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No episódio de hoje, José Luiz Portella, doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, aprofunda o conceito de cidade para as pessoas
Programa Nº 181 de "Voces del Misterio", vigésimo octavo de la Temporada 2010/2011. Efemérides (29 de Abril), Hospital del Tórax, Un Cristo con partes humanas en México, Secretos del Apolo 11, Sueños del Proyecto Banco Onírico, El Vuelo de Gagarn, etc”. Comenzamos con nuestras habituales Efemérides (29 e Abril). Miguel Ángel Segura nos hablará del Hospital del Tórax y de sus últimas investigaciones. José David Flores nos hablará del Señor del Tepozán, un Cristo muy especial con partes humanas, que encontramos en México... José Manuel García Bautista en "Expedientes VDM" nos llevará a conocer los secretos del Apolo 11. Mª Ángeles Leiva nos analizará sueños del Proyecto Banco Onírico. Rosa Santizo nos trae las noticias de la semana y Javier Peláez, en "la Aldea Irreductible" nos llevará a conocer el Vuelo de Gagarn. Todo esto y mucho más en “Voces del Misterio”. Un programa dirigido y presentado por Jesús García con José Manuel García Bautista. Audio perteneciente a la primera etapa, en Radio Betis. Fecha de emisión: 29/04/2011 RECORDAROS que este PODCAST NO es el OFICIAL del programa “Voces del Misterio”. Para comentarios sobre los temas tratados o las opiniones de los colaboradores, podeís contactar directamente con el programa a través de su web (https://www.vocesdelmisterio.com) o el correo electrónico: "vocesdelmisterio@gmail.com". PARANORMALIA: https://paranormaliaweb.github.io/ (WEB), https://www.facebook.com/paranormaliaweb/ (Facebook) y https://x.com/paranormaliaweb (X).
Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti. Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais. Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer. Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria. Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti. Liniane: Por que Ugo Giorgetti? Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo. Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português. Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital. Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx. [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar. Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado. Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda. Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024. Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo. Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer. [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. As trilhas usadas no podcast são de Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio. As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.
¿Sabías que antes de que existieran las computadoras modernas, los cálculos astronómicos más complejos recaían exclusivamente en el cerebro humano? En este episodio nos adentramos en la fascinante historia de las "calculadoras humanas", una labor titánica, y a menudo anónima, que cimentó la astronomía que conocemos hoy. Hacemos un recorrido que va desde las miles de páginas de operaciones aritméticas de Johannes Kepler para descifrar la órbita de Marte y el monumental trabajo de Theodor von Oppolzer calculando eclipses, hasta llegar a las brillantes "Computadoras de Harvard", un grupo de científicas como Williamina Fleming y Henrietta Leavitt que revolucionaron nuestra comprensión de las estrellas. Una charla imperdible para rendir homenaje a aquellas mentes brillantes —y en especial al indispensable trabajo femenino en la NASA— que, armadas solo con lápiz y papel, allanaron el camino hacia la era espacial.Realizado y presentado por: Antonio Bernal (Observatorio Fabra, Barcelona) y Jorge I. Zuluaga (Universidad de Antioquia, Medellín-Colombia)Producido por: Jorge I. Zuluaga (Universidad de Antioquia)Lista de episodios organizados por tema: https://tinyurl.com/y58xkvcn Lista de reproducción temática: https://tinyurl.com/89s2fpm8 Enlaces recomendados: Libros recomendados: El Universo de Cristal, Los Sonámbulos, El palacio de los astrónomos.
No quinquagésimo sétimo episódio do Estudos Medievais, recebemos a Profa. Dra. Cláudia Regina Bovo, da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, para falar sobre o Cisma de 1054 e as relações entre as cristandades latina e grega na Idade Média. A convidada explica o que é um cisma e por que 1054 é chamado de Cisma do Oriente, detalhando as excomunhões mútuas entre Humberto de Silva Candida e Miguel Cerulários e os debates teológicos do período. Cláudia Bovo discute também qual papel as divergências em torno dos pães ázimos e da questão filioque desempenharam no episódio, além de questionar a influência de conceitos como “cesaropapismo” e avaliar como a historiografia recente tem buscado valorizar as conexões entre as comunidades, não apenas o rompimento.ParticipantesCláudia Regina BovoDiego PereiraMembros da equipeDiego Pereira (roteiro)Emília França (roteiro)Eric Cyon (edição)Gabriel Cordeiro (roteiro)Isabela Silva (roteiro)José Fonseca (roteiro)Marina Sanchez (roteiro)Rafael Bosch (roteiro)Sara Oderdenge (roteiro)Tamires Porfiro (edição e ilustração)Sugestões bibliográficasBOVO, Cláudia Regina. A circulação epistolar sobre a controvérsia azimista entre cristãos latinos e bizantinos, Historia del Orbis Terrarum, 26, 2021, p. 12-32.CONGAR, Yves. After Nine Hundred Years: The Background Of The Schism Between The Eastern And Western Churches. Nova York: Fordham University Press, 1959.MIATELLO, André. Cismas. Theologica Latinoamericana Enciclopedia Digital. https://teologicalatinoamericana.com/?p=1449PEREIRA, Diego de Souza. À espera de Roma: controvérsia eucarística e papado no século XI. 2024. 120 p. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em História) - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2024.RYDER, Judith. Changing perspectives on 1054. Byzantine and Modern Greek Studies, 35 , 1 , 2011 , p. 20 - 37.
A segurança pública nas grandes cidades continua sendo um dos principais pontos a serem melhorados para garantir qualidade de vida para população. No episódio de hoje, José Luiz Portella, doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, discute eventos recentes que demonstram que a falta de segurança pública tem […]
No Isso também é Ciência de hoje vamos conversar sobre educação. Na pesquisa de Pós-Graduação do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal de Ouro Preto “Educação Do Campo Em Mariana-Mg: Um Estudo Acerca Da Oferta Escolar E Na Permanência Das Instituições Rurais”, Jorge Lucas Almeida, egresso do Programa de Pós Graduação em Educação da Ufop, analisa as camadas na vida educacional das escolas do campo de Mariana e suas consequências. Ouça a entrevista completa. Ficha TécnicaProdução: Isabela Vilela, Mileyde dos Santos e Lauana CarvalhoEdição de Texto: Isabela VilelaEdição de áudio e sonoplastia: Aurélio Bernardi
O número de pessoas que vivem nas ruas tem crescido no Brasil, principalmente na região Sudeste do País. Com as quedas de temperatura e chegada do inverno, são feitas ações de cuidado paliativos que, apesar de importantes, não resolvem a estrutura do problema. José Luiz Portella, doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, explica que a questão dos moradores de rua não deveria ser tratada como uma coisa só. Essa população é muito diversa e existem diversos fatores que fazem com que essas pessoas estejam em condição de vulnerabilidade. O professor destaca a geração de empregos e moradia como ações primordiais para ajudar pessoas nessas situações. Ele explica que durante a gestão de Alda Marco Antônio como secretária municipal da Assistência e Desenvolvimento Social foram criadas medidas que conseguiram conectar e gerar confiança nessa população. É fundamental que o trabalho seja feito em camadas justamente para atender a todas as necessidades dessas pessoas.
Por primera vez en cinco años salimos a grabar el podcast fuera del estudio y la oficina. Grabamos con el TEC de Monterrey, a beneficio del programa Líderes del Mañana, con una conversación que para mí es central: cómo cuidamos lo humano dentro de nuestras organizaciones.Me acompañó Evelyn Méndez, mi coach de años, alguien que ha sido fundamental een el desarollo de mi equipo. Hablamos de la confianza como base de cualquier liderazgo. Y cómo los líderes modelamos esa confianza todos los días, más con lo que hacemos que con lo que decimos.También revisamos los retos de construir confianza en uno mismo, los juicios que cargamos, la tentación del control, y por qué la consistencia importa más que una buena conversación aislada.Les dejo los datos para contactar a Evelyn MéndezConsultor Senior Organizacional y de Cambio.Coach Senior de Ejecutivos y Equipos.email: evelyn@grupoexperiencia3cs.comCelular +573153694551@evelynmendezzurita
Neste episódio, José Luiz Portella, doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, fala sobre o programa Desenrola 2, um programa do governo para renegociação de dívidas. O objetivo é ajudar pessoas endividadas a limpar o nome e voltar a ter acesso ao crédito. O professor critica o programa e afirma que ele mostra a falta de avaliação de impacto das políticas públicas no Brasil. Segundo ele, se o primeiro Desenrola tivesse sido acompanhado e analisado corretamente, o governo corrigiria seus problemas em vez de lançar uma nova versão. Outro ponto levantado é que o Desenrola age apenas no “efeito” do problema, ou seja, não investiga as razões pelas quais as pessoas estão ficando endividadas. Ele diferencia “dívida boa”, usada para investimento e aumento de renda, de “dívida ruim”, ligada ao consumo imediato.
Neste episódio especial falamos com Maria Alice Samara, investigadora do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, sobre a Primeira República Portuguesa. Tentamos compreender como se desenvolveu o republicanismo em Portugal, como caiu o regime monárquico, e como evoluiu o regime republicano até à sua queda, a 28 de Maio de 1926.Sugestões de leitura:1. Maria Alice Samara - 1910. Tinta da China, 20192. Fernando Rosas e Maria Fernanda Rollo (coords) - História da Primeira República Portuguesa. Tinta da China, 2021.3. Fernando Catroga - O Republicanismo em Portugal. Casa das Letras, 2010 (2º ed).-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler, Sara Esteves, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Miguel Cunha, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Carolina Batista, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, Joao Godinho, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Ferreira, João Félix, João Mendes, Liam Brockey, Luis Colaço, lvlheadwrecker, Mafalda Trindade, Manuel Bernardo, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Sebastião, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
No segundo episódio, o podcast Conta pra Gente apresenta a trajetória de Bertha Lutz, uma das primeiras cientistas brasileiras a lutar pela igualdade de direitos entre homens e mulheres. O conteúdo destaca sua atuação em um período marcado por severas restrições à participação feminina na vida pública e sua importância para o cenário científico nacional.Com foco no público infantil, a iniciativa busca aproximar as crianças do universo da ciência e da literatura de forma acessível e envolvente. Na primeira série, intitulada “Mulheres na Ciência”, os episódios valorizam as pesquisas e a trajetória de pesquisadoras brasileiras das áreas de Ciências Humanas e Letras.O podcast é um projeto experimental vinculado ao Laboratório de Estudos Editoriais (LEE) e desenvolvido pelas alunas Roberta Kelly, Evelyn de Souza e Victoria Lima, do Bacharelado em Letras – Português da UNIFAL-MG. A ação foi concebida na disciplina Introdução à Divulgação Científica, sob coordenação da professora Flaviane Faria Carvalho e com suporte técnico do professor Wellington Lima.No próximo episódio, o destaque é a trajetória de Nise da Silveira, médica e psiquiatra brasileira que revolucionou o tratamento de pessoas com transtornos mentais ao defender uma abordagem mais humana e sensível, em uma época marcada pelo uso de práticas agressivas nos hospitais psiquiátricos. Pioneira na valorização da arte e do afeto como formas de cuidado, Nise transformou a maneira de compreender a saúde mental no Brasil.Os episódios estão disponíveis no canal oficial da UNIFAL-MG no Spotify.
La tarea es pesada y necesitan descansar en Jesús
João Sousa Cardoso, também conhecido como João de Sousa Cardoso, é artista, ensaísta, curador e professor universitário. O seu trabalho desenvolve-se na intersecção entre criação artística, pensamento crítico e investigação, articulando teatro, cinema, artes visuais e escrita.Viveu 5 anos em Paris entre 2005 e 2010, onde concluiu o doutoramento em Ciências Sociais pela Universidade Paris Descartes (Sorbonne) enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, é mestre em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e licenciado em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É membro associado do Centre de Recherches Interdisciplinaires sur le Monde Lusophone, da Universidade de Paris Nanterre, onde leciona regularmente.Enquanto artista, tem desenvolvido um percurso marcado pela relação com a literatura e pela criação em teatro e filme, que cruzam ensaio, ficção e performance. Encenou Sequências Narrativas Completas, a partir de Álvaro Lapa, no Teatro Nacional D. Maria II (2019), e A Ronda da Noite, a partir de Agustina Bessa-Luís, na Fundação Calouste Gulbenkian (2022). Em 2024, estreou o filme A Santa Joana dos Matadouros, a partir de Bertolt Brecht, na Cinemateca Portuguesa, expandindo a sua prática para o cinema e aprofundando a relação entre imagem, política e representação.Como ensaísta, publicou TEATRO EXPANDIDO! (2016), Sequências Narrativas Completas e A Espanha das Espanhas(2020), mantendo uma escrita próxima das suas práticas artísticas. Colabora regularmente com a revista Contemporânea e com o jornal Público.Na curadoria, tem desenvolvido projetos que cruzam arte, política e história, como o ciclo ABC da Guerra (Teatro Municipal São Luiz, 2025) e a exposição Nampula Macua Socialismo de Manuel Santos Maia (Galeria Quadrum, 2025), além de colaborações com instituições como Serralves, Batalha Centro de Cinema e Centro de Arte Oliva. Desde 2023, integra o Comité de Aquisições do Centro de Arte Moderna da Gulbenkian.É Professor Associado na Universidade Lusófona, em Lisboa, onde dirige, desde 2010, a Licenciatura em Comunicação Audiovisual e Multimédia. Foi Professor Convidado na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto entre 2011 e 2020 e coordena o programa Great Artists on Campus na Universidade Lusófona em Lisboa desde Fevereiro de 2023 que tem, desde Fevereiro deste ano, uma extensão ao Porto numa parceria entre a Universidade e o Batalha Centro de Cinema.Links: https://cargocollective.com/joaosousacardoso www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/abc-da-guerra/ www.ulusofona.pt/evento/great-artists-on-campus-5 https://www.publico.pt/autor/joao-sousa-cardoso https://contemporanea.pt/edicoes/2025/entrevista-joao-sousa-cardosowww.youtube.com/watch?v=Kjp0-yeLBdA https://ajuntament.barcelona.cat/lavirreina/en/exhibitions/american-history/1005?t=3 Episódio gravado a 06.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
O projeto “Conta pra Gente” abre a temporada de podcasts de 2026. A iniciativa, vinculada ao projeto de extensão Laboratório de Estudos Editoriais (LEE), é um projeto experimental desenvolvido pelas alunas Roberta Kelly, Evelyn de Souza e Victoria Lima, do Bacharelado em Letras - Português, coordenado pela professora Flaviane Faria Carvalho, no âmbito da disciplina Introdução à Divulgação Científica, do Bacharelado em Letras - Português.O podcast foi produzido no âmbito da disciplina Introdução à Divulgação Científica, ofertada pelo curso de Bacharelado em Letras – Português da UNIFAL-MG, vinculada ao LEE, e contou com o suporte técnico do professor Wellington Lima.Direcionado ao público infantil, o podcast busca aproximar as crianças do universo da ciência e da literatura de forma acessível e envolvente. Na primeira série, intitulada “Mulheres na Ciência”, os episódios valorizam as pesquisas e a trajetória de mulheres cientistas brasileiras das áreas de Ciências Humanas e Letras.No episódio de estreia, o destaque é a história da educadora Maria Firmina dos Reis, considerada a primeira romancista brasileira, destacando sua contribuição para a literatura e para a história da educação no país.No próximo episódio, o podcast apresenta a trajetória de Bertha Lutz, uma das primeiras cientistas brasileiras a lutar pela igualdade de direitos entre homens e mulheres, em um período marcado pela restrição à participação feminina na vida pública.Os episódios estão disponíveis no canal oficial da UNIFAL-MG no Spotify e também no YouTube da instituição.Outros podcasts podem ser acessados em: https://unif.al/nopotify
Cristo Rompe las Barreras HumanasEn esta reflexión de la lectura del N.T. en un año Greivin nos habla sobre "Cristo Rompe las Barreras Humanas". Día 7 de mayo, lectura Juan 4.1-26.
Professor Titular do Departamento de Linguística da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, Tatit acumula as funções de músico, compositor, letrista e cantor
Beef en su segunda temporada mantiene la frescura que le conocimos en su fabuloso debut, pero ahora con dos parejas enfrentadas entre sí en un country club. Humor negro, sátira y hasta crítica del capitalismo en esta brillante obra de Netflix y A24.Aquí te platicamos de la misma sin caer en el pecado capital de los spoilers. ---Echados Viendo Tele es un programa para expresar, de forma personal, espontánea y concienzuda, opiniones de películas o series.Disclaimer: La voz de mujer que se escucha en este podcast es creada con IA. PATROCINIO¿Buscando una prenda que te haga destacar? Visitá Kitsune Nicaragua, sublimación, estampado y todo estilo de impresiones en camisetas, hoodies, tazas, jarras, pósters y artículos personalizados.Enlace a la tienda: https://www.instagram.com/kitsune_nic Nada mejor que salir de la rutina que con una buena experiencia el cine, y la mejor que hay en Nicaragua es a través de Cinemark.No te perdás los mejores estrenos y la mejor calidad de ambiente en las salas de Cinemark.- Cartelera: https://www.cinemarkca.com/nicaragua/cineSeguinos en redes socialesFacebook: https://bit.ly/2G8n2kaInstagram: https://www.instagram.com/echadosviendotvY escuchá este capítulo también enSpotify: https://spoti.fi/2OYJ9MXApple Podcast http://bit.ly/evt1rafYouTube: http://bit.ly/youtevtCopyright de MúsicaInspiring Advertising by Rafael KruxLink: https://filmmusic.io/song/5515-inspiring-advertising-License: https://filmmusic.io/standard-licenseJoseph McDade: https://josephmcdade.com/music Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
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Pequena, pobre e recém-independente nos anos 1990, a Estônia virou referência mundial em educação em apenas três décadas. Mas, afinal, o que acontece dentro das salas de aula estonianas? Este episódio conta com a participação do professor Guilherme Struecker, que mora na Estônia desde 2019, e dá aulas de Geografia, Ciências Humanas e Ciências Políticas para alunos do Ensino Médio.
No episódio desta semana do podcast Diplomatas, Carlos Gaspar e Madalena Meyer Resende, investigadores do IPRI-Nova, olharam para o impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irão sobre a guerra, para o bloqueio naval norte-americano do estreito de Ormuz e para o futuro do programa nuclear iraniano. A professora associada do Departamento de Estudos Políticos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, convidada desta semana do podcast*, reflectiu ainda sobre o que saiu da cimeira informal dos líderes da União Europeia em Chipre, na semana passada, quer em relação ao apoio à Ucrânia, como à resposta do bloco comunitário a crises como a do Médio Oriente. As eleições nos territórios palestinianos e os ataques jihadistas no Mali também foram objecto de discussão no Diplomatas. No final do episódio, Carlos Gaspar e Madalena Meyer Resende analisaram o discurso do rei Carlos III no Congresso norte-americano e a importância da visita do monarca britânico aos Estados Unidos para o futuro da “special relationship” entre Londres e Washington. Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
☄️Você está no Podcast de Vendas do Diego Maia e o papo de hoje é sobre habilidades humanas em vendas.Em um mercado cada vez mais digital, automatizado e acelerado, muita gente acredita que vender depende apenas de ferramentas, script, CRM e inteligência artificial. Tudo isso ajuda e ajuda muito. Mas existe algo que continua insubstituível: o fator humano.Porque no fim das contas, negócios são feitos entre pessoas.Neste episódio do seu Podcast de Vendas, Diego Maia, apontado pelo Google como o palestrante de vendas mais contratado do Brasil, autor de livros e especialista em performance comercial, traz uma reflexão direta e extremamente atual sobre por que as habilidades humanas se tornaram o verdadeiro diferencial competitivo nas vendas modernas.Você vai entender por que empresas investem pesado em tecnologia e ainda assim não conseguem encantar clientes, fidelizar relacionamentos ou bater metas com consistência.A resposta pode estar naquilo que muitos negligenciam: empatia, escuta ativa, comunicação clara, inteligência emocional e capacidade de criar conexão genuína.Ao longo deste episódio, Diego Maia mostra como vendedores que dominam habilidades humanas conseguem se destacar mesmo em mercados saturados, construir confiança mais rápido e transformar conversas simples em oportunidades reais de negócio.Você também vai descobrir pilares essenciais para vender mais no cenário atual:– Saber ouvir antes de tentar convencer – Entender emoções por trás das objeções – Comunicar valor com clareza e segurança – Manter postura positiva diante da pressãoAlém disso, este episódio provoca uma reflexão importante: será que você está focando demais nas ferramentas e de menos nas competências que realmente fecham vendas?Em um tempo em que qualquer produto pode ser copiado e qualquer preço pode ser comparado, o que diferencia um vendedor do outro é a forma como ele se relaciona.Este conteúdo é essencial para vendedores, gestores comerciais, empreendedores e profissionais que desejam aumentar resultados sem depender apenas de tecnologia.Com mais de duas décadas de experiência em vendas, mais de 1.800 palestras realizadas e milhões de pessoas impactadas, Diego Maia compartilha neste episódio uma visão prática, humana e poderosa sobre o futuro das vendas.
Neste episódio, José Luiz Portella, doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, discorre sobre a importância da chamada autoridade metropolitana de transportes, uma figura que nosso sistema jurídico e político não reconhece, mas que seria fundamental para gerir e facilitar a mobilidade das pessoas entre as diferentes regiões metropolitanas circunscritas às capitais do País. O grande problema, segundo ele, é que o sistema de transporte é gerido pelos diferentes prefeitos dos vários municípios, gerando conflitos na maneira de tratar o transporte, pois a tendência é que cada prefeito olhe apenas o seu lado da questão, para o deslocamento interno, "e a maior parte dos deslocamentos numa região metropolitana é um deslocamento que transborda as fronteiras dos municípios". Portella defende a criação da figura da autoridade metropolitana de transportes, que ficaria sob escolha dos respectivos prefeitos, assim como seria responsável pela criação de políticas públicas para o setor, estando acima dos secretários de Transporte, "uma questão transversal em termos de política, agora mais ainda com o avanço da tecnologia e da inteligência artificial", propiciando mais eficiência, mais eficácia e menor custo. "Isso é o máximo para política pública." Ele acrescenta, ainda, que esse tipo de política poderia ser aplicado para a saúde, a educação e o saneamento. Seria um avanço. "Os dirigentes políticos não olham para isso e fingem não olhar." É preciso ter alguém pensando no todo, defende Portella, mas isso não acontece em nenhuma região metropolitana do País, o que faz com que as pessoas percam um tempo indevido no transporte diário.
Entrevista com André Lage, professor do Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes da Ufal.
La ciencia siempre es polémica con cada avance y descubrimiento que se hace. Por ejemplo: hay científicos que creen más en los cerebros humanos que en los de inteligencia artificial, y por eso están usando partes de humanos para hacer computadoras. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.
Los seres humanos hemos sentido una fascinación por el firmamento desde tiempos inmemoriales. El cielo representa el dominio de lo desconocido y lo inabarcable en contraste con nuestro entorno terrestre. Y desde el punto de vista cultural, la bóveda celeste se convirtió en nuestro primer calendario, en el primer reloj que organizaba nuestra vida cotidiana… Y también en un lienzo y escenario de mitologías y religiones que proyectaban deidades y destinos. El arte ha sido un registro cultural del viaje de la humanidad desde la creencia en un cielo gobernado por dioses hasta la comprensión de un cosmos regido por leyes físicas… Un viaje del mito al logos. Hemos entrevistado a Miguel Querejeta, investigador en el Observatorio Astronómico Nacional y coautor –junto a la historiadora del arte Inés Pérez Teresa-- del libro “El cosmos en el arte. Del Sistema Solar a los confines del universo” (Akal).Con Lluís Montoliu hemos comentado un estudio que ha puesto límite a la clonación repetida de mamíferos. El japonés Teruhiko Wakayama ha demostrado en ratones que a partir de la 25 generación los animales clonados empiezan a mostrar mutaciones, y a partir de la 57 la clonación repetida es, directamente, incompatible con la vida. Con Humberto Bustince hemos analizado un tema de candente actualidad: la soberanía de los datos, quién es el propietario final y qué se puede/debe hacer con ellos. Fernando de Castro nos va ha hablado del análisis de una muestra de ADN que se cree que pertenece a Adolf Hitler. Según los resultados podría haber padecido el síndrome de Kallmann, un trastorno poco común relacionado con un retraso en la pubertad. Escuchar audio
SRE pide a mexicanos en Irán evitar difndir fotos del conflicto Ordenan desbloquear cuentas de Tomás YarringtonMetro CDMX agiliza servicio en Línea 3 tras revisión de trenMás información en nuestro podcast#grc
Brugada anuncia 4 mil viviendas en el Centro Histórico Alistan app de salud con inteligencia artificial para 2027Se conmemora el Día Mundial de la SaludMás información en nuestro podcats#grc
NotiMundo A La Carta - Juan Carlos Maldonado, Iraníes se unen en cadenas humanas ante ofensiva de EE. UU. by FM Mundo 98.1
Información al día de EL COMERCIO, este martes 8 de abril de 2026.Gustavo Petro pide entrega de Jorge Glas a Colombia y Daniel Noboa rechaza presión externa; Irán forma cadenas humanas en puentes y centrales tras amenazas de Donald Trump; Gustavo Velásquez será velado en Quito este martes 7 de abril de 2026; La FIFA actualizó la lista de las 157 selecciones eliminadas para el Mundial 2026Gracias por escuchar este podcast, un producto de EL COMERCIO.
Hay personas que sienten que no son del todo humanas. No están locas, no han perdido el contacto con la realidad y saben perfectamente que tienen un cuerpo humano. Y sin embargo, se identifican internamente con un lobo, un gato o incluso un dragón. Son los Therians y los Otherkin, y su fenómeno no es tan nuevo como parece: de los chamanes que se transformaban en jaguares a los foros de internet de los años 90, pasando por Anubis y las deidades con cabeza animal. Verónica Fernández y Santi se adentran en la psicología, la neurociencia y la historia que hay detrás de este movimiento para entender qué nos dice sobre la construcción de la identidad, los límites de la mente humana y por qué, quizá, todos llevamos un animal de poder más cerca de lo que creemos. Sin juicios, con rigor y con las dosis justas de curiosidad que merece un tema así. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
No episódio 96 do Fronteiras no Tempo, C. A., Marcelo Beraba, Willian Spengler e o Estagiário Rodolfo, analisam a representação da ditadura brasileira no cinema e, especialmente, o filme "Ainda Estou Aqui". Eles discutem como a sétima arte aborda esse período sombrio da história do Brasil, comparando a produção nacional com a de outros países da América Latina, como Argentina e Chile, que tiveram diferentes processos de redemocratização e políticas de memória. O episódio explora a importância do cinema como ferramenta de preservação da memória histórica e de reflexão sobre os impactos da ditadura, além de mencionar outros filmes relevantes como "Pra Frente, Brasil", "Eles não usam Black-Tie", "O Que É Isso, Companheiro?", "Batismo de Sangue", "Zuzu Angel", "O ano em que meus pais saíram de férias", entre outros. FINANCIAMENTO COLETIVO Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo MENCIONADOS NO EPISÓDIO Longas Metragens 1978 (trailer) Batismo de Sangue: Ainda Estou Aqui (trailer) Agente Secreto (trailer) Pra frente, Brasil Zuzu Angel Lamarca O que isso companheiro? Eles não usam Black tie O ano em que meus pais saíram de férias Podcasts Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #39 Crimes da Ditadura Civil-Militar (o caso de Higino Pio) Fronteiras no Tempo: Historicidade #55 Carlos Marighella, Cinema e História Fronteiras no Tempo: Historicidade #51 Espionagem, Igreja e Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo: Historicidade #14 Itamaraty e as Forças Armadas na Ditadura Historicidade #9 Histórias da Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo #21 – GOLPE DE 1964 Fronteiras no Tempo #22 DITADURA CIVIL-MILITAR Fronteiras no Tempo #24 FIM DA DITADURA CIVIL-MILITAR Retrato narrado A vida secreta de Jair Artigo acadêmico NUNES, Fernando de Lima. Combatendo o revisionismo: ensino de história da ditadura civil-militar brasileira enquanto disputa de narrativas. História Hoje, v.10, n.19, p.180-188, 2021. Disponível em: https://rhhj.anpuh.org/RHHJ/issue/view/20/showToc MATERIAL COMPLEMENTAR AGUIAR, Carolina Amaral; MORETTIN, Eduardo (orgs.). Cinema e história: circularidades, arquivos e experiência estética. Porto Alegre: Sulina, 2017. LEME, Caroline Gomes. Ditadura em imagem e som: trinta anos de produções cinematográficas sobre o regime militar brasileiro. São Paulo: Editora Unesp, 2013. NAPOLITANO, Marcos. Recordar é vencer: as dinâmicas e vicissitudes da construção da memória sobre o regime militar brasileiro. Antíteses, v.8, n.15, p. 09-44, nov. 2015 POLLAK, Michel. Memória e identidade social. Revista Estudos Históricos. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, v. 5, n. 10, p. 200-212, 1992. RAMOS, Fernão Pessoa; SCHVARZMAN, Sheila (orgs.). Nova história do cinema brasileiro – volume 2. São Paulo: Editora Sesc, 2018. ROSENSTONE, R. A história nos filmes. Os filmes na história. São Paulo: Paz e Terra, 2010. SANTOS, Diogo Eduardo Moysés Carvalho dos. A memória das ditaduras (Brasil e Argentina) pelo olhar infantil no cinema contemporâneo. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia. Departamento de História, Niterói, RJ, 2016. SANTOS, Marcia de Souza. Memórias da ditadura nas telas de cinema: representações fílmicas dos guerrilheiros e da luta armada no período do regime militar brasileiro. Cadernos Ceru, São Paulo, v. 22, n. 2, p. 57-74, 2012. SIMIS, Anita. Estado e cinema no Brasil. São Paulo: Editora Unesp, 2015. SOUZA, Maria Luiza Rodrigues. Um estudo das narrativas cinematográficas sobre as ditaduras militares no Brasil (1964-1985) e na Argentina (1976-1983). Tese (doutorado) - Universidade de Brasília, Programa de Pós-Graduação em Estudos Comparados sobre as Américas, Centro de Pesquisa e Pós-Graduação sobre as Américas (CEPPAC), Brasília, 2007. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #96: Ainda Estamos Aqui. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 23/03/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66698&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba. Hosts: C. A., Marcelo Beraba e Estagiário Rodolfo. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Redes Sociais Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio 96 do Fronteiras no Tempo, C. A., Marcelo Beraba, Willian Spengler e o Estagiário Rodolfo, analisam a representação da ditadura brasileira no cinema e, especialmente, o filme "Ainda Estou Aqui". Eles discutem como a sétima arte aborda esse período sombrio da história do Brasil, comparando a produção nacional com a de outros países da América Latina, como Argentina e Chile, que tiveram diferentes processos de redemocratização e políticas de memória. O episódio explora a importância do cinema como ferramenta de preservação da memória histórica e de reflexão sobre os impactos da ditadura, além de mencionar outros filmes relevantes como "Pra Frente, Brasil", "Eles não usam Black-Tie", "O Que É Isso, Companheiro?", "Batismo de Sangue", "Zuzu Angel", "O ano em que meus pais saíram de férias", entre outros. FINANCIAMENTO COLETIVO Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo MENCIONADOS NO EPISÓDIO Longas Metragens 1978 (trailer) Batismo de Sangue: Ainda Estou Aqui (trailer) Agente Secreto (trailer) Pra frente, Brasil Zuzu Angel Lamarca O que isso companheiro? Eles não usam Black tie O ano em que meus pais saíram de férias Podcasts Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #39 Crimes da Ditadura Civil-Militar (o caso de Higino Pio) Fronteiras no Tempo: Historicidade #55 Carlos Marighella, Cinema e História Fronteiras no Tempo: Historicidade #51 Espionagem, Igreja e Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo: Historicidade #14 Itamaraty e as Forças Armadas na Ditadura Historicidade #9 Histórias da Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo #21 – GOLPE DE 1964 Fronteiras no Tempo #22 DITADURA CIVIL-MILITAR Fronteiras no Tempo #24 FIM DA DITADURA CIVIL-MILITAR Retrato narrado A vida secreta de Jair Artigo acadêmico NUNES, Fernando de Lima. Combatendo o revisionismo: ensino de história da ditadura civil-militar brasileira enquanto disputa de narrativas. História Hoje, v.10, n.19, p.180-188, 2021. Disponível em: https://rhhj.anpuh.org/RHHJ/issue/view/20/showToc MATERIAL COMPLEMENTAR AGUIAR, Carolina Amaral; MORETTIN, Eduardo (orgs.). Cinema e história: circularidades, arquivos e experiência estética. Porto Alegre: Sulina, 2017. LEME, Caroline Gomes. Ditadura em imagem e som: trinta anos de produções cinematográficas sobre o regime militar brasileiro. São Paulo: Editora Unesp, 2013. NAPOLITANO, Marcos. Recordar é vencer: as dinâmicas e vicissitudes da construção da memória sobre o regime militar brasileiro. Antíteses, v.8, n.15, p. 09-44, nov. 2015 POLLAK, Michel. Memória e identidade social. Revista Estudos Históricos. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, v. 5, n. 10, p. 200-212, 1992. RAMOS, Fernão Pessoa; SCHVARZMAN, Sheila (orgs.). Nova história do cinema brasileiro – volume 2. São Paulo: Editora Sesc, 2018. ROSENSTONE, R. A história nos filmes. Os filmes na história. São Paulo: Paz e Terra, 2010. SANTOS, Diogo Eduardo Moysés Carvalho dos. A memória das ditaduras (Brasil e Argentina) pelo olhar infantil no cinema contemporâneo. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia. Departamento de História, Niterói, RJ, 2016. SANTOS, Marcia de Souza. Memórias da ditadura nas telas de cinema: representações fílmicas dos guerrilheiros e da luta armada no período do regime militar brasileiro. Cadernos Ceru, São Paulo, v. 22, n. 2, p. 57-74, 2012. SIMIS, Anita. Estado e cinema no Brasil. São Paulo: Editora Unesp, 2015. SOUZA, Maria Luiza Rodrigues. Um estudo das narrativas cinematográficas sobre as ditaduras militares no Brasil (1964-1985) e na Argentina (1976-1983). Tese (doutorado) - Universidade de Brasília, Programa de Pós-Graduação em Estudos Comparados sobre as Américas, Centro de Pesquisa e Pós-Graduação sobre as Américas (CEPPAC), Brasília, 2007. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #96: Ainda Estamos Aqui. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 23/03/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66698&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba. Hosts: C. A., Marcelo Beraba e Estagiário Rodolfo. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Redes Sociais Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
EL LLAMADO CÓSMICO. EXPERIENCIAS MÍSTICAS CON INTELIGENCIAS NO HUMANAS CON RAÚL MENDOZA (EL SALVADOR), ANA DEJE (BRASIL), PABLO MAJUAN (PERÚ) E ISABEL SUÁREZ (ESPAÑA) 1 ER PODCAST DEL MISTERIO EN HABLA HISPANA DESDE 1993 TEMPORADA 32 DE LA LUZ DEL MISTERIO Vive el Misterio... Pasa, ponte cómodo y disfruta... FROM LONDON: En esta nueva Tertulia de Frontera Cero, en La Luz del Misterio, nos adentramos en uno de los temas más controvertidos y fascinantes del fenómeno ufológico: el contactismo y la posibilidad de la existencia de seres híbridos entre nosotros. A lo largo del programa analizaremos diferentes testimonios y casos que, desde hace décadas, plantean una pregunta inquietante: ¿es posible que inteligencias no humanas hayan interactuado con la humanidad hasta el punto de mezclarse con ella? Historias e investigaciones como las recogidas por el periodista y escritor J. J. Benítez han alimentado durante años este debate, sugiriendo la posible presencia de infiltrados o entidades que conviven silenciosamente con nuestra especie. Pero en esta tertulia iremos un paso más allá. Escucharemos en primicia testimonios y reflexiones de nuestros propios tertulianos, experiencias y opiniones que sin duda no dejarán indiferente a nadie y que abrirán nuevas líneas de reflexión sobre este enigmático fenómeno. Además, conectaremos en directo con diferentes puntos del mundo para compartir esta conversación sin fronteras: Ana Deje desde Brasil, Raúl Mendoza desde El Salvador, Pablo Majuan desde Perú e Isabel Suárez desde España. Una tertulia abierta, intensa y llena de preguntas sobre uno de los grandes enigmas de nuestro tiempo. Bienvenidos a Frontera Cero. na experiencia sonora llena de misterio, historia y fenómenos inexplicables que nos invita, una vez más, a preguntarnos si existen realidades que escapan a nuestra comprensión. COMPARTE EL PROGRAMA EN TU RED SOCIAL. GRACIAS POR FORMAR PARTE DE LA LUZ DEL MISTERIO Y AYUDARNOS A DAR LUZ AL MISTERIO. Contacta con La Luz del Misterio en el Whasapp 0044 7465 232820 Un viaje apasionante hacia la historia de ser humano que puedes conocer a través de La Luz del Misterio en London Radio World y sus plataformas. ——————————————————— Síguenos a través de: edenex.es ZTR Radio.online London Radio World En Ivoox Itunes Spotify Amazon YouTube Si deseas apoyarnos: https://www.ivoox.com/ajx-apoyar_i1_support_29070_1.html Más información: laluzdelmisterioradio.blogspot.com laluzdelmisterio@gmail.com WHATSAPP: 0044 7465 232820 @laluzdelmisterio
Nesta edição de domingo, a Prescrição Cultural convida você a dar um passo atrás e olhar para o macro com o best-seller "Sapiens: Uma Breve História", de Yuval Noah Harari. O episódio traz também a sensibilidade do filme "O Filho de Mil Homens", disponível na Netflix , e a profundidade de "Hamnet", que reconstrói o luto e a superação durante tempos de peste. Para fechar com chave de ouro, celebramos o legado geracional de Gilberto Gil na nova temporada do Tiny Desk Brasil. Aproveite este momento de pausa qualificada para expandir seu repertório e renovar as energias no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo. Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/01-03-2026
Juan 10:3-5"... y las ovejas oyen su voz; y a sus ovejas llama por nombre... y las ovejas lo siguen porque conocen su voz. Pero al extraño no seguirán, sino que huirán de él, porque no conocen la voz de los extraños”.Los científicos evolucionistas a menudo se sienten presionados de explicar la inteligencia animal casi humana e incluso súper humana. Por ejemplo, digamos que usted vio a su hija por última vez cuando tenía cuatro meses de edad. Ahora son cuatro años después. ¿Tiene usted la certeza de poder escoger a su hija en un cuarto lleno de cientos de niñas de cuatro años?Un investigador del Parque Nacional Zoológico en Washington, D.C. ha estado estudiando las sorprendentes habilidades del oso marino ártico de reconocer a miembros familiares. Las madres que dan de lactar son las únicas madres entre los mamíferos que dejan a sus críos lactantes por hasta dos semanas. Ellas regresan luego de haberse alimentado, sin tener ningún problema de encontrar a sus críos entre la poblada colonia. Cuando los pequeños alcanzan la edad de 4 meses empiezan su migración hacia el sur durante el invierno. La próxima primavera las jóvenes focas migran de vuelta a su lugar de nacimiento y fácilmente reconocen a sus madres. Luego de grabar las voces de más de dos docenas de focas, los investigadores querían comprobar que el reconocimiento se daba a través del sonido de la voz individual de una foca. Las focas que oían la grabación de la voz de su madre o crío ponían atención a los parlantes, mientras que el resto no lo hacían. Luego de un año de no escuchar la voz de una madre o de un crío, cada foca todavía prestaba atención a la grabación de su madre o crío. Incluso después de cuatro años, la madre y el crío reconocían sus voces.Tal memoria e inteligencia sólo puede tener la inteligencia como su fuente. Esa fuente es un Creador amoroso Que nos conoce aún después de que nuestros padres se han ido.Oración: Gracias, Amado Padre, por amar escuchar mi voz en oración. Amén.Ref: Science News, "Mom, is that you? Seals show family recall." To support this ministry financially, visit: https://www.oneplace.com/donate/1235/29?v=20251111
Sin riesgo de caer en antropomorfismo, pero tampoco en el antroponegacionismo: ¿podemos hablar de amistad más allá de lo que compete a las relaciones humanas? Y si fuese el caso, tiene algún valor adaptativo la camaradería silvestre. Sandra Smith de @cientificosanonimos_oaxaca nos acompaña para indagarlo
Año XX. Núm. 26. La catequesis semanal del Papa León XIV sobre el Concilio Vaticano II, acerca de la constitución dogmática Dei Verbum sobre la Divina Revelación.
- Sin ninguna facultad legal, la seño Sheinbaum ha mandado 3 paquetes de ofrendas humanas a EE.UU. - Se trata de 92 personas que nadie va a extrañar. - En este episodio no vamos a analizar las claras violaciones a los derechos humanos de estas 92 ofrendas humanas, ni vamos a analizar la absoluta ausencia de facultades del gobierno de Sheinbaum para encajuelarlos y mandarlos a EE.UU. - Vamos a analizar las dos preguntas más importantes: ¿Por qué los mandó la seño Sheinbaum? Y ¿qué cambia después de estos envíos de paquetería humana? Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See https://pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Este episodio de NotiPod Hoy destaca el crecimiento del consumo de podcasts en Colombia y se mencionan varios programas populares en el país. También se analiza la evolución del podcasting hacia un formato más profesional y orientado a la constancia. Además, se presenta un análisis sobre el contenido líquido y la demanda de experiencias móviles y accesibles por los oyentes.
El periodista Nando Cruz critica los macrofestivales por deshumanizar la experiencia musical y apuesta por microfestivales y espacios comunitarios, sin masificaciones ni solapamientos, donde la música en directo sirve para crear comunidad y disfrutarse sin prisa ni estrés.
El periodista Nando Cruz critica los macrofestivales por deshumanizar la experiencia musical y apuesta por microfestivales y espacios comunitarios, sin masificaciones ni solapamientos, donde la música en directo sirve para crear comunidad y disfrutarse sin prisa ni estrés.
No episódio desta semana, os professores Victor de Lucena e Danilo Gomes compartilham reflexões filosóficas sobre como podemos aprimorar nossas relações humanas, a partir de uma perspectiva mais consciente, ética e fraterna. Partindo da ideia de que o ser humano é, por natureza, um ser social, o diálogo aborda os desafios de conviver em sociedade, especialmente diante das diferenças individuais. Distingue-se entre o impulso de competir ou se destacar e a virtude de se unir aos outros, cultivando a superação de si mesmo em vez da comparação com o outro. São também explorados os valores da cortesia e da concórdia, contrapondo a separatividade à ideia de unidade, fundamental para a construção de vínculos mais profundos. Relações humanas verdadeiras são apontadas como elementos essenciais da felicidade e da saúde mental, destacando-se a importância dos laços de amizade e do convívio harmonioso. Participantes: Victor de Lucena e Danilo Gomes Trilha Sonora: Maurice Ravel – Antar (After N. Rimsky-Korsakov): No. 7. Ravel: Allegretto
En esta ocasión conversamos con la gente de Sevilla de las peores experiencias humanas y de la vez que Chris y Nacho se desmayaron. Además, hablamos de que a Leo una persona que acababa de conocer le hizo una consulta médica sobre sus hemorroides en un restaurante. Si quieres ver más contenido de Escuela de Nada, suscríbete a Patreon donde por $6 al mes tendrás acceso a un episodio exclusivo cada viernes. También podrás elegir el tópico principal de un episodio al mes en nuestro Tema de Oro y además tendrás acceso a los primeros 200 episodios del podcast. https://www.patreon.com/escueladenada Gracias a: NordVPN Deal ➼ https://nordvpn.com/edn Deal exclusivo de 4 meses gratis. MERU, la billetera digital global que te permite manejar tu dinero sin fronteras. Usa el código EDN. Descárgala aquí https://getmeru.com/referrals/?referralCode=EDN y mira lo fácil que es enviar dinero a LATAM y usar tu IBAN desde la app. Y por último, síguenos en nuestras redes sociales: ESCUELA DE NADA Instagram: https://www.instagram.com/escueladenada/ Twitter: https://twitter.com/escueladenada Tik Tok: https://www.tiktok.com/@escueladenada Facebook: https://www.facebook.com/escueladenada Discord: https://discord.com/invite/S8bYM6A 0:00 Intro 2:16 Chris nos presenta en francés 3:03 ¿Por qué hay ciudades con gente más atractiva? 9:32 Chris quedó atrapado en una procesión en Sevilla 15:30 Lo que nos sorprendió de Sevilla 18:14 En Sevilla nada abre los domingos 20:42 Le hicieron una consulta médica a Leo en un restaurante 25:33 La experiencia de Nacho con las hemorroides 32:05 La primera vez que te encuentras a tu ex 42:28 No entendemos que usen "panchito" como insulto 51:18 Desmayarse es una de las peores experiencias 1:01:35 Chris borró sus recuerdos entre los 19 y 22 años 1:06:00 Cuentos de borracheras malditas 1:13:40 Outro Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A história de uma das celebrações mais icônicas do ocidente e, consequentemente, a história de diversas culturas antigas que culminaram no Halloween.BibliografiaASSOCIAÇÃO SOSACI. The origins of Halloween. In: Noticias [Cambridge School]. 2 out. 2017. Disponível em: [Endereço eletrônico não fornecido]. Acesso em: [Data de acesso].BUSTAMANTE, Regina Maria da Cunha. Festa das Lemuria: os mortos e a religiosidade na Roma Antiga. [S.l.: s.n.], 2011.HISTORY. The Frightening Pagan History of Halloween | Full Special. [S.l.: s.n.], [s.d.].MARK, Joshua J.. History of Halloween. In: World History Encyclopedia, 21 out. 2019. Disponível em: https://www.worldhistory.org/article/1456/history-of-halloween/. Acesso em: [20/10/2025].MARTINEZ, Conia G.. LEMURIA: FESTIVIDAD RELlGlOSA O ANTROPÓNIMO, SEGÚN LA INSCRIPCIÓN ROMANA DE S. JUSTO DE LA VEGA (LEÓN). León: Departamento de Estudios Clásicos, Universidad de León, [s.d.].THOMAS, Heather. The Origins of Halloween Traditions. In: Headlines & Heroes, Library of Congress, 26 out. 2021.VIEIRA, Maressa de Freitas. O Saci da Tradição Local no Contexto da Mundialização e da Diversidade Cultural. 2009. Tese (Doutorado em Língua Portuguesa) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.escribacafe.com/subscribe
Hoy, en noche de #Pulso, nos adentramos en una de las historias más fascinantes y recientes del fenómeno: el OVNI cilíndrico de James y las similitudes con la esfera de Buga. Analizaremos las recientes actualizaciones de la Esfera de Buga y su supuesta antigüedad de 12,500 años para descubrir si es real o es un fraude elaborado. Haremos un repaso por los avistamientos de OVNIs cilíndricos más importantes, desde los históricos airships del siglo XIX, los reportes de pilotos comerciales, en conjunto de las mejores evidencias OVNIs grabadas, desde UFOS entrando y saliendo del volcán popocatépetl, avistamientos en Yucatán, grabaciones de objetos en la constelación de Orión y el impactante video de cinco cilindros en formación. ¡Comunidad! Acompáñame a desentrañar este misterio.