Podcasts about olhando

  • 660PODCASTS
  • 1,759EPISODES
  • 32mAVG DURATION
  • 1EPISODE EVERY OTHER WEEK
  • Jul 16, 2026LATEST

POPULARITY

20192020202120222023202420252026

Categories



Best podcasts about olhando

Latest podcast episodes about olhando

Terceira Igreja Presbiteriana de Colatina
Hebreus 12.1-3: Corra olhando para Jesus | Rev. Thiago de Souza Dias

Terceira Igreja Presbiteriana de Colatina

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 38:00


Texto Bíblico base deste vídeo: Hebreus 12.1-3Tema: Corra olhando para JesusPregador: Pastor Thiago de Souza Dias

Artes
Em Avignon, Carolina Bianchi acende "Uma Luz Cordial” atrelada à violência e ao prazer

Artes

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 20:20


A encenadora, actriz e escritora brasileira Carolina Bianchi regressou ao Festival de Avignon para estrear “Uma Luz Cordial”, o último capítulo da "Trilogia Cadela Força" aqui iniciada em 2023. Esta é “uma luz atrelada à expressão da violência”, mas também à "expressão do prazer", conta-nos a artista que neste espectáculo confronta o público com “o enigma” que atravessa a peça e que envolve teatro, literatura e sexualidade. Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo vão também fazer dois dias de maratona teatral de 10 horas com as três peças seguidas da trilogia, um gesto movido pelo desejo de “aventura total”. Carolina Bianchi encerrou a trilogia iniciada em Avignon com “Uma Luz Cordial”, um espectáculo que leva para o palco a violência do acto de escrever e o mistério da sua própria sexualidade. Esta é “uma luz atrelada à expressão da violência”, mas também “à expressão do prazer”, conta-nos a artista que foi buscar o título da peça a um poema que lhe é fundamental: “My Life Had Stood a Loaded Gun”, de Emily Dickinson, em que a imagem de uma arma carregada lhe evoca o potencial explosivo de uma poeta a escrever. Além do novo espectáculo, Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo retomam toda a trilogia nesta 80ª edição do Festival de Avignon e o público poderá ver, no mesmo dia, “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” [que a revelou aos palcos europeus e com o qual conquistou o Leão de Prata da Bienal de Veneza em 2025], “The Brotherhood” e “Uma Luz Cordial”. A maratona teatral de 12 e 13 de Julho, na Opéra Grand Avignon, dura diariamente cerca de dez horas, um gesto movido pelo desejo de “aventura total”, em referência à "obra de arte como aventura total” do artista Alberto Greco, de quem também fala em palco. “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, o primeiro capítulo, arrasta o público para o inferno das violações e dos feminicídios. “The Brotherhood”, o segundo capítulo, mergulha-nos nas alianças masculinas que têm dominado a história da arte e do teatro e verbaliza o fascínio por esses mestres da arte e da violência. Agora, “Uma Luz Cordial”, o terceiro capítulo, tenta fintar a brutalidade da criação artística e faz a literatura irromper em todo o espaço cénico. Diluem-se novamente fronteiras entre teatro e poesia, entre ficção e real, entre autor e alter ego. Carolina Bianchi vai desaparecendo de cena para reaparecer “nas vozes” de autoras como Hilda Hilst e Emily Dickinson. Não se pense que este último capítulo vem curar alguma dor porque, ela avisa em palco, “a dor não passa” e “não há salvação”. Há, no entanto, uma luz ao fundo do túnel, a tal “luz cordial”, ainda que corresponda ao disparo de uma arma no poema “My Life Had Stood a Loaded Gun”. O teatro radical de Carolina Bianchi, que deixa enigmas e não dá respostas, que leva para o palco a complexidade e a perplexidade do mundo, que leva à tona tanto a parte maldita quanto a parte poética da criação, está no Festival de Avignon até 12 de Julho. RFI: Como é que nos pode apresentar este terceiro capítulo que fecha a trilogia “Cadela Força”? Carolina Bianchi, Autora e encenadora da trilogia teatral “Cadela Força”: “Uma Luz Cordial é um trabalho que vai na direcção da escrita, sobre o acto de escrever. Então, ele é, na verdade, eu me colocando ali também, nesta travessia deste espectáculo, como a escrita em si, o meu corpo está muito mais fora de cena do que nos outros trabalhos da trilogia. Acho que também tem essa questão: a de uma escritora que está desaparecendo, que está se tornando pura escrita. Por tocar nesse assunto da escrita, acho que forma um triângulo muito importante com outras duas coisas, que é a imaginação e a sexualidade. Aí, para mim, surge uma equação do enigma desta terceira parte, que é o que atravessa este último capítulo, estas três palavras que não se conseguem mais dissociar, a escrita também como uma possível expressão da sexualidade e é não só falar sobre a sexualidade, mas a escrita como expressão de uma sexualidade. Acho que, sobretudo, é também muito importante dizer: a literatura como forma de prazer.” Há uma poesia de Emily Dickinson essencial na peça, que fala em "uma luz cordial" em que "a arma tem o poder de matar, mas não de morrer". Por que chamou ”Uma Luz Cordial” ao terceiro capítulo? “Esse é o meu poema preferido da vida. Emily Dickinson traz uma possibilidade de ler esse poema - porque é o que eu digo também no trabalho: é difícil chegar a uma conclusão sobre como analisar um poema de Emily Dickinson. E essa é a coisa mais bonita sobre essa autora, que trabalha com enigmas, com espaços de puro mistério na sua escrita, na sua poesia. Acho que essa imagem de uma arma carregada que, para mim, pode ser a imagem da poeta a escrever, é uma das imagens mais bonitas que a poesia já trouxe para o meu imaginário. Aí vem essa frase ‘Uma luz cordial' que está no poema e ela essa sentença para descrever o momento do disparo da arma. Então, o tempo todo ela está trazendo nesse poema esses dois lados de uma arma que também é uma arma que é uma expressão de violência e, ao mesmo tempo, quando o disparo é descrito como uma luz cordial isso também traz outra imagem sobre essa arma, que é uma imagem de vida, uma imagem de sorriso, uma imagem de prazer, uma imagem de iluminação que é muito forte.” Em “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” a principal inspiração era a artista italiana Pippa Bacca, violada e assassinada em trabalho. Em “The Brotherhood”, inspirava-se também na dramaturga Sarah Kane que dizia que “não há amor sem violência” e que explorava os temas do amor e da violência. Agora, as suas musas são Hilda Hilst e Emily Dickinson. Porquê falar através da voz destas artistas mulheres e porquê levar de forma tão franca a literatura para o teatro? “Tem uma coisa que eu acho que é importante dizer. A Pippa Bacca, para mim, ela não foi tanto uma inspiração como a minha relação com a Sarah Kane, talvez com outras dessas autoras. Acho que a Pipa Baca tinha uma coisa ali de um mistério do qual eu precisava, era quase a atracção de um detective que eu acho que é um pouco diferente. Nestes dois outros trabalhos, quando Sarah Kane aparece, quando vem a Emily, a Hilda e outras vozes também, para mim tem um aspecto de um encontro que é um encontro onde você se sente pertencente a um lugar ou onde você tenta pertencer a um lugar onde encontra essas outras autoras, onde você se sente menos sozinha, onde você tem um lugar onde se reconhece numa história. Acho que isso acontece muito com a Sarah Kane na ‘Brotherhood', alguém que fez espectáculos extremamente violentos, que sofreu também muitas consequências, boas e ruins, dessa dramaturgia sem concessões que ela fazia. Agora, nesta terceira, o ponto onde a coisa ainda fica mais profunda é a questão de elas serem alter egos. Quando eu falo dessa escritora que morreu e que agora aguarda nesse outro espaço essa hora de voltar, para mim, esse virar escrita também significa dissolver-se em alter egos. A minha voz já não é essa voz central, a voz está espalhada, está tudo espalhado, estilhaçado. Tudo ali é duplo. Também vem essa ideia da fantasmagoria em si, que eu também falo nos outros capítulos. Para mim, essa fantasmagoria chega no seu ápice na trilogia, que é a ideia de que nem sequer essa voz é a voz que agora é a mais ouvida. Essa voz precisa de se dissolver em alter egos e o da Emily Dickinson - que ocupa um lugar muito importante na minha vida, na minha história, com a literatura, com a escrita - aparecem também nesse chamado para seguir escrevendo.” Também interroga o próprio sacrifício da escrita e a violência que é escrever? “Sim, interroga, mas também é um lugar de prazer. Para mim, é muito importante afirmar essa palavra neste último capítulo, que eu acho que também é uma palavra que pouca gente esperava que fosse aparecer aqui. Há uma questão de associação entre a literatura e o prazer e, por isso, também a gente está associando com a questão da sexualidade, porque eu estou trazendo uma sexualidade que também se está colocando como uma grande desorganização, como um grande enigma o tempo todo. Aqui, isso está mais endereçado do que nunca. Então, é um corpo que está ali fervendo, que é o corpo da escritora, que é o corpo da escrita, que é um corpo que também está revelando uma expressão sexual muito forte.” Por isso é que traz esse corpo colectivo da sexualidade para o palco, com os actores da sua companhia Cara de Cavalo? “Sim, sim, porque eu acho que tem ali mesmo uma pergunta sobre como se manifesta essa sexualidade no espectáculo, sem ser a sexualidade de estar atrelada ao real ou o sexo real no palco ou a representação. Não me interessa essa pergunta. Nesta peça, para mim, interessa-me falar como manifestar essa sexualidade que está atrelada ao acto de escrever. É uma sexualidade que vem da palavra e uma sexualidade que está atrelada à leitura. Ela é uma sexualidade que é o tabu da leitura, que limites são esses também que a literatura explode o tempo todo e que para o teatro é mais complicado. Então, acho que tem uma tensão aí entre teatro e literatura, entre o acto de ler e de você também não poder escapar dessa literatura. Acho que tem muitas coisas aí onde esse fio vai dando um nó mesmo.” Nessa “dramaturgia sem concessões”, em que leva também a sexualidade para o palco, recorre a uma obra que a escritora Hilda Hilst escreveu para fintar o pedido do editor que queria uma obra que vendesse muito. A Carolina coloca em cena uma marioneta a representar uma criança manipulada por dois adultos e durante 20 minutos ela fala da sua prostituição infantil. É uma das cenas mais fortes desta peça. Porquê esta cena? “Porque o meu desejo era colocar um livro dentro da peça. Ali a gente tem um livro que é ‘O Caderno Rosa de Lori Lamby' e acho que tem uma questão que ainda traz neste livro particular que é uma resposta a uma determinada maneira que o mercado editorial trabalha, que eu acho muito forte, porque ele é um livro sobre escrita. É uma menina que escreve o tempo todo e é o que a marioneta faz também em cena, ela escreve o tempo todo. Então, uma menina que escreve o tempo todo, inspirada pelo pai, que é um escritor que tem problemas também para vender os seus próprios livros. Inspirada pelo que ela ouve das conversas ao redor, das coisas que lê, ela começa a escrever esse relato. Acho que tem uma coisa que eu acho muito bonita que é, primeiro, uma questão do tabu, um tabu enorme que é a imaginação sexual de uma criança, porque não é só uma questão de abuso, acho que tem ali uma questão ou outra que é o que uma criança imagina quando escreve e isso é uma coisa que toca todo o mundo. Todos nós já fomos crianças. Todos nós sabemos que é uma imaginação que ainda não está tão moldada pelos limites, pelos tabus. Ela narra uma questão extrema nesse contacto dessa imaginação, tem um caminho extremo que a Hilda percorre, porque ela sabe que isso vai provocar algo ali, nesse tabu, com o jeito que a gente percebe essas situações. Ao mesmo tempo, tem uma coisa da escrita dela que é extremamente poética, que tem humor, que é uma coisa que você vê nos outros livros dela que eu acho muito importante. Acho que tem uma coisa desse choque também que isso provoca, que eu acho que é curioso também, que vem na cena seguinte mais explicitamente, que é uma cena que é “O Caderno do Cu do Sapo Liu Liu”, onde a gente tem o inverso, que é o grande escritor que escreve coisas terríveis, violentíssimas e é considerado um génio. Ele é considerado um Rimbaud. A gente está aqui na França, a terra de Georges Bataille, de Marquês de Sade, e é interessante como Hilda Hilst é tão chocante.” É por ser mulher? “Eu acho que o facto de ser mulher também faz ser mais chocante. O facto de ela ser mulher, o facto de ela ter escrito esse livro quando ela tinha 60 anos, mas eu acho que não vem a ser uma questão para mim pessoalmente. Eu não sei se isso é uma questão para quem lê isso e fica completamente perturbado, mas para mim, as questões dela ali, em relação à literatura, aos não limites que a literatura pode operar, são muito interessantes para mim.” Apesar da violência relatada por si e pelas mulheres de que fala, apesar de toda a vulnerabilidade, a trilogia chama-se Cadela Força. Agora que temos a trilogia completa em palco, por que é que a chamou assim? “Essas duas palavras não têm um significado específico quando colocadas em par. Elas não estão nem se dando adjectivo no português brasileiro, elas são palavras que não se estão completando, elas são realmente duas palavras jogadas ali. Acho que tem uma coisa sobre essa sonoridade que elas produzem, sobre as milhares de imagens que essas duas palavras podem produzir em contacto com os materiais da peça. E elas também têm um enigma delas, um segredo.” Na peça diz que “não há salvação”, que “não passa a dor”. Lemos que “o teatro é uma armadilha, que a literatura é uma armadilha e que talvez ainda esteja na mala do carro”, em referência à violação que sofreu e que conta no primeiro capítulo da trilogia. Quem viu os capítulos um e dois poderia esperar uma espécie de salvação no capítulo três ou, pelo menos, que o teatro fosse uma forma de reconstrução para si e, através de si, para outras mulheres. Não foi? “Não. E acho que quem esperava isso de mim assim estava muito equivocado. Para mim, é impossível pensar no teatro como salvação. Eu acho que já estou anunciando isso desde o princípio. Esse lugar de que o artista é alguém que precisa conceder esperança à sociedade, respostas à sociedade, conclusões de perguntas que são impossíveis, é um delírio e uma alucinação porque os artistas não têm essa responsabilidade. O que me interessa é justamente esse mistério do teatro. O teatro começa como um ritual dionisíaco, os rituais dionisíacos eram cheios de violência, cheios dessa violência poética que opera no fundamento da história do teatro. Então, eu acho que o teatro é um lugar onde ele precisa operar na chave do mistério, da instabilidade, não como salvação de nada.” Nas entrevistas que fizemos, em 2023 e em 2025, sobre os capítulos anteriores da trilogia, dizia-nos que “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” falava da “antecâmara do inferno já com um pé no inferno”, que “Brotherhood” era “acordar no purgatório” e tentar perceber o que significa “situar-se no teatro depois de voltar do inferno”. E neste terceiro capítulo? “Esse capítulo, a gente chega na citação do 'Paraíso' de Dante Alighieri, esse momento onde tem uma imagem do paraíso que é muito linda, em que ele começa a ver esses espíritos, essas imagens de luz. Quase como chega um ponto ali onde, depois de ele se entender incapaz de seguir escrevendo, ele já se perdeu ali do Virgílio que encontrou uma outra musa que é a Beatriz que agora tem a palavra. Acho que tem alguma coisa nessa transformação onde a luz aparece, para mim, atrelada a uma expressão de violência que está no poema da Emily Dickinson, que também abre esse lugar de onde também há esse prazer da literatura que aparece. Esse lugar onde a literatura vai dominando tudo, onde essa ficção vai dominando tudo. É essa conexão que eu faço com o paraíso, com esse lugar onde a violência não pára, onde a violência não se resolve, mas ela chega a outras formas.” Não há salvação, mas há uma luz cordial? “Mas lembre-se que à luz cordial é o disparo da arma.” Fecha a trilogia no sítio onde a começou, no Festival de Avignon. Mostra o terceiro capítulo, mas também os dois anteriores. Já alguma vez representou dez horas seguidas e por que é que decidiu fazer algo quase sobre-humano? “Nunca representei por dez horas seguidas. Sobretudo, acho que nada me teria preparado, mesmo se tivesse feito. Não, nada me teria preparado para fazer isso, porque acho que essas dez horas são dez horas muito específicas, muito desse universo onde há aí uma consequência de se fazer algo depois do primeiro capítulo e eu acho que é isso que a gente vai estudar juntos. O que é que isso muda na nossa leitura de espectáculos que as pessoas já viram? Como eles vão ler esses espectáculos agora com esse efeito presente e contínuo? O que acontece? O que acontece com o teatro? O que acontece com a performance? O que acontece com a literatura quando se leva isso, essa experiência, que é uma experiência extrema? Tem uma frase num dos textos de ‘Uma Luz Cordial', onde eu estou-me referindo a um outro artista que é o Alberto Greco, um artista argentino, e ele diz que acredita na obra de arte como aventura total. Para mim, isso resume muito bem este gesto. Então, para si, é uma obra de arte total? “Não, aventura total. Não sei se é uma obra de arte total o que nós fazemos, mas eu acredito que o desejo de fazer essa obra tem a ver com esse desejo pela aventura total.” A trilogia ajuda a pensar o impensável. Verbaliza a violência, apropria-se da linguagem da violência para desconstruir o sistema em que ela se baseia. Ao fazê-lo, também não alimenta o sistema em que “Somos todos brotherhood”? Não há maneira de quebrar o ciclo? “Acho que não. Eu não saberia dizer. Acho que não. Acho que esse ciclo talvez vai ser um ciclo que vai demorar muito para ser quebrado. Onde estamos agora no mundo, o que a gente está vendo acontecendo ao redor do mundo, esse conservadorismo extremo, esse fascismo extremo que está em toda parte, que está no mundo das artes também, eu não vejo ainda uma saída desse ciclo. Sinto muito., mas espero que exista um dia. Não sei se eu vou estar aqui para assistir isso, mas…” Foram vários anos a escrever, a interpretar, a representar, a sofrer também com esta trilogia que agora fecha. Olhando para trás, o que é que representou para si e o que gostaria que ela deixasse junto de quem a viu? “Eu acho que é uma coisa enorme. Mesmo assim, eu nunca vou conseguir, talvez nem nesta encarnação, ter distanciamento suficiente para ver tudo o que isso representou na minha vida, na vida das pessoas que trabalham comigo ou ainda de quem acompanhou o trabalho. Agora eu estou muito próxima, ainda estou muito aqui para entender qualquer coisa sobre isso. Eu sei que as mudanças que isso faz na minha vida são imensas. A minha vida foi completamente transformada e transtornada por esse trabalho, mas eu sinto isso assim, eu sinto que eu estou aqui, eu estou dentro dele ainda. Talvez no ano que vem eu consiga já ter um pouco mais de distanciamento para entender, porque agora eu só consigo dizer que isso mexeu em tudo. E eu estou ainda no meio desse furacão.” O furacão que também afectou o público e, se calhar, a história do teatro contemporâneo? “Tomara que sim. Eu nunca consigo afirmar muito esse tipo de coisas. Não sei. Tomara que sim. Tomara que tenha afectado muita gente. Eu acho fez algo, com certeza, com este contexto, mas eu preciso de distanciamento mesmo para entender o que foi feito, o que mexeu.”

Diplomatas
Estados Unidos fazem 250 anos: “Declínio relativo” ou “decadência irreversível”?

Diplomatas

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 38:55


O episódio desta semana do podcast Diplomatas teve como ponto de partida para a análise o 250.º aniversário da Declaração da Independência dos Estados Unidos, que se cumpre no dia 4 de Julho (sábado). Carlos Gaspar e Diana Soller, convidada desta semana, reflectiram sobre a importância histórica da data para os movimentos republicanos em todo o mundo e analisaram o actual estado da democracia norte-americana. Olhando para a governação de Donald Trump, os investigadores do Instituto Português de Relações Internacionais discutiram ainda a mudança do papel dos EUA no mundo e a forma como a Europa pode honrar o legado do 4 de Julho de 1776. No final do episódio, o professor e investigador respondeu a uma pergunta enviada por um ouvinte do Diplomatas relativa à recandidatura de João Lourenço, Presidente angolano, à liderança do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA). Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Igreja CEI
Olhando pro gigante através de Deus | Pr. Gilmar Souza | Igreja CEI

Igreja CEI

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 36:46


Olhando pro gigante através de Deus | Pr. Gilmar Souza | Igreja CEI by Igreja Cei

Inteligência Ltda.
OLHANDO OS CÉUS: SOMOS TÃO PEQUENOS - Bom dia, Jesus! 172/365 (2026)

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 5:48


O “BOM DIA, JESUS” é um devocional diário do Inteligência LTDA. para você começar o dia com a benção de Deus.LUIZ SAYÃO, pastor, mestre em Hebraico, teólogo e iluminado, traz palavras de sabedoria e reflexão para que o dia se inicie de uma maneira positiva e cheio de esperança, preparando você para enfrentar todos os obstáculos que cruzam o seu caminho.Todos os dias, às 6 da manhã.

Horizontes: Reflexão e Devoção para vida
| A IMPORTÂNCIA DA DIVERSIDADE no Corpo de Cristo!! [1Coríntios 12.12] - Pr. Timóteo

Horizontes: Reflexão e Devoção para vida

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 30:54


Olhando para 1 Coríntios 12:12 é possível perceber o maravilhoso equilíbrio entre diversidade e unidade na Igreja. Assim como um corpo tem muitos membros diferentes, cada cristão, com seus dons e singularidades, contribui para a vitalidade do corpo de Cristo. No entanto, essa diversidade só tem sentido quando unida pelo amor. A mensagem é um convite para celebrarmos nossas diferenças, enquanto caminhamos em unidade, refletindo o amor de Cristo em nossas relações e em nossa missão. É uma jornada de corpo, coração e propósito.#igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão # #pregação #juntossomosmaisfortes

Radar Agro
Bahia Farm Show chega aos 20 anos olhando para o futuro | Canal do Boi #488

Radar Agro

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 13:32


O Fala Carlão apresenta, no Canal do Boi, uma conversa especial com Moisés Schmidt, Presidente da Bahia Farm Show e da Aiba, durante a 20ª edição de uma das principais feiras do agronegócio brasileiro. Moisés fala sobre a evolução da Bahia Farm Show, a eficiência do agro nacional e a importância de parcerias como a da John Deere, que marcou presença no evento. A conversa também destaca a participação de caravanas de jovens do Norte e Nordeste, reforçando o papel da feira na formação das próximas gerações do setor. Produtor rural e integrante de uma família que atua na Bahia desde 1979, Moisés compartilha sua visão sobre os desafios e oportunidades do agro, com destaque para irrigação, tecnologia e inteligência artificial como ferramentas fundamentais para o futuro da produção brasileira.

IBBP
Sabedoria à Mesa: Um Banquete para Você Não Viver de Migalhas | Provérbios 9

IBBP

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 75:14


Você tem se alimentado do banquete da sabedoria de Deus ou tem se contentado com as migalhas que este mundo oferece? Descubra como o temor do Senhor nos convida para uma mesa de sabedoria prática e profunda em Provérbios 9.

Podcast Carisma
A vida de Pedro 14: Continue seguindo, mesmo quando ninguém estiver olhando

Podcast Carisma

Play Episode Listen Later May 24, 2026 52:11


A vida de Pedro 14: Continue seguindo, mesmo quando ninguém estiver olhando

Sandro Soares
Para Onde Você Está Olhando? - 11 de Abril

Sandro Soares

Play Episode Listen Later Apr 11, 2026 3:40


Entre no grupo de devocionais no WhatsApp:https://chat.whatsapp.com/F5x2IMHDCj4AwHidGXzf2kA salvação nunca foi algo que pudesse ser conquistado — ela nasce da graça e aponta diretamente para a obra de Jesus, não para o esforço humano. O que isso revela é simples e profundo: não é sobre o quanto você consegue fazer, mas sobre aquilo que Cristo já fez por você.Assim como quem procura encontra, o coração também se inclina para aquilo que decide enxergar. Quando o foco está na culpa, tudo parece pesar mais. Mas quando o olhar se volta para a graça, a vida começa a ser interpretada a partir da misericórdia, não da condenação.Talvez hoje o convite seja ajustar o olhar. Porque você não é definido pelas suas falhas, mas pela graça que te alcançou. E quando isso se torna verdade dentro de você, até a forma de viver muda de direção.

Invisible College
#413 - Como podemos educar nossos filhos olhando para a lei e para a graça de Deus? c/ Mauro Meister

Invisible College

Play Episode Listen Later Apr 11, 2026 6:02


Quer aprofundar seu conhecimento teológico?Conheça o Loop!Nosso Programa de Formação Personalizada em teologia,com mais de 1000 aulas disponíveis!https://theinvisiblecollege.com.br/loop/

Rádio Novelo Apresenta
Olhando para as estrelas

Rádio Novelo Apresenta

Play Episode Listen Later Mar 19, 2026 60:42


Um alerta: este episódio contém descrições de luto familiar. Diálogos cósmicos de Rita Lee e trocas extraterrestres no Acre. No primeiro ato: um velório e uma viagem para 12 anos antes. Por Bia Guimarães. No segundo ato: discos voadores no céu do Acre, e outras anomalias nacionais. Por Victor Manoel. Membros do Clube da Novelo podem ouvir os episódios do Rádio Novelo Apresenta antecipadamente, além de ter acesso a uma newsletter especial e a eventos com a nossa equipe. Quem assinar o plano anual ganha de brinde uma bolsa da Novelo. Assine em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.radionovelo.com.br/clube⁠⁠⁠ Inscreva-se no canal da Rádio Novelo no YouTube: https://www.youtube.com/@R%C3%A1dioNovelo Siga a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/ A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep171 Palavras-chave: música, funeral, astronomia, filme Noites Alienígenas, Acre, tráfico de drogas Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Convidado
História do “Cinema Português em Revolução” publicada em França

Convidado

Play Episode Listen Later Mar 16, 2026 13:16


O cinema português do pós-25 de Abril também fez a sua revolução política e estética, enquanto retratava o momento histórico que se vivia em Portugal depois de 48 anos de ditadura. O espírito e os bastidores desse “ideal colectivo do cinema português” foi estudado pelo historiador de cinema Mickaël Robert-Gonçalves que agora publica, em França, o livro "Cinéma Portugais en Révolution : 1974-1982". A RFI falou com o autor no lançamento da obra, a 13 de Março, em Paris. Mickaël Robert-Gonçalves começa por contar à RFI que “o livro trata de como a revolução portuguesa foi filmada e como os cineastas organizaram a revolução dentro da instituição do cinema”, mas também aborda “um estudo estético dos filmes” e “uma reflexão” sobre o percurso dos filmes e o seu contacto com o público. O que foi, afinal, este “cinema português em revolução” e o que levou Mickaël Robert-Gonçalves a fazer deste assunto o tema central da sua tese de doutoramento numa universidade francesa? A descoberta do filme Bom Povo Português (1981) de Rui Simões foi o ponto de partida para o investigador, que também se rendeu a Gestos & Fragmentos - Ensaio sobre os Militares e o Poder (1982) de Alberto Seixas Santos. Ambas as obras marcam, para ele, “o fim de um espírito sobre os filmes revolucionários” e “o fim, talvez, do ideal colectivo do cinema português”, o que também explica as datas do título do livro. Mickaël Robert-Gonçalves mergulhou, então, nessa “outra forma de fazer cinema” em Portugal, um cinema radical, na forma e no conteúdo, que abordou temas calados por 48 anos de ditadura e que retratou as lutas do Período Revolucionário em Curso, deixando-se simultaneamente absorver pelo próprio ímpeto revolucionário. A partir de Paris, o historiador lusodescendente agarrou num tema “ainda muito desconhecido” em Portugal e foi pesquisar esse cinema colaborativo que - conta - “questionou o lugar do autor e do poder no cinema” através, nomeadamente, de “uma variedade de cooperativas que tinham um modelo diferente de produção e uma discussão permanente, como era possível num período revolucionário”. Na apresentação da obra, em Paris, Raquel Schefer, professora de cinema na universidade Sorbonne Nouvelle, resumiu o livro como “a mais importante sistematização do cinema revolucionário português até à data”. Oiça a entrevista com Mickaël Robert-Gonçalves neste programa. RFI: Do que fala este livro Cinéma Portugais en Révolution:1974-1982? Mickaël Robert-Gonçalves, Autor do livro Cinéma portugais en révolution : 1974-1982: “Este livro é uma espécie de síntese da minha tese de doutoramento que foi defendida em Paris 3-Sorbonne Nouvelle, em 2018. O livro trata de como a revolução portuguesa foi filmada e de como os cineastas organizaram a revolução dentro da instituição do cinema, na primeira parte. Na segunda parte é mais um livro sobre os filmes e como os filmes foram feitos durante a revolução, um estudo estético dos filmes. E, depois, é uma reflexão sobre o destino dos filmes, como foram projectados, como circularam nos festivais, nas salas de cinema, etc.” Como é que a revolução entrou e se manifestou no cinema português? “É um cinema interessante porque questionou, por exemplo, o lugar do autor, sendo que o cinema português é um cinema de autor, e no período revolucionário foi um cinema colaborativo, um cinema colectivo. Por isso, foi uma das primeiras maneiras de fazer um cinema diferente. Também questionou as questões do poder no cinema porque houve uma tentativa de socialização da produção cinematográfica em Portugal durante a revolução, que durou mais ou menos dois anos, e havia uma variedade de cooperativas que tinham um modelo diferente de produção e foi uma discussão permanente, como era possível num período revolucionário.” Há dois filmes que estruturam o seu livro. Quais são e porquê a escolha destes dois? “O primeiro é ‘Bom Povo Português' de Rui Simões, foi o primeiro filme que descobri sobre a revolução. É um dos filmes mais conhecidos sobre a revolução. Era um filme que sintetizava toda a revolução e, ao mesmo tempo, é um filme também muito poético e havia muitas imagens que eu queria descobrir e foi a minha maneira mais fácil e mais rica de entrar no período revolucionário. Este filme foi terminado no início dos anos 80. O segundo filme é ‘Gestos & Fragmentos - Ensaio sobre os Militares e o Poder' de Alberto Seixas Santos. Este é um filme mais radical, um filme mais intelectual talvez, também foi um filme que foi difícil de acabar para a equipa do filme e só foi finalizado em 1982. Para mim, era já o fim de um período, de um espírito sobre os filmes revolucionários. Era também, talvez, o fim do ideal cooperativo, o ideal colectivo do cinema português. Acabou com ‘Gestos & Fragmentos' e Bom Povo Português'.” Daí a escolha das datas 1974-1982? “Sim, para mim, era uma maneira poética ou filosófica de acabar a revolução com os filmes, não com o processo histórico, porque claro que a revolução acabou antes de 1982, mas houve mais influências e referências da revolução depois do fim da revolução. Então, para mim, era lógico acabar em 1982 com ‘Gestos & Fragmentos'”. Olhando para além de 1982, até que ponto hoje essa vaga revolucionária toca algum cinema português? “É uma questão complicada porque não sei se há mesmo um eco agora nos filmes contemporâneos. Há uma referência, por exemplo, nos filmes do Colectivo Terratreme e, por exemplo, acabei o meu livro com o filme ‘A Fábrica de Nada'. Para mim, no modelo de criação do filme, havia um eco do período revolucionário, mas não sei se é uma ligação voluntária ou se é qualquer coisa que os realizadores conscientizaram quando estavam a fazer este filme, espero que fosse uma espécie de referência e influência. Mas também é preciso conhecer este património cinematográfico dos anos 70 e não sei se isso está a ser ensinado nas escolas de cinema. É um período ainda muito desconhecido.” Quais são os temas que até então não tinham aparecido na história do cinema português e que aparecem nessa altura? “Há muitos, porque neste cinema militante havia muitos problemas que surgiram no período revolucionário, problemas que já existiam durante a ditadura, por exemplo, a questão do aborto, a questão da reforma agrária, a questão da organização dos trabalhadores, várias questões políticas e de sociedade, a questão do direito ao alojamento, a questão do hospital psiquiátrico, por exemplo. Foi um período onde era possível ter todos esse objectos de trabalho e foi um período decisivo.” Qual foi o papel das cooperativas de cineastas? Além de apagarem, entre aspas, o nome do autor, fizeram um trabalho colectivo que, muitas vezes, se associa a uma utopia colectiva e revolucionária… “Sim, mas como uma utopia, também é sempre difícil que isso fique no tempo. Foi uma experiência. Para os realizadores era uma maneira de experimentar, fazer um cinema diferente também e experimentar outras formas de fazer cinema. Depois, a figura do autor voltou em Portugal, então, só foi um período muito curto na história do cinema português.” Além de ser um cinema revolucionário nos temas, com temas que até então não tinham sido abordados, em termos formais, houve também uma radicalização das formas, algo novo? “Sim, houve uma radicalização das formas porque era um cinema que estava influenciado pelas formas de cinema político da Europa: o cinema político francês, o cinema militante que já havia na América Latina, por exemplo. Era possível porque havia uma revolução. Havia também formas de cinema mais antigas e, às vezes, menos valorizadas, porque já havia este tipo de cinema em França, em Itália, na América do Norte, mas não havia este tipo de cinema em Portugal. Então era uma descoberta e também foi uma maneira de experimentar este tipo de cinema em Portugal.” Além destes dois filmes que falou, que outros poderia recomendar às pessoas que querem descobrir este cinema revolucionário português? “Posso recomendar não os filmes, porque é difícil, mas as plataformas onde é possível ver esses filmes, como a RTP Arquivos onde podem encontrar os filmes do programa ‘Nome Mulher' e ‘Ver e Pensar' que é um outro programa. Também a plataforma da Real Ficção de Rui Simões, que é uma sociedade de produção portuguesa, e há uma possibilidade de ver os filmes do Grupo Zero: ‘A Lei da Terra', ‘Gestos & Fragmentos', ‘Assim começa uma cooperativa', por exemplo, e os filmes da Cooperativa VirVer de Rui Simões que estão também na plataforma Real Ficção.” Na apresentação da obra, a historiadora de cinema Raquel Schefer disse que é uma obra que sistematiza e desmistifica a história do cinema revolucionário português, desidealizando a história das cooperativas de cineastas. Houve esse intuito? “Não sei. Acho que isso é a percepção da Raquel [Schefer], mas acho que talvez seja verdade porque talvez seja uma coisa que está ligada com o facto de que eu não vivi em Portugal, nasci aqui em França e tenho uma espécie de um olhar sobre Portugal que é um olhar um pouco estrangeirado sobre a História de Portugal. Então, talvez seja por isso que eu possa olhar para esta história e para estes filmes, talvez, com distância e uma maneira de analisar que permite essa sistematização e esse olhar específico que eu tenho no meu livro.”

Mensagens do Meeting Point
13 A Caminho com Jesus

Mensagens do Meeting Point

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 1:38


Devocional Quaresma Mas tudo isto acontece para que se cumpra o que os profetas dizem na Escritura. Então os discípulos deixaram-no e fugiram todos. Mateus 26:56 De forma repentina, todos os discípulos desapareceram. Eles fugiram para salvar as suas vidas. Olhando para trás, sob a perspectiva do século XXI, é fácil rotular esses discípulos como cobardes ou desertores. Mas será que somos diferentes deles? O que os levou a se separarem? Eles entraram em pânico quando a pressão aumentou e perderam de vista o eterno. O visível e o tangível inundaram-nos de medo. Afinal, não era assim que as coisas deveriam ter acontecido, eles provavelmente raciocinaram. O seu mestre e Senhor, a quem seguiram por três anos, havia prometido um novo reino. A prisão por uma multidão enfurecida não estava no plano. Nós também permitimos que as circunstâncias se tornem excessivamente importantes e que Deus se torne insignificante. Tememos o desconhecido. Tomamos decisões precipitadas em vez de confiar num Deus que é sempre oportuno. A caminho de casa
 O que faço quando me deparo com o desconhecido? Entro em pânico? Ou concentro-me e confio no que sei ser a verdade sobre Deus? Oração
 Pai, peço que troques o meu medo do desconhecido por uma profunda confiança num Deus soberano. Desejo andar mais perto de Ti, para que a fé supere o medo e eu aprenda a andar em paz. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?

Mensagens do Meeting Point
31 criados em Cristo

Mensagens do Meeting Point

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 3:19


devocional Efésios As mulheres obedeçam aos seus maridos como ao Senhor. Pois assim como Cristo é cabeça para a igreja, também o marido o é para a mulher. Cristo é o salvador do corpo, que é a igreja. Ora, assim como a igreja obedece a Cristo, também as mulheres devem obedecer em tudo aos seus maridos. Os maridos devem amar as suas mulheres como também Cristo amou a igreja e deu a sua vida por ela. Fez isto para a santificar e purificar lavando-a com a água da sua palavra. Quis assim preparar a igreja para ser a sua esposa cheia de beleza, sem mancha nem defeito ou coisa semelhante, mas santa e sem pecado. É desse modo que o marido deve amar a sua mulher, como se ela fosse o seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher ama-se a si mesmo. Ora, ninguém despreza o seu próprio corpo. Muito pelo contrário, alimenta-o e rodeia-o de todos os cuidados, assim como Cristo faz com a igreja. E todos nós fazemos parte do seu corpo. Como diz a Sagrada Escritura: O homem deixará o seu pai e a sua mãe para viver com a sua mulher e os dois se tornarão um só corpo. Há aqui um grande mistério. É que isto realiza-se plenamente no amor que Cristo tem pela igreja. Mas deve realizar-se também em vós. Por isso o marido ame a sua mulher como a si mesmo, e a mulher respeite o seu marido. Efésios 5:22-33 É imperativo que o princípio do temor a Deus conduza à sujeição recíproca no seio familiar. Olhando para Cristo, cada cônjuge é desafiado a entregar-se sem reservas ao seu par. Tomando Jesus como referencial, não há que recear qualquer tipo de abuso ou extrapolação de poder. A fidelidade mescla-se de tal maneira com o amor que se torna em chão gracioso para o casamento. A tirania do controlo é rechaçada, privilegiando-se a solicitude. A sensibilidade de Cristo é expressa nos actos de cuidado mútuo. Mulher e homem, nas suas assumidas diferenças, tratando-se com a dignidade que Deus igualmente lhes confere. Amando-se até à exaustão. Dispostos, sob a capa da dignidade, a tudo o que honre o companheiro e engrandeça Deus. Contribuindo em sintonia para o refinamento do parceiro. Um e outro, com as mãos e as mentes entrelaçadas, experienciando a harmonia desenhada por Deus: “E serão dois numa carne.” Renunciando ao egoísmo para dar lugar ao altruísmo, dando, assim, passos intencionais rumo à maturidade. - Jónatas Figueiredo Oramos para que este tempo com Deus te encoraje e inspire. Dá a ti próprio espaço para processar as tuas notas e a tua oração e sai apenas quando te sentires preparado.

Luterana Moema
Deus Conversa Olhando nos Olhos - Mateus 17.1–9

Luterana Moema

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 13:08


Mensagem realizada no dia 15.02.2026Tema:  Deus Conversa Olhando nos OlhosTexto bíblico: Mateus 17.1–9Pregação: Est. José Alfredo Lopes OliveiraLiturgia: Pr. Matheus Schmidt / Estagiário José Alfredo Lopes Oliveira

Homilias - IVE
”Tudo Ele tem feito bem”

Homilias - IVE

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 4:16


Homilia Padre Gilberto Galdino, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 7,31-37Naquele tempo,Jesus saiu de novo da região de Tiro,passou por Sidôniae continuou até o mar da Galileia,atravessando a região da Decápole.Trouxeram então um homem surdo,que falava com dificuldade,e pediram que Jesus lhe impusesse a mão.Jesus afastou-se com o homem, para fora da multidão;em seguida, colocou os dedos nos seus ouvidos,cuspiu e com a saliva tocou a língua dele.Olhando para o céu, suspirou e disse:"Efatá!", que quer dizer: "Abre-te!"Imediatamente seus ouvidos se abriram,sua língua se soltoue ele começou a falar sem dificuldade.Jesus recomendou com insistênciaque não contassem a ninguém.Mas, quanto mais ele recomendava, mais eles divulgavam.Muito impressionados, diziam:"Ele tem feito bem todas as coisas:Aos surdos faz ouvir e aos mudos falar".Palavra da Salvação.

Palavra do Dia
Palavra do dia - Mc 7,31-37 - 13/03/26

Palavra do Dia

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 4:08


Naquele tempo, 31 Jesus saiu de novo da região de Tiro, passou por Sidônia e continuou até o mar da Galileia, atravessando a região da Decápole. 32 Trouxeram então um homem surdo, que falava com dificuldade, e pediram que Jesus lhe impusesse a mão. 33 Jesus afastou-se com o homem, para fora da multidão; em seguida, colocou os dedos nos seus ouvidos, cuspiu e com a saliva tocou a língua dele. 34 Olhando para o céu, suspirou e disse: "Efatá!", que quer dizer: "Abre-te!" 35 Imediatamente seus ouvidos se abriram, sua língua se soltou e ele começou a falar sem dificuldade. 36 Jesus recomendou com insistência que não contassem a ninguém. Mas, quanto mais ele recomendava, mais eles divulgavam. 37 Muito impressionados, diziam: "Ele tem feito bem todas as coisas: Aos surdos faz ouvir e aos mudos falar".

Cognamentos
EP 57 - Autoestima. Se olhando com mais carinho...

Cognamentos

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 49:01


Olá notável ouvinte!Você olha com carinho pra você?Sabe quanto a autoestima pode ajudar na saúde mental?Quer saber mais?Então clica no play e vem com a gente!Vida Longa e Próspera!

Assunto Nosso
Você já é rico, só está olhando a conta errada

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 4:19


Você trocaria os seus dois olhos por cem milhões de reais?Pensa rápido.A resposta é não.Não existe dinheiro no mundo que pague a sua visão.E as suas pernas?Se eu colocar agora uma maleta com um bilhão de reais na sua frente, mas em troca você nunca mais poderá andar… você aceita?Eu duvido.E aqui mora o paradoxo da vida.Tem gente que acorda se sentindo miserável só porque a conta bancária não está como gostaria.Já desperta reclamando, amaldiçoando o dia, a vida, e até Deus.Mas presta atenção na conta certa.Você já tem um patrimônio que dinheiro nenhum compra.Enquanto você respira aí, tem gente milionária agora, numa cama de hospital, entubada, que daria todo o império que construiu só para acordar com a saúde que você teve hoje de manhã.A verdade é simples — e profunda:você já é um multimilionário.Só está focando na moeda errada.Jesus ajustou essa matemática em Mateus quando disse:“A vida vale mais do que o alimento, e o corpo mais do que a roupa.”Mas a gente insiste em focar na roupa…no carro…no saldo…no externo…e esquece que o corpo — ou seja, o milagre da sua existência — vale mais do que tudo isso.Riqueza sem saúde não é prêmio.É esmola.Então para.Respira.Cuida do teu corpo.Cuida da tua mente.Cuida da tua alma.Qual foi a última vez que você agradeceu simplesmente porque o teu coração está batendo…sem você precisar dar uma única ordem pra ele?Isso é riqueza.Isso é graça.Isso é milagre diário.E pensa nisso com carinho:se enquanto você me ouvia aqui na rádio alguém veio à sua mente, isso não foi acaso.Compartilhe essa mensagem!Às vezes, ser rico de verdade é apenas ser o mensageiro certo, na hora certa, na vida de alguém.Sabedoria não é ter tudo.É reconhecer que já se tem o essencial.Pense nisso.

Arauto Repórter UNISC
Você já é rico, só está olhando a conta errada

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 4:19


Você trocaria os seus dois olhos por cem milhões de reais?Pensa rápido.A resposta é não.Não existe dinheiro no mundo que pague a sua visão.E as suas pernas?Se eu colocar agora uma maleta com um bilhão de reais na sua frente, mas em troca você nunca mais poderá andar… você aceita?Eu duvido.E aqui mora o paradoxo da vida.Tem gente que acorda se sentindo miserável só porque a conta bancária não está como gostaria.Já desperta reclamando, amaldiçoando o dia, a vida, e até Deus.Mas presta atenção na conta certa.Você já tem um patrimônio que dinheiro nenhum compra.Enquanto você respira aí, tem gente milionária agora, numa cama de hospital, entubada, que daria todo o império que construiu só para acordar com a saúde que você teve hoje de manhã.A verdade é simples — e profunda:você já é um multimilionário.Só está focando na moeda errada.Jesus ajustou essa matemática em Mateus quando disse:“A vida vale mais do que o alimento, e o corpo mais do que a roupa.”Mas a gente insiste em focar na roupa…no carro…no saldo…no externo…e esquece que o corpo — ou seja, o milagre da sua existência — vale mais do que tudo isso.Riqueza sem saúde não é prêmio.É esmola.Então para.Respira.Cuida do teu corpo.Cuida da tua mente.Cuida da tua alma.Qual foi a última vez que você agradeceu simplesmente porque o teu coração está batendo…sem você precisar dar uma única ordem pra ele?Isso é riqueza.Isso é graça.Isso é milagre diário.E pensa nisso com carinho:se enquanto você me ouvia aqui na rádio alguém veio à sua mente, isso não foi acaso.Compartilhe essa mensagem!Às vezes, ser rico de verdade é apenas ser o mensageiro certo, na hora certa, na vida de alguém.Sabedoria não é ter tudo.É reconhecer que já se tem o essencial.Pense nisso.

Dia a dia com a Palavra
Eu sou pobre e necessitado

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 1:39


É muito interessante como a mesma frase pode ser aplicada de diversas formas diferentes.Ouça o que diz o Salmo 40 no verso 17: "Eu sou pobre e necessitado, porém o Senhor cuida de mim. Tu és o meu amparo e o meu libertador; não te demores, ó Deus meu!"Olhando pela perspectiva financeira, não sou pobre e nem necessitado. Tenho o suficiente. Não sou rico. Não tenho tudo o que quero, mas também não falta nada.Contudo, a expressão vai muito além da perspectiva financeira. Ela fala de uma pobreza e de uma necessidade que estão no cerne da humanidade: a necessidade de Deus.Desconectados e longe de Deus, somos miseráveis em todos os aspectos. Não há nada em nós que possa ser dado a alguém. Toda riqueza que há em nós só pode vir de Deus. Ele é a fonte!Pobreza e necessidade apontam para uma dependência que nunca pode deixar de existir. Logo, mesmo que você não seja pobre ou necessitado financeiramente falando, você é pobre e necessitado espiritualmente falando e não queira deixar de ser assim, porque é justamente essa condição que te leva para perto de Deus.Ser pobre e necessitado é assumir que sem o Senhor você não é nada. E vou lhe dizer uma coisa: não há nada de errado nisso!

Expresso - Expresso da Manhã
Especial ao vivo Podfest 2026 com Teresa Nogueira Pinto: “Se Ventura for Presidente não vai a Angola dizer que João Lourenço deve ser preso”

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 45:34


A direita ou o conjunto das direitas tem no Parlamento uma ampla maioria que serviu para aprovar, por exemplo, a lei da imigração e a lei da nacionalidade, mas ainda não se efectivou na escolha do Provedor de Justiça, na eleição de juízes para o Tribunal Constitucional ou para o Conselho de Estado e mantém-se no “não é não” para uma solução governativa. Olhando para as sondagens, percebemos como é feliz o título mais recente do podcast Comissão Política: “Seguro vai ganhar, mas Ventura já ganhou”. O que vai o líder do Chega fazer com este resultado? Para respondermos a esta pergunta, mas também à necessidade de saber “que direita é esta que sai das presidenciais?”, ao vivo no festival Expresso Podfest, Paulo Baldaia convida os comentadores do Importa-se de Repetir, programa da SIC na quarta-feira à noite, a fundir-se com o Expresso da Manhã. A Ângela Silva e Bernardo Ferrão junta-se Teresa Nogueira Pinto, a ministra da Cultura do governo sombra do Chega, nova comentadora da SIC e colunista do Expresso.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Primeira Igreja Batista da Penha
Decida Ser Fiel - Quando Ninguém Está Olhando

Primeira Igreja Batista da Penha

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 38:55


Segunda mensagem da série "Pense à Frente - 7 Decisões para Transformar seu Futuro" do encontro A PONTE de 11.01.26._____________________________________A PONTE é um encontro BÍBLICO, CONTEMPORÂNEO e ACOLHEDOR que tem como objetivo traduzir a fé para o idioma contemporâneo fazendo A PONTE entre o mundo imutável da Palavra de Deus com o mundo em constante mudança das gerações atuais. A Celebração da Noite da PIB Penha._____________________________________"Ser uma igreja bíblica que faz discípulos de Jesus e os ajuda a crescer na direção de Deus, da igreja e do mundo; transformando pessoas, sociedade e cultura através da proclamação do evangelho de Jesus Cristo" é a identidade da Primeira Igreja Batista da Penha._____________________________________Siga os nossos perfis oficias no Instagram:@pibpenha.sp@aponte.pibpenhaQuer conhecer mais a PIB Penha ou tirar alguma dúvida? Entre em contato através do Fale Conosco do nosso site ou aplicativo._____________________________________

Bispa Cléo Rossafa
Deus está olhando para o nosso coração! | Mudança de Vida Hoje | 30 anos

Bispa Cléo Rossafa

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 29:59


16 DE JANEIRO DE 2026  - SEXTARef.: Isaías 14.12-15, Provérbios 4.23, 1 Samuel 16.7, Atos 13.22

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer
Olhando pelo retrovisor: uma elegia a 2025

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 48:54


Quem terá saudades de 2025? Elegemos, na última emissão do ano, o melhor, o pior e o nem por isso. Trump, o sintomático, dominou o mundo e deu gás aos neo-iliberalismos. Luís Montenegro, num inédito número de equilibrismo político, foi a figueira nacional do ano, agora que o sistema se tornou triangular. O Papa Francisco morreu e subiu ao trono de São Pedro Leão XIV. A chamada diplomacia pela força conseguiu gerar uma ténue esperança no Médio Oriente, calando as armas depois da destruição de Gaza, mas foi incapaz de acabar com a guerra na Ucrânia. Houve deslumbramento e receios de apocalipse perante a revolução tecnológica da inteligência artificial. E ainda não foi este ano que acabaram os jornais em papel, mas já faltou mais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Palavra do Dia
Palavra do dia - Jo 20,2-8 - 27/12/25

Palavra do Dia

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 4:00


No primeiro dia da semana, 2 Maria Madalena saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: "Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram". 3 Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. 4 Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. 5 Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou. 6 Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão 7 e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte. 8 Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou.

Homilias - IVE
”São João, Apóstolo e Evangelista”

Homilias - IVE

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 4:06


Homilia Padre Paulo José, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo João 20,2-8No primeiro dia da semana,Maria Madalena saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava,e lhes disse:"Tiraram o Senhor do túmulo,e não sabemos onde o colocaram".Saíram, então, Pedro e o outro discípuloe foram ao túmulo.Os dois corriam juntos,mas o outro discípulocorreu mais depressa que Pedroe chegou primeiro ao túmulo.Olhando para dentro,viu as faixas de linho no chão,mas não entrou.Chegou também Simão Pedro,que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chãoe o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas,mas enrolado num lugar à parte.Então entrou também o outro discípulo,que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou.Palavra da Salvação.

Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente
EP 247 | SOCIEDADE: A religião em Portugal no pós 25 de abril

Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 44:17


O 25 de Abril não transformou apenas o panorama sociopolítico nacional, também alterou o mapa da fé em Portugal. No último episódio desta temporada, o historiador Paulo Mendes Pinto e o comunicador Hugo van der Ding exploram os efeitos da democracia na consagração da liberdade de crenças e cultos.A dupla analisa o impacto dos movimentos migratórios na diversidade religiosa: do crescimento das comunidades evangélica e muçulmana, resultante dos fluxos migratórios das antigas colónias, aos efeitos da imigração brasileira e do leste europeu, nas décadas de 80 e 90, até aos fenómenos da atualidade.Olhando para o século XXI, o especialista explica ainda como o 11 de Setembro alimentou a islamofobia e radicalizou o discurso político, deixando marcas profundas na perceção pública das diferenças religiosas.Um episódio [IN]Pertinente a não perder sobre fé, democracia e pluralismo.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISTEIXEIRA, Alfredo «Religião na Sociedade Portuguesa» (FFMS, 2019)«Identidades religiosas e dinâmica social na Área Metropolitana de Lisboa» (estudo FFMS)«Lisboa, um laboratório de diversidade religiosa em Portugal» (Da Capa à Contracapa, FFMS) BIOSPaulo Mendes Pinto  Historiador e especialista em História das Religiões, com foco na mitologia antiga e no diálogo entre tradições religiosas. Docente da Universidade Lusófona desde 1998, coordena a área de Ciência das Religiões e é atualmente diretor-geral Académico do Ensino Lusófona – Brasil. Hugo van der Ding Locutor, criativo e desenhador acidental. Criador de personagens digitais de sucesso como a «Criada Malcriada» e «Cavaca a Presidenta», autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, «Vamos Todos Morrer», também escreve para teatro e, atualmente, apresenta o programa «Duas Pessoas a Fazer Televisão», na RTP, com Martim Sousa Tavares. 

Sermões Adventistas
Quando a Sombra Vai Passar? Olhando Para o Que Não Se Vê - Pr. Gilson Brito

Sermões Adventistas

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 66:04


Neste episódio, partimos de 2 Coríntios 4:16–18 para lembrar que tudo o que vemos é passageiro, mas aquilo que não vemos, pela fé, é eterno. A partir da metáfora do eclipse espiritual, somos chamados a tirar os olhos das coisas materiais que “vão queimar” e a fixar o coração em Jesus, o Sol da Justiça, que em breve voltará.Ao longo da mensagem, o sermão caminha por três grandes movimentos:

Sabedoria Judaica em 5 minutos - Divrei Torah Podcast Jewish Torah Wisdom in 5 Minutes

Você sabe uma curiosidade? de que forma a maioria dos peixes são engolidos pelos peixes maiores? O que isso pode nos ensinar? Como devemos pedir a D'S por algo que desejamos muito? Ouça

Expresso - Comissão Política
Presidenciais: será esta a sondagem definitiva?

Expresso - Comissão Política

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 41:26


O inquérito publicado pelo Expresso e SIC reduziu a três os candidatos com hipóteses fortes de ir à segunda volta e acentuou as pressões para desistências, à esquerda e à direita. Olhando para os números, identificamos os duelos decisivos que faltam. Virão a tempo? Esta Comissão Política conta com comentários de Eunice Lourenço, João Pedro Henriques e Vítor Matos, tendo moderação de David Dinis. A sonoplastia é de Salomé Rita e Tomás Delfim, ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Leandro B. Peixoto
Olhando para o que é duradouro

Leandro B. Peixoto

Play Episode Listen Later Nov 9, 2025 58:05


Em Salmo 119.33–40, o Pr. Leandro Peixoto nos conduz a uma reflexão profunda sobre a direção do olhar e o poder transformador da graça. A mensagem mostra que somos moldados por aquilo que contemplamos — e que apenas quando olhamos para Cristo e sua Palavra encontramos propósito, pureza e perseverança para viver. O sermão ensina que a verdadeira mudança não nasce da força de vontade, mas da ação graciosa de Deus que inclina o coração, ilumina a mente e guia os passos no caminho dos seus mandamentos. Davi reconhece sua limitação e ora: “Faze-me andar em teus mandamentos, pois neles tenho prazer.” Assim, aprendemos que a vida cristã é sustentada por um olhar fixo no eterno — e não nas vaidades passageiras deste mundo. Uma pregação expositiva fundamentada na teologia reformada, que revela como a graça de Deus nos ensina a pensar, desejar, andar e ver segundo o que é duradouro — Cristo, a Palavra viva e eterna.

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir

Por Pr. L. Roberto Silvado. | https://bbcst.net/B9402M

frente olhando roberto silvado
Professor HOC
GENOCÍDIO NA FAIXA DE GAZA?

Professor HOC

Play Episode Listen Later Sep 23, 2025 116:31


Tenho certeza que você já deve ter cruzado com a acusação de que Israel comete genocídio na Faixa de Gaza. Essa é uma afirmação que além de grave, carrega um peso político e diversas implicações jurídicas. Mas será que genocídio é o termo correto para descrever a desgraça que acontece em Gaza?Olhando para a história, para outros conflitos e para a legislação que define o que é um genocídio vou tentar responder essa pergunta no vídeo de hoje!

Investir com SIM
Por que investir olhando gráfico não faz sentido? - Live 335 (08/09/25) - Visão do Estrategista

Investir com SIM

Play Episode Listen Later Sep 12, 2025 10:03


Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 335 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/4VtgK2d__eE

DioCast - The Open Way of Thinking
Xbox Portátil chegou! SteamDeck já era?

DioCast - The Open Way of Thinking

Play Episode Listen Later Jun 12, 2025 45:35


Neste Diocast vamos conversar sobre como o mercado de consoles portáteis está vivendo um momento de ebulição, e o lançamento do **Lenovo Legion Go S** é um marco inegável nessa trajetória. Este dispositivo, que agora está oficialmente disponível, faz história ao ser o primeiro equipamento de parceiros a vir pré-instalado com o SteamOS da Valve.E com isso, abre as portas para uma enxurrada de especulações e possibilidades sobre futuros consoles embarcados com o SteamOS.Por muito tempo, o cenário dos consoles portáteis parecia confinado a um nicho de entusiastas. No entanto, o sucesso do SteamDeck da Valve reacendeu o interesse do público em geral por esse formato de jogatina, provando que há um vasto mercado sedento por experiências de alta qualidade.A decisão da Valve de permitir que parceiros como a Lenovo ofereçam hardware com o SteamOS levanta uma questão intrigante: seria essa uma estratégia para manter o mercado aquecido e satisfeito enquanto a empresa desenvolve e aprimora um potencial Steam Deck 2? Ter mais opções oficiais de hardware pode, de fato, beneficiar os consumidores, oferecendo maior variedade e concorrência, o que geralmente se traduz em inovações e preços mais competitivos.Com o crescente entusiasmo em torno do SteamOS, muitos se perguntam quais sistemas operacionais baseados em Linux são as melhores opções para quem busca um equilíbrio entre produtividade e jogos. Enquanto o SteamOS é otimizado para a experiência gamer, outras distribuições Linux podem oferecer um ambiente mais flexível para tarefas do dia a dia, sem abrir mão da capacidade de rodar uma variada biblioteca de jogos.E por falar em novidades que pegaram o mercado de surpresa, não podemos deixar de mencionar o ROG Xbox Ally X. Fruto de uma parceria entre a ASUS e a Microsoft, que rapidamente virou assunto principal em diversos canais de tecnologia. Com lançamento previsto para o final do ano, ainda precisaremos aguardar para saber detalhes de como é este novo "Windows Gamer" que foi embarcado no console.Olhando para o futuro, as expectativas para o mercado de consoles portáteis são altíssimas. Veremos mais empresas tentando morder uma fatia desse bolo? Quais inovações em termos de hardware e software surgirão? O que você espera desse emocionante futuro para os jogos portáteis?--https://diolinux.com.br/podcast/xbox-portatil-x-steamdeck.html

Conversas à quinta - Observador
A Vida em Revolução. Artur Santos Silva e a ruptura com Sá Carneiro em 1974: “A saída do PPD foi um mau momento, uma coisa de muitos impulsos” — parte II

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Jun 9, 2025 53:11


Os insultos no Bolhão a Otelo e Corvacho. A insólita reunião do Conselho de Ministros antes do cerco ao Parlamento. A conspiração entre Soares, Zenha e Sá Carneiro sobre a greve do Governo. Os 220 processos de saneamento em bancos e seguradoras. O afastamento do PPD e o pedido de demissão do Governo. Segunda parte da conversa com Artur Santos Silva: “Olhando para trás, não fiz nada que me tenha repugnado. Nada.”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Igreja Mananciais
Olhando para Jesus | Pra. Aline Carvalho

Igreja Mananciais

Play Episode Listen Later Jun 8, 2025 58:34


Relatos do Além
Receios do Além – EP #42 – Olhando para mim

Relatos do Além

Play Episode Listen Later Jun 2, 2025 16:40


Meu Podcast “Receios Obscuros”https://open.spotify.com/show/61iI2EJNyMeu Apoia.sehttps://apoia.se/receiosobscurospodcastEnvio de relatos portexto: ⁠receiosdoalem@gmail.com

Mídia e Marketing – UOL
SXSW: 'Uma janela sobre o presente, olhando para o futuro', com José Saad Neto, head de insights da GoAd Media e Andréa Janer, CEO da Oxygen

Mídia e Marketing – UOL

Play Episode Listen Later Mar 31, 2025 54:32


Solidão e saúde social foram as palavras mais ouvidas do SXSW deste ano. Mas quais foram os outros debates que nortearam o evento? O conceito de 'inteligência viva'? O sucesso do podcasts? A fadiga digital? Neste episódio especial do programa Mídia e Marketing, Andréa Janer, CEO da Oxygen, e José Saad Neto, head de insights da GoAd Media, falam sobre outras tendências da edição deste ano do evento, considerado o principal encontro de inovação e economia criativa do mundo.

Devocionais Pão Diário
Devocional Pão Diário | Permissão Para Descansar

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Mar 22, 2025 2:26


Leitura Bíblica Do Dia: Gênesis 1:31–2:2 Plano De Leitura Anual: Josué 10–12; Lucas 1:39-56 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Minha amiga Susy e eu sentamo-nos na praia para ver o mar. Olhando as ondas batendo nas rochas uma após a outra, Susy disse: “Amo o oceano. Ele continua se movendo, assim eu não preciso me movimentar!”. Não é interessante como alguns de nós achamos que precisamos de “permissão” para pausar nosso trabalho para descansar? É exatamente isso o que nosso bom Deus nos concede! Durante seis dias, Ele fez existir a Terra, criando luz, solo, vegetação, animais e seres humanos. Depois, no sétimo dia, Ele descansou (GÊNESIS 1:31–2:2). Nos Dez Mandamentos, Deus listou Suas regras para uma vida saudável e que o honrasse (ÊXODO 20:3-17), incluindo o mandamento de guardar o sábado como um dia de descanso (vv.8-11). No Novo Testamento, vemos Jesus curar todos os doentes da cidade (MARCOS 1:29-34) e, então, no início da manhã seguinte ir a um lugar solitário para orar (v.35). Propositalmente, nosso Deus trabalhou e descansou. O ritmo da provisão de Deus em ação e Seu convite para descansar reverbera ao nosso redor. O plantio da primavera produz crescimento no verão, colheita no outono e descanso no inverno. Manhã, meio-dia, tarde e noite. Deus ordena a nossa vida tanto para o trabalho quanto para o descanso, oferecendo-nos permissão para fazer as duas coisas. Por: Elisa Morgan

Colunistas Eldorado Estadão
Eliane: "PIB perdeu fôlego no fim do ano e entra 2025 com tendência de queda"

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Mar 7, 2025 25:31


A economia brasileira colheu um bom crescimento no ano passado, mas deu sinais de desaceleração no quarto trimestre. Em 2024, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 3,4%, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 7. No quarto trimestre, a economia brasileira avançou 0,2% na comparação com os três meses anteriores, num claro sinal de perda de fôlego. No período de julho a setembro, o País cresceu 0,7%. "Olhando o panorama de 2024, que foi um ano muito atribulado, o PIB pode ser considerado muito bom. A previsão era muito aquém do resultado; houve um final feliz do que era muito ruim. Aconteceu uma inversão tradicional. Nos anos de recessão do governo Dilma, a queda na Indústria era o que abalava o PIB e quem segurava para não ser ainda pior era a Agricultura - e nesse ano ocorreu o contrário. Isso, também, por fatores externos, como a questão climática - que não depende de política ou gestão de governo. O lado ruim é que o PIB perdeu fôlego no fim do ano, o que significa entrar em 2025 com tendência de queda", afirma Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Eliane Cantanhêde responde
"PIB perdeu fôlego no fim do ano e entra 2025 com tendência de queda"

Eliane Cantanhêde responde

Play Episode Listen Later Mar 7, 2025 25:31


A economia brasileira colheu um bom crescimento no ano passado, mas deu sinais de desaceleração no quarto trimestre. Em 2024, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 3,4%, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 7. No quarto trimestre, a economia brasileira avançou 0,2% na comparação com os três meses anteriores, num claro sinal de perda de fôlego. No período de julho a setembro, o País cresceu 0,7%. "Olhando o panorama de 2024, que foi um ano muito atribulado, o PIB pode ser considerado muito bom. A previsão era muito aquém do resultado; houve um final feliz do que era muito ruim. Aconteceu uma inversão tradicional. Nos anos de recessão do governo Dilma, a queda na Indústria era o que abalava o PIB e quem segurava para não ser ainda pior era a Agricultura - e nesse ano ocorreu o contrário. Isso, também, por fatores externos, como a questão climática - que não depende de política ou gestão de governo. O lado ruim é que o PIB perdeu fôlego no fim do ano, o que significa entrar em 2025 com tendência de queda", afirma Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Histórias para ouvir lavando louça
A médica que ensina a morrer com dignidade

Histórias para ouvir lavando louça

Play Episode Listen Later Mar 6, 2025 11:27


Desde pequena, Ana Claudia Quintana Arantes  @acqa  sabia que queria ser médica. Mas crescer em uma família com dificuldades financeiras fazia esse sonho parecer distante. Ainda assim, ela insistiu e conseguiu entrar na USP, um passo que parecia impossível, mas que abriu o caminho para tudo o que viria depois.Foi na faculdade que começou a perceber algo que a maioria dos colegas evitava: a morte. O assunto era tratado como um fracasso, um erro da medicina, algo a ser contornado a qualquer custo. Mas para Ana, essa negação não fazia sentido. Quanto mais ela estudava, mais entendia que a morte não era o oposto da vida, mas parte dela. E foi assim que encontrou sua verdadeira vocação nos cuidados paliativos.Ela começou a trabalhar com pacientes em fase terminal e percebeu algo fundamental. Não era só sobre aliviar dores físicas. Era sobre acolher, ouvir, permitir que as pessoas vivessem seus últimos dias com dignidade. Ana descobriu que a maior parte do sofrimento vinha do medo, do silêncio ao redor do tema, da solidão de não poder falar sobre o próprio fim.Enquanto a maioria dos médicos olhava para a morte como um inimigo, Ana a via como parte do processo. Falava sobre isso com naturalidade, escrevia, dava palestras. Queria quebrar o tabu, ensinar que a morte não precisava ser um momento de desespero, mas sim de significado.A experiência com os pacientes trouxe reflexões profundas sobre a vida. Sobre como gastamos tempo demais preocupados com coisas que não importam e tempo de menos vivendo de verdade. Sobre como postergamos conversas difíceis, como temos medo de dizer “eu te amo” ou pedir perdão. Ela via isso todos os dias, e isso mudou como escolheu viver.Olhando para trás, Ana Claudia não tem dúvidas: escolheu a medicina para salvar vidas, mas aprendeu que, às vezes, salvar alguém significa apenas garantir que seu fim seja tratado com respeito e humanidade.O livro "Cuidar até o fim" da Ana Claudia Quintana Arantes, publicado pela  @EditoraSextanteTV , você pode comprar aqui pelo link: https://amzn.to/3ENHubq.

Diego Menin
CONTINUE OLHANDO MESMO QUE NÃO VEJA NADA

Diego Menin

Play Episode Listen Later Oct 22, 2024 42:38


Me siga nas redes sociais: Facebook: Diego Menin Instagram: @diegonmenin Youtube: Diego Menin Twitter: @diegonmenin Site: www.diegomenin.com

ORVALHO.COM
Luciano Subirá - QUEM É VOCÊ QUANDO NINGUÉM ESTÁ OLHANDO? | FD#89

ORVALHO.COM

Play Episode Listen Later Sep 25, 2024 30:24


Receba nossos conteúdos por e-mail: https://bit.ly/3HZLj9B Todos os episódios já gravados do FUNDAMENTOS DOUTRINÁRIOS estão disponíveis em: https://bit.ly/cursofundamentosdoutrinarios Orvalho.com é um ministério de ensino bíblico ao corpo de Cristo. Escute, reflita e compartilhe!

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir
Olhando para Filemom [Carta a Filemon]

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir

Play Episode Listen Later Aug 4, 2024 56:57


Por Pr. Humberto Chagas. https://bbcst.net/R8982N | Filemon

carta olhando filemon humberto chagas
Palavra Amiga do Bispo Macedo
Quando menino, eu era vítima de todo embaraço de menino... - Meditação Matinal 14/06/24

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Jun 14, 2024 24:21


"Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino." I Coríntios 13:11 "Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, Olhando para Jesus, Autor e Consumador da fé, o qual, pelo gozo que LHE estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-SE à destra do Trono de Deus." Hebreus 12:1-2

Palavra Amiga do Bispo Macedo
O segredo da fé que pensa, pesa e age de acordo com a Palavra de Deus - Meditação Matinal 12/06/24

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Jun 12, 2024 33:12


"Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, Olhando para Jesus, Autor e Consumador da fé, O Qual, pelo gozo que LHE estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do Trono de Deus." Hebreus 12:1-2 "E respondeu-lhe Pedro, e disse: Senhor, se és Tu, manda-me ir ter Contigo por cima das águas. E ELE disse: Vem. E Pedro, descendo do barco, andou sobre as águas para ir ter com Jesus. Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me!" Mateus 14:28-30