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Jens Spahn tritt als Fraktionschef zurück. Kanzler Merz muss seine Spitze neu sortieren. Spahn hat sich als Gesetzgeber gegen die Leihmutterschaft positioniert und als Privatmann eine Leihmutter engagiert. Für die Frauen, die Konservativen, die Christen in der Partei ein Schock. Sein Fall hinterlässt Wut und Ratlosigkeit. Und die Häme der AfD ist der Union sicher. Wer vertraut ihr noch? Und wie sehr belastet der Fall Spahn den Zusammenhalt in der Partei? Gregor Papsch diskutiert mit Prof. Dr. Andreas Rödder – Historiker; Dr. Liane Bednarz – Publizistin; Friederike Haupt – Korrespondentin, FAZ
This week the gang talks lore clarifications, 12.1 dungeon tuning and they discover the identity of FAZ Dev - or did they?NewsThe Truth is out There!Senior Quest Designer, Keith Riley went to X to clarify some misconceptions about last week's Lore debate. The cinematic at the heart of the controversy depicts the in-game Haranir perspective. The thread goes on to point out that the visions of the Haranir paints can have gaps, and/or inaccuracies. Keith concludes that a definitive account was not presented.Linkshttps://x.com/Boogily_Woogily/status/2076007096341192929Season 2 Dungeon Testing ContinuesBlizzard has taken a look at the feedback provided over the first 2 weeks of dungeon testing and made many of the adjustments players were asking for including increased difficulty on bosses like Mchimba and The Golden Serpent in Kings Rest. As well they continue to tweak the final boss in Sethraliss to make it more engaging and require a higher level of group coordination. All dungeons are available for mythic+ testing this week.LinksFeedback: Midnight Season 2 Dungeon Test July 14th - July 20thiTunes // Bonus Roll Production Directory ThanksSpecial thanks to Rak and all our patrons. FAZ will always be free, but if you enjoy the content we produce, consider pledging to our Patreon at Patreon.com/FAZSubscribe to For Azeroth! PCGamesNLauren Bergin of PCGamesN sat down with Game Director, Ion Hazzikostas to check in on the state of WoW.Ion reiterates that the story of modern WoW is broadening what is on offer for different audiences.The team was fixing bugs too close to release without reviewing to see if there were knock-on effects of the last minute pokes at the code. Fixing an elevator bug in SoO caused a major issue in housing.The Team prioritizes issues based on a number of factors including the severity of the issue, the number of people affected, and balances that against the efforts required to address that issue vs others. They gave an example of “ghost-town” Silvermoon.Ion spoke on loud voices in the community not understanding who content is directed to and dismissing the content outright.As the team iterates on WoW, they are worried about being too formulaic.12.1 might at first seem like a side story but Ion reassures that it ties into the overarching plot of the World Soul Saga.LinksIon Hazzikostas on Midnight, addons, housing, and the state of World of Warcraft in 2026OutroBe part of the conversation and join us on Discord bit.ly/fazdiscordThank you so much for supporting the show!
In unserem Grundgesetz sind Mittel verankert, mit denen sich unsere Demokratie gegen ihre Abschaffung wehren kann. Wie gut schützen diese Instrumente die Demokratie tatsächlich vor ihren Feinden? Ein Vortrag des Staatsrechtlers Horst Dreier. Horst Dreier war bis zu seiner Emeritierung im Jahr 2020 Professor für Rechtsphilosophie, Staats- und Verwaltungsrecht an der Julius-Maximilians-Universität Würzburg. Die Grundfragen des Verfassungsrechts gehören zu seinen Forschungsschwerpunkten. Sein Vortrag "Vom Schutz der Verfassung" wurde am 21. Mai 2026 im Rahmen der Legal Masterclass des Alfried Krupp Wissenschaftskollegs Greifswald aufgezeichnet. ******* +++ Deutschlandfunk Nova +++ Hörsaal +++ Deutschlandradio +++ Wissen +++ Wissenschaft +++ Vortrag +++ Wehrhafte Demokratie +++ Militant Democracy +++ Streitbare Demokratie +++ Politik +++ Staatsrecht +++ Verfassungsrecht +++ Rechtsphilosophie +++ Rechtsextremismus +++ Linksextremismus +++ Extremismus +++ Grundgesetz +++ Verfassung +++ Demokratie +++ Demokratiekrise +++ Vereinigungsverbot +++ Parteiverbot +++ AfD +++ AfD-Gutachten +++ Parteiverbotsverfahren +++ Ewigkeitsklausel +++ Grundrechtsverwirkung +++ Verfassungsschutz +++ Bundesverfassungsgericht +++ Parteienfinanzierung +++ Verfassungstreue +++**********In dieser Folge mit: Moderation: Katrin Ohlendorf Vortragender: Horst Dreier, Rechtsphilosoph und Staatsrechtler, ehem. Professor für Rechtsphilosophie, Staats- und Verwaltungsrecht an der Uni Würzburg**********HörtippHologrammatica, Science-Fiction-Thriller, eine Podcast-Serie des Deutschlandfunks**********Ihr hört in diesem Hörsaal:1:56 - Vortragsbeginn3:54 - Gliederung des Vortrags4:47 - Die sogenannte Ewigkeitsklausel (Art. 79 Abs. 3 GG)8:01 - Die wehrhafte / streitbare Demokratie10:34 - Das Konzept der wehrhaften Demokratie15:40 - Der Einwand des Selbstwiderspruchs21:57 - Die Instrumente der wehrhaften Demokratie22:08 - Grundrechtsverwirkung (Art. 18 GG)23:49 - Vereinigungsverbot (Art. 9 Abs. 2 GG)30:05 - Parteiverbot (Art. 21 Abs. 2 GG)34:21 - Verfassungstreuepflicht der Beamten (Art. 33 GG)35:21 - Der Extremistenbeschluss des BVerfG von 197539:11 - Kritik am Beschluss des BVerfG43:59 - Die "Streubreite" der verwaltungsgerichtlichen Judikatur48:14 - Fazit49:30 - Verfassungsschutz durch die Zivilgesellschaft51:49 - Hörtipp: Hologrammatica**********Quellen aus der Folge:Dreier, H. (2023). Die grundgesetzliche "Ewigkeitsklausel" zwischen Demokratieermöglichung und Verfassungszementierung. In: van Ooyen, R.C., Möllers, M.H. (eds) Handbuch Bundesverfassungsgericht im politischen System. Springer VS, Wiesbaden.Horst Dreier: Selbstschutzmechanismen des Grundgesetzes - Zum politischen System der wehrhaften Demokratie. KEB Thementage - Zur Debatte, 2/2024.Horst Dreier: Grundrechte als Gefahr? Die Risiken einer freiheitlichen Verfassung. FAZ, 26.08.2021. **********Mehr zum Thema bei Deutschlandfunk Nova:Big Tech: Wie Künstliche Intelligenz die Demokratie zerstörtSchule und Uni: Was politische Neutralität in der Bildung bedeutetUnzufrieden: Warum wählen so viele Deutsche die AfD?**********Den Artikel zum Stück findet ihr hier.**********Ihr könnt uns auch auf diesen Kanälen folgen: TikTok und Instagram .
Podcast Norma Melhorança entrevista o Prof. Paolo Scappaticci sobre o curso on-line dedicado aos três livros de A Divina Comédia, de Dante Alighieri: Inferno, Purgatório e Paraíso (áudio legendado).Para que servem os livros clássicos? Por que, em 2026, ainda vale a pena ler as grandes obras da Sabedoria Universal?Nesta conversa, o Prof. Paolo Scappaticci mostra por que A Divina Comédia permanece uma das obras mais atuais da literatura e do pensamento ocidental. Muito além de um poema medieval, ela oferece um profundo itinerário de autoconhecimento, reflexão ética e transformação humana, capaz de iluminar os desafios individuais e coletivos do nosso tempo.Um convite para redescobrir um clássico que continua dialogando com as questões mais urgentes da contemporaneidade.Talvez não seja excessivo supor que, atravessado pelo exílio e pelas correntes filosóficas de sua época, Dante Alighieri tenha inscrito no poema ensinamentos místicos que permanecem vivos: das trevas para a luz. É por isso que a obra segue essencial, século após século, ela oferece um verdadeiro mapa de transformação interior do ser humano. Programação
"Qual é a tua opinião sobre pedir um reforço do crédito habitação para comprar um elétrico e poupar 250€/mês de combustível?" — pergunta real de um seguidor. Fiz a conta. E a resposta não depende da taxa de juro.Durante anos analisei a vida financeira de centenas de famílias — foi daí que nasceu o Bofetada Financeira. Neste episódio mostro os três cenários: o do stand, o do banco e o da realidade — incluindo o que acontece quando a disciplina falha a meio.
A Palavra de Deus ocupa hoje o centro da liturgia. Quando falamos da Palavra de Deus, pensamos muitas vezes apenas na Bíblia. Mas a Palavra de Deus é mais do que um livro: a Sagrada Escritura, lida na Tradição viva da Igreja, conduz-nos até Jesus Cristo, que é a Palavra de Deus feita carne.Podemos cair em dois extremos. O primeiro é pensar que a Palavra de Deus é apenas mais uma palavra entre tantas vozes que ouvimos todos os dias. O segundo é imaginá-la tão distante e misteriosa que nunca a poderemos compreender. A verdade é outra: a Palavra de Deus é uma palavra humana na qual Deus Se diz. Deus fala-nos através de palavras humanas para entrar em diálogo connosco e transformar a nossa vida.Vale a pena perguntar: tenho verdadeiramente fé na Palavra de Deus? Ou procuro nela apenas um consolo para os momentos difíceis? A Palavra não nos é dada apenas para confortar, mas para nos converter, para nos tornar aquilo que Deus sonha para cada um de nós.Isaías oferece-nos uma imagem belíssima: «Assim como a chuva e a neve descem do céu e não voltam para lá sem terem regado a terra, assim acontece com a palavra que sai da minha boca: não voltará para Mim sem ter produzido o seu efeito.» A questão é esta: a Palavra produz efeito em nós?Todos sabemos como determinadas palavras permanecem na nossa memória. Uma palavra de carinho enche-nos de alegria; uma palavra dura pode ferir-nos durante muito tempo. As palavras significativas acompanham-nos, ocupam o coração e transformam a nossa maneira de olhar a realidade. Assim acontece também com a Palavra de Deus: ela só produz fruto quando a guardamos, a meditamos e a deixamos habitar em nós.O Evangelho compara a Palavra à semente. A semente é pequena, quase insignificante, mas está cheia de vida. Quando encontra terra boa, torna-se planta, árvore, fruto abundante. Também a Palavra de Deus pode parecer discreta perante tantas mensagens que diariamente nos rodeiam, mas possui uma força de vida incomparável.Precisamente porque comunica vida, a Palavra desafia-nos. Desinstala-nos, tira-nos da mediocridade e convida-nos a dar passos que talvez não estivéssemos dispostos a dar. Por vezes dizemos: «Não entendo a Palavra de Deus.» Mas será sempre falta de compreensão? Ou será, por vezes, resistência ao caminho novo que ela nos propõe?Quando deixamos que a Palavra atue, ela não nos anestesia. Pelo contrário, torna-nos mais atentos, mais sensíveis, mais humanos. Faz-nos perceber melhor aquilo que desumaniza, aquilo que precisa de ser mudado, e desperta em nós o desejo de uma vida mais plena.É neste sentido que São Paulo afirma que os sofrimentos do tempo presente não se podem comparar com a glória que há de manifestar-se em nós. A conversão pode implicar algum desconforto, porque abandonar hábitos, corrigir atitudes e recomeçar nunca é fácil. Mas trata-se de uma dor fecunda, que prepara uma vida nova.Deus não nos olha para nos condenar. Olha-nos como filhos muito amados, chamados à plenitude da vida. É por isso que nos dirige a Sua Palavra: para que cresçamos, amadureçamos e demos fruto.Perante este Evangelho, fica uma pergunta para cada um de nós: que espécie de terra sou eu? Um coração endurecido e fechado, ou uma terra fértil, disponível para acolher a semente da Palavra de Deus e deixar que ela produza fruto abundante?
VW steckt tief in der Krise: 100'000 Jobs sollen gestrichen, Werke geschlossen und Modelle eingestellt werden. VW steht aber auch für das deutsche Wirtschaftswunder. Der VW-Käfer oder der Bulli sind legendär. VW hat schon manche Krise gemeistert, diese ist jedoch besonders. Schafft Volkswagen das? In dieser Episode zu hören: - Christian Müssgens, der Journalist schreibt für die FAZ und hostet den Podcast «Die VW-Story» ____________________ Team: - Moderation: Reena Thelly - Produktion: Céline Raval - Mitarbeit: Claudia Pfister, Julius Schmid ____________________ Links: - Die VW-Story: https://www.faz.net/podcasts/vw-story/ ____________________ Das ist «News Plus»: In einer Viertelstunde die Welt besser verstehen – ein Thema, neue Perspektiven und Antworten auf eure Fragen. Unsere Korrespondenten und Expertinnen aus der Schweiz und der Welt erklären, analysieren und erzählen, was sie bewegt. «News Plus» von SRF erscheint immer von Montag bis Freitag um 16 Uhr rechtzeitig zum Feierabend.
A sequela de 'O Zé Faz 25' acompanha um empresário candidato à Câmara de Lisboa enquanto enfrenta o desaparecimento do filho, numa trama de intriga política e mistério. Em parceria com a Coyote Vadio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Faz dois meses que a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) entrou num atoleiro que parece difícil de sair. Começou na primeira semana de maio com a operação da Polícia Federal contra o aliado Ciro Nogueira. Aprofundou-se com os áudios em que Flávio pede dinheiro para Daniel Vorcaro. Piorou após o confronto com o eleitorado feminino e Michelle Bolsonaro. E manteve a onda ruim com a controversa carta de Flávio ao presidente americano, Donald Trump. Participam desta edição Caio Junqueira, analista de Política, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, Danny Zahreddine, professor de Relações Internacionais da PUC Minas, Thaís Herédia, analista de Economia, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, David Zylbersztajn, ex-diretor-chefe da ANP (Agência Nacional do Petróleo), e Sergio Denicoli, cientista de dados e CEO da AP Exata.
A literatura indígena no Brasil passou por diversas fases e batalhou contra o apagamento em todas elas. Dos primeiros encontros com os jesuítas, que tentaram impor as regras de gramática e de assentamentos importadas da Europa, ao crescimento das publicações editorais de autoria indígena que vemos hoje. Nesse episódio, Mayra Trinca e Lívia Mendes contam mais dessa história a partir de entrevistas com a pesquisadora Carolina Rodrigues, da Unicamp, e com a escritora Trudruá Dorrico. Você vai conhecer mais sobre as primeiras gramáticas, a importância da oralidade para a literatura indígena e a relação disso tudo com a política (no passado e no presente). ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO TRUDRUÁ: Cara, o Brasil é tão indígena e ele nem se dá conta assim, sabe? Do quanto ele é indígena. MAYRA: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre a importância da escrita pra história do movimento indígena no Brasil. TRUDRUÁ: Eu entendo assim que a presença indígena nesses espaços literários, é o que faz a nossa literatura ser interessante hoje. Faz deslocar um pouco os homens brancos, jornalistas do Rio – São Paulo, assim, numa produção completamente egocêntrica. LÍVIA: E sobre como isso ganha ainda mais relevância diante de um histórico de apagamentos. CAROLINA: Que algo escrito nem sempre é um texto. Quem lê nem sempre é um leitor. E quem escreve nem sempre é um autor. MAYRA: Isso porque o ato de escrever foi, e talvez ainda seja, uma das ferramentas mais usadas pra hierarquização social. E aí, ao longo da história, isso deixou marcas que revelam muito do que a gente pensa e entende como autoria de povos indígenas no Brasil. TRUDRUÁ: A autoria coletiva indígena, ela sempre existiu. O problema é que ela foi descaracterizada por conta da história de apropriação dos povos indígenas ao Estado-nação Brasil. LÍVIA: Pra entender essas questões, conversamos com a escritora e pesquisadora Trudruá Dorrico, do povo Macuxi, e com a linguista Carolina Rodríguez. MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já me conhece aqui do Oxigênio. LÍVIA: E eu sou a Lívia Mendes, linguista e especialista em jornalismo científico, e também já apareci algumas vezes por aqui. [VINHETA] CAROLINA: Eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos, o Labeurb, que pertence ao Núcleo de Criatividade da Unicamp e sou também professora no departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem, o IEL, também da Unicamp. É, a minha formação inicial é em letras, mas eu me especializei em linguística. Fiz o doutorado, pós-doutorado, especificamente nas áreas de análise do discurso, história das ideias linguísticas e saber urbano e linguagem. LÍVIA: Essa que você ouviu é a Carolina. Nos últimos anos, ela têm se dedicado a pesquisar a língua Guarani e as relações dessa língua com a atuação dos jesuítas na região que era a província do Paraguai. CAROLINA: Que não deve ser confundida com a província civil do Paraguai, né? Porque a província jesuítica ocupava todo o sul do Brasil, Argentina, parte da Bolívia, enfim. MAYRA: O Guarani era a língua falada pelos povos indígenas da região e que teve seus primeiros registros escritos feitos por esses jesuítas. CAROLINA: O espaço em que surge a escrita em Guarani vai determinar, a finalidade com que é introduzida a escrita nessa língua, vai determinar a relação entre escrita e oralidade, né? Vai determinar o que que é um texto, o que que é ler, o que é escrever em Guarani. LÍVIA: Os jesuítas chegaram na região por volta de 1580 e se instalaram ali, fundando a tal província. Esses missionários, tinham como tarefa estudar a língua local. CAROLINA: A finalidade principal, né, desse trabalho linguístico era se comunicar com os indígenas no dia a dia, aprender a língua, né? Que os missionários estrangeiros pudessem aprender a língua para se comunicar com os indígenas e para catequizar. A questão principal não é o cultivo da língua como bem cultural. Isso pode até ter um resquício, mas não é esse o objetivo principal. MAYRA: Essa lógica por trás do estudo do Guarani fez com que a escrita e a gramática utilizada para essa língua fosse bem diferente de outras línguas. Enquanto as línguas europeias tiveram sua escrita elaborada e rebuscada como uma forma de enriquecimento cultural, a escrita das línguas indígenas era muito mais pragmática, usada apenas como instrumento para ensinar outros jesuítas. LÍVIA: Ainda assim, a Carolina conta que as primeiras gramáticas, as primeiras organizações e regras linguísticas do mundo surgiram todas meio que juntas. CAROLINA: É interessante isso porque muitas vezes a gente pensa que “ah, as gramáticas europeias foram feitas primeiro e as línguas ameríndias, por exemplo, depois e não. Então, a diferença entre uma gramática, a primeira gramática em francês, do francês, tem dois, três, quatro anos de diferença com a primeira gramática do Nahuatl, no México, por exemplo. [começa trilha] LÍVIA: Só que nesse momento, na Europa, durante o Renascimento, as gramáticas estavam surgindo pra organizar e padronizar as línguas que representariam os Estados-nação, como o francês, o português e o espanhol. Era preciso reduzir as variações dos dialetos, fixar regras linguísticas, para dar uma ideia de unidade praquele território. MAYRA: Gramatizar uma língua, assim como escrever essa língua , é importante para consolidar regras gramaticais e fazer com que ela mude mais devagar. Por isso as gramáticas surgem com a formação dos Estados, porque conforme as nações hegemônicas iam colonizando diversas partes do mundo, levavam também consigo o processo de gramatização das outras línguas. CAROLINA: Então, essa associação, né, língua cidade através da ideia do movimento, da fixação, eles tinham que fixar a língua pela escrita e fixar os indígenas em povoados, não é? Para que, como dizia o Manuel da Nóbrega, o padre jesuíta, era preciso fazer com que ficassem quietos, né? E não se movessem o tempo todo. Ele reclamava que o trabalho da catequese era jogado fora, porque eles se mudam o tempo todo. LÍVIA: De novo a gente percebe aí a linguagem sendo usada como uma forma de dominação desses povos. O estudo da língua Guarani não estava a serviço dos povos indígenas e sim dos colonizadores. Mesmo que eles começassem a dominar a escrita de sua língua, isso não significava que eles iriam conseguir realmente se apropriar política e culturalmente dessa ferramenta. CAROLINA: A cultura é imposta como modelo, ao mesmo tempo que se impede o acesso integral a esse modelo. Porque senão a desculpa para subordinação desaparece, não é? [sobe som e encerra música] MAYRA: E a Carolina encontrou, em alguns textos da época, exemplos que mostram isso muito bem. Ela me deu o exemplo de vários textos religiosos, que eram escritos em Guarani, mas que não eram lidos pelos indígenas. CAROLINA: Porque esses textos traduzidos em Guarani, é, se destinavam aos missionários, não eram dados para a leitura dos indígenas, que eram mantidos a maior, maiormente não alfabetizados, não é? Era porque os missionários soubessem, é, aprendessem e pudessem transmitir oralmente aos indígenas. Então, na verdade, o destinatário do conteúdo do texto, né? Da mensagem religiosa, era o indígena, que não era o leitor do texto, né? Então era não era um público leitor, era um público ouvinte, era um auditório, porque quem lia era o missionário. LÍVIA: Ela também identificou o mesmo deslocamento da função do autor desse texto. Um dos exemplos mais didáticos é de um indígena chamado Nicolas Yapuguay, que publicou dois volumes de sermões bíblicos escritos em Guarani, só que sob direção de um missionário. CAROLINA: Então, o que significa sob a direção? Significa que a responsabilidade é do missionário. Bom, aí já temos uma dica, não é? Mas o prefácio é fantástico. Eu acho que Foucault leu esse prefácio para definir a função autor, né? Porque quem faz o prefácio ao livro é Paulo Restivo, o missionário. Até aí tudo bem, a gente pode fazer o prefácio de outro livro, né? Mas o que é interessante é que todos os “eus”, as primeiras pessoas, é o missionário que assume. Então, assim, ele chama o leitor de meu leitor, as doutrinas que eu te ofereço. MAYRA: Isso mostra pra gente que apresentar o Nicolas Yapuguay como autor era quase como um disfarce, um fingimento. Que ele estava ali pra que os missionários pudessem dizer que havia uma participação indígena, mas que não tinha liberdade de decidir o que ou como escrever. [começa trilha] TRUDRUÁ: Nesse processo de de entender um pouco a escrita e os povos indígenas, eu queria dizer assim que a escrita, essa escrita assim, ai, de escrever o nome, de escrever um poema, de escrever um livro ou de aprender a escrever alguma coisa que é importante assim no dia a dia, não é dessa escrita que nós estamos falando, quando a gente fala assim, ai, dos povos indígenas conseguirem escrever e serem uma sociedade desenvolvida. A gente está falando de um sistema de escrita que cria documentos, que cria cartórios, que cria notários, que cria é, que cria uma legislação para validar, por exemplo, um processo de expropriação territorial. [sobe som e encerra música] LÍVIA: Essa que você acabou de ouvir é a Trudruá Dorrico. TRUDRUÁ: Eu sou indígena Macuxi. O povo Macuxi tá no estado de Roraima. Eu sou escritora, essa é uma parte que eu atuo, no âmbito da literatura e eu também sou pesquisadora de literatura indígena e essa é a segunda parte assim da minha atuação no âmbito da pesquisa. MAYRA: Eu conheci o trabalho da Trudruá num grupo de leitura que eu faço parte. A gente leu “Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena”, que é uma coletânea organizada por ela, mas com histórias de diversas autoras de diferentes povos. Ela faz parte de um movimento contemporâneo de autores indígenas, como Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Geni Nuñez e por aí vai. LÍVIA: A literatura indígena passou por diferentes fases no Brasil. Ela começou muito antes da chegada dos jesuítas, com a cultura oral, ainda sem registros escritos. Essa primeira fase, estruturada na oralidade, ainda é muito pouco aceita como literatura. Vamos falar disso um pouco mais pra frente, continua por aqui pra entender. MAYRA: Então, os registros dos jesuítas formam uma segunda fase, com os primeiros textos escritos, como a gente viu, mas não exatamente respeitando a cultura indígena. LÍVIA: Depois, a gente teve, durante o modernismo, lá da semana de 22, autores como Mário de Andrade, autor de Macunaíma, por exemplo, se apropriaram de histórias indígenas naquela onda da antropofagia e ficaram famosos por isso. TRUDRUÁ: O José de Alencar, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade fizeram carreira sobre com o nacionalismo indígena. Então, é uma terceira fase que a gente fala assim: “É, mas agora a gente vai escrever. A gente vai fazer nossas histórias, a nossa literatura com esta identidade, porque esta identidade é um território que o Brasil precisa reconhecer, que tudo o que diz respeito a nós tem valor e tem alguém ali para reivindicar dizendo assim: “Ó, você não vai falar de nós de qualquer jeito, como se a gente fosse nada ou como vocês estavam acostumados a tratar a gente”. Eu acho que é por isso que talvez esse identitarismo ameace, né? Porque essa pessoa não tá pronta ainda, ela tá muito mais na defesa de: “Ai, nossa, vai me podar, de pesquisar, vai me podar, de escrever, vai me podar, de publicar, vou ser malvista”. Vai mesmo. Vai, vou te dizer com certeza que vai. MAYRA: A Trudruá tá falando aqui de pessoas que falam sobre os povos indígenas ou sobre elementos da cultura indígena como se fossem donas desse saber, ignorando o movimento e a história desses povos. Como livros ou mesmo pesquisas acadêmicas que se apropriam desse conhecimento sem dar os créditos, as referências ou mesmo sem ter representantes indígenas fazendo parte do trabalho. LÍVIA: Isso porque, como a Trudruá contou na entrevista, esses escritores e pesquisadores sempre viram as práticas indígenas como “sem dono”. O motivo está no fato de que a maioria dos povos indígenas não tinham e ainda, em algumas regiões, continuam não tendo acesso ao domínio da escrita de suas línguas maternas. Por esse motivo não era considerada a participação do próprio indígena nessas produções. TRUDRUÁ: Eu acho que esse argumento, ele foi utilizado assim por muitos anos, por por décadas, né? Pelos indigenistas e também pelos professores que é que sempre pesquisaram povos indígenas e se tornaram porta-voz desses povos indígenas. E eu acredito assim que é boa fé, o fato é que isso virou uma tradição e essa tradição acabou colocando, né, esses pesquisadores que muito colaboraram, muito ajudaram, não tô nem julgando isso, mas colocou eles assim como paladinos, né? Colocou como representantes de povos indígenas, como uma voz, é, de autoridade, uma voz de tradução entre dois mundos. Traduziu o mundo branco para os indígenas e traduziu o mundo dos indígenas para os brancos. Então, essas pessoas eram as autoridades. MAYRA: É uma ideia que tá muito ligada a noção de que povos que usam a escrita são, de alguma forma, superiores do que sociedades que chamamos àgrafas, ou seja, que transmitem seus conhecimentos exclusivamente por meio da tradição oral, sem ter desenvolvido um sistema próprio de escrita. Eu vou trazer a Carolina aqui de volta pra ajudar a gente a entender isso. CAROLINA: Olha só, de novo, porque os europeus então gramatizaram as línguas do mundo, instrumentaram as línguas do mundo a partir do modelo que eles tinham usado da gramática grecolatina e também transformaram os espaços do planeta, os territórios a partir do modelo urbano europeu. Então, veja como os processos de gramatização massiva também coincidem com o processo de urbanização, isto é, de transformação das línguas e dos territórios do planeta, né, em direção ao modelo da escrita e da gramática da cidade europeia, não é? LÍVIA: É como se, porque a história da europa seguiu esse caminho, passando da tradição oral pra tradição escrita, do nomadismo para as cidades, todas as sociedades do mundo tivessem que fazer o mesmo percurso. CAROLINA: Então, esse modelo da escrita, esse modelo da cidade, nesse discurso historiográfico, né? Vai estabelecer uma relação entre espaço e tempo, né? Por quê? Porque as sociedades, cujas formas de vida não produziram esse modelo específico de espaço que é a cidade, né? São jogadas situadas para trás no tempo, são pré-históricas, estão atrasadas, não chegaram lá. Então, há uma temporalidade que vai ser acionada a partir do modelo de espaço, que é produzido a partir de suas tecnologias, entre as quais a escrita, não é? MAYRA: Só que essa é uma visão bem distorcida de como as coisas funcionam. Não é porque a escrita foi necessária pra organização de um modo de vida que ela é essencial em todas as configurações sociais. LÍVIA: E tem uma questão muito importante aqui. É que essa leitura de mundo não vem sem propósito, “sem querer”. Ela foi moldada pra justificar uma ideia de superioridade. CAROLINA: Você estar numa sociedade de escrita e não dominar a escrita é uma grande desvantagem. Né? Não ser alfabetizado numa cidade é uma grande desvantagem. A questão é quais são as explicações, né? E como isso acaba sendo ontologizado. É uma característica ontológica dessas sociedades ou desse sujeito, não é? Então, de fato, o que há, é, é o que eu chamei de uma memória da língua marcada pela escrita e uma memória do espaço marcada pelo urbano. Eu explico, né? O que que é memória no sentido discursivo, da análise do discurso. Memória não é lembrança, é o contrário, digamos, ou pelo menos esse tipo de memória discursiva. É aquilo que já foi dito, esquecido e passou a ser do senso comum e faz sentido nas próprias palavras, não é? Então, a gente tem essa memória da escrita, memória da escrita, o que que é? Você imagina a língua, você imagina através da escrita alfabética, não é? Você vê um espaço que não tem cidade, parece um espaço vazio e não tá vazio, né? Por exemplo, uma floresta, o espaço de populações indígenas, não é? MAYRA: É como se houvesse, ainda que de forma inconsciente, uma associação automática entre cidade e progresso, linguagem e “inteligência”. É como dizer que uma pessoa analfabeta não sabe ler porque não quer, ou porque não tem capacidade, e, assim, excluir completamente o papel do Estado, da escola e de outras pessoas no processo de transmitir essa habilidade. A Carolina deu um outro exemplo muito bom de como isso foi manipulado pra fazer povos indígenas parecerem menos capazes do que as pessoas brancas. CAROLINA: A educação literária, artística, da escultura, da pintura e da música são considerados como o modelo, né, de educação aos indígenas. Mas aí você vai nos povoados e mostram, essa daqui é escultura feita por um indígena, essa aqui para um europeu. E de acordo com esse modelo a feita por um indígena aparece uma caricatura muito simplificada, né? É, então como se apresenta isso, né? Olha, os jesuítas até ensinaram, mas até aí eles conseguiram chegar, mas então esse resultado aquém, de acordo com certo modelo, se apresenta como uma incapacidade lógica, natural dos indígenas. Eles não conseguem se apropriar desse modelo, então tem que se manter como subalternos, né? O que não se diz é que aos indígenas não se ensinava as técnicas de preparatórios para fazer uma escultura que se ensinava aos escultores europeus nas escolas de artesãos europeus. Simplesmente se dava o pedaço de madeira para os artistas e falaram: “Olha, copia aqui” LÍVIA: Se a gente parar pra reparar, a mesma lógica continua até hoje nos discursos meritocráticos, né? É uma ideia de que a habilidade de uma pessoa, seja ela indígena ou não, só depende do seu esforço individual. E assim oculta completamente o papel da sociedade de ensinar as bases necessárias pra isso. MAYRA: E tem outro ponto interessante aí. Olha como a gente tem todo um referencial do que deveria ser uma sociedade, baseado quase que exclusivamente num único modelo: o europeu. A escultura, a música, o jeito de se vestir, tudo segue as regras estabelecidas na Europa. Só que na maioria das vezes, isso não é colocado em perspectiva, né? É naturalizado, colocado como um processo único pro mundo todo. CAROLINA: Como se isso fosse um, um, um processo inexorável, não é? LIVIA: Quando na verdade a gente devia tá olhando pra isso mais como possibilidades de modos de viver numa diversidade gigante de culturas. Só que é muito natural, por conta da nossa história, a gente achar que o que vem desse padrão europeu é sempre o melhor. CAROLINA: Uma coisa importante, isso não tem a ver com o que a gente acha de melhor ou pior. No sentido de que se você nasce e cresce numa numa sociedade urbana e da escrita, pode achar absurdo não escrever a língua ou não se fixar, mas esse é problema seu, vamos dizer assim, não é? Porque assim, você não é o centro. Não é? Então, não precisa gostar. [trilha sonora] LÍVIA: Até hoje, a escrita tem sido um reflexo disso. Ao longo da idade média, como a escrita tinha praticamente sido sequestrada pela Igreja na Europa, fazendo com que fosse quase exclusiva dos sacerdotes, ela se tornou um símbolo de conhecimento. MAYRA: Como se um conhecimento só tivesse valor se estiver escrito, aquela ideia de que isso garante que ele será transmitido pro futuro. Isso também explica, voltando no que a gente tava falando antes, porque a primeira fase da literatura indígena, que tava na oralidade, não é considerada. TRUDRUÁ: Tem muita produção indígena que é uma produção intelectual que esteve no âmbito do imaterial, porque os povos indígenas foram impedidos de desenvolver sua própria escrita e ao mesmo tempo foram impedidos de adotar a escrita alfabética, né? Esse foi um jogo sistemático do Estado para impedir a presença indígena na sociedade brasileira. LÍVIA: Ou então, de forma mais sutil ou até mais perversa, o que era feito era diminuir a identidade indígena de quem escrevia. Uma coisa de “se sabe escrever, então já não é mais indígena”. Um pensamento totalmente relacionado àquela ideia de progresso linear que a gente falou agora pouco, que considera os povos indígenas como se estivessem num estágio cultural anterior e inferior aos dos povos europeus. TRUDRUÁ: Nesse caso, quando os povos indígenas e os sujeitos indígenas, eles começam a a escrever, a publicar, a romper essa tradição de que tudo que eles têm está na oralidade e quando está na oralidade não pertence a eles, é, eles, né, os primeiros escritores eles vem com essa tradição de dizer: é, não tem autoria porque vocês nunca deixaram, o país nunca deixou, nunca considerou, né, que um indígena que escrevesse, falasse língua portuguesa ou conhecesse os costumes da sociedade dominante pudesse ser considerado indígena. O que eu quero dizer com isso é não não não temos direito à nossa propriedade intelectual, material que tá na oralidade, eh porque eh ao escrever elas não somos mais tão indígenas. MAYRA: Aqui é importante a gente parar e explicar algo com mais calma, porque mesmo pra mim isso não tava bem claro quando comecei a conversar com a Trudruá pra esse episódio. TRUDRUÁ: Quando você fala de oralidade, eu penso em um sistema, em um dispositivo de memória que é trabalhado assim pelos povos indígenas. Quando você fala de de fala de de voz alta, você tá falando desse oral. né, de uma fala oral. Então são um é sistema de conhecimento, um é prática. Então são diversos, né? TRUDRUÁ: Não podemos entender a oralidade como uma fala, como se ela não tivesse consciência, mas ela tem um sistema todo organizado, é de memória mesmo, assim, que vai de geração em geração e vai ensinando valores e e, e, né, tem uma ciência, né, que a compõe. LÍVIA: Ou seja, quando a gente tiver falando de oralidade aqui, estamos falando de um conjunto de práticas que faz parte de uma tradição de centenas de anos, que foram capazes de fazer permanecer o conhecimento, sem precisar de recursos escritos. MAYRA: De certa forma, isso permeia o trabalho da Trudruá como escritora hoje. Eu ouvi uma entrevista dela falando sobre o último livro que publicou, o Tempo de Retomada, e como ela tinha o hábito de ler em voz alta pra mãe dela quando tava trabalhando no texto. TRUDRUÁ: Quando eu penso texto escrito, eu me preocupo muito assim com, é, com uma sofisticação que elas são contadas nessa oralidade. E aí nessa, quando a minha mãe tenta me passar certos valores, eu fico assim impressionada, porque eu realmente me sinto indo para um outro tempo a partir da palavra, eu me sinto viajando assim num outro tempo. E era, e era essa ideia assim de talvez transportar as pessoas para esse tempo que eu nunca sei se eu vou conseguir, ou nunca sei se as pessoas vão se abrir para elas, mas é uma preocupação de que é, talvez o mesmo ritmo ou o mesmo balanço que que eu escuto e que eu sinto, né? MAYRA: Durante a entrevista, eu comentei com a Trudruá como eu tenho percebido um pouco um movimento na literatura de resgatar esse jeito de contar histórias. Como eu falei, eu participo de um clube de leitura e isso é algo que vira e mexe aparece por lá. De como é gostoso ler um livro que você tem a sensação de que a autora tá ali falando mesmo com você. LIVIA: A Trudruá contou pra gente que, além do contato com as histórias contadas pela mãe, ela também teve, desde sempre, uma ligação muito forte com a literatura. E que os livros sempre tiveram um papel muito importante, não só de companhia, mas de vivência pra ela. TRUDRUÁ: Eu cresci com a literatura e a literatura me fez viajar por tantos mundos, me faz sonhar, me faz chorar, me faz é, me faz sentir uma magia que de artista, então eu não poderia desejar outra coisa que não, né, viver com a palavra. E aí nesse sentido eu eu também entendo que dá para levar um pouco essa magia nessa escrita literária. E esse era o trabalho assim, de talvez transportar um pouco aquilo que eu sinto quando eu escuto essas histórias. E aí o trabalho, ler em voz alta é importante, assim como ler em silêncio também, mas como eu tenho essa preocupação que a minha comunidade leia, eu também fico pensando assim: “Ai, como que elas podem como que elas vão ler isso, a disposição das frases, desce isso para ir num ritmo tão longo, né? Esse trabalho escrito, prático, de como pode também emular uma certa um certo oral. MAYRA: Uma coisa importante, como dá pra perceber nas falas da Trudruá quando ela tá falando sobre o que espera dos livros dela, é que essa oralidade, tanto a tradição, quanto o hábito de ler em voz alta, tão muito relacionados com o coletivo. E aí entra outro ponto importante. Não é porque um conhecimento é coletivo, que ele é de todo mundo. TRUDRUÁ: Um segmento assim que fica muito evidente no Brasil é o núcleo de folcloristas, o núcleo de estudiosos assim brasileiros que que olham para esses conteúdos, olham para esses materiais, para essas narrativas e entendem ela como uma cultura popular. A cultura popular nesse sentido de que ela é de todo mundo, mas não tem uma autoria específica. E isso é muito conveniente quando você, né, é, consciente ou inconscientemente, você rouba, é, narrativas prontas, narrativas criativas, fantásticas de outros povos para dizer: “Ah, isso faz parte da cultura brasileira no singular” LÍVIA: A Trudruá deu exemplos como o guaraná, a mandioca ou uma série de medicamentos que foram descobertos e desenvolvidos por povos indígenas, mas que nunca foram reconhecidos como autores ou proprietários dessas técnicas. MAYRA: E que depois, foram coisas incorporadas à cultura brasileira, como se todas as pessoas do país tivessem a mesma relação, a mesma história com esses elementos. E com isso, ignorando que os povos indígenas tiveram um papel fundamental nesse processo. LÍVIA: Lembra que a gente falou sobre como a primeira fase da literatura indígena, aquela da tradição oral, não é reconhecida? Isso porque quando a gente fala de oralidade, é difícil identificar um autor. E essa brecha foi usada pela sociedade brasileira como uma estratégia de incorporar essas histórias numa narrativa nacionalista. MAYRA: Só que isso, ao invés de valorizar os conhecimentos tradicionais e a individualidade de cada povo, como costuma ser dito por aí, acaba, na verdade, apagando a participação e a autoria dessas pessoas na sua própria história. [trilha sonora] TRUDRUÁ: Mas sobre a identidade indígena, vai ser algo que eu nunca vou abrir mão. E eu digo como escritora e eu digo como indígena, porque assim, a história brasileira e a história literária brasileira, tudo que ela quis foi apagar a identidade indígena para se apropriar das nossas narrativas. Quando a gente se coloca com essa identidade, a gente demarca um território simbólico de dizer: “Isso aqui não tá livre. Isso aqui não é terra de ninguém. Isso aqui tem uma autoria coletiva. Tem uma propriedade material que pertence a nós. Não é seu. Não é seu, brasileiro. LÍVIA: Por isso é tão importante hoje esse movimento de autores indígenas no Brasil. Ele ajuda a retomar uma série de histórias aos seus autores originais, dessa vez com os devidos créditos e com sua própria voz. TRUDRUÁ: E a autora individual, é essa autoria, que tá no mercado editorial e que vem reforçando, que vem para reforçar os valores, né, dos povos, das comunidades, mas o fato de tá no mercado editorial e circular, ela alcança um outro uma outra visibilidade, inclusive lançando luz a essa autoria coletiva MAYRA: E aí, obviamente, esse movimento acompanha o posicionamento político dos povos indígenas no Brasil. TRUDRUÁ: Tem um filósofo, tem um teórico da literatura que se chama Emil’ Keme, ele é do povo Maia Quechua da Guatemala. E ele fala que não é possível separar a teoria literária indígena da política indígena, porque elas caminham juntos. Quando os indígenas eles pegam a escrita para publicar e etc, estudar mesmo, eles entendem a escrita como uma técnica, a língua como uma técnica que vai ser essa transportadora dos desejos da luta do movimento indígena. Então, a gente entende, alinhado a política indígena, a gente entende, uma teoria da literatura que vai seguir as mesmas políticas que os povos indígenas tão tentando em termos de autonomia. Então, a política indígena fala do direito ao nome. Todos os autores indígenas que eu conheço, ou eles adotaram o nome de povo, ou eles adotaram o nome da tradição. Mas se você olha em documentos, eh que não faz, sei lá, 10 anos que tem 20 anos que tem essa política, eles têm nomes brasileiros, nomes e sobrenomes brasileiros por conta da política de que proibia nomes indígenas. Então, isso acompanha também dentro da literatura a política indígena. LÍVIA: Com esse movimento, a gente também tá tendo a oportunidade de conhecer mais da tradição indígena e de ter acesso a cultura de tantos povos indígenas que existem no brasil, aprendendo inclusive as diferenças que existem entre eles. TRUDRUÁ: Os escritores estão acompanhando as linhas de da política indígena, que é autonomia, soberania, autodeterminação. E é tão falso e isso de que a literatura indígena vai repetindo, vai falando das mesmas coisas, porque os temas indígenas, eles são tão abertos e são tão variados, assim, só fala isso quem nunca leu a literatura indígena. Porque, entrar no mundo da identidade indígena, ela é muito, assim, é um mundo muito amplo. A gente tá falando de uma identidade indígena, mas a gente tá falando de quase 400 povos indígenas, de quase 300 línguas faladas culturalmente, como elas são diversas entre si. Eu acho que quem fala isso nunca nem se aproximou da das culturas indígenas para entender um átimo dessa dimensão que é essa riqueza cultural. MAYRA: E também de pensar como a gente pode tentar se aproximar de outras formas de viver e entender o mundo. No grupo que eu faço parte, sempre que lemos alguma coisa de literatura indígena, a conversa rende muito nesse sentido, em pensar pequenas mudanças que a gente pode tentar trazer pra nossa realidade, inspiradas nessas outras culturas. TRUDRUÁ: E aí uma das coisas que eu amo, amo na literatura indígena é que não tem nada do amor romântico, mas não tem mesmo assim, sabe? Amo, sabe essa ideia de ai nossa, as mulheres foram abandonadas pelos homens, é, e as mulheres o que que elas fizeram? Ah, elas foram procurar outros maridos. Tchau amor, tchau e benção assim, é completamente, assim vai completamente na contramão do que a gente foi ensinado. De ficar chorando, de ficar se lamentando. [sobe trilha] LÍVIA: E falando em grupos de leitura, pra encerrar nosso episódio, a Trudruá pediu pra deixar um recadinho pra vocês. TRUDRUÁ: Eu tenho uma página no Instagram que se chama Leia Mulheres Indígenas. E aí eu tô com uma proposta para 2026 de abrir um clube de leitura do Leia Mulheres Indígenas. TRUDRUÁ: Como que você vai apreciar melhor essa leitura e essas produções se vocês não sabem, né? De onde que a gente parte, quais são os princípios, quais são os valores. E aí eu tô querendo muito abrir um clube de leitura para 2026, espero que dê certo. E é convidar todo mundo para, sei lá, tá com a gente, abrir o debate, ler, se se encantar ou se desencantar também, tá valendo, né? Tá tudo valendo. MAYRA: Fica aí o convite pra seguir a página e ler mais livros escritos por autoras indígenas. Eu sou a Mayra Trinca, produzi e escrevi esse roteiro, com pitacos e revisão da Lívia Mendes. A edição também é minha. LÍVIA: Aproveita quando for seguir a Trudruá e procura a gente, somos Oxigênio Podcast em todas as redes sociais. A trilha sonora é do blue dot session e os créditos estão na descrição desse episódio. A vinheta é do Elias Mendez. MAYRA: O Oxigênio tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e é coordenado pela Simone Pallone. Obrigada por ouvir, e até a próxima! Trilhas: Trailmaker by https://app.sessions.blue/browse?trackId=384027 Thunderpass by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385385 Posh and Vine by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385621
Faz televisão há quatro décadas e conquista o público com a sua espontaneidade e humor. Precisa de cultura como do ar para respirar e tem uma mão para o doce. É no Alentejo, longe da adrenalina do trabalho, que encontra paz.
Devocional Filipenses Alegrem-se sempre no Senhor. Repito, alegrem-se nele. Sejam amáveis para toda a gente. O Senhor virá em breve. Filipenses 4.4-5 Tenho aprendido, com avanços e recuos, a “alegrar-me sempre no Senhor.” Faz tempo, de há uns anos valentes a esta parte, que me dei conta que o verdadeiro gozo nada tem que ver com a acumulação de bens ou a degustação de experiências mais ou menos radicais. A felicidade genuína não depende realmente de coisas ou lugares, mas unicamente de pessoas. Sobretudo de uma em particular: Jesus Cristo. Foi Ele que me aceitou e perdoou, restituindo-me a dignidade que eu mesmo tinha espatifado. Na Sua companhia sinto-me amado, logo seguro. Os tempos de abundância ou de secura são passados na certeza que está ao meu lado e isso não tem preço. Reconheço que, aqui e ali, não detectando de imediato a Sua presença ao pé de mim dá-me a tremedeira. Vale-me, nesses achaques, o sussurro do Espírito que me recorda que Ele disse estar comigo até ao fim. É esta maravilhosa certeza que me anima todos os dias e me impele a partilhar aquilo de que tenho o coração cheio. Essa é a razão pela qual desejo distribuir generosidade “a torto e a direito”, tanto mais que “o Senhor virá em breve.” - Jónatas Figueiredo
Dr. rer. nat. Peter Spork studierte in Marburg und Hamburg Biologie, Anthropologie und Psychologie und promovierte im Bereich der Neurobiologie/Biokybernetik. Heute arbeitet er als selbstständiger Wissenschaftsjournalist im Humanbereich (u.a. für Die Zeit, Geo Wissen, FAZ, NZZ, Süddeutsche Zeitung,...). Seine Bücher über Genetik und Epigenetik sind Bestseller. Buch: "Die Vermessung des Lebens- Wie wir mit Systembiologie erstmals unseren Körper ganzheitlich begreifen – und Krankheiten verhindern, bevor sie entstehen“ bei DVA erschienen. Sendehinweis: ORF Radio Vorarlberg am 04.07.2026.
Foi uma noite longa, intensa e daquelas que ninguém esquece. Portugal resistiu e mostrou que, para chegar longe num Campeonato do Mundo, também é preciso saber sofrer e dar a volta por cima.Neste episódio analisamos a vitória frente à Croácia e as decisões que marcaram o jogo. Destacamos um Diogo Costa absolutamente decisivo, a audácia de Roberto Martínez nas mexidas na equipa e o impacto de Gonçalo Ramos, que voltou a provar que está sempre preparado para responder quando Portugal precisa de um golo.Mas as atenções já estão viradas para Espanha! Mantínhamos a dupla Rúben Dias e Renato Veiga? Faz sentido mexer no meio-campo? Revelamos o onze que escolheríamos e a estratégia que pode levar Portugal à próxima fase.Também olhamos para os pontos fortes da seleção espanhola, a importância de travar a ligação entre Pedri, Dani Olmo, Cubarsí e Lamine Yamal e damos argumento fortes que nos levam a acreditar que o duelo entre Nuno Mendes e Yamal pode decidir a eliminatória.Ainda debatemos o papel de Cristiano Ronaldo, a consistência de Nelson Semedo e aquilo que falta para o meio-campo português mostrar todo o talento que tem.Estamos cada vez mais perto do sonho. A pergunta é só uma: confias?
Anna Bicker, heise-online-Chefredakteur Dr. Volker Zota und Malte Kirchner sprechen in dieser Ausgabe der #heiseshow unter anderem über folgende Themen: - Kartenhaus-Kollaps: Was ein US-Urteil für EU-Daten bei AWS, Google & Co. bedeutet – Mit der Entscheidung des Obersten Gerichtshofs der USA in der Rechtssache Trump vs Slaughter hat die konservative Mehrheit der Richter die Unabhängigkeit der Federal Trade Commission für verfassungswidrig erklärt. Genau diese Unabhängigkeit war lange Zeit eine tragende Säule, auf der der Datenverkehr zwischen der EU und den USA ruhte. Wie wackelig ist das EU-US Data Privacy Framework jetzt wirklich? Welche Alternativen bleiben Unternehmen, die auf AWS, Google Cloud oder Microsoft Azure setzen? Und ist digitale Souveränität für Europa nur noch ein Buzzword oder endlich eine echte Option? - Platzt die KI-Blase? Experten warnen vor Dotcom-Wiederholung – Die Bank für Internationalen Zahlungsausgleich warnt vor den finanziellen Risiken, die aus dem aktuellen Investitionsboom rund um KI erwachsen könnten und zieht dabei Parallelen zum Dotcom-Boom der späten 90er. Die fünf größten Hyperscaler werden von 2025 bis 2026 voraussichtlich über eine Billion US-Dollar für KI-bezogene Investitionen ausgeben – teils auf Pump. Ist der Vergleich mit der Dotcom-Blase gerechtfertigt, oder ist KI diesmal wirklich anders? Und was würde ein Platzen der Blase für die gesamte Wirtschaft bedeuten? - Und Cut: Scheitert die geplante Streaming-Abgabe an der Verfassung? Ein Gutachten des Ex-Verfassungsrichters Udo Di Fabio kommt laut FAZ zum Schluss, dass das vorgesehene Mediendienste-Investitionsverpflichtungsgesetz in der Regierungsfassung gegen das Grundgesetz und geltendes Europarecht verstößt. Netflix, Prime Video und Disney+ sollen künftig acht Prozent ihres in Deutschland erwirtschafteten Umsatzes direkt in lokale, deutschsprachige Produktionen stecken. Ist die geplante Investitionspflicht der richtige Weg, um den deutschen Filmmarkt zu stärken? Und wie ließe sich das Gesetz verfassungskonform gestalten? Außerdem wieder mit dabei: ein Nerd-Geburtstag, das WTF der Woche und knifflige Quizfragen.
Anna Bicker, heise-online-Chefredakteur Dr. Volker Zota und Malte Kirchner sprechen in dieser Ausgabe der #heiseshow unter anderem über folgende Themen: - Kartenhaus-Kollaps: Was ein US-Urteil für EU-Daten bei AWS, Google & Co. bedeutet – Mit der Entscheidung des Obersten Gerichtshofs der USA in der Rechtssache Trump vs Slaughter hat die konservative Mehrheit der Richter die Unabhängigkeit der Federal Trade Commission für verfassungswidrig erklärt. Genau diese Unabhängigkeit war lange Zeit eine tragende Säule, auf der der Datenverkehr zwischen der EU und den USA ruhte. Wie wackelig ist das EU-US Data Privacy Framework jetzt wirklich? Welche Alternativen bleiben Unternehmen, die auf AWS, Google Cloud oder Microsoft Azure setzen? Und ist digitale Souveränität für Europa nur noch ein Buzzword oder endlich eine echte Option? - Platzt die KI-Blase? Experten warnen vor Dotcom-Wiederholung – Die Bank für Internationalen Zahlungsausgleich warnt vor den finanziellen Risiken, die aus dem aktuellen Investitionsboom rund um KI erwachsen könnten und zieht dabei Parallelen zum Dotcom-Boom der späten 90er. Die fünf größten Hyperscaler werden von 2025 bis 2026 voraussichtlich über eine Billion US-Dollar für KI-bezogene Investitionen ausgeben – teils auf Pump. Ist der Vergleich mit der Dotcom-Blase gerechtfertigt, oder ist KI diesmal wirklich anders? Und was würde ein Platzen der Blase für die gesamte Wirtschaft bedeuten? - Und Cut: Scheitert die geplante Streaming-Abgabe an der Verfassung? Ein Gutachten des Ex-Verfassungsrichters Udo Di Fabio kommt laut FAZ zum Schluss, dass das vorgesehene Mediendienste-Investitionsverpflichtungsgesetz in der Regierungsfassung gegen das Grundgesetz und geltendes Europarecht verstößt. Netflix, Prime Video und Disney+ sollen künftig acht Prozent ihres in Deutschland erwirtschafteten Umsatzes direkt in lokale, deutschsprachige Produktionen stecken. Ist die geplante Investitionspflicht der richtige Weg, um den deutschen Filmmarkt zu stärken? Und wie ließe sich das Gesetz verfassungskonform gestalten? Außerdem wieder mit dabei: ein Nerd-Geburtstag, das WTF der Woche und knifflige Quizfragen.
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Devocional do dia 01/07/2026 com o tema: Faz chover Existem situações na vida em que a única conclusão a que chegamos é: Se não for por Deus, não tem jeito ou só Deus na causa. Lembro-me de ter ouvido essas frases de alguns médicos, em relação ao estado de saúde de seus pacientes. Em nossa leitura de hoje, há uma situação inusitada sobre o que Deus pode fazer com pequenas coisas. LEITURA BÍBLICA: 1 Reis 18.41-45 Na sétima vez, o servo disse: Uma nuvem tão pequena quanto a mão de um homem está se levantando do mar. Então, Elias disse: Vá dizer a Acabe: Prepare o seu carro e desça antes que a chuva o impeça (1Rs 18.44).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tem uma frase muito antiga que pode mudar a sua frequência em três meses se você fizer todos os dias. Ela aparece em textos sagrados, em tradições espirituais, em ensinamentos de mestres modernos ,porque carrega uma verdade que o ser humano reconhece como sua.A frase é: eu sou quem eu sou, e isso é o suficiente.Neste episódio eu te explico, com profundidade, por que essa frase é tão poderosa, o que cada palavra dela faz dentro de você, e o jeito exato de usar ela de manhã e antes de dormir pra que ela trabalhe em você enquanto você vive.
Tue, 30 Jun 2026 21:04:45 +0000 https://feed.neuezwanziger.de/link/21941/17370578/74282d10-56b8-4448-b038-8b7139501a2e 540ce250200a10d93e5d5183c823a018 Wolfgang und Stefan besprechen den Juni 2026 Erhalte einen exklusiven Rabatt von 15 % auf die Datentarife von Saily! Verwende beim Bezahlen den Code „zwanziger“. Lade die Saily-App herunter oder besuche https://saily.com/zwanziger Werbung: Incogni Hol dir deine persönlichen Daten zurück mit Incogni! Nutzt den Code ZWANZIGER über den Link unten und erhaltet 60% Rabatt auf das Jahresabo: https://incogni.com/zwanziger Komm' in den Salon. Es gibt ihn via Webplayer & RSS-Feed (zum Hören im Podcatcher deiner Wahl, auch bei Apple Podcasts und Spotify). Alle Infos dazu: neuezwanziger.de 00:00:00 Es war Juni Wolfgang berichtet vom vorigen Abend in der Kölner Philharmonie, wo Grigory Sokolov Beethoven und Schubert spielte und sechs Zugaben gab, sodass er erst um 23 Uhr herauskam. Er erwähnt, dass viele Zuschauer den Saal nach dem Hauptprogramm fluchtartig verließen, um das Fußballspiel zu sehen. 00:00:52 Fussball WM Stefan und Wolfgang sprechen über die Schlagzeile, dass Jürgen Klopp die Rettung für die Nationalmannschaft sein könnte. Wolfgang vergleicht diese Debatte mit der Frage nach dem nächsten Bundespräsidenten und schlägt scherzhaft vor, Hape Kerkeling zum Bundestrainer zu machen; Stefan wirft ein, man brauche vielleicht eine Frau, und nennt Ilse Aigner. 00:03:16 Werbung Werbung für Saily, eine eSIM für Reisen. 00:05:19 Hitze Stefan berichtet von seiner Rückfahrt nach Frankfurt, das als heißeste Stadt Deutschlands gelte. Wolfgang fordert eine Debatte über Klimaanlagen für alle und kritisiert, dass sich diese in Gastronomie und Hotellerie noch nicht durchgesetzt hätten. Stefan plädiert dafür, statt über den Klimawandel über Klimaanpassung zu reden; er nennt die in Frankfurt am Freitag erstmals überschrittenen 40 Grad, zwei Notarzteinsätze in der Klasse seines Sohnes und kritisiert, dass der Journalismus einen Berliner Wasserwerfer feiere, statt über Klimatisierung zu sprechen. 00:11:14 Liberalismusdebatte Stefan und Wolfgang widmen sich einem rund 30-minütigen Deutschlandfunk-Essay von Nils Schniederjann mit dem Titel „Die Machtfrage. Muss die Linke sich von ihrem eigenen Liberalismus befreien?". Im Essay heißt es, ausgehend vom Karlsruher Klima-Urteil vom 24. März 2021, die Linke habe sich an den Liberalismus gekettet und habe wie die Liberalen Angst vor dem Volk; unterschieden wird zwischen Demokratie und liberaler Demokratie, in der Institutionen und Gerichte den politischen Spielraum begrenzen. Der Clip beruft sich auf den französischen Philosophen Jean-Claude Michéa und auf postliberale Denker wie Patrick Deneen, Adrian Vermeule und Sohrab Ahmari. Wolfgang stellt wiederholt die Frage, ob man für Klimaschutz oder Umverteilung überhaupt Karlsruhe und die Verfassung brauche oder ob man der Mehrheit mehr zutrauen solle, und verweist dabei auf Nancy Frasers „progressiven Neoliberalismus", Catherine Lius These zur Professional Managerial Class sowie auf Veith Selk und Julian Nicolai Hofmann. Stefan argumentiert demgegenüber, das Klimathema falle anders als die Schuldenbremse unmittelbar unter die Menschenwürde des Artikels 1. Beide bemängeln, dass die postliberale Debatte zu wenig über Geld und Kapitalismus spreche; Wolfgang führt am Beispiel der Notenbankunabhängigkeit (EZB, Trump und die Fed, mit Verweis auf Adam Tooze und Liz Truss) aus, dass eine konsequente Politisierung einen radikalen Umbau bedeuten würde. Als Beispiele illiberaler Entwicklungen nennt der Essay die annullierte rumänische Präsidentschaftswahl mit dem nicht zugelassenen Călin Georgescu und den ignorierten Berliner Enteignungs-Volksentscheid. Zum Abschluss richtet Wolfgang an die postliberale Linke die Gegenfrage, ob sie nicht selbst Angst vor der Freiheit habe. 01:38:34 Sommersalon Wolfgang und Stefan kündigen den Sommersalon am 22. August im klimatisierten Saalbau Bornheim in Frankfurt an, einen Live-Podcast ohne festgelegtes Thema, zu dem es Tickets auf neue20er.de gibt. 01:39:47 Rentenkommission Stefan und Wolfgang besprechen den Abschlussbericht der Alterssicherungskommission; Stefan kritisiert, dass die mediale Rezeption die Einführung einer verpflichtenden Kapitalrente nicht durchdrungen habe. Er erläutert das Modell: Ab 2031 werde der Beitragssatz paritätisch um zwei Prozentpunkte (rund 30 Milliarden Euro jährlich) erhöht, das Geld in vorausgewählte Fonds investiert, ohne Vererbbarkeit und mit selbst getragenem Risiko, und laut Bericht bevorzugt im Ausland angelegt; so würden über zwanzig Jahre rund 600 Milliarden Euro während des Renteneintritts der Babyboomer dem Umlagesystem entzogen. Wolfgang ordnet das Vorgehen als beschleunigte Deindustrialisierung ein, da das Geld ins Ausland statt in deutsche Unternehmen fließe. In Clips aus Pressekonferenz und Tag der Industrie äußern sich Friedrich Merz, der die Integration der Kapitalrente in die erste Säule als Einlösung der christlichen Soziallehre bezeichnet, Bärbel Bas, die den Bericht trotz eigener Unkenntnis des Textes als „Gesamtkunstwerk" ohne Rosinenpicken einführt, sowie Frank-Jürgen Weise und Annika Klose, die unter anderem auf die Kopplung des Renteneintrittsalters an die Lebenserwartung und ein Mischmodell nach schwedischem Vorbild eingehen. Stefan unterscheidet Alterssicherung und Rentenkasse, beziffert beitragsfremde Leistungen auf 60 bis 100 Milliarden Euro und benennt die eigentliche Deckungslücke mit 1,2 Prozent des BIP beziehungsweise 54 Milliarden Euro. Beide kritisieren die Empfehlung, ausschließlich Löhne und Gehälter zur Beitragsbemessung heranzuziehen und Kapitalerträge, Mieteinnahmen sowie Vermögens-, Erbschafts- und Abgeltungsteuer auszuklammern. Wolfgang verweist auf das Mackenroth-Theorem und kennzeichnet Merz als Blackrock-Kanzler. 03:05:17 Krieg und Aufrüstung Wolfgang leitet das Kapitel mit einer Wirtschaftsmeldung aus dem Handelsblatt Morning Briefing zum Stellenabbau bei VW, Mercedes und Bosch ein, wonach bis zu 100.000 weitere Stellen wegfallen könnten. Anschließend spielen die beiden mehrere Clips aus dem Podcast „Lanz & Precht" ein, in dem der Investigativjournalist Christian Schweppe über die Rüstungsindustrie spricht; Schweppe erklärt die sogenannte Bonner Formel mit einer auf rund sechs Prozent begrenzten Rendite und beschreibt die Preisbildung als Blackbox, in der selbst das Parlament und die Preisprüfer im Beschaffungsamt BAAINBw in Koblenz die Preise kaum nachvollziehen könnten, mit Beispielen wie 65.000 Euro für ein Funkgerät und einem Tag im Haushaltsausschuss, an dem rund 50 Milliarden Euro an Rüstungsvorlagen in vier Stunden bewilligt worden seien. Stefan spricht von Bereicherung und davon, dass dieselben Akteure die Bedrohungsdebatte vorantrieben; Wolfgang verweist auf Abgeordnete aus Rüstungs-Wahlkreisen. Im zweiten Teil spielt Wolfgang Clips von Ursula von der Leyen bei der Ukraine Recovery Conference in Danzig ein, in denen sie die ukrainische Drohnenproduktion, den Ukraine-Support-Loan und eine tiefere Integration der Verteidigungsindustrie lobt; Wolfgang stellt dem die These einer Verbilligung des Krieges gegenüber und kritisiert, dass ukrainische Männer im wehrfähigen Alter durch eine Absprache mit Selenskyj nicht mehr unter die Massenzustromrichtlinie fielen. Wolfgang referiert einen Artikel von Yaroslav Trofimov im Wall Street Journal über russische Drohungen gegen die baltischen Staaten und zitiert Kaja Kallas, Russland müsse eskalieren, um die Mobilmachung zu rechtfertigen. Den Abschluss bilden Clips von John Mearsheimer aus einem Gespräch mit Daniel Davis, in denen Mearsheimer argumentiert, der Westen und die Ukraine führten gemeinsam einen Drohnenkrieg gegen Russland und Putin betrachte den Westen als Kriegspartei. Wolfgang kritisiert, dass keine friedenspolitische Stimme mehr vernehmbar sei und die AfD die Lage instrumentalisiere. 03:54:28 Sozialpolitik Stefan und Wolfgang besprechen mehrere Clips zu außen- und sozialpolitischen Themen. Zunächst zitieren sie einen Deutschlandfunk-Clip mit Außenminister Johann Wadephul, der sagt, die Außenpolitik richte sich nicht nur nach völkerrechtlichen Maßstäben, sondern wäge auch Bündnis-, Wirtschafts- und sicherheitspolitische Interessen ab. Anschließend geht es um die BAföG-Kürzungen anhand eines Gesprächs von Wolfgang Heim mit Helene Bubrowski (künftige Herausgeberin der FAZ), in dem ein Interview mit Forschungsministerin Bär und eine Äußerung des Juso-Vorsitzenden Philipp Türmer zu einem kurzzeitigen, wieder einkassierten Politikskandal werden. Ein längerer Deutschlandfunk-Bericht zur Pflegeversicherung wird eingespielt: ohne Reform stiegen die Defizite bis 2028 auf über 15 Milliarden Euro, geplant seien unter anderem eine fachliche Pflegebegleitung statt Geldleistungen bei Pflegegrad 1, gekürzte Rentenbeiträge für pflegende Angehörige und eine Abkehr von der Tarifbindung; zu Wort kommen Albert Stegemann (CDU), Katja Kipping vom Paritätischen Gesamtverband, DGB-Vorsitzende Yasmin Fahimi, GKV-Sprecher Florian Lanz und der SPD-Gesundheitspolitiker Christos Pantazis. Zum Abschluss greifen sie einen AfD-Redebeitrag von Christina Baum zur Organspende auf, in dem diese vor Organkriminalität warnt und nach psychischen Folgen einer „Wesensveränderung" durch ein fremdes Organ fragt, was Stefan und Wolfgang mit Fragen nach „Deutschsein" und Migrationshintergrund verknüpfen. 04:12:36 Salon-Hinweise Wolfgang kündigt die beiden im Salon besprochenen Bücher an: das neue Buch der Philosophin Eva von Redecker zum „Drang nach Härte" und, zur Frage nach dem Faschismusbegriff, das Buch von Oliver Nachtwey und Carolin Amlinger sowie auszugsweise das neue Buch von Anna-Verena Nosthoff über Kybernetik und Politik (Suhrkamp). Er erläutert die Abo-Möglichkeiten über neue20er.de und Steady (mit Zugang zum Salon-Archiv), Patreon und Apple und verweist auf eine im letzten Live-Salon mit Jan-Philipp Reemtsma geführte Diskussion zum Faschismusbegriff. Zum Schluss weisen sie auf den Sommersalon am 22. August im Saalbau Bornheim in Frankfurt hin. full Wolfgang und Stefan besprechen den Juni 2026 no Stefan Schulz und Wolfgang M. Schmitt 15555
Todos os dias produzimos lixo. Mas a pergunta é: o que fazemos com ele depois? Está a decorrer a campanha nacional Vamos Lixar o Lixo, que nos desafia a separar melhor os resíduos, a reciclar mais e a pensar duas vezes antes de deitar algo fora. O lema é claro: Vamos separar o lixo antes que o futuro se lixe. Faz a separação dos resíduos em casa? O que o impede de reciclar mais? Acredita que Portugal está a fazer o suficiente para reduzir o lixo que produz?See omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast de hoje, eu e o Dr. Sandro Freitas, professor e investigador da Faculdade de Motricidade Humana, debatemos a Powerpenia, a perda de potência muscular associada ao avanço da idade.Explicamos detalhadamente como o exercício físico regular actua diretamente na melhoria da qualidade de vida e no combate a problemas psicológicos. Entende a ciência por trás do treino de força e fica a saber como manter o corpo e a mente activos em qualquer fase da vida. Faz like, subscreve e activa as notificações!Evento Powerpenia Conference - www.powerpenia.comInstagram do convidado - drsandrofreitas
No podcast de hoje, eu e o Dr. Sandro Freitas, professor e investigador da Faculdade de Motricidade Humana, debatemos a Powerpenia, a perda de potência muscular associada ao avanço da idade.Explicamos detalhadamente como o exercício físico regular actua diretamente na melhoria da qualidade de vida e no combate a problemas psicológicos. Entende a ciência por trás do treino de força e fica a saber como manter o corpo e a mente activos em qualquer fase da vida. Faz like, subscreve e activa as notificações!Evento Powerpenia Conference - www.powerpenia.comInstagram do convidado - drsandrofreitas
Como a Natureza ensina a viver? Faz com que a gente aprecie muito a Criação. Ouça esse episódio.
Klasik piyanist Tuncay Yıldız 1 Temmuz 2026 Çarşamba saat 18:00'de Camberwell Uniting Church'de vereceği klasik müzik konserinde çalacağı besteci ve eserleri SBS Türkçe'ye anlattı.ÖNE ÇIKANLAR1981 doğumlu piyanist Adapazarı'nda başlayıp Melbourne'a kadar uzanan klasik piyano macerasını anlattı.Yıldız konserinde Amirov, Khatchaturian ve Fazıl Say dışında Rachmaninov ve Debussy'den eserlere de yer verecek.Podcastlarımızı dinlemek ve bizi takip etmek için: https://podfollow.com/sbs-turkish
Wir waren in der Tagesschau, der Süddeutschen Zeitung, der FAZ, dem Handelsblatt – alles ohne PR-Agentur und rein organisch entstanden. Dina Reit weiß, wie man Sichtbarkeit erzeugt. Die CEO von SK Laser in zweiter Generation ist heute eine der bekanntesten Stimmen für das Thema Unternehmensnachfolge in Deutschland. Doch der Weg an die Spitze des mittelständischen Maschinenbauunternehmens war kein romantischer Spaziergang.Im Gespräch mit Carsten Puschmann räumt Dina mit Vorurteilen auf. Sie erzählt offen von ihrem holprigen, planlosen Einstieg ins Familienbusiness, der harten Realität im B2B-Anlagenbau und dem Moment nach zwei Monaten, in dem sie wusste: „Wir brauchen eine externe Beraterin, sonst lass ich es.“ Eine Folge über ehrliche Persönlichkeitsentwicklung, die immense Charakterstärke, die Gründer beim Loslassen brauchen, und die Frage, wie man LinkedIn als echtes Werkzeug für Leads, Talente und Markenaufbau nutzt.Wir reden über
Devocional da Manhã do dia 24/06/2026 |CORAGEM PARA CONTINUARJosué 1:9(NVT):“Seja forte e corajoso! Não tenha medo nem desanime, pois o Senhor, seu Deus,estará com você por onde você andar.”Muitaspessoas acreditam que coragem significa ausência de medo. Mas a Bíblia mostraalgo diferente. Coragem não é não sentir medo. Coragem é continuar avançandoapesar dele.Josuérecebeu essa palavra justamente em um momento de enorme responsabilidade. Elepisaria em um território desconhecido, enfrentaria desafios difíceis ecarregaria o peso de liderar um povo inteiro.E Deus nãoprometeu ausência de dificuldades. Deus prometeu presença.Isso mudatudo.Porque averdadeira coragem não nasce da certeza de que nada dará errado. Ela nasce daconvicção de que Deus continuará presente mesmo durante os dias difíceis.Talvez hojeexista algo assustando você. Uma decisão importante. Uma mudança inesperada.Uma fase difícil da vida. Um problema familiar. Uma batalha emocionalsilenciosa.O medotenta paralisar. Faz você imaginar cenários negativos antes mesmo delesacontecerem. Faz você acreditar que não conseguirá suportar o que está vindo.Mas Deuscontinua dizendo: “Não desanime”.Muitasvezes a coragem não aparece de forma explosiva. Às vezes ela surgesilenciosamente quando você decide apenas continuar mais um dia.Coragemtambém é permanecer. Continuar orando. Continuar confiando. Continuarcaminhando mesmo quando ainda existem dúvidas dentro do coração.Deus nuncaabandona aqueles que caminham com Ele.Hoje,talvez você não precise resolver tudo de uma vez. Apenas continue dando opróximo passo. A presença de Deus continuará sustentando você ao longo dacaminhada.
Auf den größten ukrainischen Drohnenangriff auf Russland seit Beginn des Krieges reagierten die großen deutschen Medien mit kaum verhohlener Schadenfreude: „Drohnenhagel auf Russland“ (FAZ). „Moskau-Angriffe blamieren Putins Regime“ (Bild). Mitgefühl für die 17 verletzten Zivilisten und ein totes Mädchen sucht man in den deutschen Leitmedien vergeblich. Die Mehrheit der Russen nimmt die Drohnen-Attacken gelassen. EineWeiterlesen
Faz hoje 25 anos que estreou o primeiro filme deste franchise de sucesso! Quando apareceu aquele filme, o Drive, achava que era imitação (os casos de sucesso costumam ser imitados). Mas não.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bloomberg enthüllt, warum SpaceX die Colossus-Rechenleistung vermieten musste. OpenAI gewinnt die Trade-Secrets-Klage von xAI. Ed Zitron veröffentlicht exklusiv die OpenAI-Finanzen für 2024 und 2025, was die Rohmarge wirklich hergibt. Das große Thema der Folge: Die US-Regierung verhängt am Freitagabend Exportkontrollen gegen Anthropics Fable 5 und Mythos, der Jailbreak-Vorwurf wirft mehr Fragen auf als er beantwortet. Was ist wirklich passiert und wer profitiert eigentlich vom Streit? Wie wirkt sich das auf den Anthropic-IPO aus? Im Acquisition-Corner: Salesforce kauft Fin.ai (früher Intercom) für $3,6 Mrd., Fox übernimmt Roku für $25 Mrd. Unterstütze unseren Podcast und entdecke die Angebote unserer Werbepartner auf doppelgaenger.io/werbung. Vielen Dank! Philipp Glöckler und Philipp Klöckner sprechen heute über: (00:00:00) SpaceX-IPO weiter (00:04:44) Colossus-Vermietung (00:07:50) OpenAI gewinnt vs. XAI (00:09:00) Ed Zitron: OpenAI-Finanzen (00:16:16) Anthropic Fable 5 gestoppt (00:21:03) Jailbreak-Vorwurf (00:22:35) Dario im Wellness-Retreat? (00:35:15) Anthropic-IPO-Folgen (00:40:25) Salesforce kauft Fin.ai (00:42:20) Fox kauft Roku (00:43:44) Mario Voigt & Döpfner Shownotes SpaceX - ft.com SpaceX vermietete Rechenleistung, weil eigene Teams sie nicht nutzen konnten - bloomberg.com OpenAI gewinnt: XAI-Klage wegen Trade Secrets abgewiesen - reuters.com Ed Zitron exklusiv: OpenAI-Finanzen - wheresyoured.at Anthropic Fable - linkedin.com Anthropic, Trump & Mythos/Fable für National Security - axios.com Pete-Hegseth-Post - xcancel.com Ashlee Vance über Anthropic & National Security - xcancel.com Anthropic, Weißes Haus & Fable/Mythos - axios.com Zvi Mowshowitz zu Anthropic-Move - xcancel.com Pliny the Elder zu Fable-5-Jailbreak - xcancel.com Anthropic widerspricht Fable-5-Jailbreak-Vorwurf - securityweek.com David Sacks zur Anthropic-Regierungs-Kooperation - xcancel.com Salesforce übernimmt Fin für Customer Service - cnbc.com Fox-Roku-Deal - wsj.com Welt zur KI-Debatte um Mario Voigt: Maschinenstürmer der FAZ - welt.de WSJ: Amazon-CEO triggerte Anthropic-Crackdown - wsj.com Kirsten Davies (DoD CIO) zur Anthropic-Sperre - xcancel.com David Sacks (2. Tweet) zu Anthropic - xcancel.com CNBC Video: Inside SpaceX's smooth debut - cnbc.com OpenRouter: Token-Markt-Rankings - openrouter.ai Haken Dran Podcast: SpaceX-IPO & Anthropic-Fable - youtube.com OMR Education: State of AI mit Pip - lnk.to
Faz anos que a sociedade israelense vive um dilema em relação a convocação dos ultraortodoxos para o Exército. Teoricamente, o serviço militar em Israel é obrigatório. Mas, na fundação do Estado, o então primeiro-ministro David Ben Gurion permitiu que jovens ultraortodoxos ficassem de fora do Exército. Mas, na época, eram cerca de 400 jovens. Esse panorama mudou muito após 78 anos. Os ultraortodoxos já são milhares. E a isenção do serviço militar causa grande desconforto em Israel. Mas será que faz sentido que esses jovens sejam incorporados ao exército israelense? E se não forem, como fica o número de soldados? São muitas perguntas, poucas respostas, mas dilemas importantes de serem encarados. Nosso convidado é Eitan Gottfried, cientista político e primeiro sargento (res.) da unidade dos Paraquedistas do Exército de Israel. Desde o 7 de Outubro ja serviu mais de 300 dias, incluindo a batalha no Kibutz Kfar Aza, e operações dentro da faixa de Gaza e Libano. Mora em Israel há quase 11 anos e trabalha no Israel Democracy Institute, um instituto de pesquisa que tem como objetivo proteger o caráter judaico e democratico de Israel através de pesquisa aplicada e políticas públicas baseadas em dados.
Foi uma entrada em bolsa estratosférica para uma empresa espacial, a SpaceX, e dela resultou o primeiro trilionário. Como foi possível? Faz sentido? E o que faz de Musk esta espécie de Midas moderno?See omnystudio.com/listener for privacy information.
De uma entrada na bolsa estratosférica para uma empresa espacial. Elon Musk tornou-se trilionário com a criação da SpaceX. Faz sentido? Como conseguiu?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dürfen Politiker Texte mit KI verfassen? Für Recherchen oder Entwürfe findet Politikberater Johannes Hillje das legitim, nicht aber bei direkter Rede. Dass die FAZ einen Artikel von Mario Voigt (CDU) wegen KI-Einsatz depublizierte, sei daher richtig. Oelmaier, Tobias; Bernhard, Henry www.deutschlandfunk.de, Das war der Tag
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Biólogo, Mestre e Doutor em Zoologia, com Pós Doutorado em Ecologia, Hugo Fernandes. Só vem! >> OUÇA (80min 01s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Hugo Fernandes é biólogo, professor da Universidade Estadual do Ceará, possui pós-doutorado em Ecologia e é mestre e doutor em Zoologia. Desde 2022, é sócio e Diretor de Inovação da Seteg Soluções Ambientais, empresa de consultoria com atuação em mais de 20 estados do país. Pertence ao corpo docente de programas de pós-graduação da UFC, PUC e Universidade do Carbono. Faz parte do programa executivo do European Institute of Innovation for Sustainability e integrou a delegação brasileira em duas Conferências das Partes da ONU (COP16 Biodiversidade e COP30 Clima). Foi membro do Programa Cientista Chefe junto à Secretaria do Meio Ambiente e Mudança do Clima do Ceará (SEMA), onde coordenou a Lista Vermelha da Fauna Ameaçada do Ceará. Além disso, faz parte do corpo de especialistas que elabora a lista vermelha nacional de roedores e felinos silvestres junto ao ICMBio. Como comunicador, foi um dos pioneiros da divulgação científica ambiental na internet brasileira, duas vezes TEDx speaker, apresentador de TV (SBT Ceará), colunista de ciência da Band News FM e assinou textos científicos para veículos como HuffPost New York, Folha de S. Paulo, Piauí e Veja. Pela sua atuação, já recebeu homenagens do Governo do Estado do Ceará, da Assembleia Legislativa do Ceará e do Conselho Federal de Biologia, no Senado Federal. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9647959713613299 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Fitness mit M.A.R.K. — Dein Nackt Gut Aussehen Podcast übers Abnehmen, Muskelaufbau und Motivation
Ist Dein Gewicht genetisch vorprogrammiert? Die Set-Point-Theorie sagt Ja – und nimmt Dir damit bequem jede Verantwortung ab. Nur: Die aktuelle Forschung sieht das anders. Am Ende der Folge weißt Du, was von der Theorie übrig bleibt. Und welche drei Hebel darüber entscheiden, ob es bei „vorher–nachher–vorher“ bleibt ... oder echte Veränderung daraus wird.____________*WERBUNG: Infos zum Werbepartner dieser Folge und allen weiteren Werbepartnern findest Du hier.
Helene Bubrowski ist promovierte Juristin und Chefredakteurin von Table Media. Davor war sie lange Parlamentskorrespondentin bei der Frankfurter Allgemeinen Zeitung in Berlin. 2027 kehrt sie nun zur FAZ zurück, als erste HerausgeberIN. Mit Wolfgang spricht sie über die Irrungen und Wirrungen der deutschen Politik zwischen Autoritätsverlust, gesellschaftlichem Fatalismus und schneller Empörung. Warum scheiterte Deutschland bei der Wahl in den UN-Sicherheitsrat? Wie angezählt ist Friedrich Merz? Und beobachten wir gerade den Anfang der Ära Söder? Du möchtest mehr über unsere Werbepartner erfahren? Hier findest du alle Infos & Rabatte: https://linktr.ee/ApokalypseundFilterkaffee Du möchtest Werbung in diesem Podcast schalten? Dann erfahre hier mehr über die Werbemöglichkeiten bei Seven.One Audio: https://www.seven.one/portfolio/sevenone-audio
So bedrohlich wie jetzt sah es noch nie für die Freien Demokraten aus. Nach dem Parteitag am Wochenende in Berlin wird Wolfgang Kubicki die Partei führen. Der 74jährige gilt dann offiziell als Hoffnungsträger des Liberalismus in Deutschland. Die FDP gehörte jahrzehntelang zum Inventar des Parlamentarismus. Sie hatte die Macht, Kanzler zu machen oder zu stürzen. Heute ist die Partei auf der Suche nach sich selbst. Thomas Ihm diskutiert mit Beatrice Achterberg – Journalistin, NZZ; Friederike Haupt – Journalistin, FAZ; Prof. Dr. Michael Wehner – Landeszentrale für politische Bildung Bawü
Das Jahr 2026 steht bei der Frankfurter Allgemeinen Zeitung abermals im Zeichen tiefgreifender digitaler Innovationen, die in den vergangenen Monaten in zwei großen Meilensteinen für unsere Leser sichtbar geworden sind. Mitte Mai wurde auf FAZ.NET und in der App der neuen digitale Themenschwerpunkt „Besser leben“ gestartet. Dieser Bereich, in dem unter anderem das bisherige Ressort Stil aufgegangen ist, bietet den großen lebensweltlichen Themen von Psychologie und Gesundheit bis hin zu Liebe und Familie eine neue, hochwertige Heimat. Wie man ein solches publizistisches und gestalterisches Großprojekt im Newsroom erfolgreich umsetzt, ist ein Thema in der aktuellen Folge des FAZ-Digitalwirtschaftspodcasts mit zwei Kollegen: Cai Tore Philippsen, Redaktionsleiter von FAZ.NET, und Robert Wenkemann, Art Director Digital. Gemeinsam beleuchten wir, wie es gelingt, klassische F.A.Z.-Werte wie journalistische Tiefe und sorgfältige Einordnung auf Ratgeberthemen zu übertragen und diese visuell durch großformatige Bilder und eine nahtlose Nutzererfahrung auf allen Endgeräten erlebbar zu machen. Neben den inhaltlichen Neuerungen geht es um das im März eingeführte Abonnementmodell „FAZ+ Premium“. Dieses Angebot richtet sich an Nutzer mit höchsten Ansprüchen und bietet neben einer komplett werbefreien Leseerfahrung auch ein praktisches Sharing-Modell für bis zu vier Nutzerkonten. Im Podcast erläutert Wenkemann, wie sehr sich das Nutzungserlebnis auf der Website und in der App durch den Wegfall klassischer Werbeanzeigen wandelt und wie die Premium-Inhalte transparent gekennzeichnet werden, ohne den Leser zu überfordern. Philippsen beschreibt die strategischen Überlegungen hinter dem neuen Modell. Dabei geht es unter anderem um die gezielte Auswahl der vier exklusiven Premium-Newsletter zu den Themen Finanzen, Digitalwirtschaft, Weltwirtschaft und Recht sowie um die Frage, wie das neue Sharing-Angebot auf das konkrete Nutzerbedürfnis nach mehr Familientauglichkeit bei digitalen News-Abos einzahlt. Dass sich diese Ausrichtung auf Qualität und nutzerzentriertes Design auszahlt, zeigt nicht zuletzt der Gewinn des INMA Global Media Awards für unsere News-App „Der Tag“ im Mai dieses Jahres. Darüber geht es um einen Blick auf die Daten: Treiben spezifische, tiefgründige Themen wie das Mikrobiom oder Narzissmus bei Kindern tatsächlich Abos an, und wie bewältigt die Redaktion den täglichen Balanceakt zwischen der nötigen Reichweite und der Bezahlschranke? Abschließend wagen Philippsen und Wenkemann einen Ausblick, von welchen weiteren digitalen Innovationen der F.A.Z. wir in diesem Jahr noch sprechen werden.
Nessa live conversei com atleta de levantamento de peso paralímpico Tayana Medeiros (@tayanamedeiros).Tayana Medeiros tem 33 anos é carioca e atualmente mora em Uberlândia - MG.Tayana foi campeã paralímpica em Paris 2024 e é recordista brasileira e das Américas. Foi medalhista mundial (prata no individual e ouro por equipes feminina). Faz parte da equipe paralímpica de levantamento de peso do Praia clube Uberlândia e foi medalhista de prata nos jogos para-panamericano sde Lima no Peru e ouro nos jogos para-panamericano de Santiago no Chile.No Clube de Leitura, exploramos juntos obras que desafiam o senso comum — livros que unem ciência, filosofia e ancestralidade — sempre com uma visão crítica e prática para transformar o conhecimento em ação.Entre para o Clube e participe das discussões ao vivo, receba roteiros, resumos e mergulhe em cada capítulo com profundidade.https://henriqueautran.com.br/clube-de-leitura/ Conheça o Substack Nutrição Ancestral. É um espaço autoral de aprofundamento científico, com análises técnicas baseadas em literatura acadêmica sobre evolução, fisiologia e metabolismo, conectando biologia evolutiva e evidência para quem quer entender o corpo além de modismos. Acesse: https://nutricaoancestral.substack.com Você também pode nos acompanhar no instagram, http://www.instagram.com/henriqueautran. E em nosso canal do YouTube: https://youtube.com/c/henriqueautran.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 - Começando mais um Ulrich Responde00:13 – Game over para Flávio Bolsonaro?05:48 – O áudio do Flávio abre espaço para uma 3ª via?07:11 – Lula vai almoçar Zema e Michele nos debates?07:53 – Sábia a atitude de Zema?10:46 – Qual candidato você acha que conseguiria organizar a economia brasileira?11:21 – Com esse episódio do Flávio Bolsonaro, a esperança de derrotar o Lula acabou?12:03 – O mercado já está precificando uma possível derrota de Flávio Bolsonaro?13:07 – Dólar subindo é reação a possível vitória de Lula?13:34 – Por que não devemos gastar todo o nosso tempo acompanhando o noticiário político?17:01 – Visita da delegação americana à China: o que acontece se o "Air Force One" caísse?21:37 – Michael Burry e liquidez: em qual moeda ficar líquido para aproveitar oportunidades?22:33 – O modelo chinês de investimento público em infraestrutura pode ser replicado no Brasil?24:19 – Faz sentido usar a ação Stretch STRC como alocação de caixa para oportunidades?25:36 – Por que não falaram sobre metais do grupo da platina (PGM) com Marcelo Lopez?26:31 – Como o Bitcoin responderia a um eventual crash das ações de tecnologia?27:33 – Como libertário, você acredita que a democracia já falhou?28:04 – Estamos próximos de um novo "Cisne Negro"?28:26 – Visão sobre Inteligência Artificial: futuro caótico ou administrável?30:39 – O que acha de uma carteira composta por Strategy, Stretch e OranjeBTC OBTC3?30:50 – Por que o Euro não consegue se tornar a principal moeda global no lugar do dólar?31:37 – Por que Nasdaq subiu no meio da guerra?33:13 – Qual ativo você está mais exposto?33:15 – Não seria interessante para o Brasil um presidente que não se curva ao imperialismo americano?34:08 – Aeroporto, Bitcoin ou segundo passaporte: qual a melhor saída do Brasil?35:06 – Qual é a Stablecoin mais confiável e transparente atualmente?35:46 – Além de Richard Rytenband, quais mentores e autores impactaram sua trajetória?38:24 – Encerramento e considerações finais.
Putin sagt Schröder und schon überschlagen sich Deutschlands Medien und der Politikbetrieb.Aber warum? Wieso haben wir auch 12 Jahre nach Beginn des russischen Angriffs auf die Ukraine nicht verstanden, welche Ziele Russland verfolgt? Warum fällt es der deutschen Öffentlichkeit schwer Russlands Handeln in seine Jahrhunderte dauernde imperiale Traditionslinie einzuordnen?Darüber und über die Fehler und Nachlässigkeiten des deutschen Journalismus spricht Jan-Philipp Hein mit der Osteuropaexpertin und Journalistin Mareike Müller und Friedrich Schmidt, der seit 2014 Russland-Korrespondent der FAZ ist.Unterstützen Sie uns einmalig oder regelmäßig hierDie Website der SalonkolumnistenDer Ostausschuss der Salonkolumnisten auf TwitterDas Panel auf Twitter:Dr. Franziska DaviesProf. Jan Claas BehrendsDr. Gustav GresselGabriele WoidelkoDas Moderationsteam:Jan-Philipp HeinRichard VolkmannDavid HarnaschProducer: David HarnaschPostproduction: Chris GruberTitle track vocals: Masha (10, from Odesa)
Há elogios facilmente entendidos, declarações que tocam o coração. Onde será que se encaixa a mensagem enviada para uma menina a chamando de "calango do deserto?” Da inocência do coraçãozinho das crianças, partimos para a desconfiança da vida adulta, que faz um sujeito omitir o próprio nome, sem lógica aparente, arruinando o dia de um trabalhador, guerreiro, que já começa quase sempre arruinado. O motociclista sabe que ele é ele, já o sujeito que fez o pedido parece ter esquecido o seu papel no planeta Terra. Às vezes, era só ir embora... Faz falta não.Ainda falando de entregas: que tal entregar uma encomenda e se deparar com uma chibata de 25 centímetros, vista apenas graças ao avanço da medicina? Uma terça-feira qualquer, sem dúvida.E como o fundo do poço pode ser sempre mais embaixo, encontramos uma grande lição de vida, com pouca ou quase nenhum humildade, no jogo preferido do Felca: Roblox.APOIE O THIS IS BRAZIL: clique aqui.
Warum die FAZ noch keinen Stahlhelm über ihrem Logo hat, ist unklar. Klar hingegen ist: Das Frankfurter Blatt trägt den Kurs der Militarisierung mit. Auf „Kein Recht auf Fahnenflucht“, auf Fragen wie „Brauchen wir die Bombe?“ und „Würden wir Deutschen so tapfer kämpfen wie die Ukrainer?“ folgt: „Wir brauchen diese Raketen,Weiterlesen
Alô, alô! O desenvolvimento e popularização das canetas emagrecedoras como Ozempic e Mounjaro balançaram as redes sociais, mídias e tantos outros espaços públicos. Facilmente a gente encontra pessoas perguntando: Quanto custa? Precisa de receita? Faz mal? Qual é o preço popular? Tem genérico? E tantos outros termos. Aqui no Brasil, a importação das canetas emagrecedoras aumentou 88% em 2025, superando até mesmo o mercado de celulares! Isso sem contar o crescimento de um mercado ilegal, com casos de contrabando e falsificação desse tipo de medicamento. Mas será que tem tantas pessoas que precisam de canetas emagrecedoras assim? E para além de pensar se “tal uso faz bem” ou se “tal uso faz mal”, será que não é preciso pensar no que leva as pessoas a essa busca excessiva pelos padrões de magreza? Quais são as consequências desse uso? O quanto as pessoas estão dispostas a sofrer para entrarem nesse padrão? Para essa conversa, Caramelo, Marx e Jefferson chamaram a Prof.ª Fernanda Scagliusi e o Prof. Bruno Gualano que, juntos, respondem: Afinal, pra que ficar magro? E mais importante: quem tem o direito de ficar e permanecer magro? Assuntos abordados: 00:00 – Apresentação dos convidados03:30 – O que são as canetas emagrecedoras?11:24 – Quem usa canetas emagrecedoras?22:15 – Economia Moral: estigma de pessoas gordas.28:43 – Sem tempo pra emagrecer.39:22 – Medo de engordar.48:34 – Mundo Fitness: industria trilionária. Referências e links:Centro de Medicina e Estilo de Vida ARTIGOS JORNALÍSTICOS: https://jornal.usp.br/ciencias/estetica-cultura-e-classe-o-que-esta-por-tras-do-uso-de-canetas-emagrecedoras-sem-indicacao/ https://www1.folha.uol.com.br/colunas/bruno-gualano/2026/01/ozempics-acabarao-com-a-fome-do-mundo.shtml https://www1.folha.uol.com.br/colunas/bruno-gualano/2026/01/vem-a-caneta-vai-se-o-peso-vai-se-a-caneta-vem-o-peso.shtml https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/01/21/anvisa-proibe-canetas-emagrecedoras-do-paraguai-de-tirzepatida-e-retatrutida-vendidas-sem-registro.ghtml ARTIGOS CIENTÍFICOS: Scagliusi, F. B., Gualano, B., Andreassen, P., SturtzSreetharan, C., Jensen, S. D., & Brewis, A. (2025). The Uncharted Territory of the New Obesity Drugs in Users Without Obesity: A Sociomedical Perspective. Obesity. https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/oby.70069 Scagliusi, F. B., Ulian, M. D., de Oliveira, L. C., Torres, T. H., Unsain, R. A. F., SturtzSreetharan, C., … & Brewis, A. (2025). What is the felt experience of weight stigma in Latin America and the Caribbean? A systematic narrative review. The Lancet Regional Health–Americas. https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2667193X25003643 Jensen, S. D., Gualano, B., Andreassen, P., Scagliusi, F. B., SturtzSreetharan, C., & Brewis, A. (2025). Beyond the prescription: Global observations on the social implications of GLP-1 receptor agonists for weight loss. PLOS Global Public Health, 5(12), e0005516. https://journals.plos.org/globalpublichealth/article?id=10.1371/journal.pgph.0005516 VÍDEOS, LIVROS E ETC: PPG-ANS: Ciência, Café e Prosa – Aula “Estigma relacionado ao peso corporal e o cuidado em saúde” – Professora Fernanda Scagliusi https://www.youtube.com/watch?v=1HkzyrwXPDk Bruno Gualano: “O mundo fitness é individualizante e egoísta”, Podcast da Semana – Revista Gama https://gamarevista.uol.com.br/podcast/podcast-da-semana/bruno-gualano/ Giro Saúde Especial | Indústria do Bem Estar https://www.canalsaude.fiocruz.br/audios/479 Assine pelo Apoia.se Assine pelo Patreon ➡️ Siga o Alô nas Redes:Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | Bluesky
Neste episódio, Guilherme Goulart e Vinícius Serafim analisam casos reais e tendências que colocam em xeque a segurança digital e física no Brasil. Você vai descobrir como criminosos burlaram um sistema de reconhecimento facial em condomínios de Porto Alegre usando engenharia social, expondo os riscos do teatro da segurança, do solucionismo tecnológico e da hipossuficiência técnica dos consumidores. Em seguida, você vai entender o que está por trás do lançamento do modelo Mitos da Anthropic — classificado como perigoso demais para uso público —, e por que os resultados práticos com o Firefox e o cURL geraram ceticismo no meio da cibersegurança, levantando questões sobre propaganda de IA, governança, regulação e concorrência no mercado de inteligência artificial. Neste episódio, você também acompanha a análise da lei 15.397, que atualizou crimes digitais no Brasil com penas mais severas para furto qualificado digital, cessão de conta laranja e fraude eletrônica — e por que, sem investimento em capacidade investigativa, isso pode ser apenas populismo penal. Além disso, são discutidas duas vulnerabilidades críticas no Linux (CVE Copyfile e Dirty Frag) com exploits já circulando antes da correção, e como a IA pode acabar com o anonimato na internet ao identificar autores por fingerprint de texto com apenas 125 palavras. Os temas de privacidade, proteção de dados, LGPD, segurança ofensiva, pentest e infraestrutura em nuvem permeiam toda a conversa. Assine o Segurança Legal na sua plataforma favorita, siga o perfil nas redes sociais e avalie o podcast para ajudar a ampliar o alcance deste projeto independente de conteúdo sobre segurança da informação. Você também pode apoiar diretamente pelo Apoia.se (apoia.se/segurancalegal) ou simplesmente indicar o podcast para colegas e amigos — cada compartilhamento faz diferença. Entre em contato pelo e-mail podcast@segurancalegal.com ou pelo Mastodon, Instagram, Bluesky, YouTube e TikTok. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie! Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Shownotes Polícia prende suspeitos de invadir e furtar apartamentos de alto padrão em Porto Alegre; grupo usava fraude em reconhecimento facial Polícia desarticula grupo de criminosos que furtava apartamentos de luxo via redes sociais Atualização do Código Penal para alguns crimes digitais Will AI end anonymity? I tested it I can never talk to an AI anonymously again Anthropic's most dangerous AI model just fell into the wrong hands Unauthorized group has gained access to Anthropic's exclusive cyber tool Mythos, report claims It’s a myth that you need Mythos to find bugs: Open source models can do it just as well Filme: Quebra de Sigilo (Sneakers) BC Protege Livro – Sob a sombra da suástica: a França ocupada Filme – Viagem ao mundo dos sonhos Artigo – Em louvor ao Teatro da Segurança Imagem do episódio: The Ancient Days, Willia, Blanke
We've all been holding on to the edges of our seats to see how the situation in the German cannabis market unfolds. Today, we have the pleasure of having a conversation with Alfredo Pascual, CFA who is renowned as one of the "voices of reason" in the cannabis industry, wherein we go deep into the possible outcomes of the recent regulatory changes.We're sure this episode will be a treat for many.Alfredo Pascual, CFA, is Head of Strategy & Corporate Development at Cannamedical, one of Europe's leading independent medical cannabis companies.He brings a decade of experience in investment analysis, capital allocation, and market and regulatory intelligence within the cannabis industry, having previously served as Executive Director of Seed Innovations Ltd (LON:SEED), on the Supervisory Board of Avextra, and as International Analyst at MJBizDaily.Alfredo is also a CFA Charterholder with an MA in Governance and Public Policy from Universität Passau and a BBA from Universidad Católica del Uruguay, complemented by certifications in pharmaceutical drug regulation.---Resources Mentioned in the Video:• FAZ article• another FAZ mention • Parliamentary inquiry response• EKOCAN reports• EU Council Framework Decision 2004/757/JHA of 25 October 2004• German medical cannabis applications for insurance reach 100,000: MJBizDaily❇️ Get in touch at https://www.thecannabisconversation.co.ukConnect with Nikita Cretu on LinkedIn:https://www.linkedin.com/in/nikita-cretu-b24b83a8/Connect with Thomas Gray on LinkedIn:https://www.linkedin.com/in/thomas-c-s-gray/
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El catálogo sonoro de Cuba nos permite recordar al formidable sonero Roberto Faz, justamente en el 60 aniversario de su fallecimiento ocurrido en La Habana el 26 de abril de 1966. La inclinación hacia la música que mostró desde su infancia lo llevó a integrar, desde la frontera de los años 20 a los 30, diversas agrupaciones como percusionista y cantante. Entre ellas destacaron: el Septeto infantil "Champán Sport" dirigido por el trompetista Carlos Toledo, la orquesta "Habana" de Estanislao Serviá y la orquesta del Hotel Nacional dirigida por el maestro Osvaldo Estivill. En 1943, cuando ingresa al Conjunto "Kubavana" para un año más tarde sumarse a la nómina del Conjunto "Casino", Faz comenzó a identificar la bien llamada "era de los conjuntos soneros". Con el Conjunto Casino, a lo largo de once años, completó una valiosa discografia a la que siempre será importante regresar. En enero de 1956 fundó su propio conjunto prolongando una exitosa presencia en los escenarios a la que sólo la muerte pudo poner punto final. A sesenta años de distancia su voz sigue siendo eco y memoria imprescindibles de la banda sonora cubana. Sonero de los buenos en su voz clara y potente brillaron con igual intensidad, gracia y sentimiento: la guaracha, la rumba, el son montuno, la guajira, la conga, el guaguancó y el bolero, entre otros géneros fundamentales de la música popular cubana. En la memoria: Roberto Faz. Falleció en La Habana el 26 de abril de 1966. Había nacido en Regla el 18 de septiembre de 1914. El catálogo Puchito de Jesús Gorís de mediados de los 50 nos recuerda la aparición en el mercado discografico independiente cubano de dos bastiones de la rumba y el guaguancó. Así se escuchaban las primeras grabaciones de la admirada trilogía de Saldiguera, Juan y Virulilla, como parte del Grupo "Guaguancó Matancero", y de "Papín y sus rumberos" con el olvidado Fuico en el apartado vocal. Gina León fue una sobreviviente. Permanecer en Cuba buena parte de su carrera fue una elección que la obligó a sumar a su elegancia natural un tremendo coraje. Durante largos años la acompañó la admiración del público cubano amante del bolero, siendo además parte importante de ese otro mundo de evocación nostálgica donde, a pesar de todo, sobrevivía aquel luminoso tiempo de alegría, música y neón que alguna vez fue La Habana de los años 50s y primeros 60s. Gina León canta en Cubakústica algunos de aquellos primeros temas con que la etiqueta Gema, de los hermanos Álvarez Guedes, la introdujo exitosamente en el mundo del disco. Algo de la obra de la compositora Celia Romero a la manera de Ramón Veloz, el legendario Alfredito Valdés con los Guaracheros de Oriente y el Conjunto Casino con las voces de Orlando Vallejo y Roberto Espí desde un bailable de nochebuena en CMQ de diciembre de 1952. Asi escucharemos "Guateque campesino", "Los penachos de las palmas" y su pieza más conocida: "Alborada". Música y músicos de Cuba: Generoso Jiménez. Su incesante andadura por la música cubana auguraba ya, finalizando los años 40, los ecos inmortales del sabroso son montuno que le acompañó hasta el final de su vida, compartido con Castellanos, utilero de la banda del Beny, y que el inmenso sonero cantó dentro y fuera de la isla.
Jason Aaron didn't just write a comic, he defined Thor's entire legacy. In this episode, we make our case for why Jason's era in the greatest in Thor comics history. From Gorr's vengeful blood feud against the gods to the transformative journey of Jane Foster taking up the hammer and Malekith's chaotic conquest across the realms! Faz and Eric are reading EVERY. SINGLE. Thor comic EVER! Ryan is along for the ride. Jason Aaron's Thor is meaningful to all three so this episode has all the passion you could ask for!Part 7 of The Deific Duo's Journey into Mystery: Road to 800#jasonaaron #janefoster #thor #gorrthegodbutcher #malekith #marvelcomics #comicbooks Highlights:* Jason Aaron's Thor run is a significant and impactful part of the Thor comic series.* Villains like Gorr the God-Butcher and Malekith the Accursed made big impacts.* Jane Foster as Thor has had a profound impact on the comic community, attracting new readers and changing the formula of the character.* The War of the Realms was a truly mighty Marvel crossover event.* When Thor's mantle changes hands it adds variety to the character's overall story.* Beyond Jason, artists (Dauterman, Ribic, Del Mundo, etc) contributions and Wil Moss' influence play a significant role in the impact of Thor storytelling.* Thor's portrayal as a worthy All-Father.* Specific moments and pages that had emotional impact.Check out PATREON: https://www.patreon.com/u65477484?utm_campaign=creatorshare_creatorCheck out INSTAGRAM: https://www.instagram.com/marvelthorpodcast?igsh=Nm15MjQ2dW10cXZ3&utm_source=qrCheck out DISCORD:https://discord.gg/DsKTVAmwuY