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El futuro no será de los que usen IA. Será de los que sepan orquestar IA y coordinar con otros orquestadores. Además te comparto algunas invitaciones, no dudes en sumarte!:
Ducentésima quinta mensagem da série de exposições ao longo de vários livros bíblicos em torno do tema das cidades. Perguntar-se pelas cidades no texto bíblico é mais do que simplesmente falar sobre política, leis e governo. Trata-se de recuperar uma chave de leitura teológica antiga que remonta ao bispo de Hipona, Agostinho que, em seu livro A Cidade de Deus, apresenta toda a humanidade dividida em duas grandes comunidades místicas: as cidades dos homens, que é governada pelo amor de si mesmo e o desprezo a Deus) e a Cidade de Deus (governada pelo amor a Deus e o desprezo de si mesmo). Nesse sentido, com essa série de buscamos construir uma teologia bíblica tendo como coluna vertebral o reinado de Deus, o restabelecimento do governo após a queda do ser humano no pecado e a esperança da nova existência vivida enquanto habitantes da Cidade Santa.
Sin riesgo de caer en antropomorfismo, pero tampoco en el antroponegacionismo: ¿podemos hablar de amistad más allá de lo que compete a las relaciones humanas? Y si fuese el caso, tiene algún valor adaptativo la camaradería silvestre. Sandra Smith de @cientificosanonimos_oaxaca nos acompaña para indagarlo
Año XX. Núm. 26. La catequesis semanal del Papa León XIV sobre el Concilio Vaticano II, acerca de la constitución dogmática Dei Verbum sobre la Divina Revelación.
En este episodio conversamos con Patricio Contreras, periodista narrativo, experto y apasionado del mundo de las newsletters, y creador de “Sala de Herramientas”.Hablamos de todo lo que hoy importa a los creadores:✍️ Cómo crear newsletters que la gente realmente quiera leer
Neste episódio, Ygor Martins corre nas matas e Thiago Tartaro é hipnotizado por todos os Curupiras que já deixaram seus rastros invertidos na arena do Bumbódromo.É mais um Megazord de Lendas!Roteiro: Thiago TartaroGravação: Ygor Martins e Thiago TartaroEdição: Tio HélioApoie-nos em apoia.se/papodetoadaTorne-se membro de nosso canal no Youtube e tenha acesso antecipado aos episódios inéditos.OBS:O Megazord é um quadro que busca compilar e analisar todas as vezes que um momento de item 17 ou item 04 já apareceu na arena, em um determinado recorte de tempo.Fontes de pesquisa:BURTON, Adrian. Who's afraid of the Curupira? In: Frontiers in Ecology and the Environment. V 16. Junho de 2018. CASCUDO, Luis da Camara. Dicionario do Folclore Brasileiro. São Paulo. Global. 2012.NETO, Eraldo Medeiros Costa. Curupira e Caipora: o papel dos seres elementais como guardiões da natureza. In: Boletim do Museu Paraense Emilio Goeldi de Ciências Humanas. 18 (1). 2023.SANTOS, Antonio Rogerio dos e outr. Os Apurinã, Tenetehara, Kambeba, Huni Kui, Maragua, Tikuna e Krenak gritam: cuidado, o curupira vai te pegar! In: Revista Tabuleiro de Letras. V 16 N 1. Jan-Jun 2022. Araújo, G. dos S. (2023). Curupira: configuración del mito en las narraciones orales de los pueblos de la selva. Muiraquitã: Revista De Letras E Humanidades.
- Sin ninguna facultad legal, la seño Sheinbaum ha mandado 3 paquetes de ofrendas humanas a EE.UU. - Se trata de 92 personas que nadie va a extrañar. - En este episodio no vamos a analizar las claras violaciones a los derechos humanos de estas 92 ofrendas humanas, ni vamos a analizar la absoluta ausencia de facultades del gobierno de Sheinbaum para encajuelarlos y mandarlos a EE.UU. - Vamos a analizar las dos preguntas más importantes: ¿Por qué los mandó la seño Sheinbaum? Y ¿qué cambia después de estos envíos de paquetería humana? Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See https://pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
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Neste mês, o Ceale Debate tematiza interdisciplinaridade, autoria docente e aprendizagem da leitura e da escrita. Nossa convidada é a professora Flávia Helena Carneiro, que atua no 1º ciclo do ensino fundamental do Centro Pedagógico da UFMG, para compartilhar um pouco de sua experiência e suas reflexões sobre desafios e possibilidades do Ensino Remoto Emergencial, sobre os processos de criação e transformação de roteiros de estudos elaborados na pandemia e suas interfaces com o processo de alfabetização e letramento, trazendo para a cena os Projetos Didáticos Autorais Docentes.Coordenação Ceale Debate: Francisca Maciel e Maria José Francisco de Souza - professoras da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadoras do Ceale.
Este episodio de NotiPod Hoy destaca el crecimiento del consumo de podcasts en Colombia y se mencionan varios programas populares en el país. También se analiza la evolución del podcasting hacia un formato más profesional y orientado a la constancia. Además, se presenta un análisis sobre el contenido líquido y la demanda de experiencias móviles y accesibles por los oyentes.
Fala, jovens! Neste episódio do Spoilers da Vida, eu quero falar sobre uma verdade que muita gente da tecnologia evita encarar, mas que eu já vi se repetir inúmeras vezes ao longo da minha carreira: não é a falta de competência técnica que trava ou encerra carreiras — é a dificuldade de lidar com pessoas.Eu já precisei desligar profissionais extremamente competentes. Gente que entregava código limpo, resolvia problemas complexos e era referência técnica no time. Mas tinha um problema sério: ninguém queria trabalhar com elas. E isso não é exceção. É mais comum do que parece.A gente vive uma era em que a inteligência artificial escreve código, revisa sistemas e otimiza processos com uma eficiência absurda. Muitas vezes, melhor e mais rápido do que qualquer especialista humano. Mas existe algo que nenhuma IA consegue replicar de verdade (pelo menos ainda): a capacidade humana de se comunicar, colaborar, liderar, se adaptar e entender o outro.Durante muito tempo, essas habilidades — antes chamadas de soft skills — foram tratadas como algo opcional na tecnologia. Como se trabalhar com máquinas justificasse não saber lidar com pessoas. Só que o mercado mudou. E não vai voltar atrás.Nesse episódio, eu mostro por que as habilidades humanas se tornaram o verdadeiro diferencial competitivo e como a falta delas virou uma ameaça real à empregabilidade. Trago dados, pesquisas e exemplos práticos que deixam isso impossível de ignorar.A gente fala sobre:Por que profissionais tecnicamente brilhantes estagnam ou ficam para trás;O erro estrutural na formação de profissionais de tecnologia, que prioriza o técnico e ignora o humano;O impacto direto da comunicação, do trabalho em equipe e da inteligência emocional nas promoções, nos projetos e nos relacionamentos profissionais;Como o estereótipo do “gênio antissocial” não se sustenta no mercado real.Também compartilho um checklist prático das principais habilidades humanas que todo profissional de tecnologia precisa desenvolver — e, mais importante, como começar a desenvolver isso agora, no dia a dia, sem teoria vazia.Esse episódio também marca o início de uma nova temporada do Spoilers da Vida, com foco total em desenvolvimento de carreira, principalmente para quem trabalha com tecnologia. Mas se você não é da área, fica tranquilo: as reflexões e provocações servem para qualquer profissão.Se você já perdeu uma promoção, já recebeu aquele feedback de que “ainda não está pronto para liderar”, já passou por conflitos mal resolvidos ou sente que está sempre no “quase”, esse episódio é pra você.No fim das contas, a provocação é simples:
Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor
Seja Bem Vindo ao nosso PodCast! Giovani Zimmermann Jr é presidente fundador da Igreja Casa na Rocha. Casado c/Sophia e pai de 3 filhos. Professor de Teologia, Mestre em Filosofia Unioeste/PR, Psicanalista Clínico e Neuropedagogo. Graduou-se no Instituto Bíblico Cristo para Las Naciones (CFNI México/DF).Seja um Cooperador Fiel!
Vivemos em uma era de notificações constantes, onde a linha entre estar informado e estar sobrecarregado tornou-se cada vez mais tênue. Neste episódio do Conversas que Inspiram, abordamos a epidemia de saúde mental e os impactos reais do uso excessivo de telas em nossa rotina e segurança.Recebemos Gustavo Campos, analista de Relações Humanas e Saúde Mental na Anglo American, e o Dr. Jô Furlan, médico, nutrólogo e neurocientista, para uma conversa profunda sobre como o vício digital afeta o cérebro e nos desconecta da vida real. O episódio explora estratégias práticas para identificar o limite da sobrecarga, os riscos das redes sociais e a importância de cultivar a presença para garantir o bem-estar físico e psicológico.
No primeiro episódio do ano, Aurélio Pena, Marcos Ferreira e Rogério Bordini retomam os eventos do 8 de janeiro de 2023 para pensar como a destruição de obras de arte reflete a forma de pensar que motivaram as ações golpistas nesse dia. E depois, como o restauro dessas obras pode ajudar a elaborar a reconstrução da democracia no país? No episódio, você escuta pesquisadores que explicam os impactos dos atos golpistas e também como foi o processo de restauro das obras danificadas. _________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO “Série – Reparos de um Ataque – 8 de Janeiro” – Ep.1 Restauros de um golpe Golpistas: Quebra tudo. Vamos entrar e tomar o que é nosso. Chega de palhaçada. Marcos: Quebradeira, gritaria e confusão. Ouvindo essa baderna, pode-se imaginar que estamos falando de um cenário de guerra. Mas esse foi o som ouvido durante os ataques antidemocráticos do 8 de janeiro de 2023 em Brasília. Golpistas: Entremos no Palácio dos Três Poderes. Telejornalista: Milhares de pessoas invadiram a sede dos três poderes em 8 de janeiro de 2023. Elas não aceitavam a derrota de Jair Bolsonaro e pediam um golpe de Estado. Golpistas: Intervenção federal. Intervenção federal. Telejornalista: De lá pra cá, investigações da Polícia Federal descobriram que a tentativa de golpe começou meses antes. Políticos e militares alinhados a Bolsonaro se reuniram e elaboraram planos para permanecer no poder. Para eles, era importante que os manifestantes se mantivessem exaltados. Aurélio: Durante o atentado, os golpistas danificaram diversas obras de arte do Acervo Nacional, sendo elas de valor inestimável para a cultura, memória e história do nosso país. Quadros como o Mulatas à Mesa, do pintor Emiliano di Cavalcanti, o retrato de Duque de Caxias, do artista Oswaldo Teixeira e o Relógio de Baltasar Martinot são apenas alguns dos itens danificados e destruídos. Marcos: Os escombros de toda essa devastação não foram simplesmente abandonados. Hoje, tais obras estão restauradas, quase como se nada tivesse acontecido naquele dia fatídico. E é isso que a gente vai contar pra você nesta série, com dois episódios. No episódio de hoje, vamos rememorar como foi o dia da invasão à Brasília. Vamos também conhecer um pouco sobre as etapas do processo de restauro das obras que pertencem ao nosso Acervo Nacional, que você já consegue visitar novamente. E no próximo episódio, vamos explorar mais detalhes dos desafios técnicos e científicos em se estudar e restaurar as obras raras no Brasil, de forma mais aprofundada. Aurélio: Eu sou Aurélio Pena. Marcos: E eu sou o Marcos Ferreira. Aurélio: Nosso editor é Rogério Bordini. E este é o podcast Oxigênio. Vinheta: Você está ouvindo Oxigênio. Aurélio: Para entender a importância desse restauro, primeiro a gente precisa saber um pouquinho sobre o que foi o 8 de janeiro. Marcos: A mudança do ano de 2022 para 2023 foi o período de troca entre governos presidenciais no Brasil. Em 2022, o atual presidente Lula foi eleito com 50,9% dos votos contra 49,1% para o agora ex-presidente Bolsonaro, durante o segundo turno das eleições. Essa disputa acirradíssima representa uma enorme divisão política no Brasil, como nunca tivemos antes na nossa história. Aurélio: O cenário era de tensão. Durante anos, Bolsonaro vinha questionando a legitimidade das eleições e dando declarações favoráveis a um golpe de Estado, caso não vencesse as eleições. Bolsonaro: Nós sabemos que se a gente reagir depois das eleições vai ter um caos no Brasil, vai virar uma grande guerrilha, uma fogueira. Nós não podemos, pessoal, deixar chegar as eleições, acontecer o que tá pintado, tá pintado. Eu parei de falar em votos, em eleições há umas três semanas… Cês tão vendo agora que acho que chegaram à conclusão, a gente vai ter que fazer alguma coisa antes. Aurélio: Dessa forma, quando o ex-presidente foi derrotado nas urnas, ele já havia plantado as sementes de uma revolta antidemocrática que explodiu nos ataques do 8 de janeiro de 2023. Marcos: Vale ressaltar que as inúmeras alegações de fraude eleitoral feitas por Bolsonaro nunca foram confirmadas. Pelo contrário, segundo um relatório encomendado pelo TSE, o Tribunal Superior Eleitoral, que contou com uma análise de nove organizações internacionais independentes, o sistema eleitoral brasileiro é, abre aspas, ”seguro, confiável, transparente, eficaz, e as urnas eletrônicas são uma fortaleza da democracia”, fecha aspas. E ainda mais, o próprio ex-presidente nunca forneceu evidências que suportassem essas alegações. Aurélio: Em 8 de janeiro de 2023, uma semana após a posse de Lula, alguns grupos alinhados ao bolsonarismo, insatisfeitos com o resultado da eleição e, claro, influenciados por discursos de contestação ao processo eleitoral, organizaram as manifestações que culminaram na invasão de prédios dos três poderes da república na cidade de Brasília. Trajados de verde e amarelo, os golpistas invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto, que é a sede do Executivo, e o Supremo Tribunal Federal, que a gente conhece como STF. Esses edifícios são símbolos da democracia brasileira e abrigam as principais instituições políticas do nosso país. Marcos: Durante os ataques, os golpistas destruíram janelas, móveis, obras de arte históricas, documentos e equipamentos. Além disso, realizaram pichações, roubaram objetos e tentaram impor sua insatisfação por meio de atos de vandalismo e intimidação. Hoje sabemos que uma parcela das Forças Armadas foi conivente com os atos antidemocráticos e, por conta disso, a devastação causada pelos bolsonaristas foi imensa, principalmente ao acervo histórico e cultural nacional. Aurélio: No próprio dia desses ataques, centenas de manifestantes foram detidos e investigações subsequentes foram e vêm sendo conduzidas para identificar os organizadores e os financiadores dessas ações. Marcos: Em março de 2025, Bolsonaro se tornou réu em ação penal sobre a acusação dos crimes: Organização criminosa armada; Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; Golpe de Estad; Dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União; Deterioração de patrimônio tombado. E em novembro de 2025, o ex-presidente foi condenado pelo ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, a 27 anos e 3 meses de cumprimento de pena em regime fechado, tornando Bolsonaro inelegível até 2060. Pelo menos essas são as últimas informações até a gravação deste episódio. Aurélio: Para ter uma maior noção do significado político dos atos do 8 de janeiro, conversamos com o Leirner, professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos. Ele fez uma análise desse crescente cenário antidemocrático desde o ano de 2013 até hoje. Marcos: Professor Piero, como a nossa democracia chegou ao ponto de termos vivenciado esses atos golpistas no 8 de janeiro de 2023? Piero: Esse é um ponto que eu acho que talvez divirja um pouco de algumas leituras, porque eu acho que o fenômeno Bolsonaro é secundário em relação ao fenômeno do desajuste institucional que a gente começou a viver no pós-2013. Após junho de 2013, houve uma espécie de janela de oportunidade, uma condição para que certos atores institucionais promovessem uma desorganização desses parâmetros que a gente está entendendo como parâmetros da democracia. Basicamente, esses atores são muitos e estão ramificados pela sociedade como um todo, mas me interessa, sobretudo, quem foram os atores estatais que produziram esse desarranjo, lembrando que eles são atores que têm muito poder. Basicamente, eu acho que esses atores estatais vieram de dois campos, o judiciário de um lado e os militares de outro. Ambos contribuíram de maneira absolutamente problemática para esse desarranjo institucional. Marcos: As investigações relacionadas à invasão de Brasília, realizadas pelo STF, responsabilizaram cerca de 900 pessoas por participação nos ataques. Os crimes realizados pelos golpistas estão nas categorias de: Associação criminosa; Abolição à violência do Estado Democrático de Direito; e danos ao patrimônio público. Aurélio: Além de Bolsonaro, outros dois grandes envolvidos na trama golpista chegaram a ser presos. O Tenente-Coronel Mauro Cid, em março de 2024, por coordenar financiadores privados dos ataques e manifestações golpistas. E o General Walter Braga Neto, preso em dezembro de 2024, por dar suporte estratégico aos golpistas, fornecendo estrutura para que eles não fossem interceptados. Piero: Eu não quero tirar, evidentemente, o caráter golpista do que aconteceu no dia 8 de janeiro de 23, mas eu queria chamar a atenção para um aspecto que eu só vi considerado nas reflexões de um livro chamado “Oito de Janeiro, A Rebelião dos Manés”. Eu acho que eles trabalham um lado, que é um lado que é bastante interessante, do ponto de vista de quem está pensando a questão simbólica do que foi a conquista do Palácio. E do fato desse grupo ter sequestrado todo o potencial antissistêmico e iconoclasta, que é, vamos dizer assim, tradicionalmente, um potencial atribuído àquilo que a gente pode entender como, vamos dizer assim, a potência virtual da massa revolucionária da esquerda. Há muito tempo a gente vê essa ideia da direita sequestrando, primeiro, a ideia de linguagem antissistêmica. Aurélio: Conforme nos conta Piero, a destruição do acervo nacional possui também um aspecto simbólico de destruição da democracia e da cultura por uma massa que se imagina antissistema. Marcos: Meses após a triste destruição do acervo nacional em Brasília, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, junto com instituições parceiras, iniciou o projeto de recuperação das obras danificadas. Aurélio: A equipe do projeto contou com diversos restauradores profissionais, da Universidade Federal de Pelotas, a UFPel, que hoje é uma das instituições com grande tradição em formar restauradores no nosso país. O projeto durou cerca de 10 meses, sendo que todos os restauros foram entregues em janeiro de 2025. Marcos: E para entender como é realizado esse processo de resgatar um patrimônio vandalizado, a gente conversou com uma especialista que coordenou esse enorme desafio. Andréa: Bem, eu sou a professora Andréa Lacerda Bachettini, sou professora do departamento de museologia, conservação e restauro do Instituto de Ciências Humanas da Universidade Federal de Pelotas, na qual também sou vice-diretora do Instituto do ICH. E atualmente eu coordeno esse projeto que se chama LACORP, Laboratório Aberto de Conservação e Restauração de Pintura, que coordenou então as restaurações das obras vandalizadas no 8 de janeiro do Palácio do Planalto, em Brasília. Contando um pouquinho a história desse projeto, ele começa justamente lá no 8 de janeiro de 23, quando aconteceu o ataque às instituições em Brasília. O nosso grupo de professores ficou muito estarrecido com tudo que a gente estava acompanhando nas mídias e nas redes sociais e pela televisão ao vivo, a destruição das praças e das instituições dos três poderes. Marcos: E Andréa, como que foi o início desse processo e o seu primeiro contato com as obras danificadas? Andréa: Inicialmente a gente recebeu um dossiê de 20 obras danificadas no 8 de janeiro, muito minucioso, com detalhamento enorme do estado de degradação que elas se encontravam. E aí foi nessa oportunidade que a gente viu as obras pessoalmente. Eu fico emocionada e arrepiada até hoje quando eu lembro da gente ver, por exemplo, a obra do Flautista do Bruno Jorge, que é uma obra em metal, ela é um bronze, e ela tem uns 2,8 metros de altura, e ela tem uma barra de ferro maciça por dentro, e ela estava fraturada em quatro pedaços. Aurélio: Conforme nos contou Andréa, a equipe de restauração realmente fez um trabalho bem impressionante, que demandou construir um laboratório todo lá em Brasília para conseguir trabalhar com as obras. Andréa: Então, o projeto tinha inicialmente cinco metas, a meta 1, que era a restauração das obras de arte, das 20 obras, com também a montagem de um laboratório em Brasília. Por que a montagem de um laboratório em Brasília? Pelo custo do seguro dessas obras de arte. O seguro das obras de arte inviabilizaria o projeto, levando essas obras para a Pelotas. Até porque, para vocês terem uma ideia, o laboratório foi montado, então, dentro do Palácio do Alvorada, que é a residência do presidente da República, e nós tivemos que levar uma série de equipamentos, produtos solventes, reagentes químicos, que são usados até para outras substâncias, fazer bombas, então a gente tinha que ter uma série de autorizações para poder entrar com esses insumos dentro da casa do presidente. Então, era uma rotina de trabalho bem difícil logo no início, até por questões de segurança mesmo da presidência, por causa desse atentado. E hoje a gente descobre que existiam até outros planos de assassinato do presidente, vice-presidente… Então, hoje a gente fica pensando, ainda bem que existiu toda essa segurança no início. Marcos: E você pode contar para a gente como se deu a finalização desse projeto? Nós ficamos sabendo que vocês estiveram em Brasília com o presidente Lula. Como foi isso? Andréa: Na finalização do projeto, agora no dia 8 de janeiro de 25, lá em Brasília, a gente então presenteou os alunos das escolas que participaram de oficinas, presentearam o presidente Lula com uma réplica da miniânfora e também a releitura da obra do Di Cavalcanti. Tudo foi muito gratificante, tudo muito emocional, a gente montou uma exposição na sede do Iphan em Brasília, em agosto, quando a gente fez também um seminário para apresentar as nossas etapas da restauração e todos os colegas, o desenvolvimento do projeto como um todo, foi aberto ao público, foi transmitido também pelos canais do Iphan, pelo YouTube, para nossos alunos em Pelotas também poderem acompanhar. Eu nunca imaginei que hoje, depois de 16 anos, a gente ia fazer um trabalho tão lindo, tão maravilhoso. Para a carreira da gente é muito bacana, mas como cidadã apaixonada pelo patrimônio cultural, pela arte, eu fico muito realizada, estou muito feliz. Aurélio: É muito lindo ver a paixão que a Andréa tem pelas obras e pela cultura brasileira, mas infelizmente a gente percebe que há muito descaso com a conservação do nosso patrimônio material. Pensando nisso, professora, qual é a importância da conservação e do restauro de acervos artísticos e culturais no Brasil? Andréa: A importância dessas obras restauradas é extremamente importante para a preservação da nossa memória, da nossa cultura, da nossa identidade. Pensar por que essas obras foram vitimizadas, foram violentadas. É importante também a democratização dessas obras, que as pessoas tenham acesso, que elas tenham representatividade. Muitas pessoas não conheciam essas obras, porque elas também ficam dentro de gabinetes. Como é importante a valorização da arte, do nosso patrimônio cultural, para a preservação da memória do nosso povo. E, sem isso, a gente não é um povo civilizado, porque isso é a barbárie que a gente passou. Eu fico pensando, a gente está devolvendo agora para a população brasileira essas obras que foram muito violentadas, dentro da sua integridade física, com uma pesquisa que mostra também a força das universidades, que foram também muito atacadas. Então, é a valorização disso tudo, da ciência, da arte, da cultura, do povo brasileiro. E mostrando que a gente tem resiliência, que a gente é forte, que a gente resiste. Que não é só uma tela rasgada, ela representa a brasilidade, a história da arte do nosso país. Marcos: Chegamos ao final do nosso primeiro episódio. No próximo, vamos nos aprofundar ainda mais nos inúmeros desafios enfrentados pela equipe de restauradores, e refletir sobre o estado da nossa democracia. Se você gostou, não se esqueça de deixar 5 estrelas para o nosso podcast. Isso nos ajuda muito a chegar em mais ouvintes. E também, compartilhe Oxigênio com seus amigos e em suas redes sociais. Aurélio: Esse episódio foi produzido por Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Foram utilizados trechos de áudios de matérias jornalísticas da internet. Marcos: Agradecemos a todos os especialistas que conversaram com a gente neste episódio. Também agradecemos ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Universidade Estadual de Campinas, LabJor da Unicamp. Em especial, a professora Simone Pallone de Figueiredo e a doutoranda Mayra Trinca. Um grande abraço e até o próximo episódio! Vinheta: Você ouviu Oxigênio, um programa de jornalismo científico-cultural produzido pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, LabJor da Unicamp. – Roteiro, produção e pesquisa: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Narração: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira e Aurélio Bianco Pena. Capa do episódio: Andréa Lacerda Bachettini trabalhando na restauração do quadro ‘As mulatas', de Di Cavalcanti. A obra levou sete cortes nos ataques do em 8 de janeiro — Foto: Nauro Júnior/UFPel. Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone. Entrevistados: Piero de Camargo Leirner, Andréa Lacerda Bachettini. Edição: Rogério Bordini. Vinheta: Elias Mendez Para saber mais: Reportagem “Entre Tintas, Vernizes e Facadas” | Revista ComCiência: https://www.comciencia.br/entre-tintas-vernizes-e-facadas/ Documentário “8 de Janeiro: Memória, Restauração e Democracia” (Iphan): https://youtu.be/CphWjNxQyRk?si=xcIdb26wQTyTmS5m
01 29-12-25 LHDW Las miserias humanas de la sociedad española reflejadas en el lío de la Loteria de Villamanín(León). Penoso acoso a los jóvenes del pueblo
01 29-12-25 LHDW Las miserias humanas de la sociedad española reflejadas en el lío de la Loteria de Villamanín(León). Penoso acoso a los jóvenes del pueblo
Dedicado à refuá Shleimá de Eliakim Ben Naomi
El periodista Nando Cruz critica los macrofestivales por deshumanizar la experiencia musical y apuesta por microfestivales y espacios comunitarios, sin masificaciones ni solapamientos, donde la música en directo sirve para crear comunidad y disfrutarse sin prisa ni estrés.
El periodista Nando Cruz critica los macrofestivales por deshumanizar la experiencia musical y apuesta por microfestivales y espacios comunitarios, sin masificaciones ni solapamientos, donde la música en directo sirve para crear comunidad y disfrutarse sin prisa ni estrés.
No episódio desta semana, os professores Victor de Lucena e Danilo Gomes compartilham reflexões filosóficas sobre como podemos aprimorar nossas relações humanas, a partir de uma perspectiva mais consciente, ética e fraterna. Partindo da ideia de que o ser humano é, por natureza, um ser social, o diálogo aborda os desafios de conviver em sociedade, especialmente diante das diferenças individuais. Distingue-se entre o impulso de competir ou se destacar e a virtude de se unir aos outros, cultivando a superação de si mesmo em vez da comparação com o outro. São também explorados os valores da cortesia e da concórdia, contrapondo a separatividade à ideia de unidade, fundamental para a construção de vínculos mais profundos. Relações humanas verdadeiras são apontadas como elementos essenciais da felicidade e da saúde mental, destacando-se a importância dos laços de amizade e do convívio harmonioso. Participantes: Victor de Lucena e Danilo Gomes Trilha Sonora: Maurice Ravel – Antar (After N. Rimsky-Korsakov): No. 7. Ravel: Allegretto
No episódio 94 do Fronteiras no Tempo, Marcelo Beraba e o Estagiário Rodolfo conversam sobre a Revolução Pernambucana de 1817 e a Confederação do Equador de 1824. Eles exploram como esses movimentos revelam disputas de poder, conflitos regionais e diferentes projetos de país em meio à construção do Estado brasileiro após a Independência. Se você quer entender como o Brasil nasceu entre tensões, insatisfações com o poder central e visões concorrentes de nação é só dar o play e vir com a gente atravessar essas revoluções que ajudaram a moldar o país! Artes do Episódio: C. A. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Material Complementar ALARCÃO, Janine Pereira de Sousa. O saber e o fazer: República, Federalismo e Separatismo na Confederação do Equador. 2006. Dissertação (Mestrado em História)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de História, 2006. Disponível em: http://repositorio.unb.br/handle/10482/2509 [ ANDREWS, George Reide. América Afro-Latina (1800-2000). trad. Magda Lopes. São Carlos: EDUFSCAR, 2007 BUCK-MORSS, Susan. Hegel e Haiti. Novos Estudos – Cebrap, São Paulo, n. 90, p. 131-171, jul. 2011. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-33002011000200010 JANCSÓ, István e PIMENTA, João Paulo Garrido. Peças de um mosaico: ou apontamentos para o estudo da emergência da identidade nacional brasileira. Revista de história das idéias, v. 21, p. 389-440, 2000Tradução . . Disponível em: https://doi.org/10.14195/2183-8925_21_11 PORFÍRIO, Francisco Weber Pinto. (Re) pensando a nação: a Confederação do Equador através dos jornais O Spectador Brasileiro (RJ) e o Diário do Governo do Ceará em 1824. 2019. 179 f. Dissertação (Mestrado em História)—Universidade Federal do Ceará, Centro de Humanidades, Programa de Pós-Graduação em História, Fortaleza, 2019. Disponível em: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/45340 Link IMPRESSÕES REBELDES Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #94 Revoluções Pernambucanas. Locução Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto, Willian Spengler e Cesar Agenor Fernandes da Silva [S.l.] Portal Deviante, 10/12/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66131&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba. Hosts: Marcelo Beraba e Estagiário Rodolfo. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio 94 do Fronteiras no Tempo, Marcelo Beraba e o Estagiário Rodolfo conversam sobre a Revolução Pernambucana de 1817 e a Confederação do Equador de 1824. Eles exploram como esses movimentos revelam disputas de poder, conflitos regionais e diferentes projetos de país em meio à construção do Estado brasileiro após a Independência. Se você quer entender como o Brasil nasceu entre tensões, insatisfações com o poder central e visões concorrentes de nação é só dar o play e vir com a gente atravessar essas revoluções que ajudaram a moldar o país! Artes do Episódio: C. A. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Material Complementar ALARCÃO, Janine Pereira de Sousa. O saber e o fazer: República, Federalismo e Separatismo na Confederação do Equador. 2006. Dissertação (Mestrado em História)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de História, 2006. Disponível em: http://repositorio.unb.br/handle/10482/2509 [ ANDREWS, George Reide. América Afro-Latina (1800-2000). trad. Magda Lopes. São Carlos: EDUFSCAR, 2007 BUCK-MORSS, Susan. Hegel e Haiti. Novos Estudos – Cebrap, São Paulo, n. 90, p. 131-171, jul. 2011. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-33002011000200010 JANCSÓ, István e PIMENTA, João Paulo Garrido. Peças de um mosaico: ou apontamentos para o estudo da emergência da identidade nacional brasileira. Revista de história das idéias, v. 21, p. 389-440, 2000Tradução . . Disponível em: https://doi.org/10.14195/2183-8925_21_11 PORFÍRIO, Francisco Weber Pinto. (Re) pensando a nação: a Confederação do Equador através dos jornais O Spectador Brasileiro (RJ) e o Diário do Governo do Ceará em 1824. 2019. 179 f. Dissertação (Mestrado em História)—Universidade Federal do Ceará, Centro de Humanidades, Programa de Pós-Graduação em História, Fortaleza, 2019. Disponível em: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/45340 Link IMPRESSÕES REBELDES Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #94 Revoluções Pernambucanas. Locução Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto, Willian Spengler e Cesar Agenor Fernandes da Silva [S.l.] Portal Deviante, 10/12/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66131&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba. Hosts: Marcelo Beraba e Estagiário Rodolfo. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Dirige y presenta: Juan Carlos Baruque Hernández Sumario del programa JUAN MIGUEL MARSELLA *El turismo de guerra. *Safaris de la muerte. *Cacerías humanas. *Los entretenimientos de las élites. Contacta: +34 687 39 80 12 - Solo WhatsApp mundoinsolitoradio@hotmail.com Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Da idade de ouro ao ferro, um percurso de virtudes perdidas, tensões teológicas e usos políticos da mitologia grega.https://tavernadolugarnenhum.substack.com/p/hesiodo-e-as-geracoes-humanas
Iglesia Bautista "Columna y Baluarte de la Verdad" Ñemby-Paraguay
Predicador; Pr. Francisco Pintos
En esta ocasión conversamos con la gente de Sevilla de las peores experiencias humanas y de la vez que Chris y Nacho se desmayaron. Además, hablamos de que a Leo una persona que acababa de conocer le hizo una consulta médica sobre sus hemorroides en un restaurante. Si quieres ver más contenido de Escuela de Nada, suscríbete a Patreon donde por $6 al mes tendrás acceso a un episodio exclusivo cada viernes. También podrás elegir el tópico principal de un episodio al mes en nuestro Tema de Oro y además tendrás acceso a los primeros 200 episodios del podcast. https://www.patreon.com/escueladenada Gracias a: NordVPN Deal ➼ https://nordvpn.com/edn Deal exclusivo de 4 meses gratis. MERU, la billetera digital global que te permite manejar tu dinero sin fronteras. Usa el código EDN. Descárgala aquí https://getmeru.com/referrals/?referralCode=EDN y mira lo fácil que es enviar dinero a LATAM y usar tu IBAN desde la app. Y por último, síguenos en nuestras redes sociales: ESCUELA DE NADA Instagram: https://www.instagram.com/escueladenada/ Twitter: https://twitter.com/escueladenada Tik Tok: https://www.tiktok.com/@escueladenada Facebook: https://www.facebook.com/escueladenada Discord: https://discord.com/invite/S8bYM6A 0:00 Intro 2:16 Chris nos presenta en francés 3:03 ¿Por qué hay ciudades con gente más atractiva? 9:32 Chris quedó atrapado en una procesión en Sevilla 15:30 Lo que nos sorprendió de Sevilla 18:14 En Sevilla nada abre los domingos 20:42 Le hicieron una consulta médica a Leo en un restaurante 25:33 La experiencia de Nacho con las hemorroides 32:05 La primera vez que te encuentras a tu ex 42:28 No entendemos que usen "panchito" como insulto 51:18 Desmayarse es una de las peores experiencias 1:01:35 Chris borró sus recuerdos entre los 19 y 22 años 1:06:00 Cuentos de borracheras malditas 1:13:40 Outro Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Neste episódio converso com 2 estudantes da Licenciatura em Comunicação e Relações Públicas da Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto do Instituto Politécnico da Guarda e Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade dos Açores.O que aprendes nesta licenciatura? Quais as saídas profissionais e o ambiente na instituição? TUDO o que precisas de saber nesta LIVE!
A veces creemos que la fortaleza consiste en no mostrar las grietas. Pero Astrid Buriticá —coach, ex ejecutiva, líder y gran mujer — nos recordó que la verdadera fortaleza está en atreverse a mostrarse humana. En este episodio de Modo Laboral | In-Sight, Astrid nos abrió su historia: los retos, los miedos, los momentos que la marcaron y lo que ha aprendido sobre liderar desde la vulnerabilidad.
Iglesia Bautista "Columna y Baluarte de la Verdad" Ñemby-Paraguay
Predicador: Pr. Francisco Pintos
02 13-11-25 LHDW Charly 015: El turismo de Guerra. Las cacerías humanas durante la Guerra de los Balcanes, la degradación de la humanidad
Entérate de lo que está cambiando el podcasting y el marketing digital:-Menos de la mitad de los oyentes distingue voces creadas con inteligencia artificial.-El pódcast se convierte en el nuevo refugio creativo, según el CEO de Sonoro.-PodcastOne alcanza trimestre récord y amplía su red a 210 programas.-Usuarios reportan distorsión de audio en CarPlay tras la actualización a iOS 26.Patrocinios¿Estás pensando en anunciar tu negocio, producto o pódcast en México? En RSS.com y RSS.media tenemos la solución. Contamos con un amplio catálogo de pódcast para conectar tu mensaje con millones de oyentes en México y LATAM. Escríbenos a ventas@rss.com y haz crecer tu idea con nosotros. No es país para enfermos, el pódcast sobre el declive de la mejor sanidad del mundo. A través de historias personales y del análisis de los expertos, esta serie documental investiga por qué el sistema de salud español está al borde del colapso. Y, sobre todo, responde a una pregunta que nos incumbe a todos: ¿qué podemos hacer para salvar la sanidad pública? Escúchalo en iVoox y el resto de plataformas.Entérate, en solo cinco minutos, sobre las noticias, herramientas, tips y recursos que te ayudarán a crear un pódcast genial y exitoso. Subscríbete a la “newsletter“ de Via Podcast.
O cinema tem essa capacidade de revelar o que muitas vezes fica escondido nos gestos discretos, nos silêncios, nas contradições que moldam o cotidiano. A IV Mostra de Cinema Israelense deste ano se dedica exatamente a isso: olhar para trajetos, fronteiras e memórias que atravessam vidas comuns, mas que raramente ocupam o centro das narrativas oficiais. Ao invés de buscar explicações ou soluções, esses filmes se aproximam das fissuras, dos afetos ambíguos, das tensões morais e dos desejos que coexistem com feridas antigas.De 10 a 19 de novembro, acontece a IV Mostra de Cinema Israelense – Trajetos, Fronteiras e Ecos da Memória, uma mostra gratuita e online. A seleção deste ano se afasta das narrativas mais previsíveis sobre identidade ou diversidade em Israel e escolhe outro caminho: observar a intimidade de personagens que lidam com traumas, deslocamentos, relações familiares fragmentadas, fronteiras internas e externas. Para entender esse olhar e o que ele diz sobre Israel contemporâneo, a gente recebe hoje o curador da mostra, Bruno Szlak, que é Mestre e Doutor pela área de Estudos Judaicos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.
Un accidente puede durar segundos, pero sus efectos pueden sentirse toda la vida. En este espacio hablamos con víctimas, abogados y especialistas sobre cómo sanar, reconstruir y seguir adelante después del impacto.
Pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto identifica como os dois vírus conseguem infectar células do cérebro e provocar inflamações associadas a doenças neurológicas
J.J Benitez lleva 50 anos investigando el fenomeno ovni y en su nuevo libro "Estan aqui", editado por Planeta. desvela muchos secretos ocultos por los militares. Existe un comite secreto llamado "Congefamer" constituido por altos jefes de la fuerza aerea para evaluar y dar a conocer casos importantes sobre el fenomeno ovni. "Los militares desde hace ochenta anos nos estan enganando sistematicamente. Todos nos estan tomando el pelo. No nos estan diciendo la verdad". J.J deja este mensaje para los rosaventeros: "El mensaje es que desconfien de todo".
A história de uma das celebrações mais icônicas do ocidente e, consequentemente, a história de diversas culturas antigas que culminaram no Halloween.BibliografiaASSOCIAÇÃO SOSACI. The origins of Halloween. In: Noticias [Cambridge School]. 2 out. 2017. Disponível em: [Endereço eletrônico não fornecido]. Acesso em: [Data de acesso].BUSTAMANTE, Regina Maria da Cunha. Festa das Lemuria: os mortos e a religiosidade na Roma Antiga. [S.l.: s.n.], 2011.HISTORY. The Frightening Pagan History of Halloween | Full Special. [S.l.: s.n.], [s.d.].MARK, Joshua J.. History of Halloween. In: World History Encyclopedia, 21 out. 2019. Disponível em: https://www.worldhistory.org/article/1456/history-of-halloween/. Acesso em: [20/10/2025].MARTINEZ, Conia G.. LEMURIA: FESTIVIDAD RELlGlOSA O ANTROPÓNIMO, SEGÚN LA INSCRIPCIÓN ROMANA DE S. JUSTO DE LA VEGA (LEÓN). León: Departamento de Estudios Clásicos, Universidad de León, [s.d.].THOMAS, Heather. The Origins of Halloween Traditions. In: Headlines & Heroes, Library of Congress, 26 out. 2021.VIEIRA, Maressa de Freitas. O Saci da Tradição Local no Contexto da Mundialização e da Diversidade Cultural. 2009. Tese (Doutorado em Língua Portuguesa) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.escribacafe.com/subscribe
As universidades nasceram do desejo humano de compreender o mundo, de fazer perguntas, de duvidar, de abrir espaços para o pensamento. Mas o que acontece quando o próprio espaço que deveria abrigar o diálogo se fecha ao outro? Quando a busca pelo conhecimento é substituída pela tentativa de silenciar? A história mostra que momentos assim costumam deixar marcas profundas, não apenas nas instituições, mas na sociedade que elas refletem. Na última semana, a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (FFLCH) decidiu romper o convênio acadêmico que mantinha com a Universidade de Haifa, em Israel. Segundo o diretor, seria um “gesto simbólico” diante do que chamou de “crimes em Gaza”. Mas o gesto levantou uma série de questões: O que significa romper uma parceria acadêmica? Que impacto isso tem sobre estudantes e pesquisadores? E, sobretudo, o que essa decisão diz sobre o papel das universidades diante de conflitos políticos? Pra discutir esse tema, a gente conversa hoje com Marta Topel, professora do Departamento de Letras Orientais da USP.
Debate da Super Manhã: Contagem regressiva para o início das provas Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM 2025. O conhecimento das quatro áreas do conhecimento - Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Matemática - além da Redação, e o cuidado com o bem estar integral do candidato são essenciais para alcançar um bom desempenho e abrir portas para novas oportunidades acadêmicas e profissionais. No debate desta sexta-feira (17), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre os preparativos para a edição deste ano do certame, a organização e o planejamento dos estudos, o conhecimento das provas e os cuidados com a saúde física e mental. Participam o professor de Física, Antônio Lorena, o professor de Geografia, Cazé Júnior, e a psicóloga, Joana Lins.
Cuando comparamos las ideas humanas con la palabra De Dios, nos damos cuenta que hay una inmensa diferencia en los resultados que las dos traen.
El desarrollo de las ideas en los jóvenes los puede llevar a ser arrastrado por una forma de vida.
Doutoranda da Faculdade de Línguas e Culturas da UQ, Franciele Spinelli se torna a primeira acadêmica de Humanas a ser premiada com o 3MT da uni onde a competição, já uma tradição acadêmica internacional, foi inventada. A gaúcha de Farroupilha foi reconhecida por apresentar, em 180 segundos e de maneira cativante, sua tese sobre como a Inteligência Artificial está moldando o aprendizado acadêmico. Conversamos com ela sobre a honraria, e também sobre como a IA está facilitando (e atrapalhando) a vida de estudantes e professores no ensino superior.
Hoy, en noche de #Pulso, nos adentramos en una de las historias más fascinantes y recientes del fenómeno: el OVNI cilíndrico de James y las similitudes con la esfera de Buga. Analizaremos las recientes actualizaciones de la Esfera de Buga y su supuesta antigüedad de 12,500 años para descubrir si es real o es un fraude elaborado. Haremos un repaso por los avistamientos de OVNIs cilíndricos más importantes, desde los históricos airships del siglo XIX, los reportes de pilotos comerciales, en conjunto de las mejores evidencias OVNIs grabadas, desde UFOS entrando y saliendo del volcán popocatépetl, avistamientos en Yucatán, grabaciones de objetos en la constelación de Orión y el impactante video de cinco cilindros en formación. ¡Comunidad! Acompáñame a desentrañar este misterio.
Dia del Sol Instituciones humanas con Diego Vergara Lira y Ramón Freire
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Sociólogo e Doutor em Sociologia, sumidade internacionalmente reconhecida das Ciências Sociais, Professor Sergio Adorno. Só vem!>> OUÇA (124min 26s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Sergio Franca Adorno de Abreu é graduado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1974), Doutorado em Sociologia pela Universidade de São Paulo (1984), Pós-Doutorado pelo Centre de Recherches Sociologiques sur le Droit et les Institutions Pénales, CESDIP, França (1994-1995).Atualmente é:- Professor Titular em Sociologia da FFLCH- Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo- Coordenador Científico do Núcleo de Estudos da Violência - USP (1990-atual)- Presidente da ANDHEP- Associação Nacional de Direitos Humanos- Pesquisa e Pós-Graduação (2002-2008)- Representante de Área de Ciências Humanas / Sociologia e Membro do Conselho Técnico-Científico da CAPES- Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (2004-2009)- Consultor do CSP- Cadernos de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz- Comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico, pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (2008)- Membro do Conselho Consultivo da Revista Análise Social, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa- Presidente do Conselho Editorial da Revista USP (2010-2015)- Membro do Conselho Consultivo da Revista "Passagens: Revista Internacional de História Política e Cultura Jurídica", do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense- Membro do Comitê Científico da Revista ANPG: Ciência, Tecnologia e Políticas Educacionais, periódico científico institucional da ANPG- Associação Nacional de Pós-Graduandos- Responsável pela Cátedra UNESCO de Educação para a Paz, Direitos Humanos, Democracia e Tolerância- Membro Titular da Academia Brasileira de Ciências, area de Humanidades, a partir de 01/01/23- Coordenador Científico do Projeto CEPID/FAPESP USP Building Democracy Daily: Human Righs, Violence and Institutional Trust (2013-2018).Tem larga experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia Política, atuando principalmente nos seguintes temas: violência, direitos humanos, criminalidade urbana, controle social e conflitos sociais.Lattes: http://lattes.cnpq.br/7184462150034623*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo