No Meeting Point, procuramos desenvolver "uma comunidade que ama Deus e ama pessoas" onde aprendemos e vivemos com Jesus no centro. Aqui pode encontrar algumas das mensagens pregadas na nossa comunidade localizada no Estoril, Cascais, Portugal.

Devocional Filipenses Espero no Senhor enviar-vos brevemente Timóteo, para também eu ficar cheio de ânimo quando tiver notícias vossas. Não tenho nenhum outro tão unido a mim e que assim se preocupe tanto convosco. Todos os outros se preocupam apenas com os seus interesses e não com os de Jesus Cristo. Mas quanto a Timóteo, bem sabem como deu provas da sua virtude e como trabalhou comigo ao serviço do evangelho, como se fosse um filho com o seu pai. Espero enviá-lo, logo que saiba como vai terminar a minha situação. Confio no Senhor que também eu irei ver-vos brevemente. Filipenses 2.19-24 Nunca é demais dizê-lo: É tão bom ter amigos. Gente especial em quem se pode confiar. Pessoas de bem, cuja idoneidade está acima de qualquer suspeita. A quem se pode confidenciar algo sem temer que seja distorcido, apresentando-se sempre como abençoados auxiliadores e nunca como interesseiros usurpadores. Vidas que pugnam pela arte de encorajar, medindo os seus actos pela régua da generosidade. Companheiros desse quilate são preciosidades únicas. É verdade que não se encontram aos magotes, mas um punhado deles vale ouro. Sobretudo, quando se sabe que são “os interesses de Jesus Cristo” a movê-los. Daí não espantar que revelem uma disposição fabulosa para dar uma mãozinha onde for necessário. O serviço é, à semelhança do Mestre, a sua marca de água. Não se cansam de abraçar, animar e, quando necessário, admoestar. Reportam a realidade que, por vezes, se tende a ignorar. Propõem a colocação dos pés na terra quando há notória teimosia em viver de forma aluada. Sim, é fantástico contar com parceiros deste porte! Toca a estimá-los e a imitá-los! - Jónatas Figueiredo

Caminhamos, não raras vezes, a custo, muito custo… Em tantas ocasiões porque pesados, sobrecarregados e angustiados. Outras alturas há em quea a pressão das circunstâncias, das memórias passadas não restauradas (que se fazem presentes no quotidiano), das emoções reprimidas, do(s) inimigo(s) da nossa alma, dos maus hábitos e da rotineira inércia, nos entorpecem e chegam até a paralisar. Por fora e por dentro. E é aí, nesse ponto de bloqueio que urge buscar o ponto de quietude: Jesus! Só Ele pode substituir os jugos e os fardos terrenos pelo peso do Seu amor! Detalhes sobre a celebração 21 junho @ Bible.com Disponível no canal de Youtube.

Devocional Filipenses Portanto, meus irmãos, como sempre me obedeceram quando eu aí estava, obedeçam-me ainda mais agora que estou ausente. Trabalhem pela vossa salvação com temor e tremor, pois Deus está sempre a ajudar, fazendo com que desejem e realizem o que é da sua vontade. Façam tudo sem murmurações nem contendas para que sejam pessoas retas e dignas, filhos de Deus irrepreensíveis no meio de gente corrompida e perversa. Devem brilhar no meio dessa gente como estrelas no céu, levando-lhes a mensagem da vida. Desse modo, no dia de Cristo , eu poderei sentir-me satisfeito convosco, sabendo que não me esforcei nem trabalhei em vão. Ainda que a minha vida tenha de ser oferecida como vítima de sacrifício , para juntar à vossa oferta de fé a Deus, eu sinto prazer nisso e compartilho essa alegria convosco. Da mesma maneira, sintam igual prazer e tomem parte na minha alegria. Filipenses 2.12-18 Procuro lembrar-me diariamente que Deus deseja concretizar a Sua perfeita vontade na minha vida. Quero corresponder ao que desenhou para mim, até ao mais ínfimo e precioso traço. Não pretendo ficar a meio caminho nem colocar lá pedras que o bloqueiem. Anseio progredir, garantindo-Lhe total liberdade para me aperfeiçoar. Tenho consciência que é um processo por Ele iniciado mas que pede de mim um compromisso contínuo. Nesta viagem de longa obediência até ao Seu coração trabalharei arduamente para honrar o amor com que me cobriu. Conto, vez após vez, com a Sua indispensável ajuda, pois é Ele que opera “tanto o querer como o efectuar.” Tento, por isso, não me distrair com pequeninos nadas que atrapalham a marcha. Começando por vigiar a língua, de forma a não borrar a pintura com queixumes e intriguices. Agindo com dignidade e rectidão por mais degradado que seja o meio que me rodeie. No fundo, tendo por alvo resplandecer a luz de Cristo a toda a hora. - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Tenham os mesmos sentimentos que havia em Cristo Jesus : Ele, que por natureza era Deus, não quis agarrar-se a esse direito de ser igual a Deus. Pelo contrário, privou-se do que era seu e tomou a condição de escravo, tornando-se igual aos homens. E, vivendo como homem, humilhou-se a si mesmo, obedecendo até à morte, e morte na cruz. Por isso, Deus elevou Jesus acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo o nome; para que ao nome de Jesus se dobrem todos os joelhos: no Céu, na Terra e debaixo da terra; e para que todos proclamem, para glória de Deus Pai: Jesus Cristo é o Senhor! Filipenses 2.5-11 A referência suprema dos cristãos é Jesus. É para Ele que se devem virar todos os olhares quando a unidade fraternal é beliscada. Desavenças e discórdias tombarão se forem abraçados “os mesmos sentimentos que havia em Cristo.” Ao invés de viver agarradinho a questiúnculas e rodriguinhos, atente-se para a forma como Jesus pautava a Sua vida: Servindo sem ponta de egoísmo. Veja-se como abriu mão do Seu indiscutível estatuto, por amor dos seres humanos. O Seu coração nunca foi somítico, mantendo-se sempre, admiravelmente, escancarado. “Privou-se do que era Seu e tomou a condição de escravo.” Preferiu esvaziar-se a regatear os Seus legítimos direitos. Escolheu diminuir para beneficiar outros. Amou para além dos limites, “humilhando-se a Si mesmo, obedecendo até à morte, e morte de cruz.” A Sua extravagante graça atrai, ainda hoje, qualquer pessoa para o colo do Pai. Tudo porque, intencional e generosamente, procurou que Deus se destacasse. Imite-se, pois, já, Aquele de quem todos um dia dirão à boca cheia: “Jesus Cristo é o Senhor!” - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Portanto, se algum encorajamento, alguma consolação de amor, alguma comunhão do Espírito, alguns entranhados afetos e sentimentos de compaixão resultam da nossa união com Cristo, então peço-vos que me deem a grande satisfação de viverem em harmonia. Estejam unidos pelo mesmo amor numa só alma e nos mesmos sentimentos. Não façam nada por ambição pessoal nem por orgulho, mas, com humildade, considerem os outros superiores a vós próprios. Que ninguém procure apenas o seu interesse, mas também o dos outros. Filipenses 2.1-4 Se há farpas que ferem a unidade de qualquer comunidade cristã são a sede de poder e a busca desenfreada por prestígio. Quando o umbigo se sobrepõe ao coração o caldo entorna-se. A única forma de contrariar a tendência humana de “passar por cima de toda a folha” é atentar para o exemplo de Cristo. Ele jamais amarrotou vidas, pelo contrário tudo fez para as dignificar. Amou-as sem restrições, mesmo quando à vista de toda a gente eram consideradas desprezíveis. Nada fez “por ambição pessoal nem por orgulho”, pelo que importa imitá-l'O e, com humildade, considerar “os outros como superiores a nós.” Combata-se a cultura de umbigo, tão em voga de século em século, procurando para além do interesse pessoal o bem estar comunitário. Revele-se, à boleia do aprendido com Jesus, uma vontade invencível de amar e servir o próximo. Dê-se o exemplo começando a exercitá-la dentro de portas, demonstrando que os “afectos e sentimentos de compaixão resultam da nossa união com Cristo.” Aí, na “comunhão do Espírito”, alcançar-se-á a harmonia fraternal. - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Procurem, sim, comportar-se de maneira digna do evangelho de Cristo. Quer eu vá ter convosco e vos veja, quer esteja ausente e receba notícias, o que desejo é que permaneçam firmes e unidos, lutando todos juntos pela fé do evangelho. Não tenham medo dos inimigos. Isso será para eles sinal de perdição e para vós sinal de salvação. Tudo vem de Deus. Pois Deus vos concedeu o privilégio não só de crer em Cristo mas também de sofrer por ele. Agora, como sabem, tomam parte no combate comigo, no mesmo combate que me viram sustentar e que ainda continua. Filipenses 1.27-30 Independentemente dos altos e baixos por que venha a passar tenho por alvo “comportar-me de maneira digna do evangelho de Cristo.” É mais que sabido que os tempos actuais, à semelhança de outras fases da História, são cruelmente convidativos a solavancos e despistes. Ainda assim, a despeito desses duros embates, sei que a minha conduta diária deve ser consentânea com os valores do reino do qual faço parte. É certo que me dava um jeitão contar com o suporte presencial de certos gigantes da fé, no entanto, a sua ausência física nunca poderá servir-me de justificação para derrapar. Tanto mais que conto com uma legião de companheiros de peregrinação com os quais importa entretecer laços, “permanecendo firmes e unidos, lutando todos juntos pela fé.” Há que cerrar (evitar confundir com serrar!) fileiras e não permitir que se instale um espírito divisionista e derrotista. Daí, insistir comigo mesmo sobre a importância de não caminhar tristemente só. Como tal, dou as mãos aos que, como eu, entrelaçaram a sua vida com Jesus e querem dar-Lhe permanente destaque. Tento, etapa a etapa, não claudicar na fé, “pois Deus concedeu-me o privilégio não só de crer em Cristo mas também de sofrer por Ele.” - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses De facto, para mim o viver é Cristo e o morrer é ganho. Mas se o continuar a viver é útil para o meu trabalho, então não sei o que hei de escolher. Estou pressionado de ambos os lados: tenho o desejo de partir e de estar com Cristo, o que seria incomparavelmente melhor; mas, por vossa causa, é mais necessário continuar a viver. Como tenho a certeza disso, sei que vou ficar convosco para vos ajudar todos a progredirem na alegria da fé. Assim, quando eu vos for visitar outra vez, sentirão por minha causa motivo de maior satisfação em Cristo Jesus. Filipenses 1.21-26 Sou em Jesus verdadeiramente afortunado. Desde que O conheci que vivo como se me saísse todos os dias a sorte grande. Sim, a paz que me ofereceu não tem preço e o Seu perdão é de valor incalculável. “De facto, para mim o viver é Cristo e o morrer é ganho.” É n'Ele que me alicerço. Vivo para Lhe agradar a cada segundinho. Agarro-me à Sua mão e não a largo, de tanto precisar dela. Sem Ele ser-me-ia impossível encarar com tranquilidade a morte. Olho-a de frente e sorrio. Sei que para lá dela serei recebido por Deus de braços abertos. Daí, viver de mochila às costas, saltaricando de lugar em lugar até ao acampamento final. Enquanto não chega essa feliz ocasião, procuro ajudar outros a “progredirem na alegria da fé.” Até lá hei-de fazer de tudo para que quem me rodeie sinta “por minha causa motivo de maior satisfação em Cristo Jesus.” - Jónatas Figueiredo

Procuramos descanso em lugares tranquilos, mas é dentro de nós que o ruído abunda. Buscamos repouso na montanha, no campo ou junto ao mar, contudo a agitação é interior. Evadimo-nos para múltiplas actividades lúdicas, desportivas, culturais, familiares, domésticas e quantas e demasiadas vezes profissionais; e também não é nelas que mora o sossego. Imaginamos que a resposta para a ausência de paz nas profundezas da alma virá através de manifestações espectaculares (de força e poder) e, no entanto, basta o gentil silêncio do Pai, a voz mansa de Jesus, o sussurro suave do Espírito, que insiste em perguntar-nos individualmente: “o que fazes aqui?”, para, finalmente, nos aquietarmos. Detalhes sobre a celebração 14 junho @ Bible.com Disponível no canal de Youtube.

Devocional Filipenses Pois sei que tudo isto contribuirá para a minha libertação graças às vossas orações e à ajuda que vem do Espírito de Jesus Cristo. O meu grande desejo e esperança é que não venha a ser envergonhado, mas que agora, tal como tem sido sempre, eu tenha coragem para mostrar a grandeza de Cristo em mim próprio, seja pela vida seja pela morte. Filipenses 1.19-20 Acontece-me, mais vezes do que gostaria, ficar a apanhar papeis com determinadas ocorrências no dia a dia. Assumo que não capto tão rapidamente como desejaria qual o seu propósito. Bem sei, também, que não é suposto conseguir perceber, forçosamente, na hora o seu alcance ou interpretar num piscar de olhos a sua finalidade. O “timing” de Deus é, felizmente, bem distinto do meu. Eu tendo para uma análise feita em cima do joelho, enquanto Ele me recomenda pingos de bom senso e pitadas de paciência. Caminho devagarinho em direcção ao alvo: Reconhecer que “tudo contribuirá para a minha libertação.” Daí ser fundamental para mim o suporte em oração de gente que trava batalhas de calibre semelhante e, sobretudo, a “ajuda que vem do Espírito de Jesus Cristo.” N'Ele aprendi a sorrir independentemente das circunstâncias. É a Sua alegria em mim que me ajuda a encarar as adversidades como instrumentos de tonificação de carácter. Sim, “o meu grande desejo e esperança é que não venha a ser envergonhado, mas que tenha coragem para mostrar a grandeza de Cristo em mim próprio, seja pela vida seja pela morte.” - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses É certo que alguns anunciam a Cristo por terem inveja e rivalidade, mas outros fazem-no com boa intenção. Uns fazem-no por amor, sabendo que tenho por missão a defesa do evangelho; outros anunciam Cristo por espírito de competição e sem sinceridade. Querem aumentar os meus sofrimentos agora que estou preso. Mas que importa? Seja com fingimento, seja com sinceridade, Cristo é anunciado. E isso é que me dá alegria. E continuarei a sentir alegria. Filipenses 1.15-18 Desde que Cristo seja anunciado pouco me importa o que pensem de mim. Não pretendo colher crédito, honra ou prestígio à custa d'Aquele a quem devo, rigorosamente, tudo. Longe de mim ofuscá-l'O, até porque além de disparatado seria impossível. Não me interessa, mesmo, o que outros resolvam dizer de mim. Ainda que, aqui e acolá, se comportem pouco amigavelmente para comigo, tento responder com a elevação que de Jesus aprendi. Se com desprezo me tratam procuro retrucar com amor. Não é fácil, mas Cristo, que a tal me impele, nunca me disse o contrário sobre o caminho da cruz. Tento, pois, não me envolver em despiques ministeriais absurdos ou competições descabidas entre companheiros de missão. Agarro-me a relacionamentos saudáveis que, deitando para trás das costas ciumeiras e ressentimentos, têm apenas por alvo “a defesa do evangelho.” Até porque não busco o meu engrandecimento mas o de Cristo, o Senhor. “E isso é que me dá alegria.” - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Meus irmãos, quero que saibam que aquilo que me aconteceu até contribuiu para o progresso do evangelho. Pois toda a guarda do palácio do governador e todos os demais sabem que eu estou na prisão por seguir a Cristo. E a maior parte dos irmãos, por verem que estou preso, encheram-se de confiança no Senhor e têm mais coragem para anunciar a palavra de Deus. Filipenses 1.12-14 É um exercício altamente salutar olhar para o retrovisor e perceber que aquilo que, no passado, foi circunstancialmente considerado uma catástrofe contribuiu, em muito, para a difusão da fé. Não só fortalecendo a dependência pessoal de Deus mas abrindo portas em muitos corações. Deus trabalha para lá dos moldes que humanamente se presumem adequados. Ainda que se vertam lágrimas pela dor do momento, permita-se que, enquanto elas escorrem, Deus aclare o alcance do Seu plano. É espantoso como um aparente revês se pode vir a revelar um contributo espiritual enormíssimo. Preste-se, pois, atenção à forma como Deus move os cordelinhos para que cada vez mais gente O conheça. Assim, os apertões actuais, sejam de que ordem for, podem muito bem ser o meio que Ele use para que se saiba que “seguimos a Cristo.” Tal sucedido, concorrerá para “o progresso do evangelho” e para que muitos companheiros “se encham de confiança no Senhor e tenham mais coragem para anunciar a palavra de Deus”. - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Dou graças ao meu Deus, sempre que me lembro de vós, Eu faço sempre com alegria menção de vós em todas as minhas orações pela maneira como tomaram parte comigo na proclamação do evangelho, desde o primeiro dia até agora. Estou convencido de que Deus, que convosco começou a sua boa obra, continuará a aperfeiçoá-la até ao dia de Cristo Jesus. É justo que eu tenha estes sentimentos a vosso respeito pois vos trago a todos no coração, por tomarem parte comigo na missão que Deus me confiou, tanto na minha prisão como na defesa e proclamação do evangelho. Deus é testemunha de que vos amo a todos, e o amor que vos tenho vem do próprio coração de Cristo Jesus. O que eu peço a Deus é que o vosso amor cresça cada vez mais com sabedoria e entendimento, para que saibam escolher o que é melhor. Assim, terão uma vida digna e irrepreensível para o dia da vinda de Cristo. Será uma vida cheia de boas ações que Jesus Cristo realiza em vós para glória e louvor de Deus. Filipenses 1.3-11 É fantástico olhar para trás e constatar a multidão de pessoas especiais que Deus foi colocando no meu caminho. Gente de quem é fácil falar à boca cheia, seja com Deus ou com outros companheiros. A gratidão pula-me no peito pelas experiências vividas em conjunto. Sobretudo, as aventuras relacionadas com a “proclamação do evangelho”. É impossível esquecer os que permaneceram ao meu lado em tempos de abundância e de escassez. Não arredaram pé nas alturas de regozijo, bem como nas de amargura. Sabe bem recordar a forma como me senti amparado por essas vidas tão dedicadas. São memórias assim que me impulsionam para diante, fazendo-me prosseguir na caminhada cristã. Os laços fraternais são de tal ordem que o que mais desejo é que Deus continue a aperfeiçoar a obra que iniciou nesses corações e os use poderosamente “até ao dia de Cristo Jesus”. Não escondo o amor que lhes tenho, sabendo que brota directamente do coração d'Aquele que nos salvou. É por isso que insisto em interceder por amigos de peregrinação para que cresçam em amor e discernimento, a ponto de saberem “escolher o que é melhor” a cada dia. Que juntos possamos ter “uma vida cheia de boas acções que Jesus Cristo realiza em nós para glória e louvor de Deus”. - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Da parte de Paulo e de Timóteo, servos de Cristo Jesus, dirigimo-nos a todos os santos em Cristo Jesus que vivem na cidade de Filipos, com os seus bispos e diáconos. Que Deus, nosso Pai, e Jesus Cristo, nosso Senhor, vos concedam graça e paz. Filipenses 1.1-2 O cristão deve ter uma noção balizada de si mesmo. Não se enxergando como o supra sumo do que quer que seja, mas antes como um permanente aprendiz de Jesus. Longe de uma postura senhorial. Próximo de uma conduta simples e humilde. Vendo-se como propriedade integral de Deus, sem Lhe sonegar nenhum ascendente em qualquer área da vida. Tendo máximo prazer em obedecer sem reservas a tudo aquilo que Ele diga. Vibrando com a liberdade que o amor concede. Percebendo que a fé não se compartimenta, mas se integra. Transparecendo Cristo por actos e palavras. Recusando viver numa cápsula religiosa. Abrindo os olhos da alma para lá das fronteiras de quintal que lhe queiram impor. Entranhando a visão alargada de reino. Percebendo que está rodeado de companheiros cujo carácter Deus também vai burilando. Desejando continuamente que o encanto da mensagem da reconciliação se efective a cada dia, em si e nos que o rodeiam. - Jónatas Figueiredo

Andamos desassossegados por nos alienarmos da criação, das outras pessoas, do que fazemos e, em última instância de nós próprios. É imperativa uma viragem para Deus, o Eu Sou, o verdadeiro ponto de quietude, em Quem podemos (re)descobrir a nossa identidade e o propósito para esta vida e para a que há-de vir! Detalhes sobre a celebração 7 junho @ Bible.com

Devocional 2 Tessalonicenses Que o Senhor, Deus da paz, vos dê sempre a sua paz, e de todas as maneiras. Que o Senhor esteja com todos vós. Eu, Paulo, escrevo esta saudação pela minha própria mão. Este é um sinal para conhecerem todas as minhas cartas. É assim a minha letra. Que a graça de Jesus Cristo, nosso Senhor, esteja com todos vós. 2 Tessalonicenses 3.16-18 Andamos num virote durante grande parte dos nossos dias à procura de algo que nos preencha. Vivemos desalmadamente, correndo atrás de sonhos mil. Fazemos de tudo para alcançar metas que definimos como geradoras de felicidade. Mas no fundo apenas estamos a aplicar altas doses de energia em imensa tralha passageira. Fazendo um mero exercício introspectivo damo-nos conta, num instantinho, como empregamos mal tempo e recursos. Sim, grande parte das vezes, esgotamo-nos em correrias loucas para terminarmos estafados e desassossegados. Esgravatamos aqui, escarafunchamos acolá, sem nos apercebermos que em Cristo já temos o que nos preenche. Nada se compara à Sua companhia, pelo que é pura perda de tempo buscar satisfação noutro lado que não na Sua pessoa. Interiorizemos de vez que o melhor que nos pode suceder é “que o Senhor, Deus da paz, nos dê sempre a Sua paz, e de todas as maneiras.” Quem caminha sob a graça de Jesus Cristo tem tudo o que precisa! - Jónatas Figueiredo

Devocional 2 Tessalonicenses E da vossa parte, irmãos, nunca se cansem de fazer o bem. Se alguém não obedecer às instruções que vos damos nesta carta, vejam de quem se trata e não convivam com ele, para que se envergonhe. Contudo, não o tratem como inimigo, mas corrijam-no como irmão. 2 Tessalonicenses 3.13-15 Não vale a pena escamotear que em alturas específicas nos sentimos de rastos. Faltam-nos as forças até para erguer um dedo. A desilusão assalta-nos de tal forma que não nos apetece fazer o que quer que seja. Nem sequer estender a mão a outros. É aqui que se encontra o erro. Refiro-me, obviamente, à recusa em ajudar e não ao desgaste acumulado. Percebamos que não é pelo facto da postura de terceiros nos entristecer que devemos cansar-nos de fazer o bem. Mesmo quando nos apercebermos de práticas abusivas há que contrariar a nossa tendência de responder na mesma moeda. Resistamos, por outro lado, à sedução de abraçar a cultura facilitista do “encosta”. Rejeitemos igualmente a via da indiferença. À preguiça respondamos com amor redobrado. Sejamos firmes com os companheiros que insistam em viajar em contramão. Não condescendamos com o pisar do risco continuado. “Contudo, não nos tratemos uns aos outros como inimigos, mas corrijamo-nos como irmãos.” Descubramos, assim, que nos vamos tornando mais fortes quando decidimos amar, à imagem do exemplo supremo de Cristo. - Jónatas Figueiredo

Devocional 2 Tessalonicenses Irmãos, em nome do Senhor Jesus Cristo, queremos recomendar-vos que se afastem de todos aqueles irmãos que vivem sem fazer nada e que não seguem os ensinamentos da tradição que receberam de nós. Sabem muito bem que devem seguir o nosso exemplo. Não andámos por aí sem fazer nada, nem comemos de graça o pão de ninguém. Antes trabalhámos duramente, noite e dia, para não nos tornarmos pesados a nenhum de vocês. Não é que não tivéssemos direito a receber alguma coisa, mas quisemos dar-vos o exemplo para que façam como nós. Quando aí estávamos, dissemo-vos claramente que quem não quiser trabalhar não tem direito a comer. Ouvimos dizer, de facto, que andam por aí alguns sem fazer nada ou ocupando-se com ninharias. Queremos recomendar vivamente a esses tais, em nome do Senhor Jesus Cristo, que trabalhem em paz e ganhem o pão que comem. 2 Tessalonicenses 3.6-12 Há malta que gosta de se encostar à sombra da bananeira. À laia das fortes convicções que dizem ter espraiam-se no “dolce far niente”. Aproveitam-se de funções de destaque, sejam religiosas ou de outra ordem, para viver à custa do labor de terceiros. Gostam de não fazer nenhum e, como tal, adoptam por brasão a ociosidade. Urge interromper esse lema horroroso de “andar por aí sem fazer nada.” Primeiro, garanta-se que não se pertence a esse reprovável clube. De seguida, guarde-se a distância devida de tão ignóbil prática. Por último, ponham-se os olhos em gente cujo exemplo de vida é inatacável. Fixe-se o lastro de excelência de pessoas que integraram de forma ajustada a fé e o trabalho. Tome-se e abrace-se como referencial a seguinte máxima: “Não se coma de graça o pão de ninguém.” Rejeite-se como estilo de vida viajar à boleia da carteira dos outros. Cada um averigúe se não se tem tornado, ilegitimamente, “pesado a alguém.” Rejeitem-se, pois, as tricas e as ninharias como “modus operandi” no dia a dia, antes preferindo, em nome de Cristo, toda a obra de paz. - Jónatas Figueiredo

E se o problema não estiver naquilo que olhamos, mas na forma como vemos? Vivemos rodeados de barulho, de pressa, de coisas que pedem a nossa atenção. No meio disto, Cristo pode tornar-se um vulto distante. Uma ideia gasta. Uma figura que conhecemos demais para nos surpreender. No entanto, Deus faz brilhar a sua luz dentro de nós para nos dar a conhecer a sua glória no rosto de Jesus. Isto não é poesia bonita. É uma promessa concreta para quem anda com os olhos cansados. Queremos descobrir o que muda quando voltamos a ver Jesus com clareza. Detalhes sobre a celebração 31 maio @ Bible.com Disponível no canal de Youtube.

Devocional 2 Tessalonicenses Finalmente, irmãos, peçam a Deus por nós, para que a sua palavra se propague cada vez mais e seja bem aceite, como aconteceu convosco. Peçam a Deus para nos livrar de gente má e perversa, pois nem todos têm fé! Mas o Senhor é fiel. Ele há de dar-vos força e vos livrará do mal. Confiamos no Senhor a vosso respeito porque hão de continuar a praticar o que vos recomendamos. E que o Senhor oriente os vossos corações para o amor de Deus e para a firmeza que vem de Cristo. 2 Tessalonicenses 3.1-5 Vale sempre a pena pedir que orem por nós. Sobretudo quando se visa o domínio de Cristo sobre as nossas vidas. Aceitemos, de bom grado, todo o tipo de suporte espiritual que permita “que a palavra do Senhor tenha livre curso” entre nós. Sejamos suficientemente humildes para reconhecer as nossas debilidades, bem como a imensa necessidade que temos da ajuda de Deus. Haja decoro para assumir que só com o Seu auxílio poderemos fazer frente a “homens dissolutos e maus.” Enfrentar gente de índole torcida não é pêra doce, pelo que toda a assistência Divina é bem vinda. Somos frágeis e inconstantes, daí ser vital recorrer Àquele que não falha: “Fiel é o Senhor, que nos confortará e guardará do maligno.” Sim, garantamos a cada passo a Sua cobertura, pois o adversário das nossas almas não é para brincadeiras. Brincar com o fogo dá sempre mau resultado, logo acatemos os conselhos sábios de companheiros da fé mais experimentados, jamais prescindindo da indispensável protecção do Alto. Possa, de facto, concretizar-se, em permanência e na plenitude, essa intercessão de sonho: “Ora o Senhor encaminhe os vossos corações no amor de Deus e na paciência de Cristo.” - Jónatas Figueiredo

Devocional 2 Tessalonicenses Temos de dar sempre graças a Deus a vosso respeito, irmãos amados pelo Senhor. Pois ele escolheu-vos para serem os primeiros a receber a salvação, através da ação do Espírito e da aceitação da verdade. Para isso é que Deus vos chamou, por meio do evangelho que nós pregámos, a fim de terem parte na glória de Jesus Cristo , nosso Senhor. Portanto, irmãos, permaneçam firmes e guardem fielmente os ensinamentos da tradição que vos transmitimos, quer por palavra, quer por meio das nossas cartas. Que o próprio Jesus Cristo, Senhor nosso, e Deus nosso Pai, que nos amou e pela sua bondade nos concedeu uma coragem inquebrantável e uma grande esperança, encham de confiança os vossos corações e vos deem firmeza no bem, tanto por ações como por palavras. 2 Tessalonicenses 2.13-17 Temos mil e uma razões para viver agradecidos. Ainda que a nossa inclinação carnal nos empurre para elencar os motivos de queixa, prefiramos a lógica espiritual que opta por celebrar o favor de Deus. Não nos cansemos de festejar o Seu abraço em Jesus. Bendita a hora em que, “através da acção do Espírito e da aceitação da verdade”, iniciámos um relacionamento novo com Ele. Demos o braço a torcer, reconhecendo a sorrir que foi graças à Sua iniciativa de amor que tudo começou. Assumamos que Lhe devemos toda a sorte de bênçãos. Agora, não nos iludamos, não há avanço na caminhada cristã sem aplicação pessoal. Cruzar os braços e esperar que nos caia tudo do céu de mão beijada é utópico e, além do mais, disparatado. Assim, esforcemo-nos, com denodo, por “permanecer firmes e guardar fielmente” o ensino de e sobre Jesus. Integremo-lo no coração, espelhando-O com alegria. “E que o próprio Jesus Cristo, Senhor nosso, e Deus nosso Pai, que nos amou e pela sua bondade nos concedeu uma coragem inquebrantável e uma grande esperança, encham de confiança os nossos corações e nos dêem firmeza no bem, tanto por acções como por palavras.” - Jónatas Figueiredo

Devocional 2 Tessalonicenses No que se refere à vinda de Jesus Cristo, nosso Senhor, e ao nosso encontro com ele, queremos pedir-vos, irmãos, que não fiquem preocupados nem se deixem perturbar facilmente nem alarmar, se vos disserem que o dia do Senhor já chegou. Mesmo que alguém o anuncie ou ensine em nome de Deus ou afirme que isso está escrito numa carta que digam que é minha, não se deixem enganar por nada disso. Esse dia não virá enquanto se não tiver dado primeiro a deserção da fé e não tiver aparecido aquele que é a rebeldia em pessoa, que está destinado à perdição; é ele que se revolta e se coloca acima de tudo o que se considera divino ou sagrado. Chegará mesmo a tomar assento no templo de Deus, apresentando-se a si mesmo como deus. Não se lembram de vos ter dito estas coisas quando ainda aí estava? Mas também sabem aquilo que o impede por agora. Porém, o rebelde há de manifestar-se a seu devido tempo. Com efeito, as forças misteriosas do mal já estão em atividade. Mas para que tudo se realize é preciso que aquele que está a impedi-lo saia da sua frente. Então aparecerá o rebelde e o Senhor Jesus vai vencê-lo com o sopro da sua boca e dominá-lo com o esplendor da sua vinda. O rebelde aparecerá com a força de Satanás e fará falsos milagres, sinais e prodígios. Utilizará todas as artimanhas do mal para enganar os que se vão perder, porque não acolheram nem amaram a verdade a fim de serem salvos. Por isso, o Senhor permitiu que fossem dominados por uma força enganadora que os leva a acreditarem na mentira. Assim se faz o julgamento daqueles que não acreditam na verdade, mas preferem praticar o mal. 2 Tessalonicenses 2.1-12 Há quem deixe de viver o presente porque ficou atolado no passado. Mas é igualmente perturbador encontrar pessoas, muitas delas assumidamente cristãs, que não atam nem desatam em função do que o futuro lhes possa vir a reservar. Abdicar de caminhar hoje por temor do amanhã é um disparate pegado. O mesmo se pode dizer sobre a postura que renuncia às responsabilidades actuais por julgar que lá à frente tudo acabará por se resolver. Combatam-se receios infundados e hábitos desconchavados, abraçando uma cultura de intimidade diária com Cristo. Viva-se na expectativa constante do encontro definitivo com Jesus mas sem fobias. Não se dê ouvidos a vendedores de espiritualidade barata. Desconfie-se de religiosos que presumem encaixotar Deus e prever as Suas acções. Sendo inegável que o fim parece estar cada vez mais próximo, pois os tempos são de rebeldia crescente, o mal jamais triunfará sobre a misericórdia e a justiça. Deus reporá ordem em todas as coisas, impedindo que o caos prevaleça. Entretanto, “ame-se a verdade”. Pratique-se o bem, fintando artimanhas malignas. Busque-se a companhia de Jesus, cultivando um espírito de obediência à Sua voz. De mão dada com Ele não há que temer rigorosamente nada, nem hoje nem nunca. - Jónatas Figueiredo

Devocional 2 Tessalonicenses O vosso comportamento é para nós um motivo de orgulho entre as igrejas de Deus por causa da vossa paciência e da fé que mostram em todas as vossas perseguições e nas dificuldades que têm de suportar. Isso é já uma amostra do julgamento justo com que Deus vai declarar-vos dignos do seu reino , por amor do qual suportam tais sofrimentos. Do mesmo modo, aqueles que vos causam esses sofrimentos receberão de Deus o justo castigo. Depois de sofrerem dessa maneira, ele vos dará o descanso, bem como a nós, quando aparecer no céu o Senhor Jesus com os seus anjos , cheio de poder. Virá por entre chamas de fogo para castigar aqueles que não reconhecem Deus e os que não obedecem ao evangelho de Jesus, nosso Senhor. Esses serão condenados à perdição eterna, longe da presença do Senhor, longe do seu poder e da sua glória . Então o Senhor virá para ser honrado no meio de todos os seus escolhidos e contemplado por todos os que aceitaram a fé. E também da vossa parte o nosso testemunho foi bem aceite. Por isso, pedimos continuamente ao nosso Deus para que vos ajude a corresponder ao seu chamamento, vos dê forças para levarem à prática todos os bons propósitos e torne eficaz a vossa fé. Deste modo, o nome de Jesus, nosso Senhor, será glorificado pelo vosso comportamento e nele estará também a vossa glória, pela graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo. 2 Tessalonicenses 1.4-12 Quem dera que o nosso procedimento fosse considerado inspirador para outros. Uma coisa é certa nunca se chegará a esse patamar sem provações. Passá-las e, sobretudo, ultrapassá-las, dão crédito ao testemunho cristão. Apreciemos aqueles que “nas perseguições e nas dificuldades que têm tido de suportar” revelam uma paciência e fé a serem imitadas. Entendamos os duros obstáculos enfrentados por companheiros nossos na fé como um estímulo a perseverarmos em Cristo nas situações similares que tenhamos de encarar num futuro próximo e, sobretudo, como “uma amostra do julgamento justo com que Deus nos declarará dignos do Seu reino.” Quanto à justiça a exercer sobre quem nos persiga, descansemos na boa e equitativa mão de Deus. Entretanto, deleitemo-nos, por antecipação, na plena certeza que Ele “nos dará o descanso” aquando da retumbante vinda de Jesus. Até lá, insistamos em viver colados a Jesus, procurando corresponder à Sua chamada. Portanto, apoiemo-nos uns aos outros em oração, pedindo ao Pai que nos “dê forças para levarmos à prática todos os bons propósitos”, tornando assim eficaz a nossa fé. “Deste modo, o nome de Jesus, nosso Senhor, será glorificado pelo vosso comportamento e nele estará também a vossa glória, pela graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo.” - Jónatas Figueiredo

Devocional 2 Tessalonicenses Paulo, Silvano e Timóteo à igreja de Tessalónica, unida a Deus, nosso Pai, e a Jesus Cristo, nosso Senhor. Que a graça e a paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo, estejam convosco. É nosso dever dar sempre graças a Deus a vosso respeito, irmãos. E é justo fazê-lo porque a vossa fé tem-se desenvolvido e tem crescido o amor que cada um dedica a todos os outros. 2 Tessalonicenses 1.1-3 Há ocasiões em que precisamos imenso de injecções de ânimo. Sabe-nos extremamente bem receber palavras de encorajamento quando nos sentimos nas lonas. Ao faltarem-nos as forças, é revigorante sermos recordados que não estamos sós. Primeiramente porque temos a companhia incomparável de Deus connosco. Sim, nada melhor para o nosso coração sobressaltado do que ser amaciado com a Sua graça e paz. Mas em segundo plano, é inegavelmente delicioso saber que há gente que Lhe agradece pelas nossas vidas. Até porque em momentos de desânimo nos trituramos a nós mesmos, metendo na cabeça que a nossa fé não tem estado à altura das circunstâncias, o que nos amargura ainda mais. E aí, é tão bom haver quem nos relembre os avanços espirituais que temos experimentado e a forma como “tem crescido o amor que dedicamos aos outros.” Apoiemo-nos, mutuamente, com expressões de genuína admiração e gratidão, sem nunca descurar o precioso suporte em oração. Vamos lá aprofundar os laços fraternais que nos unem, agindo como família espiritual que somos! - Jónatas Figueiredo

Os tempos que vivemos são conturbados em diferentes domínios, contudo Jesus convida-nos a não ceder às confusões vigentes, muito menos a permitir que se instalem em nós. É a Sua paz que Ele deseja ver reinar nas profundezas da alma de cada um dos Seus seguidores. E para tal há que treinar a cada desafio diário, e sob os permanentes sussurros do Espírito, escolher viver sob a Sua graça e verdade. Esta é a realidade que importa abraçar: Cristo em nós e através de nós, passo a passo!… Detalhes sobre a celebração 24 maio @ Bible.com Disponível no canal de Youtube.

Devocional 1 Tessalonicenses Irmãos, lembrem-se também de nós nas vossas orações. Saúdem todos os irmãos com um beijo fraterno. Peço-vos, em nome do Senhor, que leiam esta carta a todos eles. Que a graça de Jesus Cristo, nosso Senhor, esteja convosco. 1 Tessalonicenses 5.25-28 Ninguém chega a ir muito longe teimando em caminhar sozinho. Ainda que se aventure a tal, a cada quilómetro percorrido as pernas, mas sobretudo o coração, parecem pesar toneladas. A fadiga equipara-se a chumbo e o ânimo escorrega-se-nos entre os dedos como azeite. É por isso que sabe tão bem contar com o suporte de outros companheiros de peregrinação. A viagem torna-se bem mais fácil quando nos sentimos amparados, quanto mais não seja em oração. Não há nada que se compare a sermos levados ao colo do Pai. Tome-se, pois, a sério tão nobre prática espiritual. Alie-se à intercessão mútua uma sadia camaradagem fraternal. Aos invés de saudações plásticas requer-se que entre cristãos haja genuínas expressões de afecto. E uma boa forma de as demonstrar é começar por partilhar recursos que apelidamos de preciosos. Por fim, mas não por último, refugiemo-nos todos debaixo da melhor cobertura que existe: “A graça de Jesus Cristo, nosso Senhor!” - Jónatas Figueiredo

Devocional 1 Tessalonicenses Aquele que vos chamou é fiel e há de realizar aquilo que prometeu. 1 Tessalonicenses 5.24 Se há certeza que devíamos interiorizar de vez é que Deus se manterá fiel a Si mesmo apesar de toda a nossa infidelidade. Aconteça o que acontecer Ele não se contradirá e levará por diante os Seus planos de paz, futuro e esperança. As nossas hesitações e derrapagens não travarão o Seu projecto de amor para nós. A despeito de balançarmos e tropeçarmos tanto, Ele visará permanentemente o nosso bem. O Seu intuito primordial é reconciliar-nos Consigo, mesmo sendo nós tão rebeldes. Vale-nos a Sua graça incomparável e a Sua paciência sem fim. É que além de não desistir de nós, recusando considerar-nos um caso perdido por teimarmos correr tudo em cem metros; ainda por cima, insiste em investir em nós, fazendo-nos atletas espirituais de fundo. Lenta e gradualmente vamos percebendo que a caminhada de obediência é uma ultra maratona, onde o que nos vale é o Seu suporte contínuo e a Sua visão de longo alcance. Quando julgarmos que é impossível concretizar tal corrida e nos passar pela cabeça desistir, basta olhar para a tabuleta que nos indica a meta: ”Aquele que vos chamou é fiel e há-de realizar aquilo que prometeu.” - Jónatas Figueiredo

Devocional 1 Tessalonicenses Que o Deus da paz vos torne totalmente perfeitos e conserve irrepreensível todo o vosso ser, espírito, alma e corpo, até à vinda de Jesus Cristo, nosso Senhor. 1 Tessalonicenses 5.23 É naturalíssimo ansiar o melhor para aqueles que amamos. Não há nenhum mal nisso, bem pelo contrário, ainda mais se ajustamos essas expectativas com o coração do Pai. A questão é que somos useiros e vezeiros em ignorar tão importante aspecto. Insistimos na nossa rasteira perspectiva, buscando boa parte das ocasiões aquilo que não é manifestamente prioritário. Perdemo-nos em trivialidades, daí tão raramente sermos certeiros. Há que corrigir a mira e passar a centrar o olhar nos alvos de Deus, seja para nós ou para os que nos rodeiam. Fitemos as metas do Alto em vez das balizas terrenas. Foquemo-nos no que perdura e não no que acaba por se desintegrar. Prefiramos os ângulos espirituais às linhas materiais. Palpitem as nossas almas por perfeição e pureza. Peçamos, pois, que “o Deus da paz nos conserve integralmente irrepreensíveis até à vinda de Cristo.” Não façamos por menos, roguemos-Lhe por excelência de carácter até ao fim. - Jónatas Figueiredo

Devocional 1 Tessalonicenses E fujam de tudo o que é mau. 1 Tessalonicenses 5.22 Há coisas das quais deveríamos fugir a sete pés. Não se pense que por cobardia, mas antes por assumida valentia. Importa ter coragem para virar as costas ao que não presta. Condescender com o mal pode levar ao apodrecimento gradativo da nossa própria estrutura espiritual. Esquivemo-nos tanto dos becos carnais como dos antros de pretensa espiritualidade. Atenção aos covis de murmuração, bem como às baías de facilitismo ético. Estranhemos a interpretação sensaborona da Bíblia, bem como os tiques de altivez sobre a mesma. Não nos ensaiemos nada em rejeitar os ventos de moralismo bacoco, fechando igualmente as janelas a toda a sorte de brisas libertinas. Já quando nos cheirar a esturro não o ignoremos. Optemos por assinalar o foco de incêndio e, havendo margem de segurança, contribuamos para o extinguir. Não sendo possível é rumar a paragens menos fumarentas. A nossa saúde integral agradece. - Jónatas Figueiredo

Devocional 1 Tessalonicenses Mas examinem tudo: e assim guardem o que é bom. 1 Tessalonicenses 5.21 Falta-nos em muitos momentos a capacidade para observar com minúcia. Somos acelerados por natureza, o que nos leva a aflorar pela rama um montão de coisas. Quando falamos das Escrituras, infelizmente, não é muito diferente. A superficialidade com que as lemos é, demasiadas vezes, gritante. Além de aqui e acolá incorrermos, lamentavelmente, na sua fria dissecação, adicionamos uma dose elevadíssima de displicência que arrepia até o mais carnal. Há que colocar um ponto final parágrafo na leviandade com que interagimos com Deus e a Sua Palavra. Peneiremos as interpretações deslavadas e mal-intencionadas. Feito o crivo, “guardemos o que é bom.” Tendo Cristo como a nossa pedra de toque, aliemos a uma criteriosa massa crítica uma apurada sensibilidade espiritual. Certifiquemo-nos que as motivações e as decisões, sobretudo as nossas ao invés das dos outros, se ajustam a Jesus. Habituemo-nos a fazer regularmente este exercício comparativo, optando depois por abraçar e proceder segundo o Seu raciocínio. - Jónatas Figueiredo

Quantas e quantas vezes pensamos, erradamente, que fazendo tudo certinho estamos a caminhar em obediência… Limitamo-nos a seguir o gps religioso e presumimos que navegamos em comunhão plena com Deus. No entanto, por mais que tentemos abafar a voz do Espírito dentro de nós, lá no fundinho da alma temos perfeita noção que não escutamos Jesus como deve ser, pelo que só nos resta pedir-Lhe (e permitir) que nos desencere os ouvidos e… o coração! Detalhes sobre a celebração 17 maio @ Bible.com Disponível no canal de Youtube.

Devocional 1 Tessalonicenses Nem desprezem a voz dos profetas. 1 Tessalonicenses 5.20 O desprezo é uma das mais repugnantes posturas que se pode ter para com o que ou quem quer que seja. Agrava-se exponencialmente quando tal procedimento é dirigido a Deus. Desvalorizá-l'O, bem como à Sua Palavra, mais do que uma brincadeira de mau gosto é uma séria tontearia. Haja bom senso em não pôr de lado conselhos que, além de concorrerem para o nosso bem-estar integral, nos ajudam a evitar tropeções medonhos. É na Bíblia, através da sua sábia interpretação, que podemos encontrar as pistas ajustadas para enfrentar o carrossel da vida. Evitam-se assim muitos tombos e rombos. Velejar à revelia do leme e do lema de Jesus não é uma opção para quem diz à boca cheia que O segue. Os que O afirmam conscientemente como Senhor regem-se pela lei real do amor, seguindo-a à risca, isto é, transportando-a no coração e revelando-a, não só de boca, mas na prática. Deixemos de virar as costas aos mandamentos da graça, pois ao termos sido banhados por eles uma vez há que acarinhá-los para sempre. - Jónatas Figueiredo

Devocional 1 Tessalonicenses Não impeçam a ação do Espírito. 1 Tessalonicenses 5.19 Triste figura a nossa quando travamos o mover do Espírito. Tal se deve porque o nosso primeiro impulso é quase sempre tomar o Seu lugar. Tentamos arredá-l'O das Suas funções antes que percamos o controle sobre as rédeas da nossa vida. E a questão é mesmo essa, a caminhada cristã passa por abdicar, em Seu favor, de manobrar os cordelinhos da nossa existência. Somos rápidos a chegar-nos à frente para (re)agir pelos nossos próprios meios, mas parcos em sabedoria para esperar n'Ele. Se observarmos bem as nossas “soluções”, boa parte das vezes, não são mais do que meras precipitações. Cerceamos a Sua acção quando chamamos a nós as decisões sem O consultar, nem atender aos Seus sussurros. Abafar ou extinguir a Sua voz é fecharmo-nos ao toque sobrenatural e teimar viver segundo a carne. Aí, estamos entregues a nós mesmos e, consequentemente, não se pode antever um futuro risonho. Escolhamos antes arrepiar caminho e começar a dar-Lhe ouvidos. Não O impeçamos, jamais, de nos orientar, animar, consolar, relembrar ou corrigir. Haja prontidão de coração para balbuciar em permanência: Vem, Santo Espírito, és tão bem-vindo na minha vida! - Jónatas Figueiredo

Devocional 1 Tessalonicenses E deem graças a Deus por tudo pois esta é a vontade de Deus a vosso respeito, em união com Cristo Jesus. 1 Tessalonicenses 5.18 Um dos princípios que mais deve ser acarinhado pelos cristãos é a gratidão. Esta virtude precisa de ser exercitada dia sim dia sim. Em todas as ocasiões, por mais nublosas e tenebrosas que nos pareçam, existe sempre algo que podemos agradecer. É verdade que algumas vezes não vislumbramos qualquer benefício, chegando mesmo a desejar que nada daquilo tivesse ocorrido. É a nossa vista curta a querer sobrepor-se à visão altaneira de Deus. É a nossa tacanhez a querer colocar-se em bicos de pés sem nunca chegar aos Seus calcanhares. Temos de aprender a apreciar as coisas simples, mas também as complexas. Há que insistir numa cultura de degustação da vida e não de indigestão da mesma. Uma coisa é certa, podemos tomar por garantido que a “vontade de Deus é que Lhe agradeçamos todas as coisas”, das pequeninas às grandalhonas, das apetecíveis às intragáveis. Vamos lá contrariar a nossa tendência para resmungar por dá cá aquela palha, substituindo-a por uma saudável prática de agradecimento contínuo. Toca a erguer corações ao alto, evidenciando Cristo hora a hora. - Jónatas Figueiredo

Devocional 1 Tessalonicenses Vivam permanentemente em oração. 1 Tessalonicenses 5.17 A oração é essencial para nós cristãos. Sem o diálogo aberto e permanente com o Pai não vamos muito longe. Até podemos ter na ponta da língua os dez mandamentos e saber de cor carradas de versículos bíblicos que, por mais informal que seja, careceremos sempre de um tempo de conversa com Deus. Das escolhas simples às complexas não só precisamos de verbalizar as nossas apreensões como também de escutar o pulsar do Seu coração. É na estreita relação com Ele que encontramos a paz necessária para prosseguir. Concorre para o nosso equilíbrio interior o desabafo regular com Ele. É-nos francamente benéfico todo e qualquer conselho Seu. A Sua perspectiva é incomparavelmente mais ampla que a nossa pelo que importa buscá-la continuamente. É a Ele que contamos o que nos tira do sério e o que nos faz sorrir. E como sabe bem partilhar a todo o instante o que nos vai na alma! Não desperdicemos tamanho privilégio. Aproveitemos cada pedacinho para dois dedos de conversa com Deus. Tratemos de ter a conversa em dia, colocando-O a par do que vai sucedendo. Não porque Ele não o saiba, mas para nos disciplinarmos a depender d'Ele, começando pelas pequeninas coisas. Quando estamos à fala com Ele não há desperdício nenhum de tempo. Tudo é ganho. Mantenhamos, pois, tão preciosa via de comunicação sempre aberta e desimpedida. - Jónatas Figueiredo

Conservem sempre a alegria. 1 Tessalonicenses 5.16 Há coisas que vamos permitindo que se acumulem no nosso coração e, no entanto, deviam ser de lá despejadas quanto antes. Rancores e mesquinhezes são ervas daninhas que importa arrancar de vez do nosso íntimo. O ideal era mesmo barrar logo à entrada quaisquer ódios de estimação. Não podemos dar espaço àquilo que bloqueia o nosso relacionamento com Deus e com o próximo. Sentimentos inquinados estagnam-nos a alma. Afectam-nos por fora e apodrecem-nos por dentro. Livremo-nos, pois, do que em nós não presta e apliquemo-nos a conservar o que de bom Jesus dá. Apeguemo-nos ao Seu ensino. Sigamos-Lhe os passos. Entranhemos o Seu carácter. Imitemos os Seus gestos. Satisfaçamo-nos no Seu amor. Banhemo-nos na Sua graça. Regozimo-nos n'Ele a toda a hora. Sim, a Sua alegria é para ser desfrutada a cada instante. Prefiramos o júbilo de Cristo a todo o tipo de gozos fáceis e passageiros. Não existe outra forma de encarar a vida saudavelmente. - Jónatas Figueiredo

Vivemos num mundo de promessas quebradas: desde compromissos matrimoniais quebrados até à falta de promoção profissional prometida; desde a perda de uma amizade íntima até ao incumprimento de acordos de cessar-fogo internacionais. Não é de admirar que nos sintamos inseguros; é difícil confiar em alguém ou em alguma coisa quando tantas promessas são quebradas. Sentimo-nos ainda menos seguros porque também vivemos num mundo de «talvez». O «talvez» faz-nos ter medo de fazer planos ou de investir o nosso tempo e energia num projeto ou numa pessoa. O «talvez» faz-nos sentir ainda menos seguros para investir o nosso coração numa relação. O resultado é a superficialidade – relações que existem, mas que não são tão gratificantes como deveriam ser. Trocamos o «real» pelo «seguro». Mas a realidade de Jesus é diferente. O seu «sim» é «sim» e, com ele, não há talvez. Todas as promessas de Deus são seguras e cumpridas nele. Por isso, mesmo em tempos de aflição, estamos seguros e protegidos. Não há problema em abrir o coração e receber o amor profundo, seguro e eterno de Jesus, que permanece connosco na alegria e na tristeza. Detalhes sobre a celebração 10 maio @ Bible.com Disponível no canal de Youtube.

Devocional 1 Tessalonicenses Prestem atenção! Que ninguém pague aos outros mal por mal. Mas procurem sempre o bem uns dos outros e o bem de todos. 1 Tessalonicenses 5.15 Há máximas que precisamos de martelar na nossa cabeça até as interiorizarmos de vez. Convém insistir com nós mesmos a ponto de as entranharmos todinhas. Há que arregalar os olhos e escancarar o coração a fim de as implementarmos de fio a pavio. Uma das mais preciosas passa por manter o íntimo desimpedido de raízes de amargura. A nossa sanidade integral dependerá em muito disso. Fujamos de “pagar aos outros mal por mal.” Vençamos a tentação de nos agarrar a ofensas sofridas para nos fecharmos em copas. A acumulação de mágoas leva-nos a disparar raivosamente em todos os sentidos, a começar pelos nossos próprios pés. Desfaçamo-nos do rancor que, equivocadamente se diz a nada levar, mas conduz ao empobrecimento da alma. Entreguemo-lo a Deus que tratará de o reciclar e no seu lugar fazer desabrochar o perdão. Toca a vencer o mal com o bem. Retribua-se com graça os estalos que nos inflijam. Desarmemo-nos uns aos outros com o amor de Jesus. Tenhamos em vista o bem daqueles que nos rodeiam, sejam eles quem forem. Sorriamos e abracemos mais. Escolhamos, sobretudo, imitar a Cristo. - Jónatas Figueiredo

Devocional 1 Tessalonicenses Pedimos igualmente, irmãos, que chamem à atenção os indisciplinados, confortem os que andam desanimados, cuidem dos doentes e tenham paciência com todos. 1 Tessalonicenses 5.14 Chamar a atenção a alguém nunca foi tarefa fácil, nem sequer num ambiente cristão. Quando se fala de admoestar pessoas que insistem no erro o cenário complica-se ainda um pouco mais. Certo é que não devemos abrir mão daqueles que por teimosia dificilmente dão o braço a torcer. Compete-nos enquanto seguidores de Cristo insistir na correcção em amor. A nossa tendência é desistir sem começar ou deixarmo-nos vencer pelo cansaço. Contrariemos a inclinação secular de não lutar por causas perdidas. Nós mesmos somos a prova viva que Deus pode alterar o rumo interior de quem quer que seja, convencendo das más práticas e apontando uma saída airosa. Por outro lado, ao invés de apontar o dedo, estendamos a mão e “confortemos os que andam desanimados.” Todos ficamos aquém do que é suposto ser feito, pelo que importa encorajarmo-nos mutuamente quando metemos o pé na argola e nos afundamos em pessimismo. Sejamos, pois, sensíveis às debilidades uns dos outros e “tenhamos paciência com todos.” Criemos laços de companheirismo fraternal tão fortes que permitam soerguer os que estão de rastos hoje para que amanhã venhamos nós a ser levantados. - Jónatas Figueiredo

Devocional 1 Tessalonicenses Irmãos, queremos pedir-vos que respeitem aqueles que, em nome do Senhor, trabalham no vosso meio e são vossos responsáveis e orientadores. Tratem-nos com toda a estima e amor por causa da missão que eles têm. E procurem viver em paz uns com os outros. 1 Tessalonicenses 5.12-13 Há pedidos que não se levam a mal. Sobretudo quando percebemos as suas sãs motivações. Desde que não as desvirtuemos, sentimo-nos imediatamente impelidos a colaborar. Atentemos, pois, para o que nos seja requerido no que se refere ao tratamento fraterno para com os que servem a Deus. Efectivamente, há que dar um passo além no “respeito por aqueles que, em nome do Senhor,” concorrem para que nos mantenhamos no trilho de Cristo. Bem sei que há que destrinçar os que servem o seu próprio quintal, daqueles que visam apenas o crescimento do Reino. Feita essa ressalva, não retenhamos afectos. Desta forma, prefiramos palavras de encorajamento aos frios silêncios. Optemos por elogiar, sem bajular, ao invés de denegrir e magoar. Os que têm o coração realmente inclinado para Jesus, dispensam tratamentos vip ou deferências bacocas. O prestígio pessoal pouco ou nada lhes importa, mas dada “a missão que lhes foi confiada importa tratá-los com toda a estima e amor.” Mais do que ser de bom tom, deve ser ponto de honra para os cristãos fazer tudo o que esteja ao seu alcance para “viver em paz uns com os outros.” - Jónatas Figueiredo

nal 1 Tessalonicenses Irmãos, quanto ao tempo e às circunstâncias em que isso vai acontecer não é preciso que vos escreva agora. Sabem muito bem que o dia do Senhor há de vir como um ladrão, pela calada da noite. Quando alguém disser: «Há paz e segurança», é então que repentinamente a desgraça cairá sobre eles. Será como uma mulher grávida que começa a sentir as dores do parto: não conseguirão escapar. Mas meus irmãos, vocês não vivem na escuridão da noite, de modo que aquele dia vos apanhe de surpresa como o ladrão, pois todos pertencem à luz e ao dia. Nós não somos da noite, nem da escuridão. Por isso mesmo, não andemos a dormir como os outros, mas estejamos vigilantes e sóbrios. Tanto os que dormem como os que se entregam à embriaguez é de noite que o costumam fazer. Mas nós, que pertencemos ao dia, vivemos com sobriedade, protegidos pelo escudo da fé e do amor e pelo capacete da esperança da salvação. Com efeito, Deus não nos destinou a sofrermos o seu castigo mas a alcançarmos a salvação por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor. Ele morreu por nós para vivermos sempre em união com ele, quer estejamos vivos ou mortos quando ele vier. Por isso, animem-se e ajudem-se uns aos outros como têm feito até aqui. 1 Tessalonicenses 5.1-11 Aos cristãos exige-se que estejam preparados para se encontrar com Deus. Além de se esperar que tenham a mochila sempre às costas, deseja-se que transpirem saúde espiritual. Basta lembrar que a qualquer momento poderemos deparar-nos face a face com Cristo. Não vale a pena fazer cálculos disparatados sobre o timing dessa ocasião. Não tendo os pormenores todinhos sabemos, ainda assim, mais do que o suficiente para não sermos apanhados desprevenidos. Jesus virá num abrir e fechar de olhos, sem que ninguém possa, antecipadamente e com precisão, dizer quando. Atenção que aqueles que se dão por seguros correm riscos sérios de ser surpreendidos com a Sua chegada. Há, pois, que viver com esmero e às claras. “Por isso mesmo, não andemos a dormir como os outros, mas estejamos vigilantes e sóbrios.” Deixemos de bater com a cabeça nas paredes escurecidas do mundo. “Nós que pertencemos ao dia, vivamos com sobriedade, protegidos pelo escudo da fé e do amor e pelo capacete da esperança da salvação.” Fomos desenhados para a comunhão estreita com Deus, por meio de Cristo. Demos-Lhe a mão de uma vez por todas, na certeza que com Ele estaremos hoje e sempre. Entretanto, estendamos os dedos disponíveis para ajudar quem precisar. - Jónatas Figueiredo

devocional 1 Tessalonicenses Irmãos, não queremos que andem na ignorância a respeito dos que morrem, para não se mostrarem tristes como os outros que não têm esperança. Pois se nós acreditamos que Jesus morreu e ressuscitou, também Deus reunirá com Jesus todos os que morreram em união com ele. O que eu tenho a dizer em nome do Senhor é que nós, os que estivermos ainda vivos quando o Senhor vier, não precederemos os que já morreram. O próprio Senhor, ao sinal dado pela voz do arcanjo e pela trombeta de Deus, descerá do céu, e os que morreram em união com Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que estivermos vivos, seremos conduzidos sobre as nuvens do céu, ao encontro do Senhor, juntamente com eles. E assim estaremos eternamente com o Senhor. Por isso confortem-se uns aos outros com estas palavras. 1 Tessalonicenses 4.13-18 O cristão não se entristece com o futuro como aqueles que ainda não têm esperança. A morte não tem que o levar ao desespero. Ainda que doa e possa levantar um conjunto de perplexidades, não há que baixar os braços e dar tudo como perdido. Bem pelo contrário, em Cristo abre-se um mundo novo. Em vez de pensarmos que não há mais nada a fazer, recordemos que Ele já fez tudo por nós. A tristeza momentânea, que agora possamos sentir e se pode prolongar até por algum tempo, não dura para sempre. Com Jesus a alegria eterna já foi assegurada. A separação temporária daqueles que se adiantaram no encontro com Deus é apenas mais um exercício espiritual para n'Ele confiarmos. “Pois se nós acreditamos que Jesus morreu e ressuscitou, também Deus reunirá com Jesus todos os que morreram em união com Ele.” Todos os que amam Cristo e se dispuseram a segui-l'O podem ter a certeza que o relacionamento com Ele estabelecido jamais cessará. Nem a morte destruirá o vínculo do amor. Nada nem ninguém nos poderá separar dos Seus braços. Iremos experimentá-los, seja ao sermos chamados pelo Pai ou quando Este decidir que é hora de Jesus vir ao nosso encontro. “E assim estaremos eternamente com o Senhor.” Animemo-nos uns aos outros, enquanto deambulamos deste lado da eternidade, sabendo que temos por garantido como pano de fundo este belo e risonho cenário. - Jónatas Figueiredo

A filosofia antiga aponta para o perigo de se viver preso às sombras, sem conhecer a realidade por completo. Neste primeiro dia da série a Realidade é Cristo desejamos que as sombras se dissipem e que nossos olhos enxerguem a plenitude que é Cristo. Todos que estão unidos a Cristo receberam esta plenitude. A partir desta realidade, como deveríamos viver a nossa vida aqui? Detalhes sobre a celebração 3 maio @ Bible.com

devocional 1 Tessalonicenses No que se refere ao amor pelos irmãos, já nem precisam que vos diga nada, pois têm-se deixado guiar por Deus no amor uns pelos outros. E o vosso amor fraterno estende-se até aos irmãos que vivem em toda a Macedónia. Mas exortamo-vos, irmãos, a progredirem cada vez mais. E procurem viver em paz; resolvam os vossos assuntos e trabalhem com as vossas próprias mãos como vos recomendámos. Assim serão estimados pelos de fora e não terão necessidade de mais ninguém. 1 Tessalonicenses 4.9-12 Quem dera que no respeitante à arte de amar não fosse preciso que nos corrigissem. Sinal seria que já tínhamos atingido o pico, deixando-nos “guiar por Deus no amor uns pelos outros.” Enquanto tal não acontecer, amparemo-nos mutuamente a fim de procedermos de forma ajustada. Possa o nosso cuidado fraternal esticar-se para lá das fronteiras geográficas ou de qualquer outro género de barreira definida pelos homens. Amemos sem restrições, jamais presumindo que já fizemos tudo o que poderíamos. Ultrapassemos limites. Galguemos obstáculos. Insistamos no bem. “Progridamos cada vez mais.” Cheguemos ao ponto de estimular terceiros a escolher idêntica forma de actuar. “Procuremos viver em paz”, difundindo o bom cheiro de Cristo. Para tal, tenhamos presente que não é fazendo nenhum que O honramos. Recusemo-nos, pois, a viver como penduras. Fujamos da indolência. O nosso entusiasmo espiritual, longe de apontar para a inércia, deve visar sempre a excelência, seja no trabalho ou no lazer. Sejamos diligentes, “andando honestamente para com os de fora” e, já agora, também com os de dentro. Arregacemos as mangas e difundamos a fé com muitos actos e algumas palavras. - Jónatas Figueiredo

devocional 1 Tessalonicenses Enfim, irmãos, já receberam de nós orientações sobre o caminho que devem seguir para agradarem a Deus. Pedimo-vos vivamente em nome do Senhor Jesus que continuem por esse caminho, como têm feito até aqui, para progredirem cada vez mais. Lembram-se das orientações que vos demos da parte do Senhor Jesus. A vontade de Deus a vosso respeito é que vivam em santidade, afastados da imoralidade. Que cada um saiba usar com dignidade e honra o seu próprio corpo. Não se deixem levar pelos maus desejos como fazem aqueles que não reconhecem Deus. Neste ponto ninguém deve fazer mal ao seu irmão, nem prejudicá-lo. Como já vos tínhamos dito e avisado, o Senhor castiga duramente todos esses pecados. Pois Deus não nos chamou para a imoralidade mas para vivermos em santidade. Portanto, aquele que desobedece a estes preceitos não é a um homem que desobedece, mas sim a Deus, que vos dá o seu Espírito Santo. 1 Tessalonicenses 4.1-8 O cristão não deseja outra coisa, se bem espremidas as suas motivações, que não seja agradar a Deus. E é por esse apertado trilho que devemos insistir, orando uns pelos outros para que nele possamos “progredir cada vez mais.” Para tal, há que fazer uso sem reservas das sábias pistas que Jesus nos dá. O Seu propósito aponta sempre para uma estreita sintonia com o Pai, espelhada numa vida de “santidade, afastados da imoralidade.” Bem sabemos que não é fácil vermo-nos livres de maus hábitos entranhados, mas compete a cada um contrariar os apelos ao desregramento ético e moral. Saibamos “usar com dignidade e honra o nosso próprio corpo.” Não nos movamos por instintos, levados por “maus desejos como fazem aqueles que não reconhecem Deus”, pois os tempos actuais, como muitos outros no passado, são dados ao menosprezo pelos votos matrimoniais e à sua lamentável banalização. Contrariemos as vozes de rebeldia humana, dando antes ouvidos Àquele que, tendo-nos “dado o Espírito Santo”, nos chamou à obediência e à pureza. - Jónatas Figueiredo

devocional 1 Tessalonicenses Assim os vossos corações estarão firmes no caminho da santidade e podem apresentar-se perfeitos e sem culpa diante do nosso Deus e Pai, quando Jesus, nosso Senhor, vier com todos os seus santos. 1 Tessalonicenses 3.13 Avança na direcção certa quem o faz rumo a Deus. E os que a Ele se chegam não querem outra coisa que não seja conhecê-l'O mais e melhor. Sendo que a maior evidência de um relacionamento estreito com Ele é a forma como nos relacionamos uns com os outros. Não vale a pena enganarmo-nos quanto à nossa estaleca espiritual se procedemos de forma mimada, amuando por tudo e por nada, sempre que surgem desentendimentos interpessoais. Os nossos corações só “estarão firmes no caminho da santidade” quando resolvermos amar conforme Deus o faz connosco. Não é empinando compêndios teológicos ou defendendo com unhas e dentes certa linha doutrinária que nos apresentaremos “perfeitos e sem culpa diante do nosso Deus e Pai”, mas sim amando o próximo. Desta forma não há nada a temer “quando Jesus, nosso Senhor, vier.” Está pronto para se encontrar com Deus quem faz d'Ele um amigo chegado e não um completo estranho. - Jónatas Figueiredo

devocional 1 Tessalonicenses E o Senhor faça crescer abundantemente o vosso amor de uns para com os outros e para com toda a gente, tal como o amor que vos dedicamos. 1 Tessalonicenses 3.12 É um feito impossível percorrer a vida cristã sem o auxílio de Deus. A verdade é que teimamos à brava em fazer as coisas à nossa maneira. Damo-nos mal, claro. Andamos às turras uns aos outros porque insistimos em mantê-l'O de fora dos nossos relacionamentos fraternais. Parece inacreditável, mas somos uns despistados na aplicação da lei do amor. Logo, é urgente pedir regularmente ao Pai que nos “faça crescer abundantemente no nosso amor de uns para com os outros.” Reconheça-se que a nossa dificuldade não está na compreensão teórica da importância de amar mas na sua vertente prática. Busquemos, pois, os meios invisíveis e sobrenaturais que só Deus pode proporcionar para aumentarmos significativamente a capacidade de nos compreendermos e ajudarmos mutuamente. Está à vista que sem Ele não iríamos longe e rapidamente nos devoraríamos tal é a voracidade do nosso umbigo. Sim, é do Cimo que vem a arte de “amar toda a gente.” Oremos, pois, por desprendimento e arrojo para nos actos simples do dia-a-dia agirmos de coração dilatado. Apeguemo-nos também ao exemplo daqueles que à nossa volta são uma inspiração amando a Deus e quem quer que lhes apareça pela frente. - Jónatas Figueiredo

devocional 1 Tessalonicenses Que o próprio Deus, nosso Pai, e Jesus, nosso Senhor, conduzam os nossos passos para ir ter convosco. 1 Tessalonicenses 3.11 Reconheço que nem sempre procuro a direcção de Deus para os problemas ou projectos que tenho entre mãos. Tendo a chamar a mim a primeira e última decisão, sem consultar o Seu parecer. É um velho e distorcido hábito que combato desde que me conheço. Venho fazendo progressos, mas bem sei que se me distraio lá estou eu novamente ao volante das resoluções. Estou num processo contínuo de disciplina pessoal para me submeter aos planos de Deus. Interessa-me mais a Sua agenda de fundo do que a minha de bolso. Tanto mais que os meus impulsos são enganosos, enquanto que os Seus desígnios são de alta confiança. Sim, quero envolver Deus em cada assunto que me surja. Dos pequenos esboços aos grandes intentos, necessito da Sua sábia recomendação. Preciso que a minha vida seja dirigida por Deus nos mais ínfimos pormenores. A Sua companhia é preciosa não só quando troveja. Sou dos que quer expressar diariamente: “Que seja o próprio Deus, nosso Pai, e Jesus, nosso Senhor, a conduzir os nossos passos.” - Jónatas Figueiredo

A cruz vazia brilha intensamente sem sublimar medos e feridas. O símbolo do horror virou um sinal de glória, sem vestígios de altivez, presunção ou quaisquer tiques bacocos de triunfalismo. A mensagem que ecoa pelo desfiar dos séculos é que Aquele que a carregou, suportou e venceu, Jesus, o Nome mais alto, é verdadeira e graciosamente a firme esperança de cada pessoa. Eu e tu incluídos!? Detalhes sobre a celebração 26 abril @ Bible.com Disponível no canal do YouTube.

devocional 1 Tessalonicenses Por isso, não podendo esperar mais, preferi ficar em Atenas sozinho e enviei-vos Timóteo, nosso irmão que está ao serviço de Deus , no anúncio do evangelho de Cristo . Foi para vos encorajar e ajudar na vossa fé e para que ninguém ficasse perturbado com estes sofrimentos. Sabem muito bem que é isto que nos espera. Quando estava aí convosco, já vos tinha dito o que havíamos de passar. E assim aconteceu, como sabem. Foi por isso que, não podendo esperar mais, mandei saber notícias da vossa fé, não fosse o tentador sujeitar-vos à provação tornando inútil todo o nosso trabalho. Agora Timóteo já voltou daí para junto de nós e trouxe-nos boas notícias acerca da vossa fé e do amor que vos anima. Disse-nos que se recordam muito de nós e que têm saudades de nos ver, como nós as temos também de vos ver. Estas notícias sobre a vossa fé serviram-nos de grande consolação nas privações e sofrimentos. Agora sentimo-nos com mais vida ao saber que se mantêm firmes no Senhor. Pois como podemos agradecer ao nosso Deus por toda a alegria que nos dão diante dele? Dia e noite, pedimos insistentemente a Deus que nos conceda a alegria de vos tornar a ver para podermos completar o que falta ainda à vossa fé. 1 Tessalonicenses 3.1-10 O que nos deve mover nos relacionamentos fraternais não é a intriguice mas o amor sem cera. Inclinemo-nos para a preocupação despida de interesses sub-reptícios. Prefiramos a disponibilidade para ir em direcção ao outro e não contra ele. Se necessário abdicando do conforto pessoal para que um companheiro seja assistido. Enviando o melhor que temos entre mãos para "encorajar e ajudar na fé” quem mais precisa. Deitando a mão aos que estão desanimados ou mesmo perturbados com as dificuldades com que se deparam na caminhada cristã. Alentando e alertando os que se foram esquecendo da dureza do trilho da cruz. Marcando presença para auxiliar e não para policiar. Optando pela via da restauração em vez do beco da condenação. Assinalando os perigos ao invés de rotular pessoas. Desfazendo dúvidas e retirando espaço de manobra ao “tentador.” Naturalmente que ao esperar o melhor dos nossos irmãos há ânimo redobrado sempre que chegam ecos da sua firmeza espiritual. Alegremo-nos, pois, com os seus avanços. Festejemos as suas conquistas. E, sobretudo, oremos por felizes oportunidades para nos ampararmos mutuamente a fim de “podermos completar o que falta ainda à nossa fé.” - Jónatas Figueiredo

devocional 1 Tessalonicenses Quanto a nós, irmãos, tivemos que nos separar de vós por algum tempo. Estamos longe da vista, mas perto do coração . Cada vez sentimos mais saudades vossas e gostávamos muito de vos tornar a ver. Por isso quisemos ir ter convosco, fazer-vos uma visita. Eu, Paulo, tentei fazê-lo por duas vezes, mas Satanás fez com que não pudéssemos ir. Quando Jesus, nosso Senhor, vier, quem mais há de ser a nossa esperança, a nossa alegria e a nossa coroa de glória diante dele senão vós? Sim, vocês são a nossa glória e a nossa alegria! 1 Tessalonicenses 2.17-20 Sentir saudades da família espiritual é uma constante para o cristão. Sendo tão vasta é mais do que natural ser invadido permanentemente por esses nobres sentimentos. Ter por perto, nem que seja por escassas horas, aqueles com quem partilhamos a fé é um anseio justificadíssimo. A separação geográfica custa mas o amor fraternal robustece-se mesmo com a distância. “Estamos longe da vista, mas perto do coração.” Enquanto o abraço presencial não pode ser dado há que verbalizar os afectos que se nutrem por aqueles com quem privámos momentos únicos de cumplicidade espiritual. Não se retenha na garganta o que de bom recheia a alma. Faça-se o esforço que for necessário para expressar cabalmente a admiração sentida pelos irmãos na fé. A isso junte-se a iniciativa para, sempre que for possível, visitar gente que nos fez tão bem à saúde integral. No fundo, há que reconhecer que o que de mais precioso existe nesta antessala do céu são os relacionamentos fraternais. Dos seguidores de Jesus espera-se que, em vez de comentários depreciativos, teçam elogios mútuos. Contribua-se para que se venham a tornar usuais, que não banais, expressões como: “Sim, vocês são a nossa alegria!” - Jónatas Figueiredo

devocional 1 Tessalonicenses Também por isto agradecemos continuamente a Deus, porque ao receberem a nossa palavra, foi a mensagem de Deus que receberam. Pois não era simplesmente palavra de homens, mas era verdadeira palavra de Deus, aquela mesma que atua também em vós, os crentes. Irmãos, a vossa situação é semelhante à das igrejas de Deus que estão na Judeia e acreditam em Cristo Jesus. Também tiveram que sofrer da parte dos vossos compatriotas como eles sofreram . Eles mataram o Senhor Jesus e os profetas e perseguiram-nos também a nós. Eles não agradam a Deus e estão contra toda a gente, pois querem impedir que preguemos a salvação aos não-judeus. Isto acabou de encher completamente a medida dos seus pecados e por isso o castigo de Deus caiu finalmente sobre eles. 1 Tessalonicenses 2.13-16 É tão bom perceber que a obra que Deus fez no nosso coração é igualmente operada na vida de muitos outros. Mal de nós se erradamente nos colocarmos em bicos de pés presumindo ser ou estar acima de alguém. Nenhum de nós, fruto da rebeldia que temos entranhada, mereceria a graciosa mão que Deus mantém sempre estendida. Mantenhamos uma gratidão contínua por esse bendito amor e vibremos sem parar com o restauro por Ele efectuado. Assim, ao partilhar essa alegria estaremos não só a festejar o domínio da palavra de Deus em nós mas também no coração de todos aqueles que a Ele se submeteram. Enquanto seguidores de Jesus estimulemo-nos mutuamente à obediência, sobretudo nas horas de sofrimento e perseguição. Valhamo-nos do exemplo de fidelidade de companheiros espirituais que em diferentes pontos do globo pagam o preço de “crer em Cristo Jesus.” Não baixemos, pois, os braços perante a ridicularização da fé a que possamos ser sujeitos, na certeza de que aqueles que “não agradam a Deus e estão contra toda a gente” jamais deixarão de Lhe prestar contas. - Jónatas Figueiredo