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No episódio de hoje discutimos sobre os riscos da depilação, uma entidade fazendo hora extra no cinema e um advogado clonado!***CB ao vivo em Recife: https://bit.ly/3SWirK8〰️
Neste mês, estamos reforçando em nossas redes sociais a importância da correlação entre medicações sistêmicas e alterações oftalmológicas.No episódio de hoje, conversamos com a Dra. Luciene Barbosa de Sousa sobre a Síndrome de Stevens-Johnson: como examinar, principais achados clínicos, conduta e a importância dos cuidados multidisciplinares.Uma síndrome rara, mas que exige atenção especial para uma condução adequada dos casos.Acompanhe nossos conteúdos no instagram da SBOP @sbop_oftalmopediatria e também pelo nosso site!Seja membro da SBOP para receber desconto em congressos e acessar nossos conteúdos exclusivos para membros! Se inscreva na nossa newsletter para não perder nada!Nos vemos no próximo episódio!
Neste episódio, Ricardo reflete sobre a pressa de iniciar ações em projetos sem compreender o problema. Ele explica que agir transmite sensação de progresso, enquanto pensar pode parecer perda de tempo, embora decisões precipitadas gerem reuniões, retrabalho, atrasos e desperdício. Ricardo ressalta que velocidade não deve ser confundida com impulsividade: equipes podem trabalhar intensamente e, ainda assim, avançar na direção errada. Antes de agir, recomenda perguntas sobre o problema, as informações, os impactos, a urgência e a possibilidade de reverter decisões. Mesmo em crises, oportunidades ou emergências, instantes de reflexão continuam essenciais. Para ele, o planejamento parece caro porque ocorre antes, enquanto o retrabalho permanece escondido. Às vezes, parar por poucos minutos permite chegar mais rápido ao destino certo. Mergulhe no assunto e ouça o episódio completo!
Consultório do Rádio Livre: A pedido de um ouvinte, esta edição do programa fala sobre o consumo de muitos remédios. Quais são os perigos? Essa prática é indicada? A apresentadora Anne Barretto, ao lado de especialista, investiga a temática. Segundo a farmacêutica com doutorado em ciências farmacêuticas, Dra. Elisângela Silva, existe sim um risco em tomar muitos medicamentos. Ela destaca que, geralmente, a população da 3° idade é que tem essa polifarmácia (cinco ou mais remédios ao mesmo tempo). O médico hepatologista, Dr. Claudio Lacerda, ressalta que existe o mito de que o fígado pode ser visto muitas vezes como o principal alvo quando se há maior ingestão de medicamentos. Ele aponta também que não existe remédio sem efeito colateral, por isso é importante a indicação profissional.
ASICS RUN CHALLENGE | Use o cupom CORRIDANOAR10https://runchallenge.com.brNeste episódio do CNA News, discutimos os riscos de segurança ao compartilhar mapas de treino no Strava e apresentamos o passo a passo de como ocultar seu endereço no aplicativo. Abordamos também a instabilidade nos sistemas da Ticket Sports na abertura de inscrições, novidades sobre o circuito Asics Run Challenge, a impressionante arte de customização em tênis de corrida feita por Caio Tattoo, os planos de uma nova maratona em Jundiaí para 2028, a confirmação da Maratona Cometa no Ceará e a leitura de comentários da nossa audiência- Riscos no Strava e como ocultar sua localização no app (00:01:21)- Instabilidade na Ticket Sports e novidades para a São Silvestre (00:05:23)- Etapas e detalhes do Asics Run Challenge (00:07:33)- Customização de tênis de corrida por Caio Tattoo (00:08:43)- Projeto de maratona em Jundiaí e Maratona Cometa no Ceará (00:09:32)- Leitura dos comentários da comunidade (00:11:08)Nossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente.
Daniel Carvalho, especialista em Risco e Governança, e Janny Castro, sócia de Financial Services na Forvis Mazars, discutem por que áreas de segunda linha de defesa têm dificuldade em provar seu valor à liderança. O papo passa por como medir o custo de riscos que nunca se materializaram, por que dominar métricas como CAC e LTV amplia o espaço estratégico do executivo de risco, e quais riscos pessoais e éticos pesam na decisão de assumir um cargo estatutário.Participantes:Daniel Carvalho, Especialista em Riscos e GovernançaHost(s):Alexandre Abreu, Apresentador, Tracto.Janny Castro, Sócia de Consultoria Financial Services, Forvis Mazars.
CONHEÇA O CURSO DO PROTOCOLO ANTI-RISCO: https://store.mmakers.com.br/protocolo-anti-risco-macd05?xpromo=MI-TRPT-YT-DESCRICAO-X-20260811-DESCRICAOSOBREPODCAST-MM-XComo proteger sua carteira antes que o mercado mude?Neste episódio do Market Makers, Thiago Salomão e Leopoldo Rosa recebem José Faria Júnior, sócio da Wagner Investimentos e professor do Market Makers Academy, para entender como um investidor pode interpretar juros, inflação, dólar, bolsa e os principais indicadores econômicos para tomar melhores decisões.O objetivo não é tentar prever o futuro.É entender quais sinais acompanhar para reconhecer mudanças de cenário, identificar riscos e encontrar oportunidades antes de tomar decisões sobre sua carteira.Ao longo da conversa, falamos sobre economia brasileira, Selic, inflação, renda fixa, bolsa, dólar, cenário internacional, política monetária, Fed e os riscos que podem mexer com os mercados.Neste episódio:• Como interpretar o cenário econômico• Juros e inflação• Selic e renda fixa• Dólar e câmbio• Bolsa brasileira• Economia americana e Fed• Indicadores antecedentes• Riscos para o investidor• Como proteger a carteira• Como identificar mudanças de cenárioAbra sua conta na Binance: https://binance.onelink.me/y874/MMAkers
A Defesa Civil de Santa Catarina realizou, na última sexta-feira (7), uma vistoria em trechos da SC-390, na Serra do Rio do Rastro, em Lauro Müller, para identificar pontos com possibilidade de quedas de pedras e barreiras. A avaliação contou com a participação do secretário adjunto de Estado da Defesa Civil, Ademir Honorato, além de representantes da Defesa Civil regional. Durante a vistoria, foram analisadas principalmente as condições de árvores de grande porte próximas às encostas e o sistema de canalização responsável pelo escoamento da água da chuva. Segundo Honorato, algumas árvores estão inclinadas e, com o crescimento das raízes, podem contribuir para o deslocamento de pedras e do solo.
Neste episódio, Ricardo aborda o retrabalho, um dos custos mais prejudiciais e, ao mesmo tempo, invisíveis em projetos. O retrabalho ocorre quando apresentações, softwares, propostas, planos ou decisões precisam ser refeitos porque expectativas, requisitos ou responsabilidades não estavam claros. Embora as equipes pareçam ocupadas, elas podem estar simplesmente retornando a um ponto que acreditavam já ter alcançado — pagando várias vezes pelo mesmo resultado. Quanto mais tarde um erro é descoberto, maior é o seu impacto, o que demonstra que velocidade nem sempre significa eficiência. Ricardo destaca o retrabalho evitável causado por pressa, comunicação deficiente, decisões ambíguas, planejamento fraco e requisitos não validados. Ele sugere medir não apenas o trabalho concluído, mas também a quantidade de trabalho que precisou ser repetida. A verdadeira eficiência consiste em transformar esforço em resultados com o mínimo de desperdício. Mergulhe no assunto e ouça o episódio completo!
Ataques cibernéticos já não representam apenas o risco de roubo de dados. Hoje, eles podem comprometer o funcionamento de serviços essenciais, como abastecimento de água, energia, transporte e hospitais. Na semana passada, as agências internacionais divulgaram várias tentativas de invasão e ataques contra estações de tratamento de água em sete estados norte-americanos. O que torna essas infraestruturas críticas tão vulneráveis? O Brasil está preparado para enfrentar esse tipo de ameaça? E como inteligência artificial e novas tecnologias podem reforçar (ou mesmo ampliar) esses riscos? No Start Eldorado desta semana, o apresentador Daniel Gonzales conversa com Alexandre Bonatti, vice-presidente de Engenharia da Fortinet Brasil, sobre os desafios de proteger os sistemas que sustentam a vida nas cidades e a economia digital, o cenário e os desafios ligados à sua proteção. O programa vai ao ar nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Calor intenso no inverno pode aumentar os riscos para o coração e os pulmões. As altas temperaturas fazem o organismo trabalhar mais, aumentam a perda de líquidos e podem agravar problemas cardiovasculares e respiratórios, principalmente em idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas. Hidratação, ambientes ventilados e evitar a exposição ao sol nos horários mais quentes estão entre os principais cuidados. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com o médico cardiologista Rodrigo Pedrosa, no Canal Saúde desta quarta-feira (05)
Equipamentos, cooperação científica e alertas sobre riscos de transmissão do vírus marcam resposta coordenada entre Escritório Regional da OMS e Centro de Controle e Prevenção de Doenças na África; meta é salvar vidas em áreas afetadas.
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Neste episódio, Ricardo explica que projetos são promessas sobre um futuro frequentemente vivenciado por pessoas diferentes daquelas que os aprovaram ou entregaram originalmente. Ele argumenta que as organizações tendem a exagerar nos benefícios, minimizar os custos de longo prazo e concentrar-se em cronogramas, orçamentos, escopo e aceitação, em vez de verificar se os resultados prometidos realmente se concretizam. Ricardo destaca o desequilíbrio entre aqueles que ganham visibilidade ao fazer promessas, aqueles pressionados a executá-las e aqueles que ficam responsáveis por operar as soluções e arcar com suas consequências. Ele apresenta três recomendações: envolver desde o início as pessoas que herdarão o projeto, documentar os benefícios prometidos com o mesmo cuidado dedicado às entregas e estender a responsabilidade para além do encerramento do projeto. Em suma, ele afirma que os projetos devem criar o futuro usado para justificar a sua própria existência. Escute o podcast para saber mais!
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), em atuação conjunta com a Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC), expediu recomendação para que órgãos públicos estaduais, federais e municipais adotem medidas preventivas e integradas de enfrentamento às queimadas e aos impactos do fenômeno climático El Niño 2026/2027 no município de Feijó.
O STF suspendeu as multas administrativas da NR-1 ligadas aos riscos psicossociais por 90 dias. Mas o que isso realmente significa para a sua empresa? Neste episódio, explicamos por que a obrigação legal e o dever de prevenção continuam em pleno vigor e como aproveitar esse período de conciliação de forma estratégica. Entenda os impactos jurídicos, o panorama da saúde mental no trabalho e os 4 passos essenciais para adequar seu PGR sem correria e sem expor seu negócio a passivos. Aperte o play e confira!
As ondas sucessivas de calor que atingem a Europa anunciam um ano dramático para a agricultura no bloco. Os números, ainda provisórios, colocam o setor em alerta e aceleram a necessidade de adaptação às mudanças do clima, com a ampliação de técnicas de cultivo mais resilientes ao aumento das temperaturas e períodos de seca. Diversos cultivos antecipam graves prejuízos em 2026, como hortaliças, frutas, cereais, leite e frango. Uma análise da Energy and Climate Intelligence Unit revelou que as ondas de calor recorde de junho, que ocorreram no momento crítico do enchimento dos grãos de cereais, cortaram pelo menos 9 milhões de toneladas da safra na Europa. A estimativa de prejuízo, ainda provisória, é de € 2 bilhões, com o milho representando a metade desta cifra. Entre os países mais atingidos, a França está em primeiro lugar, seguida da Hungria, Espanha, Alemanha e Áustria. Na França, o setor do leite também “desmoronou” até 30%, conforme a região, indicou a ministra da Agricultura, Annie Genevard, em um balanço nesta segunda-feira (27). A produtora Amandine Yverneau, na região parisiense, relata à RFI o que viveu. “Tivemos uma queda de cerca de 5 quilos por animal na produção de leite, ao longo de uma semana, o que representa uma perda de cerca de € 2 mil”, lamenta. “A temperatura ideal para as vacas fica entre 2°C e 15°C. É nessa faixa que elas se sentem mais confortáveis”. Durante a segunda onda de calor excepcional que atingiu o país, no fim de junho, Amandine correu para instalar um sistema de ventilação na propriedade e evitar prejuízos ainda maiores. Valor do investimento: € 30 mil, para atender a 200 vacas leiteiras. “É um custo que beneficia os animais, mas assumir esse investimento não é fácil. É preciso ter fluxo de caixa à disposição”, disse. “Seria bom se pudéssemos contar com subsídios para financiar esses ventiladores. Muitas pequenas propriedades não têm esse dinheiro sobrando”. Impacto no ritmo de trabalho Além da queda da produção, as altas temperaturas representam uma ameaça real à vida dos animais. O governo francês contabilizou mais de 9,1 mil toneladas de animais mortos em todo o país após a onda de calor de junho, principalmente aves. As condições climáticas extremas e a ameaça de incêndios florestais também prejudicam o ritmo de trabalho nas fazendas. Dezenas de prefeituras proibiram a colheita das 14h às 19h, para evitar o risco de fogo em meio à seca extrema, gerando custos adicionais para os agricultores. Outras atividades paralelas também são afetadas, com um efeito dominó na economia. O governo francês diminuiu a previsão de crescimento do PIB de 0,9% para 0,7% em 2026. “Tem um problema de produtividade, que nós compreendemos. Estão todos aguentando essa situação”, afirma Didier Massy, presidente da Confederação de Pequenas e Médias Empresas de Nouvelle-Aquitaine, uma das regiões mais afetadas pelo fogo. “Seria interessante poder ter um regime de desemprego parcial, porque, mesmo se a gente começar às 6h, continuar até depois do meio-dia é arriscado e perigoso”. Agricultura regenerativa e agroflorestal Especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas para a Agricultura, a Alimentação e o Meio Ambiente (Inrae) chamam a atenção para a urgência de práticas agrícolas que favoreçam os estoques de água nos solos, como a regenerativa e a agroflorestal. O cultivo intensivo, advertem, contribui para o empobrecimento da terra, deixando-a mais sensível às secas. Entretanto, em um país profundamente apegado às tradições agrícolas históricas de cada região, a ideia de diversificação da produção gera tensões. As temperaturas 3°C acima da média histórica no continente são uma amostra do que está por vir pela frente, afirmam climatologistas. Ignorar este alerta levará os prejuízos a se tornarem cada vez maiores, ressalta o economista Frédéric Bizard, à RFI. “Precisamos integrar tudo isso num plano de saúde pública, que nos falta absurdamente. Senão, a cada onda de calor, teremos uma crise”, frisa. “Isso precisa ser integrado na gestão normal do mundo do trabalho, afinal as altas temperaturas não são mais surpresas, e sim são cada vez mais algo para o qual podemos nos programar”.
Conheça a Copa BTG Trader 2026: https://lp.btgpactual.com/copa-btg-trader?utm_campaign=copatrader&utm_source=empiricus&utm_medium=partnersJuros, dólar, Bolsa brasileira, ETFs e commodities: onde estão os maiores riscos e oportunidades do mercado em 2026?Neste episódio do Market Makers, Thiago Salomão e Leopoldo Rosa recebem Jerson Zanlorenzi, sócio do BTG Pactual e responsável pela Mesa de Produtos & Distribuição, para uma análise completa do atual cenário financeiro.Jerson explica o que o mercado pode estar precificando errado, como os investidores profissionais estão enxergando os juros e o dólar, quais fatores podem determinar o futuro da Bolsa brasileira e onde podem surgir as principais assimetrias entre os diferentes ativos.Também conversamos sobre ETFs, commodities, derivativos, controle de risco, psicologia de mercado e os erros que mais prejudicam investidores e traders.Na segunda parte do episódio, Jerson apresenta a Copa BTG Trader 2026, explica como a competição funciona e revela o que realmente separa traders consistentes de operadores que dependem apenas da sorte.Neste episódio:• O que o mercado está precificando errado• Perspectivas para os juros no Brasil• O futuro do dólar• Riscos e oportunidades na Bolsa brasileira• ETFs e diversificação internacional• Commodities e cenário global• Como uma mesa profissional toma decisões• Os maiores erros dos investidores• Disciplina, alavancagem e controle de risco• Como funciona a Copa BTG Trader 2026
Neste episódio, Ricardo reflete sobre as reações à sua newsletter sobre o gerenciamento de projetos na era da inteligência artificial. Ele ressalta que não pretende prever o futuro, mas incentivar os profissionais a questionarem certezas e se prepararem para mudanças rápidas. Embora alguns leitores tenham considerado suas opiniões alarmistas, ele argumenta que aprender sobre IA apresenta poucas desvantagens: mesmo que seu impacto seja menor do que o esperado, as novas competências continuarão valiosas. Entretanto, ignorar a IA pode ser arriscado se as organizações continuarem reformulando estruturas, PMOs, governança, funções e equipes. Ricardo acredita que o gerenciamento de projetos não desaparecerá, mas evoluirá significativamente. Sua principal preocupação é ajudar profissionais mais jovens a permanecerem relevantes, adaptáveis e responsáveis por suas escolhas. Escute o podcast para saber mais!
Rui Lázaro reage às mais de 360 mil horas extra feitas em 2025 e alerta que défice de centenas de profissionais traz riscos para cidadãos e para profissionais de equipas de emergência pré-hospitalar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se no nosso site www.teletime.com.br e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Instagram: https://www.instagram.com/teletimenews/Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Whatsapp: https://whatsapp.com/channel/0029VbAulbCADTOEwFog2l1J Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Todos os meses, cerca de 22 mil bebês nascem de mães adolescentes no Brasil. Ao longo de 2025, foram mais de 274 mil casos, um número que revela que a gravidez precoce continua sendo uma realidade para milhares de meninas. Desse total, quase 12 mil tinham entre 10 e 14 anos, crianças que, pela legislação, são consideradas vítimas de violência sexual. A gestação nessa fase da vida também traz riscos para a saúde da mãe e do bebê, como parto prematuro, hipertensão, anemia e baixo peso ao nascer. Além disso, muitas dessas jovens interrompem os estudos, reduzindo suas perspectivas de futuro e ampliando ciclos de vulnerabilidade. Apesar da queda registrada nos últimos anos, o problema está longe de ser superado. No Opinião desta sexta-feira (24), vamos falar sobre este problema social e de saúde pública e entender o que pode ser feito para mudar esse cenário. Receberemos a médica ginecologista e obstetra Silvia Saito Yamada, chefe da equipe da Ginecologia do Sabará Hospital Infantil e a jornalista e apresentadora do Jornal da Tarde da TV Cultura Joyce Ribeiro, autora do livro "Nem cresci e já sou mãe".
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Centro de Apoio Operacional de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (CAOP-DH), publicou uma nota técnica para orientar a atuação preventiva de promotoras e promotores de Justiça diante dos impactos previstos do fenômeno El Niño 2026/2027.
Neste episódio, Ricardo reflete sobre como muitos gerentes de projetos deixaram de gerenciar projetos para apenas reagir a urgências. A rotina é consumida por reuniões, mensagens, e-mails e problemas imediatos, gerando a sensação de muito trabalho, mas pouco progresso real. Segundo ele, gerenciar projetos significa reduzir incertezas, enquanto gerenciar ansiedade significa apenas reagir ao caos. A inteligência artificial acelerou tarefas operacionais, mas também aumentou a expectativa por respostas instantâneas, intensificando a ansiedade nas organizações. Nesse contexto, o papel do gerente de projetos torna-se ainda mais importante: estabelecer prioridades, proteger a equipe de falsas urgências, criar previsibilidade, tomar decisões e transmitir confiança. Escute o podcast para saber mais!
Número de mortes aumentou 44% em 30 anos, segundo OMS. Prevenção baseia-se, sobretudo, em estilo de vida saudável. É importante controlar tensão arterial, diabetes, colesterol, fazer atividade física. Evitar cigarro e álcool também ajudam.
Neste episódio, Ricardo fala sobre o novo exame para a certificação PMP. Ele explica que a atualização do exame é natural, pois a gestão de projetos evoluiu com inteligência artificial, métodos ágeis, equipes distribuídas e novos desafios. Destaca que o exame PMP sempre valorizou a capacidade de analisar situações, tomar decisões, liderar equipes e gerar valor, e não apenas memorizar conceitos. Ricardo também reforça que as versões anteriores do PMBOK continuam relevantes, pois os fundamentos da gestão de projetos permanecem os mesmos, enquanto apenas o contexto e as ferramentas evoluem. Sua recomendação é manter-se atualizado, sem acreditar que todo o conhecimento anterior perdeu valor. Escute o podcast para saber mais!
Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/09-07-2026Nesta quinta-feira, o boletim analisa os alertas de segurança sobre compostos estéticos, novas fronteiras na condução de quadros inflamatórios agudos e ferramentas preditivas digitais. Abordamos os riscos do uso de peptídeos não regulamentados comercializados na internet, que acendem o alerta de especialistas por gerarem complicações hormonais severas, especialmente no público feminino. Detalhamos um artigo do NEJM que revisita os critérios para a seleção do tratamento conservador com antimicrobianos em casos de apendicite aguda não complicada, priorizando a decisão compartilhada. Por fim, trazemos no Radar um estudo do BMJ demonstrando como algoritmos de inteligência artificial conseguiram antecipar o diagnóstico de diabetes tipo 1 meses antes dos primeiros sinais clínicos. Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.
As sucessivas ondas de calor que atingem a Europa, com intensidade e duração jamais vistas, além de inéditas para a época do ano, disparam o alerta sobre a aceleração das mudanças climáticas no mundo – uma advertência que vale também para países acostumados às altas temperaturas, como o Brasil. Especialistas apontam que, por ter um clima tropical, o fenômeno é menosprezado no país e carece de políticas públicas adequadas para ser enfrentado. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Os episódios designam os períodos de pelo menos cinco dias em que as temperaturas ultrapassam em 5°C ou mais os valores médios registrados em 30 anos, em cada região. As ondas de calor sempre existiram, porém estão se tornando mais frequentes e intensas, devido às mudanças climáticas. No Brasil, ainda são tratadas como "normais" para o clima tropical e têm até apelidos como “calorão”, “veranico de outono” ou “de inverno”. Entretanto, pouco se ouve falar sobre as mortes que elas causam, ao contrário da Europa. "Em países tropicais como o Brasil, uma onda de calor significa temperaturas muito elevadas e, normalmente, umidade muito baixa. Essa é uma condição bastante prejudicial para a saúde”, explica Marcelo Seluchi, coordenador-geral de Operações e Modelagens do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). "Em todos os estados brasileiros, desde o Rio Grande do Sul até o Rio Grande do Norte, nos últimos 40 ou 50 anos, o número de ondas de calor está aumentando sistematicamente. As mais perigosas talvez sejam aquelas da primavera, em setembro, outubro e novembro, que são meses típicos da estação seca, quando a umidade está muito baixa”, salienta. El Niño potencializa o aquecimento Essa condição climática pode levar à proliferação de incêndios florestais, que afetam a qualidade do ar e provocam doenças respiratórias. Além disso, costuma ocorrer em momentos de seca em que os reservatórios de água estão mais baixos. A menor evaporação eleva ainda mais as temperaturas, sem falar nos impactos para o consumo humano e a agricultura. No Norte e no Nordeste, o aumento do desmatamento provoca ondas de calor mais frequentes e intensas desde 2020, potencializadas por fenômenos naturais como o El Niño, que volta a ocorrer na Terra em 2026. "O El Niño é associado ao aquecimento do Pacífico. O oceano mais quente acaba atuando como se fosse um aquecedor 'nos pés' da atmosfera. É uma fonte de calor”, observa Seluchi. "Nas últimas décadas, tanto a atmosfera quanto os oceanos estão, de alguma forma, trabalhando no mesmo sentido para provocar ondas de calor mais frequentes”. 120 mil mortes em 20 anos Um estudo inédito publicado pela Fiocruz e pela Universidade da Bahia mostrou o amplo impacto das ondas de calor na saúde dos brasileiros: 120 mil pessoas morreram em decorrência das altas temperaturas nos últimos 20 anos. Pela primeira vez, os pesquisadores revisaram os dados de mortalidade e internações por doenças do aparelho circulatório e cardiovasculares no Sistema Único de Saúde (SUS) em quase todos os municípios do país, e compararam as informações com a ocorrência de calor extremo. "A gente normaliza esse risco de morrer por causa do calor porque nós somos um país tropical, então parece que nós somos acostumados, mas na verdade o país é muito extenso territorialmente, com perfis climáticos totalmente distintos e com vulnerabilidades também distintas”, afirma Beatriz Oliveira, especialista em saúde pública da Fiocruz e coordenadora do estudo. “A morte ou a internação por calor ocorre, e ela não é banal. O principal ponto é reconhecer isso como um problema de saúde pública”. Reduzir a exposição ao calor Os idosos são, de longe, os mais vulneráveis ao calor, tanto para internação quanto ao risco de morte. Na sequência, as crianças e as mulheres completam os três grupos prioritários para políticas públicas nos períodos prolongados de temperaturas extremas. Oliveira ressalta que os residentes em cidades pequenas – que compõem a grande maioria dos municípios brasileiros e têm baixa capacidade de adaptação ao calor – são os mais expostos. “As coisas estão acontecendo mais rápido do que a nossa capacidade de agir. A gente tem que procurar estratégias para reduzir a nossa exposição”, frisa a especialista. "A gente precisa pensar em cidades, sejam as menores ou maiores, mais arborizadas. Cidades em que suas residências possam ter ventilação, possam ter sombra, e em novos materiais que possam absorver esse calor. Ter transportes públicos de qualidade, com ar-condicionado, e que os locais onde as pessoas esperam o transporte tenham sombra”, exemplifica. Registros históricos confirmam tendência de aquecimento Nas últimas semanas, o calor extremo na Europa e também nos Estados Unidos reacendeu na internet a disseminação de teorias alternativas para subestimar o fenômeno, como a de que o planeta poderia estar próximo de um novo período de resfriamento. "Na comunidade científica séria, isso não está previsto”, garante Marcelo Seluchi, doutor em Ciências Meteorológicas pela Universidade de Buenos Aires. Ele lembra que os registros históricos dos últimos três séculos reafirmam a tendência de aquecimento da Terra, causado pelas emissões de gases de efeito estufa gerados, principalmente, pela industrialização e demanda global de energia. "Ao longo dos séculos, sempre tivemos oscilações do clima, como eras polares, a Pequena Era Glacial, nos séculos 17 e 18, com uma série de invernos mais rigorosos. Mas, se nós observarmos os últimos 100, 120 anos, é muito claro que a temperatura está agora aumentando numa taxa sem precedentes na história – inclusive, a taxa é maior do que a prevista algumas décadas atrás”, adverte Seluchi.
Neste podcast, Ricardo questiona uma crença comum no gerenciamento de projetos: nem todo projeto está atrasado; muitas vezes, o cronograma era inviável desde o início. Ele explica que organizações frequentemente aprovam prazos irreais para atender expectativas, orçamentos ou pressões políticas, transferindo depois a responsabilidade para a equipe. Ricardo destaca que previsões iniciais sempre envolvem incertezas e que culpar a execução por falhas de planejamento é um erro. Embora a inteligência artificial ajude a criar cronogramas, ela depende de premissas realistas. Por isso, o gerente de projetos deve desafiar prazos e questionar hipóteses antes da aprovação. Planejar exige honestidade sobre riscos, restrições, capacidade e incertezas, pois expectativas não entregam projetos; pessoas, trabalhando com planos realistas, sim.
Pesquisa em 10 países estima que 20 milhões de menores já utilizem ferramentas digitais, três vezes mais que adultos; embora estudos e apoio emocional estejam entre objetivos, há preocupações com golpes, desinformação e manipulação de imagens.
Quando uma empresa cresce, muitas decisões que antes pareciam simples passam a exigir regras, políticas e alinhamentos claros. E o uso de uniformes é uma delas. Neste episódio do Café Empreendedor, recebemos a poderosa Paula Grill, advogada trabalhista, para discutir os aspectos jurídicos e de gestão envolvidos na adoção de uniformes pelas empresas. Afinal, até que ponto o empregador pode exigir o uso? Quem é responsável pelos custos? Como lidar com conservação, reposição e apresentação da equipe? Ao longo da conversa, exploramos situações que costumam surgir à medida que os negócios evoluem e as equipes crescem. Muitas empresas começam de forma informal, sem uma política definida, e acabam enfrentando dúvidas, conflitos ou até passivos trabalhistas por não estabelecerem critérios claros sobre o tema. Além dos aspectos legais, o episódio também aborda o papel do uniforme na construção da cultura organizacional, na identidade da marca e na percepção dos clientes, mostrando que uma decisão aparentemente simples pode gerar impactos importantes na gestão do negócio.
Eduardo Tironi, Arnaldo Ribeiro, José Trajano, Juca Kfouri, Danilo Lavieri e Rodrigo Mattos debatem o confronto entre Brasil e Japão pela segunda fase da Copa do Mundo, as estratégias de Ancelotti, as condições para uma possível entrada de Neymar e os riscos apresentados pelo time japonês
A Copa do Mundo movimenta milhões de torcedores, apostas e interações nas redes sociais. Mas enquanto a bola rola dentro de campo, os cibercriminosos também entram em ação. No Podcast Canaltech desta semana, Fernanda Santos conversa com Daniel Tupinambá, CISO Strategy da Elytron Cybersecurity, sobre como grandes eventos se transformam em oportunidades para golpes digitais, campanhas de desinformação e ataques cada vez mais sofisticados impulsionados por inteligência artificial. Durante o bate-papo, o especialista explica como funcionam os golpes envolvendo apostas esportivas, o avanço dos deepfakes, a profissionalização das quadrilhas digitais e por que o Brasil continua entre os países mais visados pelos criminosos. Você também vai entender como a engenharia social continua sendo uma das principais armas dos golpistas e quais cuidados podem ajudar usuários e empresas a evitar prejuízos. Você também vai conferir: Copa do Mundo acaba de bater um recorde histórico no YouTube, uma IA brasileira quer entrar de vez na disputa com ChatGPT e Gemini e Xiaomi pode levar recursos premium para celulares mais baratos. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de André Lourentti, Viviane França e Nathan Vieira. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Ricardo questiona se os tradicionais sprints de duas semanas ainda fazem sentido em um cenário em que agentes de inteligência artificial desenvolvem, testam e corrigem software em minutos. Embora os princípios do Agile permaneçam essenciais, sua execução pode precisar ser reinventada. Com a IA acelerando a implementação, o principal desafio deixa de ser a execução e passa a ser a tomada de decisões, como definir prioridades, validar resultados, garantir qualidade e gerenciar riscos. Nesse novo modelo de desenvolvimento contínuo, o gerente de projetos deixa de controlar tarefas e passa a orquestrar agentes e fluxos de trabalho. O julgamento humano continua sendo o principal diferencial para gerar valor. Escute o podcast para saber mais!
Neste episódio, Ricardo apresenta três aplicações práticas de agentes de IA no gerenciamento de projetos. Diferentemente de ferramentas que apenas respondem a perguntas, os agentes atuam de forma autônoma, monitorando informações e executando tarefas. O primeiro exemplo é o agente de riscos, capaz de identificar problemas em mensagens, classificar sua gravidade, atualizar registros e sugerir respostas. O segundo é o agente de status e relatórios, que coleta dados de diversas fontes, atualiza indicadores e gera relatórios automaticamente, permitindo que o gerente foque na análise. O terceiro é o agente de planejamento e previsão, que acompanha o progresso do projeto, identifica tendências, realiza simulações e antecipa problemas. Ricardo conclui que os agentes não apenas automatizam tarefas, mas transformam a natureza do trabalho do gerenciamento de projetos. Escute o podcast para saber mais!
Agências atuam em diferentes frentes para conter crise que já deixou 232 mortos; casos se espalham por 33 zonas de saúde da RD Congo; mortalidade entre gestantes infectadas com o ebola chegaram a 90%; OIM aposta em compreender padrões de mobilidade para conter propagação da doença.
Aumento da circulação de animais, pessoas e produtos impulsiona propagação de doenças entre regiões do mundo; as patologias representam riscos para a segurança alimentar, o comércio e os meios de subsistência.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde analiso os recentes acontecimento da economia no Brasil e no Mundo e respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.Análise sobre o mercado financeiro, a taxa Selic e as falas de Lula sobre o déficit fiscal. Entenda o IPO histórico da SpaceX na Nasdaq que tornou Elon Musk o primeiro trilionário do mundo! Veja também a polêmica regulação de Inteligência Artificial com a suspensão dos modelos da Anthropic nos EUA. Fique por dentro do cenário de economia e investimentos.00:00 - No programa de hoje...01:44 - Análise sobre déficit público e a dívida brasileira06:12 - IPCA em alta e estouro da meta inflacionária07:03 - Críticas à taxa Selic e decisões do BACEN07:56 - Pesquisa eleitoral Genial Quaest e intenções de voto08:57 - Repercussão da fala de Ricardo Lacerda10:53 - Eleições presidenciais e avanço da direita no Peru12:36 - Perspectivas de um acordo de paz geopolítico13:07 - Queda do petróleo, commodities e comportamento do mercado14:42 - Dados de inflação nos Estados Unidos e Argentina16:32 - Emissão recorde de dívida pública no G1017:38 - Sucesso absoluto no IPO da SpaceX na Nasdaq19:40 - Governo americano suspende acesso a modelos da Anthropic27:07 - David Sachs e segurança em inteligência artificial32:24 - Novidades e campanhas da Orderm BTC na Copa33:37 - Perguntas dos inscritos sobre Renan Santos e Bitcoin35:27 - O impacto se a bolha de IA estourar36:01 - Importância de aprender a utilizar ferramentas de IA36:38 - Como manter a sanidade mental diante das notícias37:43 - Riscos e estratégias da empresa MicroStrategy39:47 - SpaceX, Cisne Negro e a euforia do mercado41:49 - Por que as empresas estatais não declaram falência?42:48 - Discussão sobre meta de inflação e taxa Selic45:05 - O fracasso do Metaverso e migração para IA45:38 - Necessidade de ajuste fiscal no atual governo brasileiro47:23 - O que esperar dos mercados após as guerras48:19 - Preferência e torcida na temporada da NBA48:44 - Discurso de Elon Musk na Nasdaq e encerramento
Neste episódio, Ricardo compara um projeto a uma caixa de e-mails desorganizada, repleta de mensagens, decisões e pendências sem tratamento adequado. Ele explica que muitos projetos não enfrentam dificuldades por falta de recursos ou por falhas no cronograma, mas pelo acúmulo de ações, riscos, solicitações e decisões sem acompanhamento. Para lidar com esse problema, apresenta os princípios da metodologia GTD (Getting Things Done), criada por David Allen, que parte da ideia de que a mente humana deve gerar ideias, e não armazená-las. Ricardo destaca cinco etapas fundamentais: capturar informações, esclarecer ações necessárias, organizar responsabilidades, revisar regularmente os registros e executar as prioridades. Aplicados aos projetos, esses princípios ajudam a reduzir o caos, aumentar a produtividade e melhorar a tomada de decisões. Escute o podcast para saber mais!
O avanço do cigarro eletrônico entre adolescentes brasileiros acende um alerta importante para a saúde pública. Em poucos anos, os vapes deixaram de ser exceção e passaram a fazer parte do cotidiano de muitos jovens, muitas vezes associados a uma ideia equivocada de menor risco. No entanto, especialistas já apontam que esses dispositivos podem causar dependência precoce de nicotina, além de impactos no desenvolvimento cerebral, no sistema respiratório e na saúde mental. Mesmo proibidos no Brasil, circulam com facilidade, impulsionados por sabores atrativos e por uma presença forte no ambiente digital. Quais são, de fato, os riscos do cigarro eletrônico? O que já se sabe sobre seus efeitos no organismo dos adolescentes? Como enfrentar a desinformação e proteger essa população?No #Opinião, vamos discutir por que o vape se tornou um desafio urgente para a saúde e quais caminhos existem para frear esse avanço. Para falar sobre o assunto, receberemos a pneumologista Maria Enedina Scuarcialupi, coordenadora da comissão de tabagismo da SBPT - Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia e a psicóloga Rosângela Vicente, coordenadora do ambulatório de Cessação de Tabagismo PrevFumo.
Neste episódio, Ricardo reflete sobre a crescente possibilidade de projetos serem executados por uma única pessoa graças ao avanço da inteligência artificial, da automação e das plataformas digitais. Ele destaca que, tradicionalmente, projetos complexos exigiam grandes equipes, mas que o aumento do número de pessoas também amplia os esforços de coordenação, comunicação e alinhamento. Com as novas tecnologias, um profissional pode realizar atividades que antes demandavam equipes inteiras, tornando possível reduzir o tamanho dos times sem comprometer os resultados. Contudo, esse modelo traz riscos, como a concentração de conhecimento e a redução da diversidade de perspectivas. Ricardo amplia a discussão para o futuro do trabalho, questionando os impactos sociais e econômicos de um cenário em que cada vez menos pessoas sejam necessárias para produzir mais resultados. Escute o podcast para saber mais!
Neste episódio, Ricardo apresenta a Lei de Brooks, criada há mais de 50 anos e ainda muito relevante. A lei afirma que adicionar pessoas a um projeto de software, que está atrasado, tende a atrasá-lo ainda mais. Isso ocorre porque os novos integrantes precisam ser treinados e orientados pelos membros mais experientes, reduzindo a produtividade da equipe. Além disso, o aumento do número de pessoas torna a comunicação, a coordenação e a integração das entregas mais complexas. Ricardo destaca que esse conceito continua válido na era da inteligência artificial, pois adicionar mais ferramentas, agentes ou automações não resolve problemas de prioridades, processos ou governança. Muitas vezes, a solução está em remover obstáculos, simplificar decisões e melhorar a coordenação do trabalho. Escute o podcast para saber mais!
Convidados: Filippo Aragão Savioli, médico especialista em clínica médica, cardiologia e cardiologia do exercício – foi professor no setor de Medicina Esportiva da Unifesp; e Alexandre Arraes, médico pós-graduado em cardiologia do esporte que atende atletas de fisiculturismo. A notícia da morte súbita de um jovem atleta dominou as redes sociais no sábado (23). O fisiculturista Gabriel Ganley, de 22 anos, foi acometido de uma cardiomiopatia hipertrófica, uma doença cardíaca que pode ser agravada pelo uso de anabolizantes – nas redes sociais, onde acumulava mais de 1,7 milhão de seguidores, Ganley relatava a administração de hormônios, como a insulina e a testosterona. Um levantamento da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia aponta um em cada 16 estudantes matriculados no Ensino Fundamental ou Médio já usou anabolizantes. Um número que saltou nos últimos cinco anos: de acordo com a Anvisa, o uso de testosterona cresceu 670% no período. Neste episódio, Natuza Nery conversa com dois médicos. Primeiro, ela entrevista Filippo Aragão Savioli sobre os diversos tipos de anabolizantes, seus usos e seus riscos. Depois, Alexandre Arraes explica a relação entre os hormônios e o universo do esporte de alto rendimento.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (26): As Forças Armadas dos Estados Unidos anunciaram novos ataques no sul do Irã, atingindo bases de mísseis e embarcações iranianas que, segundo Washington, tentavam instalar minas marítimas na região. Em comunicado divulgado pelo Comando Central dos Estados Unidos, os militares afirmaram que as ações foram conduzidas em “legítima defesa” com o objetivo de proteger tropas americanas contra ameaças atribuídas às forças iranianas. O Supremo Tribunal Federal articula junto ao governo federal uma resposta institucional à decisão da Justiça dos Estados Unidos que autorizou a notificação do ministro Alexandre de Moraes por e-mail em processo movido pela Trump Media & Technology Group e pela Rumble. O presidente da Corte, Edson Fachin, e outros magistrados mantêm conversas com integrantes do Ministério da Justiça e da Advocacia-Geral da União para avaliar mecanismos jurídicos que preservem a autonomia do Supremo e evitem um desgaste internacional envolvendo Moraes. O ministro da Fazenda Dário Durigan reconheceu que a guerra no Oriente Médio vem causando impactos na economia brasileira, especialmente com reflexos nos preços dos combustíveis e dos alimentos. Apesar disso, Durigan afirmou que o Brasil tem sido menos afetado do que outros países, citando exemplos como Índia, Coreia do Sul, Chile e África do Sul. O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro é alvo da 8ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes financeiros envolvendo o Banco Master. A apuração mira aportes de cerca de R$ 3 bilhões realizados pelo Rioprevidência em fundos ligados ao conglomerado do banqueiro Daniel Vorcaro. Os mandados de busca e apreensão foram autorizados pelo ministro André Mendonça e estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro e no Distrito Federal. Representantes do setor produtivo se reúnem nesta terça-feira com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para tentar impedir o avanço da proposta que acaba com a escala de trabalho 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. O grupo é liderado por Paulo Skaf e reúne empresários preocupados com os impactos econômicos da medida. A Fiesp e outros setores defendem uma transição mais lenta e alertam para possíveis efeitos sobre custos, produtividade e geração de empregos caso a proposta seja aprovada rapidamente. A atualização da NR-1 entra em vigor nesta terça-feira e amplia a responsabilidade das empresas sobre riscos ligados à saúde mental dos trabalhadores. A nova regra exige que empregadores identifiquem, avaliem e controlem fatores psicossociais, como assédio, estresse extremo e síndrome de burnout, dentro do Programa de Gerenciamento de Riscos. O Ministério do Trabalho e Emprego informou que haverá possibilidade de fiscalização e aplicação de multas. Após pressão de empresas e sindicatos patronais, a medida havia sido adiada por um ano, mas o ministro Luiz Marinho afirmou que não pretende conceder novo adiamento. Para comentar o tema, a Jovem Pan entrevista Josiane Lima, diretora de pessoas da Swile. O deputado federal Mario Frias (PL-SP) apresentou nesta segunda-feira (25) sua defesa ao Supremo Tribunal Federal e negou o uso de emendas parlamentares para financiar o filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O congressista classificou as suspeitas de desvio de verbas públicas como “falsas” e “difamatórias”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou nesta segunda-feira a primeira sessão de radioterapia na região do couro cabeludo. Segundo a equipe médica, o procedimento tem caráter preventivo e foi adotado devido ao histórico do presidente com câncer de pele, já tratado anteriormente. O caso reacende o debate sobre prevenção, acompanhamento médico e cuidados contínuos após tratamentos oncológicos. O oncologista Gustavo Schvartzman explicou o procedimento. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Fontes do episódio aqui: https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/26-05-2026Nesta terça-feira, o boletim destaca o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, novos marcos terapêuticos e os desafios éticos da tecnologia na saúde. No bloco principal, reforçamos a importância do rastreio clínico oportuno do glaucoma na atenção primária para mitigar o risco de cegueira irreversível. Detalhamos a aprovação pela Anvisa do Vyalev®, uma terapêutica inovadora de infusão subcutânea contínua para o Parkinson avançado. Por fim, abordamos no Radar o alerta emitido pela The Lancet sobre o risco de a inteligência artificial ampliar as desigualdades estruturais nos sistemas de saúde. Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.
Neste episódio, Ricardo comenta os principais mal-entendidos sobre a oitava edição do PMBOK Guide. Ele explica que o PMI não abandonou a gestão tradicional nem transformou tudo em ágil, mas passou a integrar abordagens preditivas, híbridas e adaptativas de forma mais inteligente. Ricardo destaca que governança, controle de custos, cronograma e liderança continuam essenciais, porém agora aplicados em ambientes mais complexos e dinâmicos. Ele também esclarece que a inteligência artificial aparece como ferramenta de apoio, não como substituição da liderança humana. Outro ponto importante é que nenhum framework resolve problemas culturais ou falhas de gestão sozinho. Segundo Ricardo, o novo PMBOK busca conectar execução e geração de valor, reduzindo o conflito entre metodologias e incentivando adaptação ao contexto real dos projetos. Escute o podcast para saber mais! * As opiniões apresentadas neste podcast refletem exclusivamente a visão pessoal de Ricardo e não representam, necessariamente, o posicionamento do PMI. Este episódio não possui patrocínio, apoio ou vínculo institucional com qualquer organização.
Neste episódio, Ricardo explica que o crescimento na carreira de gestão de projetos não se define apenas por habilidades técnicas, certificações ou ferramentas. Muitas vezes, os momentos mais importantes são interações breves e inesperadas durante crises ou conversas difíceis. Nessas situações, os líderes observam quem mantém a calma, simplifica o caos, comunica-se com clareza, assume a responsabilidade e ajuda os outros a tomar decisões. Embora a competência técnica seja essencial, a confiança e a liderança sob pressão tornam-se os verdadeiros diferenciais à medida que as carreiras evoluem. Com a inteligência artificial automatizando muitas tarefas técnicas, habilidades humanas como julgamento, comunicação e tomada de decisão em situações incertas tornam-se ainda mais valiosas. Às vezes, um momento que pode mudar a carreira dura apenas alguns minutos. Escute o podcast pra saber mais!
O podcast 'Isso é Fantástico' recebe a pesquisadora Renata Carvalho de Oliveira Pires dos Santos, chefe do laboratório de hantaviroses e rickettsioses da Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz.