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Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Paulo Zulu e Marco Villela (o “Gigante”), duas lendas vivas do Jiu‑Jitsu com trajetórias que atravessam décadas, continentes e gerações. Trazendo memórias dos anos 90, do Rio e Brasília, passando pela capoeira, Muay Thai e por uma vida dedicada a ensinar; com histórias de tatame, surfe, hospitalidade e o papel do professor que levou o Jiu‑Jitsu para além do Brasil.Juntos, eles dialogam sobre técnica, didática, espiritualidade e o legado humano que o esporte constrói.Temas centrais do episódio:- Raízes e memórias: como Brasília, os anos 90 e a transição entre capoeira, Muay Thai e Jiu‑Jitsu moldaram trajetórias.- Conexão surfe + Jiu‑Jitsu: espiritualidade e comunidade.- Ensino com propósito: didática no tatame, sequência, posição e a diferença entre “rolar” e ensinar.- Experiência internacional: desafios e aprendizados de dar aula na Austrália, Vietnã e Nova Zelândia.- Valores que importam: respeito, gratidão, disciplina e a missão de preservar a história da arte.- Jiu‑Jitsu como treino para a vida: controle emocional, autoestima, coragem e sobrevivência diante de problemas reais.- Laços que duram: amizade verdadeira, reencontros e a família que treina junto.Este episódio é um encontro entre gerações, uma conversa íntima e prática para professores, praticantes e quem busca entender como o Jiu‑Jitsu transforma corpo, mente e relações.
Culto de Ensino | 11-06-2026
Sobre o recurso pedagógico, intitulado "Matemática com Vida", explora as diversas interseções entre a Inteligência Artificial e o ensino da matemática na atualidade. Publicada pela Universidade de Aveiro em 2026, a obra compila investigações e workshops que analisam tanto os benefícios da personalização da aprendizagem como os riscos da dependência cognitiva. Os autores defendem que a IA generativa deve atuar como um complemento estratégico, fortalecendo o pensamento crítico e a capacidade de resolução de problemas dos alunos. O texto sublinha o papel insubstituível do professor na mediação ética e técnica destas ferramentas digitais no contexto escolar. Adicionalmente, são apresentadas experiências práticas que utilizam realidade aumentada e outras tecnologias para tornar o conhecimento matemático mais dinâmico e interdisciplinar. Em suma, o livro promove uma visão humanista que utiliza a inovação tecnológica para enriquecer o desenvolvimento intelectual e a agência epistémica dos estudantes.
Acusam sindicatos e docentes. Na internet já está disponível uma petição pública.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Boletim da ALMG - Edição nº 6442
Culto de Ensino | 04-06-2026
O videocast Voz em Foco, produção voltada à conscientização sobre saúde vocal e qualidade de vida no trabalho, propõe uma imersão em temas ligados ao uso profissional da voz, reunindo especialistas, experiências práticas e debates acessíveis sobre prevenção vocal, tecnologia e educação. Com uma abordagem leve e informativa, a série busca aproximar o público das discussões sobre o Distúrbio de Voz Relacionado ao Trabalho (DVRT), além de destacar a importância do cuidado com a voz no cotidiano profissional.Ficha Técnica:Apresentação: Dafnny Menezes e Christina PraçaProdução: Caio Nuto, Eduardo Mendes, Isabela Fortaleza, Luana Gonzaga, Lucas Moreira e Rafaela Barbosa.Edição: Regis RamosEquipe Técnica: André Souza, Ermesson Ferreira, Leandro Pozo, Marcelo Falcão, Priscilla Souza e Ricardo VenturaCoordenação Técnica: Hélio VianaProfessora Orientadora: Ana Paula FariasSecretária Executiva: Tamires AndradeDireção TVU: Max EluardDireção de Comunicação, Marketing e Comercial: Ana QuezadoReitor: Randal Martins PompeuEmissora: TV Unifor - Universidade de FortalezaTransmissão: Canal UniforCast - Spotify, Deezer, entre outros.
Debate da Super Manhã: Ondas de calor mais intensas, chuvas extremas, secas prolongadas e eventos climáticos cada vez mais frequentes. As mudanças climáticas geram prejuízos ambientais, sociais e financeiros, influenciando diretamente o cotidiano das pessoas e exigindo ações coletivas e individuais para a construção de um futuro mais resiliente e sustentável. No debate desta segunda-feira (01), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com nossos convidados sobre a crise climática no Brasil e no mundo, os principais desastres naturais, a urgência da preservação ambiental e da ação governamental, além dos eventos climáticos extremos e suas consequências sociais. Participam o Participam o doutor em Geografia e professor de Climatologia do Curso de Mestrado em Ensino de Ciências Ambientais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Lucivânio Jatobá; o geógrafo, professor do Programa de Pós-Graduação em Geografia do Departamento de Ciências Geográficas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Osvaldo Girão; e a pesquisadora de Gestão Ambiental e professora da pós-graduação em Engenharia Ambiental da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Soraya El-Deir.
Negociações começam agora, com os sindicatos, para a revisão do estatuto do Ensino de Português no Estrangeiro. Conselheiros das comunidades lamentam não terem sido ouvidos. Vinhos portugueses promovidos em Los Angeles.See omnystudio.com/listener for privacy information.
COMO MANTER-SE FIRME EM UM MUNDO QUE DESMORONA | Judas 17–23Vivemos em tempos de confusão, relativismo e afastamento da verdade. Diante disso, como um cristão pode permanecer firme na fé?Nesta mensagem expositiva na carta de Judas, somos ensinados a permanecer firmes em meio à apostasia crescente. Judas nos direciona a olhar para a Palavra, fortalecer nossa vida espiritual e agir com misericórdia diante daqueles que estão sendo influenciados pelo erro.A resposta bíblica não é medo nem isolamento, mas firmeza na verdade, dependência do Espírito e compromisso com o resgate de vidas.---Nesta mensagem você aprenderá:✔️ A importância de lembrar das advertências apostólicas✔️ Como se manter no amor de Deus através das disciplinas espirituais✔️ Como agir com discernimento e misericórdia diante dos que estão em dúvida ou caindo---
Culto de Ensino | 28-05-2026
O projeto junta quase 70 músicos portugueses na Suíça, apresentam-se em concerto em Zurique, a 1 de junho. Sindicatos de professores frustrados com proposta do governo para Ensino no Estrangeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A rede do Instituto Camões para o Ensino de Português no Estrangeiro está a alargar-se e há negociações em curso para mais. O navio-escola Sagres está em Nova Iorque e vai abrir ao público.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Produzido pela Universidade de Fortaleza (Unifor), o Cobogó, videocast parceiro do Núcleo de Podcast da TV Unifor, irá mergulhar profundamente no mundo da arquitetura, explorando não apenas os aspectos técnicos e estéticos, mas também a influência cultural e social da disciplina, com bate-papo envolvente, sempre com convidados para enriquecer o debate. Ficha Técnica:Produção: Beatriz Barros, Caio Nuto, Clara de Assis, Fellipe Ferreira, Isabela Fortaleza, João Pedro Moreira, Luana Gonzaga, Lucas Moreira, Matheus Pinheiro, Rafaela Barbosa e Wivyna SantosCoordenação Técnica: Hélio VianaProfessora Orientadora: Ana Paula FariasSecretária Executiva: Tamires AndradeDireção TVU: Max EluardDireção de Comunicação, Marketing e Comercial: Ana QuezadoReitor: Randal Martins PompeuEmissora: TV Unifor - Universidade de FortalezaTransmissão: Canal UniforCast - Spotify, Deezer, entre outros.
Nesta segunda parte da conversa, a cientista e professora catedrática Maria do Carmo Fonseca reflete sobre as razões do atraso económico do país e que estratégias deveriam ser tomadas para travar a fuga de cérebros. A investigadora dá o exemplo da China como um caso de sucesso, pela sua aposta na Ciência, e considera que o sistema de ensino precisa de uma revolução, para que os alunos sejam mais estimulados. “Temo que o ensino atual se limite a avaliar conhecimento adquirido e não desenvolva o espírito crítico.” Depois recorda a infância, a adolescência no 25 de Abril, conta como encontrou a sua ‘alma gémea’, e o que deseja para o futuro. No final, lê um poema da cientista Maria de Sousa, revela algumas das músicas que a acompanham e deixa sugestões culturais. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
O uso de jogos na educação por muito tempo tem sido objeto de estudos e aplicação em muitas instituições de ensino seja no fundamental, médio e até mesmo no ensino superior. Neste episódio vamos partir do caso do professor Wesley Bernardo, que viralizou ao usar Assassin's Creed Syndicate em uma aula sobre Revolução Industrial — e acabou sendo impedido pela Diretoria de Ensino da sua região.Mas vamos muito além do caso: exploramos como jogos podem transformar o aprendizado, quais títulos já são usados em sala de aula, por que ainda existe resistência institucional e o que precisa mudar para que a inovação seja bem‑vinda.Apresentação:
Culto de Ensino | 21-05-2026
Quais são as profissões mais ameaçadas pela inteligência artificial? E de que forma a IA pode transformar o ensino? Bernardo Caldas e Hugo van der Ding analisam os sinais da automação no mercado de trabalho e na educação das gerações futuras.Nos últimos três anos, as vagas para juniores em áreas mais expostas à IA caíram 30% a 40%, à medida que tarefas repetitivas, analíticas e administrativas são substituídas por algoritmos. Mas estarão apenas os empregos menos qualificados em risco?Neste episódio, o especialista em IA e o comunicador observam que também as profissões altamente especializadas estão ameaçadas – a começar, ironicamente, pelos engenheiros tecnológicos, mas atingindo, igualmente, advogados, consultores e médicos, sobretudo em especialidades de diagnóstico.Mas nem tudo são más notícias: numa época em que o desemprego se mantém em níveis historicamente baixos, a IA também pode ter impactos positivos na educação, ao democratizar o acesso à informação entre diferentes estratos sociais.A dupla discute ainda os desafios e oportunidades desta revolução — e porque é que o pensamento crítico, uma visão integrada do mundo e a «motivação intrínseca» serão competências decisivas no futuro.Para acompanhar a velocidade das transformações em curso, não perca este episódio do [IN]Pertinente.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISBASTANI et al., «Generative AI without guardrails can harm learning: Evidence from high school mathematics», (PNAS 122(26), 2025)BRYNJOLFSSON, CHANDAR & CHEN, «Canaries in the Coal Mine?» (Stanford Digital Economy Lab, 2025)DELL'ACQUA, MOLLICK et al., «Navigating the Jagged Technological Frontier» (Harvard/BCG, 2023)KESTIN et al., «AI tutoring outperforms in-class active learning: an RCT», (Scientific Reports, 2025)DE SIMONE et al., «From Chalkboards to Chatbots: Evaluating the Impact of Generative AI on Learning Outcomes in Nigeria», (World Bank WPS 11125, 2025)ACEMOGLU, Autor & JOHNSON, «The Direction of AI», (NBER WP 34854, 2026)GARICANO-RAYO, «AI and the Expertise Leverage Ratio», (CEPR DP 20634, 9/9, 2025)LEE et al. (Microsoft + CMU), «The Impact of Generative AI on Critical Thinking», (CHI 2025)CAPLAN, «The Case Against Education» (Princeton UP, 2018)BJORK & BJORK, «Making things hard on yourself, but in a good way», (Gernsbacher et al., Psychology and the Real World, 2011)RYAN & DECI, «Self-Determination Theory», (American Psychologist, 2000)RISKO & GILBERT, «Cognitive offloading», (Trends in Cognitive Sciences, 2016)MOLLICK & MOLLICK, «Assigning AI: Seven Approaches for Students, with Prompts», (SSRN 4475995, 2023)BIOSBernardo CaldasEspecialista em inteligência artificial e cofundador da associação «Data Science for Social Good Portugal», uma associação que desenvolve projetos de ciência de dados e inteligência artificial com impacto social positivo.Hugo van der Ding Locutor, criativo e desenhador acidental. Criador de personagens digitais de sucesso como a «Criada Malcriada» e «Cavaca a Presidenta», autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, «Vamos Todos Morrer», também escreve para teatro e, atualmente, apresenta o programa «Duas Pessoas a Fazer Televisão», na RTP, com Martim Sousa Tavares.
Neste episódio, Marina e Matheus se juntam com a professora Dani para discutir como se faz ensino de matemática. Venha com a gente discutir por que separar exatas de humanas é uma armadilha (que ainda pega muita gente), como podemos sonhar em novas possibilidades de ensino de matemática mais inspiradores a todes! Ajude o Pirula […]
Tirar um curso superior gera ganhos salariais significativos, mas implica custos para as famílias acima da média europeia num quadro de fraco investimento público, revela o novo policy paper da Fundação.Para refletir sobre os resultados, juntam-se à conversa Luís Catela Nunes, autor e coordenador do estudo «Ensino superior e emprego jovem em Portugal», e Luís Loures, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos. O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
Governo e sindicatos começam, no final do mês, a negociar a revisão do estatuto jurídico do Ensino de Português no Estrangeiro. Faltam professores de português no Canadá.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Da primária ao doutoramento com 19 valores, Catarina, 30 anos, foi sempre a melhor: “Vejo-me a ensinar. É quando vou explicar, vou contar. E sempre como se fosse a primeira vez.”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Da primária ao doutoramento com 19 valores, Catarina, 30 anos, foi sempre a melhor: “Vejo-me a ensinar. É quando vou explicar, vou contar. E sempre como se fosse a primeira vez.”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Da primária ao doutoramento com 19 valores, Catarina, 30 anos, foi sempre a melhor: “Vejo-me a ensinar. É quando vou explicar, vou contar. E sempre como se fosse a primeira vez.”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Da primária ao doutoramento com 19 valores, Catarina, 30 anos, foi sempre a melhor: “Vejo-me a ensinar. É quando vou explicar, vou contar. E sempre como se fosse a primeira vez.”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Culto de Ensino |14-05-2026
Iniciativa da Coordenação do Ensino de Português nos países do Benelux, quer que alunos entendam as caracteristicas do português nos países onde vivem. Governo admite teste ao voto digital.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ministro do Ensino Superior da França, Philippe Baptiste, anunciou em 20 de abril que o aumento das taxas de matrícula para estudantes internacionais de fora da União Europeia, decretado em 2018, deverá ser efetivamente aplicado pelas universidades. A medida gera preocupação entre estudantes brasileiros na França, que sentem que deixaram de ser "bem-vindos" no país. Ana Carolina Peliz, da RFI em Paris A decisão integra o plano Choose France for Higher Education (Escolha a França para o Ensino Superior), do Ministério do Ensino Superior e da Pesquisa. Embora tenha sido instituída há oito anos, a política provocou forte reação de associações estudantis e reitores contra a medida. Em resposta, muitas instituições criaram mecanismos de isenção que poupavam os alunos estrangeiros das taxas. Agora, apesar da autonomia das universidades, o governo pressiona para que o preço diferenciado para estrangeiros seja aplicado já na matrícula para o ano letivo de 2026–2027, com início em setembro. Segundo o ministério, um decreto obrigará as universidades a adotar a medida, sem detalhar prazos. Apenas 10% dos estudantes poderão ser isentos, em situações específicas, como aqueles oriundos de países em grave dificuldade. Pela regra, alunos de fora da União Europeia terão que pagar € 2.895 (cerca de R$ 16 mil) para cursos de graduação, contra € 180 atualmente, e € 3.941 (aproximadamente R$ 21.700) em nível de mestrado, contra os € 250 atuais. Os estudantes franceses e europeus continuarão pagando os valores mais baixos, enquanto o doutorado não sofreu aumento. “Isso representa apenas 30% do custo real da formação”, afirma Baptiste, destacando que os valores ainda são inferiores aos praticados em destinos como Estados Unidos e Reino Unido. O governo sustenta que a medida visa reforçar a atratividade da França como polo de ensino e pesquisa, além de melhorar o acolhimento de estudantes estrangeiros. A justificativa, no entanto, não convence Matheus Morandini, presidente da Associação de Estudantes e Pesquisadores Brasileiros na França (Apeb-Fr). “É contraditório com a própria política de atrair mais brasileiros para o país”, diz, referindo-se ao compromisso firmado em 2024 durante visita de Lula à França. Na ocasião, o presidente brasileiro e Emmanuel Macron estabeleceram a meta de elevar o número de estudantes brasileiros de cerca de 5 mil para 8 mil até 2026. Dados da Campus France indicam, porém, uma queda de 1% em cinco anos, entre 2019 e 2024. Para Morandini, o aumento das taxas caminha na direção oposta. “É uma espécie de convite para não vir. Não condiz com a política de promoção do ensino superior francês no Brasil”, afirma. Ele também aponta outras medidas que desestimulam a permanência de estrangeiros, como o fim do auxílio-moradia para estudantes de fora da UE, restrito agora a bolsistas. “A impressão é de que essas pessoas deixaram de ser bem-vindas”, diz. Faculdades sob pressão financeira A justificativa apresentada pelas universidades difere da versão oficial do governo. “Alguns alunos contribuirão mais para o financiamento da universidade no próximo ano. Por razões orçamentárias, somos obrigados a aumentar essas taxas”, afirma Christine Neau-Leduc, presidente da Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne, em dezembro. “Os valores são definidos por decreto de 2019. Não temos autonomia sobre isso”, acrescenta. Em resposta à RFI, a instituição citou sua deterioração financeira. “Há anos sofremos os efeitos de decisões do Estado que foram apenas parcialmente compensadas”. Diante do déficit, a universidade recebeu da autoridade regional a tarefa de implementar um plano de economia de € 13 milhões até o fim do ano. A situação da prestigiosa universidade não é isolada. Diversas instituições enfrentam dificuldades semelhantes, o que ajuda a explicar o recuo em relação a um princípio histórico do ensino francês: a gratuidade para todos. Diferentemente de países como Estados Unidos, Reino Unido e Canadá, esse sempre foi um dos pilares do sistema universitário na França. Desde o início do ano, dirigentes universitários vêm alertando para a crise orçamentária. Segundo relatos, cerca de três quartos das instituições operam no vermelho. Embora o orçamento para 2026 preveja um acréscimo de € 175 milhões, o montante é considerado insuficiente para compensar a inflação, de acordo com a Federação de Educação, Pesquisa e Cultura, ligada à CGT. “As universidades estão à beira do colapso”, conta à RFI a professora e pesquisadora em Ciências Política da Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne. “Cortamos 90% dos investimentos; já não compramos livros”. Ainda assim, ela critica a medida: “Essa diferenciação por origem é inaceitável. Esses estudantes terão as mesmas condições de ensino que outros que pagam poucas dezenas de euros”, opina. A proposta do governo é controversa e, segundo entidades estudantis, pode agravar ainda mais a situação financeira dos alunos estrangeiros. Incerteza entre estudantes Muitas universidades ainda não confirmaram se aplicarão integralmente a medida ou se manterão isenções, o que aumenta a incerteza entre os estudantes. “Perguntei se serei afetada, mas ainda não tive resposta”, relata Alice Machado, que deve iniciar uma graduação em psicopedagogia em Paris, um curso realizado pela Escola de Formação em Psicopedagogia, em parceria com a Universidade de Nanterre. “Estou muito preocupada”, completa. A estudante explica que, após mudar de tipo de visto, ficou impedida de trabalhar por meses. “Vou ter que me reorganizar e talvez buscar um emprego de verão para conseguir pagar a universidade. Mas posso trabalhar no máximo 20 horas semanais, e isso não é suficiente”. Segundo ela, o dinheiro que pretendia usar para visitar a família no Brasil deverá ser destinado à matrícula. Ela ressalta que o custo é elevado para muitas famílias. “Vou ficar em uma situação bem apertada. Não é qualquer família que pode disponibilizar € 2 mil ou mais para estudar fora”, declara. Caio Dério, mestrando em Desenvolvimento e Ação Humanitária Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne, vive situação semelhante. Ele foi surpreendido pela decisão da universidade no meio do curso. “Fiquei muito preocupado, mas, após pressão dos estudantes, a cobrança não foi aplicada para quem já estava inscrito”, conta. “Quem entrou em 2025 poderá concluir pagando as taxas anteriores" segundo ele, que sublinha que a decisão só foi revertida após mobilização. Ele lamenta que não foi alertado sobre um possível aumento quando se inscreveu na universidade. “Planejei tudo com base nos valores informados. Deixei meu emprego no Brasil, usei minhas economias e organizei minha mudança contando com esses custos”. Caso a cobrança fosse mantida, Caio não teria condições de permanecer e teria que abandonar o curso. Na avaliação do aluno, a medida pode empurrar estudantes para empregos e formações fora de suas áreas. Ele questiona ainda a lógica da política. “Parece que a qualidade do estudante está sendo associada ao quanto ele pode pagar. Isso não faz sentido. O governo acaba fechando portas para pessoas talentosas”, aponta. Morandini, da Apeb-Fr, também relata a importância das isenções. Ele chegou à França em 2021 e só conseguiu estudar graças a esse mecanismo. “Eu não teria vindo se tivesse que pagar esses valores”. Para ele, o cenário indica uma mudança de orientação. “O governo caminha para uma política que precariza estudantes estrangeiros de fora da União Europeia, especialmente os estudantes de países do Sul Global e com menor poder econômico”, conclui.
Sindicatos dos professores de português no estrangeiro pedem ao governo desbloqueio da reforma do Ensino de Português no Estrangeiro. Deputados portugueses participam na procissão de N. Sra de Fátima em Wiltz, Luxemburgo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Fernando Nery, colunista do Estadão, professor de economia do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), analisa a Economia interna, às 3ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conselheiros das Comunidades Portuguesas estranham ainda não terem sido ouvidos pelo governo sobre a reforma no Ensino de Português no Estrangeiro. Capitão da equipa de futsal do Marítimo de Caracas é lusodescendente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Culto de Ensino | 07-05-2026
Neste episódio do Conversa Paralela, Lara Brenner e Arthur Morisson recebem as especialistas Simone Benedetti e Mariane Assis para um debate profundo e necessário sobre a atual situação da educação no Brasil. As convidadas explicam como a adoção de premissas socioconstrutivistas e a influência das ideias de Paulo Freire transformaram a alfabetização em um processo de "anti-ensino". O programa aborda as falhas do método global, a importância das habilidades preditoras e como o cérebro humano realmente processa a leitura através do método fônico. Entenda por que crianças em escolas particulares de elite e na rede pública estão chegando ao Ensino Fundamental II com lacunas graves de aprendizado e por que o Brasil vive uma "epidemia de dislexia". Uma conversa essencial para pais, professores e todos os interessados em resgatar a qualidade do ensino brasileiro.
Dando sequência à Caravana 3D na região de Ribeirão Preto, o Governo de São Paulo entregou o novo bloco pedagógico da Faculdade de Tecnologia do Estado (Fatec) Jaboticabal – Nilo de Stéfani. Implantada em 2008, a Fatec Jaboticabal atende atualmente 558 alunos.
Na segunda parte da conversa, a artista multidisciplinar Grada Kilomba reflete sobre como a violência e a desumanização se banalizam quando surgem novas crises e guerras, ao mesmo tempo que surgem novas forças de solidariedade. Grada nomeia Bell Hooks e Angela Davis, como vozes negras que a inspiram. A artista recorda depois o que a levou a deixar a academia, e a deixar de dar aulas em duas universidades de Berlim, para se afirmar apenas artista e como as suas obras levam outras comunidades aos museus. Grada afirma que o amor, assim como a arte, são atos políticos e de resistência e alerta para o facto de que os corpos femininos negros são ainda alvo dos maiores silenciamentos e violências. No final, lê um pequeno excerto do seu livro “Memórias da Plantação”, partilha algumas das músicas que a acompanham e fala do seu regresso a Portugal, depois de duas décadas a viver em Berlim. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Fernando Nery, colunista do Estadão, professor de economia do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), analisa a Economia interna, às 3ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O Opinião desta sexta-feira (17) vai discutir o que significa incluir na prática, quais caminhos já têm funcionado e o que ainda precisa mudar para que a diversidade deixe de ser um problema e passe a ser parte da aprendizagem. No centro do debate, a ideia de que uma escola inclusiva é melhor para todos, não apenas para quem tem deficiência. Para falar sobre o assunto, recebemos Rodrigo Hübner Mendes, diretor do Instituto Rodrigo Mendes, a psicóloga e supervisora do programa de atenção ao transtorno do espectro autista da faculdade de medicina da Unicamp, Camila Canguçu, que também é mãe de um adolescente autista, e a educadora Talita Delfino, coordenadora pedagógica da Rede Municipal de Ensino de São Paulo.
Pedro Fernando Nery, colunista do Estadão, professor de economia do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), analisa a Economia interna, às 3ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Fernando Nery, colunista do Estadão, professor de economia do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), analisa a Economia interna, às 3ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Altos funcionários da AGT condenados a penas entre 3 e 9 anos de prisão por esquema de fraude fiscal; defesa recorre para a Relação de Luanda. Leis dos média aprovadas em Moçambique geram nervosismo no setor, que pede cautela e análise mais aprofundada. A decisão da CAF de retirar o título ao Senegal continua a gerar polémica. Ouvimos Zainadine Júnior.
Moçambique aprova novas leis da comunicação social sob polémica: críticos apontam restrições aos órgãos internacionais. A Guiné-Bissau registou a maior queda no índice da Freedom House após golpe militar de 2025. Para compreender melhor o impacto ouvimos Bubacar Turé, presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos.
Ex-ministro moçambicano, Manuel Chang, deve ser deportado em breve para o seu país. O MP já garantiu que não volta a julgá-lo pelos mesmos crimes, explicou um jurista, admitindo uma exceção. Sem BI, sem morte? Angola exige bilhete de identidade para registar mortes em cemitérios e levanta risco de exclusão.
Pedro Fernando Nery, colunista do Estadão, professor de economia do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), analisa a Economia interna, às 3ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lutz veste Insider
Pedro Fernando Nery, colunista do Estadão, professor de economia do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), analisa a Economia interna, às 3ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Professores de Cabinda em greve para exigir pagamentos de subsídios. Tigray, no norte da Etiópia, na eminência de um novo conflito. Os Estados Unidos da América e as suas intervenções em nome da democracia.
Pedro Fernando Nery, colunista do Estadão, professor de economia do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), analisa a Economia interna, às 3ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje temos Juliano Costa, que vem lá da periferia de Maceió para se transformar num executivo com mais de 20 anos de experiência em gestão estratégica de operações, com forte atuação em redes de ensino, produtos educacionais e transformação digital. Especialista em reestruturação, expansão e inovação, liderou equipes de alta performance e implantou soluções pedagógicas e plataformas digitais. Nos últimos anos, atua como consultor para grandes grupos educacionais, como Cultura Inglesa, Maple Bear e Grupo Positivo. Também é docente de História, Filosofia e Sociologia no Grupo SEB e no Colégio Contato Maceió.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje temos Juliano Costa, que vem lá da periferia de Maceió para se transformar num executivo com mais de 20 anos de experiência em gestão estratégica de operações, com forte atuação em redes de ensino, produtos educacionais e transformação digital. Especialista em reestruturação, expansão e inovação, liderou equipes de alta performance e implantou soluções pedagógicas e plataformas digitais. Nos últimos anos, atua como consultor para grandes grupos educacionais, como Cultura Inglesa, Maple Bear e Grupo Positivo. Também é docente de História, Filosofia e Sociologia no Grupo SEB e no Colégio Contato Maceió.See omnystudio.com/listener for privacy information.