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Neste Brasil que Faz vamos mostrar a trajetória de Igor Faria, jovem empreendedor que seguiu os passos do pai e hoje comanda a rede de circos Patati Patata.
Sexta-feira é pros fortes.
Bu gece pek mübârek bir gecedir. Allâhü Te'âlâ'nın ilâhi ihsân ve manevî hediyelerinin diğer zamanlardan daha çok tecelli etmesi, sa-mimi kalble Allah (c.c.)'a yönelenlerin affedilme-lerinin çokça ümit edilmesi ve mü'mînlerin sa-mimiyet ve arzuyla Allâhü Teâlâ'ya yönelmeleri sebebiyle bu geceye Regâib denilmiştir.”Bu gece Resûlullah (s.a.v.) için salat-ü selâm getirmek, O (s.a.v.)'in varlığıyla iftihâr ettiğimizin en temel göstergesidir. Ayrıca sıkıntıda olan tüm Müslümanlara duâ edilmesi tavsiye edilir. Resûlullah (s.a.v.) buyurdular ki: “Receb'in ilk Cuma gecesini ihyâ edene Allâhü Teâlâ kabir azâbı yapmaz. Duâlarını kabul eder. Yalnız, yedi kimseyi affetmez ve duâlarını kabul etmez:Faiz alan veya veren, müslümanları aşa-ğı gören, anasına babasına eziyet edip kar-şı gelen çocuk; müslüman olan ve şerîate, dîne uyan kocasını dinlemeyen kadın, şarkı ve çalgıcılığı sanat edinenler, livâta ve zina edenler, beş vakit namazı kılmayanlar.”Yine rivâyet edildi ki: “Receb'in ilk Cuma gecesinin (Regaib'in) üçte biri geçince, bü-tün melekler Receb ayında oruç tutanlar için istiğfâr ederler.”Regâib Gecesi pek mübârek bir gece oldu-ğundan bu geceden gaflet etmeyerek, ibâdet ve taatle, zikir ve fikirle, tevbe ve istiğfâr ile, salât-ü selâmla, duâ ve niyâzla geçirmelidir. Günâhları-nı göz önüne getirerek ve son istiğfârı imiş gibi kalb, kalıp ve dili birleştirerek gönülden tevbe ve istiğfâra devam etmelidir.Peygamberimiz (s.a.v.): “Beş gece vardır ki, onlarda yapılan duâların geri dönüşü yok-tur” buyurmuştur. Bu gecelerden bir tanesinin de Receb'in ilk Cumâ gecesi olduğunu beyân etmiştir.(Yâsin Yayınevi, Fazîletleriyle Gün ve Geceler, s.206-207)
Tue, 23 Dec 2025 17:31:00 +0000 https://jungeanleger.podigee.io/2859-wiener-borse-party-1061-noch-ein-atx-high-vor-x-mas-banken-top-lob-fur-rbi-und-polytec-opening-bell-katharina-hader 801fb750422b674851bee36fcc730164 Die Wiener Börse Party ist ein Podcastprojekt für Audio-CD.at von Christian Drastil Comm.. Unter dem Motto „Market & Me“ berichtet Christian Drastil über das Tagesgeschehen an der Wiener Börse. Inhalte der Folge #1061: - ATX vor Weihnachten auf Rekord - Gunter Deuber und Roland Neuwirth promoten uns in der FAZ, Neuwirth lobt RBI und Polytec - Katharina Hader läutet die Opening Bell für Dienstag. Gemeinsam mit Thomas Freisinger ist sie auf dem Cover der Jahresendnummer 2025 des Börse Social Magazine. http://www.boerse-social.com/magazine - In den News: Porr, Agrana, Pierer Mobility - Frankfurt: DAX vor Weihnachten unverändert - Weihnachtssingle für die Kapitalmarkt Community: http://www.audio-cd.at/christmas-bell-at-home - mehr dazu im Podcast Links: - Börsepeople morgen: Thomas Hahn unter http://www.audio-cd.at/people - PIR Dienstag Richard Dobetsberger unter http://www.audio-cd.at/pir - kapitalmarkt-stimme.at daily voice Playlist auf spotify: http://www.kapitalmarkt-stimme.at/spotify - Stockpicking Österreich: https://www.wikifolio.com/de/at/w/wfdrastil1? - beim Aktientag 2026 präsentieren (20 Slots, 11 frei): Strabag, Porr, Palfinger, Frequentis, FACC, VIG, Polytec, Semperit, UBM. ATX aktuell: https://www.wienerborse.at/indizes/aktuelle-indexwerte/preise-mitglieder/??ISIN=AT0000999982&ID_NOTATION=92866&cHash=49b7ab71e783b5ef2864ad3c8a5cdbc1 Die täglichen Folgen der Wiener Börse Party (Co-verantwortlich Script: Christine Petzwinkler) im Q4/2025 sind präsentiert von der Börse Frankfurt / Xetra https://www.boerse-frankfurt.de/xetraplus . Infos zum Jingle: https://audio-cd.at/page/podcast/7326 Risikohinweis: Die hier veröffentlichten Gedanken sind weder als Empfehlung noch als ein Angebot oder eine Aufforderung zum An- oder Verkauf von Finanzinstrumenten zu verstehen und sollen auch nicht so verstanden werden. Sie stellen lediglich die persönliche Meinung der Podcastmacher dar. Der Handel mit Finanzprodukten unterliegt einem Risiko. Sie können Ihr eingesetztes Kapital verlieren. Und: Bewertungen bei Apple (oder auch Spotify) machen mir Freude: http://www.audio-cd.at/spotify http://www.audio-cd.at/apple Du möchtest deine Werbung in diesem und vielen anderen Podcasts schalten? Kein Problem!Für deinen Zugang zu zielgerichteter Podcast-Werbung, klicke hier.Audiomarktplatz.de - Geschichten, die bleiben - überall und jederzeit! 2859 full no Christian Drastil Comm. (Agentur für Investor Relations und Podcasts)
O Verbo fez-se carne No princípio era a Palavra. A Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus. Aquele que é a Palavra estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por meio dele, e sem ele nada foi criado . Nele estava a vida, vida que era a luz dos homens. A luz brilha nas trevas, trevas que a não venceram. Houve um homem enviado por Deus que se chamava João. Ele veio para dar testemunho, para dar testemunho da luz, para que todos cressem por meio dele. João não era a luz, mas foi enviado para dar testemunho da luz. Aquele que é a Palavra era a luz verdadeira; Ele ilumina toda a gente ao vir a este mundo. Ele estava no mundo, mundo que foi feito por ele. O mundo não o conheceu . Ele veio para o seu próprio povo e o seu povo não o recebeu. Mas a todos quantos o receberam, aos que creem nele, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus . Estes não nasceram de laços de sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas nasceram de Deus. A Palavra fez-se homem e veio habitar no meio de nós, e nós contemplámos a sua glória, como glória do Filho único do Pai, cheio de graça e de verdade. Leitura bíblica em João 1:1-14 João escreve quando já idoso, depois de décadas a anunciar Cristo, e abre o Evangelho com uma verdade teológica que só pode vir de alguém que viveu uma vida inteira com esta revelação no coração. Quando João começa o seu Evangelho com as palavras “No princípio era o Verbo”, ele não está a usar uma expressão comum. O termo grego que João escolhe – “LOGOS” – não significa apenas “palavra falada” ou “frase escrita”. Para os judeus, remete para a Palavra criadora de Deus em Génesis: “E disse Deus: haja luz.” A criação surge quando Deus fala. Embora Génesis não use “LOGOS”, porque foi escrito em hebraico, a lógica é clara: o que Deus fala gera vida. Para o mundo grego, “LOGOS” era o princípio racional do universo, aquilo que dá sentido, ordem e coerência a tudo. Ao usar esta palavra, João une dois mundos: o judeu e o grego. Ele diz que a Palavra criadora de Génesis e o princípio racional dos filósofos não são conceitos abstratos, mas uma Pessoa – Jesus. Por isso João escreve: “No princípio era o LOGOS, e o LOGOS estava com Deus, e o LOGOS era Deus.” João está a fazer mais do que um prólogo poético. Ele está a dizer: Aquele que criou o mundo é o mesmo que agora entra no mundo. O LOGOS que disse “Haja luz” é o mesmo que trouxe luz às nossas vidas, que representa um novo início. O Natal é o momento em que a Palavra criadora, o LOGOS, entra no mundo como um bebé, o início de tudo, de novo. É Deus a dizer novamente “Haja” – haja esperança, haja luz, haja vida nova. E João lembra-nos que aqueles que recebem o LOGOS são feitos filhos de Deus, não pela vontade humana, mas pela vontade de Deus. Não é sobre a nossa vontade, é sobre a vontade de Deus em iniciar um novo começo na humanidade através de Jesus, o LOGOS eterno. Oração: Senhor, acredito que Jesus é LOGOS e esteve contigo desde o início. Faz nascer em nós a vida nova que só a Tua Palavra pode criar, segundo a Tua vontade e não a nossa. Em nome de Jesus. Amém. - André Silva Neste tempo pede a Deus força para esperar com confiança. Agradece pela alegria que Ele coloca no teu dia. Entrega-Lhe aquilo que te preocupa. Pergunta: o que queres que eu faça hoje para viver mais perto de Ti?
Essa semana é um teste de maturidade.Porque tem gente que reclama antes de tentar.Critica antes de construir.E quer “ter certeza” antes de fazer.Só que o caminho não aparece pra quem fica avaliando.O caminho revela pra quem entra em movimento.Faz. Sem drama. Sem desculpa.E presta atenção no que muda dentro de você.
Sara Duarte Brandão nasceu no Porto em 1997, com um pé na Beira Baixa e outro em Arouca, onde, diz, teve a sorte de ter avós. Licenciada em Design de Comunicação e Mestre em Estudos Literários, Culturais e Interartes, é Facilitadora em Criação Artística Comunitária e doutoranda em Ciências da Educação com uma bolsa da FCT. Recebeu o Prémio Literário Nortear com o conto (Ver). Cofundou a Truz Truz Editora (2020), onde é designer e autora, e a sua obra CriÁrvore (2022) foi recomendada pelo Plano Nacional de Leitura. Publicou o livro Descolonizar o Sujeito Poético (2023) na Editora Urutau, que recebeu uma Menção Honrosa no Prémio Glória de Sant'Anna (2024) e foi finalista da Mostra Nacional Jovens Criadores – Literatura (2024). O seu romance de estreia Quem Tem Medo dos Santos da Casa foi galardoado com o Prémio Literário Cidade de Almada – Romance (2023). Integra projetos que cruzam várias áreas artísticas como o teatro, as artes plásticas e a literatura. Faz tricô e prefere embalar males a cantar em vez de os espantar. Escreve por amor e teimosia e já não sabe distinguir acordos ortográficos.LINKS FEMINA: https://linktr.ee/femina
Alis und Björns Gast befindet sich im aktuellen Presseclub in einer ungewohnten Rolle: Normalerweise nimmt Hans Heuser die Rolle des Fragenden ein. Dieses Mal steht der Herausgeber des Branchendienstes Fondsprofessionell den beiden Presseclub-Hosts Rede und Antwort. Hans ist ein Urgestein unter den Finanzjournalisten und hat sich bereits sehr früh auf das Thema Fonds spezialisiert. In einem leichtherzigen und unterhaltsamen Gespräch erklärt Hans Heuser, warum er vor gut 20 Jahren den sicheren Posten bei der altehrwürdigen FAZ gegen die Aufbauarbeit beim damals in Deutschland wenig bekannten österreichischen Fondsverlag getauscht hat. Im Gepäck hat Hans ein Interview mit Eduard Carmignac, dem Gründer des gleichnamigen französischen Fondsanbieters. Nach einer langen Durststrecke reüssieren wieder die beiden Flaggschifffonds aus dem Hause Carmignac: der Carmignac Patrimoine und der Carmignac Investissement. Doch reichen punktuelle Erfolge klassischer aktiv verwalteter Fonds aus, um dem Typus des Starfondsmanagers zum Comeback zu verhelfen? Passend dazu – und auch als „Warm-up“ zum Petersberger Treffen, das sich diese Woche ganz um die Welt der ETFs dreht – hat sich das Gesprächstrio auch über aktiv verwaltete ETFs unterhalten, die sich anschicken, in die Domäne von Eduard Carmignac einzubrechen. Hans, übrigens studierter Romanist, empfiehlt das Buch „Quatre saisons – Une année de langue française“ von Karine Dijoud, einen literarischen Begleiter durch das Jahr, der jeden Tag dazu einlädt, die französische Sprache neu zu entdecken und zu genießen. Alles andere als leichtherzig kommt Björns Literaturtipp daher: Gabor Steingarts „Systemversagen“ handelt vom „Aufstieg und Fall“ Deutschlands. „Das Betriebssystem der alten Bundesrepublik funktioniert nicht mehr“, lautet Steingarts düstere und nicht unbegründete Diagnose. Ali knobelt gerade am Rätselbuch „The Economist Quiz Book“. Es enthält 60 thematische Quizrunden, u. a. aus den Bereichen TV, Film, Musik, Politik, Wissenschaft und Naturgeschichte. Bei den Aufgaben geht es darum, versteckte Zusammenhänge zu finden, Fakten richtig zuzuordnen und zwischen wahr und falsch zu unterscheiden.
On this episode, Eric and Faz continue their quest to read every Thor comic on the way to the 800th issue. In this installment we bridge the gap between the classic and the modern with a deep dive on the lackluster end of Thor Vol. 1 and Dan Jurgen's long run amidst editorial ebbs and flows.Check out PATREON: https://www.patreon.com/u65477484?utm_campaign=creatorshare_creatorCheck out INSTAGRAM: https://www.instagram.com/marvelthorpodcast?igsh=Nm15MjQ2dW10cXZ3&utm_source=qrCheck out DISCORD:https://discord.gg/DsKTVAmwuY
Wer definiert, was als Natur gilt? Biologen, Theologen, Ideologen? Wer legt fest, was Natürlichkeit ist? Pädagogen, Psychologen, Demagogen? Woher kommt die typisch deutsche Natur-Romantik, jene Verklärung und Vereinnahmung der Natur? Und wie wurde gerade der Naturbegriff immer wieder politisch instrumentalisiert – bis hin zu den Rassegesetzen des NS-Staats? Das Deutsche Historische Museum beschäftigt sich in seiner aktuellen Ausstellung mit 800 Jahren „Natur und deutsche Geschichte: Glaube, Biologie, Macht“. Julia Voss, lange als Kunstkritikerin der FAZ tätig, hat die Schau kuratiert.
Preparai o caminho do Senhor Consolem, consolem o meu povo, é o vosso Deus quem o pede. Falem ao coração de Jerusalém e proclamem que acabaram os seus trabalhos forçados e está pago o seu crime; que já recebeu do Senhor o dobro do castigo pelos seus pecados . Ouço uma voz gritar: «Preparem no deserto o caminho do Senhor , na estepe, abram uma calçada para o nosso Deus . Que os vales sejam levantados e as montanhas e colinas, rebaixadas; que os cimos dos montes sejam aplanados e os terrenos escarpados sejam nivelados. O Senhor vai mostrar a sua grandeza e toda a gente a verá. É o Senhor quem o declara!» Ouço uma voz a pedir: «Faz uma proclamação!» Mas eu respondo: «Que proclamação?» «Que toda a gente é como erva e a sua beleza como flor do campo. A erva seca e a flor murcha, quando o sopro do Senhor passa por elas. É bem certo! As pessoas são erva caduca! Sim! A erva seca e a flor murcha, mas a palavra do nosso Deus permanece para sempre.» Sobe a um alto monte, pregoeiro de Sião , levanta com força a tua voz, pregoeiro de Jerusalém; levanta bem a voz, não tenhas medo e diz às cidades de Judá: «Vem aí o vosso Deus!» O Senhor Deus vem aí, cheio de força e pronto para reinar, traz consigo, como sinal de vitória o povo que ele resgatou . Ele é como um pastor que apascenta o seu rebanho e o reúne com o cajado na mão. Leva os cordeiros ao colo e cuida das ovelhas que têm crias. Leitura bíblica em Isaías 40:1-11 É mais do que belo ouvir as palavras que saltam do coração do Pai neste texto; é libertador: Eu volto, perdoo, restauro e cuido de vocês com poder e amor. Ai de mim se não fosse o pastoreio do Bom Pastor na minha vida. Sou tão frágil como a erva que seca e para nada serve depois. Mas quão bom é ser lembrado de que a nossa vida e os nossos corações estão naquele que permanece para sempre, que não muda e cuja capacidade de amar não oscila. Ao refletir sobre isto, vieram-me à mente os sentimentos que tantas vezes tenho: medo, angústia em relação às incertezas e ao desconhecido da vida, as oscilações no meu coração nos momentos em que as minhas fraquezas falam alto. E surgiu-me uma analogia: imagina um rei muito poderoso, o mais poderoso de toda a humanidade, tão poderoso que não há homem que se lhe equipare. Tenho a certeza de que nenhum ladrão minimamente inteligente pensaria em roubar tal rei, porque tudo o que lhe pertence está sob segurança máxima, impossível de ser roubado. E é exatamente nesse lugar que o meu e o teu coração estão, pois pertencemos ao Rei dos Reis e ninguém o pode roubar. Estamos sob segurança máxima, porque o nosso Pai não tem rival e tudo o que lhe pertence ninguém pode interferir ou tirar. Neste tempo de Advento, convido-te a agradecer ao Pai pelo seu zelo por ti, por nós, por ser um Pai que não falha nas suas promessas nem no seu cuidado para com os seus filhos. Convido-te também a colocar o teu coração num lugar de descanso baseado nesta verdade: pertencemos àquele que permanece para sempre e ninguém pode roubar o Rei dos Reis. Portanto, enquanto Ele não volta para nos buscar, espera com Ele, espera n'Ele com a confiança de uma criança pequena que sabe pouco, mas sabe que é profundamente amada pelo seu Pai, que não tem rival — e isso basta para que o seu coração seja inundado de fé, esperança e amor, e ainda mais, aquecido com alegria! Alegra-te no Senhor, porque Ele nasceu, morreu, ressuscitou e há de voltar para nos buscar. O que Ele promete, Ele cumpre; tudo muda, mas a sua Palavra permanece para sempre. - Gabriel Lima Neste tempo pede a Deus força para esperar com confiança. Agradece pela alegria que Ele coloca no teu dia. Entrega-Lhe aquilo que te preocupa. Pergunta: o que queres que eu faça hoje para viver mais perto de Ti?
O Brasil que Faz recebe um CEO que carrega no DNA a verdadeira essência do empreendedorismo.Um empreendedor serial, apaixonado pelo verbo fazer, pelo verbo realizar — alguém que viveu todas as fases de transformação que o empreendedorismo é capaz de provocar.Uma conversa profunda sobre visão, coragem e construção com @lasarodocarmojr
Die Debatte mit Natascha Freundel, Simon Strauß und Torsten Hoffmann "Gottfried Benn ist einer von mir." (Simon Strauß) „Keine andere politische Strömung nimmt die Literatur gegenwärtig so ernst wie die Neue Rechte“, erklärt der Literaturwissenschaftler Torsten Hoffmann: Literaturpolitik sei ein zentrales Element neurechter „Metapolitik“, die auf einen Systemwechsel abziele. Wie wichtig Wörter und Bücher für neurechte Akteure sind, zeigte kürzlich die erste „Büchermesse Seitenwechsel“ in Halle. Allenthalben ist von einem „Kulturkampf“ die Rede. Wie ernst müssen wir diesen „Kulturkampf“ nehmen? Herrscht im Kulturbetrieb – wie der Schriftsteller und Journalist Simon Strauß meint - eine „linksliberale Hegemonie“? Wie war es für ihn, als „Posterboy der Neuen Rechten“ diffamiert zu werden? Ist die Demokratie mit einer Politik der Nähe zu retten, wie er in seinem aktuellen Buch vorschlägt? Torsten Hoffmann ist Professor für Neuere deutsche Literatur an der Universität Stuttgart und Präsident der Internationalen Rilke-Gesellschaft. Zur Debatte s. „Ästhetischer Dünger“, in: DVjs 95 (2021) und„Kaperung und Korrektur. Zum neurechten Kulturkampf mit literarischen Kanones“, in: „Aus Politik und Zeitgeschichte“ 49/2025. Simon Strauß ist Autor und Redakteur im Feuilleton der FAZ für den Bereich Theater. Außerdem ist er Moderator im „Podcast für Deutschland“ der FAZ. Vor kurzem ist sein erstes politisches Sachbuch erschienen: „In der Nähe. Vom politischen Wert einer ostdeutschen Sehnsucht“ (Tropen, 2025). Kapitel: 00:00:00 Intro 00:02:30 Sind wir mitten in einem Kulturkampf? 00:06:24 Was heißt Metapolitik? 00:13:43 Neurechte Buchmesse in Halle 00:20:31 Linksliberale Hegemonie im Kulturbetrieb? 00:27:00 Diffamierung von Simon Strauß als "Posterboy der Neuen Rechten" 00:33:25 Eine neue Politik der Nähe? 00:39:05 Wie mit neurechten Literaturakteuren umgehen? 00:44:00 Outro / Der zweite Gedanke Schreiben Sie uns gern direkt an derzweitegedanke@radiodrei.de Mehr Infos s. https://www.radiodrei.de/derzweitegedanke
Comunicar a Guerra, Pensar a Paz: O Mundo Explicado sem Eufemismos Num tempo em que a guerra voltou ao continente europeu e a ameaça nuclear regressou ao vocabulário político, comunicar tornou-se tão decisivo quanto negociar, tão estratégico quanto deter armamento. A forma como entendemos o conflito — e a forma como os líderes o explicam — determina a capacidade de uma sociedade se proteger, se posicionar e, sobretudo, de construir paz. Nesta conversa profunda com um dos mais atentos analistas de geopolítica e segurança internacional, exploramos não apenas o que acontece nas frentes militares, mas aquilo que raramente chega ao espaço público: a lógica das decisões, o medo que move líderes, a propaganda que molda percepções e a fragilidade das democracias perante um mundo multipolar, competitivo e cada vez mais turbulento. A Guerra Não Desapareceu — Apenas Mudou de Forma A guerra do século XXI já não é apenas feita de tanques, artilharia ou drones. É feita de comunicação, de opinião pública, de gestos diplomáticos e de ameaças que pairam mais do que disparam. O conflito na Ucrânia tornou visível uma realidade que muitos preferiam não ver: o regresso do imperialismo territorial, a competição entre grandes potências e a erosão lenta da ordem internacional construída após a Guerra Fria. E, como explica o especialista entrevistado, esta realidade é o resultado direto de um mundo onde já não existe uma potência única capaz de impor regras — e onde vários Estados procuram afirmar a sua posição, mesmo à força. “Falamos Demasiado de Guerra e Demasiado Pouco de Paz” Esta frase, dita logo no início da nossa conversa, resume uma das grandes preocupações: a paz tornou-se um bem adquirido, quase dado por garantido, e deixou de ser pensada como projeto político. Hoje discutimos armamento, sanções, alianças, ofensivas e contra-ofensivas, mas muito raramente discutimos planos reais de paz. A diplomacia parece muitas vezes refém de hesitações, cálculos eleitorais e receios de perder posição. Faltam líderes com visão e coragem para assumir compromissos difíceis. Falta clareza estratégica. Falta, em suma, o que sempre faltou antes dos grandes pontos de viragem da História: vontade de mudar o rumo. Propaganda: A Arma que Já Não Precisa de Mentir A propaganda moderna não opera através de falsidades grosseiras — opera com ângulos, omissões e narrativas cuidadosamente organizadas. Divide sociedades, instala ruído, confunde consensos. E, como lembra o convidado, é um mecanismo estrategicamente desenhado, não um acidente. Hoje, qualquer conflito é também uma batalha pelo centro emocional das populações. A pergunta já não é “quem dispara primeiro?”, mas sim “quem controla a interpretação do que acabou de acontecer?”. E esta disputa é tão séria como qualquer avanço militar. Num ambiente onde autocracias investem fortemente em desinformação, países democráticos só sobrevivem se investirem tanto em educação mediática quanto investem em equipamento militar. A Ameaça Nuclear: Entre a Política e o Medo Há uma década, a maioria das sociedades ocidentais consideraria inaceitável ouvir líderes políticos falar com leveza sobre o uso de armas nucleares. Hoje, essa retórica tornou-se comum. A ameaça nuclear voltou a ser utilizada como instrumento de coerção psicológica — não necessariamente para ser usada, mas para moldar decisões, atrasar apoios, dividir alianças e impor limites invisíveis. E, como explica o analista, esta ameaça não é apenas militar: é emocional. Desestabiliza, silencia, intimida. Perante isto, a resposta das democracias deve ser equilibrada, firme e prudente. Nem ceder ao medo, nem alimentar a escalada. Europa: Entre a Vulnerabilidade e a Oportunidade A União Europeia confronta-se com uma verdade desconfortável: não tem poder militar proporcional ao seu peso económico. E num mundo onde a força voltou a ser a linguagem dominante, esta assimetria torna-se perigosa. Apesar disso, a Europa tem vantagens únicas: capacidade económica para modernizar as suas defesas; alianças históricas que multiplicam o efeito da sua ação; e, sobretudo, uma rede de Estados democráticos cujo valor estratégico reside no coletivo e não no individual. Mas falta ainda algo fundamental: coragem política para agir antes de ser tarde. A Ética da Guerra: A Linha que Nos Define No final, chegamos ao ponto mais difícil: a ética. O que separa uma guerra justa de uma guerra injusta? O que é aceitável negociar? Que compromissos violam princípios fundamentais? E como explicar a uma criança porque é que um país decidiu invadir outro? A resposta do convidado é simples e trágica: as guerras deixam sempre lições — mas as sociedades nem sempre as aprendem. A história mostra que a Europa só foi corajosa em momentos de desespero. É urgente quebrar esse padrão. Lições que Ficam A paz não é natural — é construída. A guerra renasce sempre que a coragem política desaparece. A propaganda moderna vence pela dúvida, não pela mentira. A ameaça nuclear é sobretudo psicológica e estratégica. As democracias enfraquecem quando imitam autocracias. Sem educação mediática, não há defesa possível. A Europa precisa de visão — não apenas de verbas. A ética não é luxo: é a fronteira que nos impede de nos tornarmos como os regimes que criticamos. Porque Esta Conversa Importa Num tempo de ruído, medo e incerteza, precisamos de vozes que consigam explicar, com clareza e rigor, como funciona o mundo — e o que depende de nós para que esse mundo não se torne mais perigoso. É isso que esta entrevista oferece: contexto, profundidade e, acima de tudo, um convite à responsabilidade cívica. Se este artigo o ajudou a compreender melhor o que está em jogo, partilhe-o. Deixe o seu comentário, traga as suas dúvidas, participe na conversa. Só uma sociedade informada consegue resistir ao medo — e escolher a paz. LER A TRANSCRIÇÃO DO EPISÓDIO Esta transcrição foi gerada automaticamente. Por isso, ela pode não estar totalmente precisa. 0:00 Como comunicar a guerra de hoje e a paz de amanhã? A guerra é tão natural quanto a paz, faz parte da imperfeição da natureza humana. 0:19 Pessoa 2 Ora, vivam bem vindos ao pergunta simples, o vosso podcast sobre comunicação? Hoje falamos de guerra, de paz e, acima de tudo, de como se comunica um mundo que já não é estável. Um mundo onde a diplomacia hesita, onde a propaganda acelera e onde a ameaça militar, incluindo a ameaça nuclear. 0:39 Volta a moldar as decisões políticas. O meu convidado é Manuel pués de Torres, analista geopolítico e investigador em segurança Internacional. Alguém que conhece por dentro os bastidores da nato, a lógica da dissuasão, o Tabuleiro da diplomacia e aquilo que raramente se explica ao público. 0:57 Que a guerra não é apenas força, é também narrativa, psicologia e comunicação estratégica. Nesta conversa, vamos tentar perceber o que está realmente a acontecer na Ucrânia, o que está em jogo nas negociações. Porque é que falamos tão pouco de paz? Como funciona a propaganda Moderna? 1:13 Que riscos esconde a ameaça nuclear? E como é que tudo isto mexe com as democracias, com a opinião pública e com a vida de cada um de nós? Se esta conversa vos fizer pensar e vai fazer, subscrevam o canal. Deixem o vosso comentário. E partilhem com quem precisa de ouvir estas explicações. 1:34 Manuel pues de Torres, posso apresentar te como um especialista em estratégia militar, em guerra híbrida, em diplomacia, em política Internacional, em comunicação também, porque a comunicação está aqui no meio disto tudo. Longa experiência junto da nato. 1:50 Como é que nós conseguimos conversar e comunicar sobre um tema tão difícil? Como a guerra, que é o sítio onde morrem pessoas. 2:01 Pessoa 1 É verdade, são tudo perguntas simples de resposta, muito complexa. Mas acima de tudo e em primeiro lugar, um agradecimento pelo convite, por estar aqui contigo e para podermos falar de algo que é fundamental não apenas à política Moderna, mas também à forma de se fazer a paz no futuro. 2:18 E começo por dizer fazer a paz e não fazer a guerra, porque falamos muito de guerra e pouco de paz. 2:24 A imperfeição humana e a competição no sistema internacional Porquê? Porque a paz foi adquirida depois da queda do do muro de Berlim e a própria influência da paz Moderna Na Na nas relações diplomáticas. 2:39 Tornou a 11 bem garantido e, portanto, não se fala tanto da continuação da paz, mas da ausência da paz em prol daquilo que é naturalmente o conflito, o conflito das palavras, o conflito da política e, por último, contra tudo e contra todos, a ressurreição da do grande conflito convencional no continente europeu e, portanto, isto é um é um tema que preocupa qualquer governante. 3:06 É um tema que tem que preocupar qualquer estadista. É um tema que tem que preocupar garantidamente as populações, as sociedades, aquelas que se dizem, aquelas que vivem e aquelas que pensam ser ainda sociedades democráticas e abertas. 3:22 Pessoa 2 Mas no tempo em que nós estamos, a ideia de guerra ainda faz sentido. 3:28 Pessoa 1 A ideia de guerra? Faz sempre sentido. 3:30 Pessoa 2 Porque é que acontece a guerra, no fundo, é um bocadinho essa a pergunta que que eu tenho para te fazer? 3:34 Pessoa 1 A guerra é tão natural quanto a paz, faz parte da imperfeição da natureza humana. E enquanto que o ser humano, enquanto o ser humano for um ser imperfeito que sempre seremos, nunca, nunca seremos divinos divinos, está no está em Deus, Deus nosso senhor, e portanto, enquanto existir essas incapacidades humanas. 3:55 A imperfeição vai nos levar sempre ao conflito. E desse conflito nasce a guerra. O problema é que no mundo que nós criámos, no mundo do século 21, que não é igual ao mundo do século 20, não é o mundo do século, historicamente do século 19, nem ao século 18. 4:11 A criação do direito Internacional e a criação da política Internacional, a criação das relações entre estados, a construção de um mundo que se defende do conflito. É um mundo que está neste momento em risco e a guerra aparece. Precisamente por fruto daquilo que é a competição, por uma posição de liderança no novo sistema Internacional. 4:34 E isto acontece de forma até um pouco natural daquilo que as pessoas possam pensar. O multilateralismo é importante na relação entre os estados e é importante entre as democracias. Mas a falta de um grande estado que lidera o sistema Internacional. 4:50 Ou seja, o que nós chamamos em ciência política. O grande momento de unipolaridade leva à competição entre estados. Competição a que o mundo multipolar a competição entre os diferentes estados emergentes, que querem ganhar um lugar supremacia em função dos outros, querem conseguir liderar. 5:08 Pessoa 2 Até agora, tínhamos as tínhamos os Estados Unidos. Agora aparece a China, agora aparece a Rússia, agora aparece a união europeia, agora aparecem os brics. 5:16 Pessoa 1 É, e daí? E dessa competição de estados nascem? Os conflitos num momento de grande unipolaridade no o conflito está distante. 5:26 Pessoa 2 É melhor este estado porque aquele aquele que é o que é o que é o irmão mais forte pode chegar aqui e acaba já com isto e, portanto, na dúvida, não faço. 5:33 Pessoa 1 Isso é precisamente isso, a partir do momento que os Estados Unidos da América façamos este exercício, que os Estados Unidos da América desaparecem como grande potentado militar, económico e político e outro estado se a leva como um grande detentor do poder e do monopólio da violência no mundo. 5:49 Então, nesse momento será não será contestado e não sendo contestado, o conflito vai contorná lo e esse estado pode impor a sua lei, a sua matriz de direitos, a sua matriz de valores, ao ao restante sistema Internacional. 6:07 Foi o que, o que, o que os Estados Unidos da América fizeram durante a grande competição durante a guerra fria e mais tarde. Na queda do muro de Berlim, tentando imprimir aquilo que seriam as regras do xadrez Internacional. No entanto, nós vivemos agora um momento de grande transformação. 6:23 Os Estados Unidos já não são a potência económica que foram no passado. Essa transferência de poder fez para a China e para a Índia. E ainda é, embora ainda seja um grande poder militar, o maior poder militar do mundo. 6:39 Rapidamente existem entre as nações que entram nesse conflito ou que entram nessa competição. E agora aqui a questão é, então isso não existe um momento de unipolaridade e que caminhamos para maior multipolaridade, então está de facto encerrado o destino. O destino será o conflito e a guerra? 6:56 Não, o destino não está encerrado, mas a guerra vai persistir e vai se multiplicar. O que nós não podemos permitir é que os limites à guerra justa sejam ultrapassados. 7:08 Pessoa 2 O que é que é uma guerra justa? 7:10 Pessoa 1 A guerra justa é aquela que se faz em prol de uma injustiça. Uma guerra simétrica, por exemplo, promovida pela Rússia para anexar ilegalmente território que não lhe pertence. É uma guerra injusta. Uma guerra justa é a guerra que os ucranianos travam para conseguir reconquistar o seu território, para defender a sua população, a sua dignidade, os seus valores e a sua soberania. 7:34 O amadorismo diplomático e a traição nas negociações de paz Como é que nós? Explicamos a uma criança de 5 anos porque razão a Rússia um dia decidiu entrar na Ucrânia e começar a reivindicar território e até se conseguisse tomar conta da Ucrânia. 7:48 Pessoa 1 Tal como no passado, existem sempre estados, nações, países, governantes, pessoas que anseiam por conquistar mais poder. E tendo via aberta, sem impedimentos para que outros estados e outras pessoas e outros exércitos o bloqueiem, então nada o impedirá de continuar a conquistar território até estar verdadeiramente satisfeito. 8:13 Mas aqueles que têm a sede do poder, os grandes imperialistas, dificilmente ficam contentes com as suas vitórias momentâneas. Querem sempre mais. E, portanto, a Rússia, neste momento, vende que não tem qualquer tipo, ou vende em 2022 que não tinha qualquer tipo de impedimento. 8:29 Porque o teste já tinha sido feito em 2014. 8:32 Pessoa 2 Na Crimeia, na. 8:32 Pessoa 1 Crimeia e já tinha sido feito em 2008 e 2009, na Geórgia, na apcásia e na Ossétia do Sul, sabendo que ninguém se impôs à sua campanha de terror na tchachénia, nas 2 grandes guerras, sabia que ninguém iria, em princípio, em defesa do povo ucraniano. 8:54 Olha neste enganou, se enganou, se neste. 8:56 Pessoa 2 Momento AAA Europa, obviamente. Mexeu se também os Estados Unidos na era pré Trump. Agora vamos ver o que é que está a acontecer, mas neste momento em que nós estamos a falar, está a acontecer uma espécie de conversações diplomáticas em busca da paz, isto é, para levar a Sério. 9:15 Ou estamos ainda num momento retórico em que cada um vai mantendo a parada o lume, mas na realidade ainda ninguém está verdadeiramente preparado para parar esta guerra? 9:27 Pessoa 1 A guerra só para Jorge, quando uma das partes tem mais a perder do que a outra, quando uma desiste de combater, sai derrotada, ou quando a outra já não quer combater, não pode não ser derrotada, mas não sai vitoriosa. E neste momento, tanto a Rússia como a Ucrânia ainda têm muito por perder e muito por ganhar e, portanto, como não existe um grande momento de fratura deste. 9:56 Potencial de combate a guerra vai perdurar durante o tempo necessário. 10:00 Pessoa 2 Quando? Só quando existe uma espécie de empate negativo, em que nenhuma das partes tem nada para ganhar, é que se consegue esse ponto de equilíbrio. 10:07 Pessoa 1 Só no momento em que uma das partes estiver mais a perder com a guerra é que essa guerra termina e neste momento, tanto a Rússia como a Ucrânia, ambas ainda podem perder muito, perderem muito ainda sob seu domínio. 10:23 E, portanto, podem continuar a perder. Olha, a Ucrânia pode continuar a perder território que para já não é suficiente. Vai continuar no encalço de uma campanha que que lhes vai possibilitar ou não ganhar mais território ou não. A Rússia sabe que, se continuar a guerra, o número de mortos não afeta o sentido de voto. 10:40 O número de feridos não afeta o sentimento de impopularidade contra si. Manifestado que não existe, não é? A continuação da guerra dá lhe mais força política e centraliza o poder de estado na sua pessoa. 10:56 Tem muito a ganhar com a guerra. Vladimir Putin, jáz lensky, tem pouco a ganhar com a guerra, mas não pode desistir de batalhar. 11:03 Pessoa 2 Porque tem muito a perder, porque? 11:04 Pessoa 1 Tem muito a perder neste momento. Se não tivesse tanto a perder, provavelmente dava o caso por encerrado, se fosse só uma Crimeia. Mas a verdade é que, conversando com soldados ucranianos, eu tive essa, tive essa possibilidade. Nenhum deles. Nenhum deles por uma ilha desistiriam de continuar a lutar. 11:23 Nós estamos a falar de um povo que foi invadido, invadido por alguém que lhes deram garantias de segurança. Se a Ucrânia entregasse o seu armamento nuclear antigo, soviático de volta para para a Rússia entregar ao armamento que os defendia. 11:42 As garantias de segurança que receberam de nada lhes valeram. E agora veem se invadidos por aqueles que juraram defender a Ucrânia. Portanto, parece me que está tudo dito e uma criança de 50 IA conseguir perceber que a esta Rússia Moderna como a conhecemos é uma Rússia mentirosa. 11:59 É uma Rússia que não não olha a meios para atingir os seus fins profundamente imperialista. E infelizmente, fez um divórcio total com a com as poucas ligações que ligaram a jovem federação russa. Ao concerto de nações europeias e, infelizmente, estou a tentar devolver à vida isso é que eu posso dizer assim, muito das grandes ambições soviéticas que marcaram grande parte do século. 12:27 Pessoa 2 20 olha, estão em curso essas negociações, entretanto, nós que estamos aqui e que não percebemos o que é que se passa verdadeiramente nessas negociações. Mas vamos ouvindo, por um lado, sair à própria pública, que há 28 pontos para discutir que é ABEC depois os outros que são um contra. 12:47 Depois o senhor Putin, que aparece a dizer de uma forma ameaçadora, se querem prolongar a guerra, nós prolongamos depois o Trump do outro lado, que ora diz uma coisa, ora diz outra. O que é que tu lês disto tudo? O que é que tu ouves daquelas conversas que se calhar não são públicas e que tu vais acompanhando e que tens seguramente mais dados para entender estas conversas diplomáticas? 13:10 Pessoa 1 Existe, Jorge, um grande nível de amadorismo, as relações internacionais e a diplomacia Internacional é uma área muito importante. Da vida dos estados. 13:23 Pessoa 2 Isto não é para entregar a profissionais, os negociadores não são profissionais os. 13:26 Pessoa 1 Negociadores staff to staff são profissionais, são pessoas que atingiram os seus postos de dicionoridade face ao ao mérito que demonstraram ao longo da sua vida profissional aqueles que negociaram e que os, portanto, o ator político que está em negociação direto entre a da Casa Branca e do Kremlin, são atores. 13:49 Políticos que podem ter ou não ter a experiência adequada ao momento que estamos a viver. E como é que? 13:54 Pessoa 2 Isto é, numa mesa das negociações. Quando nós estamos numa mesa dessas de alto nível, certo? Há uma cara e ela pode ser mais experiente ou menos experiente. Mas depois atrás de ti tem pessoas que percebem muito disto. Tu és uma dessas pessoas que no fundo vais dizendo, vais treinando. Vais explicando aos políticos e aos negociadores o que é que está em causa. 14:11 Como é que isto funciona? 14:13 Pessoa 1 Ninguém vai para uma reunião de negociação de alto nível como aquela que. O senhor whitkoff e o senhor Kushner tiveram com os seus homólogos no Kremlin e com e com Vladimir Putin, sem que primeiro seja enviada uma documentação que vai guiar grande parte da conversação. 14:29 Há um. 14:29 Pessoa 2 Trabalho preparatório há um trabalho. 14:30 Pessoa 1 Preparatório de Secretaria que é feito entre as equipas de um lado e do outro. 14:34 Pessoa 2 É um negócio de diplomata. 14:36 Pessoa 1 Absolutamente EE. No momento em que essa argumentação encontra um ponto de sustentação, dá se início então ao convite para que as delegações se encontrem, no entanto. A Rússia aqui, neste, neste, neste jogo, joga sujo porque Vladimir Putin, quando toma a palavra e isto está documentado, recorre sempre a revisionismos históricos para educar, para treinar, para brifar os seus AA delegação de outro país sobre aquilo que é a visão de Putin para o mundo, para a Europa e para a Rússia. 15:11 E isso é preocupante, porque foge àquilo que está agendado. Acaba por contrariar a mensagem e o objetivo da reunião e acaba por ocupar tempo dialogando contra o próprio propósito e objetivo desta destas negociações. 15:29 Pessoa 2 Mas numa negociação, não é suposto que as partes tenham no fundo uma visão e que ela pode ser profundamente divergente do outro lado. 15:37 Pessoa 1 Sim, e isso é natural que aconteça como nós estamos a falar de 2 poderes beligerantes. Que se encontram no teatro de operações. 15:45 Pessoa 2 E que têm, lá está esses interesses divergentes. 15:49 Pessoa 1 E que têm interesses divergentes, o que é? 15:50 Pessoa 2 Que se faz para se aproximar posições em coisas que estão completamente irredutíveis e completamente. 15:55 Pessoa 1 A mediação aqui deve ser profissional e deve tentar encontrar concessões de parte a parte, e essas concessões custam muito aos 2. No entanto, a Rússia já mostrou que não está disponível para aceitar. 16:11 Para aceitar reduções ao seu teto máximo para o exército ucraniano, não vai aceitar qualquer tipo de concessão nesse sentido, diz que obriga e que não aceita retirar da mesa de negociações o reconhecimento das províncias ilegalmente anexadas por parte da Ucrânia, por parte da união europeia e dos Estados Unidos da América. 16:33 E diz que não aceita qualquer entrega ou adesão da Ucrânia à organização. Do, do, portanto, do anato e isto coloca um ponto e trava muito daquilo que são as grandes negociações suspeito com o. 16:49 Pessoa 2 Negociador não tenha grande caminho para fazer quando quando uma posição de base é é essa. 16:54 Pessoa 1 A posição de base é esta, mas a forma como se oferece um momento negocial é, oferecendo força ou fragilidade às 2 ou a uma a um dos beligerantes. 17:04 Pessoa 2 Como é que isso se faz? 17:05 Pessoa 1 Isso faz de forma muito simples, os Estados Unidos e a Europa têm o poder. Para oferecer mais material militar à Ucrânia? Para que a Ucrânia de facto tenha ganhos operacionais no terreno, mostrando que fica por cima nas operações estáticas. Operações essas com resultados e efeitos estratégicos. 17:24 Ou colocar mais sanções à Rússia e oferecendo mais material de guerra à Ucrânia, mais sanções à Rússia vai aumentar o poder negocial dos ucranianos. Mas também pode fazer o contrário, pode retirar o apoio militar à Ucrânia. 17:40 E pode oferecer negócios vantajosos à Rússia. E é isso que me preocupa nestes negociadores, witcofe custnar. E eu explico porquê, porque tudo isto é uma questão de comunicação. E a comunicação aqui neste caso, embora seja a porta fechada e a opaca do ponto de vista daquilo que nós conhecemos do witcoft custner. 17:59 É bastante transparente o que está a acontecer. O itkov, durante os anos 90 esteve ligado ao grande setor do imobiliário, com grande investimento russo. Empírico esta ligação, mas o senhor Kushner, que durante o primeiro mandato de Donald Trump sempre foi conhecido e reconhecido por embaixadores de outras nações em Washington, por ser um indivíduo que, quando em negociação diplomática, só estava interessado numa coisa. 18:26 Fazer negócios e, portanto, quando queixo não era, acompanha o itkof à Rússia. É para fazer negócios. E como nós falamos, Jorge, da grande traição, a traição à negociação, a traição à mediação, a traição aos ucranianos e aos europeus. 18:43 A grande traição materializa se não por virar as costas aos ucranianos, mas através de negociações ad hoc. Daquilo que deveria ser uma negociação de paz, tentar galvanizar a posição económica dos destes novos Estados Unidos da América para celebrar acordos económicos com a Rússia. 19:02 Num momento de fragilidade económica da Rússia, o senhor está a perceber o que eu estou a tentar dizer. Eu vos explico. Para outras palavras, a grande traição materializa se no momento em que os Estados Unidos se aproveitam da fragilidade económica russa para tentar canibalizar aquilo que resta ainda dos seus recursos, minérios. 19:20 E isto é uma grande traição para todos, mas não para os Estados Unidos da América. E por isso é que Marco Rubio aqui é um ponto tão importante porque tem uma posição, é o chefe máximo da diplomacia Americana. 19:32 Pessoa 2 Com grande experiência. 19:33 Pessoa 1 Com grande experiência e que tem uma posição mais mais balanceada em relação ao à Ucrânia, que pelo menos ouvem os ucranianos e sabe que se for naquilo que é a postura do itkof e do crushner os interesses dos Estados Unidos. 19:49 Que estarão assegurados, certamente, mas em prol daquilo que seria um acordo com os russos, podem perder muito mais do que o valor minério ou do que o valor económico revertido. 19:59 Pessoa 2 Portanto, o que tu estás a dizer é que, além de uma negociação na mesa com os beligerantes, também existe uma tensão dentro do próprio mediador em relação ao caminho que se pode seguir, claro. 20:10 A Europa e a necessidade de poder militar no século XXI Claro que sim. E a petexet o vice presidente Vance. Foram apanhados em conversas no Signal, chamado Signal Gate, no início do do ano 2025, logo no início do mandato de Donald Trump, e expressavam se de forma bastante hostil relativamente à posição da relação entre os Estados Unidos e a Europa. 20:32 E viam a Europa com poucos, com com com pouca simpatia, e mostravam bem que viviam. EE dividiam um ódio àquilo que era a posição do da Europa. Face ao preteturado americano e que se os europeus de facto puderam investir os seus dinheiros em vez no orçamento de defesa para a sua segurança social e na evolução dos seus estados sociais. 20:57 Isso é porque Os Americanos estavam preparados para os defender e de acordo com o avance e de acordo com except e todos os outros. A base de apoio MHA tensão aparece quando existem republicanos mais moderados. 21:14 Republicanos ligados a John McCain, republicanos que antigamente seriam ditos como de grande repúdio ao partido democrata e que hoje nos nos revemos nas suas palavras. Tentar fazer 111 contra um contra debate ou um contra fogo àquilo que é a posição irredutível de Donald Trump, Vance e de ecset. 21:34 Portanto, sim, existe tensão interna no partido republicano. Essa tensão tem efeitos diretos sobre as negociações e nós vimos bem nas últimas imagens que que passaram há pouco tempo, soube numa reunião entre americanos e ucranianos. 21:50 Estava de um lado da mesa sentado Marco Rubio, witcofic Kirchner. Marco Rubio estava a liderar as negociações e os seus 2 atores políticos, os 2 camaradas políticos, estavam ambos com ar de caso, muito preocupados porque Marco Rubio estava a conseguir dialogar com os ucranianos. 22:10 Os negócios não se fazem com a Rússia conseguindo aproximar os Estados Unidos da Ucrânia. É precisamente necessário a fazer se um afastamento e um distanciamento político e institucional. Dos Estados Unidos da América da Ucrânia, para que se possa de facto conseguir materializar negócios com a Rússia. 22:28 Eu espero estar verdadeiramente enganado e não ser surpreendido pela pela realidade dos factos daqui a mais uns meses, porque se de facto os Estados Unidos da América celebrarem acordos económicos com o grande estado agressor do século 21, então isso vai certamente levar a grandes tensões no seio da Aliança. 22:50 Pessoa 2 Atlântica na nato. A Europa ainda conta para este campeonato. 22:53 Pessoa 1 A Europa que conta sempre este campeonato, a Europa o que não tem. E a pergunta está bem colocada, a Europa, o que não tem é a expressão militar. E no novo século 21, no novo século 21 ou na partida para o segundo quartel do século 21, a força militar e a expressão de do monopólio da violência, eu hoje tão ou mais importante que o controlo e influência económica e financeira. 23:16 Deixámos de falar sobre competição de do bloco europeu do motor europeu com a China e com os Estados Unidos. Passámos a falar da preparação da Europa para a guerra. Isto tem que preocupar garantidamente todos aqueles que que estão envolvidos na política, todos aqueles que estão envolvidos profissionalmente no setor da da informação e da comunicação, porque aquilo que as pessoas querem saber, aquilo que o que o mundo do eleitor quer saber é o que é que vai acontecer amanhã. 23:44 Tenho um negócio, tenho investimentos, tenho empresa, tenho colaboradores, tenho que pagar salários, vamos ter garra amanhã, porque senão não, não farei determinado tipo de investimentos. E isso para as pessoas querem saber e as pessoas querem saber. O que a união europeia oferece é 1 + 1 camada de proteção face àqueles que não fazem parte da união europeia. 24:01 A nato também oferece uma camada de proteção acrescida. A Irlanda, por exemplo, faz parte da união europeia, não faz parte da nato. No entanto, quem conseguiu ver à distância o perigo que se. Que começava a emergir por parte no leste, por parte da Rússia e por parte da China e do seu bloco de aliados. 24:20 Entendeu que era necessário dar um passo em frente na integração na nato e teria custos estratégicos para estes 2 estados. Estou a falar da Finlândia e estou a falar da Suécia, que estrategicamente e de forma histórica. Sempre quiseram ser estados neutrais e que, embora estados da união europeia, não eram estados da nato. 24:40 Pessoa 2 E, no entanto, mudaram a sua posição. 24:41 Pessoa 1 Mudaram a sua posição face ao reposicionamento estratégico e à abertura e demonstração e transparência deste deste novo imperialismo russo. E o que é interessante é que a própria Suíça pensa neste momento. Começaram a fazer algumas consultas parlamentares sobre aquilo que seria a necessidade da Suíça um dia. 25:02 Entrar e aderir à nato. Portanto, o mundo está a mudar e os países tradicionalmente neutrais compreendem que existe uma ameaça e que a força é resultado de um coletivismo integrado de um concerto de nações que se estão a preparar para defender as suas sociedades. 25:19 Mas existem outros perigos, e os outros perigos dizem respeito ao tipo de governos que vamos eleger no futuro, se forem governos que emitam e copiam o modelo Maga na Casa Branca. Então teremos na Europa governos que vão preferir defesas nacionais em prol daquilo que é uma defesa coletiva. 25:39 Mas isto tem um custo económico que um estado como Portugal não pode suportar. Portugal faz por algum motivo. Durante o estado novo, Portugal aderiu imediatamente à nato como membro fundador, porque nós sabíamos, Salazar sabia. Que havia uma necessidade imediata de Portugal assegurar uma posição no concerto das nações que querem que se querem defender contra os novos imperialismos. 26:01 Pessoa 2 Ainda por cima, Portugal, com um mar que tem o tamanho que tem, nós estamos a olhar para leste, mas de facto, hoje com no mundo global, na realidade não há Fronteiras e, portanto, nós temos que defender esta parte. É a nossa, faz parte do nosso, do nosso trabalho, do nosso papel. 26:15 Pessoa 1 EE Portugal tem aqui uma missão, Portugal é um, é um, é um estado oceânico e tem que garantir. Que grande parte da sua plataforma continental e que grande parte do seu triângulo estratégico está defendido de ameaças futuras, ameaças ao nível do mar, ameaças subaquáticas, ameaças no seu espaço aéreo. 26:34 Porque Portugal não? 3 defesas quando quando falamos destas questões da política e da defesa nacional e da defesa coletiva da Aliança Atlântica, algumas pessoas esquecem e ignoram que Portugal, de facto, é um país Atlântico. E como é um país Atlântico, temos que não podemos ignorar os portugueses na madeira. 26:51 E os portugueses Na Na região autónoma dos Açores? E isto é fundamental, porque se Portugal quer de facto defender a sua soberania, tem que ter plataformas no mar com competentes e com marinheiros e soldados treinados para conseguir executar todo o tipo de missões. 27:08 Portugal deu agora um passo tremendo, fruto daquilo que é um mecanismo de investimento na defesa patrocinado pela união europeia e não pela nato. E, portanto, quando me pergunta, a união europeia ainda é relevante? Não tem poder militar, mas tem um poder económico que pode ajudar as nações a investir na sua defesa. 27:25 Portanto? Resposta afirmativa, sim. A união europeia é fundamental e Portugal, com acesso ao programa safe, teve agora direito a 5.8 1000 milhões de euros. A um acesso a um crédito, teremos que o pagar, mas uma taxa de juro muito abaixo do mercado, e isto é fundamental. 27:43 Olhe o orçamento para a defesa, em média são 4000 milhões de euros. Tem dado a crescer, embora durante 10 anos tivesse a decrescer, e 4000 milhões de euros. É muito dinheiro e nós vamos ter acesso a quase +6000 milhões este ano. 28:01 O que Portugal fez e o que o Ministério da defesa fez foram estudos de gabinete com indústrias, estudos que começaram em julho deste ano para preparar aquilo que eram as propostas das indústrias. Mas isto também tem tem uma questão interessante, não bastam ser uma indústrias quaisquer, tem que ser indústrias da própria união europeia. 28:18 Porquê? Para promover a criação de capacidades multinacionais para promover o mercado de armamento e o mercado tecnológico intra europeu. E para começar a dar o tiro de de partida aquilo que tem que ser uma competição da base industrial militar aos Estados Unidos da América. 28:38 E, portanto, quando falamos de uma Europa preparada, uma Europa não lhe chamaria militarizada, mas uma Europa mais poderosa do ponto de vista militar do que há uns anos atrás. Não nos podemos esquecer do efeito estratégico que isso poderá ter nos Estados Unidos da América. 28:54 Estivermos a falar de um Estados Unidos da América liderado por um republicano moderado. Um profissional, alguém com escola política ou por um democrata moderado? Não temos nada a Temer. Mas se continuarmos nesta senda da dinastia Donald Trump, então essa próxima dinastia, esses próximos herdeiros de Donald Trump, provavelmente vão ver uma Europa mais poderosa do ponto de vista militar. 29:21 Não como um aliado, mas como um competidor direto. 29:24 Pessoa 2 O que é capaz de não ser também uma boa notícia neste? 29:26 Pessoa 1 Neste bloco, isto não é necessariamente desejável. 29:28 A desinformação como arma estratégica e a resiliência civil Olha, uma das coisas que eu que eu tinha trazido para esta conversa é falarmos da propaganda, daquilo que acontece sempre quando há estes choques, sejam guerras, sejam o que for. Porque a minha sensação é que hoje em dia, no mundo em que nós temos, no mundo das redes sociais, a propaganda já quase não precisa de mentir. 29:46 Só precisa de organizar os factos e dar uma determinada. A matriz de ângulo para conseguir inclinar Oo campo a seu favor. A propaganda é levada tão a Sério como a compra de um Submarino ou a organização de umas forças armadas. 30:04 Pessoa 1 Não, não é do meu ponto de vista. Não é porquê? Porque não fechamos o seguinte, vamos ver isto do ponto de vista da educação. Porque a comunicação tem muito a ver com a educação e a propaganda também tem que ver com a educação. 30:22 Nós, quando treinamos forças armadas, estamos a treinar as forças armadas com base numa ideia do nosso inimigo, do nosso adversário, a ameaça. Ou seja, para se treinar forças armadas devemos conhecer quem é o inimigo, quais são as nossas armas de guerra, qual é a nossa doutrina, qual é a nossa estratégia. 30:40 Portanto, conhecemos o mundo, conhecemos o mundo, que que que é bem, que é bem plausível. Mas quando nós falamos da ausência de uma ameaça bem definida, então nós não podemos treinar ninguém, nós temos que conseguir educar. 30:57 E, portanto, por isso é que eu digo que nós treinamos as nossas forças quando conhecemos o inimigo, mas nós somos obrigados a educar as nossas forças para nos protegermos de um inimigo que ainda não conhecemos. E como é que isso faz? E a propaganda é precisamente esse. O problema é. 31:13 Algo que a sociedade civil trabalhou no passado é algo para o qual as sociedades estavam preparadas para lidar ideologicamente com propaganda soviética, comunista e que hoje as sociedades não estão preparadas. Aliás, alimentam se da propaganda que é gerada artificialmente para atingir um objetivo, dividir, criar clivagens sociais. 31:36 E promover o caos político. 31:38 Pessoa 2 Isso não é um acidente. O que tu estás a dizer é que isso é uma estratégia. Acontece. Há um desenho de uma propaganda que tem como intenção criar uma divisão, imagino que nas sociedades ocidentais modernas e democráticas. 31:51 Pessoa 1 Sim, e normalmente isto é promovido por grupos de interesse, atores estatais ou não estatais. Isso quer dizer que vem de agências. De informações estratégicas que com compilam este tipo de de materiais e subcontratam empresas para injetar certas narrativas. 32:09 As narrativas são estudadas certas narrativas em determinadas plataformas sociais para atingir. Certas classe etárias para atingir certa população, população que fala português ou população que fala castiano ou outra coisa qualquer e, portanto, existem narrativas com objetivos concretos. 32:27 Não se faz por acaso no que diz respeito ao combate a este tipo de desinformação. 32:33 Pessoa 2 Como é que se faz? Qual é a vacina? 32:34 Pessoa 1 Esse combate tem que ser feito pela educação direta das forças armadas, da população AEOA criação de resiliência nacional advém necessariamente da criação de uma ideologia de. Deputado, onde as pessoas compreendem que são tanto um ator como um alvo de desinformação externa? 32:52 A Singapura, a Suíça, a Finlândia, a Suécia, a Dinamarca e a Noruega e a Estónia desenvolveram conceitos de defesa total para proteger o estado, mas acima de tudo, a população de ameaças civil visíveis defesa civil. 33:10 EEE. 33:10 Pessoa 2 Fazendo o quê e? 33:11 Pessoa 1 Potenciação e potenciação daquilo que são os os assades de um estado. O objetivo aqui é declaradamente assumir que um determinado estado está sob ataque. Ataque esse que não é visível, está na, na, está na, no domínio cognitivo e que as pessoas têm que compreender que determinado tipo de narrativas existem para promover a falta de apoio entre o eleitorado e os seus governantes. 33:37 Para promover a discórdia entre os valores nacionais de um determinado estado e precisamente para semear o caos. E esse caos é operável, porque quanto mais dividido estiver a Europa, mais fácil será um grande potentado militar atingir os seus objetivos através de anexações ilegais. 33:56 Pessoa 2 Dividir para reinar. 33:57 Pessoa 1 Dividir para reinar. 33:59 Pessoa 2 Olha, nós estamos numa olhamos por um lado, para para a guerra enquanto militar, tanques, aviões, submarinos, por aí fora. Mas hoje é um conceito da guerra híbrida. É, é guerra híbrida, é o quê? Inclui esse, inclui essa, esse tipo de guerra de informação, inclui ataques informáticos do que do que é que estamos a falar? 34:18 Pessoa 1 Esse é um tema muito interessante, eu eu fiz um doutoramento precisamente sobre esta, sobre esta área, e embora eu não possa falar muito sobre sobre ela. Porque existem aqui questões que são um bocadinho mais técnicas e mais e mais sensíveis. Acima de tudo, a guerra híbrida da forma como nós a conhecemos. 34:36 Porque não está escrito em Pedra, ou seja, não, não há uma definição fixa. Estas. 34:42 Pessoa 2 Qual é a tua? 34:43 Pessoa 1 Tendem a mudar o que? O que é de conhecimento académico é de que a guerra híbrida é uma fusão entre 2 formas de guerra, a guerra convencional. A guerra entre exércitos e as guerras assimétricas e as guerras assimétricas são guerras de guerrilha, guerra com envolvimento da desinformação do ciberespaço, guerras que contornam exércitos para atingir o que nós chamamos o coração e as mentes dos próprios estados. 35:16 E quem é o coração e as mentes dos estados é a própria população, é o centro de gravidade de uma nação, é a sua população, e portanto, a guerra híbrida tem estas capacidades. É mutável, é mutável na sua forma de guerra, na sua gramática, utiliza diferentes instrumentos de poder para atingir os seus objetivos, mas é extraordinariamente difícil de se de se conseguir gerir. 35:37 O planeamento não é linear, requer múltiplas iterações ou requer múltiplas formulações, requer diferentes atores envolvidos. Que quer redes de sabotagem. O que se passa na Polónia é é um é um dos domínios de guerra híbrida também. 35:52 E a grande dificuldade para um analista ou para um planeador é conseguir identificar uma determinada atividade de sabotagem da desinformação de de, por exemplo, de de destruição de infraestruturas críticas através de detonações ou ou por via de de hacking. 36:13 Como uma atividade associada a uma campanha de guerra híbrida. Na minha perspetiva, a guerra híbrida não pode ser uma fusão de 2 guerras, porque eu sou um closeviciano puro e em closevitse, acredita se que a natureza da guerra é eterna e portanto, se é eterna, não pode haver 2 naturezas, existe só uma natureza. 36:32 E essa natureza de que guerra é guerra e a e a verdade é que a guerra híbrida pode ser mais do que aquilo que nós pensamos. Pode ser precisamente uma interpretação newtoniana que nós, seres lineares, fazemos sobre algo que é extraordinariamente complexo, que, embora tenha sido desenhado e orquestrado, pode não necessariamente dizer respeito direto àquilo que nós estamos a observar, porque um planeador só pode observar os seus efeitos, não sabe, sem observação direta, se uma campanha de guerra híbrida está a acontecer ou não. 37:05 Podem, através de mapeamento, conseguir identificar contornos de uma guerra híbrida? Não temos. 37:09 Pessoa 2 Radares para isso e nós? 37:11 Pessoa 1 Não temos radar para isso, para isto, porque para já não temos uma compreensão total sobre aquilo que é o que não é a guerra híbrida. Existem múltiplas interpretações e o grande desafio aqui é encontrar uma que satisfaça todos os requisitos e que consiga ajudar o planeador e as nações que estão mais importante. 37:31 A travar os efeitos da guerra híbrida. E isso só se faz numa não não entender de uma forma a criação de imunidade de sistema, ou seja, a criação a perceção pública real de que este tipo de ameaças existem, quais são os seus domínios, quais são as suas valências tradicionalmente, com que tipo de gramática é que apresentam e como é que elas se apresentam? 37:53 E depois, o que é que cada população, o que é que cada nação tem que fazer para a combater? Portanto, e a nato e a união europeia celebraram de forma conjunta porque isto é também uma é uma ameaça política e militar. Criaram um centro de excelência no estudo da guerra híbrida em Helsinki e na Finlândia. 38:10 E porquê na Finlândia? Porque Finlândia, antes de de 2014, estava na linha da frente as ameaças híbridas vindas da Rússia, portanto, aquilo que é o os moldavos. Os georgenos EAE, os ucranianos sofreram a Finlândia o convívio com essa realidade desde o início do século 20 e, portanto, é compreensível que tenha sido em Helsinki. 38:32 Mas estes centros de excelência multiplicam se porque as ameaças são cada vez maiores e são tão vastas que são necessárias várias equipas de pessoas, de economistas, atores políticos a diplomatas, a militares, para se conseguir compreender todos os contornos. 38:47 É, de facto, uma grande ameaça e é certamente um grande desafio. Para este século e para as próximas décadas? 38:53 Os exercícios militares da NATO e a ativação do Artigo 5 Há uma curiosa expressão, não sei se curiosa desgraçada, depende de ir me aste que são jogos de guerra, que é quando, por exemplo, no nato, não só se juntam forças multinacionais, vai tudo para um palco real ou imaginário de ir me aste tu combater um determinado inimigo. 39:13 O que é que acontece no nos jogos de guerra? Estou a perguntar te porque tu acompanhas muito de perto este? Este tipo de de atividades de treino militar que é disto. 39:23 Pessoa 1 Que estamos a falar eu, eu, eu já há alguns anos que acompanha os jogos de guerra da nato. EE é público, portanto, não, não vou fazer grandes revelações. 39:32 Pessoa 2 E podes partilhar o que é que tu fazes, qual é o que é, qual é o teu papel? 39:35 Pessoa 1 Eu, eu, portanto, eu integrei o joint workfer center em 2015 e desde 2015 que tem estado envolvido com os com os grandes exercícios estratégicos multinacionais de alta visibilidade da nato. E tive o privilégio de poder ser o autor político e estratégico de um grande exercício que foi, na altura, em 2017, considerado o maior e a mais desafiante exercício de sempre da nato, o Trident chavalin 2017. 40:07 E a nossa, a nossa necessidade e a nossa função e a nossa missão era oferecer ao, portanto, a nossa, a nossa audiência, que estava em treino, ao nosso training audience. Um desafio extraordinariamente complexo que treinasse uma série de requisitos que os obrigasse a pensar de forma crítica e a solucionar os problemas operacionais que estariam montados à à sua espera. 40:30 Os exercícios fazem se de forma por simulação em computador ou de forma com fogo vivo. Portanto, temos os CPXE, os livex e a verdade é que. Ao longo dos últimos anos, assistimos a um aumentar da frequência dos exercícios militares da nato, mas também há um aumentar da graduação do próprio exercício. 40:56 São cada vez mais complexos e mais desafiantes, uns a seguir aos outros, quase de forma exponencial, porque desde 2014, com a invasão da Crimeia, que a nato, a Aliança Atlântica e as nações acima de tudo das nações. 41:12 Parece terem acordado para para 11 Mundo Novo, do qual não estariam à espera. 41:16 Pessoa 2 Isso pode ser uma preparação para uma guerra real? 41:19 Pessoa 1 E os exercícios normalmente são feitos para capacitar as nações para treinar os próprias operacionais que estão sentados nos diferentes comandos da nato. Para garantir que num dia em que o artigo quinto seja. 41:32 Pessoa 2 Ativado, o artigo quinto diz que? 41:33 Pessoa 1 O artigo quinto é a forma como a nato se defende, é o é a grande, é a grande fórmula do tratado do Washington e diz que o ataque contra um é um ataque contra. 41:44 Pessoa 2 Todos ou obriga, portanto, a uma, a uma resposta, a. 41:46 Pessoa 1 Resposta de todos, mas só posso ser ativado por consenso. Isso foi ativado uma vez na história foi ativado depois do 11 de setembro e a pergunta fica, quem é que ativou o artigo quinto? É quando o ataca. As Torres gémeas não foram os Estados Unidos. 42:00 Pessoa 2 Não foram os estados. 42:01 Pessoa 1 Unidos foram os Estados Unidos, não é segredo, mas quem ativou o artigo quinto foi o conselho do Atlântico norte, de forma consensual. 42:08 Pessoa 2 Do lado de cá? 42:09 Pessoa 1 Foram foram todos os membros da nato que em 2001, de forma solidária, a ativar o artigo quinto em vez dos Estados Unidos. Porquê? Por uma questão de comunicação estratégica, por uma questão de postura. Estratégica, os Estados Unidos não queriam dar o flanco fraco, embora fossem atacados no coração económico do seu estado. 42:29 Não quiseram dar o flanco fraco, não queriam mostrar mais fragilidade. 42:34 Pessoa 2 Pedir ajuda no fundo aqui aos europeus deste. 42:36 Pessoa 1 Lado e não iriam pedir ajuda. E, portanto, o que a nato fez que naturalmente que existiram negociações e conversações para isto à porta fechada? O que Oo que a nato fez foi utilizar o seu concelho máximo, o concelho do Atlântico norte, para fazer esta esta ativação e portanto, quando falamos destes articulados e quando falamos destes posicionamentos da nato, a nato e as suas nações são obrigadas a exercitar aquilo que são as suas diferentes capacidades em diferentes missões e operações. 43:05 E neste momento os exercícios contemplam praticamente toda a Geografia aliada toda a Geografia aliada, portanto, quase desde o havai. Até ao flank leste, com a Rússia e a são cada vez maiores e mais exigentes. 43:20 E isso obriga também a uma exigência por parte de quem treina, de de quem desenvolve os exercícios, de quem treina e de quem os executa. E à medida que avançamos, estes são exercícios cada vez mais definidores de postura estratégica da Aliança Atlântica. 43:36 Porque é que isto é importante, Jorge, porque no final de contas, todas as nações que querem mostrar dissuasão. Têm que mostrar que fazem os seus exercícios com competência todos. 43:47 Pessoa 2 Isto é uma prova de força, é EEEE. Os outros atores internacionais estão a pensar na China, na Rússia. 43:54 Pessoa 1 Todos observam, estão todos a observar EE são avisados que os exercícios vão acontecer. São avisados, são todos avisados. 44:00 Pessoa 2 É a guerra do seu lado, não? 44:01 Pessoa 1 Têm que têm garantidamente que ser avisados porque movimentações de tropas em continente europeu pó? Movimentação de tropas Russas para a para a Fronteira com a Europa. 44:10 Pessoa 2 Só podem ser uma ameaça. 44:11 Pessoa 1 São consideradas imediatamente uma ameaça e isso vai obrigar a mobilização de forças de reação rápida da nato e mobilização dos exércitos nacionais. E, portanto, os exercícios são anunciados, são planeados e os russos comprometem se a fazer o mesmo. Os exercícios à PAD russos, que acontecem de 4 em 4 anos, também foram anunciados aos países da nato. 44:31 Toda a gente sabia que este exercício iam acontecer, os exercícios que levaram depois. À ao blitzkrieg e à invasão. Em 2022, foram comunicados aos parceiros internacionais da Rússia. Mas quando a monitorização a essas mobilizações Russas começaram, identificou se imediatamente que o tipo de mobilização não era condizente com aquilo ou não estava de acordo com aquilo que se veria. 44:57 Um exercício militar puro e duro seria algo mais com o exercício militar, portanto, começaram as dúvidas e começaram as. 45:03 Pessoa 2 Dúvidas olha o que é que? É um cenário impossível de treinar. 45:10 Pessoa 1 Aparentemente é um cenário onde a nato perde. Isso é extraordinariamente difícil de se treinar. É curioso porque eu vejo mais valias quando os quando as audiências, os soldados, os comandos, porque é o que nós estamos a treinar. 45:29 São comandos e não e não soldados. Quando perdem um cenário muito exigente, mas politicamente, a perda de um exercício de guerra tem custos políticos, tem custos políticos, tem custos para o para a hierarquia e para o comando e controlo de uma de umas forças armadas. 45:46 Pessoa 2 Portanto, quando se tenta fazer determinada coisa e é tão difícil que se chega à conclusão de que aquela unidade, aquele departamento, aquela determinado exército, não consegue resolver o problema. 45:56 Pessoa 1 Esse normalmente, esse tipo de esse tipo de de vinhedos são normalmente ignorados ou ultrapassados. Porque a tentativa de aceitação, de incapacidade para resolver um determinado cenário de uma grande ameaça, quase impossível de se resolver, não é aceitável do ponto de vista político. 46:16 Os exercícios são feitos para treinar, não são feitos para que a nato falhe. No entanto, existem várias Correntes metodológicas que veem grande valor e valor acrescido e também vejam. Quando um estudante, quando um soldado, quando um comando não consegue ultrapassar o desafio que que lhe é proposto, porque não está capacitado para isso ou porque, de facto, é demasiado exigente. 46:39 Pessoa 2 Aprender com os erros, aprender. 46:41 Pessoa 1 Com os erros, e isso é algo que a este nível de grandes exigências, de grandes demonstrações de poder, onde todos os observadores estão atentos. É algo que as nações ainda não estão preparadas para fazer, mas existem outras formas de fazer este tipo de exercício, de se fazer este tipo, de retirar estas mais valias. 47:00 A verdade é que nem os chineses nem os russos também perdem os seus. Os seus exercícios de guerra ganham sempre. Portanto, faz parte do cenário e faz parte do desenho institucional que foi criado, o batok. 47:11 Pessoa 2 Que faz parte da retórica, é assim que funciona. 47:14 A retórica nuclear e a dissuasão no cenário geopolítico E eu estava a pensar especificamente na ameaça nuclear. Isto, género de exercícios treina também. O uso e a resposta a ataques nucleares sim. 47:26 Pessoa 1 Embora não sejam tão comuns quanto os exercícios de comando que são feitos, existem exercícios de que, especialmente no diz respeito ao planeamento do grupo militar e a ou o planeamento do grupo nuclear, e, portanto, são são sempre executados e na verdade são mais revistos agora do que no passado, porque a ameaça nuclear é agora algo que se utiliza com com tanta leveza. 47:51 Mas na comunicação pública entre diferentes estados, nós recordamos bem as palavras de Medvedev quando diz claramente se os europeus assim o desejam, a Rússia está preparada para a guerra nuclear e, portanto, este tipo de retórica não deveria existir. 48:07 No passado, era evitável. Ninguém falava sobre ameaças nucleares. Era uma conversa que, embora toda a gente reconhecesse a ameaça e a minha, a ameaça é incrível, não era algo que fosse utilizado. Com tanta leveza. E agora, infelizmente, chegamos ao ponto onde armas nucleares táticas são colocadas na Fronteira com a Polónia, nomeadamente na Bielorrússia, onde a retórica nuclear aumentou e onde aumentou também, claro, o medo e a coerção daquilo que poderá ser uma guerra nuclear, e por isso o treino tem que ser feito, mas não do ponto de vista da destruição nuclear. 48:48 A nato não tem qualquer tipo de pretensões de guerra nuclear. Aliás, é precisamente o oposto. A nato tem como objetivo travar qualquer guerra, qualquer guerra de agressão. 48:58 Pessoa 2 Dissuasão. 48:59 Pessoa 1 Não travar guerras de agressão através da sua dissuasão. E a guerra nuclear não chama se guerra nuclear, mas não é uma guerra. O elemento nuclear aqui é uma arma política. Não deve ser utilizada nunca em guerra e a própria forma de se fazer a defesa contra este tipo de empenho de de armas se atacada se o. 49:24 Portanto, se a nato ou os territórios da nato forem atacados com uma arma nuclear, a resposta a esse ataque não é ele nuclear, é uma resposta convencional. E porque é que isto foi desenhado desta forma? Porque durante os anos 50 e durante durante os anos 60. 49:41 A resposta a um ataque nuclear com outro ataque nuclear levaria à Escalada do da ameaça nuclear e potencialmente à materialização de um cenário de destruição mútua. E o objetivo foi sempre fazer a redução da ameaça nuclear, nunca potenciando atingir um cenário de destruição mútua. 49:59 Então os vários países aliados resolveram reformar a própria doutrina nuclear. Para respondendo a um ataque nuclear com um ataque convencional, tentando quebrar aquilo que era a iniciativa nuclear de um estado agressor. Mas se o estado agressor continuasse a utilizar e empenhar armas nucleares, então a resposta por fim já não seria uma resposta convencional e, portanto, o objetivo aqui é que a resposta seja flexível e que seja ponderada e que não nos leva todos para o abismo, mas uma nação que decide empenhar uma arma nuclear contra um estado não agressor, decidiu. 50:35 E solou o seu destino. 50:37 Pessoa 2 Hum, achas que o uso de uma arma tática nuclear num sítio muito específico é uma possibilidade real? 50:46 Pessoa 1 Claro que é, especialmente se for uma arma de hidrogénio. Se for 11 bomba de hidrogénio não tem radiação, a explosão e a detonação. A destruição é pela pressão do do do movimento do ar. Não existe radiação porque não é uma arma de de fusão. Mas isso não quer dizer que seja passível do seu do seu empenho. 51:04 O objetivo é anão utilização de armas nucleares. A utilização deste tipo de armamentos vai levar imediatamente a uma resposta muito agressiva por parte de todos os estados, estados esses que pertencem à nato e potencialmente vai arrastar para o conflito de estados que não pertencem à nato e que não estão envolvidos no conflito. Porque aquilo que pode acontecer num estado é um descontrolo político, emocional, de uma de uma grandeza de tal ordem. 51:25 Que já deixam de existir limites a este empenho e a esta utilização. Um estado que empregue armamento nuclear é um estado e um governo que já não pode estar sobre sobre, já não pode liderar um determinado uma determinada nação é deve ser removido. 51:38 Pessoa 2 Rapidamente é um ato irracional no. 51:40 Pessoa 1 Fundo é um ato de irracionalidade política. E eu não creio que a Rússia, neste momento, se veja obrigado, obrigado a uma coisa dessas. Pelo contrário. O que a Rússia quer fazer é garantir que atinge todos os seus objetivos. De forma não. Nuclear de forma não violenta, não violenta, tentando não provocar aquilo que é uma Europa ainda um pouco adormecida, mas tentando atingir os seus objetivos, fazendo a guerra ou levando a guerra até outras paragens a estados que não têm a capacidade de reação, como têm a Europa. 52:14 Uma guerra, como aconteceu entre a Rússia e a Ucrânia, se acontecesse entre a Rússia e a Europa, seria francamente muito diferente. Especialmente porque os europeus, em comparação com os russos ou em comparação com os ucranianos, conseguiriam garantidamente fazer 11 controlo do espaço aéreo EE garantir um controlo aéreo e, portanto, operações terrestres com supremacia do ar são muito diferentes de operações ucranianas sem suplomacia de força aérea, os caças f 16 que estão na linha da frente. 52:46 Os caças f 16 que foram entregues à Ucrânia não estão na linha da frente. Porque os sistemas de defesa antiaérea russos protegem as forças e protegem o posicionamento russo em pokrossky na e na restante linha da frente e, portanto, não me permita que a força aérea ucraniana possa voar em em Liberdade e em segurança para atingir os seus alvos. 53:06 Pessoa 2 Se isto é preocupante, se até agora nós tínhamos estado dos nucleares, os Estados Unidos, a Rússia, a China, mas subitamente a Coreia passou, a Coreia do do norte passou a ser um estado nuclear, o irão, provavelmente também há um conjunto. De países aqui à volta, olho sempre para os indianos e para os paquistaneses. 53:24 Que voltem a meio esses anguam nas suas Fronteiras. Isto cada vez quanto mais salarga este leque, mais difícil de nós podemos controlar esse. 53:32 Pessoa 1 Fator? Absolutamente, absolutamente. E quem controla este fator são aqueles que ainda têm monopólio da violência mundial, os Estados Unidos da América. Quando deixarem de ser os Estados Unidos da América e passar a ser outro grande patrocinador, outro grande big Brother? Então, esse controlo e essas relações de interesse vão ser reformuladas e só Deus sabe o que é que poderá acontecer. 53:53 A verdade é que os ucranianos estão muito atentos àquilo que é o poder da dissuasão nuclear. Mas os russos também. Por algum motivo, os russos em 2009, estavam tão interessados em remover aramamente nuclear da Ucrânia sabendo que poderiam ser utilizados como um mecanismo de dissuasão aos seus interesses. 54:10 Passados quase 15 anos e, portanto, é óbvio. Que a Ucrânia, que tem uma larga experiência com a indústria de energia nuclear, garantidamente que já pensaram que a arma nuclear poderia ser um, garante. 54:27 Pessoa 2 De paz, portanto, não tem uma limitação tecnológica porque o sabem fazer. Obviamente é apenas 11. Limitação política. 54:36 Pessoa 1 Uma limitação política que os Estados Unidos dificilmente aceitariam, que a Rússia nunca aceitaria. A Rússia nunca aceitaria. Seria, aliás, precisamente contra ele. Seria motivo de maior, de maior expressão militar se a ukremlin de conseguisse atingir maturidade deste tipo de armamento. 54:55 Porque não basta desenvolver a ogiva, é preciso garantir que funciona, é preciso garantir que os testes foram todos feitos. Olhe se o irão, com tanta experiência nuclear, não a desenvolver um a tempo antes de de fora dele ter sido bombardeado e portanto, tudo isto leva muito tempo e dá muito nas vistas. 55:11 É difícil fazer isto em segredo. Para ser Franco consigo. No entanto, existem ainda aqui algumas questões que dizem respeito à multiplicação. Jorge como falavas do atores do clube nuclear, que são 9 EEA forma como rapidamente esta questão se pode descontrolar e, em boa verdade, à medida que a multipolaridade cresce, será cada vez mais difícil garantir que este tipo de armamento não cai nas mãos erradas. 55:37 E enquanto que irem em estados organizados. Politicamente, ativos, tentativamente, democráticos, está tudo bem. O problema é quando este tipo de material cai em mãos de terroristas para a criação de bombas sujas que possam ser introduzidas em qualquer espaço populacional e detonadas com imensas, com imensas consequências para todos os estados e para todas ou para toda a população desse desse mesmo estado. 56:03 Pessoa 2 E isso torna isso mais difícil? 56:05 As lições da história e a defesa da democracia contra autocracias Olha, uma pergunta final para ti. Se tu fosses o negociador designado para tentar dar uma ajuda neste conflito Na Na Ucrânia de seguirias, porque via? 56:17 Pessoa 1 Essa é a pergunta menos simples delas todas, mas que? 56:21 Pessoa 2 Opções tem o negociador no fundo, é, é, é isto, num, num, num caso que é obviamente muitíssimo complexo. 56:27 Pessoa 1 Eu penso que tentando não dar uma resposta complexa, tentando simplificar aquilo que é extraordinariamente difícil. O que falta neste momento a todos? Aqueles que não são a Rússia é coragem. Há falta de coragem. Há falta de coragem por parte dos republicanos moderados americanos em combater aquilo que é uma expressão anacrónica de poder na Casa Branca. 56:51 Há falta de coragem dos governantes europeus que, sim, mostraram solidariedade e empenho e determinação na ajuda aos ucranianos. Mas a comunicação. Militar e a comunicação do poder faz se pela demonstração de plataformas de guerra, pela comunicação da mobilização dos dos diferentes exércitos, porque é uma comunicação que a Rússia compreende muito bem, se a Rússia encontrasse nos europeus e nos Estados Unidos da América uma consolidação estratégica e ideológica, um empenho. 57:34 Um empenho total de esforços na reconstrução da Europa, como potentado militar para ser para fazer face à posição da Rússia. Provavelmente as negociações seriam mais lineares, digo lineares, e não digo simples, porque elas nunca são simples, mas tentativamente seriam 2 grandes blocos, Unidos, preparados, equipados e treinados para conseguir dar uma luta e para conseguir dar um sinal de força. 58:04 Àquilo que neste momento faz pouco dos europeus, porque encontra mais fraquezas do que fortalezas e, portanto, como negociador. O objetivo não era negociar com o agressor neste momento, que o momento de fragilidade institucional, de fragilidade estratégica, é capacitar a Aliança Atlântica, garantindo que os europeus dão o próximo passo de coragem, especialmente naquilo que é a articulação da política com a defesa, que neste momento é um caso complicado. 58:33 Porque a defesa não dá votos e a lógica do eleitorado continua a ser soberano, vota se apenas e investe, se apenas naquilo que dá votos. Mas o futuro devia dar votos. E o futuro não é apenas feito de hospitais e de segurança social, é feita de estratégia e investimento em segurança social e em saúde, para mim e em educação, é tão importante quanto o investimento na defesa da sociedade. 58:59 E, portanto, capacitação dos europeus para mais tarde, numa posição de força, podermos garantir qu
A França e o Brasil lançaram oficialmente, em outubro, em Fortaleza (CE), a Plataforma Internacional de Pesquisa em Saúde Global França-Brasil, conhecida pela sigla Prisme. A iniciativa integra a temporada do Ano do Brasil na França e envolve os governos, as agências de saúde, instituições e pesquisadores dos dois países. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris O objetivo da iniciativa é transformar a pesquisa em ações concretas para a saúde pública, além de promover trocas científicas sobre doenças como tuberculose, hepatites virais e infecções sexualmente transmissíveis. Uma das metas é colocar em prática projetos na Guiana Francesa e no Amapá, onde França e Brasil compartilham uma fronteira. A ANRS, agência francesa de pesquisa sobre Aids e hepatites virais, que também monitora doenças infecciosas emergentes, está diretamente envolvida no projeto. De acordo com Marion Fanjat, representante do departamento de estratégias e parcerias da ANRS, um dos focos do Prisme é agregar todos os parceiros nas decisões, ultrapassando as colaborações binacionais. “Queremos que todos possam se sentar em torno da mesma mesa”, diz. “A força da plataforma é reunir pesquisadores, instituições, representantes de programas nacionais de pesquisa, sociedade civil e associações de pacientes, além de organizações internacionais e financiadores”, explicou a representante da ANRS, sediada na região parisiense. “Após o lançamento oficial, os parceiros agora trabalham para definir um plano de ação, as prioridades nas pesquisas e ações concretas que serão operacionalizadas. Por enquanto, somos um consórcio de parceiros fundadores e estamos decidindo o que vamos fazer em termos operacionais nos próximos meses”, diz. Saúde pública A representante da agência francesa lembra que a Guiana Francesa e o Brasil compartilham muitos “desafios de saúde pública”, incluindo a gestão de epidemias pontuais, como a da dengue. A doença já é transmitida localmente na França há alguns anos, com a propagação do mosquito-tigre, facilitada pelo aquecimento global. “Faz todo o sentido termos parceiros da Guiana Francesa, e estamos muito satisfeitos de poder contar com o Instituto Pasteur da Guiana entre os membros fundadores. Já temos alguns projetos em comum em andamento, que envolvem temas como saúde sexual. Mas muitos outros serão desenvolvidos sobre temas muito importantes na área amazônica, como as arboviroses”, explica Marion Fanjat. Outro projeto visa criar uma rede comum de análise das águas residuais entre a França e o Brasil para prevenir epidemias, como a da Covid-19. “Esse é um grande projeto que deve ser desenvolvido nos próximos anos entre a equipe da Guiana e da França. Toda essa área amazônica está muito envolvida nessas pesquisas com o Brasil”, explica. Neste contexto, a plataforma poderá contar com o apoio do centro franco-brasileiro pela biodiversidade amazônica, que promoverá a colaboração na área da saúde entre a Guiana Francesa e os estados brasileiros próximos, como Amapá, Amazonas e Roraima. A prevenção e a gestão das doenças infecciosas também ocupam papel preponderante na plataforma. “Ela vai permitir a promoção de pesquisas de preparação, prevenção e respostas a epidemias, além de avaliar o impacto das mudanças climáticas na saúde humana, na segurança alimentar e nutricional”, destaca. Transformar a pesquisa em ações concretas para a saúde pública e promover o intercâmbio entre pesquisadores também estão entre as prioridades da cooperação. “Já existem bolsas de mestrado ou doutorado, propostas pela Embaixada da França, ou estágios na área da saúde. São parcerias entre o Ministério da Saúde do Brasil e a Embaixada da França”, conclui.
On this episode, Ryan and Faz give you their initial impressions of Derek Landy and Ivan Fiorelli's 1st issue of “Doctor Strange”. Angela is back! Anime art! New magic! New villains! We have so many questions and we can't wait to have them answered!Check out PATREON: https://www.patreon.com/u65477484?utm_campaign=creatorshare_creatorCheck out INSTAGRAM: https://www.instagram.com/marvelthorpodcast?igsh=Nm15MjQ2dW10cXZ3&utm_source=qrCheck out DISCORD:https://discord.gg/DsKTVAmwuY
A ideia de «fim do mundo» paralisa ou mobiliza a espécie humana? No derradeiro episódio da dupla, João Pereira Coutinho e Manuel Cardoso descobrem que até no «fim dos tempos» a política tem uma palavra a dizer.Vivemos tempos conturbados – da emergência climática aos conflitos armados entre estados, da polarização política aos avanços da inteligência artificial. Mas será que o fim dos tempos está realmente próximo ou nós é que não conseguimos pôr de lado esta ideia?As teorias apocalíticas que pretendem revelar o sentido da História encontram-se à esquerda e à direita e em todos os períodos históricos. Se na Antiguidade e na Idade Média os medos se relacionavam com fomes, invasões e pestes, nos séculos XX e XXI o cenário de extermínio da humanidade ganha força com os desenvolvimentos tecnológicos.Nesta viagem por diferentes autores e doutrinas, o politólogo e o humorista revisitam teses sobre o fim, como a das religiões milenaristas e a da sociedade sem classes de Marx, passando pelos argumentos de Fukuyama em prol da democracia liberal. A dupla reflete ainda sobre o declínio das grandes utopias políticas e sobre como esse desencanto ajudou a consolidar o imaginário pessimista dos dias de hoje.Num salto para a atualidade, discutem-se teorias da conspiração e a forma como as obsessões apocalíticas podem desviar a atenção do presente, paralisando-nos nas decisões políticas que impactarão o futuro. Para saber mais, não precisa de ir até ao fim do mundo, basta carregar no play deste episódio [IN]Pertinente.REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEISBENATAR, David, «Better Never to Have Been - The Harm of Coming into Existence» (Oxford University Press)COHN, Norman, «The Pursuit of the Millenium» (Oxford University Press)FUREDI, Frank, «How Fear Works» (Bloomsbury)PHILLIPS, Tom, «A Brief History of the End of the F*cking World» (Wildfire)SHKLAR, Judith, «After Utopia - The Decline of Political Faith» (Princeton University Press)WADE, Lizzie, «Apocalypses» (William Collins)BIOSMANUEL CARDOSOÉ humorista e um dos autores do programa de sátira política «Isto É Gozar Com Quem Trabalha», da SIC. Faz parte do podcast «Falsos Lentos», um formato semanal de humor sobre futebol. É o autor da rubrica radiofónica diária «Bem-vindo a mais um episódio de», nas manhãs da Rádio Comercial. Contribui semanalmente para o Expresso, desde 2023, com uma crónica semanal.JOÃO PEREIRA COUTINHOProfessor do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica, onde se doutorou em Ciência Política e Relações Internacionais. É autor dos livros «Conservadorismo» e «Edmund Burke – A Virtude da Consistência». Ao longo de 25 anos tem assinado artigos na imprensa nacional e é colunista do diário brasileiro «Folha de S. Paulo», o maior jornal da América Latina.
Die Themen dieser Folge: 1. TU München mit Vorschlägen zu DS-GVO-Reform (01:17) ine Arbeitsgruppe bei der Technischen Universität München (TUM), der Stefan Brink und Niko Härting angehören, hat vier konkrete Maßnahmenempfehlungen zu zentralen Herausforderungen der DSGVO und ihrer Weiterentwicklung erarbeitet. - (Weiter-)Entwicklung eines risikobasierten Ansatzes für die DSGVO - Vereinfachung der B2B Compliance - Mehr Rechtssicherheit durch Erlaubnis- und Verbotslisten (Ampelsystem) - Reformmöglichkeiten im Bereich der Einwilligung und „Do Not Track“. 2. Immer mit der Ruhe: Übertriebener Beitrag zur Ende-zu-Ende-Verschlüsselung von Anwaltsmails in der FAZ (12:24) Wie ein streitlustiger Anwalt und eine leicht überforderte Datenschutzbehörde einen überflüssigen Prozess provozieren. 3. BGH versteht Kanzleipflicht streng (21:34) Nach Ansicht des BGH brauchen Anwälte auch Ende 2025 noch dauerhaft einen eigenen Kanzleiraum. Dabei ging es am Montag nicht mal um eine virtuelle Kanzlei, sondern um ein Bürocenter, das Post und Anrufe entgegennimmt und stets Besprechungsräume vorhält. 4. Der Fall Netanyahu und die weltweite Macht der US-Konzerne (27:18) US-Regierung setzt Tech-Firmen als Waffe ein: Richter des internationalen Strafgerichtshofs Den Haag, die Haftbefehl für israelischen Regierungschef Netanyahu ausgestellt haben wegen des Verdachts von Kriegsverbrechen und Verbrechen gegen die Menschlichkeit im Rahmen des israelischen Militäreinsatzes im Gazastreifen, werden von US-Dienstleistern ausgeschlossen. 5. 150.000 EUR Bußgeld für italienische RAI (34:01) Mit Entscheidung v. 23.10.2025 verhängte die italienische Datenschutzbehörde (Garante per la protezione dei dati personali – GPDP) ein Bußgeld iHv 150.000 EUR gegen den italienischen öffentlich-rechtlichen Rundfunkanbieter Rai (Radiotelevisione Italiana S. p. A.). Anlass war die Veröffentlichung einer WhatsApp-Sprachnachricht zwischen einem Politiker und seiner Ehefrau ohne deren Einwilligungen, was laut Behörde nicht den Grundsätzen der Erforderlichkeit und Rechtmäßigkeit der Datenverarbeitung nach der DSGVO entsprach.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começando mais um Ulrich Responde02:01 - Faria Lima já escolheu Tarcísio para 2026? 04:58 - O Brasil já está em recessão? 06:28 - Ciclo de juros do Brasil segue o dos EUA? 07:54 - Taxar dividendos afugenta capital estrangeiro? 09:41 - Como será a valorização do Bitcoin após adoção completa? 10:52 - MSTR vai colapsar? Há chance de short squeeze? 14:35 - Como fazer alta custódia de Bitcoin corretamente? 15:33 - Qual a melhor alternativa se não quiser auto custódia? 17:21 - Baixa natalidade é problema ou consequência? 19:59 - Faz sentido comparar Bitcoin/ouro e petróleo/ouro?21:09 - Dá para manter residência fiscal fora sem chamar atenção? 21:54 - Texas adotando Bitcoin 22:16 - Stablecoins podem minar o real e afetar o crédito? 24:42 - Diferença prática entre Bitcoin e OBTC3? 25:41 - Como está o M2 no Brasil e no mundo? 25:59 - Se todos os países devem, quem é o credor?26:19 - Fed já voltou com um QE disfarçado? 26:53 – Sugestão de doutorado em escola austríaca.27:37 - Primeira viagem: Japão ou EUA? 28:10 – Feijão em cima ou embaixo do arroz? 28:19 – Como pensa em educar seus filhos?
TEMPO DE REFLETIR 01600 – 1 de dezembro de 2025 Romanos 5:5-8 (NVI) – Deus derramou Seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que Ele nos concedeu. De fato, … quando ainda éramos fracos, Cristo morreu pelos ímpios. Dificilmente haverá alguém que morra por um justo, embora pelo homem bom talvez alguém tenha coragem de morrer. Mas Deus demonstra Seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores. Você estaria disposto a morrer por um viciado em drogas com acusações múltiplas de abuso de crianças? Você poderia estar disposto a arriscar sua vida doando um órgão para salvar seu filho que morreria se você não fizesse a doação, mas você daria a vida pelo viciado estuprador? Provavelmente não. Deus, entretanto, deu Seu Filho para morrer “pelos ímpios”. Admire-se do fato de que “Deus derramou Seu amor em nossos corações”. “Quando ainda éramos fracos” para viver como Cristo viveu e amar como Cristo amou, Deus nos deu o Seu amor, para com ele podermos amar. Ele nos oferece o tipo de amor que Jesus teve quando “morreu pelos ímpios”. O tipo de amor com o qual Jesus amou quando bradou: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo” (Lc 23:34, NVI). Jac Colon, um pregador da Bíblia, antes de sua conversão era piloto de avião de caça da Força Aérea dos Estados Unidos no Vietnã. Em 1991, dirigiu uma série de reuniões evangelísticas em Riga, Látvia. Um dos batizados foi um piloto de caça soviético que havia servido no lado adversário no Vietnã. Durante as reuniões evangelísticas, o ateu entregou o coração a Jesus. No dia do batismo, ele disse a Jac: “Já fomos inimigos mortais, que teriam abatido um ao outro lá no céu, mas agora somos irmãos em Cristo.” Depois se abraçaram e choraram emocionados, em silêncio. Um milagre assim só aconteceu porque Deus “derramou Seu amor” no coração dos dois homens. “Quando os homens se ligam entre si, não pela força do interesse pessoal, mas pelo amor, mostram a operação de uma influência que é superior a toda influência humana. Onde existe esta unidade, é evidente que a imagem de Deus está sendo restaurada na humanidade, que foi implantada nova vida” (O Desejado de Todas as Nações, p. 678). Que diferença faz o amor – o amor de Jesus – no coração de uma pessoa! Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Precisamos amar como Tu nos amas, Pai! Faz-nos mais parecidos contigo, por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
A morte de 121 pessoas no Complexo do Alemão e Penha, na operação policial mais letal do estado do Rio de Janeiro, nos convidou a pensar nos adultos e crianças que vivem nessas comunidades e que têm a rotina, a saúde mental, a vida impactada por operações policiais cada vez mais frequentes -- além daquelas que sofrem diferentes tipos de violências e perdem entes queridos. É sobre esse tema o episódio com Eliana Sousa Silva, convidada do Podcast da Semana, da Gama.Eliana Sousa Silva é fundadora e diretora da Redes da Maré, uma instituição da sociedade civil que produz ações em busca de qualidade de vida e garantia de direitos para os mais de 140 mil moradores das 15 favelas da Maré. Pesquisadora em segurança pública, tem graduação em Letras, mestrado em Educação e doutorado em Serviço Social. Faz parte da Cátedra Patrícia Acioli (UFRJ) e integra o Centro de Estudos de Cidades - Laboratório Arq. Futuro do Insper. É Doutora Honoris Causa pela Queen Mary University of London e fez parte da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura, Ciência e Educação, no Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA). Eliana chegou em Nova Holanda, uma das favelas do Complexo da Maré com a família aos 7 anos, onde morou por 30 anos.Na conversa com Gama, ela diz que operações policiais são reflexo de uma ausência anterior do estado, fala do dia a dia das populações das comunidades cariocas e traz caminhos possíveis de transformação dessa realidade de violência e abandono.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic
Oro Por Você 02990 – 30 de novembro de 2025 Senhor, eu Te louvo porque sabes todas as coisas e podes ver o fim desde o começo; porque susténs todas as coisas pelo Teu poder e por isso sei que minha vida tem um propósito. Eu Te entrego tudo o que sou e ofereço minha vida a Ti. Faz-me um instrumento por meio do qual Tua vontade seja cumprida na terra. Usa o que tenho para a Tua glória. Levanta-me para ver coisas pela Tua perspectiva e ajuda-me a ficar acima de minhas limitações. Que o propósito que tens para mim redunde em honra ao Teu nome. Toma conta de todas as coisas, Senhor, por favor. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: https://t.me/tempoderefletir . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Oro Por Você 02989 – 29 de novembro de 2025 Senhor, neste momento quero pedir mais uma vez que me encha novamente com Teu Espírito e me faça transbordar em mim a fonte de água viva, o Teu rio de cura, de modo que, quando eu estiver na presença de outras pessoas, elas sintam a Tua presença. Faz que eu seja como um poço de água refrescante que flui para os outros. Sei que me vês através de Teu Filho Jesus e de Teu Espírito Santo. Oro para que outros possam ver Jesus em mim, mesmo que não entendam plenamente aquilo que estão vendo. Me ajude a viver de modo digno o nome e a importância de ser um cristão. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: https://t.me/tempoderefletir . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Episode 95 is here pals! It's 'Match of the Week' time & this week we've got my dear old pal, Faz on the show for a little debrief on a very fun little weekend in Melbourne together for the Oddities & Curiosities Expo, as well as our 106th M.O.T.W; Hiroshi Hase & Kensuke Sasake vs. The Steiner Brothers for the IWGP Tag straps at NJPW & World Championship Wrestling's 'Starrcade 1991 In Tokyo Dome'! A HECK of a match if I do say so myself & a match that was very fun to nerd out about! Thanks Faz!In my 'World of Chris-Things' intro monologue I chat my latest comings and goings, a lovely weekend in Melbourne and this weekends' Oddities & Curiosities Brisbane event!Enjoy!!Check out the Chris Things MOTW illustration in question here: Hiroshi Hase & Kensuke Sasake vs. The Steiner BrothersChrisThings.com.au is the place for buying my art! Fancy art prints, original art, calendars & much more!Follow us on Instagram: @ChrisThings, @SocialSuplexFollow us on Twitter: @ChrisThings, @SocialSuplexLike us on Facebook: https://www.facebook.com/SocialSuplex/Join our Discord: https://discord.gg/QUaJfaCVisit our website for news, columns, and podcasts: https://socialsuplex.com/Join the Social Suplex community Facebook Group: The Wrestling (Squared) CircleWrestling-Art with Chris Things is the Pro-Wrestling Art niche Podcast of the Social Suplex Podcast Network. Support the Social Podcast Network by leaving a rating and review on Apple Podcasts. You can also leave a review for Wrestling Art with Chris Things HERE!Support this podcast at — https://redcircle.com/social-suplex-podcast-network/donationsAdvertising Inquiries: Contact Chris TodayPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacySupport this podcast at — https://redcircle.com/social-suplex-podcast-network/donationsAdvertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy
Happy Thanksgiving you turkeys! On this episode you'll hear Eric, Faz, and Ryan share the things they are the most thankful for this year. Whether it's Thor comics, other comics, or the podcast itself; the guys have a lot to feel good about this year.Check out PATREON: https://www.patreon.com/u65477484?utm_campaign=creatorshare_creatorCheck out INSTAGRAM: https://www.instagram.com/marvelthorpodcast?igsh=Nm15MjQ2dW10cXZ3&utm_source=qrCheck out DISCORD:https://discord.gg/DsKTVAmwuY
Episode 95 is here pals! It's 'Match of the Week' time & this week we've got my dear old pal, Faz on the show for a little debrief on a very fun little weekend in Melbourne together for the Oddities & Curiosities Expo, as well as our 106th M.O.T.W; Hiroshi Hase & Kensuke Sasake vs. The Steiner Brothers for the IWGP Tag straps at NJPW & World Championship Wrestling's 'Starrcade 1991 In Tokyo Dome'! A HECK of a match if I do say so myself & a match that was very fun to nerd out about! Thanks Faz!In my 'World of Chris-Things' intro monologue I chat my latest comings and goings, a lovely weekend in Melbourne and this weekends' Oddities & Curiosities Brisbane event!Enjoy!!Check out the Chris Things MOTW illustration in question here: Hiroshi Hase & Kensuke Sasake vs. The Steiner BrothersChrisThings.com.au is the place for buying my art! Fancy art prints, original art, calendars & much more!Follow us on Instagram: @ChrisThings, @SocialSuplexFollow us on Twitter: @ChrisThings, @SocialSuplexLike us on Facebook: https://www.facebook.com/SocialSuplex/Join our Discord: https://discord.gg/QUaJfaCVisit our website for news, columns, and podcasts: https://socialsuplex.com/Join the Social Suplex community Facebook Group: The Wrestling (Squared) CircleWrestling-Art with Chris Things is the Pro-Wrestling Art niche Podcast of the Social Suplex Podcast Network. Support the Social Podcast Network by leaving a rating and review on Apple Podcasts. You can also leave a review for Wrestling Art with Chris Things HERE!Support this podcast at — https://redcircle.com/social-suplex-podcast-network/donationsAdvertising Inquiries: Contact Chris TodayPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacySupport this podcast at — https://redcircle.com/wrestling-art-with-chris-things/donations
Bundespolizei schlägt Alarm: Bahnhöfe werden zur Gefahrenzone +++ Jeden Tag 1.000 Delikte: Der deutsche Bahnterror im Zahlenprotokoll +++ Kulturstaatsminister oder Sandmann? Weimers Märchenwelt fliegt auf - FAZ rechnet ab +++ Panikbank mit Brandmauer: Deutsche Bank wirft Familienunternehmer raus +++ Energiewende frißt nächste Bäckereikette: Traditionsbäcker Hansen Mürwik ist pleite +++ Energiewende im Voodoo-Modus: Erst Kraftwerke sprengen, dann bauen: Schwarz-Rot-Grün entdeckt plötzlich Gaskraftwerke +++ Greta färbt den Canal Grande grün – und fliegt aus Venedig“ +++ es stimmt: Wenn Sozialisten die Sahara übernehmen, wird der Sand knapp +++ TE Energiewendewetter +++ Alle Fakten zur steuerfreien Anlage in Silbergranulat, sicher verwahrt im Schweizer Zollfreilager, finden Sie auf https://www.silber-deposito.ch/. ☎️ Sie telefonieren lieber, dann erreichen Sie die BB Wertmetall Experten unter 0341 99 17 000.
Ein Jahr nach dem Mauerbau meldet die FAZ, in Leuna sei an zwei Tagen gestreikt worden. Wurde dieses für die DDR gigantische Vorkommnis erfolgreich vertuscht oder handelt es sich um eine westdeutsche "Zeitungsente"?
In der FAZ haben zwei Autoren die deutsche Verteidigungsfähigkeit angezweifelt. Ihnen geht das alles viel zu langsam. Ex-General Erhard Bühler hält dagegen.
"A gamificação leva a um aprendizado muito mais prazeroso e significativo. Isso vai ficar de fato presente nas suas sinapses, nas suas conexões" - Wagner Sanchez No décimo terceiro episódio do Hipsters.Talks, PAULO SILVEIRA, CVO do Grupo Alun, conversa com WAGNER SANCHEZ, pró-reitor acadêmico da FIAP, sobre gamificação na educação, metodologias ativas e como transformar o aprendizado de tecnologia em algo prazeroso e efetivo. Uma conversa inspiradora sobre como jogos, desafios e competições podem revolucionar a forma como aprendemos. Prepare-se para um episódio cheio de conhecimento e inspiração! Espero que aproveitem :) Sinta-se à vontade para compartilhar suas perguntas e comentários. Vamos adorar conversar com vocês!
Trumps‘ erpresserische Zollpolitik, Chinas Exportbeschränkungen für seltene Erden – die globale Ökonomie erlebt turbulente Zeiten. Vom Beginn einer neuen Welt- und Wirtschaftsordnung ist die Rede, einer Ära der Geoökonomie. Offene Märkte, freier Handel, die alten Glaubenssätze der Globalisierung, so heißt es, gelten nicht mehr. Stattdessen: Sanktionen, Boykotte, Handelskriege. Wirtschaft als Waffe, Konfrontation statt Kooperation, die Welt zerfallen in rivalisierende Blöcke: USA, China, der globale Süden – und wo bleibt Europa? Sind wir bereit für die raue neue Welt der Geoökonomie? Michael Risel diskutiert mit Dr. Milan Babić – Associate Professor für Politische Ökonomie, Universität Amsterdam; Dr. Christoph Hein –Wirtschaftsjournalist, FAZ; Marc Saxer – politischer Analyst, Friedrich-Ebert-Stiftung, Bangkok
A raiva é um dos sentimentos que parecem ser interditados para as mulheres. Faz mal pra gente, mas a gente ainda guarda a raiva e, pior, pode até dar um sorrisinho sem graça quando a vontade era de que tudo explodisse. Para este episódio, o papo com a psicóloga e psicanalista Késia Rodrigues passa pelo poder da raiva como agente de transformação e emancipação, a fúria feminina e como se acolher quando estiver furiosa. Ingressos para Obvious no Divã, dia 12 de novembro, em Porto AlegrePara a bibliografia do episódio, assine a newsletter da ObviousNos acompanhe também:Instagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaMarcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliKésia Rodrigues no Instagram: @muitoalemdaterapia Ouça podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionouAurora: O despertar da mulher exausta
Leopoldo Fernández y Aníbal de Mar en las pieles de sus famosos personajes "Pototo y Filomeno", con el apoyo de la orquesta "Melodías del 40" del maestro Regino Frontela Fraga, comenzaron el programa con el son montuno de Félix Cárdenas: "Yo pico un pan". Grabación producida por la etiqueta "Puchito" hacia 1955. Muy a propósito del aniversario 113 de este compositor, tresero y guitarrista matancero, será un gusto retomar algo de su riquísima producción autoral. "Quiero un sombrero", otra de sus composiciones, llega a la manera del gran Orlando Guerra "Cascarita". Lo acompañan en esta grabación registrada a mediados de los 40 por RCA Víctor, la orquesta "Casino de la Playa" con un descollante Pérez Prado al piano. La señal de la antigua CMQ de Monte y Prado, foco artístico importante de La Habana allá por 1945, nos trajo la sonoridad de la veterana jazz band "Hermanos Castro" con su cantante Orlando Planas. "Revoltillo", guaracha de Félix Cárdenas, antecede a otro de sus éxitos de esos años: "El cuento del sapo", un son montuno que grabó con la orquesta del trompetista Julio Cueva otro olvidado cantante cubano: Reinaldo Valdés "el jabao". Desde el son al guaguancó, la guaracha, el montuno y el bolero, entre otros tantos géneros, el legado de Félix Cárdenas indiscutiblemente contribuyó a la evolución de la música popular. Nació en Matanzas el 6 de noviembre de 1912, y la mejor manera de celebrar su vida y obra es escuchando algunas de sus creaciones. "Ya Mantilla se botó", un guaguancó de Félix Cárdenas a la manera de Faz, Espí y Vallejo con el Conjunto Casino de 1952. Despedimos este breve segmento con el bolero "Oye una canción para tí" y el son montuno "A bailar monte adentro". Cantan Beny Moré y Juan Antonio Jo "El Fantasmita". Arribar a los 95 años con la increíble lucidez vocal de Omara Portuondo, es sin lugar a dudas, una suerte inmensa para la cultura cubana. Seguidamente una selección de grabaciones históricas nos permitirán celebrar la respetable carrera de "La Novia del Feeling". Así volverá a deleitarnos aquella simpática mulata que, finalizando los años 40, iluminó los escenarios integrando los fabulosos cuartetos "Loquibambia" de Frank Emilio, y los de los también pianistas y compositores Orlando de la Rosa y Aida Diestro. La voz del feeling que, luego de 50 años en los escenarios, como parte del proyecto "Buenavista Social Club" logró darle un nuevo y definitivo aire a su ya extensa trayectoria, volviendo a los clásicos cubanos. Con cuatro piezas, que igualmente representan importantes momentos de su carrera como solista, celebramos los 95 de Omara: "Llanto de luna" de Julio Gutiérrez; "Nada para ti" de Enrique Jorrin; "Como un milagro" de Juanito Márquez y "No me vayas a engañar" de Osvaldo Farrés. De Artemisa para el mundo. El 6 noviembre de 1949, hace 76 años nació Arturo Sandoval, una de las grandes leyendas de la música popular y el jazz cubanos. En esta última categoría, muy especialmente, no ha dejado de destacar este valioso músico. Sincronía de alma y grandeza su encuentro con el gran Dizzy Gillespie, así como la conjunción con otros importantes músicos de su generación que luego de integrar la Orquesta de Música Moderna en 1967, cinco años más tarde diera paso a la aparición de la banda más influyente de los últimos tiempos: "Irakere". Multifacético e incombustible, ha dejado una copiosa discografia en la que maravillosamente ha reflejado su virtuosismo así como el infinito caudal de referentes de la música clásica, lo popular y bailable cubano, y el jazz norteamericano. Felicidades Maestro. Unos minutos junto al gran Arturo Sandoval.
Tadgh Beirne's red card lit the fuse this weekend, and while most of us were still debating intent versus accident, BBBB was already pledging his undying defence of the man. We ask whether a Barrett‑less All Blacks might actually be the better version. Meanwhile, SaFM continues to smoulder — is it still flames or just smoke and mirrors? Two aerial 50/50s had everyone split down the middle, Kolbe's solidity was put under the microscope, and the big questions loom: Is Quan Horn already a better bet than Andries Coetzee, should Pat Lambie still be the Boks' first‑choice 10 (yes, Ant went there), and was Faz completely mad to back Doris? Music by @monstroid, 80s TV Show
On this episode, Faz walks Eric and Ryan through his trip to New York Comic Con and all the amazing artists he met, the photoshoots he got to do, and so much more!Check out PATREON: https://www.patreon.com/u65477484?utm_campaign=creatorshare_creatorCheck out INSTAGRAM: https://www.instagram.com/marvelthorpodcast?igsh=Nm15MjQ2dW10cXZ3&utm_source=qrCheck out DISCORD:https://discord.gg/DsKTVAmwuY
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Nesse episódio…01:00 - O primeiro evento OranjeBTC03:12 - O fiscal brasileiro ainda resiste ou já é um precipício nas contas públicas? 06:37 - O shutdown dos EUA representa risco real para a economia global?07:30 - Qual o impacto para os mercados do fim do QT nos EUA?12:09 - Quais são os efeitos das sanções americanas às petrolíferas russas? 13:48 - Como os governos se financiariam se o Bitcoin fosse a moeda global? 16:06 - Qual o papel da OranjeBTC na educação financeira para crianças e adolescentes? 16:49 - Quais as vantagens e riscos dos tokens de ouro em relação aos ETFs? 17:49 - Por que o banco 100% de reservas foi negado pelo Fed? 19:15 - Outubro é sempre um bom mês para o Bitcoin, dessa vez decepcionou? 20:31 - O que é a Liberta Wealth e como ela ajuda investidores? 21:27 - Quando o fiscal brasileiro vai explodir de vez? 23:45 - Lula tem hoje chances reais de reeleição em 2026? 24:14 - Antes de acabar com os bancos centrais, deveríamos extinguir o BIS? 24:56 - Por que o Bitcoin e não stablecoin de ouro? 26:38 - Como usufruir do Bitcoin sem precisar vendê-lo? 27:54 - Existe alguma moeda que supere o Bitcoin como reserva de valor? 28:57 - Qual sua opinião sobre a bet da Caixa Econômica Federal? 29:50 - As previsões de crash global, uma hora acerta? 32:41 - A situação fiscal dos EUA é pior que a do Brasil? 34:33 - Faz sentido ter todos os investimentos em dólar se minha renda é em real?
Sean love affair with Lemix is more fickle the fel-flame. Lex laments some aspects of Delves. The crew weighs in on the must-have features for the integrated UI in Midnight. News Legion Remix: Rise of the Nightfallen The 2nd wave of content for Lemix is now live in NA and EU, after a long extended maintenance. Return to KarazhanNightholdSuramar CampaignLegion Remix Helper Links Legion Remix: Rise of the Nightfallen Now Live!World of Warcraft on Instagram: "The story continues in Legion Remix Phase 2! Relive the Suramar Campaign, return to Karazhan, and defeat Gul'dan at Nighthold!"https://www.curseforge.com/wow/addons/legion-remix-helper Turbo Boost is Now Live! The 2nd part of Turbo Boost is Mythic+ drop rates from Mythic+ dungeons and Manaforge Omega are greatly increased for Warband until Equipped gear. Valorstones may now be transferred across Warbands.Two vendors this time.First quest for 3 Puzzling Cartel Chips.Players will be able to earn a maximum of 9 Puzzling Cartel Chips per character.Weapons, trinkets, and cantrip items. Links https://worldofwarcraft.blizzard.com/en-us/news/24242856 Midnight Delves In the upcoming expansion Delves are being integrated into the leveling experience and continue to be an endgame pillar. We're taking some time to talk about Delves so far on the alpha. What did we think about Delves last tier?Experience in alpha with Delves so farWhat would make delves a joyous experience for us? Story Title Phase 4 of Midnight Alpha allows players to level up to Level 90, and includes the following content: Zone: Voidstorm Dungeons: Voidscar ArenaNexus Point XenasMagister's Terrace Delves: Shadowguard PointSunkiller Sanctum PvP: Slayer's Rise PvP zoneSlayer's Rise 40v40 battleground Classes: Apex Talents Links In Development: Phase Four of the Midnight Alpha - General Discussion - World of Warcraft Forums iTunes // Bonus Roll Production Directory Thanks Special thanks to all our patrons. FAZ will always be free, but if you enjoy the content we produce, consider pledging to our Patreon at Patreon.com/FAZ Subscribe to For Azeroth! UI Feature Shortcomings We are beyond the halfway point Raid Frames Sean: Raid frames ability to adjust tracking, position and size of debuffs CD Manager Sean #1: Tracking for Racials and TrinketsLex: Alert for resource thresholds (below or above a certain amount of a resource)Sean #2: CDM still needs some way to track debuffs with white/blacklisting Nameplates Sean: Health bar color change based on aggroSean #2: Nameplates need a way to color mobs based on type (casters, lieutenants, etc).Sean #3: White/blacklist for buffs/debuffs tracked Encounter Warnings Lex: Sound CustomizationSean: Ability to turn on/off warnings based on rolePlatynator: [addon] Introducing Platynator, a new customisable nameplate addon : r/WowUI Outro Be part of the conversation and join us on Discord bit.ly/fazdiscord Thank you so much for supporting the show!
Ninguém Faz o Que Eu Peço: O Ponto Cego Que Travou Sua Empresa
Faz 45 anos que as mesas do Martin Fierro recebem amigos que trocam ideias sobre poesia, literatura, cinema, amor, política e outros tantos assuntos ao redor de bons vinhos e boa comida. É um dos meus lugares preferidos em São Paulo. Para celebrar esse aniversário nos reunimos na Compasso Colab para um Peixe Voador especial. Falamos de Manuel Bandeira, Maiakovski e seus tradutores, a poesia como arte revolucionária e sobre o personagem Martin Fierro, o ícone argentino que dá nome ao celebrado restaurante. Na mesa, cheia de promessas de felicidade, meus convidados são Ana Massochi, Carlos Francisco Livieres, e o professor Davi Arrigucci Jr., cujo livro Humildade, Paixão e Morte - a poesia de Manuel Bandeira, foi minha obsessão por vários dias em Recife. Divirta-se com esse episódio que é um pedacinho do que acontece nas mesas deliciosas na esquina da Aspicuelta onde seguimos nos encontrando. Vivas e vida longa ao nosso Martin Fierro!!
Der Begriff "Digitale Souveränität" ist gegenwärtig eines der großen IT-Themen. In einer Zeit, in der die politischen und wirtschaftlichen Spannungen rund um den Globus zunehmen, stellt sich für viele Unternehmen oder Behörden die Frage, ob und wie sehr sie abhängig sind von ausländischen Soft- und Hardwareanbietern. Und was schlimmstenfalls droht, wenn diese quasi von heute auf morgen ihren Dienst einstellen würden. Doch was ist Digitale Souveränität eigentlich genau? Und wie weit sind die Unternehmen damit? Und ist es für alle überhaupt ein erstrebenswertes Ziel? Mark Lohweber ist der CEO des Dortmunder IT-Unternehmens Adesso. Er hat mit seinen Mitarbeitern eine große Umfrage dazu erhoben. Im Podcast erklärt er nicht nur, wie sich die Unternehmen selbst einschätzen und wie weit sie sind. Sondern auch, warum es je nach Branche, Unternehmensgröße oder -ausrichtung unterschiedlich wichtig ist, ob die Nutzer nun digital souverän sind oder nicht. Wir diskutieren das auch am Beispiel des Bundesnachrichtendienstes, des Frankfurter Flughafens und des Traditionsunternehmens Bosch. Hören Sie unsere exklusiven Podcast-Folgen auf Apple Podcasts, FAZ.NET oder in der FAZ-App und erhalten Sie Zugriff auf alle Artikel: Testen Sie FAZ+ jetzt 3 Monate lang für nur 1 € im Monat – [hier geht's zum Angebot.](https://digitale-angebote.faz.net/start?campID=SONDER-ECa2500004185&product=O_JHOICT71N1B3CAU514) Mehr über die Angebote unserer Werbepartner finden Sie [HIER.](https://cmk.faz.net/cms/articles/15603/anzeige/podcast-werbepartnerinnen/hier-gibt-s-weitere-infos-zu-den-angeboten-unserer-werbepartner-innen)
Die Künstliche Intelligenz beeindruckt inzwischen Milliarden Menschen rund um den Globus. Große KI-Sprachmodelle können vielseitig Fragen beantworten und Texte verfassen auch zu komplizierten Themen und in nahezu allen erdenklichen Formaten und Stilen. Zugleich tobt eine Diskussion darüber, was der richtige Weg ist, um Computer den Fähigkeiten des Gehirns weiter anzunähern. Müssen die Modelle einfach nur größer werden? Oder braucht es mehr? Wir wollen angesichts dessen wieder einmal umfassender auf diese Technologie blicken. Wie kam es eigentlich, dass die Menschen angefangen haben, überhaupt zu glauben, dass ihre Intelligenz künstlich nachbaubar ist? Der an der TU Darmstadt forschende Kognitionswissenschaftler Frank Jäkel arbeitet an einer spannenden Schnittstelle: Er erforscht, wie Menschen Probleme lösen und versucht, das in Software nachzubilden. Er weiß also, wie Menschen lernen und sich verhalten - und wie Computer Informationen verarbeiten können. Mit ihm sprechen wir über René Décartes, Alan Turing, Joseph Weizenbaum, die KI-Gründungskonferenz in den fünfziger Jahren. Er sagt, was Intelligenz überhaupt ist, was einen Computer von einer Maschine unterscheidet, was Denken ist und wie wir Menschen lernen. Ein Ergebnis: Wir lernen auf vielen Wegen und in vielen Formen - das maschinelle Lernen der KI-Modelle bildet nur einen kleinen Teil davon ab. Gleichwohl sind die Modelle immer besser. Wo also endet das? Auch auf diese Frage versuchen wir eine Antwort zu finden. Hören Sie unsere exklusiven Podcast-Folgen auf Apple Podcasts, FAZ.NET oder in der FAZ-App und erhalten Sie Zugriff auf alle Artikel: Testen Sie FAZ+ jetzt 3 Monate lang für nur 1 € im Monat – [hier geht's zum Angebot.](https://digitale-angebote.faz.net/start?campID=SONDER-ECa2500004185&product=O_JHOICT71N1B3CAU514) Mehr über die Angebote unserer Werbepartner finden Sie [HIER.](https://cmk.faz.net/cms/articles/15603/anzeige/podcast-werbepartnerinnen/hier-gibt-s-weitere-infos-zu-den-angeboten-unserer-werbepartner-innen)
Gestern hat sich der französische Präsident in einem Interview mit der Frankfurter Allgemeinen Zeitung über den angeblichen russischen Einfluss auf die Meinungsbildung in den westlichen Demokratien aufgeregt. Leider ist das FAZ-Interview nicht öffentlich zugänglich. Wir zitieren deshalb einen Bericht des österreichischen ORF über den Beitrag der FAZ. Gleichzeitig bleibt festzustellen, dass dieser Vorgang einen TiefpunktWeiterlesen
U novoj epizodi Njuz Podkasta ulazimo u srž apsurda: od novog, istorijskog stajlinga Aleksandra Vulina koji je šokirao javnost, do organizovanih SNS kontrablokada gde se "spontani narod" krije ispod kapuljača i bije ispod zastave. Analiziramo intervju Aleksandra Vučića za nemačke medije gde ponovo testira granice istine, kao i pritiske na RTS koji su stigli čak i do dečijeg programa. Da li je tužiteljka zaista plaćala pečenje i parfeme službenom karticom? Zašto se glumcima u Narodnom pozorištu zabranjuje politika? Pridružite nam se u još jednoj gorko-smešnoj analizi srpske stvarnosti.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 - Nesse episódio do Ulrich Responde...01:25 - Apoio de Trump a Milei é só contra Lula ou tem objetivo estratégico maior? 04:03 - O socorro dos EUA à Argentina é inédito? 05:12 - Qual seria a resposta austríaca ao protecionismo e às práticas anti mercado? 07:46 - O consumo de energia pode limitar a evolução do Bitcoin? 14:34 - A liquidez global seguirá crescendo e sustentando alta nos ativos? 16:03 - Por que o Bitcoin é diferente de Ethereum, Solana e outras criptos? 17:37 - Stablecoins vão enfraquecer moedas emergentes como o real? 19:20 - Há risco em comprar carros de montadoras chinesas no Brasil? 21:58 - Faz sentido manter parte do patrimônio em real? 23:40 - Por que os mais velhos não entendem o Bitcoin? 25:33 - Vale a pena fazer mestrado em economia ou MBA? 27:10 - Por que os EUA querem controlar o TikTok? 29:15 - A Tesla já pode ser considerada um conglomerado tecnológico? 30:23 - Por que oferecer bolsa se existe juro negativo? 32:02 - O dólar dispara em guerras globais? 32:33 - Como ensinar esforço e disciplina para filhos em famílias de alta renda? 34:50 - A crise de 2008 foi causada pela falta de regulação? 36:44 - Convite de Trump a Lula é estratégia de humilhação?
There's a big Lions feel to the second part of our Prem rugby pod. Ashy and Sara speak to new Leicester DOR Geoff Parling fresh from coaching the Wallabies in Australia. We find out how he's settled in at his old stomping ground and what his vision is for the club. Then we chat to Tom Curry and Tommy Freeman about their experience on tour and what we can expect from their respective clubs this season. Will Sale finally go all the way? Can Northampton bounce back after losing their crown to Bath last season? We also talk Faz, proposals and Maro's wedding with Andy Onyeama-Christie. Plus, Tyrone Greene talks about life at Quins without DC and a summer of upheaval at Quins.
On this episode Ryan, Faz, and Eric continue the new comics clean up with Superman, Ultimates, Hulkling, Wiccan, Aquaman, Battle Beast, and many more great reads!
Dix ans après l'accueil des réfugiés syriens, l'Allemagne fait face à un bilan contrasté. Si la reconnaissance domine chez les réfugiés, le pays est divisé. Dans « La Story », le podcast d'actualité des « Echos », Pierrick Fay et son invité Emmanuel Grasland reviennent, en deux épisodes, sur cette page d'histoire.Retrouvez l'essentiel de l'actualité économique grâce à notre offre d'abonnement Access : abonnement.lesechos.fr/lastory« La Story » est un podcast des « Echos » présenté par Pierrick Fay. Cet épisode a été enregistré en septembre 2025. Rédaction en chef : Clémence Lemaistre. Invité : Emmanuel Grasland (correspondant des « Echos » à Berlin). Réalisation : Willy Ganne. Chargée de production et d'édition : Michèle Warnet. Musique : Théo Boulenger. Identité graphique : Upian. Photo : Ebrahim Noroozi/Ap/SIPA. Sons : Ina, Welt, iTélé, Arte, Faz. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
Zwei renommierte Politikwissenschaftler fordern in einem Gastbeitrag in der FAZ, das höchst knappe Ergebnis der Bundestagswahl durch Neuauszählung zu überprüfen, da die aktuelle Bundesregierung bei korrekter Stimmenzählung möglicherweise gar keine Parlamentsmehrheit hätte. Dieser Schritt ist absolut überfällig – solange er nicht vollzogen ist, steht das aktuelle Parlament meiner Meinung nach unter schwerem Vorbehalt. Ein KommentarWeiterlesen
On this episode, Eric and Faz (along with special guest Ryan Does) continue their mission to read every Thor comic EVER! We close out the 1970's and enter the hallowed 1980's of Thor comics. Roy Thomas, Doug Moench, and Walt Simonson highlight this period and there are so many gems to enjoy!
On this episode, the full cast of cohosts is here for a SUPER FANTASTIC review of the two biggest movies of the summer. Ryan, Will, Eric, and Faz share their thoughts about "Superman" and "Fantastic Four" to answer the question - Are the movies back?!Consider supporting the show on PATREON:https://www.patreon.com/user?u=65477484&utm_campaign=creatorshare_creatorJoin the conversation on DISCORD: https://discord.gg/89JTNF9fQa