IASD equilibra ordem e movimento, evitando tanto o caos quanto o engessamento institucional. Pontos-Chave – A beleza e a ordem na liturgia: onde Scruton e o Adventismo concordam. – O perigo da "ruptura niilista" moderna vs. a "reforma profética" bíblica. – Por que a tradição humana não pode ser o refúgio final da Igreja. – A tensão entre manter a estrutura e avançar na missão escatológica. – A verdadeira ordem: não a nostalgia do passado, mas a obediência ao "Assim diz o Senhor". Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
As notícias mais importantes neste começo de tarde.
O trail run no Brasil vive um momento de forte crescimento com cada vez maisprovas, mais praticantes e distâncias cada vez mais longas. Mas esse avanço vemacompanhado de desafios importantes: formação técnica, segurança, baseesportiva e preparo real dos atletas.Neste episódio do @cafecomtriathlon, recebemos @sidneytogumi, uma das maiores referências do trail running nacional, para uma conversa profunda e direta sobre a evolução do esporte no país. Falamos sobre a diferença entre corrida de rua e trail, os erros mais comuns de quem está começando ou pulando etapas, os riscos das ultra distancias sem preparo e o que o Brasil precisa desenvolver para competir em nível internacional. Um papo essencial para quem ama montanha, performance ou quem esta pensando em entrar para esse universo. Então clica aqui, pegue seu café… e vem com a gente! ☕
Os efeitos da tempestade Kristin também são políticos. Enquanto a ministra da Administraçao Interna preferiu ser invisível, o ministro Leitão Amaro quis mostrar-se. Enquanto o primeiro-ministro Luís Montenegro entrou na onda do otimista irritante - disse que aprendemos as lições com os incêndios do verão e que estamos "mais ágeis" -, a ministra Maria Lúcia Amaral diz que é preciso "aprender coletivamente". O maior efeito talvez possa ser a enorme diferença entre o que dizem os responsáveis políticos e da Proteção Civil e o que a população sente. Isso contribui para os cidadãos se sentirem mais abandonados pelo Estado. Estas e outras questões, para debater, inclusive os efeitos na campanha presidencial. Os comentários neste episódio são de Liliana Valente, coordenadora da secção de Política do Expresso, Eunice Lourenço, editora de Política e David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é da responsabilidade de Salomé Rita e a ilustração da autoria de Carlos Paes. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Ricardo esclarece a diferença entre IA Generativa, Agentes de IA e IA Agêntica, um tema muito falado, mas ainda confuso. Ele se inspira em uma explicação de Filipa Peleja, apresentada no O'Reilly Super Stream sobre IA Generativa. A IA Generativa, baseada em modelos de linguagem, responde a prompts e produz textos, ideias e análises, mas não tem iniciativa, objetivos ou tomada de decisão própria. Já os Agentes de IA recebem um objetivo e conseguem planejar tarefas, usar ferramentas, interagir com sistemas e executar ações em sequência, com autonomia operacional dentro de regras definidas. Por fim, a IA Agêntica envolve sistemas de agentes que cooperam, possuem memória, se adaptam e ajustam estratégias, trazendo desafios de governança, ética e responsabilidade. Ouça o episódio e confira todos os detalhes!
Neste episódio do Conversa com Zé Márcio, o economista Alexandre Schwarsman discute com o anfitrião e economista-chefe da Genial, José Márcio Camargo, o início do ciclo de queda da Selic e o impacto da desvalorização global do dólar no Brasil. Schwarsman critica as tarifas de Trump, prevendo que a volatilidade institucional prejudicará a eficiência mundial e não reindustrializará os EUA.Para 2026, ele projeta um PIB de apenas 1% devido a gargalos de oferta e alerta para o risco fiscal insustentável. O especialista conclui que a corrida eleitoral e a definição de candidaturas na centro-direita serão os grandes gatilhos de estresse para o mercado e para o câmbio.DIRETO AO PONTO00:00 – Introdução: O papel da assessoria de excelência na Genial.00:29 – Apresentação: Zé Márcio recebe o economista Alexandre Schwarsman.01:05 – Copom e a queda da Selic: Análise do início do ciclo de cortes.02:30 – Estratégia de comunicação do Banco Central e o papel do Fed.03:40 – Impacto da desvalorização global do dólar (DXY) na inflação brasileira.05:25 – Política comercial de Trump: Críticas às tarifas e volatilidade institucional.07:40 – Riscos de desindustrialização e o desafio da manufatura nos EUA.09:15 – Geopolítica e a disputa EUA vs. China: Alianças e protecionismo.11:10 – Visão de mercado: Déficits comerciais e a "promessa de pagamento" americana.13:05 – Projeções para a economia brasileira em 2026: PIB e gargalos de oferta.15:15 – Cenário Fiscal: Desafios da dívida pública e a gestão atual.16:40 – Cenário Eleitoral 2026: O impacto político no câmbio e a sucessão.18:30 – Considerações finais e encerramento.
O verão brasileiro é marcado por praia, piscina e parques — e também pela combinação de dois grandes desafios de saúde pública: o aumento expressivo dos casos de dengue (e outras arboviroses) e os danos causados pela exposição solar excessiva.Neste episódio do DrauzioCast, o dr. Drauzio Varella, a dra. Júlia Rocha, dermatologista, e o dr. Alvaro Costa, infectologista, apresentam orientações práticas para a prevenção dessas ameaças sazonais. A conversa vai do uso correto de protetor solar e repelente aos mecanismos de ação dos produtos e aos erros mais comuns no dia a dia.Conteúdo produzido em parceria com RD Saúde, Drogasil e Raia.Veja também: O que significam os fatores do protetor solar?
00:00 Renda fixa não é só para conservador00:29 Por que quase ninguém ganha dinheiro na renda fixa01:15 Os 3 mundos da renda fixa (sem economês)03:00 Todo título vale R$ 1.000 no vencimento (a âncora mental)03:39 Marcação a mercado na prática (exemplo real)06:02 Carrego vs marcação: duas formas de ganhar dinheiro07:53 Duration: por que títulos longos assustam10:40 A grande oportunidade da renda fixa em 202612:09 Riscos reais e a trava de segurança14:43 RC Club e RC Wealth
Com a chegada da temporada de chuvas, quedas e oscilações de energia se tornam mais frequentes e o risco para eletrônicos vai muito além de raios. Muitas vezes, o maior perigo está em algo quase imperceptível: os picos de tensão que acontecem no momento em que a energia volta. No episódio de hoje do Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Rubens Lorenço Neto, gerente de nobreaks da Intelbras, para explicar por que esses surtos invisíveis podem danificar equipamentos como roteadores, computadores, TVs e até eletrodomésticos. Ao longo do episódio, você vai entender quais aparelhos sofrem mais com a instabilidade da rede elétrica, como identificar sinais de alerta dentro de casa e quais cuidados realmente fazem diferença para evitar prejuízos, especialmente para quem trabalha em home office ou depende da internet no dia a dia. Você também vai conferir: Google Fotos agora cria vídeos com IA a partir de uma única foto, novo anel promete fazer você sentir objetos no mundo virtual e Uber leva corridas com carros elétricos para mais duas capitais brasileiras. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos e contou com reportagens de João Melo e Nathan Vieira, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se aqui (shorturl.at/juzF1) e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Telegram: https://t.me/teletimenews Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Está ficando mais fácil e mais barato tirar a carteira de motorista no Brasil. As mudanças atualizam regras que não faziam mais sentido, mas também podem representar um risco para o trânsito no futuro. Com exigências mais brandas, condutores menos preparados vão estar nas ruas. Qual será o efeito disso?O presidente dos EUA, Donald Trump, segue atacando barcos no Caribe que alega estarem transportando drogas. Só que, aos poucos, estamos conhecendo as vítimas dos bombardeios da Marinha norte-americana e, até agora, nenhum era traficante. Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
Neste episódio, Ricardo analisa a 21ª edição do Relatório de Riscos Globais 2026, do Fórum Econômico Mundial, destacando o fim da previsibilidade e o início da chamada “era da competição”. O relatório aponta um cenário global mais turbulento, com 50% dos líderes prevendo instabilidade nos próximos dois anos, impulsionada pela confrontação geoeconômica, que ameaça cadeias globais de suprimentos. Ricardo explica que no campo econômico, o elevado endividamento global e o aumento dos gastos com defesa, transição energética e inteligência artificial tornam o capital mais caro e escasso, exigindo rigor financeiro extremo nos projetos. A desinformação intensifica a polarização social. Como resposta estratégica, o relatório propõe a “coalizão dos dispostos”: avançar com grupos realmente comprometidos, sem esperar consenso total. Escute o podcast para aprender mais!
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Neste episódio, Ricardo alerta para um erro comum nas organizações: acreditar que mais ferramentas e softwares significam mais maturidade. Muitas empresas investem em plataformas caras, dashboards e relatórios impecáveis, mas continuam tomando decisões ruins. Ferramentas não criam maturidade; elas apenas evidenciam o que já existe. Se não há priorização, critérios claros e decisões, a tecnologia só organiza a confusão. Times acabam gastando mais tempo alimentando sistemas do que pensando nos projetos. Indicadores abundantes não compensam a ausência de prioridades. Maturidade não é ter o melhor software, mas saber quem decide, com base em quais critérios e o que muda quando algo sai do plano. Sem isso, qualquer ferramenta vira apenas um enfeite digital. Escute o podcast para aprender mais!
Neste episódio, Ricardo compartilha os principais aprendizados da sua participação na CES 2026, destacando que o mundo entrou definitivamente na era da Physical AI, a combinação entre inteligência artificial e o meio físico. Ele usa o exemplo do smart brick da LEGO para mostrar que nenhuma empresa está imune à tecnologia e que projetos de transformação digital passaram a ser uma questão de sobrevivência estratégica. Outro destaque é o Projeto AVA, um holograma com IA e presença física, que transforma projetos em sistemas vivos, exigindo integração de hardware, software, experiência do usuário, ética e governança. A CES também evidenciou a presença da IA em produtos cotidianos, robôs e robótaxis como o Zoox. Ricardo conclui que o gerente de projetos evolui de executor para orquestrador de valor, conectando tecnologia, estratégia e sociedade. Escute o podcast para aprender mais!
No primeiro episódio de 2026, Ricardo alerta para o maior erro que arruína projetos no início do ano: dizer sim a tudo. Janeiro traz otimismo, pressão por resultados rápidos e a crença de que tudo é possível, levando a portfólios sobrecarregados e equipes trabalhando muito além da capacidade. Os projetos são planejados sob premissas irreais, confundindo esperança com capacidade real. Os fracassos não acontecem no final do ano, mas no início, quando escolhas erradas são feitas. Projetos sólidos começam com foco, decisões difíceis e renúncia. A questão fundamental não é o que começar, mas o que não fazer. Dizer não no início é menos doloroso do que cancelar projetos mais tarde. Os projetos fracassam não por falta de ideias, mas por excesso de promessas. Escute o podcast para aprender mais!
Neste último episódio de 2025, Ricardo propõe uma reflexão sobre mudanças que impactarão profundamente os projetos em 2026. Ele apresenta cinco insights centrais: o fim dos projetos como ilhas isoladas, que passam a operar como partes de um fluxo contínuo de valor; a fragmentação radical das equipes, marcadas por alta fluidez entre pessoas, parceiros e agentes de IA; a transferência silenciosa de autoridade, com decisões distribuídas entre conselhos, algoritmos e equipes; o surgimento do risco cognitivo, causado por modelos mentais equivocados e confiança excessiva em respostas automatizadas; e a obsolescência silenciosa do gerente de projetos tradicional. Para Ricardo, 2026 será o ano do reposicionamento, exigindo coragem para desaprender, assumir novas responsabilidades e liderar em ambientes ambíguos, com foco em impacto real e escolhas conscientes. Escute o podcast para aprender mais!