No Meeting Point, procuramos desenvolver "uma comunidade que ama Deus e ama pessoas" onde aprendemos e vivemos com Jesus no centro. Aqui pode encontrar algumas das mensagens pregadas na nossa comunidade localizada no Estoril, Cascais, Portugal.

As perguntas desbravam trilhos interiores. Uma boa pergunta não fica à superfície. Entra, abre caminho por dentro, mexe no que estava adormecido. Não é por acaso que Jesus, Aquele que se dá a conhecer como o Caminho, faz tantas perguntas. E raramente são fáceis. São perguntas que nos partem a cabeça e nos obrigam a descer ao fundo de nós. Se Jesus parasse à tua frente e te perguntasse «o que queres que eu te faça?», o que responderias? Pensa mesmo. Não a resposta bonita. A verdadeira. Detalhes sobre a celebração 9 agosto @ Bible.com Disponível no canal de Youtube.

«Quem dizeis que eu sou?» Esta é a pergunta que Jesus fez aos Seus discípulos, e é a mesma pergunta que Ele faz a cada um de nós hoje. Será Ele um grande profeta, um sábio mestre, um amigo fiel, o Salvador, o Senhor? Ao longo da história, as pessoas têm descrito Jesus de muitas formas diferentes. Mas a pergunta continua a ser profundamente pessoal: quem dizeis que Ele é? Depois vem uma segunda pergunta — uma que vai ainda mais fundo: como é que vivemos aquilo que declaramos sobre Jesus? A nossa resposta é meramente um exercício intelectual, ou molda os nossos corações, as nossas vidas e as nossas escolhas? Respondemos com integridade, devoção sincera e obediência alegre? A nossa resposta a estas duas perguntas muda tudo. Detalhes sobre a celebração 2 agosto @ Bible.com Disponível no canal de Youtube.

Devocional 1 Timóteo Do mesmo modo, também os diáconos devem ser pessoas dignas e homens de palavra. Não devem ser dados ao vinho nem gananciosos, mas devem viver o mistério da fé com uma consciência sincera. Estes devem ser primeiro postos à prova e, só depois, se não houver nada contra eles, é que podem dedicar-se ao seu trabalho. As mulheres que servem na igreja devem ser igualmente dignas; não devem ser murmuradoras, mas pessoas de bom senso e fiéis em tudo. Os diáconos devem ser maridos fiéis , bons pais para os filhos e bons chefes de família. E aqueles que cumprirem bem a sua missão tornam-se merecedores de grande consideração e podem falar com autoridade sobre a fé em Cristo Jesus. 1 Timóteo 3.8-13 Quem se dispõe a servir os outros toma sempre como referencial maior a pessoa de Jesus. É n'Ele que se encontra a plenitude do altruísmo. O Seu amor desmedido e o seu carácter inatacável inspira qualquer um. Cabe, pois, a cada cristão seguir o Seu abençoado rasto. Nomeadamente os que forem escolhidos para o nobre ministério de cuidar de quem sofre e carece sofregamente de auxílio. Àqueles exige-se que sejam pessoas de uma só cara. Dignos no agir e ponderados no falar. Medindo bem o que entra e sai da boca, assim como da carteira. Repelindo excessos e ganâncias. Vivendo “o mistério da fé com uma consciência sincera.” Como tal, garanta-se que quem lida com as fragilidades de terceiros é suficientemente idóneo e maduro para tão delicada função. Escolham-se “pessoas de bom senso e fieis em tudo.” Independentemente de ser homem ou mulher, o que importa mesmo é que tenha uma conduta familiar exemplar e um coração espiritualmente esclarecido. Os que cumprem estes requisitos e, sobretudo, a missão que lhes foi confiada, estão aptos a “falar com autoridade sobre a fé em Cristo Jesus”, pois já o fazem sem abrir a boca. - Jónatas Figueiredo

Devocional 1 Timóteo É bem verdade aquilo que se costuma dizer: «Se alguém aspira ao episcopado deseja uma importante missão.» Pois o bispo deve ser uma pessoa de boa reputação, marido fiel, sóbrio, prudente, equilibrado, acolhedor, e deve ter capacidade para ensinar. Não deve ser pessoa dada ao vinho, nem a levantar conflitos, mas tolerante e calmo. E não deve ser interesseiro. Deve ser um bom chefe da sua própria família e saber educar os filhos no respeito, com toda a dignidade. Pois se alguém não é capaz de ser um bom chefe da sua própria família como pode assumir responsabilidades na igreja de Deus? Que não seja crente de há pouco tempo, para não se envaidecer, pois receberia o mesmo castigo que recebeu o Demónio . Convém ser uma pessoa respeitada até pelos de fora, para não se tornar motivo de difamação nem cair na armadilha preparada pelo Demónio. 1 Timóteo 3.1-7 Nenhuma actividade transcende a beleza de servir a Deus e as pessoas. Muitas ocupações são, inegavelmente, preciosas, mas longe de sobrepujarem o ministério cristão. Tal honra acarreta redobrada responsabilidade. Pois, se é verdade que elevação e excelência são virtudes requeridas em qualquer exercício laboral, mais ainda a quem se dedica a tão nobre missão. Não basta desejar uma obra de eleição para deitar tudo a perder com práticas medíocres. Desautoriza-se aquele que, sendo incumbido de orientar outros a amar a Deus e o próximo, dá tiros nos pés no plano relacional. De um cristão, consequentemente de um presbítero, espera-se uma conduta inatacável em domínios morais, pelo que se algo tiver de se evidenciar que seja uma sã sobriedade. A ter de se falar da sua reputação que invariavelmente venham à baila palavras que rimem, na sua essência, com fidelidade. Do ensino à hospitalidade que o bom cheiro se espalhe por diferentes paragens. Por último, concorra cada ministro para essa contínua e abençoada festa, riscando coisas nefastas do seu proceder diário, começando logo à cabeça pelo orgulho. - Jónatas Figueiredo

Devocional 1 Timóteo Quero pois que os homens, ao fazerem oração em qualquer lugar, o façam erguendo as mãos puras, sem ódios nem intrigas. Às mulheres quero pedir que se apresentem com dignidade, com modéstia, sem grandes penteados, nem ouro, nem joias nem vestidos luxuosos. Apresentem-se como convém a mulheres que se preocupam principalmente em agradar a Deus pelas boas ações. As mulheres aprendam em silêncio e com toda a humildade. Não lhes permito que ensinem nem deem ordens aos homens, mas devem ficar em silêncio. Primeiro foi criado Adão e só depois Eva, e quem caiu na tentação não foi Adão. A mulher é que foi tentada e cometeu a transgressão. Mas, criando os seus filhos, as mulheres salvar-se-ão, se modestamente permanecerem na fé, no amor e em santidade. 1 Timóteo 2.8-15 Orar é imperativo mas não de qualquer jeito. Palavras debitadas de cor de nada aproveitam. É puro desperdício de tempo fazer do diálogo com Deus uma cortina de fachada do dia a dia. Além de nada tapar, só ensombra o relacionamento com Ele. Mais do que nos nossos lábios o Seu olhar está colocado nas nossas mãos, pelo que procure ”agradar-se-Lhe pelas boas acções.” Pode ter-se muita garganta mas tal nunca encobrirá a sujidade acumulada nas pontas dos dedos e, sobretudo, no coração. Quem fala com Deus e, ao virar costas, procede como se tal não tivesse ocorrido apenas se engana a si mesmo. Recuse-se esse disparate pegado, garantido igualmente uma alma “sem ódios nem intrigas.” Que fique claro que permanece na obscuridade todo aquele que não se predispõe a perdoar. Há princípios eternos que bloqueiam o acesso ao Pai e outros, como a modéstia, a humildade e a santidade, que o facilitam. Atravesse-se, pois, a linha do lusco-fusco e vislumbre-se para lá das dicas circunstanciais. Aplique-se cada um, independentemente do género, a conversar dignamente com o Senhor. - Jónatas Figueiredo

Devocional 1 Timóteo Peço, em primeiro lugar, que todos façam a Deus orações, pedidos, súplicas e ações de graças por todos. Orem pelos que governam e exercem autoridade, para podermos viver em paz e sossego, louvando a Deus com dignidade e com todo o respeito. Assim é que deve ser e esta é a vontade de Deus, nosso Salvador. Ele quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade. É que há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo , que é homem e deu a vida por todos. Esta foi a mensagem que Deus revelou na altura própria. É disto que eu fui nomeado mensageiro, apóstolo e mestre, para ensinar a fé e a verdade aos não-judeus. Digo a verdade; não digo mentiras. 1 Timóteo 2.1-7 Não nos compete a nós fazer um crivo sobre quem devemos orar. Essa ideia aberrante de peneirar as pessoas deixando de dialogar com Deus acerca delas é uma limitação nossa, jamais uma directiva Sua. Somos tendencialmente separatistas, pelo que colocamos de lado muitos dos que precisam avidamente do Seu discernimento. Corrijamos esse erro intercedendo por toda a gente. Acompanhemos o raciocínio de Deus que deseja que cada coração se vire para Si. Roguemos por ricos e pobres, poderosos e fracos, de cima e de baixo, vaidosos e andrajosos, intelectuais e iletrados, anafados e esfomeados, amados e rejeitados, conhecidos e ignorados, pois, a todos, sem excepção, Deus quer abraçar. Sim, “Ele quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade.” Não cessemos de pedir por aqueles que, tendo responsabilidades governativas, necessitam urgentemente de compreender que “há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo.” Só assim poderemos “viver em paz e sossego, louvando a Deus com dignidade e com todo o respeito.” - Jónatas Figueiredo

Devocional 1 Timóteo Meu filho, Timóteo, quero deixar-te esta recomendação, que está de acordo com as palavras inspiradas por Deus, que te foram comunicadas. Apoia-te nelas e continua a lutar como Deus quer, com fé e retidão de consciência. Alguns deixaram de a seguir e naufragaram na fé. Himeneu e Alexandre pertencem ao número desses. Já os entreguei ao poder de Satanás, para que aprendam a não blasfemar contra Deus. 1 Timóteo 1.18-20 Uma palavra de encorajamento no momento certo dá-nos o ânimo extra para concluir o que temos entre mãos. É super importante contar com esse empurrão que nos remeta para diante. Estando num impasse ou numa altura crítica, não há nada melhor do que um santo beliscão que nos desperte de vez. Todos precisamos, aqui e acolá, de uma chamada de atenção para não fugirmos às nossas responsabilidades. A vida cristã é uma caminhada de obediência tão longa que, em certas curvas do trajecto, sentimo-nos fatigados e incapazes de chegar à meta. Valha-nos, nessas ocasiões, quem nos estimule a prosseguir e a honrar a missão que o próprio Deus nos confiou. Nesta ultra maratona de fidelidade e perseverança espiritual, há que ter em conta as cãibras e os espasmos em trilhos de maior grau de dificuldade e fazer-lhes face “com fé e rectidão de consciência.” Resistamos à dor de burro, às gretas nos pés e, até mesmo, às picardias de gente descompensada, colocando os olhos n'Aquele que não falha. Cristo é o nosso alvo e n'Ele nos inspiramos para avançar até ao fim! - Jónatas Figueiredo

A corrupção é uma adversária e tanto. Desgraçada, mas uma oponente musculada e intratável. Os seus tentáculos são enormes, finos (“elegantes”, “charmosos”) e poderosos. Parece imbatível e como tal, conduz inúmeras vezes à recorrente frustração, ao angustiante sentimento de impotência e ao tenebroso desespero. Entre vítimas e abusadores, é incontável o número de pessoas que são ceifadas de paz e da alegria de viver. Contudo, ela será vencida. Ponto. Parágrafo. Sério? Sim, é Deus Quem o diz, com todas as letras. Esta inimiga feroz será derrotada no meu e no teu íntimo, assim aprendamos nós a deleitar-nos no amor perfeito do Pai! Detalhes sobre a celebração 26 julho @ Bible.com Disponível no canal de Youtube.

Devocional 1 Timóteo Ao rei eterno, ao Deus único, imortal e invisível, sejam dadas honra e glória para sempre. Ámen. 1 Timóteo 1.17 Elogiamos tantas coisas ao longo da vida que não é aceitável esquecer o seu Autor. Se de pessoas a animais de estimação não poupamos na adjectivação, então porque carga de água colocamos Deus na prateleira? Podemos até ter carradas de motivos para enaltecer quem se nos alojou no coração mas haja decoro em reconhecer Aquele que nos quer sempre bem. A Sua acção em nosso favor não tem paralelo com mais nada com que alguém nos tenha prendado. Não há termo de comparação possível quando tomamos a cruz de Cristo por bitola. Podemos ter recebido mimos de alto quilate que são completas ninharias ao pé do gesto de amor de Jesus. Abra-se, então, ciclicamente, a nossa boca para destacar a graça que nos atingiu: “Ao rei eterno, ao Deus único, imortal e invisível, sejam dados honra e glória para sempre.” Os corações gratos que façam ecoar o “Ámen” não só por palavras mas também em actos. - Jónatas Figueiredo

Devocional 1 Timóteo Dou graças a Cristo Jesus, Senhor nosso, que me encheu de coragem e que me tornou digno de estar ao seu serviço, a mim que antes o ofendia, o perseguia e que me revoltava contra ele. Mas ele foi misericordioso comigo, pois eu não sabia o que andava a fazer porque não tinha fé. Contudo, a graça do Senhor foi muito grande para comigo e encheu-me de fé e amor, em união com Cristo Jesus. É bem certa e digna de confiança aquela palavra que se diz: «Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores.» E o primeiro pecador sou eu. Mas por isso mesmo é que fui tratado com misericórdia, para que Cristo Jesus pudesse mostrar, começando por mim, toda a sua paciência. Isto a fim de servir de exemplo para aqueles que depois haviam de acreditar nele, a fim de alcançarem a vida eterna. 1 Timóteo 1.12-16 O amor de Deus deixa-me sem palavras. É-me difícil expressar a gratidão que me invade por não ter desistido de mim. Tenho perfeita noção de como era feio interiormente. Não fora Ele e continuaria uma lástima. Ainda estou, obviamente, em processo de santificação, logo longe de ser o que desejo, mas pela graça de Deus já não sou o que era. Sim, desarma-me completamente saber que, na Sua extrema bondade, resolveu “tornar-me digno de estar ao Seu serviço.” Logo eu que O ofendi a torto e a direito com as minhas rebeldias e pedantices. Valeu-me “Ele ter sido misericordioso comigo”, apesar de eu não ter um pingo de vergonha e de me faltarem dois dedos de testa espiritual. “Contudo, a graça do Senhor foi muito grande para comigo e encheu-me de fé e amor, em união com Cristo Jesus.” Hoje considero-me, inegavelmente, um sortudo e tanto. Basta lembrar que, sendo um pecador de primeira apanha, estou, em Cristo, inteiramente perdoado. Sou, assim, mais um que Deus restaurou para sublinhar que n'Ele há esperança para qualquer pessoa. Que privilégio ser um instrumento Seu para que outros sigam Jesus e “alcancem vida para sempre”! - Jónatas Figueiredo

Devocional 1 Timóteo Sabemos que a Lei de Moisés é boa para quem se serve dela de modo legítimo. Note-se, porém, que a lei não é para os que cumprem a vontade de Deus, mas sim para os que a não cumprem e para os revoltosos, para os pecadores, para os que não aceitam nem respeitam a Deus nem as coisas santas, para os que são capazes de matar pai e mãe ou outra pessoa qualquer. É para os que praticam a imoralidade, para os homossexuais, para os que escravizam os outros, para os mentirosos, para os que juram falso e para aqueles que fazem seja o que for, contrário à verdadeira doutrina. Isto é que está de acordo com a boa nova gloriosa do Deus bendito, a qual me foi confiada. 1 Timóteo 1.8-11 As orientações de Deus são essenciais para nos balizar no dia a dia. Sem as Suas dicas vagueamos sem rumo, andando às voltinhas sobre nós mesmos e perdendo-nos no emaranhado de pensamentos volúveis. Precisamos, “como de pão para a boca”, dos Seus mandamentos. São eles que nos situam e nos indicam o caminho eterno. O propósito da Bíblia não é amedrontar-nos, mas, sim, encaminhar-nos para o colo de Deus. Não Lhe obedeçamos por pavor da “Lei” ou temor das respectivas consequências, antes nos mova o receio de frustrar o amor de Cristo e entristecer o coração do Pai. Rejamo-nos pela lei do amor, tendo perfeita noção que hoje, tal como no decorrer dos séculos, os tempos são de rebeldia espiritual. Mais do que nos chocarmos com práticas caídas, até porque é bom não esquecer que já vivemos enlameados nelas, sintamo-nos impelidos a partilhar com quem nos rodeia, o que “está de acordo com a boa nova gloriosa do Deus bendito”, a fim de que mais vidas possam vir a descobrir a beleza da amizade com Ele. - Jónatas Figueiredo

Devocional 1 Timóteo Peço-te que continues em Éfeso, como já te pedi ao sair para a Macedónia. É preciso que convenças alguns daí a não ensinarem doutrinas diferentes. Que eles não se deixem levar por lendas nem por listas intermináveis de antepassados. Isso serve mais para provocar discussões do que para realizar os planos de Deus, que conhecemos pela fé. O objetivo desta advertência é fazer com que eles vivam no amor que é fruto de um coração sincero, de uma consciência boa e de uma fé sem fingimento. Alguns deles transviaram-se e perderam-se em discussões inúteis. Querem ser mestres na lei e nem sequer sabem o que dizem nem sobre o que estão a falar com tanta segurança. 1 Timóteo 1.3-7 Há em todo o tipo de actividade pessoas dadas a muitas fabulações. Gostam de si mais do que a arte que abraçaram. No meio religioso não é diferente, pelo que acontece encontrar por aí quem se entretenha com “rodriguinhos” e piruetas intermináveis. Fantasiam sobre o que não dominam. Especulam sobre a fé abusando da credulidade de outros. Exploram-nos sem escrúpulos, enredando-os em engano. Esgotam-se em elegantes e etéreas frivolidades em detrimento de uma autêntica espiritualidade. Perdem-se e atolam-se em miudezas. Interessa-lhes mais a discussão do que a acção. Secundarizam “os planos de Deus”, enaltecendo o seu mundinho. Amam de boca e não de coração. Apresentam carradas de tiques de snobismo, a ponto de não conceberem que haja quem pense de forma diferente. Urge, pois, interromper práticas tão nefastas. Tudo começa por conciliar firmeza com amor, regando cada intervenção com uma boa dose de humildade. Denuncie-se o erro e aponte-se o caminho: Cristo. Assim, cada seguidor Seu, deve bater-se, saudavelmente, para que os seus companheiros de jornada “vivam no amor que é fruto de um coração sincero, de uma consciência boa e de uma fé sem fingimento.” - Jónatas Figueiredo

Devocional 1 Timóteo Paulo, apóstolo de Cristo Jesus, pela vontade de Deus, nosso Salvador e de Cristo Jesus nossa esperança, a Timóteo, meu verdadeiro filho na fé. Deus nosso Pai e Cristo Jesus, nosso Senhor, te deem graça misericórdia e paz. 1 Timóteo 1.1-2 Não há maior privilégio para um cristão, na verdadeira acepção do termo, do que ser um embaixador de Jesus. Representá-l'O perante quem quer que seja é uma autêntica honra. Esta sensação acentua-se quando há uma perfeita noção de que tal se deve, não ao mérito próprio mas, à doce “vontade de Deus.” E como é bom usar toda uma vida em favor de Cristo, dando a conhecer a outros a esperança que n'Ele se desfruta. Nada se compara à alegria de fazer ecoar o impacto que a vitória de Jesus tem no coração que se Lhe submete. Até a morte deixa de ser vista como um obstáculo intransponível! É verdadeiramente delicioso contribuir para que mais pessoas passem a ter a ajustada imagem de “Deus Salvador”. Vendo-O como O amigo gracioso. O Único que está sempre pronto para escutar pacientemente. Aquele que perdoa e transforma corações rebeldes. Sim, o Seu amor precisa de ser conhecido por toda a gente. Comece-se por revelá-lo no modo como se interage com quem se tem laços fraternais. Aí, será expectável, que a breve trecho, esse sentimento se alargue e se passe também a pedir o melhor para qualquer desconhecido: “Graça, misericórdia e paz.” E que desejo mais nobre pode formular-se a alguém do que “Deus seja contigo!”? - Jónatas Figueiredo

O orgulho, também conhecido por soberba ou arrogância, é um inimigo reconhecido à distância por cada pessoa que se enxerga saudavelmente a si mesma. Infelizmente, este nefasto pecado mortal, que gosta de andar de braço dado com outras paixões capitais, corrói o interior dos mais incautos ou daqueles que na sua altivez (lá está ele, ainda que com outro cartão de identidade, a espreitar mais uma vez!) fazem gáudio da sua cegueira e da sua bacoca auto-suficiência. Por tudo isto, apure eu os ouvidos para o aviso estridente que ecoa desde o Alto: Deus faz frente a toda a sorte de vaidade, pelo que mais tarde ou mais cedo o orgulho colapsará! Detalhes sobre a celebração 19 julho @ Bible.com Disponível no canal de Youtube.

Devocional Filipenses Saudações a todos os santos em Cristo Jesus. Os irmãos que estão comigo mandam-vos saudades. Todos, especialmente os do palácio do imperador, vos enviam cumprimentos. Que a graça do Senhor Jesus Cristo esteja convosco. Filipenses 4.21-23 A melhor coisa que podemos oferecer aos outros é o amor que recebemos de Deus. A começar pelas palavras. Não reduzindo, obviamente, tudo às mesmas. É de uma miséria arrepiante ficarmo-nos por expressões de etiqueta que mais não são do que conversa pegada. Optemos por manifestações simples de afecto que corroborem os actos praticados. Falem primeiro por nós os abraços, os sorrisos ou as mãos que estendemos em sinal de ajuda. Tendo Jesus como fonte contínua de inspiração imitemo-l'O sem parar. Espalhemos o Seu perfume em cada metro quadrado por que passemos. Não admirará que acabemos por constatar que há fruto espiritual até nas mais altas esferas da sociedade. Sim, o evangelho penetra qualquer coração. Sejamos, pois, propagadores da fé. Mais, tenhamos presente que se algo elevado podemos e devemos fazer é interceder uns pelos outros para “que a graça do Senhor Jesus Cristo esteja”, permanentemente, connosco. - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Contudo, fizeram bem em compartilhar as minhas dificuldades. Irmãos filipenses, bem sabem que no início da pregação do evangelho, quando parti da Macedónia, vocês foram a única igreja a ajudar-me. Compartilharam comigo no dar e no receber. Por mais que uma vez, quando eu estava em Tessalónica, me enviaram ajuda para as minhas necessidades. Não é que eu procure ofertas, mas desejo que seja acrescentado o mérito à vossa recompensa. Eu possuo tudo e em abundância. Agora que recebi tudo o que me enviaram por meio de Epafrodito, tenho mais do que o necessário. Essa oferta foi como o perfume de um sacrifício que Deus aceita e lhe agrada. O meu Deus há de conceder-vos com largueza tudo aquilo de que precisarem, segundo a sua riqueza gloriosa em Cristo Jesus. Glória a Deus, nosso Pai, para sempre. Ámen. Filipenses 4.14-20 A gratidão jorra-nos das entranhas quando outros vêm em nosso socorro nas alturas de maior aperto. Não há palavras suficientes para traduzir a alegria que nos invade por percebermos que não estamos sós. É tão bom constatar que as necessidades que sentimos não passam despercebidas a quem nos quer bem. Sim, abençoada gente que, desinteressadamente, nos estende a mão e resolve participar activamente nas nossas dificuldades. Corações dilatados que não descansam enquanto não vêem supridas as carências que nos assolam. Dão com mais facilidade do que recebem. Os seus gestos são simples mas sempre carregadinhos de amor. Repetem actos de bondade quantas vezes for preciso. Mimos preciosos que nos enchem as medidas. Barrigadas de generosidade para lá do que merecemos. É este tipo de oferta cujo perfume “Deus aceita e Lhe agrada.” Tanta liberalidade não empobrece apenas revela largueza de alma. Resta pedir a Deus que lhes dê em dobro tudo o que de tão nobre semeiam. - Jónatas Figueiredo

A injustiça magoa, fere. Às vezes corrói e mata lentamente, pelo que faz mossa severa a longo prazo. Esmigalha pessoas, sem dó nem piedade. E isso aleija o coração de Deus, tal é o amor que tem por cada alma humana. A rectidão agrada-Lhe, pelo que o Pai chora e lastima a insensibilidade por nós revelada com a mordomia do tempo e dos recursos que coloca à nossa inteira disposição. Aguentemo-nos, pois, à bronca do sonoro sopro do Espírito, denunciando aos quatro ventos as nossas reprováveis escolhas e acções. Abençoado trombone que, mais do que nos querer pôr na linha, é uma chamada para junto de Jesus, pois é n'Ele que a nossa alma descansa e se satisfaz! Detalhes sobre a celebração 12 julho @ Bible.com Disponível no canal de Youtube.

Devocional Filipenses Muito me alegrei no Senhor por me terem manifestado novamente sentimentos de carinho. Não quero dizer que eu pense que me tivessem esquecido, mas não tinham tido ocasião de se manifestarem. Não digo isto por precisar de alguma coisa, pois aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei viver na pobreza e também na abundância. Aprendi a viver em toda e qualquer situação: a ter fartura e a ter fome, a ter em abundância e a não ter o suficiente. Posso enfrentar todas as dificuldades naquele que me fortalece. Filipenses 4.10-13 Há quem pense que o cume da felicidade é a auto suficiência. Ilude-se esse que julga não necessitar de nada nem de ninguém. Abençoada pessoa que se dá conta do privilégio que é ser alvo de actos de solidariedade. É indicador de maturidade admitir que sabe mesmo bem receber mimos (in)esperados. Lá no fundo todo o ser humano aprecia ser apaparicado em doses moderadas. Não existe coração sadio que se blinde a “sentimentos de carinho.” Mais do que coisas o que gente de carne e osso almeja são abraços. E quando eles chegam valem ouro. Com isto não se escamoteia a preciosidade das pequenas e simples ajudas materiais. Elas, porque reconfortantes, representam um tónico extra. Ainda que se deseje que o cristão esclarecido aprenda “a contentar-se com o que tem”, tanto mais que sabe perfeitamente que pode “todas as coisas n'Aquele que o fortalece.” - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Por último, meus irmãos, prestem atenção ao que é verdadeiro, honesto, digno, puro, amável, ao que tem boa fama, ao que é virtuoso e digno de louvor. Ponham em prática o que aprenderam de mim, o que me ouviram e viram fazer, e estará convosco o Deus da paz. Filipenses 4.8-9 Se há recomendação em que valha sempre a pena apurar os ouvidos é aquela que nos sugira o trilho da paz. Acate-se todo o conselho que aponte para a verdade. Evite-se o que tresanda a engano e se percebe à distância que não passa de mera ilusão. Prefira-se o procedimento honesto ao desonroso. Nem se pestaneje diante de truques rasteiros, antes haja fibra para os desfazer com actos puros. Persiga-se a dignidade e fuja-se de práticas indecorosas. Opte-se pelas vias cristalinas em detrimento dos trajectos enviesados. É impossível chegar ao topo da escadaria da santidade pisando degraus obscenos. Já a amabilidade sem cartas na manga não só é desejável como também altamente recomendável. Agrada a Deus quem substitui a cultura de ressentimento por um estilo de vida assente na bondade. Sim, exercite-se a mente em tudo o que seja de “boa fama, virtuoso e digno de louvor.” Ponha-se em prática o que já se sabe de ginjeira e a paz de Deus será experimentada. - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Não se aflijam com coisa nenhuma, mas em todas as orações peçam a Deus aquilo de que precisam, com espírito de gratidão. E a paz de Deus, que vai mais além do que nós podemos entender, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em união com Cristo Jesus. Filipenses 4.6-7 A vida não é fácil, estando repleta de contrariedades. Não há que negar a existência significativa de sustos, percalços, injustiças, arranhões e esfoladelas, da mais variada ordem. O cristão pode ainda somar a tudo isso o preço a pagar por se identificar com Jesus. Mas nada disto deve roubar-lhe a serenidade. As aflições fazem parte integrante da caminhada, mas não é suposto que o desinquietem e transtornem. Sobretudo, atendendo à certeza que Deus está ao alcance de uma oração. Não há que desesperar quando se sabe que Ele está sempre pronto a escutar e a sossegar quem n'Ele ousa confiar. Por mais explosiva que seja a situação ou arrasado que alguém se sinta, importa lembrar que nada está acima do Seu poder. Derrame-se, pois, o coração diante de Deus, exprimindo-Lhe contínua gratidão “e a Sua paz, que vai mais além do que se possa entender, guardará os corações e os pensamentos em Cristo Jesus.” - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Alegrem-se sempre no Senhor. Repito, alegrem-se nele. Sejam amáveis para toda a gente. O Senhor virá em breve. Filipenses 4.4-5 Tenho aprendido, com avanços e recuos, a “alegrar-me sempre no Senhor.” Faz tempo, de há uns anos valentes a esta parte, que me dei conta que o verdadeiro gozo nada tem que ver com a acumulação de bens ou a degustação de experiências mais ou menos radicais. A felicidade genuína não depende realmente de coisas ou lugares, mas unicamente de pessoas. Sobretudo de uma em particular: Jesus Cristo. Foi Ele que me aceitou e perdoou, restituindo-me a dignidade que eu mesmo tinha espatifado. Na Sua companhia sinto-me amado, logo seguro. Os tempos de abundância ou de secura são passados na certeza que está ao meu lado e isso não tem preço. Reconheço que, aqui e ali, não detectando de imediato a Sua presença ao pé de mim dá-me a tremedeira. Vale-me, nesses achaques, o sussurro do Espírito que me recorda que Ele disse estar comigo até ao fim. É esta maravilhosa certeza que me anima todos os dias e me impele a partilhar aquilo de que tenho o coração cheio. Essa é a razão pela qual desejo distribuir generosidade “a torto e a direito”, tanto mais que “o Senhor virá em breve.” - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Peço a Evódia e a Síntique que vivam em harmonia, segundo a vontade do Senhor. E peço-te a ti, meu fiel companheiro, que as ajudes. Pois elas lutaram ao meu lado na pregação do evangelho, juntamente com Clemente e todos os meus companheiros de trabalho, que têm os seus nomes escritos no livro da vida. Filipenses 4.2-3 Ninguém pode estar em paz com Deus odiando um irmão na fé. Mais, a desavença fraternal é um indicador da incompreensão do amor de Cristo. Quem experimentou o Seu perdão tudo faz para viver de bem com o próximo. A desunião comunitária é letal para a expansão do reino de Deus. A competição voraz entre cristãos desautoriza-os e enfraquece-os. As truculências ministeriais só servem para cavar fossos relacionais, quando na verdade o ideal é a construção de pontes interpessoais. Busque-se, pois, o mesmo pulsar de Jesus: O amor transbordante. Acobertemo-nos uns aos outros com os nobres sentimentos do Salvador. Ajudemo-nos mutuamente na resolução de desaguisados. Insistamos na convivência “em harmonia, segundo a vontade do Senhor.” Recordemos que o tipo de relacionamentos que desenvolvemos com aqueles com quem temos desentendimentos espelha o estado da nossa saúde espiritual. - Jónatas Figueiredo

Vivemos e fazemos parte de um mundo com desigualdades. Existe um enorme desequilíbrio na distribuição da riqueza, do conforto, da segurança, dos cuidados de saúde e da educação. Os ricos não só dominam os pobres, como todo o sistema está viciado para que as coisas continuem assim. Quem tem poder e riqueza pode fazer o que bem entender; pelo menos é o que parece. Mas há Alguém que vê tudo e que está do lado dos pobres e dos oprimidos, e que também detém todo o poder do universo. Ele governa com amor, mas também com justiça! A impunidade, como todo o mundo irá descobrir, é uma falácia. Detalhes sobre a celebração 5 julho @ Bible.com Disponível no canal de Youtube.

Devocional Filipenses Portanto, meus queridos irmãos, de quem tenho tantas saudades, vocês que são a minha alegria e o meu prémio, continuem assim firmes no Senhor. Filipenses 4.1 Há gente que aprendemos a amar vendo a obra de Deus nas suas vidas. A alegria é redobrada quando por benesse divina somos envolvidos nesse projecto. É claro que a saudade aperta sempre que nos vemos privados de um convívio próximo. Contudo, a distância geográfica jamais belisca o afecto fraternal, nem sequer tolda as memórias do trilho percorrido em comum. São, aliás, estas que, tantas e tantas vezes, nos colocam um sorriso nos lábios e um brilho emocionado nos olhos. Tais recordações, além de nos fazerem um bem danado à alma, impelem-nos a perseverar na senda da imitação de Cristo. E é esse nobre alvo que nos leva a insistir com os nossos irmãos de jornada espiritual para continuarem “firmes no Senhor.” Só n'Ele é possível resistir a toda a sorte de falácias perpetradas pelo inimigo. Perseveremos, assim, no amor de Jesus, estimulando-nos mutuamente às boas obras. - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Irmãos, sigam o meu exemplo e imitem também aqueles que vivem de acordo com o exemplo que eu vos dei. Já vos disse muitas vezes e agora repito isto com lágrimas: há muitos que vivem como inimigos da cruz de Cristo. O fim deles é a perdição, pois o seu deus é o estômago. Sentem honra naquilo que os devia envergonhar e só pensam nas coisas deste mundo. Nós, porém, somos cidadãos do céu e de lá esperamos que venha o nosso Salvador, o Senhor Jesus Cristo. Ele transformará o nosso pobre corpo, tornando-o semelhante ao seu corpo glorioso, com aquele mesmo poder que ele tem para exercer domínio sobre todas as coisas. Filipenses 3.17-21 Mal de mim se me limitar a desafiar outros a seguir apenas as palavras que debito. Mais do que sentenças correctamente proferidas desejo apresentar como exemplo aquilo que faço. Tenho plena consciência das minhas limitações, no entanto, tendo eu Cristo por modelo e procurando imitá-l'O até à exaustão, ouso encorajar outros a proceder de igual forma. Cá por mim, ponho sempre os olhos nas acções daqueles que espelham Jesus nos pequenos grandes pormenores. Já os que “vivem como inimigos da cruz de Cristo” não me cativam. Só o facto de “o seu deus ser o estômago” revolve-me as entranhas. Provoca-me náuseas que “sintam honra naquilo que os devia envergonhar”. Procuro pautar a minha vida para lá do que a minha vista alcança, até porque me assumo como um “cidadão do céu”. Esse estatuto que Cristo me conferiu leva-me a crer, piamente, que um dia serei como Ele. Daí sentir, por antecipação, umas incríveis “saudades” desse glorioso futuro. É por isto, e muito mais, que não me canso de contagiar outros a acatar o amoroso domínio de Jesus. - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Não quero dizer que já o tenha alcançado ou que seja perfeito, mas continuo a ver se o consigo, visto que para isso fui conquistado por Cristo . É certo, meus irmãos , que eu não penso ter já conseguido isso, mas faço uma coisa: esqueço-me do que ficou para trás e esforço-me por atingir o que está diante de mim. Deste modo, caminho em direção à meta para obter o prémio que Deus nos prometeu dar no Céu por meio de Cristo Jesus. Todos nós, que já somos adultos na fé, devemos pensar assim. Mas se alguns pensam doutro modo, Deus lhes fará ver as coisas. Como quer que seja, continuemos na mesma linha que até agora temos seguido. Filipenses 3.12-16 Estou longe de ter alcançado a maturidade no meu relacionamento com Cristo mas pretendo chegar lá. Estugo os passos nessa direcção, pois sei-me distante da perfeição e, no entanto, foi para ela que “fui conquistado por Cristo.” É meu desejo corresponder da melhor forma possível à extravagância do Seu amor. Os planos que desenhou para mim são garantidamente preciosos pelo que não quero passar-lhes ao lado. Daí não poder viver das memórias sobre os feitos passados, ainda que Lhe seja grato por eles. Não posso cair no disparate de me desculpar com o labor anteriormente empregue para me desleixar no presente futuro. Não descansarei sobre os louros, que por sinal são poucos. Procuro, pois, “atingir o que está diante de mim.” Tento correr diariamente como se o céu que Jesus me garantiu fosse já ali. Não escondo que exige de mim coisas com que não simpatizo à primeira, tais como esforço e disciplina. No entanto, a graça de Cristo impele-me à obediência, pelo que “continuarei na mesma linha que até agora tenho seguido.” - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses O que eu desejo é conhecer a Cristo e experimentar o poder da sua ressurreição, tomar parte nos seus sofrimentos, chegando a ser como ele na morte, com a esperança de alcançar a ressurreição de entre os mortos. Filipenses 3.10-11 O que mais desejo na vida não é acumular conhecimento teórico acerca de Cristo mas estreitar o meu relacionamento com Ele. Percebi, com alguma demora, que não me chega empinar os Seus mandamentos e chapá-los no dia a dia. Preciso de mais, muito mais. Anseio aprofundar, bem para lá do saber teológico, o meu entendimento sobre o Seu coração. Aprender a raciocinar como Ele, dos pequeninos nadas às coisas graúdas. “Experimentar o poder da Sua ressurreição”, a ponto de valorizar cada pedacinho da vida presente, já que a futura Ele assegurou-ma. Celebrar todos os dias a vitória conquistada por Ele na cruz. Desfrutar a Sua amorosa companhia nos actos simples do quotidiano. Espelhar a beleza da Sua generosidade na sucessão de horas que Ele me conceder. “Tomar parte nos Seus sofrimentos”, sentindo como um privilégio o poder desfraldar o Seu lema: Amar sempre! Sim, quero identificar-me com Jesus até às últimas consequências, na esperança de alcançar a vida que Ele vive. - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Na verdade, considero tudo como um prejuízo, em comparação com o maravilhoso conhecimento de Jesus Cristo, meu Senhor. Por causa dele, desprezei tudo. Para ganhar Cristo e estar bem unido a ele, considero tudo isso como lixo. Se vivo em comunhão com Deus, não é com base na minha própria justiça, que vem da lei, mas sim com a que vem da fé em Cristo, a justiça que vem de Deus com base na fé. Filipenses 3.8-9 Se me fiasse nas minhas capacidades para lograr a comunhão com Deus estaria feito. Não há berço, bolsa ou canudo que me pudesse valer. Sei que por mim mesmo ficaria continuamente aquém do necessário. Sempre que tentei ficar de bem com Deus por via da minha aplicação religiosa só se acentuou a minha incapacidade. A tentativa sistemática de observar detalhadamente a Lei apenas adensou a minha frustração espiritual. Eu bem queria alcançar a paz mas percebi que não a desfrutaria através dos meus desalmados esforços. Dei-me conta que o amontoado de boas obras que fui acumulando nem a mim me impressionava. Como tal, renunciei a construir a minha própria bondade. Abri mão de uma religiosidade certinha mas inócua. “Na verdade, considero tudo como um prejuízo, em comparação com o maravilhoso conhecimento de Jesus Cristo, meu Senhor.” A Ele me entreguei de corpo e alma, considerando como lixo os meus pretensos méritos e a parafernália de preceitos religiosos. Sim, a intimidade que hoje desfruto com Deus, deve-se por inteiro à justiça que d'Ele vem, com base na fé em Cristo. - Jónatas Figueiredo

Como é que se supera a «longa noite da alma»? Aqueles dias e noites em que tudo parece correr mal, em que os inimigos são mais numerosos do que os amigos, em que a dor na alma é tão intensa que mal se consegue respirar, em que se tem tanto medo do que está para vir que nos sentimos presos ou paralisados, em que pedimos ajuda, mas ninguém responde. O que fazes? Distrais-te? Ignoras o desconforto e tentas seguir em frente? Tomas algo para entorpecer a dor? É nestes momentos que ansiamos por uma vida diferente, ou por não ter vida nenhuma. Não desesperes, Jesus tem estado e estará contigo em cada passo da tua jornada. Mesmo agora, Ele quer que saibas que há descanso à tua frente e que é melhor do que alguma vez poderias ter imaginado! Detalhes sobre a celebração 28 junho @ Bible.com Disponível no canal de Youtube.

Devocional Filipenses É certo que eu também podia confiar nessas coisas. Se alguém julga que pode confiar nisso, eu ainda tenho mais razões: fui circuncidado ao oitavo dia, sou judeu de nascimento, pertenço à tribo de Benjamim, sou descendente de hebreus. No que diz respeito à prática da lei, eu era fariseu e tão fanático que perseguia a igreja . Quanto ao cumprimento daquilo que manda a lei, ninguém me podia repreender em nada. Mas todas essas coisas, que eu julgava proveitosas, considero-as agora como prejudiciais para a causa de Cristo. Filipenses 3.4-7 Pode até acontecer que tenhamos um currículo religioso compostinho: Nados e criados em berço de tradição cristã, filhos de boas famílias, apelidos com toque brasonado ou herdeiros de gerações dedicadas. Contudo, nada disto é sinónimo de proximidade com Deus. Não é uma lista infindável de credenciais familiares que nos habilita ao céu. Nem sequer os largos anos, ou as sucessivas décadas, de participação activa em eventos e celebrações de cariz espiritual, atestam uma intimidade real com Jesus. Lá por, eventualmente, sermos extremosos cumpridores da Lei, não faz de nós mais do que os outros, nem nos coloca na rota da salvação. Uma folha de serviços recheada ou um diploma de virtudes pessoais de pouco vale na balança Divina. Tal ramalhete apenas desnuda a nossa mania das grandezas. Somos dados a exageros, quando na verdade estamos cheios de nada: “Todas essas coisas, que eu julgava proveitosas, considero-as agora como prejudiciais para a causa de Cristo.” Precisamos de um banho, porque um pingo é manifestamente pouco, de humildade para nos deixarmos banhar pela Sua graça. - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses A mim não me custa repetir o que já vos escrevi, pois é do vosso interesse. Cuidado com os cães; cuidado com os falsos pregadores; cuidado com os fanáticos da circuncisão. Nós, e não eles, é que recebemos a verdadeira circuncisão, porque estamos ao serviço de Deus pelo seu Espírito e nos sentimos orgulhosos de pertencer a Cristo Jesus, em vez de pormos a nossa confiança no que é apenas humano. Filipenses 3.1b-3 Há placas de aviso para as quais importa atentar seriamente. Minimizá-las é meio caminho andado para sofrer duras ferradelas. Cuidado, pois, com pessoas que, movendo-se no meio religioso, distorcem subtilmente o ensino de Jesus. Sob uma capa de pretensa espiritualidade afirmam-se detentoras da verdade. Assentam a sua fé em preceitos humanos e não tanto na graça de Cristo. Abocanham e mordem quem consideram indigno. Rosnam a torto e a direito. Eriçam-se por dá cá aquela palha. Ladram uma perfeição que, obviamente, também não possuem. Vêem o mundo segundo os seus óculos embaciados e não segundo o olhar amorosamente dilatado de Cristo. Hasteiam regras e regrinhas, desfraldando-as vaidosamente. Pavoneiam marcas externas quando o que Deus valoriza é a transformação por Ele operada na mente e no coração. Assim, enquanto peregrinos lembremos em permanência que “estamos ao serviço de Deus pelo seu Espírito e nos sentimos orgulhosos de pertencer a Cristo Jesus, em vez de pormos a nossa confiança no que é apenas humano.” - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Finalmente, meus irmãos, desejo que tenham alegria no Senhor. Filipenses 3.1a A melhor forma de finalizar o que quer que seja é preservando a “alegria no Senhor.” Por muitos relâmpagos e trovões que surjam importa guardar a paz e o gozo que só Jesus concede. Somos expostos a contrariedades a toda a hora, mas há uma certeza inabalável que jamais devemos esquecer: Cristo está ao nosso lado até ao fim. A Sua presença é mais do que suficiente para nos empurrar para diante e nos extrair em permanência um sorriso dos lábios. Não há companhia que se Lhe iguale. É Ele que, em cooperação com o Espírito, nos sossega o íntimo, restitui o entusiasmo, levanta o queixo caído, devolve as forças perdidas, mitiga a sede de ânimo, ensina a lidar com o sofrimento e recorda a vitória final. N'Ele encontraremos júbilo contínuo. Assentando em Jesus a nossa vida diária seremos capazes de encarar os grandes golpes da vida e saudar os incómodos de pequena monta. Exercitemos os músculos da cara e, sobretudo, os tendões da alma. - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Julguei que também era conveniente mandar-vos Epafrodito , irmão e companheiro de trabalho e de lutas, vosso enviado para me ajudar nas minhas necessidades. Ele tem tido muitas saudades de todos e tem andado preocupado convosco, por terem ouvido que ele estava doente. É verdade que esteve doente, mesmo quase a morrer, mas Deus compadeceu-se dele, e não só dele mas também de mim, para que eu não tivesse mais aflições do que as que já tenho. E por isso vou mandá-lo o mais depressa possível, para que sintam a alegria de o verem novamente e para que eu fique menos preocupado. Recebam-no, pois, com toda a alegria como um irmão no Senhor e estimem os que são como ele. Esteve quase a morrer ao serviço de Cristo, arriscando a sua própria vida para me prestar o auxílio que me faltava da vossa parte. Filipenses 2.25-30 Há gente que ao longo de décadas esfola a pele para nos ajudar. A maioria fá-lo, por certo, devido à inerência dos laços sanguíneos ou das suas funções profissionais. Abençoados familiares, professores, médicos, bombeiros, entre muitos outros, que no desempenho das responsabilidades assumidas despem continuamente a camisola para nos agasalhar. Acima destes, sensibiliza-me, particularmente, aqueles que, por amor a Cristo, se esfalfam até onde for preciso para acudir as nossas necessidades. Assumem-se, sem rebuço, como companheiros “de trabalhos e de lutas”, colocando-se corajosamente na linha de fogo. Sejamos gratos a Deus por essas pepitas vivas, que dando o corpo ao manifesto encaixam tantos golpes por nós. No entanto, há que resistir à tentação de os reter junto de nós, impedindo assim que vejam supridas as suas próprias carências e, sobretudo, possam ser uma bênção noutras paragens. A sua valentia temerária deve anima-nos a prosseguir e a procurar proceder de forma semelhante para com outros. Prezemos, pois, cada “Epafrodito” que Deus nos coloca no regaço e disponhamo-nos a ser um para alguém em aflição. Estejamos à altura de, se necessário for, “morrer ao serviço de Cristo”, isto é, “arriscar a própria vida para prestar auxílio.” - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Espero no Senhor enviar-vos brevemente Timóteo, para também eu ficar cheio de ânimo quando tiver notícias vossas. Não tenho nenhum outro tão unido a mim e que assim se preocupe tanto convosco. Todos os outros se preocupam apenas com os seus interesses e não com os de Jesus Cristo. Mas quanto a Timóteo, bem sabem como deu provas da sua virtude e como trabalhou comigo ao serviço do evangelho, como se fosse um filho com o seu pai. Espero enviá-lo, logo que saiba como vai terminar a minha situação. Confio no Senhor que também eu irei ver-vos brevemente. Filipenses 2.19-24 Nunca é demais dizê-lo: É tão bom ter amigos. Gente especial em quem se pode confiar. Pessoas de bem, cuja idoneidade está acima de qualquer suspeita. A quem se pode confidenciar algo sem temer que seja distorcido, apresentando-se sempre como abençoados auxiliadores e nunca como interesseiros usurpadores. Vidas que pugnam pela arte de encorajar, medindo os seus actos pela régua da generosidade. Companheiros desse quilate são preciosidades únicas. É verdade que não se encontram aos magotes, mas um punhado deles vale ouro. Sobretudo, quando se sabe que são “os interesses de Jesus Cristo” a movê-los. Daí não espantar que revelem uma disposição fabulosa para dar uma mãozinha onde for necessário. O serviço é, à semelhança do Mestre, a sua marca de água. Não se cansam de abraçar, animar e, quando necessário, admoestar. Reportam a realidade que, por vezes, se tende a ignorar. Propõem a colocação dos pés na terra quando há notória teimosia em viver de forma aluada. Sim, é fantástico contar com parceiros deste porte! Toca a estimá-los e a imitá-los! - Jónatas Figueiredo

Caminhamos, não raras vezes, a custo, muito custo… Em tantas ocasiões porque pesados, sobrecarregados e angustiados. Outras alturas há em quea a pressão das circunstâncias, das memórias passadas não restauradas (que se fazem presentes no quotidiano), das emoções reprimidas, do(s) inimigo(s) da nossa alma, dos maus hábitos e da rotineira inércia, nos entorpecem e chegam até a paralisar. Por fora e por dentro. E é aí, nesse ponto de bloqueio que urge buscar o ponto de quietude: Jesus! Só Ele pode substituir os jugos e os fardos terrenos pelo peso do Seu amor! Detalhes sobre a celebração 21 junho @ Bible.com Disponível no canal de Youtube.

Devocional Filipenses Portanto, meus irmãos, como sempre me obedeceram quando eu aí estava, obedeçam-me ainda mais agora que estou ausente. Trabalhem pela vossa salvação com temor e tremor, pois Deus está sempre a ajudar, fazendo com que desejem e realizem o que é da sua vontade. Façam tudo sem murmurações nem contendas para que sejam pessoas retas e dignas, filhos de Deus irrepreensíveis no meio de gente corrompida e perversa. Devem brilhar no meio dessa gente como estrelas no céu, levando-lhes a mensagem da vida. Desse modo, no dia de Cristo , eu poderei sentir-me satisfeito convosco, sabendo que não me esforcei nem trabalhei em vão. Ainda que a minha vida tenha de ser oferecida como vítima de sacrifício , para juntar à vossa oferta de fé a Deus, eu sinto prazer nisso e compartilho essa alegria convosco. Da mesma maneira, sintam igual prazer e tomem parte na minha alegria. Filipenses 2.12-18 Procuro lembrar-me diariamente que Deus deseja concretizar a Sua perfeita vontade na minha vida. Quero corresponder ao que desenhou para mim, até ao mais ínfimo e precioso traço. Não pretendo ficar a meio caminho nem colocar lá pedras que o bloqueiem. Anseio progredir, garantindo-Lhe total liberdade para me aperfeiçoar. Tenho consciência que é um processo por Ele iniciado mas que pede de mim um compromisso contínuo. Nesta viagem de longa obediência até ao Seu coração trabalharei arduamente para honrar o amor com que me cobriu. Conto, vez após vez, com a Sua indispensável ajuda, pois é Ele que opera “tanto o querer como o efectuar.” Tento, por isso, não me distrair com pequeninos nadas que atrapalham a marcha. Começando por vigiar a língua, de forma a não borrar a pintura com queixumes e intriguices. Agindo com dignidade e rectidão por mais degradado que seja o meio que me rodeie. No fundo, tendo por alvo resplandecer a luz de Cristo a toda a hora. - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Tenham os mesmos sentimentos que havia em Cristo Jesus : Ele, que por natureza era Deus, não quis agarrar-se a esse direito de ser igual a Deus. Pelo contrário, privou-se do que era seu e tomou a condição de escravo, tornando-se igual aos homens. E, vivendo como homem, humilhou-se a si mesmo, obedecendo até à morte, e morte na cruz. Por isso, Deus elevou Jesus acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo o nome; para que ao nome de Jesus se dobrem todos os joelhos: no Céu, na Terra e debaixo da terra; e para que todos proclamem, para glória de Deus Pai: Jesus Cristo é o Senhor! Filipenses 2.5-11 A referência suprema dos cristãos é Jesus. É para Ele que se devem virar todos os olhares quando a unidade fraternal é beliscada. Desavenças e discórdias tombarão se forem abraçados “os mesmos sentimentos que havia em Cristo.” Ao invés de viver agarradinho a questiúnculas e rodriguinhos, atente-se para a forma como Jesus pautava a Sua vida: Servindo sem ponta de egoísmo. Veja-se como abriu mão do Seu indiscutível estatuto, por amor dos seres humanos. O Seu coração nunca foi somítico, mantendo-se sempre, admiravelmente, escancarado. “Privou-se do que era Seu e tomou a condição de escravo.” Preferiu esvaziar-se a regatear os Seus legítimos direitos. Escolheu diminuir para beneficiar outros. Amou para além dos limites, “humilhando-se a Si mesmo, obedecendo até à morte, e morte de cruz.” A Sua extravagante graça atrai, ainda hoje, qualquer pessoa para o colo do Pai. Tudo porque, intencional e generosamente, procurou que Deus se destacasse. Imite-se, pois, já, Aquele de quem todos um dia dirão à boca cheia: “Jesus Cristo é o Senhor!” - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Portanto, se algum encorajamento, alguma consolação de amor, alguma comunhão do Espírito, alguns entranhados afetos e sentimentos de compaixão resultam da nossa união com Cristo, então peço-vos que me deem a grande satisfação de viverem em harmonia. Estejam unidos pelo mesmo amor numa só alma e nos mesmos sentimentos. Não façam nada por ambição pessoal nem por orgulho, mas, com humildade, considerem os outros superiores a vós próprios. Que ninguém procure apenas o seu interesse, mas também o dos outros. Filipenses 2.1-4 Se há farpas que ferem a unidade de qualquer comunidade cristã são a sede de poder e a busca desenfreada por prestígio. Quando o umbigo se sobrepõe ao coração o caldo entorna-se. A única forma de contrariar a tendência humana de “passar por cima de toda a folha” é atentar para o exemplo de Cristo. Ele jamais amarrotou vidas, pelo contrário tudo fez para as dignificar. Amou-as sem restrições, mesmo quando à vista de toda a gente eram consideradas desprezíveis. Nada fez “por ambição pessoal nem por orgulho”, pelo que importa imitá-l'O e, com humildade, considerar “os outros como superiores a nós.” Combata-se a cultura de umbigo, tão em voga de século em século, procurando para além do interesse pessoal o bem estar comunitário. Revele-se, à boleia do aprendido com Jesus, uma vontade invencível de amar e servir o próximo. Dê-se o exemplo começando a exercitá-la dentro de portas, demonstrando que os “afectos e sentimentos de compaixão resultam da nossa união com Cristo.” Aí, na “comunhão do Espírito”, alcançar-se-á a harmonia fraternal. - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Procurem, sim, comportar-se de maneira digna do evangelho de Cristo. Quer eu vá ter convosco e vos veja, quer esteja ausente e receba notícias, o que desejo é que permaneçam firmes e unidos, lutando todos juntos pela fé do evangelho. Não tenham medo dos inimigos. Isso será para eles sinal de perdição e para vós sinal de salvação. Tudo vem de Deus. Pois Deus vos concedeu o privilégio não só de crer em Cristo mas também de sofrer por ele. Agora, como sabem, tomam parte no combate comigo, no mesmo combate que me viram sustentar e que ainda continua. Filipenses 1.27-30 Independentemente dos altos e baixos por que venha a passar tenho por alvo “comportar-me de maneira digna do evangelho de Cristo.” É mais que sabido que os tempos actuais, à semelhança de outras fases da História, são cruelmente convidativos a solavancos e despistes. Ainda assim, a despeito desses duros embates, sei que a minha conduta diária deve ser consentânea com os valores do reino do qual faço parte. É certo que me dava um jeitão contar com o suporte presencial de certos gigantes da fé, no entanto, a sua ausência física nunca poderá servir-me de justificação para derrapar. Tanto mais que conto com uma legião de companheiros de peregrinação com os quais importa entretecer laços, “permanecendo firmes e unidos, lutando todos juntos pela fé.” Há que cerrar (evitar confundir com serrar!) fileiras e não permitir que se instale um espírito divisionista e derrotista. Daí, insistir comigo mesmo sobre a importância de não caminhar tristemente só. Como tal, dou as mãos aos que, como eu, entrelaçaram a sua vida com Jesus e querem dar-Lhe permanente destaque. Tento, etapa a etapa, não claudicar na fé, “pois Deus concedeu-me o privilégio não só de crer em Cristo mas também de sofrer por Ele.” - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses De facto, para mim o viver é Cristo e o morrer é ganho. Mas se o continuar a viver é útil para o meu trabalho, então não sei o que hei de escolher. Estou pressionado de ambos os lados: tenho o desejo de partir e de estar com Cristo, o que seria incomparavelmente melhor; mas, por vossa causa, é mais necessário continuar a viver. Como tenho a certeza disso, sei que vou ficar convosco para vos ajudar todos a progredirem na alegria da fé. Assim, quando eu vos for visitar outra vez, sentirão por minha causa motivo de maior satisfação em Cristo Jesus. Filipenses 1.21-26 Sou em Jesus verdadeiramente afortunado. Desde que O conheci que vivo como se me saísse todos os dias a sorte grande. Sim, a paz que me ofereceu não tem preço e o Seu perdão é de valor incalculável. “De facto, para mim o viver é Cristo e o morrer é ganho.” É n'Ele que me alicerço. Vivo para Lhe agradar a cada segundinho. Agarro-me à Sua mão e não a largo, de tanto precisar dela. Sem Ele ser-me-ia impossível encarar com tranquilidade a morte. Olho-a de frente e sorrio. Sei que para lá dela serei recebido por Deus de braços abertos. Daí, viver de mochila às costas, saltaricando de lugar em lugar até ao acampamento final. Enquanto não chega essa feliz ocasião, procuro ajudar outros a “progredirem na alegria da fé.” Até lá hei-de fazer de tudo para que quem me rodeie sinta “por minha causa motivo de maior satisfação em Cristo Jesus.” - Jónatas Figueiredo

Procuramos descanso em lugares tranquilos, mas é dentro de nós que o ruído abunda. Buscamos repouso na montanha, no campo ou junto ao mar, contudo a agitação é interior. Evadimo-nos para múltiplas actividades lúdicas, desportivas, culturais, familiares, domésticas e quantas e demasiadas vezes profissionais; e também não é nelas que mora o sossego. Imaginamos que a resposta para a ausência de paz nas profundezas da alma virá através de manifestações espectaculares (de força e poder) e, no entanto, basta o gentil silêncio do Pai, a voz mansa de Jesus, o sussurro suave do Espírito, que insiste em perguntar-nos individualmente: “o que fazes aqui?”, para, finalmente, nos aquietarmos. Detalhes sobre a celebração 14 junho @ Bible.com Disponível no canal de Youtube.

Devocional Filipenses Pois sei que tudo isto contribuirá para a minha libertação graças às vossas orações e à ajuda que vem do Espírito de Jesus Cristo. O meu grande desejo e esperança é que não venha a ser envergonhado, mas que agora, tal como tem sido sempre, eu tenha coragem para mostrar a grandeza de Cristo em mim próprio, seja pela vida seja pela morte. Filipenses 1.19-20 Acontece-me, mais vezes do que gostaria, ficar a apanhar papeis com determinadas ocorrências no dia a dia. Assumo que não capto tão rapidamente como desejaria qual o seu propósito. Bem sei, também, que não é suposto conseguir perceber, forçosamente, na hora o seu alcance ou interpretar num piscar de olhos a sua finalidade. O “timing” de Deus é, felizmente, bem distinto do meu. Eu tendo para uma análise feita em cima do joelho, enquanto Ele me recomenda pingos de bom senso e pitadas de paciência. Caminho devagarinho em direcção ao alvo: Reconhecer que “tudo contribuirá para a minha libertação.” Daí ser fundamental para mim o suporte em oração de gente que trava batalhas de calibre semelhante e, sobretudo, a “ajuda que vem do Espírito de Jesus Cristo.” N'Ele aprendi a sorrir independentemente das circunstâncias. É a Sua alegria em mim que me ajuda a encarar as adversidades como instrumentos de tonificação de carácter. Sim, “o meu grande desejo e esperança é que não venha a ser envergonhado, mas que tenha coragem para mostrar a grandeza de Cristo em mim próprio, seja pela vida seja pela morte.” - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses É certo que alguns anunciam a Cristo por terem inveja e rivalidade, mas outros fazem-no com boa intenção. Uns fazem-no por amor, sabendo que tenho por missão a defesa do evangelho; outros anunciam Cristo por espírito de competição e sem sinceridade. Querem aumentar os meus sofrimentos agora que estou preso. Mas que importa? Seja com fingimento, seja com sinceridade, Cristo é anunciado. E isso é que me dá alegria. E continuarei a sentir alegria. Filipenses 1.15-18 Desde que Cristo seja anunciado pouco me importa o que pensem de mim. Não pretendo colher crédito, honra ou prestígio à custa d'Aquele a quem devo, rigorosamente, tudo. Longe de mim ofuscá-l'O, até porque além de disparatado seria impossível. Não me interessa, mesmo, o que outros resolvam dizer de mim. Ainda que, aqui e acolá, se comportem pouco amigavelmente para comigo, tento responder com a elevação que de Jesus aprendi. Se com desprezo me tratam procuro retrucar com amor. Não é fácil, mas Cristo, que a tal me impele, nunca me disse o contrário sobre o caminho da cruz. Tento, pois, não me envolver em despiques ministeriais absurdos ou competições descabidas entre companheiros de missão. Agarro-me a relacionamentos saudáveis que, deitando para trás das costas ciumeiras e ressentimentos, têm apenas por alvo “a defesa do evangelho.” Até porque não busco o meu engrandecimento mas o de Cristo, o Senhor. “E isso é que me dá alegria.” - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Meus irmãos, quero que saibam que aquilo que me aconteceu até contribuiu para o progresso do evangelho. Pois toda a guarda do palácio do governador e todos os demais sabem que eu estou na prisão por seguir a Cristo. E a maior parte dos irmãos, por verem que estou preso, encheram-se de confiança no Senhor e têm mais coragem para anunciar a palavra de Deus. Filipenses 1.12-14 É um exercício altamente salutar olhar para o retrovisor e perceber que aquilo que, no passado, foi circunstancialmente considerado uma catástrofe contribuiu, em muito, para a difusão da fé. Não só fortalecendo a dependência pessoal de Deus mas abrindo portas em muitos corações. Deus trabalha para lá dos moldes que humanamente se presumem adequados. Ainda que se vertam lágrimas pela dor do momento, permita-se que, enquanto elas escorrem, Deus aclare o alcance do Seu plano. É espantoso como um aparente revês se pode vir a revelar um contributo espiritual enormíssimo. Preste-se, pois, atenção à forma como Deus move os cordelinhos para que cada vez mais gente O conheça. Assim, os apertões actuais, sejam de que ordem for, podem muito bem ser o meio que Ele use para que se saiba que “seguimos a Cristo.” Tal sucedido, concorrerá para “o progresso do evangelho” e para que muitos companheiros “se encham de confiança no Senhor e tenham mais coragem para anunciar a palavra de Deus”. - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Dou graças ao meu Deus, sempre que me lembro de vós, Eu faço sempre com alegria menção de vós em todas as minhas orações pela maneira como tomaram parte comigo na proclamação do evangelho, desde o primeiro dia até agora. Estou convencido de que Deus, que convosco começou a sua boa obra, continuará a aperfeiçoá-la até ao dia de Cristo Jesus. É justo que eu tenha estes sentimentos a vosso respeito pois vos trago a todos no coração, por tomarem parte comigo na missão que Deus me confiou, tanto na minha prisão como na defesa e proclamação do evangelho. Deus é testemunha de que vos amo a todos, e o amor que vos tenho vem do próprio coração de Cristo Jesus. O que eu peço a Deus é que o vosso amor cresça cada vez mais com sabedoria e entendimento, para que saibam escolher o que é melhor. Assim, terão uma vida digna e irrepreensível para o dia da vinda de Cristo. Será uma vida cheia de boas ações que Jesus Cristo realiza em vós para glória e louvor de Deus. Filipenses 1.3-11 É fantástico olhar para trás e constatar a multidão de pessoas especiais que Deus foi colocando no meu caminho. Gente de quem é fácil falar à boca cheia, seja com Deus ou com outros companheiros. A gratidão pula-me no peito pelas experiências vividas em conjunto. Sobretudo, as aventuras relacionadas com a “proclamação do evangelho”. É impossível esquecer os que permaneceram ao meu lado em tempos de abundância e de escassez. Não arredaram pé nas alturas de regozijo, bem como nas de amargura. Sabe bem recordar a forma como me senti amparado por essas vidas tão dedicadas. São memórias assim que me impulsionam para diante, fazendo-me prosseguir na caminhada cristã. Os laços fraternais são de tal ordem que o que mais desejo é que Deus continue a aperfeiçoar a obra que iniciou nesses corações e os use poderosamente “até ao dia de Cristo Jesus”. Não escondo o amor que lhes tenho, sabendo que brota directamente do coração d'Aquele que nos salvou. É por isso que insisto em interceder por amigos de peregrinação para que cresçam em amor e discernimento, a ponto de saberem “escolher o que é melhor” a cada dia. Que juntos possamos ter “uma vida cheia de boas acções que Jesus Cristo realiza em nós para glória e louvor de Deus”. - Jónatas Figueiredo

Devocional Filipenses Da parte de Paulo e de Timóteo, servos de Cristo Jesus, dirigimo-nos a todos os santos em Cristo Jesus que vivem na cidade de Filipos, com os seus bispos e diáconos. Que Deus, nosso Pai, e Jesus Cristo, nosso Senhor, vos concedam graça e paz. Filipenses 1.1-2 O cristão deve ter uma noção balizada de si mesmo. Não se enxergando como o supra sumo do que quer que seja, mas antes como um permanente aprendiz de Jesus. Longe de uma postura senhorial. Próximo de uma conduta simples e humilde. Vendo-se como propriedade integral de Deus, sem Lhe sonegar nenhum ascendente em qualquer área da vida. Tendo máximo prazer em obedecer sem reservas a tudo aquilo que Ele diga. Vibrando com a liberdade que o amor concede. Percebendo que a fé não se compartimenta, mas se integra. Transparecendo Cristo por actos e palavras. Recusando viver numa cápsula religiosa. Abrindo os olhos da alma para lá das fronteiras de quintal que lhe queiram impor. Entranhando a visão alargada de reino. Percebendo que está rodeado de companheiros cujo carácter Deus também vai burilando. Desejando continuamente que o encanto da mensagem da reconciliação se efective a cada dia, em si e nos que o rodeiam. - Jónatas Figueiredo

Andamos desassossegados por nos alienarmos da criação, das outras pessoas, do que fazemos e, em última instância de nós próprios. É imperativa uma viragem para Deus, o Eu Sou, o verdadeiro ponto de quietude, em Quem podemos (re)descobrir a nossa identidade e o propósito para esta vida e para a que há-de vir! Detalhes sobre a celebração 7 junho @ Bible.com

Devocional 2 Tessalonicenses Que o Senhor, Deus da paz, vos dê sempre a sua paz, e de todas as maneiras. Que o Senhor esteja com todos vós. Eu, Paulo, escrevo esta saudação pela minha própria mão. Este é um sinal para conhecerem todas as minhas cartas. É assim a minha letra. Que a graça de Jesus Cristo, nosso Senhor, esteja com todos vós. 2 Tessalonicenses 3.16-18 Andamos num virote durante grande parte dos nossos dias à procura de algo que nos preencha. Vivemos desalmadamente, correndo atrás de sonhos mil. Fazemos de tudo para alcançar metas que definimos como geradoras de felicidade. Mas no fundo apenas estamos a aplicar altas doses de energia em imensa tralha passageira. Fazendo um mero exercício introspectivo damo-nos conta, num instantinho, como empregamos mal tempo e recursos. Sim, grande parte das vezes, esgotamo-nos em correrias loucas para terminarmos estafados e desassossegados. Esgravatamos aqui, escarafunchamos acolá, sem nos apercebermos que em Cristo já temos o que nos preenche. Nada se compara à Sua companhia, pelo que é pura perda de tempo buscar satisfação noutro lado que não na Sua pessoa. Interiorizemos de vez que o melhor que nos pode suceder é “que o Senhor, Deus da paz, nos dê sempre a Sua paz, e de todas as maneiras.” Quem caminha sob a graça de Jesus Cristo tem tudo o que precisa! - Jónatas Figueiredo

Devocional 2 Tessalonicenses E da vossa parte, irmãos, nunca se cansem de fazer o bem. Se alguém não obedecer às instruções que vos damos nesta carta, vejam de quem se trata e não convivam com ele, para que se envergonhe. Contudo, não o tratem como inimigo, mas corrijam-no como irmão. 2 Tessalonicenses 3.13-15 Não vale a pena escamotear que em alturas específicas nos sentimos de rastos. Faltam-nos as forças até para erguer um dedo. A desilusão assalta-nos de tal forma que não nos apetece fazer o que quer que seja. Nem sequer estender a mão a outros. É aqui que se encontra o erro. Refiro-me, obviamente, à recusa em ajudar e não ao desgaste acumulado. Percebamos que não é pelo facto da postura de terceiros nos entristecer que devemos cansar-nos de fazer o bem. Mesmo quando nos apercebermos de práticas abusivas há que contrariar a nossa tendência de responder na mesma moeda. Resistamos, por outro lado, à sedução de abraçar a cultura facilitista do “encosta”. Rejeitemos igualmente a via da indiferença. À preguiça respondamos com amor redobrado. Sejamos firmes com os companheiros que insistam em viajar em contramão. Não condescendamos com o pisar do risco continuado. “Contudo, não nos tratemos uns aos outros como inimigos, mas corrijamo-nos como irmãos.” Descubramos, assim, que nos vamos tornando mais fortes quando decidimos amar, à imagem do exemplo supremo de Cristo. - Jónatas Figueiredo

Devocional 2 Tessalonicenses Irmãos, em nome do Senhor Jesus Cristo, queremos recomendar-vos que se afastem de todos aqueles irmãos que vivem sem fazer nada e que não seguem os ensinamentos da tradição que receberam de nós. Sabem muito bem que devem seguir o nosso exemplo. Não andámos por aí sem fazer nada, nem comemos de graça o pão de ninguém. Antes trabalhámos duramente, noite e dia, para não nos tornarmos pesados a nenhum de vocês. Não é que não tivéssemos direito a receber alguma coisa, mas quisemos dar-vos o exemplo para que façam como nós. Quando aí estávamos, dissemo-vos claramente que quem não quiser trabalhar não tem direito a comer. Ouvimos dizer, de facto, que andam por aí alguns sem fazer nada ou ocupando-se com ninharias. Queremos recomendar vivamente a esses tais, em nome do Senhor Jesus Cristo, que trabalhem em paz e ganhem o pão que comem. 2 Tessalonicenses 3.6-12 Há malta que gosta de se encostar à sombra da bananeira. À laia das fortes convicções que dizem ter espraiam-se no “dolce far niente”. Aproveitam-se de funções de destaque, sejam religiosas ou de outra ordem, para viver à custa do labor de terceiros. Gostam de não fazer nenhum e, como tal, adoptam por brasão a ociosidade. Urge interromper esse lema horroroso de “andar por aí sem fazer nada.” Primeiro, garanta-se que não se pertence a esse reprovável clube. De seguida, guarde-se a distância devida de tão ignóbil prática. Por último, ponham-se os olhos em gente cujo exemplo de vida é inatacável. Fixe-se o lastro de excelência de pessoas que integraram de forma ajustada a fé e o trabalho. Tome-se e abrace-se como referencial a seguinte máxima: “Não se coma de graça o pão de ninguém.” Rejeite-se como estilo de vida viajar à boleia da carteira dos outros. Cada um averigúe se não se tem tornado, ilegitimamente, “pesado a alguém.” Rejeitem-se, pois, as tricas e as ninharias como “modus operandi” no dia a dia, antes preferindo, em nome de Cristo, toda a obra de paz. - Jónatas Figueiredo

E se o problema não estiver naquilo que olhamos, mas na forma como vemos? Vivemos rodeados de barulho, de pressa, de coisas que pedem a nossa atenção. No meio disto, Cristo pode tornar-se um vulto distante. Uma ideia gasta. Uma figura que conhecemos demais para nos surpreender. No entanto, Deus faz brilhar a sua luz dentro de nós para nos dar a conhecer a sua glória no rosto de Jesus. Isto não é poesia bonita. É uma promessa concreta para quem anda com os olhos cansados. Queremos descobrir o que muda quando voltamos a ver Jesus com clareza. Detalhes sobre a celebração 31 maio @ Bible.com Disponível no canal de Youtube.