Podcasts about tenho

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Ocupa o Teu Lugar
episódio 73 - arrependi-me de lançar o Journal Club, o que vai acontecer ao Siddhi

Ocupa o Teu Lugar

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 32:12


Este episódio não estava no meu bingo card há uma semana, mas sabes quando acontece algo tão forte que sentes que não podes ignorar? Foi o que me aconteceu. Tenho mais perguntas do que respostas neste momento. Neste episódio vulnerável partilho contigo um pouco do processo e dos meus próximos passos profissionais. Obrigada por estares aqui!Acede aos bundles dos nossos workshops aqui:https://app.notion.com/p/Siddhi-37cd28ed411080348f3ee65d9e0652e4Alguma dúvida escreve-nos para info@siddhi.pt Com amor, Jasmim

Terapia no dia a dia
Ilha, onda ou âncora: como você aprendeu a buscar segurança no amor?

Terapia no dia a dia

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 78:50


Virando a Chave - O podcast que impulsiona a comunidade de corretores
EP 83 | Liderando no Comercial: Cultura de Resultados na Prática

Virando a Chave - O podcast que impulsiona a comunidade de corretores

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 46:17


Uma cultura de resultados não nasce por acaso. Ela é construída com disciplina, resiliência e a coragem de eliminar as "muletas" que travam o crescimento. Para quem busca o topo no mercado imobiliário, o desafio é transformar a ambição em estratégia e a execução em hábito.Neste episódio, Thiago Ely https://www.instagram.com/othiagoely/ recebe Viviane Sieiro https://www.instagram.com/vivianesieiro/, Diretora Comercial e de Crédito Imobiliário na MRV, para discutir como construir times de alta performance, os desafios da transição do corretor para a liderança e as estratégias reais para manter a consistência em um mercado competitivo.Acesse o podcast na sua plataforma de áudio preferida: https://www.mrveco.com.br/virando-a-chaveVenha ser um corretor de imóveis MRV: https://mrv.vc/querovender-vac00:00 Introdução 01:35 Trajetória da Viviane Sieiro 03:37 Se preparando para viver o sonho 06:32 Como ser resiliente entre altos e baixos 08:45 Venda é sorte? Desvendando mitos em torno da venda 10:41 Como orientar seus liderados? 13:48 Tenho o time certo? 17:08 Como eliminar as muletas 20:12 Rotatividade: O que faz um líder permanecer? 22:57 Dificuldades do corretor se tornar líder 26:36 Como equilibrar tamanho e qualidade da equipe para melhores resultados 30:16 Como impulsionar a ambição? 33:39 Diferenças entre líder de equipe própria e líder de parceiros 37:59 Diferentes perfis, diferentes estratégias 40:11 Como se organizar para ser eficiente 43:15 Bate-bola jogo rápido com Viviane Sieiro 45:37 Encerramento#VirandoaChavePodcast #podcastdaMRV #podcastparacorretor #corretordeimóveis #ThiagoEly #VivianeSieiro #CulturaDeResultados #LiderançaDeVendas #GestãoImobiliária

Cardio da Vida
Tenho um Pacemaker ou CDI: e agora?

Cardio da Vida

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 33:00


Em que situações uma pessoa pode precisar de um destes dispositivos? ⁠O que muda na vida depois de colocar um pacemaker ou um CDI? Depois da recuperação, que atividades pode a pessoa retomar? Neste episódio, os cardiologistas José Ferreira Santos e Hélder Dores convidaram Diogo Cavaco, também cardiologista, para falar e esclarecer todas as questões relacionadas com o tema.​​Ouça já o episódio e se tiver mais alguma questão, escreva nos comentários!

Doca ASMR
Eu tenho 50min para te fazer dormir *ASMR sem falas*

Doca ASMR

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 51:34


ASMR Personalizado pelo email:docaasmr@gmail.com----------Se quiser conhecer mais do meu trabalho, se inscreva no meu canal: https://www.youtube.com/@eudocaasmr----------Me siga no instagram também: @eu.doca---------Doca ASMR no TikToK:https://www.tiktok.com/@docaasmr / docaasmr ---------- Contribua com meu trabalhado, me ajudando e me incentivando:> picpay @doqinha> pix: docaasmr@gmail.comBom soninho :)

Reportagem Observador
Seguro: "Tenho conseguido equilibrar o sistema político"

Reportagem Observador

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 1:40


Seguro chegou aos Açores para as celebrações do 10 de junho no dia em que completa 3 meses em Belém. Tentou afastar polémicas à volta da utilização da Base das Lajes pelos Estados Unidos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Dama de Ouros
Ep. 168 - Escolhendo a reforma antecipada, tenho na mesma direito a pensão da SS?

Dama de Ouros

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 13:53


Boas notícias: basta ter descontado 15 anos para ter sempre direito a qualquer coisinha! Valores para 2026: - 15 a 20 anos de descontos: 357,80€ - 21 a 30 anos de descontos: 394,82€ - 31 anos ou mais de descontos: 493,52€ Para quem não está na jornada FIRE, o valor da pensão é um graande problema. Para nós, será um bombom :) ⁠⁠Descobre o teu tipo de FIRE ideal em 5 mins⁠⁠ Links úteis Pontos de venda do livro: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠FIRE com obrigações⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Todos os pontos de venda do livro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ "Conquista a tua liberdade financeira" Novas partilhas em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@damadeouros.pt⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠www.damadeouros.com⁠⁠ Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Inteligência para a sua vida
#1532: COMI, MAS AINDA TENHO FOME

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 11:41


Muitos buscam em coisas passageiras o que somente Deus pode oferecer.Dinheiro, conquistas, relacionamentos e sonhos têm o seu valor, mas nenhum deles foi criado para ocupar o lugar de Deus.Enquanto Ele for apenas um meio para alcançar algo, o vazio continuará existindo.Quando Deus deixa de ser um recurso e passa a ser o seu tesouro, a alma encontra o que procurava.Assista ao vídeo e descubra por que tantas pessoas continuam com fome, mesmo depois de conquistar tudo.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.

Devocional Diário
Como você tem reagido à adversidade?

Devocional Diário

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 2:22


“Feliz é aquele que nas aflições continua fiel! Porque, depois de sair aprovado dessas aflições, receberá como prêmio a vida que Deus promete aos que o amam.” Tiago 1:12 NTLH Como você tem reagido à adversidade?As maiores descobertas e criações da humanidade foram feitas em tempos de crise, pelo principal motivo de sair da inércia e ter uma causa para se lutar.O que seria das asas da borboleta, sem passar pelo esforço de abrir o casulo?O que seria do voo do filhote da águia, se sua mãe não o incomodasse o jogando de um penhasco para que ele busque seu instinto de sobrevivência e independência?Estaríamos nós em uma evolução constante, sem passar pelo desconforto da aflição?O Senhor quer em nós voos altos, pela superação de ter conquistado a aprovação em tempos difíceis, pois a maior conquista está dentro de nós.“Tenho para mim que os sofrimentos da vida presente não têm valor em comparação com a glória que há de ser revelada em nós.” Romanos 8:18 Que o Espírito Santo de Deus venha nos dar toda força necessária para lutarmos e enxergamos o valor da superação.Pensamento do dia:Qual é a melhor forma de você crescer em sua vida?Oração: Senhor, nos ajude a superar os obstáculos da vida, tendo a ciência de que estes nos tornarão melhores do que somos, permaneça conosco para que tenhamos a força que precisamos.Em nome de Jesus, Amém !Que você tenha um dia abençoado !Por Ubiratan Paggio#DevocionaisDiários #DeusFalaComigo #PerseverarComFé#OMelhorEstaPorVir#EuVencerei#ubiratanpaggio@ubiratan.paggio@ubiratanpaggio

Alta Definição
Ana Arrebentinha: “Tenho um amor enorme pela vida, mas fui engolida por uma tristeza muito profunda”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 56:45


A humorista Ana Arrebentinha é a convidada de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. A comediante natural de Amareleja, é conhecida pelo seu humor genuíno e sotaque alentejano inconfundível. Recorda com saudade uma infância de grande liberdade, entre o monte, os animais e as apanhas de azeitona e melão com a família. “Fui uma criança muito feliz. Era a menina do meu pai”, afirma. Ana fala sobre as raízes que moldaram o seu caráter e de como o trabalho digno dos seus pais lhe ensinou os valores que ainda hoje a guiam. O sonho de ser humorista parecia distante. Com 17 anos enviou um e-mail ousado para o programa Boa Tarde, da SIC: “Olá, eu sou a Ana e sei mais de 100 anedotas. Possivelmente vai ser mais um e-mail que vão eliminar, mas gostava muito de ir ao vosso programa.” Na primeira vez que entrou no estúdio de televisão percebeu que era aquilo que queria fazer para o “resto da vida.” A humorista reflete ainda sobre a perda do pai e o luto que nunca chegou a fazer, por se ter focado na sua mãe, que sofreu de uma doença grave. “Quando se perde um pai, perde-se a muralha que te protege. Há menos um lugar à mesa, fica um vazio”, explica. A comediante aborda também a sua sexualidade, que assumiu publicamente de forma natural, e sobre como o humor a salvou nos momentos mais difíceis da sua vida. “Cada vez que faço um espetáculo, salva-me.” Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 6 de junho. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Irritações
Competição masculina, fotografias no iPhone, falar do Cristiano Ronaldo e o Metro de Lisboa

Expresso - Irritações

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 59:14


No novo episódio de ‘Irritações’, Luís Pedro Nunes descreve um estudo que aponta que a “competição masculina” está a aumentar: “Os homens chegam a competir sobre a qualidade do sono. (...) Tenho um colega que, nos treinos, faz sempre mais duas repetições do que eu porque não resiste em querer ganhar. Um treino”. Luana do Bem surge irritada com o armazenamento dos iPhones e com a dificuldade em encontrar fotografias, com José de Pina a apontar o dedo às sucessivas falhas no Metro de Lisboa. Já Inês Rogeiro não consegue esconder a sua irritação com o tema Cristiano Ronaldo: “Não entendo as pessoas que gostam de se afirmar ao falar mal do CR7. É só porque sim?”. Com moderação de Pedro Boucherie Mendes, o Irritações foi emitido a 5 de junho, na SIC Radical. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IASee omnystudio.com/listener for privacy information.

PontoCom
PontoCom: João Cotrim de Figueiredo – “Não tenho dúvidas nenhumas que seria mais feliz a ser Primeiro-Ministro” 

PontoCom

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026


Depois de ter alcançado o terceiro lugar nas eleições presidenciais de 2026, João Cotrim de Figueiredo continua a marcar presença no debate político nacional. Conhecido pelo seu estilo direto e descontraído, defende ideias ligadas à redução de impostos, menos burocracia e maior liberdade económica. O eurodeputado e antigo líder da IL lançou, entretanto, o Movimento “2031 – Portugal em Frente” e conquistou o espaço de comentário “Visto Assim”, logo após a corrida às presidenciais. Vem conhecer o percurso que João Cotrim de Figueiredo tem traçado para um dia poder ser Primeiro-Ministro. Entrevista conduzida por Catarina Fernandes e Matilde Quaresma, no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da Licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.

Reportagem
Roland-Garros: nova geração projeta ciclo promissor para o tênis brasileiro

Reportagem

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 7:11


Com o torneio de Roland-Garros chegando ao fim, o desempenho do carioca João Fonseca, que alcançou as quartas de final, trouxe entusiasmo aos torcedores brasileiros. Mas não foi apenas no circuito profissional que o país chamou atenção em Paris. A participação consistente das novas gerações, nas categorias juvenis, indica um cenário promissor para o tênis nacional nos próximos anos. Maria Paula Carvalho, de Roland-Garros A avaliação é compartilhada por um nome experiente do circuito. O duplista Marcelo Demoliner, que chegou às quartas de final nesta edição do torneio, vê um momento especialmente positivo para o tênis no Brasil. “Eu acho que o tênis brasileiro está vivendo um momento maravilhoso, tanto no profissional, como isso também faz com que a nova geração acredite mais nela, vendo que os profissionais estão chegando”, disse em entrevista à RFI. "O contato que temos com eles é importante para passar experiência e confiança de que eles também podem chegar. A gente vai ter aí uns dez anos de um bom ciclo no tênis brasileiro”, aposta. Nas arquibancadas, o entusiasmo também é evidente. A torcedora Gabriela Costa destacou o nível apresentado pelos jovens atletas. “É muito impressionante. O nível dos juniores já é impressionante de ver. A próxima geração está vindo forte, inspirada pelo João”, disse. Os resultados confirmam essa impressão. Jovens tenistas brasileiros acumulam vitórias importantes em simples e duplas, evidenciando a força da base e a renovação do esporte. Entre os destaques, o goiano Luis Guto Miguel, de 17 anos e número 4 do mundo no ranking juvenil, alcançou a semifinal, ao vencer, na quinta-feira (4), o austríaco Thilo Behrmann por dois sets a um, com parciais de 6/4, 1/6 e 6/3.  Já Leonardo Storck França avançou após derrotar o americano Jack Kennedy com um tie break nas quartas de final por 6/3 e 7/6 (7-1). O percurso até esse nível é resultado de anos de trabalho. Eduardo Frick, CEO da Rio Tennis Academy, onde Leonardo treina, detalha essa trajetória. “O Leonardo está conosco desde os 13 anos. Ele chegou de Cuiabá e mora na academia. É um trabalho de quase três anos e meio. Ele conquistou a vaga ao vencer o Roland-Garros Junior Series, um projeto de parceria entre a Federação Francesa de Tênis e a Federação Sul-Americana”, explica. Frick também destaca características técnicas do atleta: “Ele tem um diferencial que eu gosto muito, que é a esquerda com uma mão. Hoje em dia isso é raro. Mas ele precisa transformar isso em vantagem. É um menino com um jogo bonito, com muita garra e evolução mental.” Victoria Barros, um talento em ascensão  Outro nome que chamou atenção foi o da jovem Victoria Luiza Barros. A brasileira se classificou para a semifinal nesta quinta-feira, após uma virada sobre a sul-coreana Ha Num Lee, com parciais de 2/6, 6/1 e 6/4 — resultado superior ao desempenho de 2025, quando parou na terceira rodada. A tenista destaca a importância da consistência no processo. “Eu sou muito focada no dia a dia, em cada momento na quadra, em cada bola. Venho de bons jogos e de um bom processo. Claro que trabalho para chegar ao profissional, mas é passo a passo. Fico feliz com o reconhecimento, confio em mim, mas preciso seguir no meu ritmo”, disse à RFI. Essa confiança, sobretudo o talento, chamou a atenção de quem acompanha de perto o tênis feminino latino-americano. Após a carreira como jogadora, Claudia Van der Weck consolidou-se como treinadora internacional, atuando especialmente na formação de atletas e no circuito juvenil. Depois de trabalhar com nomes de destaque do tênis brasileiro, como a gaúcha Miriam D'Agostini, ela afirmou à RFI que viu algo diferente na jovem Vitória. “Eu fiquei em estado de choque. Assisti ao jogo e não podia acreditar no que estava vendo. Porque eu conheço três ou quatro gerações de brasileiras, incluindo a Maria Esther Bueno, mas nunca vi um talento como Victoria Barros. Além de ter todos os golpes, ela tem uma direita muito forte, talvez como a Sabalenka, quando ela acelera e imprime muita potência”, afirma. "Eu vi isso na Barros e fiquei em choque. Depois vi o saque e fiquei apaixonada, pois é tecnicamente perfeito. Vi algo que não via há muito tempo: ela desfruta do jogo. Eu vi uma quantidade de coisas que, em 15 anos, eu não via em uma juvenil no mundo. Ela é um diamante”, compara. Mesmo aqueles que não avançaram no torneio mantêm a ambição. O brasiliense Pedro Chabalgoity, 18 anos, sonha com o futuro. “Quero voltar aqui. Tenho o sonho de ganhar esse torneio, mas é pensar no passo a passo. Pensar muito no futuro traz ansiedade”, diz. O contato direto com o circuito profissional também tem impacto importante na formação dos jovens. Nauhany Vitória Leme da Silva, a Naná, 16 anos, destacou a inspiração ao conviver com atletas de elite. “Fico muito feliz de estar aqui com os profissionais. Ontem a Bia Haddad Maia estava assistindo ao meu jogo. É uma referência. Ver como elas treinam, como se comportam, isso é muito importante”, afirma. Transição promissora A edição de 2026 de Roland-Garros já entrou para a história do tênis brasileiro. Até o momento, é o Grand Slam com maior número de vitórias do país: 35 ao todo, superando as 26 registradas no US Open de 2014. O desempenho coletivo reforça a percepção de que o Brasil atravessa uma fase de transição promissora, com uma nova geração capaz de sustentar resultados no médio prazo e ampliar a presença do país no cenário internacional.

Som a Pino Entrevista
Lenine: 'Eu tenho a sorte de ter outras paixões tão fulminantes quanto a música'

Som a Pino Entrevista

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 39:15


Roberta Martinelli conversa com Lenine sobre criação, caminhos e escolhas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Saúde do Fígado
Esteatose, semaglutida, tirzepatida e nutrição: o que tudo isso tem a ver com a saúde do fígado?

Saúde do Fígado

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 41:00


Hoje temos um vídeo especial sobre nutrição e esteatose hepática, conhecida popularmente como “gordura no fígado”, com foco em um tema que tem gerado muitas dúvidas: a alimentação de pacientes que estão em uso de semaglutida e tirzepatida.Apesar de muita gente conhecer essas medicações como “canetas emagrecedoras”, um termo que não gostamos tanto assim, é importante lembrar que o acompanhamento adequado faz toda a diferença, especialmente quando existe esteatose hepática ou outros fatores metabólicos associados.A conversa foi realizada junto com a nutricionista Dra. Sabrina Fernandes e trouxe informações práticas para o dia a dia de quem tem gordura no fígado, está utilizando essas medicações ou conhece alguém que esteja nesse processo.Compartilhecom quem precisa entender melhor esse assunto

Saia Justa
Disponibilidade emocional x solidão/ O que será que eu tenho?/ Intimidade demais

Saia Justa

Play Episode Listen Later May 28, 2026 64:46


Ana Suy conversa sobre disponibilidade emocional, rotular o sofrimento e excesso de intimidade entre os casais.

Fabio Audioblog's Life - Podcast do Fabio
26 de Maio de 2026 - Tenho Libido. Só Não Estou à Procura de Diversão!

Fabio Audioblog's Life - Podcast do Fabio

Play Episode Listen Later May 27, 2026 51:36


Pr. Paulo Borges Jr.
TENHO DESEJADO ARDENTEMENTE | RESPONDER ACRE - PAULO BORGES JR

Pr. Paulo Borges Jr.

Play Episode Listen Later May 26, 2026 13:58


O Responder é um encontro presencial para toda a família Mesa Preparada, um tempo de comunhão, escuta e formação espiritual à mesa.Se você faz parte dessa família, este é o nosso convite para nos encontrarmos pessoalmente. Em diferentes cidades do Brasil, nos reunimos para compartilhar vida, fé e relacionamento de uma forma que só acontece quando estamos juntos.Neste vídeo você acompanha tudo o que vivemos nessa edição especial do Responder. Que esse registro te inspire e fortaleça até o nosso próximo encontro.

PURA CONNECTION
Treinei Jiu-Jitsu 40 anos e tenho 60: os segredos para envelhecer com força e saúde | Vinicio Antony no Pura Connection Podcast

PURA CONNECTION

Play Episode Listen Later May 25, 2026 142:54


Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Vinicio Antony, mestre de artes marciais, educador físico, treinador veterano e autor, para uma conversa sem filtros sobre Jiu-Jitsu, pedagogia marcial, longevidade, saúde metabólica e a responsabilidade dos instrutores na formação humana.Vinicio Antony é uma referência histórica nas artes marciais no Brasil: décadas de prática em Jiu-Jitsu, Karatê e Muay Thai; experiência competitiva; fundador de associações com pedagogia estruturada; autor e palestrante internacional. Com mais de 40 anos de treino, formação de instrutores pelo mundo e uma visão que mistura tradição marcial com ciência prática. Vinicio traz relatos autobiográficos, histórias de dojo, e um compromisso claro com valores como honra, disciplina, coragem e ensino de caráter.O que você vai ouvir neste episódio:- Origem e propósito das artes marciais: do Bujutsu/Bushi ao Bushido, transformação de técnica de guerra em arte formadora de caráter.- Valores marciais aplicados à vida: coragem, lealdade, disciplina, responsabilidade parental e o papel do professor como orientador e não salvador.- Saúde, performance e longevidade: experiência pessoal de colesterol extremamente alto (1.028 mg/dL), uso e efeitos adversos de estatinas; questionamentos sobre narrativa médica dominante; importância do ambiente metabólico, sono, massa muscular e alimentação.- Nutrição e práticas experimentais: defesa de alimentação baseada em comida real (ênfase em proteína e gordura), experiências com dieta cetogênica/carnívora, hidratação com sal, e individualidade biológica.- Uso consciente de hormonioterapia e anabolizantes: relatos de ciclos, gestão de efeitos e responsabilização pessoal.- Lançamento do livro: “Seu colesterol que se foda — Tudo aquilo que o teu médico nunca vai te dizer” (disponível em plataformas), um chamado à experimentação consciente e ao cuidado integral do corpo humano.

Palavra do Dia
Palavra do dia - Jo 19,25-34 - 25/05/26

Palavra do Dia

Play Episode Listen Later May 25, 2026 4:04


Naquele tempo, 25 perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26 Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: “Mulher, este é o teu filho”. 27 Depois disse ao discípulo: “Esta é a tua mãe”. Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. 28 Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse: “Tenho sede”. 29 Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 30 Ele tomou o vinagre e disse: “Tudo está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. 31 Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. 32 Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. 33 Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34 mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.

Homilias - IVE
”Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja”

Homilias - IVE

Play Episode Listen Later May 25, 2026 5:30


Homilia Padre Thiago Maia, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo João 19,25-34Naquele tempo,perto da cruz de Jesus, estavam de péa sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena.Jesus, ao ver sua mãee, ao lado dela, o discípulo que ele amava,disse à mãe: “Mulher, este é o teu filho”.Depois disse ao discípulo: “Esta é a tua mãe”. Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo.Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse: “Tenho sede”.Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus.Ele tomou o vinagree disse: “Tudo está consumado”.E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz.Os soldados forame quebraram as pernas de um e depois do outroque foram crucificados com Jesus.Ao se aproximarem de Jesus,e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas;mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.Palavra da Salvação.

Vozes de Cristo
Devocional #121 – Não tenho tempo

Vozes de Cristo

Play Episode Listen Later May 23, 2026 5:11


A voz do Faraó em nossas vidas A expressão “voz do Faraó em nossas vidas” nos ajuda a entender como a falta de tempo, o peso do trabalho e as preocupações constantes podem nos afastar de Deus sem que percebamos.Este texto é para quem ama ao Senhor, mas sente que [...]

Voz de Cama
Tenho medo de nova traição

Voz de Cama

Play Episode Listen Later May 21, 2026 5:41


Uma ouvinte foi traída no passado e sente-se hiper vigilante com receio de que se repita nesta nova relação.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Primeira Igreja Batista da Penha
Se Deus é Bom, Por Quê? | Por que ainda tenho dúvidas?

Primeira Igreja Batista da Penha

Play Episode Listen Later May 18, 2026 34:44


#aponte #pibpenha #cultocontemporâneo #adoraçãopibpenha #cultoaovivo #mensagensbíblicasTema da Mensagem: Por que ainda tenho dúvidas?Texto bíblico base: Marcos 9.14–29Pr. Eliezer VictorUma mensagem da série "Se Deus é Bom, Por Quê?" do encontro A PONTE de 17.05.26._____________________________________A PONTE é um encontro BÍBLICO, CONTEMPORÂNEO e ACOLHEDOR que tem como objetivo traduzir a fé para o idioma contemporâneo fazendo A PONTE entre o mundo imutável da Palavra de Deus com o mundo em constante mudança das gerações atuais. A Celebração da Noite da PIB Penha._____________''Ser uma igreja bíblica que faz discípulos de Jesus e os ajuda a crescer na direção de Deus, da igreja e do mundo; transformando pessoas, sociedade e cultura através da proclamação do evangelho de Jesus Cristo'' é a identidade da Primeira Igreja Batista da Penha._____________Siga os nossos perfis oficias no Instagram:@pibpenha.sp@aponte.pibpenhaQuer conhecer mais a PIB Penha ou tirar alguma dúvida? Entre em contato através do Fale Conosco do nosso site ou aplicativo._____________

Terapia no dia a dia
MinutoTERAPIAnoDIAaDIA#81- Sobre ser tulipa num jardim de rosas

Terapia no dia a dia

Play Episode Listen Later May 18, 2026 4:53


Convidado
Cinema angolano à procura de um lugar ao sol no Festival de Cannes

Convidado

Play Episode Listen Later May 16, 2026 15:39


O cineasta Mawete Paciência e o produtor e actor Kayaya Júnior integraram uma delegação privada angolana ao Festival de cinema de Cannes. Eles estiveram nos estúdios da RFI para comentar os resultados da sua visita ao certame do sul da França e para abordar a produção angolana da sétima arte. O actor e produtor Kayaya Júnior e o cineasta Mawete Paciência comentaram com a RFI os resultados dos respectivos encontros no Festival de cinema de Cannes. Mawete Paciência começa por admitir que se trata da sua primeira vez neste prestigioso certame de cinema. Mawete Paciência: É a minha primeira vez. Cannes é uma terra de estreias, não é?   Epa! É uma terra... É aquela coisa do tipo "Queria muito poder chegar cá nesta terra, queria muito poder conhecer esta cidade, queria muito poder estar cá nesta altura deste evento". Então são muitos anos à espera por uma oportunidade de trabalhar para podermos cá chegar. No entanto, está a ser muito bom para mim, está a ser maravilhoso. Enfim, todos os dias que saímos para as ruas temos estado a colher, a ver coisas diferentes, a perceber a dimensão deste evento, como ela movimenta a cidade em si. Então está a ser uma experiência magnífica mesmo !   Mas foi necessário prepará-lo. Isto foi longo, custoso, demorado também. Mas lá chegaram. Qual era o propósito mesmo de vir até cá? Kayaya Júnior:   Olha, o propósito da verdade é simples é a vontade de profissionais ligados ao sector do cinema, do audiovisual, em querer descobrir caminhos, em querer perceber como é que as coisas funcionam, como é que as dinâmicas funcionam para nós podermos, quem sabe, num futuro próximo, termos uma presença mais consolidada aqui no Festival de Cannes. O Festival de Cannes está a fazer 79 anos, 79 edições. São muitos anos de experiência. E nós sentimos que também temos um lugar aqui, temos um espaço. Então, de forma particular, privada, cada um de nós com os nossos recursos, o Mawete  é profissional de cinema e televisão. O Malef também. Eu faço produção, trabalho em rádio, televisão e sou actor. Então também mostrei interesse nesta ideia de vir descobrir o Festival de Cannes. Então começámos a trabalhar já há algum tempo atrás, em criar condições para podermos estar aqui. Não estamos aqui a título oficial. Vamos lá, se assim se pode dizer, de forma política. Mas estamos aqui, enquanto angolanos que querem descobrir como é que podemos, no próximo ano, nas próximas edições, marcar uma presença mais consolidada, tal como eu disse.   Há várias formas possíveis. Se calhar talvez um pavilhão próprio, no futuro ?   Quem sabe ! Estarmos numa varanda como esta, também a expor os nossos produtos, a produção nacional, a produção angolana, as nossas narrativas que há muitas e ainda bem que tem havido muitas produções. Nós, no primeiro dia, no dia de montagens e no primeiro dia do festival, já conseguimos fazer alguns contactos. Tivemos algumas reuniões com produtoras, com distribuidoras, por exemplo, falámos com a Loco Films, que é uma distribuidora francesa, falámos com a  K Movie Entertainment, que é uma distribuidora da Coreia do Sul, e o interesse manifestado por eles ao verem o que nós fazemos, porque nós trouxemos alguns trailers de produções do Mawete e do Malef, do Bumbo Negro do Ngouabi Silva, que também são angolanos e também produzem e eles mostraram interesse, pelo menos mostraram curiosidade. Foi possível também já ter uma abordagem com uma equipa, uma delegação do Canadá com a escola de cinema que está em Paris, a Escola Internacional de Cinema. Tivemos uma boa conversa também com a realizadora americana, produtora realizadora, que é a Carole Copeland, que já se mostrou interessada e disponível para fazer uma formação ou presencial ou online connosco com Angola. Então é assim se nós conseguirmos sair daqui com uma ideia de como podemos trazer a produção nacional à produção angolana nas próximas edições, já terá valido a pena.   Quais são os nomes que, apesar de tudo, ainda continuam a ecoar aqui do cinema angolano? Penso ainda em Zézé Gamboa, penso ainda em Dom Pedro. São esses nomes que vêm de forma corriqueira, que são citados pelos vossos interlocutores. O que é que já se conhece de Angola no cinema aqui?   É assim: eu não consegui ainda perceber se há algum conhecimento ou não nas abordagens que temos estado a fazer. Acho que não houve ainda nenhuma referência. Há um cinema angolano que tenha passado por aqui, o que quer dizer que houve uma paragem, houve uma pausa. E estes interregnos, claro, apagam muita coisa, não é? Eu penso que a última vez que Angola teve profissionais aqui foi em 2007, se não estou em erro. E de lá para cá não houve mais ninguém a participar. Nós viemos a título particular, mas viemos com o sentimento de que o que nós conseguirmos descobrir, vamos partilhar com Angola. Para que, para o ano, se calhar, em vez de estarem aqui três profissionais, estejam aqui seis, nove ou doze, sei lá. E que tragamos as nossas bandeiras, a nossa produção, para poder mostrar porque nós estamos a fazer exactamente isso. Estamos com os nossos tablets e temos estado a abordar os stands, os pavilhões e os profissionais a mostrar: "Olha, conhece isto? Tem curiosidade sobre Angola? Veja isto." E a reacção tem sido muito positiva.   E então, o cinema aqui, há cinema do mundo todo. No pouco tempo que ficaram cá, conseguiram ver outras propostas, por exemplo, cinema africano ? Conseguiram lidar com outras pessoas? O que é que conseguiram fazer? Mawete Paciência:   Temos estado a conhecer muita gente, Conhecemos um realizador e produtor sul-africano africano e conversámos rapidamente. Porque aqui percebemos uma coisa, aqui em Cannes, tudo é muito rápido, as coisas são muito dinâmicas, então temos estado a conhecer pessoas no sector, temos estado a conhecer africanos. Vamos agora fazer aí a visita no espaço. O espaço africano agora criado. Enfim, já estivemos lá. Vamos voltar agora aqui, para então chegarmos até ao cinema africano. Tivemos há pouco tempo com o realizador e produtor africano também antes de virmos cá à rádio. No entanto, temos aquilo que disse e muito bem nosso objectivo aqui é, na verdade, virmos conhecer um pouquinho, fazermos um networking, vermos como é que podemos nos próximos anos também fazermos parte desta corrida, estarmos aqui expostos, trazermos aqui os nossos conteúdos. Então é muita coisa nova para nós. Está sendo uma experiência boa porque estamos a absorver, não é, boas informações, estamos a colher aqui no Cannes, enfim, no festival nesse contexto ? Então acreditamos, nós que ainda temos tempo, ainda vamos a tempo de conversarmos mais, de conhecermos mais pessoas. E esse é o nosso grande objectivo aqui mesmo.   Pedir-vos -ia então que levantassem um pouco o véu sobre os projectos em que estão envolvidos e que estão a fazer. Se calhar começaria por si, Kayaya Júnior:. Pode apresentar-nos um pouco as obras em que já esteve implicado e aquelas em que pretende apostar ?   Eu, enquanto actor, tenho participado ultimamente, nos últimos quatro, cinco anos, mais activamente e voltando um bocadinho ao passado, eu fiz uma participação na primeira co-produção Portugal Angola Angola/Portugal, do realizador Jorge António. Também já trabalhei com a Maria João Ganga, com o Zezé Gamboa, em produções mais antigas. Ultimamente estou no filme que está agora a ser disponibilizado para o mundo, que é o "Perverso" do Mawete Paciência que já esteve no Festival da Suécia da Cinema África. Esteve também num festival na Hungria. Já foi apresentado em Portugal em Setembro do ano passado e estamos agora a trabalhar na possibilidade de ir a Moçambique. Também já esteve em São Tomé. Para além disso, também participei no filme de uma Films, que é uma curta sobre a problemática de um mercado que em Luanda o mercado muito famoso que é o mercado da Mabunda. Então o Malé Filmes produziu o filme que é "A Faca e o Peixe", que é um filme que já esteve o ano passado no Festival de Marselha, foi apresentado no Festival de Marselha e outros filmes que tem estado também a participar, como por exemplo o Pequenos Sonhos de um Guabi Silva cataléptico do Bumbo Negro, que são realizadores angolanos e mais recentemente estamos em fase de rodagem de uma série assinada também pelo Mawete, que é "O preço da verdade", que é uma série com algum problema social muito grande. A abordagem de problemas sociais.   Então tem um pé na televisão e no cinema, não é?   Está a ser produzida com o objectivo de ser apresentado para a televisão ou para as plataformas, mas poderá ser também apresentado em cinema. E enquanto produtor, eu estou, tal como eu, quase toda a gente que trabalha em cinema em Angola, numa área ou noutra, faz um bocado de tudo. Os actores acabam também sem produtores associados porque às vezes facilitam o trabalho logístico de uma produção através dos seus conhecimentos, através do seu apoio, do seu interesse. Então, eu acho que estar aqui no Festival de Cannes dá-nos uma visão muito mais alargada daquilo que nós temos que realmente fazer. O que é que temos que fazer para trazer, para tirar as nossas produções de Luanda? Porque o que nós precisamos em Angola é que os filmes saiam do Luanda e sejam vistos.   Precisam do mercado !   Precisamos do mercado, precisamos de ter oportunidade de mostrar. E é excatamente isso que nós viemos à procura fazer estes contactos para mostrar o nosso trabalho. Tivemos um breve encontro com um jornalista norte-americano que tem uma revista dedicada ao cinema e em cinco minutos de conversa ele ficou tão interessado que automaticamente fez logo questão de fazer ali uma nota. Lá está, se nós não tivemos a oportunidade de ir a estes mercados, estas feiras de conteúdos, estes eventos com a dimensão como um festival de Cannes, nós nunca poderemos dar nos a conhecer, porque viemos de forma muito intermitente, não é? Angola esteve aqui em 2007. De 2007 para cá nunca mais teve ninguém. Então este é o recado que nós vamos levar. Este é o desafio que nós queremos levar também para as nossas autoridades, principalmente para a cultura e para o turismo. Porque isto é turismo também. E agora nós temos um grande movimento à volta do desenvolvimento do turismo em Angola. Então vamos levar esta experiência e tentar partilhar com essas entidades para ver se para o ano nós estamos aqui com uma presença mais bonita, mais consolidada, mais dinâmica em Angola. Que se oiça música angolana aqui nos corredores do Festival de Cannes.   Então fizemos muita referência a um projecto seu em curso, Mawete Paciência. Pode-nos levantar um pouco o véu sobre do que é que se trata? Sobre o que é que versa o seu filme? Mawete Paciência:    Pois é, dentro de vários filmes que eu tenho, tem aí aproximadamente seis filmes. Tenho uma mini série, tenho algumas co-produções com países como Argentina, Brasil. Fiz agora em São Tomé um filme. Tenho também co-produção com México. No entanto, eu tenho filme que é "O Perverso", que já estaremos a ano passado e neste ano estamos agora a trabalhar a série, que é uma série televisiva que vai trazer conflitos nos lares. Como sempre, trazer problemas novos porque o nosso conceito de produção é mesmo identificar os nossos problemas, não é? Problemas que acontecem no nosso país e que acabam sendo transversais.   São os perversos, as pessoas tóxicas, é isso ?   Pode ser. Você vê, no entanto, na verdade, que é o seriado que nós vamos trazer, vai estar aí aproximadamente com 25 capítulos, não é? Trazendo todas essas histórias que acabei aqui falando, enfim, as nossas histórias, a nossa identidade, porque nós precisamos levar isso. Precisamos mostrar ao mundo quem nós somos. Angola é um país que eu sinto. Nós não nos mostramos muito ao mundo. Nós não temos uma presença muito fraca para o mundo. Então precisamos então activar esse lado. Precisamos, porque eu digo assim o mundo também não, não vai poder-nos localizar assim, do nada, se nós não nos mostrarmos efectivamente, criarmos algum barulho. Não é que desperte a atenção, nós não vamos ser localizados de nada. Então há esta vontade, É esta força toda que trabalhando nos nossos conteúdos. Enfim. E este é um seriado que acreditamos, nós que eu acredito, temos estado a fazer com muito gosto, de forma a podermos não produzir algo que se fixou por Angola, mas que vá para o mundo, que esteja disponível. Nas plataformas, nem que for para o YouTube. Quem sabe talvez conseguirmos outras plataformas de streaming e poderemos então colocar lá este conteúdo, inserir os conteúdos ? Acreditamos nisso. Nós acreditamos que o empresariado angolano precisa ser um pouco mais incentivado, porque tudo isso que nós temos estado a fazer tem sido por um esforço particular e não tem sido pelas nossas próprias lutas.   É mesmo, também, alguma forma de inconsciência ?!   Sim, de inconsciência. Timidamente vão aparecendo uma ou outra empresa a disponibilizar um pouquinho, mas nós, olhando para esse universo, olhando para esta realidade, começamos a perceber que o cinema não é um cinema mesmo muito para fazer. Cinema é uma industria e para fazer o cinema requer mesmo este pensamento do empresariado. Olhar aquilo como uma indústria e não olhar aquilo como uma mera diversão. Não é aonde ele pode colocar qualquer coisa, não. No entanto, esta visão, este conceito que nós estamos a beber aqui, estamos a ver aqui claramente. Nós vamos partilhar em Angola. Vamos replicar em Angola a informação e poder talvez começar a atiçar. E nós temos de atiçar um pouquinho mais o empresariado local, começar a perceber que é possível fazer alguma coisa que chegue até aqui. É possível, porque para um filme, chegar até aqui implica uma logística, implica uma mecânica, implica qualidade, implica um investimento e muita das vezes, os investimentos nós não conseguimos tirar do nosso Estado, do Estado. Nós não conseguimos ter esses investimentos e mesmo privado, quem nós vamos ter que contar para conseguirmos, talvez nas próximas edições, estarmos aqui com um produto que realmente nos dignifica e que possamos olhar e dizer "Viva Angola! Estamos presentes em Cannes, um festival de Cannes vai ser bom para nós". Vamos trabalhar para isso.   Muito obrigado a ambos. Resta me desejar vos um bom festival de Cannes. Obrigado por terem vindo até aqui. Kayaya Júnior:   Queria só deixar mais uma nota, porque é fundamental e nós também temos estado a trabalhar sobre isso. Eu já fiz algumas participações em anos anteriores em produções portuguesas e eu acredito que até parece estranho. Tão próximos que nós somos, mas não temos histórias contadas sobre nós. Então, eu creio que é fundamental começarmos a pensar neste intercâmbio. A primeira co-produção Portugal Angola foi feita em 92 do Jorge António e de lá para cá, não creio que tenha havido muito mais. Então é também o objetivo encontrar, por exemplo, caminhos que nos levem a essas coproduções, porque as nossas histórias, as nossas narrativas, acabam por se interligar numa intersecção qualquer do Oceano Atlântico, por exemplo. E é isso, pronto, vamos estar disponíveis, estamos disponíveis. Bem hajam e voltem sempre. Mawete Paciência: Obrigado, Obrigado mesmo pelo convite e é uma honra fazermos parte deste momento que é marcante para nós também.

Som a Pino Entrevista
Lenine: 'Eu tenho a sorte de ter outras paixões tão fulminantes quanto a música'

Som a Pino Entrevista

Play Episode Listen Later May 13, 2026 40:55


Roberta Martinelli conversa com Lenine sobre criação, caminhos e escolhas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Homilias - IVE
“Ainda tem muito a vos dizer”

Homilias - IVE

Play Episode Listen Later May 13, 2026 5:36


Homilia Padre Gilberto Galdino, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo João 16,12-15Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:"Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos,mas não sois capazes de as compreender agora.Quando, porém, vier o Espírito da Verdade,ele vos conduzirá à plena verdade.Pois ele não falará por si mesmo,mas dirá tudo o que tiver ouvido;e até as coisas futuras vos anunciará.Ele me glorificará,porque receberá do que é meue vo-lo anunciará.Tudo o que o Pai possui é meu.Por isso, disse queo que ele receberá e vos anunciará, é meu".Palavra da Salvação.

Palavra do Dia
Palavra do dia - Jo 16,12-15 - 13/05/26

Palavra do Dia

Play Episode Listen Later May 13, 2026 3:29


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 12 "Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas não sois capazes de as compreender agora. 13 Quando, porém, vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à plena verdade. Pois ele não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido; e até as coisas futuras vos anunciará. 14 Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e vo-lo anunciará. 15 Tudo o que o Pai possui é meu. Por isso, disse que o que ele receberá e vos anunciará, é meu".

Diversilingua
Brasileiros no exterior: Inglaterra e Paraguai | Minha visão como imigrante

Diversilingua

Play Episode Listen Later May 9, 2026 30:41


Descrição Episódio - Diversilíngua /* Estilos simples para melhor visualização em navegadores - não afetam o Spotify */ body { font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, "Segoe UI", Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 1.6; max-width: 800px; margin: 20px auto; padding: 20px; background-color: #f9f9f9; color: #121212; } .spotify-description { background-color: white; padding: 20px; border-radius: 12px; box-shadow: 0 2px 8px rgba(0,0,0,0.1); white-space: pre-wrap; /* Preserva quebras de linha */ font-size: 16px; } a { color: #1DB954; /* Cor verde do Spotify */ text-decoration: none; } a:hover { text-decoration: underline; } hr { margin: 20px 0; border: 0; border-top: 1px solid #e0e0e0; } Imigrar parece incrível nas redes sociais — mas a realidade pode ser muito diferente. Neste episódio, reajo a dois vídeos da BBC News Brasil sobre imigração brasileira e conto a minha própria experiência como engenheiro de software brasileiro vivendo em Portugal.

WGospel.com
Valorizar as coisas pequenas

WGospel.com

Play Episode Listen Later May 9, 2026 4:59


TEMPO DE REFLETIR 01759 – 9 de maio de 2026 Lucas 21:2 – Viu também uma viúva pobre colocar duas pequeninas moedas de cobre. Uma pequena alegoria salienta a importância das pequenas coisas. No estúdio, o artista afastou a cortina e o sol iluminou um vitral inacabado. Na parte inferior do vitral, via-se um ambiente florido, crianças olhavam e sorriam. Acima das crianças, achava-se a figura incompleta de um homem. Ao colocar os pedacinhos de vidro na obra, o artista dizia consigo mesmo: “Tenho que fazer isto da melhor maneira possível. Preciso mostrar aos outros meu amor por Cristo. Se conseguir colocar em Sua expressão tudo aquilo que imagino, ficarei contente.” Num montão de aparas de vidros e pequenos pedaços de metal, havia um pedacinho de vidro. Ele estava desanimado consigo mesmo: “Pensei que fosse fazer parte do vitral. E agora estou aqui, jogado no meio deste material. Parece que não tenho nenhum valor mesmo. Vou me esforçar o melhor que puder e se o sol vier para o meu cantinho, melhor ainda.” De repente, houve agitação no estúdio. Parecia que o artista estava procurando alguma coisa. O pedacinho de vidro escutava ele falar: “Não posso terminar sem ele. Era um pedacinho pequeno, mas muito importante. Onde será que ele está? Ele é imprescindível para eu terminar o vitral.” O pedacinho de vidro pensou: “Será que sou eu?” Com um grito de alegria, o pedacinho de vidro foi tirado do montão de restos de vidro e de metal. Ao ser colocado no vitral, tornou-se um dos olhos de Cristo. Temos um lugar no bonito vitral de Deus. Onde quer que nos encontremos, por pequenos que sejamos, Ele nos usará para mostrar a beleza de Cristo. Jesus não passou por alto a oferta da viúva, que “colocou duas pequeninas moedas de cobre, de muito pouco valor” (Mc 12:42). Embora a oferta fosse pequena, ela deu tudo o que possuía. Na parábola dos talentos, o senhor diz: “Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito. Venha e participe da alegria do seu senhor!” (Mt 25:21). Não espere até receber um convite para fazer um grande trabalho para Deus. Seja fiel e brilhe no cantinho em que você está. “É a conscienciosa atenção ao que o mundo chama de ‘pequenas coisas' que torna a vida um sucesso. Pequenas ações de caridade, pequenos atos de abnegação, proferir singelas palavras de ajuda, […] isto é cristianismo” (Exaltai-O [MM 1992], p. 347). Pratique isso no dia de hoje e ore comigo agora: Por favor, Pai, que eu seja a luz para aquele que está em trevas. Que eu leve palavras de esperança ao desesperançado. Que eu seja útil para alguém hoje. Por favor. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Rádio Comercial - Momentos da Manhã
Tenho saudades de levar calduços!

Rádio Comercial - Momentos da Manhã

Play Episode Listen Later May 6, 2026 3:25


Preparativos para o casamento da Mariana e serviço público sobre QR Codes.

Inteligência para a sua vida
#1515: SÓ TENHO ADMIRAÇÃO

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 15:18


O ser humano foi criado para adorar.Se não é a Deus… será outra coisa ou alguém.Você admira… imita… defende.Se incomoda quando falam mal.Isso não é admiração. É ídolo.Quem está no lugar de Deus no seu coração? Assista agora e encare o que está por trás de toda essa admiração.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.

PQU Podcast
Episódio #351 – Intervenção precoce em psicoses

PQU Podcast

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 55:29


No episódio 351 do PQU Podcast recebi o psiquiatra Gabriel Correa de Oliveira, especialista em intervenção precoce em psicoses e supervisor de um dos serviços mais conceituados do país. Gabriel veio nos contar detalhes da 1ª Jornada de Intervenção Precoce em Psicoses, que acontece no dia 16 de maio. Aproveitei a oportunidade para uma conversa rica sobre a ciência por trás da intervenção precoce, a importância de reduzir a duração da psicose não tratada e a experiência consolidada do serviço do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, sob coordenação da Profa. Cristina Del Ben. Gostei muito do papo — foi denso, prático e cheio de insights clínicos relevantes. Tenho certeza de que você também vai apreciar.

Somos Todos Malucos
Não tenho idade para usar calções... mas vou usá-los

Somos Todos Malucos

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 63:41


O convidado de hoje, conhecem-no de tantos sítios, mas só agora lançou o terceiro álbum a solo, “Quinta-Essência 75/25”. Mais do que isso, fez meio século de vida… e o que muda quando nós envelhecemos?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Resumão Diário
'Sou evangélico, mas tenho clareza de que o Estado é laico', afirma Messias; Quaest: Tarcísio tem 38% e Haddad 26% na disputa para o governo de São Paulo e mais

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 5:22


'Sou evangélico, mas tenho clareza de que o Estado é laico', afirma Messias. Quaest: Tarcísio tem 38% e Haddad 26% na disputa para o governo de São Paulo; ACM Neto e Jerônimo Rodrigues têm empate técnico na disputa para o governo da Bahia. Oruam, mãe e irmão são alvos de operação contra lavagem de dinheiro do Comando Vermelho no RJ. Morte de funcionário que montava palco de Shakira expõe falhas de segurança do trabalho, apontam polícia e fiscalização. Irã diz que só reabrirá Estreito de Ormuz após fim definitivo da guerra, segundo mídia iraniana.

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
António Garcia Pereira (parte 2): “Atuei sempre de acordo com a minha consciência. Quando faço a barba e olho-me ao espelho, não tenho vergonha do que vejo”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Apr 25, 2026 61:53


Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, o advogado António Garcia Pereira recorda os casos que mais se orgulha de ter vencido em tribunal. Depois faz uma viagem no tempo até alguns dos momentos que o marcaram no passado, como quando era um jovem estudante e, com vários colegas, ajudou a população na tragédia das cheias de 67 e se deu conta de um país miserável que não aparecia retratado nos jornais. Garcia Pereira relata ainda outros momentos: quando viu um colega seu ser assassinado à sua frente por um agente da PIDE em plena universidade, ou como viveu o dia 25 de Abril e escapou de uma rajada de metralhadora vinda de uma janela, que atingiu uma jovem rapariga que o próprio procurou salvar, arrastando-a para debaixo de um veículo. E partilha as músicas que o acompanham, deixa algumas sugestões culturais e lê um excerto do livro “Um Dia Sempre Teremos Sido Todos Contra Isto”, do escritor e jornalista Omar El Akad. Boas escutas! See omnystudio.com/listener for privacy information.

RobCast
Eu tenho 35 anos. Se você tem 20 ou 30, isso define seu futuro

RobCast

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026 14:35


⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Introdução00:47 O que você vai aprender hoje01:08 Erro 1: Com quem você anda define quem você vai ser03:10 Erro 2: O parceiro errado é o investimento mais caro da sua vida06:48 Erro 3: Filho na hora errada não é benção — é âncora09:03 Erro 4: Ficar parado também tem preço11:37 Erro 5: Trabalhar mais não é a solução — é a armadilha12:39 Conclusão13:16 RC Club e RC Wealth

WGospel.com
Tenho dúvidas e desafios, Pai!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Apr 16, 2026 1:51


Oro Por Você 03127 – 16 de abril de 2026 Pai, quando vierem as dúvidas e os desafios, não quero confiar em minhas próprias forças, nem na força de outros. Quero subir Tua montanha em oração, e ali, buscar Teu poder. Muito obrigado porque não preciso enfrentar as provações sozinho. Tu estás comigo. Isso é maravilhoso demais! Tu és a resposta à nossas perguntas e a solução para nossos problemas. Não temos sabedoria para enfrentar as tempestades da vida, mas Tu tens. Em Tua presença encontramos auxílio, esperança e cura. Por isso, por favor, toma conta de todas as coisas. Faça o melhor. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 02/04/2026 | 1ª EDIÇÃO: Donald Trump diz que guerra no Irã está acabando | 2ª EDIÇÃO: Guerra no Irã vai acabar? / Tensão no Oriente Médio

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 302:32


Confira os destaques do Jornal da Manhã dessa quinta-feira (02): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em pronunciamento nesta quarta-feira (1º) que os objetivos militares da guerra contra o Irã estão próximos de serem atingidos. “Tenho o prazer de informar que esses objetivos estratégicos fundamentais estão quase concluídos”, declarou. Segundo ele, as ações visam impedir ataques contra os EUA e limitar a capacidade militar iraniana. Trump também afirmou que poderá atacar a infraestrutura de energia do Irã caso não haja acordo. “Vamos atacá-los com extrema força nas próximas duas ou três semanas. Vamos trazê-los de volta à Idade da Pedra, de onde vieram”, disse. O Senado se prepara para analisar a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. A discussão ocorre em meio ao desgaste na relação entre o Planalto e o Congresso, que pode influenciar o diálogo durante o processo. O Banco de Brasília (BRB) está buscando apoio financeiro de instituições federais, incluindo o Banco do Brasil, após registrar prejuízos relacionados à liquidação do Banco Master. A movimentação faz parte de um plano de socorro diante de um rombo bilionário. A tripulação da missão Artemis II, da NASA, alcançou a órbita terrestre em 1º de abril de 2026 após o lançamento com o foguete SLS. A cápsula Orion se separou do veículo cerca de oito minutos após a decolagem, conforme o planejado. Os quatro astronautas realizam testes enquanto permanecem em órbita. A missão seguirá em direção à Lua nesta quinta-feira (02). O vice-presidente Geraldo Alckmin presidiu a 322ª reunião do Conselho da Suframa e aprovou 83 projetos industriais e de serviços. Os investimentos somam R$ 1,17 bilhão, com faturamento projetado de R$ 7,29 bilhões. A estimativa é de criação de 2.880 empregos diretos na região. A reunião ocorreu em 30 de março de 2026, antes da saída do ministro para as eleições. O ministro Alexandre de Moraes marcou para 14 de abril o interrogatório do ex-deputado Eduardo Bolsonaro na ação penal por coação no curso do processo. O depoimento será realizado por videoconferência. Eduardo está nos Estados Unidos desde o ano passado e perdeu o mandato por faltas na Câmara. Segundo a decisão, ele não é obrigado a participar da audiência. O governo dos Estados Unidos voltou a criticar o sistema de pagamentos Pix e políticas regulatórias do Brasil para big techs em relatório divulgado pelo Escritório do Representante de Comércio (USTR). O documento foi publicado nesta terça-feira (31) e retoma pontos já citados sobre barreiras comerciais a produtos americanos. O relatório também menciona investigações comerciais envolvendo o Brasil. O governo federal deve enviar ao Congresso, em regime de urgência, um projeto de lei que prevê o fim da escala 6x1 e estabelece jornada de 40 horas semanais. A proposta deve ser apresentada nos próximos dias. Segundo integrantes do Planalto, a decisão foi tomada para acelerar a tramitação do tema. O Irã afirmou que continuará a guerra contra Estados Unidos e Israel “até a rendição e o arrependimento permanente do inimigo”. A declaração foi feita nesta quinta-feira (02) em resposta às falas do presidente Donald Trump. Em discurso, Trump havia ameaçado intensificar os ataques nas próximas semanas e atingir a infraestrutura energética iraniana. Teerã também disse que fará “ataques devastadores” contra seus rivais. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Priscila Caneparo, doutora em direito internacional. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Meio Ambiente
Energia, lixo no mar, agricultura: no ChangeNOW em Paris, soluções sustentáveis visam Brasil

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 6:06


Em um dos monumentos mais grandiosos de Paris, o Grand Palais, empresas, startups e institutos de todo o mundo apresentam novas soluções concretas contra a crise climática e a destruição dos ecossistemas. O ChangeNOW se consolida como um dos principais hubs de aceleração de ações para promover a sustentabilidade no planeta. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A nona edição do evento se encerrou nesta quarta-feira (1º), com 40 mil participantes e mais de mil iniciativas. Entre elas, várias contemplam o Brasil. A Enverge AI, por exemplo, capta energia renovável desperdiçada nos geradores e a canaliza para o uso na inteligência artificial. Apesar de ser fundamental para o desenvolvimento tecnológico, o setor representa um desafio colossal em termos de consumo energético. A Enverge utiliza microdata centers instalados dentro de geradores de energia renovável. "A demanda de energia já disparou e já está sendo um problema, uma limitação no crescimento em alguns casos, principalmente no lado do desenvolvimento, que é o que está demandando mais energia. E do outro lado a gente também tem um problema, o de curtailement: o excesso de energia que não é vendido, e normalmente é energia verde”, explica o CEO Breno Araújo. “A gente já usa essa energia excedente para gerar energia para os servidores."  O Brasil é um dos países com maior ocorrência desses cortes de energia – ao ponto de diversos projetos de desenvolvimento das renováveis terem de ser adiados ou paralisados, na contramão do que acontece nos países desenvolvidos. "O problema é a distribuição. Onde você gera a energia, não é necessariamente onde estão os moradores, as casas. E quanto maior o país, mais difícil fica essa distribuição: você tem perda de energia na transmissão, e a rede elétrica não é unificada 100%”, complementa. ‘Pescar' lixo Um dos objetivos do ChangeNOW é colocar startups como essas em contato com parceiros ou investidores – o evento é ponto de encontro de 10 mil empresas francesas e internacionais. A italiana Ogyre une gestão de lixo nos oceanos à tecnologia, atuando com a colaboração de pescadores locais em países como o Brasil, onde está presente no Rio de Janeiro. Durante as atividades habituais para pescar peixe, eles captam também plásticos que encontram pelo caminho. "É muito importante porque é uma renda adicional para ele. Eles não encontram peixe o tempo todo, mas infelizmente o lixo eles sempre vão encontrar”, afirma Gaia Minopoli, chefe de operações da startup. Em terra firme, os pescadores pesam e fotografam todo o lixo que recolheram. "Uma responsável do projeto coloca as fotos na plataforma digital, uma etapa importante para a gente monitorar todo o processo e para que as empresas que financiam um projeto também possam ver”, ressalta. “Depois a gente tenta reciclar o  máximo possível desse lixo, e o que não der, a gente encaminha para a melhor gestão." Alternativa a agrotóxicos Já a francesa Incères tem como alvo a redução dos agrotóxicos pela agricultura. Num contexto em que a exposição das populações e do meio ambiente às contaminações leva a Europa a limitar cada vez mais compostos químicos autorizados, a empresa oferece alternativas naturais, a base de óleos essenciais. A marca propõe dois produtos capazes de substituir agrotóxicos amplamente utilizados contra insetos, com eficácia e preços semelhantes aos produtos sintéticos, garante Inès Taurou, fundadora do projeto. "É possível. Uma grande maioria dos agricultores não acredita nisso e acha que não dá para cultivar sem produtos químicos, mas estamos aqui para mostrar que sim, dá”, diz. "Tenho a esperança de que quando chegarmos em 2050, isso nem vai ser mais um assunto, que os futuros agricultores nem se questionarão mais sobre ter ou não alternativa. Eles já saberão que tem."  Após realizar um estudo de mercado, a Incères decidiu se expandir para o Brasil – apesar de a sensibilidade dos consumidores aos riscos dos pesticidas ainda ser menor do que na Europa, complementa Judie Henry, diretora de pesquisa e desenvolvimento. "Em termos de posicionamento técnico, nós chegamos ao Brasil como complementares à química. Hoje, o verdadeiro problema na agricultura brasileira é a emergência de pragas resistentes”, observa. "As mesmas substâncias são usadas em abundância há anos e anos. Além disso, as safras se repetem bem mais do que aqui, o que cria pressões bem mais fortes e o aparecimento de pragas resistentes a esses produtos químicos. Nós queremos surgir como uma combinação para frear o aparecimento dessas resistências”, propõe.

Chutando a Escada
Ecologia da mente e extrema-direita

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 70:01


O que há em comum entre uma bateria antiaérea da Segunda Guerra Mundial, os algoritmos do WhatsApp e o bolsonarismo? Para Letícia Cesarino, professora associada de Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina, a resposta está na cibernética. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema Direita, David Magalhães e Guilherme Casarões recebem Letícia para discutir seu artigo recém-publicado na revista Current Anthropology: “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil“, no qual ela aplica o quadro teórico da ecologia da mente, desenvolvido pelo antropólogo Gregory Bateson, para reler o bolsonarismo como um sistema tecnopolítico. No bloco de notícias, David traz dois termômetros da extrema-direita global: os resultados das eleições municipais na França, que revelam o avanço territorial do Rassemblement National a despeito de um teto de vidro nas grandes cidades, e as eleições húngaras de abril, onde Peter Magyar desafia 15 anos de governo Orbán. E ainda tem, no último bloco, dica cultural. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Letícia Cesarino (UFSC), David Magalhães e Guilherme Casarões Capa do episódio: Agência Brasil (CC BY 3.0 BR) Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Capítulos: 00:00 — Abertura 00:02 — Entrevista: ecologia da mente, cibernética e extrema-direita digital 00:32 — Bolsonarismo, populismo e públicos digitais artificiais 00:45 — Radicalização, a lacuna online-offline e os limites da etnografia 00:57 — Boletim: França — eleições municipais e o Rassemblement National 01:03 — Boletim: Hungria — Orbán e Peter Magyar às vésperas das eleições de abril 01:08 — Dica cultural: Feels Good Man (Amazon Prime, 2020) Citados no episódio CESARINO, Letícia. “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil”. Current Anthropology, 2026. BATESON, Gregory. Steps to an Ecology of Mind. Chandler, 1972. GALISON, Peter. “The Ontology of the Enemy: Norbert Wiener and the Cybernetic Vision”. Critical Inquiry, v. 21, n. 1, 1994. WIENER, Norbert. Cybernetics: Or Control and Communication in the Animal and the Machine. MIT Press, 1948. MASSUMI, Brian. Ontopower: War, Powers, and the State of Perception. Duke University Press, 2015. SIMONDON, Gilbert. L’individuation à la lumière des notions de forme et d’information. Jérôme Millon, 2005. LIFTON, Robert Jay. The Nazi Doctors: Medical Killing and the Psychology of Genocide. Basic Books, 1986. EASTON, David. A Systems Analysis of Political Life. Wiley, 1965. Documentário Feels Good Man. Direção: Arthur Jones. EUA, 2020. Disponível na Amazon Prime. Chute 391 — Transcrição Parceria Chutando a Escada e Observatório da Extrema Direita Publicado em 26 de março de 2026 Abertura David Magalhães: Olá, pessoal! Sejam bem-vindos e bem-vindas a mais um episódio da parceria entre o Chutando a Escada e o Observatório da Extrema Direita — o primeiro episódio de 2026. A partir de agora, nos encontramos sempre na última semana de cada mês com episódios dedicados a discutir a extrema-direita em suas dimensões globais, teóricas e também reagindo ao calor dos acontecimentos. Para quem já acompanha o podcast, vale lembrar que nosso programa segue dividido em três blocos. No primeiro, trazemos uma entrevista mais aprofundada com pesquisadores e pesquisadoras que estão na linha de frente desse debate. Depois, passamos para um boletim com as análises das principais notícias envolvendo a extrema-direita global. E, para fechar, uma dica cultural sempre conectada com o universo do extremismo de direita — pode ser um livro, um filme, uma série, uma produção musical. Peço que você fique conosco até o fim, porque a dica deste episódio está completamente relacionada com o tema da nossa entrevista. Vamos lá. Entrevista — Letícia Cesarino David Magalhães: Estou aqui com o meu amigo Guilherme Casarões para receber a nossa convidada deste episódio, que é a Letícia Cesarino. A Letícia é professora associada de Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina e também uma das novas integrantes do Observatório da Extrema Direita. Aproveitamos para dar as boas-vindas — é um prazer ter você conosco, não só no episódio, mas também no Observatório. Nos últimos cinco anos, a Letícia desenvolveu uma pesquisa bastante aprofundada e relevante sobre antropologia digital, extrema-direita e redes sociais. E, mais recentemente, ela acaba de publicar — acabou de sair do forno — um artigo bastante interessante e instigante na revista Current Anthropology. O artigo se intitula “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil” — algo como uma abordagem da ecologia da mente aplicada aos públicos de extrema-direita no Brasil. A ideia deste episódio é discutir esse novo artigo. Letícia, você mobiliza um quadro teórico bastante sofisticado, especialmente ao trazer a ideia de ecologia da mente — ecology of mind —, que vem do trabalho de Gregory Bateson, um antropólogo e linguista britânico importante do século XX. Confesso que não o conhecia; encontrei o livro dele em PDF na internet e li um pouco para me inteirar de como você adota e aplica esse quadro teórico para discutir redes sociais e extrema-direita brasileira. Fiquei bastante interessado no uso do termo “cibernético”, porque para ouvidos contemporâneos ele remete imediatamente ao universo digital, de redes e internet. Mas as principais obras de Bateson são publicadas logo após a Segunda Guerra, nos anos 1960 e 1970 — embora ele tenha iniciado seu desenvolvimento nos anos 1930 —, e ele não estava falando exatamente de internet. Isso me gerou dúvidas. Antes de falarmos da aplicação propriamente dita, você poderia nos explicar um pouco sobre essa abordagem e esse quadro teórico? Bateson propõe tudo isso muito antes da chamada terceira revolução industrial. Letícia Cesarino: Oi, David, Casarões. É um grande prazer estar aqui com vocês no podcast e também no Observatório da Extrema Direita como um todo. Obrigada pelo convite. Acho que esse artigo é um bom gancho para trabalharmos questões da minha abordagem mais específica para a extrema-direita, porque, diferente de muitos que trabalham nesse campo, eu não venho dos estudos da política. Sou uma antropóloga cuja área de origem é a antropologia da ciência e tecnologia — sempre foi assim, desde a graduação —, e nos últimos anos fui transitando para essas questões das mediações digitais, das plataformas e da cibernética. O meu olhar para a extrema-direita é, portanto, um olhar tecnopolítico. O meu interesse é entender essa dimensão relativamente pouco trabalhada nas ciências sociais: o papel das máquinas, o papel da técnica, o papel das infraestruturas técnicas na conformação dessa força política e, mais especificamente no caso desse artigo, dos ecossistemas digitais de extrema-direita. A ecologia da mente e o Bateson — nos últimos anos consolidei em torno da obra dele um arcabouço que remeto também a outros autores da antropologia e da área dos estudos de mídia e tecnopolítica, para desenvolver uma perspectiva que veja agência humana e maquínica juntas, de forma recursiva. E aí a cibernética — podemos começar por ela, esclarecendo o termo. O termo remete a computadores, o que faz sentido, porque a cibernética clássica dos anos 1940, a de Norbert Wiener, o matemático estadunidense que inventou o termo, também deu origem à indústria de tecnologia que temos hoje. Existe, portanto, uma continuidade entre o que chamamos de cibernética hoje e o que era a cibernética como superciência da comunicação e do controle, tanto nos sistemas maquínicos como nos sistemas animais, incluindo o humano. Gregory Bateson fez parte do grupo original das chamadas Conferências Macy, nos anos 1940. Mas depois da Segunda Guerra houve uma bifurcação: uma linha foi trabalhar o que chamo de cibernética das máquinas — Norbert Wiener, Von Neumann, todos os nomes precursores da indústria de tecnologia, da construção dos computadores, da inteligência artificial —, enquanto Bateson foi trabalhar a questão da cibernética dentro de uma chave mais próxima da teoria da evolução e da história natural, o que chamo de cibernética da vida. Ele tem um arcabouço que inclui a cibernética das máquinas, os princípios comuns do funcionamento de máquinas cibernéticas, humanos e animais, mas vai além, trazendo as camadas extras que o humano coloca na relação com a máquina. Nesse sentido, a ecologia da mente inclui a cibernética, mas é maior. É a partir desse ponto de vista que tenho olhado para a participação de máquinas cibernéticas — que, no fundo, hoje são basicamente algoritmos, e a evolução dos algoritmos são as inteligências artificiais — e como elas influem e participam em processos que entendemos como políticos, mas que, na verdade, são tecnopolíticos, porque têm cada vez mais a participação de agências não humanas, agências maquínicas. Guilherme Casarões: Letícia, eu também ficava intrigado com essa terminologia cibernética. Lembro que na faculdade, na aula de sociologia, tive contato com David Easton, que aplicava a cibernética aos sistemas políticos e aos sistemas humanos em geral. Sempre achei curioso que não tivesse a ver com computador — essa foi a maneira como sempre encaramos o termo. Mas toda teoria de sistemas convida a um tipo de abordagem cibernética, com essa linguagem muito interessante de inputs e outputs, de como os sistemas funcionam. Trazer isso de volta à discussão é fundamental. E você argumenta no seu texto que a infraestrutura das redes sociais carrega uma espécie de ontologia do inimigo, herdada dessa cibernética militar da Segunda Guerra Mundial. Como essa visão do ser humano como um servomecanismo — um animal a ser controlado por algoritmos — cria uma afinidade eletiva com a lógica da guerra e a desumanização do outro praticadas pela extrema-direita? Letícia Cesarino: Ótima pergunta. É um bom gancho para colocarmos mais camadas na questão da cibernética. O que tentaram fazer nos anos 1940 — e é importante notar que a cibernética nasce do esforço de guerra, do esforço de guerra dos americanos entrando na Segunda Guerra contra o nazifascismo; a primeira conferência foi em 1946, se não me engano — era produzir conhecimento básico, porque a cibernética é uma ciência que explicaria formas comuns de funcionamento de máquinas cibernéticas, de animais e de humanos. O que têm em comum entre o funcionamento desses sistemas? A cibernética gira em torno da ideia não só de input e output, mas principalmente do feedback — quando o output volta para o sistema como input. O coração da cibernética é essa questão da recursividade, ou causalidade circular, que é uma característica de qualquer organismo vivo e também de máquinas construídas à imagem e semelhança desses organismos, ou seja, máquinas que tomam decisões sozinhas. Essa é, para mim, a principal definição de máquina cibernética, porque os algoritmos fazem isso. Mas muito antes da indústria de tecnologia, outras máquinas já faziam isso — como a própria máquina a vapor de James Watt, que é a base do que Marx, no uso grundrissiano, chama de automata. Ele já identificou no século XIX que havia máquinas sendo incorporadas nas infraestruturas do trabalho que tomavam decisões sozinhas — ainda muito rudimentares, mas a ideia de que as máquinas começam a dar o ritmo do trabalho humano já estava colocada desde o século XIX. A cibernética dos anos 1940 traz para o centro essa questão da guerra, que é quando houve um pico na produção dessas máquinas antes da indústria de tecnologia propriamente dita. Peter Galison — um dos grandes historiadores da ciência, físico de formação — tem um artigo no qual trabalha a ontologia da cibernética de Wiener a partir do contexto de guerra. Ele vai elaborar o que seria essa ontologia do inimigo de guerra a partir da cibernética. Ele faz uma progressão que vale a pena resgatar brevemente aqui. Quando você está numa conjuntura de guerra — uma conjuntura de exceção, isso é importante —, você precisa desumanizar seu inimigo, porque assim vai torná-lo eliminável. Em modelos de guerra anteriores, até a Primeira Guerra, quando você tinha que confrontar seu inimigo no corpo a corpo com uma baioneta ou uma arma de fogo de curto alcance, a forma de desumanização era através de analogias com animais, com monstros. Galison trabalha, por exemplo, cartas de soldados americanos que representam os japoneses através de analogias com ratos, com vermes. Essa é uma forma de desumanização. A segunda forma seria a da Segunda Guerra, que compartilha com a cibernética essa ideia do servomecanismo — um híbrido de humano-máquina. Quando Norbert Wiener começou a desenvolver a cibernética para produzir artilharia antiaérea — máquinas que conseguissem calcular sozinhas a trajetória do caça inimigo para atirar antes de o avião chegar, e o projétil encontrar o alvo no meio da trajetória —, o que o servomecanismo significa? Por que essa imagem do inimigo desumaniza? Porque não interessa quem está dirigindo aquele avião. O que interessa é como aquele avião se comporta — e um comportamento que possa ser previsto e controlado. É um tipo de desumanização cibernética. E podemos pensar também em outras formas de desumanização que evoluem com a guerra, como essa guerra de videogame que temos hoje, onde o inimigo não é sequer visto — é quase como algo da fantasia dos videogames. Isso sempre acompanha a guerra. A cibernética é uma boa epistemologia para entender contextos de exceção, conjunturas de guerra, conjunturas de crise que não se superam, porque são conjunturas de grande instabilidade, de não linearidade, com essa tendência à bifurcação do corpo social. Essas são ferramentas melhores para esse tipo de conjuntura do que muitas das ferramentas clássicas das ciências sociais — Durkheim, por exemplo, desenvolveu ferramentas em sua maioria para contextos de estabilidade, de paz, onde o social está mais estruturado, mais previsível e regido por normas. Num contexto de exceção, de crise e de guerra, o social muda de modo de funcionamento. Uma das hipóteses do meu próximo livro é a de que o social de guerra, de exceção e de crise, funciona em outra dinâmica, e que a cibernética tem boas ferramentas para entender isso, inclusive as formas de desumanização que tendem a se proliferar nesses contextos. David Magalhães: Excelente. Acho que é um bom gancho para avançarmos para a parte do seu texto em que você enquadra todo esse arcabouço para compreender a extrema-direita em ambiente digital. As principais linhas interpretativas preocupadas em compreender a ascensão dessa onda ultradireitista global olham para a questão ideológica, para eleitores frustrados, para a relação desses eleitores com a globalização e com a crise da democracia liberal. Mas você propõe algo diferente: observar esse fenômeno como um grande organismo cibernético, um sistema no qual humanos — lideranças, influenciadores, seguidores — e máquinas — algoritmos do WhatsApp, do Telegram, de redes sociais — operam de maneira integrada, como parte de um ecossistema. O que ganhamos analiticamente ao fazer esse deslocamento? Letícia Cesarino: São muitas camadas. Uma das coisas que acho importante — sempre começo palestras com isso — é a questão do ciborgue. O que é o ciborgue? É um híbrido de humano-máquina, outra forma de falar no servomecanismo. Mas temos essa imagem fantasiosa do ciborgue que vem da ficção científica, a de que seria um indivíduo com partes de sua função fisiológica — alimentação, respiração — suplementadas por máquina. O Robocop seria o tipo ideal disso. O ciborgue da vida real, porém, não se parece em nada com o Robocop. O ciborgue da vida real somos nós. É qualquer um que acorda e a primeira coisa que faz é pegar o celular — para olhar o WhatsApp ou para desligar o alarme — e fica nessa relação de dependência com aquela máquina o dia inteiro, para questões de memória e de tomada de decisão. Por que isso acontece? Porque o Homo sapiens é uma espécie extremamente técnica — uma questão antropológica. Sobrevivemos como espécie, enquanto todos os outros hominíneos foram extintos, pela questão da técnica, da cultura. Precisamos ser suplementados. Como espécie biológica, precisamos ser suplementados o tempo todo pela cultura e pela técnica. Isso não significa que outros animais não tenham técnica — vários mamíferos têm, pássaros também. Mas para o sapiens, isso é existencial. Como Bateson diz, a mente não termina na pele; a mente humana é estendida para o seu ambiente. A unidade de análise da ecologia da mente nunca é o indivíduo sozinho — tentamos delimitar qual é o circuito relevante, e esse circuito de feedbacks é sempre maior que o indivíduo. Pode ser uma família, como no caso dos cães e de uma matilha; pode ser uma comunidade, algum território existencial qualquer. E o nosso território existencial hoje passa necessariamente por essas tecnologias. Os algoritmos, as máquinas, a agência maquínica fazem parte desse território existencial. Isso é um preâmbulo para chegar ao argumento que também faço em vários textos — inclusive nesse —: de que a extrema-direita, se a gente for transposto para a política, é uma força política nativa digital, pelo menos essa extrema-direita que conhecemos hoje. O nazifascismo histórico tem muita participação de mídia, embora isso não seja suficientemente notado. Há muitos estudos históricos que mostram o papel do rádio na capilarização do Terceiro Reich, para conformar esse grande território existencial imaginado e como isso atraiu os alemães comuns em torno daquele projeto. De certa forma, algo similar — similar, mas muito diferente também — está sendo recolocado hoje com relação à nova infraestrutura técnica midiática que são as plataformas digitais. Evito usar a palavra “mídia” porque quando falamos em mídia pensamos em máquinas específicas — televisão, rádio —, mas plataformas não são exatamente mídias. Elas se sobrepõem a todo tipo de infraestrutura técnica, não apenas midiática. Com a plataformização — uma tendência relativamente recente; a internet era muito diferente antes de 2010 — e com os smartphones, que foram um verdadeiro game changer, as primeiras áreas cujos efeitos foram sentidos foram a política eleitoral e a área da saúde. Mesmo antes da pandemia, pesquisadores já identificavam como o autocuidado começou a passar rapidamente por essas infraestruturas, com o “doutor Google”. Para não me estender, vou colocar os dois pontos principais que desenvolvo no artigo, porque são mais ontológicos: como essas máquinas mudam a própria relação espaço-temporal dos nossos sistemas sociotécnicos. O que os algoritmos fazem? Eles hiperaceleram — e esse é, para mim, o ponto central. Quando você hiperaccelera, desestabiliza a relação da mente humana com o seu ambiente. Fica aquele fluxo constante de eventos ao qual você tem que responder o tempo todo, e cognitivamente isso é lido como uma situação de crise, do ponto de vista da ecologia da mente — não só para o humano, para qualquer espécie. Quando há uma instabilidade muito grande do ambiente, isso tende a reverter para o modo crise. É o que Wendy Chun chama de situação de crise permanente que as plataformas jogam nos nossos sistemas sociotécnicos. Isso é, obviamente, uma base fértil para a instrumentalização por forças de extrema-direita. Um outro ponto que os algoritmos introduzem, relacionado à hiperaceleração — que seria uma dimensão mais temporal —, é uma dimensão mais espacial de bifurcação. Algoritmos programados para segmentar públicos, porque essa é a lógica do modelo de negócios da economia da atenção, acabam gerando — não sozinhos, mas na interação com os usuários humanos, porque a recursividade do humano-máquina vai para os dois lados — um efeito sistêmico não de segmentação pura e simples, mas de bifurcação. É aí que entra o código amigo-inimigo, a polarização, a sismogênese — todos esses processos de antagonismo extremo, o que chamo de “mundo do avesso”: um lado é o extremo oposto do outro, numa dinâmica de guerra em que só um pode prevalecer, porque o outro é visto como uma ameaça existencial. No ecossistema de extrema-direita, ele vai desde um polo mais moderado — Tarcísio, digamos — até um polo mais radicalizado — o pessoal do 8 de janeiro, o “tio França” que se explodiu na frente do STF. O que é a extrema-direita? Um lado? O outro? Agentes específicos? Discursos específicos? Não. Do ponto de vista da ecologia da mente, a extrema-direita é toda essa ecologia, todo esse ecossistema que cobre todo esse espectro e que inclui a agência maquínica como um dos seus principais motores. Primeiro porque ela desestabiliza o mundo real, com a hiperaceleração e todos esses processos. Mas ao mesmo tempo ela direciona — é como um rio que tem uma corrente que vai para um lado, e os agentes da extrema-direita são aqueles que nadam a favor da correnteza, porque as plataformas são um ambiente; elas não são variáveis. Elas mudam o ambiente no qual fazemos política. E esse ambiente tem vieses técnicos intrinsecamente favoráveis a uma força política como a extrema-direita. Por isso não é que eles estejam mais espertos ou inteligentes — é que a forma como fazem política converge com a lógica das redes de maneira subliminar, intrínseca. Como o Casarões disse, há uma certa afinidade eletiva com a lógica das plataformas. Mas essa afinidade não é aleatória — por isso foi importante voltarmos à cibernética dos anos 1940, ao esforço de guerra, à artilharia antiaérea. O próprio DNA dessa indústria de tecnologia se originou da guerra e nunca saiu da chave de guerra. Depois da Segunda Guerra, a cibernética se tornou parte da Guerra Fria, com a mesma lógica do controle indireto — fazer o inimigo fazer o que você quer que ele faça indiretamente —, que é essa ideia cibernética do controle numa chave sempre não linear, sempre recíproca. É o que o Trump exatamente tenta fazer agora, em outra versão. Houve um breve interregno onde se tornou uma indústria civil, nos anos 1980 e 1990, mas a lógica algorítmica, a lógica cibernética, continuou sendo a da guerra — só que agora, em vez de controlar o inimigo, você vai controlar o usuário, para fazê-lo clicar num anúncio e vender a atenção daquele usuário para os anunciantes. Há também uma convergência, especialmente durante a Guerra Fria, entre a lógica de guerra indireta, a lógica da propaganda e a indústria de publicidade que temos hoje. Não foi a publicidade que originou a propaganda política — foi a propaganda política que veio primeiro e depois se tornou uma indústria civil, que é o coração da lógica da economia da atenção. Mesmo essas plataformas que se colocavam como liberais sempre tiveram um DNA mais próximo da lógica de guerra, propaganda e controle indireto do que de algo parecido com democracia. Era, de certa forma, um pouco inevitável que as coisas se desenrolassem como estão se desenrolando, porque já estavam previstas na própria ontogênese dessa indústria — como Simondon chamaria —, uma ontogênese ligada à guerra, ao controle e à desumanização. As plataformas, os algoritmos, não nos veem como humanos. É exatamente a mesma coisa do caça com o piloto dirigindo: a máquina é incapaz de ver interioridade, incapaz de ver subjetividade. Ela só nos interpela no nível do controle, da previsão de comportamento. A política está se tornando isso — retroalimentando-se com os discursos da extrema-direita que ativam o senso comum na direção da regeneração, que é a lógica do fascismo histórico: seria possível vencer essa crise, resetar o sistema e construir o estereótipo de um inimigo que precisa ser derrotado para que a crise permanente seja superada. No fim das contas, é uma mistificação de processos reais e de problemas reais, numa linguagem nacionalista e nativista. Guilherme Casarões: Letícia, um outro conceito com que você trabalha no texto e na sua obra é o de populismo. Uma das passagens que mais me chamaram a atenção — e que acho fascinante — é que essa abordagem ecológica de Bateson ganha muita relevância frente ao populismo contemporâneo, justamente porque esse populismo se ampara em públicos que, como você diz no texto, são parcialmente artificiais. A passagem, para quem quiser ler depois, está na página 2 do texto: “os públicos que são produzidos por essa dinâmica são resultados transindividuais de uma agência que é humana e não humana, na medida em que os algoritmos coemergem permanentemente por meio de ciclos cibernéticos”. Essa questão da artificialidade do público é muito central para entender tanto a dinâmica amigo-inimigo quanto a maneira pela qual o populismo contemporâneo consegue controlar a construção narrativa e a mobilização de seu público. Queria ir mais especificamente para o caso que você estuda no texto, que é o bolsonarismo. Seu texto descreve o bolsonarismo não só como uma ideologia, mas como uma dinâmica mutante que oscila entre a moderação e a radicalização. Você traz o conceito de indecidibilidade rítmica — essa coisa de ir e voltar — e eu queria que você explicasse como o bolsonarismo, a partir dessa chave analítica, alterna entre o institucional e o antiestructural, e como isso permitiu ao ex-presidente Bolsonaro manter o sistema político num estado de antagonismo permanente sem chegar a uma ruptura total — o que só vai acontecer em 2023. Letícia Cesarino: O que tentei fazer nesse texto é reler parte do governo Bolsonaro até as eleições de 2022 a partir dessa lógica cibernética — ou seja, como ele performou uma dinâmica cibernética que é essa tecnopolítica moldada pelas máquinas. Casarões, você trouxe a questão do populismo, e acho que são etapas. Desde 2013 até 2018, temos essa invasão muito forte e muito rápida da agência técnica dessas mídias e desses dispositivos dentro da política — um movimento mais tectônico, de desestabilização. E aí essas figuras aparecendo mais ou menos ao mesmo tempo: Modi, Trump, Bolsonaro, Duterte, Orbán — é aí que o conceito de populismo realmente faz mais sentido, nesse sentido dessa irrupção de uma política antiliberal, com uma norma mais afetiva, mais espontânea. É a política da exceção. E que, novamente, bate com a estrutura das plataformas, porque as plataformas também são políticas de exceção e de multidão. É importante termos isso em mente. A citação que você trouxe mostra como as plataformas fazem um tipo de prestidigitação: colocam uma coisa na interface, então o usuário tem a impressão de que é livre, de que é um indivíduo, enquanto o que está acontecendo atrás da tela é que esse indivíduo está sendo desagregado e reagregado com fragmentos de outros usuários em grandes multidões digitais. Ele não tem liberdade — ao contrário, está tendo seu comportamento indiretamente controlado, no sentido cibernético, pelos algoritmos. E esse social de multidão é o social de crise. Quem está imerso nesses ambientes está se colocando num modo crise — e a extrema-direita é a força política que mais combina com esse tipo de ambiente. Sem crise eles não são nada. Se você tirar a crise, a atmosfera de ameaça de que o Brasil vai acabar, eles não têm nada. Por isso não têm programa político: são uma força política na e da crise e da exceção. Daí esse paradoxo de como uma tecnopolítica de crise, de exceção e de guerra se rotiniza como um governo — que foi exatamente o paradoxo do governo Bolsonaro. E ainda teve a pandemia, que adicionou uma camada enorme de crise a isso. Ciberneticamente, faz muito sentido esse vai e vem — os ciclos de feedback positivo e negativo. O feedback positivo é o que acelera o viés que você já está; o negativo coloca um freio. Bolsonaro, enquanto governante, não podia ficar só no runaway, só no feedback positivo, porque o feedback positivo sozinho eventualmente leva a um colapso — tanto nos organismos vivos como nas máquinas. O que ele e o Trump fazem é colocar estrategicamente esses freios, esses recuos: avanço e recuo, feedback positivo e negativo. Tentei mostrar no artigo como isso se deu durante o governo e como esse processo perde o controle na eleição de 2022, redundando eventualmente no 8 de janeiro. O governo Bolsonaro não construiu nada — estava destruindo coisas, que é o que a extrema-direita faz — mas dosando até onde poderia ir na relação com os outros agentes: o Congresso Nacional, o público. E o público passou a ser medido através das redes sociais — pelas métricas das mídias digitais — e cada vez mais por pesquisas de opinião, que são outra forma de feedback que coteja com as mídias sociais. Bolsonaro foi assim sentindo, de forma propriamente recursiva, lidando com um ambiente de causalidades circulares, crises, etc. A linearidade só é possível em contextos de estabilidade e paz — e é exatamente o que o Trump está fazendo hoje. Agora, uma virada acontece, e aí é muito importante a questão do método. Esse artigo é baseado em pesquisa de métodos mistos, onde a abordagem qualitativa antropológica foi composta com uma abordagem computacional de grandes quantidades de dados, com os meus parceiros da Universidade da Bahia, do LabHD, onde fazíamos o mapeamento em tempo real dos públicos do Telegram. Foi muito interessante ver como, em meados de 2021, o comportamento desse ecossistema transindividual — que chamamos de públicos refratados, os públicos da extrema-direita — mudou. O comportamento pandêmico, ativado pela pandemia, e inclusive as teorias da conspiração começaram a diminuir. Isso foi bem na época da questão do voto impresso. Quando o voto impresso é enterrado, um conspiracionismo eleitoral começa a subir e se estabilizar. Por quê? As condenações do Lula tinham sido definitivamente canceladas, e eles, na mentalidade de guerra deles, já previam: “Está vindo um golpe que vai impedir o Bolsonaro de ganhar as eleições de 2022.” Isso mais de um ano antes da eleição. Já entraram no modo de contra-golpe. Que é outra característica desse social de crise — o que Brian Massumi, também batesoniano, chama de preempção: você passa a agir antecipando a ação do seu inimigo. É muito como a lógica da Guerra Fria entre os dois blocos. Por isso a extrema-direita está sempre reagindo — isso é uma característica muito consistente, inclusive dos ecossistemas misóginos, que estão sempre reagindo à suposta provocação ou traição da mulher. O bolsonarismo entrou nesse modo preemptivo, com a certeza de que haveria um golpe contra ele. Na cabeça deles, dessa grande mente transindividual controlada pelo Bolsonaro, o golpe deles era um contra-golpe: seria dado um golpe no Bolsonaro, e o que estavam fazendo seria a resposta. Quando você vê tudo o que fizeram ao longo desse tempo com esse olhar, tudo faz sentido — e o Bolsonaro, como depois ficou demonstrado, de fato estava tentando articular esse contra-golpe. Nas eleições de 2022, estavam nessa dinâmica de avanço e recuo, não deixando o sistema escalar demais, a temperatura subir demais, enquanto conspiravam. Quando ele finalmente desiste, vê que não ganhou a eleição — isso se arrasta por algumas semanas —, e quando realmente percebem que os comandantes das três forças não vão entrar, que o golpe não vai acontecer, Bolsonaro fica em silêncio. Ciberneticamente, isso foi muito importante, porque era ele que fazia a regulação cibernética entre a camada moderada e a camada radicalizada. Ele não deixava as coisas escalar. Era um agente de radicalização, mas também de moderação. Quando ele se retira, a coisa escala — e foi justamente o 8 de janeiro. Olha que interessante: quando aquela multidão invadiu o Congresso, o que aconteceu? Ficaram esperando para ver o que ia acontecer, porque confiavam no plano — só que o plano já tinha dado errado e eles não sabiam disso. Tem esse componente de um mundo de fantasia criado dentro das comunidades radicalizadas — o Bateson ajuda a entender isso, porque ele tem uma teoria cibernética da fantasia e do jogo. Foi aquele choque de realidade. Não houve mais regulação, não houve mais feedback negativo, a coisa escalou, a temperatura subiu — e é onde o artigo termina, fazendo essa releitura cibernética e ecológica dos eventos do segundo governo Bolsonaro e das eleições de 2022. David Magalhães: Ótimo, Letícia. Encaminhando para o fechamento: no finzinho do artigo você faz uma ressalva que achei bastante importante, ao apontar que a ecologia da mente é extremamente poderosa para entender essas dinâmicas sistêmicas mais amplas, mas que também tem limites — especialmente quando tentamos compreender a totalidade da vida cotidiana do sujeito. É justamente aí que você coloca a necessidade de retornar à etnografia tradicional, à etnografia offline. Queria te ouvir sobre esse desafio metodológico. Como a antropologia pode costurar essas duas pontes — de um lado, a visão de um sistema cibernético amplo no qual os indivíduos parecem agir quase como parte de um circuito, de maneira relativamente previsível; de outro, as trajetórias de vida, as experiências subjetivas, as dores concretas que não desaparecem. Como não reduzir essas pessoas a meros nós de rede? Letícia Cesarino: Ótima pergunta, porque é realmente um desafio metodológico. No caso da ecologia da mente, você nunca pode fechar só no indivíduo. Mas é possível — e é o que estou fazendo no livro novo — pensar como o indivíduo enquanto sistema, porque todo organismo individual é um sistema cibernético, com outras camadas além dele, mas ele próprio é uma camada de individuação bastante importante. Ele pode estar dividido entre dois territórios existenciais — e é um pouco como estou tentando trabalhar a questão da radicalização no livro novo. O online oferece um tipo de território existencial onde a persona online do sujeito está com interações específicas. É isso que gera o elemento de fantasia nas comunidades extremistas: no online é possível cultivar uma realidade e um tipo de estereotipação do inimigo, toda a questão da desinformação, que não é possível fazer no offline. Por isso o que aconteceu depois da invasão ao Congresso e ao STF: a realidade bateu. Eles achavam que a realidade era o que era cultivado na mente transindividual do online — e isso não bateu com o que estava acontecendo offline. Com a internet, não é mais preciso se deslocar fisicamente para se radicalizar. Você pode viver sua vida normalmente e, em parte do seu circuito, se radicalizar só no online. São muito esses casos que abordarei no próximo livro: adolescentes e jovens que estão no quarto jogando videogame, vivendo normalmente na escola, e estão fazendo coisas indescritíveis na internet — que você só vai descobrir quando a polícia bater na porta. Etnografar a radicalização é muito difícil, porque é um processo — você precisa acompanhar a pessoa desde o início, quando não estava radicalizada. É praticamente impossível, a não ser que alguém muito próximo passe por isso. Mas existem autorrelatos. Tenho trabalhado muito com o caso dos neonazistas, onde já há na Europa e nos Estados Unidos um repertório grande de testemunhos e autobiografias de pessoas que saíram dessas comunidades extremistas. No jihadismo também há bastante material; os manifestos de atiradores em escolas, por exemplo, muitas vezes trazem essa visão subjetiva da radicalização. Há um outro ponto que descobri e que não estava na pesquisa anterior: o que alguns estudos de radicalização chamam de reduplicação. Isso vem de um estudo histórico de Robert Lifton sobre médicos nazistas — como eles dividiam a personalidade. Quando estavam em Auschwitz, eram um tipo de pessoa; quando estavam em casa, com a família, eram completamente diferentes. Era uma reduplicação da personalidade em duas, como forma de resolver dissonâncias e contradições. O médico conseguia desumanizar as pessoas que selecionava para morrer em Auschwitz, enquanto em casa humanizava os seus. Algo assim parece acontecer também no nível da mente individual através da lacuna online–offline: as pessoas inconscientemente encontram formas de dividir a sua mente entre esses dois mundos, de forma que não precisem romper com familiares, amigos ou colegas de trabalho por razões políticas. Esse efeito da lacuna online–offline deve ser estudado — não é só uma questão metodológica, é a questão de qual é o efeito dessa própria separação, que é inédita: são as primeiras tecnologias que possibilitam essa divisão em ambientes existenciais separados, ainda que em relação recursiva. Isso pode ser um indutor de radicalização. Sabe aquele meme dos cachorros latindo no portão? Quando o portão abre, cada um vai para um lado. O humano tem um pouco disso: fica mais agressivo, fala coisas e faz coisas quando não está cara a cara com a pessoa — coisas que não faria no presencial. Isso é muito característico da extrema-direita: estão latindo, agressivos, no comportamento de ameaça, e quando a Polícia Federal bate na porta, revertem ao comportamento de autopiedade e vitimização — que é o que o Bolsonaro está fazendo agora na cadeia. Bateson trabalha isso muito bem, não só no humano, mas em outros mamíferos. A ecologia da mente, pegando inclusive insights de outros mamíferos — como o Bateson faz —, nos ajudaria a reincorporar o elemento biológico-evolutivo nas nossas explicações. E aqui chego a um ponto que acho muito importante: a extrema-direita tem todo um repertório do darwinismo social e da psicologia evolutiva para dizer que a forma como ela vê o humano é a forma real, a forma biológica, a forma natural. São leituras completamente erradas e enviesadas, mas para o senso comum são muito intuitivas. A questão de gênero, por exemplo: a ideia de que o homem é para um papel e a mulher para outro não tem apoio em estudos sérios de outras espécies ou da nossa. A antropologia, porém, abandonou esse campo — tornou-se etnografia, estudo da cultura, abandonou a natureza e a biologia, por razões relacionadas à história e à política interna da disciplina. Um dos meus objetivos é recuperar esse espaço de autoridade científica para falar do humano, do que é natural no humano, a partir de abordagens como a do Bateson — que é uma teoria da evolução que inclui a cultura — para competir também nesse campo da naturalização do comportamento humano. Eu diria que é talvez o campo mais persuasivo dos discursos da extrema-direita, porque a esquerda e as ciências sociais ficam só na desconstrução e no culturalismo, enquanto eles estão falando daquilo que é espontâneo, natural, atemporal. É assim que o fascismo mira, e precisamos competir nessa ordem de discurso, reivindicando uma abordagem científica mais universalista — um outro tipo de universalismo, não o positivista. A ecologia da mente é uma das principais vias que vejo para isso. No contexto desse artigo, foi também um subtexto: o artigo foi parte de um dossiê financiado pela Fundação Wenner-Gren, a maior fundação de antropologia dos Estados Unidos, e queria passar essa mensagem para os meus colegas antropólogos — a gente pode falar de universais humanos de uma forma mais refinada e rica, e competir com a extrema-direita nesse campo de discurso. Guilherme Casarões: Letícia Cesarino — incrível, tanto no pessoal quanto no profissional. E agora descobrimos, o que não deveria ser exatamente uma surpresa, que você é especialista em memes. Foi de longe uma das conversas mais eruditas que tivemos aqui, não só na colaboração com o OED, mas de todas as entrevistas que já fiz. Uma densidade impressionante, transmitida de forma didática. Tenho certeza de que os nossos ouvintes vão adorar esse papo. Quem está acompanhando, fiquem por aí — ainda temos a segunda parte da conversa, com o boletim de notícias e a dica cultural. Boletim — Giro de Notícias David Magalhães: Vamos ao nosso boletim com duas notícias envolvendo a ultradireita. França No próximo ano teremos eleições nacionais na França, que serão importantíssimas tanto para a Europa quanto para o futuro da direita radical no mundo. No dia 22 de março, domingo, ocorreu o segundo turno das eleições municipais francesas, que costuma ser um termômetro importante para medir o crescimento e a capilaridade da direita radical francesa, representada aqui pelo Rassemblement National. O resultado dessas eleições foi bastante ambíguo. O Rassemblement National, partido de Marine Le Pen e da estrela em ascensão Jordan Bardella, não conseguiu vencer em grandes cidades estratégicas — como Marselha e Toulon —, onde havia uma expectativa de vitória da direita radical. Por outro lado, o partido avançou de forma importante em outro nível: consolidou uma presença territorial, especialmente no sudeste e no nordeste do país, conquistando dezenas de prefeituras e ampliando de maneira bastante significativa sua base local. Hoje, de acordo com matéria do Le Monde de 23 de março, o Rassemblement National passa a governar aproximadamente 70 municípios e conta com cerca de 3 mil representantes locais — uma quantidade bastante considerável. Outro ponto central é um certo teto de vidro que tem impedido a vitória do RN em grandes cidades. Esses centros urbanos mais ricos, mais jovens e com maior nível educacional têm sido um desafio para a expansão da direita radical. Por outro lado, há um crescimento muito forte em áreas periféricas, regiões pós-industriais e comunas menores, geralmente marcadas por uma sensação de abandono e por um acúmulo de ressentimento — o que alguns autores chamam de left behinds, os que foram deixados para trás —, sentimento que a direita radical populista costuma explorar. Quero destacar ainda um fator que pode ser preocupante olhando para as eleições nacionais de 2027: não houve, ou houve em pouquíssimas cidades, a chamada frente republicana — também chamada de cordão sanitário. O cordão sanitário é o conjunto de alianças tradicionais de partidos com compromissos democráticos para barrar a direita radical no segundo turno das eleições. A quase inexistência desse cordão fez com que o RN conquistasse cidades onde, em eleições anteriores, havia sido bloqueado. No final das contas, essas eleições não deram o resultado que o RN esperava — um grande impulso nacional —, mas consolidaram uma base territorial sólida. Isso coloca uma questão relevante olhando para 2027: seria esse enraizamento local suficiente para sustentar uma vitória nas eleições presidenciais? Seguiremos acompanhando o caso da França. Hungria Passamos para a Hungria — continuamos falando de eleições, já que os húngaros vão às urnas em abril para decidir se encerram os 15 anos de governo de Viktor Orbán. No domingo, 15 de março, os dois principais atores políticos do país — Viktor Orbán, do Partido Fidesz, e o oposicionista Peter Magyar, do partido Tisza — realizaram grandes manifestações em Budapeste no Dia Nacional Húngaro. Mais do que uma comemoração histórica, os eventos funcionaram como um teste de força às vésperas das eleições de abril. Os dois lados reivindicaram vitória em termos de mobilização — como já vimos aqui no Brasil. O governo afirmou que foi uma das maiores marchas já realizadas no país, enquanto a oposição chegou a afirmar que reuniu meio milhão de pessoas. Ainda que sejam números exagerados, as estimativas independentes indicam que o Tisza, de Magyar, levou mais gente às ruas do que o Fidesz de Orbán, o que sinalizaria um possível avanço da oposição no campo urbano. Essas manifestações têm algo interessante: acontecem dentro de um calendário nacional, e foi possível observar uma disputa não só eleitoral, mas simbólica. Ambos os lados tentavam se apropriar da memória da Revolução de 1848. Orbán engendrou uma narrativa que associa o passado à luta contra o domínio estrangeiro, ao globalismo, à ingerência da União Europeia e à ameaça da guerra na Ucrânia. A oposição liderada por Peter Magyar utiliza os mesmos símbolos nacionais, mas com outros significados: para eles, a defesa da liberdade hoje se traduz em manter a Hungria dentro da União Europeia e vinculada à OTAN, além de restaurar o funcionamento das instituições democráticas do Estado húngaro — bastante prejudicadas nos anos de Orbán. As pesquisas de intenção de voto desde julho do ano passado mostram um quadro relativamente estável, com uma diferença de aproximadamente 10% em favor da oposição. É preciso ter cautela com essas pesquisas, no entanto, porque em 2011 Orbán fez uma importante reforma eleitoral que dá mais peso aos distritos rurais, geralmente mais conservadores. Além disso, ele concedeu cidadania a húngaros que vivem na Eslováquia, na Romênia e na Sérvia, uma população que tende a votar no governo. E há também uma mobilização ideológica mais incandescente da direita radical húngara, que pode fazer diferença nas urnas. Fato é que nenhum dos lados parece acreditar numa vitória esmagadora. Já se discute a possibilidade de alianças — o partido Jobbik, na Hungria, pode ser crucial para a formação de uma maioria no parlamento. No nosso episódio de abril, iremos repercutir o resultado dessa eleição. Dica Cultural David Magalhães: A nossa recomendação cultural deste episódio tem tudo a ver com a conversa que tivemos no primeiro bloco com a Letícia Cesarino. Se você se interessou pelo debate sobre internet, cultura digital, extrema-direita e disputa de narrativas, vale muito a pena assistir o documentário Feels Good Man, disponível na Amazon Prime. O documentário é de 2020, mas chegou recentemente a essa plataforma. O filme conta a história do Pepe the Frog, personagem criado pelo cartunista Matt Furie nos anos 2000. Originalmente era um sapo tranquilo, good vibes, que circulava numa tirinha independente. Com o tempo, porém, esse personagem foi sendo apropriado na internet — primeiro como meme, depois ganhando formas cada vez mais distorcidas, até virar um símbolo associado ao alt-right e a outros grupos de extrema-direita. O documentário é bastante interessante porque não trata isso como uma mera curiosidade da internet. Ele mostra como esse processo revela algo mais profundo: como essas comunidades online — fóruns, antigamente o 4chan, hoje um ecossistema bem mais complexo — funcionam como verdadeiros laboratórios de produção cultural e política, com uma lógica quase darwiniana de disputa por atenção, em que os conteúdos mais chocantes e extremos ganham mais visibilidade, com toda uma engenharia algorítmica por trás. O filme também acompanha o próprio criador do Pepe, que se vê completamente impotente diante da transformação da sua obra. E esse é um ponto central: na era da internet, a circulação de imagens e memes escapa completamente ao controle original — pode ser capturada e ressignificada por distintos atores políticos. O documentário tem um aspecto que dialoga diretamente com o que conversamos com a Letícia Cesarino: esses grupos utilizam o humor, a ironia, a ambiguidade e as trollagens para disseminar ideias racistas, misóginas e xenófobas, muitas vezes sob a aparência de brincadeira. Isso cria uma zona cinzenta que dificulta a crítica e, ao mesmo tempo, aumenta o alcance dessas mensagens de ódio. Feels Good Man nos ajuda a entender essa cultura digital e como ela se relaciona com a extrema-direita — e dialoga perfeitamente com os temas que trouxemos na entrevista do primeiro bloco. Até a próxima. The post Ecologia da mente e extrema-direita appeared first on Chutando a Escada.

Palavra Amiga do Bispo Macedo
Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor... - Meditação Matinal 13/03/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026 25:35


"Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são, e tu os achaste mentirosos. E sofreste, e tens paciência; e trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste. Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu Primeiro Amor." Apocalipse 2:2-4"Mas os ímpios não têm paz, diz o Senhor." Isaías 48:22"Não há paz para os ímpios, diz o meu Deus." Isaías 57:21

SAD No Ar – Seu Alívio no Divã
227 | Exebeute e Xézerburguer

SAD No Ar – Seu Alívio no Divã

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026 134:32


A machalada blanquinha, que só pensa em peleleca, se leuniu pala um ploglama com 72% de incentivo à qualificação, silêncios carregados, sujeira na tela, amizade moderna e gozada farta que termina em chantagem. Acompanhe o SAD: iTunes | Android | Spotify | Grupo no Telegram Envie SUAS HISTÓRIAS anonimamente pelo formulário para fazer parte dos próximos programas. Nessa sessão:  “Do fundo do poço ao conforto burguês” Vivendo uma vida feliz e entediante para o dr. Nadark, nosso agora concursado Tristonho conseguiu o local, porém vem se exibindo na câmera para homens maduros e acha que isso pode dar problema com o namorado. SADúvida turística “Tenho um amigo que a gente se fala todos os dias, dorme junto com frequência, faz carinho, troca cafuné, assiste série deitado em conchinha e divide segredos que eu nunca contei para ninguém, estamos namorando?” “O pocaporra e a briosa” Com um tesão acumulado por anos e anos de repressão sexual e por delicioss moças e rapazes em trajes de carnaval, Burro foi para um divertido banheirão, entrou num grupo de Telegram e cometeu um ato de auto-amor que lhe custou caro. Participantes Edu Sacer Leo Oliveira Luciano Maia Sidney Andrade

European Portuguese Shorties (from PracticePortuguese.com)

At the hospital, Mário consults with Lisa about a patient with recurrent gastrointestinal issues, seeking advice on further testing.