Podcasts about sair

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Latest podcast episodes about sair

Retrabalho
Vai ter folga nos dias de jogos do Brasil na Copa? Posso sair mais cedo? Especialistas explicam!

Retrabalho

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 13:03


Nesta edição do "Retrabalho", naturalmemente, o assunto tem a ver com a Copa do Mundo! Com a estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026 se aproximando, uma dúvida volta a surgir entre milhões de trabalhadores: os dias de jogos do Brasil são considerados feriados? Vai ter folga? A legislação brasileira não prevê feriado, ponto facultativo ou dispensa automática do trabalho durante as partidas da Copa do Mundo. Os comentaristas Alberto Nemer e Cássio Moro explicam.

Pcontrol Podcast
Mudança de carreira: como saber a hora certa de sair do CLT e empreender - Um Passo à Frente

Pcontrol Podcast

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 60:15


Mudar de carreira é uma das decisões mais difíceis da vida profissional — e também uma das mais mal planejadas.Neste episódio 35 do podcast Um Passo à Frente, conversamos com a Lais sobre os bastidores reais de uma transição de carreira: o que leva alguém a sair do CLT, quais são os sinais de que a insatisfação no trabalho não é passageira e como se preparar, de forma estratégica, para empreender.Mais do que motivação, essa conversa traz clareza para quem está em dúvida entre continuar no caminho atual ou arriscar uma mudança.

Vinícius Francis - Metafísica, Autoconhecimento & Espiritualidade
Meditação Guiada para Sair da Falta e despertar o Contentamento Interior

Vinícius Francis - Metafísica, Autoconhecimento & Espiritualidade

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 15:41


Salmo 23: O Senhor é Meu Pastor: De Nada Terei FaltaUma meditação guiada inspirada no Salmo 23, para fortalecer a fé, acalmar o coração e despertar a confiança em Deus. Nesta reflexão, somos conduzidos a lembrar que o Senhor é o nosso Pastor, nossa fonte de cuidado, direção, descanso e provisão. Uma mensagem para sair da sensação de falta e entrar em um estado interior de paz, contentamento e entrega.00:00 Explicação sobre a meditação 2304:08 Leitura do Salmo 2305:27 Meditação GuiadaPalestra sobre o Salmo 23: https://youtu.be/vbuUq3v9F1o---------------------------------------------------

Fica a Dica
Fica a Dica - Como celebrar o Dia dos Namorados sem sair de casa?

Fica a Dica

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 1:35


Comemore o Dia dos Namorados com um jantar romântico em casa!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio PUC
Podcast PUC Urgente Ep.46

Rádio PUC

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 4:47


Os repórteres Gabriel Nunes e Nicoli Alves trazem as notícias desta semana. Em entrevista para o PUC Urgente, Vice-Reitora de Extensão da PUC-Rio, Jackeline Lima, falou sobre a chegada da Inteligência Artificial e sobre o novo projeto que busca integrar o curso de medicina com o SUS. Pela temporada de festas juninas, a Associação dos Funcionários (AFPUC) celebra mais um arraiá. Por fim, o Departamento de Artes e Design, em conjunto com a Igreja do Sagrado Coração de Jesus, recebe a exposição "Sairé".

Enterrados no Jardim
Um acepipe nas barricadas. Outra conversa com David Teles Pereira

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 276:38


Se as perdêssemos de vista por umas horas, não saberíamos reencontrar as nossas vidas pelo cheiro, nem pelo gemido que fazem, nem daríamos com esses corpos tão abatidos que só de um certo ângulo, a poucos palmos do espelho, nos parece que sim, serão os nossos, porque repetem vagamente os mesmos gestos ou expressões. Mas mesmo nisso parece instalar-se um certo desfasamento, algum atraso, e são poucos aqueles que nalgum dos seus rastros se mostram firmemente fiéis à sua juventude. Reserva-se esse elogio hoje a tão poucos: “Pouco antes de morrer, o que ele escrevia, o modo como continuava a viver, conservavam a virulência, a agressividade e a independência dos seus 25 anos.” Em certa medida a poesia era uma resistência da juventude pela vida fora, o doloroso alarme mantido na relação com o mundo, a impossibilidade de se saciar com aquele pão com que os demais empurram seja o que for. Chega uma altura em que o abandono parece a nossa melhor arma. Quem ama não faz contas, mas hoje tudo se guia por esses sinais: soma: multiplicação… “O mundo moderno”, escrevia Péguy, “não é universalmente prostituível por luxúria. É totalmente incapaz disso. Ele é universalmente prostituível porque é universalmente intercambiável”. Queremos dizer-nos alguma coisa, mas até as nossas palavras parece que tilintam mais do que soam, estão cheias da frieza do cálculo, não passam de fracções. Ora, o dinheiro não exprime outra coisa senão a desolação do infinitamente reconvertível. Assim, cada palavra vale tanto ou tão pouco como outra qualquer. “Quando o dinheiro vale alguma coisa, a palavra não vale nada. Quando a palavra vale, o dinheiro não vale nada” (comité invisível). Por estes dias, olhando à volta, até isso a que chamam luta já pouco se distingue do conformismo, da resignação. “Quando a História for escrita como deve ser, os homens ficarão admirados do comedimento e da grande paciência das massas e não da sua ferocidade”, assevera o autor de Os Jacobinos Negros. Chega-se a uma altura em que se percebe que o tempo está decididamente contra nós, mas em vez de isso reverter a favor dessa doença mortal, dessa razão desesperada, todos ainda aguardam que a sua situação se resolva. E vamos sair mais algumas vezes e reivindicar esses salários de fome, gratos pela nossa miséria, dando por nós tão longe de qualquer ambição existencial, a qual teria de passar por “repelir para o mais longe possível as relações hostis urdidas na esfera do dinheiro, da contabilidade, da medida, da avaliação”. Os do comité invisível adiantam que, por esta altura, a economia já não é somente aquilo de que devemos sair para deixarmos de ser esfomeados, mas é aquilo de que é necessário sair para viver, para simplesmente estar presente no mundo. O mais grave, assim, é que a cada dia que passa se colhem cada vez mais provas da impossibilidade de dois ou mais se encontrarem num lugar e num tempo, pois mesmo os nossos ímpetos aventurosos estão distribuídos por frequências de onda que só por um acaso milagroso se combinam e enredam. “Após uma ausência de que ninguém teve a culpa/ ficamos acanhados um ao pé do outro/ e as nossas palavras parecem mais recentes do que nós,/ como se tivéssemos de voltar ao momento em que nos conhecemos/ e recuperar-nos até ao presente”, lê-se nuns versos de Linda Pastan, num poema em que ela reconhece como o maior perigo que enfrentam os amantes é “toda essa ressaca/ da vida quotidiana, oculta mas perigosa,/ que tão depressa nos puxa a ambos para o fundo”. De resto, quem ainda se sujeita aos destratos de andar sem rumo, aprender com dificuldade os idiomas do acaso pela hipótese de provar o néctar da beira da estrada, dos fins de mundo, dessas zonas limite? “A economia, é este o seu princípio, faz-nos correr como ratos, para que não estejamos nunca lá, a descobrir o segredo da sua usurpação: a presença./ Sair da economia é fazer emergir o plano da realidade que ela esconde. A troca mercantil e tudo o que ela comporta de dura negociação, de desconfiança, de engano”… Aquele brilhante judeu que se matou por receio de ser entregue à Gestapo, quando tentava escapar pelos Pirenéus, notou que articular o passado historicamente não significa conhecê-lo “como ele de facto foi”, mas apoderar-se de uma recordação, tal como ela relampeja no instante de perigo. O pior do nosso tempo é que os perigos se multiplicam, e se tantos fazem questão de os registar, diagnosticar, se passamos boa parte do nosso tempo comovidos com a nossa infindável capacidade de sofrermos com as dores mais distantes, depois ninguém faz nada em relação àquilo que está mais próximo. Falta aquela capacidade própria dos poetas que, no entender de Cortázar, se reconheciam menos pelo que os trancava em si mesmos e mais naquilo que lhes era próximo, que os fazia sentir implicados no que tinham ao seu redor. “Falo da responsabilidade do poeta, esse irresponsável por direito próprio, esse anarquista enamorado de uma ordem solar e nunca da nova ordem ou do slogan que faz marchar ao mesmo passo cinco ou setecentos milhões de homens numa paródia de ordem. Falo de algo que desagradará profundamente aos comissários, aos jovens turcos ou aos guardas vermelhos; falo de uma condição que ninguém descreveu melhor do que John Keats numa carta a que, há muitos anos, chamei a carta do camaleão e que mereceria ser tão célebre como a ‘Lettre du voyant'. O seu prelúdio deixa-se perceber numa frase escrita um ano antes e quase de passagem. Keats diz ao seu amigo Bayley que nunca esperou outra felicidade além da do puro presente e acrescenta, como quem não quer a coisa: ‘Se um pardal pousa junto da minha janela, tomo parte na sua existência e debico no chão…'” Por estas bandas, ninguém merece um reflexo na carne dos outros, um eco seu que floresça a tempo de lhe dar algum sinal, e tudo o que de mais verdadeiro e sensível acontece, perde-se como se não tivesse acontecido. Vamos fazendo a crónica de “uma pequena nação de pequenos assassinos caseiros” (Luiz Pacheco), por incapacidade de nos sujeitarmos às exigências da admiração, que implicam desde logo deixar de lado o cálculo. É a típica condenação a que nos sujeita um tempo medíocre. Envelheces tão cedo, por essa impossibilidade de escolher, por nos sairmos sempre pior num registo impetuoso, quando toda a eloquência é sentida como uma ofensa. Alheios ao seu próprio sonho, decalca o Pacheco no António Sérgio, para falar de nós, seres caídos nesta espiral vagabunda, num país aos bocados, que se reconhece por este cheiro a despegado, que se mantém colado apenas para favorecer algum esquema. E o Pacheco foi vendo, com o acumular dos anos, este desamparo de “tantos de nós ludibriando os próprios sonhos da sua juventude, anquilosando ambições mais do que legítimas, minguando-se, limitando-se (…) sem horizontes já para inventar algo melhor. Pendurados na fezada de um futuro, que já não vai ser para eles, isto é, que já os apanha disformes: gordos, apatetados, com cirroses… envelhecidos prematuramente por dentro, e muito sono nas almas, leia-se consciências.” E talvez porque não há luta em comum que nos arranque desse casulo, dessa clausura, desse castigo de se ver a definhar para fazer carreira como “eu”, e nos devolva uns aos outros. “Há qualquer coisa de prostituível em todo o lado em que domina o nosso ‘valor social', em todo o lado onde se troca uma parte de nós pela mínima retribuição, seja ela, financeira, simbólica, política, afectiva ou sexual” (comité invisível). E, neste ponto, vale a pena retomar a correspondência de Keats, que, numa carta a Richard Woodhouse, trocou o pardal pelo camaleão: “Quanto ao carácter poético em si... não tem um eu; é tudo e é nada: não tem carácter; deleita-se tanto com a luz como com a sombra; vive naquilo de que gosta, seja horrível ou belo, excelso ou humilde, rico ou pobre, mesquinho ou elevado. Sente tanto prazer em conceber um Iago como uma Imogena. Aquilo que choca o filósofo virtuoso deleita o poeta-camaleão... Um poeta é a coisa menos poética que existe; como não tem identidade, tende continuamente a encarnar-se noutros corpos... O poeta não possui nenhum atributo invariável; é, certamente, a menos poética de todas as criaturas de Deus.” Neste episódio, o David voltou para nos dar uma hipótese de tirarmos a barriga de misérias e saltarmos da greve geral para umas luxuriantes patuscadas, conseguidas na base de todo um arsenal de poções e fórmulas científicas aplicadas à exploração gastronómica, sem abdicar, no entanto, daquela elementar dose de porrada e humilhações sem as quais nunca se faz nada, além dos gerais iscos que convencem os lorpas de que têm muita sorte em ter um chulo a ocupar-se deles. Vamos também dar um passeio pela feira do livro de Lisboa pela mão do Pacheco e ouvir as últimas quanto a editores a quem, por maior que seja a crise, nunca há-de faltar um tremendo jeito para o negócio.

Bem Estar
Anabolizantes: como sair do "suco" com segurança

Bem Estar

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 32:34


A morte do fisiculturista e influencer Gabriel Ganley acendeu a discussão sobre o uso indiscriminado de anabolizantes no Brasil, que aumentou 700% em sete anos. O laudo apontou uma doença do coração, que pode ser agravada pelo uso de anabolizantes. Em diversas entrevistas, Gabriel chegou a admitir o uso desse tipo de substância e foram divulgados vídeos em que ele recebia as injeções ao vivo. Com apenas 22 anos, ele tinha milhões de seguidores, que agitaram as redes sociais com depoimentos consternados. Alguns, declarando que abandonariam os anabolizantes. Outros, dizendo que passariam a usá-los da “forma certa”, ideia muito difundida na internet. Mas será que isso é possível? Nosso convidado de hoje é o endocrinologista Clayton Macedo, diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e coordenador do Ambulatório de Endocrinologia do Exercício da Unifesp. Ele é o criador do projeto "Saindo do Suco com Segurança", um mutirão gratuito que oferece orientação especializada para quem deseja abandonar os anabolizantes de forma segura.

Sonhar Sem Limites Podcast
SSL 191 : Como sair do modo sobrevivência e começar a construir uma vida melhor?

Sonhar Sem Limites Podcast

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 43:01


A maioria de nós — mulheres, principalmente mulheres pretas — começamos a nossa vida adulta no modo sobrevivência. A base da nossa pirâmide, de modo geral, é a sobrevivência e não tem nada de errado com isso. Mas ficar lá, isso sim é um erro. E é sobre isso que vamos refletir juntas, neste episódio.Para saber mais sobre o meu trabalho visite: https://edulanycardoso.com/

Resposta Pronta
Bruno Batista: "Marco Silva dá um sinal ao sair do Fulham"

Resposta Pronta

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 2:00


Técnico português está cada vez mais perto da Luz. Ex-candidato à vice-presidência do clube vê notícia como positiva e acredita que Marco Silva privilegiou o projeto encarnado ao dinheiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Stage Whisper
Whisper in the Wings Episode 1646

Stage Whisper

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 23:43


On the latests Whisper in the Wings from Stage Whisper we welcomed on the writer/creator Sair Kaufman to talk about her new show, The Reality Shaper: A Musical Podcast. This was such a great conversation about such a great story and new podcast. So be sure that you hit play and tune in today!The Reality Shaper: A Musical PodcastLaunching in June 2026Available anywhere you listen to podcastsMore information is available at therealityshaper.com And be sure to follow Sair to stay up to date on all their upcoming projects and productions: therealityshaper.comtheatrewriterdigest.com @sairkaufman

RW notícias - fique sempre bem informado
Mais quatro pessoas conseguem sair de caverna no Laos

RW notícias - fique sempre bem informado

Play Episode Listen Later May 30, 2026 2:00


Neste sábado, mais quatro homens que estavam presos em uma caverna inundada na província de Xaisomboun, no Laos, conseguiram sair do local por conta própria, antes do retorno das equipes de resgate. De acordo com voluntários que atuavam na operação, os sobreviventes rastejaram até a saída após passarem dez dias sem contato com a luz do dia. Com isso, cinco integrantes do grupo já deixaram a caverna. As buscas continuam por outros dois homens que seguem desaparecidos.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição

Medditus | Brasil
320 | Hipnose Guiada para Sair do Ciclo da Escassez | Odair Comin

Medditus | Brasil

Play Episode Listen Later May 28, 2026 33:02


Gabinete de Guerra
"EUA não podem sair do Irão como entraram"

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later May 27, 2026 13:22


Especialista João Albuquerque lembra que Trump tem de sair do conflito com uma vantagem, pelo investimento que os EUA fizeram. Deve também garantir que a posição de Israel fica fortalecida na região.See omnystudio.com/listener for privacy information.

NO LIMITE DO STRESS
Burnout: o que devo mudar no estilo de vida? | como sair do burnout pt 3 | Manual do Burnout #12

NO LIMITE DO STRESS

Play Episode Listen Later May 27, 2026 18:57


7 COISAS IMPORTANTES:1 - AULÕES PARA RESOLVER ESSE BURNOUT AÍ:Aulão TENHO BURNOUT: E AGORA?E aulão ESTILO DE VIDA NO BURNOUTTodas as informações e links dos dois aulões aqui: https://abreai.com/auloesdaroberta2 - AGORA VAI: 30 DIAS PARA SAIR DA INÉRCIA E COMEÇAR A SE CUIDARAgora Vai: um programa com 30 tarefas diárias para te ajudar a sair da procrastinação e começar a colocar em prática um novo estilo de vida: https://tinyurl.com/4u9z2h95(obs: o Agora Vai pode ser comprado sozinho... mas se vc tem (ou vai comprar) o aulão Estilo de Vida no Burnout, ele estará lá, completo, como um presente meu pra vc)3 - DESCONTO E BENEFÍCIOS PARA ASSINAR O LOJONG:Assine o Lojong com TRINTA dias de teste gratuito e descontão (e pode parcelar em 12 vezes) usando esse link: ⁠https://lojongapp.com/af/ROBERTACARUSI⁠ (pagamento pela Hotmart);Ou vc pode usar o cupom ROBERTACARUSI, dentro do próprio app, se tiver Android. Mas, se vc tiver IOS, para usar o cupom dentro do app é preciso ir por esse link: https://lojongapp.com/convite4 – MANDE SEU DEPOIMENTO PARA O QUADRO “NÃO É SÓ COM VC”: https://abreai.com/depoimento5 - SE INSCREVA LÁ NO INSTAGRAM: @robertacarusi6 – CONHEÇA MEUS CANAIS NO YOUTUBE”- canal de vídeos: https://www.youtube.com/@robertacarusi1- canal de aulas: https://www.youtube.com/@RobertaCarusi37 - COMPRE MEUS LIVROS:- No Limite do Stress (2018): https://abreai.com/nolimite- Pequeno Manual do Burnout (2024): https://abreai.com/pequenomanualEspero que esse vídeo tenha te ajudado de alguma forma :)

Esporte em Discussão
Carrascal quer sair do Flamengo; sorteio da Copa do Brasil; polêmica com Rafinha!

Esporte em Discussão

Play Episode Listen Later May 26, 2026 117:30


No Bate-Pronto de hoje, Jorge Carrascal demonstra interesse em deixar o Flamengo, após ser expulso no jogo contra o Palmeiras. O jogador colombiano passou a ser ainda mais criticado pela torcida rubro-negra. O programa também repercute o sorteio da Copa do Brasil e debate a polêmica envolvendo Rafinha, dirigente do São Paulo, que será comentarista do Grupo Globo durante a Copa do Mundo. O fato revoltou parte da torcida tricolor.

M80 - Macaquinhos no Sotão

Fica assim explicado porque é que a Susana já não sai à noite.

Café debug seu podcast de tecnologia
#191 De DBA para Account Manager - Amanda Portela

Café debug seu podcast de tecnologia

Play Episode Listen Later May 25, 2026 54:44


Transição de carreira é um dos momentos mais desafiadores na vida de quem trabalha com tecnologia. Sair de uma atuação profundamente técnica para um papel mais estratégico, próximo do negócio e do cliente, exige muito mais do que conhecimento técnico. Exige mudança de mentalidade. Neste programa, conversamos com a Amanda Portela, que construiu a carreira como DBRE e, após longos anos na área técnica, fez a transição para Technical Account Manager.

Amorosidade Estrela da Manhã
CADA VEZ QUE A LUCIDEZ SE MANIFESTA, O CONFLITO SE INSTALA. PARA QUE SE POSSA SAIR DO LUGAR ∙ O DERRUBADOR DE CASTELOS. TALVEZ SEJA HORA DE TOMBAR OS TOMBADOS

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later May 25, 2026 2:29


Bola na Rede
Sair a Jogar #26 - O Regresso ao trono do Arsenal

Bola na Rede

Play Episode Listen Later May 24, 2026 33:28


Vinte e dois anos depois, o Arsenal voltou a conquistar Inglaterra. Neste episódio, discutimos o regresso dos Gunners ao topo, o fim de ciclo de Pep Guardiola e Bernardo Silva no Manchester City e as perspetivas para o futuro da Premier League.Os comentários são do Ailton Ricardo Pereira e do César Mayrinck.

Clube dos 52
Querido Líder. “O processo enquanto coachee fez me tomar a decisão de sair”

Clube dos 52

Play Episode Listen Later May 21, 2026 58:38


Joana Proença de Carvalho é Country Manager da Ackermann Portugal. Uma carreira que a levou aos locais mais recônditos do Brasil. Não teme que a IA lhe tire o lugar.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conversas de Fim de Tarde
Querido Líder. “O processo enquanto coachee fez me tomar a decisão de sair”

Conversas de Fim de Tarde

Play Episode Listen Later May 21, 2026 58:38


Joana Proença de Carvalho é Country Manager da Ackermann Portugal. Uma carreira que a levou aos locais mais recônditos do Brasil. Não teme que a IA lhe tire o lugar.See omnystudio.com/listener for privacy information.

BrunetCast
Como Sair do Operacional e Escalar do Zero ao Milhão | Seu Elias no BrunetCast

BrunetCast

Play Episode Listen Later May 20, 2026 104:35


Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/ep-brunetcastMétodo Destiny: https://metododestiny.com.br/Se você é empresário e gostaria de fazer parte do DestinyMind inscreva-se: https://forms.gle/x9aw8YyFessiu7eA8Ele começava cobrando R$ 7 por um corte de cabelo. Hoje, o Seu Elias comanda um grupo com 25 frentes de negócio, 172 colaboradores, 12 barbearias e um faturamento de R$ 56 milhões por ano sem nenhum sócio.Neste episódio do BrunetCast, Wesley e Teixeira recebem o Seu Elias, para uma conversa sobre empreendedorismo, mentalidade e construção de negócios no segmento de barbearia. Você vai descobrir como ele criou o maior ecossistema de barbearias do Brasil, por que cortou o cabelo do Messi e do Neymar e como isso virou estratégia de negócio e o que ele faria diferente se começasse hoje.

NO LIMITE DO STRESS
Burnout: terapia é caro, como fazer? | como sair do burnout pt 2 | Manual do Burnout #11

NO LIMITE DO STRESS

Play Episode Listen Later May 20, 2026 17:52


7 COISAS IMPORTANTES:1 - AULÕES PARA RESOLVER ESSE BURNOUT AÍ:Aulão TENHO BURNOUT: E AGORA?E aulão ESTILO DE VIDA NO BURNOUTTodas as informações e links dos dois aulões aqui: https://abreai.com/auloesdaroberta2 - AGORA VAI: 30 DIAS PARA SAIR DA INÉRCIA E COMEÇAR A SE CUIDARAgora Vai: um programa com 30 tarefas diárias para te ajudar a sair da procrastinação e começar a colocar em prática um novo estilo de vida: https://tinyurl.com/4u9z2h95(obs: o Agora Vai pode ser comprado sozinho... mas se vc tem (ou vai comprar) o aulão Estilo de Vida no Burnout, ele estará lá, completo, como um presente meu pra vc)3 - DESCONTO E BENEFÍCIOS PARA ASSINAR O LOJONG:Assine o Lojong com TRINTA dias de teste gratuito e descontão (e pode parcelar em 12 vezes) usando esse link: ⁠https://lojongapp.com/af/ROBERTACARUSI⁠ (pagamento pela Hotmart);Ou vc pode usar o cupom ROBERTACARUSI, dentro do próprio app, se tiver Android. Mas, se vc tiver IOS, para usar o cupom dentro do app é preciso ir por esse link: https://lojongapp.com/convite4 – MANDE SEU DEPOIMENTO PARA O QUADRO “NÃO É SÓ COM VC”: https://abreai.com/depoimento5 - SE INSCREVA LÁ NO INSTAGRAM: @robertacarusi6 – CONHEÇA MEUS CANAIS NO YOUTUBE”- canal de vídeos: https://www.youtube.com/@robertacarusi1- canal de aulas: https://www.youtube.com/@RobertaCarusi37 - COMPRE MEUS LIVROS:- No Limite do Stress (2018): https://abreai.com/nolimite- Pequeno Manual do Burnout (2024): https://abreai.com/pequenomanualEspero que esse vídeo tenha te ajudado de alguma forma :)

A História do Dia
A fórmula para envelhecer com dinheiro sem sair de casa

A História do Dia

Play Episode Listen Later May 19, 2026 16:01


Vender a casa, continuar lá a viver e transformar o imóvel num complemento de reforma. O novo negócio da velhice explicado com Edgar Caetano.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No Tabuleiro
O Método BATNA: Como Negociar Melhor e Nunca Mais Sair Perdendo

No Tabuleiro

Play Episode Listen Later May 19, 2026 11:40


Negociar bem é uma das habilidades mais valiosas no mundo dos negócios — e muitos empresários ainda deixam dinheiro na mesa por falta de estratégia.Neste episódio, você vai aprender como utilizar o conceito de BATNA (Best Alternative to a Negotiated Agreement), desenvolvido por Roger Fisher e William Ury, para fortalecer sua posição em qualquer negociação.Com essa abordagem, você passa a negociar com mais clareza, segurança e poder de decisão, evitando acordos ruins e maximizando resultados.Quer organizar sua gestão e operação para faturar mais com mais margem de lucro?Preencha o formulário:https://forms.gle/wbPgYifJogRG1ncX7#gestão #negocios #consultoria #empreendedorismo #joaocanovas #novaeraestrategia

GE Grêmio
GE Grêmio #437 - Classificação na Copa do Brasil traz confiança para sair do Z-4?

GE Grêmio

Play Episode Listen Later May 15, 2026 34:11


Esther Fischborn recebe Rafael Favero e Queki para analisar o 3 a 0 sobre o Confiança, que confirmou a classificação nas oitavas de final da Copa do Brasil. Tricolor passa de fase sem sustos e agora tem desafio de se recuperar no Brasileirão. Dá o play!

Clube dos 52
Querido Líder. “Fui convidada a sair da escola que criei”

Clube dos 52

Play Episode Listen Later May 14, 2026 30:17


Sofia Borges deixou uma vida de 18 anos num multinacional para se dedicar à Educação. Criou vários projetos educativos para ajudar as crianças a serem melhores adultos. Liderança e educação, juntas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Antagonista
Desenrola 2.0 não vai ajudar governo Lula a sair do corner

O Antagonista

Play Episode Listen Later May 8, 2026 12:20


Programa de renegociação de dívidas começou com reclamações entre usuários e chances de alavancar popularidade de Lula são diminutas.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes?   Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás.   Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente.   Chegou a edição especial Crusoé impressa.   É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil.   Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé.   Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link:   https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa  Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Desenrola #GovernoLula #Economia #Dividas #Financas #Politica #Brasil #Podcast #Noticias #AnalisePolitica #Credito #Renegociacao #Brasilia #MercadoFinanceiro #Crise #Lula #Gestao #Dinheiro #Debates #Atualidades

Porque Sim Não é Resposta
Casar para quê? Ficar porquê? Sair porquê?

Porque Sim Não é Resposta

Play Episode Listen Later May 8, 2026 8:55


Em Portugal, um em cada dois casamentos termina em divórcio. No entanto, casamentos que não resistem duram em média 17 anos e meio antes de acabar, o segundo tempo de resistência mais longo da EuropaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Clube dos 52
Realpolitik. Alguma vez vamos sair da rodinha do hamster?

Clube dos 52

Play Episode Listen Later May 6, 2026 38:55


No "Realpolitik", Sérgio Sousa Pinto e Miguel Pinheiro falam sobre os planos para a Defesa, sobre o pacto na Saúde e sobre o futuro do pacote laboral.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Excepcionais
O MÉTODO PARA SAIR DA PARALISIA EM 40 DIAS - Nanny Faggiano

Excepcionais

Play Episode Listen Later May 5, 2026 94:50


Neste episódio brutal, recebemos Nanny Faggiano, a ex-executiva que desafiou todas as estatísticas de sobrevivência humana. Abandonada ao nascer e devolvida por 7 famílias antes dos 4 anos de idade , Nanny transformou a raiva em combustível para liderar 18 mil colaboradores em grandes corporações. Mas o sucesso teve um preço: o burnout e a descoberta de que ela vivia uma vida moldada para ser aceita, e não para ser livre. Descubra como ela abandonou o status de "Head de RH" para viver seu propósito na Itália, quebrando os padrões de casamento, carreira e autoresponsabilidade. Se você sente que está "travado" ou vivendo uma vida que não é sua, este conteúdo é o seu chacoalhão necessário. Disponível no Youtube:Link: https://youtu.be/LLDw-GvnkNk00:00:00 - O choque: 8 famílias em 3 anos. 00:01:20 - A mentira do casamento e contos de fadas. 00:03:50 - Vulnerabilidade: A maior fortaleza do ser humano. 00:15:30 - Transformando raiva em propósito de vida. 00:25:00 - Bastidores do Burnout liderando 18 mil pessoas. 00:36:00 - O sabático de 1 ano e a liberdade geográfica. 00:48:30 - 40 Dias de Coragem: O método para sair da paralisia.Siga a Nanny no Instagram:⁠https://www.instagram.com/nannyfaggianoNos Siga:Marcelo Toledo: ⁠https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: ⁠https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: ⁠https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast

RobCast
Cortei essas 5 coisas da minha vida e enriqueci 10x mais

RobCast

Play Episode Listen Later May 2, 2026 15:23


⏱️ Capítulos do vídeo00:00 O que estava me impedindo de enriquecer01:15 Pilar 1: Cortar baladas e barzinhos03:00 Pilar 2: Deletar os aplicativos de relacionamento06:02 Pilar 3: Adotar o Estilo Monge (Foco Extremo)08:23 Pilar 4: Sair do CEP e da zona de conforto10:24 Pilar 5: Modelar o ambiente e o networking12:35 Conclusão: enriquecer não é sorte13:07 RC Club: para quem está começando14:03 RC Wealth: para quem já tem patrimônio

Oxigênio
#218 Rodrigo Alves: Bastidores e Futuro do Podcast

Oxigênio

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 44:35


No dia 25 de fevereiro de 2026, o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) teve a honra de receber a visita do jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, Rodrigo Alves, que ministrou uma oficina de podcast para os alunos da pós-graduação. Nesse episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina, em que ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva na produção jornalística em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e o futuro do gênero na produção jornalística. A entrevista foi comandada por dois integrantes da nossa equipe, a Lívia Mendes e o Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante para quem se interessa ou deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. [áudio Rodrigo Alves] Livia: Esse aí é o Rodrigo Alves, jornalista, apresentador e roteirista de podcasts narrativos, como o Vida de Jornalista. Você talvez já tenha ouvido a voz dele no episódio #202 aqui do Oxigênio ou em algum dos podcasts que ele apresenta. Em fevereiro, a gente teve o prazer de conhecer o Rodrigo pessoalmente, já que ele esteve aqui no Labjor pra ministrar uma oficina de podcast pros alunos da pós-graduação. Marcos: Neste episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina. Ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva a produtos em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e sobre o futuro do gênero na produção jornalística. Livia: A entrevista foi conduzida por mim, Lívia Mendes, Marcos: e por mim, Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante pra quem já conhece e pra quem deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. Então, continua com a gente e vem ouvir nosso bate-papo com o Rodrigo Alves. [Vinheta Oxigênio][música] Marcos: Bom, vou apresentar um pouco do Rodrigo. Como a gente já falou, ele é jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, que conta histórias e bastidores da profissão. É coordenador e roteirista dos podcasts Tramas Coloniais, Rio Memórias, Senado 200, Como Cobrir, e muitos outros. Editor da série No Rastro da Notícia, do podcast Jornalismo Sem Trégua, da Abraji. Desde 2021, ele se dedica exclusivamente à produção de jornalismo em áudio e a oferecer Oficinas de Podcasts. Antes de tudo isso, ele também foi comentarista de basquete no SporTV, repórter e editor em veículos como Globo Esporte e Jornal do Brasil. Cobriu desde eleições a Olimpíadas, até o Rock in Rio, e a gente vai falar um pouco sobre tudo isso com ele. Ah, também não podemos deixar de dizer que ele é fã de punk rock e torcedor do Fluminense. [música] Lívia: Eu queria destacar que ele participou de uma das nossas parcerias comemorativas de dez anos do podcast, lá no episódio #202, quem não ouviu pode procurar, que foi entrevista com a Sonia Bridi, um perfil lindíssimo, que ele comandou junto com a nossa coordenadora Simone Pallone. E, bom, a gente queria começar perguntando pro Rodrigo sobre a sua trajetória no áudio. A sua trajetória no jornalismo já é bastante sólida, né? Engraçado que várias pessoas, quando a gente compartilhou no Instagram que você viria aqui, visitar a gente no Labjor, lembraram de você como comentarista de basquete e disseram que adoraram. Além das coberturas de esporte, né? Como você conta lá na história do famigerado 7 a 1, Brasil e Alemanha, no segundo episódio do novo projeto, mas em que momento o áudio deixou de ser um projeto paralelo e se tornou uma dedicação exclusiva? Rodrigo: Ah, gente, primeiro obrigado pelo convite. Eu amo o Oxigênio, mas agora é diferente porque eu tô aqui presencialmente pra gente gravar. Então, foi um prazer fazer esse projeto em parceria, né, do episódio da Sônia Bridi, mas a gente fez no Rio de Janeiro e agora eu tô tendo a oportunidade de estar aqui pela primeira vez, conhecendo e tô amando. Então, poxa, obrigado demais. Eu gosto muito do Oxigênio que já tá nessa estrada aí há tanto tempo e acho que é super essencial. Então, obrigado demais. Rodrigo: E o áudio, assim, virou uma paixão desde não desde o início, né, quando eu comecei no jornalismo, porque eu trabalhei primeiro com o jornal impresso durante 8 anos e depois fui trabalhar na internet, trabalhei no site de esporte da Globo durante muito tempo. E aí no fim dessa trajetória na Globo eu trabalhei, como você falou, como comentarista de basquete. E isso é meio surreal mesmo porque de vez em quando alguém lembra assim, me vê assim,fala. Porque a televisão é impressionante, né? Tem um, mesmo sendo uma TV fechada, né? Eu trabalhei no SporTV, mas tem essa coisa meio, sei lá, um fascínio, né? Que eu acho super esquisito. Mas, enfim, é, foi super legal, foi uma experiência muito legal. E, e aí quando eu tava trabalhando como comentarista, eu já tava fazendo podcast. Então, o Vida de Jornalista, que é o meu primeiro projeto autoral em áudio, eu lancei em 2018. E nessa época eu ainda trabalhava no esporte da Globo, não era nem comentarista ainda, ainda tava trabalhando no site. Mas o áudio já era uma coisa que tava me fascinando, sabe? Eu queria começar a fazer jornalismo em áudio, mas era uma coisa ainda paralela com o meu trabalho. E eu fazia o Dois Pontos, que era um podcast de basquete também na Globo, que saiu 2 meses antes do Vida de Jornalista, quase ao mesmo tempo, que eu fazia com Rafael Roque, meu grande amigo que ainda trabalha lá. E aí ficava essa coisa meio paralela. E eu sempre ficava alimentando isso. Será que um dia vale a pena eu me dedicar só a isso, né? Sair do emprego, mas assim, é um emprego, né? Era um emprego na Globo, então tem toda aquela coisa de estabilidade, um salário, plano de saúde, você fica pensando essas coisas, mas o áudio estava muito e na época da pandemia eu tomei essa decisão de sair do emprego, ali na virada de 2020 para 2021, para me dedicar só à produção de áudio, não só ao Vida de Jornalista, mas fazer podcasts jornalísticos, narrativos. Então abri uma produtora, a Escuta Aqui e aí fui pegando assim um ou outro projeto que eu acreditava muito, que eu achava muito legal. E eu fiz o Rio Memórias, que é um podcast que eu fiz durante cinco temporadas e eu coordenava a produção e fazia os roteiros, não sou eu que apresento, é a Gabriela Montoni, historiadora. E fui fazendo outros, o Tramas Coloniais, enfim, foram aparecendo outros projetos. E em paralelo eu mantinha o Vida de Jornalista, como meu projeto pessoal, e agora em 2026 o Onde eu tava quando aquilo aconteceu, que é um projeto mais pessoal ainda, de histórias minhas pessoais e jeito de contar histórias, narrativa. Então, essa paixão pelo áudio, ela é antiga, mas eu passei a me dedicar mais a ela ali nessa virada de 2020 para 2021. Marcos: É, eu acho que uma próxima pergunta seria, então, para você comentar um pouquinho como foi essa transição pra você de sair de um espaço normalmente escrito, do jornalismo, para um em áudio. O que que muda na narrativa? Imagino que talvez o que você comentou agora de você poder contar uma coisa que é mais pessoal. Rodrigo: Eu acho que tem muito a ver com isso. Acho que podcast narrativo permite isso de você se colocar um pouco mais nas histórias, sabe? O jornalismo, às vezes, ele pede um rigor um pouco maior de, enfim, eu nem acho que o jornalismo necessariamente você tem que se afastar do assunto, acho que tem uma coisa de subjetividade que é interessante também e queajuda a gente a contar as histórias, mas, no podcast, você tem uma relação que eu acho que é mais um a um, sabe? É você e quem tá ouvindo. Eu, pelo menos, quando eu faço os roteiros, quando eu gravo as locuções, eu imagino que tem uma pessoa do outro lado me ouvindo e não falar assim para um público, sabe? Eu sei que tem um público ali, mas a narrativa é direta pra uma pessoa. Então, acho que ajuda você a pensar e se colocar um pouco mais, acho que cria uma interação ali melhor com a pessoa. Rodrigo: O que mudou pra mim foi talvez o jeito de escrever. Porque eu acho muito engraçado, às vezes as pessoas falam assim, você tem saudade de escrever? E na real, assim, eu nunca escrevi tanto na vida como eu escrevo hoje. Eu escrevo roteiros, podcasts são roteiros enormes e é texto, né? O Onde eu tava quando aquilo aconteceu é um exercício de roteiro pra parecer improvisado, mas eu tô lendo cada vírgula, assim, cada palavra, cada coisinha, então é tudo escrito, é tudo um trabalho de texto, que eu já tinha desde o início, né, como você falou, de trabalhar com o jornal impresso, no próprio site da Globo, trabalhava muito com texto também. Mas é um pouco diferente, sabe? Eu acho que o podcast dá um pouco mais de liberdade que no jornalismo tradicional você até consegue de vez em quando fazer, principalmente nesses projetos autorais, né? Porque aí não tem um chefe assim para falar: “Rodrigo, faz assim, faz assado”. Eu vou fazendo do meu jeito e a minha resposta é na minha cabeça mesmo. Isso tem um lado ruim, que é você não poder virar pro lado e falar: “Pô, dá uma olhada aqui no texto que eu fiz, vê o que que você acha, né? Dá uma olhada”. Quem vai ouvir é o público quando sair, né? Eu faço tudo sozinho. Mas, também tem um lado bom que é uma liberdade criativa que acho que não tem preço. Então, acho que nesse caso é isso. Mas, eu escrevo muito e gosto muito de escrever. Eu amo texto. Acho que são textos com características diferentes, mas que me dão o mesmo prazer, sabe? Marcos: Sim, sim, com certeza. Imagino que o saber também produzir um texto, um roteiro muito bom, seja um primeiro passo essencial pra você realmente ter um podcast legal. Rodrigo: É, claro que assim, a produção de podcast passa por várias etapas. Então, sei lá, às vezes a pessoa pode não ser do texto, mas vai fazer a locução ou vai fazer uma entrevista, vai fazer produção, vai editar. Tem várias etapas ali que eu acho que são importantes. A que eu mais gosto é o texto, é o roteiro, é o que me dá mais prazer de fazer, é o que me deixa mais, sei lá, mergulhado ali na coisa, sabe? É uma hora em que você pega a sua apuração ou a sua entrevista ou o que quer que seja que você fez e agora eu vou fazer o roteiro. Então, como que eu vou contar essa história que eu já tenho aqui. Como é que eu vou embalar? Como é que vai ser a embalagem dela pra entregar para quem vai ouvir? E aí eu posso fazer do jeito que eu achar melhor. Então é um momento de botar a criatividade pra jogo ali. Então, pra mim funciona muito bem. É o momento que eu mais gosto de fazer. Mas, não é o único, claro, né? No caso do Vida, do Onde eu tava eu faço todas as etapas. Então, também gosto de editar, de entrevistar, mas a hora de sentar o bumbum na cadeira ali para escrever o texto é uma hora que eu gosto muito assim. Lívia: E eu acho impressionante que os roteiros que você escreve ficam muito na linguagem falada, né? Isso acho que é a maior dificuldade. A gente aqui do Oxigênio, que trabalha também com podcast roteirizado, né? Essa dificuldade em fazer com que o roteiro seja palatável ali na linguagem. Você teria alguma dica? Rodrigo: É, tem uma dificuldade mesmo assim, eu acho que isso é prática, eu levei um tempo assim para conseguir ficar mais confortável nisso, sabe? Porque quando você pega um roteiro que eu faço de podcast narrativo, ele como texto escrito, ele não faz sentido assim. Se você publicar como uma reportagem, né? Ou sei lá, uma newsletter, ele não vai fazer muito sentido, ele tem que ter uma adaptação, porque ele é feito para funcionar na voz, para funcionar falado. E, aí assim, tem alguns truques, né, que a gente vai aprendendo. Por exemplo, eu faço muito o truque de escrever falando. Então eu tô escrevendo e tô falando a frase em voz alta, do que eu tô escrevendo, para ver se aquilo vai soar bem e ah, não soa bem, então eu volto no texto, dou uma mexida e dou uma ajeitada ali. Então, isso é uma coisa. E algumas coisas, no jornalismo que a gente tem muito cuidado, como regra gramatical, né, de escrever tudo na linguagem corretinha. No áudio, a gente pode abandonar um pouco isso, sabe? Então, até o jeito de falar as palavras, né? No áudio, quando a gente tá conversando, tipo, como a gente tá aqui agora, a gente não fala “para fazer”, a gente fala “pra fazer”, né? Eu não falo “eu estou aqui no Labjor”, falo “eu tô aqui, eu tava aqui”. Então, tudo isso você pode transferir pro texto, né, e deixar o seu texto desse jeito mais falado, assim, mais conversado. E uma coisa que eu acho que funciona bem também para o texto ficar com essa cara de falado, é você ter uma liberdade pra bagunçar o roteiro no sentido de marcar coisas. Então, por exemplo, bota uma palavra grifada quando você quer dar mais ênfase, quebra a linha, bota os parágrafos separados para você dar uma parada e dar uma respirada. Então, você pode mexer o texto de roteiro de podcast ou de qualquer roteiro não é um território sagrado, sabe? Que tem que ficar ali pra depois você botar num quadro, na parede. Não, ele é pra funcionar pra voz. Então, ele tem que ficar confortável pra quem vai ler e quem vai fazer a locução. Rodrigo: Acontece muito também de eu escrever pra outras pessoas, né? Tipo, o Rio Memórias, o Tramas Coloniais são podcasts que não sou eu que apresento. E eu faço o roteiro, então, eu tenho que escrever para uma outra pessoa gravar. E aí é mais difícil ainda, porque você tem que pegar o jeito da outra pessoa falar. E aí como é que você faz isso? Isso tem que ter uma prática ali, né? Até você entender como é que aquele texto vai caber na voz daquela pessoa. Não é simples, mas é um trabalho que eu acho muito gostoso de fazer, de tentar chegar nesse nível. E o Onde eu tava quando aquilo aconteceu é o projeto em que eu mais estiquei essa corda até hoje, cada roteiro, o primeiro episódio, por exemplo, o roteiro teve 10 versões, exatamente 10 versões. Eu escrevia e depois voltava nele, deixava mais falado, mais falado, mais falado, mais falado. Aí eu fui gravar, aí gravei o primeiro, editei, montei com a música e tal, joguei fora. Achei que não ficou falado o suficiente, conversado o suficiente. Aí ele teve três versões até ir para o ar do episódio inteiro. Então, eu vou puxando mesmo para ficar como se eu tivesse de fato contando uma história pra alguém, como eu estou conversando aqui com vocês. Aqui eu não tô lendo nada, né? A gente tá trocando uma ideia. Eu quero que esse projeto seja assim. E o maior elogio é quando alguém vem falar: “Nossa, mas é escrito, nem parece que você tá lendo”. E aí eu amo quando alguém fala isso, porque a ideia é exatamente essa. Lívia: É, isso que você falou do texto sacralizado, né? Eu que venho da área acadêmica, foi a minha maior dificuldade, assim, né? Porque você fica ali presa, de você quebrar parágrafo e deixar as palavras enfatizadas, né? Então tem essa diferença. Rodrigo: Dá um medinho de ficar mexendo no texto, né? Vou bagunçar esse texto todo, mas é isso, pode bagunçar, não tem problema. Marcos: Eu acho que isso é uma questão até para o podcast Oxigênio, porque em grande parte ele também é feito por cientistas da academia, que não tiveram tantas experiências. Então para a gente isso é riquíssimo. Rodrigo: Mas é um exercício, né? A gente vai pegando com o tempo e vai, enfim, ajustando coisas e, também, assim, cada um tem o seu estilo, sabe? Acho que tem podcasts até jornalísticos, narrativos, que tem uma pegada um pouco mais formal e que tem uma fala um pouco mais jornalística, que não é necessariamente cem por cento conversada e que funciona bem também. Então, acho que tem espaço pra todo mundo. Os que eu faço vão mais para essa linha da conversa, mas tem podcasts, você pega, por exemplo, um Projeto Humanos, né, que é um podcast muito conhecido, muito famoso, de muita audiência, do Ivan Misanzuki. Ele fala todos os “s”, todas as “vírgulas”, todas as “palavras”, tudo bonitinho, tudo ali muito formal e funciona, é um sucesso absoluto, né? Então, não tem muito certo e errado, é o estilo que você quer implementar ali, né? [música][áudio Perfis de bolso – Antonieta de Barros] Lívia: E agora falando sobre a produção mesmo, né? Queria saber como que vem a ideia da pauta, se é a partir dos personagens. Você já falou das suas experiências pessoais. Porque, pensando no Vida, né? Que é a forma carinhosa que você chama o Vida de jornalista, O Vida tem vários tipos de episódios. Tem os perfis, que foi um dos que a gente produziu junto, o da Sonia Bridi, tem os mais direcionados ao fazer jornalístico, teve a série Escolha que o ouvinte poderia escolher os caminhos que queria seguir. Como que você começa as ideias da pauta? Rodrigo: É, o Vida tem essa coisa também, como é um projeto meu pessoal e que sou eu que decido as coisas ali, não tem uma chefia para me guiar, não tem uma pauta para eu seguir. Eu também tenho essa liberdade de ir testando formatos, né? Então, acho que essa é a coisa que mais me fascina no jornalismo em áudio, é poder fazer formatos diferentes. Então, o Vida ele começa lá em 2018 com uma temporada de, sei lá, cinquenta e poucos episódios, de temas diversos, falando com jornalistas e sobre temas do jornalismo, mas depois eu começo a fazer temporadas temáticas. Então, tem séries que são específicas sobre alguma coisa, como algumas que você citou aí. E isso é bom porque eu não enjoo de fazer, sabe? Assim, cada série é uma coisa completamente diferente. Então, a série de perfis é completamente diferente da série Escolha, que é uma série interativa, que é uma outra linguagem, que não tem nada a ver com a série de perfis. E aí depois eu volto para fazer perfil e depois eu volto para fazer o episódio, que é discutindo algum tema do jornalismo. O Vida é muito sobre bastidores de jornalismo. Então, foco muito nisso também. E aí dá pra fazer de maneiras diferentes. Eu acho que isso é o que vai me fascinando. Então, é assim, quando eu termino uma temporada, eu já tenho lá o meu documento, lá no computador, que eu já vou jogando as ideias pra a próxima. E essas ideias envolvem não só temas e pessoas, mas envolve formatos também. Então, como que eu vou contar tal história? [áudio série Escolha] Rodrigo: A série Escolha, a ideia surgiu primeiro do formato pra depois pensar no tema. Geralmente, o certo é a gente pensar primeiro no tema, né, que a gente quer fazer e depois como que eu vou contar. No caso, a série Escolha, assim, eu queria fazer um podcast interativo, porque não tinha no Brasil, não tinha nem lá fora desse jeito assim jornalístico. E aí depois eu pensei, como que eu posso fazer dentro do Vida de Jornalista uma coisa interativa? Aí que eu fui pensar no tema, das escolhas éticas, das escolhas de carreira que a gente tem que fazer e acabei moldando ali. Esse foi um caso raro em que o formato veio antes, mas geralmente caminham juntos ali, sabe? De pensar quais vão ser os temas. Aí, claro que eu tenho que ter uma visão também de o que que tá rolando no jornalismo, né, quais são os temas mais necessários nesse momento. Então, essa última temporada tem um episódio sobre inteligência artificial, enfim, tem uma série de coisas ali que são meio urgentes da pauta factual, mas dá para escapar bastante dela também, né? Então, acho que no fim das contas fica mais gostoso de fazer, eu acho, desse jeito. Marcos: Sim. Ah, eu tenho uma pergunta um pouquinho derivada do que você acabou de comentar da produção do podcast Escolhas. Eu sei que vocês gravaram todos os episódios, que são mais de 20 episódios, né? E que provavelmente demorou um tempo bem grande e foram publicados ao mesmo tempo para que as pessoas pudessem fazer esse percurso. Como que você enxerga a funcionalidade desse tipo de podcast? Porque eu pessoalmente adorei, eu acho que é uma coisa incrível. Pensando até na comunicação, quando a gente estuda as propostas de comunicação pública da ciência, por exemplo, a gente tenta valorizar uma comunicação que seja participativa, democrática e não só de cima pra baixo, que acha que o ouvinte não sabe nada, enfim, que o que ele pensa não importa. Então acho que é um exemplo super interessante, mas aí eu fico pensando se você acha que funcionou, se você faria de novo esse modelo de produção de podcast. Como que foi, assim, essa experiência de produzir o Escolhas? Rodrigo: É, foi um risco, né? Porque as plataformas de podcast não tem essa função interativa, né? Então, assim, para quem não ouviu, o Escolha é uma série que tem vinte e cinco episódios publicados de uma vez, você escuta o primeiro e quando chega no fim do primeiro você tem uma pergunta e você tem que responder. Dependendo da sua resposta, você vai para o episódio 2 ou para o 3. Quando chega no fim do 2 ou do 3, você vai para o 4 ou para o 5 e por aí vai, né? O ouvinte é que vai definindo o caminho que ele vai seguir. No fim das contas, são 25 episódios no ar, mas a história, ela consome nove episódios. Então, o caminho até o fim, a pessoa passa por nove episódios. Quais são esses nove? Aí vai depender da pessoa, né? De quem vai escolhendo ali. Então, o Spotify, o YouTube, as plataformas em que a gente ouve podcast, a Apple, não tem essa função de você apertar um botão e ir para um episódio ou outro. Então, eu sei que eu tô dando um trabalhinho pra quem tá ouvindo, sabe? Quando chega no fim do episódio, a própria pessoa tem que ir lá e dar um play no episódio seguinte. Tem que ir lá no feed. Então, eu sei que eu tô exigindo um pouco do ouvinte, de quem tá ali escutando. Isso foi uma coisa que eu pensei bastante pra fazer, mas OK, já que é o jeito de fazer, vamos fazer dessa maneira. Acho que é colocar o ouvinte na cadeira de protagonista, sabe? De tentar fazer com que a história siga desse jeito. Foi uma primeira experiência, eu acho que assim, o Vida não é um podcast de grande audiência, né? Comparando aí com os grandes podcasts, ele tá muito longe disso. Ele é muito de um nicho do jornalismo. Essa série, ela não foi uma série de grande audiência, mas as respostas foram assim muito entusiasmadas, sabe? De quem ouviu e quem gostou do formato. E a gente quer fazer uma segunda temporada. Eu e a Flávia, né? A Flávia Santos que apresenta comigo, que é uma jornalista de Petrolina, de Pernambuco. A gente já está conversando sobre uma segunda temporada. Só que isso dá um trabalho que, assim, são 25 episódios, além dos episódios tem o roteiro, tem que criar um mapa da história, pra onde vai cada episódio. Então, é muito complicado de fazer e como tudo no Vida de Jornalista, eu fiz sem patrocínio, sem financiamento, sem nada, né? O Vida é feito no amor e no amor de alguns ouvintes também porque tem ouvintes assinantes, mas são poucos também, enfim, não dá pra, por exemplo, remunerar a Flávia, eu parto do princípio de que todo o trabalho de jornalismo tem que ser remunerado. Então, a Flávia, a gente até fala isso na série, né? A Flávia falou: “Não, não precisa me pagar”. Eu falei: “Precisa pagar, ué. É um trabalho, você tá apresentando uma série”. E aí eu tive que fazer isso assim meio do meu bolso, sabe? Porque não tinha um patrocínio ali. Então, o que eu gostaria era de conseguir um financiamento para uma segunda temporada mais robusta. E aí eu não quero vinte e cinco episódios, aí eu quero, tipo, cem episódios no feed, com uma história que realmente seja uma coisa toda intrincada, que você vai pulando de um pro outro e uma história mais longa, mas vamos ver, vamos ver se vai dar pra fazer. Não sei se em 2026 vai dar, mas quem sabe aí pra 2027. Eu ia gostar muito de fazer mais uma temporada dessa série. Marcos: Nossa, eu ia gostar também. Rodrigo: Então, quem tá ouvindo aí, ó, quem quiser patrocinar o Vida de Jornalista, vamos nessa. Lívia: É, eu fiquei lembrando, quem tem mais idade, tem aquela edição Vagalume, que tinha os livros assim, né, que você escolhia a página. Rodrigo: É, a inspiração foi meio essa. E é engraçado porque a Flávia é muito mais jovem que eu, né? E aí a gente tem referências muito diferentes. Então, a referência da Flávia é a série da Netflix, que é interativa e tal. A minha são os livrinhos de RPG antigos, que você ia pra página. A gente tem inclusive muitos embates geracionais durante a série. A gente se divertiu muito fazendo, porque as referências dela eu não pego, as minhas referências ela não pega e a gente ficava nesse embate ali o tempo inteiro. Foi engraçado também nesse sentido. [música] Lívia: E você falou sobre o financiamento, né? O modelo de financiamento de podcasts e de jornalismo em áudio tem modificado, a partir de assinaturas, apoio institucional. Eu vi que você tem utilizado essa coisa de somarplataformas, como o Substack, a Newsletter, o Apoia-se. Você podia falar um pouco pra gente quais são essas alternativas? Rodrigo: É, eu acho que pra quem faz podcast ou quem faz jornalismo independente, né, de forma geral, ou você dá sorte de conseguir uma cartada ali de um financiamento. Sorte que eu digo, obviamente ela vem de um esforço também de você tentar aquilo ali e conseguir, né? E saber os lugares certos pra procurar, um edital, um patrocínio de alguém. Mas, no geral, eu acho que geralmente funciona você jogar uma rede pra ver o que que vem. Então, é você abrir o leque e tentar esse financiamento de algumas formas diferentes, pra ver o que vai funcionar. Então, financiamento coletivo de ouvintes é uma coisa que muitos podcasts fazem e pra alguns funciona muito bem. Você pega um podcast como Rádio Escafandro, por exemplo, que é um dos melhores do país e o Tomás Chiaverini, ele hoje vive de financiamento dos ouvintes. Ele só tem esse financiamento, ele só tem esse emprego, ele não trabalha em outras coisas, ele consegue se dedicar só pra Rádio Escafandro, pra fazer da melhor forma ali os episódios e ele é realmente bancado, não só ele, mas ele contrata pessoas, enfim, só com o financiamento dos ouvintes. Então, eu acho que não precisa ser um fenômeno tipo a Déia Freitas do Não Inviabilize, que, aí assim, ela saiu do nada, um podcast totalmente independente e ela construiu quase um império. Hoje ela tá com muitos financiamentos, muitas marcas. Eu acho que é o maior fenômeno dos podcasts de contação de história, mas é um exemplo muito lá no alto, né? Então, você fala: “Pô, não vou conseguir o que a Déa conseguiu”. Mas às vezes dá para conseguir o que o Tomás conseguiu que não é a mesma coisa, mas ele já tá se financiando muito bem. E aí é isso, é você ficar de olho nos editais. Às vezes abre um edital, você escreve ali pra fazer uma temporada, né? E você não vai ter aquele financiamento pra sempre. Então, você tem Instituto Serapilheira, né? Tem um monte de podcasts, ligados aqui a Campinas, enfim, que passam também pelo Serrapilheira, desde o 37 graus, enfim, outros podcasts que são muito legais e que passam por esses editais, que vão abrindo ali, e você vai conseguindo. É muito chato de fazer, você ficar procurando coisas o tempo inteiro ali pra escrever, escrever em edital, não é uma coisa muito agradável, eu pelo menos não acho, mas é necessário, né? Você tem que tentar se remunerar, porque dá trabalho, exige tempo, exige custo, de fazer mesmo. Então acho que como tudo no jornalismo, acho que é necessário, é o mal necessário para a gente tentar se remunerar. Marcos: Voltando no tema de pensar um pouco na estrutura da produção dos podcasts, é a questão de quais são as etapas da produção completa de um podcast, e como as novas ferramentas que a gente tem disponíveis hoje, como as que são usam inteligência artificial, ah como elas têm impactado isso, se você tem utilizado ou não, o que que você pensa sobre?Rodrigo: É, eu acho que assim, se eu tivesse que resumir as etapas de produção de um podcast narrativo, você tem um planejamento, que quando você vai estudar ali qual vai ser a sua pauta, qual vai ser o tema, o formato, quem é o seu ouvinte, né? Aí você parte pra produção, que aí você vai atrás do material que você vai ter. Você vai gravar entrevista, você vai pra rua captar, enfim, dependendo de qual for o seu formato. A partir dali você tem a etapa de roteiro, que é como você vai pegar esse material e transformar aquilo numa história. Aí você tem uma gravação de locução, né, que geralmente também é bem comum em podcast narrativo, você tem uma narração e por fim uma parte de edição, que é você pegar tudo isso, botar no programa lá de edição. A gente, enquanto a gente tá gravando, a gente tá vendo aqui na nossa frente um programa de edição. É você pegar aquilo ali, juntar as partes, brincar de Lego, né, juntando as pecinhas ali e transformar aquilo de fato num conteúdo de áudio. É, falando assim, bem rápido, parece que não dá trabalho nenhum, mas dá muito trabalho e eu acho que a gente tem que ficar muito ligado em ferramentas que tão aparecendo, não só de inteligência artificial, mas de tudo. É, eu já tenho usado algumas coisas de IA e, assim, o que eu uso de IA é, basicamente, o Chat GPT, pra me ajudar a organizar a informação de pesquisa. Então, eu jogo pesquisa lá e peço para transformar em tópicos, sabe, esse tipo de coisa. Não uso o Chat GPT pra ajudar na escrita, nem nada desse tipo, mas pra ajudar na pesquisa eu uso, pra ajudar na formatação da pesquisa que eu já fiz, né? E tem uma ferramenta do próprio site da Adobe, a gente estava conversando aqui antes, que eu uso o software da Adobe, o Premiere pra fazer as edições e tem o de áudio também, que é o Audition, mas, a Adobe tem um site, Adobe Podcast, que você entra lá, que é tipo um estudiozinho, né, de podcast, que é gratuito. Você tem que ter uma conta, mas é uma conta gratuita e tem uma parte de melhorar o áudio que é inacreditável, assim, inacreditável. Mudou o meu jeito de trabalhar, porque antes eu ficava muito mais preocupado em como eu ia captar uma entrevista, por exemplo. Aí eu ficava usando aquelas ferramentas que gravam o som físico, mas aí às vezes pra pessoa é um pouco mais complicado. Eu não queria usar um Zoom, Google Meet, né, pra captar, que aí não fica naquela qualidade perfeita. Hoje eu gravo tudo no Zoom. Porque eu sei que depois é só jogar nesse site, que ele vai dar um filtro ali, parece que a pessoa tá dentro de um estúdio. É inacreditável, assim. É muito impressionante. É, inclusive, nas oficinas que eu faço, eu tô aqui porque eu também vou fazer uma oficina, né? Eu vou mostrar algumas coisas que esse site faz. Porque, sei lá, ele tira o barulho do vento. O vento até outro dia era o maior inimigo do áudio, bateu o vento, esquece. Aí estragou o teu áudio. Hoje até o vento você consegue resolver. Então, o que eu tô falando assim, pelo amor de Deus, gente, o que eu tô dizendo não é pra ninguém não cuidar da hora da gravação. Tem que cuidar da hora da gravação. Quanto mais você cuidar, menos dor de cabeça você vai ter na pós, na edição. Mas, se tem umacoisinha pra resolver ali, essas ferramentas ajudam. Então, como é que a gente vai abrir mão disso? A gente pode usar isso, vai poupar tempo, vai facilitar, vai aumentar a qualidade. Então, acho que tudo isso funciona bem. A gente tem que ficar bem ligado mesmo nessas ferramentas. Com todos os cuidados éticos que elas exigem, né, de inteligência artificial hoje, você consegue clonar uma voz e fazer um podcast. Não é o que eu faço, mas dá pra fazer. Então, tem que ter todas as implicações éticas aí pra gente também não se atropelar, né? Lívia: Sim. É, e eu venho da área de humanas, né? O pessoal tem um preconceito enorme com a tecnologia, eu sempre indico o episódio “Tem um robô me ajudando”, ficou muito legal, do Vida. [áudio – episódio “Tem um robô me ajudando”] Rodrigo: E eu e o Léo a gente conversa muito sobre tudo de jornalismo e tal. E uma das coisas que a gente conversava muito era sobre IA, de ficar testando coisas, até onde a gente pode ir, qual é o limite, o que que dá pra ajudar, o que não. Aí eu falei: “Pô, vamos fazer um episódio a gente levantando essas perguntas. Então, esse episódio, ele vai se construindo durante o episódio. A gente começa cheio de dúvidas e termina cheio de dúvidas também, mas a gente vai encontrando algumas respostas ali. A gente não é especialista em inteligência artificial nem nada, esses são só dois curiosos ali pra explorar o que que está acontecendo, né? Lívia: É, eu acho que a gente tem que explorar e aí você falou, com a ética, mas explorar porque são as ferramentas que a gente tem hoje em dia. Rodrigo: E esse episódio daqui a seis meses tem que fazer outro, porque as coisas vão mudando muito, né? Muito rápido. [música] Lívia: Acho que agora já caminhando pro final, a gente queria falar um pouco sobre a oficina que o Rodrigo veio aqui pra dar oficina pra gente, aqui no Labjor. Então, a gente queria saber o que que te motivou a criar essas oficinas de podcast. Eu sei que você tem feito bastante. E qual é o público que te procura hoje pra formação? Estudantes, jornalistas que já tem carreira ou comunicadores independentes? Rodrigo: É, quando eu tomei essa decisão de sair do meu trabalho na Globo, né? Ali no fim de 2020, pra me dedicar a isso, é claro que eu fiquei pensando em coisas assim, como é que eu vou me remunerar, como é que eu vou conseguir me manter e tal. E aí algumas pessoas já me falavam isso, né? “Pô, você podia dar aula de podcast, você tá fazendo e tal”. E eu nunca pensei muito nessa ideia, sabe? Porque assim, eu não sou professor, né? Eu sou jornalista, mas o Vida de jornalista acabou me dando uma condição de fazer todas as etapas. Então, eu faço tudo, planejamento, as entrevistas, o roteiro, a locução, a edição. E aí com o tempo, na prática, eu acabei, não sendo um especialista em tudo, mas entendendo como é que funciona. Então, me deu um certo conhecimento que eu queria compartilhar. E aí, a partir de 2021, comecei a fazer, finzinho de 2020, comecei a fazer a oficina de podcast narrativo em áudio, que é uma oficina online e que eu já fiz vinte e poucas turmas e já passaram uns 800 alunos pela oficina. É muita gente e gente de todos os estados do Brasil. Acho que essa é a vantagem de fazer online também, né? Você consegue chegar em muita gente e tem esse curso que é o curso que passa por todas as etapas, que é a oficina de narrativa em áudio e eu fui fazendo algumas outras específicas. Então, tem uma que é focada só em roteiro, outra que é focada só em entrevista e esse ano eu tô querendo fazer umas novas, eu tô querendo fazer uma que, eu vou jogar aqui para perguntar o que que vocês acham, que como eu trabalho sozinho, eu não tenho pra quem perguntar as coisas. Então, eu vou encontrando as pessoas e vou perguntando. Eu queria fazer uma oficina, vocês acham que funcionaria, de react de podcast, de botar cinco encontros pra gente ouvir episódios e destrinchar o que que tem naquele episódio, como é que é o roteiro, como é que é a entrevista, como é que foi feita a produção, é uma das minhas ideias pra esse ano e ir fazendo outras, de locução, enfim, eu acho que tem uma demanda ainda de gente querendo aprender a fazer e tem muita gente fazendo, né, o que eu acho ótimo, mas a oficina é o que me deixa mais assim, eu fico muito feliz de fazer, eu adoro fazer. Eu não queria no início e eu me arrependo de ter tido essa dúvida, porque hoje eu amo fazer, é uma das minhas principais fontes de renda hoje. Então, eu tô sempre abrindo turma nova. Então, já fazendo a propaganda aqui, quem quiser entra lá em oficinadepodcasts.com e lá tá sempre explicadinho quais são as turmas que vão abrir, enfim. É uma coisa que eu gosto muito de fazer. Agora é online essa oficina, o que eu acho ótimo, como eu falei, porque dá para todo mundo fazer do Brasil. Agora, quando eu estou fazendo uma presencial, que é o que vai acontecer aqui, o que quando vocês estiverem ouvindo já terá acontecido, mas é muito legal, né? Porque aí você está junto com as pessoas ali, entendeu? Trocando ideia na hora, é muito diferente. Então, eu adoro fazer oficina presencial também. Marcos: Sim, eu espero que venha aí a oficina de react de podcast. Rodrigo: Você acha que vai dar certo? Lívia: Eu acho que super funciona. Na disciplina, eu estava conversando antes da gente começar aqui com o Rodrigo, né? Que eu cursei uma disciplina de podcast aqui no IFCH, na Unicamp, e a gente fazia muito isso, de ouvir podcasts e pensar diferentes formatos. Rodrigo: É uma engenharia reversa, né, que chama isso. Na oficina de roteiro, tem uma das aulas que é assim, a gente ouve um episódio com a turma, a turma escolhe um episódio e a gente vai destrinchando o roteiro ali, mas aí é só sobre roteiro. Eu queria ampliar pra fazer, sei lá, cinco encontros, a gente ouvindo cinco episódios diferentes que a própria turma vai escolher, né? Então, às vezes é episódio que eu nem conheço, não sei. E acho que é sempre um aprendizado, eu gosto muito de ouvir coisas dos outros, só que quando você começa a fazer muito, você fica com esse vício, né? De sempre ouvir, mas pensando: “Pô, mas por que que essa música entrou aqui? Por que que ele abriu desse jeito? Por que que ela fez aquela pergunta? Por que, entendeu? E é legal, né? Mas é um pouco angustiante também. Às vezes eu gostaria de ouvir podcast assim tranquilo, sabe? Sem pensar em nada, mas é difícil. Marcos: E você comentou agora há pouco que tem várias pessoas hoje em dia produzindo podcast. Você acha que ainda tem espaço pra novos produtores, novas propostas? Você enxerga que vai ter um crescimento? Como que você avalia, assim, o futuro dessa área? Rodrigo: É difícil prever o futuro nisso, né, porque muda muito rápido. E eu acho que tem uma produção muito extensa desde os últimos anos, quando explodiu essa onda dos podcasts. Eu acho que o mercado já mudou muito nesse período. Então, por exemplo, os podcasts em vídeo meio que tomaram de assalto o mercado, né? Hoje, se você sair na rua aqui e perguntar, pegar qualquer pessoa: “Que que é podcast?”. A pessoa provavelmente vai responder: “Ah, é uma conversa em vídeo no YouTube, duas pessoas ali num estúdio conversando e tal”. Então, tem gente que acha que é só isso, que nem sabe que tem só em áudio, sabe? Eu, sinceramente, eu desisti dessa briga aí já. De se podcast em vídeo é podcast. Pra mim, não interessa. Cada um faz o seu, não tem problema nenhum. É aquele famoso “tem até amigos que são”. Então, assim, não tem problema, eu gosto de vários e beleza, não quero mais brigar. Mas, o que eu quero é tentar que as pessoas saibam o que eu faço, sabe? Conseguir explicar o que eu faço. Porque se eu só falo assim: “Ah, Lívia, vai escutar lá o meu podcast”. Você pode achar que é uma conversa sobre algum tema, né? Que é legal pra caramba, mas no meu caso não é isso, é uma outra coisa. Então, explicar é cada vez mais difícil, mas eu sempre acho que tem espaço pra quem quer fazer em todos os formatos. Quem tem uma coisa boa pra fazer, eu vou dar um exemplo aqui. Eu vim pra Campinas e no voo eu escutei um podcast novo que acabou de sair, que se chama Discípulos, que é do Mateus Marcolino, que é inclusive produtor da Rádio Escafandro. Que é sobre evangélico no esporte, porque que tantas pessoas no esporte seguem O Evangelho e falam muito de Deus e tal. Eu achei super legal o primeiro episódio que ele lançou e já tô ansioso pra ouvir os próximos. Um podcast tranquilo de ouvir, uma narração boa, uma investigação legal, entrevistas boas, sabe? Você sente que tem uma qualidade ali. É um podcast da Rádio Guarda-Chuva também, que é o grupo onde o Vida de Jornalista também tá, né? Que é um grupo de podcasts jornalísticos. E, então, assim, acabou de sair esse podcast e eu adorei. E beleza, acho que é isso, tem espaço pra quem quer fazer coisa nova. Eu acho que na universidade tem muita gente fazendo coisa muito boa, muito boa. Vira e mexe, eu pego um podcast assim de TCC que alguém manda: “Ah, você pode ouvir”. E eu vou ouvir, eu fico: caramba, assim, sabe? Coisas bem feitas, tecnicamente inclusive, não só na ideia. As ideias são geralmente muito boas, mas até tecnicamente assim muito bom. Então é isso. Eu acho que o mercado ele, claro vai ter a bolha, vai aumentar, vai diminuir, né? Isso é normal, as idas e vindas do mercado são normais, mas sempre tem espaço, eu acho pra quem quer produzir coisa boa em qualquer formato. [música] Lívia: Essa foi a nossa conversa com o Rodrigo. Eu espero que todo mundo tenha gostado e aprendido muito sobre a produção de podcasts narrativos e o formato de jornalismo em áudio. Mas, antes de terminar, a gente pediu pro Rodrigo dar alguns conselhos úteis pra quem está começando a trabalhar nessa área. Vamos ouvir quais foram os conselhos do Rodrigo. Rodrigo: Olha, eu acho que o primeiro conselho é fazer, porque às vezes a gente fica planejando muito. Olha eu aqui indo contra o planejamento, não é isso não. Eu acho que o planejamento é muito importante. Mas, às vezes a gente fica pensando muito em vez de começar a botar a mão na massa e é importante fazer, né? Hoje a gente tem ferramenta gratuita pra fazer. Você não precisa fazer investimento, comprar microfones. Dá pra começar com muito pouco. Então, colocar na praça pra você mesmo saber se tá legal, se não tá, acho que é importante. E, uma coisa que eu acho fundamental, que é uma dica talvez um pouco óbvia, né? Que é ouvir. Pra quem quer fazer podcast, assim, você tem que ouvir podcast e não necessariamente de assuntos que você gosta. Às vezes você vai ouvir um podcast só porque alguém comentou: “Você ouviu esse podcast aqui sobre esse tema? É legal”. Pô, mas eu não gosto muito desse tema. Mas vai lá, dá uma escutadinha, dez minutinhos. Não precisa ouvir o episódio inteiro. né? Ouve lá para ver como é que a pessoa faz. E ouvir com esse ouvido mais cuidadoso, de tentar prestar atenção no que que tá sendo feito ali e se você pode pegar referências, enfim. E pra tudo, né? Para como é que faz o roteiro, pra como é que é a fala da pessoa, como é que é a locução, se tá bem editado. Como é que é o uso da música? Como é que esse podcast aí tá usando música? Tá legal? Gostei? Ficou muito longo? No meu vai ser diferente. Pensar essas coisas, sabe? Então, fazer esse exercício de escuta, eu acho que é muito legal e botar a mão na massa e ir embora. Acho que tem muita coisa boa pra fazer. Não é ficar com esse medo de que no começo vai ser ruim. É, vai ser ruim. Vai ser ruim. Eu olho lá pros primeiros episódios do Vida de Jornalista, meu Deus do céu. Eu gostaria de tirar todos do ar. Eu não tiro porque eu amo as pessoas que estão lá, mas tecnicamente eu acho muito ruim. E é isso, gente. É isso. Depois a gente vai melhorando aos pouquinhos. Assim como daqui a cinco anos eu vou olhar pros episódios de hoje e talvez eu ache ruim também, sabe? Pô, faria diferente. Então, é normal, às vezes a gente fica muito inseguro. E por fim, um conselho que eu acho que vale pro jornalismo no geral, que é a gente não se cobrar tanto, sabe? Acho que a gente às vezes fica achando que a gente tem que trabalhar no nível máximo e fazer tudo perfeito e que tem que dar certo sempre e não vai dar certo sempre, vai ser frustrante de vez em quando e às vezes a gente vai ter que dar uma pisada no freio. Ó, vou dar uma parada aqui. Ah, mas eu tenho podcast, então tenho que produzir um episódio por semana. Calma, assim, se não der, dá uma freada de leve assim, dá uma respirada e daqui a pouco volta, porque a gente é meio que treinado a se cobrar demais. E aí a saúde mental vai pro espaço, aí a gente não cuida da gente. Então, é ir botar a mão na massa, mas devagar. Vamos ali com calma, que a coisa vai saindo, vai ser legal. Lívia: Legal. Bom, a gente queria agradecer imensamente a presença do Rodrigo aqui com a gente. Foi muito bom. Marcos: Foi uma aula particular. Super especial que a gente teve essa oportunidade de estar com o Rodrigo hoje. Rodrigo: Adorei, obrigado demais, gente, e parabéns pelo programa. Lívia: Obrigada, você. Marcos: Obrigado. [música] Lívia: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Lívia Mendes e pelo Marcos Ferreira. A edição final foi feita pelo Daniel Rangel. A trilha sonora é da Biblioteca de Áudio do Youtube e a vinheta do  Oxigênio foi produzida pelo Elias Mendez. O Oxigênio conta com apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.Lívia: Pra quem chegou até aqui, tomara que você tenha curtido ouvir nossa conversa com o Rodrigo Alves! Agora você pode ir lá na sua plataforma de áudio preferida e procurar pelos novos episódios dos programas Vida de Jornalista e Onde eu tava quando aquilo aconteceu. Deixa também um comentário pra gente, contando o que achou. Vamos adorar te ver por lá! Até mais e nos encontramos no próximo episódio. [vinheta de encerramento]

Igreja Renascer em Cristo
COMO SAIR DE CATIVEIROS ESPIRITUAIS? | APÓSTOLO ESTEVAM HERNANDES

Igreja Renascer em Cristo

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 41:11


COMO SAIR DE CATIVEIROS ESPIRITUAIS? | APÓSTOLO ESTEVAM HERNANDES by Igreja Renascer Em Cristo

Meio Ambiente
Mapa do caminho do Brasil para fim dos fósseis não deve sair até a COP, diz ministro do Meio Ambiente

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 20:56


A Colômbia promove nesta terça e quarta-feiras (28 e 29) uma conferência inédita para impulsionar o debate internacional sobre o afastamento dos combustíveis fósseis, cuja produção e consumo são os principais responsáveis pelo aquecimento global. O Brasil está presente em Santa Marta, ao lado de outros quase 60 países. Entretanto, como a maioria dos participantes, Brasília chega ao evento sem ter conseguido elaborar o seu próprio plano para reduzir a dependência dos fósseis. Lúcia Müzell, da RFI em Paris “Não estamos trabalhando com a expectativa de termos um mapa do caminho na próxima COP”, disse ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, à RFI. “Mas isso não tem a ver com uma diferença de visão [dentro do governo]. É um debate que está em curso, não está parado e acredito que, em breve, a gente terá uma proposta a ser encaminhada ao Conselho Nacional de Política Energética para estabelecer os marcos, os princípios, que serão utilizados para que o Brasil elabore o seu mapa do caminho”, explicou. Capobianco assumiu a pasta há menos de um mês, com a saída de Marina Silva do ministério para se dedicar à campanha ao Senado, nas eleições de outubro. Considerado o braço direito da ex-ministra, ele esteve em Paris para participar das reuniões preparatórias do G7, presidido este ano pela França. O Brasil é um dos países convidados da cúpula, prevista para junho, em meio a um contexto geopolítico de fortes tensões internacionais. Confira abaixo os principais trechos da entrevista, na qual Capobianco aborda ainda o futuro da política ambiental no Brasil, no contexto eleitoral, e a preparação para a chegada do fenômeno El Niño, que aumenta a probabilidade de incêndios florestais no segundo semestre. RFI: No tema do meio ambiente, a diplomacia francesa do G7 decidiu não abordar a questão climática num tópico específico, para evitar atritos com a delegação americana. Isso lhe surpreendeu, que um país como a França tenha evitado o tema central da crise climática? João Paulo Capobianco: Eu diria que seria de se esperar que este tema tivesse maior destaque. No entanto, ele foi tratado na medida em que a França trouxe de forma bastante assertiva à questão do combate à desertificação, da conservação da biodiversidade e o acordo envolvendo oceanos. Na verdade, esses temas estão totalmente interligados. Durante as nossas reuniões, esse assunto veio de forma muito clara, e o desafio climático permeou todo o debate, mesmo que não tenha tido um tema específico. RFI: Enquanto isso, acontece na Colômbia a Conferência de Santa Marta, a primeira grande iniciativa internacional reunindo os países dispostos debaterem a saída dos combustíveis fósseis. Como será a participação do Brasil?   J.P.C.: Esse tema foi trazido de forma muito intensa pelo presidente Lula na COP30. O Brasil tem sido muito vocal. Nós precisamos, de fato, reconstruir alternativas rapidamente para reduzir a dependência de combustíveis fósseis, e o Brasil vem defendendo que, para isso, é necessário buscar várias rotas, entre elas o caminho do aumento do uso de biocombustíveis associados à eletricidade, ou seja, híbridos com biocombustíveis como uma alternativa importante para o Brasil. Hoje, nós temos um sistema bastante consolidado disso. O etanol tem uma participação na gasolina extremamente alta, mais de 30%. Temos biodiesel. É uma tecnologia acessível, não compete com a produção de alimentos, não gera desmatamento – nós temos mostrado isso muito claramente. Ou seja, há possibilidades de ações de curto prazo para promover essa transição. O Brasil vai participar da reunião na Colômbia contribuindo para esse debate, porque o mundo precisa encontrar caminhos para reduzir essa dependência o mais rápido possível. RFI: Internamente, no entanto, a definição desse mapa do caminho para o afastamento dos fósseis do Brasil está atrasada. No fim do ano passado, o presidente Lula deu um prazo de 60 dias para quatro ministérios e até hoje não foi possível chegar a um consenso. Como está essa discussão? J.P.C.: Está avançando. Existe uma complexidade que envolve a questão que vulgarmente se chama de combate à pobreza energética. O Brasil tem ainda déficit de oferta de energia para o conjunto da sociedade, e o debate é como é que nós vamos tratar, simultaneamente, a redução da dependência de combustíveis fósseis com essa necessidade de garantir a oferta de energia segura para o conjunto da sociedade brasileira. Isso tem levado a algumas discussões sobre o papel dos combustíveis fósseis, ainda, numa transição brasileira. Mas isso não tem a ver com uma diferença de visão. É uma coisa muito importante: o conjunto do governo, sob a orientação do presidente Lula, entende que a participação dos combustíveis fósseis na matriz energética brasileira deve reduzir. A questão é como é que nós vamos fazer essa redução, qual é a nossa rota de redução. Isso é um debate que está em curso, não está parado e acredito que, em breve, a gente terá uma proposta a ser encaminhada ao Conselho Nacional de Política Energética para estabelecer os marcos, os princípios que serão utilizados para que o Brasil elabore o seu mapa do caminho. RFI: Mas vai ser possível chegar a essa proposta e encaminhá-la até a próxima COP, em novembro, lembrando que a presidência brasileira da COP30 levantou essa questão do ponto de vista internacional? O Brasil pode chegar na COP31 sem o seu mapa do caminho? J.P.C.: Os quatro ministérios envolvidos – Minas e Energia, Meio Ambiente, Fazenda e Casa Civil – estão muito motivados a fazer isso agora, nas próximas semanas. Há propostas de conciliação de posições para que a gente tenha isso e que a gente possa oferecer uma proposta de resolução para o Conselho Nacional de Política Energética rapidamente. Porém, repito, não será ainda o mapa do caminho. Será o estabelecimento dos princípios dos procedimentos que irão orientar a elaboração desse mapa do caminho, que precisa ser construído sob análises aprofundadas do ponto de vista de cenários, impactos socioeconômicos e ambientais de todo esse processo. Estamos comprometidos a estabelecer os princípios que vão orientar a elaboração do mapa do caminho, que se inicia na sequência. RFI: Essa poderá ser a maior entrega do Brasil para a próxima COP31? Qual é o seu principal objetivo para a próxima Conferência do Clima? J.P.C.: Nós vamos ter uma COP logo na sequência de um processo eleitoral bastante intenso, complexo, como toda eleição em qualquer país. Então, não estamos trabalhando com a expectativa de termos um mapa do caminho na COP. O que nós temos como expectativa é mostrar o compromisso do Brasil com isso, mostrar que o processo segue vigoroso, em andamento, em construção, para que a gente possa, no menor prazo, ter o nosso mapa do caminho consolidado. No fundo, nós estamos tratando de propor um grande acordo com a sociedade brasileira no sentido de que forma nós vamos compatibilizar a necessidade de desenvolvimento econômico, de combate à pobreza energética, de inclusão social, abrindo mão do uso de uma riqueza natural que o Brasil dispõe. Isso é algo que precisa ser um resultado de um debate aprofundado e precisa ser, digamos, internalizado pela sociedade brasileira de forma consistente. Não é uma questão de um governo. É uma visão de Estado. Não há nenhuma projeção, nem nas mais otimistas ou radicalmente defensoras do fim do uso de combustíveis fósseis, que entenda que é possível que a humanidade abra a mão completamente dos combustíveis fósseis num passe de mágica. É uma construção. Nós só podemos construir isso colocando outras alternativas no lugar. Essas alternativas, embora estejam se mostrando cada vez mais viáveis, haja visto a redução brutal no preço da produção das energias renováveis, ainda não são alternativas amplamente e completamente disponíveis para o conjunto dos países, porque os custos são muito altos. Essa transição precisa ser muito bem cuidada para que não seja mais uma fonte de desigualdade e criando obstáculos para o desenvolvimento de países que precisam se desenvolver. RFI: Nesse contexto, haverá eleições esse ano no Brasil. De que forma o ministério está se preparando para um revés de poder? Tem como blindar algumas políticas ambientais para que, se o presidente Lula não vencer, a política ambiental não seja perdida num eventual mandato da direita? J.P.C.: Eu diria que o esforço que tem sido feito pelo nosso governo é de apresentar soluções mais estruturantes, que envolvam o conjunto da economia, evitando o tratamento da questão ambiental como algo setorial. Essa é uma tese que a ministra Marina Silva defende desde quando nós iniciamos a participação no governo em 2003, a chamada transversalidade da ação ambiental. Na atual gestão do presidente Lula, esse assunto ganhou muita relevância. Há uma questão que eu acho interessante, que é o grau de afinidade existente entre a agenda do Ministério do Meio Ambiente e o da Fazenda. Essa parceria gerou alguns avanços muito importantes, que vão na linha de mudanças na estruturação de políticas econômicas do Brasil. O plano de Transformação Ecológica é um caso: no âmbito desse plano, nós fortalecemos o Fundo Clima. A partir de 2024, passamos a tratar o Fundo Clima como um fundo estratégico de reorientação da economia. Em 2024, passamos para R$ 10 bilhões, ou seja, saímos de R$ 400 milhões, em 2009, para R$ 10 bilhões, e em 2025 fomos para R$ 14 bilhões. Agora, em 2026, temos R$ 27 bilhões.   Além disso, em parceria com o Tesouro, criamos o Eco Invest, que é um modelo de blended finance, ou seja, recurso público que atrai recurso privado, nacional e internacional, para investir em ações mais de maior fôlego. Quando nós lançamos o primeiro desafio no Fundo do Clima, nós não tínhamos muita certeza se o setor privado brasileiro tinha o potencial de captar esses recursos. E no primeiro ano faltou dinheiro. Ou seja, a demanda era maior do que a oferta. Agora, ficou evidente que o setor privado brasileiro está buscando essas alternativas, está investindo nessas inovações. Quer estar na linha de frente no que a gente chama de uma economia de baixo carbono. RFI: Na medida em que hoje essa economia envolve bilhões, poderá ser uma garantia de continuidade? J.P.C.: O setor privado, quando entra uma empresa que busca recursos do governo, mas coloca o seu próprio recurso, isso mostra que é um processo de médio e longo prazo da economia. Não é algo efêmero. Ninguém investe bilhões num setor da economia achando que isso pode mudar a qualquer momento. Quando você estabelece programas que trazem a economia para esse caminho, você está estruturando uma nova via que não irá mudar repentinamente, simplesmente porque muda o governo. Isso significa dizer que, por meio desse tipo de ação e por mudanças na legislação, por inclusão de normativas, você vai garantindo processos que tenham continuidade. Agora, é evidente que nós precisamos de governantes que tenham compromisso com a questão climática e da sustentabilidade. Isso é essencial em qualquer país, em qualquer circunstância. E a gente espera que a sociedade brasileira leve isso em conta, mostrando inclusive as diferenças e os resultados obtidos em diferentes governos, quando for fazer a sua opção. RFI: O fenômeno El Niño deverá voltar nos próximos meses, trazendo seca e alta probabilidade de incêndios no Brasil. Enfrentar os incêndios que estão por vir e talvez sejam inevitáveis será um dos seus desafios nesse curto período como ministro?  J.P.C.: Esse tema de fato é muito preocupante. O El Niño parece que chega com muita intensidade. Desde o ano passado, nós iniciamos um processo de fazer reuniões mensais com os maiores meteorologistas e analistas climáticos do Brasil e alguns internacionais, para acompanhar isso no detalhe. O desafio será enorme se nós assistirmos à repetição do que ocorreu em 2023 e principalmente 2024. É muito grave ter secas intensas no Centro-Oeste Norte e Nordeste e chuvas intensas na região Sul. É muito desafiador, em um país de dimensão continental como o nosso, enfrentar uma situação tão diversa e tão intensa no seu território simultaneamente. Porém o Brasil mudou um pouco desde 2024. Nós começamos a construir o que a gente chama de uma mentalidade de prevenção a incêndios e desastres climáticos mais intensos. Do ponto de vista de incêndios, nós trabalhamos junto ao Congresso Nacional para aprovação de uma lei, que não estava avançando, que trata do chamado manejo integrado do fogo e define com maior clareza as responsabilidades dos diferentes entes nacionais, subnacionais, locais e do setor privado e da sociedade como um todo. Estamos trabalhando para mudar essa visão de que isso é uma responsabilidade só do governo federal. O grande desafio dos incêndios florestais é uma cultura, uma ação permanente da sociedade e das diferentes instâncias de governo para garantir a prevenção. O fogo, quando inicia, é fácil combater. Depois que ele ganha escala, é muito difícil. Várias resoluções foram aprovadas, estabelecendo novas rotinas e procedimentos. Também estabelecemos agora responsabilidades que envolvem proprietários rurais, as regras que eles devem observar para a prevenção. E criamos também o envolvimento da investigação, pela Polícia Federal, para identificar responsáveis pelo início de incêndios criminosos.

Juliana Goes Podcast
149. Por que você nunca se sente suficiente? Aprenda a sair desse ciclo | Juliana Goes Podcast

Juliana Goes Podcast

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 24:55


Você faz tudo… mas ainda sente que nunca é suficiente?Neste episódio do Juliana Goes Podcast, eu trago uma reflexão profunda sobre a sensação constante de não ser o bastante, aquela voz interna que te cobra mais, mesmo quando você já está dando o seu melhor. Se você vive entre culpa, autocobrança, exaustão emocional e a sensação de que nunca consegue “dar conta de tudo”, esse episódio é pra você.A gente fala sobre como esse padrão de insuficiência é construído ao longo da vida, muitas vezes desde a infância, e como ele impacta diretamente sua autoestima, sua saúde mental e sua forma de se posicionar no mundo. Você vai entender a diferença entre culpa e responsabilidade, como o excesso de cobrança te paralisa e por que essa sensação não é um defeito seu, é um condicionamento que pode ser transformado.Ao longo do episódio, eu compartilho ferramentas práticas de inteligência emocional, autoconhecimento e mindfulness para te ajudar a quebrar esse ciclo, sair do modo de sobrevivência e construir uma relação mais gentil e consciente com você mesma. Porque no fim… não é sobre fazer mais. É sobre reconhecer o que já é suficiente.Se esse episódio fez sentido pra você, compartilha com outra mulher que precisa ouvir isso hoje

Camisa 10
Vai ter pressão? São Paulo joga hoje; Corinthians conseguirá sair do Z4?

Camisa 10

Play Episode Listen Later Apr 25, 2026 26:01


No Camisa 10 de hoje, o São Paulo entra em campo cercado de pressão e com a necessidade de dar uma resposta à torcida. O programa também debate a situação do Corinthians e a pergunta que não sai da cabeça do torcedor: o time conseguirá sair da zona de rebaixamento? A equipe analisa a 13ª rodada do Campeonato Brasileiro e os desfalques por lesões antes da Copa do Mundo. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

O Assunto
Reforma do Judiciário: as chances de sair do papel 

O Assunto

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 29:26


Convidados: Ana Flor, comentarista da GloboNews; e Beto Vasconcelos, advogado mestre em Direito do Estado pela USP, especialista em direito público e constitucional e ex-secretário Nacional de Justiça; O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), propôs, na segunda-feira (20), uma nova reforma do Poder Judiciário. Em artigo publicado no portal ICL Notícias, o ministro sugere medidas divididas em 15 eixos. Entre elas, defende o fim de privilégios como a aposentadoria compulsória como punição e a limitação das verbas indenizatórias — os chamados "penduricalhos". Soma-se a essa proposta o Código de Ética sugerido pelo presidente da Corte, Edson Fachin, apresentado em meio à crise de confiança no Supremo e aos enroscos criados pelos próprios ministros, citados em manchetes relacionadas ao Caso Master. Mas a ferida vai além, e a crise de imagem se espalha por todas as instâncias. O texto de Dino ainda não foi formalizado, e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil criou uma comissão para mobilizar a sociedade em torno do tema. Enquanto a discussão avança, uma coisa é certa: é preciso solucionar o problema de confiança no Judiciário. Neste episódio, Natuza Nery entrevista Ana Flor, comentarista da GloboNews, para analisar as chances de a proposta de Dino sair do papel no Supremo e no Congresso, e o advogado especialista em direito público e constitucional Beto Vasconcelos, para explicar as diferenças e semelhanças entre a proposta e o código de ética de Fachin.

Mamilos
Nanoempreendedorismo Feminino: A economia invisível que sustenta o Brasil | Mamilos #553

Mamilos

Play Episode Listen Later Apr 21, 2026 64:39


Existe um Brasil que sustenta casas, alimenta famílias e movimenta comunidades inteiras, mas que raramente aparece nas estatísticas oficiais ou nas políticas públicas. É o Brasil das nanoempreendedoras.No episódio de hoje, mergulhamos na realidade de mulheres que transformaram suas cozinhas, salas e quintais em espaços de produção e renda. Muitas vezes, essa é a única saída diante de um mercado formal que não foi projetado para quem precisa buscar o filho na escola, cuidar de familiares e colocar comida na mesa.Com base na pesquisa do Instituto Consulado da Mulher (em parceria com a Vértice), Ju Wallauer e Cris Bartis abrem a roda para entender os paradoxos dessa realidade: por que essas mulheres trabalham mais do que na época da CLT, convivem com altos índices de ansiedade e dores físicas, e ainda assim não cogitam voltar ao mercado formal?Para essa conversa recebemos Adriana Carvalho, Carol Zaine e Ana Fava para debater os "pisos pegajosos", o gap de gênero, o impacto da inteligência artificial na economia do cuidado e a urgência de um novo pacto social.Sair das repostas fáceis exige tempo e escuta. Então passa o seu café e vem com a gente mergulhar na complexidade do nanoempreendedorismo feminino no Brasil.---

RobCast
Antes era conspiração, agora é a realidade: A geração que não vai ter nada

RobCast

Play Episode Listen Later Apr 21, 2026 11:36


⏱️ Capítulos do vídeo00:00 A geração que vai trabalhar mais e ter menos00:08 Por que isso não é culpa sua00:31 O que você vai descobrir hoje00:47 A geração que não vai ter nada02:26 A armadilha das assinaturas04:01 O INSS não vai te salvar07:04 O veneno do status09:04 Conclusão: Sair da corrida dos ratos10:01 RC Club: pra quem está começando do zero10:38 RC Wealth: pra quem já tem patrimônio

Os Pingos nos Is
Delegado que atuou na prisão de Alexandre Ramagem é convidado a sair dos EUA

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Apr 20, 2026 119:19


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (20):Um novo capítulo de tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos se abriu após o governo de Donald Trump ordenar que um delegado da Polícia Federal brasileira deixe o território americano. O agente, que atuava em colaboração internacional e teve envolvimento em investigações contra Alexandre Ramagem, foi acusado pela gestão Trump de estender perseguições políticas para fora das fronteiras brasileiras. Dados do Portal da Transparência revelam que o Exército Brasileiro destinou quase R$ 40 milhões ao Grupo Master ao longo da gestão do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Os repasses, vinculados a contratos de fornecimento e serviços logísticos, chamam a atenção pelo volume de recursos em um momento de contingenciamento orçamentário nas Forças Armadas. Em meio à queda de popularidade e ao desgaste causado por medidas econômicas severas, o governo Lula inicia uma estratégia de comunicação para tentar "limpar" a imagem da gestão. O objetivo é desvincular o presidente de pautas impopulares, como o aumento de impostos e a volta de taxas em compras internacionais, jogando a responsabilidade para o Congresso ou para a equipe técnica. Em uma nova ofensiva de comunicação, o governo Lula mudou o discurso e passou a negar que tenha promovido aumentos de impostos durante a atual gestão. A estratégia busca blindar a popularidade do presidente ao classificar as novas medidas arrecadatórias como "revisões de benefícios" ou "ajustes setoriais". O Brasil enfrenta um desafio crítico de segurança pública e controle industrial. Relatórios recentes de inteligência indicam que o país se tornou um dos maiores exportadores de insumos químicos fundamentais para o refino de drogas no mundo. Aproveitando a força do parque industrial brasileiro, organizações criminosas têm desviado toneladas de substâncias controladas para laboratórios em países vizinhos e para a produção de sintéticos. O Governo Federal implementou alterações na carga tributária incidente sobre o setor agropecuário, provocando debates sobre o equilíbrio fiscal e a produção nacional. O deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) avalia como essas medidas podem repercutir na estrutura de custos do setor e na economia brasileira. Levantamento dos dados oficiais revela que os gastos do Governo Federal com viagens, incluindo passagens e diárias, atingiram o montante de R$ 1 bilhão. Os valores englobam as agendas nacionais e internacionais de ministros, assessores e comitivas ao longo da atual gestão. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

Juliana Goes Podcast
148. Por que você se sabota mesmo sabendo o que fazer? Saiba sair desse ciclo | Juliana Goes Podcast

Juliana Goes Podcast

Play Episode Listen Later Apr 20, 2026 27:35


Você já percebeu que sabe exatamente o que precisa fazer… mas, mesmo assim, continua se sabotando?Neste episódio do Juliana Goes Podcast, eu abro uma conversa muito honesta sobre autossabotagem, padrões emocionais e por que só o autoconhecimento não é suficiente para gerar mudança real. A verdade é que sua mente não é sua inimiga, ela está tentando te proteger, mesmo quando isso te trava, gera ansiedade ou te mantém nos mesmos ciclos.Ao longo desse episódio, eu compartilho reflexões profundas e práticas sobre como funciona o seu cérebro diante do medo, do novo e das emoções intensas, e por que você continua repetindo comportamentos mesmo já tendo consciência deles. A gente fala sobre neurociência, inteligência emocional, ansiedade, padrões de comportamento e, principalmente, sobre o que realmente gera transformação: a prática.Se você sente que está presa em ciclos de autossabotagem, procrastinação ou medo de agir, esse episódio é um convite pra sair do automático e começar a construir novas respostas dentro de você com mais consciência, mais acolhimento e menos culpa.Porque no fim… não é sobre saber mais. É sobre agir diferente.✨ Compartilha esse episódio com alguém que precisa ouvir isso hoje

Carlos McCord
14/Abr | SAIR | Passeio na Vinha (Carlos McCord) | Permanecer #104

Carlos McCord

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 6:10


Ministério PermanecerInstituto Jesus Cristo

Puzsér Podcast | Rádiós beszélgetések
Hogyan tovább, ha győz a Tisza Párt? – Puzsér Miskolcon a 2026-os rendszerváltás kilátásairól beszél

Puzsér Podcast | Rádiós beszélgetések

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026


Puzsér Róbert

Kiwicast - O Podcast da Kiwify
Criamos o Método para Sair da Sala de Aula e Viver o Digital | Blanck Junior e Iohana Ritter | Kiwicast #669

Kiwicast - O Podcast da Kiwify

Play Episode Listen Later Apr 9, 2026 75:51


No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos o Junior Blanck e a Iohana Blanck, dois irmãos e sócios que viveram na prática o que muita gente só vê de fora: decisões difíceis, empreendedorismo no mundo real, erros que custam caro e acertos que mudam o jogo. Eles construíram uma operação no marketing digital ealcançaram um marco gigante: mais de 1 milhão de reais faturados na Kiwify. E isso só foi possível graças a mudança de mentalidade, tanto na estratégia quanto na execução pra sair do “tentando” e entrar no “funcionando”.Se você empreende (ou quer empreender) no digital, esseepisódio vai te dar clareza sobre o que realmente sustenta crescimento.No Kiwicast, eles falaram sobre:Como tomaram decisões difíceis em momentos de riscoOs erros do começo que quase travaram a evoluçãoO que mudou quando entenderam o jogo de verdade (a virada de chave)Como funciona a sociedade entre irmãos e o que fortalece (ou quebra) uma operaçãoO que fariam diferente se estivessem começando hojeAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify

Expresso - Comissão Política
Comissão Política: Que Presidente sairá desta Presidência Aberta?

Expresso - Comissão Política

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 50:52


António José Seguro estreia-se na estrada, com a sua primeira Presidência Aberta para pressionar o Governo no âmbito dos apoios às vítimas - pessoas e empresas -, afetadas pelas tempestades deste inverno. O Presidente joga aqui a revelação de um estilo que ainda não conhecemos na totalidade, mas também a capacidade de influenciar a política do Governo. Conseguirá converter a sua votação massiva em poder efetivo?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Geopolítica com o Paulo Filho
Trump não sabe como sair da guerra em que entrou / Geopolítica com Paulo Filho

Geopolítica com o Paulo Filho

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 69:05


O presidente Trump tem feito declarações cada vez mais contraditórias, tem ameaçado parceiros e tem, inclusive, colocado em dúvida a permanência dos EUA na OTAN. Isso porque, com o Estreito de Ormuz ainda fechado na 5ª semana da guerra no Irã e o preço da gasolina nos EUA nas alturas, a enorme maioria da população dos EUA não entende o porquê do envolvimento dos EUA nesse conflito. Para agravar ainda mais a situação, muitos analistas começam a achar que a Rússia e a China estão ganhando com a guerra.Este é o nosso principal assunto de hoje, mas, como de costume, vamos abordar também todos os demais principais assuntos estratégicos e geopolíticos da semana.Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/+IXY-lux3x3A1ZGNhSiga-nos no Twitter - / paulofilho_90 Siga-nos no Linkedin - / paulo-filho-a5122218 Siga-nos no Instagram - / blogdopaulofilho Inscreva-se no canal do Youtube - / paulofil Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK

O Antagonista
Cortes do Papo - Ratinho Junior desistiu da corrida presidencial e deverá sair da política

O Antagonista

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 26:37


O governador Ratinho Junior informou, por meio de nota divulgada nesta segunda-feira, que permanecerá no cargo até o término do atual mandato, descartando assim a possibilidade de disputar a Presidência da República pelo PSD. Segundo o comunicado, Ratinho decidiu seguir à frente do governo do Paraná até dezembro, ficando fora das discussões internas do PSD sobre a escolha de um candidato à eleição presidencial. A decisão foi tomada na noite de domingo, após reflexão com a família, e comunicada ao presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab, nesta segunda-feira. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista   Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:   https://assine.oantagonista.com.br/  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #RatinhoJunior, #RatinhoJr, #Paraná, #GovernadorRatinho #Eleições2026, #Presidência, #PolíticaBrasileira, #Desistência, #Sucessão, #BastidoresDaPolítica

Excepcionais
Seu cérebro está te sabotando? Como sair do automático - Ana Claudia Zani

Excepcionais

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 95:40


Você acredita que tem o controle, mas está vivendo no piloto automático de um sistema desenhado para a Idade da Pedra. Neste episódio, Ana Cláudia Zani, pesquisadora em Neurociência com mais de 25 anos de estrada, revela como a "homeostase" está usando seus pensamentos para te manter preso em um passado de mediocridade e sofrimento.Após sobreviver a uma tentativa de suicídio na adolescência e enfrentar o pesadelo de 88 cirurgias no marido, Ana Cláudia transformou a dor em um método implacável de autorregulação emocional. Conheça a história da "Velha da Porsche" e descubra como acionar sua "Ferrari cerebral" para sair do modo bicho e assumir o comando real da sua vida e dos seus resultados.Disponível no Youtube:Link: https://youtu.be/p-aSpsvPhJoPatrocinador:Espaço Volpi - Saúde, bem-estar e superação Mencione o Excepcionais para ter uma condição especial. https://bit.ly/excepcionais-espacovolpi00:00:11 - Ana Cláudia Zani: 25 anos decifrando o comportamento humano.00:02:26 - A tentativa de suicídio e o ponto de virada aos 16 anos.00:14:20 - O nascimento do método: Da psicologia ao manual do cérebro.00:20:00 - Briga de trânsito e o perigo da reatividade animalesca.00:27:00 - O colapso: 88 cirurgias e a sobrevivência sem teto.00:35:49 - Eita: Como a IA pode treinar sua inteligência emocional.00:41:43 - A "Velha da Porsche": Como a autenticidade viralizou no TikTok.00:54:29 - Você é levado ou você escolhe? A verdade sobre o livre-arbítrio.01:25:13 - Demonstração ao vivo: Como a IA Eita resolve crises em tempo real.Siga a Ana no Instagram:⁠https://www.instagram.com/anaclaudia.eita/Nos Siga:Marcelo Toledo: ⁠https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: ⁠https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: ⁠https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast