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Março traz consigo o Dia Mundial do Sono — e este ano decidimos assinalar a data dando voz ao que fica muitas vezes escondido: a experiência real de quem vive com um distúrbio do sono
6 COISAS IMPORTANTES:1 - AULÕES PARA RESOLVER ESSE BURNOUT AÍ:Aulão TENHO BURNOUT: E AGORA?E aulão ESTILO DE VIDA NO BURNOUTTodas as informações e links dos dois aulões aqui: https://abreai.com/auloesdaroberta2 - DESCONTO E BENEFÍCIOS PARA ASSINAR O LOJONG:Assine o Lojong com TRINTA dias de teste gratuito e descontão (e pode parcelar em 12 vezes) usando esse link: https://lojongapp.com/af/ROBERTACARUSI (pagamento pela Hotmart);Ou vc pode usar o cupom ROBERTACARUSI, dentro do próprio app, se tiver Android. Mas, se vc tiver IOS, para usar o cupom dentro do app é preciso ir por esse link: https://lojongapp.com/convite3 – MANDE SEU DEPOIMENTO PARA O QUADRO “NÃO É SÓ COM VC”: https://abreai.com/depoimento4 - SE INSCREVA LÁ NO INSTAGRAM: @robertacarusi5 – CONHEÇA MEUS CANAIS NO YOUTUBE”- canal de vídeos: https://www.youtube.com/@robertacarusi1- canal de aulas: https://www.youtube.com/@RobertaCarusi36 - COMPRE MEUS LIVROS:- No Limite do Stress (2018): https://abreai.com/nolimite- Pequeno Manual do Burnout (2024): https://abreai.com/pequenomanualEspero que esse vídeo tenha te ajudado de alguma forma :)
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, queremos compartilhar com você um texto muito bonito. Uma mulher que escreveu uma reflexão sobre um papel que muitas vezes passa despercebido: o da mãe do pai. Vale a pena ouvir com atenção. É uma bonita homenagem às mulheres.Sou mãe de 3 meninos e uma única menina. Quando penso que um dia serei avó, lembro também do importante detalhe: serei mãe do pai. Todas nós, mulheres, sabemos que existe uma diferença grande na liberdade que damos a nossa própria mãe. Isso pode refletir diretamente na relação entre neto e avó. Escrevi esse texto como um lembrete para mim e para outras mães de meninos, que um dia será a nossa vez. E que talvez, olhando por essa perspectiva podemos ser mais empáticas e realmente nos colocarmos no lugar da sogra:“A mãe da mãe tem as portas abertas.Liberdade, intimidade, jeitinho.É coadjuvante da novidade, doadora silenciosa do amor.Cúmplice de uma nova mãe que merece e precisa da sua presença.Mas e a mãe do pai?Quão difícil é ser mãe do pai.Achar a brecha, encontrar o lugar, se chegar.A mãe do pai não tem que ajudar nas posições das mamadas, não tem que fazer compressas pré amamentação.Para isso já existe a mãe da mãe.É ela quem o coração de filha pede.E assim, a mãe do pai fica ali, observando de perto mas de longe.A mãe do pai não tem desculpas para visitas demasiadamente prolongadas.Precisa ir na coragem, na boa cara de pau, na fé.A mãe do pai não pode ligar 3x ao dia para saber como está o toquinho de gente que fez seu coração explodir mais uma vez.Ser mãe do pai é presenciar o filho se descobrir na paternidade, e ao mesmo tempo ter relances do garotinho que ontem segurava sua mão, e agora segura um bebê.Ser mãe do pai é querer beijar, abraçar, palpitar na vida de um bebê que é tão seu, mas nem tanto.É o amor incondicional que não pode chegar arrombando, precisa ser manso, bater na porta.Ser mãe do pai é ter que aprender a respeitar a ordem do tempo e principalmente das coisas.É o amor resiliente, humilde, paciente.Tenho a impressão que ser mãe do pai é o mais paciente dos amores.É a união do amor com a espera.Espera pelo momento, pela sua hora.É falar, já que às vezes o amor fala demais, e se arrepender.A verdade, que não se pode negar, é que a mesma frase dita pela mãe da mãe, é recebida de forma diferente quando dita pela mãe do pai.Ser mãe do pai é enxergar em outra mulher não somente a esposa do filho, mas a guardiã e mãe do novo ser que é tão importante na sua vida.Ser mãe do pai é um papel tão complexo que assusta.E me traz uma ponta de tristeza, pois um dia será a minha vez.E uma ponta de vergonha, já que lembro da minha sogra e da sua jornada como mãe de pai.Pensando assim meu coração me pede mais paciência, compreensão, tolerância. Me pede para lembrar que quando o assunto é amor para os meus filhos, seja da mãe da mãe, ou da mãe do pai, nunca é demais”.
Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, queremos compartilhar com você um texto muito bonito. Uma mulher que escreveu uma reflexão sobre um papel que muitas vezes passa despercebido: o da mãe do pai. Vale a pena ouvir com atenção. É uma bonita homenagem às mulheres.Sou mãe de 3 meninos e uma única menina. Quando penso que um dia serei avó, lembro também do importante detalhe: serei mãe do pai. Todas nós, mulheres, sabemos que existe uma diferença grande na liberdade que damos a nossa própria mãe. Isso pode refletir diretamente na relação entre neto e avó. Escrevi esse texto como um lembrete para mim e para outras mães de meninos, que um dia será a nossa vez. E que talvez, olhando por essa perspectiva podemos ser mais empáticas e realmente nos colocarmos no lugar da sogra:“A mãe da mãe tem as portas abertas.Liberdade, intimidade, jeitinho.É coadjuvante da novidade, doadora silenciosa do amor.Cúmplice de uma nova mãe que merece e precisa da sua presença.Mas e a mãe do pai?Quão difícil é ser mãe do pai.Achar a brecha, encontrar o lugar, se chegar.A mãe do pai não tem que ajudar nas posições das mamadas, não tem que fazer compressas pré amamentação.Para isso já existe a mãe da mãe.É ela quem o coração de filha pede.E assim, a mãe do pai fica ali, observando de perto mas de longe.A mãe do pai não tem desculpas para visitas demasiadamente prolongadas.Precisa ir na coragem, na boa cara de pau, na fé.A mãe do pai não pode ligar 3x ao dia para saber como está o toquinho de gente que fez seu coração explodir mais uma vez.Ser mãe do pai é presenciar o filho se descobrir na paternidade, e ao mesmo tempo ter relances do garotinho que ontem segurava sua mão, e agora segura um bebê.Ser mãe do pai é querer beijar, abraçar, palpitar na vida de um bebê que é tão seu, mas nem tanto.É o amor incondicional que não pode chegar arrombando, precisa ser manso, bater na porta.Ser mãe do pai é ter que aprender a respeitar a ordem do tempo e principalmente das coisas.É o amor resiliente, humilde, paciente.Tenho a impressão que ser mãe do pai é o mais paciente dos amores.É a união do amor com a espera.Espera pelo momento, pela sua hora.É falar, já que às vezes o amor fala demais, e se arrepender.A verdade, que não se pode negar, é que a mesma frase dita pela mãe da mãe, é recebida de forma diferente quando dita pela mãe do pai.Ser mãe do pai é enxergar em outra mulher não somente a esposa do filho, mas a guardiã e mãe do novo ser que é tão importante na sua vida.Ser mãe do pai é um papel tão complexo que assusta.E me traz uma ponta de tristeza, pois um dia será a minha vez.E uma ponta de vergonha, já que lembro da minha sogra e da sua jornada como mãe de pai.Pensando assim meu coração me pede mais paciência, compreensão, tolerância. Me pede para lembrar que quando o assunto é amor para os meus filhos, seja da mãe da mãe, ou da mãe do pai, nunca é demais”.
At the hospital, Mário consults with Lisa about a patient with recurrent gastrointestinal issues, seeking advice on further testing.
No Dia Mundial da Obesidade, falamos sobre o aumento da procura por medicamentos como o Ozempic. Mas será esta solução indicada para todos os casos? Conheça os critérios médicos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Devocional Quaresma Jesus questionou-o: «Amigo, que vieste cá fazer?» Então os homens avançaram, deitaram a mão a Jesus e prenderam-no. Nisto, um dos que estavam com Jesus puxou da espada e feriu o criado do sumo sacerdote, cortando-lhe uma orelha. Jesus corrigiu-o: «Torna a pôr a tua espada na bainha, porque todos os que se servem da espada à espada morrerão. Julgas que eu não podia pedir auxílio a meu Pai ? Se lho pedisse ele mandava-me, agora mesmo, mais de doze legiões de anjos ! Mas nesse caso, como é que se havia de cumprir a Escritura ? Não diz ela que é assim mesmo que deve acontecer?» Naquele momento, Jesus dirigiu-se à multidão: «Saíram com espadas e paus para me prender, como se eu fosse um ladrão. Tenho estado todos os dias a ensinar no templo e não me prenderam! Mas tudo isto acontece para que se cumpra o que os profetas dizem na Escritura.» Então os discípulos deixaram-no e fugiram todos. Mateus 26:50-56 A quietude da noite foi quebrada. A paz que tomava conta do Jardim do Getsêmani foi perturbada. Uma multidão de homens furiosos, carregando tochas e armas, chegou com um único objetivo: prender o Filho de Deus. Houve uma confusão e um dos discípulos cortou a orelha de um soldado. Perguntas agressivas foram feitas a Jesus. A multidão então «agarrou Jesus e prendeu-o». No meio deste caos, está Jesus – um exemplo perfeito de poder sob controlo. Ele mostra-nos o que é verdadeiramente a mansidão. Não é fraqueza. Como Jesus diz, Ele poderia facilmente ter chamado anjos para O ajudar. No entanto, Ele escolhe não fazê-lo. Apesar do que as circunstâncias externas aparentam – um grupo de pescadores e o seu mestre intimidados por um grande grupo de homens armados – Jesus estava em perfeito controlo da situação. O Deus Todo-Poderoso e Soberano estava a demonstrar que o verdadeiro poder se manifesta quando se abre mão dos próprios direitos por um propósito maior. Jesus estava a abrir mão voluntariamente não apenas dos Seus direitos, mas da Sua própria vida. A caminho de casa De que maneiras posso demonstrar mansidão? Posso abrir mão dos meus direitos quando é para a glória de Deus? Oração Deus Salvador, o que é o homem para que te importes com ele? O filho do homem para que te preocupes com ele? Tu nos amaste o suficiente para renunciar aos Teus direitos. Tu nos amaste o suficiente para te submeteres a indignidades brutais e tortura. Tu demonstraste poder perfeito através da Tua mansidão. Ajuda-me a renunciar aos meus direitos à luz do Teu sacrifício. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Neste episódio continuo e agravo o beef que tenho com o pai da Dra. Rita Matias e genro do marido da Dra. Rita Matias desde 2019. Falo também sobre uma coisa relativamente importante que está a acontecer no Médio Oriente.Bilhetes para o Mundo está Top em: https://ticketline.sapo.pt/evento/o-mundo-esta-top-10-anos-jcd-99267Segmento extra em: https://www.patreon.com/jcdireitaInstagram: https://www.instagram.com/jovemconservadordedireitaLivros da piça: https://www.instagram.com/livrosdapica
Oro Por Você 03081 – 01 de março de 2026 Senhor, tenho sido perdoado por tantas coisas. O Senhor cobriu meu pecado completamente com Seu sangue. Não preciso mais carregar esse fardo do sentimento de culpa. Agora é como se meu pecado jamais tivesse existido. Ajude-me a jamais esquecer de que Seu perdão me libertou de tal maneira que posso perdoar outras pessoas e libertá-las de minha condenação. Ajude-me a nunca julgar e condenar pessoas, deixando de perdoá-las. Não quero sofrer a enfermidade emocional causada por impedir o perdão. Quero conhecer a liberdade que desponta quando perdoamos os outros. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: https://t.me/tempoderefletir . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Há um chamado para voltar às veredas antigas e discernir o bom caminho, a fim de experimentar o verdadeiro descanso em Deus. O início da igreja revela fundamentos que não podem ser esquecidos: arrependimento e fé, batismo nas águas e batismo no Espírito Santo. Quando o coração é tocado, a resposta necessária é mudança de vida. O arrependimento não é etapa superada, mas um marco contínuo para uma caminhada autêntica. Sem ele, a fé se torna apenas discurso; com ele, produz fruto que permanece.A vida da igreja nasce sobre o fundamento que é Cristo e se expressa em perseverança na doutrina, na comunhão, no partir do pão e nas orações. O perigo está em diluir o evangelho para torná-lo mais agradável, trocando essência por aparência. Deus não deseja uma comunidade cheia de atividades, mas vazia de transformação. É necessário examinar os próprios caminhos, rejeitando uma religiosidade apenas formal, e retornar a um relacionamento sincero com Deus, onde cada prática seja expressão de um coração rendido.Para isso, é indispensável distinguir o que é absoluto do que é relativo. Louvar e adorar são absolutos; instrumentos são relativos. Ser igreja todos os dias é absoluto; limitar a vida cristã a reuniões é reduzir o propósito. Pregar o evangelho e fazer discípulos é inegociável; métodos e estruturas são meios que podem variar conforme o tempo e a circunstância. Quando a igreja perde essa clareza, transforma-se em instituição e monumento, em vez de permanecer movimento vivo do Espírito de Deus.A essência não está no formato das reuniões, mas na comunhão da família da fé. A igreja não é o salão, nem a programação, mas pessoas reconciliadas com Deus e umas com as outras, vivendo em amor prático. Mutualidade, serviço, perdão e cuidado mútuo expressam essa realidade. Cada membro tem um dom e uma responsabilidade na edificação do corpo. O crescimento acontece pela cooperação de todos, não pela atuação de poucos. Estruturas devem servir à essência, facilitando proximidade, cuidado e maturidade.Assim, somos conduzidos a uma igreja que salva o perdido e edifica a casa de Deus, firme no que é eterno e flexível no que é circunstancial. Em tempos de possíveis enganos e falsa liberdade, é urgente guardar o coração, permanecer na Palavra e na comunhão, e buscar maturidade em Cristo. Que haja uma fé operante, um amor abnegado e uma firme esperança, para que a igreja permaneça simples, pura e centrada em Jesus, vivendo o reino de Deus em qualquer contexto.Perguntas para reflexão1. Em quais áreas da minha vida preciso renovar o arrependimento para que minha fé produza fruto verdadeiro?2. Tenho valorizado mais métodos e estruturas do que a essência da comunhão e do discipulado?3. Como posso exercer meu dom de forma prática para contribuir com o crescimento conjunto da igreja?
6 COISAS IMPORTANTES:1 - AULÕES PARA RESOLVER ESSE BURNOUT AÍ:Aulão TENHO BURNOUT: E AGORA?E aulão ESTILO DE VIDA NO BURNOUTTodas as informações e links dos dois aulões aqui: https://abreai.com/auloesdaroberta2 - DESCONTO E BENEFÍCIOS PARA ASSINAR O LOJONG:Assine o Lojong com TRINTA dias de teste gratuito e descontão (e pode parcelar em 12 vezes) usando esse link: https://lojongapp.com/af/ROBERTACARUSI (pagamento pela Hotmart);Ou vc pode usar o cupom ROBERTACARUSI, dentro do próprio app, se tiver Android. Mas, se vc tiver IOS, para usar o cupom dentro do app é preciso ir por esse link: https://lojongapp.com/convite3 – MANDE SEU DEPOIMENTO PARA O QUADRO “NÃO É SÓ COM VC”: https://abreai.com/depoimento4 - SE INSCREVA LÁ NO INSTAGRAM: @robertacarusi5 – CONHEÇA MEUS CANAIS NO YOUTUBE”- canal de vídeos: https://www.youtube.com/@robertacarusi1- canal de aulas: https://www.youtube.com/@RobertaCarusi36 - COMPRE MEUS LIVROS:- No Limite do Stress (2018): https://abreai.com/nolimite- Pequeno Manual do Burnout (2024): https://abreai.com/pequenomanualEspero que esse vídeo tenha te ajudado de alguma forma :)
Nesta segunda parte da conversa com a atriz Margarida Vila-Nova ficamos a saber as razões por ter amadurecido demasiado cedo, como as dificuldades pessoais a ajudaram a dar mais densidade às suas personagens e como a curta metragem que realizou a partir de uma carta deixada pelo seu pai, antes de morrer, despertou-lhe a vontade de contar mais histórias atrás das câmeras. Ainda nesta segunda parte, Margarida levanta um pouco o véu sobre o telefilme que irá filmar no último semestre deste ano, e sobre uma certa mudança profissional e pessoal que vai impor a si mesma a partir de agora. A dado momento lê um excerto da carta de despedida deixada pelo seu pai, e que inspirou a curta-metragem “Pê”, lê também dois poemas de Sophia e surpreende ainda com a leitura de uma receita de Sopa de Cação, de Maria de Lourdes Modesto. Depois revela algumas das músicas que a acompanham, deixa várias sugestões culturais e revela o seu último pensamento quando apaga a luz, antes de adormecer. Boas escutas! Músicas: “Waltzing Matilda”, de Tom Waits “Vai Passar”, de Chico Buarque “Lá Vai Lisboa”, por Carminho “Dont let me be misunderstood”, de Nina Simone Leituras: Poemas de Sophia Carta do pai (excerto) Receita de Sopa de Cação, por Maria de Lourdes Modesto Filmes: “Terra Vil”, de Luís Campos (com Lúcia Moniz e Ruben Gomes) “Maria Vitória”, de Mário Patrocínio (com Mariana Cardoso, Miguel Borges Miguel Nunes, Ana Cristina Oliveira, Bárbara Albuquerque) “O Barqueiro”, de Simão Cayatte (com Romeu Runa, Miguel Borges, Jani Zhao, Madalena Aragão, Sandra Faleiro) Teatro: “Veneno - história de um casamento” - de Lot Vekemans, com encenação de João Lourenço, interpretada por Carla Maciel e Gonçalo Waddington. No Teatro Aberto. Livros: “Correu bem, miúdo”, pela Lua de Papel, tradução de Vasco Gato “A Louca da Casa”, de Rosa Montero Série: "A Diplomata", Netflix Espetáculo: Carminho no Coliseu dos Recreios, em Lisboa de 1 e 2 de maio. Coliseu do Porto a 6 de junho. Exposição: Teresa Pavão e Rui Sanches, na Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma brasileira que mora há mais de 25 anos na Suíça vai assumir o cargo de autoridade administrativa e judicial da região metropolitana de Lausanne, que é a quarta maior cidade do país. A partir da próxima segunda-feira (2), a socióloga Carine Carvalho Arruda, de Fortaleza (CE), que já foi vereadora, duas vezes deputada estadual no Cantão de Vaud e diretora da Secretaria de Igualdade da Universidade de Lausanne, começa a atuar na nova função. Valéria Maniero, correspondente da RFI na Suíça Carine entra para a história ao se tornar a primeira pessoa nascida no Brasil a ocupar a função de préfète – cargo considerado estratégico por garantir a proximidade entre a administração pública e as cidadãs e os cidadãos suíços. Em entrevista exclusiva à RFI, ela detalhou o que fará na prática, explicou se existe no Brasil alguma função comparável à dela, contou como foi o processo de seleção – Carine foi nomeada pelo governo do Cantão de Vaud – e revelou quais competências pesaram a seu favor. Uma das atribuições desse posto, criado há 223 anos, é atuar como “autoridade judicial de primeira instância”. Carine explica que, quando cidadãos cometem um delito, uma contravenção, recebem uma multa ou uma advertência, são denunciados à prefeitura, que pode convocá‑los para ouvir as partes envolvidas. “É uma função interessante porque evita que as pessoas sejam automaticamente denunciadas aos tribunais, que acabem com uma ficha penal, ou tenham depois dificuldades para pagar advogado etc. Então, impede que as pessoas sejam judicializadas. E tem uma ideia de bom senso: escutar as pessoas, entender quais são suas dificuldades e julgar as situações mais simples”, afirmou a brasileira, que recebeu a reportagem da RFI na Secretaria de Igualdade da Universidade de Lausanne, no seu último dia de trabalho ali, após 18 anos atuando na instituição. Cargo sem equivalente no Brasil E no Brasil, existe algum cargo semelhante? Carine explica que não. Apesar de o nome em francês, préfète, remeter à palavra “prefeita” em português, a função não tem qualquer relação com o cargo exercido pelos prefeitos de cidades brasileiras. “É um falso amigo nesse sentido, porque, na verdade, nós somos um emissário do governo, uma autoridade judicial e administrativa para uma região específica. E é um cargo muito ligado à relação entre o governo e os municípios, ligado também à supervisão da ação municipal, à supervisão das eleições e das votações. Nós supervisionamos também alguns cargos da administração.” Ela conta que outra parte do trabalho envolve conceder uma série de autorizações — por exemplo, permissões de pesca, de caça e de venda de produtos de tabaco. “Não existe essa mesma função no Brasil, mas é uma função importante aqui, que existe desde 1803, desde a criação do cantão de Vaud. Desde a sua independência, foram criados os distritos e a função de prefeito de cada um.” O processo de escolha para o cargo Em nota, o governo do cantão de Vaud destacou a trajetória da brasileira por combinar experiência política, responsabilidade administrativa e dedicação ao serviço público. À RFI, ela explicou como é o processo de escolha para um cargo assim. Disse, por exemplo, que não precisa ser advogado, mas ter experiência institucional, conhecer bem o governo, a sua organização, a administração pública, as políticas públicas. “Eu, como já tinha vários anos no serviço público, tinha um perfil interessante. Já fui deputada e vereadora, então, conheço bem a organização política institucional do nosso cantão. É isso que foi valorizado e é importante, porque nessa função vamos estar em contato com as prefeituras dos municípios, as administrações municipais e a administração cantonal, estadual.” O que pesou a favor A RFI perguntou à brasileira quais habilidades dela contaram a favor para a nomeação. “Você tem que saber ler as leis e aplicá-las, ter clareza na comunicação com os outros. É importante ter uma certa sensibilidade ao serviço público, à coletividade, ao bem estar comum. Como vamos julgar situações, temos que julgá-las de acordo com a lei, mas também de acordo com o bom senso e com o senso de justiça.” Também, é importante, segundo ela, ser uma pessoa que dialogue bem, porque o cargo prevê a mediação quando há, por exemplo, problemas dentro de uma prefeitura ou entre municípios. Mas não para por aí. Carine deve atuar também em problemas mais corriqueiros. “Uma das funções que nós temos é de presidir uma comissão de conciliação entre proprietários e locatários de imóveis, por exemplo, então se você tiver um problema no seu apartamento com o proprietário, sobre o estado do apartamento, o aluguel, primeiro, pode tentar uma mediação na prefeitura. Então, a gente tem esse papel de achar uma solução comum entre pessoas que tenham conflitos na área civil.” Para Carine, o aspecto mais desafiador desse novo cargo – que a levou a deixar o segundo mandato de deputada estadual e o trabalho na Universidade de Lausanne, onde chefiava a Secretaria de Igualdade de Gênero desde 2019 – foi a possibilidade de continuar servindo ao interesse público. “Tenho 12 anos de experiência política e sempre fui muito engajada, mas, nesse momento da minha vida, eu queria um cargo em que eu pudesse continuar esse engajamento em favor da coletividade, mas sem forçosamente estar dentro da arena política”, destaca. Num país pequeno como a Suíça, há poucas pessoas exercendo a mesma função que ela. No cantão de Vaud, por exemplo, são apenas 14 préfets e préfètes: 10 homens e 4 mulheres. Supervisão de eleições Questionada pela RFI se entre suas atribuições estará, por exemplo, a organização de referendos – como o previsto para junho, que propõe limitar a população da Suíça a 10 milhões de habitantes –, Carine respondeu que “sim e não”. Isso porque as prefeituras exercem uma função de vigilância no processo eleitoral. “Então, não diretamente nessa votação, mas em geral, nós somos autoridade de recurso em caso de fraude. Por exemplo, se o município, quando faz a apuração dos boletins de voto, achar que tem algum elemento que deixe pensar que teve fraude organizada ou não, pode levar o caso para a prefeitura, que vai analisar a situação e julgar o caso.” Nesse tema, uma das primeiras atividades de Carine no novo posto já está marcada: o dia 8 de março, data em que haverá na Suíça eleições e votações importantes em nível municipal, cantonal e nacional. “Vai ser um pouco a minha primeira entrada. Uma das minhas primeiras atividades vai ser dar a volta nos municípios e nos locais de voto para ter certeza de que tudo está se passando bem. Essa é uma atividade interessante, que permite a democracia direta, que é um pouco o DNA da Suíça, que as cidadãs e os cidadãos tenham confiança nessas votações”, conclui a socióloga.
Uma brasileira que mora há mais de 25 anos na Suíça vai assumir o cargo de autoridade administrativa e judicial da região metropolitana de Lausanne, que é a quarta maior cidade do país. A partir da próxima segunda-feira (2), a socióloga Carine Carvalho Arruda, de Fortaleza (CE), que já foi vereadora, duas vezes deputada estadual no Cantão de Vaud e diretora da Secretaria de Igualdade da Universidade de Lausanne, começa a atuar na nova função. Valéria Maniero, correspondente da RFI na Suíça Carine entra para a história ao se tornar a primeira pessoa nascida no Brasil a ocupar a função de préfète – cargo considerado estratégico por garantir a proximidade entre a administração pública e as cidadãs e os cidadãos suíços. Em entrevista exclusiva à RFI, ela detalhou o que fará na prática, explicou se existe no Brasil alguma função comparável à dela, contou como foi o processo de seleção – Carine foi nomeada pelo governo do Cantão de Vaud – e revelou quais competências pesaram a seu favor. Uma das atribuições desse posto, criado há 223 anos, é atuar como “autoridade judicial de primeira instância”. Carine explica que, quando cidadãos cometem um delito, uma contravenção, recebem uma multa ou uma advertência, são denunciados à prefeitura, que pode convocá‑los para ouvir as partes envolvidas. “É uma função interessante porque evita que as pessoas sejam automaticamente denunciadas aos tribunais, que acabem com uma ficha penal, ou tenham depois dificuldades para pagar advogado etc. Então, impede que as pessoas sejam judicializadas. E tem uma ideia de bom senso: escutar as pessoas, entender quais são suas dificuldades e julgar as situações mais simples”, afirmou a brasileira, que recebeu a reportagem da RFI na Secretaria de Igualdade da Universidade de Lausanne, no seu último dia de trabalho ali, após 18 anos atuando na instituição. Cargo sem equivalente no Brasil E no Brasil, existe algum cargo semelhante? Carine explica que não. Apesar de o nome em francês, préfète, remeter à palavra “prefeita” em português, a função não tem qualquer relação com o cargo exercido pelos prefeitos de cidades brasileiras. “É um falso amigo nesse sentido, porque, na verdade, nós somos um emissário do governo, uma autoridade judicial e administrativa para uma região específica. E é um cargo muito ligado à relação entre o governo e os municípios, ligado também à supervisão da ação municipal, à supervisão das eleições e das votações. Nós supervisionamos também alguns cargos da administração.” Ela conta que outra parte do trabalho envolve conceder uma série de autorizações — por exemplo, permissões de pesca, de caça e de venda de produtos de tabaco. “Não existe essa mesma função no Brasil, mas é uma função importante aqui, que existe desde 1803, desde a criação do cantão de Vaud. Desde a sua independência, foram criados os distritos e a função de prefeito de cada um.” O processo de escolha para o cargo Em nota, o governo do cantão de Vaud destacou a trajetória da brasileira por combinar experiência política, responsabilidade administrativa e dedicação ao serviço público. À RFI, ela explicou como é o processo de escolha para um cargo assim. Disse, por exemplo, que não precisa ser advogado, mas ter experiência institucional, conhecer bem o governo, a sua organização, a administração pública, as políticas públicas. “Eu, como já tinha vários anos no serviço público, tinha um perfil interessante. Já fui deputada e vereadora, então, conheço bem a organização política institucional do nosso cantão. É isso que foi valorizado e é importante, porque nessa função vamos estar em contato com as prefeituras dos municípios, as administrações municipais e a administração cantonal, estadual.” O que pesou a favor A RFI perguntou à brasileira quais habilidades dela contaram a favor para a nomeação. “Você tem que saber ler as leis e aplicá-las, ter clareza na comunicação com os outros. É importante ter uma certa sensibilidade ao serviço público, à coletividade, ao bem estar comum. Como vamos julgar situações, temos que julgá-las de acordo com a lei, mas também de acordo com o bom senso e com o senso de justiça.” Também, é importante, segundo ela, ser uma pessoa que dialogue bem, porque o cargo prevê a mediação quando há, por exemplo, problemas dentro de uma prefeitura ou entre municípios. Mas não para por aí. Carine deve atuar também em problemas mais corriqueiros. “Uma das funções que nós temos é de presidir uma comissão de conciliação entre proprietários e locatários de imóveis, por exemplo, então se você tiver um problema no seu apartamento com o proprietário, sobre o estado do apartamento, o aluguel, primeiro, pode tentar uma mediação na prefeitura. Então, a gente tem esse papel de achar uma solução comum entre pessoas que tenham conflitos na área civil.” Para Carine, o aspecto mais desafiador desse novo cargo – que a levou a deixar o segundo mandato de deputada estadual e o trabalho na Universidade de Lausanne, onde chefiava a Secretaria de Igualdade de Gênero desde 2019 – foi a possibilidade de continuar servindo ao interesse público. “Tenho 12 anos de experiência política e sempre fui muito engajada, mas, nesse momento da minha vida, eu queria um cargo em que eu pudesse continuar esse engajamento em favor da coletividade, mas sem forçosamente estar dentro da arena política”, destaca. Num país pequeno como a Suíça, há poucas pessoas exercendo a mesma função que ela. No cantão de Vaud, por exemplo, são apenas 14 préfets e préfètes: 10 homens e 4 mulheres. Supervisão de eleições Questionada pela RFI se entre suas atribuições estará, por exemplo, a organização de referendos – como o previsto para junho, que propõe limitar a população da Suíça a 10 milhões de habitantes –, Carine respondeu que “sim e não”. Isso porque as prefeituras exercem uma função de vigilância no processo eleitoral. “Então, não diretamente nessa votação, mas em geral, nós somos autoridade de recurso em caso de fraude. Por exemplo, se o município, quando faz a apuração dos boletins de voto, achar que tem algum elemento que deixe pensar que teve fraude organizada ou não, pode levar o caso para a prefeitura, que vai analisar a situação e julgar o caso.” Nesse tema, uma das primeiras atividades de Carine no novo posto já está marcada: o dia 8 de março, data em que haverá na Suíça eleições e votações importantes em nível municipal, cantonal e nacional. “Vai ser um pouco a minha primeira entrada. Uma das minhas primeiras atividades vai ser dar a volta nos municípios e nos locais de voto para ter certeza de que tudo está se passando bem. Essa é uma atividade interessante, que permite a democracia direta, que é um pouco o DNA da Suíça, que as cidadãs e os cidadãos tenham confiança nessas votações”, conclui a socióloga.
Tá preocupado com o seu coração? Quais são os exames básicos que vc precisa fazer pra ter certeza que vc pode correr sem preocupação? Eu bati um papo com o cardiologista e maratonista Bruno Colontoni sobre isso.Nossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Tenho recebido inúmeros relatos e até queixas de professores e profissionais da educação sobre o comportamento imaturo e até egoísta de alguns pais. A parceria e o relacionamento entre família e escola tem sido afetado por falta de confiança nos profissionais, demandas incompatíveis com o cuidado coletivo e até comportamentos agressivos e inadequados. O QUE ESTÁ ACONTECENDO? Bora falar sobre isso e refletir sobre o nosso papel como cuidadores e parte da comunidade escolar.Comenta aqui qual a sua opinião e se já viu alguma dessas situações acontecendo na escola do seu filho. Eu sou Thiago Queiroz, pai de 4, psicanalista e falo sobre parentalidade, masculinidade, comunicação não violenta e relacionamentos.Para conhecer mais do meu trabalho:https://paizinhovirgula.com/Para conhecer meus livros e jogos:https://linktr.ee/paizinholivrosejogosMinha coleção de camisetas:https://www.useamaga.com.br/amaga/collections/thiago-queirozPara apoiar meu trabalho:https://apoia.se/paizinhovirgula==CRÉDITOS==Direção: Hugo BenchimolEdição e Pós-Produção: Tatiana TrindadeRevisão: Evelyn Martins
O @zedoecom começou vendendo álcool em gel no Mercado Livre durante a pandemia e, cinco anos depois, transformou essa experiência em uma operação milionária que já ultrapassou R$150 milhões em faturamento e formou milhares de alunos.No Kiwicast, ele contou:O que faz um e-commerce vender todos os diasComo escolher produtos com real potencial de lucroQuais estratégias e métricas sustentam uma operação escalávelO poder da consistência para construir autoridade e resultadosAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify___________________
Uma das zagueiras brasileiras mais vitoriosas do futebol feminino, Tarciane tem apenas 22 anos e uma longa carreira pela frente. Apesar de jovem, a jogadora do Lyon já tem uma coleção de títulos. Revelada pelo Fluminense em 2021, Tarciane ganhou destaque com a camisa do Corinthians. No clube paulista, a carioca conquistou quatro campeonatos brasileiros, uma Libertadores e três Supercopas do Brasil. Marcio Arruda, da RFI em Paris Depois de uma rápida passagem pelo Houston Dash, dos Estados Unidos, a zagueira foi campeã da Liga Francesa no ano passado pelo Lyon. Na seleção brasileira, conquistou a última edição da Copa América. Tarciane vai se apresentar nesta semana para a seleção brasileira, que faz uma série de três amistosos contra países do mesmo continente. O primeiro compromisso do Brasil é contra a Costa Rica, em Alajuela, na próxima sexta-feira, 27 de fevereiro. Na sequência, a seleção enfrenta a Venezuela no dia 4 de março e o México no dia 7; estes dois últimos jogos serão em território mexicano. Em entrevista para a RFI, Tarciane destacou o trabalho que a equipe brasileira tem feito. A zagueira afirmou que o foco é a Copa do Mundo de 2027, que será disputada entre junho e julho do ano que vem, no Brasil. Este mundial reunirá as melhores seleções do planeta e é bem provável que a Espanha, atual campeã, os Estados Unidos, ouro na Olimpíada de Paris, a Inglaterra, a Suécia, a Alemanha e o Canadá disputem a competição. Leia tambémApós beijo forçado em atleta espanhola, surge outra denúncia contra presidente da federação de futebol "A gente está conseguindo fazer um bom trabalho. Toda a comissão e as atletas abraçam totalmente a ideia de jogo para podermos melhorar até a Copa do Mundo. A gente já passou por um momento especial nos Jogos Olímpicos de Paris. Hoje a gente já entende o que é jogar uma competição de alto nível; sabemos o quanto é importante a parte física para a gente poder estar bem na competição", afirmou. Com mais de 25 jogos pela seleção, Tarciane pensa grande. "Mentalmente é importante estarmos trabalhando e jogando com grandes seleções para podermos nos adaptar melhor e chegarmos muito bem na Copa. É um grupo novo e bastante jovem, e certamente vai ter menina que disputará pela primeira vez uma Copa do Mundo. Se eu for convocada, será a minha primeira Copa. Tenho experiência dos Jogos Olímpicos e de outras competições com a seleção. Então, é importante a gente estar pronta para conseguirmos ganhar o mundo; e a gente vai ganhar o mundo", deseja a confiante Tarciane. Mas a zagueira, que conquistou a medalha de prata na Olimpíada de Paris, não quer saber de oba-oba no Mundial do ano que vem. "A gente não quer favoritismo. Ainda mais com a Copa do Mundo em casa. A gente quer chegar em silêncio e bem quietinha, fazendo o nosso trabalho e jogando contra as grandes seleções. É isso que a gente quer", disse Tarciane. "Eu tenho certeza que a seleção brasileira vai chegar muito bem preparada na Copa do Mundo." "A gente se prepara todos os dias, aprendendo e demonstrando cada vez mais a nossa identidade em campo. Assim, vamos trazer o torcedor brasileiro para o nosso lado. E isso vai fortalecer a gente cada vez mais para jogar uma partida importante no Brasil diante da nossa torcida", falou. Leia tambémEm Paris, Formiga e Michael Jackson dizem o que falta para o futebol feminino decolar no Brasil Mas para continuar a ser lembrada pelo técnico da seleção, Arthur Elias, a zagueira brasileira precisa manter o bom desempenho que tem apresentado com a camisa do Lyon. No clube desde fevereiro do ano passado, Tarciane é titular da zaga do time francês e já marcou três gols – diante do PSG, Nantes e Strasbourg, todos nesta temporada. Mas se ela já está adaptada à equipe francesa, no dia a dia, Tarciane ainda precisa de mais um tempinho. "A adaptação é difícil. Outra língua, outro idioma… tudo muito diferente, mas a cada dia aprendendo mais um pouquinho. Hoje eu entendo muito mais francês do que quando cheguei aqui (fevereiro de 2025) e agora só falta falar um pouco mais. Acho que isso é a parte mais complicada, mas a adaptação é todos os dias", conta. "É um momento importante de aprendizado." E como será que ela faz para matar as saudades da família e amigos? "Sinto saudades de casa; sempre. É difícil porque é muito longe. O Rio de Janeiro e a França são totalmente diferentes. A logística, o horário... Eu pude ir para casa nas férias e aproveitei meus dez dias de folga. É vida de atleta. Eu sabia que isso iria acontecer porque são escolhas que a gente faz na nossa vida. A gente vai matando (a saudade) por telefone e videochamada", explicou a zagueira. Mesmo em outro continente, Tarciane mostrou que não esqueceu os clubes que defendeu. Será que o coração da zagueira ainda é de braba, apelido dado às jogadoras do Corinthians? "Ah, sempre vai ser. Foi a segunda equipe que me apresentou para o mundo. A primeira foi o Fluminense e a segunda foi o Corinthians, onde eu pude viver profissionalmente muita coisa. Foi lá que conquistei os melhores troféus que eu tenho. É por isso que eu sempre vou ser uma braba e sempre vou estar na torcida. O Corinthians está no meu coração. Gratidão sempre", disse. Depois da sequência de amistosos com a seleção atual campeã da Copa América, Tarciane voltará ao Lyon para o campeonato francês. O próximo compromisso do clube é em casa contra Le Havre. O Lyon de Tarciane é o líder invicto da competição com 16 pontos de vantagem sobre o Nantes, que hoje está na vice-liderança.
A atriz Sofia Alves é a convidada de Daniel Oliveira no Alta Definição. Aos 52 anos, revisita momentos marcantes da vida e da carreira, entre provações duras e uma fé que considera inabalável. Sofia recorda o susto de ter enfrentado um tumor, a urgência da cirurgia e o longo período de incerteza, bem como o impacto emocional que isso teve na família. Revela também o episódio traumático da zona que quase lhe tirou a visão e a complexa recuperação que obrigou a equipa da novela a recorrer a efeitos especiais para a manter em cena. “Tenho plena noção do que é a vida. Num momento estamos, no outro… deixamos de estar”, confessa. Na conversa, fala ainda da menopausa precoce, da perda de amigos próximos e da forma como o silêncio, a natureza e a oração lhe servem de refúgio. Partilha a relação profunda com o marido, Celso, a alegria que encontra no neto e a ligação especial a Margarida, a jovem atriz com trissomia 21 com quem contracena e a quem chama “filha do coração”. “Sou muito grata. A vida ensinou-me a não desistir”, afirma. Ouça o Alta Definição, em podcast, emitido na SIC em 21 de fevereiro 2026.* A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
O enviado especial da União Africana para a Guiné-Bissau, Patrice Trovoada, garante que ainda “há muito para fazer” no processo de transição do país. O ex-primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe sublinha que a prioridade é travar a erosão da confiança política e institucional e relativiza críticas sobre alegada proximidade política com Umaro Sissoco Embaló. “Encontrei-me com muita gente, falei com muitos actores políticos guineenses”, disse Patrice Trovoada, numa postura cautelosa, evitando detalhar se teve contactos recentes com o ex- Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló. O objectivo, explica, é “estabelecer contacto e diálogo com as autoridades de transição, as forças políticas, as instituições republicanas e a sociedade civil, para criar um clima de confiança e iniciar conversações políticas sobre a saída da crise.” Patrice Trovoada anunciou que se deslocará brevemente a Bissau e frisou que a missão da União Africana trabalha em coordenação com a CEDEAO, “que está na linha da frente”, mas que qualquer apoio regional ou internacional é bem-vindo para consolidar a estabilidade e credibilidade do processo. Sobre as eleições anunciadas para 06 de Dezembro pelo Governo de transição, o diplomata não se compromete: “Tomamos nota e vamos falar. Não são coisas fáceis.” Na abertura da 39.ª Cimeira da União Africana, o Presidente angolano, João Lourenço, criticou o branqueamento de golpes de Estado através de processos eleitorais subsequentes: “Quando falamos da necessidade do restabelecimento da ordem constitucional após a tomada do poder por meios inconstitucionais, não estamos a dizer que ela fica restabelecida desde que os autores do golpe de Estado realizem eleições e se façam eleger”, advertindo que a prática representa “uma forma de branqueamento de um acto ferido de legitimidade”. O enviado especial destaca que a UA acompanha a Guiné-Bissau há anos e que a experiência acumulada é fundamental: “Não vamos a terreno desconhecido. Estamos a trabalhar com todos aqueles que querem que a situação desemboque em algo estável e credível, para o bem dos guineenses.” Patrice Trovoada deixa claro que a neutralidade da UA é crucial, mesmo perante acusações de alinhamento político com figuras do poder: “Não tenho comentários a fazer quanto a essas críticas. Tenho a responsabilidade de dar o meu contributo para avançar no bom sentido.” A missão da UA, acrescenta, baseia-se na Carta da organização, defendendo a transição para uma ordem constitucional legítima, inclusiva e aceite por todos. Trovoada sublinha que a cooperação com outros parceiros, como CPLP, União Europeia e Nações Unidas, é essencial para que a Guiné-Bissau recupere estabilidade e confiança, evitando que a crise política se traduza em erosão institucional ou fragilização do calendário eleitoral.
Observador faz o trajeto de autocarro entre as localidades isoladas e o centro de Alcácer do Sal. É lá que Manuel Augusto descobre onde vai votar."Tenho votado a minha vida toda."See omnystudio.com/listener for privacy information.
O caminho é longo. A contagem regressiva para a Olimpíada de 2028, em Los Angeles, já começou. E para o judô brasileiro, nada melhor do que iniciar essa caminhada com o golpe certo: um ippon, que valeu uma medalha de ouro na primeira competição internacional desta temporada. Marcio Arruda, da RFI em Paris Rafaela Silva foi a única atleta brasileira a subir no degrau mais alto do pódio no Grand Slam de Paris. Ela e os 18 judocas do Brasil que disputaram a competição no início deste mês permaneceram na capital francesa para dias de treinamento no Instituto Nacional de Judô, que reuniu a maioria dos atletas estrangeiros presentes no Grand Slam francês. Uma rotina de treinos pesada, que começou na segunda quinzena de janeiro em Colônia, na Alemanha, na pré-temporada da equipe brasileira. A campeã olímpica Rafaela Silva, que subiu para a categoria até 63 quilos há pouco mais de um ano, se mostrou satisfeita com seu rendimento nesse início de ano. “Eu acho que foi bom não só por conta da medalha (de ouro). Independentemente do resultado, acho que fiz um bom trabalho lá na Alemanha. Até mesmo antes de eu embarcar para lá e, também, durante a competição. Tudo acabou dando certo porque a gente já vinha treinando antes. Então, eu estou muito satisfeita em conseguir colocar o que sei em prática e aproveitar bastante os treinos na Alemanha; foi um período que eu usei para isso e que acabou dando certo no fim”, avaliou a judoca campeã na Rio-2016. "É o que se fala: a gente conquista a medalha no treino; na competição, a gente só vai buscar", comenta Rafaela Silva. Medalha de prata no Grand Slam de Paris no ano passado, Leonardo Gonçalves não passou de uma sétima colocação no torneio de 2026. O judoca da categoria até 100 quilos destacou a importância do período de treinos após a competição francesa. “Para os pesos mais pesados do Brasil, particularmente, é bem importante porque lá (no Brasil) há carência de material humano. E aqui tem muito. A gente se une aqui e procura aproveitar bastante; não que os mais leves não aproveitem, mas no Brasil tem muito mais (peso) leve. E, por isso, eles conseguem treinar lá e aqui na França. Então, a gente chega aqui, treina e suga ao máximo”, afirmou Leonardo Gonçalves. A rotina de treinos faz com que Leo Gonçalves esteja sempre se cobrando por melhores resultados nas competições. “Eu tento me policiar um pouco porque eu me cobro demais. Quando o atleta quer ser o melhor, tem de se cobrar mesmo. Mas é importante cuidar da saúde mental porque, se houver um descontrole, a pessoa acaba ficando bitolada. Às vezes, eu me policio também para dar uma espairecida porque é cobrança o tempo inteiro. Todo mundo te cobra e você não pode deixar de se cobrar", revelou Leo. "Caminhos que fazem atletas se potencializarem" Treinadora da seleção brasileira, Andrea Berti disse que a confiança que cada atleta tem em seu potencial passa pelo treinamento. “Os treinos são os caminhos que fazem as atletas potencializar as suas características e conhecer adversárias que nunca tiveram a oportunidade de segurar no kimono. É muito importante porque é um processo que faz com que (o judoca) trabalhe e ganhe confiança para chegar nas competições e fazer acontecer”, explicou a técnica Andrea Berti. Depois de disputar a medalha de bronze no Grand Slam de Paris na categoria até 90 quilos e terminar na quinta colocação, Guilherme Schimidt falou sobre o ritmo dos treinos com randori, que é o termo dado ao treinamento de luta, como se fosse um sparring. “Lá em Colônia, como os alemães foram ao Brasil no ano passado e a gente já conhece o pessoal, foi um treinamento com o time alemão. Teve um dia que recebemos a visita de judocas belgas, holandeses e franceses. Mas, basicamente, foram atletas do Brasil e da Alemanha. Foi um treinamento visando às competições internacionais. Teve um volume grande de randori, que é bom para você treinar, pegar no kimono de vários adversários, conhecer diversos estilos e escolas de judô. Aí você vai crescendo no cenário internacional”, contou Guilherme Schimidt. Assim como Guilherme, Larissa Pimenta também ficou em quinto lugar nesse Grand Slam. A medalhista olímpica da categoria até 52 quilos voltou a disputar uma competição internacional após uma pausa na carreira. Por enquanto, ela nem quer pensar na Olimpíada de Los Angeles, em 2028. “Eu passei um período muito longo afastada. Eu fiz dois ciclos olímpicos diretos e não tive pausa; e ainda teve a pandemia! Foram anos bem desgastantes. Para muitas pessoas, isso passa despercebido porque só veem a gente na hora da luta. A gente que vive isso todos os dias, em particular para mim, foram anos muito desgastantes; muito difíceis. Agora, eu me sinto em paz, me sinto tranquila. Eu estou vivendo um processo mais leve, mais tranquilo. Na verdade, eu não penso em Los Angeles agora. Eu penso um dia de cada vez, um treino de cada vez, uma competição de cada vez”, revelou Larissa Pimenta, bronze nos Jogos Paris-2024. Ao contrário de Larissa, Guilherme Schimidt já traçou o caminho até a próxima Olimpíada, que pode ser a primeira dele na categoria até 90 quilos. “Eu tenho uma margem de evolução muito grande e com certeza chegando em Los Angeles, eu vou estar mais preparado e mais experiente. Eu carrego toda minha experiência de 81 quilos para essa nova categoria. O peso muda, zera os pontos, mas a experiência eu trouxe comigo. Tenho certeza que vou brilhar nessa categoria de cima porque conheço nomes que eram de 81 quilos, subiram e hoje estão entre os melhores; alguns foram até campeões mundiais! Então, eu me vejo muito bem nessa categoria”, previu Guilherme. Leia tambémJudoca Beatriz Souza conquista primeiro ouro do Brasil nas Olimpíadas de Paris Experiência e liderança de Rafaela Silva Aos 33 anos, Rafaela Silva é uma das mais experientes do grupo. Com humildade, a campeã falou do papel de liderança na seleção brasileira. “Eu aprendi bastante quando eu cheguei na seleção. Eu era a mais nova e as pessoas me acolheram da melhor maneira possível, me ajudando e me aconselhando. Eu tirava dúvidas com o Thiago Camilo, com a Edinanci, com a Quequinha (Erika Miranda) e todas as meninas mais experientes... até o Mayrão (Mayra Aguiar), que era muito jovem, mas já fazia parte da seleção principal. Então, eu tive essa troca bem bacana com eles e hoje eu só retribuo o que eles fizeram comigo lá atrás. Esse é o bacana do judô: a gente recebe quando é mais nova e, agora, a gente passa isso para as próximas gerações”, lembrou Rafaela. E com tanta experiencia, será que a Rafaela Silva pode um dia se tornar técnica da seleção? “Vixe... aí são muitos anos, aí é um passinho de cada vez. Eu espero ainda estar competitiva no ambiente. A gente vai ver como serão os próximos passos. Eu sei que longe do judô eu não vou estar porque eu amo isso aqui”, afirmou a campeã. Leia tambémBrasil conquista bronze por equipes mistas no judô na Olimpíada de Paris O judô é a modalidade que faturou mais medalhas olímpicas para o Brasil. Das 28 conquistas, cinco são de ouro, quatro de prata e 19 de bronze. Agora, a seleção brasileira volta aos tatames no final deste mês. O Grand Slam de Tashkent, no Uzbequistão, será disputado nos dias 27 e 28 de fevereiro e 1° de março. A expectativa, claro, é pela conquista de mais medalhas tanto no masculino quanto no feminino.
Oro Por Você 03066 – 14 de fevereiro de 2026 Grande Deus e Pai, queremos louvar e engrandecer Teu nome, mais uma vez. Queremos Te dizer muito obrigado porque temos um Guia que é a Bíblia. Por isso, hoje, queremos te pedir uma bênção especial para todos os nossos amigos e ouvintes que têm estudado a Tua palavra. Os que têm sede de aprender e descobrir o quanto é maravilhoso desvendar o que Tu, bom Deus, tem a dizer a todos os que Te buscam. Dá a todos os estudantes da Bíblia o discernimento. Que possam entender a Tua mensagem. Que possam encontrar a mensagem da salvação, o perdão para os pecados e aceitem tão grandiosa graça. Em nome de Jesus, amém. Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: https://t.me/tempoderefletir . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Homilia Padre Antônio Gonzalez, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 8,1-10Naqueles dias, havia de novo uma grande multidãoe não tinha o que comer.Jesus chamou os discípulos e disse:"Tenho compaixão dessa multidão,porque já faz três dias que está comigoe não têm nada para comer.Se eu os mandar para casa sem comer,vão desmaiar pelo caminho,porque muitos deles vieram de longe".Os discípulos disseram:"Como poderia alguém saciá-los de pão aqui no deserto?"Jesus perguntou-lhes: "Quantos pães tendes?"Eles responderam: "Sete".Jesus mandou que a multidão se sentasse no chão.Depois, pegou os sete pães, e deu graças,partiu-os e ia dando aos seus discípulos,para que os distribuíssem.E eles os distribuíam ao povo.Tinham também alguns peixinhos.Depois de pronunciar a bênção sobre eles,mandou que os distribuíssem também.Comeram e ficaram satisfeitos,e recolheram sete cestos com os pedaços que sobraram.Eram quatro mil, mais ou menos.E Jesus os despediu.Subindo logo na barca com seus discípulos,Jesus foi para a região de Dalmanuta.Palavra da Salvação.
Naqueles dias, havia de novo uma grande multidão e não tinha o que comer. Jesus chamou os discípulos e disse: 2 "Tenho compaixão dessa multidão, porque já faz três dias que está comigo e não têm nada para comer. 3 Se eu os mandar para casa sem comer, vão desmaiar pelo caminho, porque muitos deles vieram de longe". 4 Os discípulos disseram: "Como poderia alguém saciá-los de pão aqui no deserto?" 5 Jesus perguntou-lhes: "Quantos pães tendes?" Eles responderam: "Sete". 6 Jesus mandou que a multidão se sentasse no chão. Depois, pegou os sete pães, e deu graças, partiu-os e ia dando aos seus discípulos, para que os distribuíssem. E eles os distribuíam ao povo. 7 Tinham também alguns peixinhos. Depois de pronunciar a bênção sobre eles, mandou que os distribuíssem também. 8 Comeram e ficaram satisfeitos, e recolheram sete cestos com os pedaços que sobraram. 9 Eram quatro mil, mais ou menos. E Jesus os despediu. 10 Subindo logo na barca com seus discípulos, Jesus foi para a região de Dalmanuta.
E se estivéssemos sozinhos no universo? Sem Deus, sem nada de inteligente, sem vida para lá da que acontece neste planeta? Até poderia ser bom, mas tenho a prova de que não é verdade
Na Golegã, a última semana deixou marcas visíveis e outras, menos óbvias, mas igualmente pesadas: estradas cortadas, serviços condicionados, equipamentos municipais danificados e o dia-a-dia mudou. Ao mesmo tempo, o concelho viu adiada a votação da segunda volta das eleições presidenciais, para dia 15 de Fevereiro. Rui Xavier, membro da Assembleia Municipal da Golegã, vive na região há cerca de um ano e meio. Não é natural do concelho, mas fala já com a atenção de quem aprendeu a ler o terreno, os ritmos do rio e os sinais que circulam entre vizinhos. “Aqui é um sítio que tradicionalmente teve e tem muitas cheias”, começa por explicar. E, no entanto, sublinha que desta vez houve um elemento novo: “Em relação à tempestade de vento, chuva, as pessoas mais velhas dizem que não têm memória de uma tempestade deste género.” Apesar do impacto, Rui Xavier faz questão de relativizar a gravidade local face ao resto do país. “Aqui, embora tenha sido razoável em algumas empresas e com a destruição de parte de árvores, ainda assim não tem comparação com o que aconteceu, por exemplo, no epicentro, ali em Leiria e noutras zonas do país.” O prejuízo mais evidente, diz, está na sede do concelho. E aponta casos concretos: “As piscinas municipais têm uma área muito grande envidraçada. Uma parede toda em vidro foi completamente destruída.” O problema, explica, vai além do custo. “Vamos ver o tempo que agora vai demorar a recuperar-se aquele equipamento que é um dos centros da comunidade.” E enumera, com precisão, o que está em causa: “É um sítio onde têm aulas os miúdos das escolas. Há, para além da unidade escolar para pessoas idosas, natação livre.” Ele próprio usa o espaço: “Eu faço muito regularmente lá.” Para Rui Xavier, a dimensão do dano não é apenas material: é logística, social e comunitária. “A recuperação não é só uma questão de dinheiro, é mesmo uma questão agora logística.” Luz intermitente e água a subir Nas freguesias do Pombalinho e da Azinhaga, onde vive, o impacto foi mais contido. “Houve falta de luz durante as primeiras 48 horas na sede do concelho, portanto na vila da Golegã.” Já ali, diz, o cenário foi diferente: “Aqui onde nós estamos, que é o Pombalinho e a Azinhaga, ela foi sendo intermitente. Mas nunca houve um período, creio que mais do que algumas 6 horas, em que tivéssemos estado sem energia.” O concelho vive encostado à água e isso molda tudo. “Nós estamos muito próximos do rio Tejo e aqui, no caso de Pombalinho e Azinhaga, do rio Almonda.” Quando chove a sério, o que acontece é quase previsível: “Sempre que há chuvas mais intensas, o caudal do rio aumenta.” A estrada cortada que muda a vida: 8kms passam a 30kms A consequência mais pesada, sublinha, não foi a destruição de casas, foi a interrupção do movimento. “A estrada que liga a Golegã, a Azinhaga e vice-versa (…) é muito comum ficar cortada.” Mas desta vez, insiste, a duração surpreendeu: “Desta vez ficou cortada e ainda está cortada durante muito mais dias.” E é aqui que o dia-a-dia se encarece. “O caminho entre a Azinhaga e a Golegã são à volta de 8 km.” Agora, diz, a realidade é outra: “Tenho vizinhos, amigos, que estão a fazer 20, 25, 30kms.” Rui Xavier chama-lhe pelo nome certo: impacto económico. “O impacto económico na vida das pessoas é muito grande.” Mesmo sem “um grande impacto no edificado”, a factura chega de outra forma: “A possibilidade de deslocação ou haver uma deslocação que de repente passa a ser três vezes maior.” E remata: “Os valores que as pessoas dispendem nessas deslocações têm um impacto muito grande nas contas do fim do mês.” A forma como estas comunidades vivem a cheia é, para quem chega de fora, quase desconcertante. Rui Xavier reconhece-o: “Eu estou cá há pouco tempo e vou aprendendo.” Mudou-se de Lisboa com a mulher, por gosto e por escolha. Mas, diz, uma preocupação esteve sempre presente: “Sabendo que há cheias regulares nesta zona, estávamos num sítio em que a água facilmente cá chegasse.” A surpresa veio depois: “Percebemos a forma como as pessoas lidam com o caudal a aumentar e a transbordar.” Porque aqui, ao contrário do que se vê na televisão, a água não é apenas medo: é também fertilidade e continuidade. “Tudo aqui à volta, a grande fertilidade dos solos depende em muito de ciclicamente serem alagados.” E aponta a paisagem por trás da sua casa como exemplo. “A água, como nós vemos aqui na parte de trás da minha casa, desde que mantenha estes níveis, é quase uma coisa óptima e uma bênção.” Cita, sem romantizar, o que ouve dos mais velhos: “As pessoas mais velhas dizem mesmo isto: ‘Assim tá óptimo.'” E a condição é clara: “Desde que não tenha impacto na casa das pessoas e que não suba muito mais.” A memória agrícola é antiga. “Uma das pessoas mais velhas disse-me (…) que isto era fantástico, porque aqui há umas décadas (…) se o ano fosse mais ou menos seco (…) alagavam os campos através de valas.” Um saber acumulado, transmitido e adaptado: “Todo esse conhecimento acumulado mantém-se.” Para Rui Xavier, a palavra-chave é relação: “Há uma relação muito mais simbiótica com a natureza e até com a proximidade da água.” “A lei da gravidade cumpre-se" Hoje existem réguas hidrométricas, alertas, Protecção Civil e medições em tempo real. Rui Xavier reconhece: “A informação flui de uma maneira que não tem comparação com há décadas atrás.” E elogia o papel local: “As juntas de freguesia tiveram um trabalho muito importante em manter a população informada.” Mas há outra camada, mais antiga, mais humana, mais exacta do que parece: a leitura do território. “As pessoas aqui têm um conhecimento empírico disso, de observação, muitas vezes baseadas em marcos de construção.” Conta um episódio que vale por um tratado de geografia local. A estrada que liga o Pombalinho a Mate Miranda foi cortada por precaução. Rui Xavier falava com o vizinho Manuel, 90 anos, que viveu todas as grandes cheias do século passado e deste século, em 2013. A resposta do homem foi imediata: “Eles cortaram a estrada por precaução, mas ainda se passa lá.” E como é que se sabe? Rui Xavier explica o critério: “Para as pessoas da idade dele, é ter água acima do joelho ou na cintura.” A razão é simples: “Porque já não dá para passar de bicicleta, porque é assim que as pessoas se deslocavam aqui durante décadas.” E continua, “O Manel ainda hoje, com 90 anos, todos os dias anda de bicicleta.” O momento culmina numa frase que Rui Xavier repete com admiração: “Para não passar na estrada de Mate Miranda, a água tem que chegar aqui a este poste.” E depois a conclusão perfeita: “A lei da gravidade cumpre-se. E a água é autonivelante.” O conhecimento do terreno, diz, é tão profundo que dispensa deslocações. “Sabem que quando isto acontece aqui tem implicações ali e não precisam de ir lá sequer ver. Têm a certeza.” Voto adiado para domingo, 15 de Fevereiro No meio deste cenário, o adiamento da votação na segunda volta das presidenciais deixou frustração e um debate inevitável. Rui Xavier não esconde a sua posição: “Eu preferia ter podido votar este domingo” E acrescenta: “As condições climatéricas estão razoáveis e acho que seria possível votarmos.” Ainda assim, não aponta o dedo. “Compreendo que as autoridades tenham avaliado com antecedência e tenham avaliado o risco.” E lembra que a sucessão de tempestades foi imprevisível: “Estavam anunciadas estas outras, embora não me agrade não poder votar, eu compreendo essa precaução.” A frase que usa é rara na política portuguesa, como ele próprio nota: “Parece uma coisa nada portuguesa, mas vale prevenir.” A garantia que o tranquiliza é simples: “Eu sei que vou votar no próximo domingo (…) e que o meu voto também conta.” E deixa um apelo directo à participação: “Acho que é uma obrigação a nossa voz também ser ouvida.” Rui Xavier admite o incómodo, mas recusa dramatismos: “Não é o ideal, mas é o possível.” E insiste na ideia central: segurança primeiro. “Pôs-se em prioridade a possibilidade das pessoas poderem votar em segurança e o processo ser mais razoável.” O concelho, lembra, está em situação de calamidade. E faz um exercício concreto: “Imaginemos que estas últimas 24 horas tinham sido realmente muito fustigadoras.” Estradas cortadas, comboios interrompidos, pessoas a deslocarem-se de fora para votar: “Isso não era muito razoável.” No fim, regressa à mesma lógica que viu nos cortes de estrada e nos avisos de cheia: precaução. “Compreendo que uma estrada seja cortada quando há pouca água a passar por cima, mas que ainda assim é um risco para a população.” A Golegã, como tantas vezes, volta a ser um território entre dois movimentos: o da água que sobe e o do país que tenta avançar. Aqui, as cheias são antigas — e a democracia, por uma semana, ficou à espera.
A afirmação do dia é: Tenho clareza de quem eu sou A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: O resgate da Virgem Interna. O cristal de conexão do dia é: Jaspe Leopardo. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Rubi Box
00:00 Se você é cotista do GARE11, esse vídeo não é opcional00:31 O GARE11 não é mais o mesmo: Mudança de DNA02:05 A estrutura complexa dos fundos filhos 03:52 O giro de R$ 500 milhões: Venda das lojas Mateus e Pão de Açúcar05:06 Novas compras em BH e Confins via troca de cotas06:16 A Bomba da Assembleia: O que são os R$ 100 bilhões?07:28 Risco de Diluição: Por que o cheque em branco é perigoso?08:47 Conflito de Interesse: Negociando com a própria gestora09:55 Veredito: Vale a pena ou ficou arriscado demais?11:43 Tenho duas opções pra você: RC Club e RC Wealth
Negociações "têm grande risco" de serem mal sucedidas, diz Pedro Nascimento. Especialista explica que Rússia tem objetivos claros: "Congelar os ganhos no terreno".See omnystudio.com/listener for privacy information.
@katbarcelos @odeiopepe e @gabitozatiart se unem no episódio de hoje pra discutir a viabilidade de trilhas como primeiros dates e quanto vale topar uma aventura em nome da AMIZADE.Desconto especial nos planos usando o nosso link no Nordvpn: https://nordvpn.com/vortexpodou CUPOM: VORTEXPODAcesse o link do Vortex e ganhe até 26% de desconto na sua matrícula na Alura: https://www.alura.com.br/vortexou CUPOM: VORTEX Host: Katiucha Barcelos. Instagram: @katbarcelos | Twitter/X: @katiuchaCo-Host: Pedro Pinheiro. Instagram: @odeiopepe | Twitter/X: @OdeioPePeConvidada: Gabi Tozati. Instagram: @gabitozatiart | Bluesky: @gabitozati.bsky.social | Behance: gabitozati Instagram: @feedvortexBluesky: @feedvortex.bsky.sociaTwitter: @feedvortexTiktok: @feedvortexReddit: r/feedvortexGrupo paralelo não-oficial do Vortex no telegram: https://t.me/+BHlkG92BfPU5ZjdhEsse grupo é dos ouvintes, para os ouvintes e pelos ouvintes. Não temos qualquer afiliação oficial ou responsabilidade por QUALQUER COISA falada neste grupoLink do post do episódio nas redes sociais:InstagramTwitterLinks comentados no episódio:"Tenho pena da mulher dele", diz garota que deixou amigo em trilha no PR | CNN BrasilPolícia arquiva investigação sobre jovem que se perdeu no Pico Paraná | G1Primeira Entrevista Thayane "Desabafo" de Thayne 'Só aceito julgamentos dos magros': frase de amiga que abandonou jovem em trilha gera revolta nas redes | Jornal CorreioO Reencontro no Fantástico Chama da paixão de romance online é apagada após mulher ficar presa em chaminéEles se conheceram em um aplicativo de namoro, ela acabou sendo motorista de fugaVideo Gabi desenhando Dan Da Dan Produção: Thyara Castro, Bruno Azevedo e Aparecido SantosEdição: Joel SukeIlustração da capa: Brann Sousa
"Mas, buscai Primeiro o Reino de Deus, e a Sua Justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas." Mateus 6:33"Tenho-vos dito isto, para que em Mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, Eu venci o mundo." João 16:33
"E farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, e os seus sábados, e todas as suas festividades. E devastarei a sua vide e a sua figueira, de que ela diz: É esta a minha paga que me deram os meus amantes; eu, pois, farei delas um bosque, e as feras do campo as devorarão.Castigá-la-ei pelos dias dos baalins, nos quais lhes queimou incenso, e se adornou dos seus pendentes e das suas joias, e andou atrás de seus amantes, mas de Mim se esqueceu, diz o Senhor. Portanto, eis que Eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração." Oseias 2:11-14"O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância." João 10:10"Tenho-vos dito isto, para que em Mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, Eu venci o mundo." João 16:33
No cinema foi uma elegante, assertiva e convincente Snu Abecassis, no filme “Snu”, de Patrícia Sequeira e na mini-série “Cara a Cara”, de Fernando Vendrell, interpretou uma candidata a deputada de extrema direita. A atriz Inês Castel-Branco recorda o seu longo caminho na televisão e na moda, e também as várias resistências que teve de superar: “Agora já começo a dizer que ‘não’ e a escolher o que prefiro fazer”. A atriz critica uma certa obsessão e paranóia com a juventude e a perfeição que penaliza mais as mulheres e, em particular, as atrizes. E afirma rejeitar as pressões da indústria e seus dos pares para ser mais magra, usar botox ou submeter-se a outras intervenções estéticas. No final, fala das músicas que a acompanham, lê um poema de Adília Lopes, um excerto do romance “As Malditas”, de Camila Sosa Villada e partilha algumas sugestões culturais. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Linguista e antigo diretor da Universidade Nova de Lisboa, foi ministro da Educação no último governo de Costa. Uma fase “dura”, a enfrentar muitas greves dos professores, que não deixou saudades. “Nunca pus em causa a legitimidade do que os professores pediam. O pior dia enquanto ministro terá sido quando a minha mãe foi insultada por ser filho dela. Aí pensei bater com a porta.” No final do ano passado publicou o livro “Manifesto pelas Identidades e Famílias - Portugal Plural”, como um desabafo para desmontar as “falácias” dos supostos ataques à “família tradicional”. Quanto a isso, o atual diretor da Agência Europeia para as Necessidades Especiais e a Educação Inclusiva, fala do poder da educação e da arte, como defesa da liberdade, da diversidade e dos direitos fundamentais. E revela pela primeira vez a depressão crónica que sofre desde cedo, invisível aos outros, diagnosticada há 7 anos, e a resistência interna que teve de vencer até pedir ajuda. “É um quadro solitário, porque há estigma, não se fala.”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando um pastor que você gosta muito sai da obra e abre outra igreja, é normal surgir aquela dúvida: “O que eu faço agora?”Neste vídeo, mostramos à luz dos alertas de Jesus sobre os enganos dos últimos tempos, por que você precisa proteger sua fé e avaliar com cuidado cada convite que recebe.No fim das contas, a decisão é sua.A alma é sua…Mas as consequências também são.
É um dos apresentadores mais populares da televisão, mas viveu uma fase em que se afastou dos holofotes por desentusiasmo com o entretenimento e busca de sentido para a vida. É quando passa a dar voz a várias causas humanitárias e de sustentabilidade ambiental. João Manzarra afirma ter passado por um dos momentos mais belos de sempre quando acompanhou de perto o pai durante o seu último ano de vida. E atribui ao progenitor o facto de ter feito as pazes com o seu papel televisivo, como forma de trazer alegria às pessoas. Amante de grandes viagens, tem agora um canal no Youtube onde relata as aventuras pelo mundo e estreia em breve um videocast sobre caminhadas com figuras públicas. E aqui revela as razões por se ter encantado tanto pela Argentina e pelo seu povo, nas várias viagens que fez por lá. E, nesse caminho, conta algumas peripécias por que passou na estrada, num carro com atrelado, e explica o que o faz gostar tanto de viajar sozinho, para viver o que chama de “liberdade total”. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode Ver o Reino de Deus." João 3:3"Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode Entrar no Reino de Deus." João 3:5
Saudações nostálgicas, ouvinte radiofobético! Quem acompanha nosso podcast sabe que de vez em sempre somos um bando de velhos falando sobre velharias. É, a gente gosta mesmo de soltar aquela velha frase "No meu tempo..." e chafurdar na nostalgia. Mas tem dias que a saudade bate mais forte de pessoas, acontecimentos, lugares e outras coisas que aquecem o coração só de lembrar. Neste episódio convidamos você a acompanhar Leo Lopes, Jéssica Dalcin, Thaís Boccia, Júlio Macoggi, Victor Estácio e Rafael Felipe em uma viagem de lembranças por tudo aquilo que dá uma baita saudade, mas infelizmente não volta mais! Não deixe de interagir com a gente nas redes sociais, dar seu feedback sobre o papo e sugerir temas e convidados para as próximas edições do nosso podcast, além de deixar seu comentário no post, ok? Você também pode agora mandar sua cartinha para a Caixa Postal 279 - CEP 13930-970 - Serra Negra - SP, e seu e-mail para podcast@radiofobia.com.br! Arte do episódio: Sandro Hojo Links citados no episódio:- ouça a Rádiofobia Webradio- Papo de Gordo Ao Vivo: Ep. 04 - O que aconteceu em 2025?- livro Jovem Nerd: Zerando a Vida Links citados nas Cartinhas do Totô:- matricule-se já no Curso de Podcast para garantir DESCONTO e BÔNUS ESPECIAIS para a PRIMEIRA TURMA- garanta o livro Curso de Podcast - Guia Básico em PDF e na Amazon para o seu Kindle- Podcast Store - a loja de produtos exclusivos da podosfera brasileira- Instituto Amargen- clique para assinar e ouvir o podcast Acepipes e Birinaites Links que indicamos sempre:- ouça o Ineditados Podcast- Acesse o novo site e ouça a RÁDIO 24h NO AR do Rádiofobia Classics!- assine o canal do Curso de Podcast no YouTube- siga @ocursodepodcast no Instagram- participe do grupo de produtores, apresentadores e ouvintes dos podcasts da Rádiofobia Podcast Network no Telegram Ouça o Rádiofobia Podcast nos principais agregadores:- Spotify- Apple Podcasts- Amazon Music- Deezer- PocketCasts Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Clásicos del cancionero estadounidense de la primera mitad del siglo XX, de Rodgers y Hart, Irving Berlin, Harold Arlen, Jerome Kern o los Gershwin, adaptados al portugués por Carlos Rennó en grabaciones de Gal Costa ('Meu romance''), María Rita ('Encantada'), Moreno Veloso ('Tão fundo é o mar'), Erasmo Carlos ('Verão'), Emilio Santiago ('Estava escrito nas estrelas'), Paula Morelenbaum ('Nego'), João Bosco ('Sábio rio'), Seu Jorge ('Strange fruit'), Elba Ramalho, Dominguinhos & João Donato ('Tenho um xodó por ti'), Ná Ozzetti & Simoninha ('Queria estar amando alguém'), Luciana Souza ('O homem que partiu') y Zelia Duncan ('Mais além do arco-iris'). Escuchar audio
Saudações nostálgicas, ouvinte radiofobético! Quem acompanha nosso podcast sabe que de vez em sempre somos um bando de velhos falando sobre velharias. É, a gente gosta mesmo de soltar aquela velha frase "No meu tempo..." e chafurdar na nostalgia. Mas tem dias que a saudade bate mais forte de pessoas, acontecimentos, lugares e outras coisas que aquecem o coração só de lembrar. Neste episódio convidamos você a acompanhar Leo Lopes, Jéssica Dalcin, Thaís Boccia, Júlio Macoggi, Victor Estácio e Rafael Felipe em uma viagem de lembranças por tudo aquilo que dá uma baita saudade, mas infelizmente não volta mais! Não deixe de interagir com a gente nas redes sociais, dar seu feedback sobre o papo e sugerir temas e convidados para as próximas edições do nosso podcast, além de deixar seu comentário no post, ok? Você também pode agora mandar sua cartinha para a Caixa Postal 279 - CEP 13930-970 - Serra Negra - SP, e seu e-mail para podcast@radiofobia.com.br! Arte do episódio: Sandro Hojo Links citados no episódio:- ouça a Rádiofobia Webradio- Papo de Gordo Ao Vivo: Ep. 04 - O que aconteceu em 2025?- livro Jovem Nerd: Zerando a Vida Links citados nas Cartinhas do Totô:- matricule-se já no Curso de Podcast para garantir DESCONTO e BÔNUS ESPECIAIS para a PRIMEIRA TURMA- garanta o livro Curso de Podcast - Guia Básico em PDF e na Amazon para o seu Kindle- Podcast Store - a loja de produtos exclusivos da podosfera brasileira- Instituto Amargen- clique para assinar e ouvir o podcast Acepipes e Birinaites Links que indicamos sempre:- ouça o Ineditados Podcast- Acesse o novo site e ouça a RÁDIO 24h NO AR do Rádiofobia Classics!- assine o canal do Curso de Podcast no YouTube- siga @ocursodepodcast no Instagram- participe do grupo de produtores, apresentadores e ouvintes dos podcasts da Rádiofobia Podcast Network no Telegram Ouça o Rádiofobia Podcast nos principais agregadores:- Spotify- Apple Podcasts- Amazon Music- Deezer- PocketCasts Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com a chegada do frio e dos dias curtos, cresce a vontade de petiscar. Mas será mesmo fome? Ou apenas hábito ou emoção? A Nutricionista Mariana Chaves ensina a distinguir — passo a passo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Tenho ouvido o que dizem aqueles profetas, profetizando mentiras em Meu Nome, dizendo: Sonhei, sonhei.Até quando sucederá isso no coração dos profetas que profetizam mentiras, e que só profetizam do engano do seu coração?Os quais cuidam fazer com que o meu povo se esqueça do meu nome pelos seus sonhos que cada um conta ao seu próximo, assim como seus pais se esqueceram do Meu Nome por causa de Baal.O profeta que tem um sonho conte o sonho; e aquele que tem a Minha Palavra, fale a Minha Palavra com verdade. Que tem a palha com o trigo? Diz o Senhor.Porventura a Minha Palavra não é como o fogo, diz o Senhor, e como um martelo que esmiúça a pedra?" Jeremias 23:25-29."Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? Eu, o Senhor, esquadrinho o coração e provo as entranhas; e isto para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas ações." Jeremias 17:9-10